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Desde os bancos da escola, apaixonada por poesia, começou a ver os seus poemas e alguns contos publicados na página literária do Jornal A Província de Angola, em Luanda.
Cosi tristezas Em lume brando Subi, desci mil vezes O pano do espectáculo Que me foi levando. Hoje sou a voz inquieta Que procura: Porquê, Senhor, me deste esta imensa ventura?!
Planuras
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Regressada a Lisboa em 1968, ingressou nos quadros da Angol, associada da Petrangol, com sede em Lisboa. Mais tarde esta empresa, com mais outras 3 deram origem à Petrogal, onde permaneceu até à sua passagem à reforma.
Multipliquei por cinco O nosso amor E vejo rebentar Cada manhã Uma pernada nova Ou uma flor Frutos d´uma terra chã.
Maria José de Brito Franco
Maria Jo sé d e se mp e n h o u a s funções de desenhadora cartográfica durante os primeiros 10 anos da sua vida de trabalho: primeiro nos Serviços Geográficos e Cadastrais e nos Serviços Cartográficos do Exército, em Lisboa. Em Luanda continuou como desenhadora nos Serviços de Geologia e Minas e depois na Petrangol- Companhia de Petróleos de Angola.
Planuras Poesia
Recebeu o 1º Prémio de Poesia da Escola Comercial Ferreira Borges, em 1961, atribuído pelo Professor António Mora Ramos. Em 2003 recebeu o 3º Prémio de poesia no concurso Linhas de Poesia da Carris, Lisboa.
Maria José de Brito Franco
Publicou o livro de poesia “Senhor Vento Por Favor”, edição de autor, em 2011. Publicou, em 2021, o livro “Cem Cartas Para Mariana”, onde dá a conhecer uma história verídica que acompanhou, de cujas cartas e fotos ficou guardiã, com a promessa de nunca as destruir.
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Porquê um livro de poesia agora aos 83 anos?! Nunca deixei de escrever e hoje vejo as gavetas cheias de pequenos papéis que decidi passar a limpo. Este livro será dedicado aos 55 anos de casamento que serão celebrados no Verão deste ano. Pretendo que seja uma homenagem ao homem que me proporcionou ser mãe dos meus queridos 5 filhos concretizando, assim, o meu maior desejo nesta vida.