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Chave Geral 952

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NOSSA LUTA É POR VIDA, TRABALHO E DIGNIDADE

Jornal do Sindieletro-MG Filiado à CUT e à FRUSE

2025

Um ano histórico de luta pela categoria e por Minas Gerais

Nº 952 • Dezembro de 2025


Jornal dos eletricitários e eletricitárias de Minas Gerais - Nº 952

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Cemig Saúde: Sindieletro honrou seu compromisso e ninguém foi deixado para trás 31 de março de 2025: beneficiários da Cemig Saúde abrem o e-mail e encontram uma cobrança estranha. Alguns receberam um valor de até R$ 1.000,00 a mais que o habitual no boleto; para muitos aposentados, o aumento chegou a 300%. Os valores correspondiam a duas mudanças: o aumento abusivo de 60,5% e a transferência integral da contribuição da Cemig para os aposentados. De uma hora para a outra, sem aviso, sem diálogo. E o pior: após o início das negociações sobre o plano de saúde entre as entidades parceiras — ABCF, AEA-MG, Senge e Sindieletro — e a Cemig, determinadas em acordo firmado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais poucas semanas antes. Quebra de boa-fé, ataque deliberado à categoria eletricitária. O ataque não começou neste ano, tampouco a mobilização do Sindieletro. Em 2021, a Cemig pede a retirada da

cláusula 17ª, item do ACE relativo à renovação automática do plano. No ano seguinte, a gestão Zema aplica mudanças estatutárias irregulares, instaurando o voto de Minerva e esvaziando o poder do Conselho Deliberativo. Em dezembro de 2024, o Tribunal Superior do Trabalho concede a revogação da cláusula 17ª. A luta pela retomada do plano de saúde se intensificou de forma sem precedentes. Quatro frentes de luta Desacostumado a lidar com a representação sindical e encarar de frente a categoria, o presidente Reynaldo Passanezi foi convocado e compareceu à ALMG no início do ano, em audiência pública na Comissão do Trabalho, Previdência e Assistência Social. Passanezi e o presidente da Cemig Saúde, Anderson Ferreira, foram ouvidos de costas pelos trabalhadores, que se mobilizaram em participação histórica na ALMG. Naquela

ocasião, uma série de negociações foi agendada por intermédio da Comissão presidida pelo deputado Betão (PT). Atuamos em quatro campos para retornar o plano de saúde para as mãos dos beneficiários: nas ruas, na ALMG, em mesa de negociação e na Justiça. Entre tutelas de urgência, liminares e audiências, traçamos estratégias caso a caso, construímos equipes multidisciplinares e atuamos em conjunto com as entidades parceiras em busca de soluções dia após dia. O trabalho foi árduo. A gestão Zema estava obstinada: a ordem era expulsar os aposentados do plano, desmontar para privatizar. Nós, por outro lado, sempre convictos sobre o propósito: não deixaríamos ninguém para trás. Enquanto a batalha judicial seguia, participamos de diversas audiências públicas na ALMG, com o apoio não só de Betão, mas Beatriz Cerqueira (PT),


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Professor Cleiton (PV) e outros parceiros no Legislativo. A categoria também deu o nome, como de praxe: realizamos greve de onze dias em abril. No dia 8, mais de mil eletricitários abraçaram a sede da Cemig. Realizamos diversos atos ao longo do ano. Lançamos a campanha Sem saúde, não tem energia!, com um site exclusivo para atualizar os beneficiários sobre tudo. Em maio, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) concedeu uma liminar importante que obrigava a Cemig a manter 80% do custeio de sua responsabilidade e suspendia a transferência total dos custos para os beneficiários, além de proibir a exclusão por inadimplência. Em agosto, no entanto, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) revogou a liminar que suspendia o aumento de 60,5%. Em setembro, outra entidade assinou um acordo com a Cemig, criando uma cisão desnecessária num momento muito tenso para todos. Não baqueamos — o objetivo do Sindieletro sempre foi manter todos no plano, com o acesso à saúde garantido. Não apenas por humanidade, mas também por justiça. A Cemig Saúde foi construída pelos beneficiários. Jamais

sequer cogitamos aceitar um plano que abandonasse parte da categoria. A pressão, no entanto, não cessou. A empresa abriu janelas de migração para os novos planos em momentos estratégicos, aproveitando da fragilidade e indecisão dos beneficiários. Por outro lado, as entidades informavam a todo instante: por lives, por e-mail, ao telefone, presencialmente. Foi guerra. Jurídica, narrativa e até emocional. Novo acordo Continuamos a luta pelo plano de saúde no dissídio de greve no TRT, buscando melhores condições de governança e garantias para os beneficiários. Em 6 de novembro, após longa audiência, fechou-se uma proposta de acordo que, após deliberação em assembleias, foi homologado no dia 3 de dezembro de 2025. Os novos planos ProSaúde, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2026, receberão o aporte de R$ 1,25 bilhão a título de indenização, além de R$30 milhões por conta da unificação dos acordos. Ninguém será excluído do plano.

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A unidade, a resiliência e a formação política da categoria foram essenciais. Entendemos que a ameaça de privatização da Cemig é diretamente ligada aos ataques aos direitos conquistados como a Cemig Saúde e a Forluz. Foi um ano tenso e intenso. Como descansar sabendo que sua cirurgia marcada pode ser cancelada ou que seu tratamento de longo prazo será interrompido com sua expulsão do plano? Como arcar com aumentos exorbitantes na mensalidade do plano que você ajudou a construir? Como manter seus filhos, parceiro ou parceira cobertos pelo plano? Saúde é assunto urgente e nós nos mobilizamos de acordo com a gravidade da situação. Embora o caminho tenha sido difícil, temos orgulho da travessia e continuamos trabalhando, pois em 2026 temos um plano para construir com todos os beneficiários e beneficiárias. Nossa luta continua. Por vida, dignidade e trabalho. Nesta ordem.


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Categoria recebe a PLR 2022 Em 2025, não deu tempo de parar. A campanha do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) começou no meio de toda esta turbulência, com o ciclo de setoriais realizadas a partir de 7 de julho para a construção da pauta. Nesses encontros, a categoria debateu e definiu as reivindicações que compuseram a pauta oficial, entregue à direção da Cemig em 24 de setembro, num ato que seguiu para a ALMG posteriormente.

mantidos, renovando tópicos sociais e econômicos já estabelecidos, e o pagamento da PLR 2022 foi compreendido entre as novas cláusulas.

arbitrária e discriminou trabalhadores, desrespeitando a representação sindical e usando uma estratégia de barganha vil com a categoria.

Dando fim à extensa disputa judicial entre o Sindieletro e a Cemig, a 1ª parcela da PLR 2022 foi paga para a categoria da ativa já em novembro. Em 2024, o Tribunal Regional do Trabalho já havia condenado a Cemig a pagar a PLR 2022, mas o processo Nas assembleias deliberativas também seguia em instância superior. realizadas no final de novembro, a categoria eletricitária aprovou O pagamento do direito evidencia a a proposta final para o Acordo injustiça praticada pela Cemig naquele Coletivo de Trabalho (ACT) 2025. ano, quando a gestão Zema conduziu as Os direitos conquistados foram negociações de maneira completamente

Esta vitória também diz da força da categoria quando aliada ao seu legítimo sindicato: quando temos a ciência de que a luta é justa, trabalhamos pelo tempo que for necessário. A decisão das entidades parceiras em lutar pelo pagamento para todas as eletricitárias e todos os eletricitários foi certeira.

Nossa luta por uma PLR isonômica, linear e justa continua sempre. E em 2026 tem mais!

Formação, vitórias contra assédio e luta por trabalhadores terceirizados O ano de 2025 ficará marcado na história do Sindieletro e da categoria eletricitária como um período de atuação incansável em todas as frentes de batalha. Das diligentes apurações de denúncias em nossas regionais ao firme enfrentamento das práticas antissindicais da gestão Zema, passando pela defesa irrestrita dos direitos de trabalhadoras e trabalhadores próprios e terceirizados, nossa presença foi constante e decisiva em vários momentos. Presença nas bases, defesa dos direitos e enfrentamento às violações Nos primeiros meses do ano, a atuação das regionais evidenciou a importância da presença cotidiana do Sindieletro nas bases. Em Viçosa, a Regional Mantiqueira denunciou a situação de um poste que estava escorado havia semanas, oferecendo risco direto à população e revelando o descaso provocado pelo desmonte operacional do governo estadual. Pouco depois, dirigentes retornaram às localidades

para acompanhar trabalhadoras e trabalhadores terceirizados da Serta, que enfrentavam atraso de salários, coação e problemas persistentes com o FGTS. A intervenção garantiu apoio, orientação e visibilidade às condições enfrentadas. A defesa dos terceirizados também foi determinante durante a paralisação na Remo, motivada por demissões retaliatórias e condições precárias de trabalho. O Sindieletro reafirmou que a categoria inclui quem presta serviços terceirizados e que a responsabilidade da Cemig sobre esses contratos é inegociável. A saúde e a segurança no trabalho foram prioridades ao longo de 2025. O sindicato participou de audiências na Assembleia Legislativa, manteve diálogo com órgãos de fiscalização, acompanhou os impactos das mudanças da NR-1 e denunciou o crescimento dos acidentes no setor elétrico. Treze ocorrências graves foram registradas entre abril e maio, envolvendo

trabalhadores próprios e terceirizados. Casos como o desaparecimento de um eletricitário da Ricel e o acidente envolvendo um empregado da Cemig em Santa Juliana ressaltaram a urgência de políticas consistentes de prevenção e evidenciaram os efeitos da pressão gerencial e dos cortes estruturais. O ano também foi marcado por intervenções decisivas diante de situações de violência, assédio e condições inadequadas de trabalho. No Quarteirão 14, o sindicato acompanhou um caso grave de assédio sexual e moral e pressionou por uma solução, o que resultou na demissão do funcionário. Em outras localidades, atendentes terceirizadas denunciaram ameaças e constrangimentos. Também denunciamos um problema sanitário no Quarteirão 14, com a infestação de gatos em unidades operacionais. Em outubro, uma decisão judicial confirmou a reintegração de uma eletricitária vítima de assédio moral


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durante a gestação, vitória acompanhada debates qualificados. O encontro para Eletricistas de Distribuição, curso pelo Departamento Jurídico desde 2018. contou com a participação remota voltado ao aprimoramento técnico em do ex-presidente da Agência Nacional redes de distribuição, especialmente E na esfera jurídica, 2025 consolidou de Saúde Suplementar, grandes áreas rurais, e ao desenvolvimento avanços significativos. A Justiça do nomes da área e o nosso advogado de uma visão crítica sobre o papel Trabalho condenou novamente a do Depar tamento Jurídico do dos eletricistas na sociedade. Nas Cemig por práticas antissindicais, Sindieletro e presidente da regionais, realizamos encontros para ampliou multas e reconheceu danos Comissão Es tadual de Direito tratar sobre Cemig Saúde, Forluz, morais coletivos. O sindicato também Sindical da OAB-MG, Flávio Roesberg. seguro de vida e outros temas. No mês obteve resultados favoráveis em da mulher, promovemos o encontro ações sobre discriminação sindical Como em todos os anos, o sindicato Mulheres Sãs — Mente, corpo e trabalho. e sobre beneficiários de tíquete e par ticipou da construção do PLR, além de registrar conquistas Grito d@s Excluíd@s. Num ano Seguimos combatendo o desmonte importantes nas negociações atribulado para o Brasil, apoiamos da UniverCemig, a venda irregular com empresas como a SPIC Brasil. e par ticipamos de mobilizações de usinas e os ataques contínuos contra a anista e PEC da Blindagem. à Cemig Saúde e à Cemig pública. Ano de seminários, cursos e mobilização formativa O Sindieletro também contribuiu para Ufa! Em 2025, o Sindieletro esteve Em março, o Sindieletro organizou o a realização do Curso de Realidade presente em todos os espaços seminário “Direito à saúde pública Brasileira, que mobilizou a categoria necessários para defender a e suplementar sob o regime da em debates sobre economia, racismo, categoria, reafirmando o compromisso autogestão”, que reuniu entidades mineração e os rumos do país. Além permanente com a proteção dos representativas, especialistas e a disso, foi realizada também a segunda direitos e com a construção de categoria eletricitária em um dia de edição do Intensivão – Qualif icação condições dignas de trabalho.

PEC do Cala a Boca: luta intensa para manter a Cemig pública A ameaça de privatização das estatais mineiras voltou com força total neste ano. O governo Romeu Zema tentou usar o PROPAG (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados), uma iniciativa federal criada para permitir a renegociação de dívidas sem obrigar privatizações, como pretexto para vender a Cemig. Para privatizar as estatais mineiras não basta apenas a vontade de qualquer forasteiro, no entanto. A Constituição Mineira exige referendo popular para a privatização, além do quórum mínimo de 3/5 da ALMG. Sabendo que o povo não quer privatizar seu patrimônio, Zema apostou todas as fichas na PEC 24/2023, conhecida por quem defende o serviço público como PEC do Cala a Boca. Sempre soubemos que Romeu Zema pretendia privatizar a Cemig, intenção que o integrante do partido NOVO jamais escondeu. E sempre defendemos nossa estatal, luta registrada historicamente nos

quase 75 anos de Sindieletro, que inclusive culminou na conquista da PEC 50 que o governo Zema tenta alterar agora. O ataque foi grande, mas a nossa reação foi maior ainda. Campanha histórica pela Cemig e Copasa Desde a protocolização da PEC do Cala a Boca, em outubro de 2023, nos mobilizamos de diversas formas, com audiências públicas, atos por Minas Gerais e interlocução com parlamentares. Neste ano, intensificamos: o Sindieletro promoveu diversos eventos junto ao Sindágua (também ameaçados pela PEC por conta da Copasa), movimentos sociais e entidades parceiras. Realizamos um ciclo de três eventos em julho e agosto.

estatais?”, trouxemos Victor Costa (Asef/Sintergia-RJ), que compartilhou sua experiência com a luta pela Eletrobras, Carlos Machado, nosso economista da subseção do Dieese no Sindieletro, e Lina Rocha, da Empresa Mineira de Comunicação e presidente do Sindicato dos Jornalistas.

Na semana seguinte, levamos uma aula pública sobre os perigos das privatizações para a Praça Sete, no dia 30, abrindo o debate com quem circula no centro de BH. Instalamos um telão no coração da cidade e representantes dos sindicatos deram aula ao meiodia, dialogando diretamente com o povo. Por fim, chegamos ao Seminário Popular Contra a Privatização da Cemig e da Copasa — um encontro para sistematizar argumentos, unificar mensagens e organizar os próximos A jornada começou em 24 de julho, passos na luta contra as privatizações com palestra no Sindicato dos na ALMG, nas ruas e nas redes sociais. Jornalistas sobre os impactos da venda das estatais. Para debater o O evento reuniu sindicalistas, tema “O que está por trás da venda movimentos populares e especialistas da Cemig, Copasa, EMC e demais como Clarice Ferraz (UFRJ/Instituto

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Ilumina), Amauri Pollachi (ONDAS) e Aloísio Vasconcelos, ex-diretor da Cemig e ex-presidente da Eletrobras, além da deputada estadual Beatriz Cerqueira. Sindieletro denuncia na mídia O Sindieletro também esteve presente na Imprensa como nunca antes. Nosso coordenador geral deu entrevistas à TV Assembleia, à TV Horizonte e rádios por Minas Gerais. Escreveu artigos para a Revista Fórum, O Cafezinho e Brasil de Fato. Estampamos nossa luta contra a PEC do Cala a Boca em jornais como Estado de Minas e O Tempo.

empresas. A lógica é clara: Copasa na mira, Cemig e outras estatais na fila. Uma vez que a PEC do Cala a Boca passou para o saneamento, criou-se um precedente para repetir a manobra no setor elétrico.

A Cemig continua diretamente ameaçada, principalmente porque ainda há o debate sobre o modelo de Corporation. Nessa estrutura, a estatal deixaria de ter um controlador definido; o Estado converteria suas ações preferenciais em ordinárias, diluindo sua participação para cerca de 17% e perdendo o poder de gestão, restando apenas um poder de veto E lançamos um importante limitado (Golden Share). A estatal dispositivo de luta: no site Esse Trem seria uma empresa privada na prática. é Nosso, você encontra materiais, argumentação e ferramentas para Para viabilizar a corporation e rejeitar informar e facilitar a participação a federalização, o governo Zema de todo mundo — nas ruas, nos alega que federalizar a Cemig geraria bairros, nos locais de trabalho e um custo bilionário de proteção aos nas redes. É um site permanente, acionistas minoritários. Contudo, em defesa da Cemig, que será essa tese é contestada tecnicamente: constantemente atualizado. o tag along só é acionado em vendas de controle para entes privados, Enquanto isso, a PEC tramitou e não em transferências entre em tempo recorde na Assembleia entes públicos (Estado para União). Legislativa de Minas Gerais. No meio do caminho, a Cemig foi retirada do Até o momento, a ALMG não iniciou projeto e o governo do Estado focou a discussão específica sobre na Copasa, empresa de saneamento desestatização ou corporation da básico que atende a mais de 600 Cemig por conta da resistência municípios em Minas. No dia 18 de interna quanto ao tema. novembro, a PEC 24/23 foi aprovada em 2º turno no Plenário da ALMG. Agora, Em suma: nossa luta permanente a privatização da Copasa segue para pela Cemig pública continua! E já deu a votação em 2º turno até o momento para perceber que nós estamos mais de fechamento deste Chave Geral 952. que preparados para a luta em 2026. A categoria já sabe: precisamos de A Cemig está livre da ameaça de unidade e mobilização ativa para dar privatização? defender a Cemig, os trabalhadores Em primeiro lugar, a ameaça a outras e trabalhadoras e Minas Gerais! estatais também é uma ameaça Recarregue as energias, à Cemig, porque as estatais são porque ano que vem tem mais! patrimônio interligado e estruturante para o Estado. O Sindieletro entende Participe, compartilhe que o recuo do governo Zema é os conteúdos apenas aparente — na prática, abree mobilize nos seus círculos. se uma brecha para depois estender A nossa luta é por Minas Gerais. a mudança à Cemig e demais

Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais - Rua Mucuri, nº 271- Bairro Floresta - Belo Horizonte/MG CEP: 30150-190 - Departamento de Comunicação do Sindieletro-MG Diretor responsável: Emerson Andrada • Edição: Maria Beatriz de Castro • Redação: Maria Beatriz de Castro, Marianna Oliveira e Stephanie Hora • Revisão: Emerson Andrada Diagramação: Mobiliza Comunicação • Telefones: Sede: (31) 3238-5000 - Regionais: Leste: (33) 3271-1200 - Mantiqueira: (32) 3333-7063 - Metropolitana: (31) 3238-5000 - Norte: (38) 3222-3600 Oeste: (37) 3222-7611 - Triângulo: (34) 3212-5001 - Vale do Aço: (31) 3822-3003 - E-mail: cinformacao@sindieletromg.org.br • Edição impressa com tiragem de 8800 exemplares.

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