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O Sindieletro, Senge, ABCF, AEA e Sindicato de Juiz de Fora seguem honrando o compromisso de defender o plano de saúde dos eletricitários e eletricitárias, mesmo frente às intempéries que se colocam para a categoria tanto pela direção quanto por outros agentes.
Além das exclusões de beneficiários, o reajuste abusivo de 60,5% voltou a ser aplicado após decisão judicial, e a empresa mantém postura ainda rígida nas negociações, dificultando uma saída justa para o ProSaúde Integrado (PSI).
Nosso compromisso permanece o mesmo: um acordo que garanta a gestão democrática do PSI, incluindo aporte de R$ 1,3 bilhão ao Fundo Garantidor, recomposição de R$ 100 milhões e a manutenção de critérios de renda e coparticipação.
Panorama atual
Desde março, após articulação do Sindieletro na ALMG, foi aberto um canal de negociação direta com a Cemig. Apresentamos propostas de acordo e debatemos os melhores formatos para a manutenção dos direitos da categoria.
O dissídio coletivo instaurado em abril já garantiu vitórias como a devolução de valores cobrados indevidamente e a mudança na forma de cobrança da coparticipação.
Ao mesmo tempo, a Cemig tenta dividir a categoria ao firmar um acordo separado com outra entidade, o que enfraquece a mobilização coletiva e cria mais obstáculos.
Nesse contexto, é importante reforçar: filiação não é representação. Todos os eletricitários são representados pelo sindicato de base, independentemente de filiação. A representação é coletiva e legal, como comprovam vitórias judiciais recentes.
Outra mudança na luta pela Cemig Saúde foi a decisão do TJMG, que revogou, em 14 de agosto, a liminar que suspendia o reajuste de 60,5% do PSI.
Com a volta do reajuste, os beneficiários enfrentaram descontos elevados em setembro, devido à cobrança dos valores retroativos.
Confira o vídeo do DRB Edvaldo Pereira sobre as cobranças de setembro/25.
Nossa defesa é incansável e chegou até mesmo a Brasília! No dia 24 de setembro, Sindieletro e ABCF, por interlocução do deputado federal Rogério Correia (PT), entregaram ao presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, uma denúncia sobre a destruição da Cemig Saúde e as imposições aos beneficiários. O presidente afirmou que retornará em breve sobre a solicitação, reconhecendo a urgência e a gravidade da situação para a categoria e seus familiares.
A unidade é a única ferramenta de luta que jamais pode ser descartada. A defesa de um plano democrático, transparente e sustentável exige a participação ativa de todos. Honraremos nosso compromisso em defesa do PSI, da Cemig Saúde e da categoria eletricitária enquanto o sindicato existir.
Continue acompanhando TUDO sobre a nossa luta pela Cemig Saúde:

Na área de saúde e segurança, central em todas as nossas campanhas, a pauta exige o fim do trabalho individual em rede elétrica e treinamentos presenciais e contínuos, além de ações firmes de prevenção a acidentes e assédio moral e sexual.
No momento da entrega da pauta, Emerson alertou que a gestão Zema na Cemig tenta alterar o plano de saúde para sucatear a Cemig e torná-la atrativa ao mercado.
A campanha do ACT 2025 começou! É hora de vestir a camisa e se mobilizar pelas demandas da categoria!
O documento foi protocolado junto ao superintendente de Gestão de Pessoas da Cemig, Brunno Vianna, à porta lateral da Cemig Sede — como de costume, ao tomar conhecimento de qualquer movimentação dos trabalhadores e trabalhadoras, a gestão Zema na Cemig fecha a entrada principal para tentar constranger os eletricitários e eletricitárias e a representação sindical.
que prioriza a melhoria do quadro de saúde e segurança na empresa.
Os pontos principais da pauta, além dos itens econômicos, são: a realização de concurso público para recompor os quadros da empresa e a revitalização da UniverCemig, assegurando formação técnica presencial e de qualidade para os trabalhadores.
A pauta já está disponível para a consulta de todos os trabalhadores.
Após a entrega da pauta, os eletricitários e eletricitárias seguiram para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde foi realizada audiência pública sobre a ameaça de privatização das estatais Cemig e Copasa por meio da PEC 24/2023.
Na ocasião da audiência na Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social, convocada pelo deputado estadual Betão (PT), trabalhadores e entidades posicionaram-se contra a privatização de empresas que prestam serviços essenciais à população.
Qual é a situação atual?
Houve algumas mudanças desde o início da discussão sobre a PEC na Comissão de Constituição e Justiça da ALMG.
Recentemente, o governo e sua base na Assembleia resolveram fragmentar o ataque às estatais: a PEC do Cala a Boca foi “enxugada” para mirar primeiro apenas a Copasa. Com isso, a venda da companhia de saneamento é o foco da vez. Mas esse recuo é apenas aparente — na prática, abre-se uma brecha para depois estender a mudança à Cemig e demais empresas.
A lógica é clara: Copasa está na mira, mas Cemig e outras estatais estão na fila.

Se a retirada do referendo passar para o saneamento, fica mais fácil repetir a manobra no setor elétrico.
Além disso, o texto da PEC ainda vai tramitar na comissão especial, onde pode ser alterado a qualquer momento. Isso significa que a Cemig continua diretamente ameaçada: basta uma emenda para que ela volte a constar no projeto. Por isso, a luta precisa continuar firme! Defender a Copasa é também defender a Cemig e as demais empresas públicas de Minas, porque as estatais são patrimônios interligados e estruturantes para o Estado.
Reafirmando a integração natural das lutas atuais dos eletricitários e eletricitárias (ACT, Cemig Saúde e Cemig pública), entregamos nossa pauta de reivindicações também na ALMG, para o deputado Betão.
A campanha Esse trem é nosso, contra a privatização da Cemig, continua ativa!
Participe, compartilhe os conteúdos e mobilize nos seus círculos. A nossa luta é por Minas Gerais.

Na complexa negociação do nosso plano de saúde, a unidade, sempre tida como pilar da categoria, mais uma vez, como recorrente nas últimas negociações, foi abalada em uma manobra que favorece a empresa.
Em plena audiência no TRT, as entidades representativas foram surpreendidas com um acordo isolado, negociado a portas fechadas entre a Cemig e outra entidade.
O acordo firmado não apenas enfraquece a categoria, mas impõe perdas concretas. Além de aceitar um aporte financeiro que compromete a
Para agravar, cria um novo cargo remunerado na diretoria, com indicação do sindicato que causou a atual cisão entre as representações.
Oneram os beneficiários e contrariam, desta forma, a defesa das demais entidades promovida historicamente por representantes eleitos.
Enquanto as entidades parceiras apresentaram uma proposta com aporte maior e gestão democrática, a ação isolada de um sindicato nivela a negociação por baixo.
Fica a pergunta: a quem serve um
saúde (PSI), em dezembro de 2024, Sindieletro, ABCF, AEA-MG, Senge e Sindicato de Juiz de Fora buscam uma solução para TODOS por meio de ações jurídicas e políticas e de mobilização, sem deixar ninguém para trás. Esse é nosso compromisso principal.
O Sindieletro só existe porque a categoria existe. A força da entidade para lutar por qualquer pauta está diretamente ligada ao grau de envolvimento e unidade dos trabalhadores e trabalhadoras. Dividir é enfraquecer a luta da categoria. Enfraquecer a luta da
