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Chave Geral 929

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Os principais pontos da nossa Campanha de Renovação do ACT 2023/2024

NOSSO COORDENADOR-GERAL, EMERSON ANDRADA, DESTACA: “BUSCAMOS UMA RELAÇÃO DE TRABALHO MAIS RESPEITOSA, SEGURA E SAUDÁVEL, QUE JÁ EXISTIU NO PASSADO E SE PERDEU NOS ÚLTIMOS TEMPOS”. PARTICIPE DAS ASSEMBLEIAS, QUE TERMINAM DIA 18. E NO DIA 22 VAMOS REALIZAR GRANDE ATO DURANTE A ENTREGA DA NOSSA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES. Pág. 03

MAIORIA DO POVO QUER A CEMIG PÚBLICA, MAS ZEMA PROPÕE TIRAR O REFERENDO DA CONSTITUIÇÃO. QUAL O SEU VOTO, DEPUTADO? SE VOTAR CONTRA O POVO, BOM SUJEITO NÃO É!

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Sindieletro acompanha luta dos trabalhadores da Spin e cobra solução da gestão da Cemig

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VOZ DO TRABALHADOR

O sucateamento e desmonte da gestão Zema na Cemig continua

O governador Zema e a sua gestão na Cemig promovem cenas de terror pelo estado.

Confira nas fotos o sucateamento e o desmonte que a gestão de Zema impõe à Cemig, na tentativa de desmerecer a empresa para justificar a privatização. Nas fotos ao lado, vemos os escombros do local onde funcionou a agência de atendimento e a base operacional da Cemig na cidade de Oliveira, na região Oeste. Nitidamente, verificamos o sucateamento promovido na empresa. A foto dos tapumes é da SE Carmo da Mata 2, também no Oeste de Minas.

Quem poderia imaginar que uma gestão seria tão irresponsável a ponto de fazer esse tapume na entrada de uma subestação?

A luta dos trabalhadores da SPIN continua!

Com tanta riqueza com a Spin, onde é que está, cadê sua fração? A indignação dos trabalhadores perante os atrasos de pagamento e condições de trabalho é gigante! Olha, pode ter treta pesada nesse calote!

O Sindieletro está acompanhando a greve dos trabalhadores daSpin e cobrando da gestão da Cemig o cumprimento do contrato com a empreiteira, que prevê também responsabilidades trabalhistas que precisam ser fiscalizadas e cumpridas. Outras providências estão sendo tomadas pelo Sindicato para desmistificar o que há por trás desse suspeito contrato com a Spin. Aí tem, ah se tem!

A greve dos trabalhadores da empreiteira Spin, iniciada na terça-feira, dia 8, nas bases operacionais de São João Del Rei, Ponte Nova, Conselheiro Lafaiete, Juiz de Fora e Ouro Preto continua. A luta dos trabalhadores é pelo óbvio, cobrar o pagamento dos salários e demais itens econômicos, como ticket alimentação, dentre outros direitos. Os trabalhadores denunciam a reincidência de descumprimento do contrato de trabalho, salário e demais itens econômicos da relação trabalhista que estão sendo atrasados mês a mês, desde 2022. Os trabalhadores marcam suas férias, mas só recebem os valores após o vencimento do período. Alguns trabalhadores afirmam ter recebido as férias 65 dias após a data prevista no contracheque, outros entraram na Justiça para receber os ordenados. “A gente marca férias para descansar com a família, mas temos que trabalhar no período, fazendo bico, porque a empresa não pagou as férias. O pior é que ainda descontam as

férias no contracheque do mês seguinte sem nem termos recebido”, desabafa um dos trabalhadores. Outro trabalhador manifesta estar revoltado: “O trabalho na Spin é uma condenação, trabalho escravo. Não adianta nem pedir demissão, pois a empresa também não paga verba rescisória, difícil!” Menciona o caso de um trabalhador que desligou da Spin em março de 2022 e teve que acionar a Justiça em busca do direito às verbas relacionadas ao seu desligamento, ainda sem desfecho.

O Sindieletro compartilha com a indignação dos trabalhadores e vai trabalhar para que eles tenham seus direitos garantidos na pauta imediata, mas é preciso estancar os sucessivos calotes que os trabalhadores vêm sofrendo mês a mês. Foi na busca de compreensão sobre a raiz do problema que nós estamos apontando suspeitas na relação contratual com a Spin.

Olha isso!

Denúncias apontam que as irregularidades relacionadas às obrigações contratuais da Spin são verificadas através das ATE’S (Avaliações Técnicas de Empreiteira) dos contratos 4680006494 e 468000651. Em agosto de 2022, a Cemig constatou que a Spin não cumpria as exigências contratuais, mesmo assim decidiu autorizar o início da prestação de serviço com

pendências. Isso é grave!

Com a autorização, descumprimentos de contratos ocorrem de forma generalizada, desde falta de pessoal, ferramentas e equipamentos, até da frota (que é mais grave), pois não tem veículos suficientes e os que são utilizados estão em condições precárias. As obrigações trabalhistas (salário, férias, saúde e segurança) também não são cumpridas e os trabalhadores estão sendo obrigados a trabalhar com EPIs e EPCs de forma precária, o que potencializa os riscos de acidente graves no trabalho. Mesmo com a ciência da gestão da Cemig, as atividades não são paralisadas, colocando em risco a vida dos trabalhadores e consumidores.

Outras fontes denunciam que, ao final do primeiro trimestre deste ano, a gerência local avaliou que os contratos deveriam ser rescindidos; chegaram a fazer reunião com a diretoria, mais de uma vez, apresentando a situação e propondo rescisão e plano de ação. No entanto, a decisão foi de manter o contrato.

Cobramos esclarecimentos da gestão O Sindieletro está cobrando da gestão da Cemig esclarecimentos sobre a denúncia, assim como o cumprimento do contrato com a empreiteira. A prestação de serviço aos consumidores e a garantia dos direitos dos trabalhadores referentes ao pagamento dos salários e demais cláusulas econômicas, previdenciárias e de saúde e segurança têm que ser garantidos pela gestão da Cemig e não ficar refém de interesses alheios. Ressaltamos que esses problemas não teriam ocorrido se a gestão da Cemig não autorizasse a Spin a iniciar o contrato.

Essa tem sido a prática da gestão Zema na Cemig, através do “modelo de gestão privada” e da “antecipação da privatização”: colocar o lucro acima dos direitos dos consumidores e dos trabalhadores, com o objetivo de precarizar a prestação de serviço, buscando adesão da opinião pública à privatização da estatal.

Pré-pauta de reivindicações do ACT 2023/24: “Buscamos uma relação de trabalho mais respeitosa, segura e saudável, que já existiu no passado e se perdeu nos últimos tempos”

As assembleias de aprovação de pautado ACT 2023/24 continuam até dia 18 de agosto e a participação de todos é imprescindível! Nosso coordenador-geral, Emerson Andrada, trouxe o tom da campanha para este ano durante a Eletrolive 29, que tratou a pré-pauta de reivindicações, realizada na quinta-feira (10).

“Nosso intuito é buscar cada vez mais a qualidade de vida da categoria. O Sindieletro tem provocado bastante a gestão da empresa para encontrar soluções para os acidentes e adoecimentos no trabalho – muitos ligados ao assédio moral e à sobrecarga de trabalho, ou à falta de recursos. Não há como se falar da melhoria de condições econômico-financeiras e melhorias de cláusulas sem tratarmos com o devido afinco da saúde do trabalhador.A partir dessa compreensão trazemos diversos itens sobre saúde e segurança na pré-pauta”, afirmou, no início do debate.

“Uma parcela da categoria também está muito incomodada com a retirada de direitos do último Acordo Coletivo”, pontuou, trazendo a necessidade de repor diversas per-

das. “Sabemos que a empresa pressionou, chantageou e usou de subterfúgios pouco nobres para alcançar o resultado desejado, que era a retirada de direitos. A categoria vai buscar contemplar na pauta de reivindicações a retomada desses pontos que foram retirados do último Acordo”.

O objetivo da nossa pauta de reivindicações é trazer a Cemig de outrora de volta. “Buscamos uma relação de trabalho mais respeitosa, segura e saudável, que já existiu no passado e se perdeu nos últimos tempos. Acreditamos que é possível reconstruir”, disse.

A luta é pela vida acima do lucro!

Nosso coordenador-geral lembra que estamos lutando contra uma gestão que prioriza o lucro e trabalha para o mercado financeiro, fazendo escolhas que ameaçam a vida dos trabalhadores e o serviço de boa qualidade para a população.

“A gestão Zema se mostra muito agressiva contra os trabalhadores, mas é bastante simpática e maleável quando se trata da alta cúpula. O governador Zema triplicou o próprio salário e de seu secretariado,

Deputado

recentemente, e implanta diversas regalias para a diretoria da empresa enquanto aponta que está combatendo, entre aspas, os privilégios da categoria. Um exemplo é a tentativa de retirada do plano de saúde dos aposentados e de rebaixar o plano dos ativos”, lembrou. Isso é parte de uma estratégia do governo Zema: “Diminuir a qualidade de vida dos trabalhadores, retendo cada vez mais dinheiro no caixa da empresa, e transformando esse dinheiro em lucro para os acionistas, transferindo para o mercado financeiro. Essa estratégia diminui a capacidade de atendimento da empresa. O mercado financeiro está morrendo de rir, muito satisfeito com o governo Zema. Já os consumidores, cada vez mais infelizes e revoltados”.

O compromisso da categoria é, também, com a defesa da Cemig. A lógica de privatização interfere diretamente na vida dos trabalhadores da Cemig e de todos como cidadãos e cidadãs. “Há a tática de criar dificuldades e vender seu pacote com facilidades. Ele vende a ideia para a população, dizendo que a empresa vai melhorar se privatizar. Na verdade, é um grande atestado

de incompetência. Afinal, há quatro anos e meio Zema, ele mesmo um empresário, está no leme da Cemig. Se ele, um empresário de sucesso (entre aspas), não conseguiu melhorar a Cemig, por que ele diz que entregá-la ao mercado vai melhorar? É um atestado de sua incapacidade de gerir a coisa pública da maneira que a população de Minas Gerais deseja e pelo motivo pelo qual a população mineira o elegeu”, concluiu.

Participe das assembleias de pauta: é pela defesa dos trabalhadores, da população e do patrimônio público! Confira o edital no site, redes sociais e grupos do WhatsApp e Telegramdo Sindieletro, e faça ouvir sua voz.

Ato de entrega da pauta em 22 de agosto

ATENÇÃO! Dia 22 de agosto, próxima terça-feira, realizaremos um grande ato de entrega da pauta de reivindicações à gestão da Cemig. Entregaremos na ALMG e na Sede, em Belo Horizonte. É essencial que a categoria eletricitária participe. Acompanhe os próximos informes.

que vota pela retirada do referendo da Constituição, bom sujeito não é!

Em entrevista ao jornal O Tempo, o secretário de governo, Gustavo Valadares, afirmou que nas primeiras semanas do 2° semestre de 2023, Zema irá apresentar na ALMG a PEC que propõe por fim à exigência constitucional sobre o referendo que dá direito ao povo de Minas Gerais decidir pela privatização ou não da Cemig, Copasa e Gasmig. Em primeiro lugar, é importante dizer que o secretário de-

turpa a verdade ao dizer que a maior parte das ações da Cemig já são controladas pela iniciativa privada. Hoje, o governo de Minas Gerais tem sozinho 50,97 % das ações ordinárias, ou seja, aquelas que dão o poder de decisão no Conselho de Administração. No total das ações da Cemig, o governo de Minas tem 17,04% de participação. Nesse cenário, apontamos três contradições ao projeto de privatização:

1° - A Cemig é lucrativa, em 2022 lucrou mais de 4 bilhões de reais. A mídia anuncia que no segundo trimestre de 2023 o lucro da Cemig foi 25 vezes maior que o lucro gerado no mesmo período do ano anterior. Se dá lucro, por que privatizar?

2° - Se o governo vender as ações da Cemig para a iniciativa privada, vai embolsar cerca de 4 bilhões de reais, equivalente aos seus 17% das ações. Esse valor remunera

aproximadamente uma folha de pagamento do estado. E aí?

3° - É incoerente entregar o poder de decisão da maior empresa do estado, propulsora do desenvolvimento em troca do valor referente a 17% das ações que paga um mês de salário do funcionalismo público. Faz sentido para você?

Zema quer tirar o referendo da Constituição porque sabe que a maioria da população de Minas Ge-

Tire dúvidas sobre o seguro de vida

rais é contra a privatização e muito provavelmente será derrotado na consulta popular. As pesquisas de opinião têm apresentado resultado desfavorável ao governo quando a pergunta é sobre o tema das privatizações.

A argumentação que o referendo é algo impossível operacionalmente também não cabe, afinal, temos um sistema eleitoral eficiente que garante a participação da população nas eleições nos lugares mais extremos do nosso estado e do país. Gostaríamos muito que Zema manifestasse preocupação com dinheiro público quando paga 1 milhão de reais de bônus (em substituição à PLR) para o presidente da Cemig, além dos 100 mil reais de salário, sem contar dos outros 15 diretores da estatal.

Outro ponto intrigante na

Qual a diferença básica entre uma apólice individual e uma apólice coletiva?

A apólice individual se baseia nos dados pessoais do segurado para definir seu custo, já na apólice coletiva, o preço é definido pela média etária de todo o grupo, ou seja, a idade do segurado é o ponto básico para a precificação.

Apólice coletiva e seguro de vida em grupo são a mesma coisa?

Quando temos uma apólice que agrega vários segurados, independente do ramo (vida ou automóvel, por exemplo), temos uma apólice coletiva. Quando temos uma apólice de vida em grupo, temos uma apólice coletiva no ramo seguro de vida.

Qual a relação entre a idade do segurado e o custo de

um seguro de vida em grupo?

O cálculo parte da informação básica, que é a idade do segurado. O seguro de vida em grupo tem por base a média etária de todos os segurados. Partindo dessa informação, é gerada pela seguradora a taxa do seguro que, multiplicada pelo capital segurado, gera o custo final, ou prêmio mensal. Desta forma, quanto maior a idade do grupo como um todo, mais alto o custo do seguro e vice-versa.

O que é sinistralidade da apólice?

Sinistro é o nome dado ao evento coberto por uma apólice, no caso do seguro de vida, a ocorrência do óbito, por exemplo, é chamado sinistro. A sinistralidade de uma apólice é a

soma do total de sinistros avisados e pagos durante o período de vigência, que normalmente é de um ano.

O que é resultado da apólice?

Quando uma apólice é renovada, a seguradora analisa a arrecadação, sinistralidade e a média etária do grupo dentro do período transcorrido. O resultado da apólice, basicamente, é a diferença entre a arrecadação e as despesas durante a vigência do seguro. E o resultado negativo de um período é considerado na análise do período posterior.

Quando e por que ocorre o reajuste de preço em uma apólice em grupo? Na renovação da apólice,

matéria refere-se à menção de Valadares ao papel do legislador na representação do seu eleitorado. Se é fato o que as pesquisas de opinião apontam, logo, eliminar a participação popular que tende a não concordar com as privatizações, dando aos deputados e deputadas o direito de decidir sobre as privatizações, seria representar ou substituir seus eleitores. Vamos ao debate governo Zema, deixe o povo manifestar! O Sindieletro está dialogando com a ALMG e construindo alternativas na luta popular junto a sindicatos, movimentos sociais e populares, parlamentares, partidos, etc, para enfrentar o autoritarismo do governo.

Cemig: esse “trem” é nosso!

os principais fatores analisados pela seguradora para reajustar ou não o prêmio mensal são o resultado da apólice (relação entre os recebimentos e pagamentos de sinistro) e o envelhecimento do grupo segurado. À medida que um grupo segurado envelhece e não ocorre a inclusão de segurados mais jovens, temos o aumento da taxa média do seguro. Ocorrendo o aumento da sinistralidade e a diminuição da arrecadação, ocorre o desequilíbrio financeiro. A soma destes fatores gera o reajuste de preço, ou prêmio mensal.

Na apólice do Sindieletro, vivemos esta situação. Não há inclusão de novos segurados mais jovens e a cada ano, a sinistralidade aumenta.

Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais - Rua Mucuri, nº 271- Bairro Floresta - Belo Horizonte/MG CEP: 30150-190

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