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Participe da construção coletiva da nossa pauta de reivindicações para a campanha de renovação do nosso ACT 2023/2024. Estamos recebendo sugestões para a pré-pauta até o dia 04 de agosto que, em breve, será apreciada em assembleias para a aprovação da pauta definitiva. PARTICIPE DA CAMPANHA DE RENOVAÇÃO DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO E FORTALEÇA A LUTA POR VIDA, TRABALHO E DIGNIDADE!
Sindieletro assume negociações do primeiro ACT de trabalhadores de usinas solares
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A Voz do Trabalhador: Reflexão sobre a gestão da Cemig que queremos, com luta contra a privatização e pela renovação do ACT 2023, tratamento igualitário e concurso público
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Auferimos estupefatos os atos cometidos pelo desgoverno Zema contra os trabalhadores da Cemig e outras categorias da ativa e aposentados. Em memória disto, vemos com espanto os vários atos praticados contra os eletricitários, com destaque, neste momento, ao que vem sendo desenhado e executado na Cemig Saúde que, ao contrário do que o próprio nome sugere, tem sido um motivo de adoecimento para muitos que dos seus serviços carecem.
No dia 28 de junho de 2023, a manchete na página da operadora de saúde com os dizeres “Assembleia Geral das Patrocinadoras aprova alterações no Estatuto Social da Cemig Saúde” é embuída de toda a desfaçatez que exige uma argumentação infeliz, que em ambiente civilizado seria uma prova de cometimento de ilícito, ao invés de ato de mérito, como a narrativa visa transparecer.
O que o texto traz, sob a visão do agressor, é a comprovação das denúncias já feitas pelas entidades representativas, de usurpação de poder e de direitos, e imposição da vontade pela força e pela corrosão das relações contratuais, com destaque para a recusa ao cumprimento dos acordos históricos. A origem dos acordos de saúde na Cemig remontam ao próprio surgimento da Cemig, e vieram ganhando substância à medida que a empresa ampliava seu tamanho e a categoria se organizava, tendo seu ponto culminante no advento do Acordo Coletivo Específico de 2002, que entrou em vigor em 2003. Posteriormente, por interesse das patrocinadoras e negociado com os trabalhadores, o acordo transmutou-se e deu origem à Cemig Saúde, em 2010, com reconhecimento pelas patrocinadoras à época da gestão paritária e do respeito à autonomia dos representantes eleitos pelos beneficiários.
No mesmo ensejo, foi reconhecido o papel das patrocinadoras e be-
neficiários através de um Conselho Deliberativo como órgão máximo da operadora, tendo relegado o papel das patrocinadoras às matérias específicas a serem decididas em assembleias, após o devido consentimento do Conselho formado de forma equilibrada por beneficiários e patrocinadoras. Ao longo de quase treze anos a Cemig Saúde permaneceu forte e cresceu dentro desse modelo de gestão e, por várias vezes, retrocessos foram impedidos pela ação positiva da representação dos beneficiários, que evitaram a ação de políticos vorazes que se revezavam no comando do Estado de Minas. A paridade de forças se consolidou em resultados positivos para os eletricitários ativos e aposentados da Cemig.
Com a audácia patrocinada pela atual gestão da Cemig e seus submissos na gestão da Cemig Saúde, o futuro do plano de saúde dos eletricitários nunca esteve tão incerto, tanto no sentido de sua existência, quanto da qualidade dos seus serviços prestados, além das discussões para solucionar problemas já apontados. A mudança estatutária promovida no âmbito da gestão Zema e sob a condução do presidente da Cemig Saúde, Anderson Ferreira, um mero fiel e servo da gestão no poder estatal, estabeleceu poderes totalitários às patrocinadoras que, na redação do próprio estatuto modificado, traz no seu artigo 16 a dotação de poder “soberano” às patrocinadoras, para tudo fazer à sua vontade e em seu benefício. Ao mesmo tempo, o § 6º do artigo 9º do mesmo documento traz a independência total em relação à responsabilização pelos efeitos da gestão unilateral das patrocinadoras, ao se resguardarem de responsabilidade patrimonial em relação às obrigações contraídas pela Cemig Saúde.
O que as patrocinadoras e a Cemig Saúde chamam de modernização, com pouco esforço pode se entender como usurpação indevida de
poder, típica de regimes totalitários e ditatoriais, algo a não se estranhar diante das forças políticas que dominam as Minas Gerais.
Ao consultar as regras estabelecidas pelo estatuto ditador, para além da concentração de poder nas mãos dos principais interessados em arruinar a vida dos eletricitários, vários institutos de persuasão foram criados a fim de perseguir representantes dos beneficiários e até mesmo inviabilizar a participação destes na gestão do plano de saúde. As novas regras pervertem muito além das relações democráticas, e na visão de vários juristas consultados pelas entidades representativas, são uma afronta a vários regimentos legais pátrios, a citar o Código Civil Brasileiro e Resoluções no âmbito da ANS.
Várias ações judiciais já foram e estão sendo patrocinadas pelas entidades sérias que representam os beneficiários da categoria eletricitária, mas, para que sobrevivamos até que se dê o tempo da justiça, é preciso que a mobilização seja permanente e ativa. É preciso que os responsáveis pe-
los 50% de recursos financeiros, em média, que dão vida à Cemig Saúde saiam para o enfrentamento e façam valer seus direitos.
É imperioso que as mesmas forças que construíram a Cemig, constituíram o acordo coletivo de saúde e se estabeleceram na condução da Cemig Saúde por todos esses anos se mostrem presentes neste momento de ímpar destruição de direitos e conquistas. Sem a força da categoria eletricitária, a representação dos trabalhadores ativos e aposentados sucumbirá sob a perseguição e as ações autoritárias dos ditadores mineiros. Eles não respeitam acordos, não honram as obrigações assumidas por seus antecessores e não têm compromisso com a sociedade. Eles dilapidam nosso patrimônio, destroem o que construímos com nossa saúde e ignoram nossa história.
Mas eles são poucos. Nós somos mais numerosos e, juntos, poderemos derrotá-los e fazer com que voltem aos esgotos do extremismo e dos rodapés da história de Minas e do país.

Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais - Rua Mucuri, nº 271- Bairro Floresta - Belo Horizonte/MG CEP: 30150-190 Departamento de Comunicação do Sindieletro-MG • Diretores responsáveis: Jefferson Silva e Emerson

Jornal dos eletricitários e eletricitárias de
Saudações,
Meu nome é Herbert. Trabalho na Cemig há 32 anos e 10 meses. Inicio este relato dando uma saudação a todos os colegas de trabalho na empresa. Também dou saudação àqueles que querem privatizar a empresa, principalmente ao Zema, cuja (in)capacidade de governar, só fala mal dessa “casa”, sem mudar o rumo do barco.
Por que a vontade de vender o que ele não construiu é tão grande? Incompetência de organizar essa empresa ou por vaidade e/ou por outras razões? Vai saber!
Lembro dessa Cemig dos tempos em que o lado político não tinha tanta vontade de esfacelá-la, desmembrá-la ou destruí-la. Por que será? Quem são os sócios (acionistas) que aceitam essa situação e aceitam até vendê-la? Difícil, né?
Espero que, em um futuro próximo, JK, o criador da Cemig, não fique mais rolando no caixão, na
expectativa que algum gestor de capacidade e competência arrume esta empresa, criticada pelo Zema, que só reclama de seus serviços. Espero também que a nossa realidade na empresa mude para a melhor, com nossos direitos garantidos e com diálogo. A nossa campanha de renovação do ACT 2023 já começou e lutemos para impedir a privatização e também por condições dignas de trabalho.
Herbert Hudson de Carvalho, técnico de manutenção- AR

Uniforme “executivo” tem, mas o peão tralha sem uniforme novo Já não bastasse a discriminação da PLR 2022, só recebe quem é

Estamos no período de construção coletiva da nossa pauta de reivindicações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2023/2024. Nosso próximo passo é reunir a diretoria do Sindieletro no Conselho Deliberativo e organizar as assembleias de aprovação da pauta de reivindicações!
As propostas para a nossa pré-pauta que será levada às assembleias já estão sendo levantadas, por meio de reuniões setoriais, contato com diretores do Sindieletro e canais de comunicação do Sindicato.
Você pode enviar sugestões até 04 de agosto, diretamente com o coordenador da sua Regional ou pelos seguintes canais:
Email: act2023@sindieletromg. org.br
WhatsApp: (31) 9-8489-7112
Participe da campanha de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho e fortaleça a luta por Vida, Trabalho e Dignidade!
Cemig: esse “trem” é nosso!
amigo do REI, a gestão da Cemig está distribuindo uniforme “executivo” (administrativo) para os amigos do sistema. Nada contra o administrativo usar e receber uniformes, mas a empresa tem um conjunto de trabalhadores que, infelizmente, a gestão cada vez mais demonstra discriminação com o “peão”. Existem relatos de trabalhadores indicando que há demora na entrega de uniformes para áreas operacionais e a resposta de gestores da empresa é solicitar que os trabalhadores esperem. Ou seja, o peão tralha sem uniforme. Queremos igualdade de tratamento para todos os trabalhadores.
Exclusão dos técnicos de eletrônica do concurso Cemig
É um absurdo o concurso aberto pela Cemig ter apenas um cargo para técnico em eletrônica e, ainda, com remuneração menor. Isso tudo para proteger uma gerência onde a maior parte dos trabalhadores
tem essa formação técnica. Tinha esperança de, através do concurso, sair do meu setor, que vem deixando as pessoas doentes.
O Sindieletro Referenda as manifestações do trabalhador e reforça a necessidade de uma reflexão sobre qual Cemig queremos, apontando dignidade no trabalho e garantia da disponibilidade de energia com a devida qualidade no trabalho e no serviço prestado. O Sindieletro historicamente luta por concurso e igualdade no tratamento entre todos e todas as trabalhadoras. Estamos travando nossa quarta luta contra a privatização. É absurdo chegar à condição de falta de uniforme para equipes de trabalhadores. Nossa Campanha de Renovação do ACT 2023 já começou. É hora de reforçar as nossas lutas em defesa da gestão da empresa que queremos! Mande suas sugestões para a nossa pauta de reivindicações até o dia 4 de agosto.
No Chave Geral edição 926, publicamos na coluna Voz do Trabalhador denúncia com o título: Trabalhadores comprometidos com os processos de trabalho na Cemig denunciam indicação de gerentes não concursados e incapacitados para os cargos. Trabalhadores lotados na Superintendência PR procuraram a direção do Sindieletro para manifestar que a denúncia publicada no último Chave Geral não representa todos os empregados dessa Superintendência.

Jornal dos eletricitários e eletricitárias de Minas
Participe! Venha construir a luta coletiva por meio do debate e dos encontros de formação
O Sindieletro convida os eletricitários ativos e aposentados para participar, neste segundo semestre, de mais quatro encontros do nosso Curso de Formação Política Carlos Marighella.
O curso é promovido pelo Sindieletro, CUT, Movimento Brasil Popular, Levante Popular da Juventude, Coletivo Esperançar, Sindbel, mandato do vereador Bruno Pedralva e Escola Nacional Paulo Freire, e terá encontros presenciais no primeiro sábado dos meses de agosto, setembro e outubro. Em novembro, o encontro será realizado no segundo sábado.
Serão debatidos temas importantes para entendermos os cenários no Brasil e Minas Gerais, com destaques para pautas dos movimentos populares e sindicai.
Haverá encontros presenciais em 5 de agosto, 2 de setembro, 7 de outubro e 11 de novembro, sempre de 8h30 às 12h30, na sede do Sindieletro: rua Mucuri, 271, bairro Floresta, BH.
No dia 5 de agosto o tema será Economia, Política e Luta de Classes no governo Lula: juros, re-
forma tributária, distribuição de renda e combate à fome, com o mediador Nei Zavascki, agrônomo, especialista em economia política e da Direção do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
No 2º encontro, em 2 de setembro, teremos os mediadores Cláudia Santiago Giannotti, jornalista, historiadora e coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), e Igor Felippe, jornalista, integrante do Conselho Editorial do Jornal Brasil de Fato, da TV dos Trabalhadores (TVT) e da Rede Brasil Atual. Eles abordarão o tema Disputa ideológica, centro da luta de classes hoje: comunicação, construção de hegemonia e o papel dos sindicatos.
O tema do 3º encontro, em 7 de outubro, será sobre Classe, raça, gênero e orientação sexual: a diversidade do povo brasileiro e o projeto popular para o Brasil, com a mediadora Thays Carvalho, advogada, pesquisadora e educadora da Escola Nacional Paulo Freire.
No dia 11 de novembro acontece o 4º encontro, com a pau-
Momento histórico marca a organização dos trabalhadores de um dos maiores parques solares da América Latina, localizado no Norte de Minas
No dia 18 de julho, o parque solar Sol do Cerrado atingiu sua capacidade máxima de operação. É um dos maiores complexos de geração fotovoltaica da América Latina: possui 17 usinas instaladas em Jaíba, no Norte de Minas, gerando 766 MWp de potência.
Orgulhosamente, nessa data o Sindieletro realizou a primeira assembleia com os trabalhadores do parque solar Sol do Cerrado, e apro-
vamos a primeira pauta de negociação do primeiro Acordo Coletivo de Trabalho do setor.
Hoje, Minas Gerais possui a maior concentração de parques fotovoltaicos da América Latina, e este é um grande desafio para o Sindieletro: representar esses trabalhadores com muita energia para garantir melhores condições de vida, de trabalho e salário.
ta Organização por local de trabalho, negociação coletiva, participação e diálogo: desafios do trabalho de base sindical. Milton Viário, diretor da Federação dos Metalúrgicos do Rio Grande do Sul, será o mediador. Venha para o curso!
Venha se somar às nossas lutas e contribuir com a formação sindical e popular por meio da participação no Curso de Formação Política Carlos Marighella. Para participar, é preciso se inscrever. Faça sua inscrição por meio do QR Code:
INSCREVA-SE AGORA, É GRATUITO

MAIS INFORMAÇÕES: FORMACAO@SINDIELETROMG.ORG.BR
REALIZAÇÃO E CERTIFICAÇÃO: Sindieletro, Sindibel, CUT MG, Movimento Brasil Popular, MST, Coletivo Esperançar e Escola Nacional Paulo Freire (ENPF)

