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Chave Geral 926

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72 ANOS DE LUTA INCANSÁVEL

Política de saúde e segurança que preserva a vida e garante boas condições de trabalho

Participe da construção do ACT e denuncie irregularidades!

Voz do trabalhador: É preocupante o que está acontecendo na Superintendência de Proteção da Receita (PR) da Cemig

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Trabalhadores comprometidos com os processos de trabalho na Cemig denunciam indicação de gerentes não concursados e incapacitados para os cargos

PALAVRA DO DIRETOR

Renovamos o luto e a disposição para a luta

O Sindieletro faz 72 anos. No dia 25 de julho de 1951, os trabalhadores da Indústria de Energia Elétrica de Minas Gerais se juntaram para fundar este que é o maior sindicato da categoria eletricitária de Minas Gerais e um dos maiores do Brasil. O Sindieletro permanece fiel às suas origens.

No tempo de nossa fundação, a primeira grande tarefa envolveu capitanear e canalizar a indignação e a revolta contra as más condições de trabalho em uma bandeira de todos e de todas. A experiência adquirida em décadas atuando em busca de melhor qualidade de vida para os Eletricitários, atuando inclusive para aprimorar as práticas de segurança dentro da empresa, é hoje a base e o fundamento para enfrentar o desmonte da estrutura de Saúde e Segurança da Cemig levada a cabo pela gestão Zema. Desmonte que atingiu seu ápice funesto com a morte do com-

panheiro Gabriel Luciano na subestação de Pai Joaquim, no Triângulo Mineiro. Uma tragédia anunciada.

O primeiro sinal de alerta se acendeu quando trabalhadores e trabalhadoras começaram a procurar esta entidade sindical para mediar a transferência entre setores da empresa, alegando estarem em ambientes de trabalho adoecidos e insustentáveis. Na sequência vieram as denúncias de uso de instrumentos oficiais da casa para a prática de assédio moral, como a IP 8.3, ameaças de transferência, as sindicâncias e processos administrativo-disciplinares.

No período que antecedeu o fatídico acidente com Gabriel, uma série de acidentes e adoecimentos do trabalho vinham sendo reportados pela categoria ao Sindieletro, porém não constavam nas estatísticas apresentadas pela Cemig, indicando ocultação sistemática por parte da

gestão. O acidente com a equipe de linha viva acontecido no dia 23 de maio foi relatado ao Sindieletro pela categoria, mas só nos foi comunicado oficialmente pelo RH da empresa no dia 26 de junho, após consecutivas denúncias acerca da ocultação de acidentes ou do incorreto registro de sua relevância.

Para completar o cenário, na greve do dia 13 de julho o diretor Thadeu Carneiro presenteou antecipadamente a categoria com um exemplo grotesco da prática de assédio moral coletivo.

A morte de mais um trabalhador a serviço da Cemig, desta vez o terceirizado Romero – a serviço da Geração e Transmissão de Thadeu Carneiro –, ocorreu na última sexta-feira (21) e renovou o nosso LUTO e a nossa disposição para a LUTA.

Neste 25 de julho, nossa celebração de aniversário se faz na apropriação do ânimo e do vigor neces-

sário para enfrentar este momento sombrio. Nós, Sindieletro, nascemos, crescemos, amadurecemos e nos renovamos constantemente na missão assumida em 1951 com a categoria eletricitária mineira. São 72 anos de solidariedade, conquistas e presença constante para o enfrentamento aos desafios impostos à classe trabalhadora.

Parabéns, Sindieletro. Parabéns, categoria eletricitária. 72 anos na luta incessante por vida, trabalho e dignidade.

Cemig: esse “trem” é nosso!

Trabalhadores comprometidos com os processos de trabalho na Cemig denunciam indicação de gerentes não concursados e incapacitados para os cargos

É preocupante o que está acontecendo na Superintendência de Proteção da Receita da Cemig (PR). O superintendente que veio da empresa EDP, Luciano Cavalcante Pereira Júnior, está fazendo mudanças drásticas na superintendência, com impacto em toda estrutura da PR. É uma superintendência muito importante de forma técnica, estrutural e estratégica para a empresa.

Uma das diversas mudanças foi a contratação de amigos para assumir cargos de gerência da empresa sem ter a capacidade técnica específica para fazer gestão dessas gerências. Recentemente, soubemos que o gerente da PR/RE, Fábio Sapucaí, que veio da EDP e é amigo do superintendente, não possui co-

nhecimento específico da gerência para fazer a sua gestão. É como se o superintendente não entendesse a importância dessa gerência para a Cemig.

Em várias reuniões – nas que ele participou, pois ele é rotulado por outros gestores como o gerente que não participa das reuniões para as quais é chamado, já que não conhece os processos sobre os quais alguém poderia lhe questionar – é perceptível que o gerente fica totalmente perdido. E ainda reclama que estão trazendo problemas para ele. Recentemente, descobrimos que o coordenador da equipe de Grandes Clientes e Fronteira está se transferindo para outra área. Isso é muito preocupante, porque essa é

uma área de suma importância para a empresa, já que oferece suporte a vários setores da Cemig por cuidar tecnicamente dos grandes consumidores, consumidores livres e da medição de fronteira de toda a empresa.

Sempre tivemos e temos grande apoio desse coordenador. Seu conhecimento adquirido demorou anos para que ele chegasse nesse nível e resolvesse tantos problemas para várias gerências, minimizando as perdas de energia da Cemig e as penalidades impostas pelos órgãos reguladores.

Pelo que chegou ao nosso conhecimento, esse gerente ainda não conseguiu absorver o problema que está causando nesse setor e em

todos os outros interdependentes. Muitos gerentes estão preocupados com a saída do coordenador. Isso mostra a incapacidade desse gerente de fazer gestão, sendo que ele não possui o conhecimento da área. Pelos corredores da Sede, pessoas se perguntam se esse gerente realmente sabe o que está fazendo. Afinal, quem irá validar assuntos técnicos tão importantes para a empresa no que tange à medição? Não sabemos se a alta cúpula da gestão está sabendo desse grande problema. Um erro poderá ocasionar outros grandes erros. Talvez seja isso o que eles querem: “quanto maior o caos, melhor”.

Sindieletro: uma linha do tempo de lutas pela categoria eletricitária mineira

25 DE JULHO DE 1951: O Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais foi fundado no mesmo ano no qual o então governador do Estado, Juscelino Kubitschek, anunciava a construção da Cemig.

ANOS 50: Marcados pela revolta com as más condições de trabalho, baixos salários, pressões e retaliações dos gestores da Cemig e da Força e Luz. As grandes lutas da categoria eletricitária em Minas eram por reposição salarial diante da inflação alta, um plano de carreiras e um plano de previdência social eficiente.

ANOS 60: Houve intervenção, prisões e tortura de lideranças brasileiras de esquerda e de dirigentes sindicais pela ditadura militar. O presidente do Sindieletro à época, Delmyr Villela, perseguido pelos militares, ficou foragido por nove anos, perdendo seu emprego na Cemig por fazer a luta classista e combativa. No Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) participou da condução dos três congressos sindicais que definiram a mobilização pela reforma agrária, em defesa da liberdade e autonomia sindicais, pela nacionalização dos bancos e combate à carestia como centrais para luta da classe trabalhadora.

ANOS 70: Conquistamos a gratificação de dois salários a mais no ano, chamada Maria Rosa. Ainda na ditadura, denunciávamos a exploração dos trabalhadores, os baixos salários

e os índices alarmantes de acidentes de trabalho. Participamos da greve dos trabalhadores metalúrgicos do ABC paulista. Essa luta marca o novo sindicalismo e a presença dos sindicalistas na constituinte de 88.

Em 1978, lançamos a campanha pelo adicional de periculosidade de 30%. A conquista se concretizou nos anos 90, por intermédio da Justiça do Trabalho.

ANOS 80: O Sindieletro se filia à Central Única dos Trabalhadores (CUT). Foi realizada a primeira greve da categoria eletricitária da Cemig, em 1987, reivindicando principalmente a implantação de um plano de carreira e salários. A segunda greve contou com a adesão de 90% dos trabalhadores.

Muitas conquistas vieram: anuênio, equiparação salarial dos eletricistas da capital e do interior, creches para filhos de até seis anos de eletricitárias, tíquete-alimentação, participação de representantes dos trabalhadores no fundo de pensão e no plano de saúde e instalação de comissões sindicais de base nos locais de trabalho, entre outras conquistas.

ANOS 90: O enfrentamento à “ditadura de mercado”. A principal pauta era a luta contra a privatização, como segue até os dias atuais. Para sistematizar a luta, o Sindieletro cria sete regionais, uma na capital e as demais no interior. Em 1995, diretores do Sindieletro protagonizaram um feito histórico: uma greve de fome de seis dias pela conquista da Participação nos Lucros e Resultados da Cemig (PLR). Greve vito-

riosa, PLR conquistada.

2000: A luta dos eletricitários de Minas se intensifica contra a precarização do trabalho, terceirizações indiscriminadas, demissões e fechamento de agências e mais investidas pela privatização da Cemig. Conquistamos a PEC 50 na ALMG, instituindo a necessidade de quórum especial de três quintos dos votos dos deputados e referendo popular para a autorização da privatização da Cemig, Copasa e Gasmig.

2010: Mobilizações contra a precarização dos serviços e as investidas pela privatização. Em 2014, o governo do Estado tentou privatizar a Gasmig, subsidiária da Cemig, com a PEC 68. Os eletricitários se mobilizaram e a vitória foi nossa: proposta arquivada.

Em 2013, realizamos greve para garantir o pacto de saúde e segurança na renovação do ACT daquele ano. Já em 2015, os eletricitários realizaram uma greve histórica de 54 dias, impedindo retrocessos na renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. Em 2016, com o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff e Michel Temer no governo, a ameaça de privatização de usinas da Cemig e retirada de direitos veio a todo vapor.

2018 – 2022: Com a eleição de Bolsonaro no Planalto e Romeu Zema em Minas Gerais, a luta em defesa dos nossos direitos e em defesa da Cemis pública intensificou. Derrotamos o projeto privatista de Zema em seu primeiro mandato. Foram anunciados pelo Zema quatro tentativas de apresentação do projeto para a ALMG. A nossa luta também garante a CPI da Cemig na ALMG,

que expõe uma série de irregularidades na gestão Zema na estatal. A nossa vitória se dá pela luta do Sindieletro junto ao movimento social e aos parlamentares que conseguiram barrar a discussão da privatização. Reeleito em 2022, Zema segue com seu plano privatista e ataca, também, a Forluz e Cemig Saúde. Até o momento, o Sindieletro e a categoria têm obtido sucessivas vitórias que mantêm os direitos dos ativos e aposentados, mas a luta é contínua.

2023: Vivemos um assombroso momento de acidentes quase semanais na categoria eletricitária. No último mês, dois deles foram fatais. Nossa pauta prioritária é a saúde e segurança dos eletricitários. Para isso, é necessário muita união e diálogo entre a categoria. Estamos juntos para fazer da Cemig e de todas as empresas do setor energético ambientes propícios para o trabalho seguro. Seguimos trabalhando para manter as conquistas dos trabalhadores e barrar as tentativas de privatização do patrimônio mineiro. Quer contribuir com essa luta? Filie-se ao Sindieletro!

Política de saúde e segurança que preserva a vida e garante boas condições de trabalho: participe da construção do ACT e denuncie irregularidades!

Diálogo e denúncias são fundamentais para a construção de alternativas na luta sindical

Política de saúde e segurança nas empresas é questão que deve ser levada para a luta, em defesa da vida e da dignidade da classe trabalhadora. Não pode ser uma prática decidida de cima para baixo, mas deve ser construída com o sindicato: nosso instrumento de luta coletiva, a voz e a defesa da classe trabalhadora. Por isso, é fundamental construir e participar da luta sindical.

O Sindieletro, como repre-

sentante da categoria eletricitária no estado de Minas Gerais há 72 anos, sempre encarou a pauta da saúde e segurança como prioridade. Vale lembrar que a organização dos eletricitários em Minas começou com a luta dos eletricitários por melhores condições de trabalho para a defesa da vida.

Ao longo dos anos, nossas mobilizações foram além: oportunamente, o Sindieletro participou

de debates nacionais sobre o tema e contribuiu na construção coletiva de Normas Regulamentadoras (NR’s) do trabalho no setor elétrico. NR’s que garantiram melhores condições de trabalho, de saúde e segurança. No cenário atual da Cemig, debater e lutar pela preservação da vida é questão urgente para o Sindieletro. O modelo de gestão de empresa privada implementado pelo governador Romeu Zema na Cemig,

associado ao projeto de privatização, tem agravado as condições de trabalho, e o número de adoecimentos e acidentes têm aumentado de forma significativa, inclusive com dois acidentes fatais neste mês.

O assédio como instrumento de gestão, o acúmulo de funções, a ocultação da ocorrência de acidentes, a tratativa escusa de casos de adoecimentos e a primazia por produtividade em detrimento da vida do trabalhador têm

feito uma vítima atrás da outra. Relato dos trabalhadores da TI associam o óbito do companheiro Vimerson à pressão que sofria no ambiente de trabalho. Gabriel Luciano estava há 45 dias na PMO quando perdeu sua vida. Romero, terceirizado falecido na última sexta-feira (21), estava a serviço do setor de Geração e Transmissão do diretor Thadeu Carneiro, que diminuiu os acidentes na Cemig. Não são acasos. É consequência de decisões de gestão.

Nosso coordenador-geral, Emerson Andrada, ressalta: “A quantidade de acidentes de trabalho que tem acontecido na Cemig nos últimos tempos não pode ser considerada algo normal”. Para dar o devido peso, o Sindieletro convoca a categoria para a reflexão e a compreensão sobre o nosso histórico e o atual momento da luta sindical na pauta da saúde e segurança, com destaque para a constante luta contra a pre-

carização da força de trabalho envolvendo o quadro próprio e os terceirizados. Nossa luta pelo pacto de saúde e segurança na renovação do ACT 2013 e a vigília pela vida em 2015 fazem parte desse histórico.

O Acordo Coletivo de Trabalho é o instrumento que garante condições econômicas e protege a categoria em diversos pontos na relação trabalhista. Já refletiu sobre nossa pauta de reivindicações? Como nosso ACT pode contribuir para melhorar as condições de trabalho e de vida dos eletricitários?

Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

A próxima quinta-feira, 27 de julho, é o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. O compromisso do Sindieletro com a categoria eletricitária e o conjunto da classe trabalhadora é fortalecer nos-

Companheiro Romero: presente!

É com assombro, dor e extrema indignação que o Sindieletro divulga mais um acidente entre a força de trabalho da Cemig, o segundo fatal no mês. Às 6h30 da sexta-feira (21), Romero, trabalhador da contratada CET Brazil, sofreu acidente de trajeto na BR 265, rodovia que liga Montes Claros a Pirapora. O supervisor de montagem eletromecânica se deslocava da cidade de Montes Claros para a UFV Boa Esperança. Em uma reta, o veículo saiu da pista e caiu em uma ribanceira, capotando diversas vezes. O trabalhador faleceu.

Romero prestava serviço para o setor de Geração & Transmissão da Cemig, cujo diretor é Thadeu Carneiro. O Sindieletro envia seus sentimentos aos familiares e colegas do trabalhador neste momento. A perda de uma vida é algo inestimável e não há o que ser feito para reparar essa dor. No entanto, sabemos que a fonte dessa quantidade

de acidentes na empresa é a política decrépita da gestão Zema, que valoriza a produtividade em detrimento da vida.

Gestão Zema na Cemig: revisem as normas e procedimentos de segurança com urgência! Companheiro Romero: presente!

sa luta junto a outras organizações e sindicatos que atuam efetivamente na pauta e em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras.

É fundamental refletirmos sobre a exploração no trabalho, originada pelos interesses dos capitalistas para o acúmulo de capital. Traduzindo para o universo Cemig: o assédio, a terceirização e a cooptação de trabalhadores têm sido instrumento de tentativa de controle da categoria, condição para enfraquecer a oposição ao projeto que visa reduzir custos e investimentos para aumentar a distribuição de dividendos. A situação se agrava ainda mais no modelo rentista, onde acionistas, além de não pagarem impostos, fazem gestão na empresa através do Conselho de Administração, visando estratégias para aumentar o próprio lucro.

“Eficiência operacional” é o nome sofisticado que as sucessi-

vas gestões e acionistas deram para a exploração dos trabalhadores da força de trabalho Cemig, acentuada no desgoverno Zema. Na gestão Zema é necessária mais proteção aos trabalhadores, uma vez que se intensifica a precarização das condições de trabalho que levam ao adoecimento e aos acidentes.

Não podemos ficar calados! Denuncie ao Sindieletro todas as irregularidades na rotina de trabalho que adoecem e colocam a vida dos trabalhadores em risco. Nossa prioridade máxima é cobrar a gestão da Cemig e contribuir para que este fluxo de mortes, adoecimentos e acidentes cesse de vez. Fale conosco por qualquer um dos nossos meios de contato.

Acidente na DGT: uma mensagem dos trabalhadores

Na semana passada, um acidente de carro fatal envolvendo um funcionário contratado abalou nossa empresa. Infelizmente, o diretor da Geração e Transmissão, Thadeu Carneiro, se pronunciou de forma insensível. Disse que “esse acidente macula a imagem da gestão”, demonstrando mais preocupação com a aparência da gestão do que com a vida dos trabalhadores.

Aliás, nessas condições de exigência de segurança para as contratadas, a Cemig está terceirizando também os acidentes. A segurança no trânsito deve ser uma preocupação coletiva, independentemente do vínculo empregatício.

Por falar em exigências, mesmo para os funcionários próprios o treinamento de direção defensiva que existia de forma prática agora é online. A vida e a segurança de todos os funcionários, próprios e contra-

tados, devem ser tratadas com seriedade, e medidas preventivas são fundamentais.

Meses atrás, muitos de nós presenciaram o comportamento lamentável do diretor ao dirigir falando no celular durante uma reunião, o que não condiz com seu papel de liderança. O denunciante foi perseguido, reforçando a necessidade de uma cultura organizacional que valorize a segurança e o respeito às denúncias.

É hora de um compromisso mútuo com a segurança no trânsito! Medidas preventivas e uma cultura de respeito às normas devem ser incorporadas ao dia a dia da empresa. Vamos construir juntos um ambiente de trabalho seguro e responsável, priorizando vidas acima de números e imagem corporativa.

Para quem já teve Paulo Mota como diretor, ter esse tratamento do Thadeu é uma perda imensurável. Infelizmente, também para a segurança.

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