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Chave Geral 920

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Defender a Cemig Saúde dos ataques do desgoverno Zema é lutar contra a privatização da Cemig!

Vereador e médico, Bruno Pedralva, parceiro na defesa da Cemig, convoca para a luta unificada contra a privatização

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Edvaldo Pereira, liderança forjada na luta da categoria eletricitária

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PALAVRA DO DIRETOR

Assédio moral no trabalho: ferramenta de gestão que adoece e mata

Por Geovan Aguiar, diretor de Formação, Saúde e Juventude no Sindieletro

Os processos de crises do capital, intensificados hoje pela financeirização através do neoliberalismo, atingem contornos de crueldade cada vez mais intensos contra os trabalhadores e trabalhadoras, pois são diretamente vinculados a um projeto de desmontes de direitos da classe trabalhadora. Em nossa história recente, esse projeto esteve presente nas reformas trabalhista de Michel Temer e previdenciária de Bolsonaro. Tais reformas estão vinculadas diretamente com a nova morfologia do capital, uma vez que reforça as contradições presentes nos conflitos de classes, o que favorece a concentração e acumulação de renda – esta age diretamente na intensificação da pobreza, pois

Trabalhadores denunciam acidente e precarização das condições

o acúmulo do dinheiro nas mãos de poucos poderosos garante a manutenção da miséria de muitos.

Em sua obra Vigiar e Punir, Michel Foucault denunciou o uso do constrangimento e humilhação nas prisões, quarteis, escolas e fábricas, denominando-as como sanção normalizadora. O capitalismo contemporâneo reforça que práticas punitivas e de vigilância sejam adotadas como medida de intensificação dos constantes saques à classe trabalhadora, garantindo, assim, a lucratividade de acionistas do mercado financeiro.

A denominação do assédio moral surge pela primeira vez em 1998, com a psiquiatra Marie-France Hirigoyen, que aprimora esse conceito em 2002: “(...) o assédio moral no trabalho é definido como qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, comportamento, atitude...) que atente, por sua repetição ou sistematização, contra a dignidade ou integridade psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho”.

O assédio moral praticado por superior hierárquico é denominado assédio vertical descendente. Quando o assédio moral é praticado por pessoas de mesmo nível hierár-

quico, é assédio moral horizontal. E quando praticado por pessoas de níveis hierárquicos inferiores, recebe o nome de assédio vertical ascendente, mas este caso é mais raro.

A identificação do assédio é ferramenta fundamental para seu combate. As práticas que o configuram foram divididas nas quatro categorias a seguir: 1) Deterioração proposital das condições de trabalho; 2) Isolamento e recusa de comunicação; 3) Atentado contra a dignidade; 4) Violência verbal ou física. É importante lembrar que muitas vezes a pessoa assediada pode não perceber que está sofrendo tal violência. Por isso, é preciso que todos no ambiente de trabalho estejam preparados para identificar situações de assédio, construindo uma rede de apoio às vítimas e denunciando os assediadores.

Podemos concluir que as práticas sistematizadas de assédio visam, em grande parte das vezes, “sanear” o ambiente de trabalho, ao excluir trabalhadores e trabalhadoras e garantir que os que permaneçam sejam silenciados por medo de sofrer perseguição semelhante. Não há qualquer exigência para que a vítima apresente sintomas físicos ou mentais. No entanto, em muitos casos é possível perceber alguns sintomas de quem está sofren-

O modelo de gestão privada implementado pelo Zema na Cemig piora as condições de trabalho por conta do revanchismo com a categoria eletricitária, pela incapacidade de ouvir os trabalhadores, que são detentores do conhecimento técnico das diversas atividades realizadas no setor elétrico, e pela consequente ausência de investimento nos processos de trabalho. Esse modelo está aumentando o risco de acidente de trabalho!

É no dia a dia que nós, trabalhadores da linha de frente da Cemig, sentimos os impactos da precarização das condições de trabalho, que potencializa os riscos de acidentes graves e fatais. No Anel Rodoviário, faltam materiais básicos como, por exemplo, conectores e ferragens. É usado até EPI inadequado. Há veículos em condições precárias e inadequadas.

Em 2019 houve um acidente com um colega que evidenciou a necessidade de um EPI mais completo, pois o companheiro sofreu diversas lesões no rosto. Porém, nada mudou de lá para cá. Por isso, a necessidade da denúncia ao Sindieletro!

No dia 23 de maio, ocorreu outro acidente grave ao qual a gestão Zema não deu a devida tratativa.

do assédio: “estresse, depressão, irritabilidade, ansiedade, síndrome do esgotamento profissional (burnout), fadiga crônica, alcoolismo, insônia, dores musculares, pressão alta, entre outros. Também poderá apresentar dificuldades para lidar com o trabalho e a vida profissional, bem como com sua família e seus relacionamentos pessoais”, de acordo com Marie-France Hirigoyen. Nas empresas, os prejuízos decorrentes do assédio estão associados à queda de produtividade, piora no clima organizacional, alta rotatividade, aumento das licenças médicas e aposentadorias precoces. Rompa o silêncio! Não se intimide, procure ajuda e ajude sempre que presenciar ou souber de uma prática de assédio.

Denuncie ao Sindieletro pelo e-mail saude@sindieletromg.org. br ou pelos telefones de contato: (31) 3238-5000 ou (32) 999460817 (celular do diretor Geovan Aguiar).

Entre em contato também com o coordenador da sua regional: http://sindieletromg.org.br/ contents/regionais

Confira o artigo completo e detalhado no site: www.sindieletromg.org.br

O trabalhador teve queimaduras no rosto causadas por um arco elétrico. O acidente deve ser apurado em comissão de investigação de acidentes, com a participação de representante do Sindieletro. Queremos e cobramos essa investigação. Após o acidente, a equipe de linha viva encerrou a atividade e retornou à base. Porém, o trabalhador não foi devidamente orientado pela gestão e procurou auxílio médico somente após um certo tempo do ocorrido, por desconhecer quais protocolos devem ser adotados em caso de acidente, sobretudo quando envolve eletricidade. A gestão da Cemig deveria, mas também não comunicou o acidente ao Sindieletro. Foi mais um acidente que exemplifica o resultado dessa gestão que prioriza o lucro em detri-

mento da saúde dos trabalhadores. Outro exemplo: a empresa oferece apenas um par de óculos de proteção facial, mesmo após a ocorrência de outros acidentes com lesão na face. Existem outras empresas de energia que ofertam um EPI chamado Face Shield, um escudo facial. Foi com o acidente de 2019 que se evidenciou a necessidade de um EPI mais completo, pois o colega sofreu diversas lesões no rosto.

Insisto em questionar: o que a gestão fez? De lá para cá, nada mudou, nada foi adequado para a segurança dos trabalhadores, mas nós continuaremos atentos e lutando por melhores condições de trabalho.

A voz de um trabalhador que representa todos os colegas que diariamente arriscam a vida em um ambiente de insegurança

Foto: Arquivo pessoal
Edvaldo Pereira, DRB da Cemig Saúde: liderança forjada na luta da categoria eletricitária!

A diretoria do Sindieletro reforça a solidariedade ao nosso diretor eleito na Cemig Saúde, que vem sofrendo perseguição por combater a gestão Zema e suas tentativas de acabar com o plano

Em 1973, nascia em Buritizeiro o guerreiro Edvaldo Pereira, mais um desses seres de luz que conseguiu superar a dura vida no semiárido norte mineiro para se entregar à luta coletiva, se tornando uma importante liderança

sindical e popular. Atualmente, foi eleito como diretor de Relações com os Beneficiários da Cemig Saúde. Seu pai e sua mãe trabalhavam como boias-frias para sustentar doze filhos. Os boias-frias são trabalhadores rurais que não possuem vínculo empregatício, e essa expressão remete ao modo como se alimentam, uma vez que não têm condições de esquentar suas marmitas. São trabalhadores que passam por muitos obstáculos e provações diariamente.

Concursado pela Cemig aos 17 anos, Edvaldo assumiu o cargo de leiturista. Nessa época, trabalhou por dois anos em Várzea da Palma e por mais quatro em Carandaí. Em 1996, passou por seleção interna e se tornou eletricista de redes aéreas. Trabalhou na localidade de Senhora dos Remédios até os anos 2000. Depois, atuou em Barbacena até 2014, ano em que assumiu

a coordenação da regional Mantiqueira pela diretoria do Sindieletro – apesar de já integrar a direção do Sindicato desde 2009.

Edvaldo é formado em administração de empresas e direito, com especialização em empresas de pequeno porte. É casado e tem dois filhos, de seis e 17 anos. Em 2020, assumiu a tarefa de se candidatar ao conselho da Cemig Saúde. Por conta de sua importante atuação, também foi eleito como DRB em 2022.

É importante ressaltar que Edvaldo é o primeiro homem preto a assumir o referido cargo e o primeiro a não receber o adicional ao salário pago para todos os diretores que o antecederam. Para piorar a situação, a gestão Zema na Cemig ainda cortou 30% do seu salário bruto. O vínculo do DRB com a ouvidoria, onde os beneficiários realizavam as recorrentes recla-

Anderson Ferreira, sabemos o estrago que está promovendo no nosso plano de saúde!

O pior presidente da história da Cemig Saúde, o capitão do mato de Zema, é o algoz dos direitos dos trabalhadores ativos e aposentados. Vamos intensificar a luta!

A partir de 2020, quando as chapas apoiadas pelo Sindieletro voltaram a vencer as eleições da Cemig Saúde, uma série de medidas foram tomadas pelos gestores desta entidade visando limitar a atuação dos conselheiros eleitos contra os sucessivos ataques ao plano de saúde. A lei da mordaça, que proíbe os conselheiros de expor à categoria os temas debatidos nas reuniões do Conselho Deliberativo, e a retirada da ouvidoria da Cemig Saúde do Diretor de Representação dos Beneficiários (DRB) são bons exemplos. Assédio e outras táticas de pressão também são utilizadas contra os conselheiros eleitos e o nosso DRB, Edvaldo Pereira.

Desde 2021, a gestão Zema na Cemig, logicamente com o apoio do presidente da Cemig Saúde, vêm tentando acabar com o plano. Foram derrotados em mesa de negociação e em quatro ações judiciais. A proposta de migração compulsória para o plano

precário também foi proibida judicialmente em ação movida pelo Sindieletro e ABCF.

Neste momento, a gestão Zema na Cemig e na Cemig Saúde ultrapassou o limite da deslealdade: pressão, assédio e omissão de informações são utilizados para buscar a migração individual para o novo plano. Aos novos concursados também não é ofertado o PSI, em uma tentativa clara de obrigá-los a aderir ao plano precário. Em algumas cidades do interior do estado, o atendimento (ou a ausência dele) é um verdadeiro caos para os usuários do PSI.

Denúncias advindas de trabalhadores de vários municípios do estado mencionam que médicos estão sendo descredenciados do PSI, deixando seus usuários desamparados, e que novos credenciamentos estão sendo realizados apenas para o plano precário. Em Patos de Minas, os quatro hospitais particulares que atendiam várias

mações, também foi cortado. Por conta do seu engajamento na defesa dos direitos dos trabalhadores da Cemig, da ativa e aposentados, Edvaldo tem sofrido uma série de perseguições e assédios no ambiente de trabalho. Se tornou vítima de lawfare (guerra jurídica), instrumento jurídico usado contra representações da esquerda, uma prática recorrente da direita liberal na gestão de estatais. Reafirmamos que qualquer tentativa de impedimento da atuação do DRB Edvaldo Pereira e dos conselheiros na Cemig Saúde será tratada de forma incisiva pelo Sindieletro.

Com certeza, a história de vida de Edvaldo foi uma escola para prepará-lo para outros enfrentamentos em sua jornada. Muitas pessoas não suportariam a pressão e o assédio que ele vem sofrendo à frente da Cemig Saúde. Solidarizar com nosso DRB Edvaldo Pereira é garantir a continuidade da qualidade do seu trabalho em defesa do nosso plano de saúde.

Edvaldo, estamos com você nessa luta!

especialidades pelo PSI não atendem mais. Já em São João Del Rei, o convênio com a Unimed foi migrado do PSI para o plano precário, e pedidos de credenciamento de hospitais no PSI também estão sendo negados.

Enquanto isso, o presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi, e sua diretoria, usam o plano de saúde sem nenhuma restrição. Ou seja: podem consultar e realizar procedimentos em qualquer hospital, pois a Cemig Saúde lhes oferece cobertura de 100%.

Como presidente da Cemig Saúde, Anderson Ferreira é o principal responsável pelas perseguições, assédios e tentativas antidemocráticas e desleais de acabar com o plano de saúde, por princípio ou conivência. A ele deve ser imputada toda e qualquer consequência de tais medidas.

A mobilização da categoria entre ativos e aposentados é fundamental para fortalecer nossa luta em defesa da Cemig Saúde. Participe das convocações feitas pelo Sindieletro! Cemig: esse “trem” é nosso!

Foto: Maria Beatriz de Castro

Os Faria Limers em busca do beach tennis

em Minas Gerais, pela Cemig Company

Os novos managers não concursados fazem parte da turma backoffice da gestão privada do government Zema na Cemig

A avenida Brigadeiro Faria Lima (ou a Ilha da fantasia), localizada na cidade de São Paulo, tornou-se símbolo de riqueza por conta da instalação de sedes de grandes e poderosas empresas e bancos em prédios do mais alto padrão e pelo pagamento dos melhores salários da capital. Visto que toda moda tende a se expandir, vem-se constituindo em uma pequena parcela da sociedade brasileira, principalmente nos grandes centros urbanos, o perfil dos Faria Limers, ou seja, pessoas que buscam bons salários e status em empresas privadas de grande porte, para estabelecer padrão de vida pequeno burguês com características bem peculiares, inclusive jogar beach tennis, um dos esportes prediletos dessa turma.

Não é possível ser um Faria Limer sem falar de brainstorming,

forecast, headhunter, case ou o principal: capital. A gestão do Faria Limer master travestido de fascistinha, o governador Romeu Zema, abriu a porta do paraíso para seus minions (servos atrapalhados ou incapazes de executar as ordens comandadas pelo seu chefe), contratados de forma ilegal e imoral para os cargos de gerentes e superintendentes na Cemig. Por que paraíso? Porque essa turma não precisa de know-how para ganhar altos salários e farta PLR. Precisam ser apenas o estereótipo paulista.

O Sindieletro reafirma: a Cemig não é lugar para esse perfil profissional voltado ao sistema financeiro e empresas offshore (empresas estrangeiras que não tem sede no país de origem e transitam na especulação e nos paraísos fiscais), que não tem expertise no

setor elétrico. A história da Cemig é forjada pelas mãos, mentes e corações do povo de Minas Gerais, trabalhadores e trabalhadoras que atuam na empresa, constroem e mantêm essa gigante estatal que é patrimônio do povo mineiro.

Aos Faria Limers, temos uma coisa a dizer: Cemig: esse “trem” é nosso!

Parceiro na defesa da Cemig, vereador convoca para a luta unificada contra a privatização

O médico e vereador Bruno Pedralva (PT/BH), dedicado às lutas em defesa do SUS e dos serviços públicos em geral, e contra o projeto de privatizações do governo Zema, é mais um importante parlamentar aliado do Sindieletro em defesa dos direitos da categoria eletricitária. Recentemente, Pedralva participou de assembleia dos eletricitários, demonstrando apoio às nossas lutas e defendendo o pagamento da PLR 2022 para todos. Ao Chave Geral, o vereador destaca a necessidade da luta unificada contra o projeto de desmonte dos serviços públicos e a tentativa de privatizar a Cemig engendrados pelo governo Zema.

Segundo Bruno Pedralva, Zema tem um plano claro de entregar patrimônios do povo mineiro para aliados e amigos empresários. No caso da saúde, o governador anuncia a privatização de hospitais da rede Fhemig e da

Funed, que é bastante importante para a produção de vacinas e exames para o SUS; exames que, muitas vezes, o setor privado não tem o menor interesse em realizar, por não darem lucro substancial como os exames para leishmaniose e tuberculose. A Funed, ele lembra, cumpre um papel estratégico, inclusive com exames de detecção de dengue e chikungunya.

“Nós temos resistido. O movimento de saúde, em especial o nosso Conselho Estadual de Saúde, que congrega vários movimentos sociais, populares e sindicatos, impediu a privatização do hospital de Patos de Minas e do hospital de Juiz de Fora. E, agora, estamos na luta para evitar a privatização do Centro Mineiro de Toxicomania, o CMT, e do Centro Psíquico de Adolescência e Infância (CEPAI), além do hospital de Sabará”, revelou. Ainda de acordo com Bruno, Zema tem ten-

tado privatizar alguns setores estratégicos por dentro da própria Fhemig, como o CGP e os hospitais João XXIII e Julia Kubitschek. Até o momento, acrescentou, “estamos conseguindo resistir bravamente com a luta unificada dos movimentos populares e sindicais”.

Mesmo projeto para a Cemig

O vereador avalia que o projeto político de privatizar a Cemig e a Copasa, entre outras estatais, é o mesmo projeto para a privatização da rede Fhemig. “É o projeto ultraliberal conservador do governador Zema. O Sindieletro e o povo mineiro conseguiram resistir à privatização no primeiro mandato do Zema, com muita luta, muita habilidade. E não tenhamos dúvidas de que o exemplo da resistência do Sindieletro, dos eletricitários, ao impedir a privatização

QUE BOM QUE TENHO UMA EQUIPE COMPETENTE. ANDAR DE PATINETE É MAIS FÁCIL!

da Cemig, precisa se espalhar amplamente. Mais do que nunca, a gente está unificado e articulado. A vitória, ela virá desde que a gente entenda que, para derrotar a privatização, nós precisamos derrotar esse projeto em Minas Gerais”, destaca.

Bruno destaca também que o seu mandato na Câmara de Belo Horizonte é comprometido com a luta contra a privatização da Cemig e está junto na defesa dos eletricitários. “O Sindieletro é uma referência histórica para todos os que lutam, em especial para a classe trabalhadora em Minas Gerais. Contem com a gente!”, con clui.

Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores
Jefferson Silva, Secretário-Geral do Sindieletro
Bruno Pedralva, Vereador, PT-MG

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