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Revista Camaru 74 - Março 2016

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S I N D I C ATO R U R A L D E U B E R L Â N D I A Ano 10 – nº 73 – distribuição dirigida


Novo Cartão Cartão do do Associado Associado Novo Sindicato Rural Rural de de Uberlândia Uberlândia Sindicato 2016 Anuidade 2016 Anuidade

FAÇAOOSEU SEUEE GARANTA GARANTA BENEFÍCIOS! BENEFÍCIOS! FAÇA Atendimentoao ao associado associado Atendimento (34)3292 3292 8809 8809 (34) associados@camaru.org.br associados@camaru.org.br


DIRETORIA

PALAVRA DO PRESIDENTE Estamos entregando a você mais um número da nossa revista Camaru. Nesta edição trazemos como matéria principal, a 5ª Femec, a feira de agronegócios que é realizada pelo Sindicato Rural de Uberlândia desde 2012. Quem já conhece o evento sabe que dedicamos nossos esforços para apresentar ao produtor rural o que há de mais avançado em termos de tecnologia destinada à produção agropecuária, portanto, desta vez não será diferente. Além dos principais lançamentos da indústria de máquinas, equipamentos, implementos e insumos agrícolas, a Femec terá grandes novidades. Entre elas, destacamos a realização da 56ª Exposição Especializada de Minas Gerais do Cavalo Mangalarga Marchador e a Expoinel – Exposição Especializada da Raça Nelore. Atividades que agregarão ao evento, público ainda mais qualificado visando gerar bons negócios para nossos expositores. A feira terá amplo programa gratuito com palestras voltadas especificamente para o produtor rural em diversas atividades. Pecuaristas também encontrarão boas oportunidades para investirem na compra de touros melhoradores que serão apresentados no Pró-Genética. Esta publicação também aborda temas relevantes para a atividade agrícola nos artigos técnicos de nossos colaboradores dos setores jurídico e agropecuário. A revista traz ainda uma questão que vem preocupando nossos agricultores: a presença do Javali Asselvajado que vem causando grandes perdas em lavouras da região. Além disso, trazemos a tona um tema que merece atenção por parte de todos envolvidos na cadeia do agronegócio: a segurança no campo. Desejo que tenha uma boa leitura e sinta-se motivado a visitar a 5ª Femec, de 29 de março a 1º de abril, em nosso Parque de Exposições Camaru, com entrada e estacionamento gratuitos.

Presidente Thiago Soares Fonseca 1º Vice-presidente Júlio César Pereira 2º Vice-presidente Gustavo Galassi Gargalhone 1º Tesoureiro João Carlos Semenzini 2º Tesoureiro Claudionor Nunes de Morais 3º Tesoureiro Thiago Bianchi Silveira 1º Secretário Carlos Gonçalo Neves 2º Secretário Flávio Silva Vieira Gonçalves 3º Secretário Dagmar José dos Santos Suplentes da Diretoria Roger Crosara Mansur Délcio Vieira Tannús Filho Eduardo Jorge Milagre Eduardo Dessimoni Teixeira José Antônio Marquez Grama Pedro Roberto de Oliveira Airton Teodoro Maurício Jorge de Lima Gilmar Goudard Conselho Fiscal Zorival Tavares Carneiro Fausto Elias Nascimento Leon Bernardo Knychala Suplentes do Conselho Fiscal Gilvan Sorna de Paula Antônio José de Almeida Conselho Consultivo Odelmo Leão Luiz Humberto Carneiro Paulo Roberto Andrade Cunha Paulo Ferolla da Silva

FALECONOSCO PABX – (34) 3292 8800 FAX – (34) 3292 8830 Atendimento ao associado – (34) 3292 8809 Departamento Comercial – (34) 3292 8840 Departamento de leilões – (34) 3292 8810 Departamento técnico – (34) 3292 8811 Departamento jurídico – (34) 3292 8806 Instituto Mineiro de Agropecuária – (34) 3292 8814 Associação dos Criadores de Nelore do Triângulo Mineiro– (34) 99971 6202 Aisp Rural – (34) 3226 6555 Agritap – (34) 3292 8819 Aproimg – (34) 3292 8832 E-MAILS camaru@camaru.org.br ascom@camaru.org.br associados@camaru.org.br leilão@camaru.org.br

EXPEDIENTE JORNALISTA RESPONSÁVEL Gustavo Lazzarini – MTB MG 05407JP REDAÇÃO Gustavo Lazzarini Luis Antônio Figueira PAGINAÇÃO House Gráfica Rápida - 34 3219-0618 FOTOS Fellipe Côrtes Clécio Duarte Foto de capa Drone Via-Drones Dia D Filmes REVISÃO Gustavo Lazzarini

Até a próxima.

IMPRESSÃO GBEX

Thiago Soares Fonseca Presidente do Sindicato Rural de Uberlândia

Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores. Esta é uma publicação bimestral do Sindicato Rural de Uberlândia com distribuição gratuita

ANUNCIE DANIELA COLLANTONI (34) 99968 1983 ASCOM (34) 3292 8818 SUPERINTENDÊNCIA – (34) 3292 8821


FEMEC 2016

FEIRA DO AGRONEGÓCIO EM UBERLÂNDIA TERÁ NOVIDADES PARA PRODUTORES RURAIS Por Gustavo Lazzarini

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5ª EDIÇÃO ACONTECE ENTRE 29 DE MARÇO E 1º DE ABRIL NO PARQUE DE EXPOSIÇÕES CAMARU A Femec – Feira do Agronegócio do Estado de Minas Gerais, será realizada de 29 de março a 1º de abril, em Uberlândia-MG e terá novidades para produtores rurais em sua 5ª edição. O evento que reúne os principais fornecedores de máquinas, equipamentos, implementos, insumos agrícolas, veículos utilitários e de passeio, receberá também duas atrações inéditas este ano. Já estão confirmadas pelas respectivas associações das raças, a 56ª Exposição Estadual de Minas Gerais do Cavalo Mangalarga Marchador e a Exposição Especializada da Raça Nelore – Expoinel. A feira será realizada pelo Sindicato Rural de Uberlândia, no Parque de Exposições Camaru, com entrada gratuita, das 8h às 20h00. Para o presidente da instituição, Thiago Soares Fonseca, a expectativa para a Femec 2016 é positiva considerando que 2015 foi um ano bom para o setor agropecuário. “Com chuvas regulares, as perspecti-

vas de uma ótima safra e de colheita são muito boas, por isso ficamos animados e esperando que o produtor venha para a Femec e faça negócios”, afirmou. A exposição do Mangalarga Marchador foi credenciada pela Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) que fará a sede da exposição em Uberlândia este ano. O evento será realizado pelo Núcleo Marchadores do Triângulo, de 28 de março a 3 de abril, com julgamentos e premiações de animais. A previsão é que a prova receba mais de 300 exemplares da raça, de 150 criadores associados da ABCCMM. A etapa da Expoinel que será realizada em Uberlândia, durante a Femec, é homologada pela Associação Brasileira de Criadores de Nelore (ABCN) e valerá para o ranking nacional da raça. A exposição deverá receber mais de 500 animais para serem julgados.

Produtores recebem orientações técnicas para tomarem a melhor decisão de compra 5


Tecnologia para grandes áreas são apresentadas na feira pelos melhores fabricantes do país

Na avaliação do Secretário de Estado de Minas Gerais de Agricultura Pecuária e Abastecimento, João Cruz Reis Filho, a Femec é uma feira de extrema importância para a agricultura mineira por trazer para o estado o protagonismo do comércio de máquinas agrícolas e inovações tecnológicas. “O trabalho que o Sindicato Rural vem desempenhando, realmente revolucionou o Triângulo Mineiro e vai servir de inspiração para várias outras feiras”, afirmou Cruz. Já Roberto Simões, presidente da Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg), afirma que a Femec, a cada edição, confirma sua importância entre os grandes eventos do agronegócio em Minas. “É especialmente bem sucedida ao reunir grandes empresas em uma feira de negócios, ao mesmo tempo em que oferece vasta programação de eventos técnicos e exposição de animais que representam toda a pujança e alta qualidade genética do plantel mineiro”, disse. 6

Agricultores familiares também encontram soluções na Femec

De acordo com João Semenzini, diretor do Sindicato e coordenador da Femec, nesta quinta edição novas oportunidades surgirão, com muita criatividade, para beneficiar o produtor rural em termos de produtividade e melhorias em suas propriedades. “Este é o objetivo da feira, ter expo-


Feira deverá recebem mais de 120 marcas do setor de máquinas agrícolas

sitores mostrando o que há de melhor na sua indústria. O nosso foco é o produtor rural de pequeno e médio portes, dando a ele a chance de visualizar tudo aquilo que estaremos apresentando em um mesmo local, sem necessidade de ir para outros estados”, revelou. A Femec se consolidou no calendário nacional das grandes feiras de agronegócios e está entre as 20 maiores do país. Em termos percentuais, o evento apresentou o maior crescimento, 38%, entre as seis de maior expressão. O movimento de negócios na feira em Uberlândia passou de R$ 202 milhões em 2014, para R$ 280 milhões em 2015. O público visitante também teve importante variação, saindo de 23 mil em 2014, para 31 mil visitantes em 2015. “Se consolidarmos os resultados de 2015, já estou muito satisfeito. Estamos vivendo um ano atípico e não sabemos os rumos que o País vai tomar. Então fico na expectativa e

digo que diante deste cenário, qualquer crescimento no volume de negócios já será um grande avanço. Quanto ao público com certeza haverá crescimento, uma vez que a cada ano tem aumentado o número de caravanas que vêm de toda a região”, declarou Thiago Fonseca. O evento que tem suas atividades concentradas em negócios e conhecimento promoverá ainda palestras gratuitas, campos demonstrativos de sementese insumos e feira de touros do Pró-Genética.. A Femec receberá ainda as principais instituições financeiras públicas e privadas que viabilizarão a realização de negócios no período. O Parque de Exposições do Camaru fica na Avenida Juracy Junqueira de Rezende, nº 100 – Bairro Pampulha – Uberlândia-Mg. A programação do evento está no site www.femec.com.br, outras informações podem ser obtidas pelo telefone (34) 3292 8840. 7


BANCO DO BRASIL ANUNCIA DISPONIBILIDADE DE RECURSOS DE CUSTEIO ANTECIPADO PRODUTORES RURAIS QUE CONTRATAREM DURANTE A FEMEC TERÃO ATENDIMENTO ESPECIAL NO PROCESSO DE APROVAÇÃO DE CRÉDITO Por Gustavo Lazzarini

O Banco do Brasil disponibilizará mais de R$ 10 bilhões em recursos controlados para produtores rurais para custeio antecipado do plantio em todo o país. Para Minas Gerais o montante disponível será de R$ 1 bilhão. A revelação foi feita pelo superintendente regional do Banco, Fábio Ribas, durante reunião no Sindicato Rural com expositores da 5ª Femec. Em atendimento à solicitação do Sindicato, Ribas também afirmou que pedidos protocolados com selo da 5ª Femec terão fluxo diferenciado para atendimento pelo Banco do Brasil. Participaram do encontro o presidente Thiago Fonseca e o coordenador da Femec João Semenzini. O superintendente explicou ainda que o recurso já está disponível nas agências para pré-custeio. Ribas alertou que os contratos de financiamento de veículos de passeio ou utilitários que eventualmente sejam negociados em linhas comerciais do Banco do Brasil, não impactam os limites de crédito agrícola do cliente, uma vez que os portfólios para cada operação são diferentes. Fabio Ribas conta que durante a 5ª Femec o Banco do Brasil atuará de forma direta junto aos expositores. “Nossos funcionários estarão juntos com os expositores no momento das negociações para esclarecer ao comprador a disponibilidade de recursos e as formas de acesso ao crédito”, disse. “O objetivo do Banco é fazer com que a feira se consolide e que o produtor faça a melhor compra do ano na Femec aqui em Uberlândia”, comentou. Os recursos estão disponíveis aos médios produtores por meio do Pronamp (Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais) 8

com taxas de 7,75% a.a., até o teto de R$ 710 mil. Os demais produtores rurais acessam o crédito com encargos de 8,75 % a.a., até o teto de R$ 1,2 milhão por beneficiário. O BB também dispõe de recursos livres, sem limitação de teto por beneficiário, para aqueles produtores que já tenham utilizado o teto de recursos controlados. A antecipação dos financiamentos de custeio permite melhores condições aos produtores para o planejamento de suas compras junto aos fornecedores e contribui para o incremento das vendas de sementes, fertilizantes e defensivos, produzindo reflexos positivos na cadeia produtiva para as culturas de cana-de-açúcar, milho, soja, laranja, café, arroz e algodão. A disponibilidade de recursos resulta de uma combinação de fatores relacionados, principalmente, à elevação da exigibilidade da Poupança Rural de 72% para 74%, na safra 2015/2016. Esse fator, conjugado com ações de premiação, comunicação e mobilização da rede de agências do BB, propiciou o crescimento dos saldos da modalidade no período de junho a dezembro/2015, permitindo assim o atendimento das demandas de crédito rural. Em sua avaliação sobre a importância da Femec para o agronegócio de Minas Gerais, Ribas afirma que o evento é fundamental, uma vez que traz expositores que apresentam novas tecnologias para o agronegócio, faz com que o produtor se mantenha atualizado no seu segmento e enxergue quais são as tendências do mercado. “A Femec tem um papel importantíssimo no desenvolvimento da agropecuária regional, precisar ser estimulada a crescer pois faz bem para toda a região e para o produtor rural”, concluiu.


FEMEC 2016 TERÁ CAPACITAÇÃO GRATUITA PARA PRODUTORES RURAIS O Sindicato Rural de Uberlândia oferecerá gratuitamente, amplo programa de capacitação para o produtor rural com seminários, cursos, palestras e clínicas tecnológicas, durante a 5ª Femec. Inscrições podem ser feitas pelo site www.femec.com.br e no local das palestras. Os temas das apresentações foram sugeridos por técnicos de instituições públicas e privadas ligadas ao agronegócio. Entre os assuntos, estará a discussão sobre a situação hidroambiental na região, com foco no saneamento rural, gestão do lixo nas propriedades, conservação da água e do solo, reuso de efluentes e uso correto de agrotóxicos. O evento terá ainda seminários sobre o Programa Nacional de Aquisição de Alimentos (PNAE), técnicas de irrigação e Cadastramento Ambiental Rural (CAR). Serão discutidos também temas relacionados à piscicultura, como prevenção de doenças, nutrição, manejo e formas de abate de peixes. No segmento da horticultura e fruticultura serão abordadas técnicas de Mulching para controle de nematoides, além de orientações sobre culturas de produtos como Abacate, Maracujá, Tangerina, Alface, Banana, Goiaba, Uva, Beterraba etc. Na bovinocultura, serão debatidas questões sobre cruzamentos em bovinos de corte e de leite, com perspectivas de melhoramento genético. O programa abordará ainda a agroindústria rural, além de cursos de processamento de alimentos e utilização de produtos da roça na gastronomia. Também na programação de palestras da Femec 2016, a manhã do dia 29 de março, será dedicada ao Seminário de Suinocultura e Avicultura. No evento, que será promovido pela AGRITAP em parceria com a BRF, os associados e convidados obterão informações sobre a importância da gestão das atividades, principalmente no que diz respeito a custos de produção. Também se-

rão revisados procedimentos técnicos conceituais, operacionais e estruturais de programas de biosseguridade, ressaltando a importância de uma criação manejada adequadamente, de forma a prevenir e controlar doenças nos rebanhos, bem como as principais leis ambientais e suas condicionantes serão tratadas neste evento, visando levar conhecimento para que todos possam produzir com sustentabilidade, biosseguridade e sem degradação ao meio ambiente. As seguintes instituições apoiam o Sindicato Rural na composição do cronograma de palestras: Sebrae, Faemg, Senar, Governo de Minas, Emater-MG, IMA, EPAMIG, IEF, SUPRAM, Universidade Federal de Uberlândia, Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Prefeitura de Uberlândia, Secretaria de Agropecuária e Abastecimento, Secretaria de Meio Ambiente, DMAE, Ferub, Vigilância Sanitária, ABCZ, Associação de Criadores de Girolando, Associação de Criadores de Girolando, CEASA, Aciub, Cooperaf, Guabi, Associação de Criadores de Cavalos Mangalarga Marchador, Associação de Criadores de Nelore, AGRITAP e BRF. 9


CAMPOS DEMONSTRATIVOS RECEBERAM PLANTIO DE MILHO E SOJA EMPRESAS DE RENOME NACIONAL PARTICIPARÃO DO PROJETO NA 5ª EDIÇÃO DA FEMEC Por Gustavo Lazzarini e Luis Antônio Figueira

Sucesso no ano passado, a 5ª edição da Femec, que será realizada no Parque de Exposições Camaru, entre os dias 29 de março e 1º de abril, apresentará novamente, de forma prática, a aplicação da tecnologia em sementes e defensivos, nos campos demonstrativos, que foram preparados para plantio no início de dezembro do ano passado. As empresas do setor de produção de sementes e insumos agrícolas já fizeram o plantio de soja e milho, que já estão se desenvolvendo e recebendo acompanhamento de técnicos. “Nos campos demonstrativos, produtores rurais que visitarem a Femec, terão a oportunidade de conhecer as técnicas aplicadas e assim escolher a melhor variedade para aplicação em sua propriedade”, disse João Semenzini, diretor do Sindicato Rural de Uberlândia e coordenador da Femec. A área de 7 mil m² foi dividida em plotes que são ocupados por empresas que apresentarão diferentes variedades de sementes. Com as plantas já adultas na época da feira, o público poderá observar as vantagens do uso de TSI, técnica que prepara os grãos a serem plantados com camadas de polímeros, elementos químicos e nutricionais que ajudam no desenvolvimento da planta, além de verem resultados de produtividade, adaptação de diferentes materiais e manejo para controle de pragas. O técnico Luis Jafelice, responsável pelos plotes da Seedcorp, que participa pela primeira vez do projeto, explica que a tecnologia a ser apresentada na Femec reduz custos e melhora a produtividade da lavoura, além de oferecer maior segurança para o trabalhador. Para Jafelice, a Femec é uma opor10

FOTO VIA-DRONES

Área plantada em dezembro estará pronta para apresentação

tunidade para a empresa falar diretamente com clientes específicos que buscam cada vez mais otimizar seu tempo em função do plantio de mais de uma safra por ano. “Na Femec ele terá oportunidade de conhecer várias opções em um mesmo local”, afirma. A empresa apresentará sete variedades de sementes de soja e três tratamentos durante a feira. Outra marca que estará presente no evento, a Bayer apresentará todo seu portfólio, com foco em sementes de soja. O representante de vendas Alexsandro Ribeiro conta que a intenção é montar uma vitrine na feira para mostrar a condução do plantio com aplicações de fungicidas e inseticidas oferecidos pela empresa. “A Bayer está presente no campo e participa de todos os eventos nas regiões onde atua”, conta. A área recebeu também produtos das marcas Dupont, Pioneer, Sementes Gurupi e Nidera. O coordenador da Femec, João Carlos Semenzini, ao idealizar o projeto, viu a possibilidade de permitir que agricultores conheçam opções de sementes que normalmente são apresentadas somente em grandes “Dias de Campo” promovidos pelas empresas em fazendas e com acesso restrito.


FEMEC TERÁ SEGUNDA MAIOR EXPOSIÇÃO DE MANGALARGA MARCHADOR DO BRASIL EXPECTATIVA É RECEBER CERCA DE 300 ANIMAIS PARA EXPOSIÇÃO E JULGAMENTO Por Luis Antônio Figueira

Uma das novidades da 5ª edição da Femec será a realização da 56ª Exposição Estadual de Minas Gerais do Cavalo Mangalarga Marchador, entre os dias 28 de março e 3 de abril, no Parque de Exposições Camaru. O evento organizado pelo Núcleo de Criadores de Cavalo Mangalarga Marchador do Triângulo Mineiro, “Marchadores do Triângulo”, terá cerca de 300 animais de criadores de todo o Estado. “Será a segunda maior exposição da raça do Brasil”, disse Gustavo Galassi, criador e diretor do Sindicato Rural de Uberlândia (SRU). Para o presidente do SRU, Thiago Fonseca, toda atividade forte do agronegócio precisa ser apresentada dentro da Femec. “Este é um ramo forte do agronegócio, e vale ressaltar que o cavalo puxa a venda de máquinas e equipamentos. Serão de 50 a 60 criadores que trarão um grande número de apreciadores da raça. Sem dúvida a Exposição do Cavalo Mangalarga Marchador vai valorizar muito a Femec 2016”, disse. De acordo com Sidney Pimenta Alvim, presidente do ‘Marchadores do Triângulo’, a estrutura da cidade e do Parque de Exposições Camaru foram determinantes para realização da exposição durante a Femec. “Uberlândia está localizada a cerca de 500 km das principais capitais, possui malhas viária e aeroviária excelentes, e uma ótima rede hoteleira. Além disso, o Parque Camaru é um dos melhores de Minas Gerais, com suas baias e duas pistas de julgamento”, destacou Sidney Pimenta. Para dar transparência à Exposição, foi con-

tratada a empresa ‘Três Barras Promoções Ltda’, que será responsável pelo julgamento dos animais e a arbitragem ficará a cargo dos experientes Diego Vitral (andamento) e Roberto Ribas (morfologia). “São árbitros respeitados, que no ano passado, atuaram na Exposição Nacional, em Belo Horizonte. Sem dúvida são árbitros que têm atuações impecáveis”, disse Sidney Pimenta. A 56ª Exposição Estadual do Cavalo Mangalarga Marchador terá a premiação convencional (troféus e faixas), duas motos e seis televisores. O evento é realizado pelo ‘Marchadores do Triângulo” Núcleo de Criadores de Cavalo Mangalarga Marchador, com apoio e chancela da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Mangalarga Marchador.

Exposição da raça será uma das maiores do Brasil

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DOMINÂNCIA FISCAL PERSPECTIVAS PARA O SETOR AGRÍCOLA SERÁ ABORDADO EM PALESTRA Por Luis Antônio Figueira

Diante das dificuldades econômicas que o Brasil atravessa desde o ano passado e a incerteza do atual momento político, todos os segmentos da sociedade, patrões, empregados, desempregados, donas de casa, estudantes e etc estão temerosos e buscam respostas para toda esta problemática. Além disso é grande o interesse pelo desfecho dessa história. Para mostrar estes problemas, o economista Benito Salomão, formado pela Universidade Federal de Uberlândia e Mestrando pelo Programa de Pós Graduação PPGE-UFU, pesquisador na área de finanças públicas e escritor, au-

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tor do trabalho Maximização das Receitas Públicas e Curva de Laffer Ampliada vai proferir no dia 30 de março, às 9h, no auditório do Parque de Exposições Camaru, a palestra “Dominância Fiscal e Problemas Contemporâneos”, onde apresentará os problemas da economia brasileira como taxas de juros, inflação e desemprego acima dos 10%; a dinâmica da deterioração financeira do Estado na forma de elevados déficits, e as perspectivas para o setor agrícola para os próximos anos, através de variáveis como taxa de câmbio e preço internacional das commodities.


PAVILHÃO DA AGROINDÚSTRIA

OPORTUNIDADE PARA PRODUTORES NA 5ª FEMEC DOCES, QUEIJOS, REQUEIJÃO, QUITANDAS E PRATOS COMO ARROZ COM COSTELINHA, MACARRONADA, GALINHADA E FILÉ DE TILÁPIA SERÃO COMERCIALIZADOS Por Monalisa França

Quem é que não gosta de uma bela oportunidade para expor o que produz? Pois bem, é de oportunidades como essa que a Femec estará recheada. A feira abrirá espaço para que produtores coloquem seus produtos à venda e mostrem ao público a qualidade e variedade dos mesmos. Os produtos serão vendidos durante toda a feira. Para Patrícia Freitas, coordenadora regional da Emater em Uberlândia, o evento contribui para a divulgação dos produtos, além de complementar a renda dos produtores rurais participantes e gerar também oportunidades para negócios futuros e contatos com novos clientes e consumidores diretos. Segundo ela, podem participar deste espaço, produtores que tenham suas agroindústrias legalizadas ou em processo de legalização junto ao IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária). O pavilhão realizado em 2015 contou com a participação de 13 produtores, não só de Uberlândia, mas de cidades da região; entre elas Indianópolis, Estrela do Sul, Araguari​ e Monte Carmelo e o resultado gerado foi satisfatório, sendo superior a 30 mil reais. Os produtos que serão comercializados no pavilhão são típicos da região e atendem a todos os tipos de paladar. Vão desde doces, queijos, requeijão e quitandas, até pratos para almoço ou lanche, como arroz com costelinha, macarronada, galinhada e filé de tilápia. Gilberto Freitas, gerente regional da Emater diz que espaços como este são importantes, pois “possibilitam a exposição dos produtos a um grande número de consumidores.” Além disso, ele completa que os consumidores, além de conhecerem os produtos, poderão saber mais de

sua origem e história e terem a garantia de levar um produto seguro para casa. Freitas conta também que o Pavilhão da Agroindústria é fruto da sensibilidade e atenção do Sindicato Rural de Uberlândia (SRU) com a agricultura familiar que transforma matérias primas do campo em produtos como doces e queijos, que a cada dia estão conquistando mais espaço e estão presentes nos supermercados de Uberlândia e região. Neste ano, a Femec trará a terceira edição do Pavilhão da Agroindústria e os produtores interessados poderão comercializar no espaço sem custo de locação nos quatro dias da feira. 13


PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR SERÁ TEMA DE SEMINÁRIO PALESTRAS, RELATOS E MESA REDONDA VÃO ACONTECER NO DIA 1º DE ABRIL Por Monalisa França

Todos nós, desde crianças, sabemos que uma boa alimentação é a base para que possamos crescer com saúde e livres de muitas doenças. O PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), implantado em 1995, consiste em ajudar escolas e instituições educativas a proporcionarem aos seus alunos uma alimentação equilibrada e saudável. E para que esses alimentos cheguem aos consumidores de forma saudável, o trabalho começa nas propriedades rurais. Para que os produtores rurais tenham acesso ao programa e ajudem na alimentação de nossas crianças, a Femec traz em sua programação um seminário voltado para esclarecer dúvidas e auxiliar os produtores e diretores das escolas a compreenderem mais sobre o programa. O Seminário que será no dia 1º de abril, de 10 horas às 16 horas, trará em sua programação palestras, relatos de experiências de sucesso e mesa redonda, abordando os rumos do programa, quais as vantagens e desafios que os produtores encontrarão ao aderirem ao programa, bem como os benefícios para escolas e alunos. A Emater em Uberlândia contribuirá também para que o evento seja um sucesso e, de acordo com a extensionista Áurea Mundim, o papel da empresa é orientar os produtores na comercialização dos alimentos e na emissão de toda a documentação para regularizar e acompanhar o processo de inserção destes produtores ao programa. A extensionista complementa que, esse tipo 14

de programa contribui como um importante canal de comercialização e renda, além de gerar empregos no meio rural e valorizar a produção. Já para quem trabalha há muitos anos na área, eventos como a Femec são de grande importância, como é o caso do coordenador estadual do programa na Emater-MG, Ademar Pires. Ele conta que trabalha com o PNAE desde 2009, quando ainda estavam sendo discutidas as ações a serem tomadas sobre esse programa. Segundo Ademar Pires, o seminário na Femec poderá contribuir para ampliar a visão do programa e fazer com que, tanto produtores, quanto a sociedade em geral entendam as reais potencialidades e desafios que o mesmo traz. Já para Carlos Miguel Rodrigues, extensionista da Emater em Uberlândia, o PNAE é muito mais do que uma oportunidade de mostrar a qualidade dos produtos, mas sim gerar renda para os agricultores familiares. Mão de obra familiar Carlos Miguel explica que existe uma cota máxima para o produtor rural receber no PNAE e ela equivale a 20 mil reais. O produtor pode atender instituições do município e do governo federal. O detalhe é que, para se encaixar no PNAE, o produtor deve atender a alguns requisitos como, por exemplo, a mão de obra ser exclusivamente familiar, o máximo de 80 hectares de área explorada e a renda anual não pode ultrapassar 360 mil reais.


PRODUTORES DE FRUTAS E HORTALIÇAS TERÃO PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO POSSUI EXCEPCIONAL POTENCIALIDADE DE PRODUÇÃO Por Luis Antônio Figueira

Na 5ª edição da Femec acontecerá o Seminário de Horticultura que engloba o segmento das Frutas e Hortaliças. Este seminário é de suma importância já que o Triângulo Mineiro é um importante polo frutífero e de hortaliças, além de possui uma excepcional potencialidade para produzir frutas e hortaliças, principalmente as tropicais e sub tropicais. Todas as palestras são de destaque, no entanto a “Cultura do Abacate” que está crescendo na região, o “Maracujá” já tradicional e com um mercado em amplo crescimento e a “Uva” que é uma ótima alternativa para quem quer produzir suco, vinho e/ou para mesa (in natura) merecem destaque. No segmento de hortaliças um dos principais destaques será a palestra sobre “Produção de Hortaliças não Convencionais”, ou seja aquelas produzidas em pouca escala comercial ou que deixaram de ser produzidas em determinadas regiões, mas que possuem um grande valor nutricional, seja de vitaminas, sais minerais e fibras e muitas delas são excelente fonte de carboidratos e de proteínas, as quais precisam ser resgatadas. Entre outras destaque ainda para as palestras “Cultivo Orgânico de Hortaliça”, cujo mercado cresce a cada ano e “Uso do Mulching de Plástico nos Cultivos de Frutas e Hortaliças”, que é uma inovação tecnológica através do uso de um filme plástico sobre o solo onde será realizado o plantio de frutas ou hortaliças. Essa tecnologia traz vários benefícios para o produtor como o controle eficiente de ervas daninhas, redução de perda de água do solo, eficiência no uso da água da irrigação, redução de incidência de algumas pragas e

doenças de plantas contribuindo para o aumento da produtividade, redução do custo de produção e maior rentabilidade econômica para o agricultor. 15


PRÓ-GENÉTICA

FEIRA TERÁ DE 40 A 50 TOUROS PARA COMERCIALIZAÇÃO Por Gustavo Lazzarini

Em parceria com a Emater-MG e a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), o Sindicato Rural de Uberlândia, promoverá na Femec a Feira de Touros do programa Pró-Genética. Animais PO (Puro de Origem). Com ascendentes registrados pelas respectivas associações das raças, serão colocados à venda para possibilitar a melhoria genética do rebanho bovino mineiro, facilitando o acesso de agricultores a touros com alto padrão genético por meio de linhas de crédito específicas. No Pró-Genética o comprador negocia direto com o criador e os negócios são fechados na porteira. O comprador leva o touro na hora, sem burocracias e com todas as facilidades que a feira oferece. “Com o preço do bezerro muito valorizado será uma oportunidade ótima para realização de negócios”, disse Lauro Fraga Almeida, gerente de melhoramento pró-genética da ABCZ. De acordo com Fraga, de 40 a 50 touros de 16

alta qualidade genética e com registros genealógicos positivos estarão na feira. É importante que os criadores que pretendem comprar durante a Femec estejam com seus cadastros atualizados e limites de crédito aprovados”, concluiu. A Feira de Touros do programa Pró-Genética será realizada dentro da Femec, entre os dias 29 de março e 1º de abril, no Parque de Exposições Camaru, com entrada franca.


SEMINÁRIO DE PISCICULTURA

PRODUÇÃO DE PEIXES SERÁ DESTAQUE DURANTE A FEMEC Por Luis Antônio Figueira

Com foco na sustentabilidade, o Seminário de Piscicultura, que será realizado na 5ª Femec, entre os dias 29 de março e 1º de abril, no Parque de Exposições Camaru, apresentará de forma prática e em palestras, técnicas de manejo, práticas de abate e outras formas de criação de alevinos. Para apresentar modelos de produção de peixes durante a feira, será disponibilizada infraestrutura para a montagem dos aquários onde serão apresentados peixes da região. “A piscicultura é uma atividade que está em crescimento em Uberlândia e região, por isso é impor-

tante mostrar aos produtores, sejam pequenos, médios ou grandes, a importância da qualidade e uso da água, além da rentabilidade do negócio. Por isso, estaremos oferecendo consultoria técnica durante a exposição”, disse o professor da UFU, Frederico Augusto Alcântara Costa. Além da apresentação prática e consultoria, o Seminário de Piscicultura trará palestras com os temas: Prevenção e Controle de Doenças na Piscicultura, Piscicultura Sustentável, Boas Práticas de Abate de Peixes na Agricultura Familiar, Manejo em Piscicultura, Nutrição de Peixes e Regularização da Piscicultura.

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A FEMEC É A FEIRA QUE MAIS CRESCE NO BRASIL “A Femec é uma feira de extrema importância para agricultura mineira, ela traz para o nosso estado o protagonismo do comércio de maquinas agrícolas e inovações tecnológicas. O trabalho que o Sindicato Rural vem desempenhando, realmente revolucionou o Triângulo Mineiro e vai servir de inspiração para várias outras feiras em nosso Estado. Queria parabenizar o presidente Thiago e dizer que estaremos aí mais uma vez para comparecer no evento.”

“A Femec é hoje uma das principais feiras do País e aqui teremos grandes novidades em tecnologia e novos equipamentos. Estou otimista quanto à presença de público e volume de negócios. O Banco do Brasil já anunciou e está nas agências o montante de R$ 100 milhões de pré-custeio, que não houve no ano passado, assim o produtor terá toda a tranquilidade de vir para a Femec e realizar o seu melhor negócio.” Thiago Soares Fonseca, Presidente do Sindicato Rural de Uberlândia

João Cruz Reis Filho Secretário de Estado de Minas Gerais de Agricultura Pecuária e Abastecimento

“A cada edição, a Femec confirma sua importância entre os grandes eventos do agronegócio em Minas. É especialmente bem sucedida ao reunir grandes empresas em uma feira de negócios, ao mesmo tempo em que oferece vasta programação de eventos técnicos e exposição de animais que representam toda a pujança e alta qualidade genética do plantel mineiro.” Roberto Simões Presidente da Faemg

“A Femec é a feira que mais cresce no Brasil em volume de faturamento e quantidade de pessoas. Esperamos que os números do ano passado se mantenham, por isso trabalhamos duro para fazer e mostrar o que há de melhor no segmento de máquinas, equipamentos, técnicas e insumos. O produtor fará sua melhor compra do ano antecipando aquisição de máquinas, sementes e fertilizantes dentro da Femec este ano.” João Semenzini Diretor do Sindicato Rural de Uberlândia e Coordenador da Femec

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“A presença do Mangalarga Marchador na 5ª Femec é a prova da força da equinocultura dentro do agronegócio. Esta participação fomentará negócios, fortalecendo a região no cenário mineiro e nacional mostrando que a Femec é um evento que contempla todos os ramos do agribusiness.” Gustavo Galassi Vice-presidente do Sindicato Rural de Uberlândia

“Trazemos para a Femec um público altamente qualificado que está em busca das novidades apresentadas por nossos expositores de diversos setores da cadeia do agronegócio. A feira por sua vez, oferece as melhores condições para produtores rurais realizarem bons negócios com incentivo de instituições financeiras presentes no parque.” Gilberto Carvalho Gestor comercial da Femec

“É uma oportunidade para o criador adquirir animais de alto potencial genético, tanto no segmento carne como no segmento leite. O negócio é feito direto com o fornecedor de animais e usar linhas de crédito especiais. Na Expoinel e no Pró-Genética teremos mais de 500 animais registrados, participantes de programas e fiscalizados por suas respectivas associações.” Dagmar Santos Diretor do Sindicato Rural de Uberlândia e Presidente da ACNTM

“A Femec é uma oportunidade para o agricultor fazer negócios, adquirindo produtos de alta tecnologia, sem sair de Uberlândia. É uma excelente oportunidade para antecipar as compras, com melhores preços, prazo de entrega definido e financiamento garantido.” Valdeir Inácio de Paula (Mineirinho) Diretor Comercial da Uniparts

“Acredito que será uma oportunidade única para apresentar ao produtor rural toda a minha linha de produtos. Na Femec o cliente poderá ver o produto que melhor se adequará às suas necessidades, facilitando a sua tomada de decisão quanto à compra de produtos durante a feira”. Antônio Salvador Silva (Toninho) Gerente da filial Nova Holanda Uberlândia

“É uma oportunidade de venda em um campo específico para realização de negócios. Somos uma revenda de implementos agrícolas com diversas marcas á disposi-

ção. Estamos na Femec desde o início porque acreditamos na importância da feira e sabemos que é uma grande oportunidade de vender nossos produtos dentro da casa”. Altercides Guimarães Parreira Parreira Agrícola

“A Femec é importante porque é realizada em um centro comercial importante, que é Uberlândia. O evento reúne produtores de toda a região, por isso temos condições de mostrar nossos produtos para um grande público. Estamos na Femec desde o início e acreditamos na importância da feira”. Germano Barancelli Representante Comercial Mepel

“A Femec é uma excelente oportunidade para realização de negócios, já que possibilita a exposição de produtos a um grande número de pessoas. Além disso, a feira tem um caráter de capacitação e orientação ao produtor rural com seminários, cursos e clínicas tecnológicas. É também um espaço dedicado à divulgação e comercialização de produtos da agroindústria familiar”. Gilberto Freitas Gerente Regional da Emater

“Neste desafiante cenário econômico o agronegócio é o nosso foco. O Brasil saiu da condição de importador de alimentos e está caminhando para ser um dos maiores, se não o maior, exportador mundial. A Femec é a vitrine do agronegócio de Minas Gerais. A Ubertubos que atende a mais de quarenta anos a Uberlândia e toda a região, inclusive com entregas rurais, estará novamente na feira, na certeza de que estamos plantando em um terreno fértil e irrigado de bons negócios. Lara Pereira Diretora da Ubertubos

“A Autus participa desde a primeira edição da Femec, por entender a sua importância para a venda de nossos produtos. Conseguimos levar isso para a General Motors, tanto que a Femec está entre as seis grandes feiras que a General Motors prioriza no Brasil, graças à pujança e qualidade do evento, e ainda, a proporção que gera negócios para o nosso segmento. Então mais uma vez estaremos participando e vamos valorizar este momento especial do agronegócio no Brasil. Ricardo Siqueira Monteiro Diretor da Autus

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ÁGUA

SEMINÁRIO HIDROAMBIENTAL DARÁ ÊNFASE EM SANEAMENTO RURAL Por Luis Antônio Figueira

O Dmae considera que a questão da água está no centro das atenções da sociedade seja por causa dos índices de qualidade ou pela quantidade demandada. O objetivo das palestras hidroambientais durante a 5ª Femec será levar informações aos proprietários rurais sobre produção, conservação e reuso de água. Considerando o problema de saúde publica, proveniente de doenças de veiculação hídrica, e à falta de saneamento rural, o Seminário Situação Hidroambiental dará ênfase às palestras de saneamento rural. 20

“Neste sentido, o Dmae convidou especialistas para apresentação de palestras que vão informar e orientar proprietários e produtores rurais quanto a importância do saneamento, cultivo e conservação da água”, destacou Geraldo Silvio, engenheiro agrônomo, especialista em recursos hídricos. O Seminário Situação Hidroambiental, terá seis palestras e será realizado no dia 31 de março, das 9 horas às 17 horas, no auditório do Parque de Exposições Camaru.


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ARTIGO

OBRIGAÇÕES LEGAIS DE NATUREZA AMBIENTAL - 2016 Por Engº Agrº Adalto Franco*

Como diz o velho ditado, o ano no Brasil começa após o Carnaval, então ao iniciar este ano, queremos desejar a todos os produtores rurais muita paz no campo e mesmo com as dificuldades que estamos vivendo não podemos desanimar e vamos seguir em frente. OBRIGAÇÕES LEGAIS E AMBIENTAIS FIQUE ATENTO: 1 – Licenciamento Ambiental de atividades agropecuárias Para quem já está regular (já possui licença), confira o prazo de validade da Licença Ambiental (LA), Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF) ou Não Passível de Licenciamento (NP). Em qualquer dos casos, é necessário formalizar junto a Supram-TM o processo de revalidação da licença até 120 (cento e vinte) dias antes do vencimento da licença. Verifique também o prazo de cumprimento das Condicionantes da Licença Ambiental quando houver (incluindo o automonitoramento de efluentes, resíduos, emissões, etc), cujo descumprimento pode gerar multa e até mesmo a perda da licença concedida. Aproveite ainda para conferir o prazo de validade das outorgas para uso de recursos hídricos do empreendimento, suas condicionantes e os procedimentos para renovação a serem observados. Como já era previsto, para realizar operações de crédito rural, muitos bancos estão exigindo o Certificado de Regularização Ambiental (LA, AAF

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ou NP), sem este documento ambiental o produtor não está conseguindo financiar atividades rurais de custeio e investimento. Aqueles que ainda não possuem o licenciamento ambiental de sua propriedade providenciem o quanto antes para evitar também notificações e multas. 2 – Georreferenciamento e Cadastro Ambiental Rural (CAR) O georreferenciamento consiste na determinação dos limites do imóvel através de coordenadas georreferenciadas ao Sistema Geodésico Brasileiro. Estas coordenadas devem ter precisão posicional fixada pelo INCRA- Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Nos termos do artigo 176, §3º, da Lei nº. 6.015/73, a identificação do imóvel rural objeto de desmembramento, parcelamento, remembramento ou de qualquer hipótese de transferência deverá ser obtida a partir de memorial descritivo, firmado por profissional habilitado e com a devida Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, com as coordenadas dos vértices definidores dos limites do imóvel, georreferenciadas ao Sistema Geodésico Brasileiro e com precisão posicional a ser fixada pelo INCRA, que certificará que o imóvel não se sobrepõe a qualquer outro imóvel do seu cadastro Georreferenciado. Muitos bancos também estão exigindo que os imóveis estejam georreferenciados para obter crédito! De acordo com o tamanho da área, os Cartórios de Registro de Imóveis não alteram a matrícula sem georreferenciamento! O Cadastro Ambiental Rural - CAR – é o regis-


tro eletrônico de abrangência nacional junto ao órgão ambiental competente. É obrigatório para todos os imóveis rurais, e tem como finalidade integrar as informações ambientais das propriedades rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico. Os documentos necessários para o preenchimento do CAR são: • Matrícula atualizada do imóvel; • Documentos pessoais do proprietário; • Comprovante de endereço;

• Arquivo Digital do levantamento topográfico da área (Autocad) – (mapa / planta topográfica)de preferência Georreferenciada! O prazo para preencher o CAR termina dia 05 de maio de 2016 de acordo com a legislação e tudo indica que não será prorrogado! Não deixe para a última hora, caso necessite de maiores explicações sobre estes assuntos, entre em contato conosco com atendimento gratuito. *Engº Agrº Adalto Franco Solução Rural Consultoria Departamento Técnico Agropecuário do Sindicato Rural de Uberlândia (34) 3292 8811 / 99991 1293 / 99976 7475.

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ARTIGO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO RURAL 2015/2016 Por Elaine Cristina Ribeiro Lima*

Foi celebrada a nova Convenção Coletiva de Trabalho entre o Sindicato Rural de Uberlândia e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Uberlândia, instrumento coletivo que traz normas reguladoras às relações trabalhistas rurais para o período 2015/2016. São elas: Reajustes salariais: Dentre as novas cláusulas estão aquelas que preveem reajustes salariais que já estão incidindo na folha de pagamento desde o último dia 01 de janeiro, na forma abaixo descrita: Piso salarial mínimo: foi mantido o piso salarial correspondente ao valor do salário mínimo acrescido de 4%, o que remete ao valor de R$ 915,20 (novecentos e quinze reais e vinte centavos). Reajuste de salários superiores ao piso: para os trabalhadores com salários superiores ao piso da categoria, fica livre a negociação entre empregado e empregador, garantindo-se, contudo, o reajuste salarial mínimo de 10,9674% (dez vírgula nove mil seiscentos e setenta e quatro por cento), a incidir sobre os valores salariais praticados ou vigentes em janeiro de 2015. Referido reajuste corresponde à variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado no período de dezembro de 2014 a novembro de 2015. Na aplicação do percentual deste reajuste, poderão ser compensados todos os reajustes, antecipações ou aumentos espontâneos e compulsórios já concedidos no período de janeiro a 31 de dezembro de 2015. Contribuição assistencial: A título de contribuição assistencial, o empregador promoverá o desconto, por duas vezes (janeiro e fevereiro de 2016), o equivalente a 2,5% (dois e

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meio por cento) sobre a remuneração do empregado, e repassará ao Sindicato dos Trabalhadores o valor correspondente, até o 10º dia útil do mês subsequente ao desconto, conforme guia por este fornecida. Entretanto, fica assegurado ao empregado interessado o direito de oposição à contribuição assistencial, a qual deverá ser feita nos termos do Memorando Interno n. º 04/2006, do Ministério do Trabalho (deverá apresentar, no Sindicato dos Trabalhadores, carta de próprio punho, se opondo ao pagamento da contribuição). A seguir, outras cláusulas da Convenção Coletiva, as quais, entretanto, se mantiveram conforme já estavam previstas no instrumento normativo anterior: - Seguro de vida em grupo: o empregador com mais de 20 funcionários (salvo para aqueles que possuem seguro de vida particular), devem contratar seguro de vida em grupo para seus empregados, com importâncias mínimas de R$ 15.000,00 por morte acidental ou invalidez permanente, e R$ 7.500,00 por morte natural. Os custos da contratação continuam sendo distribuídos da seguinte forma: 70% para o empregador e 30% para o empregado. Leite para subsistência: nas propriedades rurais cuja atividade principal seja a produção leiteira, o empregador deverá fornecer diariamente 2 litros de leite por família ligada a essa atividade, constituindo, nos demais casos, faculdade do empregador. O fornecimento de leite nas hipóteses acima não constituirá salário em utilidade. Carta de referência: o empregador fornecerá carta de referência aos empregados com mais de 06 meses de serviços prestados ao mesmo empregador, na ocasião da rescisão contratual, desde que


preenchidos certos requisitos (o empregado não possuir advertência ou mais de 10 faltas injustificadas nos últimos 03 meses; o empregado ser dispensado sem justa causa). Moradia: caso o empregador forneça moradia ao empregado, não configurará salário em utilidade, e o imóvel deverá ser conservado e mantido limpo, devolvendo ser entregue na data do acerto rescisório, sob pena do pagamento de multa mensal equivalente a meio (½) piso da categoria, sem prejuízo do ajuizamento da ação possessória. Cessão de área de subsistência: caso o empregador queira ceder gratuitamente aos seus empregados área de terra cultivável para agricultura de subsistência, não constituirá a hipótese salário em utilidade. Entretanto, se ceder área superior a 1,00 ha e se demiti-lo sem justa causa, tendo o empregado já plantado a área com qualquer tipo de cultura anual, fica assegurado a ele o direito de colher os frutos da lavoura plantada, desde que ele faça a manutenção desta. Banco de horas: os empregadores poderão adotar o sistema de compensação de horas (banco de horas), através do qual é dispensado o pagamento do adicional de horas extras, se o excedente de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, no prazo de 01 (um) ano. Cesta complementar, refeições e lanches: é faculdade do empregador fornecer gratuitamente cesta básica e/ou vale alimentação aos seus empregados, bem como refeições e lanches, sendo que, se tal ocorrer, a habitualidade não constituirá salário em utilidade. Contrato de safra: tratando-se de trabalhador contratado por prazo indeterminado e percebendo remuneração mensal fixa, a sua prestação de serviços no período de safra, para o mesmo empregador, e quando receber por produção, será considerada remuneração eventual, não incorporando ao salário quando retornar ao exercício regular da função contratada, e não caracterizando redução de salário. Homologação de rescisões: ressalvada a hipótese de demissão por justa causa, a homologação das rescisões contratuais deverá ser feita com a assistência do sindicato profissional, quando a duração do contrato de trabalho superar a 12 meses, tendo eficácia em relação ao valor das parcelas expressamente consignadas no recibo, salvo se oposta res-

salva expressa. Na hipótese de não homologação do acerto rescisório pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Uberlândia, a referida entidade declarará expressamente o motivo. Relação de admitidos e demitidos: o empregador com mais de 20 empregados fornecerá mensalmente cópia do CAGED ao sindicato profissional até o 20º dia do mês subsequente à ocorrência de admissão e/ou demissão. Empregados em via de aposentadoria: o empregador que possuir mais de 15 empregados e que dispensar sem justa causa empregado com mais de 10 anos de serviços a este prestado, e que comprovadamente faltar até 12 meses para se aposentar pelo Regime Geral da Previdência Social, obriga-se ao reembolso da contribuição previdenciária quando esta for paga pelo empregado até a concessão do referido benefício, obrigação que cessará se, no período acima referido, o empregado celebrar novo contrato de trabalho. Aviso prévio (dispensa sem justa causa): quando houver dispensa do empregado pelo empregador, e deste fato resultar na obrigatoriedade do cumprimento do aviso prévio, a prestação de serviço consistirá em 70% de dias trabalhados, sendo vedada outra opção da redução de jornada de trabalho. Aviso prévio (pedido de demissão): quando houver pedido de demissão pelo empregado, mediante solicitação expressa sua, bem como a comprovação de outro emprego, o empregador poderá dispensá-lo do cumprimento do aviso prévio. Não sendo dispensado do cumprimento do aviso, deverá ser respeitado o prazo de 70% do cumprimento deste. Multa: pelo descumprimento das cláusulas, será devida uma multa de 10% sobre o piso da categoria, a partir do mês do descumprimento até a reparação da infração, revertida à parte signatária prejudicada. A multa só será devida se ocorrer a prévia denúncia da infração, por escrito, e a parte infratora deixar de corrigi-la num prazo de 10 (dez) dias após o recebimento da denúncia. Vigência: até 30 de setembro de 2016. Outras informações poderão ser obtidas no Departamento Jurídico do Sindicato Rural de Uberlândia, que presta consultas gratuitas aos seus associados. * Elaine Cristina Ribeiro Lima Assessora jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia

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JAVALI ASSELVAJADO

ÓRGÃOS E CONTROLADORES BUSCAM SOLUÇÃO PARA PREJUÍZOS CAUSADOS PELO JAVALI ENCONTRO REALIZADO EM NOVEMBRO NO SINDICATO RURAL DE UBERLÂNDIA DEBATEU O PROBLEMA Por Luis Antônio Figueira

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Com uma população que pode ultrapassar os 200 mil animais, só no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, o javali asselvajado é um problema que tem assustado produtores rurais e preocupado órgãos de defesa ambiental, especialmente no Brasil, onde a espécie é perfeitamente adaptável. Impactos ambientais, econômicos e sociais decorrentes da invasão de javalis e seus híbridos no Brasil não são 100% conhecidos e os riscos sanitários de sua expansão em vida livre também. Sabe-se, porém, que leptospirose, Influenza, hepatite E, toxoplasmose, brucelose, salmonela e Escherichia coli são zoonoses comuns nesses animais e na maioria dos casos não apresentam sinais clínicos e lesões. É uma transmissão perigosa tanto para os humanos quanto para os animais domésticos. Sua presença ainda dispersa plantas daninhas e altera os processos ecológicos. Economicamente, o comportamento do javali acarreta prejuízos ao setor agropecuário, direta e indiretamente. “A sanidade é fator decisivo para expansão da pecuária e comércio internacional e os javalis podem interferir”, disse a coordenadora de proteção à fauna do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Maricéia Pádua. O 1º Encontro Mineiro Sobre Javali Asselvajado, realizado em novembro, no auditório do Sindicato Rural de Uberlândia (SRU), reuniu profissionais ligados ao controle ambiental e à causa do javali e teve como objetivo levantar os problemas e possíveis soluções quanto ao aumento da população de javalis em todo o Estado. “Será formado um grupo que apresentará as resoluções do Encontro à assembleia Legislativa de Minas Gerais”, explicou Maricéia Pádua. Além das zoonoses causadas pelos animais, o javali e seus híbridos provocam sérios danos ao meio ambiente, principalmente na água, já que eles cavam as nascentes e formam piscinas de lama, comprometendo a qualidade da água, que é utilizada nas propriedades rurais. Controladores Para André Luiz Honorato, presidente da

Equipe Araxá do Manejo de Javalis, os prejuízos causados pela ação dos animais são devastadores. “O desastre ambiental é enorme e pode ser até irreversível já que os javalis contaminam a água e ainda atacam espécies animais, que habitam a região”, disse. Quanto ao aspecto financeiro, André Luiz conta que muitos produtores rurais de Araxá e região, têm tido grandes prejuízos na agricultura e alguns produtos nem são mais cultivados como mandioca, batata e cenoura. “Desistiram de plantar porque os javalis comem toda a produção. Nas lavouras de milho, soja e feijão a ação dos animais pode ser vista como devastadora. Além disso a suinocultura da nossa região está ameaçada com o aumento da população de javaporcos (híbridos), que pode chegar a 28 descendentes/ano por cruzamento entre o javali macho e a porca doméstica”, disse André Luiz Para buscar o controle do javali, o presidente da equipe araxaense, disse que as autoridades e os respectivos órgãos ligados aos setores de proteção à fauna e à flora e agropecuário pouco fazem. “O IMA e o Ibama precisam fazer campanhas de orientação ao controle do animal e além disso é preciso que o Exército reduza a burocracia em relação ao porte e uso de armas dos controladores, que integram as inúmeras equipes que existem no Brasil”, disse André Luiz Honorato. Em Uberlândia, a Associação de Caçadores do Brasil Central, com aproximadamente 300 associados, e que está em fase de aprovação de seu estatuto também destaca o grande problema causado pelo javali asselvajado. O presidente da diretoria provisória, Mário Knichalla, também lamenta as dificuldades que são impostas aos controladores. “É preciso facilitar a documentação e a regulamentação do porte e uso de armas. Na verdade entendo que o javali é uma espécie invasora e fora de controle, que provoca estragos e enormes prejuízos. Ninguém pede autorização para matar ratos ou baratas que aparecem dentro de casa. Só que o javali está em propriedades rurais e isso é um 27


problema de poucos, mas mesmo assim, tem pessoas que acham no direito de proteger esses invasores”, disse Knichalla. O descontrole populacional e prejuízos causados pelo javali asselvajado serão tema de discussão no 2º Encontro de Controladores do Brasil Central, que será realizado no dia 12 de março, em Sacramento (MG). “Segundo dados do Ibama, o Triângulo Mineiro tem uma população de 500 mil javalis soltos e em outros estados como Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul a quantidade desses invasores é incalculável”, concluiu Mário Knichalla. ORIENTAÇÕES De acordo com André Luiz, Araxá conta com pelo menos 30 equipes de controladores, mas apenas duas estão devidamente regularizadas. “Muitos controladores são obrigados a atuar na clandestinidade porque esbarram na burocracia e no desconhecimento das pessoas em relação ao problema. “É preciso que os donos de

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grandes ou pequenas propriedades rurais protejam suas nascentes, fechando-as com cerca elétrica. É preciso também que eles se conscientizem da importância da abertura de suas propriedades para que os controladores possam atuar com liberdade. Outra dica importante é não criar porcos soltos e nem manter javalis ou seus dependentes presos, já que cativeiro é crime ambiental”, concluiu André Luiz. SAIBA QUE: • O javaporco (híbrido) chega a ser mais agressivo do que o javali puro quando atinge a idade adulta. • O javali abatido serve como alimentação, mas sua carne não pode ser comercializada. • Entre junho de 2013 e outubro do ano passado, em Araxá, foram declarados ao Ibama o abate de 398 javalis.


SINDICATO REÚNE PRODUTORES PARA DISCUTIR SEGURANÇA NA ZONA RURAL Por Gustavo Lazzarini

Ocorrências de furtos e roubos em fazendas da região nos últimos meses tem preocupado produtores rurais e motivaram o Sindicato Rural de Uberlândia a promover encontro entre fazendeiros e representantes de órgãos de segurança da cidade. A reunião que ocorreu em 11 de fevereiro, na sede do Sindicato, contou com participação do presidente Thiago Fonseca, diretores da instituição, oficiais das Polícias Civil e Militar, produtores rurais e empresários do setor de sementes e defensivos agrícolas, principal alvo dos criminosos. Agricultores que participaram do encontro reclamam da violência no campo e anunciam prejuízos causados por criminosos. O produtor rural Paulo Simon conta que teve perda de R$ 400 mil em defensivos agrícolas em um roubo na propriedade no município de Prata. “Toda providencia extra que tem que ser tomada por conta da insegurança, gera custos para a produção”, afirma. Outros participantes ainda relataram acontecimentos de menor potencial ofensivo como pequenos furtos. Entre 2014 e 2015, de acordo com números da PM, houve queda de 29,5% nos roubos na zona rural de Uberlândia, caindo de 29 para 21 casos. Para Thiago Fonseca este índice pode ser maior em função da subnotificação de ocorrências de

crimes na zona rural. “Quando o produtor não registra a ocorrência do crime na fazenda, não há geração de índices que justifiquem tomada de medidas adicionais pela polícia. Por isso pedimos para nosso associado registrar o Boletim de Ocorrência por menor que seja o delito na propriedade”, disse. Fonseca se comprometeu com os produtores de levar as reivindicações da classe ao comando das polícias. “Falarei também com os demais presidentes de sindicatos rurais de nossa região para que ajudem a divulgar a importância do registro de boletins nas propriedade rurais”, disse. Uma das alternativas encontradas pelo produtor Claudionor Nunes, que também é diretor do Sindicato Rural, foi fracionar o frete de produtos para a fazenda para evitar estoque de mercadorias de valor. “Minha recomendação é não mantermos produtos estocados na fazenda”, disse. Os produtores rurais contam que há ainda dificuldade no campo para contratação de mão de obra. A conclusão a que chegou o grupo que participou da reunião foi que os estoques de produtos de alto valor agregado deverão ser evitados e a comunicação entre os produtores rurais, sindicatos e polícia será ampliada. 29


ANIVERSARIANTES DE FEVEREIRO SERVIÇOS E CONVÊNIOS

PARA O ASSOCIADO

BENEFÍCIOS • •

• • • • • • •

• •

Acesso à Exposição Agropecuária de Uberlândia (sócio titular, cônjuge e filhos) Leilão Camaru / Comercialização de animais através de leilões. Desconto 20% (vinte por cento) na comissão de compra e venda em leilões de gado de corte Emissão de notas fiscais e recolhimento do ICMS Assessoria jurídica Assessoria técnica agropecuária Revista CAMARU – Bimestral. Programa de Regularização Fiscal – Contribuição Sindical (CNA) Inscrição de Produtor Rural Espaços no Parque de Exposições (Preferência e preços especiais na utilização das instalações do Sindicato Rural) Declaração de Exercício de Atividade Rural para efeito de aposentadoria. Desconto no aluguel de baias para equinos.

CONVÊNIOS • • • • • • • • • • • • • •

SENAR Isso Olhos Paulo Campos Corretora de Seguros EPP Uniodonto Hospital Santa Catarina Pró-Imagem Diagnóstico por imagem IPAC Medicina Diagnóstica Odontocompany Odontologia Drogalider Auto Posto Queiroz Vip Lubrificantes Auto Peças Só Fiat Agro Fazenda Produtos Agropecuários Master Brasil Administradora e Corretora de Seguros Unyleya Editora e Cursos S.A. Unip Interativa Ensino a Distância FGV Management ESAMC UNITRI Wizard Escola de Idiomas O Orquidário Pim Grill Churrascaria Auto Posto 2M Posto Z+Z

ASSOCIADOS ABDALLA MIGUEL..............................................................................................................................................................................22 FEV ALAIR MARTINS DO NASCIMENTO............................................................................................................................17 FEV ALBERTO ZERLOTINI....................................................................................................................................................................10 FEV ALFREDO JULIO FERNANDES NETO........................................................................................................................16 FEV ALINE PRUDENTE LOBATO..................................................................................................................................................01 FEV ANDRE LUIZ ALVES DOS SANTOS................................................................................................................................09 FEV APARECIDA ALVES DE MORAIS........................................................................................................................................27 FEV BENEDITA RODRIGUES DE CARVALHO.................................................................................................................03 FEV BENEDITO GOMES DE MOURA........................................................................................................................................02 FEV CARLOS ALBERTO FREIRE RESENDE.......................................................................................................................03 FEV CARLOS AUGUSTO DE OLIVEIRA JUNIOR..........................................................................................................28 FEV CARMELINDA TOMASIA DE PAIVA...............................................................................................................................08 FEV CICERO NAVES DE AVILA JUNIOR.................................................................................................................................08 FEV CLAUDIONOR NUNES DE MORAIS.............................................................................................................................21 FEV CLESIO ALVES FERREIRA.........................................................................................................................................................28 FEV DALMO FIGUEIREDO COLU.................................................................................................................................................18 FEV DERMEVAL VIEIRA CARRIJO................................................................................................................................................05 FEV DIVINO DONIZETE REZENDE DA SILVA................................................................................................................12 FEV DOMINGOS JOSE BERQUO...................................................................................................................................................09 FEV EDISON LUIZ RIUL...........................................................................................................................................................................17 FEV EDSON IDE.................................................................................................................................................................................................22 FEV ELVERCIO PEREIRA BATISTA...............................................................................................................................................22 FEV EMILIA MARIA LEMES SANTOS.......................................................................................................................................12 FEV EMILIA MARIA LEMES SANTOS.......................................................................................................................................12 FEV ESPOLIO ANTONIO KEHDI SOBRINHO................................................................................................................13 FEV ESPOLIO MARIO AUGUSTO DE FREITAS AZEVEDO.............................................................................04 FEV FRANCISCO CUSTODIO PEREIRA FILHO............................................................................................................16 FEV GERLI FERNANDES DE PADUA........................................................................................................................................14 FEV

• • • • • • • • • • ÓRGÃOS INSTALADOS NESTE SINDICATO • IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária • DELEGACIA DE FURTOS E ROUBOS NA ZONA RURAL - AISP • DEPTº TÉCNICO AGROPECUÁRIO (Balcão de Atendimento Licenciamento Ambiental) • AGRITAP - Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto do Paranaíba • ACNTM - Associação dos Criadores de Nelore do Triângulo Mineiro • APDC – Associação de Plantio Direto no Cerrado • APROIMG – Associação dos Produtores Integrados de Suínos do Estado de Minas Gerais

GUILHERME TOSHIO RUFATO OKANO.................................................................................................................11 FEV

CONTATOS (34) 3292 8800 (34) 3292 8800 associados@camaru.org.br

LUCIOLA DE CASSIA INACIO................................................................................................................................................22 FEV

HELVECIO FAUSTO DE REZENDE.................................................................................................................................01 FEV IVAN PEREIRA RIBEIRO..............................................................................................................................................................21 FEV JANGO TOMAS DE RESENDE..............................................................................................................................................19 FEV JOAO GOMES DOS SANTOS..................................................................................................................................................01 FEV JOAO PAULO REZENDE SIQUIEROLI.........................................................................................................................27 FEV JOAQUIM AMANCIO NETO.....................................................................................................................................................06 FEV JOSE CARLOS MOTA.......................................................................................................................................................................21 FEV JOSE EMIDIO COSTA......................................................................................................................................................................12 FEV JOSE FERNANDES PEIXOTO................................................................................................................................................11 FEV JOSE GOMES CALIXTO................................................................................................................................................................22 FEV JOSE GONCALVES DIAS..............................................................................................................................................................01 FEV JOSE LUIZ RODRIGUES...............................................................................................................................................................24 FEV JOSE SAB NETO....................................................................................................................................................................................05 FEV JUAREZ ALVES PEREIRA.............................................................................................................................................................11 FEV LECY CHAVES BORGES...............................................................................................................................................................12 FEV LEON BERNARDO KNYCHALA..........................................................................................................................................08 FEV COLABORADORES ALINE PRUDENTE LOBATO.................................................................................................................................................01 FEV

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JULIO CESAR DE JESUS..............................................................................................................................................................24 FEV


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Revista Camaru 74 - Março 2016 by Sindicato Rural de Uberlândia - Issuu