Ano 10 – nº 60 – distribuição dirigida
O SENAR MINAS capacita, anualmente, cerca de 170 mil produtores, trabalhadores e famílias rurais. São cursos, seminários e programas gratuitos que têm como objetivo aprimorar a mão de obra do campo e proporcionar a melhoria contínua da qualidade de vida no meio rural. Entre em contato com o Sindicato dos Produtores Rurais do seu município e participe dos cursos do SENAR MINAS.
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DIRETORIA Presidente Thiago Soares Fonseca 1º Vice-presidente Júlio César Pereira 2º Vice-presidente Gustavo Galassi Gargalhone 1º Tesoureiro João Carlos Semenzini 2º Tesoureiro Claudionor Nunes de Morais 3º Tesoureiro Lucas Johannes Maria Aernoudts
Palavra do Presidente É com grande orgulho que o Sindicato Rural de Uberlândia, nesse mês, entrega ao setor agropecuário mais uma edição da Femec – A Feira do Agronegócio do Estado de Minas Gerais. O evento foi concebido pensando no produtor rural, já que o objetivo é oferecer melhores condições de negócios para a nossa região. Por isso, na terceira edição, a feira aumentou o número de expositores e a expectativa é que movimente mais de 200 milhões de reais, prova da consolidação da Femec e dos benefícios gerados ao estado e a região. Esse ano, a Femec acontece entre os dias 25 e 28 de março. Além dos bons negócios proporcionados, a Feira recebe o Feirão Mais Alimentos, Pró-Genética, Feirão Cavalos & Cia, Piscicultura, Feira de Agroindústria Familiar e Artesanato, palestras diversas e cursos. Por isso, nessa edição você confere um pouco mais de tudo o que acontece durante a Femec 2014. No início desse ano, os produtores sofreram com a estiagem, com isso, vários municípios do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro decretaram estado de emergência. Alguns produtores chegaram a perder 70% da safra devido à atípica seca vivida em janeiro e fevereiro na região sudeste. O Sindicato Rural de Uberlândia participou ativamente de várias reuniões do setor para que se definisse a melhor postura a ser tomada e ações que poderiam ajudar os produtores rurais. Nesse mês, março, também foram divulgados os dados a respeito da produção agrícola do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor agropecuário teve um ótimo desempenho e cresceu 7%, em comparação a 2012, superando o crescimento da indústria e serviços (2% e 1,3%, respectivamente). O valor corrente é de R$ 4,84 trilhões, o que representa 4,85% do PIB total do Brasil em 2013. Dessa forma, a agropecuária ainda é o grande impulsionador da Balança Comercial e do PIB nacional. Apesar da estiagem que prejudicou o desempenho do setor, as expectativas são boas. Portanto, para começar a safrinha e safra 14/15, desejamos a todos ótimos negócios na Femec! Esperamos todos lá. Forte abraço e boa leitura.
1º Secretário Carlos Gonçalo Neves 2º Secretário Zorival Tavares Carneiro 3º Secretário Dagmar José dos Santos Suplentes da Diretoria Eduardo Jorge Milagre Sérgio Vieira Attiê Eduardo Dessimoni Teixeira José Antônio Marquez Grama Roger Crosara Mansur Délcio Vieira Tannús Filho Milton de Almeida Magalhães Júnior Paulo Euclides Ochiucci Pedro Roberto de Oliveira Conselho Fiscal Antônio José de Almeida Fausto Elias Nascimento Leon Bernardo Knychala Matheus Giovanni P. Fernandes Suplentes do Conselho Fiscal Gilvan Sorna de Paula Luiz Augusto de Castro Marquez Matheus Giovanni Pereira Fernandes Conselho Consultivo Odelmo Leão Luiz Humberto Carneiro Paulo Roberto Andrade Cunha Paulo Ferolla da Silva
FALECONOSCO 3292-8800 PABX Sindicato Rural 3292-8830 FAX 3292-8809 Atendimento ao associado 3292-8810 Departamento de leilões 3292-8811 Dep. técnico/licenciamento ambiental 3292-8814 Instituto Mineiro de Agropecuária 3292-8816 Delegacia Rural 3292-8816 Agritap 3292-8832 Nelore 9971-6202 Departamento jurídico 3292-8800 Clube Amigos da Terra 3291-8827 Ass. Plantio Direto no Cerrado 3292-8834 E-MAILS camaru@camaru.org.br ascom@camaru.org.br associados@camaru.org.br leilao@camaru.org.br
EXPEDIENTE JORNALISTA RESPONSÁVEL Fabiana Barcelos MTB: 09413 REDAÇÃO Carlos Paganini, Gabrielli Carolina, Gustavo Lazzarini, Juliana Gaspar, Marília Coelho, Priscilla Rocha COLABORADORES Adalto Franco Elaine Cristina Ribeiro Lima PAGINAÇÃO House Design - Wilson - 34 3219-0618 REVISÃO Ares Comunivação IMPRESSÃO Gráfica Brasil Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores. Esta é uma publicação mensal do Sindicato Rural de Uberlândia com distribuição gratuita
ANUNCIE 3292-8805 DANIELA COLLANTONI 99681983
BRASIL AGROPECUÁRIO
2013 Por Gabrielli Carolina
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou, no último ano, para a safra 2013/2014, o maior volume de recursos já lançados no país. R$ 136 bilhões é o valor do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) deste período. Além do crédito rural, a quantia representa um aumento de 75% no seguro agrícola, mais investimento em inovação e no financiamento à produção, em comparação ao ano de 2012. De acordo com o Ministério da Agricultura, são R$ 97,6 bilhões para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 38,4 bilhões para os programas de investimento. Para a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA, Kátia Abreu, em relatório divulgado pelo CNA e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Senar, o investimento do PAP é um reflexo do reconhecimento ao mais dinâmico setor da economia, que sustenta a balança comercial brasileira e é responsável por 20,8% do Produto Interno Bruto - PIB nacional. Segundo o mesmo relatório, o PIB do agronegócio apontou para um crescimento de
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3,56% em relação ao ano anterior. Nesse sentido, no início deste ano, alguns recordes foram anunciados. Segundo levantamento do Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/ USP, em 2013, a receita com as exportações do agronegócio brasileiro superou o valor arrecadado em 2012. Foram US$ 101,5 bilhões, um aumento de 4%. As exportações de carne bovina brasileira alcançaram receitas de aproximadamente US$ 6,4 bilhões. De janeiro a outubro de 2013, o Brasil exportou US$ 5,455 bilhões em carne bovina in natura, industrializada e miudezas comestíveis de bovinos, o que representou um crescimento de 14,82% em relação ao mesmo período do último ano. O recorde também foi para os couros bovinos. Somadas, a produção de carnes de frango e bovina, representaram 70% do VBP – Valor Bruto da Produção. A avicultura destaca-se com um faturamento de R$ 53,8 bilhões em 2013, um aumento de 24% no ano. Apesar
do recuo nas exportações de frango de corte, o Brasil manteve-se na liderança mundial e o resultado positivo do setor foi impulsionado principalmente pelo aumento de 20,4% dos preços da carne de frango. De acordo com a União Brasileira de Avicultura – Ubabef, a receita cresceu 3,4% e atingiu US$ 7,966 bilhões. Entre os principais produtos com aumento nas exportações estão o milho, que exportou 34,56% a mais, a soja, com acréscimo de 30,01% e a carne bovina, com 24,37% e figurando como um dos principais segmentos agroexportadores do país. Os ganhos com leite e ovos também tiveram crescimento, de 13,2% e 7,3%. As quedas significativas foram representadas pela carne suína, -11,11%, e óleo de soja, -22,46%. Produção A agropecuária indicou crescimento, em termos de produtividade, de 11,7% na comparação com 2012. Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a safra fechou 2013 com recorde. Foram 188,2 milhões de toneladas colhidas de cereais, leguminosas e oleaginosas, 16,2% superior a produção de 2012. Neste grupo estão o algodão herbáceo, amendoim,
arroz, feijão, mamona, milho, soja, aveia, centeio, cevada, girassol, sorgo, trigo e triticale, sendo o arroz, o milho e a soja os três principais, que somados representaram 92,4% da estimativa da produção. Dos 26 principais produtos agrícolas, 16 apresentaram variação percentual positiva na estimativa de produção em relação ao ano de 2012. Na comparação anual, as maiores variações negativas em números absolutos foram observadas para a mandioca, algodão herbáceo e laranja. Para a laranja, além da erradicação de pomares em 2013, o ano representou um reflexo das perdas verificadas em 2012na citricultura paulista. A área colhida diminuiu e, em 2013, o país produziu 16.303.752 toneladas de laranja, safra 14,8% inferior à produção obtida em 2012. Na opinião da presidente do CNA, estes números representam a competitividade da oferta agropecuária brasileira, mas é preciso sanar ainda algumas dificuldades, principalmente de logística e armazenamento na produção agrícola. Para Kátia, em 2014, o desafio do Brasil é atrair investimentos dos mercados internacionais e descentralizar o comércio com o Mercosul, abrindo, assim, espaço para negociação com outros blocos.
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Triângulo Mineiro Calor e falta de chuvas comprometem plantios
Por Marília Coelho A falta de chuvas e calor excessivo dos últimos meses provocaram uma queda na produção de grãos na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. A estiagem prolongada e nada convencional, além de comprometer a produtividade, ocasionou, em algumas propriedades, a perda de lavouras inteiras. Para o produtor de soja e presidente da Comissão de Grãos da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais – Faemg, Claudionor Morais, a situação climática enfrentada, principalmente, nos meses de janeiro e fevereiro causou danos expressivos. “A estiagem foi um pouco maior do que já tivemos. Ainda não temos nenhum dado oficial sobre a colheita, mas, trabalhando com estimativas, a perda foi muito significativa”, completa. No caso dos plantios de soja que foram iniciados depois de 20 de novembro, não houve chuvas suficientes para permitir o enchimento e as perdas das lavouras podem alcançar a faixa dos 60%. No final de 2013, o índice pluviométrico alcançou, apenas, a marca de 70 milímetros. A quantidade ideal de chuva varia
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de 1000 a 1500 milímetros ao ano, o que evidencia que o período foi bastante seco e os danos disso são incalculáveis, uma vez que muitos solos não têm umidade suficiente para dar continuidade ao desenvolvimento da plantação, levando parte dela à morte. Na região do Triângulo Mineiro, os solos de bom aproveitamento agrícola são chamados latossolos. Mais profundos, antigos e bem drenados, esses solos são indicados para produção de grãos, principalmente soja e milho, além do plantio de café. Entretanto, os latossolos têm deficiência de alguns nutrientes fundamentais e uma alta capacidade de sofrer com a diminuição da fertilidade por perda de nutrientes. A falta de chuvas e o calor excessivo contribuem para dificultar a fertilidade desse solo, prejudicando a produtividade das safras. Outra prática que ficou comprometida devido aos fatores climáticos marcantes desse início de ano é o aproveitamento da área que já foi colhida para fazer o plantio de outro grão. A chamada safrinha também teve queda de rendimento, uma vez que, os solos secos fizeram muitos produtores optarem por esperar uma chuva em maior volume ou, até mesmo, deixar a área parada.
Lavouras plantadas precocemente tiveram produtividade garantida Para as lavouras que já estavam em colheita, o impacto do clima seco não foi tão prejudicial. Muitos produtores voltaram suas atenções para a produtividade em si, principalmente nas lavouras que estavam em desenvolvimento ou já em fase final de ciclo. Segundo o Centro de Estudos Avançados de Economia Aplicada – Cepea, os produtores chegaram a se preocupar com a baixa umidade do solo, devido à falta de chuvas e excesso de calor, mas que, nessa fase final do plantio, muitas lavouras apresentaram boa produtividade, por vezes acima da média. No caso do produtor Thiago Silveira, as condições climáticas não tiveram tanta influência negativa. Por começar o plantio mais cedo, ele afirma que não teve perdas significativas, já que o milho plantado estava em sua fase final. “Em nossa fazenda, localizada na região da Xapetuba, plantamos cedo e, quando faltou chuva, o solo já estava todo fechado pelo milho, diminuindo a evaporação”, completa. O produtor ainda destaca que a subsolagem do solo que é feita anualmente na fazenda também contribuiu para a diminuição das perdas. “Essa operação permite que a raiz do
milho desenvolva mais e busque água em profundidades maiores”, explica. Para a próxima safra, Silveira acredita que as expectativas são muito boas, lembrando que a falta de chuvas esse ano foi um fato atípico nessa região.
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Os efeitos do clima na pecuária Por Juliana Gaspar
O clima e a temperatura são condições essenciais que definem a pecuária do país durante o ano todo. As altas temperaturas e a baixa umidade trazem muitos prejuízos aos pecuaristas e à qualidade de suas criações, fator que implica em maiores preços ou perdas de rendimento. No Triângulo Mineiro, as consequências se encontram nas pastagens, que estão cada vez mais castigadas, registrando queda também na produção leiteira. Um exemplo é a criação do gado, que precisa de um bom sistema de chuvas para recuperar as pastagens perdidas, uma vez que o Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo e 70% do seu gado é criado no pasto. Com a falta de chuvas, há um aumento do custo de produção gerando, consequentemente, produtos mais caros para o consumidor final. As pastagens e ofertas de bovinos para abate são fatores prejudicados pelo clima quente e seco que atinge a maior parte do Brasil, elevando o valor da arroba e causando reflexos em toda a cadeia ao longo do ano de 2014. Se as pastagens não estiverem adequadas, os animais podem ser mantidos por mais tempo até alcançar o peso ideal ou então serem abatidos antes do momento, o que desequilibra a produção do mês.
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Segundo o pecuarista e diretor do sindicato rural de Uberlândia Roger Mansur – que cria boi, vaca e garrote -, a falta de chuva compromete diretamente o pasto e atrasa o ciclo da pecuária, causando grandes problemas. A medida a ser tomada é deixar de fazer a reposição do gado, o que diminui a lotação do rebanho e influencia nos preços da carne. “São dois opostos no Brasil: o sudeste está em seca e não tem boi gordo, o Mato Grosso tem muita chuva e fica intransitável. Isso prejudica muito e faz o preço do boi subir”, diz. Com a seca, o pasto endurece, o gado não come a mesma quantidade e cai a produção de leite, uma vez que a maior fonte de alimento da época é o pasto. Para minimizar os prejuízos, os produtores aumentam os custos e gastos. Desde o final de 2013, o valor da arroba vem aumentando devido à irregularidade das chuvas, provocando um impulso maior das cotações em janeiro, sobretudo por ser um mês quente e com precipitações abaixo da média. A preocupação dos pecuaristas não é apenas com o pasto, mas também com a água que os animais bebem. Com o aumento dos preços, a carne bovina, que é a preferência do consumidor, passa a ser substituída por produtos mais baratos, como a carne de frango. Ao analisar as transações externas, o panorama é mais
favorável, tendo demanda crescente e perspectiva de novos mercados. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne – Abiec, a exportação da carne bovina brasileira cresceu 11,7% em janeiro desse ano. A expectativa da Associação é bater recorde de vendas em 2014, com volume aproximado de 1,8 milhão de toneladas. A carne no seu estado natural continua como o produto brasileiro mais desejado pelas importadoras de todo o mundo, somando um faturamento superior a US$ 458,8 milhões. Com o avanço do sistema produtivo, a presença de um meio ambiente apropriado se torna essencial para que os animais possam produzir o máximo do seu desempenho. Para os suínos, as condições ambientais têm grande impacto sobre a produção e composição de carcaça. A adaptação e o estresse do suíno também definem os ganhos em tecido cárneo, fator que influencia a demanda térmica do animal. Atualmente, o ambiente de confinamento dos suínos é artificial e suas acomodações devem ser criadas com cuidado em todos os detalhes, para que o desenvolvimento dos animais seja adequado e eficiente. A pesquisa sobre os efeitos do clima sobre a nutrição é
essencial, uma vez que ela precisa ser analisada nas diferentes fases do ciclo de produção dos suínos em equilíbrio às condições climáticas do Brasil. Essa análise permite que os produtores saibam e produzam rações mais apropriadas para cada época.
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Sindicato Rural coloca Uberlândia no circuito nacional dos eventos do agronegócio Parque de Exposições do Camaru receberá terceira edição da maior feira do agronegócio de Minas Gerais
Femec chega à terceira edição com presença das principais indústrias do mercado de máquinas, equipamentos, implementos, insumos agrícolas e veículos utilitários Por Gustavo Lazzarini
A realização da Femec 2014 pelo Sindicato Rural de Uberlândia coloca o município no circuito nacional dos grandes eventos do agronegócio. Pelo terceiro ano consecutivo, a cidade receberá as indústrias de máquinas e equipamentos agrícolas de maior expressão no mercado nacional, além de veículos utilitários e insumos, como sementes e fertilizantes. De 25 a 28 de março, o Parque de Exposições do Camaru será palco de exibição e comercialização das mais avançadas tecnologias destinadas ao agronegócio. Os portões do parque estarão abertos, com entrada e estacionamento gratuitos, todos os dias a partir das 8h. A solenidade oficial de abertura do evento será na terça-feira, dia 25, às 14h, no auditório do Sindicato Rural. Idealizada na gestão do presidente Thiago Soares Fonseca, a Femec se consolida este ano como a feira do agronegócio de Minas Gerais, sendo a única desse segmento a ser realizada no estado. Segundo o presidente, a proposta é reunir no mesmo espaço várias opções de investimentos para o produtor. “Com a realização da Femec, o produtor
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Presidente acredita que o produtor poderá fazer comparações entre produtos e decidir com mais economia
rural mineiro não precisa mais ir às feiras em São Paulo, Goiás, Paraná ou Distrito Federal para comprar equipamentos que serão usados para o aumento da renda em sua propriedade”, afirmou Fonseca. “Criaremos em nossa cidade durante a Femec um ambiente propício para o fechamento de negócios onde nosso produtor poderá fazer comparações entre marcas e modelos e assim decidir com mais segurança e economia pelo melhor investimento para modernizar sua fazenda”, disse. “Este é o compromisso de
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Semenzini afirma que produtor será maior beneficiado na Femec
nossa gestão à frente do Sindicato Rural, promover ações visando o benefício de nosso associado e dos produtores rurais mineiros de médio e grande porte e, principalmente, os da agricultura familiar”, afirmou Fonseca. O presidente lembra que a primeira edição da feira aconteceu em 2011 com a participação de apenas 10 empresas, durante a Exposição Agropecuária do Camaru. Na época foi apresentada ao mercado a proposta do que seria um evento específico para o setor. A partir de 2012, com objetivo de promover um evento estritamente comercial, as feiras foram separadas e a data da Femec alterada para o mês de março. “Naquele ano, mais de 50 empresas participaram do evento que recebeu 6 mil produtores e gerou negócios na ordem de R$ 70 milhões”, lembrou Fonseca. Já em 2013, a feira tomou proporções maiores, recebeu mais de 8 mil visitantes, 83 expositores e promoveu R$ 120 milhões em faturamento. “Para 2014 nossa expectativa é extremamente positiva”, concluiu o presidente Thiago Soa-
res Fonseca. O coordenador do evento e diretor do Sindicato Rural, João Carlos Semenzini, ressalta a importância do empenho das pessoas que estão envolvidas na realização da Femec. “Apesar de termos poucos parceiros realmente engajados com a organização, sabemos que todos estão envolvidos de coração para fazer o evento que o estado de Minas Gerais merece”, afirma. “Agradecemos a dedicação dos colaboradores do Sindicato Rural e de todos os parceiros que possibilitaram a realização deste evento”, diz Semenzini. O diretor destaca que o mês de março é ideal para este evento acontecer, pois o produtor nesta época já fez seu planejamento e pode antecipar a compra de equipamentos a fim de recebê-los ainda em tempo para utilização na próxima safra. Segundo Semenzini, o sucesso da Femec se dá também pelo fato das empresas oferecerem seus produtos a preços de feira. “Nós temos o compromisso de nossos parceiros de praticar durante a Femec condições de preços, prazos e financiamentos iguais aos das principais feiras do Brasil”, revelou o coordenador. Semenzini acredita que o produtor rural poderá ver de perto o que há de melhor no mercado de máquinas agrícolas na Femec. “Ele será o maior beneficiado com este evento independentemente do tamanho de sua propriedade”, concluiu. Com apoio do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Emater e Epamig, o objetivo é atrair produtores de todo o estado. A expectativa é ter mais de 100 empresas participantes e gerar movimentação econômica superior a R$200 milhões. Este ano a meta é receber mais de 18 mil visitantes. A Femec conta com total apoio e participação da Prefeitura Municipal de Uberlândia, por meio da Secretaria de Agricultura Pecuária e Abastecimento, e do Governo Federal que promoverá no Parque de Exposições, pelo segundo ano consecutivo, o Feirão Mais Alimentos do Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Femec 2014 – Feira do Agronegócio de Minas Gerais Data: de 25 a 28 de março de 2014 Horário: das 8 às 18 horas - com entrada e estacionamento gratuitos Local: Parque de Exposições do Camaru - Av. Juracy Junqueira Rezende, nº 100 Bairro Pampulha - CEP 38408-656 – Uberlândia - Minas Gerais Telefone para contato: 34 3292 8840 Para outras informações acesse www.femec.com.br
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ASSESSORIA FEMEC
Femec terá amplo espaço para agricultura familiar
MDA terá estande do Feirão Mais Alimentos da Femec 2014
Por Gustavo Lazzarini
O Sindicato Rural de Uberlândia, no contexto do Ano Internacional da Agricultura Familiar comemorado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), se empenha para apresentar a seus associados e à comunidade agrícola de forma geral, as políticas públicas existentes no país para esta atividade. Graças aos esforços da atual gestão da entidade, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) realizará o Feirão Mais Alimentos em Uberlândia pelo segundo ano consecutivo durante a Femec. A vinda do programa que visa promover a agricultura familiar foi confirmada pelo consultor do MDA, Marcus Aurélio Lopes, em visita oficial ao Sindicato Rural feita no mês de fevereiro. Na oportunidade, Lopes se reuniu com a coordenação da Femec, representantes da Emater-MG e da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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para traçar as diretrizes dos atendimentos técnicos que serão prestados para produtores rurais que visitarem a feira. De acordo com o consultor, o estande do MDA será um ponto de apoio e atenção para o visitante, onde ele poderá conhecer as políticas públicas voltadas para a agricultura familiar. “Criaremos um espaço interativo e vamos proporcionar um ambiente acolhedor para que o agricultor possa tirar suas dúvidas”, explica Lopes. O consultor do ministério também fez um convite oficial para instituições financeiras participarem do estande do MDA na feria. Bancos parceiros da Femec destinarão profissionais para complementar o acolhimento que será feito às caravanas de agricultores que vierem de fazendas da região. O objetivo do programa é orientá-los quanto às oportunidades de negócios e linhas de crédito rural disponíveis para cada perfil de investidor.
A agricultura familiar no Brasil A agricultura familiar brasileira é representada por 84% dos estabelecimentos agropecuários do país e ocupa diretamente mais de 12 milhões de pessoas (74% da mão de obra no campo). Apesar dos agricultores familiares ocuparem apenas 24% da área agrícola do Brasil, eles respondem por aproximadamente 33% do valor total da produção no campo, segundo dados do Censo Agropecuário 2006, do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, 4,7 milhões de agricultores familiares possuem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), documento que garante acesso aos programas do Governo Federal. Outras 2,8 mil entidades ligadas aos agricultores familiares possuem a DAP – Pessoa Jurídica. Fonte: Ascom MDA
Consultor do MDA apresenta detalhes do Feirão Mais Alimentos no Sindicato Rural
Agricultura Familiar responde por 42% da produção de grãos em Minas A agricultura familiar em Minas Gerais é representada por 437,4 mil propriedades e reúne quase 1,2 milhão de pessoas, ou 6,2% da população estadual, conforme o Censo Agropecuário 2006, publicado em 2009. Os números confirmam a importância da agricultura familiar no cenário da produção vegetal e animal em Minas Gerais, além de apontar para o seu potencial na agroindústria e no artesanato. O segmento tem uma participação da ordem de 42% no total da produção de grãos do estado. Segundo o levan-
tamento do IBGE, as propriedades familiares mineiras responderam por quase 47% da produção de milho, sendo este grão o de maior destaque da safra estadual. No caso do café, a agricultura familiar respondeu por quase 30% da produção total do Estado. Já a produção de mandioca, tradicional no segmento, equivalia a 83% do total em Minas. Além disso, as propriedades familiares contribuíam com quase 32% da safra estadual de feijão. Fonte: IBGE | Agência Minas
Ano Internacional da Agricultura Familiar
Fonte: Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura - FAO
A FAO comemora, em 2014, o Ano Internacional da Agricultura Familiar (AIAF). O objetivo da entidade é aumentar a visibilidade deste modelo de produção, e da agricultura de pequena escala, ao colocá-los no centro das atenções mundiais pelo seu papel importante na luta pela erradicação da fome e da pobreza, na segurança alimentar e na nutrição. A agricultura familiar é a forma predominante de agricultura tanto nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento com mais de 500 milhões de propriedades agrícolas familiares no mundo. Suas atividades rurais são geridas e conduzidas por uma família e contam predominantemente com mão de obra familiar. Elas variam de agricultores de pequena e média escalas a povos indígenas, comunidades tradicionais, pescadores, pequenos pecuaristas, coletores e muitos outros grupos, em várias regiões e biomas pelo mundo.
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Feira de equinos será inovação no evento Por Gustavo Lazzarini
DIVULGAÇÃO/ARTE AÇÃO PROPAGANDA
O primeiro “Feirão Cavalos & Cia” será uma das novidades da terceira edição da Femec. Os principais haras da região foram convidados para apresentar seus produtos para comercialização na feira, sem realização de pregão ou pagamento de comissão. As negociações poderão ser feitas diretamente com os criadores em até 20 parcelas. A feira colocará a venda 30 exemplares entre potros, potras, animais domados, cavalos e matrizes das raças Mangalarga Marchador, Quarto de Milha e PaintHorse, além de exposição e venda de cobertura de dois garanhões Quarto de Milha ganhadores e produtores de ganhadores. Os animais ficarão à disposição para avaliação e teste nos cur-
Animais que estarão à venda na feira
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rais do Tatersal de Elite do Camaru das 8 às 18h durante os quatro dias de feira. Durante o evento, ainda acontecerão palestras relacionadas ao “Mercado do Cavalo” nos dias 26, 27 e 28, às 14h, no Tatersal de Elite. A especialista na área, Professora Claudia Leschonski, médica veterinária da Universidade do Cavalo, falará sobre os seguintes temas: • Quem são os clientes da atualidade; • Como o cavalo se posiciona no mundo do Hobby e Esportes; • Quais as principais mudanças pelo ponto de vista profissional; • O proprietário X o criador.
CLÉCIO DUARTE
No Pró-Genética comprador negocia diretamente com vendedor
Feira terá touros PO para financiamento Por Gustavo Lazzarini
O pecuarista familiar ou criador que visitar o Parque de Exposições do Camaru na Femec terá oportunidade de investir em genética bovina adquirindo touros PO financiados. O Pró-Genética - Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino Brasileiro -colocará à disposição esse ano cerca de 80 touros das raças Nelore, Brahman, Gir Leiteiro, Guzerá, Sindi e Tabapuã. Os animais poderão ser negociados livremente entre comprador e vendedor nos currais montados em um dos pavilhões do parque. O preço médio de touros entre 40 a 60 arrobas deverá girar em torno de R$ 4.800,00 a R$5.200,00. Para optar pelo pagamento financiado, o produtor interes-
sado deve procurar o banco de seu relacionamento para atualizar cadastro e saber limite de crédito. Posteriormente poderá procurar o escritório da Emater para analisar o melhor projeto para sua propriedade, no qual pode inserir a compra de reprodutores. A seleção das raças zebuínas com 140 anos de Brasil e a ABCZ, que esse ano completa 80 anos, juntamente com a Emater e demais parceiros do Programa Pró-Genética, disponibilizarão na Femec exemplares de genética provada e aprovada no Brasil para todos os pequenos e médios produtores. O Sindicato Rural de Uberlândia está viabilizando essa oportunidade para os produtores verem e escolherem no mesmo local, tão grande quantidade de touros reprodutores zebuínos de variadas raças e de diversos criadores.
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Emater realizará palestras e cursos na Femec 2014
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Gilberto Freitas reconhece a importância da Femec para o produtor rural CLÉCIO DUARTE
A Femec tem o apoio do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) desde sua idealização. Nesta edição do evento, a Emater tem a missão de mobilizar um número ainda maior de produtores e comunidades vizinhas de Uberaba, Patos de Minas e Unaí para visitar a feira. A empresa de assistência técnica estará presente todos os dias do evento, contribuindo com palestras sobre Queijo Minas Artesanal, Piscicultura, Crédito Rural, Agroindústria, Produção Agroecológica, entre outras. O gerente da Emater Regional de Uberlândia, Gilberto Freitas, reconhece a importância do evento. “A Femec é muito importante, primeiramente, porque oferece melhores condições de compra para os produtores em geral, inclusive para nosso público-alvo que são os agricultores familiares. Na feira, além do produtor encontrar diversas máquinas e equipamentos, ele encontra todas as marcas reunidas, com preço acessível e tem a oportunidade de realizar um bom negócio, escolhendo a melhor opção para a sua atividade”, explica. “Os produtores também tem a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, já que ofereceremos capacitações e palestras técnicas em áreas especificas, como por exemplo, a piscicultura”, complementa Freitas. Ainda nesta edição, a Emater irá promover minicursos de processamento de alimentos, como quitandas, tortas doces e salgadas, conservas de vegetais e curtimento de pimenta, lanches e petiscos. A Extensionista de Bem Estar Social da Emater, Regional de Uberlândia, Áurea Maria Mundim, é responsável pelos minicursos e promete aperfeiçoar e ensinar os participantes. “No curso será possível dar dicas para aqueles que já têm prática no processamento de alimentos e também ensinar aqueles que pretendem iniciar a produção e comercialização. Também será abordado o custo de produção, embalagens, entre outros”, comenta. A Femec terá como atração este ano a Feira de Touros PO do Pró-Genética, que segundo o Coordenador Técnico
ASSESSORIA FEMEC
Por Assessoria de Comunicação Emater-MG - Regional de Uberlândia
Emater-MG ensinará como processar alimentos
Regional da Emater, Ademar Franco Guimarães, foi instituída pela SEAPA e executada pela Emater e IMA com objetivo de melhorar a qualidade genética do rebanho bovino mineiro. “Na feira o extensionista da Emater estará presente para auxiliar os produtores na escolha dos animais que melhor atenderem as necessidades de sua propriedade, orientando também todos os passos e procedimentos necessários em caso de financiamento”, comenta. Os visitantes poderão participar gratuitamente do amplo programa de capacitação com seminários, palestras, cursos e clínicas tecnológicas. As inscrições podem ser realizadas no escritório da Emater, em Uberlândia, na Avenida Fernando Vilela, 1645 ou pelo telefone (34)3236-0122. Participe, agende sua caravana!
Triângulo Mineiro é reconhecido como região produtora de Queijo Minas Artesanal Por Assessoria Emater de Comunicação Emater-MG - Regional de Uberlândia
O queijo artesanal vem ganhando cada vez mais mercados por todo o país. Diante dessa perspectiva, no dia 25 de março, às 16h, no estande do Governo de Minas, na Femec, será realizado o reconhecimento oficial da microrregião do Triângulo Mineiro como produtora de Queijo Minas Artesanal. Na ocasião, estarão presentes o Secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Deputado Federal Zé Silva, lideranças dos municípios e produtores rurais. Para identificação da região do Triângulo Mineiro como a 6º região produtora de Queijo Minas Artesanal foi realizado um estudo técnico, por meio dos coordenadores estaduais da Emater-MG Maurício Fernandes, Ana Claudia Albanez e Álbany Árcega, entre os dias 26 e 29 de novembro de 2013. Os pesquisadores estiveram nas cidades de Araguari, Estrela do Sul, Indianópolis, Monte Alegre, Monte Carmelo, Nova Ponte, Prata, Romaria, Tupaciguara e Uberlândia e produziram um relatório, que foi entregue ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), visando à validação da sexta região produtora de Queijo Minas Artesanal no Estado. As demais regiões já existentes são: de Araxá, do Cerrado, do Serro, do Campo das Vertentes e da Canastra. Segundo Álbany Árcega, médico veterinário e Coordenador Técnico Estadual do Programa Queijo Minas Artesanal da Emater, para que a região fosse considerada produtora de Queijo Minas eram necessários estudos que comprovassem a existência do produto na região, bem como, um levantamento das condições edafoclimáticas, visto que, existem condições ideais para produção do mesmo. Alguns itens analisados foram: utilização do pingo, o uso da salga seca e o procedimento de maturação; que diante dos dados apresentados comprovam a tradição histórica e cultural da região na produção do queijo artesanal. Segundo os coordenadores da Emater, a classificação e reconhecimento da região trará aos produtores de Queijo Minas Artesanal da região do Triângulo Mineiro a agregação de valor e reconhecimento em nível nacional. Marinalva
Soares, Coordenadora Técnica Estadual da Emater - Programa Queijo Minas Artesanal, reconhece a importância dessa classificação. “O Queijo Minas Artesanal avança mais uma fronteira sendo reconhecido em mais uma região do estado: o Triângulo Mineiro. Este reconhecimento fortalece o produto, a região e o Estado de Minas Gerais, considerando toda a cadeia produtiva e o seu grande valor cultural. Vale ressaltar ainda a localização do Triângulo Mineiro nas divisas do Estado, o que amplia significativamente as possibilidades de inserção do produto no mercado. Parabéns, Triângulo Mineiro!”, comenta. Programa Queijo Minas Artesanal da Emater O Programa Queijo Minas Artesanal executado pela Emater assegura, principalmente, aos pequenos produtores de leite mais uma alternativa para a comercialização de seu produto, com maior valor agregado, gerando mais emprego e melhorando sua qualidade de vida.
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Seminários levam informações da Femec para produtores da região Por Gustavo Lazzarini
Caravanas para a Femec 2014 Os produtores rurais das cidades contempladas com os seminários terão transporte gratuito para visitar a Femec. Para obter informações sobre horário e local de saída das caravanas, o interessado deverá procurar o escritório local da Emater, entidade responsável pela iniciativa juntamente ao Sindicato Rural de Uberlândia e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. ASSESSORIA FEMEC
Uma série de seminários promovidos em janeiro e fevereiro levou informações sobre a Femec e o programa Pró-Genética para produtores rurais de 21 municípios da Regional Uberlândia da Emater-MG. Mais de 500 pessoas participaram das apresentações. Com a participação da Emater-MG, ABCZ e de instituições financeiras o trabalho priorizou o esclarecimento sobre o programa de melhoramento genético do rebanho bovino mineiro e a importância da atualização do cadastro bancário para obtenção de financiamento por meio de linhas de crédito rural. Segundo o Coordenador Técnico Regional da Emater, Ademar Franco Guimarães, os participantes também rece-
beram informações sobre a elaboração de projetos para aproveitar de forma mais eficaz as oportunidades de negócios que estarão disponíveis na Femec. Os eventos contaram com apoio de Prefeituras Municipais e Sindicatos Rurais dos municípios.
Coordenador da Emater-MG,Ademar Guimarães, conduziu os seminários na região
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COMUNICAÇÃO EMATER-MG
Agricultores familiares da região estarão na Femec
Feira da Agroindústria Familiar e Artesanato será destaque na Femec 2014 Por Assessoria de Comunicação da Emater-MG
Um dos destaques da Femec este ano será a Feira da Agroindústria Familiar e Artesanato Rural promovida pela Emater-MG em parceria ao Sindicato Rural de Uberlândia. No espaço que funcionará das 9h às 20h, no Parque de Exposições do Camaru, o público poderá conferir os principais produtos da agricultura familiar da região. A feira reunirá cerca de 30 produtores que comercializarão queijos, doces, quitandas, farinhas, mel e artesanatos. A iniciativa tem como objetivos estimular a comercialização dos produtos da agroindústria familiar na região e oferecer aos agricultores a possibilidade de conquistar novos clientes. Os produtores também terão a oportunidade de participar de palestras sobre tecnologias adequadas para a agregação de valor à produção agropecuária e a promoção do desenvolvimento sustentável. A produtora Nilza Helena Souza levará para a feira queijos e doce de leite. Ela acredita que o evento será muito importante como forma de aprendizagem. “Participei da Femec em 2013 e este ano espero que ela me proporcione bons resultados novamente. A feira é uma maneira de buscar conhecimento e novos clientes”, comenta. A produtora reconhece também o trabalho da Emater-MG, que presta orientação a ela há cerca de 20 anos. “Com a Emater cheguei onde eu queria chegar. Comercializo meus produtos
para vários lugares de Uberlândia e tenho até clientes que compram meus produtos para levar para outros países”, afirma a produtora. Para a coordenadora de Bem Estar Social da Emater de Uberlândia, Patrícia Beatriz Modesto Freitas, a feira irá superar as expectativas. “Esperamos com a Feira da Agroindústria e Artesanato Rural, repetir o sucesso da Mostra da Extensão Rural realizada em Belo Horizonte, em dezembro do ano passado, em comemoração aos 65 anos da Emater-MG, que, em poucas horas, os produtos já tinham esgotado tamanha a procura e comercialização”, afirmou. Patrícia Freitas revela que a feira terá produtores da região de Uberlândia, bem como de diversos outros municípios do estado. “O objetivo é oferecer aos consumidores produtos legalizados e de qualidade e aos produtores e sua família, oportunidade de comercialização, visando incremento da renda familiar”, ressalta. O produtor de farinha de mandioca, Arthur Ferreira Lima, participou da feira em Belo Horizonte e estará presente na Feira da Agroindústria e Artesanato Rural da Femec. Para Lima, “as feiras são fundamentais para os produtores e artesãos não só pela venda, mas pelos contatos”, disse. Produtores interessados em comercializar no evento podem procurar a Emater-MG do seu município ou o escritório da Emater em Uberlândia pelo telefone (34) 32362088 ou (34) 3214 1752.
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AGÊNCIA MINAS
Femec está em calendário oficial do governo Por Gustavo Lazzarini
A Femec esse ano foi publicada no calendário oficial de eventos do Governo de Minas e do Governo Federal. No site do Ministério do Desenvolvimento Agrário a Femec está relacionada no calendário das feiras de 2014, onde serão realizadas edições do Feirão Mais Alimentos. Já em nível estadual, em resposta ao ofício encaminhado para a Assembleia de Minas, o Sindicato Rural de Uberlândia foi informado que a Femec consta da agenda da Secretaria de Estado de Turismo como evento do agronegócio de Minas Gerais.
Calendário do Governo de Minas anuncia Femec como evento do agronegócio mineiro
Produtor terá capacitação gratuita Os temas mais atuais do agronegócio serão debatidos este ano por especialistas durante a Femec. Visitantes poderão optar por mais de 30 conferências gratuitas que fazem parte do programa. As palestras e seminários acontecerão em apresentações únicas no auditório do Sindicato Rural e no Tatersal de Elite do Parque de Exposições Camaru para mais de 250 pessoas. Já as clínicas tecnológicas receberão turmas menores em salas montadas nos estandes de cada entidade. Os temas das clínicas serão apresentados em mais de um horário por dia para que um número maior de interessados possa ser atendido. Especialistas falarão sobre mercado do cavalo; novo código florestal; cultura do sorgo; produção do queijo minas artesanal; piscicultura; bovinocultura; integração lavoura, pecuária e floresta; biosseguridade na avicultura; políticas públicas para agricultura familiar, além de cursos sobre processamento de alimentos que serão oferecidos por especialistas de entidades ligadas ao setor.Veja o programa completo nas próximas páginas.
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Clécio Duarte
Por Gustavo Lazzarini
Secretário de Agricultura fala sobre o agronegócio mineiro e a Femec 2014 Por Gustavo Lazzarini
O Sindicato Rural de Uberlândia conta com um importante aliado para fazer com que a Femec 2014 chegue ao conhecimento da maioria dos produtores rurais de Minas Gerais. O Secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Deputado Federal Zé Silva, se empenhou pessoalmente na divulgação do evento por meio de gestões junto aos órgãos ligados à secretaria e por meio da transmissão de mensagem gravada em vídeo pelos meios de comunicação da Emater. Zé Silva esteve no Sindicato em fevereiro para conhecer os detalhes da terceira edição da feira e discutir questões ligadas ao agronegócio com diretores da entidade. Na ocasião, o Secretário agradeceu a cordial recepção do Sindicato Rural e cumprimentou a diretoria pelo trabalho na Femec que, segundo ele, está cada vez mais forte e empreendedora. Zé Silva falou com nossa reportagem sobre a feira, fez projeções para o agronegócio mineiro e revelou seus planos à frente da secretaria. Revista Camaru: Secretário, quais projeções o senhor faz para o agronegócio de Minas Gerais nos próximos anos? Zé Silva: As nossas projeções são otimistas. Nos últimos 10 anos, conseguimos dobrar a safra mineira graças à competência dos nossos produtores e a participação muito forte da liderança do estado de Minas Gerais. Políticas públicas elaboradas através da Emater, IMA, Ruralminas e Epamig criaram programas e projetos que possibilitaram dobrar a safra sem aumentar muito a área plantada. Isso significa que a nossa agricultura está cada vez mais competente. Passamos por um momento de ajuste na economia mundial e na economia brasileira em um cenário em que o Brasil e Minas Gerais precisam cada vez mais se fortalecer especialmente agregando mais valor principalmente na qualidade dos produtos que produzimos. RC: O senhor disse que pretende imprimir um ritmo forte de trabalho à frente da secretaria no período em
Secretário de Agricultura de Minas Gerais, Deputado Federal Zé Silva, fala sobre o agronegócio mineiro
que permanecerá no cargo. Há algum projeto de longo prazo a ser implementado enquanto estiver no comando da pasta? ZS: Nós queremos trazer uma nova dinâmica na maneira de pensar a agricultura mineira. Em 2003, no início do governo Aécio Neves, e do então secretário Odelmo Leão, foi feito um diagnóstico de toda Minas Gerais, a partir do qual foram construídos todos os programas e projetos que estão sendo implementados. Nossa meta principal, portanto, é entregar para a sociedade mineira e para o Brasil, uma agenda estratégica do desenvolvimento da agricultura mineira até 2030. Não se trata de um movimento de levantamento de demandas e sim de análise de cenários para sinalizar quais serão os principais programas e projetos. Por exemplo, a segurança no campo. Em 2003, essa já era uma demanda, mas não tão emergente. Hoje eu diria que é a principal demanda que nós temos no campo. Outro ponto muito emergente é a cadeia produtiva do leite. Estive vendo experiências de países europeus em que uma empresa
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para comprar o leite dos produtores precisa ter um certificado de solidez e liquidez para que dê segurança que o produtor vai vender o seu produto e vai receber. Está sendo muito constante em Minas Gerais e no Brasil aventureiros entrando no mercado para comprar o leite de nossos produtores e dar um verdadeiro calote. Nós queremos construir uma política para ter uma aliança entre as empresas compradoras, as indústrias e o segmento produtivo de Minas Gerais para dar segurança aos nossos produtores. Outra demanda muito emergente também, e que nos próximos anos tem que ser resolvida, é a questão dos abatedouros municipais. Hoje esta é uma questão nacional de saúde pública, mas que ao mesmo tempo para o pequeno pecuarista e o agricultor familiar ela traz um problema muito sério de renda. Como não há abatedouros municipais eles não conseguem vender o seu produto porque não tem escala de produção. Isso impede inclusive de vender carnes para merenda escolar que pode ser o maior mercado da agricultura familiar de toda a história. A população também não tem a segurança de comer um produto que assegure sua saúde. Estes são pontos que vamos sinalizar, mas evidentemente que tem os gargalos do mercado internacional, de logística e de transferência de tecnologia. Na verdade este período curto vai ser tempo de se construir um novo futuro para a agricultura mineira. RC: Falando especificamente da agricultura familiar, como o senhor enxerga a questão da mecanização da pequena propriedade? É um caminho para que o agricultor familiar melhore sua renda? ZS: O diferencial da agricultura familiar, frente a não familiar, é principalmente a mão de obra. A agricultura em larga escala se caracteriza por vender para o mercado externo e por ser altamente mecanizada. Evidentemente a agricultura familiar precisa se mecanizar, mas ela nunca pode perder esse caráter da mão de obra familiar. Até porque os produtos artesanais tem um valor muito maior do que só o processamento e a produção da matéria prima. Ele tem um valor imensurável que é a história da família e da comunidade. Entretanto, eu tenho afirmado desde que passei por um período na Secretaria do Trabalho que com a evolução do tempo a tecnologia tem que vir para facilitar a vida das pessoas. Na época dos nossos avós e bisavós se preparava o solo com machado e enxada. Hoje você tem máquinas que substituem essa mão de obra mais pesada ficando para o homem e para a mulher a atividade laboral menos trabalhosa e com mais produtividade. Mesmo as-
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sim é preciso que a inovação e a tecnologia tragam sempre máquinas e equipamentos e venham dinamizar esta produção para dar mais valor agregado e aumentar a produtividade. RC: A Femec se posiciona, a partir deste ano, como a Feira do Agronegócio do Estado de Minas Gerais. Como o governo pode trazer o apoio necessário para que esta mensagem chegue a todo o estado de Minas? ZS: Primeiro eu venho reafirmar o apoio do Governo de Minas a esta iniciativa do Sindicato Rural que soube catalisar o anseio não só de Minas, mas do Brasil. Eu tive a honra de participar de sua dinamização ao marcar a primeira audiência no Ministério do Desenvolvimento Agrário, onde também participei da reunião juntamente ao prefeito Gilmar Machado. Fico feliz em ver que o Sindicado cada vez mais tem uma visão aberta da agricultura e do agronegócio trazendo para o parque a agricultura familiar. Nós estaremos fortemente dando apoio do estado trazendo para Uberlândia toda nossa estrutura da Secretaria, da Emater, do IMA e da Epamig. Estaremos também fazendo toda a divulgação nos 853 municípios mineiros utilizando os canais de comunicação do Governo com a sociedade para levar a eles a importância de participar desta feira. Desejamos que este seja realmente um grande movimento do agronegócio em Uberlândia. Aqui agricultores poderão adquirir máquinas, equipamentos e bovinos com genética avançada de maneira mais barata e mais acessível.
Prefeitura levará informação ao agricultor na Femec O estande da Prefeitura Municipal de Uberlândia na Femec reunirá uma série de serviços da Secretaria de Agricultura Pecuária e Abastecimento destinados ao produtor rural. Segundo a secretária de Agricultura, Vanessa Petrelli, o espaço será voltado para apresentar ao agricultor familiar a implementação de programas do Pronaf, como o Programa de Aquisição de Alimentos. “Aproveitaremos a Femec para levar informações aos agricultores da região, de forma mais articulada, sobre as políticas públicas que podem ser aces-
sadas como forma de geração de renda”, revelou. Segundo Vanessa, haverá ainda serviços do INCRA para tratar de questões relativas à regularização fundiária. “O objetivo é integrar mais os municípios às políticas públicas em nível federal e estadual”, concluiu. No mesmo espaço serão apresentados cursos com temas variados e aquários com peixes da região. Técnicos da secretaria farão cadastros de piscicultores interessados nas políticas públicas destinadas a aquicultura.
Os maiores nomes do agronegócio estarão na Femec A feira contará com a presença dos maiores nomes do mercado agropecuário nacional. Entre fabricantes de equipamentos destinados à produção agrícola e entidades relacionadas ao setor, o evento terá envolvimento de mais de cem instituições. Confira a relação de participantes da Femec 2014: ENTIDADE REALIZADORA: Sindicato Rural de Uberlândia MÁQUINAS E IMPLEMENTOS: Jacto, Valtra, GTS, Case, Jumil, Marchesan, Massey Fergusson, Jan, New Holland, Baldan, Mepel, Stara, John Deere, Montana, Kuhn, Agrale, Planti Center, Santa Izabel, Piccin, JF Máquinas, Rotosis, Asus, Agroleite, Acton, Real Máquinas, LS Tractor, Máquinas Pinheiro, Bombas Andrade, RRX, Valence Máquinas, Solomaq, Ipacol, Bertanha VEÍCULOS UTILITÁRIOS: Chevrolet, Volkswagen do Brasil, Fiat, Rely, Foton, Daf, Ford, Toyota, Volvo, Mitsubishi, Nissan, International, Mercedes Bens INSUMOS: Protec, Cia da Terra, Laboratório Farroupilha, Opção Agronegócio, Amipa, Futura Agronegócio, Semear, Yara Fertilizantes, Dedeagro, Floema, Udiagro INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Santander
INDÚSTRIA E COMÉRCIO: Selaria Goiana, Reafrio, Plurinox, Agrotech, Valfran, Troncos Progresso, Husqvarna, Sempre Verde RESTAURANTE: Restaurante Paraná PODER PÚBLICO E INSTITUIÇÕES: Governo Federal, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Sebrae, Universidade Federal de Uberlândia, Governo de Minas, Secretaria de Estado de Agricultura Pecuária e Abastecimento, Emater-MG, Epamig, IMA, Faemg, Senar, Abcz, Fiemg, Prefeitura Municipal de Uberlândia, Secretaria Municipal de Agricultura Pecuária e Abastecimento, Ferub, Universidade do Cavalo, CDL, IFTM HARAS: Capim Velho, Dakota Ranch, Nova Era, L Ranch, Estância Santa Rosa, Soledad, Fazenda Gonzaga, Alebisa COMUNICAÇÃO: Ação Propaganda, Cia do vídeo, Agora Tecnologia, Clécio Foto e Vídeo
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Produtores rurais da região terão benefícios ao adquirir seguros A Rurale Corretora de Seguros tem benefícios excepcionais e diferenciados do mercado para os produtores rurais de Uberlândia, gerando economia na aquisição de seguros de automóvel, residência, vida complementar, responsabilidade civil, acidentes pessoais, saúde, dentre outros. De acordo com o Mário J. Souza Júnior, a Rurale Corretora de Seguros trabalha com as principais seguradoras do Brasil, e se compromete a buscar junto a elas descontos e produtos diferenciados, além do produtor rural ter total suporte e garantia de atendimento exclusivo. “Muito mais importante que a venda do seguro é o assessoramento ao segurado para que ele tenha um melhor custo benefício na aquisição e, ainda, um bom atendimento em caso de sinistro. Sendo assim, ao oferecer nossos serviços, queremos, acima de tudo, estabelecer uma relação de confiança e parceria”, conclui. Um dos diferenciais é o Seguro Saúde. As Seguradoras especializadas não fazem o Seguro Saúde de forma individual, porém o produtor poderá obter todas as informações e ações necessárias para fazer o seu seguro, de sua família e dos funcionários de sua fazenda. Contratar um seguro ou plano de saúde é cada vez mais uma necessidade, especialmente devido à precariedade de atendimento na rede pública. Veja abaixo alguns dos outros seguros oferecidos: Seguro Agrícola: é a o mais importante e mais comercializada das modalidades de seguro rural no Brasil e oferece garantias amplas. Cobre a produção agrícola contra perdas causadas, principalmente, por fenômenos climáticos. Seguro de Florestas: garante cobertura dos custos de reposição de florestas em formação ou de seu valor comercial, quando se trata de florestas já formadas ou naturais, contra as perdas decorrentes de incêndio e eventos meteorológicos. Seguro de Animais: garante o pagamento de indenização pela morte de animais classificados como de elite ou domésticos.
Seguro Patrimonial - específico para bens do setor rural: há coberturas em vários ramos de seguro que garantem o produtor numa só apólice e é voltado à cadeia do agribusiness. Máquinas e implementos agrícolas: empresários do agronegócio estão cada vez mais conscientes que o seguro de máquinas agrícolas não é uma despesa, mas um investimento indispensável na gestão do agronegócio. Seguro de Canavial - Seguro de Custeio: protege as lavouras de cana-de-açúcar contra incêndio durante a entressafra; cobre o custo de produção, com limites definidos pela Seguradora para cada corte; Seguro de Cafezal – Seguro de custeio (seguro de vida do pé-de-café): o produtor tem garantido no seguro um valor próximo ao custo de produção da área plantada segurada, com limites pré-definidos pela Seguradora (riscos cobertos: granizo ou e geada). Seguro de Automóvel: andar num carro sem seguro é pôr em risco um patrimônio que custa caro. O seguro de automóveis, sem dúvida, faz parte do nosso dia a dia. Mesmo quem tem um carro “popular” não pode abrir mão do seguro, pois, em caso de acidente ou assalto, a falta de cobertura pode significar a destruição de um patrimônio construído com sacrifício. Seguro de Vida: proteger financeiramente algo tão valioso quanto o seu futuro e o de quem você ama. Basta fazer um seguro de vida. Seguro Residencial: cobre riscos contra fogo, queda de raio e explosão. Existe ainda a opção de contratar uma apólice multirrisco, também chamada compreensiva, que inclui coberturas especiais contra desmoronamento, impacto de veículos, queda de aeronaves, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos etc. MultiriscoRural: cobre construções e benfeitorias, bens como conteúdo das construções: - produtos agropecuários - animais (como mercadoria) - mobília e outros conteúdos;
Agritap realiza diversas ações já no início de 2014 Agritap na Femec A Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Agritap) também irá participar da Femec - feira com o objetivo de trazer o que de melhor existe no mercado em máquinas, equipamentos, implementos, insumos agrícolas, veículos utilitários, inovações tecnológicas, tudo isso com prazos e financiamentos facilitados aos produtores rurais. Ainda durante a Feira, a associação realizará três palestras no dia 27, a partir das 16h30, com término as 18h30 com um coquetel para confraternização e bate-papo entre todos os participantes (integrados, técnicos, supervisores e a diretoria da Agritap). Reunião com Supram A reunião com a diretoria da Supram (Órgão que concede o licenciamento ambiental) teve como objetivo solicitar uma atenção especial quanto à liberação dos processos de licenciamento ambiental dos integrados, tendo em vista o grande número de autuações por não estarem de posse dos licenciamentos. O órgão garantiu que fará de tudo para acelerar estas autorizações, mas que, os processos que já estão em fase de renovação e que necessitam de cumprimento de condicionantes serão indeferidos caso tenham condicionantes pendentes ou que não estejam concluídas no ato da vistoria para renovação. Fique atento e providencie o mais rápido possível suas condicionantes a fim de se evitar o cancelamento e por consequência o reinicio e pagamento de todas as taxas novamente para a aquisição de uma nova autorização. A partir deste mês, março, algumas ações serão realizadas pela BRF com o objetivo de qualificar ao máximo todas as granjas para se evitar inúmeros prejuízos causados pelo não cumprimento destes procedimentos, que a partir de agora poderão ter sua pontuação de check list SSP (estrutural ou procedimento) reduzida após a constatação do não cumprimento de alguns processos.
Pagamento retroativo Os pagamentos do VC (valor pago por kg de carne entregue) retroativos a março de 2013, referentes à negociação fechada em dezembro do ano passado, já estão sendo feitos nos lotes retirados após o dia 10 de fevereiro desse ano, os complementos poderão ser evidenciados nos borderôs sob a seguinte descriminação: considerações técnicas cod.22, fique atento, dúvidas entre em contato com a associação. Representatividade A Agritap, a partir do mês de março, passa também representar os integrados das integradoras PIF PAF e JBS, além dos já associados da BRF. Além disso, a AGRITAP foi escolhida como representante do estado de Minas Gerais nas negociações dos CADEC’s, fórum formado por integrantes da Agroindústria, CNA e Associações regionais, que tem como finalidade principal assessorar a Presidência da UBABEF e da Comissão Nacional de Aves e Suínos, por meio de pareceres tecnicamente fundamentados sobre assuntos pertinentes à cadeia de produção avícola e suinícola integrada.
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Senar e a capacitação para gestão no campo
Por Gabrielle Carolina
Comemora-se, em 2014, o Ano Internacional da Agricultura Familiar (Aiaf). O tema, eleito pelos 163 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU), aponta a importância deste tipo de agricultura para o abastecimento alimentar do planeta. Três bilhões de pessoas são responsáveis pela produção de 70% dos alimentos consumidos no mundo e, no Brasil,a maior parte do que é oferecido à população é fruto do trabalho de quatro milhões de agricultores familiares.
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Ainda assim, é perceptível a tentativa de algumas destas famílias em complementar a renda gerada pelas suas produções. Isso pode ser explicado pela transformação de famílias agrícolas em famílias rurais, consequência do crescimento da cidade no sentido do campo, da redução do limite histórico que dividiu os dois, apesar da redução da população rural, e da falta de formação do produtor para lidar com as carências de seu empreendimento. De acordo com o professor José Gaspar de Faria, esse problema refere-se, muitas vezes, a necessidade de planejamentos estratégicos. José Gaspar é um dos muitos ins-
trutores do Senar - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - em Minas Gerais, estado com quase três milhões de pessoas que vivem no campo. O Senar corresponde a uma entidade de direito privado e paraestatal, que promove ações sociais, capacitações e cursos gratuitos a pessoas do meio rural em todo o país. Superintendente Executivo do Sindicato Rural de Uberlândia e credenciado há três anos para ministrar as aulas do Senar, o professor entende que este trabalho de profissionalização do campo é essencial para que o proprietário, o gestor e o colaborador atendam as carências da propriedade. Para ele, “os resultados significativos das ações do Senar estão em alinhar os cursos de gestão aos cursos de produção. Além de aprender a produzir, aprende-se a gerir”. Gaspar acredita que é esta habilidade de administrar os recursos disponíveis que direciona o sucesso do empreendedor rural. Com essa concepção, dentro do grande grupo de Trabalho na Administração de Empresas Agrossilvipastoris, os cursos do Senar, voltados para a administração e gestão, buscam atender as demandas atuais desses proprietários, consequentes, principalmente, da necessidade em lidar com a modernização. De acordo com Gaspar, a capacitação
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do GQC - Gestão com Qualidade em Campo, por exemplo, tem característica de auditoria e o foco do curso é na qualidade. “Ele é direcionado a gestores. Fazemos acompanhamentos e visitas a todas as propriedades, como se fossemos implantar um processo administrativo”, completa. Com duração de seis meses, o curso propõe ajudar o produtor na administração eficiente e, muitas vezes, para o pequeno produtor, administração eficiente não implica na aquisição de grandes máquinas. “Sem tecnologia não é possível atingir uma produtividade proporcional ao seu negócio, mas é preciso adequar a compra de equipamentos à necessidade de cada um. Para isso, é necessário planejamento, principalmente estratégico, a longo prazo”, considera Gaspar. Os cursos de Administração Rural, com treinamentos como Custos de Produção, Gestão de Pessoas, Administração Financeira, entre outros, já foram ministrados em assentamentos e para gestores de unidades que produzem para grandes empresas da região. O Senar realiza a captação e aglutinação de interessados em aprender ou aprimorar a gestão, mas, na maioria das vezes, são os responsáveis pelas propriedades e cooperativas que procuram a entidade no intuito de capacitar seus colaboradores. José Gaspar já ministra o sétimo curso no Senar e afirma que a procura pela capacitação para as atividades operacionais ainda é maior, mas aambição pelas estratégias e planejamentos se destaca nas aulas. “São profissionais que trabalham há anos no meio rural e vocêvê o anseio deles por gestão”. Para ele, é a metodologia do Senar que garante resultados interessantes para toda a turma. O equilíbrio entre teoria e prática permite que, ao longo dos seis meses, no caso do curso GQC, os alunos desenvolvam projetos
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para suas propriedades. “Já vi pessoas mudarem de postura e mudarem seus processos”, afirma. Osmar Peixoto é mobilizador do Senar desde 2002. Ele é responsável por captar e aglutinar os interessados em formar turmas. De acordo com ele, “o GQC consiste em vários módulos, sempre com dois dias de teoria em sala e visita técnica de quatro horas por propriedade. Nessas visitas o instrutor vislumbra o potencial de cada propriedade em particular, mostrando ao proprietário seus pontos fortes e fracos. É assim que ocorrem as mudanças.” Osmar explica que os cursossão disponibilizados de acordo com a demanda e que a entidade está sempre disponível para abrir novas turmas. São grupos homogêneos, 20 alunos, geralmente de dez propriedades, com necessidades e interesses diferentes. “Qualquer produtor rural, proprietário ou não, pode participar. Lembrando que é tudo gratuito”, completa. Apesar de ser produtora de soja, Martha Pannunzio foi acolhida pelo curso de Gestão de Pessoas voltado para suinocultores. “Nossos problemas não são exatamente iguais, mas são bem parecidos”, afirma. Ela assumiu a fazenda de seu marido há mais de 20 anos e planeja uma aproximação mais efetiva com o Senar. No balanço final dessa vivência com a entidade,ela já percebe a necessidade de algumas melhorias: “em capacitação tecnológica, no relacionamento interpessoal, na otimização do meu tempo”. Com 75 anos, Martha desenvolve o Programa Cerradoe Letras de estímulo à leitura e educação ambiental. Ela procurou o Senar na vontade de continuar aprendendo: “quatro dias inteiros no Camaru, ouvindo, refletindo, propondo ações de curto e médio prazo, trocando experiências, foi muito enriquecedor.”
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ARTIGO
EIA/RIMA
(Estudo de Impacto Ambiental / Relatório de Impacto Ambiental) O licenciamento ambiental é um importante instrumento de gestão da Lei Federal nº 6938/81- Política Nacional de Meio Ambiente – pelo qual a administração pública busca exercer o controle sobre as atividades humanas que interferem nas condições ambientais, previsto pela legislação vigente. Nesse contexto o Ministério Público do Estado de Minas Gerais conseguiu através de liminar pela Justiça do Estado de Minas Gerais que as AAF’s (Autorizações Ambientais de Funcionamento) Classes 01 e 02 estão proibidas de serem concedidas para projetos agropecuários com área útil superiores a 1.000 ha. A pergunta então é: como será a legalização dos empreendimentos rurais que contemplam áreas superiores a 1.000 ha no Estado de Minas Gerais? Todos os empreendedores que receberam o certificado de AAF (mesmo estando em vigência) e as áreas sejam superiores a 1.000 ha (no estado de Minas Gerais) já estão recebendo ou receberão em breve ofício para regularização junto ao órgão ambiental (Supram – TM), informando que é necessário elaborar o EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental / Relatório de Impacto Ambiental) para cumprir a exigência do Licenciamento Ambiental. Para os novos empreendimentos será necessária apresentação imediata do processo de EIA/RIMA. O que é o EIA/RIMA ? A Resolução Conama 01/86 define que o Estudo de Impacto Ambiental - EIA -são estudos elaborados por equipe multidisciplinar com dados técnicos detalhados desenvolvendo atividades de diagnóstico ambiental da área de influência do projeto, completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando: meio-físico, meio biológico e ecossistemas naturais, o meio socioeconômico, análises dos impactos ambientais, definição das medidas mitigadoras dos
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impactos negativos, elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos negativos e positivos. O Relatório de Impacto Ambiental –RIMA refletirá as conclusões do estudo de impacto ambiental (EIA). O RIMA será apresentado de forma objetiva e adequada. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as consequências ambientais de sua implementação. Resumindo, o EIA/RIMA é exigido para os empreendimentos que produzem impactos ambientais significativos como grandes barramentos para geração de energia elétrica, usinas de cana-de-açúcar, abertura de rodovias, ferrovias, aeroportos, etc. O produtor rural que possui área útil acima de 1.000 ha agora também está obrigado a elaborar esta modalidade de estudos. Lembramos que para os processos de regularização ambiental, principalmente os de Reserva Legal, os proprietários rurais estão aguardando o funcionamento do CAR para seguir em frente, pois os órgãos ambientais estão travados por falta desta ferramenta para adequar os processos. É necessário que o CAR entre em operação para que a compensação da Reserva Legal (fora da propriedade) seja implantada através de Cotas de Reserva Ambiental – CRA (importante salientar que a reserva legal compensatória esteja localizada no Bioma, não sendo necessário estar localizada na mesma bacia hidrográfica). Produtores rurais procurem o Sindicato Rural de Uberlândia para mais esclarecimentos sobre o assunto. Engº Agrº Adalto Franco Departamento Técnico Agropecuário do Sindicato Rural de Uberlândia adalto.franco@srural.agr.br (34) 3292 8811 / 9991 1293 / 9976 7475
ARTIGO
A estiagem e a renegociação de dívidas rurais A estiagem prolongada ocorrida nestes últimos meses afetou grande parte da região, trazendo grandes prejuízos para o setor produtivo rural. Além da agricultura, que é a atividade mais diretamente afetada, sabe-se que os prejuízos estão atingindo também outros setores de produção, como a pecuária bovina, suína e a avicultura. É imprescindível que o produtor rural afetado faça um balanço dos efeitos da seca em sua propriedade, e se oriente acerca das providências que possam diminuir seus prejuízos, e, principalmente, que possam lhe oferecer alternativas no que se refere ao pagamento de seus financiamentos rurais. Se o produtor rural tiver prejuízos decorrentes da estiagem, tais como frustração de safra ou comprometimento da produtividade e, consequentemente, comprometimento da renda decorrente do empreendimento financiado, é importante que faça uma comunicação por escrito ao banco que o financiou. E isso porque o produtor rural poderá requerer prorrogações dos financiamentos a serem vencidos, nos casos de incapacidade de pagamento das mesmas por motivos alheios à sua vontade (como no caso da estiagem). Independentemente da existência de resolução específica do Banco Central, com tal previsão, para a operação de crédito rural contratada, o pedido de prorrogação poderá ser embasado no Manual de Crédito Rural (item 9, seção 6, capítulo 2). Eis, senão: “Independentemente de consulta ao Banco Central, é devida a prorrogação da dívida, aos mesmos encargos financeiros antes pactuados no instrumento de crédito, desde que se comprove incapacidade de pagamento ao mutuário, em conseqüência de:
a) dificuldade de comercialização dos produtos; b) frustração de safras, por fatores adversos; c) eventuais ocorrências prejudiciais ao desenvolvimento das explorações”. Estas normas garantem a prorrogação das parcelas de crédito rural, com os mesmos encargos vigentes, se ficar comprovada a incapacidade de pagamento por ocorrência de frustração de safra, dificuldade de comercialização, e/ou eventuais ocorrências prejudiciais ao desenvolvimento da exploração. O produtor rural deverá formalizar o pedido de prorrogação na instituição financeira por escrito, em duas vias. Uma via deverá ficar com ele, e deverá ter o protocolo do agente financeiro, que analisará o pedido, conforme a capacidade de pagamento do requerente. Para a comprovação da incapacidade de pagamento, o pedido deverá estar acompanhado de laudo técnico comprobatório do fato causador da mesma, confeccionado pela Emater ou por um engenheiro agrônomo. Esta providência é recomendável para se pleitear a prorrogação de dívidas, segundo dispõe o Manual de Crédito Rural do Banco Central do Brasil (item 2.6.9 e 9.2.4). Mais informações poderão ser obtidas no Depto. Jurídico do Sindicato Rural de Uberlândia, que oferece consultas gratuitas aos seus associados. Elaine Cristina Ribeiro Lima Assessora jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia
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Sindicato Rural de Uberlândia - Março de 2014 | 39
Informativo SRU Por Priscilla Rocha
Leilão
AISP
Os leilões são ótimas oportunidades de negócio para os pecuaristas. Confira os próximos leilões, promovidos pelo Departamento de Leilões do Sindicato Rural de Uberlândia, que acontecem no Parque de Exposições do CAMARU, no Tatersal Convencional, a partir das 16 horas:
A Área Integrada de Segurança Pública Rural realizou em janeiro a reunião de inauguração da Rede de Vizinhos Protegidos na Área Rural, na Fazenda Buritis. Está é a segunda célula do projeto, que visa estimular a população a auxiliar a vigiar as propriedades da região. As reuniões com a Polícia Militar acontecerá mensalmente.
30/03 - Leilão Gado de Corte Especial; 13/04 - 13º Leilão Inconfidência; 27/04 - Leilão Grandes Marcas.
Cursos Senar O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR oferece cursos gratuitos para os trabalhadores do setor rural. Para participar é simples: as inscrições são feitas no Sindicato Rural de Uberlândia. Os interessados devem entrar em contato com o Osmar Peixoto, mobilizador do Senar Uberlândia, pelo telefone 9976 9570. Abaixo, os cursos que acontecem mês: Aplicação de agrotóxico tratorizado - 19 e 21/3 Administração/Custos de Produção - 26 e 28/3; Doma Racional Equinos - 31/3 e 4/4; Operação e Manutenção de Tratores Agrícolas - 31/3 e 4/4.
Estado de Emergência Os produtores rurais, representados pelo Núcleo dos Sindicatos de Produtores Rurais, reivindicam oficialmente a declaração de situação climática atípica pelo Estado. Essa medida é para que os agricultores consigam renegociar os créditos adquiridos em instituições bancárias para esta safra, além de justificar, se preciso for, o porque do não cumprimento das metas de produção com as empresas de importação e exportação.
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Desarticulada quadrilha especializada em assaltos na zona rural Operação Policial deflagrada pelas Policias Civil e Militar, através dos policiais integrantes da Área Integrada de Segurança Pública de Uberlândia - AISP RURAL desarticulou quadrilha de assaltantes especializada em cometer crimes contra o patrimônio praticados na região limítrofe entre as cidades de Uberlândia e Uberaba. Após exaustivo trabalho investigativo realizado em ações conjuntas pelas duas instituições policiais vários indivíduos foram identificados e reconhecidos pelas vítimas. Os assaltantes invadiam as propriedades rurais, fortemente armados, rendiam os proprietários e funcionários e subtraíam objetos domésticos, máquinas, defensivos agrícolas, além de valores em dinheiro. A operação contou ainda com a participação de Policiais da cidade de Uberaba, os quais também lograram êxito em apurar crimes praticados pela quadrilha naquela comarca. Com a implantação da AISP RURAL na cidade de Uberlândia as Polícias Civil e Militar trabalham de forma integrada, compartilhando informações em tempo real, fato este que proporciona uma ação mais efetiva com otimização de resultados no combate à criminalidade no campo, proporcionando mais segurança às comunidades rurais de nossa cidade.
Bovinos roubados em Uberlândia são recuperados Assaltantes tentaram roubar rebanho bovino na cidade de Monte Alegre de Minas e não obtendo êxito na empreitada criminosa devido à fuga de uma das vítimas dominadas no momento do assalto, decidiram invadir outra propriedade rural no município de Uberlândia e, após renderem os funcionários da fazenda, embarcaram o gado leiteiro em caminhões e o transportaram para a
região de Lagoa Formosa - MG. Trabalho policial desenvolvido pelas Polícias Civil e Militar integrantes da Área Integrada de Segurança Pública de Uberlândia - AISP RURAL culminou na identificação de vários suspeitos que serão indiciados e apresentados à Justiça. O rebanho recuperado foi restituído ao proprietário em Uberlândia.
Reforma de melhoria é finalizada
ampliada, e no auditório, onde acontecem eventos e
O Sindicato rural de Uberlândia passou, nos últimos meses, por uma reforma de melhoria na cozinha, que foi
dos com a obra que foi finalizada nessa semana,
SRU é representado no Comter
Sindicato Rural de Uberlândia, faz parte do conselho, o diretor Roger Crosara Mansour, tendo como suplente o vice-presidente, Júlio César Pereira. A instância delibera em caráter permanente sobre as políticas públicas de fomento e apoio à geração de emprego e qualificação profissional em Uberlândia. A presidente do Conselho é a assessora de Trabalho e Emprego da Sedest, Maria do Rosário Silva.
No último dia 21, foram empossados, no Centro Administrativo Municipal, os membros do Conselho Municipal do Trabalho, Emprego e Geração de Renda (COMTER), vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho (Sedest). Representando o
palestras. Cerca de mil produtores rurais serão beneficiacumprindo o tempo previsto de término.
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FILIE-SE SERVIÇOS E CONVÊNIOS
PARA O ASSOCIADO • •
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Leilão Camaru / Comercialização de animais através de leilões Desconto de 0,5% (meio por cento) na comissão de compra e venda seus animais Emissão de notas fiscais e recolhimento do ICMS, pagamento de GTA Assessoria Jurídica Assessoria técnica Agropecuária Revista Camaru - Bimestral Inscrição de Produtor Rural Programa de Regularização Fiscal – Contribuição Sindical (CNA) Espaços no Parque de Exposições (Preferência e preços especiais na utilização das instalações do Sindicato Rural) Entrada gratuita na Exposição Agropecuária de Uberlândia (sócio titular, esposa,filhos e dependentes legais) Declaração de Exército de Atividade Rural para efeito de aposentadoria Certificação Digital Desconto no aluguel de Bais para equinos
CONVÊNIOS • • • • • • • •
Convênio SENAR-MG - Profissionalização de mão de obra rural Convênio com a UNIMINAS (15% de desconto) Convênio com a POLITÉCNICA (10% de desconto) Convênio com a UNIPAC (40% de desconto) Convênio com a UNITRI (30% de desconto) Convênio com a UNIESSA (desconto especial) Convênio com o IPG – Instituto de Pós Graduação (10% de desconto) Convênio com a faculdade Esamc (30 a 40% de desconto nos cursos de graduação e 20% nos cursos de pósgraduação) Convênio com a FAZU (Uberaba)
• ÓRGÃOS INSTALADOS NESTE SINDICATO • IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária • SOLUÇÃO RURAL LTDA. • Área Integrada de Segurança Pública AISP Rural • DEPTº TÉCNICO AGROPECUÁRIO • AGRITAP - Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto do Paranaíba • ACNTM - Associação dos Criadores de Nelore do Triângulo Mineiro • APDC – Associação de Plantio Direto no Cerrado Fones: (34) 3292-8809 ou PABX: (34)3292-8800 associados@camaru.org.br
ANIVERSARIANTES JANEIRO/FEVEREIRO/MARÇO ASSOCIADOS Antonius Matheus Wilhelmus Van Ass....... 01/jan Edmardo Naves Pereira............................ 03/jan Renato Naves de Oliveira.......................... 04/jan Henrique Del Monte Marcussi................... 05/jan Lazaro José de Castro.............................. 05/jan Arnaldo da Cunha Maccheroni.................. 05/jan Helen Martins Teixeira Rodrigues.............. 06/jan Fábio Roberto Penna Goulart.................... 09/jan Murilo Dozinete Hordones......................... 10/jan Itamar Alvez De Rezende.......................... 10/jan Edivaldo Rocha Costa............................... 10/jan Mauricio Jorge de Lima............................ 10/jan Virgilio Laerte Gonçalves R. da Cunha....... 12/jan Carlos Alberto Salomão............................ 14/jan Mario Paulo Silva..................................... 15/jan Carlos Alberto de Sousa........................... 16/jan Wanderley Pereira Carrijo......................... 17/jan Eduardo Azevedo Pannunzio..................... 18/jan Braulio Missiagia de Libero....................... 18/jan Maria Cristina Curi de Castro.................... 18/jan Sinvaldo da Silva Prado............................ 19/jan Fernando Luiz Moncato Marquez.............. 19/jan Maria Fátima Rodrigues Nogueira............. 20/jan Fernando Guimarães Souza...................... 21/jan Eurides Lúcia da Silva.............................. 21/jan Tulio de Castro Merola.............................. 21/jan Carla Zancanela Honório.......................... 22/jan Joaquim Luiz de Paula Filho..................... 22/jan Marco Antônio de Melo Breves.................. 24/jan Paulo Roberto Salomão............................ 25/jan Adel Elias El Rassi.................................... 25/jan Luiz Lima Gama....................................... 25/jan Luiz Henrique Neves de Sousa.................. 26/jan Gilvan Sorna de Paula.............................. 26/jan João Carlos Ferreira Arantes..................... 30/jan Genilson Marquez Freitas......................... 31/jan Mauro Antônio dos Santos Filho................ 31/jan Thiago Bianchi Silveira............................. 01/fev Benedito Gomes de Moura....................... 02/fev Carlos Alberto Freire Rezende................... 03/fev Alexandre José Gibson Ludalf de Mello..... 03/fev Martha De Freitas Azevedo Pannunzio....... 04/fev Demerval Vieira Carrijo............................. 05/fev Joaquim Amancio Neto............................ 06/fev Leon Bernardo Knychala........................... 08/fev José Eduardo Batista............................... 09/fev Domingos José Berquio............................ 09/fev José Emidio Costa................................... 12/fev Antônio Kehdi Sobrinho............................ 13/fev Sebastião Barroso.................................... 13/fev Luiz Antônio Stabile Silva.......................... 15/fev Francisco Custodio Pereira Filho............... 16/fev Alair Martins do Nascimento..................... 17/fev Odecio Rodrigues Gil................................ 18/fev Paulo Roberto Resende da Cunha............. 19/fev Walter Pereira.......................................... 20/fev Claudionor Nunes de Morais..................... 21/fev Edson Ide................................................ 22/fev
José Luiz Rodrigues ................................ 24/fev Noberto Pinto Barbedo............................. 26/fev Osvaldo Rodrigues................................... 27/fev Paulo Tarso Duarte de Freitas................... 28/fev Carlos Augusto de Oliveira Junior.............. 28/fev Ricardo Pereira Carneiro..........................01/mar Claúdio Copazzi Martins..........................01/mar Benedita Rodrigues de Carvalho..............02/mar André de Almeida Santos Machado..........02/mar Rubens Carlos Rodrigues........................02/mar Gildo Resende dos Santos.......................03/mar José Rodrigues da Silva..........................04/mar Anael Araujo dos Santos..........................04/mar José Ferreira Borges...............................04/mar Paulo Claudino Peres..............................08/mar Paula Fernanda Cardoso Carneiro............09/mar Arlete Aparecida Silva..............................09/mar Carlos Alberto dos Santos Ferreira...........09/mar Célio Marcelino Borges............................12/mar José Ronan Pereira.................................13/mar Gerwald Decker......................................16/mar Jefferson dos Santos...............................16/mar Katia Alves da Silva.................................16/mar Otacilio Ferreira Matos............................18/mar José Francisco Mendonça.......................18/mar Silvio Sorna............................................18/mar Christian Reinhold Hacker........................19/mar Carlos Henrique Santos Rodrigues...........19/mar José Anicesio da Silva.............................20/mar Gustavo Brandão Andrada.......................20/mar Romes Luis Silva.....................................22/mar Nelson Silveira Junior..............................22/mar Jonas Celestino da Silva..........................23/mar Manoel de Avila Fernandes......................23/mar Leonardo Antônio de Carvalho.................23/mar José Audes de Paulo...............................23/mar André Luiz Goulart..................................24/mar Chiang Wui Chin.....................................24/mar Dorly Maria Raniero de Freitas.................24/mar Agenor Antônio Fernandes.......................25/mar Joaquim Pereira Espindola......................25/mar Marco Antônio Magalhães.......................25/mar Renato de Freitas Filho............................26/mar José Wilson Resende..............................26/mar Rafael Chagas Goudard...........................27/mar Wagner Washington Carvalho Novaes......28/mar André Israel Pereira.................................29/mar Paulo Antônio Bettero..............................30/mar José Antônio Rosa..................................31/mar
COLABORADORES ARosangela Maria de Araujo..................... 10/jan Marcelo Silva Ferreira............................... 13/jan Ecy de Arantes......................................... 20/jan Aline Prudente Lobato.............................. 01/fev Julio Cesár de Jesus................................ 24/fev Eliana Aparecida Lobato..........................09/mar Marco Aurélio V. Andrade.........................19/mar
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