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Revista Camaru - Julho 2014

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S I N D I C ATO R U R A L D E U B E R L Â N D I A Ano 10 – nº 63 – distribuição dirigida

Tradicional, o desfile, acontece pelo mundo todo. Estima-se que o passeio acontece há milhares de anos

Curso de doces. Oportunidade de investir no próprio negócio

Manejo adequado de pastagens pode aumentar a produção

Confirmada a agenda de shows do Camaru 2014


Àqueles que trabalham para levar alimento ao mundo, parabéns! 7 de julho – Dia do Produtor Rural Mineiro 25 de julho – Dia do Produtor Rural


DIRETORIA Presidente Thiago Soares Fonseca 1º Vice-presidente Júlio César Pereira 2º Vice-presidente Gustavo Galassi Gargalhone 1º Tesoureiro João Carlos Semenzini 2º Tesoureiro Claudionor Nunes de Morais

Palavra do Presidente 2014 é um ano eleitoral. Em outubro, escolheremos os deputados (estadual e federal), governador, senador e presidente que irão nos representar politicamente. Por isso, é necessário que nesse período conheçamos bem os candidatos, suas propostas e o envolvimento com o setor pelo qual atuamos. É importante fortalecer o agronegócio, para isso, é imprescindível que tenhamos representantes que pensem e conheçam as propostas e as lutas da agricultura e pecuária de nossa região. Tendo representatividade nas mais variadas esferas políticas, podemos mais! Essa é a oportunidade que temos para sermos ouvidos e escolhermos o rumo do país para os próximos 4 anos. O Sindicato Rural de Uberlândia continuará lutando pelo setor agropecuário e sendo a voz do produtor rural, e com respaldo político temos a segurança de melhorias no agronegócio. A eleição é a ferramenta democrática que constrói a sociedade, por isso, é preciso votar com responsabilidade. Devido às eleições e as regras impostas nesse período, a Revista Camaru optou por não abordar política até o fim de outubro. Contudo, a revista continua a trazer o conteúdo relevante do nosso setor. Nessa edição, falaremos sobre tradição. A matéria de capa traz a história das cavalgadas. Elas podem ser feitas com finalidade religiosa, cívica e por diversão, e acontecem no mundo todo. Esse ano, a Exposição Agropecuária de Uberlândia – Camaru 2014 terá mais uma cavalgada. A expectativa é de que se consiga o sucesso do ano passado. A última cavalgada marcou a abertura da festa e reuniu mais de dois mil participantes. Aproveite a leitura para conhecer um pouco mais da história das Cavalgas, a preparação antes de se realizar o passeio e a movimentação do setor.

3º Tesoureiro Lucas Johannes Maria Aernoudts 1º Secretário Carlos Gonçalo Neves 2º Secretário Zorival Tavares Carneiro 3º Secretário Dagmar José dos Santos Suplentes da Diretoria Eduardo Jorge Milagre Sérgio Vieira Attiê Eduardo Dessimoni Teixeira José Antônio Marquez Grama Roger Crosara Mansur Délcio Vieira Tannús Filho Milton de Almeida Magalhães Júnior Paulo Euclides Ochiucci Pedro Roberto de Oliveira Conselho Fiscal Antônio José de Almeida Fausto Elias Nascimento Leon Bernardo Knychala Matheus Giovanni P. Fernandes Suplentes do Conselho Fiscal Gilvan Sorna de Paula Luiz Augusto de Castro Marquez Matheus Giovanni Pereira Fernandes Conselho Consultivo Odelmo Leão Luiz Humberto Carneiro Paulo Roberto Andrade Cunha Paulo Ferolla da Silva

FALECONOSCO 3292-8800 PABX Sindicato Rural 3292-8830 FAX 3292-8809 Atendimento ao associado 3292-8810 Departamento de leilões 3292-8811 Dep. técnico/licenciamento ambiental 3292-8814 Instituto Mineiro de Agropecuária 3292-8816 Delegacia Rural 3292-8816 Agritap 3292-8832 Nelore 9971-6202 Departamento jurídico 3292-8800 Clube Amigos da Terra 3291-8827 Ass. Plantio Direto no Cerrado 3292-8834 E-MAILS camaru@camaru.org.br ascom@camaru.org.br associados@camaru.org.br leilao@camaru.org.br

EXPEDIENTE JORNALISTA RESPONSÁVEL Fabiana Barcelos MTB: 09413 REDAÇÃO Ana Gabriela Faria Laura Domingos Gustavo Lazzarini Priscilla Rocha COLABORADORES Assessoria Emater Assessoria Prefeitura Municipal de Uberlândia PAGINAÇÃO House Gráfica Rápida - 34 3219-0618 FOTOS Clécio Foto e Vídeo Femec FOTOS AÉREAS Maycon Fotos Aéreas 34 8842 6756

Forte abraço e boa leitura!

REVISÃO Ares Comunivação IMPRESSÃO Gráfica Brasil Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores. Esta é uma publicação mensal do Sindicato Rural de Uberlândia com distribuição gratuita

ANUNCIE 3292-8805 DANIELA COLLANTONI 99681983


26ª Semana da Família Rural acontece em Uberlândia Encontro regional oferece conhecimento e qualifica agricultores familiares

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Por Ana Gabriela Faria

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) Campus Uberlândia, a Secretaria Municipal de Agropecuária e Abastecimento (SMAAB), o Sindicato dos Produtores Rurais de Uberlândia, com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais - EMATERMG realizaram, de 15 a 18 de julho, a 26ª Semana da Família Rural, em Uberlândia. O encontro tem como proposta levar aos agricultores novos

conhecimentos e tecnologias, além de promover a troca de experiências. Nessa edição do encontro, foram oferecidos 28 cursos e entre os temas abordados estavam: artesanato com boneca de pano, bordado a mão, bovinocultura de leite, avicultura caipira, piscicultura, processamento de alimentos, jardinagem e paisagismo, cultivo de hortaliças, artesanato em biscuit, entre outros. O produtor rural, Luiz Walter Ferreira, do município de Tupaciguara, esteve presente no encontro realizado em 2013 e acredita que a Semana da Família


Rural é uma oportunidade de aprendizado para toda família. “Como pequeno proprietário rural tenho interesse em conhecer novas tecnologias e ter informações para aplicar na fazenda e compartilhar com meus filhos”, afirma. A 26ª Semana da Família Rural é realizada no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) Campus Uberlândia. De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Soares Fonseca, o evento tem um papel importante para o a agricultura familiar. “A Semana da Família Rural é um evento muito importante para o setor. É preciso valorizar a tradição e mostrar novas técnicas e tecnologias ao produtor rural. O evento é um momento para aprender e confraternizar. O Sindicato Rural de Uberlândia tem muito orgulho em fazer parte do projeto”.

O Integração Rural é parte da programação da 26ª Semana da Família Rural. O evento é uma realização da TV Integração juntamente às instituições organizadoras e aconteceu no dia 15 de julho, das 9 às 15 h. O objetivo é prestar diversos serviços à comunidade rural, como emissão de documentos, cuidados com a saúde, estética, orientações jurídicas e informações sobre alimentação saudável. Além disso, houve atrações culturais e exposição de produtos fabricados pelos produtores rurais. Ainda segundo Fonseca, o sindicato também ofereceu orientações nesse dia. “Estavam presentes os responsáveis pelos departamentos técnico e jurídico para sanar dúvidas dos produtores rurais. Os interessados também puderam se associar, ter informações sobre contribuição sindical, emissão de notas, entre outros”, conclui.

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Integração Rural


FOTOS CLÉCIO FOTO E VÍDEO

Cavalgada - a tradição histórica que acontece no mundo todo As cavalgadas surgiram a partir da domesticação dos cavalos Por Priscilla Rocha

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or todo o mundo, as pessoas possuem o costume de promover e participar de cavalgadas. Não se sabe ao certo o surgimento da modalidade, porém, pesquisadores afirmam que ela surgiu junto à domesticação dos cavalos, no Oriente Médio, há milhares de anos. Isso porque, o cavalo sempre despertou fascínio no homem e está associado à força, aventura e liberdade. Com isso, a história do cavalo com o homem é riquíssima e

envolve trabalho, amizade, combates, locomoção e lazer. Alguns historiadores vão além, a domesticação do cavalo, sem datas precisas, aconteceu de forma demorada, mas foi um marco para a civilização. Na Grécia antiga, a mitologia do Centauro já mostra essa relação. O ser metade homem metade cavalo personificava a junção da inteligência à força. Os registros apontam os nômades como os primeiros a domesticar a espécie e, com isso, conseguiram conquistar vários ter-


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ritórios no século 5, já que outras tribos e comunidades não haviam domado o animal. Os nômades são conhecidos por não possuírem uma habitação fixa, permanecem mudando. Quando o homem sedentário desenvolveu habilidades de equitação, o cavalo passou a ter prioridades em atividades de lazer e econômicas. Nesse contexto, as cavalgadas, já praticadas, ganham a forma atual. As cavalgadas são passeios ou desfiles que reúnem cavaleiros por diversos motivos, pode ser cívica, religiosa ou por lazer. No Brasil, a prática é considerada um esporte e levado muito a sério. De acordo com o cavaleiro Eduardo José Damasio Resende, a cavalgada está associada ao lazer. “Faz 25 anos que participo de cavalgadas pelo Brasil, nelas, sempre faço muitas amizades, encontro velhos conhecidos. Participo com a minha família, tenho duas filhas, 13 e 16 anos, elas não perdem uma!”, afirma. Apesar de já ter ganhado vários prêmios, Resende ressalta que o que vale é a diversão. “A gente pensa em par-


mochilas para que o passeio seja melhor aproveitado. O ideal é que se leve apenas protetor solar, repelente, água e algo leve para se alimentar durante o trajeto (frutas ou bolachas).

ticipar, competir, encontrar amigos. Por ano, participo de 35 a 40 cavalgadas, tenho andado o Brasil inteiro”, comenta.

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Quais animais são ideais para a prática? Normalmente, para as cavalgadas são utilizados Marchadores, Quarto de Milha e Mangalarga. Os cavalos Marchadores são considerados mais confortáveis, por terem um cavalgar macio. Já o Quarto de Milha é um cavalo que possui destreza e potência. Os Mangalargas são caracterizados pelo andar simétrico e equilibrado. O que levar? Cada cavalgada tem um tempo pré-determinado, normalmente, as que acontecem pelo Brasil não duram mais de um período do dia. Internacionalmente, é comum fazer cavalgadas de três a cinco dias, o que exige uma maior preparação. Contudo, é necessário ter a roupa específica para a cavalgada e, por baixo, optar por tecidos de algodão para evitar assaduras. Roupas fechadas e de manga longa são ideais para não ter incômodos com sol ou vento. O cavaleiro ou a amazona devem evitar carregar

Como preparar o animal? Não existe idade para participar das cavalgadas, é um evento pelo qual toda família está presente. Com isso, o cuidado com o animal é importante. O cavalo deve ser domesticado e o condutor possuir bom domínio sobre ele. Também são necessários treinamentos para que o animal adquira resistência para longos percursos. A alimentação e hidratação são fatores fundamentais para o bom desempenho do equino. Os fenos de gramíneas ou capim verdejante de boa qualidade são ótimos para o animal, além de serem fáceis para transportar. O fornecimento de água também é indispensável, durante um dia de cavalgada o cavalo chega a perder 30 litros por meio do suor. O transporte do cavalo é ponto de atenção. Normalmente, os equinos são levados por caminhões e as condições do veículo podem gerar ferimentos ao animal. A experiência do caminhoneiro também é fundamental para evitar estresse do cavalo e feridas durante o trajeto. De acordo com o diretor do Sindicato Rural de Uberlândia e organizador da cavalgada em Uberlândia, Roger Mansur, é importante verificar os equipamentos. “O cavalo precisa estar com o arreio completo, além de todos os utensílios”, reforça. Como, por exemplo, a ferragem. Para adaptação do animal, o ideal é que se coloque com três dias de antecedência, assim, durante o passeio ela não causará incômodos. Para cada tipo de animal existe uma ferradura correta, um profissional poderá aconselhar qual usar. Já a sela é de escolha do cavaleiro, sem esquecer no conforto do animal, por isso ela deve ser leve e que propicie a distribuição uniforme do peso do cavaleiro. A colocação correta evita dores ao animal, causadas principalmente quando apertadas.


Em Uberlândia, no dia 24 de agosto, às 10h, acontece a tradicional Cavalgada Camaru. O passeio abre oficialmente a Exposição Agropecuária de Uberlândia – Camaru 2014. A cavalgada irá sair do Estádio Airton Borges, passando pela Avenida Floriano Peixoto, Avenida João Naves de Ávila até o Parque Camaru, onde os cavaleiros serão recebidos com uma grande festa. Reginaldo da Silva, um dos organizadores do evento, diz que a preparação para o encontro começou há quatro meses. “Já fizemos reuniões com a Setran, Polícia Militar e avaliamos o melhor itinerário”, analisa. Várias comitivas já foram confirmadas. “Durante o ano, participamos de várias cavalgadas, assim convidamos cavaleiros do Brasil inteiro”, salienta. Nesse ano, espera-se cerca de três mil cavaleiros. “Será um recorde”, frisa Silva. Haverá premiações com troféus o cavaleiro mais novo, mais velho, a melhor traia e a amazona mais bonita, julgados pela comissão organizadora. “No dia da cavalgada, a

preparação dos animais envolve banho, tosa, limpeza e estão prontos para desfilarem”, afirma Eduardo Resende que já confirmou sua participação na Cavalgada Camaru desse ano.

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Cavalgada Camaru pretende reunir 3 mil cavaleiros


Após implantação da AISP Rural, roubos diminuem Criminalidade no campo é reduzida com a polícia especializada Por Priscilla Rocha

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esde dezembro de 2013, Uberlândia conta com a Área de Segurança Pública Integrada – Aisp Rural. Essa conquista veio da luta do Sindicato Rural de Uberlândia em solicitar alternativas aos governantes para aumentar a segurança no campo. A AISP Rural une Polícia Civil e Polícia Militar para combater a violência no campo, com inteligência e eficiência. Os resultados da implantação já podem ser percebidos. De acordo com levantamento realizado pela Polícia Militar, o mês com maior índice de roubo foi em janeiro, primeiro mês após a inauguração da unidade – sendo três furtos e quatro roubos. Em fevereiro, uma quadrilha foi alcançada. “Após intenso trabalho dos policiais da subunidade, foi identificada uma quadrilha que atuava no campo e foram presos sete suspeitos. Com a prisão, o número de roubo a fazendas diminuiu consideravelmente, ocorrendo um roubo apenas em fevereiro e nenhum em março”, afirma o Comandante da Aisp Rural Capitão Júlio Cesar. O Capitão reforça, ainda, que o trabalho é constante. “É importante frisar também que os novos integrantes da quadrilha já foram identificados e os demais foram reconhecidos por intermédio de fotos e novos inquéritos já foram instaurados, ou seja, a AISP Rural está dando resposta à demanda de crimes violentos existente no meio rural”, analisa. Já os furtos, após análise, foi identificado

que eles ocorrem em regiões específicas. “Conseguimos identificar que a maioria deles ocorre em propriedades que são próximas de invasões ou assentamentos, devido à facilidade dos autores praticarem o crime e se refugiarem no interior dos assentamentos. Ocorreram furtos também na área de Balneário, como chácaras de Miranda, uma vez que a maioria das propriedades é de uso aos finais de semana e isso facilita a atuação dos criminosos, que aproveitam a ausência dos proprietários para a prática do crime”, finaliza. Além desse trabalho, a Polícia Militar instaurou um projeto junto à comunidade. Intitulado Rede de Vizinhos Protegidos da Zona Rural, o projeto visa a prevenção, além de propiciar trabalhos de investigação. Já são seis células desse trabalho na cidade.


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ARTIGO Diferimento da pastagem: uma estratégia para produzir pasto na seca Por MANOEL EDUARDO ROZALINO SANTOS*

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as pastagens, devido às variações do clima, observam-se dois períodos diferentes durante o ano: o “período das águas” e o “período de seca”. Os efeitos negativos da baixa produção de forragem durante o “período de seca” podem e devem ser contornados por meio de estratégias de manejo, como o diferimento da pastagem, uma técnica relativamente fácil e de baixo custo. Com o diferimento da pastagem, também chamado de pastejo diferido, “vedação” da pastagem e “produção de feno em pé”, selecionam-se determinadas áreas de pastagem na fazenda e as excluem do pastejo, geralmente no fim do “período das águas”. Com isso, ocorre uma produção de forragem, que será pastejada pelos animais durante o “período de

seca”. Em nossa região, em geral, o início do período de diferimento, tempo em que a pastagem fica sem animais, inicia em março e termina em junho. Normalmente, pastos diferidos possuem grande quantidade de forragem com baixa qualidade, que é chamada popularmente de “macega”. Porém, esse conceito não deve ser generalizado, porque ações de manejo podem ser adotadas para melhorar as características do pasto diferido, dentre as quais se destacam: a escolha da espécie ou de planta forrageira; a altura do pasto no início do período de diferimento; a adubação nitrogenada; a duração do período de diferimento; a subdivisão da área a ser diferida (diferimento parcial ou escalonado); e a suplementação do pasto diferido. Neste texto, iremos tratar da escolha da espécie de planta forrageira mais apropriada para o diferimento da pastagem.


bém não se recomenda diferir áreas de B. decumbens (capim-braquiarinha) com histórico de infestação de cigarrinhas-das-pastagens, pois no pasto diferido há formação de microclima mais favorável ao desenvolvimento desses insetos. As gramíneas de porte alto e com crescimento cespitoso, isto é, que formam touceiras, como as do gênero Panicum (por exemplo: capins Mombaça, Tanzânia, Colonião e Zuri), Pennisetum (grupo do capim-elefante) e Andropogon, quando diferidas ou em crescimento por períodos longos (acima de 90 dias), apresentam acúmulo de talos grossos, que diminui a relação folha/talo e o valor nutritivo do pasto e, portanto, não são indicadas para o diferimento. Após escolher a planta forrageira adequada para ser manejada no diferimento da pastagem, outras ações de manejo devem ser adotadas para produzir um pasto diferido de melhor qualidade na seca. Essas ações de manejo serão descritas nos próximos artigos dessa seção. Assim, no próximo artigo, será destacada a importância do controle do tempo em que o pasto ficará diferido, isto é, da duração do período de diferimento. • Professor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia

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Recomenda-se usar gramíneas de porte baixo, pois estas possuem, em geral, talos mais finos, o que favorece o aumento da relação folha/talo no pasto diferido. Maior relação folha/talo é desejável pelo fato da folha ser o órgão do pasto de melhor valor nutritivo e preferencialmente consumido pelo animal, em comparação ao talo. As plantas forrageiras indicadas para o diferimento também devem possuir bom potencial de produção de forragem durante o outono (fim de março até maio), época em que normalmente os pastos permanecem diferidos, ou seja, sem animais e, portanto, em crescimento livre e acumulando forragem para a seca. Também se deve evitar o uso de plantas forrageiras que concentrem a produção de sementes (fase reprodutiva) durante os meses em que o pasto fica diferido, isto é, após março em nossa região. Caso isso aconteça, o pasto ficará com grande quantidade de talo, o que é indesejável. As gramíneas do gênero Brachiaria (B. decumbens, B. brizantha cultivares Marandu, Piatã e Paiaguás) e Cynodon (capins-estrela, coastcross e tifton) são boas opções para o diferimento. A Brachiaria humidicola tem boa capacidade de acúmulo de forragem, porém, seu valor nutritivo é baixo em comparação ao das outras espécies de Brachiaria. Tam-


Cresce a produção de trigo em Minas Gerais A produção do estado deve crescer 32% em relação ao ano anterior Por Priscilla Rocha

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trigo é um dos produtos que a agricultura nacional ainda não consegue abastecer o mercado interno e, com isso, tem a necessidade de de importação do cereal. Principalmente, pelo trigo ser um item muito usado na cozinha brasileira, como para fabricação de pães e os mais variados tipos de massa. No Brasil, a região sul possui a maior produção de trigo do Brasil, res-

pondendo por mais de 90%. Porém, em Minas Gerais a área usada para a cultura praticamente dobrou nos últimos anos. Conhecida como Cerrado Central (os estados da região sudeste – Minas Gerais e São Paulo – e centro-oeste – Matogrosso do Sul, Goiás e Distrito Federal) tem usado o trigo como opção para a segunda safra sob irrigação ou sequeiro. Segundo o presidente da Associação dos Triticultores do Estado de Minas Gerais e dire-


mero incrementou a produção nacional, que esse ano deve crescer 33,4%. Já as importações caíram de 7 milhões para 5,5 milhões de toneladas. A expectativa é que o trigo ganhe ainda mais força nos próximos anos. De acordo com notícia divulgada pela Agência Minas, a meta para 2020 é colher 600 mil toneladas de trigo, provenientes de uma área de 180 mil hectares. O cereal é o segundo mais consumido no mundo e o aumento do preço foi um dos fatores que motivou esse crescimento na produção nacional. A triticultura tem baixo custo de produção sequeiro, diversifica a produção otimiza o uso da terra, possibilita a formação de palhada para o plantio direto, quebra o ciclo de pragas e doenças, já que é mais uma cultura para utilizar na rotação, além de ser resistente a temperaturas mais baixas.

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tor do Sindicato Rural de Uberlândia, Lucas Johannes Maria Aernoudts, a qualidade do trigo plantado na região é excelente. “A cultura de trigo no Estado vem crescendo nos últimos anos, isso por que existem variedades muito bem adaptadas a nossa região”, afirma. Em Minas Gerais, há três moinhos, sendo que um deles está em Uberlândia. “O mercado de trigo é grande e os preços são atrativos”, ressalta Aernoudts. Outra vantagem da região é que o plantio é feito logo após a colheita de soja e é colhido nos meses de julho e agosto. “ Conseguimos colher na entressafra”, conclui. De acordo com o levantamento feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o volume de trigo em Minas Gerais deve aumentar 32% em relação ao ano passado, fechando uma produção de 158,1 mil toneladas. O fator principal do aumento é justamente o aumento da área plantada, equivalente a 33,1%, comparando com 2013, chegando a 48,2 mil hectares destinados ao trigo no estado. O nú-


Agenda de shows está confirmada para o Camaru 2014 Cantores consagrados farão parte da festa

O 05/09 - Sexta-feira

29/08 - Sexta-feira

30/08 - Sábado

Por Gustavo Lazzarini

s músicos Gusttavo Lima, Lucas Lucco, Gian e Geovani, Claudia Leitte e Jorge e Mateus já estão confirmados para a 51ª Exposição Agropecuária de Uberlândia - Camaru 2014. O palco principal da festa será animado pelos maiores sucessos do Brasil, a partir de 29 de agosto, no Parque de Exposições do Camaru em Uberlândia (MG). Na sexta-feira (29), o cantor e compositor Gusttavo Lima apresentará no show de abertura da festa canções que viraram sucesso nacional. No sábado (30), será a vez da grande revelação nacional, Lucas Lucco, subir no palco principal do Camaru. O primeiro final de semana será encerrado com show gratuito de Gian e Geovani, no domingo (31), em comemoração ao aniversário de Uberlândia. As principais atrações da agenda voltam ao palco com os sucessos de Claudia Leitte na sexta-feira (5) e da dupla que arrasta multidões pelo país, Jorge e Mateus, que canta no sábado (6), para encerramento da agenda de shows do Camaru 2014.

A programação deste ano terá ainda participação de artistas regionais, em shows na arena de rodeio do evento, entre os dias 1 e 4 de setembro com entrada franca. Camaru 2014 A 51ª Exposição Agropecuária de Uberlândia – Camaru 2014 – é uma realização do Sindicato Rural de Uberlândia que acontecerá entre os dias 29 de agosto e 7 de setembro de 2014 no Parque de Exposições do Camaru, na Av. Juracy Junqueira de Rezende, 100 – Uberlândia (MG). O evento reúne entretenimento e negócios em uma área de 330 mil metros quadrados com shows, exposição e julgamento de animais, leilões, rodeio profissional, provas equestres, torneio leiteiro, fazenda escola, cursos e palestras. A praça de alimentação com a gastronomia regional e o parque de diversões são atrativos especiais para os visitantes. Outras informações: (34) 3292 8800 www.camaruoficial.com.br www.facebook.com/CamaruUberlandiaOficial


Área técnica será atrativo para negócios no Camaru

Programação técnica Cavalgada Camaru 2014 24 de agosto XV Exposição Especializada do Cavalo Mangalarga Marchador 28 a 31 de agosto Julgamento e exposição de bovinos Gir, Girolando e Nelore 1 a 7 de setembro 1º Congresso Internacional da Raça Senepol 1 a 5 de setembro Exposição de animais da Raça Senepol 29 de agosto a 7 de setembro Torneio leiteiro 3 a 6 de setembro – premiação carro e moto 0 KM Leilões Camaru 2014 31 de agosto – 12 horas 10º Leilão Cavalos do Brasil – Haras Capim Velho – Tatersal de Elite Camaru

01 de setembro – 19 horas Leilão embriões Senepol (beneficente) Castelli Hall 03 de setembro – 19 horas Leilão Parceiros do Senepol – Tatersal de Elite Camaru 04 de setembro – 19 horas Leilão Divertido da SCBA (itens doados por associados) – Castelli Hall 04 de setembro – 20 horas Leilão Senepol – Nova Vida e Convidados – Local a definir 04 de setembro – 20 horas 2º Leilão Virtual Mangalarga Marchador – Haras Ferolla e Convidados – Transmissão pelo Agro Canal 05 de setembro – 20 horas Leilão Senepol – 3G e Convidados – Tatersal de Elite Camaru 06 de setembro – 12 horas 3º Leilão Nelore UFU – Tatersal de Elite Camaru 07 de Setembro – 16 horas – 13º Leilão Nelore ACNTM – Tatersal de Elite Camaru Provas equestres 1º Mega prova da Independência de Três Tambores 06 de Setembro - 10 horas 1º Prova da Independência de Team Penning 07 de Setembro – 11 horas Fazenda Escola Camaru Crianças aprendem como são cultivados, processados e armazenados alimentos em visitas monitoras a uma fazenda modelo montada no Parque.

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A programação técnica preparada pelo Sindicato Rural de Uberlândia para a 51ª Exposição Agropecuária no Camaru representará importante atrativo para investidores do agronegócio nacional. Criadores e expositores de várias partes do Brasil apresentarão animais de genética superior em exposições especializadas e julgamentos de bovinos e equinos. O cronograma de leilões e o torneiro leiteiro organizados pela instituição também reunirão os principais nomes da pecuária nacional no parque de exposições de 29 de agosto a 7 de setembro. Os visitantes poderão ainda participar de rodeio profissional, provas equestres, projeto Fazenda Escola, cursos, palestras e ainda da tradicional Cavalgada Camaru que, este ano, pretende reunir 3 mil cavaleiros.


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Curso de doces oferece a oportunidade de ter o próprio negócio O programa do Senar inclui várias variedades de doces

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Por Priscilla Rocha

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar oferece diversos cursos gratuitos aos produtores rurais. Por meio do Sindicato Rural de Uberlândia, um dos cursos disponibilizados é o de Trabalho na Produção de Cons. Vegetais, Compotas, Frutos Cristalizados e Desidratados / Fabricação de Compotas, Frutos Cristalizados, Geléias e Doces em Pasta. Nesse ano, o curso que tem uma carga de 32 horas divididas em

quatro dias, já foi realizado uma vez na cidade. De acordo com o mobilizador do Senar em Uberlândia, Osmar Peixoto, dependendo da época, os tipos de doces ensinados podem mudar. “Os doces podem variar dependendo das frutas disponíveis, podendo ser doce em calda, cristalizados e em pasta, além de geléias. Existe também um curso específico para Doces de Leite, deste já ocorreram 2 treinamentos nesse ano”, reforça. Participam do curso de 10 a 12 alunos por


de produção dos doces”, destaca Alaide. Após o curso, os alunos estão prontos para trabalhar no mercado de doces. “O objetivo principal é a formação de profissionais qualificados para a agroindústria de doces”, conclui. Os interessados em participar desse ou de outros cursos do Senar podem procurar o mobilizador em Uberlândia, Osmar Peixoto, por meio do telefone (34) 9976-9570. Os cursos já agendados para os próximos meses você pode conferir na página 31. Todos são gratuitos e para participar é necessário apenas ter mais de 18 anos.

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turma, de acordo com a instrutora, Alaide Natalino. A maioria dos participantes é mulheres. “Não temos restrição aos homens, todos podem participar”. Alaide também ressalta que o curso possui uma parte teórica, mas 90% são feitos na prática. “Todos os alunos têm que realizar as tarefas e praticar de cada etapa da fabricação dos doces”. Sobre os doces, Alaide acrescenta. “Ensinamos como fazer doces em compota de frutas da época (cítricos, mamão verde, mamão maduro, figo, abóbora, abacaxi), geléia de frutas da época (morango, goiaba, maracujá, abacaxi), doces em massa (bananada, abóbora com côco, mamão ralado) e cristalizados ( nos mesmos sabores das compotas)”, explica. Além de colocar a ‘mão na massa’, os alunos são instruídos quanto à higiene. “Esse é o conceito básico pelo qual se inicia o curso e é relembrado e praticado em todas as atividades


Novo contrato de integração Documento permitirá mais tranquilidade e transparência aos envolvidos

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Por Agritap

pós inúmeras reuniões para análise, negociações e simulações das fórmulas que compõem o novo contrato de integração da BRF, pode-se classificar como finalizadas as negociações para a cadeia do suíno. De acordo com o diretor da Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba - AGRITAP, Juliano Fagundes, para que a associação dê carta branca aos associados para a assinatura do novo contrato, basta que seja anexado como adendo, um documento que evidencie as cláusulas pertinentes somente para a unidade de Uberlândia, como solicitado pela AGRITAP à integradora BRF.

Isso porque, sabe-se que cada unidade possui suas particularidades, e estas também devem ser atribuídas ao contrato que será assinado. O presidente da Agritpa, José Gaspar Faria, afirma que em breve os contratos ficarão prontos. “Nossa expectativa é de que, até o fim deste mês, estas questões já tenham sido finalizadas e o novo contrato assinado por todos os integrados de suínos. Para as demais cadeias, ainda não conseguimos evidenciar uma melhora significativa nas fórmulas de cálculos apresentadas até o momento, mas acreditamos que até o fim de agosto consigamos terminar estas negociações e estar com todos os contratos negociados e assinados, fazendo com que haja mais transparência e tranquilidade para todos os envolvidos no processo de integração.”

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Bouba aviária, o que é isso? A Bouba é uma doença viral das aves, sendo caracterizada pela formação de lesões na pele. Normalmente são encontradas nas áreas desprovidas de penas: Cabeça, Barbela, Carúncula, próximo à região do bico. A bouba não trás grandes prejuízos para as aves no campo; entretanto apresenta altas condenações de carcaças no abatedouro, reduzindo a velocidade de abate e consequentemente abatendo menor quantidade de aves/dia. O vírus está presente no ambiente e em situações de estresse e principalmente com a presença de vetores (insetos, moscas e mosquitos) a doença se manifesta.

Situações que propiciam o surgimento da doença: • Altas infestações de mosquitos nas granjas; • Alto número de aves bicadas com lesões na pele propiciando o contato com os insetos; • Áreas muito úmidas (cama molhada, acúmulo de água próximo a propriedade) favorecendo a reprodução dos vetores; • Composteiras descobertas favorecendo o aparecimento de moscas .


Enviar separadamente as aves e identificar o caminhão com animais que apresentam lesões.

Importante: Não há tratamento para as aves infectadas. Uma maneira de evitar o problema é adotar condições adequadas de manejo. PL 330/2011 - Agroindústria e Produtores Integrados: uma nova era? Fátima Bernardes ensina preparar um delicioso sanduíche de presunto; Tony Ramos diz que carne de verdade tem nome, enquanto Roberto Carlos degusta o apetitoso cachê. Nas costas dos jogadores da Seleção Brasileira, rei-

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O que devemos fazer? • Evitar altas infestações de moscas e mosquitos próximos aos aviários; • Manejar a cama para evitar umidade excessiva; • Vedar composteira e não deixar aves mortas expostas; • Tampar as aves mortas recolhidas do dia; • Realizar controle de moscas e mosquitos com iscas fornecidas pela empresa. Cuidados antes do abate: • Retirar as lesões quando estiverem secas; • Separar as aves com lesão em uma única divisória;


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na absoluta a marca da concorrente dos globais. A guerra está anunciada. Milhões de reais gastos em publicidade; mas, o sabor que nos apetece está amargando a vida do produtor rural. As agroindústrias, conhecidas como Integradoras, não abatem apenas animais, estão matando famílias e pessoas. A relação entre produtor rural integrado e agroindústria integradora atingiu níveis inaceitáveis de deterioração à medida que os contratos, outrora “apenas” abusivos, passaram a ser descaradamente descumpridos, levando à

bancarrota muitos produtores, que desesperados, cometeram a mais severa pena que alguém pode impor a si: o suicídio! Produtores, inicialmente confiantes nas promessas feitas por pessoas maquiavelicamente treinadas para iludir, foram convencidos a vender todo seu patrimônio para investir em granjas de suínos e aves, crentes na expectativa de melhor rentabilidade por metro quadrado que uma propriedade rural possa render; hoje lamentam a hipoteca que recai sobre suas propriedades; a não condição de manter seus filhos nas escolas e faculdades; a


tão selecionando integrados, para indicá-los como membros das comissões, ou seja, a composição paritária será apenas mais um engôdo! A divulgação deste assunto deve chegar a todos os produtores rurais, com empenho dos sindicatos rurais e associações de produtores integrados. Esta legislação somente será SADIA se aplicada com imparcialidade na SEARA rural.... Como diz o ensinamento do homem do campo: cateto fora do bando é comida de onça! Matéria extraída do portal: http://agrojur. blogspot.com.br, escrita pelo Consultor Jurídico da Agritap Gustavo Martins de Sá.

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falta de crédito; o desaparecimento das suas reservas financeiras e acima de tudo, a perda da auto-estima. Este cenário se multiplica em todo o país, sendo raras as integradores que realmente mantêm relação de verdadeira parceria com os produtores rurais, razão pela qual tramita o Projeto de Lei 330/2011 que pretende disciplinar este negócio jurídico assemelhando-o à FRANQUIA. A lei de franquias determina que na fase pré-contratual, o franqueador (dono do negócio) informe todos os dados necessários para que o pretendente a franqueado saiba onde está metendo o bedelho e tão importante quanto este documento (chamado de Circular de Oferta de Franquia - COF) é a imposição da NULIDADE do contrato, com direito à restituição de tudo que fora investido, além das perdas de danos caso tal instrumento não seja entregue ou contenha informações falsas! O PL 330 impõe o dever de cada agroindústria integradora elaborar o DOCUMENTO DE INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL (DIPC), que deverá ser atualizado trimestralmente. Merece aplauso este trecho do projeto de lei! Quem o redigiu não apenas conhece os contratos de integração, como sabe do quanto são verbalmente iludidos os frágeis (em nível educacional) produtores rurais. As promessas de rentabilidade terão que ser contidas no documento, formando prova favorável aos produtores. Outra inovação interessante é a criação das Comissões para Acompanhamento e Desenvolvimento da Integração e Solução de Controvérsias - CADISC, formadas por representantes das agroindústrias e dos produtores rurais, em mesmo número. No entanto, para ser realmente eficiente os produtores rurais precisam se unir e evitar o que já está acontecendo. As agroindústrias es-


Festa Junina reúne cerca de 1200 pessoas O evento reúne associados, diretores, colaboradores e parceiros do SRU

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Por Priscilla Rocha

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ealizada no fim de junho, a Festa Junina do Sindicato Rural de Uberlândia acontece há mais de 20 anos. O evento é uma oportunidade de reunir os diretores, associados, colaboradores e parceiros da entidade em torno da festa típica da zona rural. De acordo com o diretor responsável pelo evento, Zorival Tavares Carneiro, na ocasião é possível resgatar raízes. “Antigamente a maior parte da população vivia no campo, por isso a

Festa Junina surgiu na zona rural. O Sindicato Rural tem como responsabilidade também preservar a nossa tradição e proporcionar esse momento de confraternização”, resume. Zorival ainda agradeceu a todos que prestigiaram o evento. “A Festa superou as expectativas tanto na organização como na participação do pessoal. Foram cerca de 1200 pessoas. Só temos que agradecer a diretoria pelo respaldo e aos associados presentes que nos motivam a fazer cada ano uma festa maior!”, conclui.


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ARTIGO JURÍDICO

Horas in itinere Por ELAINE CRISTINA RIBEIRO LIMA*

como extraordinário e sobre ele deve incidir o adicional respectivo”. Sendo assim, o empregador rural deverá remunerar os empregados das horas que porventura são despendidas em transporte por ele fornecido, em local que seja considerado de difícil acesso ou não servido por transporte público regular, ou mesmo que seja servido por transporte público em horários incompatíveis com a jornada contratada. Mais informações poderão ser obtidas no departamento Jurídico do Sindicato Rural de Uberlândia, que oferece consultas gratuitas aos seus associados. * Assessora jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia

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ão consideradas horas in itinere o período despendido com o transporte fornecido pelo empregador, entre o ponto de embarque e local de trabalho de difícil acesso. As horas in intinere correspondem ao tempo à disposição do empregador, quando o local da prestação de serviços encontra-se fora do perímetro urbano, em local de difícil acesso, ou seja, impossível de ser atingido pelo obreiro sem o uso de transporte. Para o Tribunal Superior do Trabalho, nos termos da Súmula 90, considera-se horas in intinere: “SÚMULA Nº 90 - HORAS IN ITINERE. TEMPO DE SERVIÇO. I - O tempo despendido pelo empregado, em condução fornecida pelo empregador, até o local de trabalho de difícil acesso, ou não servido por transporte público regular, e para o seu retorno é computável na jornada de trabalho. II - A incompatibilidade entre os horários de início e término da jornada do empregado e os do transporte público regular é circunstância que também gera o direito às horas IN ITINERE. III - A mera insuficiência de transporte público não enseja o pagamento de horas IN ITINERE. IV - Se houver transporte público regular em parte do trajeto percorrido em condução da empresa, as horas IN ITINERE remuneradas limitam-se ao trecho não alcançado pelo transporte público. V - Considerando que as horas IN ITINERE são computáveis na jornada de trabalho, o tempo que extrapola a jornada legal é considerado


ARTIGO TÉCNICO PRA – Programa de Regularização Ambiental

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Por ADALTO FRANCO E EQUIPE*

onforme descrito no artigo sobre o CAR – Cadastro Ambiental Rural da edição anterior desta revista, trataremos aqui do Programa de Regularização Ambiental – PRA. Ao inscrever o imóvel no CAR, ocorrerá a disponibilização e integração dos dados no Sistema de Cadastro Ambiental Rural -SICAR (o qual a cuja função é de receber, gerenciar e integrar os dados do CAR de todos os entes federativos). Durante a inscrição do CAR, as informações ambientais exigidas no cadastro, como a localização dos remanescentes de vegetação nativa das áreas de utilidade pública, das Áreas de Preservação Permanente - APP’s, das áreas de uso restrito, das áreas consolidadas e das Reservas Legais-RL’s, bem como as áreas em recomposição, recuperação, regeneração ou em compensação, serão filtradas e, sendo identificada a existência de passivo ambiental pela desconformidade, o proprietário ou possuidor de imóvel rural poderá solicitar de imediato a adesão ao PRA (Programa de Regularização Ambiental). PRA’S – Programas de Regularização Ambiental Serão instituídos, nacionalmente, e compreenderão o conjunto de ações ou iniciativas a serem desenvolvidas com o objetivo de adequar e promover a regularização ambiental dos imóveis que possuírem algum tipo de irregularidade constatado no preenchimento do CAR. Estes programas restringem-se à regularização das Áreas de Preservação Permanente – APP’s, de Reserva Legal e de uso restrito, que poderá ser efetivada mediante recuperação, recomposição, regeneração ou compensação. São instrumentos do Programa de Regularização Ambiental: I – O Cadastro Ambiental Rural – CAR; - A inscrição do imóvel rural no CAR é condição obrigatória para a adesão ao PRA; II – O Termo de Compromisso; - Documento formal de adesão ao PRA, com eficácia de título executivo extrajudicial e que irá conter, no mínimo, os compromissos de manter, recuperar ou recompor as áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso restrito do imóvel rural; III - Projetos de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas; - As atividades contidas nos Projetos de Recom-

posição de Áreas Degradadas e Alteradas deverão ser concluídas de acordo com o cronograma previsto no Termo de Compromisso. IV - As Cotas de Reserva Ambiental – CRA; - Título nominativo representativo de área com vegetação nativa existente ou em processo de recuperação para compensação de Reserva Legal fora da propriedade (mesmo Bioma), conforme o disposto no Novo Código Florestal Brasileiro (Lei Federal nº 12.651). Pela importância de informação detalhada e pelo espaço necessário, os assuntos Termo de Compromisso e CRA serão abordados na próxima edição desta revista. É importante lembrar que: • O certificado emitido pelo SICAR não substitui qualquer licença ou autorização ambiental para exploração florestal ou supressão de vegetação, como também não dispensa as autorizações necessárias ao exercício da atividade econômica no imóvel rural; • O declarante assume plena responsabilidade ambiental sobre o imóvel rural declarado em seu nome. Por tudo isso, pode-se deduzir que o preenchimento correto das informações solicitadas pelo CAR é de suma importância na regularização das propriedades. Mais uma vez recomendamos aos nossos associados, clientes e a todos os produtores e produtoras rurais que, antes de realizar a inscrição de sua propriedade, procure informações no Departamento Técnico Agropecuário do Sindicato Rural de Uberlândia para ter seu CAR preenchido de maneira correta. O acompanhamento técnico é muito importante para elaborar o CAR, os nossos técnicos e consultores estão capacitados e disponíveis para orientar os produtores rurais seguindo as exigências legais que norteiam o assunto. Consulte-nos! * Engº Agrº Adalto Franco e equipe Departamento Técnico Agropecuário do Sindicato Rural de Uberlândia adalto.franco@srural.agr.br (34) 3292 8811 / 9991 1293 / 3222 1220 / 9991 1493


INFORMATIVO SRU Reunião de diretoria

I Seminário Regional

Periodicamente, a diretoria do Sindicato Rural de Uberlândia se reúne para debater sobre as novidades do setor agropecuário e desenvolver ações para beneficiar o produtor rural. Nessas reuniões, questões internas do Sindicato também são trabalhadas, visando otimizar a gestão de forma que atenda cada dia melhor aos associados. O último encontro aconteceu no início de junho.

A Polícia Militar realizou no dia 17 de junho, no auditório do Sindicato Rural de Uberlândia, o I Seminário Regional de Combate e Fiscalização ao Roubo e Abate Clandestino de Animais. A abertura ficou por conta do presidente do Sindicato, Thiago Soares Fonseca, que ressaltou o trabalho da Área Integrada de Segurança Pública – Aisp Rural na região. O seminário contou com palestras sobre fiscalização de Guias de Transportes de Animais, fiscalização de abates clandestinos de animais e fiscalização de comércios que lidam com animais. Ao final, os presentes participaram de uma confraternização durante o almoço.

Os leilões são ótimas oportunidades de negócio para os pecuaristas. Confira os próximos leilões, promovidos pelo Departamento de Leilões do Sindicato Rural de Uberlândia, que acontecem no Parque de Exposições do CAMARU, no Tatersal Convencional, a partir das 16 horas: • 27/07 – Leilão Nelore e Cruzamento Industrial • 10/08 – Leilão Gado de Corte Especial • 24/08 – Leilão Boi Verde

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Leilão


Formação de Novas Lideranças Rurais Estão abertas as inscrições para o curso Formação de Novas Lideranças, programa do Sistema Fameg/ Senar. O curso acontecerá em Uberlândia e começa no dia 23 de julho, com término previsto para fim de setembro. A formação é gratuita e composta por cinco módulos, com os temas: O Mundo Contemporâneo do Agronegócio; Estado e Sociedade; Grandes Desafios do Agronegócio; Comunicação e Liderança. As turmas terão no máximo 40 alunos. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR oferece cursos gratuitos para os trabalhadores do setor rural. Para participar é simples: as inscrições são feitas no Sindicato Rural de Uberlândia. Os interessados devem entrar em contato com Osmar Peixoto, mobilizador do Senar Uberlândia, pelo telefone 9976 9570. Abaixo, os próximos cursos já agendados. • Aplicação de agrotóxicos: 21 a 23 de julho • Preparação de animais para exposição: 22 a 26 de julho • Pintura em tecidos: 28 a 31 de julho • Irrigação pivo central: 4 a 8 de agosto • Derivados do leite/básico: 18 a 22 de agosto • Derivados do leite/prod especiais: 15 a 19 de setembro

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Vistorias em atividades rurais Foi publicado, no início de junho, no Diário do Judiciário do TJMG, a suspensão da liminar que exigia um laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros para concessão ou renovação de licenciamento ambiental para empreendimentos rurais em Minas Gerais.

Vazio sanitário da soja Até o dia 30 de setembro, o estado de Minas Gerais passa pelo período de vazio sanitário, iniciado no dia primeiro de julho, a medida proíbe a presença de plantas vivas de soja nas lavouras. O objetivo é fazer o manejo da ferrugem asiática, evitando, assim, que o fungo se reproduza em plantas remanescentes. São isentas da medida as áreas de pesquisa científica e de produção de sementes genéticas, quando autorizadas, controladas e monitoradas pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O produtor rural que não atender à medida poderá ser autuado e multado. Nesse ano, o IMA irá fiscalizar 573 propriedades no estado. No ano passado, das 574 propriedade que passaram por fiscalização, 105 foram notificadas e sete multadas.

Plano Agrícola e Pecuária 2014/2014 para pecuária A partir do dia primeiro de julho, os recursos para custeio e investimento do Plano Agrícola e Pecuária (PAP) 2014/2015 para a pecuária estão disponíveis nas instituições financeiras. Dentro dos limites disponíveis para custeio pecuário, cada produtor poderá contratar até R$ 1,1 milhão que poderá ser utilizado para financiar desde retenção de matrizes até animais para engorda em sistema de confinamento. Para isso, é necessário apresentar projetos. Com informações da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).


Apicultura migratória A técnica consiste em levar as colméias de abelhas para as floradas das lavouras. A técnica é válida, de acordo com especialistas, uma colméia fiz pode render até 25 kg de mel por ano, já a colméia migratória chega a 100 kg por ano. A apicultura migratória também poliniza pomares e outras culturas, que dependem da presença das abelhas para sua frutificação e a qualidade de produção, podendo aumentar a produtividade de algumas culturas. Porém, para aplicar a técnica é preciso conhecimento, ferramentas e equipamentos necessários para o transporte das colméias.

Renegociação de dívidas Os produtores rurais que possuem inadimplência terão até dezembro de 2015 para formalizar uma proposta de quitação ou reparcelamento da dívida. Isso por que, no fim de junho, foi publicado no Diário Oficial a Lei 13.001, que reabre prazos e permite a negociação de operações de crédito rural transferidas à União, inscritas em Dívida Ativa - DAU. O texto sancionado pela Presidente da República regulamenta sem vetos a Medida Provisória 636/13, aprovada em caráter de urgência pelo Senado em maio. Com informações da Faemg

Para controle e combate efetivo a algumas modalidades de crime, a Área Integrada de Segurança Pública - Aisp Rural instituiu o projeto Rede de Vizinhos Protegidos da Zona Rural. Essa ferramenta auxilia a Polícia Militar na realização de prevenção. Para a Polícia Civil, o projeto auxilia nos trabalhos de investigação criminal, tanto em relação as informações a serem repassadas bem como a vigilância das propriedades. São seis células já inauguradas, sendo a última Célula Terra Branca. Abaixo, as fotos de inauguração. Em Julho será a inauguração de mais uma célula, na qual ficou denominada “Boa Esperança”. A célula está localizada na região do Vale do Rio Douradinho.

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Rede de Vizinhos Protegidos da Zona Rural


SERVIÇOS E CONVÊNIOS

PARA O ASSOCIADO • •

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Leilão Camaru / Comercialização de animais através de leilões Desconto de 0,5% (meio por cento) na comissão de compra e venda de seus animais Emissão de notas fiscais e recolhimento do ICMS, pagamento de GTA Assessoria Jurídica Assessoria técnica Agropecuária Revista Camaru - Bimestral Inscrição de Produtor Rural Programa de Regularização Fiscal – Contribuição Sindical (CNA) Espaços no Parque de Exposições (Preferência e preços especiais na utilização das instalações do Sindicato Rural) Entrada gratuita na Exposição Agropecuária de Uberlândia (sócio titular, esposa,filhos e dependentes legais) Declaração de Exército de Atividade Rural para efeito de aposentadoria Certificação Digital Desconto no aluguel de Bais para equinos

CONVÊNIOS • • • • • • • •

Convênio SENAR-MG - Profissionalização de mão de obra rural Convênio com a UNIMINAS (15% de desconto) Convênio com a POLITÉCNICA (10% de desconto) Convênio com a UNIPAC (40% de desconto) Convênio com a UNITRI (30% de desconto) Convênio com a UNIESSA (desconto especial) Convênio com o IPG – Instituto de Pós Graduação (10% de desconto) Convênio com a faculdade Esamc (30 a 40% de desconto nos cursos de graduação e 20% nos cursos de pósgraduação) Convênio com a FAZU (Uberaba)

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• ÓRGÃOS INSTALADOS NESTE SINDICATO • IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária • SOLUÇÃO RURAL LTDA. • Área Integrada de Segurança Pública AISP Rural • DEPTº TÉCNICO AGROPECUÁRIO • AGRITAP - Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto do Paranaíba • ACNTM - Associação dos Criadores de Nelore do Triângulo Mineiro • APDC – Associação de Plantio Direto no Cerrado Fones: (34) 3292-8809 ou PABX: (34)3292-8800 associados@camaru.org.br

ANIVERSARIANTES JULHO DE 2014 ASSOCIADOS Adriano dos Reis Fernandes...................................................................................................................... 01/jul Carlos Gilberto Caleiro Guimarães........................................................................................................02/jul Décio Gonzaga Simôes Júnior..................................................................................................................02/jul Luis Adauto Rodrigues Gomes................................................................................................................02/jul Antônio dos Reis da Silva............................................................................................................................04/jul Gustavo Galassi Gargalhone.......................................................................................................................04/jul Paulo Roberto Carrijo......................................................................................................................................04/jul Zelma Braz de Queiroz..................................................................................................................................04/jul Benedito Lázaro Belut....................................................................................................................................05/jul Cenir de Oliveira Freitas..............................................................................................................................05/jul Irany de Paulo Rodrigues............................................................................................................................05/jul José Ferreira de Souza..................................................................................................................................05/jul Osmarindo Fernades.......................................................................................................................................05/jul Adelaide Rezende Siquieroli....................................................................................................................06/jul Plínio Antônio de Moraes.............................................................................................................................06/jul Morum José Lopes Bernardino............................................................................................................... 07/jul Dorival Carrijo Rodrigues............................................................................................................................08/jul José Antônio da Silveira................................................................................................................................09/jul Marcos Antônio Vieira...................................................................................................................................09/jul Egno Pereira Rocha........................................................................................................................................... 10/jul Samuel de Melo.................................................................................................................................................... 10/jul Rodrigo Zumpano de Oliveira.....................................................................................................................11/jul Walter Knychala.....................................................................................................................................................11/jul José Ernesto Cadelca........................................................................................................................................ 12/jul Gilberto da Cunha Machado Neto.......................................................................................................... 14/jul Carlos Augusto Ribeiro Franco................................................................................................................ 18/jul Ivaldo Vicente Naves........................................................................................................................................ 19/jul Noé Gomes Filho.................................................................................................................................................. 19/jul Isper Salim Curi...................................................................................................................................................20/jul Maria Edith Pereira Vanni..........................................................................................................................20/jul Neilson Honorato da Costa..........................................................................................................................20/jul Cileide Miranda Santos.................................................................................................................................22/jul Ana Alves Pelegrini.......................................................................................................................................... 23/jul Antônio Pereira Barbosa.............................................................................................................................. 23/jul Luiz Carlos Pereira de Sousa................................................................................................................... 23/jul Jarbas de Oliveira Alves...............................................................................................................................24/jul Geraldo Gil Faggioni.......................................................................................................................................... 25/jul Lucimar Costa....................................................................................................................................................... 25/jul Getúlio Feliciano Guimarães...................................................................................................................... 27/jul João Carlos Semenzini................................................................................................................................... 27/jul Maria Abadia de Sousa................................................................................................................................. 27/jul Dagmar José dos Santos...............................................................................................................................28/jul Márcio Antônio Mendes de Almeida..................................................................................................29/jul Petronilho Resende...........................................................................................................................................29/jul Fernandes Naves Ferreira..........................................................................................................................30/jul Walter Gomes da Rocha.................................................................................................................................30/jul Aldair Álvares .......................................................................................................................................................31/jul Jaci Vasconcelos de Freitas..........................................................................................................................31/jul Rondon Pacheco....................................................................................................................................................31/jul Vanderli Afiz Elias...............................................................................................................................................31/jul

COLABORADORES Rosidelma Pereira Dia..................................................................................................................................... 19/jul Daniela Carvalho C. Ribeiro........................................................................................................................26/jul


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Revista Camaru - Julho 2014 by Sindicato Rural de Uberlândia - Issuu