Skip to main content

Revista Camaru - Abril 2014

Page 1

S I N D I C ATO R U R A L D E U B E R L Â N D I A Ano 10 – nº 61 – distribuição dirigida


DIRETORIA Presidente Thiago Soares Fonseca 1º Vice-presidente Júlio César Pereira 2º Vice-presidente Gustavo Galassi Gargalhone 1º Tesoureiro João Carlos Semenzini 2º Tesoureiro Claudionor Nunes de Morais 3º Tesoureiro Lucas Johannes Maria Aernoudts 1º Secretário Carlos Gonçalo Neves 2º Secretário Zorival Tavares Carneiro

Palavra do Presidente

E

ntregamos ao Estado de Minas Gerais, em março, uma Feira que superou todas as expectativas. A Femec 2014 foi um sucesso graças ao trabalho de um conjunto de pessoas que trabalharam fortemente para que o evento se consolidasse como a Feira do Agronegócio do Estado de Minas Gerais. O Sindicato Rural de Uberlândia e seus diretores não mediram esforços para oferecer bons negócios aos produtores rurais da região, trazendo empresas dos mais diversos setores, com preços melhores e variedades de produtos. Além de conhecimento, por meio de um ciclo intenso de palestras dos mais diversos assuntos. Gostaríamos de agradecer a todos que acreditaram nesse projeto e contribuíram para que Uberlândia pudesse ter uma feira desse porte e aos parceiros que fizeram esse sonho possível. Agradecemos também aos mais de cem expositores que trouxeram tecnologia de ponta e condições de pagamentos especiais aos nossos produtores rurais. Agradecemos, ainda, aos mais de 23 mil visitantes nos 4 dias de evento. Em 2015, a Femec volta com a certeza de que será um grande evento, com o objetivo de fomentar o setor do agronegócio, movimentando toda cadeia na região do Triângulo Mineiro. A data já está marcada, a Femec 2015 acontecerá entre os dias 24 e 27 de março. Nessa edição, você confere uma cobertura completa da feira, com informações dos quatro dias de evento que movimentou a cidade e o mercado do agronegócio do estado. Forte abraço e boa leitura!

3º Secretário Dagmar José dos Santos Suplentes da Diretoria Eduardo Jorge Milagre Sérgio Vieira Attiê Eduardo Dessimoni Teixeira José Antônio Marquez Grama Roger Crosara Mansur Délcio Vieira Tannús Filho Milton de Almeida Magalhães Júnior Paulo Euclides Ochiucci Pedro Roberto de Oliveira Conselho Fiscal Antônio José de Almeida Fausto Elias Nascimento Leon Bernardo Knychala Matheus Giovanni P. Fernandes Suplentes do Conselho Fiscal Gilvan Sorna de Paula Luiz Augusto de Castro Marquez Matheus Giovanni Pereira Fernandes Conselho Consultivo Odelmo Leão Luiz Humberto Carneiro Paulo Roberto Andrade Cunha Paulo Ferolla da Silva

FALECONOSCO 3292-8800 PABX Sindicato Rural 3292-8830 FAX 3292-8809 Atendimento ao associado 3292-8810 Departamento de leilões 3292-8811 Dep. técnico/licenciamento ambiental 3292-8814 Instituto Mineiro de Agropecuária 3292-8816 Delegacia Rural 3292-8816 Agritap 3292-8832 Nelore 9971-6202 Departamento jurídico 3292-8800 Clube Amigos da Terra 3291-8827 Ass. Plantio Direto no Cerrado 3292-8834 E-MAILS camaru@camaru.org.br ascom@camaru.org.br associados@camaru.org.br leilao@camaru.org.br

EXPEDIENTE JORNALISTA RESPONSÁVEL Fabiana Barcelos MTB: 09413 REDAÇÃO Gustavo Lazzarini Juliana Gaspar Laura Domingos Marília Coelho Priscilla Rocha COLABORADORES Assessoria Emater Assessoria Prefeitura Municipal de Uberlândia PAGINAÇÃO House Design - Wilson - 34 3219-0618 FOTOS Clécio Foto e Vídeo Femec FOTOS AÉREAS Maycon Fotos Aéreas 34 8842 6756 REVISÃO Ares Comunivação IMPRESSÃO Gráfica Brasil Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores. Esta é uma publicação mensal do Sindicato Rural de Uberlândia com distribuição gratuita

ANUNCIE 3292-8805 DANIELA COLLANTONI 99681983


MAYCON

VISTA AÉREA da terceira edição da Femec

Femec 2014 movimenta R$ 202 milhões em Uberlândia Evento recebeu mais de 20 mil visitas em quatro dias

PAG. 4

A

Por Gustavo Lazzarini

terceira edição da Femec superou as expectativas da diretoria do Sindicato Rural de Uberlândia. Realizada de 25 a 28 de março de 2014, com patrocínio do Sebrae, a feira atingiu a marca de R$ 202,8 milhões em negócios fechados. O número é 69% superior ao registrado em 2013, quando expositores somaram R$ 120 milhões em vendas. O fluxo de pessoas esperadas para esta edição também surpreendeu. Nos quatro dias, mais de 23 mil visitas de produtores rurais de todo o país foram registradas no Parque de Exposições do Camaru. Neste ano, participaram 109 expositores; crescimento de 30 % em relação à última edição. Para o presidente do Sindicato Rural, Thiago Soares Fonseca, a maior conquista da Femec é o benefício gerado para o associado do Sindi-

FEMEC recebeu 23 mil visitas em quatro dias

GRANDES NEGÓCIOS foram fechados na feira


FOTOS: CLÉCIO FOTO E VÍDEO

THIAGO FONSECA afirma que maior conquista é para associados do Sindicato e produtores rurais mineiros

PRODUTOR compara marcas e modelos antes de tomar decisão

cato e para produtor rural mineiro. “Até a criação da Femec, Minas Gerais não tinha uma grande feira, o que fazia nossos produtores se deslocarem até outros estados como Goiás, São Paulo e Bahia para comprar máquinas e implementos em condições diferenciadas. Agora eles têm essa oportunidade aqui em Uberlândia”, destaca Fonseca. O presidente atribui o crescimento da Femec aos bons negócios realizados nas primeiras edições do evento. “Os próprios produtores

NOVIDADES da indústria foram apresentadas na Femec

PAG. 5

INFORMAÇÕES TÉCNICAS estavam disponíveis em todos os estandes

rurais que fazem boas compras a cada ano acabam atraindo novos investidores, por isso chegamos a este crescimento”, avalia Fonseca. O presidente ressalta ainda que, além de efetivar vendas, a Femec representa importante oportunidade para prospecção de novos clientes que serão trabalhados pelas empresas ao longo do ano. O organizador da feira, João Carlos Semenzini, afirma que o Sindicato Rural trabalha para que o produtor mineiro encontre na Femec os preços iguais aos das grandes feiras do país, seja ele de médio e grande porte, ou da agricultura familiar. “O produtor mineiro tem o Sindicato Rural de Uberlândia como sua casa para fazer as compras todo ano no mês de março”, afirmou.


ABERTURA SOLENE foi acompanhada por centenas de convidados, autoridades e jornalistas

Parcerias estratégicas fortalecem a Femec Órgãos e entidades apoiaram a feira Por Gustavo Lazzarini

PAG. 6

O

Sebrae, patrocinador da Femec 2014, part i c i p o u e f et i va m e n te da concepção da feira e da composição do programa de capacitação oferecido pelo evento. Profissionais da entidade ministraram palestras sobre planejamento e controle financeiro de empresa rural e planejamento de fazendas orgânicas. Para Fabiana Queiroz, analista de negócios no Sebrae, a Femec é uma grande oportunidade de orientação, capacitação gerencial, conhecimento de novas tecnologias e insumos

para o homem do campo. “A Femec também é importante momento para ampliação de parcerias entre empresas fornecedoras e compradores da cadeia do agronegócio, fortalecendo e consolidando a marca Sebrae junto aos produtores rurais”, afirma Fabiana. A Prefeitura Municipal de Uberlândia, parceira do Sindicato na realização da Femec, organizou clínicas tecnológicas com foco na melhoria da renda do agricultor. Técnicos da Secretaria de Agricultura Pecuária e Abastecimento ministraram cursos com orientações sobre Políticas Públicas para a Agricultura Familiar,

como Programa de Aquisição de Alimentos (PAA); Crédito Rural, Piscicultura, entre outros. Para o prefeito de Uberlândia, Gilmar Machado, o aspecto relevante da Femec é a possibilidade de promover o debate tecnológico, gerar negócios e oferecer capacitação técnica no mesmo ambiente. “Recebemos uma série de pequenos produtores nos cursos oferecidos pela secretaria para melhorar sua produção e habilitá-los a fornecer alimentos para a merenda escolar”, disse o prefeito. Gilmar Machado destacou ainda o fato da Femec estar entre as 10


Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo, sediado aqui em Minas Gerias. Aqui o produtor pode fazer interação entre conhecimento, inovação tecnológica e comercialização de produtos”, afirmou. “Para nós, o ponto alto da feira foi o reconhecimento da 6ª Região do Queijo Minas Artesanal”, concluiu o secretário referindo-se ao fato do Triângulo Mineiro ter sido reconhecido oficialmente na feira como região produtora do queijo. O Ministério do Desenvolvimento Agrário participou da Femec este ano pela segunda vez com o programa Mais Alimentos. O ministro Miguel Rosseto esteve em Uberlândia na ocasião e afirmou que feiras de máquinas agrícolas são espaços para difusão da tecnologia de produção agropecuária e locais para fazer negócios. Rosseto defende que

feiras como esta contribuem para que a produção agropecuária seja mais sustentável no Brasil. “A Femec é um exemplo disso na medida em que articula as empresas e o conhecimento dos melhores manejos agropecuários. A feira representa um ponto de estímulo à melhoria da produção e da produtividade agropecuária”, disse o ministro.

ZÉ SILVA esteve na feira como Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais

ANALISTA de negócios no Sebrae, Fabiana Queiroz, participou da Femec

PREFEITO GILMAR MACHADO falou da importância da Femec em discurso de abertura

FOTOS: CLÉCIO FOTO E VÍDEO

maiores feiras de máquinas do Brasil e ser a única de Minas Gerais. Gilmar Machado parabenizou a diretoria do Sindicato pela realização da feira destacando o fato da Femec conseguir aliar o agronegócio à agricultura familiar. “Além de comercialização, queremos desenvolver pesquisa e capacitação para dotar o homem do campo de conhecimento”, concluiu o prefeito. A participação do Governo de Minas foi determinante para o sucesso do evento. Por meio da Secretaria de Agricultura Pecuária e Abastecimento e ações da Emater-MG a feira chegou ao conhecimento de produtores de vários municípios do estado. Para o secretário da pasta, Deputado Federal Zé Silva, a Femec se consolidou como a feira mineira do agronegócio. “Este é o elo de ligação entre os estados de

PAG. 7

MIGUEL ROSSETO participou do encerramento da Femec 2014


Femec tem impacto positivo na economia local Aproximadamente 6 mil empregos foram gerados

FOTOS: CLÉCIO FOTO E VÍDEO

Por Gustavo Lazzarini

A

PAG. 8

EVENTO gera mais de 6 mil empregos diretos e indiretos na cidade

demanda por produtos, serviços e mão de obra local durante a Femec representa importante fonte de geração de empregos no município de Uberlândia. A superintendência do Sindicato Rural calcula que a feira gere cerca de 6 mil empregos diretos e indiretos garantindo renda extra para profissionais de diversos setores. O impacto econômico gerado pela Femec começa em sua fase de planejamento, três meses antes do evento, e é percebido principalmente por empresas de manutenção, montadoras de estandes e coberturas, locadoras de mobiliário, agências de modelos e recepcionistas, fornecedores de publicidade e propaganda, além de

empresas de transportes, lazer, hotelaria, segurança e alimentação. O presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Soares Fonseca, afirma que a Femec tem importante papel para o mercado de Uberlândia na geração de receitas. “Muitos negócios são gerados para empresas de Uberlândia como consequência da feira e estes recursos ficam na economia local”, disse. Na avaliação do Uberlândia Convention & Visitors Bureau, o trade turístico local registra impacto financeiro positivo devido à Femec. “Enxergamos este tipo de evento como muito importante para a cidade, pois movimenta redes de hotéis, bares, restaurantes e meios de transportes. Registramos um aumento expressivo de demanda na época da feira”, afir-


FEMEC movimenta vários setores da economia local

PAG. 9

mou o presidente da entidade, Luiz Gustavo Fernandes. Na avaliação da Associação dos Profissionais de Propaganda (APP Uberlândia), a Femec é um evento muito positivo também para o mercado da comunicação. Para o vice-presidente da instituição, Carlos Magno d’Armada, um evento desses é tudo o que o mercado espera. “A Femec movimenta toda a cadeia da propaganda local”, afirmou. Na avaliação do presidente em exercício, da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia, Fábio Pergher, os efeitos posteriores à realização da Femec para o mercado podem ser muito superiores aos impactos imediatos causados pelo evento. “Nesta época a economia da cidade recebe empresas de fora que acabam fixando suas raízes aqui”, disse. “E este efeito ‘pós-feira’ não é quantificável, só temos certeza de que é muito grande e importante para Uberlândia e região”, concluiu.


CLÉCIO FOTO E VÍDEO

FEIRA DE TOUROS do Pró-Genética teve grande movimento durante a Femec

Feira representa oportunidade para pecuaristas Feira Pró-genética comercializou animais ‘melhoradores’ Por Gustavo Lazzarini

PAG. 10

A

Femec é uma boa oportunidade também para criadores de gado. A feira de touros PO do programa Pró-Genética, realizada durante o evento, viabilizou a comercialização de 30 animais chamados de “melhoradores”. O programa que visa à melhoria do rebanho bovino mineiro ofertou exemplares das raças Nelore, Guzerá, Senepol, Brahman, Girolando e Simental. Os animais expostos foram provados e atestados antecipadamente pelas respectivas associações das raças e se encontravam prontos para iniciar a reprodução nas fazendas. Conforme afirma o coordenador da feria, e diretor do Sindicato Rural, Dagmar dos Santos, o Pró-Genética é vantajoso para o comprador,

pois ele pode escolher o animal que deseja comprar entre os de vários criatórios participantes e ainda pode pagar de maneira facilitada. “Os negócios nesta modalidade de feira são feitos diretamente com o proprietário do animal”, conta Dagmar. Já para quem vende, segundo ele, a vantagem é que não há cobrança de comissão e o recebimento é sempre à vista, mesmo que a transação seja financiada. O preço médio dos animais girou em torno de R$ 6 mil com possibilidade de financiamento por meio de linhas de crédito específicas. As taxas de juros praticadas nas transações, segundo a organização, foram entre 3 e 6 %, dependendo do perfil do investidor, com 5 anos de prazo para pagar e 2 anos de carência.


CHEGOU O CUSTEIO FÁCIL CAIXA. A NOVIDADE DO BANCO DAS MELHORES TAXAS PARA INCENTIVAR AS MELHORES SAFRAS. O Brasil está batendo recordes no agronegócio. Para incentivar ainda mais o bom momento do setor, a CAIXA oferece uma opção de crédito mais simples de contratar: o Custeio Fácil CAIXA. Comece a pensar agora no seu próximo plantio. Com a parceria da CAIXA, o agronegócio em 2014 promete muito mais. Encontre as agências da CAIXA que disponibilizam o crédito rural no site www.creditoruralcaixa.com.br. CAIXA. A vida no campo pede mais que um banco.

caixa.gov.br SAC CAIXA: 0800 726 0101 (informações, reclamações, sugestões e elogios) Para pessoas com deficiência auditiva ou de fala: 0800 726 2492 Ouvidoria: 0800 725 7474 Crédito sujeito a análise.

Paula Fernandes

PAG. 11

Almir Sater


Feira de equinos gera bons negócios na Femec 70% dos animais foram comercializados Por Gustavo Lazzarini

PAG. 12

FEIRÃO Cavalos & Cia foi novidade na Femec

FOTOS: CLÉCIO FOTO E VÍDEO

U

m dos destaques da Femec este ano foi o Feirão Cavalos & Cia. A iniciativa proporcionou importantes negócios para criadores e compradores que visitaram a feira. A experiência desta modalidade de comercialização, realizada pela primeira vez no evento, foi positiva segundo a organização. A feira colocou à disposição 28 animais destinados a atividades como trabalho, esporte, lazer e genética, além de exemplares para venda de cobertura. De acordo com o diretor do Sindicato, responsável pela ação, Gustavo Galassi, mais de 70 % dos animais expostos foram comercializados. “O feirão foi uma excelente vitrine para os haras participantes que puderam divulgar seu trabalho para compradores de outras cidades da região”, revelou. Na avaliação do diretor, os compradores também tiveram vantagem de poder escolher o animal que precisavam considerando sexo, idade e cor, além de terem tempo

ANIMAIS para trabalho, esporte, lazer e genética foram vendidos na feira de equinos

suficiente para negociar valores e formas de pagamento diretamente com vendedores. O preço médio dos lotes girou em torno de R$ 17 mil e os prazos negociados variaram entre 20 e 30 parcelas conforme acordo entre as partes. A surpresa maior para a organização do feirão foi o grande interesse dos visitantes pelas palestras apresentadas pela professora Claudia Leschonski, médica veterinária da Universidade do Cavalo. O público para as apresentações foi superior ao esperado. Em 3 dias a especialista em equinos falou sobre o mercado de cavalo e os cuidados com os animais para uma plateia de mais de 250 pessoas. Galassi destacou ainda que a ideia do feirão é agregar outros setores relacionados à atividade como o comércio de vestimentas e selaria, que já participaram da feira este ano, além de atrair nas próximas edições empresas da indústria de nutrição e saúde animal. “Em 2015 o feirão terá novo formato com muitas novidades”, concluiu.


PAG. 13


FOTOS: CLÉCIO FOTO E VÍDEO

PROGRAMA de capacitação teve mais de 1600 participantes

Produtor rural busca conhecimento na Femec

Foram realizadas mais de 30 palestras e clínicas tecnológicas

PAG. 14

O

Por Gustavo Lazzarini

amplo programa de capacitação oferecido pela Femec este ano atraiu interessados de várias partes do Brasil. A direção do Sindicato Rural enxerga o conhecimento como forte aliado para o aumento da produtividade agropecuária e por isso preparou um cronograma que atendesse a demanda de diferentes perfis de produtores rurais. O evento este ano contou com mais de 30 apresentações de palestras e clínicas tecnológicas que receberam cerca de 1600 participantes. A presença de entidades representativas do setor foi determinante para o sucesso da ini-

ciativa. Temas ligados à agricultura, pecuária, piscicultura, equinocultura, avicultura e suinocultura foram tratados por especialistas durante a feira. Cursos sobre gestão da pequena propriedade rural e políticas públicas para agricultura familiar despertaram interesse especial do público. O ciclo de palestras da Femec 2014 contou com a participação das seguintes instituições: Sebrae, Sindicato Rural de Uberlândia, Prefeitura Municipal de Uberlândia, Emater-MG, ABCZ, Ambev, Amipa, Universidade Federal do Paraná, Embrapa, CNPQ, Fapemig, Epamig, Supram, Unitri, BRF, IFTM, IAC APTA, UFU e Universidade do Cavalo.

CLÍNICAS do Sebrae possibilitaram maior atenção a produtores rurais

TEMAS relacionados ao mercado do cavalo atraíram interessados para palestras


CADEIRAS de rodas arrecadadas na Femec foram doadas para entidades

Campanha arrecada 27 cadeiras de rodas durante a Femec Durante o Integração Rural, o Cebrac arrecadou doações

A

Por Gustavo Lazzarini

campanha “Cadeiras Solidárias”, realizada pelo CEBRAC em conjunto com o Sindicato Rural de Uberlândia e a TV Integração, arrecadou 27 cadeiras de rodas durante a Femec. A ação ocorreu durante o evento Integração

Rural promovido pela TV Integração na feira. Para conseguir as cadeiras, o projeto fez coleta de latas de alumínio e teve adesão de expositores que colaboraram com doações. A entrega das cadeiras foi feita na presença de representantes das entidades beneficiadas e empresários que participaram da iniciativa.

A diretoria do Sindicato Rural de Uberlândia já definiu a data para a realização da Femec no ano que vem. A próxima edição da feira acontecerá de 24 a 27 de março de 2015. Grande parte dos expositores abordados pela

comissão organizadora no último dia do evento já confirmou a participação. Informações e reservas de espaços podem ser antecipadas com o setor comercial do Sindicato Rural de Uberlândia pelo telefone (34) 3292 8840.

PAG. 15

Femec tem data marcada para 2015


Triângulo Mineiro recebe certificado Queijo Minas Artesanal A homologação foi publicada pelo IMA Por Ana Gabriela Faria (Comunicação Emater-MG/ Regional Uberlândia)

PAG. 16

A

gora, o queijo produzido na região do Triângulo Mineiro é reconhecido oficialmente como Queijo Minas Artesanal, sendo permitido a sua comercialização. Juntamente à Uberlândia, os municípios de Araguari, Cascalho Rico, Estrela do Sul, Indianópolis, Monte Alegre, Monte Carmelo, Nova Ponte, Romaria e Tupaciguara passam a formar a sexta região produtora de Queijo Minas Artesanal do Estado. O ato de homologação da 6º região produtora do Queijo Minas Artesanal aconteceu durante a Femec 2014, no estande do Governo de Minas. Na ocasião, o Secretário de Estado de Agricul-

tura, Pecuária e Abastecimento, José Silva Soares, entregou ao vice-prefeito de Uberlândia, Paulo Vitiello, o relatório de pesquisa de qualidade do Queijo Minas Artesanal, que descreve as características do queijo do Triângulo Mineiro. A homologação foi publicada pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) na Portaria 1.397/2014. As outras cinco regiões reconhecidas como produtoras do Queijo Minas Artesanal são: Canastra, Serro, Araxá, Cerrado e Campo das Vertentes. “Agradeço ao apoio dado pelo município em viabilizar o reconhecimento do Queijo Minas Artesanal do Triângulo Mineiro. A certificação do queijo é uma forma de qualificar e manter uma tradição tão mineira”, co-


FOTOS: CLÉCIO FOTO E VÍDEO

seguir uma série de normas criadas pelo IMA, que abrange desde a sanidade do rebanho até a higienização do ambiente e manuseio depois da produção do queijo. O Programa Queijo Minas Artesanal executado pela Emater-MG assegura, principalmente, aos pequenos produtores de leite mais uma alternativa para a comercialização de seu produto, com maior valor agregado, gerando mais emprego e melhorando sua qualidade de vida.

PRODUTOR JOSÉ EUSTÁQUIO e Deputado e Secretário Zé Silva na FEMEC

PAG. 17

mentou o secretário. O produtor José Eustáquio Moreira, de Uberlândia, deu continuidade a um trabalho que passou de geração a geração em sua família e recebeu um prêmio durante o ato de homologação na Femec. “Foi muito gratificante receber o certificado como primeiro produtor a receber o selo junto ao IMA como produtor do Queijo Minas Artesanal do Triângulo Mineiro. Esse reconhecimento agrega valor e reconhecimento em nível nacional do nosso trabalho”, ressalta Moreira. Joaquim Severino Neto, produtor de queijo há mais de 20 anos, em Monte Carmelo, também recebeu a autorização para comercializar. “É uma vitória porque agora posso vender meu queijo para qualquer lugar do Brasil”, comenta. Segundo o Secretário José Silva, para a produção do Queijo Minas Artesanal é necessário


FOTOS BETO OLIVEIRA/SECOM/PM

Uberlândia passa a integrar o circuito nacional de Feiras Agricultura Familiar foi destaque na terceira edição da Femec

PAG. 18

A

Por CÁSSIA BOMFIM - Agricultura e Abastecimento

Femec contribuiu para consolidar a cidade como referência para o setor. Nessa terceira edição, milhares de produtores, agricultores e visitantes tiveram a oportunidade de realizar grandes negócios e angariar conhecimentos. A Femec já é considerada a maior feira oficial do Estado de Minas Gerais e está entre as 10 maiores do país no ramo do agronegócio. Através da Secretaria de Agropecuária e Abastecimento e da Fundação de Excelência Rural de Uberlândia (Ferub), a Prefeitura Municipal teve participação efetiva no processo de consolidação do evento. Junto ao Sindicato Rural, realizador da Femec, o Município conseguiu agregar negócios e capacitação técnica e profissional com um diferencial importante: focar as ações na agricultura familiar. De acordo com a secretária Vanessa Petrelli,

tudo isso propicia a realização do Feirão Mais Alimentos, que financia máquinas por meio do Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), investimentos em máquinas menores, insumos e defensivos para atender às necessidades dos agricultores. “Uberlândia é o grande polo do agronegócio por inúmeros motivos. Aqui temos uma rede de produção e distribuição de insumos, grandes atacadistas, logística favorável, ponto geográfico estratégico, entre outras vantagens. Além disso, a Feira do Agronegócio movimenta outros setores essenciais para o desenvolvimento do município”, ressaltou. O encerramento da Feira contou com a participação do ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto. Junto ao prefeito Gilmar Machado, foram assinados três contratos para aquisição de máquinas e equipamentos por meio do programa Mais Alimentos. Assim, os produtores beneficiados da agricultura familiar poderão am-


Durante os quatro dias do evento, a cidade recebeu mais de 40 caravanas de cidades da região e até dos estados de Goiás e São Paulo. Os interessados tiveram acesso fácil e rápido ao crédito para financiar maquinários, além de participar de cursos de capacitação que são essenciais para o homem do campo. Vanessa Petrelli explicou que antes muitos produtores precisavam se deslocar para outros municípios e até estados em busca de opções para aquisição de máquinas, agora isso pertence ao passado. Para o próximo

ano, a expectativa é que haja mais investimentos e participações do setor de aquicultura e a possibilidade de concessionárias de caminhões. DEZ MIL PESSOAS VISITARAM ESTANDE DA PREFEITURA Somente no estande da Prefeitura Municipal passaram cerca de 10 mil pessoas durante a terceira edição da Femec. Foram ministradas 29 palestras com os diversos temas: Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Crédito Rural, Agroindústria de Pequeno Porte Rural, Avicultura Caipira, Piscicultura, Predomínio Agroecológico, Regularização Ambiental para Piscicultura, Doenças em Peixes e Gestão de Pequenos Produtores Rurais. Entre os produtores que firmaram o financiamento na parceria do Mais Alimentos com o Banco do Brasil, está o cafeicultor Claudinei Vanço. Após ouvir sobre as outras edições da feira, o produtor veio pela primeira vez e logo fechou negócio para expandir o cultivo. O produtor adquiriu, pelo prazo de 10 anos, uma carreta e um lancer distribuidor para trabalhar em sua propriedade, no município de Araguari. Ele tem 11 hectares onde cultiva café. Outro fator fundamental nesta área é o espaço na produção de alimentos dentro da Agricultura Familiar que contribui para a geração de renda, proporcionando a permanência do homem no campo com qualidade de vida. Em Uberlândia, existem 2.960 propriedades rurais cadastradas e cerca de 2.200 pertencem à Agricultura Familiar. Para isso foram realizados todos os procedimentos necessários para a inclusão dessas propriedades. Desse montante, em torno de 840 são de assentamentos de reforma agrária.

PAG. 19

pliar a produtividade nos segmentos de aves, vacas leiteiras, café e piscicultura. Esses contratos consolidam o Programa Mais Alimentos, estimulando o crédito para investimentos na propriedade rural. Miguel Rossetto ressaltou a importância da agricultura familiar em todos os níveis e com dados concretos. “O setor representa mais de 70% da mão de obra do campo e contribui com quase 35% do PIB. Essas feiras têm a grande virtude de se tornarem espaços de difusão da tecnologia de produção, de fazer negócios e estimular a renda, tornando mais sustentável a agropecuária do Brasil”, disse o ministro durante discurso no encerramento da Femec. Na última safra, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) investiu mais de R$ 5,2 bilhões na aquisição de máquinas e equipamentos em todo o país, sendo que Minas Gerais foi responsável por utilizar 18% desses recursos, ou seja, próximo de R$ 1 bilhão. Para a nova safra, a meta do MDA é alcançar R$ 6 bilhões em investimentos. E toda essa tecnologia é produzida no Brasil, fomentando a indústria nacional. AGROPECUÁRIA REGIONAL


Leilão Inconfidência chega a sua 13º edição Evento foi realizado no Parque de Exposições do Camaru Por PRISCILLA ROCHA

PAG. 20

R

ealizado no dia 13 de abril, o Leilão Inconfidência foi um sucesso! De acordo com o diretor do Sindicato Rural de Uberlândia e realizador do evento, José Antonio Marquez Grama, cerca de 50 compradores estiveram presentes e conferiram os 104 lotes ofertados no dia. “O evento atendeu às expectativas. Quero agradecer a diretoria do Sindicato e todas as pessoas que foram prestigiar o nosso trabalho”, ressalta. Cerca de 700 pessoas compareceram ao leilão, que trouxe mais de duas mil cabeças de Nelore e Cruzamento Industrial de marca única (único criador). O Leilão Inconfidência é realizado anualmente e teve sua 13º edição com a venda de mais de duas mil cabeças de gado. Em 13 anos, mais de 30 mil animais foram comercializados.

LUIZ HUMBERTO CARNEIRO e JOSÉ ANTONIO MARQUEZ GRAMA, diretores do SRU


Pela segunda vez, o Banco Santander participa da Femec 2014. A Feira, nesse ano, dobrou de tamanho e as oportunidades oferecidas para negócios foram diversas. Para isso, o Santader esteve presente como a única instituição financeira privada no evento. Na oportunidade, pudemos apresentar nossos serviços, fechar negócios e prospectar clientes que temos a certeza que serão efetivados durante o ano.

Estamos muito felizes em ter participado dessa feira com organização, disciplina e dedicação.

PAG. 21

Parabéns a todos os organizadores do evento, revendas e empresas.


AISP Rural apresenta resultados à comunidade rural Em poucos meses de atuação, projetos foram implantados e recuperações feitas

PAG. 22

A

INFORMAÇÕES DA POLÍCIA CIVIL E MILITAR

AISP RURAL (Área Integrada de Segurança Pública Rural), instalada no mês de Dezembro do ano passado em Uberlândia, com atuação conjunta das Polícias Civil e Militar, vem desenvolvendo relevantes trabalhos junto às comunidades rurais desta cidade. Composta por uma Companhia da Polícia Militar e uma Delegacia de Polícia Civil, ambas especializadas na Área Rural, atinge-se o ciclo completo do trabalho policial, uma vez que, de forma conjunta e integrada os policiais das duas instituições desenvolvem seus trabalhos compartilhando informações em tempo real e empreendendo ações conjuntas em prol dos habitantes da zona rural. A AISP RURAL funciona em prédio anexo ao Sindicato Rural de Uberlândia, visando facilitar o acesso aos produtores rurais, onde em um mesmo complexo, poderão ter diferentes serviços prestados à comunidade rural, por meio da AISP, IMA, Sindicato Rural e demais parceiros. Comandada pelo Capitão PM Júlio César e pelo Delegado de Polícia Civil José Alencar Jr, a AISP RURAL em Uberlândia promoveu a aproximação das forças de segurança do Estado de Minas Gerais com aqueles que dedicam suas vidas às atividades de suma importância ao nosso país nos trabalhos do campo. Como resultado do trabalho, diversas unidades de Vizinhança Solidária Rural foram implantadas em Uberlândia; policiais civis e militares atuam diretamente na zona rural aumentando a sensação subjetiva de seguran-

ça para aqueles que vivem nas comunidades mais distantes. Centenas de cabeças de gado subtraídas foram recuperadas nos últimos meses e restituídas aos seus proprietários. Quadrilhas especializadas em praticar crimes contra o patrimônio foram identificadas o que proporcionou a elucidação de inúmeros crimes ocorridos e a apresentação dos autores à Justiça. Em trabalho integrado e conjunto, as Polícias Civil e Militar da AISP RURAL de Uberlândia caminham juntas com um único objetivo: a promoção da segurança pública rural à comunidade. AISP RURAL RECUPERA 21 CABEÇAS DE GADO NELORE No início de março desse ano, foi levado ao conhecimento da Polícia Militar que na Fazenda Planura, região rural de Uberlândia, havia ocorrido um roubo à mão armada, sendo roubadas 21 cabeças de gado Nelore. Segundo ocorrência, as vítimas foram abordadas por autores armados e encapuzados e que as amordaçaram e amarram no interior da sede da fazenda. Ao serem realizados os primeiros levantamentos, em ação conjunta entre os policiais militares e civis, foi possível identificar que a versão dos caseiros estavam contraditórias em relação aos fatos reais. Dessa forma, ao fazer um profundo levantamento foi identificado que o roubo era invenção das possíveis vítimas e que haveria alguns autores que estavam dando suporte ao crime. Consequentemente, os policiais deslocaram até a rodovia BR 497, sentido


identificou e reconheceu os animais como sendo de sua propriedade. Assim sendo, foram presos quatro autores que estavam envolvidos no crime, os animais foram apreendidos e feita a qualificação do autor da receptação. Os Boletins de Ocorrência foram encerrados nas delegacias regionais da cidade de Frutal e Uberlândia. Com a implantação da AISP RURAL na cidade de Uberlândia as Polícias Civil e Militar trabalham de forma integrada, compartilhando informações em tempo real, fato este que proporciona uma ação mais efetiva com otimização de resultados no controle à criminalidade no campo e também uma expansão das ações de polícia preventiva, como os projetos Vizinhos Protegidos da Zona Rural e CONSEP (Conselho Comunitário de Segurança Pública), proporcionando mais segurança às comunidades rurais de nossa cidade.

PAG. 23

à cidade do município de Prata, no Posto Cinquentão e foi localizado um dos autores (J. B. M., 31 anos) que ajudou a identificar mais um autor que auxiliou no crime (J.J.C, 35 anos). Eles alegaram que o gado foi transportado em um caminhão de cor amarela e que reconheceriam o motorista do caminhão se o vissem. Os policiais se deslocaram ao município de Prata e na fazenda denominada Chácaras Selim identificaram uma das vacas, por ser uma vaca nelore, com uma marca “A V” na perna traseira direita - mesmas características dos animais que foram furtados. Dessa forma, foi levantado no local que as demais vacas haviam sido conduzidas para o leilão na cidade de Frutal. Ao realizar contato com o município da 4ª Cia PM IND, no leilão de nome fantasia “Leiloboi”, foram identificadas vinte cabeças de gado da marca Nelore, com as mesmas características das haviam sido furtadas e no local a vítima


FEMEC A Soma Caminhões, participou da FEMEC 2014, expondo o caminhão e a oficina móvel, promovendo a apresentação do produto, agendando Test Drive e também, comercializando algumas unidades. Com expectativas superadas, ela já garantiu sua participação na FEMEC 2015, inclusive inv estindo em uma área maior e provav elmente com a participação da fábrica.

A CONCESSIONÁRIA A Soma Caminhões, concessionária autorizada DAF para a região de Goiás e Triângulo mineiro, está construindo sua sede própria na BR153 em Goiânia-GO, com uma área de 24.000 m2 e instalações modernas, seguindo os padrões mundiais da DAF. Porém, Já está funcionando provisoriamente com show room, vendas, escritório, peças e serviços, junto ao prédio da Somafertil Fertilizantes, também na BR 153 em Goiânia-GO. E contará em breve, com mais duas concessionárias sendo, uma em Uberlândia-MG e outra em Rio Verde-GO. Soma Caminhões, empresa do Grupo Somafertil, com mais de 46 anos de tradição no estado de Goiás, atuando

nos seguimentos de: máquinas agrícolas com a Massey Ferguson, veículos LAND ROVER , fertilizantes e agropecuária.

A FÁBRICA NO BRASIL A DAF é a marca líder no segmento de caminhões pesados na Europa, faz parte do grupo PACCAR (maior fabricante de caminhões do mundo) e atua há mais de 80 anos no mercado. Para os investimentos iniciais no Brasil, foi destinado uma verba em torno de 300 milhões de dólares aplicados na construção de sua fábrica, localizada em Ponta Grossa no Paraná. Já em pleno funcionamento e produzindo unidades com os respectivos códigos FINAME , financiamentos para Transportadoras, Autônomos e Produtores Rurais.


ASSISTÊNCIA TÉCNICA DIFERENCIADA A DAF Assistance 0800 703 3360, com cobertura nacional, oferece um serviço emergencial 24 horas durante 365 dias do ano e uso de serviços e peças genuínas, sem qualquer custo de deslocamento, mão-de-obra e peças, durante o período de garantia. O atendimento será realizado através de uma oficina móvel com mecânico treinado pela fábrica da DAF.

EQUIPE PRESENTE NA FEIRA FEMEC 2014: Marcelo Ferreira e Danilo Cabral – Diretores Soma Caminhões, Vitor Santos – Gerente Comercial Soma Caminhões, Jose Carlos Moura – vendedor MG, Volney Macchini – Gerente da fábrica da DAF, Daniel – Paccar Parts. No estande da Soma Caminhões, além dos clientes foram recebidos também, personalidades da política de Uberlândia tais como: prefeito, secretários e deputados que apoiam a nova revenda na região.

AÇÃO SOCIAL Preocupada com o bem-estar e buscando participar ativamente na comunidade em que atua, a Soma Caminhões fez a doação de cadeira de rodas para a CEBRAC, bem como, está propondo uma parceria junto a esta entidade para continuar com esta ação social, oferecendo uma cadeira de rodas para cada caminhão DAF vendido em Uberlândia-MG.

Atendimento (62) 3283-7476 www.somacaminhoes.com.br


BETO OLIVEIRA / SECOM/ PMU

Pronatec forma turma em Uberlândia

Em 2014 o número de vagas para os cursos do programa dobraram

PAG. 26

O

Por PRISCILLA ROCHA

Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em 2013, ofertou 3381 vagas, nos 57 cursos disponibilizados, formando 136 turmas somente em Uberlândia. Para 2014, os números aumentaram, são 5117 vagas pactuadas, 88 cursos ofertados e 258 turmas. De acordo com o ex-secretário municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, que acompanhou o desenvolvimento do Pronatec, Murilo Ferreria, a prefeitura tem o papel de detectar a demanda pelos cursos por meio das inscrições. “O Pronatec, além de oferecer qualificação profissional de qualidade, tem um papel social importante no desenvolvimento humano de Uberlândia. O programa vem transformando vidas, incentivando a volta à escola e oportunizando a melhoria da qualidade de vida e o acesso ao mercado de trabalho”, ressalta.

Junto ao Pronatec, a secretaria desenvolve o Pró-Trabalho, com objetivo de desenvolver ações voltadas para inserção no mercado de trabalho. Para isso, a diretoria de Geração de Emprego e Renda conta com cerca de 200 empresas e indústrias parceiras para conhecer a necessidade de mão de obra. Ainda segundo a secretaria, em 2013 cerca de 30% dos alunos foram inseridos no mercado. Os cursos voltados para o agronegócio, em 2013, foram poucos, apenas dois. Porém, a expectativa é que haja um aumento, não se esquecendo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar, que faz parte do Sistema S, e já oferta mensalmente cursos específicos do setor rural. “Temos hoje a parceria com o IFTM que já oferece cursos na área e buscamos parceria com o SENAR, que deve anunciar, já para o próximo semestre, novos cursos voltados para a agropecuária”, finaliza, Ferreira.


PAG. 27


Safrinha de grãos promete bons resultados no Triângulo Mineiro Condições climáticas são favoráveis para manter a produtividade

PAG. 28

O

Por MARÍLIA COELHO

plantio de grãos safrinha, ou safra de inverno, já está avançado em todo país, mas a área destinada para essa modalidade deve diminuir. De acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater de Uberlândia, é estimado que a área plantada do milho gire em torno de 5 mil hectares, e a produtividade prevista é de 4,8 toneladas por hectare. Para o sorgo, a estimativa é de 7 mil hectares de área plantada, com previsão de produtividade de 3,6 toneladas por hectare, e a avaliação para o trigo é de 2 mil hectares de área plantada, com produtividade podendo alcançar 1,5 toneladas por hectare. Apesar da diminuição da área destinada aos grãos, as condições são favoráveis à manutenção das produtividades das lavouras.

Para o presidente da Comissão de Grãos da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais e diretor do Sindicato Rural de Uberlândia - SRU, Claudionor Nunes, a safrinha está com expectativas muito boas em relação ao ano passado e aos anos anteriores, mas é imprescindível que continue chovendo. “O plantio da safrinha foi bem antecipado, por conta dos problemas que tivemos com a soja. Mas é preciso que chova durante abril e que em maio aconteça, pelo menos, uma chuva, para garantir a produtividade”, explica, afirmando, ainda, que as plantações estão bonitas e que a chuva, até então, aconteceu na hora certa. O plantio da safra de inverno começou em fevereiro e, neste ano, as apostas foram no milho, sorgo e no trigo. Carro chefe da safrinha, o milho também garante boas expectativas. Para


ladas de silagem de milho por hectare, esperando colher cerca de 100 sacas por hectare. Ao falar de expectativas, o diretor do SRU, Claudionor Nunes, lembra que é necessário, também, considerar a tecnologia implantada na safrinha. “A região do Triângulo Mineiro e, principalmente o município de Uberlândia, tem uma boa tecnologia, o que permite que a produção não dependa apenas da chuva”, diz. Com relação ao equilíbrio entre o valor de venda e os custos de produção, ele ainda afirma que, por enquanto, é difícil falar de preço na conta final. “No momento, o mercado está aquecido, os preços de hoje são bons, mas precisamos aguardar pra ver o que vai acontecer. Pra ter noção de liquidez, nós dependemos da safrinha do país todo, principalmente do Paraná e do Mato Grosso”, completa.

PAG. 29

aqueles plantados até o dia 15 de fevereiro, o histórico de produtividade é de cerca de 6 mil quilos, dependendo da variação de chuvas do período. Para o produtor rural Thiago Silveira, a produção do milho safrinha está quase maior que o da safra. Além disso, os investimentos também estiveram voltados para o sorgo, que tem o Triângulo Mineiro como principal região produtora do grão em Minas Gerais – com área destinada ao cultivo representando 46,91% do volume estadual. Thiago Silveira também acredita que as expectativas para o clima são favoráveis. “Tem chovido bastante na região, e a previsão para maio é boa. Isso é importante, porque é nesse mês que os grãos estarão granando”, completa. Em termos de produtividade, a intenção de Thiago Silveira é alcançar a média de 40 tone-


A silagem como solução para a pecuária leiteira Forragens no pasto são essenciais para lidar com mudanças climáticas Por JULIANA GASPAR

PAG. 30

O

leite é produzido no Brasil em toda a extensão do território, que em sua totalidade abriga as mais diferentes condições climáticas. Cada produção é habituada de acordo com as particularidades de tempo, solo, umidade e temperatura, entre outros. Há uma grande variedade de propriedades que utilizam técnicas diferentes para produção – desde métodos rudimentares até os mais tecnológicos. Uma região com o clima adequado, por exemplo, auxilia na criação de animais de raças especializadas e permite o desenvolvimento de espécies forrageiras de alta qualidade nutricional. Cenyldes Moura Vieira, presidente da Cooperativa Agropecuária LTDA. de Uberlândia (Calu), acredita que o crescimento da pecuária leiteira contribui para a melhoria no consumo do país e consequentemente traz benefícios para o produtor, que é remunerado pelas empresas. “Nos últimos anos, teve um o aumento da demanda dos produtos lácteos devido à melhoria da renda das famílias e pelo crescimento da população. Para cada 1% de aumento da renda familiar, aumenta 0,5% do volume dos produtos lácteos adquiridos.”, conta. Cenyldes ainda acrescenta que não há tanta disponibilidade de leite no mercado internacional, o que diminui a importação do produto e contribui para o fortalecimento da pecuária leiteira a nível nacional. Os últimos meses foram atípicos em relação ao clima e devido à grande produção de leite,

as grandes indústria formaram estoques de produtos. Porém, com o período longo de estiagem, as produções apresentaram perdas de lavoura, queda da qualidade das pastagens e a alimentação do rebanho ficou comprometida. O presidente da Calu diz: “Estamos em uma região onde a concorrência pelo produto é grande e todos estão a campo tentando aumentar suas escalas de captação para garantir sua produção no período da seca”. Para conter os danos, ele acredita que é necessário ter um bom planejamento, administrar melhor a oferta de produtos pro período de seca e planejar bem a atividade. “Nós acreditamos que esse ano será mais um ano bom para o produtor”, afirma. Em climas frios, ocorre uma diminuição quantitativa e qualitativa das pastagens, o que torna indispensável o uso de forragens. Cada pecuarista adota estratégias diferentes, de acordo com as condições do sistema de cultivo que utiliza na região. Uma vez que a pecuária de leite precisa de alimento em quantidade e qualidade que possam suprir as necessidades nutricionais dos animais, a produção de silagem se torna uma ótima opção para equilibrar a criação. As forragens são utilizadas no sistema de produção de leite com o objetivo de complementar dieta nos períodos escassos e aumentar a carga animal. O milho e o sorgo são as culturas mais indicadas, resultando em silagens de boa qualidade e sem emprego de aditivos ou pré-murchamento. A forragem de milho é uma das opções


ária leiteira e provoca um crescimento da produção”. A mudança climática também afeta a reprodução e produção de leite, pois os animais só entram em cio e produzem leite caso a forragem esteja adequada, fator que afeta também o peso e a desmama dos bezerros. A utilização da silagem oferece várias vantagens ao produtor, como a manutenção do valor nutritivo do pasto, que pode oferecer um cultivo de 30% a 50% mais nutrientes quando comparada à produção de grãos. Como a silagem é uma alternativa para as mudanças climáticas, ela oferece uma menor dependência das condições climáticas, além de demandar menor espaço de armazenagem e ter um menor custo em relação à fenação. O uso da silagem também tem alta aceitabilidade e possibilidade de liberar a área mais cedo para safrinha ou formação de pastagem.

PAG. 31

principais, já que oferece maior produtividade de matéria seca, com alto valor nutritivo e boa digestibilidade. Além disso, é indicada para ambientes de solos mais férteis, climas favoráveis e de alta tecnologia. Enquanto isso, o sorgo é indicado para locais de solos pobres ou próximos de centros urbanos. Durante o ano, há períodos favoráveis e desfavoráveis à produção de forrageiras, o que causa uma distribuição estacional. Esse fato origina consequências diretas para a pecuária de leite e de corte, uma vez que os animais podem perder peso no inverno e ganhar no verão. Paulo Euclides é pecuarista e confirma que no período de seca, o poder nutritivo dos pastos é baixo e a silagem é uma opção para a complementação alimentar dos animais. Ele conta as vantagens do clima chuvoso: “O período de chuvas ajuda bastante, favorece a pecu-


ARTIGO AMBIENTAL ITR – Imposto Territorial Rural

PAG. 32

H

Por ADALTO FRANCO*

á alguns anos, escrevemos nessa revista do Sindicato Rural de Uberlândia sobre este assunto tão importante para os produtores rurais que é o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Pela importância do assunto e pelas freqüentes autuações da Receita Federal do Brasil (RFB), abordamos novamente o tema, cumprindo com o nosso papel de informar e esclarecer dúvidas aos produtores rurais. O ITR incide sobre a maioria das propriedades rurais brasileiras, sejam elas de domínio útil ou mesmo posse do imóvel. Lembramos que o imposto não incide sobre pequenas glebas rurais, estas com área igual ou inferior a: • 100 ha, se localizado em município compreendido na Amazônia Ocidental ou no Pantanal mato-grossense e sul-mato-grossense; • 50 ha, se localizado em município compreendido no Polígono das Secas ou na Amazônia Oriental; • 30 ha, em qualquer outro município brasileiro (é o caso da nossa região). O ITR é calculado sobre o VTN (Valor Terra Nua) declarado, e deve ser entregue anualmente à Receita Federal do Brasil (RFB) até dia 30 de setembro. Frequentemente os proprietários de imóveis rurais nos perguntam, no Departamento Técnico do Sindicato Rural, qual o valor ideal que seu contador deverá declarar a terra nua para efeito do ITR. Nossa resposta a eles é que cada propriedade rural possui um valor individual, dependendo das características agronômicas, tipo e uso do solo, etc. O valor deve ser aquele próximo ao valor de mercado para a Terra Nua e isto só é possível tecnicamente

através de um Laudo de Avaliação de Imóvel Rural elaborado por um profissional avaliador, no caso, um Engenheiro Agrônomo devidamente habilitado para esta finalidade, obedecendo a NBR-14.653-3 (Avaliação de Imóveis Rurais). A Secretaria da Receita Federal do Brasil é a responsável pela emissão do ITR para efeito tributário. Quando a Receita na malha fina encontra valores declarados muito abaixo da realidade, notifica o proprietário para apresentar sua defesa, e esta documentação solicitada para a defesa necessariamente deve conter o Laudo de Avaliação do Imóvel do ano da autuação (normalmente a RFB notifica os últimos 5 anos). Na defesa, caso o laudo não seja satisfatório (não atenda a NBR 14.653) a RFB fará o novo cálculo do ITR baseado em informações do SIPT (Sistema de Informações de Preços de Terras), cujos valores de terra na região são fornecidos pelas Prefeituras Municipais, EMATER’s e Cartórios de Registro de Imóveis. O novo valor do ITR virá com juros e correção monetária, normalmente atingindo valores bastante significativos. Aconselhamos os produtores rurais, seja pessoa física ou jurídica, reverem os valores declarados de suas propriedades rurais pelos seus contadores, pois a Receita Federal tem feito muitas autuações relativas aos últimos 5 anos (para evitar prescrição). Evite aborrecimentos futuros, declarando seu ITR de maneira correta. Caso necessite de Laudo de Avaliação preventivo/corretivo ou receba em notificações da Receita Federal entre em contato conosco. * ENGº AGRº ADALTO FRANCO Departamento Técnico Agropecuário Sindicato Rural de Uberlândia (34) 3292 8811 / 9976 7475


CNA CARD SEGUROS

COMO FUNCIONA A CNA Card Seguros atuará ativamente nas negociações com as principais seguradoras do país, com vistas a proporcionar planos de seguros especiais com taxas reduzidas e atendimento preferencial. O setor rural poderá através da parceria CNA Card Seguros, traduzir os resultados obtidos com os volumes de contratações de seguros, obtendo descontos reais, reduzindo significativamente os custos e elevando as garantias. QUAIS SÃO AS LINHAS DE SEGUROS DISPONÍVEIS A CNA Card Seguros estará operando com todas as linhas de seguros existentes no país, principalmente, nas seguintes modalidades: • SEGURO SAÚDE • SEGURO AGRÍCOLA • SEGURO PECUÁRIO • SEGURO DE MÁQUINAS E IMPLEMENTOS • SEGURO DE TRANSPORTES

• • • • •

SEGURO DE VEÍCULOS SEGURO DE VIDA SEGURO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA SEGURO RESIDENCIAL SEGURO EMPRESARIAL

IMPORTANTE Você, Produtor Rural de todo o Brasil, poderá também buscar informações sobre a CNA Card Seguros junto a Federação de seu Estado e ao Sindicato Rural mais próximo, com total suporte e garantia de atendimento exclusivo, pois ele é mais uma ferramenta com a finalidade de fortalecimento do Sistema. COMO SERÃO TRATADOS OS SINISTROS Muito mais importante que a venda do seguro é o assessoramento ao segurado para que ele tenha um melhor custo benefício na aquisição e ainda, um bom atendimento em caso de sinistro, sendo assim, ao oferecer nossos serviços queremos, acima de tudo, estabelecer uma relação de confiança e parceria, disponibilizando profissionais especializados, prontos para atender as ocorrências de sinistros com rapidez e agilidade. QUERO COTAR Para obter todas as informações sobre os Seguros CNA Card, basta acessar os sites: • www.ruraleseguros.com.br • www.cnacard.com.br/clube-beneficios Para fazer uma cotação online acesse o site da Rurale, acima, vá até no menu Cotação Online e no sub-menu e clique no seguro que deseja cotar, ou entre em contato diretamente conosco. As cotações poderão ser feitas pessoalmente, ou através do e-mail: ruraleseguros@ruraleseguros.com.br, fones: (34) 9148-5485 e (34)3086-6670 ou através dos Sindicatos Rurais.

PAG. 33

A atividade agrícola, face às suas características, se sujeita a riscos de diversas naturezas, especialmente os decorrentes de eventos climáticos adversos ou das oscilações econômicas. A incidência de tais riscos, em lavouras, leva normalmente a frustrações de safras e, conseqüentemente, a prejuízos difíceis de serem suportados pelos agricultores. Por isso, um seguro rural é tão importante. Pode-se até dizer que todo fazendeiro precisa de seguro rural. O Seguro Rural privado é, ainda, incipiente no Brasil. A CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, pensando em gerar benefícios ao produtor rural do país no mercado segurador, firmou uma parceria com a Rurale Corretora de Seguros Ltda, que nominamos de CNA Card Seguros, a fim de trazer ao Produtor Rural a possibilidade de obter mais informações, melhores preços e melhores condições para a obtenção do Seguro em geral.


ARTIGO JURÍDICO Trabalho noturno rural

N

Por ELAINE CRISTINA RIBEIRO LIMA*

a zona rural, é rara a execução de trabalho noturno. Entretanto, ainda assim, se fazem necessárias algumas observações sobre essa modalidade de serviço, a fim de que o produtor rural evite a ocorrência de possíveis ações trabalhistas.

mente dito e o adicional de hora extra (50%, no mínimo) sobre a hora noturna. OBRIGATORIEDADE DE INTERVALO Os empregados que trabalham em horário noturno também têm direito ao intervalo para repouso e alimentação, conforme o número de horas laboradas durante a jornada de trabalho.

CONFIGURAÇÃO TRANSFERÊNCIA PARA TURNO DIURNO Considera-se trabalho noturno para a atividade rural o executado entre às 21h de um dia e às 5h do dia seguinte, na lavoura; e entre às 20h de um dia e às 4h do dia seguinte, na pecuária. Ao contrário do que ocorre para os trabalhadores urbanos (em que a hora do trabalho noturno é reduzida, sendo computada como de 52 minutos e 30 segundos), para a atividade rural a hora noturna não sofre qualquer redução temporal, tendo duração normal de 60 (sessenta) minutos. ADICIONAL NOTURNO O trabalho noturno deverá ser remunerado com o adicional de, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) sobre o valor de hora normal/diurna e, desde que pago com habitualidade, deverá ser integrado ao salário para todos os efeitos legais. Os adicionais pelo trabalho noturno deverão ser discriminados em folha de pagamento, sofrendo incidências de INSS, FGTS e IRRF.

PAG. 34

HORA EXTRA NOTURNA Quando a hora extraordinária for realizada no período noturno, caberá o pagamento de dois adicionais: o adicional noturno propria-

A transferência do empregado para o período diurno de trabalho implica a perda do direito ao adicional noturno, sem qualquer integração do adicional ao salário, conforme determina o Enunciado 265 do TST. Mais esclarecimentos poderão ser obtidos no Departamento Jurídico desta Entidade, que presta consulta gratuita a seus associados. * ELAINE CRISTINA RIBEIRO LIMA Assessora jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia E-mail: juridico@camaru.org.br


PAG. 35


INFORMATIVO SRU Senar

Leilão

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR oferece cursos gratuitos para os trabalhadores do setor rural. Para participar é simples: as inscrições são feitas através do Sindicato Rural de Uberlândia. Os interessados devem entrar em contato com o Osmar Peixoto, mobilizador do Senar Uberlândia, pelo telefone 9976 9570. Abaixo estão os próximos cursos já agendados.

Os leilões são ótimas oportunidades de negócio para os pecuaristas. Confira os próximos leilões, promovidos pelo Departamento de Leilões do Sindicato Rural de Uberlândia, que acontecem no Parque de Exposições do CAMARU, no Tatersal Convencional, a partir das 16 horas:

Derivados do Leite/ Produtos Especiais 5 a 9 de maio Doces Cristalizados e em pasta 19 a 23 de maio Fabricação de Jóias (PRONATEC) 30 de junho a 18 de julho

PAG. 36

Senar EAD O Senar também oferece cursos a distância. Dessa forma, o trabalhador rural pode aprender em casa, pelo computador. As inscrições por meio do portal (www.senar.org. br/ead) e são gratuitas. São 11 cursos, distribuídos em quatro programas (Empreendedorismo, Gestão de Negócios, Inclusão Digital e Qualidade de Vida). Nos próximos meses, o portal EaD SENAR vai disponibilizar cursos ligados às cadeias produtivas da piscicultura, silvicultura, ovinocultura de corte, heveicultura, bovinocultura de leite e bovinocultura de corte, floricultura e suinocultura. Esses cursos fazem parte do programa de capacitação tecnológica do SENAR, voltado para instrutores e técnicos do setor rural, sobre as principais mudanças e transformações significativas no processo produtivo em diversas áreas.

18/05 – Leilão Gado de Corte Especial 01/06 – Leilão Nelore e Cruzamento Industrial 15/06 – Leilão Gado de Corte Especial 29/06 – Leilão Nelore e Cruzamento Industrial

Varíola Bovina vamos combater! Causada por um vírus, a varíola bovina ataca, principalmente, as tetas da vaca, afetando diretamente na produção de leite. A doença pode ser transmitida ao homem por meio do contato do ordenhador com as feridas do animal. Para controlar a doença, segundo cartilha enviado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMS), as medidas são simples: separar e ordenhar por último os animais doentes; desinfetar as tetas antes da ordenha e as instalações com cloro; lavar as feridas com soluções à base de iodo; evitar que os bezerros mamem após a aplicação de medicamentos; usar luvas para a ordenha e desinfetá-las entre uma ordenha e outra; não consumir leite de vacas com a doença; não transitar com animais infectados; comunicar o IMA a ocorrência da doença. O ordenhador infectado deve procurar um médico para tratamento.


PAG. 37


SERVIÇOS E CONVÊNIOS

PARA O ASSOCIADO • •

• • • • • • •

• • •

Leilão Camaru / Comercialização de animais através de leilões Desconto de 0,5% (meio por cento) na comissão de compra e venda seus animais Emissão de notas fiscais e recolhimento do ICMS, pagamento de GTA Assessoria Jurídica Assessoria técnica Agropecuária Revista Camaru - Bimestral Inscrição de Produtor Rural Programa de Regularização Fiscal – Contribuição Sindical (CNA) Espaços no Parque de Exposições (Preferência e preços especiais na utilização das instalações do Sindicato Rural) Entrada gratuita na Exposição Agropecuária de Uberlândia (sócio titular, esposa,filhos e dependentes legais) Declaração de Exército de Atividade Rural para efeito de aposentadoria Certificação Digital Desconto no aluguel de Bais para equinos

CONVÊNIOS • • • • • • • •

Convênio SENAR-MG - Profissionalização de mão de obra rural Convênio com a UNIMINAS (15% de desconto) Convênio com a POLITÉCNICA (10% de desconto) Convênio com a UNIPAC (40% de desconto) Convênio com a UNITRI (30% de desconto) Convênio com a UNIESSA (desconto especial) Convênio com o IPG – Instituto de Pós Graduação (10% de desconto) Convênio com a faculdade Esamc (30 a 40% de desconto nos cursos de graduação e 20% nos cursos de pósgraduação) Convênio com a FAZU (Uberaba)

PAG. 38

• ÓRGÃOS INSTALADOS NESTE SINDICATO • IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária • SOLUÇÃO RURAL LTDA. • Área Integrada de Segurança Pública AISP Rural • DEPTº TÉCNICO AGROPECUÁRIO • AGRITAP - Associação dos Granjeiros Integrados do Triângulo Mineiro e Alto do Paranaíba • ACNTM - Associação dos Criadores de Nelore do Triângulo Mineiro • APDC – Associação de Plantio Direto no Cerrado Fones: (34) 3292-8809 ou PABX: (34)3292-8800 associados@camaru.org.br

ANIVERSARIANTES ABRIL/MAIO DE 2014 ASSOCIADOS João Ferreira Borges .................................01/abr Helvio Rodrigues Gil...................................01/abr Luiz Loureiro Guimarães......................02/abr Adolfo José de Almeida..........................04/abr Gilmar Goudard.............................................04/abr Herlandes Davi Silveira ........................06/abr Izolina Alves da Mota ..............................09/abr Armando Gomes Rodrigues .................10/abr Orestes Gonçalves de Oliveira ............11/abr Claudio Vilela Barbosa ..............................11/abr Antônio Carlos Ribeiro...............................11/abr Elida Biasi Pereira Silva..........................13/abr Walter de Vasconcelos .............................14/abr Domicio Ricardo Borges de Moraes.14/abr Weltesley Cunha Pereira.........................14/abr Nelson Gaspar Agostinho.......................15/abr Fausto Elias Nascimento ........................15/abr Eugênio Pacelli Freire ..............................16/abr Rejane Pereira Guimarães ....................16/abr Márcio Silva Nascimento........................18/abr Carlos Paulo Rauscher.............................18/mai Sabrina Silveira Rodrigues ..................18/abr Claudiano Alves Freire ............................19/abr Osmar José Pereira da Silveira .........19/abr Leonardo Bruno de Oliveira ................19/abr Eder Luis de Oliveira ................................19/abr Virmondes Ferreira Fernandes.......20/abr Luiz Antônio M. Vasconcelos ............20/abr Sérgio Guimarães Resende...................21/abr Fernando Andrade Rezende.............. 22/abr Hilton Fagundes da Cruz ..................... 22/abr Itamar Netto..................................................... 22/abr Sebastião Gomes Pelegrini.................. 23/abr Alfredo Fonseca Marquez Júnior... 23/abr José Antônio Silva Nogueira ............. 26/abr Sérgio Silvani................................................. 26/abr Alexandre Mello Soares ....................... 26/abr Odorico Pereira ............................................ 27/abr José Luiz Alves Vieira ........................... 27/abr Luiz Carlos de Sousa.................................01/mai Genoveva Dias Knapp............................. 03/mai Nilson Pereira da Cruz.......................... 03/mai Fernando Santos Silveira..................... 04/mai Joaquim Tavares Chaves......................05/mai Leonardo Marques de Ávila................05/mai Donizeth Urzêdo de Queiroz............ 06/mai João Evangelista Dami............................ 06/mai Sérgio Borges Netto ................................ 06/mai

Antônio Ribeiro..............................................10/mai Delcio Vieira Tannus Filho...................10/mai Osvaldo Higino de Mendonça.............. 11/mai Jairo Guimarães de Oliveira.................. 11/mai Fernando Rauscher..................................... 11/mai Antônio Rodrigo Corrêa .........................12/mai Pedro Roberto de Oliveira Júnior.....13/mai Divanira Alves da Silva...........................14/mai Genival Soares dos Santos....................14/mai Júlio César Ortu.............................................14/mai Rivelino Aparecido Pereira..................14/mai Edgard Felix dos Santos.........................15/mai Leandro Pereira.............................................16/mai Luiz Alberto Garcia.....................................17/mai Patrick Yukio Decker...............................17/mai Waldemar Pereira Espindola..............19/mai Ivo José de Miranda...................................19/mai Maurício Mori.................................................19/mai Mirtes Cury de Almeida....................... 20/mai Ricardo Cardoso Souza.......................... 20/mai João Alberto Mendonça ..........................21/mai Yara Guimarães ............................................21/mai Omar Teodoro Silva Júnior....................21/mai Edison de Almeida.................................... 22/mai Ari de Sousa................................................... 22/mai Fábio Félix Gonçalves...............................23/mai Isolina Fernandes de Paiva................ 24/mai José Henrique Guimarães................... 24/mai Oswaldo Firmino Júnior........................ 24/mai Márcio Aparecido Nery..........................25/mai Odelmo Leão Carneiro Sobrinho.... 26/mai Samara Driessen Van Ass................... 26/mai José Hamilton Galvão............................... 29/mai Aristides Sarkis da Silva Rocha..... 30/mai Daurea Abadia de Souza .................... 30/mai Valdo Alves Rodrigues.............................31/mai Carlos Henrique Pereira da Silva....31/mai Edison Pereira da Silva...........................31/mai

COLABORADORES Maria Betânia da Silva Oliveira.........17/abr Janaina Medeiros Souza.......................20/abr Luiz Antônio dos Santos........................ 22/abr Sebastião Willian dos Santos............. 27/abr Carlos Antônio dos Santos.................... 28/abr José Gaspar de Faria.................................07/mai Elaine Cristina Ribeiro Lima...............12/mai Paulo Cesar dos Santos............................17/mai


PAG. 39


PAG. 40


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Revista Camaru - Abril 2014 by Sindicato Rural de Uberlândia - Issuu