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Nossa Voz \ Edição de 22 de julho de 2019

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Clóvis Victória Jr./SindBancários

Jornal dos Banrisulenses | Fetrafi-RS | SindBancários | Sindicatos do Interior | 22/07/2019

DOS(AS) GAÚCHOS(AS)

Existe alguém que não queira ser dono de uma empresa que lucra R$ 1 bilhão por ano? Por incrível que pareça, existe: o governador Eduardo Leite. Desde o início dos anos 90, o Banrisul não sai da mira dos grandes bancos e quase foi vendido inúmeras vezes. Por um terço da vida, o Banrisul conviveu com a ameaça de privatização. O problema é quando um modelo de gestão se limita a vender o patrimônio. Leite não tem outra estratégia além de privatizar. Quando candidato, afirmou

27º

A nossa vida passa pelo Banrisul

que não utilizaria esse dinheiro para pagar despesa e colocar no custeio. Chegou a dizer que seu antecessor cometia crime ao fazer isso com o dinheiro da venda de ações.

Ao assumir, “esqueceu” todas as promessas. Ou, como há quem diga por aí, deu um “Pinóquio” e mentiu mesmo. Já anunciou que deve utilizar os ganhos com privatizações para pagar despesas.

MOBILIZAÇÃO É TUDO

ENCONTRO NACIONAL DOS BANRISULENSES

Um exemplo das duas caras de Leite? Disse na campanha eleitoral que ia debater o plebiscito na Assembleia Legislativa, acabou com ele e já prepara a venda do setor energético

Ato unificado pediu diálogo à nova diretoria do Banrisul e anunciou que jornada de luta em defesa do banco público segue mobilizada em todo o Estado

(CEEE, SulGas e CRM). Pode sobrar para o Banrisul? Sim, o governo do Estado quer vender mais ações ordinárias até que reste apenas uma em seu poder. Se isso não é entregar o banco, o que vem a ser? Pendurar o Banrisul em apenas uma ação é perigoso demais para a história do banco púbico dos gaúchos. Não dá para tirar o olho do Banrisul, como a gente sabe e sempre soube nestes 30 anos de defesa do banco dos(as) gaúchos(as). Se olhar pro lado, o governo Leite entrega o banco público de todos os gaúchos para um Bank of America da vida.

Sábado, 24/8 | 8h Sede da Fetrafi-RS Rua Cel. Fernando Machado, 820, Centro Histórico de Porto Alegre


Porto Alegre, 22

DESMONTE DO BANRISUL

UM PÉSSIMO NEGÓCIO PARA TODOS NÓS Não adianta o governador Eduardo Leite dizer que não pretende privatizar o Banrisul, quando se sabe que ele fala uma coisa para a imprensa e termina fazendo outra. Isto já ficou mais uma vez provado pelo fato de ter deixado o banco de todos os gaúchos e gaúchas na situação que está hoje: às bordas da privatização total. Afinal, em abril, o governador passou nos cobres uma parte das ações do Banrisul, ao entregar 2 milhões de ações. O leilão teve preço de venda por papel de R$ 24,10, segundo nota do governo, alcançando valor total de R$ 49,5 milhões. E algo que marca a trajetória do governador atual: ele criticou o governador anterior por pegar

o dinheiro das duas vendas de ações do ano passado e botar no custeio. Chegou a chamar a operação de criminosa. E o que Leite vai fazer? O mesmo. Tudo isso porque não tem projeto para o Rio Grande. Mas, como o antecessor de Leite, José Ivo Sartori e todos os políticos privatizadores, ele não está preocupado com o bom atendimento das necessidades do povo gaúcho. Eles sempre querem fatiar o Banrisul, atacar sua imagem de eficiência. Após desmontar, podem vender por preço baixo. Viram como o processo é também um mau negócio? E, no dia 12 de junho, Leite abriu o jogo em fato-relevante dizendo que vai vender as ações com direito a voto (ordinárias) até o limite de 50% menos uma. Quer dizer, Leite pendurou

o Banrisul em uma única ação ordinária. E, se isso não é facilitar a venda do Banco público dos gaúchos, podemos levantar mais algumas hipóteses. Uma delas é o esforço que ele fez para que o presidente que assumiu em julho, Cláudio Coutinho, fosse aprovado na Assembleia Legislativa e pelo Banco Central com um salário de R$ 89 mil. Leite deu um aumento de quase 80% ao novo presidente do Banrisul. Se há quem ache que o salário não é problema, é porque não viu o currículo. Coutinho disse não mais ser sócio desde março da Tiba, empresa que tem como especialidade vender patrimônio público. Esperamos que Leite não tenha colocado o lobo para cuidar da galinha dos ovos de ouro. Cabe a pergunta: objetivamente, melhoraria para quem

vender ações do Banrisul ou privatizá-lo? Certamente não para os Banrisulenses nem para a quase centena de municípios gaúchos que só contam com agências do Banrisul, como única instituição financeira para bancarizar as populações e financiar o desenvolvimento local. E será que não há nos quadros do Banrisul ou no RS alguém à altura do cargo de presidente pelo salário anterior? Um governador deveria pensar que vender um patrimônio tão importante para, no fim, aumentar a dívida pública não é apenas um mau negócio. É um péssimo negócio vender um papel sequer.

PALAVRA DO GOVERNADOR LEIT

5 de janeiro “A privatização do banco se torna invi desse contexto e não é oportuna para o E 4 de fevereiro “O banco já tem o capital aberto e vender mais ações para levantar recurso 12 de junho “Vou vender todas as ações até o lim nutenção do controle acionário pelo Est 10 de julho “Vamos buscar junto ao ministro da as considerações dele sobre tudo o que já que possamos buscar a assinatura do pré regime de recuperação fiscal o mais breve

Uma história de desmonte 2007: Governo Yeda Crusius vende 43% das ações do banco, negócio que rendeu R$ 2 bilhões. O momento não poderia ser pior, pois,

em seguida, houve uma queda na Bolsa de Valores de todo o mundo, quando começou a crise que ainda vivemos. Do total da operação, R$ 800 milhões é valor da venda de ações primárias que permaneceram no banco. O R$ 1,2 bilhão restante proveio da venda de ações preferenciais, do Governo do Estado. Esses recursos não ficaram no banco.

2018: Com o governador José Ivo Sartori recebendo dirigentes do Santander e conversando com outros

banqueiros privados sobre o Banrisul, ficou claro que havia ataque à vista. Nos dias 10 e 27 de abril, sem fato-relevante, o governadorvendeu ações sem direito a voto do Banrisul, na B3. No dia 10, tentara abrir o capital da Banrisul cartões (VERO). As vendas foram objeto de investigação por parte de órgãos de controle federais e estaduais, como a Polícia Fe-

Noss

deral, a CVM e a Ministério Público do Estado.

518

2019: O governador Eduardo Leite vende ações em 8 de abril na B3. A conversa fiada de que é preciso vender ações do banco para entrar no regime de recuperação fiscal completa 21 anos. Começou com o governador Antônio Britto. Em 1997, ele vende a CRT e a situação fiscal do Estado só piora. Leite anuncia, em fato-relevante, em junho, que vai vender metade das ações ordinárias (com direito a voto) menos uma. Se isso não é privatizar…

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Tem gringo querendo ficar com tudo? Além do interesse dos grandes bancos brasileiros no Banrisul, até a cobiça dos norte-americanos já deu as caras por aqui. Como resultado da viagem de Eduardo Leite a Nova York em maio último, executivos do Bank of America estiveram em audiência com Leite em Porto Alegre, no dia 2 de julho. E o principal assunto da reunião você já adivinhou: as privatizações da CEEE, CRM e Sulgás, a abertura de capital da Corsan. A oferta de ações ordinárias do Banrisul também esteve na mesa? Nós não somos bobos. Eduardo Leite recebeu no Palácio Piratini, junto com alguns secretários, o vice-chairman do “BofA” no Brasil, Ricardo Diniz, o diretor-gerente de investimento Hans Lin, e a diretora Sheyla Lody.

Lei defende o Banrisul público Estatuto social

PALAVRA DO NOVO PRESIDENTE

“Não é um assunto atinente à direção do banco. É assunto do maior acionista, o governo do Estado. A diretoria não tem como opinar sobre isso. O governador Eduardo Leite colocou não privatizar. Falamos da opção de vender ações em 2007, metade das ações. (…) Tem os acionistas. Tem que se equilibrar entre a sustentabilidade e os acionistas.” (Cláudio Coutinho durante sabatina na Assembleia Legislativa, em 24 de abril)

Artigo primeiro do 1º Parágrafo Na forma da Lei Estadual nº 6.223, de 22 de junho de 1971, a participação do Estado do Rio Grande do Sul no capital do Banco, em hipótese alguma poderá ser inferior a 51% do total de ações com direito a voto.

Constituição Estadual Art. 22. Dependem de lei específica, mediante aprovação por maioria absoluta dos membros da Assembleia Legislativa: (Redação dada pela Emenda Constitucional n.º 2, de 30/04/92) § 2.º Especialmente no caso das Sociedades de Economia Mista Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. e Companhia Riograndense de Saneamento a alienação ou transferência do seu controle acionário, bem como a sua extinção, fusão, incorporação ou cisão dependerá de consulta popular, sob a forma de plebiscito. (Incluído pela Emenda Constitucional n.º 31, de 18/06/02)

agências do Banrisul em todo o Estado.

e o Banrisul completa em 12 de setembro de 2019. dado em 1928.

ipa com presença onde é produzido o PIB do Estado.

oi o lucro recorde do Banrisul em 2018.

municípios gaúchos com presença do Banrisul.

s só tem uma agência de banco... Do Banrisul.

No período entre 2008 e 2018, o Banrisul apresentou um significativo aumento nos valores referentes aos seus ativos totais, com um crescimento de 170% nos dez anos analisados. Com relação à carteira de crédito, o percentual de aumento acumulado no período foi de 111,78% no período.

Lucro recorde

No ano de 2018, o Lucro Líquido Recorrente do Banrisul foi de R$ 1,098 bilhão, com alta de 20,3% em relação a 2017 e de 3,4% no trimestre.

Empregos

O Banrisul fechou 2018 com 10.763 empregados diretos em todo o RS. Empregos indiretos são milhares no Estado.

Estrutura societária

Atualmente, na estrutura societária do Banco, tem o Estado do Rio Grande do Sul com participação acionária corresponde a 56,97% do capital total, e os 42,83% restantes são de capitais Free Float (livre negociação).

Prejuízos para o RS

Realizando a soma de todos os dividendos que o Estado recebeu de 2007 até 2018, chega-se a um total de R$ 2,5 bilhões. E a remuneração dos outros acionistas (ou o quanto o Estado deixou de ser remunerado) foi de R$ 1,08 bilhão nesses doze anos desde a abertura de capital. Isso é prejuízo por desinvestimento em saúde, educação, segurança, agricultura e logística.

so DNA é gaúcho

da presença do Banrisul junto à população gaúcha.

Ativos totais e carteira

Vantagens no crédito

O melhor negócio para o RS Há anos o SindBancários defende uma saída diferente daquela que só prejudica a economia: as privatizações. Trata-se de uma operação até simples. A União deve, de créditos da Lei Kandir, aqueles valores de desoneração fiscal de semifaturados de impostos que o RS abriu mão lá nos anos 1990. No acordo da referida lei, o governo federal pagaria aos estados esses valores,

o que não foi feito. Isso gerou um crédito do RS com a União de cerca de R$ 50 bilhões ou mais. Bastava o governo Leite negociar o encontro de contas, quer dizer, ver o que deve e o que tem para receber e fazer uma operação simples de subtração. A dívida cairia dez vezes e não aumentaria mais de R$ 30 bilhões ao final de três anos como o regime de recuperação fiscal propõe.

Em relação à distribuição de crédito, atualmente 56% está focada no financiamento destinado à pessoa física, com a maior parte dos negócios com crédito consignado. Os 44% destinados ao crédito de pessoa jurídica são, em sua maioria, destinados ao ramo comercial. Os créditos concedidos pelo Banrisul também fortalecem a desconcentração geográfica de operação de crédito e recursos. O banco é o mais disperso no Estado e está presente em municípios onde nenhum outro banco se encontra.


Porto Alegre, 22 de julho de 2019

Os passos firmes Nosso recado está muito claro da nossa mobilização PÚBLICO E FORTE

Fotos Clóvis Victória Jr./SindBancários

Dirigentes do SindBancários, da Fetrafi-RS, representantes de Sindicatos do Interior do Estado, delegados sindicais e funcionários dos mais variados locais de trabalho enfrentaram o frio ensolarado da terça-feira, 16/7, para dar um recado mobilizado, claro e direto à nova diretoria do Banrisul.

Em frente à sede da Direção Geral (DG), no Centro de Porto Alegre, os bancários realizaram um ato unificado para pedir a abertura do diálogo à nova diretoria que tomou posse na semana passada. A entrega de uma carta no quarto andar do prédio, onde fica a sala do presidente Cláudio Coutinho, oficializou a intenção de mostrar que os representantes dos trabalhadores estão dispostos a mediar questões relacionadas à melhoria das condições de trabalho e que vão manter a luta histórica em defesa do Banrisul público. Os Banrisulenses e bancários de outros bancos públicos e privados participaram do ato que começou por volta do meio-dia. Sobraram críticas para a direção anterior e seu papel de fazer cara de paisagem às vendas de ações

do Banrisul pelo governo de José Ivo Sartori. Diretoria de colegas, formada por quadros do banco. A política de desmonte do governo passado, com duas vendas de ações que fragilizaram o banco e as trapalhadas do governo Eduardo Leite para conseguir finalmente nomear o novo presidente do Banrisul, Cláudio Coutinho, não passaram em branco. Os dirigentes também chamaram os colegas à unidade e à participação diante de mais ameaças de pendurar o Banrisul em apenas uma ação, como anunciado em fato-relevante no mês passado, e ante nova venda de ações em abril deste ano. A luta será por

um Banrisul Dirigentes não só públi- sindicais de co como é há todo o Estado 90 anos, mas participaram de também forte. ato unificado N o c o m e ç o e entregaram da tarde, diri- carta que solicita gentes foram abertura de recebidos pelo mediação à nova Superinten- diretoria do dente Executi- Banrisul vo da Unidade de Gestão, Gaspar Saikoski. Entregaram carta com pedido de abertura de diálogo com a nova diretoria, que assumira o banco quatro dias antes, e reafirmaram que a luta pelo Banrisul público e forte continuará.

Trabalhando na defesa do que é nosso A privatização do Banrisul é uma ameaça que paira no ar desde muito tempo. Há 30 anos já se fala em entregar o banco público, e nós resistimos. Trata-se de uma ideologia de governos que defendem o estado mínimo e a manutenção do pagamento de juros da dívida. A desculpa agora é de novo a crise fiscal. Governos falam q u e é preciso vender tudo para conseguir novo empréstimo de R$ 10 bilhões e ficar três anos sem pagar a dívida. O problema é que o estoque de dívida cresce. Entregar o patrimônio público é perder dedos e anéis. O juro dos empréstimos vai crescendo e faz a dívida pular de R$ 60 bilhões para mais de R$ 80 bilhões. O pior é que o atual governo formou maioria absoluta na Assembleia. O presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público, da Assembleia Legislativa, deputado Zé Nunes, alertou para o efeito da liberação do plebiscito para privatizar a CEEE, CRM, SulGás. em 2 de julho. A porteira se abriu para a privatização.

Depois que o governador Eduardo Leite cumpriu parte de sua missão na madrugada da terça-feira, 2/7, na Assembleia Legislativa, a Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público da Assembleia Legislativa, dirigentes do SindBancários, Fetrafi-RS e Sindicatos do Interior, imediatamente se mobilizaram. A resposta à ameaça que o Banrisul passa a sofrer depois que as privatizações da CRM, CEEE e SulGás foram aprovadas por 40 votos a 14, pelo parlamento, foi que o foco se voltou para o banco público dos gaúchos e para a Corsan. Privatizar a maior empresa pública do Estado (Banrisul) e a água (Corsan) é o sonho de consumo do governador Leite e seus parceiros. E a resposta dos dirigentes e da base do

Banrisul tem motivo e será forte. O Encontro Estadual dos Bancários, no sábado, 6/7, na sede da Fetrafi-RS, reuniu Banrisulenses e mostrou que estamos prontos para a resistência. A hora é de não só reagir, mas fazer um trabalho de multiplicação de agentes em defesa do Banrisul e exaltar a importância do banco público. A conclusão é que o trabalho será uma consequência e uma continuação do que já se faz desde que a Frente Parlamentar foi criada, em março de 2017. A mobilização em defesa do Banrisul público fez água no governo de José Ivo Sartori, a ponto de ele não ser reeleito. O atual governador do Estado, Eduardo Leite, vai sentir o peso da popularidade do Banrisul entre os gaúchos.

É tempo de seguir na caminhada 25/6: Reunião do Comando Nacional dos Banrisulenses alerta para a importância da participação na defesa do Banrisul público. 3/7: Plenária da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul público organiza resistência. 6/7: Encontro Estadual dos Bancários exalta a importância da defesa dos bancos públicos e a sobrevivência dos Sindicatos ante ataques do governo federal. 12/7: Ato Unificado dos Bancários em frente a Direção Geral (DG) mobiliza defesa do Banrisul público e entrega carta com pedido de abertura de diálogo à nova diretoria. 24/8: Encontro Nacional dos Banrisulenses na sede da Fetrafi-RS em Porto Alegre busca fortalecer a mobilização e a participação para defesa do Banrisul público. 12/9: Aniversário de 91 anos do Banrisul aponta caminho para o centenário da vocação pública do Banrisul. Aline Adolphs/Verdeperto

Plenária reuniu dirigentes de todo o Estado, lideranças políticas, delegados sindicais para elaborar agenda de mobilização para defesa do Banrisul público

4 motivos para o Banrisul público

1. O Banrisul é rentável Em 2018, o Banrisul registrou um lucro de R$ 1,09 bilhão. Parte desse lucro vai para o tesouro do Estado e pode ser revertido em programas sociais. 2. O Banrisul está em todo o Estado Existem agências do Banrisul em mais de 360 cidades do RS. Em muitas localidades, é o único banco disponível, onde os moradores fazem pagamentos, recebem salários e investem seu dinheiro. 3. O Banrisul tem taxas baratas A maioria dos correntistas do Banrisul recebe até 3 salários mínimos. Isso se deve, em parte, às menores taxas do mercado, praticadas pelo banco. 4. O Banrisul desenvolve o Estado O banco tem linhas de crédito que colaboram para o desenvolvimento de micro e pequenas empresas e mais de 90% do PIB do estado passa pelo banco público.

Encontro Estadual define mobilização por Banrisul público como prioridade Nossa Voz|Jornal dos Funcionários do Banrisul Jornalista Responsável: Clóvis Victória (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória, Henrique Lammel (MTb16191) e José Antônio Silva (MTb 3.670). Diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Ilustração: Augusto Bier. Impressão: Gráfica Relâmpago. Tiragem: 10 mil exemplares. Fetrafi-RS/ SindBancários - Rua General Câmara, 424 CEP 90010-230, Porto Alegre/ RS fone: 51- 3433 1200

Sindicatos do Interior


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