Edição Nacional Porto Alegre, 5 de outubro de 2017
A
diretoria do Banrisul colocou em prática um processo de reestruturação sem transparência e que aponta para o desmonte do banco público. Como se o Banrisul estivesse sendo preparado para a privatização, nove agências fora do Rio Grande do Sul serão fechadas, mesmo lucrativas. Resta evidente que o banco encolhe para se tornar de novo um banco do Estado, abrindo mão de ser um banco nacional. Para os Banrisulenses dessas agências, a diretoria anunciou que
prepara um Plano de Demissão Voluntária (PDV) específico ou transferências para lugares onde esses colegas não têm qualquer identidade. O desmonte foi acelerado intempestivamente na manhã da quarta-feira, 4/10, com o anúncio da venda de ações que o Estado detém, tanto ordinárias quanto preferenciais. Com essa medida, o governo do Estado e a direção do banco enfraquecem sua posição de acionistas majoritários e controladores, diminuindo significativamente os divi-
dendos que o Estado tem por receber. Novamente, é um mau negócio, como já fora em 2007, com a venda efetuada pelo governo Yeda. Não há como defender esse método de vender tudo, nem justificá-lo como sendo a única alternativa para o RS. E a história se repete como farsa no Regime de Recuperação Fiscal. Sartori espalhou a crença de salvar o Rio Grande, vendendo o Banrisul e tudo o mais. Falsa crença, falso método, falsa medida. Isso porque, a pretexto de ficar três anos sem
pagar dívida com a União, os juros vão correr e, em 2020, a dívida saltará de R$ 50 bilhões para R$ 80 bilhões. Vai arder no bolso do povo gaúcho. Para os Banrisulenses, a saída é a resistência e a luta. A luta é para defender um banco prestes a completar 90 anos. Um banco público que desempenha um papel de defender os gaúchos das crises e, até mesmo, de salvar o Estado, com seus sucessivos lucros e saúde financeira. O caminho da nossa luta
dá mais um passo importante na segunda-feira, 9/10. Na sede da Fetarfi-RS, todos os Banrisulenses serão combatentes e aliados de deputados e senadores interessados em defender os bancos públicos. Vamos todos! O Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos é a nossa trincheira contra o desmonte do que é de todos nós.
Vamos defender o que é nosso!
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Porto Alegre, 5 de
REESTRUTURAÇÃO É GOLPE
NÃO VENHAM COM O DESMON BANRISUL QUE NÓS VAMOS C Os Banrisulenses sabem que a reestruturação imita de forma perniciosa o que o governo Temer já está fazendo no Banco do Brasil e na Caixa. Setores inteiros sendo fechados. Colegas sem saber para onde irão ou o que vão fazer e PDVs que mais servem para piorar a situação, atacando a imagem dos bancos públicos, prejudicando o atendimento e sobrecarregando bancários. Trata-se de uma preparação para entregar o patrimônio público que, aqui no Estado, inclui o Badesul, o BRDE, a CEEE, a Sulgás, a CRM e ameaça a Corsan. A versão privatista dos governos do PMDB em conluio (Temer-Sartori) quer se justificar pela crise das finanças do Estado. Além de uma falsidade ideológica histórica, essa teoria
gritada pelo governador Sartori não se sustenta. Se fosse o caso, como ele, o governador, justificaria a privatização da CRT no governo Britto, em 1996? Naquele tempo, vender o setor de telefonia público era a salvação para as finanças. Agora, pagamos caro por um serviço de telefonia ruim. Esse foi o preço. A dívida pública e a crise das finanças do Estado só pioraram. Mas eles empurram o Regime de Recuperação Fiscal, assinado pelo ministro-banqueiro Henrique Meirelles. Mesmo que haja a saída do encontro de contas entre o que o Estado deve para a União (R$ 50 bilhões) e o que tem a receber de créditos da Lei Kandir (R$ 45 bilhões). Como se vê, não precisa vender um alfinete público para reduzir em 10 vezes a dívida do Estado. Basta vontade política. Estão entregando de bandeja
o lucro do Banrisul e grandes clientes para os bancos privados a troco de nada, sem nenhuma necessidade. Há agências que serão fechadas e que movimentam milhões de reais. Por isso, Banrisulenses, a segunda-feira, 9/10, será um divisor de águas da nossa luta. Se, em 22 de março, lotamos o Teatro Dante Barone, para criar a Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público, agora chegou a hora de lotarmos o Auditório da Fetrafi-RS, a partir das 18h30. Vamos nos unir à luta dos colegas de outros bancos públicos e mostrar que a força de uma economia sólida está nas mãos e no trabalho dos bancários, clientes e no fortalecimento dos bancos públicos. Banrisulense, use a camisa azul da nossa luta e venha fortalecer a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos!
NOSSA LU
CAIXAS
Precarização e multitarefa são a cereja do bolo da reestruturação Os caixas são o cartão de visita de uma agência bancária. São eles que fazem a intermediação e praticamente resolvem a maioria dos problemas de clientes. Por isso, quando a diretoria de um banco público como o Banrisul impõe mais tarefas aos caixas, como vender produtos, aquele trabalho diário fica prejudicado. Em algumas agências da rede, o Banrisul está implantando um sistema que tem trazido prejuízo aos colegas caixas. A cultura da multitarefa chegou ao Banrisul no mesmo passo da reestruturação. Já há algum tempo, os caixas banrisulenses passaram também a ter a função de vender seguros, consórcios e também oferecê-los aos clientes. Apesar de desempenharem uma nova função e enfrentarem problemas até de quebra de caixa, os colegas, com mais de 10 anos na atividade, estão perdendo funções gratificadas, que deveriam já ter sido incorporadas aos seus salários.
Clóvis Victória Jr./Sindbancários
Caixas Banrisulenses expuseram dificuldades e prejuízos com multitarefas O SindBancários, na reunião de caixas da quarta-feira, 14/9, no Auditório da Casa dos Bancários, junto com a assessoria jurídica, explicou aos colegas que está estudando ingressar com uma ação coletiva para restabelecer o princípio da irredutibilidade salarial para caixas com mais de 10 anos na função. Lembrando que o SindBancários e a Fetrafi-RS já ingressaram na Justiça do Trabalho com uma ação de descumprimento de Convenção Coletiva Nacional pela prática de caixas eventuais.
BANRISULENSE, VISTA A CAMISA AZUL DA DEFESA DO BANRISUL PÚBLICO E VEM PARA O LANÇAMENTO DA FRENTE PARLAMENTAR NA FRETRAFI-RS, NA SEGUNDA, DIA 9/10, ÀS 18H30.
Carol Ferraz/Sindbancários
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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
UTA!
Jackson Zanini/SindBancários Carol Ferraz/Sindbancários
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s redes sociais
A TOCA, DIRETORIA Em breve, o ancários e a Fetrafi-RS irão lançar, por da plataforma Dialoga, uma campanha ressionar a diretoria do Banrisul a parar sconder atrás da mesa da sala e vir para a de negociação conversar sobre as reiações e esclarecer pontos importantes do so de reestruturação que quer desmontar isul. Vamos, por meio de nossa ação nas sociais, mandar recados diretos aos direVamos dizer a eles quais são as nossas dades e que queremos respostas diretas, ciais, em uma mesa de negociação. É de sair da toca, diretoria do Banrisul.
Explica, diretoria, pra quê desmontar o Banrisul As notícias de que a reestruturação do Banrisul começa com o fechamento de agências fora do Estado e deve passar por Santa Catarina e chegar ao Rio Grande do Sul repercutiram na Assembleia Legislativa na quarta e quinta-feira, 27 e 28/9. O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público, deputado estadual Zé Nunes (PT), chamou uma reunião com as entidades representativas da Frente para avaliar a situação e cobrar transparência da diretoria do Banrisul. Um dos encaminhamentos será convocar o presidente do Banrisul a dar exlpicações sobre a reestruturação na Assembleia Legislativa. Dirigentes da Fetrafi-RS e do SindBancários participaram do encontro na Assembleia Legislativa. Outras entidades, como a Ascopa (Associação dos Comis-
sionados do Banrisul de Porto Alegre e Região Metropolitana), também se fizeram presentes à reunião. Todas as entidades que participam da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público foram chamadas para discutir a
O Banrisul enfraquecido no Brasil Das três agências do Rio de Janeiro, apenas uma permanecerá aberta. Das três que funcionam em São Paulo, também só restará uma. Ficarão apenas quatro das 13 agências acima de Santa catarina (Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Curitiba).
Recife – 15/12/17 Salvador – 15/01/18 Fortaleza – 15/02/18 Belo Horizonte – Sem data definida Cascavel (PR) – Sem data definida.
reestruturação do Banrisul e o fechamento das agências. Na visão da Frente e das entidades, essa reestruturação veio para desmontar a estrutura do Banrisul e facilitar a futura privatização. Durante a reunião, foram decididos alguns encaminhamentos.
“Estamos muito tristes”, diz banrisulense da Bahia
Não sei se você sabe, mas nossa agência aqui vai fechar dia 19/01/2018 e todos nós vamos ter que ser transferidos pro Rio Grande do Sul. Os escriturários, certamente, não têm como se manter aí com nosso salário atual. Além disso, nossa agência tem mais de 50 milhões em aplicação que serão dados pra concorrência, além disso, nossa agência é lucrativa, tem mais de 50 anos na Bahia. Como se não bastasse, não ficará nenhuma agência no Nordeste. Todos serão atendidos por São Paulo, ou seja, irá jogar uns 15% da carteira de crédito do banco no lixo. Estamos muitos tristes. Esse é nosso dilema.
Resposta precária e falta de transparência do presidente Na sexta-feira, 28/9, a diretoria da Fetrafi-RS enviou ofício ao presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Veras Motta, solicitando esclarecimentos sobre a reestruturação anunciada e iniciada naquele dia com o fechamento de, ao menos, nove agências fora do RS. Os diretores enviaram cinco questões para o presidente do banco (leia ao lado). Dessas, apenas uma foi respondida. Uma solicitação de reunião foi ignorada: Veras Mota mostrou que não há intenção de tornar o processo de reestruturação transparente, nem de tranquilizar os funcionários. Em carta de 2 de outubro, em 12 linhas, Motta disse que a diretoria havia decidido “pelo redimensionamento da Rede de Agências fora do RS”. Das 13 agências presenciais da “Superintendência Regional Outros Estados”, sobram quatro, e das 23 da Superintendência S. Catarina, ficam só 17 agências. Sobre reunião com dirigente sindicais, nenhuma resposta.
Através das Comissões de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e de Segurança e Serviços Públicos, vamos convocar o presidente do Banrsiul, Luiz Gonzaga Veras Motta, a dar explicações sobre o projeto de desmonte do banco.
Explica, diretoria! 1. Qual empresa foi contratada para orientar o que está sendo feito? 2. Se efetivamente ocorrerá fechamento de agências no RS? 3. Qual destino será dado aos empregados das agências que forem fechadas? Haverá margem para que possam optar por um local mais adequado, os comissionados terão a garantia dos cargos e níveis? O banco dará algum tipo de ajuda para os atingidos pelas mudanças? Para os que não se adaptarem ou não concordarem com a remoção, qual atitude tomará o banco? 4. Qual tratamento será dado aos clientes das agências que forem fechadas? 5. Os eventuais Cls como serão cobrados, os financiamentos em curso como serão administrados, enfim como será feito esse processo?
Tem consultoria contratada ou não?
No Banco do Brasil, é voz corrente que a reestruturação está sendo feita por uma consultoria de dentro do Itaú. E o que isso tem a ver com o Banrisul? Ora, recebemos na Fetrafi-RS e no SindBancários, informes de colegas de agências reestruturadas sobre a presença de engravatados se dizendo de um serviço de consultoria privada contratada pela diretoria do Banrisul para reestruturar o banco. Seriam jovens, com discursos motivadores dentro de agências, querendo convencer e ensinar os caixas, por exemplo, de que é melhor para o banco e para eles vender produtos enquanto atendem clientes. A diretoria mandou carta negando o uso de consultoria privada, contratada a peso de milhões de reais. E, pelo que ficamos sabendo, essa consultoria seria a mesma que foi contratada por prefeituras em várias cidades do Brasil que querem privatizar empresas públicas de transporte e demitir funcionários. Trata-se de uma assessoria especializada em desmontar estruturas públicas para vender a troco de banana. Responde, diretoria, na mesa de negociação!
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Porto Alegre, 5 de outubro de 2017
CAMPANHA NACIONAL 2017
A nossa luta é permanente Fotos Anselmo Cunha/SindBancários
Acordo de dois anos garantiu aumento real e manteve conquistas históricas. mas a luta precisa continuar firme e forte de forma permanente Depois de 31 dias de greve em 2016, os bancários conquistaram uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que valeu por dois anos. O acordo valeu a pena. Diante do contexto de retirada de direitos históricos, com a Reforma Trabalhista e a Terceirização virando leis no Congresso Nacional, conquistamos aumento real de 1%. Assim, com a soma da inflação dos últimos 12 meses, levando em consideração o mês de agosto, todas as nossas verbas salariais subiram acima da inflação. Os Banrisulenses têm a exaltar a força da luta em um acordo aditivo que preservou direitos. Preservamos o vale-alimentação para afastados por doença, assim como direito à PLR. A cesta alimentação segue a de maior valor entre todos os bancos, quase o dobro. O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional
dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo na quinta-feira, 24/8, sobre a redação da cláusula 62 (criação de centros de realocação e requalificação profissional). Este foi um importante avanço. Colegas demitidos ou que sejam trocados de setor receberão um valor para fazer cursos para saber como atuar em um novo setor de seu banco.
Em 2017, estamos enfrentando no Banrisul um grande desafio que irá percorrer todo o ano de 2018. O banco público dos gaúchos está ameaçado de privatização. Esse será um eixo fundamental da nossa luta permanente: a defesa intransigente dos bancos públicos. Teremos que lutar muito e estar mobilizados para defender nossos direitos históricos, uma vez que a Lei 14.467, a da Reforma Trabalhista, entra em vigor em 12 de novembro. Por isso, vamos ter que lutar para defender nossos direitos históricos e a valorização das mesas de negociação para debater as nossas convenções coletivas, no caso do Banrisul, nosso Acordo aditivo.
REQUALIFICAÇÃO E REALOCAÇÃO
Tem que assinar, diretoria No meio de todo o desmonte trabalhista, o Comando Nacional dos Bancários conseguiu negociar com a Fenaban a criação de centros de realocação e qualificação profissional, o que beneficia os colegas oriundos de agências que foram fechadas ou que ocupavam funções que estão sendo extintas. O acordo foi obtido com relação à cláusula 62 (criação de centros de realocação e requalificação profissional) da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Com essa conquista, em caso de fechamento de agência ou setor, vamos para cima dos
Avanço se constrói olhando no olho Em 22 de setembro, o Comando Nacional dos Banrisuluenses enviou ofício diretamente ao presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Veras Motta, solicitando esclarecimentos de seis pontos cruciais relacionados às reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras do banco, aprovados no 25º Encontro Nacional dos Empregados e Empregadas do Banrisul. Não é de hoje que os representantes dos Banrisulenses solicitam reunião com a diretoria e a abertura de uma mesa de negociação.
TERMO DE COMPROMISSO
Está na hora de dizer sim, Banrisul O Comando Nacional dos Bancários elaborou uma proposta de 21 itens que compõem o Termo de Compromisso. Essa lista de direitos proteje empregos, resguarda direitos históricos e delimita os atos nocivos que podem advir da Reforma Trabalhista, Terceirização e da Reforma da Previdência, esta última se aprovada no Congresso Nacional. Os diretores do SindBancários e da
Fetrafi-RS entregaram à Fenaban na última reunião de negociação, mas ainda não foi assinado. O Comando Nacional dos Banrisulenses entregou documento contendo as principais reivindicações e deliberações do 25º Encontro Nacional dos Banrisulenses na sexta-feira, 25/9. Apesar do horário comercial de uma sexta-feira à tarde, nenhum diretor do banco estava
bancos para que realoquem os colegas sem perdas de direitos. Os colegas que ocupam funções que estão sendo extintas que não tenham as habilidades necessárias para as novas funções, ao invés de serem demitidos, receberão treinamento. Lembrando que essa era uma reivindicação que tentávamos aprovar desde o ano passado. A diretoria do Banrisul está se fazendo de desentendida. Os cinco maiores bancos já assinaram a criação dos centros, mas a diretoria do Banrisul não responde quando irá assinar. Tem que assinar, está na convenção coletiva.
na DG na hora da entrega, o que gerou protestos dos dirigentes da Fetrafi-RS e do SindBancários. Exigimos respeito! Os representantes dos trabalhadores solicitaram ao banco a assinatura do termo de compromisso e o início de uma agenda de negociação com as principais deliberações dos Banrisulenses. Assina o termo de compromisso, diretoria, e vem pra mesa negociar.
O presidente respondeu, de forma insuficiente, por meio de uma carta, em 3 de outubro. Fez apontamentos relacionados às questões, negou outras questões, mas faltou o principal. Conversar pessoalmente numa reunião presencial e abrir negociação. Por que o banco não chama para negociar? Por que estão se escondendo? Responder por carta é pouco. Vem pra mesa, negociar diretoria! Chega dessa falta de transparência! Avanço se constrói olho no olho!
RESPONDE NA MESA, DIRETORIA
1. Retomada das negociações/discussão do novo Plano de Carreira justo, transparente e que propicie a todos a ascensão profissional. 2. Discussão com o objetivo de extinguir prática do assédio moral/ violência organizacional do Banrisul e metas abusivas. 3. Contratações para repor os mais de 700 funcionários que aderiram ao programa de incentivo à aposentadoria. 4. Abertura imediata de um novo processo de migração para aqueles que assim desejarem, na Fundação Banrisul, com reedição da Comissão Tripartite, como foi realizado na reestruturação de 2014. 5. Debate e negociação sobre a Cabergs. 6. Adesão ao Termo de Compromisso Entregue à Fenaban.
Saiba aqui as regras do pagamento da PLR PLR – Regra Básica Valor fixo: R$ 2.243,58. Parcela adicional (teto): R$ 4.487,16. Teto regra básica : 12.035,71. Teto regra básica majorada: R$ 26.478,55. Antecipação da PLR Valor fixo: R$ 1.346,15; Teto regra básica antecipação: R$ 7.221,42; Teto antecipação adicional: R$ 2.243,58. Antecipação da PLR Adicional do Banrisul A antecipação da PLR será paga em 5/10 e corresponde a 1,8% do
lucro líquido apurado até agosto deste ano, dividido entre todos os funcionários, proporcional ao número de meses trabalhados no ano. A segunda parcela será paga até março de 2018. Cláusulas econômicas Reajuste (pisos vales) 2,75% (1% aumento real) Pisos após 90 dias Portaria: R$ 1.528, 75; Escritório: R$ 2.000,21; Caixa e tesoureiro: R$ 2.522,60
Gratificações Caixa: R$ 522,39; Outras verbas de caixa: R$ 247,02; Adicional por tempo de serviço: R$ 29,88. Compensação de cheques: R$ 170,21 Auxílios Auxílio refeição: R$ 33,50; Auxílio-alimentação: R$ 580,83; 13º Auxílio-alimentação: R$ 580,83. Auxílio-creche/babá (filhos de até 71 meses): R$ 446,11; Auxílio-funeral: R$ 1.004, 98; Morte e invalidez por assalto: R$ 149.861,90; Auxílio-transporte (noturno): R$ 104,90.
Nossa Voz|Jornal dos Funcionários do Banrisul Jornalista Responsável: Clóvis Victória (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória, José Antônio Silva (MTb 3.870), Josias Bervanger (MTb 14.235. Projeto gráfico e diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Ilustração: Augusto Bier. Arte: Gerson Schneider. Impressão: Gráfica Relâmpago. Tiragem: 7 mil exemplares. Fetrafi-RS/SindBancários - Rua General Câmara, 424 CEP 90010-230, Porto Alegre/RS fone: 51- 3433 1200
A Praça da Alfândega, entre a Agência Central do Banrisul, e a Caixa, em Porto Alegre, foi palco de uma mobilização em defesa dos direitos dos bancários e dos trabalhadores, na quinta, 28/9. O Grupo Trilho (foto) encenou os efeitos da Reforma Trabalhista na vida dos bancários e alertou para o desmonte dos bancos públicos. O golpe nos nossos direitos é uma realidade e está levando, além de conquistas, o patrimônio público.
Sindicatos do Interior