Porto Alegre, 5 de abril de 2018
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Porto Alegre, 5
O BANRISUL É NOSSO
JOGADOS PARA ESCANTEIO
Incompetência. Não é teoria da conspiração. Quando um governo assume um estado em crise, ele tem que arranjar soluções para resolver o problema. Mas, quando a solução passa somente pela entrega do patrimônio público, já não podemos mais falar em saídas para a crise, mas em incompetência.
Pois é exatamente o que está acontecendo no Banrisul. O governo do Estado, maior acionista do banco, quer jogar nas costas do povo gaúcho o aumento da dívida pública que já pagamos algumas vezes. E como sabemos disso? Ora,
basta ver o que Sartori, pela mão da diretoria do Banrisul, tem feito com o nosso banco público. Criam uma RV5 suspeitíssima sem negociar, sem apresentar sequer uma norma publicada ou um fato relevante. E agora virou regra. Vai pingar a cada seis meses na conta de cerca de 40 superintendentes da DG. Mais de R$ 3 milhões por ano gastos com os amigos do rei. E os outros colegas? Para os outros, é descomissionamento, aumento de metas, falta de segurança com o novo modelo de atendimento. Como dizíamos lá em cima, nesta matéria, não é teoria
da conspiração. O governo Sartori está desmontando o Banrisul. Não por acaso a consultoria privada tem sido um desastre nas agências. Até fiação eles não conseguem instalar. Treinamento então para novas funções, esqueça! Tudo isso tem a ver com um processo pensado e arquitetado. O jogo é precarizar os serviços do Banrisul para mostrar à população que o que é público não funciona. E aí eles atacam pelos flancos. Marcam uma assembleia de acionistas para a terça-feira, 10/4, para que possam mexer no estatuto do Banrisul e vender o que quiserem. Que-
JOGO DE S
NÃO À ENTREGA DO BANRISUL
uNÃO precisa vender o Banrisul ne mônio público para o RS sair da cri uNÃO precisa aumentar a dívida p bilhões para R$ 80 bilhões para sair uNÃO precisa fazer IPO da Banris Banrisul, para tirar o RS da crise. uNÃO precisa de regime de recuperaç coroa que é o Banrisul para ficar três ano
rem entregar ações do banco e, com elas, a governança e as decisões estratégicas para o mercado. E querem fazer isso pelas costas dos Banrisulenses e do povo gaúcho. E os Banrisulenses nisso tudo? O que está guardado para nós é mais meta, mais PDVs para reduzir o quadro e mais trabalho, com descomissionamento e vantagem para os amigos. Querem nos jogar para escanteio como se fôssemos uma bola de futebol num jongo da quarta divisão. Vamos mostrar para eles que não vão transformar o Banrisul numa várzea para fazerem o que bem entendem.
REAJA, BANRISULENSE! PARTICIPE DA VIGÍLIA NO DIA D
DIA 10/4 É O DIA DA GENTE MOSTRAR PROTESTO JUDICIAL
Trincheira de luta na Justiça O SindBancários e a Fetrafi-RS abriram na quinta-feira, 29/3, uma nova frente de luta na defesa do Banrisul público. As entidades ingressaram com um protesto judicial para defender os interesses dos Banrisulenses, dos gaúchos e preservar a transparência em relação à tentativa de venda, organizado pelo governo do Estado, de ações preferenciais. A medida é o início de uma caminhada jurídica que pretende garantir o respeito ao artigo 22 da Constituição Estadual e impedir que a governança do Banrisul caia nas mãos de banqueiros privados, de oportunistas ou de aventureiros. O interesse de pequenos acionistas do banco também está contemplado no protesto judicial. A Justiça já acolheu o pedido dos advogados e estipulou prazo de 15 dias para o Banrisul se manifestar. A juíza Cristina Luisa
Marquesan da Silva, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, o processo que recebeu o número 9018631-44.2018.8.21.0001. Isso quer dizer que houve distribuição eletrônica rápida e que o processo já está andando no Foro Central de Porto Alegre. O protesto judicial é o primeiro passo de uma caminhada que tem o seu fundamento nos artigos 726 e 727 do Código de Processo Civil. O sentido do protesto judicial é preservar os direitos dos trabalhadores do Banrisul e o interesse público. Temos que lutar com todas as armas que pudermos contra a privatização disfarçada e organizada pelo governo Sartori. O que está em jogo no Banrisul ante o esforço de venda das ações terá repercussão na vida dos Banrisulenses e do povo gaúcho. Ficar com 26,1% das ações é entregar sim o Banrisul.
Entenda a ação lendo 10 perg 1 - O que é um protesto judicial? Quem tiver interesse em manifestar formalmente sua vontade a outrem sobre assunto juridicamente relevante poderá notificar pessoas participantes da mesma relação jurídica para dar-lhes ciência de seu propósito. 2 - Quais leis e artigos sustentam essa decisão do Sindicato e da Fetrafi-RS de ingressar com um protesto jurídico contra a venda do Banrisul? A decisão é embasada nos artigos 726 e 727, na forma do artigo 723 e 729, todos do Código de Processo Civil. 3 - Que tipo de representação os Banrisulenses e os gaúchos poderão ter após o protesto judicial? Esta ferramenta jurídica chamada protesto é uma medida vestibular para informar a sociedade gaúcha das intenções que o governo tem em relação ao banco. A partir de agora, a palavra de ordem deve ser mobilização, uma vez que juridicamente estamos atentos para tomar quaisquer medidas que sejam necessárias.
4 - Essa medida judicial pode se transformar em uma ação jurídica que reivindique alguma forma de preservar o patrimônio do Banrisul? Essa é uma medida judicial inaugural de uma série de outras que podem vir a ser interpostas na medida em que o governo do Estado do Rio Grande do Sul e o Banrisul deixarem mais claro aos acionistas, ao mercado e à sociedade gaúcha quais são as suas intenções em relação ao Banco. 5 - Como, do ponto de vista jurídico, o interesse dos gaúchos pode ser ignorado diante da ameaça de privatização do banco? O interesse gaúcho não pode ser ignorado e muito mais do que isso, ele está resguardado por previsão da Constituição Estadual, que estabelece que, qualquer medida que significasse extinção, fusão, incorporação ou cisão do banco deve ser submetida à consulta popular na forma de plebiscito. 6 - Por que a preservação da transparência em relação às ações do governo do Estado para vender o
Banrisul é um dos argumentos do protesto judicial? Porque a própria Constituição do Estado do Rio Grande do Sul submete à soberania popular a decisão estratégica sobre os rumos do banco. Por isso os gestores do Estado e da instituição não podem agir a sorrelfa escamoteando informações imprescindíveis para que a sociedade gaúcha tome ciência do que pretende o governo. Assim, esse protesto pretende que não só seja dada transparência a todos os atos praticados mas também deixe claro desde já que medidas serão tomadas caso a legislação aplicável não seja observada nos seus mais absolutos termos.
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7 - Como mudanças na composição dos decisores que decidem sobre a governança do Banrisul pode afetar a vida dos Banrisulenses e do povo gaúcho? O ingresso de players privados na direção do Banco permitirá que estes estabeleçam as diretrizes estratégicas da instituição. Diretrizes estas que não necessariamente estarão em sintonia com as necessidades dos
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SIM OU NÃO DA CRISE DO RS
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SIM, MAIS COMPETÊNCIA, POR FAVOR
em nenhum alfinete do patriise. pública total do RS de R$ 50 r da crise. sul Cartões, o filé mignon do
u Precisamos SIM é de um Banrisul público e lucrativo, que bata recordes de lucro e ajude os gaúchos a melhorar de vida. u Precisamos SIM é de um Banrisul onde os funcionários chamem os clientes pelo nome, nos lugares mais remotos do RS. u Precisamos SIM de um encontro de contas que reduza da dívida do RS com a União pela Lei Kandir. u Precisamos SIM de mais competência de quem deve resolver as crises e não criá-las.
ção fiscal para entregar a joia da os sem pagar dívida com a União.
Carol Ferraz/SindBancários
No dia 22 de março, chegamos a um ano da criação da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público na Assembleia Legislativa. Lutar vale a pena!
DA ASSEMBLEIA DE ACIONISTAS.
R NOSSA INDIGNAÇÃO
guntas e respostas
anrisulenses ou, em última análise, o povo gaúcho.
- A Banrisul Administradora de artões é o filé mignon do banco. ual pode ser o impacto na vida os gaúchos da venda de parte ou e todos os seus ativos? Embora essa resposta seja menos rídica e mais de comportamento e mercado, nos parece claro que presentará renúncia de expressiva ceita que hoje é integralmente de opriedade do banco. Porém, se fletido juridicamente, há que se rificar se a venda de uma subsiária desse porte não implicará em udança na governança e na gestão instituição.
- O que pode mudar na vida dos anrisulenses ao deixar o Estado, cio majoritário do banco, com penas 26,1% das ações confore prevê a oferta do governo do stado para atender o regime de cuperação fiscal? Não poderá mudar. A Constituio Estadual veda e todas as medidas rídicas devem ser tomadas para itar tal ilegalidade.
10 - No dia 10 de abril, haverá uma assembleia de acionistas do banco. O que juridicamente pode acontecer que facilite a venda de ações ou a entrega do banco para banqueiro privado? Ao que se sabe até o presente momento, a assembleia convocada para o dia 10 possui como pauta a redução do capital social do banco. Para que outro tipo de mudança pudesse ocorrer, a assembleia deveria ser chamada especificamente para esse fim, no entanto, em virtude de, teoricamente, as assembleias possuírem algum nível de soberania, é imprescindível que a categoria esteja mobilizada para evitar quaisquer contratempos. De todo modo, respondendo à pergunta, a venda de ações ou presença de banqueiros privados somente ocorreria após uma série de ritos que oportunamente enfrentaremos. Saiba mais Pelo seu celular, saiba mais sobre o protesto judicial do SindBancários e da FetrafiRS. Você pode também acessar bit.ly/2IfC0n6 em seu navegador de preferência
BANRICARD
Mão grande no saldo? Quer dizer que a diretoria anda querendo que o saldo que a gente tem no Banricard desapareça? Sim, porque mudar o sistema de pagamento, de liberação de saldo no cartão que usamos pra ir no super e tirar o saldo de quem tem uma graninha ali não é, digamos, uma medida que possa ficar sem explicações. Para onde vai o nosso dinheiro? Queremos explicações, diretoria. O SindBancários e a Fetrafi-RS já avisaram o banco por ofício num tom bem direto. Vamos tomar providências. Alguém já ouviu falar em justiça? Então.
(IN)SEGURANÇA
Novo modelo, velho problema!
Portas giratórias têm que ser instaladas antes do autoatendimento. Ah, mas é o Sindicato que está mandando fazer isso? Não, é a Lei Municipal, aprovada pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre 7494, com data de 15 de setembro de 1994. Portanto, a lei vai fazer 24 anos em setembro, 3 dias depois de o Banrisul completar 90 anos, em 12 de setembro. Estamos muito preocupados com o novo modelo de atendimento. O novo modelo expõe os colegas ao risco de prestar serviço em algumas agências que não têm portas giratórias no primeiro acesso. Os Banrisulenses que não trabalham em Porto Alegre devem estar se perguntando se são só os colegas da Capital que têm o privilégio de uma lei de segurança bancária específica para regular portas-giratórias em bancos. Respondemos que não. Há em outroas cidades. Mas em muito poucas cidades do RS. A Federação e o
SindBancários lutam para criar legislação estadual há bastante tempo. Não está fácil. O governo do Estado apresentou um plano de segurança bancária e o aprovou na Assembleia Legislativa. Mas nós temos dúvidas. Quem vai fiscalizar? Quem vai exigir dos bancos o cumprimento do plano? Se o Banrisul, em algumas agências, descumpre a lei e não tem portas giratórias no primeiro acesso. Por isso pedimos uma reunião com o secretário de segurança do governo do Estado, Cezar Schirmer. A reunião foi agendada para 5/4. Temos dúvidas e queremos providências quanto à fiscalização do cumprimento das leis. Aliás, queremos uma lei estadual que legisle sobre equipamentos de segurança e aponte quem vai fiscalizar o cumprimento da lei. Busque informações sobre o resultado desta reunião no nosso site oficial.
LEI DAS PORTAS-GIRATÓRIAS Artigo 1º: “É obrigatória, nas agências e postos de serviços bancários, a instalação de porta eletrônica de segurança individualizada em todos os acessos destinados ao público.”
MAIS METAS = MENOS RV3
ONs sob ataque
Quer mais uma prova do que está acontecendo no Banrisul tem muito a ver com o desmonte do banco para entregar sua estrutura pública a agentes privados do mercado, sob a forma de venda de ações ou fatiando empresas como a Banrisul Cartões? É o que está acontecendo com os Operadores de Negócios (ONs). Pois esses colegas que são a linha de frente da prospecção de negócios e responsáveis diretos pela competitividade do Banrisul estão com condições precarizadas de trabalho e renda. Só um fato: a diretoria do banco, mais uma vez, aumentou a meta unilateralmente, deixou em risco a RV3 de muitos colegas. Mas fez ainda pior: por qualquer coisinha, colegas são descomissionados. Os ONs têm motivos de sobra para estarem descontentes e preocupados além da questão da RV3. Há um problema de sistema econômico. De novo, não é teoria da conspiração nem mimimi de bancário. Com a taxa de juros baixa, os clientes têm procurado as plataformas de negócios do Banrisul não mais para investir em seguros patrimonias no volume que o faziam há algum tempo atrás.
O problema é que a diretoria do Banrisul usa uma mão pequena para as RV3 (Remuneração Variada) dos ONs e uma mão bem grande para dar comissão semestral para quem é superintendente na DG. Entendeu? Tira dos ONs para pingar na conta dos amigos do rei cerca de R$ 40 mil para aproximadamente 40 eleitos um presentaço: o semestralão. Vamos fazer uma reflexão. Quer dizer que a direção do Banrisul está motivando aqueles que não precisam cumprir metas, portanto, não trabalham diretamente com a produção do lucro do Banrisul, disputando clientes com bancos privados? Deixa a maioria (ONs) sem condições de trabalho e uma minoria (que ocupam cargos de alto escalão) beneficiada por um canetaço? Isso se chama atacar a imagem do Banrisul, arriscar na redução do lucro para dizer que o que é público não funciona e precisa privatizar. O SindBancários está tomando providências. Estudamos uma forma de transformar essa distorção em uma ação jurídica. Voltaremos a falar sobre isso!
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Porto Alegre, 5 de abril de 2018
ABRAÇO DE AFOGADO
O que é IPO?
IPO BANRISUL CARTÕES
Vamos estabelecer diferenças entre um governo e uma empresa pública, como o Banrisul. A primeira é óbvia. No dia 12 de setembro deste ano o Banrisul vai fazer 90 anos. E o governo Sartori? Quatro. Um está no gugu-dadá e o outro é um senhor com muita história de salvar o seu sócio mais necessitado de sempre, o Estado do Rio Grande do Sul. Mas agora aparece um governador que passou três anos falando em crise. Ora, se a crise continua e se aprofunda é porque ele não a solucionou. Acompanhou o raciocínio? Então, vamos aprofundar. O Banrisul bateu recorde de lucro em 2017, com R$ 1,053 bilhão. E o Estado não consegue nem pagar em dia o salário dos servidores. O Banrisul salva o RS!
IPO (do inglês Initial Public Offering) ou Oferta Pública Inicial é o nome dado ao processo em que uma empresa vende suas ações ao público pela primeira vez. É o que a diretoria e o governo Sartori preparam na assembleia do dia 10/4: a venda da Banrisul Cartões. Como o Banrisul não é uma empresa privada, precisa alterar seu estatuto para facilitar alguns procedimentos. Isso porque o processo IPO exige que se cumpram algumas burocracias, como conseguir um registro de companhia aberta no órgão regulador do mercado de valores, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Por isso, vender ações do Banrisul é um mau negócio também. O governo Sartori trabalha como se fosse uma bactéria. Mata o hospedeiro e morre junto. O caso da venda de ações da Banrisul Cartões, com o lançamento do IPO, é um abraço de afogado no Banrisul. O governo está à beira da morte e quer arrastar o banco público dos gaúchos junto. A Banrisul Cartões precisa de braços que a defendam e não de uma mão que a puxe para baixo. Ora, a Banrisul Cartões deu lucro de R$ 220 milhões, quase 63% do seu patrimônio líquido. Sartori quer vender o filé mignon, o que não resolve problemas financeiros do Estado. Quer que os gaúchos fiquem com a carne de pescoço. Negócio de cabeça de osso!
Gestão temerária no IPO da Banrisul Cartões? uPor que o governo do Estado, controlador do Banrisul que hoje recebe 100% dos lucros da Banrisul Cartões, propõe reduzir seus dividendos? uSe o IPO não der certo, o que acontece com os acionistas? uPor que reduzir o capital social do Banrisul para indenizar acionistas, enfraquecendo a subsidiária (segmento) que dá mais rentabilidade ao banco? uPor que mexer num segmento que está dando certo? uQual o plano de investimento para o banco e para a Banrisul Cartões com as ações que serão ofertadas? uPor que fazer um negócio incerto que pode diminuir a lucratividade do banco e os dividendos do Estado?
SINDICALIZE-SE
O maior prêmio é a participação O SindBancários está lançando a segunda fase grande campanha de sindicalização. Temos muitos e valiosos prêmios para os bancários. Mas você sabe: o maior prêmio é participar. Porque, no fim das contas, os sindicatos hoje são a maior barreira de resistência ao desmonte dos empregos, ao fim dos direitos trabalhistas, à precarização do trabalho, à “reforma” da Previdência que não está morta e à entrega das grandes empresas públicas e bancos – como o BB, a Caixa, o Banrisul e o Badesul – ao mercado, a preço de banana. Concorrem a prêmio os bancários da base do SindBancários que se sindicalizarem ou recadastrarem (atualizar o cadastro), de 1º/11/2017 a 28 de agosto de 2018. Confira na tabela os prêmios e os brindes. Pense bem. É bom ganhar uma bicicleta, um celular ou uma bolsa térmica. Mas o melhor mesmo é participar e ajudar o Sindicato a ganhar para ti, bancário do Banrisul, o melhor dos prêmios: a manutenção e/ou a conquista de novos direitos. Quer exemplo mais claro de golpe em nossos direitos do que o que aconteceu com as homo-
logações? O trabalhador já passa um perrengue absurdo, está arrasado porque perdeu o emprego e ainda não pode contar com o seu sindicato na hora de conferir se os patrões estão pagando direito? Porque não tá fácil arrumar trabalho. Em Porto Alegre, quem fica desempregado leva, em média, um ano pra conseguir voltar ao mercado de trabalho. Um dos principais ataques ao sindicalismo com a Reforma
Trabalhista, que virou a Lei 13.467/2017, foi a derrubada da obrigatoriedade de que as homologações de demissões de bancários sejam realizadas nos Sindicatos. Agora, será feita sem o acompanhamento de diretores e advogados. Resultado: gerentes e gestores não preparados para realizar homologações, cálculos distorcidos, omissão de vantagens e trabalhadores lesados em seus direitos,
Sindicatos estão mais importantes do que nunca Por tudo isso, os Sindicatos estão mais importante do que nunca! Os patrões sabem disso e estão atacando as entidades representativas dos trabalhadores. O SindBancários lança campanha de Sindicalização para fortalecer a nossa luta coletiva. Fortaleça a sua categoria. Sozinho ninguém conquista nada. Diga sim ao seu Sindicato. Vamos lutar e resistir juntos por direitos conquistados e por conquistas. O maior prêmio é a sua participação!
Nossa Voz|Jornal dos Funcionários do Banrisul Jornalista Responsável: Clóvis Victória (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória, José Antônio Silva (MTb 3.870), Josias Bervanger (MTb 14.235. Projeto gráfico e diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Ilustração: Augusto Bier. Arte: Gerson Schneider. Impressão: Gráfica Relâmpago. Tiragem: 11 mil exemplares. Fetrafi-RS/ SindBancários - Rua General Câmara, 424 CEP 90010-230, Porto Alegre/RS fone: 51- 3433 1200
Fortaleça o SINDICATO Duração da campanha: A campanha ocorrerá a partir de 2 de abril até 25 de agosto deste ano. Terão direito de participar dos sorteios novos sindicalizados ou recadastrados (atualização cadastral) a partir de 1º/11/2017 Participantes: todos(as) os(as) bancários(as) da base do SindBancários que se sindicalizarem ou se recadastrarem no período acima descrito. Quem está fora dos sorteios: Todos os integrantes da diretoria e do conselho fiscal, inclusive suplentes. Como se recadastrar ou sindicalizar: As sindicalizações e recadastramentos poderão ser feitas através de: a) Baixe a ficha de sindicalização/recadastramento no endereço http://www.sindbancarios. org.br/index.php/sindicalize-se/ b) A ficha de sindicalização / recadastramento deve ser impressa, preenchida assinada e enviada ao Sindicato. A ficha é um documento. Por isso sua assinatura é imprescindível. Só com ela a sua sindicalização é válida. c) A ficha de sindicalização/ recadastramento deve ser entregue à diretoria da entidade, pessoalmente ou na sede do Sindicato (Rua General Câmara, 424, Centro, Porto Alegre;
CEP9010-230). d) Os ganhadores poderão optar por receber os prêmios no valor em dinheiro correspondente. e) Os primeiros 100 novos sindicalizados receberão brinde definido pelo Sindicato. COMO CONCORRER u Serão emitidos tickets contendo nome e matrícula funcional dos elegíveis e armazenados em urna transparente lacrada. u Nas datas (veja tabela nesta página) os sorteios serão mediante retirada dos tickets da urna, na ordem da 1º a 3º premiações. u Os tickets já sorteados nos prêmios principais na ordem de premiação, não retornarão para a urna. Somente os sorteados com as Bolsas Térmicas. u Todos os sorteios dos tickets serão públicos e gravados com transmissão através do site do Sindicato. u No ato de adesão à campanha, fica autorizado o uso da imagem dos sorteados, para fins de marketing/prestação de contas da campanha. u O prazo para requisição dos prêmios é de até 60 (sessenta) dias contados do encerramento da campanha.
Acesse a ficha de sindicalização e saiba mais sobre a campanha de sindicalização do Sindicato no leitor de qr-code ou acesse bit. ly/2IppdhZV para baixar a ficha de inscrição