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SAÚDE
Por uma Cassi para todos A atual direção do Banco do Brasil não está fechando agências, impondo PDVs, extinguindo comissionamentos e acabando com a Cassi por acaso. Essa atual diretoria é teleguiada por uma política que pensa em entregar o Brasil. Por isso as propostas que a direção vem apresentando aos colegas da ativa e aposentados para a Cassi são inaceitáveis. O banco propõe que a gente que precisa da Cassi, assim como nossas famílias, que fiquemos com os prejuízos daquilo que o próprio Banco do Brasil
não quer custear. Então, a proposta é onerar todos os associados e ficar dizendo que a Cassi é inviável. Assim, o banco propõe a cobrança por dependente, a quebra do princípio da solidariedade, o voto de minerva e diretorias controladas apenas por agentes de mercado. Quer dizer, a direção do Banco do Brasil, guiada pelo governo Temer, quer atacar a saúde dos trabalhadores, aumentar a chance de adoecimento e dizer que o banco não tem nada a ver com isso. Ora, metas abusivas e assédio moral adoecem tanto
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Ano 85|19 de junho de 2018
O tempo é de participar e defender a Cassi para todos(as)! Dia Nacional de Mobilização em DEFESA DA CASSI
Quarta-feira, 20/6 | 16h Superintendência Estadual do BB Rua Honório Silveira Dias, 1830, Porto Alegre
os trabalhadores como uma politica entreguista adoece um banco forte como o BB. Isso tudo é feito de forma pensada. Para dizer que o que é público é ruim e tem que vender. Por isso, a quarta-feira, 20/6, será de Dia Nacio-
nal em Defesa da Cassi. Em Porto Alegre, vamos percorrer prédio da Rua Uruguai para realizar reuniões e fazer um ato de mobilização na Superintendência Estadual às 16h. A Cassi não é o problema. O descaso do BB sim!
2 O Espelho
Porto Alegre, 19 de junho de 2018
No dia 13 de junho, o Comando Nacional dos Bancários entregou a pauta específica dos funcionários do BB para a Campanha Nacional dos Bancários de 2018. Além da Minuta do Acordo Específico Aditivo (ACT) atualizada, foi entregue ao Banco documento contendo as Resoluções e Propostas aprovadas no 29° Congresso Nacional dos Funcionários do BB, que aconteceu nos dias 7 e 8 de junho.
A
Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), juntamente com a Coordenação do Comando Nacional e representantes das Federações e Sindicatos, fez a entrega ao Diretor da Gestão de Pessoas do banco, Caetano Minchillo, na Sede da Fenaban. Nosso encontro nacional definiu que a nossa luta durante a Campanha será de resistência e de garantia de direitos. Vamos precisar
de muita unidade e participação para conseguirmos renovar nossas conquistas históricas. Estamos num contexto de retirada de direitos como nunca se viu antes na história de lutas dos trabalhadores. A reforma trabalhista produziu um retrocesso absurdo. Acabou com a ultratividade. Se, até 31 de agosto, não conseguirmos nos mobilizar e pressionar os banqueiros a renovar o acordo do ano passado, podemos ficar sem nada
O QUE ESTÁ EM JOGO u Aumento real para os salários e demais verbas u Defesa da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com todos os direitos para todos os trabalhadores da categoria u Manutenção da mesa única de negociações com ad diretoria do Banco do Brasil u Manutenção dos empregos, com a proibição das demissões em massa u Garantir que nenhum bancário receba PLR menor em 2018 u Defesa dos Banco do Brasil público daquilo que conquistamos com muitas greves. Enquanto não renovamos o Acordo Coletivo de 2018, podemos ficar sem PLR, sem piso nacional, sem vales e tickets. Isso significa que, nesta primeira fase, nossa Campanha Nacional 2018
precisará começar mais cedo. Por isso o Comando Nacional dos Bancários vai se reunir com a Fenaban em 28 de junho. Se eles vêm com retirada de direitos, nós chegamos com a nossa participação, mobilização e luta.