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Bancario30102017

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Ano 84 | Nยบ 25 | 17 de outubro de 2017


SÓ A NOSSA REAÇÃO E A N PODEM MANTER NOSSAS C

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1. RISCO CCT PODE PERDER A VALIDADE APÓS A DATA BASE DA CATEGORIA O que queremos – Todas as cláusulas da CCT ficam asseguradas após a data base e vigentes até a celebração de novo acordo.

4. RISCO

2. RISCO TERMO ANUAL DE QUITAÇÃO DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS. UMA VEZ ASSINADO PELO BANCÁRIO, O TRABALHADOR NÃO PODERÁ MAIS RECLAMAR SEUS DIREITOS NA JUSTIÇA. O que queremos - Compromisso de não celebração de termos anuais de quitação das obrigações trabalhistas.

FIM DA INCORPORAÇÃO DA GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO O que queremos – Garantia de que as gratificações de função continuem sendo incorporadas após 10 anos de recebimento.

6. RISCO 5. RISCO FIM DAS HOMOLOGAÇÕES NOS SINDICATOS, DIFICULTANDO A ATUAÇÃO DAS ENTIDADES BANCÁRIAS NA FISCALIZAÇÃO DE DIREITOS E DEFESA DOS EMPREGOS, FACILITANDO DEMISSÕES EM MASSA. O que queremos – Todas as homologações dos desligamentos devem ser feitas nos sindicatos para assegurar o cumprimento de todos os direitos

REMUNERAÇÃO EXCLUSIVAMENTE POR PRÊMIOS E PRODUTIVIDADE. O que queremos – Compromisso de que os salários não serão pagos em prêmios ou por produtividade.

3. RISCO AUMENTO DE JORNADA E REDUÇÃO DE INTERVALOS DE ALMOÇO E PAUSAS. O que queremos – Jornada, pausas e intervalos serão considerados como norma de saúde, higiene e segurança do trabalho. Intervalo de repouso e de alimentação terão duração mínima de uma hora.

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NOSSA LUTA CONQUISTAS

Os bancários têm uma história de luta e de conquistas como poucas tegorias construíram nos últimos anos. Jornadas de greves históricas s levaram a conquistar uma Convenção Coletiva Trabalho Nacional e garante os mesmos direitos aos bancários de norte a sul do país. Durante a nossa Campanha Nacional de 2017, levamos aos banqueiros Fenaban uma lista com 21 itens que queremos ver longe da vida dos ncários. Temos que lutar para que os banqueiros assinem este termo compromisso, impedindo que a Reforma Trabalhista e a terceirização ecarizem nossas vidas de trabalhadores. Mas essas conquistas estão ameaçadas. No dia 11 de novembro, a i 13.467/2017, da Reforma Trabalhista, passa a vigorar e impõe perdas e vão desde um aumento de jornada de trabalho, passam pela redução tempo de almoço e descanso e criam o bico sem carteira assinada. ealizamos uma jornada de coleta de assinaturas para que a Reforma abalhista seja revogada e temos uma campanha para submeter a ebiscito revogatório esses ataques que jogam na lata do lixo nossas nquistas históricas. Toda a pressão a deputados federais e senadores rá fundamental para derrotarmos esses retrocessos! Também temos que abrir nossa frente de batalha para impedir que a eforma da Previdência seja aprovada e que nos faça trabalhar até morrer. o nosso caso, temos também um compromisso com a defesa intransinte dos bancos públicos. Eles dão segurança econômica à população e mais precisa e ajudam o país a atravessar crises e a se desenvolver. as Temer mergulhou o Banco do Brasil e a Caixa num processo de estruturação em que o real motivo é desmontar suas estruturas para nder a grandes bancos privados nacionais ou internacionais. No RS, o vernador Sartori quer levar Banrisul, BRDE e Badesul para o mesmo minho, o da privatização. A hora é agora, bancários e bancárias. Dia 10 de novembro, as Centrais ndicais convocam para o Dia Nacional de Mobilizações e Paralisações ntra as Reformas de Temer e em Defesa dos Bancos Públicos. Nós, ncários e bancárias, temos motivos de sobra para participarmos. Preamos defender nossos empregos e lutar unidos e fortalecidos. Vamos ntos defender as nossas conquistas!

7. RISCO ACORDOS INDIVIDUAIS PARA COMPENSAÇÃO DE BANCO DE HORAS. O que queremos – Não haverá compensação de banco de horas sem negociação coletiva.

8. RISCO CONTRATAÇÃO DE AUTÔNOMOS (PJ), INTERMITENTES (O BICO, TRABALHADOR SÓ GANHA PELO TEMPO QUE TRABALHAR), TEMPORÁRIOS, A TEMPO PARCIAL E REGIME 12X36. O que queremos – Compromisso de não assinar contratos de autônomos, intermitentes, temporários, a tempo parcial e regime 12x36.

9. RISCO CONTRATO DE TRABALHO PODERÁ SER EXTINTO EM COMUM ACORDO ENTRE EMPREGADOR E FUNCIONÁRIO, COM PAGAMENTO DE METADE DO AVISO PRÉVIO E METADE DA MULTA DE 40% SOBRE O SALDO DO FGTS. O que queremos – Não será feita rescisão de contrato de trabalho de comum acordo no formato previsto na lei 13.467/2017.

10. RISCO TERCEIRIZAÇÃO IRRESTRITA, ATÉ MESMO NAS ATIVIDADES FIM DOS BANCOS PÚBLICOS E PRIVADOS. BANCÁRIOS SERIAM SUBSTITUÍDOS POR TERCEIRIZADOS, COM SALÁRIOS MENORES E MENOS DIREITOS. O que queremos – Compromisso de não contratação de terceirizados nas atividades fim de bancos públicos e privados.

11. RISCO INDIVIDUALIZAÇÃO DE NEGOCIAÇÕES E CONTRATOS, REDUZINDO O PODER DE PRESSÃO DOS TRABALHADORES. O que queremos – Não serão constituídos representantes de empregados não vinculados aos sindicatos para negociar diretamente com os bancos. Todas as negociações serão feitas exclusivamente com os sindicatos.

12. RISCO DIVISÃO DA REPRESENTAÇÃO DOS TRABALHADORES POR FAIXAS SALARIAIS PARA PREJUDICAR A LUTA POR DIREITOS. O que queremos – A Convenção Coletiva de Trabalho deve ser válida para todos os empregados das instituições financeiras, independente de faixa de escolaridade e de remuneração nas quais se enquadram.

13. RISCO TELETRABALHO COM RESPONSABILIZAÇÃO DOS BANCÁRIOS PELA ESTRUTURA, ACIDENTES E PROBLEMAS DE SAÚDE. O que queremos – O empregador é responsável pelas condições de saúde e segurança no ambiente de trabalho, seja ele interno ou externo.

14. RISCO CRESCIMENTO DE PRÁTICAS ANTISSINDICAIS NO SETOR FINANCEIRO. O que queremos – Dirigentes terão livre acesso a todos os locais de trabalho, inclusive agências digitais.

O Bancário

Jornal do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) - filiado à CUT e à Fetrafi/RS. Presidente: Everton Gimenis. Diretor de Comunicação: Mauro Salles. Jornalista Responsável: Clóvis Victória (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória, José Antônio Silva (MTb 3.870). Social Media: Josias Bervanger (MTb 14.235). Projeto gráfico e diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Ilustração: Augusto F. Bier. Arte: Gerson Schneider. Impressão: Grupo Sinos. Tiragem: 12 mil exemplares. Casa dos Bancários - Rua General Câmara, 424 CEP 90010230 - Porto Alegre - RS Telefone: (51) 3433.1200 redacao@sindbancarios.org.br | www.sindbancarios. org.br | www.facebook.com/SindBancarios.PoA | twitter.com/@sindbancarios


Porto Alegre, 30 de novembro de 2017

4 O Bancário BANCOS PÚBLICOS

Defender o que é de TODOS é defender o Brasil Os governos golpistas se juntaram para desmontar o patrimônio público com um discurso de estado mínimo. Perguntam para que o Estado precisa de bancos públicos, empresas de energia elétrica, de água?

E nós dissemos que um país que tem patrimônio público tem soberania para levar água, energia elétrica e cobrar juros bancários abaixo da média para que as pessoas possam se desenvolver e prosperar social e economicamente. O golpista Michel Temer em conluio com o governador José Ivo Sartori, aqui no Rio Grande do Sul, está tentando privatizar e entregar um patrimônio que o povo brasileiro e o gaúcho lutaram tanto para construir. Precisamos preservar! A Caixa e o Banco do Brasil estão sendo desmontados. Processos de reestruturação eliminam empregos de bancários e bancárias, fecham agências e acabam com o papel social dessas instituições que nasceram justamente para defender o país de crises econômicas. O Banrisul, o BRDE e o Badesul estão ameaçados por um governador que só fala em crise e não apresenta alternativas para tirar o Estado do buraco. Há saídas que não entregar bancos de fomento e vender ações do Banrisul. Não vamos permitir a venda de bancos lucrativos. Vamos defender o que é de todos. Vamos defender o Brasil!

Bancos púbicos estão na mira de Temer e Sartori! uBanrisul – São 15 agências fechadas no país, caixas que agora são obrigados a vender produtos, e mais uma seleção de estagiários sem chamar concursados. A venda de 49% das ações ordinárias, anunciada pelo governo, piora a situação. Sartori quer entregar o Banrisul, ficando só com 25% das ações. O Estado vai perder o controle. Defendemos que a venda de ações do Banrisul, deve passar pela Assembleia Legislativa.

PRESTE ATENÇÃO NA NOSSA JORNADA DE LUTAS! Sexta-feira, 3/11: Banrisulenses vestem preto contra os ataques do governo Sartori ao Banrisul. Terça-feira, 7/11: Assembleia dos Bancários define a participação no Dia Nacional de Mobilização, convocado pelas centrais sindicais (leia edital nesta página) na Casa dos Bancários Sexta-feira, 10/11: Dia Nacional de Mobilização contra Reformas do governo Temer e em Defesa dos Bancos Públicos, com Ato em Defesa do Banrisul. Sábado, 11/11: Assembleia Nacional dos Banrisulenses na Fetrafi-RS, às 9h.

ESTAMOS EM MOVIMENTO! > Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público lota o Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa > Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Badesul e BRDE no Plenarinho da Assembleia Legislativa. > Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos na sede da Fetrafi-RS inclui Câmara dos Deputados e Senado Federal na luta pelos bancos públicos. > Bancários vermelhos de raiva defendem a Caixa pública em Dia Nacional de Luta em defesa do banco 100% público. > Seminário Saúde Caixa e Funcef propõe esclarecimentos acerca dos efeitos do desmonte da Caixa nos planos de saúde dos empregados do banco público.

ENCONTRO DE CONTAS

Trabalhe, governador Faça as contas, porque o Sartori omite, mas, para resolver o problema das finanças do Rio Grande do Sul não precisa vender nada do patrimônio público. Um exemplo: o governo Sartori anuncia venda de ações do Banrisul. O Estado vai ficar com apenas 25% da ações ordinárias. O mercado já avisou que o que o governo irá arrecadar até dezembro deste ano mal cobre uma folha de pagamento dos servidores públicos.

ELES NÃO DES ISTEM DE ACA BAR COM OS BANC OS PÚBLICOS! NÓS NÃO DES ISTIREMOS DE LUTAR JAM AIS!

Para que vender a galinha e ir comprar ovos, governador? Faça um encontro de contas. Cobre os R$ 45 bilhões que a União deve dos créditos de ICMS da Lei Kandir e peça para abater dos R$ 50 bilhões que o Estado deve à União. Não é nenhuma mágica. A dívida cai 10 vezes, para cerca de R$ 5 bilhões. E sem vender nada. Basta ter vontade. Vai trabalhar pelo Rio Grande, Sartori!

Tem saídas para a crise... Vamos lutar pela CPI que investiga o parcelamento dos salários. Vamos lutar pelo encontro de contas que diminui a dívida com a União em 10 vezes! Vamos lutar pela abertura da caixa preta dos incentivos fiscais! Vamos lutar para que o governo combata de verdade a sonegação fiscal! ...Sem vender um alfinete do patrimônio público!

uBRDE – Eles querem colocar o BRDE na negociação da dívida estadual com a União. Mas o banco atua em 90% do território gaúcho e viabiliza infraestrutura, agronegócio, agricultura familiar, cooperativas, indústria e comércio, inclusive financiando projetos de inovação. Somente a banca privada ganharia com a sua entrega. O povo gaúcho perde! uBadesul – Desde os anos 70 o banco atua em todos os 497 municípios gaúchos. Apenas no programa Badesul Cidades, ele investiu R$ 404 milhões em 360 cidades. Em 2016, através do Pronaf, foram colocados na agricultura familiar R$ 278 milhões. O Badesul também está na mira do Sartori! uCaixa – Temer quer, a todo custo, tornar uma S/A. No dia 18/10, levou à votação o estatuto para poder fatiar o banco e fazer o que bem entender. A votação foi adiada, mas temos que ficar mobilizados para manter a nossa unidade e resistir aos ataques. uBanco do Brasil – A reestruturação está sendo tocada pelo Itaú. Segue com fechamento de centenas de agências pelo país, com cortes de remunerações variáveis de forma arbitrária, aumento do assédio moral e metas abusivas. Toda a sexta-feira é dia de os bancários do BB vestirem preto contra a reeestruturação.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL O Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, com sede na Rua General Câmara, 424, no Centro de Porto Alegre, por seus representantes legais, CONVOCA todos/as os/as trabalhadores em instituições financeiras lotados nas cidades de Porto Alegre, Alvorada, Viamão, Canoas, Cachoeirinha, Gravataí, Guaíba, Eldorado do Sul, Sertão Santana, Barra do Ribeiro, Charqueadas, São Jerônimo, Nova Santa Rita, Esteio e Sapucaia do Sul para reunirem-se em assembleia geral na terça-feira, 7 de novembro de 2017, às 18h (dezoito horas), em primeira convocação, e às 18h30 (dezoito horas e trinta minutos) no mesmo dia, em segunda e última convocação, para tratar acerca da seguinte Ordem do Dia: Deliberar sobre a participação dos trabalhadores bancários no Dia Nacional de Mobilizações e Paralisação contra as Reformas do Governo Temer e em defesa dos bancos públicos, convocado pelas centrais sindicais para a sexta-feira, 10 de novembro de 2017, a partir da 0h. Porto Alegre, 27 de outubro de 2017 A Diretoria


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