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O Bancário | Edição nº 17 | 28 de agosto de 2018

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Ano 85 | Nº 17 | 28 de agosto de 2018

VAMOS DECIDIR JUNTOS

Clóvis Victória Jr./SindBancários

Não foi fácil. Mas nós sabíamos. Sempre soubemos. Os banqueiros viriam com toda a força de ameaças, chantagem, choradeira e com um aliado muito forte. A reforma trabalhista esteve na mesa. Sob a forma de retirada de direitos e retrocessos absurdos. A Fenaban apresentou uma proposta de acordo que previa a retirada da integralidade do pagamento da PLR para bancárias

em licença-maternidade e para colegas afastados por motivo de saúde. E nós mobilizamos. Paralisamos agências. Fizemos caminhada. O Comando Nacional dos Bancários rejeitou e pressionou na mesa. No sábado, 25/8, o grande recuo. A Fenaban apresentou proposta de manutenção de todas as nossas conquistas em Convenção Coletiva Nacional (CCT), aumento de 5% em nossas verbas

salariais (piso e tíquetes) o que dá aumento real de 1,18%. Os bancos públicos e privados fizeram o mesmo nos Acordos Coletivos Específicos. Essa proposta prevê também aumento real de 1% e todas as garantias no ano que vem. Bancário, agora é a hora de decidirmos. Lutamos contra tudo e contra todos e resistimos. Vem pra assembleia confirmar nossas conquistas deste ano! Quem decide é o bancário!

u Aumento de 5% (1,18% de aumento real par pisos e demais verbas) u Garantia de todos os direitos da CCT mesmo com os retrocessos da reforma trabalhista u Conquistas preservadas dos Acordos específicos de todos os bancos

ASSEMBLEIA UNIFICADA DE AVALIAÇÃO E DECISÃO DAS PROPOSTAS

Quarta-feira, 29/8 | 18h | Clube do Comércio

Rua dos Andradas, 1.085 Centro Histórico de Porto Alegre


LUTAMOS CONTRA TUDO, CON 2 O Bancário

Porto Alegre, 28 de

Os bancários sabiam que esta seria uma Campanha Nacional que ia ser um divisor de águas na nossa história de lutas. Estava cheia de incertezas. A reforma trabalhista do governo Temer, que começou a valer em novembrodoanopassado,acabariacom todas as nossas conquistas. Enfraquecer sindicatos e entregar o país passou a ser política de Estado desde agosto de 2016. Os banqueiros estavam sedentos por retrocessos nesta Campanha Nacional 2018. Dissemos aos bancários que este ano a nossa luta seria de resistência, contra tudo e contra todos. Que precisaríamos estar muito organizados, unidos e participativos para resistir. Foram 10 rodadas de negociação com a Fenaban. Mesas com ameaças de retirada de direitos. A nossa pressão fez da nossa resistência a garantia de nossos direitos e avanços. Agora, é decidirmos juntos o nosso futuro na assembleia da quarta-feira, 29/8, no Clube do Comércio.

Depois de dez rodadas de negociação com a Fenaban, Comando Nacional pressionou para garantir direitos históricos e aumento real

Veja as novas conquistas Não nos assustamos: realizamos mobilizações e atos de protesto em Porto Alegre, no RS e em todo o Brasil. E valeu muito a mobilização da categoria e a firmeza dos bancários nas negociações: arrancamos aumento real de 1,18%, maior que média dos acordos do 1º semestre, e manutenção de todas as cláusulas da CCT. u Garante o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedidodo empregado;

u Realização do terceiro Censo da Diversidade, levantamento fundamental sobreo perfil da categoria para a promoção da igualdade de oportunidades; u Mantém todos os direitos da CCT ao hipersuficiente (quem ganha a partir de R$ 11.291,60); uHorário de almoço poderá ser flexibilizado: quem tem jornada de 6 horas e tiver de fazer hora extra, terá intervalo de almoço de 30 minutos, e não de 1 hora como determina a lei; uCláusula do vale-transporte volta a ser a conquista da categoria de4% de

desconto sobre o salário-base; u Reajuste de 5% (reposição da inflação mais 1,18% de aumento real) sobre salários e demais verbas comoVA,VR, 13ª Cesta e Auxílio-Creche/Babá; u Se aprovada a proposta, a primeira parcela da PLR será paga já em 20 de setembro; u Bancário demitido não precisará mais requerer o pagamento da PLR proporcional se tiver conta-corrente ativa no banco; os demais terão prazo para solicitar o pagamento; u Taxa negocial: 1,5%.

Nossa pressão fez os bancos recuarem u Queriam pagar PLR menor para as bancárias em licença-maternidade. Voltaram atrás e a PLR integral para as mães foi mantida; u Também queriam pagar PLR proporcional aos trabalhadores e trabalhadoras afastados por doença ou acidente. Este direito também está mantido; u Mantiveram o direito ao adiantamento emergencial para quem tem recurso ao INSS por 120 dias, previsto na cláusula 65 (bancos queriam reduzir para 90 dias);

u Está mantida a proibição da divulgação de ranking individual, prevista na cláusula 37ª da CCT, conquistada pela categoria como forma de reduzir a pressão por metas; u Mantiveram o salário do substituto (cláusula 5ª), que queriam retirar; u Os bancários e bancárias terão até 30 dias para apresentar o recibo para reembolso do auxílio-creche; os bancos queriam que esse prazo fosse menor, de 10 dias; u Voltaram atrás da proposta de extinguir a cláusula que previa

adicional de insalubridade e periculosidade (cláusula 10ª); u Para a cláusula de gratificação de função, que prevê 55% de comissionamento, a Fenaban queria reduzir para 33%, como está na CLT. Após pressão, manteve-se o mínimo de 55%, sendo que, em caso de ação trabalhista para 7ª e 8ª horas, será descontado o que já foi pago, o que já tem sido praticado pela Justiça Trabalhista. A mudança não impacta nas ações anteriores à assinatura do acordo, com período de 3 meses de transição.

Aumento real acima da média dos acordos Levantamento do Dieese, que levou em conta 2.896 acordos entre janeiro e junho, mostra que 78% deles tiveram aumento real, e a média desses aumentos acima da inflação foi de

0,94%. A força da categoria, na mesa de negociação com os bancos e nas mobilizações em todo o país, garantiu proposta de reajuste de 5%, com aumento real de 1,18%.

PROPOSTA DA FENABAN ITENS DA CCT

2018

PISOS APÓS 90 DIAS Portaria

R$ 1.605,19

Escritório

R$ 2.302,52

Caixa e Tesoureiro

R$ 3.110,40

AUXÍLIOS Auxílio-refeição

R$ 35,18

Auxílio-alimentação

R$ 609, 87

13º Auxílio Alimentação

R$ 609, 87

Auxílio creche/babá (filhos de até 71 meses)

R$ 468,42

REMUNERAÇÃO VARIÁVEL PLR-regra básica valor fixo

R$ 2.355,76

PLR-Parcela adicional

R$ 4.711,52

ANTECIPAÇÃO PLR Valor Fixo

R$ 1.413,45

Teto antecipação parcela adicional

R$ 2.355,76

AS


NTRA TODOS E AVANÇAMOS

O Bancário 3

agosto de 2018

BANCO DO BRASIL

CAIXA

Resistência na mesa e direitos preservados Resistimos e seguiremos na luta O Banco do Brasil apresentou para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, no sábado, 25/8, a redação de proposta de acordo para os trabalhadores do banco. A mesa de negociação aconteceu após a realização da mesa única com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em São Paulo. Além de mantermos nosso ACT Específico, mantivemos a mesa permanente

de negociação, onde vamos defender direitos e lutar contra o desmonte do banco. O banco propôs, assim como na mesa única com a Fenaban, um Acordo Coletivo de Trabalho Específico (ACT) de dois anos com reajuste de 5% de 2018 e inflação mais ganho real de 1% em 2019 sobre todas as verbas. Em tempo de reforma trabalhista, os banqueiros tentaram apli-

car o golpe nos nossos direitos históricos. Resistimos. Vamos agora para a assembleia. Os colegas do Banco do Brasil têm um compromisso que é avaliar e decidir sobre o nosso futuro junto com todos os colegas de bancos públicos e privados em uma assembleia unificada nesta quarta-feira, 29/8. Quanto maior a participação, mais representativa é a nossa decisão!

Saiba quais foram as nossas conquistas

Ameaças que a nossa pressão afastou

Intervalo de almoço A redução para 30 minutos de intervalo de almoço com jornada de oito horas só pode ser aplicada se o colega desejar. Já para os funcionários de seis horas será mantido o modelo de 30 minutos atual, sem registro de ponto. Mudanças serão discutidas na mesa permanente com o banco. Horas extras No caso de horas extras, o tempo mínimo de intervalo para o funcionário de jornada de seis horas poderá ser de 30 minutos. Hoje o funcionário é obrigado a fazer uma hora de intervalo. Banco de horas Os funcionários terão seis meses para a compensação das horas extras com folgas, sendo um dia acumulado para um dia folgado. Se a compensação não ocorrer em seis meses, o banco tem que pagar a hora extra no mês subsequente com adicional de 50%.

PLR Está mantido o mesmo modelo de PLR no Banco do Brasil e o pagamento do primeiro semestre, assim como nos anos anteriores, será logo após a assinatura do acordo, se aprovado. Três avaliações Foi conquistada na última reunião, em 22 de agosto, a manutenção da cláusula do Acordo Coletivo que garante a observação de três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, para efeito de descomissionamento. Mesas temáticas O acordo mantém a mesa temática sobre Saúde e Segurança no Trabalho e acrescenta duas novas mesas temáticas sobre Teletrabalho e Escritórios Digitais e Entidades Patrocinadas de Bancos Incorporados. Vale-transporte O trabalhador poderá optar pelo

u A diretoria do banco insistiu que o acordo fosse fechado com intervalo registrado no ponto para funcionários com jornada de 6 horas. u O banco pressionou para reduzir de três para uma o número de avaliações consecutivas negativas para efeito de descomissionamento. recebimento do vale-transporte em dinheiro ou em cartão magnético. Inclusão A proposta também inclui um dia de luto para falecimento de padrastos e madrastas do funcionário. Hipersuficientes Mesmo os hipersuficientes, com salários acima de 11.291,00 estão contemplados com o Acrodo Coletivo Específico e a Convenção Coletiva de Trabalho.

Cassi: a luta continua

Todos temos acompanhado a atual situação da Cassi de forma muito atenta. Por mais importante que seja para todos nós, este tema não entrou nas negociações do atual Acordo. A alegação da diretoria é que a Cassi possui estatuto próprio e está desvinculada da direção do BB. Já há uma mesa própria e permanente de debates sopbre a Cassi, mas que foi suspensa pela atual direção do BB. As entidades

representativas dos funcionários e funcionárias do BB e a CONTRAFvinham realizando negociações com o Banco até maio de 2018, a fim de resolver a grave situação da nossa Caixa de Assistência. De forma unilateral, o BB se retirou das negociações. Com o apoio de parte dos atuais eleitos, a diretoria apresentou sua proposta sem transparência e sem diálogo com os funcionários. A atual proposta onera os

trabalhadores e trabalhadoras, quebra a solidariedade, aumenta a coparticipação, altera o modelo de governança e não resolve o déficite da Cassi. O Banco se aproveita da atual situação e se utiliza do medo dos colegas em perder seu plano de saúde para impor goela abaixo suas vontades. O conjunto do movimento sindical orienta dizer NÃO a esta proposta absurda e autoritária, lutando pela retomada das negociações.

SSEMBLEIA UNIFICADA DOS BANCÁRIOS Quarta-feira, 29/8 | 18h | Clube do Comércio Rua dos Andradas, 1.085, Centro Histórico de Porto Alegre

QUEM DECIDE É O BANCÁRIO!

Foram necessárias oito rodadas pegadas, com muitas ameaças e choradeira. Nem mesmo debater com a profundidade necessária as questões importantes, a diretoria da Caixa queria. A conversa da diretoria foi “esperar a Fenaban”. Esperamos pressionando. Até que, na madrugada do domingo, 26/8, em São Paulo, a nossa pressão na mesa e a mobilização funcionaram. Garantimos as conquistas históricas de nosso Acordo Coletivo Específico. Mantivemos a mesa única e a certeza de que a nossa luta continua. Os pontos principais que conquistamos: a manutenção da cobertura do Saúde Caixa nos moldes atuais e o pagamento da PLR Social. O Saúde Caixa terá os custos administrativo e fiscal sob a responsabilidade do banco. Manter o plano também significa que

70% dos custos assistenciais ficam com a Caixa. Os empregados hoje na ativa manterão o plano quando se aposentarem. Os empregados admitidos após 31 de agosto de 2018 não terão direito ao Saúde Caixa nos moldes atuais. Mas isso não está esgotado. Sabemos a importância de manter os mesmos direitos para garantir a estabilidade do Saúde Caixa. Por isso a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) deixou claro seu repúdio e o compromisso de continuar lutando na mesa permanente. Agora é a hora da decisão. Na quarta-feira, 29/8, venha, colega da Caixa, participar da assembleia unificada, a partir das 18h, no Clube do Comércio, no Centro de Porto Alegre. Vamos decidir juntos a garantia das nossas conquistas históricas.

Saiba o que foi mantido na proposta PLR Foi garantida a PLR social (4% do lucro líquido apurado no exercício de 2018, distribuído em valores iguais para todos os empregados). Antecipação de 50% do valor da PLR deste ano após assinatura do acordo com a Fenaban e com a Caixa.

Tíquetes na licença médica Os tíquetes e vales para colegas afastados por motivo de saúde foram mantidos no tempo que durar a licença médica.

Função das gestantes Manutenção da titularidade da função gratificada das gestantes e empregadas em licença-maternidade. Ou seja, a Caixa não pode descomissioná-las.

Intervalo intrajornada A jornada de até 6 horas mantém intervalo de 30 minutos.

Adicional noturno Está mantida a redação do acordo coletivo atual quanto ao adicional noturno, principalmente quanto a jornada mista, que compreende as que se iniciam entre 22h e 2h30 e se encerram após as 7h do dia seguinte, a chamada jornada mista.

Isenção de tarifas As isenções de tarifas para empregados estão mantidas.

Mais direitos garantidos Delegados Sindicais, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), descanso adicional em agência barco, grupos de trabalho, incorporação ao REB ao novo plano da Funcef, promoção ano-base 2018/2019, qualidade de vida dos empregados, tesoureiro executivo, trabalho da gestante, registro de jornada, 13ª cesta alimentação.

Ameaças que a pressão afastou uA diretoria da Caixa queria limitar a distribuição de lucros ao teto de 6,25% de lucro líquido, o que reduziria o valor da PLR para menos da metade. u O Pagamento da PLR Social não estava garantido e está mantido. u A resolução 23 da CGPAR, verdadeira sentença de morte ao Saúde Caixa, foi rechaçada nas negociações da Campanha 2018, garantindo a manutenção do plano no ACT. Mas a ameaça

definitiva não foi afastada: estamos atentos! u O Conselho de Administração a serviço dos banqueiros e do capital privado tentou transformar a Caixa em Sociedade Anônima, abrindo caminho a privatização. A ameaça foi afastada pela mobilização. u A diretoria tentou retirar o ponto que condicionava a cobertura do Saúde Caixa aos filhos e enteados dependentes indiretos com renda inferior a R$ 1.800.


Porto Alegre, 28 de agosto de 2018

4 O Bancário BANRISUL

FRUSTRAÇÃO NA QUARTA MESA Araldo Neto/Fetrafi-RS

Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul

Reconvocação de Trabalhadores(as) em Instituições Financeiras Assembleias Gerais da Campanha Salarial

Diretoria do Banrisul alegou insegurança jurídica na quarta mesa e impediu debate sobre acrodo após conquistas na Fenaban Em nova rodada de negociação com o Banrisul na segunda-feira, 27/8, na Associação dos Bancos, no Centro de Porto Alegre, o banco frustrou, mais uma vez, a expectativa dos Banrisulenses. Alegando não ter recebido a redação final da proposta da Fenaban, apresentada no fim de semana, em São Paulo, os representantes do Banrisul reafirmaram que irão cumprir o acordo nacional da quarta mesa de negocição. Ele dizem

que precisam “adaptar” o texto à realidade regional da instituição. De acordo com o Banrisul, pode haver insegurança jurídica sem conhecer as cláusulas da proposta. Devido à proximidade da assembleia marcada para a quarta-feira, 29/8, em Porto Alegre, também pelo dia 31 de agosto, data que finda o atual acordo aditivo, o Comando Nacional dos Banrisulenses pressionou para que o banco apresentasse ainda na segunda-feira a proposta, nem que para isso a ne-

gociação se desenrolasse noite adentro, como aconteceu no fim de semana, em São Paulo, na negociação com a Fenaban. Os negociadores do banco rejeitaram. O Comando insistiu. A nova rodada de negociação ficou agendada para a terça-feira, dia 28 de agosto, às 14h, também na Associação dos Bancos. De positivo no encontro, a garantia, por parte do Banrisul, de que vai cumprir o acordo com a Fenaban e irá renovar o acordo aditivo coletivo dos Banrisulenses.

QUINTA MESA DE NEGOCIAÇÃO COM A DIRETORIA DO BANRISUL

Terça-feira, 28/8 | 14h | Asbancos Rua dos Andradas, 1.234, Centro Histórico de Porto Alegre

Calendário de mobilização dos Banrisulenses 15/6: Entrega da pauta de reivindicações específicas dos Banrisulenses à diretoria do Banrisul na DG em Porto Alegre.

apresenta destaques para negociar como avanços a um novo acordo coletivo específico para os Banrisulenses.

Julho e agosto: Jornada de mobilizações com atos em frente à DG e caravanas com reuniões de esclarecimento para pressionar diretoria do Banrisul a negociar Acordo Aditivo.

22/8: Bancários realizam caminhada em defesa dos direitos e garantias históricas pelas ruas do Centro de Porto Alegre e chamam dia de Azul nas agências e locais de trabalho do Banrisul.

30/7 a 3/8: Semana de mobilização com atos diários em frente à DG e envio também diário de ofícios pressionando por mesa de negociação do Acordo Aditivo.

23/8: Banrisulenses vestem azul e se mobilizam para pressionar por avanços na mesa de negociação com a diretoria do banco.

6/8: Primeira mesa de negociação entre o Comando Nacional dos Banrisulenses e a diretoria do Banrisul tem enrolação e ameaçadas. Banco chega a dizer que pode levar à Justiça do Trabalho a decisão do Acordo Aditivo. 10/8: Na segunda mesa de negociações entre Comando Nacional dos Banrisulenses e a diretoria do banco, há avanços na negociação. Participação dos Banrisulenses no Dia do Basta tira diretoria da zona de conforto. Tom da direção muda e assinatura de pré-acordo é sinalizada. 15/8: Terceira mesa de negociação entre o Comando Nacional dos Banrisulenses e a diretoria do Banrisul debate urgência em renovar acordo coletivo anterior. Comando

25/8: No dia do grande recuo, Fenaban apresenta com aumento real e garantia de nossas conquistas históricas. 26/8: Banco do Brasil e Caixa apresentam propostas que garantem conquistas históricas e apesentam avanços. 27/8: Diretoria vai para mesa de negociação sem proposta e adia negociação para o dia seguinte. 28/8: Quinta mesa de negociação na sede da ASBANCOS 29/8: Bancários vão para a assembleia unificada decidir sobre propostas de bancos públicos e privados, no Clube do Comércio, em Porto Alegre.

Os SINDICATOS DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS: DE ALEGRETE E REGIÃO, com sede na rua Gal. Sampaio, 1040, 2° andar, Conj. 06, na cidade de Alegrete; DE BENTO GONÇALVES, com sede na rua Marechal Deodoro, 101, Salas 401 e 402, na cidade de Bento Gonçalves; DE CACHOEIRA DO SUL, com sede na av. Andrade Neves, 1510, Salas 32 e 34, na cidade de Cachoeira do Sul; DE CAMAQUÃ, com sede na rua Bento Gonçalves, 1207, na cidade de Camaquã; DE CARAZINHO, com sede na rua Venâncio Aires, 338, na cidade de Carazinho; DE CAXIAS DO SUL, com sede na rua Borges de Medeiros, 676, na cidade de Caxias do Sul; DE CRUZ ALTA, com sede na rua Jango Vidal, 175, na cidade de Cruz Alta; DE ERECHIM, com sede na av. Maurício Cardoso, 335, sala 202, na cidade de Erechim; DE FREDERICO WESTPHALEN, com sede na rua do Comércio, 535, Sobreloja, na cidade de Frederico Westphalen; DE GUAPORÉ, com sede na rua Dr. Julio Campos, 509, sala 204, na cidade de Guaporé; DE HORIZONTINA, com sede na rua São Cristóvão, 1331, sala 02, na cidade de Horizontina; DE IJUÍ, com sede na rua Sete de Setembro, 345, sala 28, na cidade de Ijuí; DE LAJEADO, com sede na Rua Mário Cattói, 116, na cidade de Lajeado; DE NOVA PRATA E REGIÃO, com sede na rua Flores da Cunha, 847, 2o andar, na cidade de Nova Prata; DE PASSO FUNDO, com sede na rua Gal. Osório, 1411, na cidade de Passo Fundo; DE PELOTAS, com sede na rua Tiradentes, 3087, na cidade de Pelotas; DE RIO GRANDE, com sede na rua Marechal Floriano Peixoto, 467, na cidade de Rio Grande; DE RIO PARDO, com sede na rua General Osório, 875, sala 402, na cidade de Rio Pardo; DE ROSÁRIO DO SUL, com sede na rua Barão do Rio Branco, 2337, Sala 11, na cidade de Rosário do Sul; DE SANTA MARIA, com sede na Rua Dr. Bozzano, 1147, Conjunto 301, na cidade de Santa Maria; DE SANTA ROSA, com sede na avenida América, 582, na cidade de Santa Rosa; DE SANTANA DO LIVRAMENTO, com sede na rua Silveira Martins, 672, na cidade de Santana do Livramento; DE SANTIAGO, com sede na rua Silveira Martins, 1837, na cidade de Santiago; DE SANTO ÂNGELO, com sede na rua Andradas, 1161, na cidade de Santo Ângelo; DE SÃO BORJA, com sede na rua Gal. Marques, 728, sala 102, na cidade de São Borja; DE SÃO GABRIEL, com sede na rua General João Manoel, 261, na cidade de São Gabriel; DE SÃO LEOPOLDO, com sede na rua Flores da Cunha, 229, na cidade de São Leopoldo; DE SÃO LUIZ GONZAGA, com sede na rua Bento Boeira de Souza, 2780, na cidade de São Luiz Gonzaga; DE SOLEDADE, com sede na rua Quintino Bocaiúva, 623, na cidade de Soledade; DE URUGUAIANA, com sede na rua Domingos de Almeida, 1441, na cidade de Uruguaiana; DE VACARIA, com sede na rua Dr. Flores, 352, Sala 13, na cidade de Vacaria; DO VALE DO PARANHANA, com sede na rua Tristão Monteiro, 1678, na cidade de Taquara; SINDICATOS DOS BANCÁRIOS DE BAGÉ E REGIÃO, com sede na rua Melanie Granier, 154, na cidade de Bagé; DO LITORAL NORTE/RS, com sede na rua Barão do Rio Branco, 01, na cidade de Osório; DE PORTO ALEGRE E REGIÃO, que realizará assembleia no Clube do Comércio de Porto Alegre, na rua dos Andradas, 1085, na cidade de Porto Alegre; DE SANTA CRUZ DO SUL E REGIÃO, com sede na rua Sete de Setembro, 489, na cidade de Santa Cruz do Sul; SINDICATO DOS BANCÁRIOS E FINANCIÁRIOS DE NOVO HAMBURGO E REGIÃO, com sede na av. João Antônio da Silveira, 885, na cidade de Novo Hamburgo; DO VALE DO CAÍ, com sede na rua Tristão Fagundes, 306, Bairro Ferroviário, na cidade de Montenegro; convocam todos os/as trabalhadores/ as em instituições financeiras (SINDICALIZADOS E NÃO SINDICALIZADOS) lotados no Estado do Rio Grande do Sul, para participar das concernentes de assembleias gerais (continuidade das ocorridas no dia 12/06/2018) a serem realizadas nos endereços dos sindicatos acima referidos, todas no dia 29 de agosto de 2018, em primeira convocação às 17h30 ou, em segunda e última às 18h, tendo como objetivo comum a todas, tratar da seguinte ordem do dia: Deliberar sobre a aprovação ou não das propostas apresentadas pela Fenaban, pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica Federal, pelo Banrisul e pelo Sindicato das Financeiras. Porto Alegre, 27 de agosto de 2018.


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O Bancário | Edição nº 17 | 28 de agosto de 2018 by Sindicato dos Bancários - Issuu