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O Bancário | Edição nº 7 | 26 de abril de 2019

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Ano 86 | Nยบ 7 | 26 de abril de 2019


2 O Bancário

Porto Alegre, 26

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O velho toma-lá-dá-cá Se nossa arma é a luta e a mobilização, o presidente Jair Bolsonaro e sua equipe de governo usam sua posição e o dinheiro do contribuinte para tentar aprovar a reforma da Previdência. E não é um valor irrisório: segundo o jornal Folha de São Paulo, deputados do DEM, PP, PSD, PR, PRB e Solidariedade confirmaram que o governo ofereceu R$ 40 milhões ‘extras’, em emendas, até 2022, para cada parlamentar que votar a favor da reforma. Uma das principais promessas de Bolsonaro, quando candidato, era acabar com o “toma-lá-dá-cá” no Congresso. Mas com a pressão e mobilização popular crescendo conforme os brasileiros compreendem tudo o que vão perder com a reforma e a possibilidade de sua não aprovação, o governo precisou ‘molhar a mão’ dos parlamentares. Não foi por acaso que eles conseguiram aprovar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, em 23/4, o texto, com algumas mudanças. O que não

muda é o espírito da reforma: a PEC 06/19 continua perversa. Nossa luta já fez o governo recuar e abrir mão de algumas perversidades. Temos que ampliar a luta e a participação. As novas regras diminuem em cerca de 30% os já miseráveis benefícios de quem está no Regime Geral da Previdência Social (RGPS) e certamente ajudarão a ampliar crise e desemprego. O(A) trabalhador(a) permanece mais tempo no mercado. Fica mais difícil para os jovens começarem a trabalhar e para se aposentar. Se um dia conseguirem.

FETRAFI-RS

A coragem constrói a unidade

Aline Adolphs/VerdePerto

CENSURA AOS DADOS

Além dos R$ 40 milhões em emendas para cada deputado que votar a favor da reforma, Bolsonaro já gastou R$ 75,5 milhões do dinheiro do contribuinte em publicidade, nos três primeiros meses do ano. O valor, 63% maior se comparado ao que foi gasto no primeiro trimestre de 2018, é utilizado para justificar a necessidade de se fazer a reforma. Outro movimento simbólico do governo, ao perceber que a reforma pode ser derrotada, foi colocar todos os dados que a justificam em sigilo. Em vez de fazer um debate amplo e profundo com a população, Bolsonaro esconde. Censurar os dados não vai acabar com a perversidade da reforma da Previdência.

Quem saiu ganhando no 13º Congresso Estadual da Fetrafi-RS, que aconteceu nos dias 13 e 14 de abril, na sede da Federação, em Porto Alegre, foi a união dos bancários. Isso porque a Chapa 1, “Fetrafi-RS Unida e Forte” foi eleita para assumir a Federação nos próximos quatro anos com 90,3% do total de votos. A nova diretoria definiu um Plano de Lutas que tem como prioridades barrar a reforma da Previdência, a defesa do Banrisul público, a manutenção da jornada de 6 horas, de segunda a sexta, a luta permanente pela saúde e melhores condições de trabalho e em defesa dos sindicatos.

O que a luta barrou da reforma na CCJ uMantém o pagamento da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e recolhimento do fundo do trabalhador aposentado que ainda trabalha com carteira assinada. uNão vai mais concentrar, na Justiça Federal em Brasília, ações judiciais contra a reforma.

uAcaba com a exclusividade do Poder Executivo (o governo) de propor mudanças na Previdência. uA idade de aposentadoria compulsória dos servidores públicos, atualmente aos 75 anos, não será alterada por lei complementar.

MP 873

Guerra declarada aos sindicatos Os sindicatos são uma pedra nos sapatos italianos do governo federal. E, nos cálculos do governo Bolsonaro, com quem pensa diferente não tem diálogo. Ele quer é destruir. Uma das provas? Na MP 873, editada na sexta-feira, de Carnaval, 1º/3, o governo quer, literalmente, levar os

O Bancário

Jornal do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) - filiado à CUT e à Fetrafi/RS. Presidente: Everton Gimenis. Diretor de Comunicação: Gilnei Silva Nunes (MTb 9286). Jornalista Responsável: Clóvis Victória Junior (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória Junior, Henrique Lammel (MTb 16191) e José Antônio Silva (MTb 3870). Diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Arte: Gerson Schneider. Impressão: Grupo Sinos. Tiragem: 10 mil exemplares. Casa dos Bancários - Rua Gal Câmara, 424 CEP 90010-230 - Porto Alegre - RS Tel: (51) 3433.1200 redacao@sindbancarios. org.br | www.sindbancarios.org.br|www. facebook.com/SindBancarios.PoA|twitter. com/@sindbancarios | youtube.com/ sindbancariospoa|IG: @sindbancariospoa

sindicatos à falência ao restringir a capacidade de construir, organizar e financiar a luta. Se os bancários hoje têm uma CCT nacional desde 1992, verbas como PLR, VR, VA, planos de saúde e odontológico, foi graças à capacidade de mobilização e de organização dos sindicatos.

Até o STF não a cumpriu. Em 2 de abril, mandou o Recursos Humanos descontar em folha as mensalidades dos seus funcionários para os respectivos sindicatos. O STF marcou para o dia 23 de maio votação em plenário sobre essa MP que é considerada por juristas inconstitucional.

CARTILHA DA PREVIDÊNCIA

Leite avança sobre setor energético: O governador Eduardo Leite já disse que ia levar o debate sobre fazer o plebiscito para a Assembleia Legislati Mas ele disse isso quando era candidato ao governo. Porque, no dia 24 de abril passado, sua promessa foi desmentida. Os deputados estaduais (foto acima) aprovaram por 40 votos a 13 a PEC 272/19, aquela que o governad apresentou e que acaba com a obrigatoriedade do plebiscito para entregar o setor energético gaúcho, a CRM, a SulGas e a CEEE


O Bancário 3

6 de abril de 2019

BANRISUL PÚBLICO

Nossa “missão” é possível

O presidente indicado pelo governador Eduardo Leite para o Banrisul repetiu, com boa frequência, uma palavra na sabatina na Comissão de Finanças, Planejamento e Controle, da Assembleia Legislativa, em 24/4. Quando perguntado sobre o futuro do Banrisul, subsidiárias como a Cartões, venda de ações, os antigos sócios que trouxe para ocupar cargos de diretoria, Cláudio Coutinho Mendes sempre retomava um raciocínio. Descrevia conversas que teve com o governador sobre a missão de fortalecer o Banrisul no setor de investimento para atender interesses do maior acionista, o Estado, e dos acionistas menores.

Guerreiro/ALRS

alertas. A missão do novo “presidente” não é ajudar a manter o Banrisul público. Não é decisão dele, mas do governador. E se depender de Leite… CRM, SulGas e CEEE já estão encaminhadas com a aprovação do fim do plebiscito pela Assembleia Legislativa. A missão dos Banrisulenses é continuar a luta pelo banco público. Essa missão, para nós, sempre será possível.

“Não é um assunto atinente à direção do banco. É assunto do maior acionista, o governo do Estado. A diretoria não tem como opinar sobre isso. O governador Eduardo Leite colocou não privatizar. Falamos da opção de vender ações em 2007, metade das ações. (…) Tem os acionistas. Tem que se equilibrar entre a sustentabilidade e os acionistas.”

Cláudio Coutinho, durante sabatina na ALERGS, disse que recebeu “missão” do governador Leite

ITAÚ

Cadê a agência que estava aqui?

Os bancários retardaram a abertura de agências do Itaú no dia 12/4, na base do SindBancários, para denunciar à população o fechamento de unidades. Mesmo sendo o banco que mais lucra no Brasil – somente em 2018, foram mais de R$ 25 bilhões – o Itaú não tem mantido agências ou melhora o ambiente de trabalho. Estão sendo fechadas unidades em todo o Brasil. Na base do SindBancários, estão encerrando as atividades das agências Mostardeiro, São Pedro, Shopping Canoas e Bourbon Country. Estima-se

iva.

dor

Coutinho foi aprovado na Comissão por oito votos a zero, assim como os cinco diretores, sendo destes, três colegas concursados do Banrisul. Seus nomes ainda serão submetidos à aprovação dos deputados em plenário, numa sessão ainda sem data para ocorrer até a publicação deste O Bancário. Quando perguntado pela manutenção do Banrisul público, se eximiu. Não era assunto para a diretoria. Mas sim para o governador. Quando o assunto foi a Banrisul Cartões, aí sim é assunto de diretoria. Para Coutinho, se aparecer um bom negócio ante um mercado cada vez mais competitivo, estuda-se. Botou até preço: R$ 30 bilhões. Os banrisulenses precisam ficar

Clóvis Victória/SindBancários

José Antônio Silva/SindBancários

Diretores do Sindicato chamaram a atenção da população e funcionários do Itaú, em protesto contra o fechamento de agências, o que prejudica clientes e traz inconvenientes aos bancários que, pelo menos, mil clientes eram atendidos nesses locais. Banco não pode demitir A direção do Itaú se com-

CAMINHONEIROS

BNDES, BB e Caixa afastam greve No discurso, é “privatiza tudo”, “o Brasil não tem porque ter banco público”. Mas na prática, na hora do aperto, o governo pede ajuda pra quem? Pros bancos públicos. Na iminência de uma nova greve dos caminhoneiros, o

governo federal anunciou a liberação de uma linha de crédito de R$ 30 mil para os motoristas autônomos, uma das medidas que afastou a possibilidade de uma nova paralisação ainda em abril. A ideia do governo é liberar,

via BNDES, R$ 500 milhões na linha de crédito, que será acessada pelos caminhoneiros no Banco do Brasil e Caixa. Quando o problema aparece, lá estão os bancos públicos, tão atacados pelo governo, para “ajudar” o país.

CAIXA

Como afundar um banco Vender, vender, vender... Essa é a lastimável estratégia de gestão para um dos maiores bancos públicos da América do Sul. Junto com a venda de

áreas lucrativas, como seguros, loterias e operações de cartões, a ideia é esvaziar os fundos governamentais, enfraquecendo a Caixa. Depois de vender

as ações do ressegurador IRB Brasil Re, a Caixa quer entregar a participação na Petrobrás, a partir dos papéis detidos pelo FI-FGTS.

prometeu a não demitir nenhum funcionário. O Sindicato está atento e acompanhando os casos e fica à disposição para esclarecer dúvidas. E se

você estiver sofrendo qualquer tipo de pressão, denuncie para o SindBancários. Pode ser anonimamente, no link bit.ly/ bancariodenuncie.

CASSI

Após recomendar intervenção, ANS recebe sindicatos Entidades representativas dos funcionários do BB estiveram reunidos nesta quarta, 24/4, com representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para debater a recomendação de seu presidente em exercício, Leandro Fonseca da Silva, em fazer uma intervenção da direção fiscal na Cassi. Segundo Fonseca da Silva, a intervenção deve ocorrer em razão dos reiterados déficits do Plano Associado, que superou os R$ 350 milhões em 2018.

Para isso, precisa ser aprovado pelo Colegiado da ANS, que possui cinco integrantes. Os bancários informaram a ANS dos esforços empenhados, por mais de um ano, na construção de uma proposta para sanar o desiquilíbrio do plano, que ainda será levada para apreciação dos associados. Maior plano de autogestão da América do Sul, a Cassi abriga 400 mil assistidos e o que não falta são empresas privadas interessadas em administrá-la.


4 O Bancário

Porto Alegre, 26 de abril 2019

DIA DO TRABALHADOR

A UNIÃO FAZ A LUTA Se os governos estadual e federal agem afinados e unidos para retirar direitos dos trabalhadores, nós precisamos dar uma resposta. No dia 1º de Maio temos que protestar contra a reforma da Previdência que, na prática, acaba com a aposentadoria ou impõe que a gente trabalhe mais e ganhe menos para se aposentar.

E mais recentemente o conluio no Rio Grande do Sul, com os ataques federais aos nossos direitos, atende pelo nome de ofensiva do governador Eduardo Leite a empresas públicas CRM, SulGas e CEEE. O que os atuais senhores do poder no Brasil escrevem ou dizem a gente não pode confiar. Na dúvida, o trabalhador precisa fazer o que sempre faz. Unir-se, mobilizar-se e lutar. Não há data melhor para começar essa contraofensiva do que o feriado de 1º de Maio. É tempo de os(as) bancários(as) atenderem o chamado das

centrais sindicais e fazerem jus ao Dia do Trabalhador, na próxima quarta, 1º de Maio.

ATO CULTURAL DO DIA DO TRABALHADOR Quinta | 1º de Maio | A partir das 15h na Orla do Guaíba em Porto Alegre

SAÚDE

Caminhando juntos por aí Chegou a hora de botar o pé na estrada, nas ruas, em qualquer lugar. Sair por aí para cuidar da saúde física fortalece o corpo, a mente e a luta. Por isso o SindBancários lança, na terça-feira, 9/5, o projeto Caminhando Por Aí.

Trata-se de um grupo de caminhada que tem os aposentados como alvo mas que se estende aos bancários(as) de qualquer idade. O lançamento terá uma palestra da coordenadora de Qualidade de Vida no Banrisul, Cláudia Lucchese.

LANÇAMENTO DO PROJETO CAMINHANDO POR AÍ Quinta-feira, 9/5 | 10h30 | Auditório da Casa dos Bancários Confirme presença até a segunda-feira, 6/5, com a diretora de Aposentados e Seguridade Social do SindBancários, Natalina Gué. (51) 99962 3146 (whatsapp)e/ou e-mail natalina@sindbancarios.org.br

CONSULTA NACIONAL Bancárias e bancários de todo o país estão respondendo ao questionário da Consulta Nacional. As respostas contribuirão com a definição das ações da categoria até que se inicie a próxima Campanha Nacional dos Bancários, em 2020. Aqui, na base do SindBancários, começa a circular em maio. É fundamental que toda a categoria se envolva e responda ao questionário, para que a pesquisa retrate com maior precisão a posição dos bancários e bancárias de todo o território nacional referente aos temas tratados.

CINEBANCÁRIOS

Em debate, a vida em silêncio de um pai

O filme estreia no CineBancários, na terça-feira, 2/5. Então, aqueles que quiserem exercitar o raciocínio, podem voltar a vê-lo ou simplesmente aparecer na sessão de cinco dias depois. Pois será na terça-feira, 7/5, que o filme “A Sombra do Pai” será debatido na sala de cinema do SindBancários. E com a presença da diretora Gabriela Amaral Almeida. O longa teve estreia mundial no 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde levou três prêmios, e foi selecionado para o Festival de Cinema de Tóquio de 2018. Protagonizado por Julio Ma-

Sessão comentada no CineBancários Após a exibição de “A SOMBRA DO PAI”, haverá debate com a presença da diretora Gabriela Amaral Almeida, com mediação do jornalista Roger Lerina.

Terça-feira, 7/5| 19h30 Programação u 2 a 8/5 15h: A sombra do pai 17h: La cama 19h: A sombra do pai A programação deste ano do CineBancários tem o patrocínio da Fenae.

chado (Joaquim) e Nina Medeiros (As Boas Maneiras), “A Sombra do Pai” conta a história de Dalva, uma menina de nove

anos às voltas com o silêncio do pai, o pedreiro Jorge (Machado), que fica mais triste após perder o melhor amigo em um acidente.

Cláudia Lucchese*

COLUNA

E por falar em Qualidade de Vida... Quando recebi o convite do Sindicato para escrever periodicamente sobre qualidade de vida através dos exercícios físicos, decidi que iria aproveitar o espaço para desfazer alguns mitos que carregamos sobre o que vem a ser estilo de vida ativo e a quem se destina. E para começar seria bacana diferenciarmos dois termos importantes: atividades físicas x exercícios físicos. ATIVIDADE FÍSICA é qualquer movimento corporal com gasto energético acima dos níveis de repouso. Incluem-se as atividades da vida diária (banhar-se, vestir-se) as atividades de trabalho (andar, levantar e carregar objetos). EXERCÍCIOS FÍSICOS é qualquer atividade que mantém ou aumenta a aptidão física, já que tem um objetivo definido e contínuo, como por exemplo, a melhora da capacidade cardiorrespiratória. E é sobre esse segundo termo que me debruço para conversar sobre os reais benefícios de quem deseja conquistar uma vida ativa de forma correta e segura. Caminhando por AÍ! Não poderia abrir essa coluna sem falar sobre os reais benefícios da caminhada. Por quê? Por ser o ato de caminhar

a prática mais fácil de se dar o primeiro passo para uma vida ativa. Todos sabemos caminhar e só precisamos de um tênis adequado e de roupas leves para sairmos por aí. Costumo dizer aos meus alunos que caminhar nos prepara para o seguinte passo, já que conseguimos melhorar a capacidade cardiovascular e a resistência muscular dos membros inferiores. A partir daí, com orientação adequada e continuidade, podemos evoluir para alternâncias de ritmos para alcançar outros objetivos, como perda de peso e maior liberação de endorfina, hormônio que proporciona maior sensação de bem estar. E o mais importante: não existe idade para iniciar a caminhada orientada. Tanto que o SindBancários aprovou recentemente o projeto Caminhando por Aí, que inicialmente se destina aos aposentados e que terá minha participação como responsável técnica. Se você é aposentado e deseja participar, entre em contato pelo email natalina@sindbancarios.org.br Até a próxima! *Profissional de educação física e Coordenadora do Programa de Qualidade de Vida do Banrisul

PROJETO VIVÊNCIAS

Vida com mais teatro e dança Está cansado(a), bancário (a)? Precisa relaxar e não sabe como? Talvez essas poucas palavras no jornal do teu Sindicato possam apontar uma opção para enfrentar o estresse uma vez por semana. O projeto Vivências propõe atividade lúdica, flexível e aberta para exercitar técnicas de dança e das artes cênicas. Vamos praticar a arte em nossas vidas, afinal de contas não nascemos só para trabalhar e cumprir metas. Os encontros são acompanhados por professores qualificados e não há compromisso de se ir em todos os encontros. Bancários(as) associados(as) ao Sindicato e seus dependentes não pagam nada. Não é necessário se inscrever previamente para participar, mas recomendamos que você confirme

sua presença pelo e-mail baixo para melhor organizar sua participação. Apareça! Vivências em teatro Os encontros acontecem todas as terças, das 18h30min às 20h, sempre na Casa dos Bancários e são acompanhados pelo ator João França ou pela atriz Adriane Azevedo. Vivências em dança Orientadas pelo dançarino e coreógrafo Ademilton Santos, a oficina de Vivência em Dança acontece nas quartas, das 18h às 20h, também na Casa dos Bancários Tire suas dúvidas Entre em contato com a diretora de Cultura, Esportes e Lazer do SindBancários, Ana Guimaraens, pelo e-mail analucia@sindbancarios.org.br Vagas limitadas.


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