SindBancarios.PoA
@SindBancarios
51-34331200
www.sindbancarios.org.br
Ano 85 | Nยบ 6 | 24 de abril de 2018
Porto Alegre, 24 de abril de 2018
2 O Bancário VENDA DE AÇÕES
Não venham afundar o Banrisul Primeiro, anunciaram, em um fato relevante numa sexta-feira, do início de abril, que não venderiam ações do Banrisul. Na terça-feira seguinte, usaram o jornal Zero Hora como Diário Oficial do Estado para anunciar, em manchete, a venda de ações sem direito a voto que realizariam na terça-feira, 10/4.
Pois não é que fizeram mesmo? Então, 26 milhões de ações do Banrisul foram vendidas. Quem vê as cifras, pode
achar que foi um grande negócio. Nada disso. O valor arrecadado, de cerca de R$ 484,9 milhões, é um mau negócio. Quase não paga um
terço da folha de pagamento dos servidores públicos do Estado. E o pior: em dia de queda na Bolsa. Com a venda das ações, o Estado reduz sua participação no Banrisul e, portanto, vai perder dividendos. O que é o mesmo que dizer que vai perder dinheiro para investimento público. Será que tem coisa aí? Ora, o governo Sartori é aquela
administração incompetente que ficou quatro anos falando em crise, não apresentou soluções e agora corre atrás de algum dinheiro pra fazer alguma estrada por aí e ganhar uns votos. O RS naufraga em ano de eleição. O governo Sartori está à deriva. O barco do Sartori afunda. Não vamos deixar ele levar o Banrisul de arrasto!
IPO CARTÕES
A assembleia precisa ser investigada Imagine que você seja sócio em um negócio. Agora pense que seus sócios vão fazer uma reunião para botar ações do empreendimento na bolsa de valores. Legal, né? Pois é, nem tanto, se na hora em que você chega na assembleia (ou reunião) um dos seus sócios encerra os trabalhos. Pois foi isso que aconteceu na assembleia da terça-feira, 10/4, na DG do Banrisul em Porto Alegre. Nesse dia, o SindBancpáiros, a Fetrafi-RS e dirigentes de vários sindicatos de bancários do interior fizeram uma
vigília para tentar impedir que houvesse abertura do capital (IPO) da Banrisul Cartões e que a venda de ações fosse suspensa. Dirigente da Fetrafi-RS e funcionário do Banrisul, além de acionista minoritário, Carlos Augusto Rocha, tentou participar da assembleia geral de acionistas. Mas assim que foi visto entrando no prédio, a assembleia acabou. O SindBancários e a Fetrafi-RS estudam providências junto ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público de Contas. Queremos que essa assembleia seja investigada.
Clóvis Victória Jr./SindBancários
FUNDAÇÃO
O trenzinho está migrando?
Chegou até o Sindicato uma denúncia de que diretores da Fundação Banrisul de Seguridade Social (FBSS) iriam votar aumento na verba de representação que ganham todo mês. Não seria um aumento pequeno. O aumento pretendido, segundo afirmam nossas fontes, pode chegar a 500% do que recebem hoje. A verba de representação é hoje 10% do salário A1, o maior do Banrisul. Atenção: é uma verba que entra via FBSS, complementar ao salário do bancário que trabalha como diretor eleito da FBSS. Será que o semestralão está migrando para a Fundação? O semestralão foi um canetaço da diretoria do Banrisul para jogar na conta de cerca de 40 executivos, superintendentes da DG, mais de R$ 40 mil a cada seis meses.
AGENDE-SE
Sábado – Dia 19 de maio Encontro Estaduais por Bancos (públicos e privados). Domingo, 20/5: Conferência Estadual dos Bancários.
Banrisulenses ocuparam a Caldas Junior, no Centro de Porto Alegre, em protesto contra venda de ações e IPO da Cartões
A partir das 8h, sede da Fetrafi-RS (Coronel Fernando Machado, 820, Centro Histórico de Porto Alegre.
DELEGADOS SINDICAIS
A luta ainda mais importante
A retirada dos direitos do trabalhador e a conjuntura política adversa com entrega de patrimônio público por um governo que aplicou e mantém um golpe sujo nos nossos direitos. Estes são dois dos principais desafios que os novos delegados sindicais do Banrisul, Caixa Federal e Banco do Brasil na área de atuação do SindBancários terão pela frente este ano. Eles tomaram posse no cargo na sexta-feira, 13/4, em um encontro na Fetrafi-RS,
O Bancário Jornal do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) - filiado à CUT e à Fetrafi/RS. Presidente: Everton Gimenis. Diretor de Comunicação: Mauro Salles. Jornalista Responsável: Clóvis Victória (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória, José Antônio Silva (MTb 3.870). Social Media: Josias Bervanger (MTb 14.235). Projeto gráfico e diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Ilustração: Augusto F. Bier. Arte: Gerson Schneider. Impressão: Grupo Sinos. Tiragem: 12 mil exemplares. Casa dos Bancários - Rua Gal Câmara, 424 CEP 90010-230 - Porto Alegre - RS Tel: (51) 3433.1200 redacao@ sindbancarios.org.br | www.sindbancarios. org.br|www.facebook.com/SindBancarios. PoA|twitter.com/@sindbancarios
Verdeperto/SindBancários
Delegados sindicais tomaram posse durante encontro na sede da Fetrafi-RS em Porto Alegre. Os dirigentes sindicais lembraram que os delegados terão papel decisivo
BIER
durante a campanha salarial deste ano, fazendo a mobilização dos bancários.
REFAP/PETROBRAS
Entrega anunciada Se Temer quer entregar a Refinaria de Petróleo Alberto Pasqualini (Refap) de Canoas, com venda de 60% do patrimônio, anunciada na sexta-feira, 20/4, que futuro ele reserva à Caixa e ao BB? Ora, o desmonte nos bancos públicos está sendo praticado, com extinção de
empregos e fechamento de agências. Sartori, o gerente do golpe no RS, planeja botar a mão no Banrisul, CEEE, Sulgás, Corsan, Badesul e BRDE. E o país? Para eles, que fique à deriva e seja entregue aos banqueiros. Vender patrimônio público afunda os estados e o país.
Porto Alegre, 24 abril de 2018
O Bancário 3
REINTEGRAÇÃO
Vitória da saúde bancária
Divulgação/SindBancários
O banco Safra cobra metas, sobrecarrega os(as) bancários(as) e, na hora que as pessoas adoecem de tanto trabalhar e de tanta pressão, a culpa é do trabalhador. Foi o que aconteceu com a colega Andrea de Mattos Ferri. Ela foi demitida pelo Banco Safra em outubro de 2016 mesmo em tratamento de saúde. A atuação do SindBancários mostrou mais uma vez que está mais importante do que nunca na vida dos trabalhadores. Através de uma Ação de Reintegração, a justiça foi feita. No dia 13 de abril, Andrea voltou a trabalhar. A Justiça do Trabalho reconheceu que a demissão de Andrea foi errada. Andrea, já tinha cerca de
Andrea (à direita) e a diretora Jamile: retorno ao trabalho após demissão quatro anos de banco Safra quando foi demitida em 2016. Sofria de LER/DORT, uma das doenças ocupacionais mais recorrentes entre os bancários, e estava em situação de sofrimento psíquico. A Justiça mostrou com mais essa vitória
do SindBancários algo que é recorrente no departamento de saúde do Sindicato: a gestão dos bancos adoece as pessoas. Portanto, quem está doente é o banco ao adoecer seus trabalhadores. Mais saúde, é melhor condição de trabalho.
SEGURANÇA BANCÁRIA
SANTANDER
Cheques para 51 colegas Cinquenta e um colegas do Santander tiveram uma ótima notícia neste mês de abril: a Justiça do Trabalho liberou, finalmente, o pagamento de diferenças salariais não pagas pelo banco há 27 anos. Os cheques para os colegas que têm seu nome na lista (ver como acessar com o celular no qr-code) estão à disposição na tesouraria da Casa dos Bancários desde a sexta-feira, 13/4, a partir das 9h. A reclamatória trabalhista coletiva impetrada pelo SindBancários reivindicou, em 1991, diferenças salariais não pagas pelo banco relativas a reajustes de gratificações semestrais, férias, 13º salários no Acordo Coletivo. Ou seja, na maior cara de
pau, o banco espanhol descumpriu o acordo coletivo vigente e não repassou para as verbas salariais dos funcionários os 25% de reajustes sobre os salários de novembro de 1990 e os 35% sobre os salários pagos a partir de fevereiro de 1991. No total, a ação inclui 287 bancários que ainda não foram reconhecidos como tendo direitos. É claro que o Sindicato já recorreu na Justiça para que todos eles sejam contemplados.
Baixe o leitor do qr-code em seu celular o digite o endereço bit.ly/2EGgohi em seu navegador de preferência e saiba se seu nome está na lista para receber um cheque
MEDICINA DO TRABALHO
Precisamos falar sobre medo nas agências Uma ferramenta de luta por saúde Durante cerca de 40 minutos, dirigentes do SindBancários, da Fetrafi-RS e da CUT-RS conversaram com o secretário de Justiça e Segurança do Estado, Cezar Schirmer, na tarde da quinta-feira, 5/4, sobre um tema que leva pânico aos bancários, vigilantes e clientes de bancos. O crescimento de 20% nos ataques a bancos nos primeiros três meses do ano em todo o Estado, as lacunas no Plano de Segurança Bancário aprovado em janeiro deste ano pela Assembleia Legislativa e
Dirigentes do SindBancários e da FetrafiRS cobraram fiscalização e apontaram lacunas no Plano de Segurança principalmente a responsabilidade dos bancos em investir em sistemas de segurança que tornem a vida mais segura dentro das agências bancárias
estiveram em pauta. Os dirigentes também cobraram fiscalização nas agências bancárias que não cumprem a legislação existente.
CAIXA
Pressão na diretoria
A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), que representa a Contraf-CUT nas negociações com o banco, se reúne com a direção da instituição financeira no próximo dia 24 de abril, em Brasília. Os prin-
cipais assuntos da pauta são o Programa de Desligamento do Empregado (PDE) e falta de empregados, a verticalização e descomissionamento arbitrário, a qualidade do atendimento do Saúde Caixa, as baixas condições de traba-
lho, aumento de adoecimento e suicídios e a busca por uma solução do Contencioso da Funcef. Não resta dúvida que o novo PDE é mais uma etapa da reestruturação e serve para desmontar a Caixa para entregar à iniciativa privada.
Lucro não é engodo
Desde o golpe parlamentar-jurídico-midiático contra a democracia, a soberania nacional e os direitos dos trabalhadores, a Caixa vem sendo alvo do “mercado” e de disputas políticas no âmbito do governo ilegítimo. Assim como os demais bancos públicos, a Caixa enfrenta um processo
de enfraquecimento visando a privatização, como parte da implementação forçada da agenda neoliberal rejeitada nas urnas pelo povo brasileiro quatro vezes consecutivas. O ano de 2017 na Caixa foi marcado por retrocessos e desarticulação do banco.
Leia em seu celular artigo completo “O lucro histórico da Caixa não pode servir de engodo aos empregados” ou digite o endereço bit.ly/2qOj1sR no seu navegador de preferência
O SindBancários investe muito na luta por melhores condições de trabalho e saúde para os bancários. Na noite da quarta-feira, 18/4, o auditório da Casa dos Bancários virou uma trincheira na luta pela saúde dos trabalhadores. Conhecido como “papa” da medicina do trabalho, o professor René Mendes (foto) lançou o Dicionário de Segurança e Saúde do Trabalhador – Conceitos, Definições, História, Cultura. Ele escreveu vários verbetes, mas chamou 522 profissionais
que atuam em medicina e saúde do trabalhador, para escrever também. O resultado foram 3.500 verbetes, uma ferramenta de 1.260 páginas.
ELEIÇÕES PREVI
Chapa 2 é que defende a gente A eleição na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, começou na quarta-feira, 18/4, e vai até o próximo dia 30. Os associados vão eleger os novos integrantes nas Diretorias de Planejamento e de Administração, nos Conselhos Fiscal e Deliberativo e nos respectivos Conselhos Consultivo do Plano 1 e do Previ Futuro. O mandato dos eleitos é de quatro anos. O SindBancários, assim como a Contraf-CUT, apoia a Chapa 2 – Previ para os Associados. Representantes da Chapa 2 estão passando por agências do Banco do Brasil na nossa área de atuação que é
Porto Alegre e região. Além de serem colegas que representam o funcionalismo do BB, têm experiência e conhecem muito bem a Previ.
Baixe leitor de qr-code em seu celular ou digite o endereço bit. ly/2HzAwrg em seu navegador de preferência e conheça os colegas da Chapa 2 na eleição da Previ do BB. Eles têm experiência e podem ajudar a garantir teu futuro.
Porto Alegre, 24 de abril de 2018
4 O Bancário
CAMPANHA NACIONAL 2018
NOSSA LUTA
Quanto mais democracia,
MAIS DIREITOS
A democracia brasileira está sendo pisoteada a cada dia que passa. A “reforma” trabalhista do atual governo só serviu para tirar direitos históricos e garantias constitucionais.
O resultado é mais gente pobre e desempregada nas ruas, fazendo bicos para sobreviver. A economia patina sem sair do lugar e – apesar da propaganda do governo – em 2018 o orçamento de Temer para a Educação, por exemplo, foi de R$ 89 bilhões (para se ter uma ideia, em 2014 o orçamento da educação atingiu R$ 115, 7 bilhões). Todo esse clima foi instalado pelo golpe que tirou Dilma e colocou Temer no poder. E o desmonte que está ocorrendo
nos bancos públicos mostra o significado do golpe. Não é exagero: até a existência da Caixa, do BB e do Banrisul, como instituições públicas, está ameaçada. E mais: também o direito de presunção de inocência e de amplo direito de defesa deve interessar a todos, pois quando as regras legais passam a ser descumpridas, qualquer um pode ser atingido. Aliás, no dia a dia da categoria, está se tornando muito comum os bancos desrespeitarem as decisões judiciais que favorecem bancários e clientes. Perseguição não é justiça Vamos repetir: quem errou tem que pagar pelo seu erro. Garantir ampla defesa e o devi-
do processo legal não significa defender uma pessoa ou um partido. Significa defender a Constituição Federal. Ela é que garante a presunção de inocência quando não há provas, além do julgamento até do último recurso. E quando o Estado Democrático de Direito é desrespeitado, nada garante que esse tipo de prática persecutória não se volte um dia contra qualquer um. Os avanços democráticos não podem ser destruídos pelo golpe. Afinal, o país está melhor ou pior do que há dois anos, quando Dilma Rousseff foi vítimas de um impeachment para lá de suspeito na Camara dos Deputados? Confira abaixo o antes e depois do golpe nos nossos direitos!
O AVANÇO DO RETROCESSO ANTES DO GOLPE uSalário mínimo A redução da desigualdade no Brasil, segundo a ONU, em parte foi resultado do aumento real do salário-mínimo que cresceu 77% entre 2003 e 2016. uCaixa e BB Os bancos públicos foram fortalecidos. Houve aumento de crédito para a população e as instituições administraram programas sociais que reduziram o abismo social entre ricos e pobres, além de financiar obras de infraestrutura do país. uPré-sal Descoberto em 2007, o pré-sal destinaria 75% dos royalties do petróleo para a educação, conforme lei sancionada em 2013 por Dilma. Seriam R$ 112 bilhões ao setor em dez anos. uRedução da miséria O Bolsa Família beneficiava 13,9 milhões de famílias até 2016, contribuindo – ao lado do pleno emprego – para a redução da miséria no país.
DEPOIS DO GOLPE uSalário mínimo Em 2018 o reajuste do salário mínimo (1,81%) foi menor que a inflação (2,07%), pelo segundo ano consecutivo, passando de R$ 937 para R$ 954. uCaixa e BB Bancos públicos reduziram drasticamente o número de funcionários. Caixa perdeu cerca de 14 mil empregados. No BB, a administração atual demitiu mais de 10 mil funcionários. Cerca de 500 agências foram fechadas. A política é de desmonte para privatizar. uPré-sal Regras foram alteradas, com entrada de empresas estrangeiras na exploração, além da Petrobrás. O estado deixa de arrecadar R$ 25 bilhões que iriam para o Fundo Social para a Saúde e Educação. uAumento da miséria Hoje o Brasil começa a voltar ao terrível “Mapa da Fome”. Segundo a ONU, o Brasil de Temer já tem 13,4 milhões de pessoas vivendo em pobreza extrema. Seu governo de desemprego e recessão já retirou o Bolsa Família de 1,2 milhão de famílias necessitadas.
Quanto mais luta, melhor! Nós, bancários(as), conquistamos muito de 2003 até 2016. Foram greves consecutivas com aumentos reais e muitas conquistas, como PLR, vários auxílios e cláusulas que garantem melhores condições de trabalho para os(as) bancários(as) dentro das agências. Mas isso pode acabar no dia 31 de agosto. É que a Reforma Trabalhista, Lei 13.467,
aprovada em julho de 2017 acaba com a ultratividade. Isso significa que o nosso acordo anterior vai deixar de valer se não fecharmos a convenção coletiva até 1º de setembro. Por isso, começamos, este ano, nossa Campanha Nacional mais cedo. Quando que lutar foi fácil para os trabalhadores? Precisamos é de muita união, participação e luta!
DIGA S!M
O Sindicato está mais importante que nunca Os sindicatos hoje são a maior barreira para resistir ao sumiço dos empregos, ao fim dos direitos trabalhistas, à precarização do trabalho, às “reformas” e à entrega das grandes empresas públicas e bancos – como o BB, a Caixa, o Banrisul e o Badesul – ao mercado, a preço de banana. Um dos principais ataques ao sindicalismo foi a derrubada da obrigatoriedade das homologações de demissão de bancários serem realizadas nos Sindicatos. Gerentes e gestores não são preparados para realizar homologações, aumentando riscos de cálculos distorcidos, omissões de vantagens e trabalhadores lesados. Outra medida patrocinada pelo desgoverno Temer é que os trabalhadores são coagidos a não recorrerem à Justiça, seja de forma individual ou coletiva. Isso porque, a partir de agora, se o trabalhador perder a causa na Justiça, vai ter que pagar até os advogados dos banqueiros. Por tudo isso, os Sindicatos estão mais importante do que nunca! Os patrões sabem disso e estão atacando as entidades
representativas dos trabalhadores. O SindBancários lança campanha de Sindicalização para fortalecer a nossa luta coletiva. Fortaleça a sua categoria. Sozinho ninguém conquista nada. Diga S!M ao Sindicato. Como se sindicalizar É fácil. Entre no site do SindBancários, baixe a ficha de inscrição e entregue na secretaria. Você também pode pedir ao diretor de sua área para levar a ficha ou entregá-la preenchida. Como se recadastrar Ficha de sindicalização/ recadastramento fornecida pelo Sindicato, a ser entregue à diretoria da entidade, pessoalmente ou na sede do Sindicato (Rua General Câmara, 424, Centro, Porto Alegre; CEP9010-230), aos cuidados do setor de arrecadação.
Baixe o leitor de qr-code em seu celular ou digite o endereço eletrônico reduzido bit.ly/2zgltKz no seu navegador de preferência e preencha a ficha de inscrição.