Skip to main content

Bancario11052018 2

Page 1

SindBancarios.PoA

@SindBancarios

51-34331200

www.sindbancarios.org.br

Ano 85 | Nยบ 7 | 11 de maio de 2018


Porto Alegre, 11 de maio de 2018

2 O Bancário CAMPANHA SALARIAL 2018

A participação constrói a luta Carol Ferraz/Arquivo SindBancários

Os bancários e as bancárias de todo o país se acostumaram com uma jornada de conquistas de benefícios. Por mais de uma década, conquistamos direitos que quadruplicou nosso piso salarial e melhoraram nossa qualidade de vida. Digo e tenho muitas provas de que os sucessivos aumentos reais não foram obra da bondade dos banqueiros, os nossos patrões. Mas sim das lutas e greves que travamos, da nossa unidade e da participação de todos. Outra grande conquista num período histórico foi o nosso Acordo Coletivo nacional. Desde 1992, a cada fim de Campanha Salarial e greve, o que um bancário que trabalha em agência do Chuí ganha, é o mesmo que o bancário que trabalha em uma agência do Oiapoque ganha. Temos muito a comemorar com este ciclo virtuoso. Como dirigente sindical, presidente de uma entidade com 85 anos de história de luta, não posso deixar de fazer um alerta e um apelo. O alerta é que estamos prestes a enfrentar uma das mais difíceis Campanhas Salariais de nossa história. Em parte, porque enfrentamos uma onda de re-

Presidente Everton Gimenis: “Os mais recentes anos de ouro de nossas conquistas podem estar perdidos.” trocessos advindas do golpe de 2016. O apelo é à participação. A Reforma Trabalhista, aprovada pelo Congresso Nacional em julho do ano passado, e que passou a valer em novembro, virou uma chaga que ameaça o futuro dos bancários e de todos os trabalhadores. A primeira dessas chagas atende pelo nome de negociado sobre o legislado. A Lei 13.467 diz agora que aquilo que os patrões puderem negociar com os empregados individual ou coletivamente vai valer mais do que qualquer lei que garanta condições decentes de trabalho.

Os banqueiros que escreveram ou seguraram a mão de quem escreveu a Reforma Trabalhista, defendida como modernização das leis de trabalho no Brasil pelo golpista Michel Temer, vão poder chamar os trabalhadores e dizer que a partir daquela data, o bancário passará a trabalhar do dia 25 ao dia 10 do mês seguinte quando há mais movimento nas agências. E o salário será proporcional, reduzido por óbvio. Essa chaga se chama trabalho intermitente. O que a mídia chama de fim do imposto sindical, assim, sem aprofundar o debate, é a distorção

do que a Reforma Trabalhista fez com os Sindicatos. Há Sindicatos como o nosso que podem sobreviver ao fim da Contribuição Sindical, mas, para nos mantermos fortes, precisamos continuar sindicalizando. Esse é um convite que fazemos a você. Imagine, bancário, que você não receba mais horas extras, tenha que pagar as passagens de ônibus e descontar o INSS porque foi terceirizado. E quando você for demitido por alguma razão espúria, o Sindicato não poderá conferir os valores de sua homologação. E mais: não poderá

VENDA DE AÇÕES DO BANRISUL

CVM abre processo para investigar A ofensiva jurídica que o SindBancários e a Fetrafi-RS lançaram para investigar a venda de ações do Banrisul pelo governo do Estado e pela atual diretoria do banco tiveram mais uma consequência na quinta-feira, 10/5. A representação que apura irregularidades na venda de ações do Banrisul sem aviso ao mercado nos dias 10 e 27 de abril ganhou mais uma frente de luta por transparência. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) oficializou a abertura de um procedimento investigatório para apurar o negócio com os papéis do banco público nas duas datas anteriormente citadas, na noite da quarta-feira, 9/5. Na segunda-feira, 14/5, o presidente do SindBancários,

Everton Gimenis, e o deputado Zé Nunes (PT), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público na Assembleia Legislativa, tem agenda com o presidência da CVM no Rio de Janeiro para levar novas informações sobre as operações de vendas dos papéis do Banrisul serem acrescentadas ao procedimento já aberto. Para lembrar As entidades sindicais, assessoradas por seus advogados, irão contribuir com a CVM com informações sobre os procedimentos de venda na Bolsa de Valores. Lembrando que o SindBancários e a Fetrafi-RS, junto com o acionista minoritário Carlos Augusto Rocha, subscrevem essa propos-

sequer procurar a Justiça do Trabalho, porque, se perder a ação, terá que pagar os advogados dos banqueiros. Por todos esses motivos, é preciso que os bancários estejam muito bem informados sobre as incertezas a respeito da nossa Campanha Salarial 2018. Nem todas as perguntas que fizemos na capa da edição deste jornal O Bancário podemos responder de forma satisfatória, pois, são tempos de incertezas. O que sabemos é que os mais recentes anos de ouro de nossas conquistas podem estar perdidos. Isso porque, com o fim da ultratividade, o nosso acordo coletivo de dois anos conquistado com uma greve histórica de 31 dias em 2016, pode deixar de valer no dia 31 de agosto, um dia antes de nossa data-base. Há uma grande certeza em nossa campanha: é aquela que usamos para pressionar as mesas de negociação. Neste ano, não sabemos mesmo se vai haver greve. Mas sabemos que vamos precisar da ajuda de todos. É tempo de lutarmos juntos, de nos unirmos e buscarmos respostas juntos. Vamos construir a nossa luta da forma que aprendemos: juntos, cada um ajudando todos! Clóvis Victória Jr./SindBancários

ta de aditamento a ser entregue à CVM. Os mesmos signatários já entregaram na semana passada documento que procura fundamentar em provas as suspeitas a respeito do negócio realizado em conluio entre o governo Sartori e a diretoria do Banrisul. Onde estamos lutando Já foram entregues representações para o Ministério Público de Contas (MPC),ao Ministério Público do Estado (MPE), ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e agora as suspeitas já cruzaram o Rio Mampituba. No início de abril, questionamos, por meio de um Protesto Judicial, na 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre (número 9018631-44.2018.8.21.0001).

Ofensiva jurídica do Sindicato começou com denúncias ao MPC-RS Na semana passada, entregamos ao MPE notícia-crime com pedido de investigação e suspensão do processo de venda de ações. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com sede no Rio de Janeiro, comunicou que já

abriu processo administrativo a partir da apuração das entidades sindicais. O número do processo na CVM:19957.005033/2018-11 (SP2018/199), na Gerência de Orientação aos Investidores 2.

O Bancário Jornal do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) - filiado à CUT e à Fetrafi/RS. Presidente: Everton Gimenis. Diretor de Comunicação: Mauro Salles. Jornalista Responsável: Clóvis Victória (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória, José Antônio Silva (MTb 3.870). Social Media: Josias Bervanger (MTb 14.235). Projeto gráfico e diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Ilustração: Augusto F. Bier. Arte: Gerson Schneider. Impressão: Grupo Sinos. Tiragem: 12 mil exemplares. Casa dos Bancários - Rua Gal Câmara, 424 CEP 90010-230 - Porto Alegre - RS Tel: (51) 3433.1200 redacao@sindbancarios.org.br | www.sindbancarios.org.br|www. facebook.com/SindBancarios.PoA|twitter.com/@sindbancarios

Bier está de férias


Porto Alegre, 11 de maio de 2018

O Bancário 3 Guilherme Santos/ArquivoSindBancários

SANTANDER

Teleassédio e perseguição O Santander está aproveitando a Reforma Trabalhista, a Lei 13.467, para jogar com nossos dirieitos na zona de sombra da legislação, no começo da nossa Campanha Salarial 2018.

E faz o que sempre fez. A prática de assédio moral atinge não só a cobrança por metas abusivas. Agora, aqueles colegas que precisam afastamento do trabalho por doença estão contrariando os interesses do banco. Alguns gestores da instituição financeira, não se sabe se em nome Santander ou por pura perversidade pessoal,

chamam os trabalhadores que estão retornando de algum afastamento decorrente de auxílio-doença para fazerem cobranças explícitas. Nós sabemos que a gestão do banco é que faz adoecer. Mas agora a atitude contra bancários adoecidos é também de discriminação. Temos o caso de uma funcionária do Santander que foi demitida por ordem de um gestor do banco que não era seu superior direto. O Sindicato apurou e comprovou que esse gestor teria ordenado por telefone que a avaliação da trabalhadora fosse realizada com o lançamento de notas

BRADESCO

Apto ou apto

Não adianta o Bradesco ficar contratando atores globais para fazer propaganda na TV para parecer um banco do bem se o tratamento aos funcionários… Não adianta ficção, se na vida real a vida do bancário não anda legal dentro das agências. Além de demitir muito, nos últimos tempos, e sobrecarregar quem trabalha em agências com cada vez menos colegas, o Bradesco agora adota uma prática trágica com a saúde dos trabalhadores. Trabalhar mais significa adoecer mais. E sabe como o Bradesco burla e esconde essa máxima que tanto os bancários conhecem? Contratando uma empresa médica que atesta que todos os funcionários estão aptos ao trabalho, mesmo aqueles doentes. Isso não vai ficar assim. O Sindicato já investiga os laudos emitidos pelos profissionais de saúde dessa empresa e já ingressou com uma ação junto ao MPT. Nunca, em lugar nenhum, a opção de avaliação de um funcionário doente é apto ou apto. Os colegas estão adoecidos de tanto trabalhar no Bradesco.

ELEIÇÃO PREVI

Vitória de quem sabe resistir A Chapa 2 – Previ para os Associados, apoiada pela Contraf-CUT, pela Fetrafi-RS e pelo SindBancários, foi a vencedora, com 32,31% dos votos e vai ocupar os cargos nas diretorias de Planejamento e de Administração, nos Conselhos Fiscal e Deliberativo e nos respectivos Conselhos Consultivo do Plano 1 e do Previ Futuro. O mandato dos eleitos (foto) é de quatro anos.

baixas para justificar o seu desligamento por desempenho. A empregada que desempenhava função de gerente de relacionamento foi demitida mesmo com suas excelentes avaliações e atingimento de metas em todos os semestres. A situação não é comum. O Sindicato não Banco espanhol avalia por telefone, persegue e demite até mesmo o bom desempenho quer crer, porque isto seria um absurdo completo, de mos aguardando uma posição. taram por motivo de doença, que tal acontecimento ocorreu Deixamos claro, porém, que quando de seu retorno, bem porque a trabalhadora é esposa é inadmissível, nas modernas como práticas de perseguição de um dirigente sindical. A relações de trabalho, práticas a empregados por que têm situação foi narrada para os re- de perseguição e coação con- algum tipo de relacionamento presentantes do banco e esta- tra trabalhadores que se afas- com dirigentes sindicais.

FUNCEF

Mudança no estatuto interessa a quem? Uma das regras do atual estatuto da Funcef que protege os participantes e seu patrimônio é o impedimento da utilização do voto de Minerva para alteração do estatuto. Mas essa e outras garantias correm risco de acabar. Em comunicado no dia 3 de abril, a Funcef informou que o Conselho Deliberativo decidiu unanimemente iniciar a revisão do estatuto. A Fenae questiona a conduta unilateral da Funcef, que delegou a um grupo de trabalho o processo de revisão e limitou a contribuição dos participantes a

uma consulta pública de duas semanas sobre uma proposta que já estaria pronta. Na ata da reunião em que a mudança foi aprovada pelos conselheiros indicados e pelos eleitos, datada de 26 de janeiro, consta a diretriz de aperfeiçoar o estatuto “em especial quanto à adequação às normas e legislações vigentes, governança, gestão e organização, eficiência, produtividade, controle e desempenho da Fundação”. A proposta de nova redação será submetida a uma consulta pública com duração de 15 dias.

BANCO DO BRASIL

É tempo de defender a Cassi

Se você ler a matéria sobre o que o governo do ilegítimo e imoral Michel Temer faz com o Saúde Caixa, ao propor redução da participação do banco no custeio da saúde dos ativos e dos aposentados, vai entender o que o mesmo governo faz com a Cassi do Banco do Brasil. E vai entender também a importância da participação de todos os funcionários na defesa da Cassi durante a nossa Campanha Salarial que se aproxima. Como se não bastasse querer reduzir o custeio geral para 8%... Isso representa praticamente o fim da Cassi, a Caixa de Assistência dos colegas do Banco do Brasil. O Sindicato alerta para a dificuldade das mesas de negociação específica com o BB nesta Campanha Salarial. Com o fim da ultratividade, nossos direitos permanecerão válidos, pelo atual Acordo Coletivo de Trabalho, somente até 31 de agosto. Sem a participação dos colegas, teremos dificuldades de garantir avanços e mesmo a manutenção de conquistas na Cassi. Precisamos de todos!

As entidades sindicais chamam a atenção para a falta de transparência na condução de um assunto tão importante e consideram inadequada a conduta da Funcef de não envolver os participantes desde o início do processo. A decisão de alterar o estatuto foi tomada em janeiro e só divulgam agora, após o término do processo eleitoral. O estatuto tem dispositivos que protegem os participantes e o patrimônio dos planos, regras que resultam de muita negociação com os participantes.

ITAÚ

Investindo em demissão

A gente sabe que o negócio do Itaú é fazer o que as famílias Setúbal (Itaú) e Mendonça de Barros (Unibanco) mais gostam. Lucrar e ficar com muita grana. Pois, nos últimos cinco anos, essas duas famílias ficaram com R$ 7 bilhões em dividendos do Itaú. Mas eles estão contentes com isso? Não parece, pois os bilhões nunca são suficientes. Agora, o Itaú anuncia que vai investir R$ 20 bilhões para demitir 16 mil funcionários no país. Exato. Os dirigentes dizem que é para fazer atualização tecnológica, mas a gente sabe que é para cortar empregos. Lembrando que o Temer adora detonar banco público, e dar uma boa mão para os privados. Do Itaú, perdoou uma dívida tributária de R$ 24 bilhões no ano passado. Dinheiro que o Itaú vai usar para demitir? Provavelmente.


Porto Alegre, 11 de maio de 2018

4 O Bancário PLANTÃO PSICOLÓGICO

Nossas mãos estendidas Desde a quarta-feira, 9 de maio, mais um serviço estará disponível na Casa dos Bancários. A gente que trabalha em banco sabe muito bem a importância de ter um psicólogo de plantão depois do expediente para atender sem precisar agendar. Sabemos que trabalhar no banco é o nosso ganha-pão, mas também podemos ficar doentes e nem nos darmos conta. Por tudo isso o Sindicato começou a disponibilizar o serviço de Atendimento Psicológico de Urgência. Todas as quartas, das 18h às 19h30, a(o) bancária(o) que precisar de apoio, de uma conversa para saber lidar com uma situação crítica, terá a mão estendida de um psicólogo. O projeto foi cultivado e debatido por um ano entre o Departamento de Saúde do Sindicato e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Com a reforma trabalhista, que agora é a Lei 13.467, o Sindicato prevê o aumento da exploração dos bancos

HISTÓRIA DO BRASIL

Argumente com “O Processo” Você acha que não houve golpe no Brasil quando a presidenta Dilma Rousseff desceu a rampa do Palácio do Planalto em Brasília, em 31 de agosto de 2016 para não voltar? Ou você acha que sim, houve golpe e que as pedaladas fiscais foram um pretexto para enrolar a opinião pública sobre isso? Não importa a sua opinião. Quer dizer, importa, se a sua opinião tem subsídios para um argumento forte. É por esse motivo que o CineBancários anuncia a estreia, em 17 de maio, na sessão das 19h, do filme “O Processo”. Venha ter argumentos sobre um importante fato da história do Brasil. O filme, dirigido por Maria Augusta Ramos, venceu no dia 20 de abril, o prêmio de

Melhor Longa Metragem da Competição Internacional do Festival Internacional de Documentários Visions du Reel em Nyon, na Suíça. Estreou mundialmente em fevereiro, no Festival de Berlim, e foi escolhido pelo público como o terceiro melhor documentário da mostra Panorama. Retrata o processo que culminou no impeachment da presidenta Dilma Rousseff, em 31 de agosto de 2016. Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 12 na bilheteria do cinema ou no site www. ingresso.com/porto-alegre/ home/cinemas/cinebancarios. Idosos, estudantes, bancários sindicalizados, jornalistas sindicalizados e pessoas com deficiência pagam R$ 6. Divulgação

e uma necessidade ainda maior suporte à saúde dos bancários. A parceria com a UFCSPA prevê que o serviço permite a presença de alunos do último ano de Psicologia. O atendimento de urgência vai funcionar também como um ponto de partida para um eventual tra-

tamento, e o bancário passa a entrar no fluxo de atendimento do Departamento de Saúde do Sindicato. No início, o projeto será de caráter experimental, uma vez por semana. Mas, se houver demanda, os horários de atendimentos serão ampliados.

CURSOS DE JUNHO

Novas turmas de CPA 10 e 20

O bancário que perdeu a oportunidade de ficar afiado para as provas de certificação da Anbima e afiado para dar bons conselhos a clientes sobre investimentos financeiros tem nova chance. As matrículas para as turmas de junho de CPA 10 e CPA 20 estão abertas. Os cursos são realizados aos sábados e têm vagas limitadas. Os cursos são organizados pelo Centro de Desenvolvimento e Promoção (CDP) pelo professor Paulo Faccio. Ele é professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) nas disciplinas de gestão financeira e contabilidade, atua desde 2004 em multinacionais do segmento financeiro. Como business mentoring de empresas do Brasil auxiliou no planejamento organizacional, comercial.

Como se preparar CPA 10: (3 Sábados): 9, 16 e 23 de Junho. Horário: Das 9h às 17h30. CPA 20: (4 Sábados): 9, 16, 23 e 30 de Junho. Horário: 9h às 17h30 Local dos cursos: Sede SindBancários - Porto Alegre, Rua General Câmara, 424 - 3º Andar - Centro Histórico - Porto Alegre/RS Valores e Condições de Pagamento: CPA 10: À vista: R$ 625. A Prazo: Cheque ou cartão de crédito parcelado em até 5X, o valor de R$ 740. CPA 20: À vista: R$ 800. A prazo: Cheque ou cartão de crédito parcelado em até 5X, o valor de R$ 940. Incluso nos Cursos: Apos-

tila Impressa; Mais de 300 exercícios realizados em sala de aula; Coffee Breaks; Professores Certificados de Mercado; 100% Curso Presencial. Agende sua matrícula, vamos até você! Contatos: Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região. Telefones: (51) 3433-1202/ 3433-1242 SindBancarios Porto Alegre em horário comercial das 9:00 às 18:00. Email: pericles@ sindbancarios.org.br Centro de Desenvolvimento e Promoção (CDP): Telefone: (51) 995749366 / (51) 981784181 (ambos telefones Whastapp). Email: cdpcursos@ yahoo.com

Documentário conta a história do impeachment da presidenta Dilma em 2016

OFICINA DE DANÇAS

Venha aprender vários ritmos A já tradicional Oficina de Danças de Salão promovida anualmente pelo SindBancários está em plena atividade, com aulas todas as quartas-feiras, no salão de festas da Casa do Bancário (Rua General Câmara, 424, Centro Histórico de Porto Alegre). As aulas estão a cargo dos professores Ademilton Santos e Fabiana Souza, e as inscrições podem ser feitas diretamente com o próprio Ademilton (pelo fone 51-99229-0990 ou pelo 51 –

40616521) no próprio local da oficina. Os ritmos mais procurados pelos alunos são o samba de gafieira, forró e bolero. Mas também se aprende salsa, rock, tango, batchata, entre mais uns quinze gêneros. Os bancários sindicalizados pagam R$ 50 para se inscreverem, mas o público em geral também pode participar, ao preço de R$ 75. As aulas são realizadas em todas as quartas-feiras, das 18h às 20h, e se estendem até o final do ano.

Sobrevivendo à Reforma Trabalhista

Incorporação da gratificação de função

A

ntes da Reforma Trabalhista, a gratificação de função era incorporada depois de 10 anos pelo empregado. Mas agora o que era direito deixou de existir. Como se tivesse sido escrita por banqueiros, a Lei 13.4567 prevê que o empregado pode perder a gratifica-

ção de função sem qualquer motivo mesmo depois de receber por 10, 15 ou 20 anos. Se a sua parcela deixar de ser paga, procure imediatamente o Sindicato. Vamos te ajudar a discutir teu direito de forma adequada e com a assistência de advogado.


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Bancario11052018 2 by Sindicato dos Bancários - Issuu