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O Bancário | Edição nº 6 | 11 de abril de 2019

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Ano 86 | Nยบ 6 | 11 de abril de 2019


Porto Alegre, 11 de abril de 2019

2 O Bancário

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Chegou a hora da pressão

Quem conseguiu um tempo para olhar, ler e estudar o Projeto de Emenda Constitucional 06/19, apresentado pelo governo Bolsonaro, em 20 de fevereiro passado, sabe que ali tem um monte de armadilhas para os trabalhadores. O governo diz que vai economizar R$ 1 trilhão em 10 anos com a reforma. E todo o mercado está dizendo que ou a reforma é aprovada no Congresso ou o país vai se dar mal.

Ora, a gente sabe que a reforma da Previdência não vai salvar o país de nenhuma crise. Nem vai livrar o país de todos os problemas. Gerar emprego, renda, abrir novas fronteiras comerciais é que vai fazer o país crescer e o trabalhador ter mais chances de melhorar a renda e a vida. A reforma já tramita na Câmara dos Deputados e está sofrendo resistências de deputados que defendem os trabalhadores. Mas os aliados do governo Bolsonaro estão atropelando a Constituição. Na terça, 9/4, o deputado federal Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência, apresentou parecer favorável à aprovação da medida. Ele diz que o texto integral não tem nenhuma inconstitucionalidade. O que a gente já sabe é que o novo modelo vai aumentar em cinco anos, na média, os tempos de aposentadoria e reduzir em 10% ou mais o valor dos benefícios. Isso porque tem uma regra de

O Bancário

Jornal do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) - filiado à CUT e à Fetrafi/RS. Presidente: Everton Gimenis. Diretor de Comunicação: Gilnei Silva Nunes (MTb 9286). Jornalista Responsável: Clóvis Victória Junior (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória Junior, Henrique Lammel (MTb 16191) e José Antônio Silva (MTb 3870). Diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Arte: Gerson Schneider. Impressão: Grupo Sinos. Tiragem: 10 mil exemplares. Casa dos Bancários - Rua Gal Câmara, 424 CEP 90010-230 - Porto Alegre - RS Tel: (51) 3433.1200 redacao@sindbancarios. org.br | www.sindbancarios.org.br|www. facebook.com/SindBancarios.PoA|twitter. com/@sindbancarios | youtube.com/ sindbancariospoa|IG: @sindbancariospoa

Cartilha e abaixo-assinado.

Participe!

Cartilha da Previdência, abaixo-assinado e tenda da luta: vamos defender nossas aposentadorias

transição e um pega-ratão. As aposentadorias não são mais calculadas com a média dos 80% dos maiores salários dos trabalhadores. Agora, a referência virou os 100% dos vencimentos, o que diminui o benefício, porque considera os seus primeiros salários, aqueles mais baixos de quando você começou a trabalhar no banco. E, claro, ainda tem os 40 anos de trabalho ou mais para conseguir o benefício integral, a sua idade, para compor o fator previdenciário e a idade para aposentadoria (62 anos mulheres e 65 anos homens). O que podemos dizer é que homens e mulheres, da cidade ou do campo, terão que trabalhar muito mais para ganhar menos.

Trabalhar mais e ganhar menos Quanto mais lemos o complexo texto da Reforma da Previdência, mais perversa a Proposta de Emenda Constitucional 06/19 se apresenta. Apesar de concursados, se aprovada a reforma da Previdência pode liberar a demissão

de trabalhadores aposentados contratados pela Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banrisul e outras empresas públicas. A alteração é no parágrafo 10º, do artigo 37 da Constituição Federal, proibindo que os servidores

aposentados recebam qualquer remuneração do governo se já recebem aposentadoria. Especialistas consideram a medida como uma forma de deixar as empresas estatais mais vulneráveis para facilitar a privatização em fatias.

Bem que o Sindicato avisou que a reforma Trabalhista ia trazer prejuízo ao trabalhador e piorar a crise financeira. Pois aquela que virou a Lei 13.467 em novembro de 2017 e que, segundo a promessa do governo Temer, iria gerar 2 milhões de empregos por ano, segue acabando com postos de trabalho. A Pesquisa Nacional por

Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE em 29 de março, mostrou que o desemprego segue crescente, atingindo 13,1 milhões de pessoas em fevereiro. O recorde da pesquisa foi no número de desalentados – pessoas que desistiram de procurar vagas – que atingiu 4,9 milhões de brasileiros. Como já argumentávamos

em 2017, o desemprego não é gerado pelos nossos direitos e essa reforma não resolveria o problema. Retirar direitos é que gera crise e desemprego. Fazemos um novo alerta: a reforma da Previdência, ao fazer o brasileiro trabalhar mais para ganhar menos, vai aumentar o desemprego e piorar a situação da economia. Serão dois tiros que saíram pela culatra.

Dois tiros que saíram pela culatra

DELEGADOS(AS) SINDICAIS

Se liga na eleição complementar Unidades do Banrisul, BB e Caixa que não escolheram delegados sindicais e tiveram candidatos inscritos para as eleições suplementares terão novo pleito entre os dias 15 e 18 de abril. As urnas são itinerantes e passarão nas unidades. A presença do delegado sindical nas unidades ficou ainda mais importante com a Reforma Trabalhista, apro-

Foi pensando nos(as) bancários(as) que o Sindicato elaborou a Cartilha da reforma da Previdência. Logo ela estará chegando em seu local de trabalho. Nós apontamos os equívocos da reforma do governo Bolsonaro com relação à Previdência. E mostramos que há outros caminhos que não tirar do bolso do trabalhador para jogar na conta de quem tem muito dinheiro. Também vai passar na sua agência um formulário de coleta de assinaturas. Participe do abaixo-assinado contra a reforma da Previdência, elaborado pelas centrais sindicais, colha assinaturas de seus familiares. O SindBancários também colocará à disposição dos bancários e da população uma tenda itinerante para colher assinaturas e esclarecer sobre a Previdência. Chegou a hora de virarmos o jogo com a nossa luta e pressionarmos os deputados federais a votar contra essa reforma da Previdência.

vada em novembro de 2017, uma vez que as convenções coletivas e acordos específicos com os bancos ganharam força de lei. É o delegado quem fiscaliza, diretamente, o cumprimento da legislação e forma um elo entre Sindicato e local de trabalho. A posse está marcada para maio, no primeiro encontro dos delegados sindicais.


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O Bancário 3

SANTANDER

Voluntariado, no sábado?!

Dirigentes sindicais de todo o Estado estiveram reunidos, na segunda, dia 8, com a Superintendência de Relações Sindicais do Santander na sede da Fetraf-RS. Os representantes dos trabalhadores ouviram as intenções do banco espanhol sobre o trabalho aos sábados. BEN (novo cartão de alimentação do Itaú), Gerentes de Negócios e Serviços (GNS) foram os principais assuntos debatidos. O Santander se mostrou ofendido com os questionamentos quanto ao trabalho voluntário, afirmando que é um projeto social e altruísta de educação financeira. Representante do SindBancários indagou sobre o fato do voluntariado não ser realizado em escolas ou instituições que necessitam, mas

nas agências do empregador, que por sinal é um banco que lucra bilhões. Também tem hora marcada (sábado, das 9h às 12h) e o voluntário precisa utilizar as

não sejam demitidos, mas realocados em outros locais. Se você estiver sofrendo ameaças de demissão, entre em contato com diretor de sua área. E já que estamos falando em fechamento de locais de trabalho, dá uma olhada na Página 4 desta edição. Contamos a história de uma bancária do Itaú que foi reintegrada depois de demitida por estar doente.

CAIXA | Em dia de lucro, dúvidas

FUNCEF | Enfim, lucro

A Funcef apresentou seu primeiro superávit desde 2010, registando lucro de R$ 1,3 bilhão. No entanto, o valor não poderá ser abatido do plano de equacionamento

mesmas habilidades do dia a dia pela qual foi contratado. Quanto ao BEN, novos vales refeição e alimentação, o banco afirma que todas as regiões onde há unidades

terão estabelecimentos cadastrados até maio. Já os créditos do cartão antigo serão validados até final de junho. A matéria na íntegra pode ser lida em bit.ly/2G05Nkj

A moda é atacar direitos

Os bancários possuem uma série de direitos que outras categorias não têm. São protegidos por uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). E quando os bancos a descumprem? Depois de reuniões e cobranças dos Sindicatos, o Bradesco e o Santander comunicaram que, a partir de abril, vão corrigir o desconto no Vale-Transporte. A Cláusula 21 da CCT determina que os bancários arquem com 4% do salário básico para o VT. Entretanto, as instituições estavam cobrando R$ 4 sobre a remuneração integrada às gratificações de função. Você acha que seu banco está descumprindo a CCT? Então denuncie que nós resolvemos. Pode ser anonimamente. Acesse bit.ly/ bancario denuncie.

BANRISUL

ITAÚ | Cadê a agência que estava aqui?

No mesmo dia em que o presidente da empresa, Pedro Guimarães, anunciou o lucro de R$ 10,4 bi em 2018, os bancários questionaram uma série de ações que a direção anunciou que irá implementar. Entre elas, a de passar parte dos ativos do banco para o mercado financeiro e a retirada da Caixa do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo Guimarães, as decisões são do governo e podem ser revertida.

Henrique Lammel/SindBancários

Dirigentes cobraram do Santander esclarecimentos sobre trabalho aos sábados ser ilegal e desvio de função

CURTAS O Itaú parece ter intensificado sua política de fechamento de locais de trabalho. Desde o final de março, quatro unidades encerrariam suas atividades em Porto Alegre: as agências Mostardeiro, São Pedro, Bourbon Country e Shopping Canoas. O SindBancários está atento e acompanhando a situação para garantir que os colegas que assim quiserem

VALE-TRANSPORTE

Quanto ao lucro, chama a atenção que a Caixa fechou 19 agências, 9 postos de atendimento e reduziu seu pessoal em 2.702 postos em todo o país. O quadro de funcionários é o menor desde 2014, chegando a 84 mil empregados. Mesmo assim, os bancários se desdobram para bater as metas e manter o lucro alto. Toda essa precarização faz parte de um plano: atacar a imagem da Caixa como um banco público que não é eficiente e que precisar ser fatiado e vendido. de déficit, dependendo de um novo resultado positivo neste ano para uma eventual redução das contribuições extraordinárias, a partir de 2020.

Em qual governador confiar?

Afinal, os Banrisulenses devem acreditar em qual de seus governadores eleito? No Eduardo Leite que atacou seu oponente, o ex-governador José Ivo Sartori na Campanha Eleitoral, criticando este último por ter vendido dois lotes de ações do Banrisul na B3? Ou no Eduardo Leite que vendeu R$ 49,27 milhões em ações na mesma B3 do mesmo Banrisul em 8/4?

Devemos acreditar no Eduardo Leite que deu entrevista no dia seguinte à terceira venda de ações em um ano, anunciando que pode vender ainda mais ações do Banrisul, inclusive entregando o controle acionário do Estado? Devemos confiar no Eduardo Leite que defendeu o plebiscito para venda de empresas públicas ou no Eduardo Leite

que apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa para vender CRM, CEEE e SulGas sem plebiscito? Vai vender a Banrisul Cartões? Tudo indica que vai. O Banrisul precisa continuar público, porque é eficiente e lucrativo há 90 anos, desde que nasceu. Para que vender a galinha dos ovos de ouro e comprar ovos no supermercado no dia seguinte?

BANCO DO BRASIL

Olhos voltados para a Cassi Os bancários terão que tomar duas decisões, em breve, relacionadas à Caixa de Assistência (Cassi) dos Funcionários. Até o dia 18 de abril os participantes podem votar o relatório Anual, que apresenta o balanço financeiro da entidade e dos planos. Os associados podem votar pelo site, app nos celulares, terminais de autoatendimento ou SisBB. O Sindicato orienta a aprovação. A outra decisão envolve as mudanças sobre custeio e governança negociadas entre Sindicatos e a Cassi na mesa unitária de negociações.

ENTENDA AS MUDANÇAS u A manutenção da relação contributiva (BB 60% e associados 40%) até 2022; u Abertura do Plano Associados e a permissão dos novos funcionários admitidos desde 2018 para manter a Cassi após a aposentadoria, desde que assumam o pagamento da parte pessoal e patronal; u Instalação de mesa de negociação para integrar os funcionários dos bancos incorporados à Cassi em até 30 dias a partir da aprovação do novo Estatuto; u A não alteração do modelo de governança no Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria, sem aplicar voto de minerva nos conselhos em nenhuma matéria, entre outros. u Compromisso de aprimorar o modelo da estratégia de saúde da família, visando alcançar todos os participantes do Plano de associados em até 4 anos.


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REINTEGRAÇÃO

A dignidade venceu

Henrique Lammel/SindBancários

Após 16 anos de banco, a funcionária do Itaú Marcia Ribeiro, mesmo sofrendo com vários problemas de saúde, continuava apostando nas possibilidades de crescimento profissional dentro da instituição. Ao mesmo tempo em que fazia tratamento médico, buscava se qualificar para melhor cumprir suas funções no banco, como supervisora operacional em uma agência de Porto Alegre. Dedicava-se. Mas não foi suficiente: no dia 14 de fevereiro deste ano, foi demitida.

Marcia foi readmitida depois de lutar muito para provar adoecimento

Então, o SindBancários entrou em ação. Os departamentos de saúde e jurídico foram à luta. Comprovaram que Marcia não tinha condições de votar a trabalhar e não podia ser demitida porque estava adoecida de tanto trabalhar no banco. A luta do Sindicato e da bancária associada deu frutos. Sua demissão foi revertida e ela foi readmitida no final de março. O Sindicato marcou perícia. Comprovou o problema de saúde que Marcia tinha – lesão por esforço repetitivo (LER)

e sofrimento psicológico de tanta meta abusiva e de tanta pressão. A perícia do INSS, de fato, comprovou que ela estava adoecida e que não poderia ser demitida antes de se recuperar totalmente das lesões incapacitantes que sofreu. A demissão era injusta, pois ela estava em pleno tratamento de saúde. Sofrendo com síndrome do túnel do carpo e tendinite nos ombros, cotovelos e nas mãos, a bancária está também em acompanhamento psicológico desde 2011. “O banco alegou

que iria me demitir por causa do mau desempenho, na avaliação feita pelos colegas. Mas o processo é muito complexo e não é bem explicado aos colegas que vão fazer a avaliação”, relata Marcia. Hoje, após ser readmitida, ela se encontra em afastamento das funções no banco. A data-limite para nova avaliação é 13 de junho. Seu caso é considerado grave pelos médicos. É o mesmo que ter incapacitação física por acidentes de trabalho. Só o Itaú não quer ver.

DANÇA DE SALÃO

É tempo de vivenciar ritmos Depois que um espaço de teatro já se abriu com oficinas às terças-feiras à noite, o SindBancários junta os(as) bancários(as) para experiência em dança. Começou a Oficina de Dança de Salão no SindBancários a partir da quarta-feira, 10 de abril. As aulas são abertas e gratuitas para bancários(as) sindicalizados(as) e para seus dependentes. O bancário associado ao Sindicato e seus dependentes poderá participar de uma aula e aparecer. Cada um dos encontros irá trabalhar um ritmo da dança de salão com início, meio e fim. Os encontros começam às 19h30.

Professor, dançarino e coreógrafo, Ademilton Santos será o oficineiro da Oficina de dança de salão. Ele iniciou seus estudos em Dança de Salão no Espaço de Danças Carlos Oliveira, onde se tornou professor em 2006. Atualmente integra a Equipe do Centro de Danças Balady. Bacharel no Curso de Educação Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, tem em sua formação cursos, workshops e aulas particulares com grandes mestres da Dança de Salão como Edson Nunes e Alexandra Kirinus, Marcelo Chocolate e Sheila Aquino, Jaime Arôxa, Jimmy Oliveira, Magoo Grande e Carol Grande entre outros.

OFICINA DE DANÇA DE SALÃO Quando: Todas as quartas-feiras a partir de 10 de abril. Horário: Das 19h30 às 21h30. Onde: Salão de Festas da Casa dos Bancários (Rua General Câmara, 424 Centro Histórico de Porto Alegre). Objetivos da dança de salão uProporcionar divertimento e bem-estar u Incentivar a socialização u Desenvolver a coordenação motora u Melhorar o condicionamento físico Ritmos estudados na oficina: Bolero; Samba de Gafieira.; Salsa; Swing (Rock anos 50 e 60); Forró; Pagode; Samba-rock; Sertanejo Universitário; Zouk; Bachata; Tango.

CINEBANCÁRIOS

Vamos debater “Los Silencios”? Há um silêncio sobre tudo neste país? Pois, então, vamos debater silêncios? O filme “Los Silencios” será tema de debate no CineBancários, na terça-feira, 16/4. Depois da sessão do filme, a diretora Beatriz Seigner estará à disposição para conversar sobre sua película. O debate também terá participação de Joanna Burigo, fundadora da Casa da Mãe Joanna e mestre em Gênero, Mídia e Cultura, com mediação do jornalista e crítico de cinema, Roger Lerina. Antes do longa “Los Silencios”, neste mesmo dia 16/4, será exibido o curta Kairo, de Fábio Rodrigo. A sessão dupla começa às 20h. Os ingressos

podem ser adquiridos por R$ 12 na bilheteria do CineBancários. A sala tem 81 lugares. “Los Silencios” estreou na Quinzena dos Realizadores do 71º Festival de Cannes, na França. O filme trata da solidão e dos fantsamas.

Sessões CineBancários 11 a 17 de abril 15h: Los Silencios + curta: Kairo 17h: Família Submersa 19h: Los Silencios + curta: Kairo Terça-feira, 16/4, Sessão Comentada 20h: Los Silencios + Curta: Kairo Fotos Divulgação/SindBancários

Debate sobre Los Silencios contará com a presença da diretora

Estreia de premiado em Cannes A partir da quinta, 18/4, estreia “Chuva é cantoria na aldeia dos mortos”. O filme é dirigido pela brasileira Renée Nader Messora e pelo português João Salaviza. Fez sua estreia mundial na última edição do Festival de Cannes, onde ganhou o Prêmio Especial do Júri da mostra

Un Certain Regard. Rodado ao longo de nove meses na aldeia Pedra Branca (Terra Indígena Krahô, no Tocantins), em negativo 16mm, o filme acompanha Ihjãc, um jovem Krahô, que após um encontro com o espírito do seu falecido pai, se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto. Divulgação/SindBancários

Filme aborda vida em aldeia indígena e teve estreia premiada em Cannes Sessões 18 a 24 de abril 15h: Chuva é cantoria na aldeia dos mortos. 17h: Los Silencios + curta: Kairo 19h: Chuva é cantoria na aldeia dos mortos.

Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 12. Idosos, estudantes, bancários e jornalistas sindicalizados, portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 6,00.

A programação deste ano do CineBancários tem o patrocínio da Fenae.


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