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O Bancário |Edição nº 10 | 10 de junho de 2019

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Ano 86 | Nº 10 | 10 de junho de 2019

P E L A POSENTADORIA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Clóvis Victória Jr./SindBancários

o ã N cia a n ê d g

Di

evi r P da ão ç a a c m du e efor a R tes n aÀ r o ego c as r c s i p l o b pú sem aA e s d a s o pre aA m e das e t on m s o de A a

GREVE GERAL

É tempo de defender a tua história e a tua luta! Os(as) bancários(as) deram mais um passo na defesa das suas apo-

sentadorias na noite da quinta-feira, 6/6. Em uma assembleia histórica, aprova-

ram participação na greve geral da sexta-feira, 14 de junho. O Brasil vai parar.

PLENÁRIA DE ORGANIZAÇÃO DA GREVE Quinta, 13/6 | 17h30 Auditório da Casa dos Bancários Rua General Câmara, 424 Centro Histórico de Porto Alegre


2 O Bancário

Porto Alegre, 10

O grande golpe na gente Primeiro, o governo federal disse que a PEC 06/19 ia acabar com os privilégios. E os militares, políticos, juízes ficam com as suas aposentadorias como estão. Depois, a conversa toda virou para o bem que a reforma da Previdência ia fazer com a economia do Brasil por causa de uma economia de R$ 1 trilhão em dez anos.

E o PIB do primeiro trimestre caiu 0,2%. A máscara caiu. A gente sabe que o trilhão prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo presidente Bolsonaro é conversa: vai para as grandes empresas e o sistema financeiro. A aposentadoria vai virar um título de capitalização, um CAPI. O prejuízo vai sair da redução dos valores das aposentadorias, da desconstitucionalização da Seguridade So-

cial, da qual a Previdência faz parte. E se o golpe do trilhão contaminou a grande mídia com esse discurso mentiroso, há a ocultação de outro sério prejuízo. Mais uma conta que querem cobrar de aposentados e trabalhadores. Na audiência pública da Comissão Especial de Reforma da Previdência da Câmara dos Deputados, ocorrida na noite da segunda-feira, 3/6, duas coisas ficaram claras. Ninguém foi defender a reforma da Previdência, nem os deputados federais gaúchos que a apoiam. Ficou evidente que a transição, se essa proposta for aprovada, vai custar bem mais do que se imaginava, cerca de R$ 900 milhões. Retirar a obrigatoriedade dos empregadores de botar dinheiro na nossa conta de aposentadoria junto ao INSS, e passar todos para um CAPI,

EDITAL DE AVISO À COMUNIDADE – GREVE GERAL O Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 92.831.650/0001-05, comunica à comunidade que os bancários de sua base, formada pelos municípios de Porto Alegre, Alvorada, Viamão, Canoas, Cachoeirinha, Gravataí, Guaíba, Eldorado do Sul, Sertão Santana, Barra do Ribeiro, Charqueadas, São Jerônimo, Nova Santa Rita, Esteio e Sapucaia do Sul decidiram em assembleia geral extraordinária, realizada no auditório da Casa dos Bancários, sito à rua General Câmara, 424, Centro Histórico de Porto Alegre, na quinta-feira, 6 de junho passado, que irão participar da greve geral, da próxima sexta-feira, 14 de junho, contra a reforma da Previdência, contra os cortes na educação pública, em defesa das empresas públicas e por mais empregos, organizado e convocado pelas centrais sindicais. Porto Alegre, 7 de junho de 2019. A DIRETORIA

Clóvis Victória Jr./SindBancários

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Bancários decidiram por unanimidade em assembleia aderir à greve geral de 14 de junho com todos os riscos do mercado, mostra mais claramente o grande golpe. Mas os bancários deram uma resposta à altura, na quinta, 6/6. Aprovaram em uma assembleia unânime a participação na greve geral de 14 de junho, a próxima sexta-feira. Não nos enganam! O Brasil vai parar! PROVIDÊNCIAS LEGAIS O Sindicato tomou todas as providências legais para garantir a participação dos bancários e das bancárias na greve geral de 14 de junho. A Fetrafi-RS publicou o edital de chamada de assembleia em jornal de grande circulação, assim como o SindBancários em seus meios eletrônicos e impressos. Nenhum bancário pode ser constrangido a trabalhar, sobretudo se houver dificuldades de transporte no dia da mobilização. Os bancários também estão legalmente protegidos quanto à caracterização da eventual falta. Não se trata de falta injustificada, portanto eventual ausência ou não marcação de presença no ponto não podem repercutir na carreira dos bancários de bancos públicos e privados.

As mentiras que nos contam

Mentira: Se não houver reforma da Previdência, o Brasil não sai da crise. Verdade: Com a reforma Trabalhista e a terceirização, a conversa foi a mesma no governo Temer e nas grandes redes de TV, rádios e jornais. A reforma Trabalhista iria criar 2 milhões de empregos por ano desde 2016. E o que aconteceu? Em março deste ano, chegamos a quase 13 milhões de desempregados no Brasil. Aumentou! Mentira: Com a economia de R$ 1 trilhão, o Brasil vai sair da crise. Verdade: A reforma da Previdência vai causar quase R$ 1 trilhão de prejuízo com a transição. Trabalhadores que estão perto de se aposentador, mas ainda não têm tempo suficiente, precisam de garantias de seus direitos. E quem vai pagar essa conta? Ora, os próprios trabalhadores, com redução em seus benefícios por causa da ausência, na reforma, de garantias de reajustes para os aposentados. Mentira: O título de capitalização torna o trabalhador dono dos seus direitos.

Vamos parar o Brasil

Verdade: Os bancos passarão a gestores dos nossos fundos pessoais de aposentadoria. Cobrarão uma taxa de serviço que será descontada do valor futuro de nosso benefício. E mais: todo o risco de crises sistêmicas do mercado financeiro será do trabalhador. E, claro, os patrões não vão botar nenhum tostão (hoje, os empregadores colocam na nossa aposentadoria 20% da nossa renda). Mentira: Os privilégios vão acabar. Verdade: Como podemos acreditar que um aposentado privilegiado vai acabar com os privilégios na aposentadoria? Sim, o presidente Jair Bolsonaro é um capitão do Exército aposentados aos 33 anos. É também um deputado federal que já recebe aposentadoria. E vai ser, provavelmente, um presidente com aposentadoria especial. Os militares, os juízes e os políticos não vão entrar na reforma da Previdência. E o governo quer que a gente acredite que os servidores púbicos são privilegiados. Ora, os professores terão suas idades e tempo de aposentadoria aumentados. Não são privilegiados!

SEXTA-FEIRA, 14/6 | 0h Greve geral em todo o Brasil

QUINTA-FEIRA, 13/6| 18H Plenária de Mobilização à Greve Geral no auditório da Casa dos Bancários Rua General Câmara, 424, Centro Histórico de Porto Alegre.

O Bancário

Jornal do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) - filiado à CUT e à Fetrafi/RS. Presidente: Everton Gimenis. Diretor de Comunicação: Gilnei Silva Nunes (MTb 9286). Jornalista Responsável: Clóvis Victória Junior (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória Junior, Henrique Lammel (MTb 16191) e José Antônio Silva (MTb 3870). Diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Arte: Gerson Schneider. Impressão: Grupo Sinos. Tiragem: 10 mil exemplares. Casa dos Bancários - Rua Gal Câmara, 424 CEP 90010-230 - Porto Alegre - RS Tel: (51) 3433.1200 redacao@sindbancarios.org.br | www.sindbancarios.org.br|www.facebook.com/SindBancarios.PoA|twitter.com/@sindbancarios | youtube.com/sindbancariospoa|IG: @sindbancariospoa


O Bancário 3

0 de junho de 2019

BANRISUL

Foi o governador sim

Não só os banrisulenses, mas os gaúchos ficaram chocados com o salário escandaloso acertado pelo governo do Estado com o novo presidente do Banrisul. O carioca Cláudio Coutinho Mendes foi trazido literalmente a peso de ouro do mercado privado para uma instituição financeira estadual com perfil público: com isso, o salário de presidente terminou pulando de R$ 51 mil para R$ 89 mil (+ 74,5%), mais outras vantagens ainda não divulgadas pelo governo. Os outros nove diretores foram agraciados com um plus de 80%, indo de R$ 40 mil para R$ 72 mil.

Ora, quando o povo gaúcho sofre com recuos salariais, desemprego e perda de direitos trabalhistas, esses privilégios sob a forma de altos salários, concedidos pelo governador Eduardo Leite, soam como verdadeiras bofetadas na cara. Leite quer remunerar muitíssimo bem os homens que mandam no Banrisul para que executem sua política privatista. Argumentar que quer pagar em nível de banco privado os dirigentes do banco público estadual é cinismo, frente às condições da maioria dos trabalhadores gaúchos. E, especialmente, se conside-

rarmos que a lucratividade da instituição não se verifica apenas na remuneração de seus acionistas, mas no fomento ao desenvolvimento do Rio Grande e da maioria da sua população. O governador ainda tentou jogar o ônus da nomeação milionária nas costas do Conselho de Administração do Banrisul. Mas sua desculpa não colou. Afinal, quem indica os membros do Comitê é o governador. Enfim, há muitas meias-verdades neste abuso. Uma delas é dizer que não tem nada a ver com isso. Ficou feio, governador!

SANTANDER

Vitória sobre o falso voluntariado Em todos os sábados de maio, um grupo de bancários e diretores do Sindicato exerceu um direito de defesa da categoria e das nossas conquistas. Colegas trabalharem no fim de semana e ainda por cima sem remuneração, num falso ato de “voluntariado”, é o fim da picada. A determinação do SindBancários e das entidades da categoria em todo o país têm funcionado, mas não podemos abandonar a batalha: o Santander continua querendo que seus funcionários trabalhem aos sábados pela manhã, oficialmente para ensinar educação financeira aos clientes, até 29 de junho.

Para impedir as “comissões de esclarecimento” organizadas pelo Sindicato frente às agências, o Santander chegou a apelar para o “interdito proibitório”. Só que a assessoria jurídica do SindBancários derrubou o interdito na Justiça, pois no caso não cabia esta proibição, já que ninguém queria causar dano à agência da avenida Oswaldo Aranha, bairro Bom Fim. Na verdade, a utilização do “interdito proibitório” se caracteriza como um ato antissindical. O Sindicato segue na luta e prepara notificação extra judicial ao banco sobre a ilegalidade na jornada dos colegas com o trabalho aos sábados.

Clóvis Victória Junior/SindBancários

Do dia 4 a 25 de maio, Sindicato lutou e vai continuasr na defesa da nossa jornada de seis horas

ITAÚ

Ligados na manutenção dos empregos

CURTAS CASSI Tempo de exigir negociação

A votação que contemplava alterações no custeio e governança da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi), encerrada em 27/5, não alcançou os necessários 2/3 dos associados. Com isso, no dia seguinte a Contraf-CUT já enviou ofício ao BB solicitando reabertura das negociações. Foram 49.577 votos favoráveis, mas seriam necessários 70.014 votos, considerando o quórum da consulta. É fundamental que o banco volte a negociar o quanto antes, afinal existe até a perspectiva de implantação de uma direção fiscal da ANS, que pode significar o fim da Cassi.

SANTANDER Ben Visa Vale

O Sindicato tem cobrado uma solução para os problemas com o cartão Ben Visa Vale. Já faz mais de dois meses que cobramos maior atenção do banco. Mesmo depois das várias cobranças, os problemas continuam. Os colegas ainda estão enfrentando dificuldades em achar locais que aceitam o cartão, o que complica a vida na hora do almoço. O SindBancários vai continuar acompanhando e pede que os colegas comuniquem aos diretores eventuais dificuldades e constrangimentos para que possamos tomar as medidas cabíveis.

BANRISUL Ação jurídica

Diante de dúvidas levantadas por Banrisulenses sobre a última movimentação da ação coletiva nº 000037851.2013.5.04.0005, em que houve entrega de cheques a partir de 23 de maio, mostrou-se importante esclarecer algumas questões. Esta ação coletiva, que discute a integração das horas extras na gratificação semestral, já teve os valores principais pagos em agosto de 2018. O pagamento complementar ocorreu em maio passado na sede do Sindicato. Em caso de dúvida, entre em contato com o departamento jurídico pelo e-mail coletivas@avmadvogados.com.br

O Itaú está fechando agências? Então os bancários estão vigilantes para garantir que nenhum funcionário seja demitido. Dirigentes do SindBancários (foto) estão percorrendo agências do Itaú para mobilizar, conversar e esclarecer os bancários. O banco assumiu compromisso de que todos os funcionários de unidades fechadas serão realocadas. Estamos de olho!

Lembramos que realocação e requalificação estão na Convenção Coletiva dos bancários.

CAIXA

Quando a reestruturação fatia Para concretizar o desmonte da Caixa Federal, o governo Bolsonaro vem apelando para o fatiamento da instituição. Um dos focos desta estratégia é a venda da Loteria Instantânea Exclusiva (Lotex) e outros ativos, como a divisão de cartões, seguridade e gestão de serviços. Só a Lotex, em 2017, destinou 50% de sua arrecadação para programas sociais. Mas a alternativa de destruição não vem tendo os resultados esperados: o último leilão, marcado para o dia 28/05, foi suspenso por falta de interessados – pela sexta vez! Nenhum banqueiro quer comprar um pedaço só de um banco

público e não poder dominar o conselho de administração. Só que o fantasma da privatização continua ameaçando e prejudicando os programas sociais geridos pela Caixa. Para isso, o atual presidente do banco tenta agilizar o processo de reestruturação. Para se ter uma ideia, nos últimos anos, o banco passou de 101 mil funcionários para os atuais 84 mil – uma perda de sete mil colegas! E um novo PDV aumenta a pressão sobre os empregados. Mas o SindBancários está nesta luta e avisa: não vamos afrouxar o garrão!


4 O Bancário

Porto Alegre, 10 de junho 2019

Matrículas estão abertas

CPA 10 E 20

Caco Argemi/Arquivo SindBancários

Cursos preparatórios para certificações CPA 10 e 20 são presenciais e começam em 15 de junho O mercado financeiro e sua complexidade exigem que os(as) bancários(as) busquem conhecimento para aperfeiçoar o atendimento de seus clientes. É preciso, além de realizar operações de rotina, saber indicar alguns dos melhores investimentos. Há também normas do Banco Central que exigem certificações CPA 10 e CPA 20 para desempenho de algumas funções bancárias tradicionais. O SindBancários oferece uma oportunidade para os(as) bancários(as) de sua base investir em qualificação. As matrículas já estão abertas para os cursos preparatórios de

CPA 10 e CPA 20 e podem ser feitas na sede do SindBancários. As aulas são presenciais, com o professor Paulo Faccio, e começam em 15 de junho. Procure a diretoria de Forma-

ção ou peça informações pelo e-mail formacao@sindbancarios.org.br Atenção para as seguintes informações. Para que as turmas sejam formados é preciso um mínimo de alunos (CPA 10 = 10 alunos e CPA 20 = 5 alunos). Os valores, com desconto para os associados ao Sindicato, valem também para estagiários desde que comprovem vínculo efetivo com o banco.

CINEBANCÁRIOS

Visitando a trajetória do humor dos 80 Quem, já com seus 40 anos, não se lembra de Armação Ilimitada? E do animado condomínio do Largo do Arouche, com aquela decadente classe média metida à besta em Sai de Baixo? E as aventuras do Casseta & Planeta? Esse ícones do humor têm uma trajetória que converge seus primeiros passos aos anos 1980. E se você que não chegou aos 40 ainda, e que nasceu nos 90 ou 2000? Ora, vai encontrar em “Rindo à toa” uma representação de como era o humor brasileiro há, aí sim, quase 50 anos. Gente como Andrea Beltrão, Evandro Mesquita, Marisa

Orth, Miguel Falabella, Regina Casé e Tom Cavalcante fazem depoimentos para mostrar um pouco do que era o tempo do humor na TV brasileira, ou melhor, na Rede Globo. O filme, dirigido por Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga reflete de forma bem-humorada sobre o estilo da comédia praticada no Brasil a partir da reabertura política em 1988 e faz os ícones revisitarem suas trajetórias. O resultado disso vai da autocrítica sobre estilos e reflexões sobre originalidade, até vanguarda, limitações e contexto histórico e social.

Programação até 12 de junho* Horários CineBancários Os ingressos podem ser adquiridos por (não há sessões àss se- R$ 12,00 na bilheteria ou no site ingresgundas): so.com. Idosos, estudantes, bancários e jornalistas sindicalizados, portadores de 15h: Inferninho 17h: Compra-me um re- ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 6,00. Aceitamos Banricompras, vólver Visa, MasterCard e Elo. 19h: Rindo à toa * Não há sessões às segundas-feiras A programação deste ano do CineBancários tem o patrocínio da Fenae.

MEIO AMBIENTE

É tempo de lutar pela ecologia APCEF/RS/Divulgação

SERVIÇO uCPA 10: 4 sábados: 15 e 29 de junho. 6 e 13 de julho. Carga horária de 24 horas. uCPA 20: 5 sábados: 15 e 29 de junho. 6, 13 e 20 de julho. Carga horária de 32 horas. Horário: Das 9h às 17h. Local: Casa dos Bancários - Rua General Câmara, 424, Centro Histórico - Porto Alegre Tire suas dúvidas e matricule-se em bit.ly/2Ksksse utelefone (51) 3433-1200 SindBancários Porto Alegre em horário comercial das 9h às 18h. uemail: formacao@sindbancarios.org.br

Investimento Curso CPA 10: Bancário associado/Estagiário no banco: R$ 510 à vista ou em 5X de R$ 110 no Cartão de Crédito (R$ 550) Público geral: R$ 1.020 à vista ou em 5X de R$ 220 no Cartão de Crédito (R$ 1.100). Curso CPA 20: Bancário associado: R$ 855 à vista ou em 5X de R$ 185 no Cartão de Crédito (R$ 925). Público geral: R$ 1.710 à vista ou em 5X de R$ 370 no Cartão de Crédito (R$ 1.850) O pagamento deve ser efetuado no setor administrativo no segundo andar da Casa dos Bancários (sede do SindBancários).

Comitê acompanha desdobramentos de projeto de extração de carvão Várias entidades, entre elas o SindBancários, estão se unindo para impulsionar a defesa da saúde dos Gaúchos. Trata-se de uma luta que teve um importante movimento em reunião na APCEF/RS, na quinta, 29/5: impedir a instalação da Mina Guaíba. Greenpeace, Assufrgs, CUT, Agapan, MST, CPERS, Fetrafi, entre outras dezenas de ONGs, estão preocupadas e querem evitar que a Mina seja instalada em uma área entre Charqueadas e Eldorado do Sul, para a extração de carvão mineral, areia e cascalho. A fase do projeto é de licenciamento. Caso aprovada, a Mina Guaíba vai operar por 23 anos, produzindo uma quantidade assustadora de resíduos na beira do rio Jacuí, responsável por 84,6% do volume de água do Guaíba. O projeto coloca em

risco o Baixo Jacuí, Guaíba e Lagoa dos Patos, além de ficar a 535 metros do Parque Estadual Delta do Jacuí e a 240 metros de uma área de preservação ambiental, em 4.373,37 hectares. O projeto ainda prevê o rebaixamento do lençol freático; desvio de dois arroios; e o despejo de famílias do loteamento Guaíba City e do Assentamento Apolonio de Carvalho, responsável por importante produção de arroz agroecológico.

AGENDA

u Terça, 11/6,10h: Assembleia Popular da Mineração, no CTG Porteira da Tradição, em Eldorado do Sul. uTerça, 18/06, 18h30: Lançamento do Comitê de Combate à Megamineração no RS, no auditório do CPERS/Sindicato, em Porto Alegre.


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