90 ANOS DE ARQUITETURA BRASILEIRA
ARQUITETURAS PARA [RE]EXISTIR
As camadas construtivas dos espaços sociais de convivência decantam memórias a partir de seus usos e acenam para novos encontros, numa sucessiva permuta de experiências. Partindo de tal consideração, uma diversidade de atividades socioeducativas e culturais, tais como as realizadas no Sesc, demanda uma arquitetura que acolha a transversalidade dessas ações e seus distintos públicos, configurando-se em um equipamento propício para consolidar os processos de desenvolvimento humano e o acesso democrático a bens culturais. Nessa perspectiva, realizar a exposição Infinito Vão: 90 anos de arquitetura brasileira é reafirmar o compromisso da instituição de propiciar aprendizados por meio da experiência da apreciação e fruição, bem como inspirar reflexões sobre seu legado na área. Com curadoria de Fernando Serapião e Guilherme Wisnik, a mostra foi apresentada pela primeira vez em 2018, na Casa da Arquitectura, situada na cidade de Matosinhos, em Portugal. E, agora, em parceria com o Sesc, viabiliza sua primeira itinerância. Trata-se de um percurso histórico desenhado em seis núcleos temporais, abrangendo diferentes gerações de renomados arquitetos brasileiros, sendo dois deles autores de projetos de centros culturais e desportivos na capital paulista: Lina Bo Bardi, responsável, em 1982, pela requalificação de uma fábrica de geladeiras e tambores, posteriormente designada como Sesc Pompeia; e Paulo Mendes da Rocha, que concebeu a proposta do Sesc 24 de Maio,
ARQUITETURAS PARA [RE]EXISTIR
inaugurado em 2017, abrigo desta exposição. Ambos com características que remetem a uma arquitetura permeável com o espaço público, atenuando as barreiras simbólicas entre os distintos estratos sociais. Os ambientes construídos são antes imaginados para os fluxos de vida que devem abrigar. Que sejam inspirados, cada vez mais, na capacidade de reinvenção humana, traduzindo-se em tecnologias sustentáveis e viabilizando legados favoráveis às novas gerações. Danilo Santos de Miranda Diretor do Sesc São Paulo
ARQUITETURA, UMA PONTE SOBRE O ATLÂNTICO
Infinito Vão é a primeira iniciativa a nascer do arquivo permanente da Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura. O trabalho começou em 2015 e durou três anos, com base na decisão da instituição de constituir um acervo próprio através da formação de diversas coleções, com curadoria, sobre um determinado território e num arco temporal definido. A Coleção Brasil é a primeira constituída exclusivamente por projetos não portugueses. Trata-se de um acervo que mostra a diversidade da produção arquitetônica da modernidade à contemporaneidade, ao longo de 90 anos de arquitetura brasileira, contando com mais de 55 mil itens, entre textos, desenhos, maquetes e outros itens, generosamente cedidos por mais de 200 doadores. A exposição Infinito Vão: 90 anos de arquitetura brasileira chega ao Brasil, numa parceria com o Sesc-SP, depois de um percurso feliz em Portugal, contribuindo para a universalização do conhecimento da arquitetura brasileira e sua relação com o país nos seus distintos momentos históricos. Infinito Vão é uma afirmação da excelência da arquitetura brasileira e do papel de seus profissionais na sociedade em que se inserem. Essa arquitetura é parte integrante de uma sociedade que valoriza a sua cultura e que, ao longo dessas nove décadas de produção arquitetônica, sempre soube ultrapassar as vicissitudes políticas e conjunturais.
ARQUITETURA, UMA PONTE SOBRE O ATLÂNTICO
Mais do que favorecer leituras historicamente circunscritas, ainda que devidamente enquadradas no contexto da diversificada produção cultural brasileira, Infinito Vão procura fornecer uma perspectiva sobre as distintas realizações de excelência produzidas no Brasil nas últimas décadas, promovendo uma visão contemporânea, atual e até prospectiva da produção arquitetônica de diversas gerações de profissionais. A exposição Infinito Vão é, acima de tudo, uma homenagem à resiliência e criatividade da arquitetura brasileira e de um Brasil que guarda a esperança de um futuro melhor. José Manuel Dias da Fonseca Presidente Nuno Sampaio Diretor Casa da Arquitectura Centro Português de Arquitectura
INFINITO VÃO
Na arquitetura, o vão é algo que se vence, um desafio a superar. É reduzir a quantidade de apoios, expandir as lajes horizontalmente, lançar-se no vazio aéreo, abrindo uma imensa luz ao rés do chão. Mas “vão”, em português, também se utiliza para designar um projeto ou uma ação que termina em fracasso: algo que foi feito em vão. “O verdadeiro amor é vão / Estende-se, infinito / Imenso monolito / Nossa arquitetura”, dizem os versos de Gilberto Gil em “Drão”, uma belíssima canção de separação amorosa – perfeita compreensão da arquitetura como sutura daquilo que se perde, transformando, no trânsito do plano pessoal para o coletivo, a perda em desafio a ser vencido no espaço, longe do chão, na linha do infinito.
A arquitetura brasileira é uma linha horizontal levantada do chão, afirmação simples e delicada de esperança no futuro, força irresistível de dissolução do passado pobre e oprimido, fundação da pátria, abstrata e metafísica. Alexandre Alves Costa, 1999
INFINITO VÃO
No Brasil, a modernização surgiu como um salto a ser dado sobre o atraso do país. E, no caso da arquitetura, sobre a ausência de duas tradições: a clássica, por um lado, e a artesanal, por outro. Salto abismal, diante da escala imensa do seu território. Desafio encampado por uma vanguarda estética ambiciosa, aliada a uma engenharia notável. O Brasil é um país “condenado ao moderno”, afirmou o crítico Mário Pedrosa, entendendo essa condenação como uma libertação do passado. Capacidade de transformar aquilo que poderia ser feito em vão na efetiva conquista cultural do vão livre; pois, para os arquitetos brasileiros, a palavra “vão” é quase sempre sinônimo de liberdade. Fernando Serapião Guilherme Wisnik Curadores
DO GUARANI AO GUARANÁ 1924–1943
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DO GUARANI AO GUARANÁ 1924–1943
Quem inventou o Brasil? O navegante português Pedro Álvares Cabral, tal como descreve a marchinha carnavalesca de Lamartine Babo? Ou as artes modernas das décadas de 1920 e 1930? Saltando do romantismo indígena e da escravidão para a cultura industrial e urbana, sobre uma base social ainda patriarcal, o Brasil reinventa-se sob a forma moderna. Das primeiras e escandalosas casas de Warchavchik em São Paulo, passando pelo “milagre” do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, até o conjunto da Pampulha em Belo Horizonte, transcorrem menos de 15 anos. É o vertiginoso processo de “formação” da arquitetura moderna brasileira, documentado na mostra Brazil Builds em 1943, no Museu de Arte Moderna de Nova York, com origens na viagem de Lucio Costa à cidade histórica de Diamantina em 1924, que o levou a admirar o racionalismo “pobre” da arquitetura civil colonial – vernáculo luso-brasileiro que viria a ser identificado com o despojamento moderno.
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1930 São Paulo, SP
Edifício Esther Álvaro Vital Brazil e Adhemar Marinho
1934 São Paulo, SP
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Casa na Rua Itápolis Gregori Warchavchik
3 Associação Brasileira de Imprensa Marcelo e Milton Roberto
1935 Rio de Janeiro, RJ
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1940–1943 Belo Horizonte, MG
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Conjunto da Pampulha Oscar Niemeyer
Museu das Missões Lucio Costa
1937 São Miguel das Missões, RS
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1936 Rio de Janeiro, RJ
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Ministério da Educação e Saúde Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Jorge Machado Moreira, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão e Ernani Vasconcellos
Jardim da Casa Forte Roberto Burle Marx
1935 Recife, PE
8 Caixa d’Água Luiz Nunes
1934 Olinda, PE
9 MissĂŁo de Estudos a Diamantina Lucio Costa
1924 Diamantina, MG
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A BASE É UMA SÓ 1943–1957
A BASE É UMA SÓ 1943–1957
No período que vai da Pampulha até o concurso para o Plano Piloto de Brasília, o Brasil vive o apogeu daquilo que Tom Jobim chamou de uma “civilização de praia”, sustentada politicamente por Juscelino Kubitschek – realização quase utópica de uma geração de artistas que soube filtrar a batida do samba em uma nova estrutura harmônica, a Bossa Nova, e inventar uma arquitetura arrojada, de espaços amplos e perfis sinuosos, que sublima os esforços da construção, e seus grandes vãos, numa leveza aérea. Documentada com destaque nas principais revistas do mundo, a arquitetura brasileira é vista como a primeira “escola regional” do modernismo. Nos anos 1950, novas cidades projetadas no Amapá e em Mato Grosso abrem caminho para Brasília. Cidade-oásis, traçada em forma de cruz no meio do cerrado, à moda cabralina, como uma refundação ritual do país que, simultaneamente, reencena a violência da experiência colonial.
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1957 Ilha Solteira, SP e Jupiรก, MS
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Urubupungรก Ernest Mange
Serra do Navio Oswaldo Bratke
1956 Serra do Navio, AP
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1954 Angélica, MS
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Angélica Jorge Wilheim e Rosa Kliass
Conjunto Nacional David Libeskind
1955 São Paulo, SP
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1957 Rio de Janeiro, RJ
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Pavilhão São Cristóvão Sergio Bernardes
Edifício Lausanne Adolf Franz Heep
1953 São Paulo, SP
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1947 Salvador, BA
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Escola-Parque Diรณgenes Rebouรงas
Pedregulho Affonso Eduardo Reidy
1946 Rio de Janeiro, RJ
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1949 Rio de Janeiro, RJ
Casa das Canoas Oscar Niemeyer
1951 Rio de Janeiro, RJ
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Instituto de Puericultura e Pediatria Jorge Machado Moreira
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1957 Salvador, BA
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Teatro Castro Alves José Bina Fonyat
Plano Piloto de Brasília Lucio Costa
1957 Brasília, DF
CONTRA OS CHAPADÕES, MEU NARIZ 1957–1969
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CONTRA OS CHAPADÕES, MEU NARIZ 1957–1969
Em 1969, Artigas e Paulo Mendes da Rocha são cassados pelo regime militar. Assiste-se ao fechamento de universidades e revistas, a canções censuradas e a movimentos artísticos mergulhados na clandestinidade. Constroem-se hidrelétricas, estradas na Amazônia e cidades industriais, sob o mantra do “milagre econômico”, de acordo com os versos de “Bye bye, Brasil”, de Chico Buarque e Roberto Menescal. Enquanto isso, os grandes centros urbanos do Sudeste incham e as favelas proliferam. No Norte, Severiano Porto cria uma arquitetura que combina a linguagem moderna com a tradição construtiva indígena. Em São Paulo, aproveitando o clima de distensão da ortodoxia moderna, Lina Bo Bardi, no Sesc Pompeia, e Eurico Prado Lopes e Luiz Telles, no Centro Cultural São Paulo, criam edifícios lúdicos, nos quais a didática estrutural já não é o centro da questão.
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1961 São Paulo, SP
Residência Boris Fausto Sérgio Ferro
1961 São Paulo, SP
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FAUUSP João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi
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1963 Santos, SP
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Escola Técnica de Comércio Décio Tozzi e Luiz Carlos Ramos
Residência Mário Masetti Carlos Millan
1964 Ubatuba, SP
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1966 São Paulo, SP
Centro de Convivência Cultural Fábio Penteado, Alfredo Paesani, Teru Tamaki e Aldo Calvo
1967 Campinas, SP
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Residência Tomie Ohtake Ruy Ohtake
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1967 Santos, SP
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Teatro Municipal Oswaldo Corrêa Gonçalves, Abrahão Sanovicz e Julio Katinsky
Estação Armênia Marcello Fragelli e equipe
1968 São Paulo, SP
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1968 São Paulo, SP
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Parque Anhembi Jorge Wilheim e Miguel Juliano
Cajueiro Seco Acácio Gil Borsoi
1963 Jaboatão dos Guararapes, PE
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1961 Rio de Janeiro, RJ
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Parque do Flamengo Affonso Eduardo Reidy e Roberto Burle Marx
Edifício Metrópole Giancarlo Gasperini e Salvador Candia
1959 São Paulo, SP
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1958 São Paulo, SP
Museu de Arte de São Paulo Lina Bo Bardi
1957 São Paulo, SP
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Residência Antônio Carlos Cunha Lima Joaquim Guedes
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1958 São Paulo, SP
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Residência Castor Delgado Perez Rino Levi, Roberto Cerqueira César e Roberto Carvalho Franco
Primeiros Esboços Oscar Niemeyer
1956 Brasília, DF
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1956 Brasília, DF
Congresso Nacional Oscar Niemeyer
1958 Brasília, DF
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Palácio da Alvorada Oscar Niemeyer
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1958 Brasília, DF
Palácio do Itamaraty Oscar Niemeyer
1962 Brasília, DF
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Palácio do Planalto Oscar Niemeyer
EU VI UM BRASIL NA TV 1969–1985
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EU VI UM BRASIL NA TV 1969–1985
Em 1969, Artigas e Paulo Mendes da Rocha são cassados pelo regime militar. Assiste-se ao fechamento de universidades e revistas, a canções censuradas e a movimentos artísticos mergulhados na clandestinidade. Constroem-se hidrelétricas, estradas na Amazônia e cidades industriais, sob o mantra do “milagre econômico”, de acordo com os versos de “Bye bye, Brasil”, de Chico Buarque e Roberto Menescal. Enquanto isso, os grandes centros urbanos do Sudeste incham e as favelas proliferam. No Norte, Severiano Porto cria uma arquitetura que combina a linguagem moderna com a tradição construtiva indígena. Em São Paulo, aproveitando o clima de distensão da ortodoxia moderna, Lina Bo Bardi, no Sesc Pompeia, e Eurico Prado Lopes e Luiz Telles, no Centro Cultural São Paulo, criam edifícios lúdicos, nos quais a didática estrutural já não é o centro da questão.
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1976 São Paulo, SP
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Sede da Companhia Hidrelétrica do São Francisco Francisco de Assis Reis
Caraíba Joaquim Guedes
1976 Jaguarari, BA
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1977 Rio de Janeiro, RJ
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Cafundá Sérgio Magalhães, Ana Lúcia Magalhães, Clóvis de Barros e Silvia Pozzana
Capela de Santana do Pé do Morro Éolo Maia e Jô Vasconcellos
1979 Ouro Branco, MG
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1974 São Paulo, SP
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Casa Bola Eduardo Longo
Centro de Proteção Ambiental Severiano Porto e Mário Emílio Ribeiro
1983 Balbina, AM
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1968 Blumenau, SC
Avenida Paulista JoĂŁo Carlos Cauduro, Ludovico Martino e Rosa Kliass
1973 SĂŁo Paulo, SP
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Hering Matriz Hans Broos
9 Edifício Acal Pedro Paulo de Melo Saraiva, Sérgio Ficher e Henrique Cambiaghi Filho
1974 São Paulo, SP
10 Sesc Pompeia Lina Bo Bardi
1977 São Paulo, SP
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1976 São Paulo, SP
Estação do Largo 13 de Maio João Walter Toscano, Odiléia Toscano e Massayoshi Kamimura
1984 São Paulo, SP
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Centro Cultural São Paulo Eurico Prado Lopes e Luiz Benedito de Castro Telles
INTEIRO, E NÃO PELA METADE 1985–2001
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INTEIRO, E NÃO PELA METADE 1985–2001
“A gente não quer só dinheiro, a gente quer inteiro, e não pela metade.” O fragmento dos Titãs em “Comida”, no início do chamado rock nacional, exprime bem as aspirações de um país que retornava à democracia com o desejo de implementar tanto projetos sociais quanto um novo modo de vida. Em resposta à opressão dos grandes conjuntos habitacionais construídos pela ditadura militar, o programa Favela-Bairro, no Rio de Janeiro, assume a cidade informal como um dado existente, procurando qualificá-la. Em São Paulo, organizações cooperativas criam caminhos de oposição ao modelo das grandes empreiteiras e construtoras, empregando alvenaria de tijolo e formas coletivistas de trabalho. Sediado na Bahia, João Filgueiras Lima, o Lelé, adapta as “formas livres” de Niemeyer a um raciocínio de industrialização de componentes, criando fábricas para apoiar a construção dos hospitais da rede Sarah Kubitschek por todo o Brasil. Em Minas Gerais, a ironia pós-moderna ensaia o seu surgimento no país “condenado ao moderno”.
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1989 Belo Horizonte, MG
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Escola Guignard Gustavo Penna
Moradia Estudantil da UNICAMP Joan VillĂ
1989 Campinas, SP
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1991 Osasco, SP
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COPROMO Usina CTAH
Rio das Pedras Jorge Mario Jรกuregui
1998 Rio de Janeiro, RJ
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1991 Rio de Janeiro, RJ
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Hospital da Rede Sarah Kubitschek João Filgueiras Lima (Lelé)
Estações-Tubo Abrão Anis Assad
1990 Curitiba, PR
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2001 São Paulo, SP
Centros Educacionais Unificados Alexandre Delijaicov, André Takiya e Wanderley Ariza
2001 São Paulo, SP
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Sesc 24 de Maio Paulo Mendes da Rocha e MMBB Arquitetos
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2001 São Paulo, SP
Casa Hélio Olga Marcos Acayaba
1987 São Paulo, SP
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Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb
11 Museu Brasileiro da Escultura Paulo Mendes da Rocha
1986 SĂŁo Paulo, SP
SENTIMENTO NA SOLA DO PÉ 2001–2018
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SENTIMENTO NA SOLA DO PÉ 2001–2018
“Aqui vagabundo guarda sentimento na sola do pé.” É com esse verso duro que os Racionais MC’s descrevem a realidade violenta da vida nas grandes cidades do Brasil no novo milênio. Com a promulgação do Estatuto da Cidade e o projeto de escolas de estrutura pré-fabricada (Centros Educacionais Unificados ou CEUs) pela Prefeitura de São Paulo, que fecha o ciclo anterior, abre-se um período de otimismo sintetizado pela promessa de um “espetáculo do crescimento” econômico e social, nas palavras do presidente Lula no início do seu governo. Nesse período, dá-se uma convivência contrastante entre uma valorização hedonista da arquitetura, em edifícios culturais e ligados ao mercado imobiliário, e um forte ativismo de grupos e movimentos sociais, que, a favor do lema do “direito à cidade”, opõem-se à especulação imobiliária, trabalham junto a ocupações dos sem-teto, batalham por novos espaços públicos. Tanto do ponto de vista político quanto urbanístico, o clima atual do Brasil é agônico.
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2004 Brumadinho, MG
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Galeria Adriana Varejão Rodrigo Cerviño
Casa de Fim de Semana SPBR Arquitetos
2010 São Paulo, SP
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2008 Brasília, MG
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Sede do SEBRAE Nacional Alvaro Puntoni, Luciano Margotto, João Sodré e Jonathan Davies
Pavilhão Humanidade 2012 Carla Juaçaba
2011 Rio de Janeiro, RJ
5 Instituto Moreira Salles Andrade Morettin Arquitetos
2011 SĂŁo Paulo, SP
FICHA TÉCNICA
SESC – SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente do Conselho Regional Abram Szajman Diretor do Departamento Regional Danilo Santos de Miranda Superintendentes Técnico-social Joel Naimayer Padula Comunicação Social Ivan Giannini Administração Luiz Deoclécio Massaro Galina Assessoria Técnica e de Planejamento Sérgio José Battistelli Gerentes Artes Visuais e Tecnologia Juliana Braga de Mattos Educação para Sustentabilidade e Cidadania Denise Baena Estudos e Desenvolvimento Marta Colabone Artes Gráficas Hélcio Magalhães Difusão e Promoção Marcos Carvalho Assessoria de Relações Internacionais Aurea Leszczynski Vieira Assessoria Jurídica Carla Bertucci Barbieri Sesc 24 de Maio Paulo Casale Equipe Sesc Adriana Iervolino, Adriane Ribeiro, Adriano Alves Pinto, Bruno Lucaschac, Cristina Papa, Cristina Tobias, Fabiana Delboni, Fábio Vasconcelos, Fernando Fialho, Flavia Fávari, Gabriela Xabay, Helder Lobo, Heloisa Pisani, Ilona Hertel, José Artur Amaro, Karina Musumeci, Kim Gomes, Leonardo Azevedo, Leonardo Borges, Ligia Zamaro, Lizandra Magalhães, Marcelo Correa, Marina Burity, Marinaldo França, Natanael da Hora, Nilva Luz, Paulo José Ribeiro, Rodrigo Savio, Rodrigo Souza, Rogério Ianelli, Samanta Sadoiama, Samara Eiras, Simone Wicca, Suamit Barreiro, Suellen Barbosa, Terezinha Gouvêa, Thaís Dias, Thiago Freire, Tina Cassie, Valéria Boa Sorte, Vanessa de Souza, Vanessa Rosado e Walter Bertotti INFINITO VÃO: 90 ANOS DE ARQUITETURA BRASILEIRA Comissariado Geral Nuno Sampaio Curadoria Fernando Serapião e Guilherme Wisnik
FICHA TÉCNICA
Produção Companhia das Licenças e Licenciamentos Ltda. | Arnaldo Spindel e Ricardo Ribenboim [Direção Geral] | Carmen Sousa, Daniela Vicedomini Coelho e Renata Viellas Rödel [Diretoria Adjunta] | Rachel Vallego [Coordenação de Conteúdos] | Adelaide D’Esposito, Regiane Rykovsky e Waleria Dias [Produção Executiva] | Fabíola Antonio, Pedro Ermel e Shirlene Lourenço [Assistentes] | Ana Pinto, Carla Barros e Berta Oliveira [Assistência curatorial e produção Casa da Arquitectura] Assistência Arquivística Ana Filipe, Gilson Fernandes e José Fonseca [Casa da Arquitectura] Expografia André Vainer Arquitetos | Tiago Wright, Fernanda Joszef e Maria Clara Van Deursen Identidade Visual R2 Design (Portugal) Projeto Gráfico ps.2 arquitetura + design | Fábio Prata e Flávia Nalon (Brasil) Comunicação Joana de Belém, José Pereira, Margarida Portugal e Pedro Rocha [Casa da Arquitectura] Ação Educativa Matias Monteiro [Coordenação] Coordenação Editorial Lia Ana Trzmielina Revisão de Textos Lia Ana Trzmielina (Brasil) e Rita Cabral (Portugal) Tradução David Yann Chaigne e Patrícia Queiroz (Brasil) e Anton Stark e Mário Seabra (Portugal) Iluminação Fernanda Carvalho | Luana Alves [Assistente] Projeto Audiovisual Um Cafofo | André Grynwask e Pri Argou, André Luís Carvalho Kaneto [Vídeo], Fernando Akio Wada [Áudio] Projeto de Elétrica, Estrutura e Segurança Jarreta Projetos | Murilo Jarreta Consultoria em Acessibilidade ArteInclusão | Amanda Tojal e Claudia Aoki Giarolo Maquetes Táteis Alfonso Ballestero Audiodescrição Ver com Palavras Videolibras Iguale Comunicação em Acessibilidade Comunicação Visual em Dupla Leitura e Pranchas em Relevo Seal Acessibilidade Montagem Cenográfica Entre Produções Montagem Iluminação Stage Luz e Magia Montagem Audiovisual Maxi Áudio Luz Imagem Produção Fotográfica Leonardo Finotti Edição de Vídeo Mira Filmes | Gustavo Rosa de Moura, André Bonfim, Bia Almeida e Monique Costa; Casa da Arquitectura | Pedro Rocha Transporte e seguros São Miguel Transportes (Brasil) e MDS Seguros (Portugal) Confecção de Maquetes FAUUSP | Hospital Sarah | Praça das Artes Goma Oficina | Guilherme Tanaka [Coordenação], Luisa Teperman e Ana Teresa Carvalho Pavilhão de São Cristóvão Practica Maquetes | Fausto Sombra – PPGAU/FAU-Mackenzie [leitura e interpretação dos planos originais e elaboração do modelo 3D] Praça de Equipamentos Sociais do Conjunto Habitacional Inácio Monteiro LabProj | FAUUSP
FICHA TÉCNICA
Cessões Arquivo Público do Distrito Federal, Câmara dos Deputados do Brasil, Escritório de Paisagismo Burle Marx, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – Brasil, Instituto Bardi/Casa de Vidro, Marinha do Brasil – Secretaria da Comissão Internacional para os Recursos do Mar, Museu de Arte de São Paulo Assis de Chateaubriand e Universidade Federal do Rio de Janeiro – Núcleo de Pesquisa e Documentação – FAU/ UFRJ – Brasil Empréstimos Acervo André Vainer, Acervo Família Libeskind, Acervo Família Vilanova Artigas, Acervo Marcelo Ferraz, Acervo Paulo Mendes da Rocha, Acervo Sesc de Arte Brasileira, Ana Ottoni, Antônio Gerassi, Coleção Alessandra e Fernando Serapião, Coleção Beĩ, Coleção Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitetura, Coleção Eugênio Pacelli Pires dos Santos, Coleção Rose e Alfredo Setúbal, Corcovado Music, Cristiano Mascaro, Dpot, Etel, Fábio Flaks, Lais Myrrha, NeoRex, Nitsche Arquitetos, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand Agradecimentos A Gilberto Gil, em especial Adam Jayme Muniz, Adriana Villela, Alex Souza, Alfredo Setúbal, Amanda Mattos, Ana Ottoni, André Lima, André Vainer, Andressa Aguiar, Andrey Schlee, Antonio Gerassi, Artur Luiz Quintanilha Junior, Aurea Vieira, Baba Vacaro, Barbara Levi, Beatriz de Sousa Vasconcelos Goes, Belita Cermelli, Bernardo Brasil, Beth Martins, Boris Fausto, Cadão Volpato, Carlos Kessel, Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura, Cauê Alves, Cecília Winter, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Clara Reynaldo, Cláudio Viana, Cristiano Mascaro, Danilo Santos de Miranda, Dpot, Ercilia Lobo, Etel Design, Eugênio Pacelli Pires dos Santos, Fabio Flaks, Fausto Sombra, Fernando Atique, Fernando Diniz Moreira, Fernando Mendonça, Fernando Prado, Flávia Velloso, Flávio Pinheiro, Francisco Guedes, Giancarlo Latorraca, Gino Caldatto, Gislaine Moura do Nascimento, Giulia Perondi, Gustavo de Sá Duarte Barboza, Igor Trabuco Bandeira, Joana Reiss, João Claudio Silva, João Moreira Salles, João Pignatelli, Jomar Nickerson de Almeida, José Luiz Mota Menezes, José Miguel Wisnik, Josiane Santos, Juliana Cunha Lima, Julieta Costa Sobral, Karine Daufenbach, Kátia Bogéa, LABPROJ FAUUSP, Lais Myrrha, Laura Pauletto, Lina Kim, Lissa Carmona,
FICHA TÉCNICA
Lorenzo Mammì, Lucas Pessoa, Marcio Roberto, Marcos Carvalho, Marília Scalzo, Marisa Moreira Salles, Michael Wesely, Miriam Lerner, Museu de Arte Brasileira (MAB FAAP), Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), NeoRex, Nitsche Arquitetos, Nivaldo Vieira de Andrade Jr., Nuno Sampaio, Orlando Maretti, Paula Alves de Souza, Paula Dedecca, Paulo Lopes Lourenço, Paulo Mauro, Reinaldo Higa, Roberto Barbato, Roberto Conduru, Sergio Buchpigel, Sérgio Fausto, Silvio Oksman, Thiago Bernardes, Tomás Alvim, Valter Hugo Mãe, Zilah Florence. COLEÇÃO BRASIL Comissariado Nuno Sampaio Curadoria Fernando Serapião e Guilherme Wisnik Produção Brasil Direção Monolito | Alessandra Serapião e Fernando Serapião Inventário e Coleta Berta Oliveira, Francesco Perrota-Bosch, Barbara Garcia, Bruno Falaghe, Carolina Sacconi, Clara Abussamra, Diego Bis e Rodrigo d’Ávila Digitalização Fotográfica Jorge Bastos Expatriação Base 7 | Ricardo Ribenboim, Arnaldo Spindel, Carmen Maria de Sousa, Daniela Vicedomini, Juliana Takaki, Renata Rodel, Shirlene Cândido Transporte Millenium | Miulnei Ribeiro, Andrews Eleuterio, Leone Aires, Marcos Toshio, Mariana Lima, Heloisa Biancalana Apoio Jurídico LCCF Lanna Ribeiro & Fragoso Pires | Rodrigo Rodrigues, Viviane Perez, Danielle Perazzi, Diego Lopes, Giselle Crespo, Guilherme H. Ferrazza, Juliana Rodrigues, Pedro Lanna Ribeiro Tratamento Arquivístico – Casa da Arquitectura Ana Filipe [Coordenação], Gilson Fernandes e José Fonseca Doadores Abrão Assad, Acacia Furuya, Adriana Filgueiras Lima, Adriana Penteado, Alexandre Brasil, Alexandre Delijaicov, Alvaro Puntoni, Ana Maria Wilheim, Anderson Freitas, André Gorestein, André Luiz Prado, André Takiya, André Turzzi, Andréa Zaninelli, Angelo Bucci, Antonio Gerassi, Bárbara Bratke, Beatriz Katinsky, Bruno Santa Cecilia, Carla Juaçaba, Carlos Alberto Maciel, Carlos Eduardo
FICHA TÉCNICA
Warchavchik, Carlos Gasperini, Carolina Bueno, César Shundi Iwamizu, Ciro Pirondi, Cláudio Libeskind, Clóvis Barros, Danilo Matoso Macedo, Dario Corrêa Durce, Decio Tozzi, Diego Morera, Eduardo Colonelli, Eduardo de Almeida, Eduardo Ferroni, Eduardo Longo, Elcio Gomes, Emmerson Vidigal, Eron Costin, Fabiano Sobreira, Fabio Henrique Faria, Fernando Gonçalves, Fernando Mello Franco, Flavio Higuchi, Francisco Fanucci, Grégory Bousquet, Guillaume Sibaud, Gustavo Cedroni, Gustavo Penna, Héctor Vigliecca, Hélio Olga Jr., Henrique Cambiaghi, Jô Vasconcellos, Joan Villà, João Carlos Cauduro, João Gabriel Rosa, João Nitsche, João Sodré, Jonathan Davies, Jorge Mario Jáuregui, Julio Katinsky, Kaya Lazarini, Kykah Bernardes, Laura Pozzana, Lauro Rocha, Leonardo Finotti, Lorena Reis, Lucas Fehr, Luciano Andrades, Luciano Margotto, Luciene Quel, Luiz Amorim, Marcelo Ferraz, Marcelo Morettin, Marcelo Suzuki, Marcia Reis, Marcio Kogan, Marco Antonio Borsoi, Marcos Acayaba, Marcos Boldarini, Marcos Cartum, Maria Elisa Costa, Maria Rui Castanhola, Mariana Toscano, Marina Grinover, Mario Biselli, Mario Figueiroa, Marta Milan, Marta Moreira, Martin Corullon, Mauricio López Franco, Mauro Munhoz, Milton Braga, Moacir Zancopé Jr., Museu da Casa Brasileira, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, Nelson Barbedo, Nelson Kon, Ney Dantas, Nivaldo Vieira de Andrade Jr., Olivier Rafaelli, Pablo Hereñu, Paula Porto, Paula Zasnicoff Cardoso, Paulo Brazil, Paulo Mendes da Rocha, Pedro Barros, Pedro de Melo Saraiva, Pedro Kok, Raimundo Schnorrenberg, Roberta Borsoi, Roberto Aflalo, Roberto Bratke, Roberto Sanovicz, Rodrigo Cerviño, Rodrigo Mindlin Loeb, Rosa Artigas, Rosa Kliass, Rosilea Girardi, Rui Furtado, Ruy Ohtake, Sandra Llovet, Sergio Ficher, Sergio Magalhães, Silvia Chile, Tereza Schnorrenberg, Usina CTAH, Vinicius de Andrade, Wagner Germano, Wanderley Ariza, Zig Koch Doação Acervo Digital para Casa da Arquitectura Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia, Fundação Joaquim Nabuco – Ministério de Educação – Brasil e Teatro Castro Alves
FICHA TÉCNICA
CASA DA ARQUITECTURA – CENTRO PORTUGUÊS DE ARQUITECTURA Direção Presidente José Manuel Dias da Fonseca Diretor Executivo Nuno Sampaio Tesoureiro Joaquim Mendes Pinto Vogais Carlos Guimarães, Gonçalo Medeiros (Representante AEP), Nuno Araújo (Representante APDL), Manuel Pereira Dinis Equipe Diretor Executivo Nuno Sampaio Coordenação Departamento Edifício e Infraestruturas Paulo Silva Bilheteria e Apoio Infraestruturas Inês Lourenço, Liliana Taveira e Sónia Alves Coordenação Departamento de Comunicação, Marketing e Desenvolvimento de Produto Margarida Portugal Assessoria de Imprensa Joana de Belém Conteúdos Audiovisuais Pedro Rocha Imagem e Design José Pereira Assistente de Comunicação – Edifício Digital Filipa Guimarães Coordenação Departamento de Arquivos e Biblioteca Ana Filipe Arquivo e Gestão de Coleções Alice Lopes, Débora Fernandes, Gilson Fernandes e José Fonseca Coordenação Departamento Financeiro e Recursos Humanos Soraia Lebre Contratação e Faturamento Joana Costa e Joana Ferreira Secretariado Mafalda Costa e Natacha Mota Coordenação Departamento de Atividades e Conteúdos Carla Barros Produção Filipe Silva, Júlio Senra e Manuel Gonçalves Produção e Internacionalização Ana Pinto Coordenação Departamento Comercial, Desenvolvimento e Fundraising Margarida Matos Espaços e Parcerias Joana Pinto Loja Carla Sousa, Rita Correia Pinto e Joana Correia Pinto Serviço Educativo Filipa Godinho e Alice Marques
VISITAÇÃO 15 DE ABRIL A 28 DE JUNHO DE 2020 terças a sábados, das 9h às 21h domingos e feriados, das 9h às 18h AGENDAMENTO DE VISITAS EDUCATIVAS agendamento@24demaio.sescsp.org.br SESC 24 DE MAIO Rua 24 de Maio 109 – Centro CEP 01041-001 São Paulo/SP Tel: (11) 3350-6300 República | Anhangabaú /sesc24demaio sescsp.org.br/24demaio
Uma exposição idealizada pela Casa da Arquitectura, realizada em parceria com o Sesc São Paulo.