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Bienal Sesc de Dança | Catálogo 2011

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BIENAL SESC DE

2011 Santos De 2 a 8 de setembro


O corpo se empresta à dança Tendo em foco o bem-estar dos trabalhadores do comércio de bense serviços e turismo, um dos compromissos mais importantes que o SESC assume junto ao seu público prioritário e à comunidade de seu entorno é o acesso às manifestações culturais e artísticas do seu tempo. Porque só é possível relacionar-se com aquilo que é visitado, conhecido e encontrado algumas vezes. E algumas linguagens artísticas necessitam de incursões e aproximações sucessivas para serem apreendidas, especialmente em suas manifestações contemporâneas. A dança é um exemplo assim. Tendo o corpo como objeto e sujeito dessa arte, ela nos desafia a prestar tributo a um templo que exploramos todos os dias, porém mecanicamente e em funções ordinárias. Sua dádiva é mostrar-nos nesse corpo o que não pode ser dito em palavras, o que não tem sentido – relembrando Martha Graham e Isadora Duncan, duas grandes referências para a dança moderna. Conhecer quem faz, como faz e o que é a dança em nossos dias é uma forma de aproximar-se dessa linguagem, e o encontro ocasionado pela Bienal SESC de Dança permite há uma década que estas relações se concretizem. E no que tange ao desafio lançado na última edição, as conexões sucederam ao exercício de expandir e criar de forma tão notável, que desta feita o que urde o encontro é a presença dos trabalhos e não a curadoria temática em princípio. Como resultado, essa edição improvisa livremente sobre si mesma. Bahia, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo trazem as contribuições brasileiras para o diálogo com as produções internacionais da Argentina, Bélgica, França, Senegal e Uruguai. A dança se rende como discurso artístico do corpo; e o corpo urbano de Santos se empresta mais uma vez às criações desta arte, em espetáculos, intervenções, instalações e processos formativos nos espaços públicos e históricos da cidade. Danilo Santos de Miranda Diretor Regional do SESC São Paulo

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Modos de fazer, modos de habitar Nesta edição, um procedimento diferente na organização da Bienal – a abertura de uma convocatória pública para seleção de trabalhos, sem um tema previamente definido – garantiu um grande número de inscrições, de trabalhos absolutamente diversos, advindos de diferentes partes do Brasil. Tal procedimento legitimou-se no forte desejo de ampliar o raio de abrangência das ações implementadas por esta Bienal nos últimos anos. Ao depararmos com a grande quantidade de trabalhos inscritos, impôs-se com toda força o desafio de traçar um recorte curatorial. Como alinhavar conexões possíveis nesses fios soltos, porém nem tão dispersos assim, possibilitando uma tessitura dramatúrgica para esta programação? Como um procedimento às avessas – traçar um contexto a partir das obras, e não escolher as obras a partir de um recorte previamente definido –, assumimos a missão, procurando situarmo-nos numa posição de cartógrafos de territórios plásticos e sensíveis, em pleno exercício de deriva. Novas corporeidades se inventam entre a música e o silêncio, entre a imagem e o som, entre o movimento e a paragem, entre a presença e a ausência, entre a ética e a estética, entre o que vemos e o que nos olha, parafraseando Georges Didi-Huberman. As conexões não cessam de estabelecer-se e entremear-se, os contextos auto-organizam-se. As relações alimentam-se da intensidade dos afetos, encontrando afinidades. Por detrás de cada obra, diferentes modos de fazer evidenciam diferentes estéticas da existência. O vislumbre de distintas práticas e diversos discursos sobre o corpo interessa-nos na condição de estratégia para favorecer a potência inusitada de um bom encontro. Uma aposta na adversidade, como desejaria Hélio Oiticica, mais do que na diversidade. Por contágio somos mobilizados a novos estados de invenção e, consequentemente, à instauração de novos possíveis. Ao nos perguntarmos o que recorre, o que insiste, o que retorna na adversidade de cada obra/prática/discurso/corpo, tornam-se visíveis questões, conceitos e palavras que atravessam irremediavelmente a arte contemporânea, violência e delicadeza alternando-se na configuração desses territórios plásticos. Como transitar pelas instabilidades, por terrenos movediços de subjetividade, em que o corpo se coloca sempre em equilíbrio precário? Usufruindo bem da herança de práticas fortemente marcadas pela interface com outras linguagens artísticas, os procedimentos, preparações e tarefas que recheiam os processos criativos tentam dar conta de inventar algo mais do que as obras: exercitam a invenção de outras formas de organização, produção, exibição e circulação, ou seja, exercitam outras formas de estar no mundo, de permanecer nele, de habitá-lo com alguma potência. Aqui, trata-se mesmo de algo mais do que criar uma obra: trata-se de como ser capaz de permanecer em estado de invenção. Lembramos que, segundo o filósofo Michel Foucault, um modo de vida pode ser partilhado por indivíduos de idades, estatutos e atividades sociais diferentes. Pode dar lugar, ainda, a relações intensas que não se pareçam com nenhuma daquelas que são institucionalizadas, de forma que é possível considerarmos que um modo de vida pode dar lugar a uma cultura e a uma ética. Essa foi nossa aposta! Curadoria 2011

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The Body Lends Itself to Dance Due to SESC’s focus on the well-being of workers in the goods, services and tourism industries, one of its most important commitments in relation to its primary public and the surrounding community is providing access to the cultural and artistic manifestations of its time. Because it is only possible to know, to relate and feel a part of what is visited, experienced and encountered various times. And some artistic languages require the viewer to observe and experience them on successive occasions in order to be understood, especially in their contemporary manifestations. Dance is an example of this. As an art that takes the body as both its object and subject, it challenges us to pay tribute to a temple that we explore every day, but mechanically and in ordinary functions. Its gift is to use this body to convey to us what cannot be said in words, what does not have meaning – recalling Martha Graham and Isadora Duncan, two great references of modern dance. Knowing who dances, how they dance, and what dance consists of nowadays is one way of drawing close to this language, and the encounter brought about by the Bienal SESC de Dança has allowed for the concretization of these relations for more than a decade. And in terms of the challenge laid down by the last edition, the connections have continued to expand and to lead to such remarkable creations that in this edition of the event the nature of the encounter has been determined more by the presence of the works themselves, rather than by a prior thematic curatorship. As a result, this edition freely improvises on itself. Bahia, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro and São Paulo bring the Brazilian contributions to dialogue with the international productions of Argentina, Belgium, France, Senegal and Uruguay. Dance lends itself as an artistic discourse of the body; and the urban body of Santos once again lends itself to the creations of this art in shows, interventions, installations and training activities held in the city’s public and historical spaces.

Danilo Santos de Miranda Regional Director of SESC São Paulo

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Ways of doing, ways of inhabiting In this edition, a different procedure in the biennial’s organization – the opening of a public invitation for the selection of the works, without a previously defined theme – ensured a large number of signups, of a very wide range of works, from different parts of Brazil. This procedure was warranted by the strong desire to enlarge the scope of the actions implemented by this biennial, over the last years. When we saw the large number of works that were entered, the challenge of delineating a curatorial selection was forcefully imposed. How to sketch out possible connections among these loose – but not so disperse – threads, to allow for a dramaturgical ordering of the works presented? Using a procedure carried out in reverse – defining a context based on the works, rather than choosing the works based on a previously defined theme – we sought to situate ourselves in the position of cartographers of artistic and sensible territories entirely adrift. New artistic fields are being invented between music and silence, image and sound, movement and stillness, presence and absence, ethics and aesthetics, between what we see and what we hear, paraphrasing Georges Didi-Huberman. These connections are constantly being established and interwoven, the contexts become self-organized. The relations are fed by the intensity of the feelings, finding affinities. Behind each work, different ways of making and doing evidence different aesthetics of existence. We are interested in the perception of distinct practices and different discourses about the body as a strategy for favoring the uncommon power of a good encounter. They are based on adversity, as Hélio Oiticica wished, more than diversity. And by a contagious process we are moved to new states of invention and, consequently, to the establishment of new possibilities. When we ask ourselves what persists, what insists, what returns in the adversity of each work/practice/discourse/body, this sheds light on questions, concepts and words that pervade contemporary art, and on the violence and delicateness that alternate in the configuration of these artistic territories. How to move through these instabilities, through the quicksandlike terrains of subjectivity, in which the body is always placed into a precarious balance? Resorting to the legacy of practices strongly marked by the interface with other artistic languages, the procedures, preparations and tasks that make up the creative processes aim to invent something more than the works themselves: they exercise the invention of other forms of organization, production, exhibition and circulation, that is, they exercise other forms of being in the world, of remaining in it, of inhabiting it with some power. This involves something more than creating a work: it has to with gaining the ability to remain in a state invention. In this context, we remember that, according to philosopher Michel Foucault, a given way of life can be shared by individuals of different ages, conditions and social activities. It can also allow for intense relations that bear no resemblance to the institutionalized ones, in such a way that it is possible for us to consider that a way of life can give rise to a culture and an ethics. This was our aim! The 2011 Curatorship

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ESPETÁCULOS A Revolta da Lantejoula

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Brincos & FoliaS

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Cartas de Amor

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Cavalo

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Girassóis

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H3

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Justo uma Imagem

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Livro

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Maneries

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Matadouro

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ÂNGELO MADUREIRA E ANA CATARINA VIEIRA SP – BRASIL BALANGANDANÇA CIA. SP – BRASIL

ESCOLA DE ARTES CÊNICAS “WILSON GERALDO” SP – BRASIL COUVE-FLOR MINICOMUNIDADE ARTÍSTICA MUNDIAL PR – BRASIL CIA. DRUW SP – BRASIL

BRUNO BELTRÃO SP – BRASIL DENISE STUTZ E FELIPE RIBEIRO RJ – BRASIL MARGÔ ASSIS MG – BRASIL LUIS GARAY & CO. BUENOS AIRES ARGENTINA MARCELO EVELIN/DEMOLITION INC.+ NÚCLEO DE CRIAÇÃO DO DIRCEU PI – BRASIL


Objeto Gritante

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Primero

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Pudique Acide/Extasis

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Sapatos Brancos

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Songook Yaakaar

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Um Diálogo entre Música e Dança

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Vestígios

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MAURICIO DE OLIVEIRA & SIAMESES SP – BRASIL LES BALLETS C DE LA B BÉLGICA MATHILDE MONNIER FRANÇA

NÚCLEO ARTÍSTICO LUIS FERRON SP – BRASIl GERMAINE ACOGNY SENEGAL

BENJAMIM TAUBKIN E MORENA NASCIMENTO SP – BRASIL MARTA SOARES SP – BRASIL

INTERVENÇÕES 20hz<

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Árvores

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COMPANHIA LA CASA URUGUAI CLARICE LIMA SP – BRASIL


Bolero de 4

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Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades

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Meio-Fio

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Mire Veja

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SiREDiA

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Um Dente Chamado Bico

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JOÃO RAFAEL NETO BA – BRASIL NÚCLEO DE PESQUISA DO MOVIMENTO – IMAGINÁRIO COLETIVO DE ARTE SP – BRASIL COMPANHIA MEMBROS RJ – BRASIL TATIANA DEVOS GENTILE RJ – BRASIL

COMPANHIA LA CASA URUGUAI DIMENTI BA – BRASIL

INSTALAÇÕES 100 Lugares para Dançar

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Aonde Habitamos?

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Bricolage

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Entre

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QUINTOS SP – BRASIL

TRILHOS NÚCLEO DE DANÇA SP – BRASIL ANDRÉ BERN RJ – BRASIL

AMBULANTE CIA. DE DANÇA SP – BRASIL


Territórios Imaginários SIEDLER CIA DE DANÇA SC – BRASIL

NOVOS COREÓGRAFOS

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Dança em Curva

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Jimmy, the Jungle Beast

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Ma Vie

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Punto Ciego

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ATIVIDADES FORMATIVAS

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DENISE RODRIGUES E EDVAN MONTEIRO SP – BRASIL BERNARDO STUMPF RJ – BRASIL ASPÁSIA MARIANA CE – BRASIL JOEL INZUNZA & COMPAÑÍA ARGENTINA

LOCALIZAÇÃO DOS ESPETÁCULOS

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CONTATOS

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ATIVIDADES DIA A DIA

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eSpetÁcULoS


A REVOLTA DA LANTEJOULA Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira sp – brasil

Direção artística, criação e pesquisa / Artistic direction, creation and research: Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira Elenco colaborador / Collaborating cast: Beto Madureira, Luiz Anastácio, Patricia Aockio, Ana Catarina Vieira e Ângelo Madureira Direção técnica, cenário e iluminação/ Technical direction, settings and lighting: Juliana Augusta Vieira Adereço cenográfico/Props: Juliana Augusta Vieira e Carmem Guerra Figurinos/ Costumes: Gustavo Silvestre e Luiz Parisi Trilha sonora/Soundtrack: Ângelo Madureira Sonorização e masterização / Sound and mastering: Fabio Luchs - Omni Audium Técnico de luz e som / Light and sound technician: Marcos Santos Instrumentos e música ao vivo / Instruments and live music: Beto Madureira Foto / Photo: Monica Garcia Produção / Production: Iara Maria Vieira Direção geral / General direction: Ana Catarina Vieira Agradecimento / Acknowledgment: Rosa Hercoles, Cassiano Sydow Quilici e Programa Municipal de Fomento à Dança DURAÇÃO: 60 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 60 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Em A Revolta das Lantejoulas a dupla aprofunda a pesquisa de linguagem composta por elementos da dança popular e do balé, e dá continuidade a uma questão levantada na coreografia anterior: a memória. As lembranças retratam o passado, não de maneira inteira e completa, mas fragmentada. Tema representado na dança por meio do rodízio de movimentos entre os intérpretes e a espera. Ângelo Madureira nasceu em uma família tradicional ligada à cultura popular e responsável pela criação do Balé Popular do Recife. O Balé tem como objetivo a preservação, divulgação, documentação e recriação dos autos e folguedos populares do Nordeste, em especial do Estado de Pernambuco. Ângelo cresceu envolvido com a música, o teatro e principalmente a dança popular, tendo os passos dos maracatus e frevo impregnados em seu corpo. Ana Catarina Vieira tem formação no balé clássico e dançou como bailarina profissional no Cisne Negro Cia. de Dança. O encontro entre Ângelo e Ana Catarina resulta na criação de uma nova linguagem. A dupla passou a pesquisar a dança popular a partir de uma perspectiva contemporânea. No repertório dos pesquisadores e coreógrafos temos Somtir (2003), Outras Formas (2004), Clandestino (2006), Como? (2005), Delírio (1999), Brasilibaque (2002), O Nome Científico da Formiga (2007), Agô Dança Contemporânea (2008), O Animal Mais Forte do Mundo (2009), O Animal Mais Forte do Mundo.2 (2009), Somtir.2 (2010) e Baseado em Fatos Reais (2010). Como convidados, eles passaram por importantes festivais de dança profissional, entre os quais Festival Move Berlim, Bienal Internacional de Dança de Fortaleza, Panorama Rio Dança, Queer Zagreb, Plataforma Brasil Holanda, De Par em Par, Paralelo 16.


THE REVOLT OF THE SEQUIN

In A Revolta da Lantejoula the duo delves further into their research into language composed of elements of popular dance and ballet, lending continuity to a question raised in their previous choreography: memory. The recollections portray the past, not entirely and completely, but in a fragmented way. This theme is represented in the dance by way of the alternation of movements and waiting. Ângelo Madureira was born into a traditional family linked with popular culture and is responsible for the creation of the Balé Popular do Recife. This group is aimed at preserving, disseminating, documenting and re-creating the plays and festive performances of the Brazilian Northeast, especially those from the state of Pernambuco. Ângelo grew up involved with music, theater, and mainly popular dance, with the steps of maracatu and frevo imprinted in his body. Ana Catarina Vieira has undergone extensive training in classical ballet, and danced professionally with the group Cisne Negro Cia. de Dança. The encounter between Ângelo and Ana Catarina has resulted in the creation of a new language. The duo began to research popular dance based on a contemporary perspective. The repertoire of the researchers and choreographers includes Somtir (2003), Outras Formas (2004), Clandestino (2006), Como? (2005), Delírio (1999), Brasilibaque (2002), O Nome Científico da Formiga (2007), Agô Dança Contemporânea (2008), O Animal Mais Forte do Mundo (2009), O Animal Mais Forte do Mundo.2 (2009), Somtir.2 (2010) and Baseado em Fatos Reais (2010). They have participated as featured performers in important professional dance festivals, including the Festival Move Berlim, the Bienal Internacional de Dança de Fortaleza, Panorama Rio Dança, Queer Zagreb, Plataforma Brasil Holanda, De Par em Par, and Paralelo 16.

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Brincos & Folias Balangandança Cia. sp – brasil

Concepção e direção / Concept and direction: Georgia Lengos Coreografia / Choreography: Balangandança Cia. Intérpretes / Performers: Alan Scherk, Alexandre Medeiros, Clara Gouvêa, Dafne Michellepis, Georgia Lengos Produção / Production: Anderson do Lago Leite DURAÇÃO: 55 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 55 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Brincos & Folias é um exemplo da pesquisa de dança contemporânea para crianças. Um espetáculo que instiga a plateia a brincar e soltar sua criatividade, e ao mesmo tempo favorece a consciência corporal. Os gestos viram dança; e a dança, uma grande festa. Apoiada em técnicas de educação somática, para criar um corpo aberto ao jogo e à improvisação e treinado no exercício do brincar, a Balangandança pesquisa a movimentação a partir das etapas de desenvolvimento motor da criança, bem como da maneira como o próprio público infantil se organiza e inventa suas brincadeiras e jogos. A companhia, criada por um grupo de amigos-artistas de artes cênicas da Unicamp, estreou na 7th DaCi (Dance and the Child International UNESCO) Conference, realizada em Kuópio, Finlândia, em agosto de 1997, com o apoio do MINC. Desde então, vem apresentando pelo Brasil as obras interativas: Brincos & Folias, Entranças, Roda Pé, O tal do Quintal; exibindo as videodanças Pé de Moleque e Em outro pé; e ministrando oficinas. Brincos & Folias participou do Fórum New Trends in Dance Teaching como espetáculo e comunicação formal da pesquisa, realizado pela Universidade Técnica de Lisboa, Portugal, em 1998. Já Entranças foi selecionado para participação na 8th DaCi Conference realizada em 2000, em Regina, Canadá.


GAMES AND FROLICKINGS

Brincos & Folias is an example of the research into contemporary dance for children. A show that encourages the audience to play and get creative, while also fostering corporal awareness. Gestures become dance, and the dance turns into a big party. The group Balangandança researches human movement based on the child’s motor development, supported by techniques of somatic education, to create a body open to games and improvisation, and trained in the exercise of playing. Another source of research is the way that children organize themselves and invent their games and play activities. Made up of a group of friends from the scenic arts area at Unicamp, Balangandança was created in 1997. The company was born from the desire to research a language in dance that would communicate with the child, as well as from the desire to present shows for this very special public. The company’s first public performance was at the 7th DaCi (Dance and the Child International UNESCO) Conference, held in Kuópio, Finland in August 1997, with the support of the Brazilian MINC. Since then, they have traveled to various places in Brazil, presenting the interactive works Brincos & Folias, Entranças, Roda Pé, and O tal do Quintal, and furthermore showing the video dances Pé de Moleque and Em outro pé, and holding workshops. Brincos & Folias participated in the New Trends in Dance Teaching conference as a show and formal communication of research, carried out by the Universidade Técnica de Lisboa, in Portugal, in 1998. For its part, Entranças was selected for participation at the 8Th DaCi Conference held in 2000, in Regina, Canada.


cartas de amor Elenco / Cast: Alex Guarany, Bruno Galdino, Daniel Sette, Danielle Lima, Edir Ponciano, Iara Lia, Jefferson Lucas, João Vieira, Kadu Posso, Lucas Maciel, Maira Brigliadori, Matheus Barros, Natan Mesquita, Stela Frias, Vitória Leal Direção, roteiro e dramaturgia / Direction, script and dramaturgy: Roberto Peres Assistente de direção / Assistant director: Vanusa de Santis Coreografias / Choreographies: Maria Inês Adad e Roberto Peres Figurinos e elementos cênicos / Costumes and scenic elements: Maria Alice Peres e Roberto Peres Trilha sonora / Soundtrack: Roberto Peres Elaboração da trilha sonora e projeções visuais / Elaboration of soundtrack and visual projections: Paula Gomes Iluminação / Lighting: Reginaldo Aguiar Operação de som / Sound operation: Eugênio Ruas Agradecimentos / Acknowledgment: Carlos Pinto, Secretário de Cultura; Luiz Ernesto Neto, Sesc Santos; Alcides Mesquita, Cibelly Piacentini, Márcio de Souza, Maristela Sild, Roberto Aguiar, Simone Feliciano, Roberta Peres, Rosy Padron. DURAÇÃO: 90 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 90 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Escola De Artes Cênicas “Wilson Geraldo” sp – brasil

Tendo como tema central da coreografia o amor e as dores de amar, confessado em cartas que revelam os sentimentos e falam da felicidade, da perda, da fuga e do final de uma relação, este espetáculo parte de cartas de autores famosos como Olavo Bilac, Franz Kafka, Henrique VIII e Victor Hugo. Alguém certa vez disse que certas coisas só se confessam à intimidade do papel. O amor registrado em cartas ao longo de dois mil anos serviu de inspiração para a criação do espetáculo de teatro-dança Cartas e Cantos de Amor. Aos atores cabe a leitura dramática dos textos; e às bailarinas, o movimento inspirado nas cartas. Ao fundo, a trilha sonora composta de Ne me quitte pas interpretado por Jacques Brel, e de Je ne t’aime pas cantado por Ute Lemper. Projeções de vídeos com os cantores surgem no fundo do palco. Cartas e Cantos de Amor é a estreia profissional da trupe da Escola de Artes Cênicas Wilson Geraldo. Inaugurada há um ano, a escola está instalada no Teatro Guarany, uma casa de espetáculos do século XIX que foi restaurada para ser a sede da escola de dança.


LOVE LETTERS

The central theme of this piece’s choreography is love and the pains of loving, confessed in letters that reveal the writers’ feelings and speak of happiness, loss, fleeing and finally a relation, written by famous authors such as Olavo Bilac, Franz Kafka, Henrique VIII, Victor Hugo and others. Someone once said, “There are things that are only confessed on the intimacy of paper.” The love recorded in letters over a period of two thousand years served as inspiration for students, and professors of the school Artes Cênicas Wilson Geraldo de Santos to create the dance-theater show Cartas e Cantos de Amor. The actors perform the dramatic reading of the texts, while the dancers perform the movements inspired by the letters. In the background, the soundtrack consists of Ne me Quite Pas sung by Jacques Brel and Je ne t’aime Pas sung by Ute Lemper. Video projections of the singers appear at the back of the stage. Cartas e Cantos de Amor is the professional debut of the troop of the Escola de Artes Cênicas Wilson Geraldo. Opened a year ago, the school is installed in the Teatro Guarany, a 19th-century show house that was restored to serve as the headquarters of the dance school.


Cavalo Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial pr – brasil

Performance / Performance: Michelle Moura Som / Sound: Rodrigo Lemos Luz / Lighting: Fábia Regina Maquiagem / Makeup: Aurélio Dominoni Produção / Production: Wellington Guitti Apoio / Support: Centre National de Danse Contemporaine d´Angers (direção de Emmanuelle Huynh) / Ménagerie de Verre dans le cadre de Studiolab, Programme de résidences internationales Ville de Paris / Institute Français aux Récollets Agradecimento / Acknowledgment: Agnieszka Ryskiewicz, Elisabete Finger, Gustavo Bitencourt, Jennifer Lacey, Renata Moura, Raphaëlle Latini Um projeto: Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial Esta criação faz parte do projeto “6 por ½ dúzia” contemplado pelo prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2009. A project: Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial This creation is part of the 6 por ½ Dúzia project, winner of the Prêmio Funarte Dança Klauss Vianna 2009. DURAÇÃO: 25 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 25 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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A performance Cavalo trata da ambiguidade de quem se move: o cavalo é que move o cavaleiro, ou o cavalo é movido pelo cavaleiro? Por meio de alterações no padrão respiratório e da deformação da voz, a artista é levada a mover-se em um espaço com energias e pulsações distintas. Michelle Moura utiliza o som da voz e da respiração – amplificados e distorcidos – como um dispositivo que tem o potencial de transformar a percepção do espaço e do corpo. Esse som dá a sensação de que o corpo também está amplificado, aumentado, projetado além de si, o que gera outra relação entre corpo e espaço. Michelle Moura é performer e criadora em dança, cofundadora e integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (PR). Teve suas primeiras experiências como criadora na Casa Hoffman – Centro de Estudos do Movimento, em Curitiba, onde criou Peça Seleta 1, e após um ano criou Mais uma Peça Seleta, em colaboração com Ricardo Marinelli. Lá, criou e organizou, coletivamente com alguns dos atuais membros do Coletivo Couve-Flor e outros artistas curitibanos, o “Ciclo de Ações Performáticas”, com o intuito de aproximar a comunidade e os artistas locais, e construir espaço e comunicação entre diferentes manifestações artísticas na cidade. Michelle Moura atuou com Dani Lima e Cia. (RJ), como cocriadora de Vida Real em 3 capítulos e intérprete em Manual de instruções. Em 2007, criou e realizou o projeto “O que me move” em parceria com Elisabete Finger, Gustavo Bitencourt e Margit Leisner. Em 2009, integrou o programa Essais, no Centre National de Danse Contemporaine d’Angers - FR, onde iniciou uma nova fase como criadora, estabelecendo um diálogo permanente com seus mentores Jennifer Lacey e Nuno Bizarro. Apresentou as performances Essais Sonic, no Centre Pompidou, em Paris; Terremoto Slowmotion, no Musée des Beaux Arts d’Angers e Terremoto, bichos e sabão sobre o chão, no Studio Abattoirs, CNDC. Em 2010, foi intérprete de Souffles, do coreógrafo francês Vincent Dupont. Entre abril e junho de 2011, fez residência na Récollets de Paris.


HORSE

The performance Cavalo deals with the ambiguity of who is moving: is the horse moving the rider, or is the horse being moved by the rider? By way of alterations in respiratory patterns and the deformation of voice, the artist is brought to move in a space with distinct energies and pulsations. Michelle Moura uses the sound of voice and respiration – amplified in distorted – as a device that has the power to transform the perception of space and the body. This sound gives the sensation that the body is also amplified, enlarged, projected beyond itself, and this generates another relation between the body and space. A performer and creator in dance, Michelle Moura is a cofounder and member of the group Couve-Flor Mini Comunidade Artística Mundial (PR). Her first experiences as a creator took place at Casa Hoffman – Centro de Estudos do Movimento, in Curitiba, where she created the show Peça Seleta 1, and one year later, Mais Uma Peça Seleta, in collaboration with Ricardo Marinelli. There, together with some of the current members of the performing artist’s collective Couve-Flor and other artists from Curitiba, she collectively created and organized the Ciclo de Ações Performáticas, with the aim of bringing the community of local artists closer together and constructing a space for communication between different artistic manifestations in the city. She worked with Dani Lima and Cia (RJ) as a co-creator of Vida Real em 3 capítulos and a performer in Manual de instruções. In 2007, she created and produced the O Que Me Move project in partnership with Elisabete Finger, Gustavo Bitencourt and Margit Leisner. In 2009, she took part in the Essais program, at the Centre National de Danse Contemporaine d’Angers-FR, where she began a new phase as a creator, establishing a permanent dialogue with her mentors Jennifer Lacey and Nuno Bizarro. She presented the performances EssaisSonic at the Centre Pompidou in Paris; Terremoto Slowmotion, at the Musée Beaux Arts d’Angers; and Terremoto, bichos e sabão sobre o chão, at Studio Abattoirs, CNDC. In 2010, she performed in Souffles by French choreographer Vincent Dupont. In 2011, she took part in an artist’s residency at Récollets Paris, between April and June.


Girassóis Cia. Druw SP – brasil

Concepção, Direção, Criação e Roteiro / Concept, direction, creation and script: Miriam Druwe Orientação Dramatúrgica / Dramaturgical orientation: Silvia Leblon Intérpretes criadores / Creators / performers: Adriana Guidotte, Anderson Gouvêa, Bruna Petito, Elizandro Carneiro, Miriam Druwe e Tatiana Guimarães. Intérprete estagiário / Trainee-performer: Orlando Dantas Cenário e Figurinos / Setting and costumes: Marco Lima Trilha Sonora / Soundtrack: Fábio Cardia Realização / Production: Miriam Druwe Produções Artísticas Produção / Production: Solange Borelli – Radar Cultural – Gestão e Projetos Projeto de criação contemplado pelo 9º Edital de Fomento à Dança na cidade de São Paulo / 2010. DURAÇÃO: 60 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE CINCO ANOS DURATION: 60 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR CHILDREN UNDER 5

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Em Girassóis, a inspiração vem das obras de Van Gogh. Cores, linhas e composições são usadas para mostrar como o artista vê o mundo que o rodeia e como transformar em sensações a natureza observada. Ao trabalhar as sensações, a Cia. Druw busca criar e recriar a dança contemporânea de maneira lúdica para o público infantil. Miriam Druwe – que integrou o elenco do Balé da Cidade de São Paulo, Cisne Negro Cia de Dança, República da Dança e Cia. Terceira Dança, e que trabalhou com coreógrafos de renome como Luiz Arrieta, Ana Mondini, Vitor Navarro, Gisela Rocha, Vasco Wellemcamp, Gigi Caciulenou, Phillip Tallard, Sandro Borelli, Ismael Guiser, Yoko Okada, Sacha Svertlof, Jane Blaut, Yellê, Penha de Souza, Isabel Marques – criou a companhia Druw em 1996, em São Paulo. Miriam Druwe desenvolve uma pesquisa de linguagem própria dentro do vasto universo da dança contemporânea. Seus temas percorrem caminhos variados, com um estilo coreográfico que passeia de forma bem-humorada e reflexiva por temas do cotidiano e questões internas e externas da natureza humana. Ela tem no repertório inúmeros trabalhos coreográficos, dentre os quais: Passagem da Hora (1996); Quarto sono (1997); Sobre Nós (1998/1999); Solo Drúwida (2000); Alfredo (2000); Estar sendo (2001); Problemas Humanos, Poemas Urbanos (2003;) Corpoético (2006); Lúdico (2008) e Vila Tarsila (2009).


SUNFLOWERS

The inspiration for Girassóis comes from works by Van Gogh. Colors, lines and compositions are used to show how the artist sees the world that surrounds him, and how to transform the observed nature into sensations. The group Cia. Druw seeks to work with sensations, creating and re-creating contemporary dance in a playful way for an audience of children. Miriam Druwe carries out research into her own language within the vast universe of contemporary dance. Her themes involve a variety of paths, with a choreographic style that moves in a good-humored and reflexive way through themes taken from daily life and internal and external questions of human nature. Her repertoire includes countless choreographic works, including Passagem da Hora (1996), Quarto sono (1997), Sobre Nós (1998/1999), Solo Drúwida (2000), Alfredo (2000), Estar sendo (2001), Problemas Humanos, Poemas Urbanos (2003) Corpoético (2006), Lúdico (2008), and Vila Tarsila (2009). The Druw performing company was created in 1996, in São Paulo, by dancer and choreographer Miriam Druwe. Miriam has performed with the Balé da Cidade de São Paulo, the Cisne Negro Cia de Dança, the República da Dança and the Cia. Terceira Dança. She has worked with renowned choreographers such as Luiz Arrieta, Ana Mondini, Vitor Navarro, Gisela Rocha, Vasco Wellemcamp, Gigi Caciulenou, Phillip Tallard, Sandro Borelli, Ismael Guiser, Yoko Okada, Sacha Svertlof, Jane Blaut, Yellê, Penha de Souza, Isabel Marques, and others.


h3 Grupo de Rua rj – brasil

Direção e coreografia / Direction and choreography: Bruno Beltrão Assistente de direção / Assistant director: Ugo Alexandre Neves Intérpretes / Performers: Bruno Duarte, Eduardo Hermanson, Joseph Antonio, Kleberson Gonçalves, Kleodon Gonçalves, Kriseano Gonçalves, Kristiano Gonçalves, Luiz Carlos Gadelha, Ronielson Araújo, Thiago Almeida e Thiago Lacerda Luz / Lighting: Renato Machado Direção de arte / Art direction: Gualter Pupo Figurino / Costumes: Marcelo Sommer Música / Music: Lucas Marcier, Rodrigo Marçal – Arpx Dramaturgia / Dramaturgy: Rodrigo Bernardi Coprodução / Coproduction: Grupo de Rua (Brasil), Kunsten Festival des Arts (Bélgica), Festival Internacional de las Artes de Castlla y León (Espanha), Grand Théâtre de La Ville (Luxemburgo), Festival d’Automne à Paris (França) Apoio / Support: Cavalera, Hebbel-am-Ufer (Alemanha), La Ferme du Buisson, Marne-la-Vallée (França) DURAÇÃO: 50 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 50 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Uma das características do GRN é misturar influências diversas, incluindo o hip-hop, para criar uma linguagem coreográfica própria. Em H3, Bruno Beltrão e o grupo dão sequência à pesquisa iniciada em H2 sobre as técnicas da dança de rua e suas intersecções com a dança contemporânea. A obra leva ao palco nove bailarinos que se alternam em solos, duos e trios, discutindo em cena os fundamentos do hip hop, jogo de pernas, deslocamentos, quedas, movimentos amplos e simultâneos. Bruno Beltrão começou a dançar meio por acaso. Descobriu a dança de rua aos 13 anos, e logo passou a dar aulas. Em 1996, com apenas 16 anos, criou com o amigo Rodrigo Bernardi o Grupo de Rua de Niterói (GRN), que no princípio era uma companhia amadora, formada por jovens que participaram de festivais competitivos no Rio de Janeiro e de algumas apresentações em programas de TV. Nessa época, o grupo pôde vivenciar intensamente o universo do hip hop e da dança de rua. Ao mesmo tempo em que a técnica do GRN amadurecia, surgia a necessidade de ir além das limitações dos estilos e de suas próprias definições. A virada aconteceu em 2001, quando foram convidados a participar da Mostra Duos de Dança no SESC, também no Rio. Mais amadurecidos e com a bagagem trazida por Beltrão, da Faculdade de Dança da UniverCidade, eles criaram Do Popping ao Pop, que marcou o início de sua jornada profissional. A coreografia também foi um marco para Bruno Beltrão, que passou a lançar um olhar mais autoral para os seus trabalhos e desenvolver uma linguagem própria. Ao todo, o grupo criou seis trabalhos profissionais: Do Popping ao Pop (2001), Eu e Meu Coreógrafo no 63 (2001), Too Legit to Quit (2002), Telesquat (2003), H2 (2005) e H3 (2008). Em quase uma década, a companhia já circulou por 26 países, como Bélgica, Espanha, França e Alemanha, já participou dos principais festivais internacionais, como o Kunsten, além de já ter recebido prêmios como Syndicat Professionnel de La Critique de Théâtre, Musique et Danse em 2009, e o The Bessies - New York Dance and Performance Awards, em 2010.


H3

One of the characteristics of the GRN group is the mixture of diverse influences, including hip-hop, to create their own choreographic language. In H3, Bruno Beltrão and the group continue with the research begun in H2 concerning the techniques of street dance and its intersections with contemporary dance. The work brings nine dancers to the stage who alternate in solos, duos and trios, in a scenic discussion of the foundations of hip-hop, legwork, displacements and falls, along with sweeping, simultaneous movements. Bruno Beltrão began to dance somewhat by chance. He discovered street dance when he was 13 years old, and soon began to give classes. At the age of just 16, together with his friend Rodrigo Bernardi, he created the Grupo de Rua de Niterói (GRN), in 1996. In the first years, it was an amateur company, made up of young people who participated in competitive festivals in Rio de Janeiro and some presentations on TV programs. At that time the group was able to intensely experience the universe of hip-hop and street dance. At the same time that GRN was maturing its technique, the need arose to go beyond the limitations of styles and their own definitions. The group’s turning point came in 2001, when they were invited to participate in the Mostra Duos de Dança at SESC, also in Rio. More mature and with the knowledge that Beltrão had gained at the school of dance at UniverCidade, they created Do Popping ao Pop, which marked the beginning of their professional journey. The choreography was also a milestone for Bruno Beltrão, who began to develop a more authorial perception for his works and to develop a language of his own. Altogether, the group has created six professional works: Do Popping ao Pop (2001), Eu e Meu Coreógrafo no 63 (2001), Too Legit to Quit (2002), Telesquat (2003), H2 (2005) and H3 (2008). In nearly a decade, the company has traveled to more than 26 countries including Belgium, Spain, France, and Germany. It has participated in important international festivals such as Kunsten, and has also won awards such as that of the Syndicat Profissionnel de La Critique de Theâtre, Musique et Danse in 2009, and The Bessies – New York Dance and Performance Awards in 2010.

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Justo uma Imagem Denise Stutz e Felipe Ribeiro rj – brasil

Criação, direção, intérprete / Creation, direction, performance: Denise Stutz e Felipe Ribeiro Concepção de vídeos, VJ- ing / Concept of videos, VJ-ing: Felipe Ribeiro Colaboração / Collaboration: Alice Ripoll Cenografia / Setting: Keller Veiga Figurino / Costumes: André Camacho Musicas / Music: Love me Tender (Elvis Presley), My Bonnie Lies Over the Ocean (Música Tradicional Celta) A pesquisa deste espetáculo foi desenvolvida com subsídio do Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2009/10. DURAÇÃO: 42 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 42 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Justo uma Imagem marca a primeira parceria entre a bailarina Denise Stutz e o cineasta Felipe Ribeiro. No espetáculo, a dupla tem como proposta transformar os movimentos em imagem e a imagem em movimento. Um dos caminhos escolhidos foi o de transformar a imagem em uma partitura. Não num vídeo totalmente fechado, mas num que, apesar de ter um caminho definido, pudesse ser editado na hora, para manter aceso o risco da duração do espetáculo. Denise já desenvolvia a performance ainda sem título quando convidou Felipe para assistir a um ensaio. O cineasta ficou impressionado com a movimentação da intérprete e aceitou o desafio. Na coreografia, o foco está na fragmentação: Denise prioriza algumas partes do corpo para movimentar-se. Aqui também entra a sua proposta de revelar o seu corpo como um corpo histórico. Diante desse material, coube a Felipe criar projeções de imagens para potencializar a presença cênica da bailarina. Denise Stutz fundou, em 1975, com outros 10 bailarinos, o Grupo Corpo. Trabalhou com Lia Rodrigues como bailarina, professora e assistente de direção. Deu aulas no curso técnico da Escola Angel Viana. A partir de 2003, decidiu desenvolver trabalho solo, apresentando-se na França, Espanha e no continente africano. DeCor foi apontado pela critica como um dos dez melhores espetáculos apresentados no Rio de Janeiro no ano de 2004. A obra apresenta as referências artísticas impressas em seu corpo. Em 2005, estreou Absolutamente Só, em São Paulo, um trabalho que trata de suas experiências como bailarina, desta vez com foco no presente, na sua imagem e na percepção que o público tem dela. Em 2007, aprofunda sua pesquisa coreográfica com improvisações em Estudo para Impressões, com estreia em Madri. Volta à questão biográfica na releitura de 3 solos em 1 tempo, apresentando-se no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia, Madri, nos festivais Move Berlim e na Bienal de Dança de Fortaleza. Felipe Ribeiro, mestre em Cinema Studies pela NYU, é documentarista e artista visual, professor do curso de Cinema da Universidade Estácio de Sá, e pesquisador associado do Instituto de Artes Visuais da UERJ. Autor de videoinstalações, escreveu e dirigiu a peça teatral Trans-Tv, na qual os atores contracenavam com imagens editadas ao vivo, projetadas sobre um plano-relevo. É também consultor artístico da “Bienal de par em par” de vídeo e dança do Ceará. É curador do Festival Atos de Fala, dedicado a palestrasintervenções e vídeos-ensaios. A dupla também já trabalhou na construção de Dançar e Imaginar, Espalha para Geral! e inicia um novo processo de criação intitulado Até que você me esqueça.


JUST AN IMAGE

Justo uma Imagem marks the first partnership between dancer Denise Stutz and filmmaker Felipe Ribeiro. In the show, the duo aims to transform the movements into image and the image into movement. One of the paths they have chosen is that of transforming the image into a musical score. Not in a totally closed video, but rather in a video that has a defined path but can be edited in real time, to keep the thread of the show alive. Denise was already developing this show as an untitled performance, when she invited Felipe to watch a rehearsal. The filmmaker was impressed with the performer’s movement and accepted the challenge. In the choreography the focus is on the fragmentation; Denise prioritizes some parts of her body in order to move. Here there is also the dancer’s proposal to reveal her body as a historical body. In light of this material, it was up to Felipe to create projections of images to dynamize the dancer’s scenic presence. In 1975, together with another 10 dancers, Denise Stutz founded the Grupo Corpo. She worked with Lia Rodrigues as a dancer, teacher and assistant director. She gave classes in the technical course of the Escola Angel Viana. From 2003 onward, she decided to develop a solo work, performing in France, Spain and on the African continent. DeCor was critically acclaimed as one of the ten best shows presented in Rio de Janeiro in 2004. The work presents the artistic references imprinted on her body. The year 2005 saw the premiere of Absolutamente Só, in São Paulo, a work that deals with her experiences as a dancer, this time with a focus on the present, on her image, and on the perception that the public has of her. In 2007 she deepened her choreographic research with improvisations in Estudo para Impressões, which premiered in Madrid. She returned to the biographical question in the rereading of 3 solos em 1 tempo, presented in Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia and Madrid, at the Move Berlim festival, and at the Bienal de Dança de Fortaleza. With an MA in Cinema Studies from New York University, Felipe Ribeiro is a documentarist and visual artist, as well as a professor of the cinema course at the Universidade Estácio de Sá, and an associate researcher of the Instituto de Artes Visuais da UERJ. A creator of video installations, he also authored and directed the theater play Trans-Tv, in which the actors were on stage together with liveedited images, projected on a relief plane. He has also served as an artistic consultant for the Bienal de Par em Par, a biennial of video and dance in Ceará. He is the curator of the Festival Atos de Fala, dedicated to lecture-interventions and video-essays. The duo also worked together in the construction of Dançar e Imaginar, Espalha para Geral! and is beginning a new process of creation entitled Até que você me esqueça.


livro Margô Assis minas gerias

Concepção e direção / Concept and direction: Margô Assis e Eugênio Paccelli Horta Luz / Lighting: Marcel Bento Fotos / Photography: Eugênio Paccelli Horta Colaboração / Collaboration: Dança Mutiplex – Thembi Rosa e Renata Ferreira Produção SP / Production São Paulo: Dora Leão – PLATÔproduções DURAÇÃO: 30 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 30 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Livro surge como sequência da pesquisa de Margô Assis sobre trabalhar a dança com outras linguagens artísticas e marca a sua parceria com o artista plástico Eugênio Paccelli Horta. O espetáculo pode ser compreendido como um aprofundamento de uma pesquisa iniciada em 2007, com Desenho, que tinha como proposta investigar a bidimensionalidade do desenho. Neste segundo trabalho, os artistas invertem a proposição: a composição coreográfica passa a ser o ponto de partida para a criação plástica. Sua ideia é desdobrar o entendimento entre os dois artistas e o objeto. O livro passa a ser a extensão do corpo; e o corpo, o acionador e modificador das imagens inscritas no livro. Margô Assis desenvolve um trabalho baseado nas técnicas de improvisação e em estudos somáticos. Dançou com Dududde Herrmann, Jambazart e, de 2000 a 2005, realizou uma pesquisa com a bailarina Luciana Gontijo, no duo denominado eXperimentum. Em Dança Precária propõe criar gestos e movimentos a partir dos estímulos da música do duo experimental O Grivo e da iluminação de Telma Fernandes. No vídeo Possíveis Anatomias em Espaços Borrados, com o marionetista e videoartista Guilherme Pam, gestos e imagens dialogam. Eugênio, a quem coube a concepção plástica de Livro, atuou como bailarino antes de tornar-se professor de desenho da Universidade de Belas Artes de Minas Gerais. Seu primeiro trabalho realizado com Margô Assis foi eXperimento 1.


BOOK

Livro marks the partnership between Margô and visual artist Eugênio Paccelli Horta. The show can be understood as the deepening of a research begun in 2007, with Desenho, which aimed to investigate the bidimensionality of drawing. In this second work, the artists invert the proposal: the choreographic composition becomes the starting point for creation in the visual arts. The idea is to unfold the understanding between the two artists and the object. The book becomes an extension of the body, while the body is an activator and modifier of the images inscribed in the book. Livro arises as a continuation of Margô Assis’s research into the combining of dance with other artistic languages. Dança Precária aims to create gestures and movements based on the stimuli of music by the experimental duo O Grivo and the lighting by Telma Fernandes. Following this, she produced the video Possíveis Anatomias em Espaços Borrados together with puppeteer and video artist Guilherme Pam, in which gestures and images dialogue with each other. Margô Assis is developing a work based on the techniques of improvisation and somatic studies. She has danced with Dududde Herrmann, Jambazart and, from 2000 to 2005, carried out a research with dancer Luciana Gontijo, in the duo called eXperimentum. Eugênio worked as a dancer before becoming a professor of drawing at the Universidade de Belas Artes de Minas Gerais. The first work he carried out with Margô Assis was eXperimento 1. He was in charge of the show’s visual design.

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Maneries Luis Garay & Co. Buenos Ayres Argentina

Ideia original e direção / Original idea and direction: Luis Garay Intérprete / Performer: Florencia Vecino Música original / Original music: Mauro AP Iluminação / Lighting: Eduardo Maggiolo Produção / Production: Dora Leão - PLATÔ produções DURAÇÃO: 70 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURATION: 70 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD.

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Em Maneries, Garay convida o público para uma experiência sobre o tempo e sobre a experiência de ter o corpo como material linguístico. A bailarina Florencia Vecino leva ao limite suas habilidades físicas e expressivas. Cada gesto, cada detalhe tem a marca de um coreógrafo minucioso. O jovem coreógrafo colombiano Luis Garay lança um olhar particular sobre a dança. Suas obras são extremamente físicas, muitas vezes áridas, exigindo atenção especial do público. Mas sem dúvida as coreografias de Garay são referências de um trabalho singular no cenário atual da dança contemporânea. O solo foi apresentado no Brasil em 2009, em Belo Horizonte, no Fórum Internacional de Dança-FID, e no Rio de Janeiro, no Festival Panorama. Também integrou a programação de Queen Theatre in the Park (New York), Flashing Meadows Corona Park, Bienal Internacional de Bolívia, Bienal de Dança do Ceará (Brasil), Festival Internacional de Recife (Brasil), Máquina de Movimentos (Portugal), Festival de Otoño de Madrid (Espanha) e Balahuse Naunystrasse (Alemanha). Garay nasceu em Bogotá e iniciou seus estudos na Fundación Ballet de Priscila Welton. Seu currículo conta com estudos na Cat People Cia de Joensuu, da Finlândia, e no CND Muhouse-Opera de Rhin e La Cartoucherie de Carolyn Carson, na França. Também dançou no Teatro General San Martín de Buenos Aires, na Argentina. Ainda fora de seu país frequentou cursos de especialização junto a Felix Ruckert, Wim Vandeykeybus, Cat People Company e Kellari Contemporary Dance Co. Em 1999, radicou-se em Buenos Aires, e em 2005 foi nomeado para o Prêmio Clarín como Revelação em Dança. Ainda fez cursos de iluminação e de improvisação. Desenvolve um trabalho autoral que toma como matéria-prima o próprio corpo. Suas coreografias são precisas, os gestos impecáveis. Mas seu trabalho exige atenção especial do espectador para observar a riqueza dos movimentos.


MANERIES In Maneries, Garay invites the public for an experiment about time and about this experience of having the body as a linguistic material. Dancer Florencia Vecino takes her physical and expressive abilities to the limit. Each gesture, each detail bears the mark of a meticulous choreographer. A young Colombian choreographer who has settled in Argentina, Luis Garay has a very particular approach to dance. His works are extremely physical, often arid, and require special attention from the public. But without a doubt, Garay’s choreographies are references of a singular work in the current scenario of contemporary dance. This solo piece was presented in Brazil in 2009, in Belo Horizonte, at the Fórum Internacional de Dança-FID, and in Rio de Janeiro, at the Festival Panorama. It has also been presented at Queen Theatre in the Park (New York), Flushing Meadows Corona Park, the Bienal Internacional de Bolívia, the Bienal de Dança do Ceará, the Festival Internacional de Recife (Brazil), the Maquina de Movimientos (Portugal), the Festival de Otoño de Madrid (Spain) and Balahuse Naunystrasse (Berlin). Garay was born in Bogotá and began his training at the Fundación Ballet Priscila Welton. His resume includes studies at Cat People Cia of Joensuu, in Finland, and at CND Muhouse-Opera du Rhin and La Cartoucherie de Carolyn Carson in France. He has also danced at the Teatro General San Martín de Buenos Aires, in Argentina. Also outside his country he has taken various specialization courses given by names such as Felix Ruckert, Wim Vandeykeybus, Cat People Company and Kellari Contemporary Dance Co. He took up residence in Buenos Aires in 1999, and in 2005 was awarded the Prêmio Clarín for new talent in the dancing category. He has also taken courses in lighting and improvisation. He is developing an authorial work, which takes his own body as a raw material. His choreographies are precise, his gestures impeccable. But it is a work that requires special attention from the spectator to observe the richness of his movements.

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Matadouro Marcelo Evelin/Demolition Inc. + Núcleo de Criação do Dirceu Pi – Brasil

Direção e criação / Direction and creation: Marcelo Evelin Intérpretes / Performers: Alexandre Santos, Andrez Lean Ghizze, Cipó Alvarenga, Cleyde Silva, Datan Izaká, Fábio Crazy da Silva, Fagão, Izabelle Frota, Jaap Lindijer, Jacob Alves, Josh S., Layane Holanda, Marcelo Evelin DURAÇÃO: 1 HORA E 5 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURATION: 1 HOUR AND 5 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD.

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Matadouro trata do conflito. O corpo é a metáfora de um campo de batalha da luta travada entre o oficial e o marginal, entre a selvageria e a civilidade, entre o território e o mundo globalizado. Oito intérpretes entram em cena, deixam suas roupas no canto do palco e formam um paredão. Nus, mas ao mesmo tempo usando máscaras e tênis como figurino, dão início a um espetáculo perturbador. Eles incorporam a luta em seu estado limite. No ar, uma tensão ganha força com a trilha sonora, formada pelo Quinteto em C Maior de Franz Schubert, percussão, e até mesmo latido de cachorro. Em cena, a tensão do homem contemporâneo, da vida. O texto clássico Os Sertões, de Euclides da Cunha, divido em três partes – A Terra, O Homem e A Luta – serviu como base para a trilogia de Marcelo Evelin/Demolition Inc. Um dos principais nomes da cena contemporânea, Marcello Evelin fecha com Matadouro a sua trilogia iniciada com o espetáculo Sertão (Holanda, 2003) e seguida por Bull Dancing (Brasil, 2006). Na primeira, Marcelo Evelin trata, assim como o escritor, das questões da terra, mas com foco na identidade territorial e cultural; na segunda, vem à tona o embate entre a racionalidade ou a falta dela no homem contemporâneo. Marcelo Evelin é bailarino, coreógrafo, diretor, pesquisador e professor de improvisação e composição. Deixou o Brasil em 1986 para estudar dança e coreografia em Paris, na França, onde estudou com Philippe Decoufle, Josef Nadj e Karine Saporta. Dois anos depois, mudou-se para Amsterdam, na Holanda, onde foi aluno da Universidade de Nova Dança (SNDO) e integrou a Companhia de Dança-Teatro The Meekers, de Arthur Rosenfeld. Foi estagiário da Companhia de Pina Bausch, em Wuppertal, na Alemanha, antes de iniciar sua carreira como coreógrafo profissional subvencionado pelo governo holandês, criando a Companhia Demolition Inc. e assinando, desde então, mais de 25 espetáculos com roteiro, direção e coreografia de sua autoria. Atualmente trabalha como dramaturgo e professor de improvisação e composição na Escola Superior de Artes de Amsterdam, nos departamentos de Mímica e Dança moderna. O Núcleo de Criação do Dirceu conta com o patrocínio da Petrobrás.


SLAUGHTERHOUSE Matadouro deals with conflict. The body is the metaphor of a battlefield of the fighting between the official and the marginal, between savagery and civility, between territory and the globalized world. Eight performers appear, leave their clothes at the corner of the stage and form a wall. Nude, but at the same time using masks and tennis shoes as a costume, they begin a perturbing show. The performers incorporate the fight in its borderline state. There is a tension in the air, which gains power from the soundtrack, consisting of the “Quintet in C Major” by Franz Schubert, percussion and even the barking of a dog. On stage, the tension of the contemporary human, of life. The classical text Os Sertões, by Euclides da Cunha, divided into three parts – The Land, The Man, and The Fight – served as a basis for the trilogy by Marcelo Evelin/Demolition Inc. One of the key names in the contemporary scene, Marcello Evelin created Matadouro to close his trilogy begun with the show Sertão (Holland, 2003) and followed by Bull Dancing (Brazil, 2006). In the former, just like Euclides, Marcelo Evelin deals with questions of the earth, but with a focus on territorial and cultural identity. For its part, Bull Dancing concerns the clashing between rationality and the lack of it, in the contemporary human. Marcelo Evelin is a dancer, choreographer, director, researcher and teacher of improvisation and composition. He left Brazil in 1986 to study dance and choreography in Paris, France, where he studied with Philippe Decoufle, Josef Nadj and Karine Saporta. Two years later he took up residence in Amsterdam, Holland, where he studied at the University of New Dance (SNDO) and was a member of Arthur Rosenfeld’s theater-dance company The Meekers. He was a trainee with Pina Bausch’s company in Wuppertal, Germany, before beginning his career as a professional choreographer subsidized by the Dutch government, creating the company Demolition Inc. and since then creating more than 25 shows with script, direction and choreography of his authorship. He is currently working as a dramatist and teacher of improvisation and composition at the Superior School of Arts of Amsterdam, in the departments of mime and modern dance.

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Objeto Gritante Mauricio De Oliveira & Siameses são paulo

Concepção e direção / Concept and direction: Mauricio de Oliveira e Duda Paiva Coreografia / Choreography: Mauricio de Oliveira Intérpretes / Performers: Ditto Leite e Mauricio de Oliveira DURAÇÃO: 55 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 55 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Em Objeto Gritante, livre adaptação do livro Carta Para Atores, do francês Valère Novarina, Mauricio faz uma reflexão sobre o ofício do artista das artes cênicas, e, claro, sobre os papéis que interpretamos na sociedade e as máscaras que usamos no dia a dia. As máscaras funcionam como extensões do corpo, criam novas formas, novos ângulos e uma relação de simbiose entre o bailarino e o objeto. Em cena, os corpos são descontruídos. As máscaras se contorcem de acordo com o movimento dos bailarinos e criam a ilusão de esculturas vivas. É dessa forma, com intérpretes sem rostos e sem forma, que a Cia. Mauricio de Oliveira & Siameses, fundada em 2005, propõe fundir informações provenientes da yoga clássica, do balé clássico e de técnicas que auxiliem na compreensão do performer integralmente, no que diz respeito tanto aos seus pensamentos quanto à sua expressão corporal. A coreografia tem coprodução da Duda Paiva Company, à qual coube criar as máscaras de espuma usadas no espetáculo. Duda, artista plástico brasileiro, é um dos principais nomes do teatro de objetos de manipulação. Esta é a primeira vez que ele, que reside há 16 anos em Amsterdã, apresenta no Brasil as suas criações. Sediada na cidade de São Paulo, A Cia. Maurício de Oliveira & Siameses nasceu em 2005. Desde então, sua procura tem sido por uma linguagem ímpar, sofisticada, objetivando o absoluto entendimento do funcionamento do aparato físico e mental do artista, de forma a provocar no espectador uma reverberação imediata, fazendo-o repensar a sua própria estrutura, bem como a interação e a ressonância de seus atos no meio em que vive. O trabalho da Cia. baseia-se em fundir informações provenientes do estudo da Hatha Yoga (Iyengar), do balé clássico e de outras técnicas corporais que favoreçam a apreensão dos mecanismos de funcionamento da estrutura de integração entre corpo e mente. O desenvolvimento do hábito do pensar filosófico fez com que a reflexão fosse parte integrante e fundamental dos processos criativos.


SHOUTING OBJECT

In Objeto Gritante, a free adaptation of the book Carta Para Atores, by French writer Valère Novarina, Mauricio makes a reflection on the role of the artist in the scenic arts, the roles that we play in society, and the masks that we use in our daily lives. The masks function as extensions of the body, creating new forms, new angles and a relation of symbiosis between the dancer and the object. The bodies on stage are deconstructed. The masks are contorted according to the movements of the dancers and create the illusion of living sculptures. It is in this way, with faceless and formless performers, that Cia. Mauricio de Oliveira & Siameses, founded in 2005, blends aspects of classical yoga, classical ballet and techniques for enhancing the performer’s integral comprehension, both in terms of his/her thoughts, as well as his/her corporal expression. The choreography is coproduced by Duda Paiva Company. It was up to the visual artist to create the foam masks used in the show. Duda is one of the main names of the theater of manipulated objects and this is the first time that the Brazilian is presenting his creations in Brazil. He has resided for 16 years in Amsterdam. Headquartered in the city of São Paulo, the Cia. Maurício de Oliveira & Siameses was born in 2005. Since then, it has sought for a unique, sophisticated language, aiming at the absolute understanding of the functioning of the artist’s physical/mental apparatus, in such a way as to cause an immediate reverberation in the spectators, making them rethink their own structure, as well as their interaction and the resonance of their acts in the environment they live in. The company creates its work by blending information from the study of Hatha Yoga (Iyengar), classical ballet and other corporal techniques that favor the grasping of mechanisms allowing for the structural functioning of the body/mind integration. The development of the habit to think philosophically has made this reflection an essential and fundamental part of their creative processes.


Primero - Erscht Les Ballets C De La B Bélgica

Intérpretes / Performers: Bérengère Bodin, Arend Pinoy, Anna Calsina Forrellad, Samuel Lefeuvre, Nicolas Vladyslav Música / Music: Yom – clarinete Coreografia e Direção / Choreography and direction: Lisi Estaras Dramaturgia / Dramaturgy: Bart Van den Eynde Cenografia / Setting: Wim Van de Cappelle Iluminação / Lighting: Kurt Lefeuvre Sonoplastia / Sound design: Sam Serruys Figurinos / Costumes: Dorine Demuynck Produção e direção de turnê / Tour production and direction: Valérie Desmet Produção / Production: Les ballets C de la B Coprodução / Coproduction: Théâtre National de Chaillot (Paris), Torino Danza, Grand Théâtre de Luxembourg, Goteborgs Dance & Theater Festival, Théâtre les Tanneurs (Bruxelles) Apoio / Support: Cidade de Ghent, Província Este-Flandres, Autoridades Flamengas Agradecimentos / Acknowledgment: Zahava Seewald, Isnel da Silveira, Alain Platel, Joseph Tsiamoglou In Memoriam: Alberto Roisman DURAÇÃO: 60 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS DURATION: 60 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 12 YEARS OLD

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Em Primero, com coreografia de Lisi Estaras e dramaturgia de Bart Van den Eynde, a companhia explora os espaços mentais: mergulha nos meandros da consciência para pesquisar as raízes da infância. Mistura dança e texto com as experiências pessoais de cinco intérpretes. Intrigada com a maneira pela qual a mente de uma criança pode pular naturalmente de um pensamento a outro, imprevisível e aparentemente sem lógica, Lisi busca traduzir em dança esse estado. Fundada por Alain Platel em 1984, Les Ballets C de La B nasceu como um projeto desafiador: um trabalho coletivo. Hoje, tornou-se uma plataforma artística para diferentes coreógrafos que se inspiram não somente em Alain Platel, mas também em Christine De Smedt, Koen Augustijnen e Lisi Estaras. A ideia é abrir espaço para artistas de diferentes disciplinas, e portanto com diferentes experiências, para que desenvolvam seu trabalho. O resultado disso é um mosaico composto por muitas visões e interpretações sobre a dança, o que torna único o Les Ballets C de La B. Para alguns, anárquico. Para outros, eclético. Mais interessante é o fato de que a companhia não pode ser facilmente rotulada. O grupo apropria-se muito bem disso, daí o famoso mote: “Esta dança é para o mundo e o mundo é para todos”. Apesar das peculiaridades de cada criador, o Les Ballets C de La B apresenta uma linguagem corporal intensa, os corpos dos intérpretes revelando-se por meio dos movimentos vigorosos. Uma das marcas das coreografias de Alain Platel, por exemplo, são movimentos como espasmos e convulsões.


PRIMERO – ERSCHT In Primero, with choreography by Lisi Estaràs and dramaturgy by Bart Van den Eynde, the company explores mental spaces and delves into the meanders of consciousness in order to research the roots of childhood. The work blends dance and text with the personal experiences of five performers. Intrigued by the way that the mind of a child can naturally jump from one thought to the next, unpredictably and apparently without any logic, Lisi sought to translate this state into dance. Founded by Alain Platel in 1984, Lês Ballets C de La B was born as a challenging project: as a collective work. Today it has become an artistic platform for different choreographers who are inspired not only by Alain Platel, but also by Christine De Smedt, Koen Augustijnen and Lisi Estaras. The idea is to open a space for artists of different disciplines and, therefore, with different experiences, for the development of their work. The result is a mosaic made up of different views and interpretations of dance, which makes Les Ballets C de La B unique. For some, anarchic. For others, eclectic. And the most interesting thing is that the company cannot be easily pigeonholed. The group has appropriated this very well, giving rise to their famous slogan: “This dance is for the world and the world is for everyone.” Despite the peculiarities of each creator, Les Ballets C de La B presents an intense corporal language; the bodies of the performers are revealed through vigorous movements. One of the hallmarks of Alain Platel’s choreographies, for example, is the use of movements like spasms and convulsions.

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Pudique Acide/ Extasis Mathilde Monnier França Coreografia / Choreography: Jean-François Duroure e Mathilde Monnier Música / Music: Bernard Herrmann e Kurt Weill Dança / Dance: Jonathan Pranlas e Sonia Darbois Iluminação / Lighting: Éric Wurtz Figurinos / Costumes: Laurence Alquier Direção técnica / Technical direction: Thierry Cabrera Direção de palco / Stage direction: Marc Coudrais Diretor de produção / Production director: Anne Bautz, Anne Fontanesi e Jean-Marc Urrea Coprodução / Coproduction: De Hexe. Maison de la Danse de Lyon Agradecimentos / Acknowledgment: Institut Français de Copenhague Coprodução da remontagem / Coproduction of restaging: Théâtre de La Cité Internationale -Paris, Théâtre Garonne - Toulouse, Centre Choréographique National de Montpellier Languedoc-Roussillon Apoio / Support: Consulado Geral da França em São Paulo, Le Conservatoire de Strasbourg, Cité de la Musique et de la Danse Produção- Brasil: Cena Cult Produções/Julia Gomes O Centre Chorégraphique National de Montpellier Languedoc-Roussillon, dirigido por Mathilde Monnier,é subsidiado pelo Ministère de la Culture et de la Communication - Direction Régionale des Affaires Culturelles Languedoc-Roussillon, Montpellier Agglomération, o Conseil Régional Languedoc-Roussillon. NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURAÇÃO: 70 MINUTOS ( COM INTERVALO DE 15 MINUTOS ) DURATION: 70 MINUTES ( WITH A 15-MINUTE INTERMISSION ) NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD

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Pudique acide e Extasis são dois duetos cheios de emoção, poesia, ritmo, e uma beleza andrógina. Mathilde Monnier e Jean-François Duroure decidiram fazer a releitura dessas duas primeiras peças criadas em parceria em 1984 e 1985. Nesta nova versão, dois jovens bailarinos vestem kilts escoceses recheados de saias brancas. As criações de Merce Cunningham, Viola Farber, François Verret e Pina Bausch serviram de inspiração para estas duas peças dinâmicas, que incluem alusões abstratas, poéticas e dramáticas ao cabaré, ao punk e à música de Kurt Weill. Mathilde Monnier foi responsável por fazer uma ponte intelectual entre a dança francesa da década de 1980 e os criadores pós-modernos dos Estados Unidos, como Cunningham. Atualmente, é uma das referências da dança ao lado de artistas do porte de Jerôme Bell e Boris Charmatz. Coreógrafa e diretora francesa eclética, Mathilde estudou com Viola Farber na França e com Merce Cunningham em Nova York, cidade onde começou a coreografar. O sucesso de Pour Antigone (1993), uma releitura da tragédia grega inspirada pela dança africana, selou o convite para dirigir o Centro Coreográfico de Montpellier, na França, em 1994. Desde então também está envolvida com a organização do Festival de Dança de Montpellier. Em L’Atelier en pièces (1996), faz uma reflexão sobre o fechamento, o corpo em confinamento. Trabalha também questões sociais, com a perspectiva da desordem interna, do ser à beira da loucura, como em Déroutes (2003) ou Publique (2004). O seu repertório inclui obras como Nuit (1995), Stop, Stop, Stop (1997), Signe, Signes (2000). Em 2001 encenou Natt and Rose para o Royal Ballet. Em 2005, o cineasta Claire Denis dedicou a ela um filme documentário intitulado Vers Mathilde1. Em 2010, Mathilde criou Pavlova 3’23, que é organizada em torno de nove proposições, homem ou mulher, falando, dançando, movendo-se numa livre interpretação de A Morte do Cisne. A música original da peça foi encomendada para Rodolphe Burger, Erikm, Heiner Goebbels, Gilles e Olivier Renouf Sivilotto. Estes espetáculos têm o apoio do Consulado Geral da França em São Paulo.


PUDIQUE ACIDE/EXTASIS Pudique acide and Extasis are two duets full of emotion, poetry, rhythm and androgynous beauty. Mathilde Monnier and Jean-François Duroure decided to rework these two early pieces created in collaboration in 1984 and 1985. In this new version, two young dancers wear Scottish kilts and puffy white skirts. The creations by Merce Cunningham, Viola Farber, François Verret and Pina Bausch served as inspiration for these two dynamic pieces which include abstract, poetic and dramatic allusions to punk, cabaret and the music of Kurt Weill. Watching Pudique acide and Extasis is an opportunity to see the work of two great names in contemporary dance currently, Mathilde Monnier and Jean-François Duroure. Mathilde forged an intellectual bridge between the French dance of the 1980s and the postmodern creators of the United States such as Cunningham. She is currently one of the key references of dance alongside artists such as Jerôme Bell and Boris Charmatz. A French choreographer and director, Mathilde studied with Viola Farber in France and Merce Cunningham in New York, the city where she began to work in choreography. Due to the success of Pour Antigone (1993), a rereading of the Greek tragedy inspired by African dance, she was invited to direct the Montpellier Choreographic Center in France, in 1994. Since then she has also been involved with the organization of the Montpellier Dance Festival. Her choreographic work is eclectic. It can revolve around the relation between contemporary and African dance, as seen in Antígona (1993). For its part, L’Atelier en pièces (1996) makes a reflection on the state of being shut up, the body in confinement. Her work also deals with social questions, with the perspective of inner disorder, of the being on the edge of insanity, as in Déroutes (2003) or Publique (2004). Her repertoire includes works such as Nuit (1995), Stop, Stop, Stop (1997), and Signe, Signes (2000). In 2001, she staged Natt and Rose for the Royal Ballet. In 2005, filmmaker Claire Denis dedicated a documentary film to her entitled Vers Mathilde1. In 2010, she created Pavlova 3’23, involving nine performers, male and female, speaking, dancing, moving in a free interpretation of The Dying Swan. The piece’s original music was commissioned from Rodolphe Burger, eRikm, Heiner Goebbels, Gilles and Olivier Renouf Sivilotto. These shows are supported by the General Consulate of France in São Paulo.


Sapatos Brancos Núcleo Artístico Luis Ferron são paulo

Direção e concepção / Direction and concept: Luis Ferron Criadores-intérpretes / Creators / performers: Jorge Luis Nascimento, Luis Ferron, Maurici Brasil, Mestre André, Mestre Ednei Mariano, Tony Siqueira e Zélia de Oliveira Trilha sonora eletrônica / Electronic soundtrack: Loop B Músicas / Music: Luis Ferron e Mestre André Projeto de luz / Lighting design: Ju Pedreira e Luis Ferron Figurino / Costume: Anita Xavier e Núcleo Art. Luis Ferron Direção de produção / Production direction: Solange Borelli - Radar Cultural DURAÇÃO: 60 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 60 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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A partir do gestual do mestre-sala e da porta-bandeira, desenvolve-se a pesquisa cênica-coreográfica Sapatos Brancos. A obra faz uma retrospectiva cultural da dupla e por meio dos gestos resgata a história dessas figuras centrais do carnaval. Mostra que a dança apresentada pelo mestre-sala e porta-bandeira é construída graças à comunhão de gerações, uma dança que também mistura crenças e etnias. Durante a pesquisa, o Núcleo colheu depoimentos dos protagonistas dessa manifestação cultural. O resultado é um espetáculo dramaturgicamente coerente com a dança das ruas. Sapatos Brancos reúne diversos elementos e questões que envolvem tradições pertinentes ao carnaval paulistano, além de fazer uma reflexão sobre o papel do negro na atualidade. Uma das características do trabalho do Núcleo Luis Ferron é o processo investigativo. Para chegar ao formato cênico de Sapatos Brancos, o coreógrafo passou dez anos pesquisando o carnaval. Estudou detalhadamente a dança apresentada pelo mestre-sala e pela porta-bandeira durante os desfiles das escolas de samba. Luis Ferron acumula em seu currículo diversos prêmios, tais como Prêmio Rumos Dança Itaú Cultural, edições 2006-2007, para o desenvolvimento de uma pesquisa que culminou na produção da obra Desmundos Diálogos 1; Prêmio Fomento à Dança para a cidade de São Paulo, em 2008, 2009 e 2010; Prêmio APCA 2009, categoria Concepção, pelo espetáculo Sapatos Brancos; e o prêmio Bravo! Bradesco Prime de Cultura 2010, de melhor espetáculo Sapatos Brancos.


WHITE SHOES

The scenic-choreographic research Sapatos Brancos is based on the gestuality of the carnival’s mestre sala and porta bandeira. This work presents a cultural retrospective of this duo, and by way of gestures recovers the history of these two central figures of the carnival. It shows that the dance presented by the mestre sala and porta bandeira is constructed thanks to the communion of generations, while it also mixes beliefs and ethnicities. During the research, the Núcleo collected statements from the protagonists of this cultural manifestation. The result is a show which is dramaturgically coherent with the dancing done on the streets. Sapatos Brancos brings together a range of elements and questions that involve traditions related to the carnival of São Paulo, while also making a reflection on the role of the Afro-Brazilian in today’s world. A chief characteristic of the Núcleo Luis Ferron is its investigative process. To arrive at the scenic format of Sapatos Brancos, the choreographer spent ten years researching the carnival. He studied the dance presented by the mestre sala and the porta bandeira in great detail during parades of the samba schools. Luis Ferron’s resume includes various prizes such as nthe Prêmio Rumos Dança Itaú Cultural / 2006–2007 editions for the development of the research that culminated in the production of the work Desmundos Diálogos 1; the Prêmio Fomento à Dança, for encouraging dance in the city of São Paulo, in 2008, 2009 in 2010; the Prêmio APCA 2009 in the concept category for the show Sapatos Brancos; and the Prêmio Bravo! Bradesco Prime de Cultura 2010 in the best show category for Sapatos Brancos.


Songook Yaakaar Direção Artística / Artistic direction: Germaine Acogny Coreografia / Choreography: Germaine Acogny e Pierre Doussaint Intérprete / Performer: Germaine Acogny Musicas / Music: Bande Sonore Composée par Fabrice Bouillon – LaForest Criação de Vídeo / Video Creation: Fred Koenig Texto / Text: Bernard Mounier Figurinos / Costumes: Angélique Diedhou Iluminação / Lighting: Horst Mühlberger Coprodução / Coproduction: Biennale de la danse de Lyon, Grand Théâtre de la ville de Luxembourg, CulturesFrance, Ballet Preljocaj (Aix-en-Provence), Tanzhaus NRW (Düsseldorf), CND Centre National de la Danse (Paris), Festival Oriente Occidente (Rovereto, Italie), CDC Toulouse, African Dance International (Hambourg), Ballet National de Marseille -Avec le soutien de: Association JANT-BI (Sénégal), Association African Dance International Produção / Production: Cena Cult produções (Julia Gomes) DURAÇÃO: 60 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURATION: 60 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD

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Germaine Acogny senegal Songook Yaakaar é um solo da bailarina Germaine Acogny sobre a África. Texto e movimento estão juntos em cena para abordar a cultura africana de ontem e de hoje. Germaine apresenta coreografia emotiva, intensa, muitas vezes irônica, com o propósito de responder às críticas e desmistificar os preconceitos que envolvem a sua terra natal. De um jeito bem africano, a intérprete escolheu a dança-escárnio – estilo tradicional no Oeste da África –, que faz uma sátira sobre si mesma, sem poupar quem assiste. A trilha sonora é executada ao vivo pelo compositor Fabrice Boullion. Songook Yaakaar cumpre o propósito de Germaine Acogny de ser uma emissária da dança e da cultura africanas por onde se apresenta. Senegalesa, fundou seu primeiro estúdio de dança em Dakar, em 1968. Seu trabalho baseia-se tanto na influência das danças que herdou da avó, uma sacerdotisa yorubá, quanto na de seus estudos das danças tradicionais africanas e ocidentais, a moderna e a clássica, em Paris e Nova York. Entre 1977 e 1982, Germaine foi diretora artística do Mudra Afrique em Dakar, criado por Maurice Béjart e pelo poeta e presidente senegalês Leopold Sedar Senghor. Em 1980, escreveu seu primeiro livro intitulado African Dance, editado em três línguas. Após o fechamento do Mudra Afrique, para trabalhar com a companhia de Maurice Béjart, ela mudou-se para Bruxelas, onde organizou oficinas internacionais de dança. Divide-se entre a Europa e a África realizando oficinas, cursos, além de coreografar e dançar. Tornou-se uma embaixadora da cultura africana pelo mundo. Entre as condecorações, Germaine recebeu, em 2004, um reconhecimento especial em forma de subvenção pela Foundation for Contemporary Performance Art, de Nova York. E em 2009, recebeu o Commandeur dans l’Ordre des Arts et Lettres, distinção oferecida pelo governo francês. Apoio 1,2 na dança.


SONGOOK YAAKAAR Songook Yaakaar is a solo piece by dancer Germaine Acogny about Africa. Text and movement come together on the stage to reflect on the African culture of yesterday and today. Germaine presents an emotional, intense and often ironic choreography, with the aim of responding to criticism and demystifying the prejudices that involve the land of her birth. In a very African way, the performer chose the mockery dance, a tradition still very much alive all over West Africa, which allows one to joke about oneself without sparing others. The soundtrack is executed live by composer Fabrice Boullion. Songook Yaakaar fulfills Germaine Acogny’s aim to be an emissary of African dance and culture wherever she performs. The Senegalese dancer and dramatist founded her first dance studio in Dakar, in 1968. Her work is based on dance influences she inherited from her grandmother, a Yoruban sacerdote, as well as on her studies of traditional African and Western dances – including the modern and classic styles she studied in Paris and New York. Between 1977 in 1982 she served as artistic director of Mudra Afrique in Dakar, created by Maurice Béjart and the Senegalese poet and President Leopold Sedar Senghor. In 1980 she wrote her first book, entitled African Dance, published in three languages. After the closing of Mudra Afrique, she moved to Brussels where she worked with Maurice Béjart’s company and also organized international dance workshops. She divides her time between Europe and Africa, holding workshops and courses, dancing, and creating choreographies. She has become an ambassador of African culture to the world. The awards Germaine has received include, in 2004, a special recognition in the form of a grant from the Foundation for Contemporary Performance Art, of New York. And, in 2009, she received the Commandeur dans l’Ordre des Arts et Lettres, a distinction offered by the French government. Supported by 1,2 na dança.

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Um Diálogo entre Música e Dança Benjamim Taubkin e Morena Nascimento Sp – brasil

Idealização / Idealization: Benjamim Taubkin Concepção / Concept: Benjamim Taubkin e Morena Nascimento Músicas / Music: Caipira (Benjamim Taubkin); A Melodia e a Semente (Benjamim Taubkin); Em Torno de Vibrações (Benjamim Taubkin); O Coração e o Rio (Benjamim Taubkin); Em Torno de Influências (Benjamim Taubkin); e My Blues on You (Marcelo Poletto e Morena Nascimento, arranjo de Benjamim Taubkin) Coreografia / Choreography: Morena Nascimento Filme / Film: Marcos Aslan Produção executiva / Executive production: Pedro de Freitas / Périplo Produções e Núcleo Contemporâneo DURAÇÃO: 45 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 45 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Da união de experiências diferentes surge o espetáculo Benjamim Taubkin e Morena Nascimento - Um diálogo entre música e dança, obra que resulta da amizade entre os dois artistas, que começou em 2002, quando se conheceram em Salvador. No início de 2010, surgiu a ideia de criarem algo juntos. Essa parceria derrubou as fronteiras entre música e dança, bailarina e músico na expressividade do gesto e do som, e no diálogo entre essas expressões artísticas. Benjamim Taubkin surpreende por sua capacidade de ser múltiplo: é instrumentista, arranjador, compositor e produtor. Como músico, vem atuando em diversas formações, que vão do popular ao erudito, em apresentações no Brasil e exterior. Como instrumentista e produtor, atuou em mais de 130 discos e dirigiu em torno de 500 concertos. Também dirige o selo Núcleo Contemporâneo, desde 2001 é curador de música do Mercado Cultural da Bahia, e é membro do Fórum Europeu de Músicas do Mundo. Morena Nascimento é graduada em Dança pela Unicamp e pela Folkwang Hochschule, na Alemanha. Integrou o Tantheater Wuppertal, dirigido por Pina Bausch. Participou do mais recente projeto de Win Wenders, Pina. Entre 2001 e 2004, dançou no Primeiro Ato Grupo de Dança. Em 2005, recebeu o prêmio APCA (melhor interpretação e criação) com o espetáculo Sexo, Amor e Outros Acidentes, que compõe seu repertório de espetáculos.


A DIALOGUE BETWEEN MUSIC AND DANCE

The joining of different experiences has given rise to Benjamim Taubkin and Morena Nascimento’s Um diálogo entre música e dança. This work stems from the friendship between the two artists, which began in 2002, when they met in Salvador. Based on curiosity and frequent dialogs, they began discovering each other’s work more closely, until in early 2010 they decided to create something together. This partnership broke down the barriers between music and dance, dancer and musician, in the expressivity of the gesture and sound and in the dialogue between these two artistic expressions. Benjamim Taubkin is surprising for his multiple abilities; he is an instrumentalist, arranger, composer and producer. As a musician he has worked in various formations ranging from the popular to the erudite, in presentations in Brazil and abroad. As an instrumentalist and producer he has worked on more than 130 albums and directed around 500 concerts. He moreover directs the Núcleo Contemporâneo label, and since 2001 has served as music curator at the Mercado Cultural da Bahia. He is also a member of the European Forum of World Music. Morena Nascimento is a graduate in dance from Unicamp and from Folkwang Hochschule, in Germany. She was a member of the Tantheater Wuppertal, directed by Pina Bausch. She participated in Win Wenders’s most recent project, Pina. Between 2001 and 2004, she danced in the Primeiro Ato Grupo de Dança. In 2005, she received the APCA award (best performance and creation) for the show Sexo, Amor e Outros Acidentes, which is part of her repertoire of works.


Vestígios Marta Soares sp – brasil

Concepção, direção geral e performance / Creator/performer: Marta Soares Desenho de Som / Trilha sonora / Soundtrack: Lívio Tragtenberg Desenho de Luz / Light drawing: Andre Boll Espaço cenográfico / Scenographic space: Renato Bolelli Rebouças Vídeo / Video: Leandro Lima Fotografia do video / Video photography: Ding Musa Captação de som / Sound capture: Fernando Mastrocolla de Almeida Designer gráfico / Graphic designer: Sato/Casa da Lapa Fotografia para divulgação / Publicity photograph: João Caldas Assistente de ensaio e montagem / Rehearsal and staging assistant: Manuel Fabrício Produção / Production: Cristiane Klein (Dionísio Produção) Esta pesquisa coreográfica foi desenvolvida com subsídio do Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2009/10 This choreographic research was developed with support from the Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2009/10.

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DURAÇÃO: 50 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS DURATION: 50 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 14 YEARS OLD.

Em Vestígios, Marta Soares parte dos Sambaquis - cemitérios indígenas pré-históricos onde eram realizados rituais sagrados antes dos sepultamentos – para pesquisar questões ligadas ao corpo, ao sagrado e ao trânsito entre a vida e a morte. Aliás, a morte como limiar está presente em trabalhos anteriores da coreógrafa. Vestígios está conectada a uma pesquisa que Marta Soares desenvolve há mais de uma década. Inspirada nas bonecas fragmentadas do artista Hans Bellmer, criou coreografias como Les Poupées e Formless, que discutiam a fragmentação do corpo. Na sequência, O Homem de Jasmim radicaliza esse processo de pesquisa e apresenta o corpo em colapso. O limiar entre a vida e a morte aparece com mais intensidade em O Banho, obra inspirada na triste história de Dona Yayá, uma mulher atormentada e aprisionada em sua própria casa por décadas. Já em O Corpo Não Aguenta Mais, surge a estupefação de estar vivo diante da intensa presença da morte. Em Vestígios, Marta Soares volta ao tema da morte. Em cena discute não apenas o corpo sem vida, mas o silêncio. Silêncio daqueles que não têm mais voz, que sofrem, que são excluídos. Marta Soares é uma das mais premiadas artistas brasileiras. Estudou em Londres, no Laban Center. É bacharel pela Universidade de Nova York, mestre em Semiótica e doutoranda na PUC em Psicologia Clínica. Com apoio da Fundação Japão, pesquisou a obra Kazuo Ohno, um dos mestres do butô, em Tóquio. Também foi contemplada com uma bolsa para Pesquisa e Criação Artística da John Simon Guggenheim Foundation. Seus trabalhos foram apresentados em vários festivais: In Transit, em Berlim; Fórum Internacional de Dança (FID) em Belo Horizonte; Porto Alegre em Cena; Festival de Dança de Recife; Bienal Internacional de Dança do Ceará; Festival Panorama RioArte de Dança; Festival de Dança de Araraquara; e Festival de Dança de Joinville.


VESTIGES In Vestígios, Marta Soares focused on the sambaquis – prehistoric indigenous cemeteries where sacred rituals were held before the burials – to research questions linked to the body, to the sacred, and to the transit between life and death. Death as a threshold is also present in her previous works in choreography. Vestígios is linked with a research that Marta Soares has been developing for more than a decade. Inspired by the fragmented dolls of artist Hans Bellmer she created choreographies such as Les Poupées and Formless, which discussed the fragmentation of the body. O Homem de Jasmim goes on to radicalize this process of research and presents the body in collapse. The borderline between life and death appears with more intensity in O Banho, a work inspired in the sad story of Dona Yayá, a woman tormented and imprisoned in her own house for decades. For its part, O Corpo Não Aguenta Mais expresses the stupefaction of being alive in the intense presence of death. In Vestígios, Marta Soares revisits the theme of death. On the stage, she discusses not only the lifeless body, but also silence. The silence of those who no longer have voice, those who suffer, who are excluded. Marta Soares is one of the most awarded Brazilian artists. She studied in London, at the Laban Center. She holds a BA from the University of New York, an MA in semiotics, and is earning her doctorate at PUC in clinical psychology. With the support of the Japan Foundation she researched the work of Kazuo Ohno, one of the masters of butoh, in Tokyo. She also received a grant for artistic research and creation from the John Simon Guggenheim Foundation. Her works have been presented at various festivals including In Transit in Berlin, the Fórum Internacional de Dança (FID) in Belo Horizonte, Porto Alegre em Cena, the Festival de Dança de Recife, the Bienal Internacional de Dança do Ceará, the Festival Panorama RioArte de Dança, the Festival de Dança de Araraquara, and the Festival de Dança de Joinville. This choreographic research was developed with a grant from the Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2009/10.

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InterVençõeS

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20hz< Companhia La Casa URUGUAI

Ideia original / Concept: Mariana Marchesano Direção / Direction: Mariana Marchesano, Nicolás Parrillo e Patricia Mallarini Coreografia e desenho espacial / Choreography and spatial design: Mariana Marchesano e Patricia Mallarini Desenho sonoro / Sound design: Nicolás Parrillo e Rodrigo Spagnuolo Intérpretes / Performers: Florencia Lucas, Mariana Marchesano, Nicolás Parrillo, Patricia Mallarini e Santiago Turenne DURAÇÃO: 35 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 35 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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O Proyecto La Casa é um grupo com sede em Montevidéu, no Uruguai, formado por artistas com experiências em diversas áreas: dança, teatro, música, ciência, arquitetura, moda, fotografia e cinema. O grupo tem como proposta integrar as artes cênicas e as visuais aos espaços alternativos, buscando assim maneiras diferentes de relacionar-se com o público. Seu objetivo é gerar espaços de reflexão sobre acontecimentos artísticos, sobre a sociedade ou sobre o entorno, uma maneira de atualizar o espectador e sugerir a ele uma nova visão da cidade e do corpo. O coletivo também instiga a percepção por meio das diferentes linguagens. Em 2010, os artistas do Proyecto La Casa infiltraram-se na montagem de gambiarras para capturar os sons. Ruídos e conversas entrecortadas serviram para o grupo construir uma cartografia sonora que dialoga diretamente com a performance. Em 20hz< busca-se uma experiência estética particular ao converter o ambiente em um instrumento sonoro que ao mesmo tempo é convertido em suporte para a ação física. 20hz< é a sequência do trabalho anterior, U, em que, a partir do conceito de terrain vague (vazios urbanos), o La Casa apresenta uma nova forma de ver os terrenos baldios, para pensá-los como espaços possíveis para as criações artísticas. O resultado é a criação de uma paisagem a ser contemplada, de uma obra multissensorial.


20HZ<

Proyecto La Casa is a group headquartered in Montevideo, Uruguay. It is made up of artists with experiences in a wide range of areas such as dance, theater, music, sciences, architecture, fashion, photography and cinema. The group aims to integrate the scenic and visual arts with alternative spaces, thereby seeking different ways of relating with the public. The goal is to generate spaces for reflection on artistic happenings, society and the surroundings. It is a means of updating the spectator and suggesting a new view of the city and the body. The collective also fosters perception through different languages. In 2010, the artists of Proyecto La Casa infiltrated the setup of the show Gambiarras to capture the sounds. The group used fragmented noises and conversations to construct a sonic cartography that dialogs directly with the performance. 20hz seeks to instill a particular aesthetic experience by converting the environment into a sonic instrument which, at the same time, is converted into a support for the physical action. 20hz is the continuation of an earlier work, U, in which La Casa resorted to the concept of the terrain vague (urban void) to present a new way of looking at vacant lots, considering them as possible spaces for artistic creation. The result is the creation of a landscape to be contemplated, a multisensorial work.

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áRVORES CLARISSE LIMA SP – BRASIL

Concepção e direção / Concept and direction: Clarice Lima Intérpretes / Performers: Cristian Duarte, Jerônimo Bittencourt, Leandro Berton, Marina Guzzo, Natália Mendonça, Patrícia Bergantin, Rodrigo Andreolli e Tarina Quelho Colaboração / Collaboration: Patrícia Araujo Figurino / Costumes: Ruth Araujo, Clarice Lima e Patrícia Araujo Fotos Divulgação / Publicity photos: Márcio Távora e Renato Paschoaleto DURAÇÃO: 25 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 25 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Em Árvores, os intérpretes ficam de cabeça para baixo, e ao mesmo tempo se espalham pelo chão, param e contemplam, questionando a relação do corpo contemporâneo com a pressa e com a necessidade de realizar muitas tarefas simultaneamente. Nesta intervenção, Clarice faz uma reflexão sobre os limites do corpo e sua relação com o tempo. A relação com o público também não é convencional. A plateia não fica estática, apenas assistindo; é instigada a participar. Existe uma provocação clara para que as experiências do expectador sejam sinestésicas ou mesmo para que haja uma comunicação entre o corpo que dança e quem assiste. Formada em Dança Contemporânea, a intérprete-criadora busca elementos do cotidiano em suas coreografias, como a adaptação do corpo às diversas situações. Outra característica que chama atenção no trabalho de Clarice Lima é a escolha do local para as intervenções. Em geral, ela vai além da caixa preta e escolhe lugares aparentemente banais, como as ruas, as praças, ou mesmo um vagão do metrô. Não importa qual o espaço, mas a observação do fluxo de movimento no entorno e como o corpo se movimenta. Clarice Lima deixou a faculdade de educação física e as aulas no Colégio de Dança do Ceará, e seguiu para a Alemanha em busca de novas referências. Mas foi na Hogeschool Voor de Kunsten, no Departamento de Dança Moderna e Teatro, na Holanda, que ela estudou. Hoje com 27 anos, Clarice é bailarina, coreógrafa e professora, já trabalhou com coreógrafos renomados como Jan Fabre, Constanza Macras, Jorge Garcia, Cristian Duarte, Thelma Bonavitta. Apresentou seus trabalhos no Brasil, Holanda e Bélgica. Foi a única brasileira selecionada para o workshop 50 Days Flying Low e Passing Throught com David Zambrano na Costa Rica, e durante a sua residência dirigiu uma série de vídeos intitulada Day Project, composta por 50 minivídeos, que já foram apresentados em Amsterdam, Barcelona e Eslovênia.


TREES

In Árvores, the performers keep their heads down and simultaneously spread around the floor, stop and contemplate, questioning the relation of the contemporary body with hurrying and the need to carry out many tasks simultaneously. In this intervention, Clarice makes a reflection on the limits of the body and its relation with time. The relation with the public is also unconventional. The audience does not remain motionless and only watching, but is rather encouraged to participate. There exists a clear provocation for the spectator to undergo synesthetic experiences, or even for a communication between the body that is dancing and the spectator. Trained in contemporary dance, the creator/performer seeks elements from daily life in her choreographies, as the body adapts to different situations. Another striking characteristic in Clarice Lima’s work is the choice of the place for the interventions. In general, she goes beyond the black box and chooses apparently banal places, such as streets, public squares, or a subway car for her interventions. The important thing is not the space itself, but rather the observation of the flow of movement in the surroundings and how the body moves. Clarice Lima left her college course in physical educations and her classes at the Colégio de Dança do Ceará, packed her bags and set off for Germany in search of new references. But it was in Holland, at Hogeschool Voor de Kunsten, Department of Modern Dance/Theater, that she studied. Today, at the age of 27, Clarice is a dancer, choreographer and teacher, who has worked with renowned choreographers such as Jan Fabre, Constanza Macras, Jorge Garcia, Cristian Duarte, Thelma Bonavitta, and others. She has presented her works in Brazil, Holland and Belgium. She was the only Brazilian selected for the workshop 50 Days of Flying Low and Passing Through with David Zambrano in Costa Rica, and during her residency she directed a series of videos entitled Day Project, consisting of 50 mini-videos that were presented in Amsterdam, Barcelona and Slovenia.


bolero de 4 João Rafael Neto ba – BRASIL

Intérprete-criador / Creator / performer: João Rafael Neto Concepção e direção / Direction: Luiz de Abreu Música / Music: Bolero de Ravel DURAÇÃO: 17 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 17 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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A união da pesquisa da prática esportiva com a dança contemporânea resultou no solo Bolero de 4. O intérprete-criador e também ciclista João Rafael Neto elabora uma performance com sua bicicleta BMX. Neste solo, João Rafael Neto busca linguagem própria, que desloca o esporte para o ambiente artístico e vice-versa. O jovem João Rafael Neto é bailarino, coreógrafo e estudante de graduação de Bacharelado Interdisciplinar em Artes pela Universidade Federal da Bahia. Estudou dança na Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Integrou o elenco do Balé Jovem de Salvador, da Cia. Viladança e Cia. de Dança do SESC Petrolina. João Rafael pesquisa o hibridismo entre as técnicas de movimento, novas tecnologias e esportes urbanos, pilares para a sua criação coreográfica. O diretor de Bolero de 4, Luiz de Abreu, tem uma sólida trajetória na dança. Mineiro de Araguari, conheceu os primeiros passos de dança nos terreiros de Umbanda. Estudou e atuou em companhias de Uberlândia e Belo Horizonte. Na década de 90 chegou a São Paulo, dando início à sua carreira solo. Participou de festivais importantes como o Porto Alegre em Cena, Mostra Sesc de Dança e Rumos do Itaú Cultural. Também se apresentou no exterior: França, Alemanha, Portugal, Inglaterra, por exemplo. Em 2004 decidiu viver em Salvador, na Bahia, para pesquisar o corpo negro.


BOLERO DE 4

The combination of research into sports with contemporary dance resulted in the solo piece Bolero de 4. The creator/performer and bicyclist João Rafael Neto presents a performance with his BMX bicycle. In this solo performance, João Rafael Neto seeks his own language, which displaces the sport into the environment of art and vice versa. The young dancer and choreographer João Rafael Neto is a student with the Interdisciplinary Baccalaureate in Arts course of the Universidade Federal da Bahia. He studied dance at the Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia. He has performed with the Balé Jovem de Salvador, the Cia. Viladança, and the Cia. de Dança do SESC Petrolina. João Rafael researches the hybridism between the techniques of movement, new technologies and urban sports as the bases for his choreographic creation. The director of Bolero de 4, Luiz de Abreu has developed a solid career in dance. Originally from the city of Araguari in the state of Minas Gerais, he learned his first dance steps in the Umbanda terreiros [meeting places of the Umbanda religion]. He studied and performed with companies in Uberlândia and Belo Horizonte. In the 1990s he arrived in São Paulo and began a career in solo dance. He has participated in important festivals such as Porto Alegre em Cena,the Mostra SESC de Dança, and Rumos do Itaú Cultural. He has also performed abroad, in countries such as France, Germany, Portugal, England, and others. In 2004 he decided to live in Salvador, in Bahia, to research the Afro-Brazilian body.


Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte sp – BRASIL

Concepção e direção / Concept and direction: Célia Faustino, Edvan Monteiro e Márcio Barreto Intérpretes-criadores em dança / Creators/performers: Célia Faustino, Edvan Monteiro, Flavia Sá, Jean Ferreira, Márcio Barreto e Tatiana Pacheco Intérpretes-criadores em música / Trilha sonora / Soundtrack: Alessandro Atanes, Luiz Junior, Márcio Barreto, Raphael Lange e Tarso Ramos Criação sonora / Sound creation: Percutindo Mundos Fotografia / Photography: Christina Amorim Figurino / Costume: Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte Apoio / Support: Espaço de Consciência Corporal Célia Faustino, Percutindo Mundos, Cia Etra de Dança, Projeto Canoa, Instituto Ocanoa DURAÇÃO: 20 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 20 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Homo Ludens é o título de um livro do historiador Johan Huizinga, que toma o jogo como um elemento cultural. A intervenção Homo Ludens – Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades parte do jogo da improvisação na dança para realizar intervenções urbanas. Os gestos instigam um novo olhar sobre a paisagem; os movimentos dos intérpretes no ambiente quebram a rotina local e conduzem a uma reflexão sobre a transformação do espaço. O Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte reúne artistas de diferentes linguagens, todos do Litoral Paulista. O grupo tem como objetivo fortalecer e propagar o que é definido por eles como “arte contemporânea caiçara”, que tem o intuito de valorizar as raízes culturais provenientes daquela região, e ao mesmo tempo inseri-las na contemporaneidade. Seus integrantes são provenientes da dança, eutonia, música, teatro e circo. O ponto de partida desse coletivo é o improviso, a composição em tempo real, o movimento e o não-movimento. A sintaxe corporal desenvolvida pelos intérpretes converge para o minimalismo, a aleatoriedade e a busca da identidade caiçara no movimento.


HOMO LUDENS: FLUXES, PLACES AND UNFORESEEABILITIES Homo Ludens is the title of a book by historian Johan Huizinga, which considers the game as a cultural element. The intervention Homo Ludens – Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades takes dance improvisation as a basis for realizing urban interventions. The gestures induce a new perception of the cityscape, while the movements of the performers in the environment break the local routine and lead to a reflection on the transformation of the urban space. The Núcleo de Pesquisa do Movimento of the Imaginário Coletivo de Arte brings together artists from different languages, all from the coast of the state of São Paulo. The group aims to strengthen and disseminate what they define as “contemporary caiçara art” [where caiçara refers to the traditional culture of the seacoast in these parts], with the goal of raising awareness and fostering appreciation for the cultural roots of the São Paulo coastline and, at the same time, inserting them into contemporaneity. Its members come from the fields of dance, eutony, music, theater and circus. This collective bases its work on improvisation, composition in real time, movement and nonmovement. The corporal syntax developed by the performers converges on minimalism, randomness, and the search for the caiçara identity in movement.

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Meio-Fio Companhia Membros rj – brasil

Direção, concepção e trilha sonora / Direction, concept and soundtrack: Paulo Azevedo Intérpretes / Performers: Aline Corrêa, Fabio Costa, Filipe Itagiba, João Carlos Silva e Zanzibar Vicentino Técnica / Technician: Paola Itagiba Trilha sonora / Soundtrack: Dina Di/ DJ KL Jay, Racionais MCs, O Rappa e Chopin Produção / Production: Jacqueline de Castro DURAÇÃO: 20 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 20 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Um corpo político em cena ou um corpo político que dança são as expressões mais adequadas para permitir acesso ao universo estético e pedagógico da companhia. Esse corpo político está presente em Meio-Fio, uma coreografia inspirada no episódio que ficou marcado na história recente do País como a Chacina da Candelária, em julho de 1993, quando na calçada próxima à igreja da Candelária no Rio meninos de rua foram assassinados. Meio-fio é a borda das calçadas, mas também o espaço de convivência para crianças e jovens, onde se revelam valores, sentidos, onde se compartilham alimentos e restos, sendo palco também da grande violência que rodeia as grandes cidades. Meio-fio, a coreografia, foi construída a partir de jogos de movimentos, improvisação e frases coreográficas pré-elaboradas. Sua trilha é constituída por músicas de Dina Di/ DJ KL Jay, Racionais MCs, O Rappa e Chopin. Um grupo de jovens estudantes da cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, decidiu fazer do corpo o seu principal meio de comunicação, e assim nasceu a Cia. Membros, em 1999. Como desmembramento desse trabalho, surgiu em 2007 a Escola de Formação, ambas fundadas por Paulo Azevedo e Taís Vieira. Esses intérpretes-criadores desenvolvem uma linguagem própria com base na improvisação, na dança de rua e no diálogo com o espaço e com outras expressões artísticas.


CURB

A political body on stage or a political body that dances are the most suitable expressions to allow access to the company’s aesthetic and educational universe. This political body is present in Meio-Fio, a choreography inspired in an episode that marked the nation’s recent history, known as the Candelária Massacre, which took place in July 1993. On the sidewalk near the Candelária Church in Rio, street children were murdered. The term meio fio refers to the edge of the sidewalks; as such, it is the space where children and adults live together, revealing values and meanings, and sharing food and scraps – it is also the setting for the great violence that besets the large cities. The choreography Meio-fio was constructed based on the interplays of movements, improvisation and pre-elaborated choreographic phrases. The soundtrack consists of music by Dina Di/ DJ KL Jay, Racionais MCs, O Rappa and Chopin. A group of young students from the city of Macaé, in the state of Rio de Janeiro, decided to make their body their main means of communication, giving rise to Cia. Membros, in 1999. As an offshoot of this work, in 2007 the training school arose, both founded by Paulo Azevedo and Taís Vieira. These creators/performers developed their own language based on improvisation and street dance, and in the dialogue with space and other artistic expressions.


Mire Veja: Tatiana Devos Gentile rj – brasil

Concepção e realização / Concept and production: Tatiana Devos Gentile Concepção e elaboração da estrutura / Concept and elaboration of the structure: Saulo Uchôa e Tatiana Devos Gentile Dançarinos colaboradores / Collaborating dancers: Aguinaldo Roberto da Silva, Anais Tinoco Beaugrand, Cíntia Mendonça, Cleto Campos, Francisco Rodrigues Vasconcelos e Silva, Helder Vasconcelos, Laura Tamiana, Liliane Rovaris, Loi Lira, Maíra Bruce, Maria Acselrad, Maria Clara Rodrigues Vasconcelos e Silva, Nanego Lira, Tainá Barreto, Wolder Wallace – Recife e Olinda (Residência Artística do 47º Salão de Artes de Pernambuco) Anderson Santana, Cristiane Santos, Cristina Bernardo Mendonça, Dora Selva, Cynthia Domenico, Fernando Timba, Gabi Gonçalves, George Sander, Israel Soares, Junior Lima, Leo Nabuco, Letícia Sekito, Luanna Gimenez, Lucas Valente, Luciana Ramin, Luiz Kitamura, Maria Eugênia, Rita Mendonça, Rita Tatiana, Natália Mendonça, Marilio Gonzalez, Marina Abib, Maurício Adinolfi, Marcos Villas Boas, Mônica Augusto, Thais Ushirobira – São Paulo (4ª edição do Corpoinstalação – SESC Pompeia) Produção / Production: Associação Corpo Rastreado Produção local / Local production: Natália Freire Moura LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS SUITABLE FOR ALL AGES

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Você dança para mim? Essa é a perguntaconvite que Tatiana Devos Gentile faz à população de Santos por meio de anúncios espalhados pela cidade. A pessoa que aceitar o desafio deve escolher um “som seu” e um “lugar seu” para ouvir enquanto dança. Essas apresentações são filmadas em super 8 ou por uma câmera digital. Os filmes são exibidos em uma estrutura similar ao lambe-lambe (câmera escura): apenas uma pessoa por vez pode assistir. Os santistas podem conferir as exibições na Praça da Independência, na Bolsa do Café, no Emissário Submarino, no Aquário, entre outros lugares. A intervenção Mire Veja: já foi realizada em Recife, Olinda e em São Paulo. Como tem um caráter acumulativo, as imagens colhidas nesses lugares são exibidas em Santos também e assim por diante. Mire Veja: tem como ideia apresentar alguém dançando exclusivamente para você. Mas também é uma intervenção no espaço urbano. Ao aceitar dançar ou assistir a um vídeo na rua, há uma ruptura com a rotina local. A artista compartilha a intimidade de alguém em um espaço, por excelência, público. Tatiana Devos Gentile com essa intervenção busca o encontro, o compartilhar um momento, e investiga o que se passa entre o espectador e o filme, entre quem filma e a pessoa que está sendo filmada. Tatiana pesquisa a perfomance, o vídeo e a dança. Com Mire Veja:, ela ganhou uma bolsa de residência artística do 47º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco. Em 2009, levou o projeto para São Paulo dentro da programação da 4ª edição do CorpoInstalação do Sesc Pompeia. Em 2010, exibiu o projeto no Viradão Carioca, no Festival internacional de vídeodança Dança em Foco e na exposição Confluências no Centro de Artes Hélio Oiticica. Realizou outros filmes de dança como FF e FlipBook. Tatiana, que também assina o curta Meu Avô, o Fagote, é formada em Cinema pela Universidade Paris VIII e em Dança pela Faculdade Angel Viana, no Rio.


WATCH LOOK:

Will you dance for me? This is the inviting proposal that Tatiana Devos Gentile makes to the population of Santos by way of advertisements scattered around the city. The person who accepts the challenge should choose their “own sound” and their “own place” for their dance. These presentations are filmed in Super-8 or digital camera. The films are shown in a structure similar to an old-time photographer’s tripod camera (camera obscura), for just one spectator at a time. The people of Santos can visit the exhibitions at the Praça da Independência, the Bolsa do Café, the Emissário Submarino, the Aquário, and other places. The intervention Mire Veja has already been carried out in Recife, Olinda and São Paulo. As it has an accumulative character, the images gathered at these places are shown in Santos as well, and so forth. The idea of Mire Veja is to present someone dancing exclusively for you. But it is also an intervention in the urban space. By accepting the challenge to dance or to watch a video in the street, there is a rupture in the local routine. The artist shares in the intimacy of someone in a space which is essentially public. With this intervention, Tatiana Devos Gentile seeks encounter, the sharing of a moment, and investigates what takes place between the spectator and the film, between who is filming and the person being filmed. Tatiana researches performance, video and dance. With Mire Veja she received an artist’s residency grant from the 47th Salão de Artes Plásticas de Pernambuco. In 2009, she brought the project to São Paulo in the programming of the 4th edition of CorpoInstalação, held by SESC Pompéia. In 2010, she showed the project at Viradão Carioca, at the Dança em Foco international dance festival, and at the exhibition Confluências at the Centro de Artes Hélio Oiticica. She has made other dance films such as FF and FlipBook. She also authored the short film Meu Avô, o Fagote. She is a graduate in cinema from the Universidade Paris VIII and in dance from the Faculdade Angel Viana, in Rio.

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SiREDiA Companhia La Casa uruguai

Concepção geral / Concept: Valentina Bolatti, Mariana Marchesano Concepção cênica / Scenic concept: Mariana Marchesano Direção cênica / Scenic direction: Mariana Marchesano e Patricia Mallarini Desenho sonoro / Sound design: Nicolás Parrillo Fotografia / Photography: Valentina Bolatti Audiovisual / Audiovisual: Juan Ignacio Fernández Montagem de instalação fotográfica / Setup of photographic installation: Vladimir Muhvich DURAÇÃO: 40 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 40 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Sistema Relacional Dinâmico Adaptativo, SiREDiA, é a mais nova criação do Proyecto La Casa. Uma obra multidisciplinar, que se desenvolve em diferentes territórios – tanto o virtual como o real. Compreende o itinerário de um corpo de material artístico que se desenvolve em diferentes suportes e escalas: uma construção cênica para uma quadra de um bairro, construção fotográfica, audiovisual, sonora, uma intervenção gráfica urbana, uma instalação e um blog com o registro de todo o processo. A performance também pode ser definida como um lugar intangível que se materializa no vínculo entre os artistas e os diversos contextos que os cercam, entre a obra e o público. Seu objetivo é gerar espaços de reflexão sobre acontecimentos artísticos, sobre a sociedade ou sobre o entorno. Uma maneira de atualizar o espectador e sugerir a ele uma nova visão sobre a cidade e sobre o corpo. Para os integrantes do La Casa, a arte é uma plataforma para possíveis transformações sociais. O Proyecto La Casa é um grupo com sede em Montevidéu, no Uruguai. É formado por artistas com experiência em diversas disciplinas: dança, teatro, música, ciência, arquitetura, moda, fotografia e cinema. O grupo tem por proposta integrar as artes cênicas e as visuais aos espaços alternativos, buscando assim maneiras diferentes de relacionamento com o público.


SiREDiA

Sistema Relacional Dinâmico Adaptativo, or SiREDiA, is the newest creation of Proyecto La Casa. It is a multidisciplinary work developed in various territories, both virtual and real. It comprehends the itinerary of a body of artistic material that is developed in various supports and scales: a scenic construction for a district sports court, a photographic, audiovisual, sonic construction, a graphic urban intervention, an installation, and a blog that records the entire process. The performance can also be defined as an intangible place that is materialized in the links between the artists and the different contexts that surround them, between the work and the public. The goal is to generate spaces for reflection on artistic happenings, society and the environment. It is a way to update the spectator and to suggest a new view of the city and the body. For the members of La Casa, art is a platform for possible social transformations. Proyecto La Casa is a group headquartered in Montevideo, Uruguay. It is made up of artists with experience in various disciplines such as dance, theater, music, science, architecture, fashion, photography and cinema. The group aims to integrate the scenic and visual arts with alternative spaces, thereby seeking different ways of relating with the public.


Um Dente Chamado Bico Dimenti ba – brasil Direção / Direction: Jorge Alencar, Sheila Ribeiro e Dona Orpheline Criação e intervenção / Creation/intervention: Fábio Osório Monteiro, Lia Lordelo, Jorge Alencar, Márcio Nonato, Sheila Ribeiro e Dona Orpheline (sempre que possível) Integrantes cocriadoras / Co-creator members: Lia Lordelo e Paula Lice Orientação conceitual / Conceptual orientation: Massimo Canevacci, Paula Lice, S heila Ribeiro e Dona Orpheline Cenografia / Setting: Minusina de criação Figurino / Costumes: Dimenti, Sheila Ribeiro e Dona Orpheline e Miniusina de criação Direção musical e jingle original / Musical direction and original jingle: Jarbas Bittencourt Pianista / Pianist: Estevam Dantas Projeto de luz / Lighting design: Márcio Nonato Direção de Produção / Production direction: Ellen Mello DURAÇÃO: 120 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 120 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Um Dente Chamado Bico articula diferentes ações: intervenções urbanas, audiovisuais, shows pseudofolclóricos e uma instalação configurada com o stand de vendas de um empreendimento imobiliário, o Iemanjá Privilege. Esta intervenção, parceira entre Sheila Ribeiro, Dona Orpheline e o Dimenti, faz uma reflexão sobre o urbanismo e o turismo. Um dos aspectos abordados nessa investigação em dança é a relação da cidade com um recente boom imobiliário e com o turismo. Como tratar a questão da identidade em cidades turísticas que buscam oferecer um aspecto particular e ao mesmo tempo exportável? Como situar a cidade dentro de uma disneyficação/espetacularização de sua paisagem urbano-arquitetônica? São algumas das questões discutidas nesta obra. Fundado em 1998, o Dimenti desenvolve uma pesquisa de linguagem própria, que articula profissionais de formações variadas como dança, teatro, letras, comunicação, administração e psicologia. Entre os seus trabalhos estão o curta-metragerm filmado no Recôncavo Baiano, Sensações Contrárias; a peça infantil Chuá; a performance-palestra Tombé; a instalação Um Dente Chamado Bico, realizada em colaboração com Sheila Ribeiro e Dona Orpheline. Com as suas criações cênicas e audiovisuais, o Dimenti tem participado de festivais e projetos no Brasil e no exterior, tais como Rumos Itaú Cultural Dança (São Paulo), Festival Panorama (Rio de Janeiro), Festival do Teatro Brasileiro (Pernambuco, Ceará, Maranhão), Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (Ceará), Festival Internacional de Artes Cênicas (Bahia), Porto Alegre em Cena (RS), Mostra “Brazil Knows What Videoart Is” – Centro Cultural Le Cube (França), Move Berlim (Alemanha).


A TOOTH CALLED BEAK

Um Dente Chamado Bico articulates different actions: urban interventions, audiovisual works, “pseudo-folkloric” shows, and an installation configured as a sales stand of a real-estate enterprise, Iemanjá Privilege. This intervention, made in partnership between Sheila Ribeiro/dona orpheline and Dimenti, fosters a reflection on urbanism and tourism. One of the aspects dealt with in this investigation into dance is the relation of the city with the recent real-estate boom and tourism. How to approach the question of identity in touristic cities which offer an aspect that is particular and at the same time exportable? How to situate the city within a Disneyfication/spectacularization of its urban-architectural landscape? These are some of the questions discussed in this work. Founded in 1998, Dimenti carries out a research into a language of its own, which articulates professionals from various backgrounds such as dance, theater, letters, communication, administration and psychology. Its works include a short film shot in the Recôncavo Baiano region, Sensações Contrárias; the children’s play Chuá; the lecture-performance Tombé; the installation Um Dente Chamado Bico, made in collaboration with Sheila Ribeiro/dona orpheline; and others. With its scenic and audiovisual creations, Dimenti has participated in festivals in Brazil and abroad such as Rumos Itaú Cultural Dança (São Paulo); the Festival Panorama (Rio de Janeiro); the Festival do Teatro Brasileiro (Pernambuco, Ceará, Maranhão); the Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (Ceará); the Festival Internacional de Artes Cênicas (Bahia); Porto Alegre em Cena (RS); the show Brazil Knows What Videoart Is, held at the Centro Cultural Le Cube (France); and Move Berlim (Germany).


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InStaLaçõeS

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instalaç 100 Lugares para Dançar Quintos SP – brasil Concepção e direção / Concept and direction: Marina Guzzo e Vinícius Terra Assistente de direção / Assistant director: Renata Fernandes Direção de produção / Production direction: Os Quintos e Guilherme Bezerra Figurinos / Costumes: Isadora Gallas e Lia Damasceno Intérpretes / Performers: Andreia Yonashiro, Juliana Maia, Morena Nascimento, Marina Guzzo e Renata Fernandes. Com a participação dos alunos do Grupo de Artes do Corpo da Unifesp – Campus Baixada Santista Edição de vídeos / Video editing: Mateus Guzzo e Ivan Lemos Concepção de Instalação / Concept of installation: Gabriela Canale Design de web / Web design: Clarice Lima Projeto na web / Internet project: http://100lugaresparadancar.org/ LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS SUITABLE FOR ALL AGES

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O projeto 100 lugares para dançar tem como proposta criar uma cartografia dançada da cidade de Santos. Os artistas do coletivo Quintos apresentam na Bienal uma videoinstalação e o site: http://100lugaresparadancar.org. O coletivo foi criado a partir da união de artistas e pesquisadores recém-chegados à Baixada Santista para trabalhar na Universidade Federal de São Paulo. Esse trio de artistas pesquisadores – Nina Guzzo, Vinícius Terra e Conrado Federici – é formado por professores que realizam experimentos tanto acadêmicos quanto estéticos relacionados à pesquisa do corpo. Para tal, usam diversas linguagens como a dança, o texto, o som e a imagem, e são movidos pelas convergências e dissonâncias entre a arte e a ciência. Em suas obras, esses artistas pesquisadores trabalham com o acaso, o lapso, o silêncio, a escuridão e o jogo. Também usam como ferramentas de trabalho as tecnologias do efêmero: celulares, ipods e gravadores portáteis. Quintos conta com o apoio do Laboratório de Artes do Corpo e do Laboratório de Recursos Audiovisuais, ambos da Universidade Federal de São Paulo, Campus Baixada Santista. Na videoinstalação 100 Lugares para Dançar, a dança é relacionada com a arquitetura da cidade de Santos, por meio de 100 minivídeos, produzidos ao longo do período de preparação da Bienal SESC de Santos. A ideia é explorar poeticamente a cidade e o movimento que ela inspira. Trata-se de um estudo de improvisação. O município acolhe belezas naturais, arquitetônicas e históricas, com cenários e situações que inspiram o movimento, ou que são, por si sós, o movimento. O projeto nasce do desejo de desvendar a cidade, procurando detalhes, informações, experiências, progressos, memórias e civilidades que comuniquem a sensação de morar em Santos, de conviver com o porto, o mar, o morro, o surfe, o café, os galpões, a história, a decadência e o futuro promissor de um recurso mineral.


ações 100 PLACES TO DANCE

The project 100 lugares para dançar aims to create a danced cartography for the city of Santos. At the biennial, the members of the artists’ collective Quintos are presenting a video-installation as well as the site http://100lugaresparadancar.org. The collective was created by the joining of artists and researchers who had recently arrived in the Santos region to work at the Federal University of São Paulo. It consists of Nina Guzzo, Vinícius Terra and Conrado Federici. This trio of artists/researchers, driven by convergences and dissonances between art and science, carries out both academic and aesthetic experiences related with investigations concerning the body. To this end, they use different languages such as dance, text, sound and image. In their works, these artists/researchers work with randomness, lapse, silence, darkness and the game. They also resort to tools such as ephemeral technologies: cell phones, iPods and portable recorders. Quintos is supported by the Laboratório de Artes do Corpo and the Laboratório de Recursos Audiovisuais, both of the Universidade Federal de São Paulo, at its Baixada Santista campus. In the video installation 100 Lugares para Dançar, dance is set into relation with the architecture of the city of Santos by way of 100 mini-videos produced throughout the period of preparation for the Bienal SESC de Santos. The idea is to politically explore the city and the movement that it inspires. It is a study of improvisation. The city contains natural, architectural and historical beauty, with scenes and situations that either inspire movement or are movement. The project arose from the desire to reveal the city, seeking details, information, experiences, progresses, memories and civilities that communicate the sensation of living in Santos, living together with the port, the sea, the hills, surf, the coffee, the warehouses, the history, the decadence, and the promising future of a mineral resource.

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Aonde Habitamos? Trilhos Núcleo de Dança SP – brasil

Criação / Creation: Lara Dau Vieira Intérpretes / Performers: Lara Dau Vieira e Ricardo Fornara Gênero / Genre: Vídeo Paisagem sonora / Soundscape: Michael Saup Câmera e fotografia / Camera and photography: Daniel Sêda Edição de imagens / Image editing: Edson Audi Produção / Production: Trilhos Filmagem / Filming: Mangue da Praia do Jabaquara em Paraty - Rio de Janeiro - BR. Mangrove at Jabaquara Beach in Paraty, state of Rio de Janeiro, Brazil. Captação de som / Sound recording: Realizada após um eclipse lunar no Mar da Turquia. After a lunar eclipse; on the Sea of Turkey. DURAÇÃO: 15 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 15 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Ricardo Fornara e Lara Dau Vieira investigam a qualidade do habitat do mangue da Praia do Jabaquara, em Paraty, no Rio de Janeiro, para registrar a ação da natureza nos corpos dos performers: a redução do ritmo natural, a flutuação e a densidade da movimentação. Com a real possibilidade de não conseguirmos sobreviver a um planeta exaurido pelo próprio homem, a videoinstalação Aonde habitamos? lança um olhar para as questões ambientais e busca resgatar o elo do corpo com o meio natural. Esta videoinstalação pode ser entendida como um desdobramento da pesquisa corporal do espetáculo Hidrogênio, de 2009. Desde 2009, a Trilhos Núcleo de Dança agrega performers, arquitetos, cenógrafos, músicos e artistas de diferentes linguagens em suas obras coreográficas e instalações assinadas pela arquiteta e coreógrafa Lara Dau Vieira. O meio ambiente é o foco da artista, tratado dentro da dramaturgia assim como o espaço cênico, arquitetônico e urbano. A pesquisa corporal é focada na percepção sensorial. Lara estudou dança clássica, moderna e contemporânea em São Paulo, e no exterior: França, Holanda, Bélgica e Alemanha. É formada em arquitetura pela Universidade de São Paulo e tem especialização em Cenografia no CPT com J.C. Serroni. Entre 1998 e 1999 participou do Núcleo de Estudos Orientais da PUC-SP sob coordenação de Christine Greiner, e fez curso de aperfeiçoamento com mestres do Butoh como Kasuo Ohno, Ko Murobushi, Mitsuro Sasaki e Tadashi Endo. Também atuou em São Paulo com Ruth Rachou, Célia Gouvêa, Susana Yamauchi, Helena Bastos e Lívio Tragtenberg, entre outros. Com a performance Asas da Fábrica, realizada no Sesc Pompeia em homenagem à arquiteta Lina Bo Bardi, foi contemplada pela ApArtes-CAPES Ministério da Educação para especialização em dança na New Dance Development School de Amsterdã sob orientação da americana Katie Duck, em 1999. Nesse período de dois anos integra a Cia. Pavana de Amsterdã e participa de Festivais da Holanda, Alemanha e Bélgica. Em parceria com o compositor Bocato, em 2009 assina a criação do espetáculo Hidrogênio. Em 2010 participa do Avamma-Festival da Estônia, com o Projeto Operabil, e faz residência em Mooste (Estônia) e em Istambul (Turquia) no Project Apartment.


WHERE DO WE LIVE?

Ricardo Fornara and Lara Dau Vieira investigate the quality of the habitat of the mangroves at Jabaquara Beach, in Paraty, state of Rio de Janeiro, to register the action of nature on the bodies of the performers, such as the reduction of the natural rhythm, the fluctuation, and the density of movement. With the real possibility of not surviving on a planet exhausted by the human race itself, the video installation Aonde habitamos? takes a look at environmental questions and seeks to recover the body’s link with the natural environment. This video installation can be understood as an unfolding of the corporal research of the show Hidrogênio, 2009. Since 2009, Trilhos Núcleo de Dança has brought together performers, architects, set designers, musicians and artists of different languages in the construction of its choreographic works and installations authored by architect and choreographer Lara Dau Vieira. The artist’s main focus is the natural environment, although her dramaturgy also deals with scenic, architectural and urban subjects. Her research into the body is focused on sensorial perception. Lara studied classic, modern and contemporary dance in São Paulo, as well as abroad, in France, Holland, Belgium and Germany. She holds a degree in architecture from the Universidade de São Paulo and a specialization degree in scenography from CPT where she studied with J.C. Serroni. In 1998–99 she participated in the center for oriental studies at PUC-SP under the coordination of Christine Greiner, and trained under butoh masters such as Kasuo Ohno, Ko Murobushi, Mitsuro Sasaki and Tadashi Endo. She has also performed in São Paulo with Ruth Rachou, Célia Gouvêa, Susana Yamauchi, Helena Bastos, Lívio Tragtenberg and others. With the performance Asas da Fábrica, given at SESC Pompéia in homage to architect Lina Bo Bardi, she received a grant from ApArtes-CAPES of the Ministry of Education for a specialization course in dance at the New Dance Development School of Amsterdam under the orientation of American dancer, choreographer and teacher Katie Duck, in 1999. In this two-year period she was a member of the Pavana company of Amsterdam and participated in festivals in Holland, Germany and Belgium. In partnership with the composer Bocato, in 2009 she created the show Hidrogênio. In 2010 she participated in the Avamma-Festival of Estonia with the Projeto Operabil and participated in a residency in Mooste, Estonia, and Istanbul, Turkey, in the Apartment Project.

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Bricolage André Bern rj – brasil

Concepção e interpretação / Concept and interpretation: André Bern Colaboradores / Collaborators: Alice Ripoll e Leandro Cristóvão Residência artística / Artist’s residency: (2009-10) Centro Coreográfico do Rio de Janeiro Bolsa programa coLABoratório 2009: Festival Panorama Gênero / Genre: vídeo DURAÇÃO: 10 MINUTOS E 34 SEGUNDOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURATION: 10 MINUTES AND 34 SECONDS NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD.

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Bricolage faz parte de uma série de trabalhos criados pelo artista durante uma residência no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em 2009. Sua pesquisa debruçava-se sobre questões relacionadas ao consumo e a práticas identitárias na contemporaneidade. Este vídeo busca inspiração na metáfora de Zygmunt Bauman para o processo de construção de identidade(s): a bricolagem – composição de camadas de informações sobrepostas e expostas à exaustão. Bricolage trata de exposição, excesso, banalização e silenciamento do corpo-território e do território-corpo. Bricolage foi exibido em público pela primeira vez em 2010, durante a Semana Negra de Dança, organizada pelo Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Lá permaneceu em exibição na Galeria/ Studio 3 durante os meses de novembro e dezembro. O vídeo fez parte, ainda no mesmo período, do evento Pós-Formance (Galeria do Poste - Niterói, RJ). Em 2011, Bricolage foi exibido no evento Um Dia em Movimento, organizado pelo Coletivo DAM na cidade de Cachoeiras de Macacu (RJ) e integra a Mostra Internacional de Vídeos (MIV), do Festival Dança em Foco. André Silva Bern é carioca, bacharel em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestrando em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).


BRICOLAGE Bricolage is part of a series of works created by the artist during a residency at the Centro Coreográfico do Rio de Janeiro in 2009. The research focused on questions related to identitary practices in contemporaneity and consumption. The video seeks inspiration in Zygmunt Bauman’s metaphor for the process of constructing identity(ies): bricolage – the composition of layers of information stacked atop one another and exhibited to exhaustion. Bricolage deals with exhibition, access, banalization and silencing of the territory-body and the body-territory. Bricolage was shown in public for the first time in 2010, during the Semana Negra de Dança, organized by the Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. It remained in exhibition at Galeria/ Studio 3 during the months of November and December. During that same period, the video was also part of the event Pós-Formance (Galeria do Poste – Niterói, RJ). In 2011, Bricolage was shown at the event Um Dia em Movimento, organized by the artists’ collective DAM in the city of Cachoeiras de Macacu (RJ), and was also shown at the Mostra Internacional de Vídeos (MIV), of the Festival Dança em Foco. André Silva Bern is from Rio de Janeiro, and holds a BA in dance from the Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) and an MA in arts from the Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

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entre Núcleo 3.14 sp – brasil

Concepção / Concept: Núcleo 3.14 Criação e interpretação / Concept, creation and interpretation: Isabel Hölzl e Karina Ka Paisagem e trilha sonora / Soundscape and soundtrack: Gabriel Spinosa e Mario Lopes Iluminação / Lighting: Aline Santine Video mapping e captação de imagens em vídeo/ Video mapping and image capture in video / Rodrigo Gontijo Assistente técnico de vídeo / Assistant video technician: Theo Grahl Trindade Produção / Production: Mario Lopes Figurino / Costume: DuCarmo Apoio / Support: Centro de Dança Umberto da Silva DEC/SMC DURAÇÃO: DE 50 A 120 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: FROM 50 TO 120 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Nessa vídeo-intervenção, a dança, a trilha sonora, a percussão ao vivo e o video mapping – técnica que usa filmes, software de edição, supercomputadores e muita luz para fazer projeções em fachadas – têm o mesmo peso cênico. Cada linguagem é independente, no entanto, cada uma é permeável dentro da criação. Para a realização dessa pesquisa, Karina a e Isabel Hölzl mergulharam no universo do porto de Santos para vivenciar o dia a dia, entender a dinâmica da movimentação portuária além de captarem imagens e sons. Como base teórica, as intérpretes-criadoras se apoiaram em A poética do espaço, de Gastón Bachelard; O corpo, de Christine Greiner; na obra do fotógrafo Eadweard Muybridge e nas imagens do artista Allan Sekula, que viajou o mundo e fotografou as zonas portuárias e seus trabalhadores. Site-specific ou sítio específico é um termo referente a obras criadas de acordo com o ambiente e com um espaço determinado. São trabalhos planejados, em local certo, que dialogam com o meio circundante, para o qual a obra é elaborada. O conceito de site specific liga-se à idéia de arte ambiente, uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço. Entre segue o conceito de site-specific, uma intervenção criada especialmente para o espaço Estação Cidadania e inspirada em Santos como cidade portuária. A proposta da obra é buscar o entre, em termos de aproximação corporal, sonora e visual. Entre procura encontrar um espaço ou um tempo que nunca atingimos. Algo que não é definível, escorregadio, que já passou.O Núcleo 3.14 é um grupo de intervenção artística que se propõem a redefinir o espaço do qual se apropria e modificar a percepção do tempo. Trabalha com a relação de dança, música e vídeo. Investiga o corpo permeável e qualidades como pausa, respiração, movimento interno e oscilante como mote principal para o argumento coreográfico. Karina Ka e Isabel Hölzl provêm de uma formação acadêmica em dança, sendo que em seus trabalhos autorais integram outras disciplinas artísticas. As intérpretes se juntaram em 2009, para trabalhar na peça Imensidão Íntima. Isabel Hölzl é bailarina, pesquisadora e produtora cultural. Nasceu em 13 de junho 1982 em Munique, Alemanha, filha de mãe portuguesa e pai alemão. Deu os primeiros passos no balé aos seis anos de idade na Ballettschule Roleff-King e é formada em dançacontemporânea e clássica pela Escola Superior Hochschule für Musik und Darstellende Kunst em Frankfurt. Em 2006 veio para São Paulo estudar nocurso de Comunicação e Artes do Corpo na PUC-SP. Karina Ka é bailarina formada em dança moderna pela Universidade Federal do Paraná, em 1996. Estudou balé clássico desde os cinco anos e formou-se em Dança e Movimento pela Universidade Anhembi Morumbi em 2001.


BETWEEN In this video-intervention, dance, soundtrack, live percussion and video mapping – a technique that uses films, editing software, supercomputers and a lot of light to make projections on building façades – have the same scenic weight. Each language is independent, and yet each is permeable within the creation. To carry out this research, Karina Ka and Isabel Hölzl delved into the universe of the Port of Santos to experience its day-to-day life and to understand the dynamics of the port activity while also capturing images and sounds. As a theoretical basis, the creators/performers resorted to A poética do espaço, by Gastón Bachelard; O corpo, by Christine Greiner; the photographic work by Eadweard Muybridge; and the images of artist Allan Sekula, who traveled around the world and photographed the port zones and their workers. Site-specific refers to works created in accordance with the environment and a determined space. They are planned works, in a certain place, that dialogue with their surroundings, for which the work is elaborated. The concept of site-specific is linked to the idea of environmental art, a trend of contemporary production that considers the surrounding space. Entre follows the site-specific concept, being an intervention created especially for the space of Estação Cidadania and inspired in Santos as a port city. The work aims to seek the entre [between], in terms of corporal, audio and visual approximation. Entre seeks to find a space or a time that we never reach. Something that is indefinable, a slippery thing that has already gone by. Núcleo 3.14 is an artistic intervention group that aims to redefine the space it appropriates and to modify the perception of time. It works with the relation between dance, music and video. The group investigates the permeable body and qualities such as pause, respiration, and internal and oscillating movement as a principal theme for the choreographic argument. Karina Ka and Isabel Hölzl both have a background in academic dance, though they integrate other artistic disciplines in the works they create. The two performers got together in 2009, to work on the piece Imensidão Íntima. Isabel Hölzl is a dancer, researcher and cultural producer. She was born on June 13, 1982, in Munich, Germany, the daughter of a Portuguese mother and German father. She learned her first ballet steps at the age of six at the Ballettschule Roleff-King and holds a degree in contemporary and classical dance from the Escola Superior Hochschule für Musik und Darstellende Kunst in Frankfurt. In 2006 she came to São Paulo to study in the Communication and Body Arts course at PUC-SP. Karina Ka is a dancer who graduated from the Universidade Federal do Paraná, in the field of modern dance, in 1996. She studied classical ballet beginning at age five and received her degree in dance and movement from the Universidade Anhembi Morumbi in 2001.

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territórios imaginários Siedler Cia de Dança sc – brasil

Idealização e concepção / Idealization and concept: Siedler Cia de Dança e Arco Projetos em Arte Arco Projetos em Arte / Arco Projetos em Arte: Monica Siedler e Roberto Freitas Siedler Cia de Dança / Siedler Cia de Dança: Alexei Leão, Elke Siedler e Thiago Schmitz Direção geral e coreográfica / General direction and choreography: Elke Siedler Instalação / Installation: Roberto Freitas Trilha sonora / Soundtrack: Alexei Leão Estúdio de gravação / Recording studio: AML Estúdio Intérpretes / Performers: Elke Siedler, Monica Siedler e Thiago Schmitz Preparação corporal / Body preparation: Elke Siedler e Thiago Schmitz Engenharia / Engineering: Carolina Brum Fotos: Luciana de Moraes e Frank Jeske Artista Gráfico / Graphic artist: Roberto Freitas Local de Ensaio / Rehearsal location: Centro Cultural Kirinus Textos / Texts: Alexei Leão e Christiano Scheiner DURAÇÃO: 40 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 40 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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Territórios Imaginários traz uma marca da Siedler Cia de Dança: o diálogo entre a dança contemporânea, a trilha sonora e também outras expressões artísticas. Esta dança/instalação procura incomodar o público, com uma iluminação que vai da penumbra ao holofote. A música pode ser sutil ou alta. Um fone de ouvido dá orientações que podem ser seguidas ou não. Todo esse incômodo tem como objetivo convidar o público a questionar a subjetividade contemporânea. A Siedler Cia de Dança nasceu em 2003, em Florianópolis, Santa Catarina, como uma parceria da criadora-intérprete Elke Siedler com o compositor Alexei Leão. Sua proposta é criar um ambiente que viabilize o diálogo entre a dança contemporânea e a música, sob os olhares da cena underground. A companhia estabeleceu uma linguagem própria, motivada pela pesquisa do movimento em união com a busca de novas sonoridades. Território Imaginário teve a colaboração da Arco Projetos em Arte para a confecção das caixas usadas em cena. Muitos trabalhos são produzidos de forma colaborativa com intérpretes participantes de oficinas e workshops conduzidos por Elke Siedler. No repertório da Siedler Cia de Dança estão: Um Só (2003), Error (2004), Error Solo (2005), Percepção do Outro (2007), Assinaturas (2008), Perception of the Other (2008) e S.E. (2005). Em 2008, o grupo foi contemplado com o prêmio Klauss Vianna de Dança da FUNARTE; e em 2010, Elke conquistou o Prêmio Edital Bolsa Residência em Artes Cênicas da FUNARTE, para realizar sua pesquisa na Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia, em Salvador.


IMAGINARY TERRITORIES

Territórios Imaginários presents a hallmark of Siedler Cia de Dança, namely, the dialogue between contemporary dance, the soundtrack and other artistic expressions. This dance/installation seeks to disquiet the public, with illumination that ranges from twilight to spotlight. The music can be subtle or loud. An earphone gives orientations that can be followed or not. All of these perturbing aspects are aimed at inviting the public to question the contemporary subjectivity. Siedler Cia de Dança was born in 2003, in Florianópolis, Santa Catarina, as a partnership between creator/performer Elke Siedler and composer Alexei Leão. The aim was to create this environment that allows for the dialogue between contemporary dance and music, under the gaze of the underground scene. The company established its own language, motivated by the research of movement in conjunction with the search for new sounds. Many of the works produced by the group have arisen from partnerships between artists. Território Imaginário received the collaboration of Arco Projetos em Arte for making the boxes used on the stage. Many works are produced in a collaborative way with performers who are participants of workshops conducted by Elke Siedler. The works produced by Siedler Cia de Dança include: Um Só (2003), Error (2004), Error Solo (2005), Percepção do Outro (2007), Assinaturas (2008), Perception of the Other (2008) and S.E. (2005). In 2008, the group received the Prêmio Klauss Vianna de Dança from FUNARTE in the group maintenance category, and in 2010 Elke was awarded the Prêmio Edital Bolsa Residência em Artes Cênicas from FUNARTE to carry out her research at the Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia, in Salvador.


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noVoS coreógrafoS

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Dança em Curva Denise Rodrigues e Edvan Monteiro sp – brasil

Direção geral / General direction: Denise Rodrigues e Edvan Monteiro Artista plástica / Visual artist: Denise Rodrigues Intérprete-criador / Creator/performer: Edvan Monteiro Assistente de montagem plástica / Art setup assistant: Hannah Zarco Assistente de composição em tempo real / Real-time composition assistant: Flavia Sá Captação de imagens / Image capture: Bruno Patto Iluminação / Lighting: Cia Etra Trilha sonora / Soundtrack: Cia Etra/DJ Dexter Fotografia / Photography: Alex Hermes DURAÇÃO: 20 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURATION: 20 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD

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Dança em Curva é resultado do encontro entre a dança e as artes visuais. Nesta performance Edvan Monteiro propôs à artista plástica Denise Rodrigues desenvolver um trabalho de pesquisa centrada no movimento/gesto contido na dança e na ação de desenhar: tal ato interativo entre os gestos de um dançarino e a linha do desenho concretiza-se no movimento real e visível do corpo em movimento. As linhas curvas não são uma cópia da dança e sim uma representação bidimensional equivalente aos movimentos do bailarino. Denise Rodrigues mora e trabalha em Santos (SP), onde nasceu. Em 2010, formou-se em Artes Visuais, e desde então desenvolve uma poética voltada aos processos criativos do desenho e da pintura, utilizando linguagens relacionadas ao vídeo e à performance. Edvan dirige a Cia. Etra de Dança e integra o Núcleo de Pesquisa de Movimento e o Imaginário Coletivo de Arte. Suas coreografias são elaboradas a partir de improvisações e o diálogo com outras expressões artísticas.


DANCE IN A CURVE

Dança em Curva is a result of the encounter between dance and the visual arts. In this performance Edvan Monteiro asked visual artist Denise Rodrigues to develop a research work centered on the movement/ gesture contained in dance and in the action of drawing: this interactive act between the gestures of a dancer and the line of a drawing is concretized in the real and visible motion of the body in movement. The curved lines are not a copy of the dance but rather a bidimensional representation equivalent to the dancer’s movements. Denise Rodrigues lives and works in Santos/SP, the city where she was born. In 2010, she graduated in visual arts, and since then has developed a poetics focused on the creative processes of drawing and painting, using languages related to video and performance. Edvan directs Cia. Etra de Dança and is a member of the Núcleo de Pesquisa de Movimento and the Imaginário Coletivo de Arte. His choreographies are elaborated based on improvisations and the dialogue with other artistic expressions.


Jimmy, the Jungle Beast Bernardo Stumpf sp – brasil

Criação e performance / Creation and performance: Bernardo Stumpf Assistência de direção / Assistant director: Cândida Monte Colaboração / Collaboration: Daniel Figueiredo e Thiago Gomes Produção / Production: Expressão – Gestão e Produção Cultural DURAÇÃO: 30 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURATION: 30 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD

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Jimmy, The Jungle Beast é um trabalho que começou com improvisação, seleção de movimentos, mas que enveredou para outros caminhos. O intérprete-criador investiga a relação com outras mídias e realiza uma pesquisa que busca diferentes possibilidades de produzir gestos, e cujo resultado é uma performance marcada por narrativas, representações e projeções. Para Stumpf, muito mais que o resultado coreográfico, vale a reflexão gerada durante a realização da obra, como as diferentes maneiras de pensar, produzir e distribuir arte. Jimmy é o ponto de partida para uma pesquisa coreográfica que deve desdobrarse e aprofundar-se em outros espetáculos. O foco de sua pesquisa está em investigar as conexões entre a fisicalidade proveniente de sua formação em dança de rua e a crítica instalada em outras linguagens do pensamento artístico contemporâneo. A performance Jimmy, The Jungle Beast é a primeira pesquisa individual de Bernardo Stumpf, que atuou como intérprete-criador do Grupo de Rua de Niterói, com Bruno Beltrão, e hoje integra o corpo de bailarinos da Companhia de Dança da Cidade – UniverCidade, da qual cursa o quarto período de Licenciatura em Dança.


JIMMY, THE JUNGLE BEAST

Jimmy, The Jungle Beast is a work that began with improvisation and a selection of movements, but which wound up going in other directions. The creator/ performer investigates the relation with other media and carries out a research that seeks different possibilities of producing gestures. The result is a performance marked by narratives, representations and projections. For Stumpf, much more than the choreographic result, the important thing is the reflection generated during the realization of the work concerning the different ways of thinking, producing and distributing art. Jimmy is the starting point for a choreographic research that should be unfolded and deepened in other shows. His research is focused on investigating the connections between the physicality arising from his background in street dance and the criticism installed in other languages of contemporary artistic thought. The performance Jimmy, The Jungle Beast is the first individual research by Bernardo Stumpf, who was a creator/performer with the Grupo de Rua de Niterói, with Bruno Beltrão, and is currently a member of the dance cast Companhia de Dança da Cidade – UniverCidade – where he is now in the fourth period toward his degree in dance.

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Ma Vie Aspásia Mariana ce – brasil

Concepção, coreografia e intepretação / Concept, choreography and interpretation: Aspásia Mariana Iluminação / Lighting: Aspásia Mariana e Walter Façanha Figurino / Costumes: Ruth Aragão Edição de trilha sonora / Soundtrack editing: Aspásia Mariana Voz off / Voice in off: Laya Lopes (o jardim das horas) Orientação coreográfica / Choreographic orientation: Gustavo Ciríaco e Paulo Caldas Texto livremente inspirado no livro / Text freely inspired by the book: Quinze Ans de Ma Vie, de Loïe Fuller DURAÇÃO: 15 MINUTOS LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS DURATION: 15 MINUTES SUITABLE FOR ALL AGES

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No solo investigativo da relação entre dança, teatro e iluminação cênica Ma Vie, a artista usa o corpo como suporte para essa pesquisa, inspirada na obra da bailarina Loïe Fuller, uma das pioneiras da dança moderna ao estabelecer em suas coreografias um diálogo entre a dança e a luz. Para criar Ma Vie, Aspásia toma como base Quinze Ans de Ma Vie, autobiografia de Loïe. Aspásia Mariana é bailarina contemporânea com formação técnica em sapateado. Atriz e performer, ela desenvolve um trabalho com dança e mídias digitais onde investiga a relação das poéticas tecnológicas, colaboração em rede, criação em tempo real e a dança pensada para a câmera. Atua em Mov Out Loud de Felipe Viegas, com a criação de uma frase coreográfica produzida especialmente para a câmera e continuada através de vídeos postados na plataforma RHIZ.EU. Em parceria com Márcio Medeiros, elaborou a perfomance Não se Deve chutar um cachorro machucado, um estudo que pretende compor uma obra estendida a todos os que queiram dialogar e utilizar a internet como meio para uma criação coletiva. Participou de Tecido Afetivo – por uma dramaturgia do encontro, que teve como proposta convidar 15 artistas e/ou pesquisadores de diferentes locais do Brasil, da área da dança e da performance, para uma co-habitação de cinco dias no Ceará, a fim de conversarem e aproximarem inquietações sobre dramaturgia. Também estudou na École Média Art – Fructidor, em Châlon, na França, com Robert Wechsler.


MA VIE In the solo piece Ma Vie, the artist uses her body as a support for research in the field between dance and technology inspired in the work of dancer Loïe Fuller, one of the pioneers of modern dance, who established a dialogue between dance and light in her choreographies. Aspásia took Loïe’s autobiography, Quinze Ans de Ma Vie, as her basis to create Ma Vie, a solo piece that investigates the relation between dance, theater and stage lighting. Aspásia Mariana is a contemporary dancer who has trained extensively in tap dancing. An actress and performer, she has been developing a work with dance and digital media where she investigates the relation of the technological poetics, collaboration in a network, creation in real time, and video dance. She performs in Mov Out Loud by Felipe Viegas, with the creation of a choreographic phrase produced especially for the camera and continued through videos posted on the RHIZ.EU platform. In partnership with Márcio Medeiros she elaborated the performance Não se Deve chutar um cachorro machucado, a study that aims to compose a work directed to everyone who wishes to dialogue and use Internet as a means for collective creation. She participated in Tecido Afetivo – por uma dramaturgia do encontro, in which 15 artists and/ or researchers in the dance and performance area, from different parts of Brazil, were invited to spend five days living together in Ceará, holding conversations about their uneasinesses in regard to dramaturgy. She also studied at École Média Art – Fructidor, in Châlon, France, with Robert Wechsler.


Punto Ciego Joel Inzunza & Compañía CHILE E ARGENTINA

Direção e Intérprete-criador / Creator/performer: Joel Inzunza Leal Música / Music: Jorge Grela Assistência geral / Direction: Darwin Mora Iluminação / Lighting: Mirella Brandi Produção / Production: Marisa Riccitelli Sant’ana DURAÇÃO: 28 MINUTOS NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS DURATION: 28 MINUTES NOT RECOMMENDED FOR VIEWERS UNDER 16 YEARS OLD

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Uma das características marcantes do trabalho de Joel Inzunza é a investigação do corpo como recurso expressivo da cena. No solo Punto Ciego, o corpo do intérprete é o instrumento para retratar um homem solitário. Nesta coreografia, Joel apresenta diferentes estados de tensão corporal. As ideias de confinamento e abandono são trabalhadas em cena por meio de uma série de imagens. A sensação de solidão vem por meio de uma vigorosa movimentação coreográfica e sua relação com o espaço. O vazio no palco é um aliado para dar mais dramaticidade a Punto Ciego, em que o jogo de luzes e a trilha sonora reforçam esse sentimento no espectador. A coreografia estreou em julho de 2009, em Artistas del Acero (Concepción, Chile), e posteriormente foi apresentada no Teatro Municipal de Araraquara (São Paulo, Brasil), e no X Festival El Cruce (Rosário, Argentina). Joel Inzunza é um jovem coreógrafo que se divide entre o Chile e a Argentina. Começou seus estudos em dança em 1999, nos estúdios da Escuela Formanción de Bailarines Del Centro Calaucán na cidade de Concepción, no Chile. Em 2003, conseguiu uma bolsa de estudos concedida pela Embaixada da França em seu país para um estágio de aperfeiçoamento na Escola Superior do Centro Nacional de Dança Contemporânea em Angers. Em Buenos Aires, na Argentina, deu continuidade a sua formação com Susana Tambutti e outros coreógrafos. Em março de 2008, criou a Joel Inzunza & Compañía e desenvolveu o Projeto Laboratório Coreográfico 2008, que marcou o começo de uma linha de investigação em torno do corpo como recurso expressivo da cena. O projeto convocou atores, bailarinos, produtores, designers gráficos e uma série de patrocinadores que deram forma a obras como, entre outras, Malón Sauvignon, Secretos del Silencio, Codigo e L’envolée du Temps. Apresentou seus trabalhos em diversos festivais: Escena Cero (Concepción, Chile), Temporada Primaveral de Danza de Sala Andes (Concepción-Chile), Temporada de Danza Escenalborde (Valparaíso, Chile), Festival Ciudanza edição 2009 e 2011 (Buenos Aires, Argentina), Cilo Mirá ! (Buenos Aires, Argentina), Experiencias en Escena del Centro Cultural Borges (Buenos Aires, Argentina), Festival El Cruce (Rosario, Argentina), Festival Internacional de Arte Fronteiras (Araraquara, Brasil). Desde 2009, vem organizando o Festival Internacional Danza & Tendencias com sede na cidade de Concepción, no Chile. Foram três edições com a participação de artistas latino-americanos e europeus.


PUNTO CIEGO One of the striking characteristics of Joel Inzunza’s work is the investigation of the body as an expressive resource of the scene. In the solo piece Punto Ciego the body of the performer is the tool used to portray a solitary man. In the choreography, Joel presents different states of corporal tension. The ideas of confinement and abandonment are dealt with on the stage through a series of images. The sensation of solitude arises from a vigorous choreographic movement and its relation with space. The void on the stage is an ally for enhancing the dramaticity of Punto Ciego. The interplay of lights and soundtrack reinforce this feeling for the spectator. The choreography premiered in July 2009, at Artistas del Acero (Concepción, Chile), and was later presented at the Teatro Municipal de Araraquara (São Paulo, Brazil), and at the X Festival El Cruce (Rosário, Argentina). Joel Inzunza is a young choreographer who divides his time between Chile and Argentina. He began his studies in dance in 1999, in the studios of the Escuela Formanción de Bailarines del Centro Calaucán in the city of Concepción, Chile. In 2003, he received a study grant from the French Embassy in his country to train at the Superior School of the National Center of Contemporary Dance in Angers. He continued his training with Susana Tambutti as well as other choreographers in Buenos Aires, Argentina. In March 2008, he created Joel Inzunza & Compañía and developed the Projeto Laboratório Coreográfico 2008, which marked the beginning of a line of investigation into the body as an expressive scenic resource. The project brought together actors, dancers, producers, graphic designers and a series of sponsors who gave shape to works such as Malón Sauvignon, Secretos del Silencio, Co_digo, L’envolèe du Temps and others. He has presented his works in various festivals such as Escena Cero (Concepción, Chile), Temporada Primaveral de Danza de Sala Andes (Concepción-Chile), Temporada de Danza Escenalborde (Valparaíso, Chile), and the 2009 and 2011 editions of the Festival Ciudanza (Buenos Aires, Argentina), as well as at Cilo Mirá! (Buenos Aires, Argentina), Experiencias en Escena del Centro Cultural Borges (Buenos Aires-Argentina), and the 10th edition of the Festival El Cruce (Rosario, Argentina). He has also presented his works in Brazil, participating in the Festival Internacional de Arte Fronteras in the city of Araraquara, São Paulo. Since 2009, he has been organizing the Festival Internacional Danza & Tendencias, headquartered in the city of Concepción, Chile. There have been three editions with the participation of Latin American and European artists.


Debatedora convidada Ana Teixeira SP – brasil

INVITED DEBATER

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Bate-papo com o público para discutir os trabalhos apresentados na Mostra de Novos Coreógrafos. Artista e pesquisadora na área da dança, Ana Teixeira é mestre (2008) em Comunicação e Semiótica (PUC/SP/CNPq) e doutoranda pelo mesmo programa. É formada em Educação Física pela Universidade de Caxias do Sul (1991-UCS-RS), e em Arts du Spectacle Mention Danse (2002-Université Paris VIII-França). Atuou como bailarina profissional entre os anos de 1988 e 2004 nas companhias Balé da Cidade de São Paulo (Brasil) e Staats Theater Kassel (Alemanha). Foi Diretora artística assistente do Balé da Cidade de São Paulo (2003 a 2009), e atualmente é pesquisadora e redatora para a Enciclopédia Itaú Cultural de Dança, e consultora para o programa Dança Contemporânea da SESCTV. É membro da comissão da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).

A chat with the public to discuss about the works presented at the Mostra de Novos Coreógrafos. An artist and researcher in the area of dance, Ana Teixeira is a PhD candidate in communication and semiotics (PUC/SP/CNPq) with a master’s degree in the same program (2008). She holds a BA in physical education from the Universidade de Caxias do Sul (1991–UCS– RS), and in Arts du Spectacle Mention Danse (2002–Université Paris VIII–France). She worked as a professional dancer from 1988 to 2004, in companies that most notably include the Balé da Cidade de São Paulo and StaatsTheater Kassel (Germany). She served as assistant artistic director of the Balé da Cidade de São Paulo (2003 to 2009). She is currently a researcher and writer for the Enciclopédia Itaú Cultural de Dança and a consultant for the Dança Contemporânea program of SESCTV. She is a member of the commission of the APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).


atividades formativas LANÇAMENTO DE LIVRO

Temas para a dança Brasileira Edições SESC SP Temas para a dança brasileira, publicação Edições SESC SP, reúne artigos de críticos, curadores e pesquisadores nacional e internacionalmente renomados, sobre importantes e urgentes questões relacionadas à dança contemporânea no Brasil. No livro estão compilados artigos sobre os seguintes temas: A crítica de dança e o jornalismo cultural no Brasil (Beatriz Cerbino, Nani Rubin e Paulo Caldas); Produção em dança: especificidades de um ofício (João Carlos Couto, Maíra Spanghero e Leonel Brum); Estratégias de colaboração para a dança no Brasil (Andréa Bardawil, Marcos Bragato, Marina Guzzo & Simone Avancini, Nirvana Marinho e Rosa Primo); e Dramaturgia e dança: tendências estéticas e processos de criação (Ana Pais, Silvia Soter, Thereza Rocha e Fátima Saadi). Participam deste lançamento Maíra Spanghero, Thereza Rocha, Andrea Bardawil, Beatriz Cerbino e Simone Avancini. Mediação de Sigrid Nora.

Maíra Spanghero (BA) Professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Graduada (1994) em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Possui Mestrado (2000) e Doutorado (2005) em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É pós-doutora (2010) em Dança pela Brunel West London University, no Reino Unido. Desde 2009, é membro do corpo editorial da revista O Mosaico. Entre 2004 e 2010, faz parte do corpo docente do Departamento de Ciência da Computação da PUC-SP e leciona nos cursos de Tecnologia e Mídias Digitais, Comunicação em Multimeios e Publicidade. Pesquisa as relações entre dança, ciência e tecnologia. Tem experiência nas áreas de Crítica, Curadoria e Consultoria em Dança. Atua na área de Artes, com ênfase em Teoria da Dança.

Thereza Rocha (CE) Pesquisadora de dança, dramaturgista e diretora. Doutoranda em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora dos cursos de graduação em Dança da Universidade Federal do Ceará. Prêmio Funarte Klauss Vianna para a montagem do espetáculo 3 Mulheres e um Café: uma conferência dançada com o pensamento em Pina Bausch (Espaço SESC RJ, 2010). Colunista do portal idança.net.

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Andrea Bardawil (CE) Coreógrafa formada pelo Colégio de Dança do Ceará. Foi uma das selecionadas no projeto Rumos Itaú Cultural Dança – 2000, com o trabalho Do que se pode dizer…, e ganhou a Bolsa Vitae de Artes – 2000, com o projeto O Tempo da Delicadeza. Foi coordenadora do Núcleo de Dança do Alpendre e do Curso Técnico em Dança, realizado pelo Senac, Secult e Centro Cultural Dragão do Mar. É coordenadora pedagógica da Bienal Internacional de Dança do Ceará e coordenadora do Curso Técnico em Dança, realizado pelo IACC, SENAC e Secult. É um dos curadores desta edição da Bienal SESC de Dança.

Beatriz Cerbino (RJ) Estuda (Graduação, 2000) no Centro Universitário da Cidade (RJ), no curso de Dança, com habilitação em Licenciatura em Dança. Continua a sua formação acadêmica (Mestrado, em 2003) no Programa de Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, com a dissertação Nina Verchinina e a dança moderna brasileira: o papel da crítica jornalística de um pensamento em dança. Inscreve-se no Programa de PósGraduação (Doutorado) em História Social da Universidade Federal Fluminense, com a tese Cenários Cariocas: o Ballet da Juventude entre a tradição e o moderno. Nesse período realiza estágio de doutoramento na Universidade de Nova York, no Programa de Estudos da Performance, tese defendida em 2007. Atualmente é Professora da Universidade Federal Fluminense, no curso de graduação em Produção Cultural, no Polo Universitário de Rio das Ostras, onde ministra disciplinas na área da Dança e desenvolve projetos de extensão universitária e iniciação científica sobre Crítica em Dança. É professora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Arte, também pela UFF. Tem experiência na área de Artes e História, com ênfase em Dança, atuando principalmente nos temas história, memória e crítica em dança. Sua experiência como docente abrange passagens por: UniverCidade; cursos de Dança e Comunicação Social, Faculdade Angel Vianna e Curso técnico da Escola Angel Vianna.

Simone Avancini (SP) Gerente Adjunta do SESC Santana, foi assistente da área de Dança do Regional SESC SP de 2005 a meados de 2011. Atua no SESC SP desde 1993, inicialmente como instrutora de dança e a partir de 1998 como animadora cultural. Formada (1994) em Educação Física pela Faculdade de Educação Física de Santo André, tem especialização em Fisiologia do Exercício pela Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, e em Semiótica Psicanalítica - Clínica da Cultura pela PUC-SP. Fez cursos em Gestão de Projetos e Produção Cultural e Administração pela Fundação Getúlio Vargas. Estudou balé clássico e dança moderna em diversas escolas do ABC. Participou do Projeto Dança, Reflexão e Ação para uma Visão Multidisciplinar, promovido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Foi idealizadora do projeto Fora do Eixo, ganhador do prêmio APCA 2004.

Mediação Sigrid Nora (RS) Possui Graduação (1975) em Licenciatura de Curta Duração de Estudos Sociais pela Universidade de Caxias do Sul, Graduação (1983) em Licenciatura Plena em Enfermagem pela Universidade de Caxias do Sul, Graduação (1983) em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade de Caxias do Sul, Mestrado (2000) em Comunicação e Semiótica pela PUC - SP e Doutorado (2005) em Comunicação e Semiótica pela PUC - SP. É docente na Universidade de Caxias do Sul (RS). Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: dança, cultura, políticas culturais e sociais, artes cênicas, corpo e contemporaniedade Classificação etária: 16 anos

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training activities THEMES FOR BRAZILIAN DANCE Book release

Temas para a dança brasileira, published by Edições SESC SP, is a collection of articles by nationally and internationally renowned critics, curators and researchers concerning important and urgent questions related to contemporary dance in Brazil. The articles, written in Portuguese, cover the following themes: The criticism of dance and cultural journalism in Brazil (Beatriz Cerbino, Nani Rubin and Paulo Caldas); Production in dance: specificities of a practice (João Carlos Couto, Maíra Spanghero and Leonel Brum); Strategies of collaboration for dance in Brazil (Andréa Bardawil, Marcos Bragato, Marina Guzzo & Simone Avancini, Nirvana Marinho and Rosa Primo); and Dramaturgy and dance: aesthetic trends and processes of creation (Ana Pais, Silvia Soter, Thereza Rocha and Fátima Saadi). The release enjoys the participation of Maíra Spanghero, Thereza Rocha, Andrea Bardawil, Beatriz Cerbino and Simone Avancini. Mediated by Sigrid Nora. Maíra Spanghero (BA) – A professor with the School of Dance at the Universidade Federal da Bahia. Graduated in psychology from the Universidade Federal de Santa Catarina (1994). Holds a master’s (2000) and PhD (2005) in communication and semiotics from the Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Has done postdoctoral work in dance at Brunel West London University, in the United Kingdom (2009/10). Since 2009 she has been a member of the editorial staff of the magazine O Mosaico. Between 2004 and 2010, she was on the faculty of the Computer Science Department of PUC-SP and taught in the courses of Technology and Digital Media, Communication in Multimedia, and Advertising. She researches the relations between dance, science and technology. With experience in the areas of criticism, curatorship and consulting in dance, she is active in the arts area, with an emphasis on the theory of dance. Thereza Rocha (CE) – A researcher of dance, a dramaturgist and director. A PhD candidate in scenic arts at the Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Holds a master’s in communication and culture from the Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A professor in the undergraduate courses in dance at the Universidade Federal do Ceará (UFC). Winner of the Prêmio Funarte Klauss Vianna for the staging of the show 3 Mulheres e um Café: uma conferência dançada com o pensamento em Pina Bausch (Espaço SESC/RJ, 2010). Columnist of the portal idança.net. Andrea Bardawil (CE) – A choreographer trained at the Colégio de Dança do Ceará. She was one of the artists selected for the Rumos Itaú Cultural Dança 2000 project, with the work Do que se pode dizer…, and received the Bolsa Vitae de Artes 2000, with the project O Tempo da Delicadeza. She was a coordinator of the Núcleo de Dança do Alpendre and the Curso Técnico em Dança, held by SENAC, SECULT and the Centro Cultural Dragão do Mar. She is the pedagogical coordinator of the Bienal Internacional de Dança do Ceará and the coordinator of the Curso Técnico em Dança, held by IACC, SENAC and SECULT. She is one of the curators of this edition of the Bienal SESC de Dança.

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Beatriz Cerbino (RJ) – Is a graduate of the Centro Universitário da Cidade (UniverCidade) Rio de Janeiro/RJ in the dance course, having received her BA in 2000. She continued her academic training in the master’s program in communication and semiotics of PUC-SP with the dissertation Nina Verchinina e a dança moderna brasileira: o papel da crítica jornalística de um pensamento em dança,” defended in 2003. That same year, she continued her academic studies by beginning her PhD work in the postgraduate program in social history of the Universidade Federal Fluminense (UFF) with the thesis “Cenários Cariocas: o Ballet da Juventude entre a tradição e o moderno.” In this period she completed a phase of her doctoral work at New York University in the performance studies program. She defended her thesis in 2007. She is currently a professor at UFF, in the undergraduate course in cultural production at the Pólo Universitário de Rio das Ostras/PURO, where she teaches in the area of dance and works with university extension and scientific initiation projects concerning dance criticism, while also serving as a professor with the Art Science/PPGCA postgraduate program, also at UFF. She has experience in the area of arts and history, with an emphasis on dance, principally working with the themes of history, memory and criticism in dance. Her experience as a professor includes stints at the following university-level centers: UniverCidade, the courses of dance and social communication at Faculdade Angel Vianna, and the technical course at Escola Angel Vianna. Simone Avancini (SP) – An adjunct manager of SESC Santana, she was an assistant in the dance area at Regional SESC SP from 2005 to May 2011. She has worked with SESC SP since 1993, first as a dance instructor and from 1998 on as a cultural animator. She received her degree in physical education from the Faculdade de Educação Física de Santo André (FEFISA) in 1994. She holds a specialization degree in physiology of exercise from the Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina, and in psychoanalytic semiotics – a clinical approach to culture from PUC–SP. She has also taken courses in project management and cultural production and administration from the Fundação Getúlio Vargas. She has studied classical ballet and modern dance at various schools in the Greater São Paulo Metropolitan Region. She participated in the Projeto Dança, Reflexão e Ação para uma Visão Multidisciplinar, put on by the São Paulo State Secretary of Culture. She conceived the project Fora do Eixo, which won the APCA prize in 2004. Sigrid Nora (RS) (Mediator) – Holds a degree in social studies from the Universidade de Caxias do Sul (1975), a degree in nursing and obstetrics from the Universidade de Caxias do Sul (1983), a master’s in communication and semiotics from PUC/SP (2000), and a PhD in communication and semiotics from PUC/SP (2005). She is a professor at the Universidade de Caxias do Sul (RS). She has experience in the education area, working mainly with the following themes: dance, culture, cultural and social policies, scenic arts, the body and contemporaneity. Age classification: 16 and over

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ENCONTROS PROVOCATIVOS Pesquisadores e artistas trocam informações e conversam com o público

Thereza Rocha e Denise Stutz Thereza Rocha é pesquisadora de dança, dramaturgista e diretora. Doutoranda em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora dos cursos de graduação em dança da Universidade Federal do Ceará. Prêmio Funarte Klauss Vianna para a montagem do espetáculo 3 Mulheres e um Café: uma conferência dançada com o pensamento em Pina Bausch (Espaço SESC RJ, 2010). Denise Stutz iniciou seus estudos de dança em Belo Horizonte. Em 1975, junto com outros dez bailarinos, fundou o Grupo Corpo. Com Lia Rodrigues, trabalhou como bailarina, professora e assistente de direção. Há dez anos cria e interpreta suas próprias obras, com grande circulação nacional e internacional. Classificação etária: 16 anos

Peter Pál Pelbart e Marcelo Evelin Peter Pál Pelbart é filósofo e ensaísta. Estudioso da obra de Gilles Deleuze, traduziu para o português Conversações, Crítica e Clínica e parte de Mil Platôs. Possui graduação (1983) em Filosofia pela Sorbonne - Paris IV e doutorado (1996) em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Trabalha com filosofia contemporânea. Escreveu sobre a concepção de tempo em Deleuze (O tempo não reconciliado, Perspectiva, 1998), sobre a relação entre filosofia e loucura (Da clausura do fora ao fora da clausura: Loucura e Desrazão, Brasiliense, 1989 e A Nau do tempo-rei, Imago, 1993) e sobre a relação entre política e subjetividade (A vertigem por um fio: Políticas da subjetividade contemporânea, Iluminuras, 2000, e Vida Capital, Iluminuras, 2003). É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Marcelo Evelin é bailarino, coreógrafo, diretor, pesquisador e professor de improvisação e composição. Deixou o Brasil em 1986 para estudar dança e coreografia em Paris, na França, onde estudou com Philippe Decoufle, Josef Nadj e Karine Saporta. Dois anos depois, mudou-se para Amsterdam, na Holanda, onde foi aluno da Universidade de Nova Dança (SNDO) e integrou a Companhia de DançaTeatro The Meekers, de Arthur Rosenfeld. Foi estagiário da Companhia de Pina Bausch, em Wuppertal, na Alemanha, antes de iniciar sua carreira como coreógrafo profissional subvencionado pelo governo holandês, criando a Companhia Demolition Inc. e desde então assinando – como roteirista, diretor e coreógrafo – mais de 25 espetáculos. Atualmente trabalha como dramaturgo e professor de improvisação e composição na Escola superior de artes de Amsterdam, nos departamentos de mímica e dança moderna. Seus últimos trabalhos foram Loaded (para o teatro Hetveem em Amsterdam), The wakening (videodança criado em colaboração com Sergio Gridelli), Luoghi de Solitudene (espetáculo de Alex Guerra criado em Roma) e Self-service (criado para o ateliê de coreógrafos em Salvador, Bahia), todos em 2005. Em 2006 criou Bull Dancing, uma coprodução Brasil-Holanda. Em 2006 assumiu a direção do Teatro João Paulo II em Teresina, Piauí, onde implantou e dirige o Centro e o Núcleo de Criação do Dirceu, uma plataforma voltada para a pesquisa e desenvolvimento das artes cênicas contemporâneas. Classificação etária: 16 anos

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PROVOCATIVE ENCOUNTERS Researchers and artists exchange information and converse with the public

Thereza Rocha and Denise Stutz Thereza Rocha is a researcher in dance, a dramaturgist and director. A PhD candidate in scenic arts at the Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), she holds a master’s in communication and culture from the Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). She is a professor in the undergraduate courses in dance at the Universidade Federal do Ceará (UFC). She received the Prêmio Funarte Klauss Vianna for staging the show 3 Mulheres e um Café: uma conferência dançada com o pensamento em Pina Bausch (Espaço SESC/ RJ, 2010). Denise Stutz began her studies in dance in Belo Horizonte. In 1975, together with another ten dancers, she founded Grupo Corpo. She worked with Lia Rodrigues as a dancer, teacher and assistant director. For the last ten years she has created and performed her own works, presented at many national and international venues. Age classification: 16 and over Peter Pál Pelbart and Marcelo Evelin Peter Pál Pelbart is a philosopher and essayist. A scholar in the work of Gilles Deleuze, he translated the French philosopher’s Conversations, Essays Critical and Clinical, and part of Thousand Plateaus into Portuguese. He holds a BA in philosophy from the Sorbonne (Paris IV – 1983) and a PhD in philosophy from the Universidade de São Paulo (1996). He is currently a professor at the Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. He works with contemporary philosophy. He has written about the conception of time in Deleuze (O tempo não-reconciliado, Perspectiva, 1998), about the relation between philosophy and insanity (Da clausura do fora ao fora da clausura: Loucura e Desrazão, Brasiliense, 1989 and A Nau do tempo-rei, Imago, 1993) and about the relation between policy and subjectivity (A vertigem por um fio: Políticas da subjetividade contemporânea, Iluminuras, 2000, and Vida Capital, Iluminuras, 2003). He holds a CNPq Productivity in Research fellowship. Marcelo Evelin is a dancer, choreographer, director, researcher and teacher of improvisation and composition. He left Brazil in 1986 to study dance and choreography in Paris, France, where he studied with Philippe Decoufle, Josef Nadj and Karine Saporta. Two years later he took up residence in Amsterdam, Holland, where he studied at the University of New Dance (SNDO) and was a member of Arthur Rosenfeld’s theater-dance company The Meekers. He was a trainee with Pina Bausch’s company in Wuppertal, Germany, before beginning his career as a professional choreographer subsidized by the Holland government, creating the company Demolition Inc. and since then creating more than 25 shows with script, direction and choreography of his authorship. He is currently working as a dramatist and teacher of improvisation and composition at the Superior School of Arts of Amsterdam, in the departments of mime and modern dance. His works include Loaded (for Hetveem theater in Amsterdam), The Wakening (a video dance created in collaboration with Sergio Gridelli), Luoghi de Solitudene (a piece by Alex Guerra, created in Rome) and Self-Service (created for the studio of choreographers in Salvador-Bahia), all in 2005. In 2006 he created Bull Dancing, a Brazil-Holland coproduction. In 2006 he assumed the direction of the Teatro João Paulo II in Teresina-Piauí, where he founded and implanted the Centro and Núcleo de Criação do Dirceu, a platform for research and development of contemporary scenic arts. Age classification: 16 and over

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WORKSHOP

Improvisação e Composição Com Samuel Lefeuvre e Nicolas Vladslav. Sob a influência de várias experiências, Samuel e Nicolas desenvolveram cada qual uma linguagem particular de movimento. Durante este workshop, aos participantes serão introduzidos esses métodos por meio de improvisação e composição. Desde sua cooperação com Alain Platel, com Lisi Estaras e com Peeping Tom, Samuel Lefeuvre explora a maneira de o movimento estar relacionado a estados emocionais, através da combinação de improvisação e material concreto de dança. Ele desenvolve também diferentes maneiras de criação de movimentos com base em estados teatrais e intensa força física. Nicolas Vladyslav está constantemente buscando inter-relacionar acrobacias com sua linguagem de movimento. Durante sua colaboração com o coreógrafo e bailarino Sidi Larbi Cherkaoui, desenvolveu os aspectos teatrais de sua linguagem de dança, caracterizada por um fluente e contínuo trabalho de solo. O workshop iniciase com uma aula técnica, cuja primeira parte focará aptidões acrobáticas e fluência de movimento, e cuja segunda focará improvisação e condições físicas. Após essa aula, segue-se uma sessão de pesquisa criativa, baseada no material de dança da aula. Indicado para pessoas com experiência em dança. Classificação etária: 16 anos

IMPROVISATION AND COMPOSITION

With Samuel Lefeuvre and Nicolas Vladslav. Under the influence of various experiences, Samuel and Nicolas have each developed a particular language of movement. During this workshop the participants will be introduced to these methods by way of improvisation and composition. Since his cooperation with Alain Platel, LisiEstaras and Peeping Tom, Samuel Lefeuvre has explored how movement can be related to emotional states, through the combination of improvisation and the concrete material of dance. He also develops different manners of creating movements based on theatrical states and intense physical force. Nicolas Vladyslav is constantly seeking to interrelate acrobatics with his language of movement. During his collaboration with choreographer and dancer Sidi Larbi Cherkaoui, he developed the theatrical aspects of his language of dance, characterized by a fluent and continuous solo work. The workshop begins with a class in technique, whose first part will focus on acrobatic aptitudes and fluency of movement, while the the second part will focus on improvisation and physical conditions. After this class there will be a session of creative research, based on the dance material presented in the class. Recommended for people with experience in dance. Age classification: 16 and over

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“Novas corporeidades se inventam entre a música e o silêncio, entre a imagem e o som, entre o movimento e a paragem, entre a presença e a ausência, entre a ética e a estética, entre o que vemos e o que nos olha.” Georges Didi-Huberman

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LOCAIS Boulevard da Rua XV de Novembro Rua XV de Novembro – Centro / Rua XV de Novembro – Downtown

Com quase 120 anos, a via é considerada uma das mais tradicionais da cidade, tendo tido o seu maior destaque na década de 1920, época áurea do café. O local abriga a Bolsa do Café, onde se regularizavam as operações dos grãos de todo o mundo. Em 2002, a reurbanização da rua resgatou a temática do café e o clima daquele tempo. A via ganhou calçadas, cerca de 1.700 m² de paralelepípedos tomaram o lugar do asfalto, e os postes de iluminação foram substituídos por modelos do início do século XX. Nearly 120 years old, it is considered one of the city’s most traditional streets, having reached its apex in the 1920s, during the golden era of coffee. The area is home to the Bolsa do Café, a commodities exchange that handles transactions in coffee worldwide. In 2002, the street was revamped to recover the theme of coffee and the climate of the coffee era. Sidewalks were added, 1,700 m² of cobblestones took the place of asphalt, and the light posts were substituted by models from the early 20th century.

Cadeia Velha

Praça dos Andradas, s/nº – Centro Praça dos Andradas, s/ nº – Downtown Monumento arquitetônico de grande valor histórico, com mais de 2.000 m², foi projetado em 1836, mas concluído 30 anos depois. Abrigou a Câmara, a cadeia, o fórum, intendência, delegacias de polícia, e foi palco da proclamação, em 1894, da primeira – e única – Constituição Municipal do País. Construído em pedra e cal, o prédio segue o estilo Brasil Colônia e hoje abriga a Oficina Cultural Regional Pagu. This architectural monument with great historical value and an area of more than 2 thousand m² was designed in 1836, but only completed 30 years later. It housed City Hall, the jail, the court and the city administration, as well as police departments, and was the stage for the 1894 proclamation of the first and only municipal constitution in Brazil. Constructed in stone and lime, in Brazilian colonial architectural style, the building currently houses the Oficina Cultural Regional Pagu.

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Casa da Frontaria Azulejada Rua do Comércio, 92 – Centro Rua do Comércio, 92 – Downtown

É uma das mais significativas obras arquitetônicas de Santos, construída em 1865, para residência e armazém do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Netto. O prédio, com dois pavimentos, ficou conhecido pela sua fachada de influência neoclássica, decorada por azulejos em alto-relevo importados de Portugal. Com os anos, o sobrado passou a ser utilizado como escritório, hotel, armazém de cargas e, por fim, como depósito de adubos químicos. Em 1986, quando foi desapropriada pela Prefeitura, a casa estava semidestruída, sem o teto e sem o piso superior. A recuperação da fachada aconteceu em 1992, com a devolução da estrutura original da porta principal e dos azulejos, restaurados ou reproduzidos. Realizado pelo artista plástico Luís Sarasá, o trabalho constituiu tarefa artesanal, para cujo resultado se contabilizaram sete mil peças novas. Ali funciona, desde 2006, o maior espaço cultural do Centro Histórico. This building is one of the most significant architectural works in Santos, constructed in 1865 as the residence and storehouse of Portuguese Commander Manoel Joaquim Ferreira Netto. This two-story structure became known for its façade with neoclassical influences, made up of highrelief tiles imported from Portugal. Over the years, the house was used as an office, hotel, cargo storehouse, and, finally, as a storehouse for chemical fertilizer. In 1986, when it was expropriated by the city government, the house was half-standing, without a roof or second floor. The recovery of the façade was carried out in 1992, with restoration of the original structure of the main door and restoration or reproduction of the tiles. Carried out by visual artist Luís Sarasá, this work required artisanal skills and labor, with the production of seven thousand new pieces. Since 2006, it has housed the largest cultural space of the Historic Downtown.

Emissário Submarino

Avenida Presidente Wilson, s/nº – José Menino Avenida Presidente Wilson, s/nº – José Menino O parque ocupa a plataforma do emissário submarino e avança 400 m mar adentro – ali estão instalados playground, pista profissional de skate com 1.100 m², ciclovia, mesas ao ar livre para jogos, o Museu do Surfe, arquibancada com capacidade para 600 pessoas junto ao quebra-mar, torre de observação para jurados em competições de surf e áreas de convivência. Há também heliporto, pistas para corrida e caminhada, e um monumento, de 15m de altura, em comemoração aos 100 anos da imigração japonesa, assinado pela artista plástica Tomie Ohtake. This park occupies the platform of the city’s submarine outfall and stretches 400m out into the ocean. It holds a playground, a professional 1,100-m² skateboard park, bicycle paths, open-air game tables, a surf museum, bleachers that seat 600 people at the breakwater, an observation tower for the judges of surf competitions, and public lounge areas. It moreover has a heliport, jogging and walking paths, and a 15-meter-high monument by visual artist Tomie Ohtake in commemoration of the 100th anniversary of Japanese immigration to Brazil.

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Estação da Cidadania Av. Ana Costa, 340 – Centro Av. Ana Costa, 340 – Downtown

A estação de trens de Santos foi inaugurada em 1913, pela Southern São Paulo Railway. Comprada pela Sorocabana em 1927, passou aos poucos a ter mais importância para a Mairinque-Santos. Foi concluída no final dos anos 1930. Da estação de Ana Costa partiam os trens de passageiros para Juquiá, ainda por muitos anos, até 1997, quando foram suprimidos. Depois, os trens do TIM – Trem Intermunicipal – ainda correram dali a Samaritá até 1999, quando também pararam. O prédio da estação hoje desativada é tombado pelo Patrimônio Histórico de Santos. A estação foi restaurada e entregue em abril de 2006. Em 28/08/2006, passou a abrigar o Fórum da Cidadania de Santos: um centro de informações e de tira-dúvidas para os moradores de Santos. The train station of Santos was inaugurated in 1913 by the Southern São Paulo Railway. When this company was purchased by the Sorocabana Railway in 1927, the station gradually began to be more important for the Mairinque-Santos line, completed at the end of the 1930s. Passenger trains departed from Ana Costa Station bound for Juquiá for many more years, until deactivated in 1997. Afterwards, the TIM inter-municipal trains still ran from there to Samaritá until 1999, when they also stopped. The station’s building is currently deactivated and has been declared an official heritage site by the Santos government. Restoration on the station was completed in April 2006. On August 28, 2006, it began to house the Fórum da Cidadania de Santos, an information center for residents of Santos.

Fonte do Sapo

Avenida Bartolomeu de Gusmão, s/nº – Aparecida Avenida Bartolomeu de Gusmão, s/nº – Aparecida District A Fonte do Sapo é um lugar muito apreciado pelas crianças, que utilizam seu entorno para brincar. Está localizada no bairro de Aparecida, nas proximidades do Canal 5. É possível , além de contemplar a beleza dos jatos d’água que atingem até oito metros de altura, também observar um chafariz decorado com quatro sapos, o que torna o local ainda mais peculiar. The Fonte do Sapo is much appreciated by children, who play in the areas around it. It is located in the district of Aparecida, near Canal 5. Besides contemplating the beauty of the water jets that reach as high as 8 meters, one can also observe a fountain decorated with four oversized frogs, which makes the place even more unique.

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Poupatempo

Rua João Pessoa, 246 – Centro Rua João Pessoa, 246 – Downtown O Poupatempo da Baixada Santista fica no centro de Santos e ocupa as instalações de um antigo armazém. Implantado em 1996, foi criado pelo Governo do Estado de São Paulo com intuito de facilitar o acesso do cidadão às informações e serviços públicos. Reúne, em um único local, um amplo leque de órgãos e empresas prestadoras de serviços de natureza pública. The Poupatempo da Baixada Santista is located downtown Santos in the facilities of an old storehouse. Implanted by the São Paulo State Government in 1996, the center holds many offices where people can get information and handle bureaucratic matters involving government agencies and service providers, all at the same place – hence the name poupatempo, which means “time-saver.”

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Praça Mauá

Rua General Câmara, s/nº – Centro Rua General Câmara, s/nº – Downtown A Praça Visconde de Mauá, que surgiu em 1801 como Largo da Misericórdia, é o centro nervoso da cidade. Recebeu o nome que hoje ostenta a 6 de outubro de 1887, numa homenagem ao Visconde de Mauá, empresário gaúcho considerado “o pai dos empreendedores brasileiros”. O logradouro abriga o Palácio José Bonifácio, construído em linhas clássicas e inaugurado em janeiro de 1939 como parte das comemorações do aniversário da cidade. Hoje a edificação é a terceira sede do poder, abrigando a Prefeitura e a Câmara dos Vereadores. Praça Visconde de Mauá is the city’s central nervous system. It holds the District Benchmark and the headquarters of the city’s executive and legislative branches – City Hall. The square arose in 1801, and was then called Largo da Misericórdia. On October 6, 1887, it received the name Praça Mauá, as an homage to the Viscount of Mauá, a businessman from the state of Rio Grande do Sul considered as the father of Brazilian entrepreneurs. The José Bonifácio Palace is the third seat of power. Constructed with classical lines, it holds the Mayor’s Office and City Hall, and was inaugurated in January 1939 as part of the celebrations for the city’s anniversary.


Praça da Paz Universal

Rua Waldemar Noschese, s/nº – Zona Noroeste Rua Waldemar Noschese, s/nº – Northwest Zone A maior praça da Zona Noroeste, com 22 mil m², recebeu recentemente uma reforma em duas de suas quadras poliesportivas. Conta ainda com mais uma quadra e um pequeno campo de areia. Localizada num bairro que vem crescendo ao longo dos anos, ela já foi palco de diversas apresentações musicais e do programa Rádio-Rap-Móvel, uma emissora de rádio instalada num veículo que percorria vários bairros da cidade. The largest square of the city’s Northwest Zone, with 22 thousand m², it recently received a restoration in its two multi-sport courts. The square also has a further court and a sandy play area. Located in a district that has been growing over the years, it has been the stage for many music concerts and presentations of Rádio-Rap-Móvel, a radio station installed in a vehicle that visits various districts in the city.

Rodoviária

Praça dos Andradas, 45 – Centro Praça dos Andradas, 45 – Downtown A Estação Rodoviária de Santos Jaime Rodrigues Estrela Jr. foi inaugurada em 29 de dezembro de 1969 pelo então interventor federal em Santos, gal. Clóvis Bandeira Brasil. O terminal foi construído e administrado pela Prodesan, e em 1993 passou para a Secretaria Municipal de Transportes. Desde 1995, é a CET- Santos que a administra. The Santos Jaime Rodrigues Estrela Jr. Bus Station was inaugurated on December 29, 1969, by the federal interventor in Santos at that time, General Clóvis Bandeira Brasil. The station was constructed and managed by Prodesan, and in 1993 was taken over by the Municipal Secretary of Transportation. Since 1995, the equipment has been run by CET-Santos.

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Teatro Guarany

Teatro Coliseu

Primeiro edifício construído para fins teatrais em Santos, foi inaugurado em 1882 e destruído em 1981 por um incêndio, que poupou apenas as paredes externas. Após duas décadas de abandono, o prédio foi totalmente reconstruído pela Prefeitura e entregue em 2008. Além da beleza da construção, destacam-se duas pinturas de Paulo Von Poser – a do teto retrata cena do romance O Guarany, de José de Alencar, e a do foyer do segundo piso é uma releitura do quadro de Benedicto Calixto, que mostra Santos vista do alto do Monte Serrat. O teatro funciona como sala de espetáculos e escola municipal de artes cênicas. The first building constructed for theater purposes in Santos, it was inaugurated in 1882 and destroyed by a fire in 1981 that left only the outer walls intact. After two decades of abandonment, the building was totally reconstructed by the city government and delivered for use in 2008. Besides the beautiful construction, it also holds two paintings by Paulo Von Poser – the one on the ceiling depicts a scene from the novel O Guarany, by José de Alencar, and the one in the foyer on the second floor is a rereading of the painting by Benedicto Calixto, which shows Santos as seen from the top of Monte Serrat. The theater functions as an auditorium for shows and as a municipal school of scenic arts.

A história do teatro começou em 1897, com a inauguração de um ginásio de madeira com velódromo, arquibancada e botequim. Em 1909, foi substituído por um teatro com 1.500 lugares e acústica considerada perfeita. Em 1924, foi reinaugurado com a configuração atual, e 2.300 lugares. Sua decoração destaca, no salão nobre, a arte do italiano Adolfo Fonzari, iluminada por 39 lustres. Disposta em forma de ferradura, a plateia permite a observação de todos os detalhes das cenas e ainda do fosso da orquestra, que comporta 100 profissionais. O edifício foi muito usado para atividades políticas; e o teatro, restaurado, voltou a funcionar em 2006. The theater’s history began in 1897, with the inauguration of a wooden gymnasium, with a bicycle track, bleachers and snack bar. In 1909, it was substituted by a 1,500-seat theater whose acoustics were considered perfect. In 1924, it was re-inaugurated with its current configuration, with 2,300 seats. Its beautiful decoration most notably includes works by Italian artist Adolfo Fonzari, lit by 39 elegant light fixtures in the spacious foyer. The horseshoe-shaped auditorium allows for observation of all details of the scenes as well as the orchestra pit that holds 100 professionals. The building was very much used for political activities; the restored theater was placed back into operation in 2006.

Praça dos Andradas, 100 – Centro Praça dos Andradas, 100 – Downtown

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Rua Amador Bueno, 237 – Centro Rua Amador Bueno, 237 – Downtown


Teatro Municipal Brás Cubas

Av. Sen. Pinheiro Machado, 48 – Vila Mathias Av. Sen. Pinheiro Machado, 48 – Vila Mathias O Teatro Brás Cubas foi oficialmente inaugurado em 10 de março de 1979, ganhando, na gestão do prefeito Antônio Manoel de Carvalho, o nome do fundador da Vila de Santos, Brás Cubas. Possui 5.130 m² de área construída, com uma plateia de 544 poltronas, de onde se tem uma visão perfeita dos 543 m² de palco. Este último é equipado com iluminação cênica, cenários eletricamente móveis e ciclorama (que projeta efeitos especiais). O teatro foi projetado para abrigar espetáculos de balé, canto lírico, peças teatrais e até algumas óperas. O projeto de cenotécnica é de Aldo Calvo; e o de acústica, do arquiteto polonês Ivo Sresnewsky. This theater was officially inaugurated on March 10, 1979, during the administration of Mayor Antônio Manoel de Carvalho, and is named after the founder of the original Vila de Santos, Brás Cubas. Its 5,130-m² interior space includes a 544-seat auditorium that offers a perfect view of the 543-squaremeter stage. The latter is equipped with scenic lighting and electrically mobile scenery as well as a cyclorama (for the projection of special effects). The theater was designed for presentations of ballet, lyrical singing and theatrical plays, as well as some operas. The stage-setting technical design is by Aldo Calvo, while the acoustical design is by Polish architect Ivo Sresnewsky.

SESC Santos

Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida District O SESC Santos, situado na Rua Conselheiro Ribas, 136, no bairro da Aparecida, foi inaugurado em 22 de novembro de 1986. Assinaram o projeto da obra os arquitetos Marc Rubin e Alberto Botti (Rubin & Botti Arquitetos Associados). É a maior unidade urbana do SESC no Estado de São Paulo, com 34.251 m² de área construída. O prédio é destinado ao lazer, esporte, saúde e cultura. Possui: Área de Convivência / Auditório / Fosso do teatro / Ginásio / Piscina/ Teatro. SESC Santos, located on Rua Conselheiro Ribas, 136, in Aparecida District, was inaugurated on November 22, 1986. The building was designed by the architects Marc Rubin and Alberto Botti (Rubin & Botti Arquitetos Associados). It is the largest urban unit of SESC in the state of São Paulo, with a 34,251-m² floor plan. The building’s purpose is to provide opportunities for leisure, sports, health and culture. Lounge / Auditorium / Theater pit / Gymnasium / Pool / Theater

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CONTATOS Espetáculos A Revolta da Lantejoula | Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira – SP – BRASIL http://www.dancacontemporanea.com.br/

Brincos & Folias | Balangandança Cia. – SP – BRASIL http://dancaemjogo.wordpress.com

Cartas de Amor | Escola De Artes Cênicas “Wilson Geraldo” – SP – BRASIL robertofperes@uol.com.br

Cavalo | Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial – PR – BRASIL couve-flor.org / facebook: Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial

Girassóis | Cia. Druw – SP – BRASIL http://www.ciadruw.com.br/

H3 | Bruno Beltrão – RJ – BRASIL brunobeltra@gmail.com

Justo uma imagem | Denise Stutz e Felipe Ribeiro – SP – BRASIL http://denisestutz.wordpress.com/

Livro | Margô Assis – MG – BRASIL margoassis@hotmail.com

Maneries | Luis Garay & co. Buenos Aires – ARGENTINA http://www.luisgaray.com.ar http://youtube.com/user/luisgarayb https://www.facebook.com/pages/MANERIES/18351309503079

Matadouro | Marcelo Evelin/Demolition inc. + Núcleo de Criação do Dirceu – PI – BRASIL nucleododirceu.com

Objeto gritante | Mauricio de Oliveira & Siameses – SP – BRASIL mauriciodeoliveiraesiameses.blogspot.com Facebook: mauricio e siameses

Primero | Les Ballets C de La B – BÉLGICA http://lesballetscdela.be

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Pudique acide/extasis | Mathilde Monnier – FRANÇA http://www.mathildemonnier.com/

Sapatos Brancos | Núcleo artístico Luis Ferron – SP – BRASIL http://www.radarcultural.com.br/

Songook Yaakaar | Germaine Acogny – SENEGAL jantbi@gmail.com

Um Diálogo Entre Música e Dança | Benjamim Taubkin e Morena Nascimento – SP – BRASIL morena_nascimento@hotmail.com

Vestígios | Marta Soares – SP – BRASIL cristiane@dionisio.net.br

Intervenções 20hz< | Companhia La Casa – URUGUAI proyectolacasa@gmail.com http://proyectolacasa.blogspot.com/ http://siredia.blogspot.com/

Árvores | Clarice Lima – SP – BRASIL http://www.claricelima.org

Bolero de 4 | João Rafael Neto – SP – BRASIL luizabreudanca@hotmail.com

Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte – SP – BRASIL http://www.celiafaustino-conscienciacorporal.blogspot.com http://www.percutindomundos.blogspot.com

Novos Coreógrafos Dança em Curva | Denise Rodrigues e Edvan Monteiro – SP – BRASIL http://www.facebook.com/groups/dancaemcurva/ Jimmy, The Jungle Beast | Bernardo Stumpf (RJ, Brasil) http://corpourbano.wordpress.com

Ma Vie | Aspásia Mariana – CE – BRASIL aspasiamariana.com twitter: aspasiamariana flickr: mademoisellenoir

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Punto Ciego | Joel Inzunza & Compañía – ARGENTINA joel.inzunza.compania@gmail.com http://joelinzunzaleal.blogspot.com/ vimeo.com/joelinzunzaleal

Meio-fio| Companhia Membros – RJ – BRASIL http://www.membros.info/

Mire veja | Tatiana Devos Gentile – RJ – BRASIL http://www.projetomireveja.blogspot.com/ mireveja@gmail.com

SiREDiA | Companhia La Casa – URUGUAI proyectolacasa@gmail.com http://proyectolacasa.blogspot.com/ http://siredia.blogspot.com/

Um Dente Chamado Bico | Dimenti – BA – BRASIL dimenti.com.br http://www.dimenti.com.br/blog/

Instalações 100 Lugares Para Dançar | Quintos – SP – BRASIL 100lugaresparadancar.org

Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança – SP – BRASIL facebook Lara Dau Vieira http://www.laradauvieira.blogspot.com

Bricolage | André Bern – RJ – BRASIL http://ogosousoah.wordpress.com Facebook: André Silva Bern Twitter: silvabern

Entre | Ambulante Cia. de Dança – SP – BRASIL http://www.facebook.com/nucleo3.14

Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança – SC – BRASIL http://www.siedler.com.br http://www.monicasiedler.blogspot.com http://www.robertofreitas.art.br

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atividades dia a dia dia 2, sexta

12h30 – Espetáculo: Um a Um! |Residência de Dança Contemporânea. (SP, Brasil). Praça Mauá. 12:30 PM – Show: Um a Um! | Residência de Dança Contemporânea (Brazil/SP). Praça Mauá. 21h30 – Espetáculo: Primero - Erscht |Les Ballets C de La B (BÉLGICA). Teatro SESC Santos. 9:30 PM – Show: Primero – Erscht | Les Ballets C de La B (Belgium). Theater – SESC Santos.

Dia 3, sábado

Das 10h às 22h – Instalação: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança. (SP, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança. (Brazil/SP). Lounge – SESC Santos. Das 10h às 22h – Instalação: Bricolage | André Bern (RJ, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Bricolage | André Bern (Brazil/RJ). Lounge – SESC Santos. Das 11h às 13h – Atividades Formativas: Lançamento do livro “Temas Para a Dança Brasileira”, das Edições SESC SP. Conversatório – SESC Santos. 11 AM to 1 PM – Training Activities: Lançamento do livro Temas para a Dança Brasileira, by Edições SESC SP. Conversation Space – SESC Santos 15h e 19h – Instalação: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (SC, Brasil). Convivência – SESC Santos. (Aberto para visitação das 10h às 13h e das 20h às 22h). 3 PM and 7 PM – Installation: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (Brazil/SC). Lounge – SESC Santos. (Open for visitation from 10 AM to 1 PM and from 8 PM to 10 PM). 16h – Intervenção: Árvores | Clarice Lima (SP, Brasil). Fonte do Sapo. 4 PM – Intervention: Árvores | Clarice Lima (Brazil/SP). Fonte do Sapo. 16h – Intervenção: Bolero 4 | João Rafael Neto (BA, Brasil). Emissário Submarino. 4 PM – Intervention: Bolero 4 | João Rafael Neto (Brazil/BA). Emissário Submarino.

16h – Intervenção: Mire Veja |Tatiana Devos Gentile (RJ, Brasil). Emissário Submarino. 4 PM – Intervention: Mire Veja | Tatiana Devos Gentile (Brazil/RJ). Emissário Submarino. 15h30 – Intervenção: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (SP, Brasil). Foyer – Teatro Guarany. 3:30 PM – Intervention: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (Brazil/SP). Foyer – Teatro Guarany. 17h – Espetáculo: Brincos & Folias | Balangandança Cia. (SP, Brasil). Teatro Guarany. 5 PM – Show: Brincos & Folias | Balangandança Cia. (Brazil/SP). Teatro Guarany. 18h – Espetáculo: Vestígios | Marta Soares (SP, Brasil). Cadeia Velha. 6 PM – Show: Vestígios | Marta Soares (Brazil/SP). Cadeia Velha. 20h – Espetáculo: Justo uma Imagem | Denise Stutz e Felipe Ribeiro (RJ, Brasil). Auditório – SESC Santos. 8 PM – Show: Justo uma Imagem | Denise Stutz and Felipe Ribeiro (Brazil/RJ). Auditorium – SESC Santos. 21h – Intervenção: Mire Veja |Tatiana Devos Gentile (Brasil /RJ). Auditório – SESC Santos. 9 PM – Intervention: Mire Veja | Tatiana Devos Gentile (Brazil /RJ). Auditorium – SESC Santos. 21h30 – Espetáculo: Primero - Erscht | Les Ballets C de La B (Bélgica). Teatro SESC Santos. 9:30 PM – Show: Primero – Erscht | Les Ballets C de La B (Belgium). Theater – SESC Santos. 21h30 – Espetáculo: Pudique Acide/Extasis | Mathilde Monnier (França). Teatro Municipal Brás Cubas. 9:30 PM – Show: Pudique Acide/Extasis | Mathilde Monnier (France). Teatro Municipal Brás Cubas.

Dia 4, domingo

Das 10h às 13h – Atividades Formativas: Improvisação e Composição | Samuel Lefeuvre e Nicolas Vladslav. Conversatório – SESC Santos.

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10 AM to 1 PM – Training Activities: Improvisação e Composição | Samuel Lefeuvre and Nicolas Vladslav. Conversation Space – SESC Santos. Das 10h às 22h – Instalação: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (SP, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (Brazil/SP). Lounge – SESC Santos. Das 10h às 22h – Instalação: Bricolage | André Bern (RJ, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Bricolage | André Bern (Brazil/RJ). Lounge – SESC Santos. 15h e 19h – Instalação: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (SC/Brasil). Convivência – SESC Santos. (Aberto para visitação das 10h às 13h e das 20h às 22h). 3 PM and 7 PM – Installation: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (Brazil/SC). Lounge – SESC Santos. (Open for visitation from 10 AM to 1 PM and from 8 PM to 10 PM).

4 PM – Intervention: Meio-Fio | Companhia Membros (Brazil/RJ). Emissário Submarino. 17h – Espetáculo: Brincos & Folias | Balangandança Cia. (SP, Brasil). Teatro Guarany. 5 PM – Show: Brincos & Folias | Balangandança Cia. (Brazil/SP). Teatro Guarany. 18h – Espetáculo: Mostra Novos Coreógrafos; Dança em curva | Denise Rodrigues e Edvan Monteiro (SP, Brasil); Jimmy, The Jungle Beast | Bernardo Stumpf (RJ, Brasil); Ma vie | Aspásia Mariana (Brasil/CE); Punto ciego | Joel Inzunza & Compañía (Argentina). Teatro Coliseu. 6 PM – Show: Mostra Novos Coreógrafos; Dança em curva | Denise Rodrigues and Edvan Monteiro (Brazil/SP); Jimmy, The Jungle Beast | Bernardo Stumpf (Brazil/RJ); Ma vie | Aspásia Mariana (Brazil/CE); Punto ciego | Joel Inzunza & Compañía (Argentina). Teatro Coliseu. 18h – Espetáculo: Vestígios | Marta Soares (SP, Brasil). Cadeia Velha. 6 PM – Show: Vestígios | Marta Soares (Brazil/SP). Cadeia Velha.

15h – Intervenção: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (SP, Brasil). Praça da Paz Universal. 3 PM – Intervention: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (Brazil/SP). Praça da Paz Universal.

20h – Espetáculo: Justo uma Imagem| Denise Stutz e Felipe Ribeiro (RJ, Brasil). Auditório – SESC Santos. 8 PM – Show: Justo uma Imagem | Denise Stutz and Felipe Ribeiro (Brazil/RJ). Auditorium – SESC Santos.

15h30 – Intervenção: Árvores | Clarice Lima (SP, Brasil). Praça da Paz Universal. 3:30 PM – Intervention: Árvores | Clarice Lima (Brazil/SP). Praça da Paz Universal.

Dia 5, segunda

21h30 – Espetáculo: Pudique Acide/Extasis | Mathilde Monnier (França). Teatro Municipal Brás Cubas. 9:30 PM – Show: Pudique Acide/Extasis | Mathilde Monnier (France). Teatro Municipal Brás Cubas.

16h – Intervenção: 20hz< | Companhia La Casa (Uruguai). Convivência - SESC Santos. 4 PM – Intervention: 20hz< | Companhia La Casa (Uruguay). Lounge – SESC Santos.

Das 10h às 13h – Atividades Formativas: Improvisação e Composição | Samuel Lefeuvre e Nicolas Vladslav. Conversatório – SESC Santos. 10 AM to 1 PM – Training Activities: Improvisação e Composição | Samuel Lefeuvre and Nicolas Vladslav. Conversation Space – SESC Santos.

16h – Intervenção: Bolero 4 | João Rafael Neto (BA, Brasil). Praça da Paz Universal. 4 PM – Intervention: Bolero 4 | João Rafael Neto (Brazil/BA). Praça da Paz Universal.

Das 10h às 22h – Instalação: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (SP, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (Brazil/SP). Lounge – SESC Santos.

16h – Intervenção: Mire Veja |Tatiana Devos Gentile (RJ, Brasil). Praça da Paz Universal. 4 PM – Intervention: Mire Veja | Tatiana Devos Gentile (Brazil/RJ). Praça da Paz Universal.

Das 10h às 22h – Instalação: Bricolage | André Bern (RJ, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Bricolage | André Bern (Brazil/RJ). Lounge – SESC Santos. 10h – Intervenção: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades |Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (SP, Brasil). Poupatempo. 10 AM – Intervention: Homo Ludens: Fluxos, Lugares

16h – Intervenção: Meio-Fio | Companhia Membros (RJ, Brasil). Emissário Submarino.

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e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (Brazil/SP). Poupatempo.

Dia 6, terça

10h e 16h – Intervenção: Mire Veja |Tatiana Devos Gentile (RJ, Brasil). Poupatempo. 10 AM and 4 PM – Intervention: Mire Veja | Tatiana Devos Gentile (Brazil/RJ). Poupatempo.

Das 10h às 22h – Instalação: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (SP, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (Brazil/SP). Lounge – SESC Santos.

12h30 – Intervenção: Siredia | Companhia La Casa (Uruguai). Boulevard da Rua XV de Novembro. 12:30 PM – Intervention: Siredia | Companhia La Casa (Uruguay). Boulevard da Rua XV de Novembro.

Das 10h às 22h – Instalação: Bricolage | André Bern (RJ, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Bricolage | André Bern (Brazil/RJ). Lounge – SESC Santos.

15h e 19h – Instalação: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (SC, Brasil). Convivência – SESC Santos. (Aberto para visitação das 10h às 13h e das 20h às 22h). 3 PM and 7 PM – Installation: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (Brazil/SC). Lounge – SESC Santos. (Open for visitation from 10 AM to 1 PM and from 8 PM to 10 PM).

Das 11h às 13h – Atividades Formativas: Encontros Provocativos - Thereza Rocha e Denise Stutz. Conversatório – SESC Santos. 11 AM to 1 PM – Training Activities: Encontros Provocativos – Thereza Rocha e Denise Stutz. Conversation Space – SESC Santos.

16h – Intervenção: Bolero 4 | João Rafael Neto (BA, Brasil). Poupatempo. 4 PM – Intervention: Bolero 4 | João Rafael Neto (Brazil/BA). Poupatempo. 18h – Espetáculo: Cavalo | Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (PR, Brasil). Cadeia Velha. 6 PM – Show: Cavalo | Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (Brazil/PR). Cadeia Velha. 18h – Espetáculo: Cartas de Amor | Escola De Artes Cênicas “Wilson Geraldo” (SP, Brasil). Teatro Municipal Brás Cubas. 6 PM – Show: Cartas de Amor | Escola de Artes Cênicas “Wilson Geraldo” (Brazil/SP). Teatro Municipal Brás Cubas. 18h – Instalação: Entre | Ambulante Cia. de Dança (SP, Brasil). Estação da Cidadania. 6 PM – Installation: Entre | Ambulante Cia. de Dança (Brazil/SP). Estação da Cidadania. 20h – Espetáculo: Matadouro | Marcelo Evelin/ Demolition Inc.+ Núcleo de Criação do Dirceu (PI, Brasil). Auditório – SESC Santos. 8 PM – Show: Matadouro | Marcelo Evelin/Demolition Inc. + Núcleo de Criação do Dirceu (Brazil/PI). Auditorium – SESC Santos. 21h30 – Espetáculo: Objeto Gritante | Mauricio de Oliveira & Siameses (SP, Brasil). Teatro Guarany. 9:30 PM – Show: Objeto Gritante | Mauricio de Oliveira & Siameses (Brazil/SP). Teatro Guarany.

15h e 19h – Instalação: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (SC, Brasil). Convivência – SESC Santos. (Aberto para visitação das 10h às 13h e das 20h às 22h). 3 PM and 7 PM – Installation: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (Brazil/SC). Lounge – SESC Santos. (Open for visitation from 10 AM to 1 PM and from 8 PM to 10 PM). 12h30 – Intervenção: Bolero 4 | João Rafael Neto (BA, Brasil). Praça Mauá. 12:30 PM – Intervention: Bolero 4 | João Rafael Neto (Brazil/BA). Praça Mauá. 16h – Intervenção: Meio-Fio | Companhia Membros (Brasil - RJ). Convivência – SESC Santos. 4 PM – Intervention: Meio-Fio | Companhia Membros (Brazil/RJ). Lounge – SESC Santos. 17h – Intervenção: Árvores | Clarice Lima (SP, Brasil). Rodoviária. 5 PM – Intervention: Árvores | Clarice Lima (Brazil/SP). Rodoviária. 17h – Intervenção: Mire Veja |Tatiana Devos Gentile (RJ, Brasil). Rodoviária. 5 PM – Intervention: Mire Veja | Tatiana Devos Gentile (Brazil/RJ). Rodoviária. 18h – Espetáculo: Cavalo | Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (PR, Brasil). Cadeia Velha. 6 PM – Show: Cavalo | Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (Brazil/PR). Cadeia Velha.

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18h – Instalação: Entre | Ambulante Cia. de Dança (SP, Brasil). Estação da Cidadania. 6 PM – Installation: Entre | Ambulante Cia. de Dança (Brazil/SP). Estação da Cidadania. 18h – Intervenção: Um Dente Chamado Bico | Dimenti (BA, Brasil). Portaria Principal – SESC Santos. 6 PM – Intervention: Um Dente Chamado Bico | Dimenti (Brazil/BA). Main Gate – SESC Santos. 18h – Espetáculo: Um Diálogo entre Música e Dança | Benjamim Taubkin e Morena Nascimento (SP, Brasil). Teatro Municipal Brás Cubas. 6 PM – Show: Um Diálogo entre Música e Dança | Benjamim Taubkin and Morena Nascimento (Brazil/SP). Teatro Municipal Brás Cubas. 20h – Espetáculo: Matadouro | Marcelo Evelin / Demolition Inc.+ Núcleo de Criação do Dirceu (PI, Brasil). Auditório – SESC Santos. 8 PM – Show: Matadouro | Marcelo Evelin/Demolition Inc. + Núcleo de Criação do Dirceu (Brazil/PI). Auditorium – SESC Santos. 21h30 – Espetáculo: Objeto Gritante | Mauricio de Oliveira & Siameses (SP, Brasil). Teatro Guarany. 9:30 PM – Show: Objeto Gritante | Mauricio de Oliveira & Siameses (Brazil/SP). Teatro Guarany. 21h30 – Espetáculo: Songook Yaakaar | Germaine Acogny (Senegal). Teatro SESC Santos. 9:30 PM – Show: Songook Yaakaar | Germaine Acogny (Senegal). Theater – SESC Santos.

Dia 7, quarta

Das 10h às 22h – Instalação: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (SP, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (Brazil/SP). Lounge – SESC Santos. Das 10h às 22h – Instalação: Bricolage | André Bern (RJ, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Bricolage | André Bern (Brazil/RJ). Lounge – SESC Santos. Das 11h às 13h – Atividades Formativas: Encontros Provocativos - Peter Pál Pelbart e Marcelo Evelin. Conversatório – SESC Santos. 11 AM to 1 PM – Training Activities: Encontros Provocativos – Peter Pál Pelbart e Marcelo Evelin. Conversation Space – SESC Santos. 15h e 19h – Instalação: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (SC, Brasil). Convivência –

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SESC Santos. (Aberto para visitação das 10h às 13h e das 20h às 22h). 3 PM and 7 PM – Installation: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (Brazil/SC). Lounge – SESC Santos. (Open for visitation from 10 AM to 1 PM and from 8 PM to 10 PM). 15h – Intervenção: Bolero 4 | João Rafael Neto (BA, Brasil). Praça da Paz Universal. 3 PM – Intervention: Bolero 4 | João Rafael Neto (Brazil/BA). Praça da Paz Universal. 15h – Intervenção: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (SP, Brasil). Emissário Submarino. 3 PM – Intervention: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (Brazil/SP). Emissário Submarino. 15h30 – Intervenção: Árvores | Clarice Lima (SP, Brasil). Emissário Submarino. 3:30 PM – Intervention: Árvores | Clarice Lima (Brazil/SP). Emissário Submarino. 15h30 – Intervenção: Siredia | Companhia La Casa (Uruguai). Praça da Paz Universal. 3:30 PM – Intervention: Siredia | Companhia La Casa (Uruguay). Praça da Paz Universal 16h – Intervenção: Meio-Fio | Companhia Membros (RJ, Brasil). Saída do Estacionamento – SESC Santos. 4 PM – Intervention: Meio-Fio | Companhia Membros (Brazil/RJ). Saída do Estacionamento – SESC Santos. 17h – Espetáculo: Girassóis | Cia. Druw (SP, Brasil). Teatro Municipal Brás Cubas. 5 PM – Show: Girassóis | Cia. Druw (Brazil/SP). Teatro Municipal Brás Cubas. 18h – Instalação: Entre | Ambulante Cia. de Dança (SP, Brasil). Estação da Cidadania. 6 PM – Installation: Entre | Ambulante Cia. de Dança (Brazil /SP). Estação da Cidadania. 18h – Espetáculo: Livro | Margô Assis (MG, Brasil). Casa da Frontaria Azulejada. 6 PM – Show: Livro | Margô Assis (Brazil/MG). Casa da Frontaria Azulejada. 18h – Espetáculo: Sapatos Brancos | Núcleo Artístico Luis Ferron (SP, Brasil). Teatro Guarany. 6 PM – Show: Sapatos Brancos | Núcleo Artístico Luis Ferron (Brazil/SP). Teatro Guarany.


18h – Intervenção: Um Dente Chamado Bico | Dimenti (BA, Brasil). Portaria Principal – SESC Santos. 6 PM – Intervention: Um Dente Chamado Bico | Dimenti (Brazil/BA). Main Entrance – SESC Santos. 20h – Espetáculo: H3 | Bruno Beltrão (RJ, Brasil). Teatro Coliseu. 8 PM – Show: H3 | Bruno Beltrão (Brazil/RJ). Teatro Coliseu. 20h – Espetáculo: Maneries | Luis Garay & Co. Buenos Aires (Argentina). Auditório – SESC Santos. 8 PM – Show: Maneries | Luis Garay & Co. Buenos Aires (Argentina). Auditorium – SESC Santos. 21h – Intervenção: Mire Veja |Tatiana Devos Gentile (RJ, Brasil). Foyer. 9 PM – Intervention: Mire Veja | Tatiana Devos Gentile (Brazil/RJ). Foyer. 21h30 – Espetáculo: Songook Yaakaar | Germaine Acogny (Senegal). Teatro SESC Santos. 9:30 PM – Show: Songook Yaakaar | Germaine Acogny (Senegal). Theater – SESC Santos.

Dia 8, quinta

Das 10h às 22h – Instalação: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (SP, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Aonde Habitamos? | Trilhos Núcleo de Dança (Brazil/SP). Lounge – SESC Santos.

Imprevisibilidades | Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (Brazil/SP). Fonte do Sapo. 16h – Intervenção: 20hz< | Companhia La Casa (Uruguai). Convivência – SESC Santos. 4 PM – Intervention: 20hz< | Companhia La Casa (Uruguay). Lounge – SESC Santos. 16h30 – Intervenção: Bolero 4 | João Rafael Neto (BA, Brasil). Fonte do Sapo. 4:30 PM – Intervention: Bolero 4 | João Rafael Neto (Brazil/BA). Fonte do Sapo. 17h – Espetáculo: Girassóis |Cia. Druw (SP, Brasil). Teatro Municipal Brás Cubas. 5 PM – Show: Girassóis | Cia. Druw (Brazil/SP). Teatro Municipal Brás Cubas. 18h – Espetáculo: Livro | Margô Assis (MG, Brasil). Casa da Frontaria Azulejada. 6 PM – Show: Livro | Margô Assis (Brazil/MG). Casa da Frontaria Azulejada. 18h – Intervenção: Um Dente Chamado Bico | Dimenti (BA, Brasil). Portaria Principal – SESC Santos. 6 PM – Intervention: Um Dente Chamado Bico | Dimenti (Brazil/BA). Main Entrance – SESC Santos. 20h – Espetáculo: H3 | Bruno Beltrão (RJ, Brasil). Teatro Coliseu. 8 PM – Show: H3 | Bruno Beltrão (Brazil/RJ). Teatro Coliseu.

Das 10h às 22h – Instalação: Bricolage | André Bern (RJ, Brasil). Convivência – SESC Santos. 10 AM to 10 PM – Installation: Bricolage | André Bern (Brazil/RJ). Lounge – SESC Santos.

20h – Espetáculo: Maneries | Luis Garay & Co. Buenos Aires (Argentina). Auditório – SESC Santos. 8 PM – Show: Maneries | Luis Garay & Co. Buenos Aires (Argentina). Auditorium – SESC Santos.

15h e 19h – Instalação: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (SC, Brasil). Convivência – SESC Santos. (Aberto para visitação das 10h às 13h e das 20h às 22h). 3 PM and 7 PM – Installation: Territórios Imaginários | Siedler Cia. de Dança (Brazil/SC). Lounge – SESC Santos. (Open for visitation from 10 AM to 1 PM and from 8 PM to 10 PM).

21h30 – Espetáculo: A Revolta da Lantejoula | Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira (SP, Brasil). Teatro SESC Santos. 9:30 PM – Show: A Revolta da Lantejoula | Ângelo Madureira and Ana Catarina Vieira (Brazil/SP). Theater – SESC Santos.

16h – Intervenção: Mire Veja |Tatiana Devos Gentile (RJ, Brasil). Fonte do Sapo. 4 PM – Intervention: Mire Veja | Tatiana Devos Gentile (Brazil/RJ). Fonte do Sapo. 16h – Intervenção: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e Imprevisibilidades |Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte (SP, Brasil). Fonte do Sapo. 4 PM – Intervention: Homo Ludens: Fluxos, Lugares e

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SESC – SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente do Conselho Regional Abram Szajman Diretor do Departamento Regional Danilo Santos de Miranda Superintendentes Técnico-social Joel Naimayer Padula Comunicação Social Ivan Paulo Giannini Administração Luiz Deoclécio Massaro Galina Assessoria Técnica e de Planejamento Sérgio José Battistelli Gerentes Ação Cultural Rosana Paulo da Cunha Adjunta Flávia Carvalho Estudos e Desenvolvimentos Marta Colabone Adjunta Andréa de Araújo Nogueira Saúde e Alimentação Maria Odete F. M. Salles Adjunta Marcia Aparecida Bonetti Agostinho Programas Socioeducativos Maria Alice Oieno de Oliveira Nassif Adjunta Flávia Roberta Costa Audiovisual Silvana Morales Nunes Adjunta Ana Paula Malteze Artes Gráficas Hélcio Magalhães Adjunta Karina C. L. Musumeci Desenvolvimento de Produtos Marcos Lepiscopo Adjunta Évelim Moraes Relações com o Público Paulo Ricardo Martin Adjunto Carlos Rodolpho T. Cabral Difusão e Promoção Marcos Carvalho Adjunto Fernando Fialho SESCTV Valter Vicente Sales Filho Adjunta Regina Salete Gambini Contratações e Logística Jackson Andrade de Matos Adjunto Roberto Pera Patrimônio e Serviços Hosep Tchalian Adjunto Luiz Carlos Alexandre Tecnologia e Informática Juvenal Francisco Pires Adjunto Flávio Balerine Sesc Santos Luis Ernesto Figueiredo Adjunto Renato Franceschini Oliani Bienal SESC de Dança 2011| Equipe SESC São Paulo Coordenação Juliano B. Campos Azevedo, Liliane Soares de Oliveira, Luiz Fernando S. Silva, Marcos Villas Boas, Silvio Luiz da Silva, Simone Avancini Programação Alex Sandro Gomes Pessoa, Alexandra Linda H. Matos, Daniele Baumgartner, Gisela Ribeiro Rodrigues, Graziela Nunes, Jose Aparecido T. Andrade, José Osvaldo Teixeira Júnior, Juliana Okuda Campaneli, Kátia Regina Pensa Corrêa Barelli, Maria Aparecida B. Justo, Maria Lucia Pereira Leal, Marco Antonio M. Porto, Marise Teixeira Cabral, Mauro César L. Raposo Junior, Tânia Tereza K. Pereira, Waldemar Marques Junior, Wanner Mussato Rodrigues Administração Reinaldo Teruel, Ana Carolina Esteves Fragoso, Arieuda Alves Barbosa, Camilla de Carli Fonseca, Carol Fernandes, Cássia Aparecida S. dos Santos, Edivan Alves de Freitas, Érica Aguiar Ferreira Lima, Fabiana Parisi S. Martins, Jacqueline Freitas, Jorge Luiz de Jesus Silva, Jussara Brito, Luciano Bueno Quirino, Marcelle Lemos, Nivaldo Jaime Ferreira, Núbia Pereira S. Guimarães, Rosana Conceição P. Lopes, Roseli do Nascimento Reis, Simone Ziszerman Alimentação Leonora Grillo, Debora Resende do Amaral, Fabíola Freire, Sueli Maria dos Santos Comunicação Carla de Souza, Aline Ribenboim, Angélica Cristine de Paula, Angelita Celina Machado Borges Corrêa, Daniel Tonus, Denize Matos Almeida, Fernanda Hoshino, Luciana Cóppio, Luciano Domingos, Malu Maia, Paco Sampaio, Rogerio Ianelli Infraestrutura e Serviços Alberto Passos, Edvaldo Paulino da Silva, Adilson de Abreu, Alexandre Amorim de Mello, André Luiz Rezende, Antonio Zacarias de Carvalho, Carlos José dos Santos, Cássio Murilo Fialho, Cristiano Batista Andrade, Eduardo Gomes, Eduardo Gigante, Eliene Alves Solé, Enilson José Baroni, Gilberto de Almeida, Guaraci Enéias Ximenez, Jacqueline O. Souza Pinheiro, Leandro Ramos Rodrigues, Nazaré Reis da Silveira Batista, Luiz Fernando Lopes, Paulo José Ribeiro, Ricardo Vinicius de Carli, Silvio Gonçalves da Silva Filho, Sonia Regina Brito Dias, William Moraes Alves Curadoria Andrea Bardawil Arquitetura cênica dos espaços Hideki Matsuka Site desenvolvido em WordPress modificado por Tribo Interactive Produção textual Karla Dunder Revisão ortográfica Maria Lucia Leão Tradução John Norman

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CRÉDITOS DE IMAGENS página 15 Roberto Assem página 17 Cuia Guimarães página 19 JCharleaux Fotografia página 21 Marcelo de Souza e Michelle Moura página 23 Roberto Assem página 25 Bruno Beltrão página 27 Valério Araújo Silva página 29 Eugênio P. Horta página 31 Roberto Assem página 33 Sergio Caddah página 35 Roberto Assem página 37 Roberto Assem página 39 Roberto Assem página 41 Gel Grossi página 43 Roberto Assem página 45 Marina Uehara página 47 João Caldas página 51 Roberto Assem página 53 Roberto Assem página 55 Roberto Assem página 57 Roberto Assem página 59 Roberto Assem página 61 Roberto Assem página 63 Valentina Bolatti página 65 Tiago Lima página 69 Vinicius Terra página 71 Roberto Assem página 73 Roberto Assem página 75 Roberto Assem página 77 Roberto Assem página 81 Roberto Assem página 83 Roberto Assem página 85 Roberto Assem página 87 Roberto Assem página 97 a 132 Roberto Assem página 134 Vinicius Terra página 136 a 160 Roberto Assem


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