revista
mensal • abril de 2 00 4 • n° 10 • ano 10
UNDERGROUND 0800 -118220 JNDERGROUND • LUIZ CARLOS MACIEL • MAGIC PAULA • CULINÁRIA INTELIGENTE • FESTIVAL SESC DOS MELHORES FILMES • :ERNAND0 MORAIS • REGINA CÉLIA PEDROSO • ROBERTO ROMANO • OSVALDO SALDANHA • FERNANDO BONASSI « SÉRGIO PINTO
Fone: 011 3179-3579 โ ข E-mail: gelti_di@paulista.sescsp.org.br Preรงo do exemplar: R$ 10,00
NOVO PORTAL DO SESC SP ww w .se scs p.o rg. br
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Ferreira CoUart.P**>.Uns. hèsPedrosae Edgar Morin
S S S S R s --
são alguns nomes que fazem parte da programação de
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:: Tiro de Greci», Reppln' Hood e ActudMerlaMertha 0 Show«umeneontioinédto do hOhepUlno
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SESCPompéii •is 20h30
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ileratura da Mostra Lalhidades.
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Revista Oigital Maniestaçóes potteas díAméiceLetro
Palestra do professora Olgária Matos
inscrições abertas até 20/11
Míntestaçoespoíicas e <-<r. > trtétieasdaAménca « ' ' Irtna
Por que. pra quê?
Monte brinquedos
ib «ventos: mjnhi | Urde | noite
o. às 2lh - SESC Wa Mariana
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literatura latina
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E dgar Morin Circule pelo pensamento de Edgar Morin
} Seminários Lazer e trabalho
Partícipe do evento ^ « < » Ç Õ e $ poftcase ^
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IÇO
0 Prazer do Corpo em Movimento
Literário
Consuiê o a programação
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Oficina para criação de textos
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A partir de 20 de abril, no novo portal do SESC, você continua acessando a programação completa das unidades, participa de atividades virtuais, encontra matérias exclusivas e ainda pode criar sua própria página. Participe do lançamento! Dia 20,20h No SESC Pompéia ou no www.sescsp.org.br
ÍNDICE a b ril • n° 10 • ano 10
Nossa Capa T rabalho de L u iz Gê
Underground - Passado/Presente?
expo sto n o p r o je to Underground
E m a is
Festival Sesc dos Melhores Filmes
Dossiê Literatura Encontros Em Pauta Ficção Inédita Programação P. S.
Acesso aos bens culturais As ações empreendidas no meio empresarial voltadas à cidadania e responsabilidade social são cada vez mais freqüentes. Nu ma sociedade democrática, a transparência e a convivência com valores diversificados norteiam a conduta das organizações. Nes se sentido, torna-se necessário que os diferentes grupos de interesse surgidos na comunidade encontrem canais institucionais de expressão e participação social. E o que o Sesc, instituição criada e mantida pelo empresariado do comércio e serviços, proporciona à população ao valorizar a cultura na multiplicidade de suas manifestações e linguagens. Para atingirmos esses objetivos, os conteúdos de nossos progra mas, nessa área, são de origens as mais diversas, como, por exemplo, a cultura popular e erudita, a de grupos étnicos, ou das chamadas minorias. A diversidade de propostas tem favorecido o acesso de amplos setores da sociedade, principalmente aque les que têm pouco contato com os bens culturais. O pluralismo dessas ações está respaldado na idéia de educação cultural, o que, em linhas gerais, significa propiciar a cada in divíduo condições de autonomamente emitir juízos, efetuar escolhas e reflexões. Em consonância com esses princípios, a instituição, ao viabilizar para a população uma ampla gama de serviços, programas e atividades, tem comprovadas a sua eficiência e originalidade. Isso pode ser aferido pelas milhares de pessoas que, a cada dia, em cada um dos trinta centros de atividades, mantidos na capital e no interior do Estado, experimentam o contato direto com as atividades situadas em diferentes domínios da cultura. No conjunto de suas ações, o Sesc pretende constituir modelos de ação empresarial que possam estar configurados como ex pressão da consciência social do empresariado comercial brasileiro. A bram S za jm a n P residente do Conselho Regional do S esc no Estado de S ão Paulo
4 r e v is ta
e
Galpão das Intersecções Magic Paula
A ex-jogadora de basquete fala da burocracia no esporte e de seu lado workaholic 10
Almanaque Paulistano
Culinária Inteligente
22
A cidade sob o olhar de Maria Adelaide Am aral e o encanto verde do Jardim Botânico de São Paulo 73
Da redação A chamada cultura underground sempre serviu como mecanismo de contestação e espaço de novas experiên cias artísticas. Muitos desses experimentos caíram no esquecimento; outros foram consagrados e até se tornaram referências. Pergunta-se hoje onde estaria esse tipo de manifestação ou mesmo se teria esse modelo sido absorvido pelos instrumentos criados pela indústria cultural. O projeto do Sesc Consolação, Underground Passado/Presente?, serve como ponto de partida para uma discussão do tema. Na Entrevista, uma conversa exclusiva com uma das mais brilhantes atletas brasileiras, a ex-jogadora de bas quete Magic Paula. Entre as reportagens, o projeto Culinária Inteligente, os trinta anos do Festival Sesc dos Melhores Filmes e o Galpão de Intersecções do Sesc Pompéia. No Em Pauta, o diálogo entre avanços científicos e a ética em artigos do filósofo Roberto Romano e do médi co Osvaldo Saldanha e, nos Depoimentos, a professora Regina Célia Pedroso e o escritor e jornalista Fernando Morais. No Almanaque Paulistano, a dramaturga e novelista Maria Adelaide Amaral. Não deixe de consultar o Em Cartaz com as atividades de abril do Sesc São Paulo.
D a n ilo S a n t o s de M ir a n d a D iretor Regional do S esc de S ão Paulo
r e v is ta
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DOSSIE Arte X mente Com direção de Sérgio Luiz Bambasi, encenado pela Cia. Ditirambo
(... Um livro de poesias
Produções, esteve em cartaz no Sesc Santo
é o outono morto:
Amaro a peça Canto a Vida e à Vida. A obra retra
os versos são as falhas
ta o encontro entre o poeta e dramaturgo espa
negras em terras brancas,
nhol Federico Garcia Lorca e o psiquiatra Carl
e a voz que os lê
Jung. Lorca, autor de Bodas de Sangue, Yerma e
é o sopro do vento
do Poeta em Nova York, é considerado um dos
que lhes incute nos peitos
maiores artistas do século XX e foi assassinado,
entranháveis distâncias...)
em 1936, durante a Guerra Civil Espanhola. Jung, juntamente com Freud, é um dos pais da
Trecho do poema Este é o Prólogo,
psicanálise moderna.
de Federico Garcia Lorca
Meninas do Brasil Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Sesc Ipiranga realizou o pro jeto especial Meninas do Brasil. Uma série de oficinas e espetáculos musicais tiveram o universo femini no como tema, entre eles A Marvada Neide, com Lucia Leão e Laura Campaner, e Mulheres d e A a Z .
A arte sem fronteiras O Sesc Consolação reali zou o III Fórum Internacional Arte Sem Fronteiras - uma parce ria entre a ASF (Arte Sem Fronteiras), o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a Unesco, a Universidade
"Mesmo assim,
do Texas (EUA) e a prefeitura de Valparaíso, no Chile. Fun
quase trinta anos
dada em 1996, a ASF segue um programa de ação que evi
depois da estréia,
dencia o papel da cultura no processo de desenvolvimento
Casanova não
da América Latina.
envelheceu. As estranhezas de estilo e as interrupções da narrativa parecem
Na Câmara Federal
ter-se suavizado com o passar do tempo, abrindo mais espaço para a deslumbrante magia do filme. 0 contraste entre as cenas 'vazias' - neve, bruma esverdeada, noite - e os momentos de saturação quase oriental da tela - carruagens, brocados, adereços - é operado magistralmente por Fellini, como que simbolizando o destino do personagem, que se alterna entre a promiscuidade e a solidão." Marcelo Coelho, na Folha de S. Paulo, sobre Casanova, de Fellini, exibido no CineSesc.
"Como o cronista trabalha sobre o 'quente', sobre algo que viveu ou viu, ou, Em sessão realizada no último dia 25, no plenário da Câ
então, tem que entregar seu texto daí a
mara Federal, o Sesc foi homenageado. A homenagem, ini
pouco, o trabalho é muito envolvente, é
ciativa da deputada Mariângela Duarte, deveu-se à passa
como se você estivesse resolvendo uma
gem dos 40 anos do trabalho social com idosos, iniciativa
equação, um teorema. E quando a crônica
pioneira na América Latina. Na oportunidade, foi destaca
fica redondinha, dá um certo bem-estar,
do o caráter educativo da proposta, capaz de propiciar a
como se tivesse resolvido um enigma."
milhares de idosos a manutenção de sua auto-estima e a desenvolver a consciência de seus direitos de cidadão.
6 r e v is ta
e
Adriana Vi
Affonso Romano de Sant 'Anna, escritor, que participou do projeto Horizontes Literários no Sesc Carmo
0 mar chora Considerada uma "Eu sempre soube
versão brasileira
que comparações
da
aconteceriam. Mas existia
Cinderela, a peça
uma cobrança desde
Por Que o M a r Tan
história
de
que eu era muito nova:
to Chora - inspira
você tem que cantar, você
da nos contos Dona Labismina, de Silvio Romero, e Bicho de
tem que cantar! E eu não
Palha, de Câmara Cascudo - trata de uma rainha que que
sabia se esse 'tem que cantari era porque eu era realmente boa ou
ria muito ter um filho. Ela concebe uma menina que nasce
porque eu era filha de quem sou. E pensava: e se não der certo?"
com uma cobra enrolada ao pescoço. Exibida no Sesc Be-
Maria Rita Mariano, filha de Elis Regina e do músico
lenzinho, a peça foi montada pelo grupo As Meninas do
César Camargo Mariano, no Sesc Santos.
Conto, que nos últimos sete anos estuda as narrativas da cultura popular brasileira.
Valores Humanos Proposta conjunta do Sesc Bauru e da Unesp, o seminário Sociedade e Valores Humanos abordou, de 30 de março a 2 de abril, os princípios das condutas e dos comportamentos que caracteri zam o modo de agir individual e de grupos sociais e instituições. A idéia do encontro foi discutir conceitos, reu nindo pensadores, educadores e público em geral na busca de parâmetros e atualizações sobre o tema.
Erudita ou popular? O projeto Encontros Contemporâneos, do Sesc Ipiranga, tem como prioridade dar espaço a trabalhos que misturam características populares e eruditas. A idéia básica nasceu de uma questão conceituai: como classificar essas composições? Pen sando nisso, três shows foram realizados durante o mês de março na unidade, com Tim Rescala (foto), Willy Verdaguer e Fernando Sardo.
Sobre Polanski Roman Polanski, um dos mais celebrados e talentosos cineastas da atualidade, esteve no CineSesc, no mês de março, para prestigiar a maior mostra de filmes dirigidos por ele já realizada no Brasil. Além de curtas-metragens raros do início de sua carreira, foram exibidos, durante os sete dias de festival, doze de seus principais longas, como 0 Bebê de Rosemary, Lua de Fel, Dança dos Vampiros e 0 Inquilino, entre outros. A presença no festival do polonês que ganhou o Oscar de me lhor diretor por 0 Pianista em 2002 acabou ressuscitando várias histórias de sua carreira. Uma delas diz respeito ao início da sua vida no cinema, quando ainda era um jovem diretor tentando convencer o mundo de que seu trabalho merecia atenção. Para conseguir cap tar dinheiro da pequena produtora Compton Group e filmar Repulsa ao Sexo, filme que fez parte da retrospectiva do diretor no CineSesc, Polanski escreveu o roteiro do filme em dezessete dias. Era a única chance de atrair a atenção da empresa, que na época trabalhava com pornografia leve, mas queria entrar no mercado de terror, a produzir sua história. O jovem cineasta convenceu os produ tores e o filme foi realizado com um orçamento baixíssimo. Mas nem por isso deixou de guardar seu lugar na história. Ape sar do pouco dinheiro, Polanski convenceu Catherine Deneuve, então com 21 anos, a estrelar a obra e um dos fotógrafos mais caros do cinema inglês na época, Gilbert Taylor, assumia a direção de fotografia. Repulsa ao sexo acabou se consagran do como uma pérola do terror psicológico e ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1965.
r e v is ta
e
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INSTITUCIONAL
AS ESCOLAS PRIVADAS E A QUESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ESTADO DE SÃO PAULO
^
As ações educativas do Sesc-SP não pretendem substituir a educação formal nem se sobrepor a ela, mas caminhar em paralelo como uma contribuição efe tiva ao desenvolvimento integral do indivíduo em sua dimensão cognitiva, emocional, física e social. Centrado nas características da diversidade de lingua gens e técnicas, o Sesc busca estimular o pensamento crítico, a solidariedade e a convivência social. Essa ação concretiza-se em atividades para escolares e professores que se apresentam sob a forma de projetos permanentes e even tos ao longo de sua programação anual. No ano de 2003, atendemos mais de 650.000 alunos de escolas públicas e privadas, além de 7.000 professores de ambas as redes. Parte desse público participou de atividades relacionadas às exposições criadas especialmente para escolares. Segundo relatório divulgado pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (SIEEESP), de 1996 a 2003 o número de escolas no Es tado cresceu vertiginosamente, embora o número de alunos não tenha acompanhado esse crescimento, aumentando a concorrência entre as escolas privadas, que recebem, segundo apontado nesse relatório, 14,7% dos alunos matriculados no Estado. Diante do quadro de crise econômica que atinge o se tor privado das escolas no Estado de São Paulo, tem vigorado a tese de que as prestadoras de serviços não devem contribuir para ao Sesc. Num universo de 21.036 de estabelecimentos de ensino regular da rede pri vada no Estado de São Paulo, 76 escolas propuseram ação judicial, numa tentativa de aumentar seus lucros, retirando de seus empregados o direito a usufruírem as atividades desenvolvidas pelo Sesc. Em primeira instância, pode mos citar algumas sentenças exemplares que envolvem a pretensão dessas escolas. A Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa - São Paulo, a Juíza Federal Maria Cristina Barongeno Cukierkom decidiu que devem contribuir para o Sesc to dos os empregadores cujas atividades estiverem enquadradas nas Federações e Sindicatos coordenados pela Confederação Nacional do Comércio. A inter pretação dos artigos contidos no Decreto-lei que instituiu o Sesc deve ser sistemática e não meramente literal. E que não somente os empregadores que exercem atividades típicas de comércio estão vinculadas à Confederação Nacio nal do Comércio, mas também aqueles que exercem atividades comercialmente atípicas, incluindo aqui as denominadas prestadoras de serviços. Cite-se também o exemplo que envolveu o Instituto de Ensino Superior Se nador Fláquer, de Santo André. Nesta sentença, o Juiz Federal Uilton Rena Cecato, da 3a vara Federal de Santo André, decidiu que os empregados do se tor de serviços estão incluídos necessariamente como segurados obrigatórios do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários. Assim como na sentença anteriormente apontada, considerou que o art. 577
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e
da Consolidação das Leis do Trabalho foi recepcionado pela Constituição Fede ral, conforme entendimento do Supremo Tribunal. Acrescentou que o Sesc tem como finalidade contribuir para o bem-estar social dos trabalhadores e famílias, beneficiando todos os empregados, inde pendentemente da categoria a que pertençam. Saliente-se que, em Segunda Instância, perante o Tribunal Regional Federal da 3a Região/SP, todas as decisões até o presente momento foram favoráveis ao Sesc, e do total, que já supera 50 acórdãos, 10% se referem a instituições de ensino. Como exemplo, tomemos o acórdão cujo relator foi o Desembargador Fede ral Márcio Moraes, da Terceira Turma do Tribunal Regional Federal - 3a Região/SP. Decidiu esse Tribunal que, da análise da legislação de regência, verificamos que o fato determinante ao recolhimento das contribuições destinadas ao Sesc pelas empresas prestadoras de serviço é o seu enquadramento no plano sindi cal, conforme disposto no art. 570 e discriminação do quadro referido no art. 577 da CLT. Além disso, consideraram que a sociedade destinada à prestação de serviços que aufere lucros tem índole empresarial e natureza comercial, de acordo com a moderna classificação desse tipo de estabelecimento (conforme o art. 966 do Novo Código Civil - Lei n° 10.406/02 - Novo Código Civil). Por es se motivo enquadra-se dentro da sujeição passiva de contribuinte do Sesc (art. 3o do Decreto-lei 9.853/46, observado o enquadramento sindical, nos termos dos artigos 570 e 577 da CLT). Assim como esse, outros posicionamentos dos Tribunais consistem, em últi ma análise, em uma grande vitória não só para o Sesc, mas para toda a sociedade, na medida em que reafirma a responsabilidade social das escolas da rede privada. Em outro acórdão favorável ao Sesc, nos autos de autoria do Colégio Batista Brasileiro, afirmou o Desembargador Federal Relator Mairan Maia (Sexta Tur ma do Tribunal Regional Federal da 3a Região/SP), que os empregados dos estabelecimentos prestadores de serviços, como únicos beneficiários dos serviços prestados pelo Sesc, estariam impedidos de usufruir dos serviços ofe recidos por esta entidade, para aprimoramento da sua formação profissional, em detrimento dos demais trabalhadores do comércio. Ressalte-se, ao final, que as escolas que contribuem para a realização das atividades do Sesc, sem o questionamento da legalidade e constitucionalidade de sua imposição, em juí zo, e sem a pretensão da disposição de direitos de seus empregados, estão oferecendo aos seus alunos e à sociedade em geral uma verdadeira lição de res ponsabilidade social das empresas. Mais que isto: com esta atitude, estas escolas possibilitam ao Sesc continuar exercendo seu papel de um real instru mento para o exercício desta responsabilidade, auxiliando estes empregadores no oferecimento aos seus funcionários de melhor qualidade de vida.
PROGRAMAÇÃO CINESESC 6 t e r ç a - f e ir a
D ez - 9h00 C arandiru - 21h00 7 q u arta-feira A Inglesa e o D uque - 19h00 Paulinho da Viola - M eu Tem po é H o je - 21h30 8 q u in ta -fe ira S eparações - 19h00 K edm a - 21h20 9 s e x t a -f e ir a
D esm undo - 19h00 G angues de Nova York - 21h00 10 sáb ad o S eg u n d a-F eira ao Sol - 16M40 O Filho - 19h00 Am arelo M an g a - 21h00 11 dom ingo As H oras - 16h40 O H om em que C opiava - 19h00 As Invasões B árbaras - 21h20
____
DO SM ELHO RE 12 s e g u n d a - fe ir a D esm undo - 19h00 Adeus, Lênin! - 21h00 13 terça-feira Deus é B rasileiro - 19h00 S eg u n d a-feira ao Sol - 21h00 14 q u a rta-feira O Filho -19h00 O P ianista - 21h00 15 qu in ta-feira Longe do Paraíso - 19h00 A m arelo M an g a - 21h00 16 sexta-feira S o b re M en in o s e Lobos - 19h00 O H om em que C opiava - 21h40 17 sábado S am sara - 16h30 Lisbela e o Prisioneiro - 19h00 Tiros em C olo m b in e - 21h20 18 d o m in g o
Arca Russa - 17h00 Nelson Freire - 19h00 O Hom em sem Passado - 21h00 19 seg unda-feira C ristina Q uer Casar - 19h00 Longe do Paraíso - 21h20
DE 6 A 22 C INESESC EITAQUERA DE 2 A 25 SÃO CARLOS
20 terça-feira Dolls - 19h00 Kippur - o Dia do Perdão - 21h20 21 q u a r t a - f e ir a
Durval Discos - 18h30 O Senhor dos A néis - O R etorno do Rei - 20h20 22 quinta-feira C h icag o -19h 00 C onto de O utono - 21h10
Bate-papo com diretor premiado pela crítica e público. VILA MARIANA
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ENTREVISTA
A ex-jogadora de basquete critica a administração do esporte brasileiro e revela o que ouviu de Fidel Castro após derrotar a equipe cubana Ao deixar as quadras, em 2000, Magic Paula encerrava uma das carreiras mais brilhan tes do basquete mundial. Ao lado de Hortência, passou a ser sinônimo de cesta e de títulos internacionais. Em 1991, deixou Fidel Castro boquiaberto ao presenciar sua equipe ser su perada pelas brasileiras numa partida emocionante. Ao final, Fidel Castro perguntou a ela se antes haviam jogado assim tão bem. "Modestamente dissemos quejá , e ate'melhor", conta ela, sempre muito simpática. Sairia de Cuba como campeã pan-americana, e cinco anos de pois seria consagrada ao estar na equipe que venceu o Mundial na Austrália, em fin a l me morável contra as chinesas. Depois de jo g a r na Itália, Estados Unidos e Espanha, Paula ter minou sua trajetória esportiva jogando no Brasil, onde, com apenas 14 anos, fo i convocada para integrar a Seleção Brasileira Adulta - claro, era a mais nova do grupo. Nesta entrevis ta exclusiva, Magic Paula fa z uma análise do esporte nacional e conta seus planos Juturos. A seguir, os principais trechos. Você deixou de jogar em 2000, quando era uma das jogadoras de basquete mais respeitadas no mundo. Como tem sido sua vida depois que você deixou as quadras? Depois que eu parei de jogar, fiquei seis meses de folga, mas cansei de ficar sem fazer nada. Achei que ia me aposentar depois de 28 anos jogando basquete, mas não consegui ficar parada. Daí fui fazer um curso de administração esportiva na Getúlio Vargas - que era a área que eu queria, por ter sempre sido muito crítica com os dirigentes; eu achava que o esporte brasileiro estava evoluindo em vários senti10 r e v i s t a
e
"É mais fácil você ir até o médico e 'cortar7 a gordura do que se disciplinar. É aquela história: se eu quero que algo aconteça, eu tenho de me dedicar. Não dá para ficar naquela de 'ah, só hoje eu vou comer esse doce'" dos e a gente continuava com aquele
gente descer do pódio e nos perguntou
modelo arcaico quando se falava em ge
se a gente já tinha jogado tão bem assim
São poucas as iniciativas que prepa
renciar e administrar equipes e clubes.
outras vezes. E a gente respondeu que,
ram os atletas, que pensam a longo
E o que já foi feito nesse sentido?
Eu acabei o curso e dez dias depois re
na verdade, sim. Aí ele falou: 'Vocês aca
prazo, que têm planejamento, que tra
cebi o convite para administrar a Centro
baram com meu time". Depois de dois
zem para dentro de uma confederação
Olímpico de São Paulo. Passei dois anos
dias, nós estávamos em Cuba ainda, ele,
pessoas profissionais. Serão poucas as
e quatro meses lá, e esse trabalho resul
numa entrevista de TV, foi perguntado o
medalhas nas Olimpíadas. Mesmo por
tou no convite para eu ir para o Ministé
que tinha mais chamado a atenção dele
que medalha é conseqüência. É difícil
rio dos Esportes. Na verdade, desde que
nos jogos Pan-Americanos, ele falou da
você fazer a preparação de um atleta
eu parei de jogar nunca fiquei parada.
ou de um tim e e prever que daqui a
Venho nos últimos quatro anos fazendo muitas palestras, e quando recebi o con vite para o Centro Olímpico eu aceitei,
quatro anos esse atleta ou time vai ar Quais os problemas pelos quais você acha que passa o esporte brasileiro?
rebentar. Você não sabe como estarão esses atletas emocionalmente, como
mas desde que não atrapalhasse essas
O que eu vejo é que não existe a preo
eles vão enfrentar a pressão de disputar
minhas palestras. Depois que eu voltei
cupação de um trabalho a longo prazo,
uma Olimpíada, se os treinamentos fo
do ministério, além de continuar dando
é sempre uma coisa imediatista, e nós
ram suficientes. Ou seja, títulos e me
palestras em empresas, existe um proje
estamos às vésperas de uma Olimpíada
dalhas são conseqüências. Há várias
to para a terceira idade que está na fase
e nunca se fala nisso desde Sidney. Essa
coisas envolvidas. Você pode estar
final. Já surgiram convites de programas
é a grande falha do Brasil nesse sentido:
entre os melhores, mas estão todos se
de televisão, times de futebol, mas eu
esporadicamente pintam um Guga e
preparando para chegar lá.
não estou com pressa. Não preciso tra
uma Daiane, e nós não podemos viver
balhar; trabalho porque gosto. E que tipo de pergunta mais fazem nessas palestras? Ah, as pessoas querem saber o que Fi-
dessa forma. É preciso um planejamen
Cuba é m enor que o Brasil, territo
to, uma programação, descobrir quem
rialmente falando, e sempre ganha um
são os atletas que nós vamos querer ter
número m aior de medalhas. Essa dife
em 2008, por exemplo. Caso contrário, a
rença se deve a esse planejamento do
gente vai para os Jogos Olímpicos e de
qual você fala?
del falou para mim em 1991. Todo lugar
pois reclama que foi mal. Foi mal, só que
Acho complicado comparar Cuba e
que eu vou, me perguntam isso. Às ve
desde 2000, que é o mínimo que se de
Brasil. Primeiro, a gente precisa anali
zes você pega um público de uma idade
via começar a pensar numa próxima
sar as possibilidades dos jovens nos
que acompanhou essa fase. Dia desses
Olimpíada, ninguém fala de nada, nin
dois países. O jovem em Cuba tem a
uma pessoa da Nike me ligou, inclusive
guém sabe da programação, do planeja
vida m uito restrita em virtude do regi
meu amigo, e me perguntou se eu não
mento dessas confederações. A gente vi
me político. Sendo assim, qual o foco
poderia ir até lá bater um papo com as
ve num país muito imediatista, e não se
de um jovem cubano? Ser bom em
mulheres da empresa. E eu fui, ou seja,
gue exemplos como o da Austrália, que
dança, esporte e medicina, o que lhe
estou adorando fazer palestras, estou
ficou doze anos preparando seus atletas
dará melhores chances. No Brasil, as
me soltando mais. A Paula de quatro
para as Olimpíadas em Sidney. Além dis
chances são diferentes, pelo próprio
anos atrás é diferente da Paula de agora.
so, o atleta aqui não tem patrocínio.
regime que nós vivemos. Lá, é mais ou
Estou tentando desenvolver um traba
Para mim, quando um desses meninos
menos assim: se eu não for um bom
lho com Hortência, enfim, tem muita
vai para fora do Brasil e ganha uma me
atleta, eu não serei nada. Aqui, é noi
coisa acontecendo.
dalha, ele é um herói. Porque ele não
tada, bate-papo na internet... A juven
tem tranqüilidade para trabalhar, num
tude aqui tem chances que o cubano
E o que o Fidel falou a você em 1991?
ano ele tem patrocínio, no outro ele não
não tem . Outra coisa: em Cuba, você
A curiosidade se dá porque na época
sabe se terá. É difícil trabalhar assim. O
começa no esporte dentro da escola,
ele fez todo um agrado para mim e para
atleta tem de colocar, ele mesmo, uma
aqui não. Eu acho que muitos atletas
a Hortência, pediu para a gente dar uma
pastinha debaixo do braço e ir atrás de
voltinha, brincou que não ia nos dar a
patrocínio. Na verdade, tudo o que tem
da minha geração que se destacaram viram esporte na escola. Depois disso,
medalha, entregou para as outras joga
de lei no Brasil - o que quase não existe
o esporte passou muito tempo não
doras, mas depois voltou, pediu para a
- nunca favorece o atleta.
sendo obrigatório na escola; no Brasil
ENTREVISTA "A gente vive num País muito imediatista, e não segue exemplos como o da Austrália, que ficou doze anos preparando seus atletas para as Olimpíadas em Sidney. E a gente ainda fica falando de fazer Jogos Olímpicos e Pan-Americanos no Brasil..." à educação física não é vista como a
fosse o esporte. É a ociosidade que faz
exerciam e que não existem mais, até
matemática ou história, por exemplo.
com que o jovem queira conhecer esse
para as crianças conhecerem também. A
Em Cuba é. Lá, o esporte tem o mes
outro mundo além do dito normal, por
minha idéia é a aproximação da criança
mo peso que qualquer outra matéria.
meio dos amigos da rua, etc. Ele come
com o idoso, dentro da escola, fazer com que os avós - que são quem levam
E toda criança passa por ele. Ela pode
ça a preencher esse tem po ocioso de
ser gordinha, magrinha, alta ou baixa,
forma diferente. Agora, se ele tem o
os netos para escola muitas vezes, por
ela vai passar pelo esporte. Depois é
compromisso de ao menos três vezes
que os pais estão trabalhando - se sin
feita uma triagem para saber qual o
por semana de fazer esporte - e saben
tam valorizados. E isso por meio da
perfil dessa criança, para qual modali
do que aquilo pode até se tornar uma
dança, da pintura, enfim, com a habili
dade ela tem mais je ito , para depois
profissão - , já começa a preencher seu
dade que eles possuírem. Fazer a crian
se aperfeiçoar, e dali ela vai para cen
tem po com outras coisas. Ele conhece
ça descobrir do que os avós dela gos
tros de treinam ento. Por isso, eu acho
outras pessoas, convive com elas. Eu
tam. O avô é um bom contador de
que não podemos comparar: são dois
acho que no esporte a gente tem visto
histórias? Ele foi um grande jogador de
regimes diferentes, culturas diferentes
muito essa coisa de empresa investin
futebol? Ele remou, operou bondes, en
e povos diferentes. No entanto, ao
do
fim, o que ele fez? E descobrir o que ele
mesmo tem po, eu acho que o nosso
esportivas dentro das escolas, para evi
poderia contar a todos numa escola. É
problema é esse: o esporte não é vis
e prom ovendo
m ovim entações
tar a evasão. Existem estudos nesse
essa a minha proposta. Eu acredito que
to, ele é usado para alcançar riqueza,
sentido. Porque às vezes a criança vai
existe uma admiração das crianças
e são poucos os que ficam ricos. En
para escola para comer, porque ela não
pelos avós. E a atividade física pode vir
tão, hoje, os pais querem colocar o fi
tem comida em casa, e para se divertir.
por meio de uma peça de teatro, por
lho no esporte porque é um meio que
E eu acho que o esporte, a atividade
exemplo. É algo bastante amplo. É bom
eles enxergam de ascensão social. Só
física, deve ser colocado de uma forma
fazer na escola porque você tem mais
que isso não é verdade. Nós trabalha
lúdica, de recreação, brincadeira, e em
público.
mos com
1.300 jovens no Centro
meio a isso você enxerga quem tem je i
Olímpico e desses, daqui quatro ou
to para uma coisa e quem tem para ou
E o que você acha que pode levar a
cinco anos, se quatro ou cinco chega
tra. Muitas vezes você acaba por fazer
pessoa a gostar de algum tipo de ativi
rem ao esporte de alto nível, já vai ser
uma exclusão quando você parte para
dade física?
o máximo. Todo pai acha que o filho
o treinam ento de alguma modalidade
Começar a fazer. Eu mesmo posso di
vai ser o Ronaldinho ou que a filha vai
esportiva dentro da escola, porque
zer que hoje estou fazendo atividade
ser a Daiane, mas não é assim. Nós
sempre tem , por exemplo, o mais gor-
física com qualidade de vida. Antes eu
não podemos enxergar o esporte ape
dinho, que se sente excluído porque
não praticava, porque eu fazia esporte
nas como um meio de se descobrirem
perdeu para o mais magrinho, que era
de alto rendimento, de alto impacto e
talentos, o esporte ensina a criança a
mais ágil. Assim, você exclui muito.
que exigia de mim além do que meu fí sico podia suportar. E hoje, eu sei o que
lidar com vitória e derrota, a se defen
Mas, enfim, nesse caso da violência, a
der, competir, respeitar hierarquias,
criança passa a conviver com uma coi
conviver em grupo. E isso você leva
sa m elhor do que ela tem na rua.
para toda a vida. Mesmo que você não se torne um atleta, você terá de enca rar todo esse tipo de coisa que o es porte ensina e que faz parte da vida. Tem-se falado m uito do esporte
é bom para mim. Depois que pratico mi nha atividade física, eu me sinto mais disposta, me alimento melhor, durmo
Como será seu projeto para a terceira idade?
é começar a fazer. Não é fácil adquirir
A minha proposta é resgatar a auto-
disciplina. Quando eu jogava profissio
melhor. Por isso eu digo que o segredo
estima do idoso, porque a gente vive
nalmente, é claro que tinha de estar lá,
num país onde o idoso é marginalizado.
era a minha profissão. Mas, quando vo
como meio de se escapar da violência
Infelizmente, nós temos de ter um Esta
urbana. O que você pensa sobre isso?
cê não tem esse tipo de compromisso,
tuto do Idoso para dizer que as pessoas
você pode desanimar um pouco. Por is
Eu não acho que tira da rua ou das
de terceira idade têm de ser respeita
drogas, mas vai fazer com que essa
so está tão em voga o personol trainer;
das, e isso é um absurdo. E o que eu
criança ou jovem não tenha o tem po
além da companhia, ele também te obri
quero é não só resgatar a auto-estima,
ga a fazer, você sabe que tem um encon
ocioso que normalmente teria se não
mas também até as profissões que eles
tro marcado naquela hora para fazer
12 r e v i s t a
e
atividade física. Mas a dica é essa, come çar a fazer para sentir a diferença.
Sobre essa questão da comida, a gen
com os filhos. Da mesma form a, eu
te percebe que nunca se falou tanto
acho que essa questão de cirurgias,
sobre isso. E há a polêmica envolvendo
etc. é um pouco de comodismo. Ou
E como vencer a preguiça?
as dietas, uns dizem que X é melhor
seja, é mais fácil você ir até o médico
Hoje eu faço não por obrigação. Mui
que Y, etc...
e "cortar" a gordura do que você se
tas vezes eu fui obrigada a correr sem estar com vontade. Mas é uma questão
E as cirurgias também, lipoaspiração, silicone...
me dedicar. Não dá para ficar naquela
de disciplina. Se você quer melhorar sua qualidade de vida, você tem de se disci plinar. Não dá para começar e parar. E
disciplinar. É aquela história: se eu quero que algo aconteça, eu tenho de
Exatamente. São como atalhos à atividade física.
de "ah, só hoje eu vou com er esse do ce", ou seja lá o que for. Se não hou
preciso enxergar a atividade física como
Eu estava conversando com uma
ver disciplina, a pessoa vai mesmo re
algo que vai ser bom para você, queima
pessoa e o assunto era criar os filhos.
clamar que está gorda, fora do peso...
calorias, faz a pessoa se sentir melhor.
E a pessoa, uma senhora com os seus
Há também a preocupação com a ali
70 anos, dizia que hoje em dia se
Hoje existe uma conscientização que
mentação, a gente sabe que hoje em dia
criam os filhos com mais liberdade,
há vinte anos não havia. O cigarro, por
a comida não tem a mesma qualidade
mas que isso representa um pouco de
exemplo. As pessoas, hoje, sabem que o
que tinha antigamente. A gente come
comodismo da parte dos pais. Por
cigarro pode causar câncer e demais
muita coisa enlatada, come muita boba
exem plo, em vez de o pai levar a filha
doenças. Comida é a mesma coisa, as
gem. Atividade física é uma questão de
a uma festa, ela vai com uma amiga
pessoas sabem que o colesterol é uma
disciplina, colocar uma meta e se propor
para poupar trabalho. Além da falta
questão séria. Mesmo assim, muita
de tem po dos pais para conversar
gente continua fumando e comendo o
"0 grande problema no Brasil é que o atleta não tem patrocínio. Para mim, quando um desses meninos vai para fora do Brasil e ganha uma medalha, é um herói. Porque ele não tem tranqüilidade para trabalhar, num ano ele tem patrocínio, no outro ele não sabe se terá. É difícil trabalhar assim" r e v is ta
e
13
ENTREVISTA "Nós não podemos enxergar o esporte apenas como um meio de se descobrirem talentos; o esporte ensina a criança a lidar com vitória e derrota, a se defender, competir, respeitar hierarquia e conviver em grupo. E isso você leva para toda a vida" que não devia. É uma questão de op
Você falou sobre treinamentos inten
anos. Mas é lógico que eu não me arris
ção, não? Cada um faz o que quer. Eu acho
sivos; dia desses aquele jogador de fute
co a ficar correndo em asfalto, fazer bici
bol húngaro morreu no campo. Você
cleta, não faço mais musculação, faço Pi-
que quando as coisas são impostas é
não acha que essa necessidade de
lates, ou seja, eu me cuido. Acho que é
mais difícil as pessoas aderirem . Mas
treinam ento duro acaba se virando
uma questão de saber o que é bom para
tem também a questão química, diga
contra o próprio atleta?
o seu corpo. Depois de um tempo com o
mos. Quem fuma, por exemplo, tem
Quando eu comecei a jogar, treinava
corpo sempre apitando no vermelho, é
uma dependência química, e quem
três vezes por semana. Depois, todos
preciso pensar bem no que fazer com ele.
não tiver muita força de vontade não
os dias, uma vez por dia; depois todos
vai largar o cigarro. Algumas coisas
os dias, duas vezes por dia. Eu acho
surgem independentem ente da sua
que esses casos de m orte de atletas,
O que você faz hoje como atividade física?
vontade, ao menos é o que dizem .
como a desse jogador, são fatalidades
Corro três vezes por semana e faço
Agora, quanto a parar de fum ar e me
- a não ser que o clube não tenha feito
duas vezes Pilates, uma técnica de
lhorar a alimentação, o necessário é
os devidos exames. Porque pode acon
alongamento.
mesmo muita força de vontade.
tecer de a pessoa estar andando na rua e, de repente, cair morta. Por isso tem
Quanto você corre?
E a questão de drogas dentro do es
de ser feito um trabalho durante a pré-
Não interessam ritmo ou quilometra
porte em busca de desempenho. Tratar-
temporada, ver como estão os atletas,
gem. Corro trinta minutos. Eu passei mi
se-ia de um acidente de percurso causa
para tentar m inimizar isso. Pode ser
nha vida inteira tendo de correr no rit
do pela cobrança?
overdose de treinam ento, vai ver o or
mo tal. etc. Hoje, vou lá para transpirar.
Eú acho que é falta de informação e
ganismo da pessoa não está preparado
Eu vejo gente correndo maratona e fico
até ignorância de quem consome.
para receber aquele nível de estímulos.
abismada. Se bem que muita gente que
Além disso, o esporte atinge um nível
Mas o im portante seria que todas as
corre maratona começa bem leve, mas
de profissionalismo e de necessidade
pessoas que fazem atividade física, não
corrida vicia... Eu não quero nada disso.
de sobrevivência que, às vezes, a pes
só os atletas de alto nível, se avaliarem
soa faz qualquer tipo de coisa para
constantemente. E não sair como um
E Pilates?
conquistar uma medalha. Mas não
louco fazendo atividade sem controle
Uma hora cada vez.
pensa no que isso pode gerar futura
ou orientação. Nós já tivemos na sele
m ente no organismo. O m om ento da
ção casos de jogadoras que tiveram de
vitória é im portante para o atleta,
ser cortadas porque o teste de coração
Olhando para trás. o que você diria sobre o brilho da sua geração?
mas mais im portante é o depois. O
acusou um problema qualquer, isso
Outra coisa que não se pode compa
esporte é uma profissão m uito ingra
acontece. Por isso, eu considero fatali
rar é geração tal com geração tal. Tudo
ta, quando você está no auge do seu
dade, algo que pode acontecer com
mudou. Hoje, jogar é uma questão de
amadurecimento como pessoa você tem de parar de competir, porque vo
qualquer um.
força física, os tênis são cheios de amortecedores, a quadra é de baixo
cê depende do seu físico. Então, o
Há ex-atletas que reclamam de várias
impacto e não sei mais o quê... Quan
im portante não é você como atleta,
dores depois que abandonaram o es
do eu vejo comparações do tipo fulano
mas sim você como pessoa. Vai exis
porte profissional. Hoje, quatro anos
não é como Garrincha, eu digo: não dá
tir toda uma vida depois de você ser
depois de sua saída das quadras, você sente alguma coisa?
para comparar. Como comparar uma
atleta, e as pessoas não pensam nis
pessoa que jogou nos anos de 1960 ou
so. E hoje o cerco do doping está se
Eu não sinto nada. Eu já ouvi falar dis
1970 com quem joga hoje? Eu acho
fechando cada vez mais. Por isso eu
so, mas acho que sou privilegiada, por
que nós fazíamos um esporte com
digo que se trata de uma falta de co
que não tenho essas dificuldades. Eu ti
mais criatividade e inteligência. Hoje, é
nhecimento por parte dos atletas do
ve uma contusão séria no joelho, fiquei
difícil, no futebol, por exemplo, você
que isso pode gerar futuram ente, por
quase dois anos com problemas, depois
ter um atleta que "enxergue o jogo".
pensar só no m om ento, em estar no
fiz cirurgia na Espanha, quando passei
Hoje, é mais força e treinam ento. Aliás,
topo, bater recordes, ganhar meda lhas e dinheiro.
uma temporada lá, e foi um sucesso. Is
hoje a força predomina sobre o talento
so foi em 1989, passaram-se quinze
e a criatividade.
14 r e v i s t a
e
■
Ecocine contará com Prêmio STV
Net SP, canal 3; DirecTV, 211; Sky, 3; TecSat, 10; e Canbras, canal 22. Recepção própria nas redes SESC e SENAC
Preocupada em valorizar a produção independente brasi leira e contribuir com a educação e a cidadania, a Rede
D iretas Já! 20 anos
SescSenac de Televisão apóia o 3 o Ecocine - Festival Naci
No dia 16 de abril, às 22 horas, a STV relembra os 2 0 anos de
onal de Cinema e Vídeo Ambiental, que acontece de 21 a
um dos acontecimentos mais im
ECOCINE
FESTIVAL NACIONAL DE CINEMA E VÍDEO AMBIENTAL
21A25 D
* DE2004
2 5 de abril, em São
portantes que o Brasil já viu, a I
Sebastião. A emis
campanha das Diretas Já. O docu
sora s elecionará
mentário resgata, através de depo
um documentário
imentos e de material de arquivo I
de 5 0 minutos e
da época, o ano de 1 9 8 4 - quan
concederá ao ven
do aconteceu o maior movimento |
SA0SEBAST1A0 SP BRASIL
cedor o Prêmio STV
popular de rua da história do bra
iw.povosdomar.com.br/ecocine
de Aquisição no va
sileira. O último comício pró-diretas ocorreu há exatas duas dé
lor de R$ 6 mil, in
cadas, no Vale do Anhangabaú, quando mais de 1 milhão e 7 0 0
dependente da premiação do evento. A produção escolhi
mil pessoas tomaram as ruas e avenidas do centro de São Pau
da será exibida na faixa STV Documentário, que vai ao ar
lo. Diretas Já! 2 0 anos é uma co-produção da STV com a produ
todas as sextas-feiras, às 2 2 horas.
tora paulistana Tatu Filmes e conta com o apoio da TV Cultura
Organizado pela Tao Produções e pela ONG São Sebastião
de São Paulo. O programa tem como âncora o jornalista e escri
Tem Alma, o Ecocine visa fomentar a discussão ambiental,
tor Fernando Morais e roteiro e direção do jornalista Alex Solnik.
além de divulgar, exibir e premiar obras de longa, média e curta metragens, em filmes ou vídeos. Essa edição mante rá o foco sobre as obras audiovisuais de produção nacio nal, disponibilizando um espaço privilegiado aos produto res brasileiros e suas formas de expressão sobre nossa cul tura e meio ambiente.
Descobrim ento Para marcar a data em que se comemora o descobrimento do Brasil, a STV exibe o documentário Descobrir, programa que fala das festividades dos 4 0 0 e dos 5 0 0 anos de Brasil, tendo como espinha dorsal o pensamen
A tra je tó ria de patrim ônios históricos
to da professora Marilena Chauí.
O documentário Casas Invisíveis, que estréia na STV no dia
bre o descobrimento do Brasil, !
A produção analisa questões so- j
9, às 22 horas, acompanhou, por cinco anos, a luta de ci
“costurando” os fatos históricos j
dadãos em busca da preservação de casas antigas de gran
com as opiniões de filósofos, so- | ciólogos e cientistas políticos registradas em depoimentos sobre
de valor histórico na cidade do Rio de Janeiro. O enfoque do programa, uma co-produ
o assunto. O programa é mais uma co-produção do canal com a
ção da emissora com a em
Tatu Filmes e vai ao ar no dia 23, às 22 horas. Ricardo Miranda é
presa carioca CLM Produ
quem assina a direção.
ções, é a d estruição do patrimônio histórico brasilei ro por conta da moderniza ção. Luiz Eduardo Lerina é quem assina a direção.
A STV está disponível via Sky, canal 3; DirecTV, canal
todo Brasil
211; TecSat, canal 10; e sinal aberto no Satélite B3 - receptor digital - freqüência 3768-V.
A programação completa da Rede SescSenac de Televisão está no site www.redestv.com,br
ZUM6H, &ANPA P6 AUWÍúiPNAS.
AO MAPAM6 SAT/
0
undergrounddividia as opiniões quando foi sinônimo
de rebeldia. Mas, hoje, esse misto de ser do contra e apreciar exclusivamente o novo ainda resiste?
Na abertura, foto de Inácio A ronovich, e os "Tipinhos In ú te is" do cartunista Angeli. Am bos trabalhos expostos no p rojeto Underground Passado/Presente?
o início foram os beatnicks. Era começo dos anos de 1950 e o mundo vivia o
N
pós-guerra. Os EUA, despontando como grande potência bélico-econômica
mundial, construíam o que entraria para a história como american dream (so
nho americano). Mas sua juventude encontrava-se perdida em meio a um pesadelo de incertezas e sentimentos de desajuste. Costumes antigos não mais cabiam na nova época. A saída? Abandonar tudo e experimentar novos lugares, novos hábitos e tudo mais que houvesse de novo. É este inclusive o mote do livro On The Road (al go do tipo “na estrada”), escrito porjack Kerouac, considerado precursor do beatnik e da beat generation. A literatura beat, embora nascida em textos de poesia ou pro sa, trazia forte componente filosófico e musical, além de forte interesse por tudo o |
ARIKA MUPAVA SEMPRE A CORPOS CABELOS.
enu-v, APORAVA O THE SMITHS.
que quebrasse o discurso do establishment - político e cultural. No entanto, as placas tectônicas do com portam ento se encontravam em ple no movim ento, e as coisas ainda tinham que mudar bastante. Segundo Cláudio Willer, pioneiro tradutor de literatura beat no Brasil e também poeta, o movi m ento existiu em um contexto relativamente curto no tem po, encerrando-se I em seu form ato original no final dos anos de 1950. Dele, no entanto, nasceria | o primo famoso, o m ovimento de contracultura, que se fez conhecer mundial
M z, eoe> cuspê n a cabeca.
LOKO, MISTER ANFETAMINA-
m ente por meio da figura dos hippies. “Digamos que os beats do final de 1950 foram substituídos - ou sucedidos - pelos hippies a partir de meados da déca da de 1960”, esclarece Willer. “A contracultura nasce dentro da geração beat ou I a partir dela.” Nessa linha do tem po, o poeta aponta como decisivo fato desencadeador a participação de Allen Ginsberg em manifestações pacifistas a partir de 1963, quando o autor voltou de uma longa viagem ao Oriente e passou a | prestar especial atenção a tudo o que fosse alternativo. “Além de sua aproxima
x jy
ção com Bob Dylan e grupos de rock”, complementa Willer.
Projeto realizado no Sesc Consolação coloca lado a lado o movimento de ontem e de hoje
Beatnicks, hippies, punks e outras denominações que eventualmente foram inventadas para designar pessoas ou grupos que se levantaram contra a ordem estabelecida encontraram seu espaço nos porões do Sesc Consolação. Durante duas semanas, no final de março, o projeto Underground - Passado/Presente? reuniu performances, shows, oficinas, debates, apresentações teatrais, mos tra de fanzines e exposição de fotografias. "É um jeito de mostrar um tipo de cultura, e o Sesc faz muito isso", analisa o drama turgo e escritor Antonio Bivar, que participou do debate Re existe Underground?, parte do projeto. "Por exemplo, há 22 anos eu organizei no Sesc Pompéia, junto com os punks, algo que ficou na história: o festival 0 Começo do Fim do Mundo. Aquilo não po deria ser mais underground, concentrou mais de quatro mil punks, e isso nunca tinha acontecido nem no Brasil nem no mundo até então. Ou seja, o Sesc sempre foi palco para muita coisa." Sobre o atual projeto, Bivar afirma que considera o Sesc antropofágico, por "absorver as culturas e trazê-las à tona". "0 Sesc mostra o que existe de bom em todas as manifestações, inclusive no underground", sentencia. 0 crítico de música e DJ Kid Vinil, também convidado do projeto, mostra-se satisfeito com a discussão do movimento underground, embora ache o termo um tanto nebuloso. "Para mim é tudo cultura musical", resume. "É importante que iniciativas como essa abram espaço para novas própostas, assim como é importante que haja gente interessada nessa história (do underground). Por que se não toda a cena morre, e não se pode deixar isso acontecer." Entre murais com trabalhos do cartunista Angeli, oficinas de fanzine com Silvio Ayala, shows de Jorge Mautner e Aguilar e sua Banda Performática, os visitantes puderam passear pela ambientação criada pelo cenógrafo Ulisses Coh/i, que reproduzia um tú nel em construção forrado por fotografias de Ignácio Aronovich/ que, por sua vez, traduziam os inúmeros subsolos da cidade em diversas leituras do que seria o urbano que ninguém vê e/ou conhece - locais onde, ao menos segundo a mística da coisa, agiam e-agem os inquietos e inconformados. "0 projeto é importante como memória", afirma Aguilar. "Omitir isso seria um a s^ sin a to cultural que pode ser danoso para toda a cultura brasileira." Irreverente como sempre, o artista plástico ^rinca: "É bom para ver se os caras ainda mordem", provoca, referindo-se aos nomes consagtfidos convidados para o projeto, inclusive o seu. "É um desafio para mim mesmo."
A SUNGA DO GABEIRA
na cultura underground. A Gal Costa
José Roberto Aguilar pinta um quadro
No Brasil, a exemplo do que aconte
também, quando faz, em seu segundo
da época: “M uito do underground, mes
cia no resto do mundo - pelo menos o
disco, uma lista das coisas alternativas
mo nas lutas políticas, partiu para um
ocidental
a contracultura, sua músi
que ela gostava”, explica o escritor e
lance de conduta e comportamento, e
ca e, principalmente, sua atitude fa
dramaturgo Antonio Bivar, participante
isso foi fantástico. Além disso, havia o
riam surgir outra vertente que igual
do projeto Underground - Passado/Pre
‘faça amor, não faça guerra’, a permissi-
mente ficaria na história - e que, se
sente?, no Sesc Consolação (ver box).
vidade sexual, os novos comportamen
gundo alguns, ainda continuaria em
Com o País vivendo sob uma ditadu
tos. O underground nasceu assim. Se o
voga: o underground. “Nos anos 60,
ra militar que tentava calar artistas e in
sistema é alienante, então, simples
quando Caetano (Veloso) e (Gilberto)
telectuais numa época em que o mun
mente não combata o sistema, crie
Gil fizeram a Tropicália, embora eles
do fervilhava de novidades, o movi
uma via alternativa”. Como exemplo
quisessem arrebentar com a coisa to
mento nasceu ligado fortemente a um
dessa postura, Aguilar cita o hoje de
da, na verdade eles faziam uma peque
desejo de liberdade. O artista plástico
putado federal Fernando Gabeira e sua^
UORPNAWA COMO UM TRAPO.
MORSA MORAVA NUM FBRRO-VeVHO.
QMS.
CINpy, OPtAVA OS HOMENS.
PAMPA. FICAVA MPSPS SPM VBRAUUZPOSOV.
RBSINA VOCAUSTA PA BANPA AS CARRASCAl
Íê É
Atividades no ciberespaço são consideradas a contracultura dos tempos modernos De acordo com a definição original, o undergrüund está ligado às sombras, à marginalidade e à minoria. E nada une mais essas características do que os chamados hackers - a saber, aqueles gênios do computador que usam os seus poderes em nome do caos e da desordem, invadindo sistemas de cpandes corporações mundiais ou simplesmente infestando o nos so computador com vírus virtuais (arquivos que apagam documentos ou coisa pior). É uma atividade ilegal, perrali-
|
zada com prisão - é bom avisar antes de qualquer coisa. "Eu conheço muito pouco do que seja underground hoje, mas adio que existe um movimento digital, formado por hackers, que é muito presente em termos de socialização digital e interação sociá(", afir ma o artista plástico Aguilar. 0 matemático Regener Fortes, que participou de uma palestra sobre o assunto dentro projeto \in derground - Passado/Presente?, acrescenta que esses, digamos, arautos de uma ordem paralela na internet podem ser tanto mocinhos quanto bandidos. "Nós mostramos um documentário no Sesc Consolação de um grupo que ataca tanto grandes corporações de in ternet quanto pequenas empresas", conta o matemático, também produtor de sites. "Esse documentário traz o caso de duas empre sas que tinham quase o mesmo domínio (endereço'de internet), e a maior conseguiu que a menor tirasse o seu site do ar e ainda pagasse um dinheiro pelas perdas que, hipoteticamente, ela poderia ter tido. 0 pessoal da empresa prejudicada entrou em conta to com um grupo de ativistas na internet (leia-se hackers), e esse grupo bombardeou o site dessa empresa grande durante qua se um mês. Os 'grandões' devolveram o domínio e o dinheiro e se comprometeram, por escrito, a nunca mais usar esse tipo de i tática. Para a empresa pequena, eles são mocinhos; para a grande, bandidos." No entanto, Regener observa que, de fato, existem nesse universo "piratas" que estão puramente interessados em barbarizar os sete mares da rede, por protesto ou pelo simples prazer de ver uma ordem estabelecida com as calças na mão, frágil, con- ^ fusa e, até certo ponto, ridicularizada. "0 ciberativismo é o underground do un derground", define Regener.
revista 6 : 19 -/■
A história do udigrudi Sequndo Luiz,Carlos Maciel, Glauber Rocha inventou esse termo para "sacanear" o pessoal do Julio Bressane e Rogeno S anzerla ou seja, o dnema underground, críticos do Cinema Novo. "E a palavra é hornvel ela manifesta-uma ignorânda não só do inglês como do português também", enxerga Maciel. "A palavra underground para quem sabe ingles e 1 pronundada "andergraund"; quem não sabe,, lê ao pé da letra; agora falar udigrudi mostra que o sujeito e um debil mental" Por isso diz-se que a 'tradução' foi uma tentativa de Glauber ridicularizar o movimento.
Ele quis reduzir o
underbround, prindpalmente no dnema, porque o pessoal desse movimento na época era uma geraçao que vinha contestando Glauber. Embora eles fossem meio filhos dele, eles queriam contestar seu poder p a tin o . E Glau ber se sentia sa.caneado por aqueles fedelhos e inventou esse termo." No entanto, os representantes do un. derground adoraram a idéia, achavam que tinham de fato provocado com sua atitude qontracultural e resolveram assumir o termo. Dessa forma, muitos começaram a se chamar de udigrudi, a despeito da intenção original do termo.
Já o crítico musical e DJ Kid Vinil
►polêmica sunga de tricô e a “turma”
d.” Bivar explica que, hoje, essa
que se auto-exilou na Inglaterra neste
postura que prima pela sucessão do
não quer m uito
período, indusive ele próprio. “Eu fui
novo pelo novo, flertando um pouco
ground. Não propriam ente por achar
para Londres nos anos de 1970 com
com o espúrio, aparece como uma ati
que não exista, mas por não simpati
aquele ideal esquerdista, partido co
tude. “O Mário Bortolotto, por exem
zar com o caráter restritivo da ex
munista, luta sodal etc. Mas entrei
plo, faz uma espécie de teatro under
pressão. “O term o, às vezes, me as
num outro universo, o do comporta
ground", avalia. “Embora o Raul Cortez
susta porque, para mim, é algo para
mento,
drogas,
esteja encenando um texto dele no
meia dúzia de pessoas”, analisa. “E
experiêndas místicas, reladonamentos
teatro da Faap, há anos o Mário preser
eu acho que fica muito restrito. Eu
abertos; numa época em que tudo o
vou seu estilo sem trair a sua idéia. É
estou fazendo rádio (Brasil 2000) e
que dizia respeito à sociedade era cas-
uma atitude meio beatnick; ele tem
gostaria de falar para 50 ou 100 mil
trador: Deus, pátria e família.”
uma identificação com isso. As peças
pessoas; hoje eu falo para uma média
dele retratam um a subcultura, um a
de 15 mil. Mas a minha meta seria fa
po b re za,
lar para mais.” Porém, mesmo esses
de
experimentar
SÓ RESTOU O PUNK?
h o té is
de
q u in ta
na
saber de under
Mas e hoje? O underground sobrevi
Estação da Luz.” Já entre os espa
15 mil, que ele considera pouco nu
ve, faz-se notar? “Acredito que exista
ços para te atro que poderiam ser
ma cidade como São Paulo, não po
sim”, responde Antonio Bivar. “Eu acho
considerados underground em São
deriam
que é bem diferente do espírito dos
Paulo, Bivar cita o N ext e o Espaço
ground, segundo ele, só porque ou
ser
chamados
de
under
anos de 1950 e 1960, porque hoje nós
dos Satyros, am bos no centro. “Isso
vem um tipo de música, digamos, in-
temos coisas como a internet, etc. Mas
tudo eu acho que tem essa proposta. E
comum. E ele tem um bom exemplo:
existe um underground via internet que
te m público para isso, porque te m
“O cara que mora do lado do meu
é muito forte (ver box), e um movimen
esse glamour, te m um a coisa que
apartamento é um pai de família,
to punk forte também. A idéia do
arrepia e horroriza as pessoas ‘bem
tem três ou quatro filhos, é um exe
punk, por exemplo, é sempre under-
com portadas’ - e isso é a titu d e .”
cutivo, e ele ouve a rádio”, conta Kid.i
a , tiptp
po Biu-y p o v .
n o r a ,cigarro
e bo u r b on .
BOCA, PUNK RAIVOSO.
■
„
Í
í
Sem mais perspectivas utópicas porluiz Carlos Maciel
Acim a desenho de Clay Wilson, e ao lado, no box, de Hobert Crumb
"Existe uma coisa meio misteriosa que se pode chamar de o espírito do tempo. Es se fenômeno, que é uma coisa meio inapreensível pelos quadros de conhecimento que existem - sejam sociológicos, econômiços ou filosóficos - , apresenta uma su “Ele não é underground, ele é um exe
cessão de fases diferentes. Nos anos de 1960 e 1970 havia uma convicção de que os
cutivo bem-sucedido na vida, só que I
erros cometidos durante séculos de civilização ocidental tinham resultado num ali-
ele gosta de música, ele é um cara
tuação intolerável, numa coisa que provocava o sofrimento dos indivíduos, algo que
com seus trinta e poucos anos de
fazia as pessoas sofrerem - tanto que elas tinham de recorrer a drogas, psicanalis-
idade que gosta de W hite Stripes e de
| tas e fanatismo para compensar essa dor. Isso determinava uma disposição positiva
Pink Floyd.” De fato, o vizinho do Kid
para a transformação, Não no sentido político tradiçional, como o marxismo, por
Vinil não parece te r um perfil under- | ground. Aliás, pasmem, nem o próprio Kid se considera um. “Eu ouço música
exemplo, ou a revolução comunista e socialista. Mas uma transformação interna que 1 afetava a maneira de viver das pessoas no sentido mais amplo, inclusive o modo de produzir arte e cultura. E tudo foi muito radical; houve um rompimento com mui-
sertaneja, ouço pagode, axé, tudo is- I
; tos padrões estabelecidos e a necessidade de novos valores. Por exemplo: a repres-
so. Eu sempre gostei de rock, mas não
, são sexual era uma norma. Logo, 'abaixo a repressão sexuaL 0 que se passa a pro
deixo de ouvir as outras coisas, não |
curar é um sexo livre, saudável, natural, sem as oposições neurotizantes da repres
digo ‘ah, eu odeio isso!’. Eu sou brasi
são, que já haviam, inclusive, sido suficientemente denunciadas pela psicanálise.
leiro, nasci aqui, cresci ouvindo músi
Aliás, com essa parte da crítica a contracultura não se preocupou muito. Não exis
ca sertaneja. Meu pai gostava de Elvis I
tem teses que embasem teoricamente a contracültura; ela está Cheia de consta
e Tonico e Tinoco”, conta, destruindo
tações que já haviam sido feitas antes, como a miséria individual, verificada por
a concepção de muitos de nós. E com essa confusão toda, quem é
Freud; e a miséria coletiva, verificada por Marx. Isso já era uma etapa superada.
underground? “Não sei, mas ele existe,
vigente de viver. As pessoas procuram as prãias, cachoeiras, querem ficar nuas.
e em todos os tempos”, resume Agui-
Era a chamada sociedade altémativa, tão cantada peto nosso Raul Seixas.
lar. “Inclusive hoje existe o underground I
Depois do esvaziamento desse projeto, a juventude veio muito mais realista,
da gente, que era underground. Mas,
considerando o sistema algo mais ou Tnenos^mutáyel. Na verdade, essa manei
por outro lado, o Gil era underground e
ra de viver passou a ser imutáveljjara a juventude, e ela começou a desenvolver
hoje é ministro...”, lembra o artista.
maneiras de viver melhor e, obter a sua felicidade e prazer, dentro dos quadros
0 que se impunha era um_momento positivo e criativo. Abandona-se a maneira
vigentes. Ou seja, não houve mais um movimento alternativo, mas sim um
j
movimento de procurar ser criativo dentro do que está estabelecido. As novas gerações encaram a realidade sem mais perspectivas utópicas de
J
que todo mundo vai ser mais feliz, de que a vida vai mudar. A vida
1
não vai mudar, só se for para pior." Luiz Carlos Maciel é escritor e já foi.chamado de guru da contracultura. Título que ele recusa vigorosamente: "Não posso ficar preso a nenhuma imagem".
' r e v is ta
ê
j 1 1
>21 ;
A
alimentação é
üm.ato
__ ! ©■corhbateaodespérdícjo^é.íjrpdosi^prirvápals* temas tratados." Tal qoroe: • ■ cj descobrir ummiinde novo.Um outro" olharsòbfeosàfimentos. Poréxemphb: sabeaqiféletaloquevai diretoaòlixo? Ou o caroço d ajaca ao qual você se
muito
maior do què levar, a comida à boca. Começa com a escolha do_
momento certo para consumir os ali
mentos -
os hortifruti dã safra, por
exemplo, são sempre mais baratos e mais nutritivos do que os que estão na
nas culinárias, voltadas a diversas faixas
quer repara? E a folha do brócolis? A
entressafra - , passa pela maneira como
etárias. Estas atividades não ensinam
casca da banana? Enfim, o destino final
deve ser transportado, armazenado,
apenas a preparar pratos especiais ou
de tudo isso pode deixar de ser o lixo
manipulado, preparado e, então, culmi
do dia-a-dia, mas mostram os cuidados
para transformar-se em um cardápio
na no melhor jeito para ingeri-lo, tiran
adequados ao seu preparo e conserva
com iguarias nunca imaginadas (veja
do o máximo proveito de seu potencial
ção; são passados ainda princípios para
box com receitas).
nutritivo. Portanto, o ato de comer é
que se aproveitem os alimentos da me
O não-desperdício foi a primeira eta
apenas o último passo de uma caminha
lhor maneira possível. Entre cores e sa
pa para a formação do conceito do Culi
da que começou muito distante da sua
bores, a idéia é discutir sobre uma infi
nária Inteligente, que nada mais é que le
cozinha. Essa visão holística sobre os
nidade de temas relacionados à alimen
var em consideração todos os aspectos
hábitos alimentares ganhou o nome de
tação, como equilíbrio alimentar, higie
da alimentação: economia, higiene,
Culinária Inteligente e é preocupação
ne, manipulação, transporte e armaze
capacidade nutricional, preparo e, claro,
constante do programa de alimentação
namento dos produtos e melhor apro
aproveitar
do Sesc - sempre pautado em ações
veitam ento dos nutrientes. “Nessas
podem nos dar.
educativas, que passam pelo aprimora
oficinas, além de cozinhar, as pessoas
mento do pessoal envolvido, por plane
aprendem também tudo que está por
jamento e composição dos cardápios
trás da alimentação”, explica Mareia
tudo
que
os
hortifrutis
Mesa B ra s il
A semente para o aproveitamento
oferecidos nos restaurantes e lanchone
Bonetti, coordenadora do programa de
integral dos alimentos foi plantada há
tes de suas unidades, na forma de
alimentação do Sesc. “Isso inclui ques
dez anos em função de um dos maio
preparação dos alimentos e na orienta
tões nutricionais, ambientais, higiênicas
res flagelos da realidade brasileira: a
ção de como consumi-los de forma nu
e de aproveitamento integral dos ali
fome. Em 1994, o Sesc implantou um
tricionalmente adequada.
mentos.” As oficinas incluem palestras
programa de combate à fome e ao des
Além das ações educativas e das refei ções que serve, o Sesc desenvolve ofici
com nutricionistas, elaboração de cardá
perdício de alimentos, uma das primei ras grandes iniciativas para m obilizar a
22 r e v i s t a
e
pios, degustação e uma apostila.
0 desperdício é combatido pelo um programa que une criatividade e economia na cozinha alunos das oficinas passarão à frente o
sociedade, o Mesa São Paulo. A idéia,
Pouco a pouco, o Mesa Sesc adquiriu
simples e eficiente: pegar o alimento
novas condutas. A década de experiên
onde sobra e entregá-lo onde falta.
cia serviu para aperfeiçoá-lo e torná-lo
rem melhorar sua própria qualidade de
ainda mais eficiente. Para combater o
vida”, afirma Maria Flávia Giordano,
nacionalmente com o nome de Mesa
desperdício
tam bém ,
nutricionista que já participou de vá
Brasil Sesc. “O objetivo é contribuir para
aprender a manusear os alimentos
rias oficinas do Culinária Inteligente, no
que parcelas carentes da comunidade
para não estragá-los, capacitar os fun
tenham acesso à alimentação necessária
cionários para detectar o estado dos
Sesc Belenzinho. Os efeitos práticos, ao adotarmos
através do combate ao desperdício”, ex
produtos e as pessoas que os recebiam
as medidas sugeridas de seleção, ar
plica Márcia Bonetti. “O programa tem
para armazená-los e manipulá-los da
m azenam ento e aproveitam ento dos
sua força na parceria entre empresas que doam alimentos, pessoas que se dis
melhor maneira, estabelecer regras de
alimentos, podem ser sentidos rapi
preparo e higiene, enfim, garantir a se
dam ente no bolso. De acordo com o
põem a participar através da prestação
gurança necessária ao consumo -
de serviços voluntários, e instituições
idéia-chave das ações educativas do
Instituto Akatu Pelo Consumo Cons ciente, é possível dim inuir em até
sociais que se dedicam ao efetivo
programa de alimentação do Sesc. “As
30% os gastos com comida. Além de
atendimento de segmentos excluídos da
contribuirmos para a diminuição do
comunidade. É o elo que viabiliza os es
atividades nas oficinas são muito im portantes, pois servem como pólo de
forços dessa parceria entre quem doa e
multiplicação dos conceitos que for
lixo orgânico, que hoje representa 65% de todo os detritos produzidos
quem recebe”.
mam o programa. Com certeza, os
no Brasil.
Em 2003 a iniciativa foi lançada
foi
preciso,
que aprenderam aqui, além de pode
r e v is ta
e
23
Dicas valiosas No supermercado*
Na panela*
- Elabore uma lista com calma, assim você evita levar alimentos que não consumirá.
m
- Vá ao supermercado bem alimentado, para não comprar por im-
g
- 0 feijão pode ficar - Compare os preAs. Sempre.
nutritivo se você deixá-lo
- Observe o praz/ de validade dos produtos. _
—
por 6 horas. Com esse pro-
- Congelados e/resfriados devem ser colocados por último no carrinho.
cedimeijto, a digestão desse alimento é melhor
- Acúmulo de gelo^nfcima da embalagem indica que o produto foi descongelado e
seus nutrientes,
o utilize
para cortar legumes, fru-
~ruiiyeladu iiuvarfiénteTo que o torna impróprio ao consumo.
agredir o alimento, levan
- Frutas e legumes da estação são mais nutritivos e baratos.
do-o a uma perda maior de nutrientes.
* Dicas fornecidas pela nutricionista Maria de Fátima Coqueiro Silva, da Secretaria
* Dicas fornecidas pela nutricionista Maria Flávia
Municipal de Saúde de São Paulo.
Giordano, da Faculdade de Saúde Pública.
Na cozinha* - Não devemos, em hipótese alguma, deixar lixo próximo a alimentos, pratos e talheres. Isso vale para aquela lixeirinha que fica em cima da pia. - Todo alimento armazenado na geladeira deve estar protegido. Assim se evita perda de nutrientes e absorção do odor e de agentes nocivos de produtos estragados. Alimentos já foram higienizados não devem ser misturados aos que ainda não o foram. isture em um mesmo compartimento alimentos preparados e os que não estão prontos, mgelamento de alimentos não deve ser feito em ambiente externo. 0 ideal é retirá-lo do congelador e guardá-lo
descongelado, o alimento deve ser preparado e consumido em seguida. Nunca o congele novamente cru. Só faça isele tiver sido cozido, frito ou assado.
* Dicas fornecidas pela nutricionista Mareia Bonetti, do Sesc São Paulo.
Retrato da discrepância Os números da fom e no Brasil Dados divulgados pelo Instituto Akatu atestam que o desper
pelos jornais e tais números irão se tornar ainda mais chocan
dício de comida no Brasil chega a 1 /4 do PIB, o suficiente para
tes. 0 Programa Fome Zero, do governo federal, aponta para
alimentar 8 milhões de famílias. Segundo cálculos do IBGE, de
mais de 40 milhões de pessoas que sofrem privações nutricio
20% a 30% de todos os produtos comprados para abastecer
nais. Tais números absolutos mudam de acordo com as variá
uma casa acabam indo parar no lixo. De acordo com a Embra-
veis levadas em conta por diferentes institutos de pesquisa,
pa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), vinculada ao
até mesmo dentro do governo. 0 Ipea (Instituto de Pesquisas
Ministério da Agricultura, traduzindo em números, isso signifi
Econômicas Aplicadas), órgão ligado ao Ministério do Planeja
ca que uma família de classe média joga fora em torno de 500g
mento, considera que 22 milhões de brasileiros passam fome.
de alimentos por dia. Em vinte anos, essa perda eqüivale a
No entanto, a FAO, órgão das Nações Unidas para a agricultu
3.600 quilos (3,6 toneladas). Esta quantidade desperdiçada se
ra e alimentação, considera que existem 16 milhões de famin
ria suficiente para fornecer 1 quilo de alimento diário para uma
tos no País. A fotografia da fome no Brasil assevera de novo o
criança de zero a 10 anos de idade, ou ainda, oferecer três re
lado cruel de uma das sociedades mais injustas do mundo, on
feições diárias em uma cidade de 7 mil habitantes durante um
de a enorme ferida da desnutrição convive lado a lado com to
d^. Tome-se a imagem da desnutrição sempre estampada
neladas de comida lançadas diariamente ao lixo.
24 r e v i s t a e
De lamber os dedos Receitas com inteligência e muito sabor desperdício não implica somente preparar refeições na quantidade certa ou não fora. Muitas frutas, legumes e verduras podem ser mais bem aproveitados, do imagina e, mais importante ainda, resultar em pratos deliciosos. Quem disse que banana não serve para nada? E que o talo da couve é inútil? Basta usar a criativipara ver que a culinária é muito maior do que se supõe. Experimentando aqui e acolá, as culinaristas e nutricionistas do Sesc São Paulo chegaram a receitas saborosas que apro veitam integralmente os alimentos. À mesa! No site do Sesc São Paulo - www.sescsp.org.br - você encontra disponível para download o Livro de Receitas Boa Forma Para Evitar o Desperdício.
Bife de casca de banana
Modo de preparo
Ingredientes
\
Cascas de 6 bananas maduras
Higienizar as cascas das bananas e lavar em água
3 dentes de alho
comente. Cortar as pontas. Retirar as cascas na forma
1 xícara de farinha de rosca
de bifes, sem parti-las. Amassar o alho e colocar numa
1 xícara de farinha de trigo
vasilha junto com o saL Colocar as cascas das bananas nesse molho. Bater os ovos como se fosse omelete.
sal a gosto
Passar as cascas das bananas na farinha de trigo,
à
nos ovos batidos e, por último, na farinha de rosca, seguindo sempre esta ordem. Fritar as cascas em óleo bem quente. Deixar dourar dos dois lados. Servir quente.
Bolinho de talos, folhas ou cascas Ingredientes 1 xícara (chã) de talos, folhas ou casacas bem lavadas e picadas
Modo de preparo 5 colheres (sopa) de farinha de trigo
Bater bem o ovo e misturar o restante dos ingredientes.
1/2 cebola picada
Fritar os bolinhos às colheradas em óleo quente.
2 colheres (sopa) de água
Escorrer em papel absorvente. Podem ser usados talos
sal a gosto
de acelga, couve, agrião, brócolis, couve-flor, folhas de
óleo para fritar
cenoura, beterraba, nabo, rabanete ou casacas de chuchu. No entanto, no caso dos talos de couve, couve-flor e brócolis, recomenda-se fervê-los antes do preparo. Você pode aproveitar esta água do cozimento x
dos talos para outros pratos como, por exemplo, arroz e sopa.
Na abertura cenas dos film es que p articip a m do Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2003; Desm undo; Sobre M eninos e Lobos, Arca Russa; O Homem que Copiava; Carandiru; Am arelo Manga; Adeus, LĂŞninl; Nelson Freire e O Homem sem Passado.
Há três décadas nascia o dos
Melhores
s;críticos, organizadores e e ilm F
público relembram sua trajetória
r á trinta anos, em 1974, o Brasil
cinema se reunia para assistir (ver de
muitas vezes. Mas isso não se faz... O
vivia sob a ditadura do governo
poimento de Saffioti) e decidir, quais
melhor mesmo é evitar os erros de ago
m ilitar chefiado pelo presidente
eram os melhores do ano, o créme de la
ra”, diz ele, que acompanha o Festival
Ernesto Geisel. Era um tempo de liber
créme da sétima arte nacional e estran
desde o início. “Ao revermos determi
dade restrita. Filmes, livros, discos, dis
geira. Gente como Ismail Xavier, um
nado filme, devemos considerar a épo
cursos, tudo era severamente controla
dos mais respeitados professores de
do pelo governo. A censura tinha a cara
cinema do Brasil; os críticos Carlos Mot-
dos casos ou resistiu ao tempo ou não.
ta, que, junto com Rubens Biáfora, foi
Aquela obra-prima de 30 ou 40 anos
Eram os censores que decidiam o que
um dos mais importantes do Estado de
poderá
sairia nos jornais, nas revistas, nas nove
S. Paulo. Inácio Araújo, da Folha de S.
perguntamos: isso é aquele grande fil
las, nos livros e, claro, o que entraria em
Paulo; Rubens Ewald Filho, do canal Tele-
me que assisti? Creio que não!”, brinca
cartaz nas telas dos cinemas. Em meio a
cine; Eugênio Bucci, atual presidente da
Carlos M otta, outro veterano nas vota
esse clima de repressão, quando a or
Radiobrás; além de Leon Cakoff, organi
ções do CineSesc.
dem da cidadania era tentar burlar as
zador da Mostra Internacional de Cinema
A entrada para o tim e dos “balzaquia-
regras de qualquer jeito, nasceu o Festi
de São Paulo, e muitos outros eram pre
nos” acaba remetendo a uma certa nos
val Sesc dos Melhores Filmes. “Nosso gru
senças garantidas nesse cineclube.
talgia, com lembranças doces e outras
H
dos homens designados para exercê-la.
ca em que foi realizado, mas na maioria
desapontar. Muitas vezes nos
po descobriu filmes, diretores, atores e
No primeiro ano, elegeram A Heran
nem tanto: o começo, quando se reunir
alertamos colegas e espectadores sobre
ça, de Ozualdo Candeias, como melhor
para assistir um filme era praticamente
a importância de cada obra que corria o
filme do cinema nacional e Gritos e Sus
um ato subversivo; os anos seguintes,
risco de permanecer ignorada. O aviso
surros, do sueco Ingmar Bergman, na ca
pontuados pela expectativa da volta da
podia ser via jornal, recado ou telefone
tegoria filme estrangeiro. Olhando para
democracia - e pelo êxtase de sua che gada; e a tristeza dos cineastas brasilei
ma. De repente um cinema, no centro
trás, percebe-se como o Festival já nas
ou no bairro, praticamente deserto,
ceu grande e acertou em cheio logo na
ros, que durante o governo Collor prati
era invadido por públicos de todas as
primeira edição. Gritos e Sussurros consa
camente não produziram nada e o Fes
idades e aparências”, relembra José
grou-se como uma das mais brilhantes
tival se viu sem candidatos brasileiros
Carlos Saffioti, técnico do Sesc São
obras de Bergman. E Ozualdo Candeias
por pelo menos dois anos. Por outro la
Carlos,
firmou-se como um dos maiores repre
do, sobra a alegria de ter apresentado
um
dos
prim eiros
organi
zadores do Festival, que neste ano rea
sentantes do cinema brasileiro.
ao Brasil pérolas do cinema que esta-
No entanto, trinta anos é muito tem
vam passando quase despercebidas,
po, o suficiente também para os arre
descobrindo muitas obras-primas que
pendimentos, acanhadamente admiti
não encontravam espaço nas salas de
As primeiras edições do evento acon
dos, porém “nominalmente” inconfes
exibição. Entre eles, Tampopo, de Juzo
teceram no Teatro Anchieta, no Sesc
sáveis. Esse foi o tom do balanço feito
Itami; Paisagem na Neblina, de Mikis
Consolação. Era lá que o pessoal do
por Rubens Ewald. “Já votei errado
Theodorakis; Fogo e Paixão, de Isay
liza sua 30a edição. Murro o
q ue contar
r e v is ta
e
27
Weinfeld e Mareio Kogan; Asas do Dese
pela crítica e pelo público. Esse julga
De fato, como é possível conferir nes
jo , de Wim Wenders; e Abrasasas, de
mento, sob olhares profissionais e pas
te ano (ver box), muitas vezes o voto da
Reinaldo Volpato.
sionais, acaba sendo uma boa oportuni
crítica é o mesmo do público. É interes
dade para acabar de vez com a dúvida:
sante notar também como os especta
público e crítica gostam das mesmas
dores consagraram entre as produções
Cinco anos depois de seu lançamen
coisas? Sim e não. “Grande parte das ve
de 2003 o formato de documentários,
Os PASSOS to, em 1979, já acomodado no lendário
zes, ele votam igual”, atesta Ana Maria,
premiando os perfis cinematográficos
espaço do CineSesc, na rua Augusta, o
que acompanha o Festival há doze anos.
do sambista Paulinho da Viola e do pia
Festival já contava com os votos de 50
“Críticos são mais cerebrais”, completa
nista clássico Nelson Freire. “Nem sem
críticos de todo o País reunidos nesse
Neusa Barbosa, do site Cineweb. “Até
pre concordo com a crítica”, dispara
culto ao cinema. No ano seguinte, a vo
por condicionamento profissional. Em
Maria Flelena Serrano, freqüentadora
tação foi aberta também ao público,
geral, por assistirem a um filme como
do CineSesc há mais de vinte anos. “O
que elegeu Bye, Bye Brasil, de Cacá Die-
trabalho, tendem a ser mais analíticos,
todo é que considero o mais importan
gues, como melhor filme nacional e A
comparar com outros filmes vistos, da
te em um bom filme.”
Rosa, de Mark Rydell, como melhor es
quele diretor ou de outros, do mesmo
A premiação do Festival dos Melhores
trangeiro. Em 1992, já sob direção da
gênero, etc. É isso, aliás, o que se espe
Filmes de 2003 acontece em 5 de abril
jornalista Ana Maria Cerqueira Leite, ho
ra de profissionais. O público, mesmo
(somente para convidados). De 6 a 22
je assessora de imprensa do Sesc São
cinéfilo, tende a reagir mais emocional
de abril, os melhores filmes serão exibi
Paulo, o Festival passou a ter uma ceri
mente aos filmes. A relação dos espec
dos no CineSesc. Confira a progra
mônia de premiação para os melhores
tadores com o cinema é, talvez, mais
mação e veja quem caiu nas graças da
filmes nacionais e estrangeiros eleitos
dominada pela afetividade.”
crítica e do público.
Uma longa história p o r José Carlos S afp oti "Uau! Trinta anos com a bênção do Sesc!
pão), como melhor filme do ano. Um es
Criamos o Festival Sesc dos Melhores Fil
cândalo que a mídia e o público adoraram.
mes em 1974 no Teatro Anchieta, hoje
Por essa e outras pressões, três dias depois
Sesc Consolação. A turma se reunia para
o filme voltava ao cartaz.
curtir o equipamento de cinema com pro
Contra todas as expectativas, em 1990, o
jeção em 35 mm (hoje ainda ativo em São
CineSesc bateu vários
Carlos) que poderia funcionar somente às
Paulo: de público, de renda e de permanên
recordes em São
segundas-feiras, no Teatro. Nos melhores
cia de um mesmo filme em cartaz, por mui
anos da democracia e nos piores anos da
tas semanas (mais de um ano) numa mesma
repressão, nosso grupo descobriu filmes,
sala - o cu lt movie alemão Asas do Desejo,
diretores, atores e alertamos colegas e es
de Wim Wenders. 0 Leon Cakoff me contou
pectadores sobre a importância de cada
que o diretor alemão ficou admiradíssimo
obra que corria o risco de permanecer ig
com essa recepção do público paulista.
norada. 0 aviso podia ser via jornal, reca
Lembro-me que a última e emocionante capa
do ou telefonema. De repente um cinema,
da qual participei diretamente foi em 1991,
no centro ou no bairro, praticamente deserto, era invadido
na 17a edição, destacando Paisagem na Neblina, melhor filme
por públicos de todas as idades e aparências. Podia ser
do ano pelo público e pela crítica, com aquela mão gigantes
desde Pelos Caminhos do Infe rn o, do Ted Kotcheff, no Cine
ca de Theodorakis viajando sobre a cidade. Foi um encontro
Copan, até Duelo do Destino, de Tomu Uchida, no Cine Nip-
inédito de votação entre público e crítica que, a partir daí,
pon. 0 que estaria acontecendo? Era a Brigada dos Melho res Filmes do Ano em ação!
trinta anos, talvez sendo uma das atividades de mais longa
Em 1980, um protesto conscientemente político contra a
durabilidade no Sesc, é porque tivemos a sorte, nesse perío
ditadura e a censura: votamos unanimemente no proibidís-
do, de contar com homens sensíveis, inovadores e apaixona dos por cinema."
simo 0 Im pério dos Sentidos (foto), de Nagisa Oshima (Ja-
28 r e v i s t a e
passou a ser um fato corriqueiro. Se o Festival sobrevive há
■
Os melhores de 2003 A CRITICA ELEGEU
MELHOR FILME
O PUBLICO ELEGEU
MELHOR FILME
Cinema National
Cinema National
I o) O Homem que Copiava
I o) Amarelo Manga
2o) Amarelo Manga
2o) Homem que Copiava
3o) Desmundo
3°) Nelson Freire
4°) Nelson Freire__________
4 o) Lisbela e o Prisioneiro
5o) Carandiru
5o) Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje
Cinema Estrangeiro
Cinema Estrangeiro
I o) >45 Invasões Bárbaras
1°) As Invasões Bárbaras
2o) Adeus, Lênin!
2o) 0 Filho
3o) Sobre Meninos e Lobos
3o) Adeus, Lênin!
4 o) O Homem Sem Passado
5o) As Horas
5o) Arca Russa
6o) Dez, Samsara e A Inglesa e o Duque (empatados)
Melhor diretor brasileiro Jorge Furtado
Melhor diretor brasileiro
(O Homem que Copiava)
Jorge Furtado (0 Homem que Copiava)
Melhor ator brasileiro Lázaro Ramos___________
Melhor ator brasileiro
(O Homem que Copiava)
Lázaro Ramos (0 Homem que Copiava)
Melhor atriz brasileira Simone Spoladore
Melhor atriz brasileira
(Desmundo)
Simone Spoladore (Desmundo)
Melhor diretor estrangeiro (empatados)
Melhor diretor estrangeiro
ReterJackson
Jean-Pierre e Luc Dardenne
(0 Senhor dos Anéis - 0 Retorno do Rei)
(0 Filho)
Aleksandr Sokurov (Arca Russa) Amos Gitai (Kedma e 0 Dia do Perdão)
Melhor ator estrangeiro (empatados)
Melhor ator estrangeiro
Olivier Gourmet (O Filho)
Javier Bardem
Sean Penn (Sobre Meninos e Lobos)
(Segunda-Feira ao Sol)
Melhor atriz estrangeira Melhor atriz estrangeira
Julianne Moore (Longe do Paraíso)
Julianne Moore (Longe do Paraíso)
r e v is ta
6
29
do novo 0
espaço sem pre existiu, e ali diversas atividades já tinham acontecido - porém , nada “ofi
cial". De olho no potencial que o galpão do Sesc Pompéia possuía, somado à sua disposição arquitetônica cheia de possi bilidades, a equipe de program ação da unidade resolveu criar o Galpão das Intersecções - um local que se dedica a apresentações e performances que te nham com o principal característica a m istura de linguagem . Uma intersecção entre elas, como revela o nom e. “Nós co meçamos a oficializar esse espaço em ja neiro", explica o técnico da unidade Marcos Villas Boas. “Um espaço alterna tivo para que a gente possa trazer trabaIhos que respeitem sua configuração, que incorporem as colunas que estão
110
m eio, os tijolos, e que tam bém propo nham um diálogo entre linguagens.” F 1*1 ysy:
As apresentações já contem plaram a dança com a literatura; a arquitetura, como no trabalho de Lara Pinheiro Dau; e até a física, com os vetores de Roberto Ramos. A idéia de fato é sempre trazer
* |'v*\] Cacos de Louça A c as o Q u eb rada,
— ~
solo de dança inspirado na vida e obra da poetisa Cora Cora/ina, de Jussara Miller, com projeções de fotografias de Christian Lasz/o
trabalhos que tragam uma pesquisa interessada
110 novo,
mesmo que para isso
/ •
Galpão das Intersecções, criado no Sesc Pompéia, mistura linguagens e provoca novas experiências artísticas
ultrapassem os tradicionais lim ites da
Sesc Pompéia. “A idéia é apresentar a
própria arte e se aliem ao conheci
dança
m ento científico, com o já aconteceu
como o corpo se desconfigura e pode
podem
na apresentação de Ramos. A dinâm i
ser reconfigurado, e os estados corpo-
que tantos espetáculos de dança
com o
processo, a m aneira
ca do program a prevê ainda a partici pação de um convidado com entando
M o v im e n t o d e d a n ç a
No entanto, a essa altura, m uitos estar se perguntando por
num espaço que te m como caracte Eliana e Sofia Cavalcanti tam bém
rística p rim ordial receber todas as
o espetáculo. Um antropólogo, um fí
com puseram
do
manifestações artísticas. A resposta
sico, um fotógrafo, enfim qualquer
espaço com 0 Selvagem, o Poeta e o
está no próprio m ovim ento do cir
profissional que possa acrescentar
Dançarino, um trabalho que parte da
cuito das artes em São Paulo. Espa ços para apresentações não conven
a
program ação
um a análise ao que foi visto pelo pú
colagem .
blico, geralm ente form ado por artis
construções recorrentes e a dança
cionais
tas, mas que não dispensa interessa
perm eando toda construção. Ora um
podem ser mais facilm ente encon
dos em geral.
sacrifício, como quando dançam ao
trados que para a dança. Logo, as
som de Sagração da Primavera, de Stra-
propostas
vinsky, ora uma sedução, sob a m orbi
m ação do Sesc Pompéia acabam vin
Em andam ento
Entre os destaques nas apresenta
Referências,
lem branças,
dez erótica do Bolero de Ravel.
de
te a tro ,
recebidas
po r
exem plo,
pela
pro g ra
do mais de bailarinos que de atores.
ções encontra-se o trabalho, já mais
Com ovente e inquietante, outro
“O objetivo é buscar linguagens e
conhecido, da bailarina e coreógrafa
ponto forte foi a perform ance de Jus
Vera Sala, que abriu as atividades do
sara Miller. Protagonista de um solo
novas possibilidades, seja no teatro, seja na dança", faz questão de repe
Galpão com ImPermanências - conti
criado a p artir da vida e obra da poe
tir Villas Boas. “Mas é fato que a gen
nuidade da pesquisa desenvolvida
tisa goiana Cora Coralina, Jussara pro
te tem recebido m uito mais dança
desde o ano passado com a instalação
põe, em Cacos de Louça Acaso Quebrada
que te a tro .” O técnico enxerga que o
apresentada no Centro Cultural Banco
a fotografia como parceiro num espe
m otivo talvez se dê pelo fato de que
do Brasil, com o apoio de uma bolsa
táculo no qual ela dança sem música,
a dança está mais “aberta" a essas
do Museu Guggenheim. “Não tenho
faz seu corpo dialogar com projeções
possibilidades. “A gente queria um
um espetáculo pronto”, explicou a ar
de slides e emociona ao evocar ele
pessoal que ‘assumisse’ nossa arqui
tista ao jornal 0 Estado de S. Paulo
mentos de uma infância mítica, com a qual qualquer um pode se identificar.
voltada a essa experim entação.”
acerca do que foi visto no Galpão do
tetura, e acho que a dança está mais ■
LITERATURA /^ L
z;
SE
iw a iM l |
l
liiia w w
C
l
onvidado do projeto Terceiras Terças, do Sesc Santos, o escritor Fernando Morais aproveitou para
rever antigos amigos -
“a cada minuto
aparece um novo’’, celebrou - , mas princi
(proprietária do jornal 0 Estado de S.
palmente proporcionou ao público presente
Paulo) resolveu lançar uma publicação
conhecer um pouco da história do jornalis
vespertina e lançou o Jornal da Tarde.
mo brasileiro. 0 mineiro de 5 7 anos, nasci
Convidou o Mino Carta e Murilo Feiis-
do em Mariana, testemunhou a criação do
berto para montarem o jornal, e foi uma
Jornal da Tarde, ju n to com Mino Carta, e
das mais saborosas experiências jorna
trabalhou em alguns dos veículos mais im
lísticas que já vivi em toda a minha vida-,
portantes da imprensa escrita do País, pas
foi o auge doJT. Lá fiquei nove anos, de
sando pela Folha de S. Paulo e ocupando
pois deixei o jornal e trabalhei em mais
o cargo de editor na revista Veja. Além das
alguns lugares, na Folha de S. Paulo, na
junções jornalísticas, caiu em tentação -
Veja, onde fui editor durante alguns
como ele mesmo define - pela política, ele-
anos. Em 1978 me elegi deputado esta
gendo-se deputado estadual pelo antigo
dual pela primeira vez, pelo MDB, e me
MDB e pelo PMDB, sendo depois secretário
reelegi em 1982 pelo PMDB. Fui candi
de Educação e de Cultura do Governo do
dato a constituinte na eleição de 1986 e
Estado de São Paulo e, mais recentemente,
perdi vergonhosamente, tive uma misé
nuto e meio de um segundo candidato
candidato a governador. Mas as letras o
ria de votos - felizmente, em boa hora
ao Senado que o partido não lançou. Eu
atraíram mais que os votos. Hoje, exerce
- , fui secretário da Cultura do Estado de
não entendi que conversa era aquela,
exclusivamente o oficio de escritor, porém
1988 a 1991 e secretário de Educação
disse que não topava, que aquilo era
sem nunca abandonar o “vício’’ de repórter.
do Estado de 1991 a 1993, quando me
uma molecagem, retirei minha candida
São dele registros definitivos como Chatô,
desentendi com o governador, na época
tura e denunciei o acontecido em carta
megabiografia de Assis Chateaubriand; A
Luiz Antônio Fleury, por razões exclusi
enviada ao TRE (Tribunal Regional Eleito
Ilha, uma série de reportagens sobre a Cu
vamente de trabalho, pedi demissão e
ral). Mas acho que agora estou finalmen
ba de Fidel; e Olga, sobre mulher do líder
achei que já estava vacinado contra esse
te vacinado. Marta Suplicy me chamou
comunista Luis Carlos Prestes - entre ou
negócio. Mas caí em tentação novamen
para ser secretário de Educação, e eu re-
tros títulos. No encontro do Sesc Santos,
te dois anos depois, ao aceitar um con
Fernando Morais agradeceu ao público por
vite do PMDB para ser candidato ao go
estar lá falando de livros, em vez de se en
verno de São Paulo. Aceitei de boa fé,
contrar em casa hipnotizado pela novela
mas depois descobri que eu era ‘café
das oito. A seguir, os principais trechos:
com leite’, como dizem, tratava-se de
J o r n a l is m o e p o l ít ic a
V l V E R D E L IV R O S
“Minha vida como autor de livros co meçou em 1970, quando eu publiquei
uma brincadeira. Na hora de fazer o pro
uma série de reportagens no JT sobre a
grama de televisão, soube pelo presi
construção da rodovia Transamazônica. A série ganhara o Prêmio Esso de Jorna
“Trabalho desde os 13 anos; comecei
dente do partido, o candidato a senador
como office-boy em uma redação de re
na época, Orestes Quércia, que os cinco
lismo e o falecido Caio Graco, da Edito
vista em Belo Horizonte, depois conse
minutos diários que eu tinha direito por
ra Brasiliense, decidiu lançá-la em livro,
gui virar repórter. Fiquei mais um tempo
lei iam ser utilizados por ele, que já ti
acabou sendo o meu primeiro - escrito,
em BH e, em 1965, a família Mesquita
nha seu minuto e meio e mais outro mi
inclusive, a quatro mãos, junto com ou-
32 .r e v is ta e
0 jornalista Fernando Morais fala de como se tornou escritor profissional, de sua experiência em disputas eleitorais e das histórias de seus livros
ração e escrita. O livro permitia que eu
que pensei que seria um desperdício
usasse a minha experiência de uma ma
transformá-la apenas num capítulo. Con
neira muito mais livre. Assim sendo, eu
versei com o editor e descobri que já ti
já escrevi Olga pensando em, de fato, es
nha um livro inteiro pronto. Mais recen
crever um livro. Afinal, A Ilha, na verda
temente, meu editor decidiu lançar o
de, tinha sido pensado originalmente
Cem Quilos de Ouro, uma coletânea de
para ser uma série de reportagens. Só que naquela época não existia ab solutamente nada dos mecanismos de
doze reportagens escritas por mim ao longo dos últimos trinta anos, de 1970 a 2000. E eu decidi, por sugestão do pró
incentivos existentes hoje, como finan
prio editor, anteceder cada reportagem
ciamento, bolsa, leis de incentivo cultu
com um texto contando como ela foi fei
ral e coisas assim. Logo, eu tinha de tirar
ta, porque foi feita, em que circunstân
dinheiro do meu bolso para fazer as via
cias, se foi idéia minha ou do dono do
gens, as entrevistas, etc. Enfim, era um
jornal, se eu fiz obrigado, se fiz esponta
investimento que eu estava fazendo. Eu
neamente, as dificuldades que tive, se ti
me lembro que aproveitava viagens pro
ve algum tipo de hesitação ética e sobre
fissionais que eu fazia. Por exemplo, cer
tudo por qual motivo eu a escrevi. É
ta vez eu recebi um convite do governo
como aquilo que agora as pessoas cha
tro repórter. Cinco anos depois eu publi
dos EUA para participar de um seminá
mam de making off, a história da
quei/4 Ilha, uma reportagem sobre Cuba,
rio em Washington, e aproveitei a passa
história.”
e comecei a perceber que havia uma cer
gem e mais as diárias de hotel que ga
ta confluência de fatores no Brasil que
nhei e fiquei todo o tempo disponível
talvez já permitisse a alguém viver exclu
enterrado no arquivo nacional traba
sivamente de livros. Era o seguinte: a di
lhando para o meu projeto de livro.”
tadura estava acabando, portanto, esta va surgindo uma geração que não tinha
T rabalhos recentes
ainda ouvido falar de nada - absoluta
“Depois de Olga tem um buraco que
mente nada, nem futebol, nem música,
corresponde ao período em que fiii para
coisa alguma - e, junto a isso, o nível de
a Secretaria de Cultura e depois de Edu
leitura no Brasil tinha melhorado razoa
cação. Quando saí do governo, eu já es
velmente. Não era - e está anos luz de
tava com a pesquisa para o Chatô pronta,
ser - ideal, mas já havia um mercado li
e o livro pronto para ser escrito. Fiquei
vreiro e eu percebia isso até pela minha
um ano trancado dentro do escritório,
própria experiência de ter vendido 400
365 dias, manhã, tarde e noite, e no final
mil exemplares de A Ilha. Enfim, achei
entreguei o tijolo ao editor. Depois de
que dava para me dedicar exclusivamen
Chatô, fiz o Corações Sujos, uma história
te a escrever livros e, de fato, deu. Era o que eu já fazia em jornalismo, só que
extremamente interessante que eu tinha imaginado como uma parte de um livro
sem as limitações de espaço físico e de
imenso sobre a história do século 20 no
tempo, para pesquisa, investigação, apu
Brasil. Só que me encantei tanto com ela
■
ENCONTROS
Algozes e vítimas por Regina Célia Pedroso
*
A
professora de História e pesquisado-
policial. Logo, ela é presa e sofre todo
i —1
ra da USP Regina Célia Pedroso fa -
o processo, sendo condenada. Além
1. lou, em encontro com o Conselho
disso, há o fato de que, no ato da pri
Editorial da Revista E, sobre a situação da
são, o homem passa a droga para a
mulher no sistema penitenciário paulista,
mulher e acaba fazendo com que ela
dos motivos que levam a mulher a cometer
seja presa em seu lugar. Por essas e por
crimes e da perigosa situação a que estão ex
outras razões, esse crime, hoje, está
postos muitos jovens. A seguir, os principais
sendo visto como um grande problema
trechos.
ligado à mulher e, por conseqüência, até à formação das famílias em São B e c o s e m s a íd a
Paulo. Muitas vezes, essa mulher que é
“A criminalidade fem inina, assim
presa acaba deixando os filhos abando
como a masculina, muda de acordo
nados - e quase todas têm filhos. M ui
com o período e com a sociedade; o
tas crianças acabam indo para a Febem
premeditado. A própria situação eco
perfil do criminoso muda. E o da mu
em decorrência disso. Outro ponto é
nômica do País acaba levando o indiví
lher sofreu alterações importantes nos
que é a mulher quem sustentava a fa
duo desprovido de qualquer inserção
últimos dez anos. A mulher, que antes
mília. Ela entra na droga inclusive para
nessa sociedade a ingressar nessa
era presa por infanticídio ou até mes
isso, sendo levada ao crime por um
‘empresa’. É muito fácil.”
mo por furto ou homicídio, hoje está
companheiro ou amigo. Ou seja, a mu
sendo presa por tráfico de drogas, que
lher não entra por livre e espontânea
é
vontade; o próprio universo da pobre
considerado pela mídia um crime
S u p e r e x p o s iç ã o a o c r im e
“A justiça proíbe o jovem m enor de
masculino. Hoje, nos presídios de São
za e das necessidades pessoais acaba
16 anos de trabalhar, a não ser que ele
Paulo, 53% das mulheres foram conde
conduzindo-a, claro, que com a ajuda de alguém.”
seja aprendiz numa empresa reconhe
nadas por tráfico de drogas. É um nú mero muito alto se comparado ao nú mero de homens, que está em torno
cida pelo Ministério do Trabalho. Esse jovem pode ser aprendiz de marcenei
P o r q u e o t r á f ic o d e d r o g a s ?
ro, sapateiro, etc. Mas isso não inte
de 17%. Os pesquisadores se indagam
“O tráfico é um crime rápido, o di
por que o homem, que na realidade es
nheiro vem rápido. A mulher faz um
onde a rentabilidade é m uito maior do
tá mais envolvido com a criminalidade
avião (nome que se dá à pessoa que le
que entregar pizza ou trabalhar numa
da droga, não é preso ou condenado,
va a droga de um lugar para outro) e o
marcenaria. O agravante está no fato de que, hoje, as pessoas, frente à so
ressa a eles. Daí ele entra no tráfico,
enquanto a mulher tem um número al
dinheiro vem fácil, ela ganha semanal
tíssimo dentro do sistema. O que nós
mente por esse tipo de trabalho. O trá
ciedade de consumo de massa, não es
podemos fazer é tentar levantar hipó
fico de drogas, hoje, é um crime de or
tão mais preocupadas com uma for
teses para essa questão. Por exemplo:
dem social e econômica. Pesquisas rea
mação educacional tradicional - mes
a mulher é, digamos, mais vítima no
lizadas no Rio de Janeiro estimam que
mo porque esse tipo de educação não
ato da prisão. Ou seja, quando ela é
cerca de 100 mil pessoas trabalham di
te conduz necessariamente ao suces
abordada pela polícia, por ser mais
retamente no tráfico. Ou seja, é uma
so. E isso mudou o perfil da mentali
‘desprotegida’, inclusive financeira
empresa, um modelo econômico novo.
dade em relação ao crime. O sucesso é
mente, ela não consegue ‘comprar’ a
Não é visto pelos sociólogos como um
entendido como materialismo -
sua liberdade ou fazer acordos com o
crime de ordem emocional ou mesmo
carro, casa, etc. Ora, parece óbvio que
34 r e v i s t a
e
ter
Regina Célia Pedroso, professora e pesquisadora, esteve presente na reunião de pauta da Revista E, que traz na seção Encontros uma série sobre São Paulo e seus 450 anos. para citar alguns poucos exemplos. São nesses locais que ocorrem as chacinas. De 40 pessoas que morrem num final de semana em São Paulo, 39 são da perife ria. Quando se divulga que morrem por o tráfico se torne tão atraente para
P r e c o n c e it o p o u c ia l
ano no Brasil 40 mil pessoas (segundo
uma pessoa desprovida de qualquer
“Não existe perfil de quem é crimino
números da ONU, que apontam o Brasil
recurso. Afinal, trata-se de um ‘em pre
so, existe perfil de quem é preso. Todo
como um país em guerra civil), esse da
go’ com rentabilidade alta e de fun
mundo pode cometer crimes e infra
do choca, é claro, mas se esquece de tra
ções m uito simples. Além de que essa
ções, todas as classes sociais, inclusive.
balhar o perfil desses 40 mil mortos: on
pessoa provavelmente não tem condi
O que ocorre é que a legislação vitima as
de eles moravam e quem eram eles. Es
ções sociais que a levem a cursar uma
camadas pobres, e os crimes nessas ca
se número cria, evidentemente, pânico
universidade - nós bem sabemos que
madas, por excelência, são homicídios,
entre as pessoas. É a cultura do medo. E
apenas 6% da população brasileira
porque se mata mais nas periferias, por
isso, associado a algo que está muito em
consegue chegar aos cursos de form a
desentendimento. Um latrocínio (roubo
voga hoje em dia, que são os programas
ção superior. Dessa forma se desclassi
seguido de morte) na avenida Paulista,
de televisão que acabam exacerbando
fica todo um universo de indivíduos
tendo como vítima alguém de classe mé
ainda mais esse perfil da criminalidade,
que até tem potencial, mas cuja pró
dia num carro importado, é, acreditem,
faz com que o indivíduo tenha cada vez
pria estrutura social, aliada à violência
raridade. Só que quando ocorre, o fato
mais medo. Sem contar que o perfil que
e à agressividade da região onde ele vi
vira objeto da mídia, que vai explorá-lo
é passado do criminoso nesses progra
ve, o acaba induzindo. 0 jovem , inclu
de forma demasiada, criando amedron-
mas é sempre do indivíduo mulato ou
sive, vê esse caminho até como natu
tamento nas camadas médias e altas das
negro, muito mal vestido, muito pobre e
ral. Isso sem considerar que o crime,
grandes cidades. São Paulo é reflexo dis
de certa forma, torna o indivíduo um
so. O que as pessoas não se dão conta é
que geralmente fala tão mal que não consegue sequer se pronunciar. Isso cria
herói. É o jovem com sua ARI 5 defen
de que homicídios acontecem diaria
tam bém um estereótipo errado de
dendo seu posto e o local onde ele vi
mente em lugares como Jardim Ângela,
quem é o criminoso, associando sempre
ve. O inimigo? A polícia.”
Cidade Tiradentes e Jardim Peri Peri,
o crime à população pobre. É o caso, por exemplo, daquele dentista negro que foi morto pela polícia recentemente em São
"Não existe perfil de quem é criminoso, existe perfil de quem é preso"
Paulo. Essa é a visão convencional da po lícia: associar o crime a indivíduos ne gros ou a pessoas de baixa renda.”
r e v is ta
e
■
35
Ilustrações:
EM PAUTA
36 r e v i s t a
e
Jovem para sempre
Dados disponíveis
apontam que 350 mil pessoas se submeteram a cirurgias plásticas no Brasil, numa média de 207 operados para cada grupo de 100 mil, só no ano de 2001. Com as conquistas recentes da ciência aliada à tecnologia, além das pesquisas em andamento, começa a se tornar possível o ideal antigo do homem da busca pela eterna juventude. Em artigos exclusivos, o filósofo e professor de ética da Unicamp Roberto Romano e o diretor da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica, Osvaldo Saldanha, discutem essa obsessão humana e os prós e contras da luta contra o tempo.
Guerra de Vênus p o r Roberto Romano
Todo ser humano integra a natureza. Ela nos en
fraquece. Com isso, ele corre o perigo de se apare
volve e m antém. Um ponto fundamental dessa reali
cer na consciência dos outros como um ser feio. E o
dade é o esforço de cada ente vivo em perseverar no
que é feio para o ser humano? É o que ameaça, pos
seu ser. Todos nós precisamos nos manter vivos (Spi-
sibilita a m orte, horroriza , afasta pela repulsa . Des
noza: “O esforço para se conservar é o primeiro e
sa forma, quanto mais o indivíduo percebe-se na
único fundamento da virtude”, Ética, livro 4, propo
proximidade dessa classificação - o feio como algo a
sição 22, corolário).
E como entra o elemento cos
ser não cultuado, não festejado - , ele tende a intro
mético nesse aspecto? Quando o indivíduo se trata,
duzir entre a situação real do seu corpo e o olhar
se banha, cuida de suas feridas ou se maquila, ele
dos outros máscaras que garantam o reconhecimen
garante seu lugar no espaço da sobrevivência e da
to e o acolhimento, pelo menos de forma momentâ
vida, ao menos aparentemente. Trata-se de uma
nea. Quando se diz que o “cosmético” é o frívolo,
experiência psicológica im portante, dado que o ser
isso não corresponde à verdade. Recorde-se que cos
humano tem consciência da sua situação e percebe,
mético tem a mesma raiz de “cosmos”, ou seja, tra
com muita clareza, que a cada minuto ele morre, en
ta-se da idéia arraigada de que o mundo é belo ou
r e v is ta
0
37
deve ser belo. E para ser belo, algo deve ser “natural”.
ria saudável fazer uma operação plástica para corrigir
Tudo o que se afasta desse âm bito é sentido como
o nariz? Mas é nítido que a partir do m om ento em que
“feio”, “não natural”, monstruoso. Assim, o impulso
a pessoa faz operação plástica e entra num círculo de
rumo aos tratamentos cosméticos revela algo profun
ansiedade, querendo não apenas transformar o seu na
do na psicologia humana.
riz mas seu corpo todo, surgem indícios de problemas
É justamente a profundidade do sentimento ligado à
de adequação psicológica. O mesmo ocorre com uma
necessária conservação de si pela beleza que indica ao
senhora de 80 anos de idade, outro exemplo. Ela pos
mercado e aos investidores capitalistas o quanto essa
sui uma estrutura física e psicológica que a impede de
experiência de milhões de seres humanos pode ser lucra
ostentar o rosto de uma jovem de 20. Todas as tenta
tiva. A indústria cosmética é uma das mais importantes
tivas de fazer com que o viço da juventude retorne,
do planeta, quase tão relevante quanto a indústria da
através das operações plásticas, irão somente decep
morte. Assim como existe a venda de armas - ou seja, a
cioná-la e enganá-la. Inclusive armadilha essa que cos
expansão da morte - , tem-se igualmente um corretivo
tuma capturar principalmente os incautos. A partir
que o próprio mercado procura proporcionar: a continui
desse m om ento, já não mais ocorre um investimento
dade da vida. É uma dança de morte e vida que atraves
saudável na sobrevivência e no reconhecimento alheio,
sa o mercado capitalista. É importante ter isso em men
mas a tentativa de enganar a si próprio, além de todo
te porque ninguém tem o direito de julgar uma mulher,
o lim ite. O que leva ao auto-engano e ao engano do
uma jovem, um homem, enfim, quem quer que seja, di
público. Aí sim, lucra a indústria de charlatões que ofe
zendo que essa pessoa não tem o direito de aplicar
recem milagres e coisas impossíveis. É quando entra
recursos na produção da máscara que lhe garante algu
mos no reino do Eldorado - local mítico onde haveria
ma sobrevida e uma esperança de acolhimento pelos de
a fonte da eterna juventude. Tal lugar, justam ente por
mais seres humanos.
ser um m ito, sempre desgraçou os que o procuraram.
Em outro aspecto, em relação aos limites em que is
No entanto, essa distinção é muito delicada. Quando
so acontece, surge a clássica pergunta: quem pode di
você coloca lado a lado uma jovem de 20 anos e uma
zer o que é saudável e o que não é? Para um psicólo
senhora de 80, a distância cronológica, por ser muito
go social, “saudável” é o que não chega a agredir a es
grande, nos previne dos exageros de um lado e de ou
trutura inicial do corpo e da alma dos indivíduos. Por
tro. Mas quando você coloca uma senhora de 40 anos
exemplo: uma pessoa tem um corpo jovem e um nariz
junto a uma de 45, a distância diminui. Nesse caso, são
considerado torto, por ela mesma ou pelos outros. Se
outros padrões que devem ser observados. Uma se-
"Uma coisa é o trabalho da pesquisa na medicina, que deve receber todo o incentivo e
é, sem dúvida, uma bela mulher, mas não tem os glúteos avantajados e nada do que seria necessário para a ocasião. Ou seja, quando você tem esse padrão, tão
apoio; outra coisa é a apropriação da medicina e da pesquisa para fins de mercado"
obrigatório quanto abstrato, você tende a dizer que uma mulher que não está nele incluída é feia. Há uma filósofa chamada Elisabeth de Fontenay que tem um estudo sobre Diderot no qual mostra, por exemplo, que nos séculos 18 e 19 - sobretudo no 19 -
nhora que tem uma determinada estrutura corporal fo
na França, no que seria depois o Museu do Homem,
ra dos padrões estéticos definidos não seria bela, inclu
houve a exposição de indivíduos considerados “infe
sive por preconceito social. Logo, é muito difícil que
riores” e “feios”, com fins de “estudos” científicos.
essa mulher chegue a ser uma estrela de cinema. E é
Uma negra hotentote foi chamada de Vênus Esteatopi-
nesse pequeno intervalo que se cria o tem po para que
gia (com acúmulo excessivo de gordura nas nádegas).
charlatões ofereçam os seus serviços, com o
Essa mulher foi vendida para sábios franceses que, por
incentivo da própria imprensa, que explora isso com
sua vez, fizeram sessões com ela em 1815 no Museu
muitos
fortes doses de marketing. Veja o caso da gordura. Nós
de História Natural de Paris,
temos um padrão grego de beleza, o qual determina
era um desvio da humanidade. O nome da hotentote,
para mostrar o quanto
que o hom em deve ter determinada altura, dimensão
em sua língua natal, foi perdido. O seu nome europeu
e que a sua estrutura deve ser harmônica. A mesma
era Sara Bartmann, “batizada na Inglaterra, em dezem
coisa para a mulher. Dessa forma, temos a chamada Vê-
bro de 1811, por uma permissão especial do bispo de
nus Calipígia, a que tem belas nádegas. Ocorre, no en
Chester, morreu em Paris, no dia I o de janeiro de 1816.
tanto, que esse modelo se implantou em milênios de
Seu corpo foi doado ao Museu de História Natural, on
repetição e, além disso, temos, hoje, a indústria holly-
de ele é conservado no esqueleto e sua moldura. Se
woodiana que restaura aquele paradigma e determina
você, leitor, nunca a viu, poderá observá-la longamen
a “m ulher bela”. O que, às vezes, revela uma certa iro
te
nia, porque, por exemplo, para fazer o film e Uma Linda
homem, onde, nos domingos, em todas as estações do
e à vontade numa vitrine daquele museu do
Mulher, foi preciso pegar “pedaços” de corpos para
ano, bocejam as famílias livre-pensadoras e os positi
compor a personagem deju lia Roberts quando ela apa
vistas (...) Os hotentotes eram mostrados no Jardin
receria na cama só com roupas de baixo. Julia Roberts
d 'acclimatation em 1888 e mesmo mais tarde; eles eram exibidos nas Folies-Bergère...” (Elisabeth de Fon tenay, O materialismo Encantado de Diderot). Trata-se, pois, quando se fala de “beleza” ou “feiúra”, de juízos de valor que não pertencem apenas à psicologia ou medicina, mas apresentam um preconceito etnocêntrico herdado dos gregos e que passou pelos romanos, foi exercido pelos colonizadores europeus e hoje tor nou-se um paradigma para a percepção do ser humano em Hollywood. São padrões que há 2500 anos vêm sendo repostos e que excluem seres humanos. Uma coisa é o trabalho da pesquisa na medicina, que deve receber todo o incentivo e apoio; outra coisa é a apropriação da medicina e da pesquisa para fins de mercado. Não obstante, mesmo na apropriação do mercado é preciso distinguir aqueles que o fazem den tro de limites éticos e os que não têm esses limites. R o b e r t o R o m a n o ê p r o f e s s o r t it u l a r d e É t ic a e F il o s o f ia n a U n ic a m p
r e v is ta
e
39
0 Brasil e a cirurgia plástica p o r Osvaldo Saldanha
A “eterna juventude” é o sonho que sempre vai
As mudanças que devem ocorrer com o paciente
acompanhar a humanidade, embora ela saiba que a
submetido a cirurgia plástica são mais pelo lado da au
única certeza que se tem na vida é a morte.
to-im agem e da autoconfiança.
A cirurgia plástica acompanha a evolução do m un
Vaidade já teve uma conotação mais “pesada” na ci
do, contribuindo cada vez mais com a tentativa de
rurgia plástica, mas já há m uito tem po que esta espe
m elhorar a expectativa de vida dos pacientes, com
cialidade conseguiu m ostrar sua verdadeira função.
relação ao seu bem-estar físico e psíquico, propor
Saúde quer dizer ausência de doença, e isto quer dizer
cionando uma possibilidade de estar m elhor consigo
bem-estar físico e mental.
mesmo e com os demais que os cercam. É a busca da
A cirurgia plástica brasileira tem uma grande função
auto-im agem para m elhor se relacionar com o pró prio corpo.
social. São inúmeros serviços em todo o Brasil, aten além de deformidades congênitas (lábio leporino, au
prio. É daí que tudo começa! Para melhorarmos nos
sência de orelhas, etc.), inclusive reconstrução mamá
sos relacionamentos com os nossos semelhantes, é
ria pós-cirurgia de tum or de mama. Não existe limite
necessário que gostemos de nós mesmos em prim ei
entre as cirurgias ditas “estéticas e reparadoras”. A ci rurgia plástica é uma só, indivisível.
ro lugar, para, a partir desse ponto, podermos partici par com mais disposição.
Praticamente em todo o te rritó rio nacional exis
Mas o cirurgião plástico não tem poder de mágica,
tem cirurgiões plásticos com ótim a form ação profis
ele é humano e sujeito a limitações. É im portante que
sional. Isto se deve ao em penho da Sociedade Brasi
na consulta fique bem claro para o paciente as limita ções da cirurgia proposta, para que não haja desilusões pós-operatórias.
40 r e v i s t a
dendo pacientes vítimas de acidentes e queimaduras,
Cada vez mais o ser humano “investe” em si pró
e
leira de Cirurgia Plástica, que possui setenta e quatro serviços form adores de especialistas em cirurgia plástica.
Inúm eros cirurgiões de todas as partes do m undo vêm ao Brasil não só para tra zer informações, mas
experiência de uma parcela de cirurgiões plásticos bra sileiros que ajudaram no seu desenvolvimento.
tam bém para seu próprio aprim oram ento profissio
A cirurgia plástica brasileira é a segunda no mundo
nal. A cirurgia plástica brasileira é uma escola m uito
em número de cirurgiões e de cirurgias realizadas, em
forte no ensinam ento da especialidade. Várias são as
bora, proporcionalmente à população, é seguramente
técnicas desenvolvidas em nosso país por inúmeros cirurgiões. O professor Ivo Pitanguy , sem dúvida, foi
a maior. 0 nosso país é tropical e o clima faz com que o cor
o m aior form ador dessa imensa parcela de cirurgiões
po fique mais exposto no ambiente de praia, piscina
plásticos e de diversas técnicas cirúrgicas, consagra
ou mesmo em academias de ginástica. Dessa forma há
das internacionalm ente. Por exemplo, a lipoabdominoplastia é uma técnica
a necessidade de uma evolução das técnicas cirúrgicas com cicatrizes menores e mais disfarçadas.
que representa a
No m omento atual em nosso Brasil, as pessoas que
evolução da cirurgia plástica abdominal e que tornou
buscam a cirurgia plástica demonstram de forma muito
possível a aplicação segura da lipoaspiração no mesmo
clara seus desejos de buscar algo de forma objetiva e
tem po operatório da abdominoplastia. Seu desenvolvi
realista quanto às verdadeiras possibilidades que a ci
que desenvolvemos no ano 2000,
mento e amadurecimento atual ocorreram pela contri
rurgia pode oferecer. Isto representa um alto grau de
buição de diversos cirurgiões de várias regiões do Bra
amadurecimento da nossa sociedade. Participam dessa
sil. Representa a união da cirurgia plástica brasileira,
evolução, os avanços das técnicas, os melhores mate
fruto do empenho e organização científicos da Socie
riais cirúrgicos, além da maior informação que possuem
dade Brasileira de Cirurgia Plástica. O livro Lipoabdomi
os pacientes, decorrente da divulgação pela mídia.
noplastia, que será lançado em São Paulo durante o V
O compromisso com as verdadeiras informações que
Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, mostra a
as pessoas precisam ter sobre a cirurgia plástica faz parte das metas que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e seus membros têm com a população. Ela es
"A 'eterna juventude' é o sonho que sempre vai acompanhar a humanidade, embora ela saiba que a única certeza que se tem na vida é a morte"
tará sempre à disposição para fornecer informações inerentes à especialidade.
■
O s v a l d o S a l d a n h a é c ir u r g iã o p l á s t ic o e d ir e t o r d a S o c ie d a d e B r a s il e ir a d e C ir u r g ia P l á s t ic a .
r e v is ta
e
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FICÇÃO INÉDITA
João & Maria Baseado em Fatos Realistas!
Ilustrações: Marcos Gari
Fernando Bonassi
J
oão é desses sujeitos que servem de objeto direto
sempre. Não uma “fom e de comi
pras mais convencionais dentre as m edíocres teses
da”, com o se exprim ia...
de sociologia geral, onde tudo o que há de especí
segundo ele próprio, “uma fome
mas,
fico sobre qualquer um parece ser apenas e tão-
m aior”, que parecia querer comer
somente a enorm e semelhança indiferenciada dos nos
a paisagem, com viadutos, asfalto
sos preconceitos... Pais desconhecidos. Infância por baixo de marquises, entre gangues de com edores de
Por essas e outras, João espe
lixo e batedores de carteiras magras. Fome, frio, cola,
cializou-se em autom óveis. Era
maconha, pão e cachaça. João aprendeu a se virar em
capaz de abrir e saquear um
pátios cercados, em beliches am ontoados e na rua
deles m uito rápido. Não do je ito lim po, porque trabal
mesmo, onde liberdade e risco andam de caso. Ele foi
hava com paralelepípedo, mas era rápido. E rápido
fichado em todos os casarões de parede cinzenta e
arranjava um talão de estacionam ento, um toca-fitas ou
reform atórios
pré-fabricados
nistas, tom ando
por arquitetos
todas as porradas
de
com u
bolsa esquecida, que davam pra ir carregando. Guarda-
m onitores,
chuva ele nunca pegou. Não gostava. Segundo João,
inspetores e policiais que um m oleque tem direito
“dava
quando se começa assim, com o destino de nascer des graçado num lugar perdido.
m aldito", mas um desses “casuais”, que criam “m inús
Não era bom. Era, segundo ele próprio, “meio ruim ”.
a z a r”; não
um
azar “constante,
bíblico
ou
culos problemas infinitos”. Depois inventaram aqueles aparelhos com bandejas,
“Ruim” de um modo “mal”. Não “mau”, ele queria dizer...
que os babacas carregavam abraçados pro cinema,
e sim como algo que não funciona bem, que enguiça, pois
teatro e pra pizzaria, espancando as costas das noivas e das casadas cansadas...
essa ruindade do “mal” funcionamento repentino faz parte das coisas e das pessoas em medidas variadas. “As pessoas não vêm com assistência técnica ou garantia”, João dizia. E João veio com uma fome indigesta desde
42 r e v i s t a
e
Mais recentem ente foram esses CDs cheios de segre dos indecentes, que se desm ontam
de uma parte,
deixando o resto chum bado no painel estatelado...
Podem te r sido essas pequenas revoluções tecnoló gi
do o vestido m olhado batendo naquele corpo. Maria
cas que abalaram sua eficiência ou talvez ele estivesse
era pouco mais que m enina, mas com a roupa grudada
apenas de saco cheio de fazer aquilo, vai saber... o fato com o faturar com
daquele je ito parecia pronta pra tudo que se desejasse. Verdade...
Com o tu d o o que era m alandragem , João aprendeu
m odo “violento ou cruel”, mas, segundo fazia questão
é que
quando Jotaérre ensinou
pedra, João m udou de ram o. d epressa.
S em pre
c o n fo rm e J o ta é rre
Logo ele percebeu que ela “não prestava”. Não de um ensinara:
a
p rim eira dose, quando o cliente ainda sabia o mal que
de explicar, “docem ente”, um não prestar de nascença, “natural da pessoa".
estava se fazendo, devia ser das pedras mais graúdas; já
M aria não teve história m uito diferente de João.
da segunda em dian te, quando fulano é a quím ica
Nunca soube quem foi seu pai e a mãe preferiu esque
necessidade pura, bem ... então podia se oferecer o que
cer. Ele tinha lá suas broncas e, pra m uita gente, ta m
tivesse, do tam anho que fosse e pedir o preço que
bém não valia grande coisa. João sabia que Maria não
quisesse que o idiota ia pagar.
era fácil e por isso ficou
ainda
mais interessado.
Gostava de m ulher nervosa: “Arranhada, batida e esfo lada, dava mais interesse na disputa”. Dem orou pra João se aproximar. Nessa época ele ainda dorm ia naqueles hotéis de cinco reais na Baixada do Glicério, donde se via a Radial Leste serpentear na direção da Penha, com o uma cobra que trocasse a pele de fogo. Foi pra lá que levou M aria quando a pegou des maiada perto da Catedral. Cuidou dela, trouxe de volta pra essa vida e a colocou pra vender com ele. No com eço os dois se deram bem . Eram capazes de deso var entre trezentas e quinhentas pedras por semana, que pegavam com a Tia Aparecida, na Bela Vista. M aria
não tinha
a mesm a disciplina
de João
e
com eçou a fum ar o que era de vender. Pra não ficar atrás, desanim ado quando a m ulher queria subir pelas paredes, João com eçou a usar. Foi ficando cada vez mais difícil pagar a Tia Aparecida. Atrasavam, esqueciam, desapareciam . Pagavam só quando a cobrança rondava mais p erto, de arma em punho. Davam desculpa, diziam que tinham estado presos e outras coisas que se diz, que ninguém acredita, mas que servem pra não deixar que tudo exploda. O Escort conversível foi vendido a preço de banana d água porque uns credores andaram passando a peixeira na capota de vinil e nos assentos de couro preto que ainda cheiravam novíssimos. Do hotel eles tam bém acabaram saindo, que nem Pagavam: “Uma em cima da outra enquanto decaíam
sempre a ressaca deixava tem po de chegar até a cama,
pra trás...” João ficava com dois em cada cinco. Às vezes pedia
já que vinham trançando e a pé. Com eçaram a ficar por baixo dos viadutos da V in te e
sete. Foi ju n ta n d o até com prar um carro. Era um Escort
Três de M aio. Sabendo que vira e mexe parava alguém
conversível. Tinha o chassi em endando, mas a solda
e descarregava o revólver na entrada do buraco, dorm i
parecia firm e e o doc um ento... ora, se a polícia parasse,
am onde achavam que as balas não podiam atingi-los,
não ia ser o carro o m aior dos problemas. Por um bom tem po João tam bém seguiu à risca um
Conseguiram ficar vivos que, segundo João, “a vida
outro conselho de Jotaérre; antigo, dos velhos tra fi cantes de cocaína que sobreviveram aos anos oitenta:
bem encostados na parede, num canto cego qualquer. teim a nessa idade". O crack foi levando o pouco que tinham guardado até
“Q uem vende, não usa". Acontece que João conheceu M aria. Ele se apaixonou
deixá-los
pelo
dia: o que conseguiam
de
manhã,
por ela no instante em que a viu tom ando banho no
fum avam de noite... então deixaram de se preocupar e
chafariz da praça da Sé. Ficou um bom tem po reparan
fum avam o tem po todo , dando os truques que podiam.
fum avam de tarde; o que conseguiam ao entardecer,
r e v is ta
e
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ot seu lugar ficava guardado na ausência de uma fuga ou, o que era menos freqüente, cadeia vencida. Q uanto às besteiras de M aria, sempre soube, de um je ito ou de outro, que esse tipo de coisa não faltava gente pra contar. M aria descia direto. Caía mais baixo a cada notícia. Um dia, lá pelo m eio de uma dessas penas, alguém visitando alguém veio lhe bater que a m ulher tinha perdido a criança. E mais os “detalhes maldosos": que ela tinha dorm ido em cima da m enina, que a tinha m atado afogada com “o peso do próprio do corpo”. João começou então a contar os dias. Só pensava no que ia fazer com “aquela”. Nada que ele pensava fazer dela era bom . Aliás, era “m uito ruim ”, com o ele dizia; não daquela “ruindade geral”, mas, conform e explicava, de “uma outra", mais específica, a “m aldade do pai que não era mais". Não pensou m uito e resolveu pela faca, que não fazia b arulh o,
não
custava
nada
e dava
aquele
te m p o
necessário praquele que m orria ver aquele que matava e praquele que matava ver a vida sum ir dos olhos do que m orria, p o rq u e jo ã o sabia que os olhos embaçavam Maria desaparecia. Dizia que ia visitar amigos e pas sava semana longe. Pra João ela dava por dinheiro, ou por pedra mesmo, que eles tinham perdido todo o crédito financeiro. Baixou cacete nela.
quando a alma “se evadia definitivam en te do corpo de uma pessoa". Q uando
recebeu
o
alvará,
era
um a
te rç a -fe ira .
Ela negou.
Atravessou a Cruzeiro do Sul e roubou uma dessas facas
Depois Maria ficou grávida e João passou uns meses
de serra no prim eiro restaurante de quilo com churras
desconfiado. Porque desconfiava, batia. Porque batia, a
co que encontrou. Pegou da mesa perto da calçada e
criança acabou vindo antes. No fim dos sete meses,
saiu correndo. Sim plesm ente. Sim plesm ente correu que
quando a menina nasceu, João viu que “lhe parecia”. E tranqüilizou.
nem louco, até perceber que ninguém o seguia e andar feito gente.
Agora, onde dois fumavam m uito, um tinha de com er
Passou a procurar por ela pelos piores lugares e não
alguma coisa! Comiam. Mal e mal. Maria teve leite, é
demorou a encontrar, se oferecendo embaixo de uma
preciso que se diga. Deu pra criança. Não devia ser bom, porque a menina dorm ia pouco e vivia irritada.
árvore na Barra Funda. Naquele m om ento Maria ainda abriu os braços como se fosse abraçá-lo. Ele deixou
João, que não tinha espelho, aprendeu a se enxergar
chegar, então, numa rasteira ele já a tinha jogado na calça
na expressão daqueles que cruzava. Percebeu que esta
da, a lâmina encostada na garganta. Maria não reagiu mais
va acabando pela quantidade de horror que a cara dos
que esse susto da surpresa. João tam bém não foi além
pedestres lhe devolvia. Cada vez mais envergonhado,
dessa ameaça. Ficou olhando bem pra dentro do olho
que vergonha ele ainda tinha, foi ficando fraco. O peito
dela, como os outros assustados nunca o olhavam pela
zuncando. As pernas trêm ulas. Paranóico. Depois dos toca-fitas foram as trombadas. Trombava,
rua diária da amargura azeda. Procurou por aquele brilho que queria roubar com a faca, mas era apenas uma coisa
mas ficava cada vez mais difícil de correr. Até que não
sem fundo. Esperou um tem po enorm e pra que a alma
agüentou mais dar aqueles piques e foi pego com duas
aparecesse à flor daquilo... e nada. Então se ergueu, bateu
carteiras que não eram dele. Não deu tem po de se des
o pó das calças e foi embora sem olhar pra trás. Não que
fazer dos documentos e “deu-se o flagrante". Assinou
ele “se arrependesse”, que arrependim ento era, segundo
na marra por umas coisas que não fez, mas entre “o que se faz” e o que se “deveria fazer”, pra ele tinha “nenhum
ele mesmo, algo que “não aprendeu na escola”. Era mais que seria “desnecessário”, pois João, tendo olhado daque
de diferença”. Nesse m eio tem po João não percebera
le je ito dentro do que sobrara de Maria, entendera que o
um outro “acontecim ento histórico”: tinha ficado “de
melhor, por ser pior, era deixar que o resto dessa vida se vingasse nas burradas dela. ■
m aior". Nessa prim eira vez “devidam ente responsável por seus atos”, amarrou três anos no pavilhão sete do Carandiru. Foi lá que nos conhecemos, na terceira ou quarta reincidência, que ele era tão bom naquilo que
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e
F e rn a n d o B o n a s s i é a u to r , e n tre o u tr o s , d e P ro va C o n t r á r ia ( E d i t o r a O b j e t i v a ,
2003).
iSTREIAS TEATRAI «V
á > V ^e S \< ^ ^
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São P au lo 2 0 0 4
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Estréias teatrais, muito cinema e música em abril nas unidades do Sesc. 0 CineSesc celebra trinta anos do Festivat Sesc dos Methores Filmes; os espetáculos Pogu Que e Shi-Zen, 7 Cuias, este sob direção de Tadashi Endo, estréiam no Belezinho; 0 Inspetor Geral (foto) inicia temporada no Vila Mariana; Hip-Hop - Os 5 Elementos,
no Itaquera; e o diretor grego Theodoros Terzopoulos faz duas noites de sua nova peça Epigoni, no Consolação
BELENZINHO
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C O N S C IE N T I Z A Ç Ã O E REESTRUTU R A Ç Ã O C O R P O R A L Com Rosangela
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DANÇA T E A TR O espetáculos A L D E O T A S . Texto: G ero C am ilo. Direção:
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Q u ito . C om : G e ro Descartes. N o G alp ã o 10,00 (□ ). R$ 7 ,5 0 (O Sábados e domingos,
O Z U R R O D O A S N O . Direção: Roberto
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Bacci. Com : Elena C iardella, M arco De Liso, A ndréa Fiorenlini, Renzo Lovisolo, Silvia Pasello, Silvia Rubes e Tazio Torrini. Produção: Fondazione Pontedera. N o palco d o Teatro. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 15 .0 0 (□ ). RS 1 0 ,0 0 (O ❖ ). A té 0 4 /0 4 . De quinta a dom in g o , às 19h30.
D O V E N T R E . Com Jaqueline Gomes. R $ 5 0,0 0 p ) . R$ 2 5 ,0 0 (O). Terças ou quintas, às 20h30. Sábados, àslShO O .
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P A G U Q U E . Concepção e Direção: Chris-
sultado original e contemporâneo regis trado no Cd [do bom e do melhor] que se rá lançado na ocasião. Para acompanhálo M arcos Suzano (percussão), Jamil Joanes (baixo), Nilton Rodrigues (trumpete/fluegelhom), M acoé (saxofone tenor e alto) e Roberto Marques (trombone). 2 6 /0 4 .
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e
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O
t r a b a lh a d o r n o c o m é rc io e s e r v iç o s m a t r i c u la d o s e d e p e n d e n te s
I
u s u á r io m a t r ic u la d o
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São Paulo e a Fundação Padre A nchieta. D om ingo, às 11 h. Teatro. R$ 5,0 0 ; R$ 2 ,5 0 (□ ). G rátis (O ). « M e s t r e s d o S é c ú lo X X . O bras p ara piano e orauestra de H. O sw ala e S. Prokofierf, J. Sibelius. Com Eduardo M o n te iro (piano) sob a regência do M aestro Lufero Rodrigues. 1 8 /0 4 . « A M ú s ic a d o s M e s tr e s . O b ra s de Beelhoven e Mendelssohn. Regência d o M aestro H enrique Lian.Teatro. 2 5 /0 4 .
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e quintas, às 20h30. Quartas e sextas, às 18h30. « G in á s t ic a L o c a liz a d a . Terças e quintas, às 18h30. « G in á s t ic a L o c a liz a d a c o m P e so s L ivres . Terças, quartas, quintas e sextas, das 18h30 às 21 h. •S te p . Terças e quintas, às 19h30. Y O G A . Com Helena M aria Santos. R$
dos domingos e feriados, das 1Oh às 21 h.
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{□). R$ 25,00 (O). Quartas e sextas, às 9h e à s 10h30. Com Helena M aria Santos. R$ 40,00 (□). R$ 20,00 (O). Terças e quin tas, às 8h30.
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dos Santos. 0 6 /0 4 . terça, das 14h às 18h. « R e fe iç ã o V e g e t a r ia n a . Com Marleni Gomes Azevedo. 1 3 /0 4 , terça, das 14h às 18h e das 18h30 às 22h. • C r e p e s D o c e s e S a lg a d o s . Com Marleni Gomes Azevedo. 1 6 /0 4 , sexta, das 14h às 18h. « A lim e n t o Id e a l p a r a o C é r e b r o . Com Solange Pereira dos Santos. 2 0 /0 4 , terça, das 14h às 18 e das 18h30 às 22h. « P r o p r ie d a d e s T e ra p ê u tic a s d o s V e g e t a is . Com M aria
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Para fazer a matrícula no Sesc são necessários os seguintes
’
documentos: Trabalhador no comércio e serviços, em atividade ou aposentado - carteira profissional e documento de identidade. Dependentes: cônjuge - certidão de casamento e documento de identidade; filhos menores de 21 anos certidão de nascimento ou doc. de identidade; pais do titular documento de identidade. Para os aposentados, apresentar também o carnê do INSS. Outros: documento de identidade do titular. Dependentes: cônjuge - certidão de casamento e documento de identidade; filhos menores de 21 anos- certidão de nascimento ou documento
de identidade. 5 0,0 0 (□). R$ 25,00 (O). Terças e quin tas, às 16h, 18 h 3 0 , 1 9h30 e 20h30. L A matrícula tem validade de 12 meses.
r e v is ta
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49
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V I V Ê N C IA E R E F L E X Ã O S O B R E O E N V E L H E C IM E N T O . Com Da Iva G arcia. R$
6 .0 0 p ) . R$ 3 ,0 0 (O ). A té 0 5 /0 5 . Q uartas, das 14h às 16h. V IS IT A A O M E M O R IA L D O IM IG R A N T E .
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pação Dulce França, Cecília Ribeiro e Leonor Basso. Grátis. 1 6 /0 4 . Sexta, às 16h30, no Salão I.
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30 ° FESTIVAL SESC DOS MELHORES FIL MES DE 2003. O Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2 0 0 3 contou com
o v otação d e 3 7 críticos e de um p ú blico estim ado em 4 1 5 votantes e fre qüentadores d o CineSesc. A s ca te go rias prem iad a s são qu atro , m elhor fil me, diretor, a to r e a triz d o cinem a brasileiro e estrangeiro. Este an o se rão exibido s 3 6 títulos com destaque p a ra Invasões Bárbaras, com d ireçã o de Denys A rc a n d , O Filho, dos irm ãos D ardenne, Am arelo M anga, de C láu d io e Assis e O homem que Copiava, de Jorge Furtado. De 0 5 a 2 2 de a b ril R$ 4 ,0 0 e R $2,00. é tudo verdade E Tudo Verdade. N o na edição do m a ior
3 DE ABRIL (SÁBADO). « 1 5 h . Weather Underaround - dir: Sam Green & Bill Seagaí. • 1 7 h . Eisenstein e Meverhold, Um Duplo Retrato do Interior da Época - dir: G a lin a Evtushenko. • 1 9 h . Livro
para M anuelzão - dir: A ngélica dei N e ry. Lambe Sujo - d ir: G a b rie la G reeb, Paulo Dias & M arianna M ontei ro. O Sumiço do Am igo Invisível - dir: Paola Barreto Leblanc. Abry. dir: Joel Pizzini & Paloma Rocha. « 2 1 h . Do O u tro Lado do Rio - d ir: Lucas Bambozzi. 2 3 h . Touching the Void - dir: Kevin M acD onald. 4 DE ABRIL (DOMINGO) 1 5 h . Porão dir: Fernando M ozart. Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife - dir: M á rio C arneiro. Carolina - dir: Jeferson De Um C affé com o M iécio - dir: Cados A drian o. 1 7 h . Todas as Garotas que Já Am ei - dir: Henrique G oldm an
Endereço: Rua Doutor Vila Nova, 245 Telefone: (0XX11) 3 2 34 30 0 0 Horário: Segufda a Sexia, das 9h às 22h. Sábados e feriados, das 9h às 17h30. email@consolacao.sescsp.org.br TE A T R O espetáculos PR Ê T -À -P O R T E R 5 . R$ 10,00; R$ 7,50 (□).
Com Attis G rupo (Grécia). Direção: Theodoros Terzopoulos. R$ 20,00; R$ 15,00 (□). R$ 10,00 (O). 09 e 1 0 /0 4 . Sexta, às 21 h, e sábado, às 19h eàs21h30.
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1912). Direção: Anlonio Gilberto. Com Alessandra Negrini, Emílio de Mello e Marcos Winter. R$ 20,00; R$ 15,00 (O). R$ 10,00 (O). 2 3 /0 4 a 3 0 /0 5 . Sexta e sábado, às 21 h. Domingos: 19h. M Ú S IC A
Io
C ao Guim arães. 2 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA). • 16 h. The Corporation - dir: Jennifer A b b o t & M ark Achbar. • 19 h . Jardim - dir: A d i Barash & V im a M olina. *21 h. Evandro Teixeira: Instantâneos da Realidade dir: Paulo Fontenelle. «23h. Morte Den sa - dir: Jurandir M üller & Kiko G o if-
2 9 /0 4 . Quarta e quinta, às 20h.
R$ 5 ,00 (O). Sábados, às 19h.
festival dedicado a o cinem a docum en tário na A m érica Latina. DE ABRIL (QUINTA-FEIRA) • 17 h. As Pessoas de Angkor - dir: Rilhy Pahn. • 19h. Les Escadrons de Ia M ort L'Ecole Française - dir: M a rie-M onique Robin. «21 h. A Alm a do Osso - dir:
d io N u c a . 1 2 /0 4 . Segunda, às 20h. • Z a r a b a t a n a . 13 e 1 4 /0 4 . Terça e quar ta, às 20h. « N e y M e s q u ita . 15 e l6 /0 4 . Quinta e sexta, às 20h. « R e n a to B rá s . 19 e 2 0 /0 4 . Segunda e terça, às 20h. « B ia G o e s . 22 e 2 3 /0 4 . Quinta e sexta, às 20h. « M a r i o G il. 26 e 2 7 /0 4 . Segunda e terça, às 20h. « R o d r ig o R o d rig u e s . 28 e
C E M . Com alunos do Centro Experimental de Música Sesc Consolação. Orientação de Fabio Tagliaferri. Hall de Convivência. Grátis. 3 0 /0 4 . Sexta, às 20h.
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Antonio Bivar. Sala Omega. Retirada de senhas às 19h. 0 1 /0 4 . Quinta, às 20h. •S u b te r râ n e o s . Com Grupo Neo Tao, Mídia Ka, Zaratruta e Baaue Bolado. Espaço Sub. Retirada de senhas à partir
das 19h. 01 e 0 2 /0 4 . Quinta, às 21 h30. •L o u r e n ç o M u t a r e lli. Bate papo. Sala Omega. Retirada de senhas a partir das 1Th. 0 2 /0 4 . Sexta, às 18h. « W a lt e r F ra n co . Show. Hall de Convivência. 0 2 /0 4 . Sexta, às 20h. « A r r ig o B a m a b é . Show. Teatro Sesc Anchiela. R$ 10,00; R$ 7,50 (U). R$ 5,00 (O). 0 3 /0 4 . Sábado, 21 h. •M a r c e lo N o v a . Show acústico. Teatro Sesc Anchiela. R$ 10,00; R$ 7,50 (□). R$ 5,00 (O). 0 4 /0 4 . Domingo, às 20h.
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lo para seleção: de 1 2 a 2 0 /0 4 , no CEM. Segunda a sexta, das 13 às 21 h30, sába do das 9 às 15h. Seleção: de 26 a 3 0 /0 4 .
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r e v is ta
&
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SESCCONSOLAÇAO às 21 h30. « G r u p o d e V io lin o s e V i o l a s / G r u p o V io lo n c e lo s / G r u p o d e C o n tr a b a ix o s . Segundas e sextas, das 18h30 às 20h. « G r u p o d e V io lõ e s e G u ita rr a s . Segundas, das 20h às 21h30. « H a r m o n ia e Im p r o v is a ç ã o . Segundas, das 15h45 às 16h45. « O r ie n t a ç ã o V o c a l p a r a A to r e s . Quinlas, das 16h às 17h. •O r q u e s t r a d e C o r d a s . Terças e sextas, das 20h às 21 h30. « P rá tic a d e C o n ju n to e P e rfo r m a n c e M u s ic a l. Segundas e quin tas, das 20h às 21h45. « T é c n ic a V o c a l. Segundas, das 18h30 às 20h; Sábados, das 13H30 às 15h. « T o d o s o s B lues . Sextas, das 20h às 21 h30. G R U P O M U S IC A L I N F A N T IL R$ 40 ,0 0 p ) .
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20,00 (O). De 01 a 3 0 /0 4 . Sextas, das 1Th às 18h. M U S IC A U Z A Ç Ã O
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D E S A L A O . Com Christiane Araújo. R$ 4 5 ,00 p ) . R$ 25,00 (O). Até 31 /0 8 . Segundas, às 20h ou quartas, às
DANÇA
D A N Ç A D O V E N T R E . Com Angélica Ravi-
da. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 p ) . Até 3 1 /0 8 . Segundas e quartas às 20h30 e aos Sábados às 11 h.
Q uinta e sexta das 15h às 21 h e Sába do das 1 lh às 1 Th.
P ) . R$ 3 0 ,0 0 (O ). Terças e quinlas, às 14h e às 20h30.
O F I C I N A . Com Jessica Boieras. 0 3 , 1T,
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2 1 /0 4 . Sábados das 14h às 1 Th, Q u arta das 14h às 1 Th.
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P ) . Até 3 1 /0 8 . Segundas e quartas às 8h30, 19h e 2 0 h l5 , terças e quintas às 14h.
14, 15, 16 e lT /0 4 . De segunda a sexta das 13h às 22 e sábado das 9h às 1Th.
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52 r e v i s t a
e
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16h. R$ 15,00 p ) . R$ T,50 (O). Até 3 0 /1 1 . Segunda e quarta, das 14h às ló h e d a s 1 8 h 3 0 à s 2 0 h . C L U B E D O V Ô L E I. R$ 15,00 p ) . R$ T,50
P ) . Até 3 0 /1 1 . Terças e quintas, das 20h às 21 h30. Sábados, das 1 lh 3 0 às 13h. R E C R E A Ç Ã O E S P O R T IV A D IR IG ID A . Grátis.
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R E C R E A Ç Ã O E S P O R T IV A U V R E . Basquete,
V Ô L E I. R$ 5 6 ,0 0 p ) . R$ 28,0 0 (O ).
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funcionários do comércio de veículos da Grande São Paulo. De 01 a 3 0 /0 4 . Segunda a sexta, a partir das 19h.
S E S C G O U R M E T . Segunda a sexta das 14h às lT h . D ia s l2, 13, 14, 15, 16 e 17/0 4 . De segunda a sexta das 13h às 22 e sábado das 9h às 1Th.
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4 3 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 8h, 12h, 1Th30 e 19h30. Segundas e quartas, às 18h30 e 20h30. « A p e r f e iç o a m e n t o . R$ 8 6 ,0 0 p ) . R$ 4 3 ,0 0 (O ). Terças e quintas às 19h30.
III C O P A U N M N C O D E F U T S A L Jogos de
segunda e quarta, das 1Th30 às 18h30. Tênis de mesa, segunda a sexta, das 9h às 21 h30; sábados e feriados, das 9h30 às 1Th30. Grátis.
C .R .C . D E F U T S A L Para funcionários do Conselho Regional de Contabilidade. 17/0 4 . Sábados a partir das 9h30.
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das 9 h à s 18h. O U M P IA D A S C A R D S Y S T E M . 2 4 /0 4 . Sába
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dominó. 03, 10 e 2 4 /0 4 . Sábados a partir das 1Oh. TORNEIO MAIO DO TRABALHADOR 2004. « F e s tiv a is . Dama, dom inó, tênis de
mesa e futebol de mesa. Grátis. 3 0 /0 4 . Sexta das 13h às 22h.
^SCEMPRESA. « L o c a ç ã o d e a u o d r a s . De torneios e campeonatos II C O P A C O N J U N T O N A C I O N A L Jogos de
futsal masculino. De 01 a 3 0 /0 4 . Sába dos a partir das 9h30. G R E S S /S E N A C . De 0 1 a 1T /0 4 . Sábados a partir das lOh.
II T O R N E IO
segunda a sexta, R$ 2 2 ,0 0 /h o ra até às 18h, e R$ 4 4 ,0 0 /h o ra após às 18h. R$ 44 ,0 0 /h o ra aos sábados e feriados. Segunda a sexta, das 9h às 21h30. Sábado, das 9h às 1Th30. « M a tr íc u la n a E m p r e s a . Segunda a sexta, das 13h às 21n30. Sábados, das 9h às 15h30.
•A s s e s s o r ia T é c n ic a p a r a E v e n to s E s p o rtiv o s . Segunda a sexta, das 13h às
21h30. Sábados, das 9h às 17ti30. •E s p e c ia l S e sc E m p r e s a . 1 8 /0 4 . Domin go a partir das 6h30. C O R P O E EXPRESSÃO
O F IC IN A . Com Jéssica Boieras. Hall de
Convivência. 03, 17 e 2 1 /0 4 . Sábados das 14h às 17h. Q uarta das 14h às 17h. O F I C I N A . Com João Ribeiro. Hall de
Convivência. Grátis. 10 e 2 4 /0 4 . Sába dos das 14h às 17h.
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15h. ENCONTRO ESTADUAL DE IDOSOS EM BERTIOGA. « R e u n iã o . Sala Gam a.
Grátis. 0 5 /0 4 . Segunda, às 15h30. • S o r te io . Sala Ômega. 1 4 /0 4 . Quarta, às 13h30.
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Vermelho. Grátis. 0 7 /0 4 . Q uarta, às 14h. quartas, às lO h; de 10 a 12 anos segundas e quartas, às 15h. R$ 86,00 (□). R$ 43 ,0 0 (O). Até 3 0 /1 1 . TRIBO URBANA « A tiv id a d e s A q u á tic a s . Sextas às 14h30. « B a s q u e te . Terças e quintas às 14h. « F u ts a í. Segundas e
quartas, às 10h30 e Terças e quintas, às 15h. « V ô le i. Segundas e quartas, às 9h. Terças e quintas, às 15h30. « V o z d a T r ib o . Terças às 18h30. a rte marcial C A P O E IR A . Com Edson Lopes R$ 60,00 (O). R$ 30 ,0 0 (O). Até 3 1 /0 8 . Terças e quintas, às 14h e às 20h30.
quartas, ThIO , 17h30, 18h30 e 19h30. Terças e quintas, 17h30, 18h30 e 19h30. Sextas, às 19h. R$ 56 ,0 0 (□). R$ 28 ,00
R$ 5 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 (O ). R$ 8 6 ,0 0 (□ ). R$ 4 3 ,0 0 (O ). Segundas e q u a r tas, às 12h, 17 h 3 0 e 19 h3 0 . Terças e quintas, às 7 h 1 0 , 16 h3 0, 1 8 h 30 e 20h 3 0 . Sábados, às 9h 3 0.
Y O G A . Com Luciana de Lima e Heloisa
Mesquita. R$ 52 ,00 (□). R$ 26 ,0 0 (O). Até 3 1 /0 8 . Terças e quintas, às 1 2 h l5 , 1 7 h 3 0 ,19h e 20h30. N A T U R E Z A E M E IO A M B IE N T E caminhadas N Ú C L E O M U L U D IS C IP U N A R D E S A Ú D E C O R P O R A L Prainha Branca - Bertioga
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Segundas, das 9h às 12 h 4 5 e das 17h às 21 h 4 5 . Terças, das 13h às 21 h 4 5 . Q uartas, das 9h às 17h 4 5 . Q uintas, das 9h às 17h 4 5 . Sextas, das 9h às 21 h45. N os sábados e feriados, das 9h às 13h4 5 , e das 15h às 17 h l 5. R$ 1 8,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ).
sio Vermelho. 1 9 /0 4 . Q uarta, às 8h30.
B R A S IL E IR A S . Com Andrea Soares. Sala Sigma. R$ 26,00 (□). R$ 13,00 (O). Até 2 5 /0 8 . Quartas, às 14h.
DANÇAS
A D A P T A D O S . Vôlei, basauete, peteca, pelota basca, etc. Segundas e quartas, às 15h.
JO G O S
P A R A T E R C E IR A ID A D E . Com Sheila Assumpção. Sala Omega. Grátis. Até 2 9 /0 6 . Terças, às 14h30.
CANTO
D E S A L Ã O . Com Christiane Araújo. R$ 25,00 (□). R$ 12,50 (O). Até 3 1 /0 8 . Segundas, às 20h ou Quartas, às 20h.
por semana, R$ 5 6,00 (□). R$ 28,00 (O ). Uma vez por semana R$ 36,00 (□). RS 18,00 (O). Até 31 /0 8 . Terças e quin tas, às 17h3 0 e sábados, às 1Oh.
D A N Ç A D O V E N T R E . Com Angélica Rovi-
SE S C C U R U M IM . Para crianças de 7 a 12
da. R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). Até 3 1 /0 8 . Segundas e quartas às 20h30 e aos Sábados às 11 h.
anos. De segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14 às 18h.
N A T A Ç Ã O . R$ 4 3 ,0 0 (□ ). R$ 2 1 ,5 0
A Q U A T E C A . Grátis. Sextas das 9h às
Y O G A . Com Luciana de Lima e Noedy
2 1h30 e Sábados e feriados das 9h às 17h30.
Amadei. R$ 36,00 (□). R$ 18,00 (O). Segundas e quartas 14h e 15h30, terças e quintas, às 8h30 e 1Oh.
(O). H I D R O G I N Á S T IC A . A o s sábados
T A I C H I C H U A N . Com Lucia Harume. G iná
C a rlo s H e ito r C o n y e a C rô n ic a Dia 15, 20h
DANÇA J U D Ô . Com G abriela Borges. Duas vezes
G I N Á S T IC A V O L U N T Á R IA . Segundas e
M A IS F Ô L E G O , M A IS E N E R G IA . Ginásio
(O).Terças e quintas, às 1Oh.
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dos, das 9h30 às 11 h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. « V ô l e i , b a s q u e t e e t ê n is d e m e s a . De 10 a 15
anos. Vôlei e basquete, segundas e uartas, das 16h às 17h3 0 . Sextas, as 9h às 17h 30 . Tênis de mesa, de segunda a sexta das 9h às 21 h30; sábados e fe ria d o s das 9 h 3 0 às 17 h3 0 . G rátis.
3
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das 17f)30 às 21 h. Terças e quintas, das 1 4 h3 0 às 17h e das 18h às 21 h. Q uartas, das 14h às 2 0 h30. Sextas, das 14h às 21 h. Sábados, das 14h às 1 7h30.
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R$ 14,00 (O). Segundas e quartas, às 14h terças e quintas, às 10, 15 e 16h. H ID R O G IN Á S T IC A . R$ 4 3 ,0 0 (□ ). R$
21,50 (O). Segundas e quartas, às 8, 9, 11 e 13h. Terças e quintas, às 9, 11, 14 e 15h.
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17, 18, 24 e 2 5 /0 4 . Sábados e dom in gos, às 9h30.
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Marchetti.2 4 /0 4 .
54 r e v i s t a e
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H I D R O G I N Á S T K A Até 3 0 /0 4 . Sextas, às
2 4 e 2 5 /0 4 . Sábado e dom ingo, a partir das 1Oh.
9h30.
2 4 /0 4 . S ábados, às 9h30.
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mehrogem dirig ido por André Semenza e coreografia de Fernanda Lippi. Após a exibição, bate-papo com o diretor e a coreógrafa. Teatro. 2 7 /0 4 . Terça, às 2 0 h 3 0 . « F o r a e D e n tr o d o E ix o . Exposição fotográfica de A rnaldo J. G . Torres. A bertura dia 27, às 19h. Até 0 9 /0 5 . Terça a sexta, das 8h às 22h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h. « M a t e r e E m B r a n c o . Com Cia M unicipal de Dança de Caxias do Sul, RS. Teatro. 2 8 /0 4 . Q uarta, às 21 h. • M e s a - R e d o n d a . Com Helena Katz Henrique Rodovalho (Quasar Cia de Dança), Sigrid N ora (Cia Municipal de Dança de Caxias do Sul), M argô de Assis e Luciana Gontijo. Teatro. 2 9 /0 4 . Q uinta, às 20h. « W o r k s h o p s G e s to s e V o z e s . Com Renato Filippini, músico e regente do Coral M unicipal de Caxias do Sul. Sala 4. Grátis. 2 9 /0 4 . Q uinta, das 14h às 17h. « D e s v io . Com Desvio, de G o iâ n ia /G O . Participação especial de Henrique Rodovalho. Teatro. 3 0 /0 4 . Sexta, às 21 h. « W o r k s h o p C o r p o r a lid a d e . Com M argô de Assis e Luciana G ontijo. Sala 4. 3 0 /0 4 . Sexta, das 14h
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r e v is ta
e
55
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56 r e v i s t a
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Arcand. Com: Remy Girard, Stephane Rousseau e Marie-Josee Croze. Grátis. 16 e 18/04. Dia 1 6/04. Sexta, às 19h30. Dia 18/04. Domingo, às 15h.
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quinta às 8h, 9h, l l h , 12h, 13h30, 16 h 30 e 17h30. Q uarta e Sexta - às 8h, l l h , 12h, 14h30, 16h30, 17h30 e 18h30.
O IN V A S O R . Direção: Beto Brant. Grátis. 23
e 2 5 /0 4 . Dia 2 3 /0 4 . Sexta, às 19h30. Dia 2 5 /0 4 . Domingo, às 15h. CORAL Até 1 2/06. Sábados, às llh . M A T A D O R E S . Direção: Beto Brant. Grátis. 3 0 /0 4 . Sexta, às 19h30.
OS C O R P O R A L Até Domingos, às 1Oh e às 11 h30.
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1 3 /0 6 .
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stein. Sala 2. R$ 5 2 ,0 0 (□). R$ 26,00 (O). Q uartas e sextas, às 15h30. caminhadas C L U B E D A C A M I N H A D A . Local de saída
H all de entradada unidade. Grátis. Q uarta e sexta, às 14h30. recreação J O G O S D E M E S A . A uditório. G rátis.
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2 5 /0 4 . Domingos, das 9h às 12h. instalações INTERNET UVRE. « B a s q u e te V i r t u a l. De
03 a 3 0 /0 4 . Q uarta a domingo, das 9h30 às 17h. « B r e a k V íd e o s . De 03 a 3 0 /0 4 . Sábados e domingos, às lOh. • G r a f i t e D ig ita l. 03, 10, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às l l h . « R itm o s e B e a ts . 07, 14, 21 e 2 8 /0 4 . Quartas, às 15h. • C o n c u r s o A m a d o r d e R a p F r e e S ty le .
08, 15 e 2 2 /0 4 . Quintas, às 15h. • 3 1 d a d e . N e t . 14 e 1 6 /0 4 . Q uarta e sexta, das 12h às 13h30. « E n c o n tr o
ESPORTES ^ Ü A P A U U S I A N A D e 01 a 3 0 /0 4 . Sába
dos e Domingos, a partir das 9h30. MUNDO MÁGICO DO XADREZ. « C lu b e d o X a d r e z . Sala de Leitura. Até 2 0 /0 6 . Quar ta a domingo, das 9h às 17h. « X a d r e z G ig a n te . Praça de Eventos. Até 2 0 /0 6 .
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0 2 /0 4 . Grátis. 0 3 ,1 7 e 2 4 /0 4 . Sábados, das 9h30 às 12h. « F e s tiv a l d e B a s q u e te . Parceria com a Federação Paulista de Basquetebol. 04 e 18/0 4. Domingos, às 9h30.
NÚCLEO ESPORTIVO. •In ic ia ç ã o E s p o rtiv a .
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tas, Sextas e Domingos, das lO h às 12h. Quintas, Sextas, Sábados e Domingos, das 13h30às 15h30. torneios e campeonatos FES TIVAL E S P O R T IV O G A R R A F E M IN IN A F U T S A L 04, 11, 18 e 2 5 /0 4 . Domingos,
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9h.
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9h às 17h. S O C IE D A D E E C ID A D A N IA especial H IP H O P -O S 5 ELEMENTOS. « R á d io H ip H o p . Com Nelson Triunfo. 0 3 /0 4 . Sábado, às 14h. « O f i c i n a d e D J . Com
K. L. Jay. 0 4 e 1 8 /0 4 . Domingos, das 13h às 17h. « O f i c i n a d e G r a f it e . 10, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, das 13h às ló h . • O f i c i n a d e B r e a k . 17 e 2 4 /0 4 . Sába dos, das 14h às ló h . « H i p H o p : c o m p r o m is s o s o c ia l. Com João Clemente de Souza Neto, M a ria Carla C orrochano, A lexandre Isaac, Janaína Rocha, Núcleo Cultural Força Ativa. 2 3 /0 4 . Sexta, das 10 às 17h. « S tr e e t B r e a k e r s a n d F r ie n d s . 2 4 /0 4 . Sábado, às 11 h. « D a n ç a d e r u a . Com Nelson Triunfo. 2 5 /0 4 . Domingo, às 13h. TECENDO O FUTURO. Grátis. « J o v e m C i d a d ã o - M e i o A m b ie n te . 01, 15 e 2 9 /0 4 . Q uintas, às 14h. « D a n ç a s B r a s ile ir a s . Com Jesum Biasin.03, 10, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às lO h. « J o v e m C i d a d ã o . 0 4 , 18 e 2 5 /0 4 . Domingos, às 9h30. « P e rc u s s ã o C o r p o r a l. 0 4, 11,
18 e 2 5 /0 4 . Domingos, às 1Oh. IN F A N T IL
das 9h às 16h. T O R N E IO A B E R T O D E FU T E B O L S O C IE T Y .
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espetáculos N O S V A M O C O N T Á . Com a C ia. Pé no Canto. 0 1 /0 4 . Q uin ta , às 14h. J O Ã O M A T A SETE. Com a Cia. Santa Palavra. 0 4 /0 4 . Domingos, às 14h.
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recreação PARQUE LÚDICO. Quarta a domingo e feri ados, das 9h às 17h «B ic h o s d a M a t a . •E s p a ç o d e A v e n tu ra s . « O rq u e s tra
Endereço: Rua Florênoo de Abreu, 305 Telefone: ( 0 X X 1 1) 3 3 2 9 2 8 0 0 H o rá rio : Segunda a Sexta, das 0 8 h às 2 1 h . email@odontologia.sescsp. org. br SAUDE E A U M EN TA Ç A O clínicas odontológicas CAIENDÁRIO DE PALESTRAS PROGRA MADAS. O rientação dos pacientes a
respeito das normas de funcionamento de nossa Clínica O dontológica, bem com o dos aspectos relativos à manuten ção da Saúde Bucal. N a sala de reu niões, 6o. andar. Grátis. « D r . L u iz V ic e n te M Ía r tin o . 0 2 /0 4 . Sexta, às 17h. • D r a . A d r i a n a G a m a T e ix e ir a . 06, 13, 2 0 e 2 7 /0 4 . Terças, às 12h30 e 14h30. • D r . P a u lo S é r g io
K . d e A n d ra d e .
0 7 /0 4 . Q uarta, às 8h e lO h. « D r a . M a r i â n g e la M a r t i n o . 1 4 /0 4 . Q uarta, às 8h e lO h. « D r . B e r n a r d o T o le d a n o . 1 6 /0 4 . Sexta, às 17h. «Dra. Sandra N ogueira Cheriegate. 2 3 /0 4 . Sexta, às 1 Th. « D r a . J a c q u e lin e C a lle ja s . 2 8 /0 4 . Q uarta, às 8h e 1Oh. C L ÍN IC A S O D O N T O L Ó G I C A S . O serviço
de odontologia do Sesc oferece trata mentos clínicos e cirúrgicos em diferen-
: endodontia, periodontia, odontopediatria, prótese e rádio-diagnóstico. As ações na área de odontologia procuram prevenir e evitar problemas ae saúde, sendo comple mentadas também por trabalho educa cional. « A t e n d im e n t o a A d u lto s . Desti nado aos trabalhadores no comércio e serviços matriculados e seus dependen tes. Restaurações em geral, tratamento de canal, doenças da gengiva, cirur gias, odontopediatria, próteses, radiolo gia (radiografias panorâmicas, periapicais, interproxim ais e odusais). N ão oferecemos implantes dentários e ortodontia (aparelhos corretivos). De 01 / 0 7 a 3 1 /0 7 . Segunda a sexta, das 8h às 21 h. « A t e n d im e n t o a M e n o r e s d e 11 A n o s . Destinado aos filhos (até 11 Anos) dos trabalhadores no comércio e serviços matriculados. Restaurações em geral, tratamento de canal, doenças da gengiva, cirurgias, radiologia (radio grafias panorâmicas, periapicais, inter proxim ais e odusais). N ão oferecemos ortodontia (aparelhos corretivos). O Sesc O dontologia também oferece siste m a de escovação supervisionado por uma higienista. De 01 / 0 7 a 3 1 /0 7 . Se gunda a sexta, das 08h às 16h30.
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tas, Sextas e Domingos, das 9h30 às 12h. Quintas, Sextas, Sábados e Domingos, das 13h30 às 15h30. N A T U R E Z A E M E IO A M B IE N T E p a le s tra s C O LE TA SELETIVA: Z O N A LESTE F A Z . Grátis.
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2 4 /0 4 . Quinta, das llh 3 0 às 13h30. Sábado, das 12h às 14h. « D e c o r a ç ã o d e r e ló g io . R$ 5,00. 10 e 1 5/04. Sábado, das 12h às 14h. Quinta, das 1 lh 3 0 às 13h30. « Ilu s tra n d o a V id a . Neste mês, visita à exposição Picasso. R$ 10,00. 2 3 /0 4 . Sexta, às 8h. « E n c o n tr o d a T e rc e ira Id a d e . Grátis. 2 9 /0 4 . Quinta, das 9h às 17h.
A origem é pouco conhecida, porém alguns fatores estão relacionados ao aparecimento dessas lesões. O s principais são: tabagismo, alcoolismo, traumatismos mecânicos e, nos canceres de lábio inferior, os raios solares. 2 ) O q u e s ã o le s õ e s c a n c e rá v e is ?
São enfermidades bucais que quando não tratadas podem evoluir para um câncer. 3 ) C o m o o c ig a r r o a t u a ?
Durante o ato de fumar, são liberadas inúmeras substâncias químicas junto a fumaça, algumas reconhecidamente cancerígenas. Outra ação seria o calor produzido principalmente pelo cachimbo. 4 ) Q u a l o p e r f il d o p a c ie n te c o m c â n c e r b u c a l e q u a l a r e g iã o m a is a tin g id a ?
Geralmente são os homens, com idade entre 4 5 e 5 5 anos, brancos e tabagistas. A região da boca mais atingida é a língua, seguida do assoalho bucal e lábio inferior.
Quarta a domingo, das 9h às 17h.
r e v is ta &
57
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PARAÍSO :
Endereço: Rua Abílio Soares, 4 0 4 Telefone: (0 X X 1 1) 3 0 5 4 9 0 0 0 H orário : Segunda a Sexta, das 9 h às 18 h em ail @paraiso. sescsp. org. br
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V A S S O U R A S (R J). 0 3 a 0 6 /0 5 . Saída:
cidade de Bananal e fazendas históri cas locais na Serra da Bocaina (Areias e São José do Barreiro).
7h. Incluso: hospedagem com pensão com pleta no M a ra Palace Hotel e passeios pelas fazendas históricas da
B E R T IO G A (S P ). 19 a 2 5 /0 5 . Saída: 7h.
P A S S A Q U A T R O ( M G ) . 0 7 a 0 9 /0 5 . Saí
B E L O H O R I Z O N T E N A T U R A L ( M G ) . 20
da: 19h. Pensão com pleta e passeios pelas cidades de Passa Q u atro e Itanhandu.
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B A N A N A L (S P ). 13 a 1 6 /0 5 . Saída: 7h.
Pensão com pleta e passeios pela
Pensão com pleta e cam inhada de re conhecim ento pela unidade.
PROGRAMA DE TURISMO SOCIAL DISQUE RESERVAS: 3054.9000 G E R A IS : todas as excursões rodoviárias e passeios de um dia incluem acompanhamento de técni co do Sesc, transporte, seguro viagem e, conforme o roteiro, lanche, almoço, ingressos e passeios. Podem participar dos roteiros os comerciários e usuários m atriculados. Para m aiores in fo r mações e valores consulte a unidade. Programação e datas sujeitas à alter-
IN F O R M A Ç Õ E S
passeios de um dia DIVERSÃOPAULO. Saídas do Sesc Paraí
so. R$ 22,00 (O ) e R$ 26 ,0 0 (Q). Inscrições enquanto houver vagas. Sesc Itaauera « D i a d o D e s a f io . Saída: 2 6 /0 5 - 4° feira, às 9h. Passeio ao Sesc Itaquera com cam inhada à reser va de M a ta A tlântica secundária, utilização d o Parque Aquático e partic ipação na program ação especial do Dia do Desafio. Saída: 9h. Bairro do Ipiranga « D i a d o D e s a f io . Saída:
58 r e v i s t a
e
2 6 /0 5 - 4 o feira, às 9h. Visitas ao Museu Paulista da Universidade de São Paulo (Museu do Ipiranga), Parque da In d e p e n d ê n c ia , Sesc Ip ira n g a e P lanetário Tridimensional M undo Este lar e participação na program ação especial do Dia do Desafio. Serão real izados também roteiros em comemo ração aos 4 5 0 anos de São Paulo, enfocando atrativos e manifestações culturais e artísticas relacionadas aos povos que form aram nossa cidade. Em destaque: africanos, ingleses, indianos e árabes (para informações sobre datas e roteiros, consulte a unidade). DIVERCIDADES. Visitas a atrativos turísti
cos culturais e naturais próximos à cidade de São Paulo. 3 x R$ 17,00 = total: R$ 51 ,0 0 ( )) e 3 x R$ 20,00 = total: R$ 6 0 ,0 0 (□ ). « A m p a r o e P e d r e ir a . Saída: 0 8 /0 5 . Sábado, às 7h. Visita ao Museu Bernardino de C am pos, passeio pela Fazenda
G U A R A P A R I S E R R A S (ES) E R IO D E J A N E IR O H IS T Ó R IC O (R J). 23 a 3 1 /0 5 .
Saída: 21 h. Pensão com pleta, passeios pelas cidades de G u a ra p a ri, Dom in gos M artins e Venda N ova do Im igran te e no Sesc C opacabana (Rio de Ja neiro, com cam inhada pelo centro his tó rico da cidade, visitas a C inelândia, Palácio d o Catefe (Museu da R epúbli ca), Q uinto da Boa Vista (Museu N a cional de Belas Artes) e passeio pela cidade de N iterói). ARAXÁ (MG). 26 a 3 0 /0 5 . Saída: 8h. Pensão com pleta no Sesc A ra xá e
passeios pela cidade. CAVALHADA EM PIRENÓPOUS (PIRENÓPOUS E CALDAS NOVAS/GO). 2 8 /0 5
a 0 5 /0 6 . Saída: 19h. Incluso: Pensão completa e passeios pelas cidades de Pirenópolis, G oiás, G oiânia e Caldas Novas, com participação na Festa do Divino Espírito Santo em Pirenópolis, com apresentação da Cavalhada. D E S Ã O P E D R O (S P ). 28 a 3 0 /0 5 . Saída: 19h. Pensão completa passeios pelas cidade e participação na festa junina do hotel.
ÁGUAS
As pré-reservaspara os roteiros deverão ser feitas somente por telefone, nos dias 1 2 /0 4 (Excursões Rodoviárias de Maio), 13 /0 4 (Excursões Rodoviárias de Junho) e 14/04 (Passeios de 1 dia). A partir do dia 19/04, poderão ser adquiridas, na Unidade, as vagas remanescentes.
Vanguarda, antiga produtora de café e palco dos movimentos abolicionista e republicano, com apresentação sobre a cultura do café. N o retorno passeio à cid ade de Pedreira, com visita ao Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira. « M o n t e S iã o . Saída: 1 5 /0 5 - sábado, às Th. Passeio pela cidade mineira, com visita a Praça Prefeito M á rio Zucato, Igreja M atriz de Nossa Senhora da M edalha M ilagrosa, Museu Histórico e G eográfico e fábrica das tradicionais porcelanas. « F e s ta d o D iv in o E s p írito S a n to e m M o a i d a s C r u z e s . Saída: 2 9 /0 5 . Sábaao, às
7h30. Passeio pela cidade com visita ao Largo do Carmo (Igrejas da Ordem Primeira e O rdem Terceira de N. Sra. do Carm o e Casarão do Largo). Partic ipação na Festa do Divino Espírito Santo, com apresentação de danças folclóricas. Entrada dos Palmitos (corte jo de carros de boi enfeitados que agradecem a fartura da colheita) e
procissão. Corpus Christi em Itu. Saída: 1 0 /0 6 - 5o feira, às 8h. Visita ao Parque M unicipal do Varvito, Museu Republicano da Convenção de Itu, Igre ja M a triz N . Sra. da Candelária, Conjunto Arquitetônico da Praça Padre Miguel, Igreja do Bom Jesus e Q uartel do Regimento Deodoro. O bservação da confecção dos tapetes efêmeros e participação na procissão de Corpus Christi. « C o r p u s C h r is ti e m S a n ta n a d e P a r n a íb a . Saída: 1 0 /0 0 - 5a feira, às 13h30. Passeio pela cidade com visita à Igreja M atriz ae N . Sra. de Santana, Museu Casa do Anhangüera e casario dos séculos XVII e XVIII. Participação na festa de Corpus Christi, com Darracas típicas, procissão e observação dos tapetes efêmeros. « J a c a r e í - C a m in h o d a s F lo r e s . Saída: 19 /0 ó - sábado, às 7h30. Passeio pela cidade com visita ao Parque dos Eucaliptos, propriedades de cultivo de flores e viveiro municipal.
PINHEIROS J A C U T I N G A ( M G ) - F E S T A J U N IN A . 0 4
a 0 6 /0 6 . Saída: 19h. Pensão com ple ta e passeios pela cidade, com p a rtic i pação na festa junina do hotel.
N A . 16 a 2 2 /0 6 . Saída: 7h. Pensão co m pleta e passeios pela cidade, com p a rtic ip a ç ã o na festa junina do
O U R O P R E T O ( M G ) . 0 9 a 1 3 /0 6 . Saída:
B A U E R N F E S T E M P E T R Ó P O L IS (R J). 23 a
20h. M eia pensão e passeios pelas ci dades de O u ro Preto, M a ria n a e C on gonhas.
2 7 /0 6 . Saída: 7h. Pensão com pleta e passeios pela cidade, com particip a ção na Bauernfest (Festa do Colono A lem ão).
R IO D E J A N E IR O (RJ). 0 9 a 1 3 /0 6 . Saída:
21 h. M eia pensão e passeios pela orla marítima, Pão de Açúcar e Corcovado.
FES TA DE S Ã O P E D R O P E S C A D O R E M U B A T U B A (S P ). 2 4 a 2 7 /0 6 . Saída:
P O Ç O S D E C A L D A S ( M G ) . 1 0 a 1 3 /0 6 .
8h. M e ia pensão e passeios pela cidade, com p articipação na Festa de São Pedro Pescador.
Saída: 8h. Pensão com pleta e passeios pela cidade. C A X A M B U C O M S Ã O T O M É D A S LE T R A S ( M G ) . 10 a 1 3 /0 6 . Saída: 7h.
Pensão com pleta no Hotel U nião e passeios pelas cidades de C axam bu e São Tomé das Letras. FES TA J U N IN A . 15 a 2 0 /0 6 . Saída: 22h.Pensão completa e passeios pela cidade de Pimenta e ao Par que Nacional da Serra da Canastra, com participação na festa junina do hotel.
P IM E N T A (M G ) -
C A L D A S N O V A S (G O ) - FES TA J U N I
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A solicita çã o de reserva deve rá s e r f e i t a a t é o ú lt im o d ia previsto p a ra inscrições. Poderão o c o rre r a l t e r a ç õ e s d e p eríodos p o r necessidades o p e racionais. N os períodos de NATAL, A N O N O V O , JA N E IR O E CARNAVAL não serão aceitas inscrições p a ra o s m atricula do s na ca te g o ria "usuários".
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cia. Grátis. «Clube do Xadrez. Terça a domingo, das 1Oh às 19h. «Encontro com o Xadrez: Iniciando o Jogo. 24 e 2 5 /0 4 . Sábado e domingo, às 15h. ARTE NA CONVIVÊNCIA Área de Convi
vência. Grátis. «Brincadeiras de Rua. Sábado e domingo, das 11 h às 17h. «Di nâmicas Interativas. Sábado, domingo e feriado, das 13h às 14h30 e das 15n às 16h30.
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2x por semana, R$ 2 5 ,0 0 (O ) e R$ 12.50 (O ), l x por semana, R$ 16,00 (□ ) e R$ 8 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 7h30, 11 h 30 e 16h30. Q uartas e sex tas, às 10 h30, 11 h30 e 15h30. Sába dos, às 10 h30. Domingos, às 10h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 28,00 (□ ). R$ 14,00 (). Terças e quintas, das 7h30 às 13h e das 13h30 às 17h. Sábados, dom ingos e feriados, das 1Oh às 17h. GINÁSTICA. R$ 2 5 ,0 0 (□ ). R$ 12,50 (O ). Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 15h30 e 16h30. Q uartas e sextas, às 9h30, 10h 3 0 e 15h30. HIDROGINÁSTICA. R$ 3 5 ,0 0 (□ ). R$ 17.50 (O ). Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 1 6 h 3 0 e 17h30. Q u a r tas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16 h30 e 17h30. recreação ESPAÇO TERCEIRA IDADE. «Jogos de To
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to de M aria do Carm o M urano e Hugo Possolo. Para crianças de 0 4 a 10 anos. R$ 5,00; R$ 4 ,00 (□). R$ 2,00 (O). 2,50 (❖ 1 .0 3 /0 4 . Sábado, à s ló h . UM A HISTÓRIA NU M A HISTÓRIA. Com Lu Lopes. Para crianças a partir de 3 anos. R$ 5,00; R$ 4,00 (□). R$ 2,00 (O). 2,5 (❖). 1 7 /0 4 . Sábado, às 16h. DIVERSÕES MUSICAIS. Com M iria m M a ria , Tata Fernandes e N in a Blauth. G rátis. 1 0 /0 4 . Sábado, às 16h. ESPERANDO O U M A. Para crianças a p a rtir de 0 3 anos. R$ 5 ,0 0 ; R$ 4 ,0 0 (□ ). R$ 2 ,0 0 (O ). 2 ,5 0 (❖). 2 4 /0 4 . S ábado, às 16h.
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Rock. G rátis. 0 3 / 0 4 . S áb a do , às 17h. INSTRUMENTAL SESC SANTO AMARO.
•T om ati Hom eless Trio e Fernando C orrêa. G rátis. 2 7 /0 4 . Terça, às 20h SOU BLUES. «Lancaster e F lávio N a
ves. R$ 1 5 ,0 0 ; R$ 1 2 ,0 0 (□ ). R$ 6 .0 0 (O ). R$ 7 ,5 0 (❖ ). 1 7 /0 4 . S ába d o, às 20h.
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de 16 anos. R$ 2 4 ,0 0 (O ) e R$ 4 8 ,0 0 {□ ). «G inástica A e ró b ia . Segundas, às 18h3 0 . Q uartas, às 7h e quintas, às 19h. «G inástica Localizada. Se gundas, às 8h, 19 h 3 0 . Terças, às 18h3 0 . Sextas, às 8h. «Step. Segun das, às 7h. Q uartas, às 1 9 h 3 0 e Q uintas, às 8h. «C ircuito. Terças, às 7 h3 0 . Q uartas, às 18h30. «C ondi cionam ento Físico. Terças, às 19h30. Q u a rta s, às 8h. « F le x ib ilid a d e e A lon g a m e n to . Terças, às 8 h 3 0 e 18h. Q uintas, às 7 h 3 0 e 18h30.
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às lO h «Bate Papo sobre postura. 0 3 /0 4 . «Aula especial: Alongam ento e Massagem. 1 0 /0 4 . «A im portância do aquecimento e do alongam ento antes e depois da cam inhada. 1 7 /0 4 . «Fortale cim ento dos m em bros inferiores. 2 1 /0 4 . PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA NÚCLEO ENGORDADOURO. R$ 16,00; R$ 12,00 (□). R$ 8,00 (O J.24/04. Sábado, às 9h. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO
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de 60 anos. R$ 24,00 (□) e R$ 12,00 (O). «Ginástica Voluntária. Segundas e quartas, às 9 h30 e 15h. Terças e quintas, às 14 h l 5.
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RUMOS DO TEATRO. «O Diabo e o Bom
Deus. Direção e concepção: Eugênia Thereza de Andrade. A daptação: Luiz Carlos M aciel. R$ 5,00 ; R $2,50 (O ❖). 2 1 /0 4 . Q uarta, às 20h30. MÚSICA
D A N Ç A M O D ER N A. Com S andra R egi na C ab ra l. R$ 4 8 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 (O ). M is - 3 0 ,0 0 . Q ua rta s e sextas, das 20 h às 21 h30.
PAULO VANZOUNI. R$ 10,00; R$ 5 ,00 ( □ O ❖). 0 1 /0 4 . Quinta, às 21 h30.
N IA (N e u ro m u s c u la r In te g ra tiv e A ction ). C om Kelle Rae O ie n . R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 (O ). Q u a rta s e sextas, às 17 h 3 0 e às 19h. terças e q uintas, às 9h.
TO NINHO CARRASQUEIRA. R$ 10,00; R$ 5.00 ( □ O ❖). 0 8 /0 4 . Q uinta, às 21h30.
D A N Ç A DE SALÃO. C om Rosana Fran co. M ó d ulo s bim estrais. R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 3 0 ,0 0 (O ). R$ 3 2 ,0 0
66 r e v i s t a
e
(M IS). Terças, das 2 0 h 3 0 às 22h. Sábados das 16 h 3 0 às 18h. M ódulos trim estrais. C om Edna Soares. S ába dos, das 15h às 16 h 3 0 .
palestras CINEMA FALADO. « A ndré A b u ja m ra .
M e d ia çã o de José Roberto Torero. N a Lanchonete Social. 1 4 /0 4 . Q u a rta , às 20h.
A R T E S P L Á S T IC A S E V IS U A IS a
ATEUER DE PINTURA E DESENHO. Com o Prof. Edson Milone. R$ 7 0,00; R$ 6 5 ,0 0 (□). R$ 3 5 ,0 0 (O). Mis - R$ 40,00. Quintas, das 20h às 22h e sábados das 1Oh às 12h (infantil) e das 14h às 16h.
I o R N AD A DE ABR AÃO SOB O SIG N O DA TOLERÂNCIA. V ídeo seguido de debate. M úsica, poesia e tolerância religiosa, com direção de Douglas S a lg a d o . D ia 1 6 /0 4 , às 19 h 3 0 . G rátis. ESPORTES
HISTÓRIA DA ARTE. Com Prof° Berenice Reichmann. R$ 6 0,00; R$ 50,0 0 (ü ). R$ 4 0 .0 0 (O). M is - R$ 40,00. Terças, das 19h30às21h30. ARTE DO M U N D O E DO BRASIL - DO CUBISMO AOS NOSSOS DIAS. Com Berenice Reichmann. R$ 6 0 ,0 0 ; R$ 5 0 .0 0 (□). R$ 4 0 ,0 0 (O ). M is - R$ 40.00. Até 1 4 /0 7 . Quintas, das 16h às 18h (turma I) e das 19h30 às 21H 30 (turma II). GRANDES MUSEUS DO M U NDO . Com a Prof°. Berenice Reichmann. R$ 6 0,00; R$ 50 .0 0 (□). R$ 4 0 ,0 0 (O ). M is - R$ 40.00. Até 1 4 /0 7 . Quartas, das 14h30 às 16h30. PATCHWORK. Com Lúcia Helena Azevedo Souza. R$ 5 0,00; R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 .0 0 (O ). Quintas, das 14h30 às 17 h30 ou das 1 8 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 . oficinas
CROCHÊ. Com Zulmira Conceição F. Ruiz. R$ 40,00; R$ 30,0 0 (□). R$ 20,00 (O). M is - R$ 25,00. Terças, das 13h30 às 17h30. PINTURA EM TECIDO. Com Hermenegilda
especial
CIRCUITO INTEGRADO DE GINÁSTICA. Para alunos acim a de 14 anos m atric ulados nos cursos de ginástica do Sesc. G rátis. 1 7 /0 4 . Sábado, às 16h. aulas abertas
HIDROGINÁSTICA. Todos os sábados e dom ingos. G rátis. 0 3 , 0 4 , 10, 11, 17, 18, 2 4 e 2 5 /0 4 . S ábados e d om in gos, às 11 h. HIDRO ESPECIAL G rátis. 0 9 e 2 1 /0 4 . Sexta feira santa e D ia de Tiradentes. TRAMPOLIM ACROBÁTICO. A p a rtir de 0 5 anos. R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 18 .0 0 (O ). Q uartas e sextas, às 19h. ESPORTE CRIANÇA. R$ 3 0 ,0 0 (□ ). R$ 1 5 .0 0 (O ). Terças e quintas, às 8h, 1 Oh e 14h. Q uartas e Sextas, às 8h, 9h30 e às14h. INICIAÇÃO ESPORTIVA. Programa semes tral para jovens de 12 a 17 anos. R$ 20 .0 0 (□). R$ 10,00 (O). Terças e quin tas, às 15h30 e 1Th. Q uartas e sextas, às 15h30 e 16h.
C A P O E IR A . Com o mestre Kako. A partir
O U M P I C A . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 2 8.0 0 (□). R$ 18,00 (O). Q uartas e Sextas, às 8h, 9, 15, 16, 1T e 18h. Terças e quintas, às 18 h30 e 19h30.
O M A C A C O E A B O N E C A D E P IC H E . R$
N A T A Ç Ã O . A partir dos 5 anos. R$ 55 ,0 0;
G I N Á S T IC A R ÍT M IC A . R$ 4 0,00; R$ 28,00
2,0 0 ; R$1,00 ( □ O ❖). 11 /0 4 . Domin go, às 16h.
R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 (O ). Terças e quintas. Q uartas e sextas, das Th às 11 h e das 14h às 20h.
(□). R$ 1 8,00 (O ). Terças e quintas, às 18h30. Q uartas e sextas, às 10h30, 13 h3 0 e 15h.
D O . Com o mestre Fábio
H ID R O G IN Á S T IC A . R$ 60,00; R$ 45,0 0
Goulart. A partir de 6 anos. R$ 50,0 0; R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O ). Terças e quintas-feiras às 8h. e às 15h.
(ü ). R$ 3 0 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 8, 10, 1T e 20h. Q uarta e sexta, às T, 10 e 15h (apenas Terceira Idade) e 16h.
arte marcial J U D Ô . A partir de 6 anos. R$ 6 0 ,0 0 ; R$
YOGA. •Tântrico. R$ 5 6,00; R$ 4 5 ,0 0
de 5 anos. R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 20.0 0 (O). Terças e quintas-feiras às
20h.
TA E K W O N
G IN Á S T I C A
ca Conta. R$ 2,00; R$1,0 0 ( □ O ❖). 0 4 /0 4 . Dom ingo, às 16h.
B U L G Ó IA , R E P E N IQ U E & T R O P E Ç O . R$
2,0 0 ; R $1,00 ( □ O ❖). 1 8 /0 4 . Domin go, às 16h. O P R ÍN C IP E E O S Á B IO . R$ 2,00; R$1,00
( □ O ♦>). 2 5 /0 4 . D om ingo, às 16h. TERCEIRA IDADE
50.0 0 (□). R$ 33 ,0 0 (O ). Terças e quin tas, 1T h30 e 18h45. Q uartas e sextas, às 9h. K A R A T Ê . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$
(□). R$ 2 5 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 11 h. «lengar Yoga. R$ T0,0 0 ; R$ 55,0 0 (□). R$ 3 3,0 0 (O ). Q uartas e sextas, às 19h. A partir de 10 anos. R$ 6 6,00; R$ 5 0 .0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O).Terças e quin tas, às Th, 8h, 9h, 1Oh, 19h e 20h.
18.00 (O ). Terças e auintas, às lO h. Q uartas e sextas, às 16n, 18 h 3 0 e 20h. TAI CHI CHUAN. »Lian G ong. A partir de
10 anos. R$ 5 6,0 0; R$ 4 8 ,0 0 (□). R$ 28 .0 0 (O). Terças e quintas, às Th, 8h e 9h. Q uartas e sextas, às 1Th, 18h e 19h.
SAÚDE E ALIMENTAÇÃO exame médico e dermatológico H O R Á R IO D E A T E N D IM E N T O . Terça a
sexta, das 18h às 22h; Sábados das 10h às 14h.
recreação P A R Q U E A Q U Á T IC O . A ulas abertas de
restaurantes H O R Á R IO D E F U N C IO N A M E N T O . Terça a
H idroginástica p a ra todas as idades. G rátis. S ábados e do m ing os, das l l h 3 0 às 12h 3 0.
sexta, das 12h às 14h; Sábados, Domin gos e Feriados, das 12h às 15h. L A N C H O N E T E D A P IS C IN A . Terça a sexta,
E S P O R T E R E C R E A Ç Ã O . G rátis. Sábados
e dom ingos, às 16h. C L U B E S D E E S P O R T E S . C lube G arotas
d a Bola aos dom ingos, às 14 h 3 0 ; Basquete, às quartas e sextas, 19h e V oleibol, às terças e sextas, 19h. G rátis. Terça a dom ingo.
das 12h às 22h; Sábados, Domingos e Feriados, das lO h às 19h. O D O N T O L Ó G I C A S . A tendi mento nas especialidades: clínica geral, odontopediatria e endodontia (tratamen to de canal). Informações: (13) 322T 5 9 5 9 - ramal 291. Segunda a sexta, das 13h às 1Th e das 18h às 22h.
C U N IC A S
B A R R A C A D E P R A IA . G rátis. 0 3 ,0 4 , 1 0 ,
SOCIEDADE E CIDADANIA
11, 1T, 18, 2 4 e 2 5 /0 4 . Sábados e dom ingos, das 9h às 16h.
palestras P O N T O D E E N C O N T R O . Com Clotilde
Paul. N a Lanchonete Social. Grátis. 1 6 /0 4 . Sexta, às 16h.
E N C O N T R O E S T A D U A L D E ID O S O S IN S C R IÇ Õ E S . 0 6 , 0T , 0 8 , 0 9 , 13, 14,
15 e 1 6 /0 4 . Terça a sexta, das 13 h30 às 18h.
C R I A Ç Ã O 3 a ID A D E . Com Sandra C abral. Inscrições na Central de Cursos. R$ 4 8 ,0 0 ; R$ 2 2 ,0 0 (□). R$ 2 2 .0 0 (O ). M is - 25,00. Q uartas e sextas, das 16h às 1Th e das 18h às 19h.
DANÇA
E X P R E S S Ã O . Com Sandra C abral. R$ 4 8 ,0 0 ; R$ 2 2 ,0 0 ( □ O ❖). Quartas e sextas, às 16h e 18h.
DANÇA
S A P A T E A D O 3 a ID A D E . Com Susan Baskerville. R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 38,0 0 (□ ). R$ 2 2 ,0 0 (O ). M is - R$34,00. Q uartas e sextas, das 1Oh às 11 h.
DANÇA
D A N Ç A D E S A L Ã O . Com Edna Soares.
R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O ). Sábados, das 15h às 16h30. G IN Á S T IC A . R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 2 0 ,0 0 (□ ). R$
torneios e campeonatos C A M P E O N A T O P A U U S T A P R É -J U V E N IL D E J U D O . A b erto a o pú blico e gra tu
ito. G rátis. 0 3 e 0 4 /0 4 . S ábado e dom ingo, das 9h às 19h. CORPO E EXPRESSÃO
CUmjRA GERAL « O Q u e é G l o b a li z a ç ã o ? N a Sala de Congressos n° 1 Grátis. 1 5 /0 4 . Q uinta, às 20h. « D e fe s a d a lín g u a p o r t u g u e s a : r e s is t ê n c ia o u r e a ç ã o ? Com a participação do M ovi
mento N acional em Defesa da Língua Portuguesa. Sala de Congressos n° 1. Grátis. 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h.
20 .0 0 (O ). Terça e quintas, às Th, 8h, 9h e 1Oh. Q uartas e sextas, às Th, 8h, 9h, 10h e 1 Th. R ÍT M IC A . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 18 .0 0 ( □ O ❖). Q uartas e sextas, às 9h.
G IN Á S T IC A
K A R A T Ê . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 18,00 ( □ O ❖).
Terças e quintas, às 9h.
G I N Á S T I C A E M A P A R E L H O S . A p a rtir de
15 anos. R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 3 6 ,0 0 (□ ). R$ 2 0 .0 0 (O ). Terças e quintas ou quartas e sextas, às T h 3 0 , 8 h 3 0 , 9 h 3 0 , 10 h 3 0 , 11 h 30 , 14, 15, 16, 1T, 18, 19, 2 0 e 21 h. H o rário livre aos sába dos, das 10 às 13h e das 14 às 18h.
C U R S O D E H IG IE N E E M A N I P U L A Ç Ã O D E A L IM E N T O S . Com a Prof° Soraia Yoshi-
V Ô L E I A D A P T A D O . A partir de 6 0 anos.
mi N aka m ura . 1 4 /0 4 . Q ua rta , às 14h30.
Grátis. Q uartas e sextas, às 13h. (PMS/Semes) e 14h30 (Sesc).
CURSO
DE
HORTA
C O M U N I T Á R IA .
2 8 /0 4 . Q uarta, às 9h. C om C é lia Faustino. Inscrições na C entral de Cursos. R$ 6 0 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 3 0 ,0 0 (O ). RS 3 0 ,0 0 (Mis). Terças, das 2 0h às 2 1h30.
E U T O N IA .
G I N Á S T I C A L O C A U Z A D A . R$ 5 0 ,0 0 , R$
3 6 .0 0 (□ ). R$ 2 0 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às T, 8 , 9 , 10, 1 5 , 1 6 , 1 6 h3 0 , 1 Th30, 18, 18h 3 0 , 19, 19 h3 0, 2 0 e 20 h 3 0 . Q uartas e sextas, às T, 8, 9, 10, 15, 16, 16 h 3 0 , 1 T h 3 0 , 18, 18h 3 0 , 19, 19 h 3 0 , 20h e 20h30. Sábados, às 10 e 16h.
Y O G A . R$ 6 6 ,0 0 ; R$ 5 0 ,0 0 (□ ). R$
2 8 .0 0 (O ). Terças e Quintas, às 15, 16 e 1 Th. Q uartas e sextas, às 15h e 16h.
CULTURA GERAL « G lo b a l iz a ç ã o e D ir e ito s U n g u ís tic o s H u m a n o s . Com Emílio
Cid. Grátis. 0 T /0 4 . Q uarta, às 20h. •C u r s o d e E s p e r a n to . Duas turmas, com Emílio C id e M a ria Lúcia de Menezes. R$ 20,00 ; R$ 15,00 (□). R$ 10,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terças às 16 h30 ou quartas às 20h. INFANTIL espetáculos E M B U S C A D A B O N E C A A Z U L Cia Lúdi
CORAL N a Sala de Vídeo. R$ 15,00 ( □ O ❖). Sextas, às 14h.
RI0/SÃ0 PAULO QUATRO ASES 00 SAMBA
recreação TARDES DANÇANTES. « D ia s 0 3 e 1 T . música mecânica. « D i a 1 0 . Anim ação musical de Fátima e Cia. « D i a 2 4 . Noite
Show com Elton Medeiros e Carlinhos Vergueiro
M ineira com G rupo Requinte, às 20h. R$ 4 ,0 0 ; R$ 2 ,0 0 (□ ). R$ 2 ,0 0 (O ). 03, 1 0 ,1 T e 2 4 /0 4 . Sábados, às 16h. Dia 2 4 /0 4 às 20h.
Dia 1 3 ,19h. Santo André Dia 16,21 h. Piracicaba Dia 1 7 ,20M30. Araraquara
SESC
SAO Segunda à quinta, das 17h às 21 h30. Sextas, das 17h às 20h. Sábados, das 8h às 12h. GAP. R$ 50,00 p ) . R$ 25,00 (O). Terça e quinta, às 20h30. GINÁSTICA LOCAUZADA. R$ 50,00 p ) . R$ 2 5,0 0 (O ). Segundas e quartas, às 18h30. HIDROGINÁST1CA. 2 aulas semanais. R$ 8 0 .0 0 (□ ). R$ 39 ,0 0 (O ). Segundas e quartas, às 16h30, 17h30, 18h30 e 20h30. Terças e quintas, às 7h, 11 h, 15h30, 18h30 e 20h30. Q uartas e sex tas, às 8h, 9h e 11 h. 1 aula semanal. R$ 5 9 .0 0 (□ ). R$ 29 ,0 0 (O ). Sextas, às 19h. Sábados, às 9h. NATUREZA E MEIO AMBIENTE
HIDROGINÁST1CA. 2 aulas semanais. R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 0 ,0 0 (O ). Segundas e quartas, às 14h30. Terças e quintas, às 12h, 13h30 e 14h30. Q uartas e sextas, às 12h. 1 aula semanal. R$ 29,0 0 (□ ). R$ 14,00 (O ). Segundas, às 8h, 9h, 11 h e 12h (novo). Sextas, às 16h e 17h. NATAÇÃO. 2 aulas semanais. R$ 38,00 (□ ). R$ 19,00 (O ). Segunda e quarta, às 13h30 (novo) e 15h30. Terça e quin ta, às 9h. Q uarta e sexta, às 1Oh. 1 aula semanal. R$ 27,0 0 (□ ). R$ 13,00 (O ). Segundas, às 1Oh. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL passeios de um dia
Inclui acom panham ento de técnico do Sesc, transporte em ônibus p a d rã o turism o, seguro viagem , hospedagem e a lim entação e passeios conform e
caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. «Parque Chico
Mendes. Encontro no quiosque principal. Grátis. 2 4 /0 4 . Sábado, às 9h. SAUDE E AUMENTAÇÃO
| Blues de Bolso (na foto, N uno M indelis). C onfira a program ação Endereço: Rua Piau I, 5 5 4 Telefone: (0 X X 1 1) 4 2 2 3 8 8 0 0 Horário: Segunda a Sexta, das 7h ás 21h45. Sábados, das 9h ás 17h45. em ail @ scaetano.sescsp. org. br
MUSICA BLUES DE BOLSO. «Nuno Mindellis. R$
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10,00; R$ 7,50 (ü). R$ 4,00 (O). 0 2 /0 4 . Sexta, 20h. «Lancaster. R$ 10,00; R$ 7,50 {□). R$ 4,00 (O). 16/04. Sexta, 20h. •Bee Scoot. R$ 10,00; R$ 7,50 (_»). R$ CORPO E EXPRESSÃO 4,00 (O). 23/04 . Sexta, 20h. «Flávio Gui marães. R$ 10,00; R$ 7,50 (ü). R$ 4,00 (O). 3 0/04. Sexta, 20h. ESPECIAL 21 DE ABRIL Grátis. 2 1 /0 4 . Quarta, das 9h às 18h. TOQUE COM O CEM. «Alunos do curso To
dos os Blues. Com André Christovam e Joâo Ricardo. Area de Convivência. Grátis. 07/04. Quarta, às 20h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS
ESPAÇO JOVEM. Atividades artísticas, ofici
nas e vivências «Desenho - História em Quadrinhos, Cartum e Charge. Grátis. 03, 17 e 2 4/04. Sábados, às 1Oh. UTERATURA ESTAÇAO CAFE. •Ubertinagens de Manuel
Bandeira. Com Clarisse Schcolnic e Fer nando Bezerra, do Movimento Hora do Conto. Grátis. 2 0 /0 4. Terça, 20h
68 r e v i s t a
e
AVALIAÇÃO FÍSICA. R$ 30,0 0 (□ ). R$ CAMPINAS - JAGUARIUNA (SP). 1 7 /0 4 . 15,00 (O ). 16, 17e 2 4 /0 4 . Sexta, das Saída as 7h. Passeio de M aria Fumaça, 15h às 21 h, sábados, das 9h às 15h30. saindo da estação de Anhum as, Cam pi nas. Alm oço Incluso. Visita ao Sesc EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ Campinas. Inscrições até 1 0 /0 4 . 18,00 p ) . R$ 9 ,00 (O ). Terças e quar tas, das 18h às 21 h. Sábados, das 9h às fTTJ (SP). Saída as 7h. Passeio pela Fazen 13h. da Santo Antônio de Bela Vista, com apresentação sobre a cultura do café, INFANTIL visitando a plantação e horta. Alm oço incluso. Inscrições até 0 7 /0 5 . espetáculos COM CARINHO,
aulas abertas
ALONGAMENTO. R$ 50,00 p ) . R$ 25,00 (< )). Segunda e quarta, às 17h30. Terças e quintas, às Th.
BERTIOGA (SP). Saída as Th. Passeio de 01 dia ao Sesc Bertioga. Taxa de Bal neário e almoço inclusos. Inscrições até 1 5 /0 5 .
PARA CRIANÇAS...
•Contos para Rir e Sonhar. Com Girasonhos. R$ 3,50; R$ 2,50 (□ ). R$ 1,30 (O ). 0 3 /0 4 . Sábado, às 15h. «Lolo Branabé. Com a Cia. Circo de Bonecos. R$ 3 ,50; R$ 2 ,50 (□ ). R$ 1,30 (O ). 1 7 /0 4 . Sábados, às 15h. «Por que o M a r Tanto Chora. Com a Cia. Meninas do Conto RS 3,50, R$ 2 ,50 (□ ). R$ 1,30 (O ). 2 4 /0 4 . Sábado, às 15h.
NATAÇÃO. Infantil. De 8 a 13 anos. 2 aulas semanais. R$ 75,0 0 (□ ). R$ 37,00 (O ). Terças e quintas, às lO h e 16h30. Infantil. De 8 a 13 anos. 1 aula semanal. RS 54,0 0 (□ ). R$ 27,00 (O ). Sábados, às 11 h. oficinas COM CARINHO, PARA CRIANÇAS... «Cai
xa de Histórias. Grátis.03, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às 16h.
SAO PAULO 4 5 0 ANO S. 2 2 /0 4 Ramos de Azevedo em São Paulo. Saída as 9h. Até 1 5 /0 4 . 2 9 /0 4 . A Arte de Picosso em SP - Saída as 13h. Visita a O ca Parque do Ibirapuera. Lanche Incluso. Inscrições até 2 3 /0 4 . excursões rodoviárias
Inclui acom panham ento de técnico do Sesc, transporte em ônibus p a d rã o turism o, seguro viagem , hospedagem e a lim entação e passeios conform e
BERTIOGA (SP). 19 a 2 4 /0 5 . Saída as 7h. Pensão Completa. Inscrições de 0 7 /0 4 a 1 1 /0 5 . CAMPOS DO JORDÃO (SP). 0 7 a 0 9 /0 5 . Saída as 19h30. Pensão Completa. Pas seios Locais. Inscrições de 0 7 /0 4 a 3 0 /0 4 . GUARAPARI (ES). 21 a 2 6 /0 5 . Saída as 20h30. Ônibus Leito Turismo. Pensão Completa. Passeios Locais. Inscrições de 0 7 /0 4 a 1 4 /0 5 .
CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 50,00 P j . R$ 25,00 (O). Segunda e quarta, às 19h30 e 20h30. Terças e quintas, às 8h, 17 h 3 0 ,18h30 e 19h30.
palestras SÉRIE REFLEXÕES. «Estatuto do Idoso.
CONDICIONAMENTO FÍSICO C / APARE LHOS. « O p ção In te rm e d iá ria . R$
Com Thais Helena De Lucca. Inscrições antecipadas. Grátis. 2 7 /0 4 . Terça, às 15h.
OURO PRETO (MG). 16 a 2 1 /0 4 . Saída as 20h. M eia Pensão. Passeios Locais. Inscrições até 0 8 /0 4 .
DANÇA RECREATIVA. R$ 26,00 (□ ). R$ 13,00 (O ). Terça e quinta, às 1Oh.
PASSA QUATRO (MG). 23 a 2 5 /0 4 . Saí da as 20h. Pensão Completa. Passeios locais. Inscrições a té l5 /0 4 .
GINÁSTICA. R$ 26,00 (□ ). R$ 13,00 (O ). Segunda e quarta, às 15h30. Terça e quinta, às 9h.
SACRAMENTO (MG). 27 a 3 0 /0 5 . Saída as 6h. Pensão Completa. Passeios Lo cais. Inscrições de 0 7 /0 4 a 1 7 /0 5 .
7 2 .0 0 p ) . R$ 3 6 ,0 0 (O ). Segunda à sexta, das 1Oh às 12h. Segunda a quinta, das 15h às 17h. Sextas, das 16h às 17h. Sábados, das 8h às 12h. •O p ç ã o m anhã. R$ 7 2 ,0 0 p ) . R$ 3 6 .0 0 (O ). Segunda à sexta, das 7h às 1Oh. Sábados, das 8h às 12h. «O pção N oite. R$ 8 0 ,0 0 (Q). R$ 4 0 ,0 0 (O ).
TERCEIRA IDADE
VILA
51
MARI
Espetáculos, workshops, bate-papos, exposição. exibição de film e s e vídeos sobre produções de dança contemporânea fora do eixo RJ-SP. De 28/04 a 9/5 Destaques As Cinzas de Deus F ilm e -d a n ça de A ndré Semenza D ia 27
Endereço: Rua Pelotas, 141 Telefone: (X X I 1) 5 0 8 0 3 0 0 0 H o rário: Terça a Sexta, das 7h às 2 2 h ; Sábados, Domingos e feriados, das lOh às 19h. email@vilamariana.sescsp.org.br
TEATRO espetáculos O INSPETOR GERAL Com o G rupo G a l
pão. Texto de N icolai G ogol. Direção de Paulo José. R$ 10,00; R$ 7 ,5 0 (□). R$ 5 ,0 0 (O ❖). De 0 1 /0 4 a 0 2 /0 5 . Q uinta a sábado, às 21 h. D om ingo, às 18h. MUSICA
CANTA VIOLA. Praça de Eventos. Grátis. 03 e 0 4 /0 4 . Sábado e dom ingo, às 13h. RAFAEL ALTRO. Praça de Eventos. Grátis. 10 e 1 1 /0 4 . Sábado e dom ingo, às 13h. LEANDRO DE CARVALHO. R$ 5 ,00 ; R$ 3 ,50 {□ ). R$ 2 ,5 0 (O ❖). 1 3 /0 4 . Ter ça, às 20h. FERNANDO REIS. Grátis. 1 5 /0 4 . Q uinta, às ló h . ADYEL SILVA. R$ 5,0 0; R$ 3 ,50 (□). R$ 2,50 (O ❖). 16 e 1 7 /0 4 . Sexta e sába do, às 20h. FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA. Praça de Eventos. Grátis. 17 e 1 8 /0 4 . Sábado edomingo, às 13h. QUATERNAGUA QUARTETO DE V IO LÕES. R$ 5,0 0; RS 3 ,5 0 (□). R$ 2 ,50 (O ). 2 0 /0 4 . Terça, às 20h. QUAD R M U M . Praça de Eventos. Grátis.
24 e 2 5 /0 4 . S ábado e dom ingo, às 13h. UUSSES ROCHA. Auditório. R$ 5,00; R$ 3,5 0 (□). R$ 2,50 (O ❖). 2 7 /0 4 . Terça, às 20h.
ma Bonavita, apresentando a interceção da dança com mídias eletrônicas e as se melhanças entre composição musical e coreografia. A uditório. R$ 5,00; R$ 3 ,50 (□). R$ 2,50 (O). 2 4 /0 4 . Sábado, às 20h.
PLUGADOS. Programação com bandas
contemporâneas. «Bojo e M aria Alcina. Auditório. R$ 5,00; R$ 3,50 (□). R$ 2 ,50 (O ❖). 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h. •Clínica de Bandas. Com Paulo Bamabé. R$ 100,00 por banda. De 03 a 0 9 /0 5 . Sábados e domingos, às 13h. •M úsica Eletrônica Independente. Com o quarteto Bojo. R$ 30,00; R$ 20,00 (□). R$ 15,00 (O). 2 4 /0 4 . Sábado, às 14h. «Oficina de A rranjo com Ulisses Rocha. R$ 50 ,0 0; R$ 30,00 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). 0 2, 16, 23 e 3 0 /0 4 . Sextas, às 19h. • Produção de Bandas. Com Clemente do grupo Inocentes. Inscrições de 01 a 0 7 /0 4 . R$ 30,00; R$ 20,00 (□). R$ 15,00 (O). De 0 7 /0 4 a 2 6 /0 5 . Quartas, às 19h.
DANÇA SOCIAL R$ 22,00 (□). R$ 11,00 (O). R$ 15,00. Sábados, às 14h30. Domingos, às 16h. DANÇA CONTEMPORÂNEA. R$ 50,00; R$ 36,00 (□). R$ 18,00 (O). De 01 a 2 7 /0 4 . Terças e quintas, às 8h. Quartas, às 19h. Domingos, às 15h.
M a te r e E m Branco Espetáculo com a C ia. M u n ic ip al de Dança de Caxias do Sul D ia 28 Desvio Espetáculo com a C ia. Desvio, de G oiânia D ia 30
aulas abertas
DANÇAS BRASILEIRAS. Neste mês, vários ritmos essencialmente brasileiros, para aprender sobre as tradições do nosso país. Praça de Eventos. Grátis. De 03 a 2 5 /0 4 . Sábados e domingos, às 14h. MULTIMÍDIA E INTERNET
SACRO & PROFANO. R$ 5,00; R$ 3,50
(□). R$ 2,5 0 (O ❖). «Canções Secula res. Com o Coralusp. Regência de Tiago Pinheiro. 1 4 /0 4 . Q uarta, às 20h. «Dimos Goudaroulis e Edmundo Hora. Duo de violoncelo e cravo. 2 1 /0 4 . Q uarta, às 18h. «Pastores e Amores. Com o Co ralusp. Regência de Alberto Cunha. R$ 5,00; R$ 3,50 (□). R$ 2,50 (O ❖). 2 8 /0 4 . Q uarta, às 20h.
INTERNET UVRE. «Trilogia do H orror -
Frankenstein. Grátis. 02, 16, 23 e 3 0 /0 4 . sextas, às 1Th. «Hockers - A Revanche. Com Lucila Meirelles. R$ 20,00; R$ 15,00 (□). R$ 10,00 (O). De 1 7 /0 4 a 2 9 /0 5 . Sábados, às 15h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS expostçoes
DANÇA espetáculos
SEIS SENTIDOS. D iogo G ranato dançará guiado p or seus sentidos, criando inte ração entre o am biente e a platéia. A u ditório. R$ 5 ,0 0 ; R$ 3 ,5 0 (□). R$ 2,50 (O ). 2 3 /0 4 . Sexta, às 20h. CORPO/COISA. Neste espetáculo são re sumidos os trabalhos anteriores de Thel-
EXPOSIÇÃO INTERATIVA. Obras do tece lão João AAodé na Internet Livre, Praças e Hall dos elevadores. Grátis. De 06 a 3 0 /0 4 . Terça a sexta, das 1 lh às 21 h. Sábados e domingos, das 11 h às 18h. fotografia
GRUPO DE ESTUDOS EM FOTOGRAFIA. Com C lá udio e Fabiano Feijó. R$ 100,00; R$ 7 0,00 (□). R$ 50,00 (O). De 1 3 /0 4 a 2 9 /0 6 . Terças, às 19h.
A
VILA MARIANA LITERATURA HISTÓRIA & HISTÓRIAS. Grátis. •C onta
doras de Estórias. Com A leiandra Pinei e Patrícia Casadei. 04 e 1 8 /0 4 . Domin gos, às 12h. «Um M a r de Outras Histó rias. Com Andréa Cavinato Grátis. 11 e 2 5 /0 4 . Domingos, às 12h. SARAUS UTERÁRIOS. Atrium. Grátis. «Al-
lende, Neruda e Borges...um M ergulho! Com os atores Expedito A raújo e G loriete Rodrigues, além do violinista Helio Camalle 1 5 /0 4 . Q uinta, às 19h. oficinas OFICINAS CULTURAIS. «M angá, a HQ Ja
ponesa. Com Alexandre N agado. R$ 10,00; R$ 7,5 0 (□). R$ 5 ,0 0 (O ). 02 , 06, 13, 20 e 2 7 /0 4 . Terças e sexta, às 19h.
R$ 58,00. Terças e quintas, às 7 h30 e 19h30. Q uartas e sextas, às 8 h30 e 20H30. VÔLEI. R$ 5 6 ,0 0 (□). R$ 28,0 0 (O). R$ 38.00. Q uartas e sextas, às 20h. R$ 48 .0 0 (□). R$ 24,0 0 (O). RS 32,00. Quartas e sextas, às 16h.
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ESPORTIVA
DIRIGIDA.
Grátis. «Badm inton. De 0 4 a 2 5 /0 4 . Domingos e feriados, às 10h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. «Hande
bol. Grátis. De 03 a 2 7 /0 4 . Terças, às 13h. Sábados, das 12h às 12h50. tome/os e campeonatos SESC EMPRESA. «Ranking das Empresas. Com equipes de Futsal participantes das Copas Comerciárias. Grátis. De 0 7 a 2 8 /0 4 . Q uartas, às 20h.
CINEMA E VÍDEO CORPO E EXPRESSÃO É TUDO VERDADE. Festival de documentá rios. Grátis. 0 1 ,0 2 , 0 3 e 0 4 /0 4 . De ter ça a domingo, a partir das 16h.
ENTREVISTA C O M O CINEMA. A cineasta Tata Am aral entrevista os ganhadores brasileiros do 30° Festival Sesc dos M e lhores Filmes do A no. G rátis. 0 6 /0 4 . Ter ça, às 20h.
BASQUETE. R$ 4 8,0 0 (□). R$ 24 ,0 0 (O). R$ 32,00. Terças e quintas, às 1Th. CLUBE DO BASQUETE. R$ 2 0,0 0 (□). R$ 10,00 (O). R$ 13,50. Terças e quintas, às 18h30. CLUBE DO FUTSAL FEMININO. R$ 12,00 (□). R$ 6 ,00 (O). R$ 8,00. Domingos, às 10h30. CLUBE DO VÔLEI. R$ 2 0,0 0 (□). R$ 10,00 (O). R$ 13,50. Q uartas e sextas, às 19h. ESPORTE E RECREAÇÃO. Aos sábados e domingos para diferentes faixas etárias. Inscrições gratuitas no local. FUTSAL & CONDICIONAMENTO. G rupo masculino, de 18 a 54 anos. R$ 9 0,0 0 (□). R$ 45 ,0 0 (O). R$ 61 ,0 0. Terças e quintas, às 20h.
HIDROGINÁSTICA. G rátis. De 0 3 a 2 5 /0 4 . Sábados, domingos e feriados, às 11 h. workshops
CONSCIÊNCIA CORPORAL Com Marinês Colori. Inscrições a partir de 1 3 /0 4 . R$ 3 0,0 0; R$ 2 0,00 (□). R$ 10,00 (O). 24 e 2 5 /0 4 . Sábado e dom ingo, às 10h30.
ALO N G AM EN TO . R$ 5 6 ,0 0 (□ ). R$ 2 8 .0 0 (O ). R$ 38,00.Terças e quintas, às 9h3 0, 13h, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30; quartas e sextas, às 9h30, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30. De 15 a 54 anos. R$ 2 2,00 (□). RS 11,00 (O). R$ 15.00. Sábados, às 10h30 e às 14h. Domingos, às 1Oh30. CONDICIONAM ENTO FÍSICO. R$ 4 4 ,0 0 (□). R$ 22 ,0 0 (O). R$ 30,00. Sábados e domingos, às 10h 3 0 e às 13h. R$ 56 ,0 0 (□). R$ 2 8,0 0 (O). R$ 38,00. Terças e quintas, às 8h30, 9h30, l lh 3 0 , 14h, 15h, 16h, 17h, 18 h 3 0 ,19h30 e 20h30. Q uartas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h 3 0, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30. Condicionam ento Integrado. R$ 56 ,0 0 {□ ). R$ 28 ,0 0 (O). R$ 38,00. Q uartas e sextas, às 10h30. GINÁSTICA. RS 56 ,0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O). R$ 38 ,0 0 (MIS). Terças e quintas, às 7H30, 8 h 3 0 ,9 h 3 0 , 15h, 18h30, 19h30 e 20 h30; quartas e sextas, às 8h30, 10h 3 0, 16h, 18h30, 1 9 h 3 0 e 20h30. GINÁSTICA DO MEIO-DIA. R$ 4 6 ,0 0 (□). R$ 2 3,0 0 (O). R$ 31,00. Terças e quin tas, às 1 2 h l5 .
FUTSAL R$ 6 0,0 0 (□). R$ 3 0,0 0 (O). R$ 40,00. Terças e quintas, às 18h30. Ini GINÁSTICA LOCAUZADA. R$ 2 2 ,0 0 (□). ciação à modalidade, de 11 a 14 anos. R$ 11 ,0 0 (O ). R$ 15,00. Sábados, às R$ 56,0 0 (□). R$ 2 8,0 0 (O). R$ 38,00. 15h30. Quartas e sextas, às 15h30. Terças e quintas, às 10h30. HIDROGINÁSTICA. R$ 8 6 ,0 0 (□ ). R$ 4 3 .0 0 (O). R$ 58,00. Terça e quinta, às HANDEBOL Grupo misto. R$ 44 ,0 0 (□). 8h30, 18h3 0 e 20h30. Q uarta e sexta, RS 22,00 (O ). R$ 30,00. Sábados, às às 7h30, 18h3 0 e 19h30. 10h30. RADAR. Programa para jovens a partir de NATAÇÃO. R$ 8 6,0 0 (□). R$ 4 3 ,0 0 (O). 13 anos. «H andebol. R$ 12,00; R$ 9 ,00
70 r e v i s t a
e
CLUBE DA C A M IN H A D A R$ 12,00 (□). R$ 6 ,0 0 (O). 8,00. Domingos, às 1Oh.
4 3 .0 0 (O ). R$ 5 8 ,0 0 (MIS). Q uartas e sextas, às 1 0 h30 (de 5 a 6 anos). Q uartas e sextas, às 9 h 3 0 e 15h (de 7 a 10 anos). Terças e quintas, às 16h (de 11 a 14 anos). curumim
SESC CURUMIM. G rátis. Terças e quintas e quartas e sextas: m anhã (turma A e B), das 8 h 4 5 às 11 h l 5 e tarde (turma C e D), das 14h às 17h. TERCEIRA IDADE
SAÚDE E ALIMENTAÇÃO EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. Ter ça a sexta, das 16h às 19h45. S ába dos, dom ingos e feriados, das 10h 30 às 13h45. R$ 18 ,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ). R$ 12,00.
palestras
ESPAÇO IN FO R M A L Conhecendo Picasso, com M aria n n e Salum. Sala 4 , 6° andar, Torre A . R$ 15 ,0 0 ; R$ 10 ,0 0 (□ ). R$ 5 ,0 0 (O ). 15 e 1 6 /0 4 . Q uinta, às 15h. Sexta, às 1Oh.
restaurantes
CAFÉ DO SESC. Terça a sexta, das 1Oh às 22h. Sábados, dom ingos e feriados, das lO h às 19h. Terça a sexta, das 11 h3 0 às 14h. Ssábados, dom ingos e feriados, das 11 h 30 às 14h30.
aulas abertas
ESPORTES
NATAÇÃO, CONDICIONAMENTO & TREI NAMENTO. R$ 6 4,0 0 (□). R$ 32 ,0 0 (O). R$ 43 ,00 . Sábados ou domingos, às 9h30.
(□). R$ 6 ,0 0 (O). Q uartas e sextas, às 17h30. «Kenpo H avaiano. R$ 12,00; R$ 9 ,0 0 (□). R$ 6 ,0 0 (O). De 0 7 /0 4 a 0 7 /0 5 . Q uartas e sextas, às 17h. •Teatro. R$ 12,00; R$ 9 ,0 0 (□). R$ 6 ,0 0 (O). De 1 3 /0 4 a 0 6 /0 5 . Terças e quin tas, das 17h às 19h30.
CLÍNICAS O D ON TOLÓGIC AS. Terça a sexta, das 8h às 21 h 3 0 . Sábado, das 9h às 17h30. SOCIEDADE E CIDADANIA
TR O C AN DO IDÉIAS. Sala 4, 6° andar, Torre A . G rátis. 2 8 /0 4 . q uarta, às 15h.
N AVEG AN D O N A INTERNET. C om Celina Dias. Internet Livre. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 1 5 .0 0 (□ ). R$ 10,0 0 (O ). 2 7 , 2 8 , 2 9 e 3 0 /0 4 . Terça a sexta, às 10h30. A LO N G A M E N TO . R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 1 4 .0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h 3 0 , às 14 h e às 1Th. Q uartas e sextas, às 10 h 3 0 , às 13h e às 14h.
i‘NTERGERAÇÕES. « A prendendo a Colo
rir. Com W a g n e r Zanirato. Sala 4 , 6° A ndar, Torre A . R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 15,0 0 (□ ). R$ 1 0 ,0 0 (O ). De 0 6 / 0 4 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, às 14h. «Em p rego: Currículo e Sites. G rátis. De 1 0 /0 3 a 0 2 /0 4 . Q uartas e sextas, às 12h.
C O N D IC IO N AM EN TO FÍSICO. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). RS 14 ,0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, 10 h 3 0 . Q uartas e sextas, às 13h. ESPORTE E RECREAÇÃO. «Esporte &
Jogos. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 14,0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 15h30.
INFANTIL espetáculos
BRINCANDO DE BRINCAR. Praça de Eventos. G rátis. 0 3 /0 4 . S ábado e dom ingo, às 16 h3 0 . A HISTÓRIA DE RAPUNZEL Praça de Eventos. G rátis. 0 4 /0 4 . Sábados e dom ingos, às 16h30.
GINÁSTICA. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 14,00 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h 3 0 , 13h e 16h. Q uartas e sextas, às 13h.
HIDROGINÁSTICA. R$ 4 3 ,0 0 (□ ). R$ 2 1 ,5 0 (O ). R$ 29 ,0 0 . Terça e quinta às 9 h 3 0 , 11 h 30, 13h, 14h e 15h. Q uartas e sextas, às 13h, 14 h e 16h.
ZIG, A M E N IN A DE G IZ. A uditório. R$ 5,0 0 ; R$ 3 ,5 0 (□ ). R$ 2 ,5 0 (O ❖)■ 11 e 1 8 /0 4 . Dom ingos, às 15h.
NATAÇÃO. RS 4 3 ,0 0 (□ ). R$ 2 1 ,5 0 (O ) R$ 2 9 ,0 0 . Terça e quinta, às 10 h 3 0 e
PRÍNCIPE CURURU. Praça de Eventos. 10, 18 e 2 4 /0 4 . Sábados e dom ingos, às 16h30.
ginástica
OS SALTIMBANCOS. Praça de Eventos. G rátis. 11, 17 e 2 5 /0 4 . Sábados e dom ingos, às 16h30. JORGE, O PESCADOR CEGO. Com cená rio que mostra a sala de um a casa, os atores transform am os objetos a o seu redor de acordo com a história que es tão representando. R$ 5 ,0 0 ; R$ 3 ,5 0 (□ ). R$ 2 ,5 0 (O ). A uditório. 2 5 /0 4 . Dom ingo, às 15h.
FUTSAL R$ 4 4 ,0 0 (□ ). R$ 2 2 ,0 0 (O ). R$ 30 ,0 0 . Sábados, às 10h3 0 . NATAÇÃO. G rupos de 5 e 6 anos, 7 a 10 anos e 11 a 14 anos. R$ 8 6 ,0 0 (□ ). R$
ALO N G A M E N TO . R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 1 4 .0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h 3 0 , 14h e 17h. Q uartas e sex tas, às 10 h 3 0 e às 14h. CO N D IC IO N AM EN TO FÍSICO. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 14,0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h3 0 . Q uartas e sextas, às 13h. oficinas
VEM DANÇAR CO M IG O . Com C arla Salvagni. O ficin a d o C orpo I, 7° A ndar, Torre B. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 1 5 ,0 0 (□ ). R$ 1 0 .0 0 (O ). De 0 2 a 3 0 /0 4 . Q uartas e sextas, às 11 h30. SAPATEANDO. Com Kátia Barão. M ó d u lo I. O ficin a d o C orpo 2. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 15.0 0 (□ ). RS 10 ,0 0 (O ). De 0 6 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, às 14h.
INTERIOR SESC ARARAQUARA N A N Á VASCONCELOS. Dia 1 0 /4 , sábado, às 20K30. RIO/ SÃO PAULO - QUATRO ASES DO SAMBA. • Ellon Medeiros e Cadinhos
Vergueiro. Dia 20h30.
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O DIABO E O BOM DEUS. Teatro. Dia 2 4 /0 4 , Sábado. GRUPO CASA DE FARINHA. Dia 2 8 /0 4 , quarta, às 22h. Grátis.
SESC BIRIGUI IDENTIDADE BRASILEIRA - BRASIL DA SIL VA. Grátis. De 05 a 1 6/04. Segunda a sexta-feira. Das 9 às 21 h.
Sesc Campinas - R. Dom José I, 270. Tel.:(19) 3737-1515
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SESC CATANDUVA
TAÇA DE FUTSAL INFANTIL - SUB 15. Iní cio: 0 3 /0 4 . Sábados, domingos e feri ados, das 10h30 às 13h30. ENCONTRO REGIONAL DA TERCEIRA IDADE. Dia 2 5 /0 4 , domingo, das 9h às 18h.
ESPORTE RECREATIVO. Grátis. De 06 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, das 15h30 as 16h30. COPA SESC DE BIRIBOL Grátis. De 03 a 2 5 /0 4 . Sábados e domingos, das 9has 18h. TAÇA SESC DE BASQUETE. Grátis. Dias 2 3 /0 4 , sexta, das 17h às 22h e dias 24 e 2 5 /0 4 , sábado e dom ingo das 1Oh às 17h. PERIPÉCIAS DE PÁSCOA. Com a Cia Teatro Salada Vinte. Grátis. 0 4 /0 4 . Domingo. Às 15h.
Sesc Araraquara - Rua Castro Alves, 1315. Tei.:(16) 3301-7500
EM BUSCA DO SEGREDO ESQUECIDO. Cia Abaréteatro. Grátis. 1 8 /0 4 . Domingo. Às ló h .
SESC BAURU
Sesc Birigui - Travessa Sete de Setembro, 5. Tel.:(18) 3642-7040
QUE HERÓI SOU EU? - PENSANDO E JO GANDO NO MUNDO GREGO. Terça a sexta, das 13h às 21 h30. Grátis. De 0 3 /0 4 a 3 0 /0 5 .
•M a ria Elisa. 0 2 e 1 6/04. «Dayse Do Banjo. 2 3 /0 4 .
A BOSSA DE MENESCAL 2 8 /0 4 . quarta, às 21 h30.
NOVO SOM. Grátis. Domingos, das 15h30
às 17h. «Zero Baila. 04 e 1 8/04. «Char me Do Samba. 11 e 2 5 /0 4 . FERIADO. «Forrózuê. 2 1 /0 4 . Q uarta, das
15h30 às 17h. Grátis. ESPORTES VERTICAIS. «Treinamento Pre
A MISSA DE ALCAÇUS. C/o de Dança dos Meninos. 2 9 /0 4 . quinta, às 21 h. DENISE STOCKLOS. 1 6 /0 4 . sexta, às 21 h30. CARICATURA. Grátis. 1 4 /0 4 . quarta, às 14h.
VAMOS BRINCAR DE BRINCAR. 11/04. Domingo, às 16h. UMA PEQUENA MAIS QUE NOTÁVEL 25 /0 4 . Domingo, às 16h. A VOLTA AO MUNDO EM 8 0 JOGOS. Grátis De l ° a 1 1 /0 4 . Terça a sexta, das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 18h. TRIBO JOVEM. Tae Ken Dow no dia 18. Grátis. 04 e 1 8 /0 4 , domingos, às 14h. DESAFIO SESC DE FUTSAL ADULTO. Grátis. De 2 2 /0 4 a 2 6 /0 5 . Terça a sexta, das 20h às 21 h30. DESAFIO SESC VERÃO DE FUTEBOL SO CIETY MENOR. Grátis. 04,1 1 ,1 8 e 2 5 /0 4 . Domingos, das 9h30 às 12h30. PALESTRAS. «Produtos D iete Ught. 2 9 /0 4 .
CASA DE FARINHA. Até 3 anos, grátis. 2 5 /0 4 . domingo, às ló h .
ventivo A plicado à Escalada Esportiva. 2 4 /0 4 . Sábado, das 9 às 13 h /d a s 14 às 18h. «Iniciação às Técnicas dos Es portes Verticais e A rvorism o. 2 5 /0 4 . dom ingo, das 9 às 13 h /d a s 14 às 18h.
OFICINA DE DANÇAS E RITMOS DO SU DESTE. 17 e 18 /0 4 . Sábado e domingo, das 9h30 às 17h30.
SESC CAMPINAS CANTO GERAL Grátis. Sextas, às 20h.
DJ HUM E NELSON TRIUNFO. 3 0 /0 4 . sexta, às 21 h.
INSTRUMENTAL & AFINS. «Bonda Cana
vial. 0 8 /0 4 , quinta, às 20h. Grátis. MESTRES DA VIOLA. «Orquestra De Viola De Paulínia. 1 5 /0 4 , quinta, às 20h.
Quinta, às 19h. «Utilização do Microon das. 15 e 1 6 /0 4 . Quinta e sexta, das 19h às 21 h30. «Pratos Salgados Diet. 2 9 /0 4 . Quinta, às 20h. «Utilizando o Microondas. 15 e 1 6/04. Quinta e sexta, das 19h às 21 h30. II MOSTRA DE ENTIDADES ASSISTENCIAIS DE CATANDUVA. 2 5 /0 4 . Domingo, das 14h às 18h. Sesc Catanduva - Pça. Felícia Tonello, 2 2 8 . Tel.:(17) 3 5 2 4 - 9 2 0 0
A FAMÍLIA SUJO. 1 8/0 4 . domingo, à s llh . COPA JUVENTUDE DE FUTSAL E FUTEBOL SOCIETY. Inscrições até 1 3 /0 4 . Abertura dia 18, domingo, às 9h. COPA DO COMÉRCIO E SERVIÇOS - SE
•M agical M istery Tour. 0 6 /0 4 . «Mostra do Audio Visual Paulista - Edição 17. 13/04. «Papo com cinema: A Chinesa. 2 0 /0 4 . Exibição e debate do filme com Valdemar Sguissardi. «Clássicos & Contemporâneos: Caravaggio. 27 /0 4 . SESC BERTIOGA. Inscrições de 01 a 10/04. 02 a 0 6 /0 4 . MINAS HISTÓRICA. 16 a 2 3 /0 4 .
RIO / SÃO PAULO - QUATRO ASES DO
TRILHAS E TONS. •M otorm am a. 2 2 /0 4 , quinta, às 20h. Grátis.
SAMBA. 1 6/04. Sexta, às 21 h. «Mesa Redonda. 1 6 /0 4 , sexta. MPB.
O ANEL DE MAGALÃO. 16, 17 e 1 8/04, sexta e sábado, às 20h; domingo, às
SAMBA DE MESA. Aos domingos, 15h.
19h.
Grátis «Janela Indiscreta. 0 6 /0 4 , terça. •O s Pássaros. 0 7 /0 4 , quarta. «Psicose. 0 8 /0 4 , quinta. «Um Corpo Que Cai. 0 9 /0 4 , sexta. MOSTRA SESC DE TEATRO POPULAR.
•N a d a De N ovo. 14h. 2 4 /0 4 . «Histó rias Q ue O M undo Canta. 14h. 2 5 /0 4 . «Aqui N ão, Pantaleão. Cia. Pavanelli. às 17h. 2 5 /0 4 . «Arruaça. 17h.
DANÇA-TERAPIA: INTEGRAÇÃO ENTRE CORPO E MENTE. 2 4 /0 4 . Sábado, das I Oh às 12h e das 14h às 17h. SAMBA ROCK. 18 e 2 5 /0 4 . Domingos das 14h às 18h. SAPATEADO INFANTIL 7 a 12 anos. Q uar tas e sextas, às 17h30. DANÇAS DE SALÃO. Sábados, das 14 às 15h l 5 e das 15h45 às 17h. CURSOS AOS SÁBADOS. «Axé. 14h.
•Condicionamento Físico. 9h. «Alonga mento. 14h. «Ginástica. 16h ESPORTE E APRENDIZAGEM. Grátis. «Fut-
sal masculino. 9 a 11 anos.Terçasequin tas, 14h. 12 a 14 anos. Quartas e sextas, 14h. «Futsal feminino. 11 a 14 anos. Terças e quintas, 15h. 15 e 16 anos. Quartas e sextas, 15h. «Voleibol. Inicia ção: 11 a 14 anos. Terças e quintas, 16h, e sábado, 9h30. Avançado: 15 e 16 anos. Quartas e sextas, 16h. TAÇA ESPORTIVA PIRACICABANA. Até 2 3 /0 4 . Terças, quartas e quintas, 19h45. BOLA N A BANDEJA. De 06 a 3 1 /0 4 . Terças e quartas, 15h. JOGOS PUBLICITÁRIOS. 11 e 2 5 /0 4 . Domingos, lOh. ENCONTRO DOS CONTABIUSTAS. 18/04. Domingo, lOh. TORNEIO DA INCONFIDÊNCIA. 21 /0 4 . Quarta, 9h30. TEATRO INFANTIL Domingos, às 1 lh . «Em
SESC PIRACICABA
•G ru p o A lkym ia Samba. Dias 4 e 1 8/04. «Grupo Utopia. 11/04. «Grupo sem segredo. 2 5 /0 4 .
CICLO DE FILMES ALFRED HITCHCOCK.
A MULHER GIGANTE. Grátis. 2 5 /0 4 . domingo, às 11 h.
CINECLUBE SESC PIRACICABA. Terças, 20h.
SÃO PAULO: 4 5 0 ANOS. 25 /0 4 .
FOTOGRAMA. Grátis «Por Trás do Pano.
Direção: Luiz Villaça. Com Denise Fraga, Luís Melo, Pedro Cardoso e M a risa Orth. Brasil. 1999. 1 4 /0 4 , quarta, às 20h. •Encontro com Luiz Villaça. 1 6 /0 4 , sexta, às 20h. Teatro. «Oficina de Cria ção e Direção. 17 e 1 8 /0 4 , sábado e domingo, das lOh às 13h e das 14h às 17h.
2 7 /0 4 . «Em Céu A berto. 17h. 2 8 /0 4 . •A i Meu Deus, Me Dá Um Trocadinho. 20h. 2 9 /0 4 . «Voz Mercê. 20h. 3 0 /0 4 . • Palavra Encantada. 15h. l° / 0 4 •João C ândido Do Brasil A Revolta Das Chibatas. 18h. l° /0 4 . «Em Busca Do Segredo Perdido. 15h. 0 2 /0 4 . •A u to Da Barca Do Inferno. 18h. 0 2 /0 4 .
QUINTAS NO SESC. 20h às 22h. «Voz E
Busca do Segredo Esquecido. 0 4 /0 4 . Com Cia. Abareteatro. «João e Maria. I I /0 4 . Com Companhia Tempo Teatral. •Xigui. 18/04. Com Grupo de Teatro Mambembe. «Bulgóia, Repenique & Tro peço. 2 5 /0 4 . Com Cia. Provisório-DefiniIMAGEM EM AÇÃO. Grátis. «As Aventuras
de Pinóquio. 0 3 /0 4 . «João e M aria. 10/04. • Hércules II. 17/04. «Aladim. 24/0 4 .
V iola: Juninho e Bentinho. 0 1 /0 4 . •Santo De Casa: Patrícia & Banda. 0 8 /0 4 . «Jazz, Blues & Cia.: Red Neck Blues Blend. 15/04. «Vilafrica. Rabo Jah Raia. 2 2 /0 4 . «Fulanos De Tal. 2 9 /0 4 .
OFICINAS. Grátis. Aos domingos e feri
CINEUNK. «Hulk. 18/04. «O Senhor dos
ra Idade. Às quartas, 14h. «Sesc Sâo Paulo - 4 0 Anos de Trabalho Social com
Anéis. 2 5 /0 4 . Às 13h.
ados, às 16h30. • Carimbos de E.V.A. 0 4 /0 4 . «Fantoche com saco de papel. 11 /0 4 . «Jogo da Velha. 18/04. «Dobradura. 2 1 /0 4 . «Jogo de Damas. 2 5/04. TERCEIRA IDADE «Escola Aberta da Tercei
r e v is ta
e
71
INTERIOR Idosos. 0 7 /0 4 . «Tarde de Jogos. 14/04 . •O Auto da Compadecida. 2 1 /0 4 . «Di nâmica de grupo. 28 /0 4 . OFICINAS. Às terças e quintas, das 14h
às 16h. Grátis. «Arte em Retalhos (tur ma II). 0 1 /0 4 . «Caixinha de Reliquias (Turma I). 06 e 1 3 /0 4 . «Caixinha de Relíquias (Turma II). 08 e 1 5 /0 4 . «O b jetos Decorativos em Jornal (Turma I). 20 e 2 7 /0 4 . «Objetos Decorativos em Jornal (Turma II). 22 e 2 9 /0 4 . CINESEXTA. Às sextas, 14 h l 5. «Irm ão
Sol, Irmã Lua. 0 2 /0 4 . «O Pagador de Promessa. 2 3 /0 4 .
VIDA & OBRA. M onteiro Lobato. Grátis. De 01 a 3 0 /0 4 . METAMORFOSE. G rátis. Dia 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h. OFICINAS CORDEL HIGH-TECH. Grátis. Dias 27, 28, 2 9 /0 4 . Terça e quarta, das 20h às 21h30, e na quinta, das 19h30 às 21 h. VISITA VIRTUAL À EXPOSIÇÃO DE PICASSO N A OCA. Grátis. Dias 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às lOh.
TERCEIRA IDADE ATIVIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS E SOCIAIS. «A Dieta do
Mediterrâneo e a Longevidade. Gratuito. Sala Multiuso 2. Dia 1 3 /0 4 , às 15h. •Grécia Antiga: A Proteção das Águas. Dia 2 0 /0 4 , às 15h. «Dia Internacional da Atividade Física. Dia 0 4 /0 4 , às lOh.
13h30, 15h30 e 16h30. Quartas e sex tas, às 16h30. «H idroginástica. Terças e quintas, às 16h30. Q uartas e sextas, às 17h30. «Alongam ento. Q uartas e sextas, às 16h30. Terças e quintas, às 14h30. R$ 10,00 (O ) e R$ 14,00 (□ ). •Voleibol A daptado. Terças e quintas, às 17h30. • Q uim bol. Terças e quintas, às 16h30. R$ 3 ,0 0 (O ) e R$ 5 ,0 0 (□ ). •D ança. Quartas e sextas, às 16h30. •B a d m in to n . Q u arta s e sextas, às 15h30. «Expressão C orporal Através Da Dança. Terças e quintas, às 15h30. Sesc Piracicaba - Av. Ipiranga, 15 5 . Tel.: (1 9 ) 3 4 3 4 . 4 0 2 2
SESC RIBEIRÃO PRETO MARIA ALCINA E BOJO. 2 3 /0 4 . Sexta, às 21 h.
SESC INSTRUMENTAL «Fernando M oura.
O DIABO E O BOM DEUS. 0 4 /0 4 . Domin go, às 20h30. VOZES FEMININAS. 1 5/04. Quinta, às 21 h.
0 3 /0 4 . «Marcílio e Roger. 1 0 /0 4 . «Pierre e O dhair Jr. 1 7 /0 4 . «Breno Logreca. 2 4 /0 4 . Gratuito.
Sábado, às 21 h. «Técnicas de Dança Aé rea. 1 8/0 4 . Domingo, às 1Oh, no Teatro. ELOS COM O PASSADO: OS POVOS ANTI GOS DE SÃO PAULO. Exposição. Grátis. De 07 a 1 8/04 . De terça a Domingo. 13h às 22h. ARTE, DA PERCEPÇÃO À CRÍTICA: O FIM DA INGENUIDADE. 24 e 2 5 /0 4 . Sábado e domingo, das 9h às 1Th. LETRAS & LETRINHAS. 3 a 11 anos. Dia 0 4 /0 4 . Domingo, às 16h. VOCAÇÃO ESPORTIVA. Sábado, das 8h30 às 17h30, e domingo, das 9h às 13h, 17e 1 8 /0 4 .
ARNALDO ANRJNES. 2 3 /0 4 . Sexta, às 20h30.
O DIABO E O BOM DEUS. 0 2 /0 4 . Sexta, às 21 h.
ANGELA MARIA E BANDA & QUARTETO CAFÉ. 2 4 /0 4 . Sábado, às 21 h.
AS NUVENS E/O U UM DEUS CHAM ADO DINHEIRO. 1 5 /0 4 . Q uinta, às 21 h.
MOSTRA DA CENA MINEIRA. R$ 4,00; R$ 2 ,00 (□ , O , ❖). De 28 a 3 0 /0 4 . Quarta a sexta, às 20h30. FESTIVAL SESC DOS MELHORES FILMES DE 2 0 0 3 . De 02 e 2 5 /0 4 . SEMANA DA SAÚDE. EM FOCO: A QUAUDADE DE VIDA! Grátis. De 20 a 2 4 /0 4 . Terça a sexta, vários horários.
O PENSAMENTO SISTÊMICO CO M O PA RADIGMA PARA SE FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Dia 2 4 /0 4 . Sábado, das 9h às 17h.
JOGOS ESCOLARES. Abertura 0 4 /0 4 , domingo, a partir das 9h30. Grátis.
M AGIA NATURAL E SOULZÉ. Dia 2 4 /0 4 . Sábado, às 15h.
Sesc São Carlos - Av. Comendador Alfredo M affei, 7 0 0 . Tel.: ( 1 6 ) 2 7 2 - 7 5 5 5
e
inas de Artesanato. 0 1 /0 4 . Quinta, às 16h. «Boneca de O rigam i. 1 5 /0 4 . Gluinta-feira, às 16h. INFANTIL E FAMÍLIA «Tardes de Brincadei
EM CENA NO SESC. «O Diabo e o Bom
ras. Terça a sexta, das 14 às 18h. Sába dos, das 14h às ló h .
NO PALCO DA ESCOLA 1 5 /0 4 , às 1Oh e
ESPECIAL PAIS E FILHOS. «Frisbee. 0 3 /0 4 .
às 15h. Gratuito «O Chapeuzinho Bem Vermelhinho. Com a Cia. Teatral Cena à Vista e Teatro Iluminado. Gratuito. Dia 2 8 /0 4 , às 12h e à s ló h .
•Futebol de Botão. 1 0/04. «Basquete Naism ith. 1 7 /0 4 . «Vôlei no Escuro. 2 4 /0 4 . Sábados, das 14h às ló h .
AGTTA SÃO JOSÉ. Dia 0 4 /0 4 , a partir das 7h30. MESA BRASIL SESC SÃO JOSÉ DOS CAM POS. «Sucoterapia, uma terapia simples e fácil de assimilar. Dia 0 2 /0 4 , às 14h. Sesc São José dos Campos - Rua Coronel José M onteiro, 2 7 5 . Tel.: (1 2 ) 3 9 0 4 2 0 0 0
TEATRO INFANTIL «Os Três Porquinhos - A Verdadeiro História. Com a Cia. do Nó.
0 3 /0 4 . Sábado, às ló h . «A C igana e a Formiga em: Vida de Artista. Cia. Fábri ca de Sonhos. 1 0 /0 4 . Sábado, às 16h. •O Alfaiate e o Gigante. Cia. Ateliê. Teatro. 17/0 4 . Sábado, às ló h . «A Voz da Praça. Cia Monocirco. 2 4 /0 4 . Sába do, às 16h. Sesc Sorocaba - Av W ashington Luiz, 4 4 6 . Tel.: (1 5 ) 3 2 1 2 - 4 4 5 5
SESC SOROCABA INSTRUMENTAL SESC SOROCABA. «Ja
ne do Bandolim & G rupo M ia d o do G ato. Dia 1 6 /0 4 . Sexta, às 20h30. Grátis. ROCK, POP E CIA. «Banda Sudaca. Dia
72 r e v i s t a
ta Um. 2 8 /0 4 . Q uarta, às 14h.
SESC OLHAR A DANÇA. «Pop. 17 /0 4 .
SESC SÃO CARLOS
OFICINA DE PERCUSSÃO E HISTÓRIA DA MÚSICA NORDESTINA. Dias 22 a 2 4 /4 , auinta e sexta, das 15h às 18h, e sábado das 1Oh às 13h.
8 /0 4 . Quinta, às 15h.
CHÁ COM CULTURA Terceira idade. «Ofic
Deus. 1 7 /0 4 , às 20h30.
CONHECENDO A MÚSICA ERUDITA. Grátis. Dia 2 9 /0 4 . Q uinta, às 20h30.
MÚSICA PARA CRIANÇA. «Pra Cantar Junto. 1 8 /0 4 , dom ingo, às ló h .
GER@ÇÃO.COM. 12 a 17 anos. Inscrições
Dia 28, às 20h30.
Sesc Rio Preto - Av. Francisco das Chagas de Oliveira, 1 . 3 3 3 . Tel.: (1 7 ) 3 2 1 6 - 9 3 0 0
CYRANO DE BERINJELA. Teatro infantojuvenil. 0 3 /0 4 . Sábado, às ló h .
lão. Dias 02 e 2 3 /0 4 . Sextas, às 19h. Dança Terapia. Dias 06 e 1 3/04. Terças, às 19h. «Do-in. Dias 20 e 2 7 /0 4 . Terças, às 19h.
RECICLA ARTE. 0 7 /0 4 . Q uarta, às 14h. Res
SESC RIO PRETO
INSTRUMENTAL SESC RIBEIRÃO. Théo Barros e Lea Freire. Dia 2 0 /0 4 . Terça, às 20h30.
A BOSSA DO MENESCAL. Dia 3 0 /0 4 . Sexta, às 21 h.
VIVÊNCIAS CORPORAIS. «Danças de Sa
16, às 14h. Gratuito. Dia 19, às 14h.
SESC SOM NA PRAÇA. «Mariene Costa. ATIVIDADES FÍSICAS PARA TERCEIRA IDADE. «Ginástica. Terças e quintas, às
•Jiu Jitsu. Dia 1 0 /0 4 . Sábado, às lOh. •B adm ington. Dia 1 7 /0 4 . Sábado, às lO h.
CUUNÁRIA «Aproveitamento Total. Dia OFICINAS. «Culinária Mediterrânea. Dia
Sesc Ribeirão Preto - Rua Tibiriçá, 5 0 . Tel.:(16) 6 1 0 - 0 1 4 1
PALESTRA E VIVÊNCIA. A tividade Física e
o Idoso. «Lian Gong. 3 0 /0 4 , Sexta, 14h30.
Flúor com bochechos. G ratuito. Dia 0 7 /0 4 , das lOh às 13h e das 14h às 16h30. «Palestra: Benefícios da ativi dade física para a saúde. Gratuito. Dia 0 7 /0 4 , às 18h.
3 0 /0 4 . Sexta, às 20h30. Grátis.
SESC TAUTABÉ TEATRO PARA CRIANÇAS. Domingos, às
ló h . Grátis. «Vamos Brincar! Dia 0 4 /0 4 • A Lebre e a Tartaruga. Dia 11 /0 4 «Os Saltimbancos. Dia 1 8 /0 4 «Jogando no Quintal. Dia 2 5 /0 4 .
TEATRO ADULTO. «R epertório Beckett
TRABALHO SOCIAL COM IDOSOS. «Pra
2. D ia 2 3 /0 4 . Sexta, às 2 0 h 3 0 . •W o rk s h o p de Teatro. Com Lenerson Polonini. Dia 2 4 /0 4 . Sábado, das lO h às 13h.
Dançar. Sábados, às 15h. Grátis «Banda Anjinho do Vale. 0 6 /0 4 «Baila Brasil. 1 3 /0 4 « 3 do Vale. 2 0 /0 4 «Kuka livre. 2 7 /0 4 . «Valorização da Saúde. 2 9 /0 4 , ás 15h. «Vídeo Em Destaque Um Caipira no Cinema. 2 8 /0 4 , às 19h30. Grátis. •Fórum da Terceira Idade. 3 0 /0 4 , às 19h30.
O XADREZ E O CINEMA. «Lances Inocen
tes. Dia 1 5 /0 4 . Q uinta, às 20h. «O Ú l tim o Lance. Dia 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h. «O Sétimo Selo. Dia 2 9 /0 4 . Q uinta, às 20h. O PRAZER DO CORPO EM MOVIMENTO. Fotos de O rm uzd Alves. De 0 2 a 1 5 /0 4 . De 16 a 3 1 /0 4 . UM OLHAR SOBRE A PRAÇA. De 1 4 /0 4 a 0 1 /0 5 . Terça a sexta, das 13h às 22h, e sábados, das 9h às 18h.
FESTIVAL SESC DE MINI VÔLEI. Masculino e feminino. Dia 2 5 /0 4 , a partir das 9h30. COPA SESC T1RADENTES DE FUTEBOL SOCIETY. Início: dia 2 1 /0 4 , às 9h30. O FUTEBOL N O MUNDO. Dia 0 1 /0 4 , às 20h. Grátis. TURISMO SOCIAL «Visita Noturna ao Zoo
SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
ENCONTROS COM A PALAVRA. De terça a sexta, das 13h às 22h. Sábados, das 9h às 18h. Dia 2 8 /0 4 . Q uarta, às 20h.
DIA MUNDIAL DA SAÚDE. «Aplicação de
CLINICAS DE INICIAÇÃO ESPORTIVA.
lógico. Dia 1 6 /0 4 , às 14h. Sesc Taubaté - Av. Engenheiro Nikon de A l varenga Peixoto, 1 . 2 6 4 . Tel.:(12) 2 3 2 3566
“A região que mais gosto em São Paulo é Higienópolis, onde moro, porque ela está consolidada enquanto espaço urbano e fica perto do meu adorado centro, que tem tudo ao seu redor, incluindo o bom (Higienópolis, Liberdade) e o ruim (Santa Ifigênia, Campos Elíseos). Já um programa tipicamente paulistano é ir à sala Júlio Prestes (foto) assistir a um concerto da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e depois
Sala São Paulo, parte do Complexo Cultural Júlio Prestes, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - Osesp
ir comer pizza no Monteverde da Barra do Tibagi.” Maria Adelaide Amaral, dramaturga e autora das minisséries A Muralha e Um Só Coração, ambas ambientadas em diferentes períodos da história paulistana.
Divulgação/Instituto de Botânica
Vistas Contemporâneas Para quem se interessa por botânica e ecologia, o Jardim Botânico de São Paulo é um passeio im perdível. Com 360 m il metros quadrados de áreas verdes, o local mostra um verdadeiro observatório de uma flora diversificada e fascinante. 0 imenso jardim se encontra localizado no Parque Estadual das Fontes Ipiranga, na Água Funda, e possui uma reserva com remanescentes de Mata Atlântica, que guardam as nascentes do riacho Ipiranga, um dos cenários da Independência do Brasil. 0 Jardim Botânico fica na av. Miguel Estéfano, 3031, ao lado do Zoológico, e as visitas são de quarta a domingo, das 9:00 às 17:00h. Maiores informações pelo telefone (011) 5073-6300, ramal 225.
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e
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P.S.
T
iltura Estamos todos no Sérgio Pinto
Não há registros de qualquer movimento, m inimamente ar
do uso desses aparelhos entre os adolescentes e o dinheiro gas
ticulado, que reivindicasse o título de underground. São menos
to com suas contas, há quem afirme ser esse um dos motivos
claros ainda quais seriam os elementos estilísticos e formais
para a queda na venda de discos. Quanto ao conteúdo, as aten
que identificassem um gênero ou uma estética underground.
ções se dividem entre a novela, o cinema, o videogame, a por
Isso talvez seja mais uma questão de estado que de proprie
nografia, o culto televisionado e o futebol, entre tantos outros.
dade. 'Estar’, e não ‘ser’. Ou quem sabe uma questão ética, e
Um jogo do Real Madrid, com Ronaldo, Beckham e Zidane, atrai
não estética.
tanto público quanto um show dos Rolling Stones ou da Mado-
Roy Schuker, autor do cartográfico Vocabulário da Música Pop
nna. Reflexo disso são as freqüentes notícias de fiisão entre gra
(Ed. Hedra, 1999), não escreve nenhum verbete com esse no
vadoras. A última delas foi a aquisição da divisão de música da
me. Entre outros semelhantes - gravadora independente, cená
Tim e Warner pelo grupo Bronfman. Mas não pense que esses
rios alternativos, etc. - , o autor relaciona o underground com o
grandes conglomerados estão se expandindo, o que está acon
conceito de autenticidade, vital, de acordo com Schuker, para a
tecendo é que eles estão se dissolvendo. Neste cenário, contra
compreensão de muitos dos fenômenos do universo pop. Para
quem se opor?
ele, a autenticidade não determina apenas a produção de uma
A cadeia produtiva da música perdeu sua estrutura radial de
obra original e criativa, mas também sua integridade artística
centro e periferia, prejudicial à diversidade e manutenção de
e comercial. E é pela integridade que se estabeleceu a distin
práticas locais de música. O mangue-beat pernambucano, que já
ção entre underground e mainstream (a parada de sucessos). Dei
havia cunhado a feliz imagem da antena parabólica enfiada na
xando de lado o anglicismo, podemos dizer que o embate se
lama, criou outra brilhante analogia, ao apontar as redes de rá
deu entre a arte e o mercado, o artesanato e a manufatura ou,
dio e TV como praticantes da monocultura. Os movimentos un-
para algumas vanguardas, entre a industrialização em série e o
dergrounds podem ser mais claramente compreendidos se co
produto personalizado, quase individual, a música pessoal que
meçarmos a tratá-los com a mesma preocupação que os ecolo
só você ouve (o mercado faturou muito com a invenção do
gistas despendem ao desenvolvimento sustentável e às práticas
walkman para atender a esse anseio, mas a idéia de personali
não agressivas de utilização dos recursos naturais. Esteticamen
zação musical continua válida e contemporânea).
te, porém, continuamos no mesmo impasse: não há elementos
Durante a explosão da indústria do entretenimento (final dos
únicos para identificarmos sua natureza. Uma das característi
anos 1950 a meados dos anos 1970), havia consenso quanto ao
cas mais marcantes seria o apego à baixa tecnologia, às grava
repertório veiculado. Ao potencializar a difusão de seu conteú
ções caseiras. Mas não foi dessa forma que o Nirvana vendeu milhões de discos?
do, com o avanço tecnológico - a aldeia global de McLuhan é dessa época - , a indústria propiciou a fruição de um repertório
É lugar comum dizer que estamos em um m omento de tran
comum a todos. No Brasil, os lares estavam sintonizados nos
sição e não sabemos ainda como o negócio da música vai se
festivais de música da Record, e a transmissão da primeira edi
desenvolver, afinal até a Melo Diniz Produções, da personagem
ção do Rock in Rio também obteve uma grande audiência. Hoje,
Maria Clara, de Celebridades, faliu. E não foi a pirataria que pro
essa indústria encontra-se esfacelada. Os canais abertos de TV
vocou isso. Mas nesse gramado - o rizoma de Deleuze? - não
e as estações de rádio se multiplicaram, surgiram as TVs comu
brilha apenas o Real Madrid, estique sua esteira, pegue sua pró
nitárias em UHF, a TV a cabo e seus inúmeros canais. Temos ain
pria música e aproveite o sol. Nunca houve tanto para escolher.
da a locação de vídeos/DVDs, a Internet e mesmo os celulares,
Quem está ‘ouvivendo’ sabe disso.
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mini-estações receptoras de tudo o que se produz para entre tenimento e o mais novo alvo das gravadoras, que arregalou seus olhos para os serviços de ring tones. No Japão, com a febre
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SÉRGIO PlNTO É GRADUADO EM MÚSICA E TÉCNICO DO SESC
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