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Revista E - Abril de 2004 - ANO 10 - Nº 10

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revista

mensal • abril de 2 00 4 • n° 10 • ano 10

UNDERGROUND 0800 -118220 JNDERGROUND • LUIZ CARLOS MACIEL • MAGIC PAULA • CULINÁRIA INTELIGENTE • FESTIVAL SESC DOS MELHORES FILMES • :ERNAND0 MORAIS • REGINA CÉLIA PEDROSO • ROBERTO ROMANO • OSVALDO SALDANHA • FERNANDO BONASSI « SÉRGIO PINTO


Fone: 011 3179-3579 โ ข E-mail: gelti_di@paulista.sescsp.org.br Preรงo do exemplar: R$ 10,00


NOVO PORTAL DO SESC SP ww w .se scs p.o rg. br

Hovos horizontes para

iconteceM?

Ferreira CoUart.P**>.Uns. hèsPedrosae Edgar Morin

S S S S R s --

são alguns nomes que fazem parte da programação de

-

b b s k s

:: Tiro de Greci», Reppln' Hood e ActudMerlaMertha 0 Show«umeneontioinédto do hOhepUlno

p,u««i«*

SESCPompéii •is 20h30

Ü /J l

ileratura da Mostra Lalhidades.

í conferencies | *.

Revista Oigital Maniestaçóes potteas díAméiceLetro

Palestra do professora Olgária Matos

inscrições abertas até 20/11

Míntestaçoespoíicas e <-<r. > trtétieasdaAménca « ' ' Irtna

Por que. pra quê?

Monte brinquedos

ib «ventos: mjnhi | Urde | noite

o. às 2lh - SESC Wa Mariana

piUvn-ditv,

S E S C s» 11"'

literatura latina

r;

E dgar Morin Circule pelo pensamento de Edgar Morin

} Seminários Lazer e trabalho

Partícipe do evento ^ « < » Ç Õ e $ poftcase ^

««W daAmérica

,

B L *

IÇO

0 Prazer do Corpo em Movimento

Literário

Consuiê o a programação

E

Oficina para criação de textos

capíei ’ vPW(faoeaínvestidado Andar e P e d a la r filh a s e roteiro$

0 p&ui0.

^^banos

A partir de 20 de abril, no novo portal do SESC, você continua acessando a programação completa das unidades, participa de atividades virtuais, encontra matérias exclusivas e ainda pode criar sua própria página. Participe do lançamento! Dia 20,20h No SESC Pompéia ou no www.sescsp.org.br


ÍNDICE a b ril • n° 10 • ano 10

Nossa Capa T rabalho de L u iz Gê

Underground - Passado/Presente?

expo sto n o p r o je to Underground

E m a is

Festival Sesc dos Melhores Filmes

Dossiê Literatura Encontros Em Pauta Ficção Inédita Programação P. S.

Acesso aos bens culturais As ações empreendidas no meio empresarial voltadas à cidadania e responsabilidade social são cada vez mais freqüentes. Nu­ ma sociedade democrática, a transparência e a convivência com valores diversificados norteiam a conduta das organizações. Nes­ se sentido, torna-se necessário que os diferentes grupos de interesse surgidos na comunidade encontrem canais institucionais de expressão e participação social. E o que o Sesc, instituição criada e mantida pelo empresariado do comércio e serviços, proporciona à população ao valorizar a cultura na multiplicidade de suas manifestações e linguagens. Para atingirmos esses objetivos, os conteúdos de nossos progra­ mas, nessa área, são de origens as mais diversas, como, por exemplo, a cultura popular e erudita, a de grupos étnicos, ou das chamadas minorias. A diversidade de propostas tem favorecido o acesso de amplos setores da sociedade, principalmente aque­ les que têm pouco contato com os bens culturais. O pluralismo dessas ações está respaldado na idéia de educação cultural, o que, em linhas gerais, significa propiciar a cada in­ divíduo condições de autonomamente emitir juízos, efetuar escolhas e reflexões. Em consonância com esses princípios, a instituição, ao viabilizar para a população uma ampla gama de serviços, programas e atividades, tem comprovadas a sua eficiência e originalidade. Isso pode ser aferido pelas milhares de pessoas que, a cada dia, em cada um dos trinta centros de atividades, mantidos na capital e no interior do Estado, experimentam o contato direto com as atividades situadas em diferentes domínios da cultura. No conjunto de suas ações, o Sesc pretende constituir modelos de ação empresarial que possam estar configurados como ex­ pressão da consciência social do empresariado comercial brasileiro. A bram S za jm a n P residente do Conselho Regional do S esc no Estado de S ão Paulo

4 r e v is ta

e


Galpão das Intersecções Magic Paula

A ex-jogadora de basquete fala da burocracia no esporte e de seu lado workaholic 10

Almanaque Paulistano

Culinária Inteligente

22

A cidade sob o olhar de Maria Adelaide Am aral e o encanto verde do Jardim Botânico de São Paulo 73

Da redação A chamada cultura underground sempre serviu como mecanismo de contestação e espaço de novas experiên­ cias artísticas. Muitos desses experimentos caíram no esquecimento; outros foram consagrados e até se tornaram referências. Pergunta-se hoje onde estaria esse tipo de manifestação ou mesmo se teria esse modelo sido absorvido pelos instrumentos criados pela indústria cultural. O projeto do Sesc Consolação, Underground Passado/Presente?, serve como ponto de partida para uma discussão do tema. Na Entrevista, uma conversa exclusiva com uma das mais brilhantes atletas brasileiras, a ex-jogadora de bas­ quete Magic Paula. Entre as reportagens, o projeto Culinária Inteligente, os trinta anos do Festival Sesc dos Melhores Filmes e o Galpão de Intersecções do Sesc Pompéia. No Em Pauta, o diálogo entre avanços científicos e a ética em artigos do filósofo Roberto Romano e do médi­ co Osvaldo Saldanha e, nos Depoimentos, a professora Regina Célia Pedroso e o escritor e jornalista Fernando Morais. No Almanaque Paulistano, a dramaturga e novelista Maria Adelaide Amaral. Não deixe de consultar o Em Cartaz com as atividades de abril do Sesc São Paulo.

D a n ilo S a n t o s de M ir a n d a D iretor Regional do S esc de S ão Paulo

r e v is ta

e

5


DOSSIE Arte X mente Com direção de Sérgio Luiz Bambasi, encenado pela Cia. Ditirambo

(... Um livro de poesias

Produções, esteve em cartaz no Sesc Santo

é o outono morto:

Amaro a peça Canto a Vida e à Vida. A obra retra­

os versos são as falhas

ta o encontro entre o poeta e dramaturgo espa­

negras em terras brancas,

nhol Federico Garcia Lorca e o psiquiatra Carl

e a voz que os lê

Jung. Lorca, autor de Bodas de Sangue, Yerma e

é o sopro do vento

do Poeta em Nova York, é considerado um dos

que lhes incute nos peitos

maiores artistas do século XX e foi assassinado,

entranháveis distâncias...)

em 1936, durante a Guerra Civil Espanhola. Jung, juntamente com Freud, é um dos pais da

Trecho do poema Este é o Prólogo,

psicanálise moderna.

de Federico Garcia Lorca

Meninas do Brasil Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Sesc Ipiranga realizou o pro­ jeto especial Meninas do Brasil. Uma série de oficinas e espetáculos musicais tiveram o universo femini­ no como tema, entre eles A Marvada Neide, com Lucia Leão e Laura Campaner, e Mulheres d e A a Z .

A arte sem fronteiras O Sesc Consolação reali­ zou o III Fórum Internacional Arte Sem Fronteiras - uma parce­ ria entre a ASF (Arte Sem Fronteiras), o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a Unesco, a Universidade

"Mesmo assim,

do Texas (EUA) e a prefeitura de Valparaíso, no Chile. Fun­

quase trinta anos

dada em 1996, a ASF segue um programa de ação que evi­

depois da estréia,

dencia o papel da cultura no processo de desenvolvimento

Casanova não

da América Latina.

envelheceu. As estranhezas de estilo e as interrupções da narrativa parecem

Na Câmara Federal

ter-se suavizado com o passar do tempo, abrindo mais espaço para a deslumbrante magia do filme. 0 contraste entre as cenas 'vazias' - neve, bruma esverdeada, noite - e os momentos de saturação quase oriental da tela - carruagens, brocados, adereços - é operado magistralmente por Fellini, como que simbolizando o destino do personagem, que se alterna entre a promiscuidade e a solidão." Marcelo Coelho, na Folha de S. Paulo, sobre Casanova, de Fellini, exibido no CineSesc.

"Como o cronista trabalha sobre o 'quente', sobre algo que viveu ou viu, ou, Em sessão realizada no último dia 25, no plenário da Câ­

então, tem que entregar seu texto daí a

mara Federal, o Sesc foi homenageado. A homenagem, ini­

pouco, o trabalho é muito envolvente, é

ciativa da deputada Mariângela Duarte, deveu-se à passa­

como se você estivesse resolvendo uma

gem dos 40 anos do trabalho social com idosos, iniciativa

equação, um teorema. E quando a crônica

pioneira na América Latina. Na oportunidade, foi destaca­

fica redondinha, dá um certo bem-estar,

do o caráter educativo da proposta, capaz de propiciar a

como se tivesse resolvido um enigma."

milhares de idosos a manutenção de sua auto-estima e a desenvolver a consciência de seus direitos de cidadão.

6 r e v is ta

e

Adriana Vi

Affonso Romano de Sant 'Anna, escritor, que participou do projeto Horizontes Literários no Sesc Carmo


0 mar chora Considerada uma "Eu sempre soube

versão brasileira

que comparações

da

aconteceriam. Mas existia

Cinderela, a peça

uma cobrança desde

Por Que o M a r Tan­

história

de

que eu era muito nova:

to Chora - inspira­

você tem que cantar, você

da nos contos Dona Labismina, de Silvio Romero, e Bicho de

tem que cantar! E eu não

Palha, de Câmara Cascudo - trata de uma rainha que que­

sabia se esse 'tem que cantari era porque eu era realmente boa ou

ria muito ter um filho. Ela concebe uma menina que nasce

porque eu era filha de quem sou. E pensava: e se não der certo?"

com uma cobra enrolada ao pescoço. Exibida no Sesc Be-

Maria Rita Mariano, filha de Elis Regina e do músico

lenzinho, a peça foi montada pelo grupo As Meninas do

César Camargo Mariano, no Sesc Santos.

Conto, que nos últimos sete anos estuda as narrativas da cultura popular brasileira.

Valores Humanos Proposta conjunta do Sesc Bauru e da Unesp, o seminário Sociedade e Valores Humanos abordou, de 30 de março a 2 de abril, os princípios das condutas e dos comportamentos que caracteri­ zam o modo de agir individual e de grupos sociais e instituições. A idéia do encontro foi discutir conceitos, reu­ nindo pensadores, educadores e público em geral na busca de parâmetros e atualizações sobre o tema.

Erudita ou popular? O projeto Encontros Contemporâneos, do Sesc Ipiranga, tem como prioridade dar espaço a trabalhos que misturam características populares e eruditas. A idéia básica nasceu de uma questão conceituai: como classificar essas composições? Pen­ sando nisso, três shows foram realizados durante o mês de março na unidade, com Tim Rescala (foto), Willy Verdaguer e Fernando Sardo.

Sobre Polanski Roman Polanski, um dos mais celebrados e talentosos cineastas da atualidade, esteve no CineSesc, no mês de março, para prestigiar a maior mostra de filmes dirigidos por ele já realizada no Brasil. Além de curtas-metragens raros do início de sua carreira, foram exibidos, durante os sete dias de festival, doze de seus principais longas, como 0 Bebê de Rosemary, Lua de Fel, Dança dos Vampiros e 0 Inquilino, entre outros. A presença no festival do polonês que ganhou o Oscar de me­ lhor diretor por 0 Pianista em 2002 acabou ressuscitando várias histórias de sua carreira. Uma delas diz respeito ao início da sua vida no cinema, quando ainda era um jovem diretor tentando convencer o mundo de que seu trabalho merecia atenção. Para conseguir cap­ tar dinheiro da pequena produtora Compton Group e filmar Repulsa ao Sexo, filme que fez parte da retrospectiva do diretor no CineSesc, Polanski escreveu o roteiro do filme em dezessete dias. Era a única chance de atrair a atenção da empresa, que na época trabalhava com pornografia leve, mas queria entrar no mercado de terror, a produzir sua história. O jovem cineasta convenceu os produ­ tores e o filme foi realizado com um orçamento baixíssimo. Mas nem por isso deixou de guardar seu lugar na história. Ape­ sar do pouco dinheiro, Polanski convenceu Catherine Deneuve, então com 21 anos, a estrelar a obra e um dos fotógrafos mais caros do cinema inglês na época, Gilbert Taylor, assumia a direção de fotografia. Repulsa ao sexo acabou se consagran­ do como uma pérola do terror psicológico e ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1965.

r e v is ta

e

7


INSTITUCIONAL

AS ESCOLAS PRIVADAS E A QUESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ESTADO DE SÃO PAULO

^

As ações educativas do Sesc-SP não pretendem substituir a educação formal nem se sobrepor a ela, mas caminhar em paralelo como uma contribuição efe­ tiva ao desenvolvimento integral do indivíduo em sua dimensão cognitiva, emocional, física e social. Centrado nas características da diversidade de lingua­ gens e técnicas, o Sesc busca estimular o pensamento crítico, a solidariedade e a convivência social. Essa ação concretiza-se em atividades para escolares e professores que se apresentam sob a forma de projetos permanentes e even­ tos ao longo de sua programação anual. No ano de 2003, atendemos mais de 650.000 alunos de escolas públicas e privadas, além de 7.000 professores de ambas as redes. Parte desse público participou de atividades relacionadas às exposições criadas especialmente para escolares. Segundo relatório divulgado pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (SIEEESP), de 1996 a 2003 o número de escolas no Es­ tado cresceu vertiginosamente, embora o número de alunos não tenha acompanhado esse crescimento, aumentando a concorrência entre as escolas privadas, que recebem, segundo apontado nesse relatório, 14,7% dos alunos matriculados no Estado. Diante do quadro de crise econômica que atinge o se­ tor privado das escolas no Estado de São Paulo, tem vigorado a tese de que as prestadoras de serviços não devem contribuir para ao Sesc. Num universo de 21.036 de estabelecimentos de ensino regular da rede pri­ vada no Estado de São Paulo, 76 escolas propuseram ação judicial, numa tentativa de aumentar seus lucros, retirando de seus empregados o direito a usufruírem as atividades desenvolvidas pelo Sesc. Em primeira instância, pode­ mos citar algumas sentenças exemplares que envolvem a pretensão dessas escolas. A Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa - São Paulo, a Juíza Federal Maria Cristina Barongeno Cukierkom decidiu que devem contribuir para o Sesc to­ dos os empregadores cujas atividades estiverem enquadradas nas Federações e Sindicatos coordenados pela Confederação Nacional do Comércio. A inter­ pretação dos artigos contidos no Decreto-lei que instituiu o Sesc deve ser sistemática e não meramente literal. E que não somente os empregadores que exercem atividades típicas de comércio estão vinculadas à Confederação Nacio­ nal do Comércio, mas também aqueles que exercem atividades comercialmente atípicas, incluindo aqui as denominadas prestadoras de serviços. Cite-se também o exemplo que envolveu o Instituto de Ensino Superior Se­ nador Fláquer, de Santo André. Nesta sentença, o Juiz Federal Uilton Rena Cecato, da 3a vara Federal de Santo André, decidiu que os empregados do se­ tor de serviços estão incluídos necessariamente como segurados obrigatórios do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários. Assim como na sentença anteriormente apontada, considerou que o art. 577

8 r e v is ta

e

da Consolidação das Leis do Trabalho foi recepcionado pela Constituição Fede­ ral, conforme entendimento do Supremo Tribunal. Acrescentou que o Sesc tem como finalidade contribuir para o bem-estar social dos trabalhadores e famílias, beneficiando todos os empregados, inde­ pendentemente da categoria a que pertençam. Saliente-se que, em Segunda Instância, perante o Tribunal Regional Federal da 3a Região/SP, todas as decisões até o presente momento foram favoráveis ao Sesc, e do total, que já supera 50 acórdãos, 10% se referem a instituições de ensino. Como exemplo, tomemos o acórdão cujo relator foi o Desembargador Fede­ ral Márcio Moraes, da Terceira Turma do Tribunal Regional Federal - 3a Região/SP. Decidiu esse Tribunal que, da análise da legislação de regência, verificamos que o fato determinante ao recolhimento das contribuições destinadas ao Sesc pelas empresas prestadoras de serviço é o seu enquadramento no plano sindi­ cal, conforme disposto no art. 570 e discriminação do quadro referido no art. 577 da CLT. Além disso, consideraram que a sociedade destinada à prestação de serviços que aufere lucros tem índole empresarial e natureza comercial, de acordo com a moderna classificação desse tipo de estabelecimento (conforme o art. 966 do Novo Código Civil - Lei n° 10.406/02 - Novo Código Civil). Por es­ se motivo enquadra-se dentro da sujeição passiva de contribuinte do Sesc (art. 3o do Decreto-lei 9.853/46, observado o enquadramento sindical, nos termos dos artigos 570 e 577 da CLT). Assim como esse, outros posicionamentos dos Tribunais consistem, em últi­ ma análise, em uma grande vitória não só para o Sesc, mas para toda a sociedade, na medida em que reafirma a responsabilidade social das escolas da rede privada. Em outro acórdão favorável ao Sesc, nos autos de autoria do Colégio Batista Brasileiro, afirmou o Desembargador Federal Relator Mairan Maia (Sexta Tur­ ma do Tribunal Regional Federal da 3a Região/SP), que os empregados dos estabelecimentos prestadores de serviços, como únicos beneficiários dos serviços prestados pelo Sesc, estariam impedidos de usufruir dos serviços ofe­ recidos por esta entidade, para aprimoramento da sua formação profissional, em detrimento dos demais trabalhadores do comércio. Ressalte-se, ao final, que as escolas que contribuem para a realização das atividades do Sesc, sem o questionamento da legalidade e constitucionalidade de sua imposição, em juí­ zo, e sem a pretensão da disposição de direitos de seus empregados, estão oferecendo aos seus alunos e à sociedade em geral uma verdadeira lição de res­ ponsabilidade social das empresas. Mais que isto: com esta atitude, estas escolas possibilitam ao Sesc continuar exercendo seu papel de um real instru­ mento para o exercício desta responsabilidade, auxiliando estes empregadores no oferecimento aos seus funcionários de melhor qualidade de vida.


PROGRAMAÇÃO CINESESC 6 t e r ç a - f e ir a

D ez - 9h00 C arandiru - 21h00 7 q u arta-feira A Inglesa e o D uque - 19h00 Paulinho da Viola - M eu Tem po é H o je - 21h30 8 q u in ta -fe ira S eparações - 19h00 K edm a - 21h20 9 s e x t a -f e ir a

D esm undo - 19h00 G angues de Nova York - 21h00 10 sáb ad o S eg u n d a-F eira ao Sol - 16M40 O Filho - 19h00 Am arelo M an g a - 21h00 11 dom ingo As H oras - 16h40 O H om em que C opiava - 19h00 As Invasões B árbaras - 21h20

____

DO SM ELHO RE 12 s e g u n d a - fe ir a D esm undo - 19h00 Adeus, Lênin! - 21h00 13 terça-feira Deus é B rasileiro - 19h00 S eg u n d a-feira ao Sol - 21h00 14 q u a rta-feira O Filho -19h00 O P ianista - 21h00 15 qu in ta-feira Longe do Paraíso - 19h00 A m arelo M an g a - 21h00 16 sexta-feira S o b re M en in o s e Lobos - 19h00 O H om em que C opiava - 21h40 17 sábado S am sara - 16h30 Lisbela e o Prisioneiro - 19h00 Tiros em C olo m b in e - 21h20 18 d o m in g o

Arca Russa - 17h00 Nelson Freire - 19h00 O Hom em sem Passado - 21h00 19 seg unda-feira C ristina Q uer Casar - 19h00 Longe do Paraíso - 21h20

DE 6 A 22 C INESESC EITAQUERA DE 2 A 25 SÃO CARLOS

20 terça-feira Dolls - 19h00 Kippur - o Dia do Perdão - 21h20 21 q u a r t a - f e ir a

Durval Discos - 18h30 O Senhor dos A néis - O R etorno do Rei - 20h20 22 quinta-feira C h icag o -19h 00 C onto de O utono - 21h10

Bate-papo com diretor premiado pela crítica e público. VILA MARIANA

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ENTREVISTA

A ex-jogadora de basquete critica a administração do esporte brasileiro e revela o que ouviu de Fidel Castro após derrotar a equipe cubana Ao deixar as quadras, em 2000, Magic Paula encerrava uma das carreiras mais brilhan­ tes do basquete mundial. Ao lado de Hortência, passou a ser sinônimo de cesta e de títulos internacionais. Em 1991, deixou Fidel Castro boquiaberto ao presenciar sua equipe ser su­ perada pelas brasileiras numa partida emocionante. Ao final, Fidel Castro perguntou a ela se antes haviam jogado assim tão bem. "Modestamente dissemos quejá , e ate'melhor", conta ela, sempre muito simpática. Sairia de Cuba como campeã pan-americana, e cinco anos de­ pois seria consagrada ao estar na equipe que venceu o Mundial na Austrália, em fin a l me­ morável contra as chinesas. Depois de jo g a r na Itália, Estados Unidos e Espanha, Paula ter­ minou sua trajetória esportiva jogando no Brasil, onde, com apenas 14 anos, fo i convocada para integrar a Seleção Brasileira Adulta - claro, era a mais nova do grupo. Nesta entrevis­ ta exclusiva, Magic Paula fa z uma análise do esporte nacional e conta seus planos Juturos. A seguir, os principais trechos. Você deixou de jogar em 2000, quando era uma das jogadoras de basquete mais respeitadas no mundo. Como tem sido sua vida depois que você deixou as quadras? Depois que eu parei de jogar, fiquei seis meses de folga, mas cansei de ficar sem fazer nada. Achei que ia me aposentar depois de 28 anos jogando basquete, mas não consegui ficar parada. Daí fui fazer um curso de administração esportiva na Getúlio Vargas - que era a área que eu queria, por ter sempre sido muito crítica com os dirigentes; eu achava que o esporte brasileiro estava evoluindo em vários senti10 r e v i s t a

e


"É mais fácil você ir até o médico e 'cortar7 a gordura do que se disciplinar. É aquela história: se eu quero que algo aconteça, eu tenho de me dedicar. Não dá para ficar naquela de 'ah, só hoje eu vou comer esse doce'" dos e a gente continuava com aquele

gente descer do pódio e nos perguntou

modelo arcaico quando se falava em ge­

se a gente já tinha jogado tão bem assim

São poucas as iniciativas que prepa­

renciar e administrar equipes e clubes.

outras vezes. E a gente respondeu que,

ram os atletas, que pensam a longo

E o que já foi feito nesse sentido?

Eu acabei o curso e dez dias depois re­

na verdade, sim. Aí ele falou: 'Vocês aca­

prazo, que têm planejamento, que tra­

cebi o convite para administrar a Centro

baram com meu time". Depois de dois

zem para dentro de uma confederação

Olímpico de São Paulo. Passei dois anos

dias, nós estávamos em Cuba ainda, ele,

pessoas profissionais. Serão poucas as

e quatro meses lá, e esse trabalho resul­

numa entrevista de TV, foi perguntado o

medalhas nas Olimpíadas. Mesmo por­

tou no convite para eu ir para o Ministé­

que tinha mais chamado a atenção dele

que medalha é conseqüência. É difícil

rio dos Esportes. Na verdade, desde que

nos jogos Pan-Americanos, ele falou da

você fazer a preparação de um atleta

eu parei de jogar nunca fiquei parada.

ou de um tim e e prever que daqui a

Venho nos últimos quatro anos fazendo muitas palestras, e quando recebi o con­ vite para o Centro Olímpico eu aceitei,

quatro anos esse atleta ou time vai ar­ Quais os problemas pelos quais você acha que passa o esporte brasileiro?

rebentar. Você não sabe como estarão esses atletas emocionalmente, como

mas desde que não atrapalhasse essas

O que eu vejo é que não existe a preo­

eles vão enfrentar a pressão de disputar

minhas palestras. Depois que eu voltei

cupação de um trabalho a longo prazo,

uma Olimpíada, se os treinamentos fo­

do ministério, além de continuar dando

é sempre uma coisa imediatista, e nós

ram suficientes. Ou seja, títulos e me­

palestras em empresas, existe um proje­

estamos às vésperas de uma Olimpíada

dalhas são conseqüências. Há várias

to para a terceira idade que está na fase

e nunca se fala nisso desde Sidney. Essa

coisas envolvidas. Você pode estar

final. Já surgiram convites de programas

é a grande falha do Brasil nesse sentido:

entre os melhores, mas estão todos se

de televisão, times de futebol, mas eu

esporadicamente pintam um Guga e

preparando para chegar lá.

não estou com pressa. Não preciso tra­

uma Daiane, e nós não podemos viver

balhar; trabalho porque gosto. E que tipo de pergunta mais fazem nessas palestras? Ah, as pessoas querem saber o que Fi-

dessa forma. É preciso um planejamen­

Cuba é m enor que o Brasil, territo­

to, uma programação, descobrir quem

rialmente falando, e sempre ganha um

são os atletas que nós vamos querer ter

número m aior de medalhas. Essa dife­

em 2008, por exemplo. Caso contrário, a

rença se deve a esse planejamento do

gente vai para os Jogos Olímpicos e de­

qual você fala?

del falou para mim em 1991. Todo lugar

pois reclama que foi mal. Foi mal, só que

Acho complicado comparar Cuba e

que eu vou, me perguntam isso. Às ve­

desde 2000, que é o mínimo que se de­

Brasil. Primeiro, a gente precisa anali­

zes você pega um público de uma idade

via começar a pensar numa próxima

sar as possibilidades dos jovens nos

que acompanhou essa fase. Dia desses

Olimpíada, ninguém fala de nada, nin­

dois países. O jovem em Cuba tem a

uma pessoa da Nike me ligou, inclusive

guém sabe da programação, do planeja­

vida m uito restrita em virtude do regi­

meu amigo, e me perguntou se eu não

mento dessas confederações. A gente vi­

me político. Sendo assim, qual o foco

poderia ir até lá bater um papo com as

ve num país muito imediatista, e não se­

de um jovem cubano? Ser bom em

mulheres da empresa. E eu fui, ou seja,

gue exemplos como o da Austrália, que

dança, esporte e medicina, o que lhe

estou adorando fazer palestras, estou

ficou doze anos preparando seus atletas

dará melhores chances. No Brasil, as

me soltando mais. A Paula de quatro

para as Olimpíadas em Sidney. Além dis­

chances são diferentes, pelo próprio

anos atrás é diferente da Paula de agora.

so, o atleta aqui não tem patrocínio.

regime que nós vivemos. Lá, é mais ou

Estou tentando desenvolver um traba­

Para mim, quando um desses meninos

menos assim: se eu não for um bom

lho com Hortência, enfim, tem muita

vai para fora do Brasil e ganha uma me­

atleta, eu não serei nada. Aqui, é noi­

coisa acontecendo.

dalha, ele é um herói. Porque ele não

tada, bate-papo na internet... A juven­

tem tranqüilidade para trabalhar, num

tude aqui tem chances que o cubano

E o que o Fidel falou a você em 1991?

ano ele tem patrocínio, no outro ele não

não tem . Outra coisa: em Cuba, você

A curiosidade se dá porque na época

sabe se terá. É difícil trabalhar assim. O

começa no esporte dentro da escola,

ele fez todo um agrado para mim e para

atleta tem de colocar, ele mesmo, uma

aqui não. Eu acho que muitos atletas

a Hortência, pediu para a gente dar uma

pastinha debaixo do braço e ir atrás de

voltinha, brincou que não ia nos dar a

patrocínio. Na verdade, tudo o que tem

da minha geração que se destacaram viram esporte na escola. Depois disso,

medalha, entregou para as outras joga­

de lei no Brasil - o que quase não existe

o esporte passou muito tempo não

doras, mas depois voltou, pediu para a

- nunca favorece o atleta.

sendo obrigatório na escola; no Brasil


ENTREVISTA "A gente vive num País muito imediatista, e não segue exemplos como o da Austrália, que ficou doze anos preparando seus atletas para as Olimpíadas em Sidney. E a gente ainda fica falando de fazer Jogos Olímpicos e Pan-Americanos no Brasil..." à educação física não é vista como a

fosse o esporte. É a ociosidade que faz

exerciam e que não existem mais, até

matemática ou história, por exemplo.

com que o jovem queira conhecer esse

para as crianças conhecerem também. A

Em Cuba é. Lá, o esporte tem o mes­

outro mundo além do dito normal, por

minha idéia é a aproximação da criança

mo peso que qualquer outra matéria.

meio dos amigos da rua, etc. Ele come­

com o idoso, dentro da escola, fazer com que os avós - que são quem levam

E toda criança passa por ele. Ela pode

ça a preencher esse tem po ocioso de

ser gordinha, magrinha, alta ou baixa,

forma diferente. Agora, se ele tem o

os netos para escola muitas vezes, por­

ela vai passar pelo esporte. Depois é

compromisso de ao menos três vezes

que os pais estão trabalhando - se sin­

feita uma triagem para saber qual o

por semana de fazer esporte - e saben­

tam valorizados. E isso por meio da

perfil dessa criança, para qual modali­

do que aquilo pode até se tornar uma

dança, da pintura, enfim, com a habili­

dade ela tem mais je ito , para depois

profissão - , já começa a preencher seu

dade que eles possuírem. Fazer a crian­

se aperfeiçoar, e dali ela vai para cen­

tem po com outras coisas. Ele conhece

ça descobrir do que os avós dela gos­

tros de treinam ento. Por isso, eu acho

outras pessoas, convive com elas. Eu

tam. O avô é um bom contador de

que não podemos comparar: são dois

acho que no esporte a gente tem visto

histórias? Ele foi um grande jogador de

regimes diferentes, culturas diferentes

muito essa coisa de empresa investin­

futebol? Ele remou, operou bondes, en­

e povos diferentes. No entanto, ao

do

fim, o que ele fez? E descobrir o que ele

mesmo tem po, eu acho que o nosso

esportivas dentro das escolas, para evi­

poderia contar a todos numa escola. É

problema é esse: o esporte não é vis­

e prom ovendo

m ovim entações

tar a evasão. Existem estudos nesse

essa a minha proposta. Eu acredito que

to, ele é usado para alcançar riqueza,

sentido. Porque às vezes a criança vai

existe uma admiração das crianças

e são poucos os que ficam ricos. En­

para escola para comer, porque ela não

pelos avós. E a atividade física pode vir

tão, hoje, os pais querem colocar o fi­

tem comida em casa, e para se divertir.

por meio de uma peça de teatro, por

lho no esporte porque é um meio que

E eu acho que o esporte, a atividade

exemplo. É algo bastante amplo. É bom

eles enxergam de ascensão social. Só

física, deve ser colocado de uma forma

fazer na escola porque você tem mais

que isso não é verdade. Nós trabalha­

lúdica, de recreação, brincadeira, e em

público.

mos com

1.300 jovens no Centro

meio a isso você enxerga quem tem je i­

Olímpico e desses, daqui quatro ou

to para uma coisa e quem tem para ou­

E o que você acha que pode levar a

cinco anos, se quatro ou cinco chega­

tra. Muitas vezes você acaba por fazer

pessoa a gostar de algum tipo de ativi­

rem ao esporte de alto nível, já vai ser

uma exclusão quando você parte para

dade física?

o máximo. Todo pai acha que o filho

o treinam ento de alguma modalidade

Começar a fazer. Eu mesmo posso di­

vai ser o Ronaldinho ou que a filha vai

esportiva dentro da escola, porque

zer que hoje estou fazendo atividade

ser a Daiane, mas não é assim. Nós

sempre tem , por exemplo, o mais gor-

física com qualidade de vida. Antes eu

não podemos enxergar o esporte ape­

dinho, que se sente excluído porque

não praticava, porque eu fazia esporte

nas como um meio de se descobrirem

perdeu para o mais magrinho, que era

de alto rendimento, de alto impacto e

talentos, o esporte ensina a criança a

mais ágil. Assim, você exclui muito.

que exigia de mim além do que meu fí­ sico podia suportar. E hoje, eu sei o que

lidar com vitória e derrota, a se defen­

Mas, enfim, nesse caso da violência, a

der, competir, respeitar hierarquias,

criança passa a conviver com uma coi­

conviver em grupo. E isso você leva

sa m elhor do que ela tem na rua.

para toda a vida. Mesmo que você não se torne um atleta, você terá de enca­ rar todo esse tipo de coisa que o es­ porte ensina e que faz parte da vida. Tem-se falado m uito do esporte

é bom para mim. Depois que pratico mi­ nha atividade física, eu me sinto mais disposta, me alimento melhor, durmo

Como será seu projeto para a terceira idade?

é começar a fazer. Não é fácil adquirir

A minha proposta é resgatar a auto-

disciplina. Quando eu jogava profissio­

melhor. Por isso eu digo que o segredo

estima do idoso, porque a gente vive

nalmente, é claro que tinha de estar lá,

num país onde o idoso é marginalizado.

era a minha profissão. Mas, quando vo­

como meio de se escapar da violência

Infelizmente, nós temos de ter um Esta­

urbana. O que você pensa sobre isso?

cê não tem esse tipo de compromisso,

tuto do Idoso para dizer que as pessoas

você pode desanimar um pouco. Por is­

Eu não acho que tira da rua ou das

de terceira idade têm de ser respeita­

drogas, mas vai fazer com que essa

so está tão em voga o personol trainer;

das, e isso é um absurdo. E o que eu

criança ou jovem não tenha o tem po

além da companhia, ele também te obri­

quero é não só resgatar a auto-estima,

ga a fazer, você sabe que tem um encon­

ocioso que normalmente teria se não

mas também até as profissões que eles

tro marcado naquela hora para fazer

12 r e v i s t a

e


atividade física. Mas a dica é essa, come­ çar a fazer para sentir a diferença.

Sobre essa questão da comida, a gen­

com os filhos. Da mesma form a, eu

te percebe que nunca se falou tanto

acho que essa questão de cirurgias,

sobre isso. E há a polêmica envolvendo

etc. é um pouco de comodismo. Ou

E como vencer a preguiça?

as dietas, uns dizem que X é melhor

seja, é mais fácil você ir até o médico

Hoje eu faço não por obrigação. Mui­

que Y, etc...

e "cortar" a gordura do que você se

tas vezes eu fui obrigada a correr sem estar com vontade. Mas é uma questão

E as cirurgias também, lipoaspiração, silicone...

me dedicar. Não dá para ficar naquela

de disciplina. Se você quer melhorar sua qualidade de vida, você tem de se disci­ plinar. Não dá para começar e parar. E

disciplinar. É aquela história: se eu quero que algo aconteça, eu tenho de

Exatamente. São como atalhos à atividade física.

de "ah, só hoje eu vou com er esse do­ ce", ou seja lá o que for. Se não hou­

preciso enxergar a atividade física como

Eu estava conversando com uma

ver disciplina, a pessoa vai mesmo re­

algo que vai ser bom para você, queima

pessoa e o assunto era criar os filhos.

clamar que está gorda, fora do peso...

calorias, faz a pessoa se sentir melhor.

E a pessoa, uma senhora com os seus

Há também a preocupação com a ali­

70 anos, dizia que hoje em dia se

Hoje existe uma conscientização que

mentação, a gente sabe que hoje em dia

criam os filhos com mais liberdade,

há vinte anos não havia. O cigarro, por

a comida não tem a mesma qualidade

mas que isso representa um pouco de

exemplo. As pessoas, hoje, sabem que o

que tinha antigamente. A gente come

comodismo da parte dos pais. Por

cigarro pode causar câncer e demais

muita coisa enlatada, come muita boba­

exem plo, em vez de o pai levar a filha

doenças. Comida é a mesma coisa, as

gem. Atividade física é uma questão de

a uma festa, ela vai com uma amiga

pessoas sabem que o colesterol é uma

disciplina, colocar uma meta e se propor

para poupar trabalho. Além da falta

questão séria. Mesmo assim, muita

de tem po dos pais para conversar

gente continua fumando e comendo o

"0 grande problema no Brasil é que o atleta não tem patrocínio. Para mim, quando um desses meninos vai para fora do Brasil e ganha uma medalha, é um herói. Porque ele não tem tranqüilidade para trabalhar, num ano ele tem patrocínio, no outro ele não sabe se terá. É difícil trabalhar assim" r e v is ta

e

13


ENTREVISTA "Nós não podemos enxergar o esporte apenas como um meio de se descobrirem talentos; o esporte ensina a criança a lidar com vitória e derrota, a se defender, competir, respeitar hierarquia e conviver em grupo. E isso você leva para toda a vida" que não devia. É uma questão de op­

Você falou sobre treinamentos inten­

anos. Mas é lógico que eu não me arris­

ção, não? Cada um faz o que quer. Eu acho

sivos; dia desses aquele jogador de fute­

co a ficar correndo em asfalto, fazer bici­

bol húngaro morreu no campo. Você

cleta, não faço mais musculação, faço Pi-

que quando as coisas são impostas é

não acha que essa necessidade de

lates, ou seja, eu me cuido. Acho que é

mais difícil as pessoas aderirem . Mas

treinam ento duro acaba se virando

uma questão de saber o que é bom para

tem também a questão química, diga­

contra o próprio atleta?

o seu corpo. Depois de um tempo com o

mos. Quem fuma, por exemplo, tem

Quando eu comecei a jogar, treinava

corpo sempre apitando no vermelho, é

uma dependência química, e quem

três vezes por semana. Depois, todos

preciso pensar bem no que fazer com ele.

não tiver muita força de vontade não

os dias, uma vez por dia; depois todos

vai largar o cigarro. Algumas coisas

os dias, duas vezes por dia. Eu acho

surgem independentem ente da sua

que esses casos de m orte de atletas,

O que você faz hoje como atividade física?

vontade, ao menos é o que dizem .

como a desse jogador, são fatalidades

Corro três vezes por semana e faço

Agora, quanto a parar de fum ar e me­

- a não ser que o clube não tenha feito

duas vezes Pilates, uma técnica de

lhorar a alimentação, o necessário é

os devidos exames. Porque pode acon­

alongamento.

mesmo muita força de vontade.

tecer de a pessoa estar andando na rua e, de repente, cair morta. Por isso tem

Quanto você corre?

E a questão de drogas dentro do es­

de ser feito um trabalho durante a pré-

Não interessam ritmo ou quilometra­

porte em busca de desempenho. Tratar-

temporada, ver como estão os atletas,

gem. Corro trinta minutos. Eu passei mi­

se-ia de um acidente de percurso causa­

para tentar m inimizar isso. Pode ser

nha vida inteira tendo de correr no rit­

do pela cobrança?

overdose de treinam ento, vai ver o or­

mo tal. etc. Hoje, vou lá para transpirar.

Eú acho que é falta de informação e

ganismo da pessoa não está preparado

Eu vejo gente correndo maratona e fico

até ignorância de quem consome.

para receber aquele nível de estímulos.

abismada. Se bem que muita gente que

Além disso, o esporte atinge um nível

Mas o im portante seria que todas as

corre maratona começa bem leve, mas

de profissionalismo e de necessidade

pessoas que fazem atividade física, não

corrida vicia... Eu não quero nada disso.

de sobrevivência que, às vezes, a pes­

só os atletas de alto nível, se avaliarem

soa faz qualquer tipo de coisa para

constantemente. E não sair como um

E Pilates?

conquistar uma medalha. Mas não

louco fazendo atividade sem controle

Uma hora cada vez.

pensa no que isso pode gerar futura­

ou orientação. Nós já tivemos na sele­

m ente no organismo. O m om ento da

ção casos de jogadoras que tiveram de

vitória é im portante para o atleta,

ser cortadas porque o teste de coração

Olhando para trás. o que você diria sobre o brilho da sua geração?

mas mais im portante é o depois. O

acusou um problema qualquer, isso

Outra coisa que não se pode compa­

esporte é uma profissão m uito ingra­

acontece. Por isso, eu considero fatali­

rar é geração tal com geração tal. Tudo

ta, quando você está no auge do seu

dade, algo que pode acontecer com

mudou. Hoje, jogar é uma questão de

amadurecimento como pessoa você tem de parar de competir, porque vo­

qualquer um.

força física, os tênis são cheios de amortecedores, a quadra é de baixo

cê depende do seu físico. Então, o

Há ex-atletas que reclamam de várias

impacto e não sei mais o quê... Quan­

im portante não é você como atleta,

dores depois que abandonaram o es­

do eu vejo comparações do tipo fulano

mas sim você como pessoa. Vai exis­

porte profissional. Hoje, quatro anos

não é como Garrincha, eu digo: não dá

tir toda uma vida depois de você ser

depois de sua saída das quadras, você sente alguma coisa?

para comparar. Como comparar uma

atleta, e as pessoas não pensam nis­

pessoa que jogou nos anos de 1960 ou

so. E hoje o cerco do doping está se

Eu não sinto nada. Eu já ouvi falar dis­

1970 com quem joga hoje? Eu acho

fechando cada vez mais. Por isso eu

so, mas acho que sou privilegiada, por­

que nós fazíamos um esporte com

digo que se trata de uma falta de co­

que não tenho essas dificuldades. Eu ti­

mais criatividade e inteligência. Hoje, é

nhecimento por parte dos atletas do

ve uma contusão séria no joelho, fiquei

difícil, no futebol, por exemplo, você

que isso pode gerar futuram ente, por

quase dois anos com problemas, depois

ter um atleta que "enxergue o jogo".

pensar só no m om ento, em estar no

fiz cirurgia na Espanha, quando passei

Hoje, é mais força e treinam ento. Aliás,

topo, bater recordes, ganhar meda­ lhas e dinheiro.

uma temporada lá, e foi um sucesso. Is­

hoje a força predomina sobre o talento

so foi em 1989, passaram-se quinze

e a criatividade.

14 r e v i s t a

e

■


Ecocine contará com Prêmio STV

Net SP, canal 3; DirecTV, 211; Sky, 3; TecSat, 10; e Canbras, canal 22. Recepção própria nas redes SESC e SENAC

Preocupada em valorizar a produção independente brasi­ leira e contribuir com a educação e a cidadania, a Rede

D iretas Já! 20 anos

SescSenac de Televisão apóia o 3 o Ecocine - Festival Naci­

No dia 16 de abril, às 22 horas, a STV relembra os 2 0 anos de

onal de Cinema e Vídeo Ambiental, que acontece de 21 a

um dos acontecimentos mais im­

ECOCINE

FESTIVAL NACIONAL DE CINEMA E VÍDEO AMBIENTAL

21A25 D

* DE2004

2 5 de abril, em São

portantes que o Brasil já viu, a I

Sebastião. A emis­

campanha das Diretas Já. O docu­

sora s elecionará

mentário resgata, através de depo­

um documentário

imentos e de material de arquivo I

de 5 0 minutos e

da época, o ano de 1 9 8 4 - quan­

concederá ao ven­

do aconteceu o maior movimento |

SA0SEBAST1A0 SP BRASIL

cedor o Prêmio STV

popular de rua da história do bra­

iw.povosdomar.com.br/ecocine

de Aquisição no va­

sileira. O último comício pró-diretas ocorreu há exatas duas dé­

lor de R$ 6 mil, in­

cadas, no Vale do Anhangabaú, quando mais de 1 milhão e 7 0 0

dependente da premiação do evento. A produção escolhi­

mil pessoas tomaram as ruas e avenidas do centro de São Pau­

da será exibida na faixa STV Documentário, que vai ao ar

lo. Diretas Já! 2 0 anos é uma co-produção da STV com a produ­

todas as sextas-feiras, às 2 2 horas.

tora paulistana Tatu Filmes e conta com o apoio da TV Cultura

Organizado pela Tao Produções e pela ONG São Sebastião

de São Paulo. O programa tem como âncora o jornalista e escri­

Tem Alma, o Ecocine visa fomentar a discussão ambiental,

tor Fernando Morais e roteiro e direção do jornalista Alex Solnik.

além de divulgar, exibir e premiar obras de longa, média e curta metragens, em filmes ou vídeos. Essa edição mante­ rá o foco sobre as obras audiovisuais de produção nacio­ nal, disponibilizando um espaço privilegiado aos produto­ res brasileiros e suas formas de expressão sobre nossa cul­ tura e meio ambiente.

Descobrim ento Para marcar a data em que se comemora o descobrimento do Brasil, a STV exibe o documentário Descobrir, programa que fala das festividades dos 4 0 0 e dos 5 0 0 anos de Brasil, tendo como espinha dorsal o pensamen­

A tra je tó ria de patrim ônios históricos

to da professora Marilena Chauí.

O documentário Casas Invisíveis, que estréia na STV no dia

bre o descobrimento do Brasil, !

A produção analisa questões so- j

9, às 22 horas, acompanhou, por cinco anos, a luta de ci­

“costurando” os fatos históricos j

dadãos em busca da preservação de casas antigas de gran­

com as opiniões de filósofos, so- | ciólogos e cientistas políticos registradas em depoimentos sobre

de valor histórico na cidade do Rio de Janeiro. O enfoque do programa, uma co-produ­

o assunto. O programa é mais uma co-produção do canal com a

ção da emissora com a em­

Tatu Filmes e vai ao ar no dia 23, às 22 horas. Ricardo Miranda é

presa carioca CLM Produ­

quem assina a direção.

ções, é a d estruição do patrimônio histórico brasilei­ ro por conta da moderniza­ ção. Luiz Eduardo Lerina é quem assina a direção.

A STV está disponível via Sky, canal 3; DirecTV, canal

todo Brasil

211; TecSat, canal 10; e sinal aberto no Satélite B3 - receptor digital - freqüência 3768-V.

A programação completa da Rede SescSenac de Televisão está no site www.redestv.com,br


ZUM6H, &ANPA P6 AUWÍúiPNAS.

AO MAPAM6 SAT/


0

undergrounddividia as opiniões quando foi sinônimo

de rebeldia. Mas, hoje, esse misto de ser do contra e apreciar exclusivamente o novo ainda resiste?

Na abertura, foto de Inácio A ronovich, e os "Tipinhos In ú te is" do cartunista Angeli. Am bos trabalhos expostos no p rojeto Underground Passado/Presente?

o início foram os beatnicks. Era começo dos anos de 1950 e o mundo vivia o

N

pós-guerra. Os EUA, despontando como grande potência bélico-econômica

mundial, construíam o que entraria para a história como american dream (so­

nho americano). Mas sua juventude encontrava-se perdida em meio a um pesadelo de incertezas e sentimentos de desajuste. Costumes antigos não mais cabiam na nova época. A saída? Abandonar tudo e experimentar novos lugares, novos hábitos e tudo mais que houvesse de novo. É este inclusive o mote do livro On The Road (al­ go do tipo “na estrada”), escrito porjack Kerouac, considerado precursor do beatnik e da beat generation. A literatura beat, embora nascida em textos de poesia ou pro­ sa, trazia forte componente filosófico e musical, além de forte interesse por tudo o |

ARIKA MUPAVA SEMPRE A CORPOS CABELOS.

enu-v, APORAVA O THE SMITHS.

que quebrasse o discurso do establishment - político e cultural. No entanto, as placas tectônicas do com portam ento se encontravam em ple­ no movim ento, e as coisas ainda tinham que mudar bastante. Segundo Cláudio Willer, pioneiro tradutor de literatura beat no Brasil e também poeta, o movi­ m ento existiu em um contexto relativamente curto no tem po, encerrando-se I em seu form ato original no final dos anos de 1950. Dele, no entanto, nasceria | o primo famoso, o m ovimento de contracultura, que se fez conhecer mundial­

M z, eoe> cuspê n a cabeca.

LOKO, MISTER ANFETAMINA-

m ente por meio da figura dos hippies. “Digamos que os beats do final de 1950 foram substituídos - ou sucedidos - pelos hippies a partir de meados da déca­ da de 1960”, esclarece Willer. “A contracultura nasce dentro da geração beat ou I a partir dela.” Nessa linha do tem po, o poeta aponta como decisivo fato desencadeador a participação de Allen Ginsberg em manifestações pacifistas a partir de 1963, quando o autor voltou de uma longa viagem ao Oriente e passou a | prestar especial atenção a tudo o que fosse alternativo. “Além de sua aproxima­

x jy

ção com Bob Dylan e grupos de rock”, complementa Willer.


Projeto realizado no Sesc Consolação coloca lado a lado o movimento de ontem e de hoje

Beatnicks, hippies, punks e outras denominações que eventualmente foram inventadas para designar pessoas ou grupos que se levantaram contra a ordem estabelecida encontraram seu espaço nos porões do Sesc Consolação. Durante duas semanas, no final de março, o projeto Underground - Passado/Presente? reuniu performances, shows, oficinas, debates, apresentações teatrais, mos­ tra de fanzines e exposição de fotografias. "É um jeito de mostrar um tipo de cultura, e o Sesc faz muito isso", analisa o drama­ turgo e escritor Antonio Bivar, que participou do debate Re existe Underground?, parte do projeto. "Por exemplo, há 22 anos eu organizei no Sesc Pompéia, junto com os punks, algo que ficou na história: o festival 0 Começo do Fim do Mundo. Aquilo não po­ deria ser mais underground, concentrou mais de quatro mil punks, e isso nunca tinha acontecido nem no Brasil nem no mundo até então. Ou seja, o Sesc sempre foi palco para muita coisa." Sobre o atual projeto, Bivar afirma que considera o Sesc antropofágico, por "absorver as culturas e trazê-las à tona". "0 Sesc mostra o que existe de bom em todas as manifestações, inclusive no underground", sentencia. 0 crítico de música e DJ Kid Vinil, também convidado do projeto, mostra-se satisfeito com a discussão do movimento underground, embora ache o termo um tanto nebuloso. "Para mim é tudo cultura musical", resume. "É importante que iniciativas como essa abram espaço para novas própostas, assim como é importante que haja gente interessada nessa história (do underground). Por­ que se não toda a cena morre, e não se pode deixar isso acontecer." Entre murais com trabalhos do cartunista Angeli, oficinas de fanzine com Silvio Ayala, shows de Jorge Mautner e Aguilar e sua Banda Performática, os visitantes puderam passear pela ambientação criada pelo cenógrafo Ulisses Coh/i, que reproduzia um tú­ nel em construção forrado por fotografias de Ignácio Aronovich/ que, por sua vez, traduziam os inúmeros subsolos da cidade em diversas leituras do que seria o urbano que ninguém vê e/ou conhece - locais onde, ao menos segundo a mística da coisa, agiam e-agem os inquietos e inconformados. "0 projeto é importante como memória", afirma Aguilar. "Omitir isso seria um a s^ sin a to cultural que pode ser danoso para toda a cultura brasileira." Irreverente como sempre, o artista plástico ^rinca: "É bom para ver se os caras ainda mordem", provoca, referindo-se aos nomes consagtfidos convidados para o projeto, inclusive o seu. "É um desafio para mim mesmo."

A SUNGA DO GABEIRA

na cultura underground. A Gal Costa

José Roberto Aguilar pinta um quadro

No Brasil, a exemplo do que aconte­

também, quando faz, em seu segundo

da época: “M uito do underground, mes­

cia no resto do mundo - pelo menos o

disco, uma lista das coisas alternativas

mo nas lutas políticas, partiu para um

ocidental

a contracultura, sua músi­

que ela gostava”, explica o escritor e

lance de conduta e comportamento, e

ca e, principalmente, sua atitude fa­

dramaturgo Antonio Bivar, participante

isso foi fantástico. Além disso, havia o

riam surgir outra vertente que igual­

do projeto Underground - Passado/Pre­

‘faça amor, não faça guerra’, a permissi-

mente ficaria na história - e que, se­

sente?, no Sesc Consolação (ver box).

vidade sexual, os novos comportamen­

gundo alguns, ainda continuaria em

Com o País vivendo sob uma ditadu­

tos. O underground nasceu assim. Se o

voga: o underground. “Nos anos 60,

ra militar que tentava calar artistas e in­

sistema é alienante, então, simples­

quando Caetano (Veloso) e (Gilberto)

telectuais numa época em que o mun­

mente não combata o sistema, crie

Gil fizeram a Tropicália, embora eles

do fervilhava de novidades, o movi­

uma via alternativa”. Como exemplo

quisessem arrebentar com a coisa to­

mento nasceu ligado fortemente a um

dessa postura, Aguilar cita o hoje de­

da, na verdade eles faziam uma peque­

desejo de liberdade. O artista plástico

putado federal Fernando Gabeira e sua^

UORPNAWA COMO UM TRAPO.

MORSA MORAVA NUM FBRRO-VeVHO.

QMS.

CINpy, OPtAVA OS HOMENS.

PAMPA. FICAVA MPSPS SPM VBRAUUZPOSOV.

RBSINA VOCAUSTA PA BANPA AS CARRASCAl


Íê É

Atividades no ciberespaço são consideradas a contracultura dos tempos modernos De acordo com a definição original, o undergrüund está ligado às sombras, à marginalidade e à minoria. E nada une mais essas características do que os chamados hackers - a saber, aqueles gênios do computador que usam os seus poderes em nome do caos e da desordem, invadindo sistemas de cpandes corporações mundiais ou simplesmente infestando o nos­ so computador com vírus virtuais (arquivos que apagam documentos ou coisa pior). É uma atividade ilegal, perrali-

|

zada com prisão - é bom avisar antes de qualquer coisa. "Eu conheço muito pouco do que seja underground hoje, mas adio que existe um movimento digital, formado por hackers, que é muito presente em termos de socialização digital e interação sociá(", afir­ ma o artista plástico Aguilar. 0 matemático Regener Fortes, que participou de uma palestra sobre o assunto dentro projeto \in derground - Passado/Presente?, acrescenta que esses, digamos, arautos de uma ordem paralela na internet podem ser tanto mocinhos quanto bandidos. "Nós mostramos um documentário no Sesc Consolação de um grupo que ataca tanto grandes corporações de in­ ternet quanto pequenas empresas", conta o matemático, também produtor de sites. "Esse documentário traz o caso de duas empre­ sas que tinham quase o mesmo domínio (endereço'de internet), e a maior conseguiu que a menor tirasse o seu site do ar e ainda pagasse um dinheiro pelas perdas que, hipoteticamente, ela poderia ter tido. 0 pessoal da empresa prejudicada entrou em conta­ to com um grupo de ativistas na internet (leia-se hackers), e esse grupo bombardeou o site dessa empresa grande durante qua­ se um mês. Os 'grandões' devolveram o domínio e o dinheiro e se comprometeram, por escrito, a nunca mais usar esse tipo de i tática. Para a empresa pequena, eles são mocinhos; para a grande, bandidos." No entanto, Regener observa que, de fato, existem nesse universo "piratas" que estão puramente interessados em barbarizar os sete mares da rede, por protesto ou pelo simples prazer de ver uma ordem estabelecida com as calças na mão, frágil, con- ^ fusa e, até certo ponto, ridicularizada. "0 ciberativismo é o underground do un­ derground", define Regener.

revista 6 : 19 -/■


A história do udigrudi Sequndo Luiz,Carlos Maciel, Glauber Rocha inventou esse termo para "sacanear" o pessoal do Julio Bressane e Rogeno S anzerla ou seja, o dnema underground, críticos do Cinema Novo. "E a palavra é hornvel ela manifesta-uma ignorânda não só do inglês como do português também", enxerga Maciel. "A palavra underground para quem sabe ingles e 1 pronundada "andergraund"; quem não sabe,, lê ao pé da letra; agora falar udigrudi mostra que o sujeito e um debil mental" Por isso diz-se que a 'tradução' foi uma tentativa de Glauber ridicularizar o movimento.

Ele quis reduzir o

underbround, prindpalmente no dnema, porque o pessoal desse movimento na época era uma geraçao que vinha contestando Glauber. Embora eles fossem meio filhos dele, eles queriam contestar seu poder p a tin o . E Glau­ ber se sentia sa.caneado por aqueles fedelhos e inventou esse termo." No entanto, os representantes do un. derground adoraram a idéia, achavam que tinham de fato provocado com sua atitude qontracultural e resolveram assumir o termo. Dessa forma, muitos começaram a se chamar de udigrudi, a despeito da intenção original do termo.

Já o crítico musical e DJ Kid Vinil

►polêmica sunga de tricô e a “turma”

d.” Bivar explica que, hoje, essa

que se auto-exilou na Inglaterra neste

postura que prima pela sucessão do

não quer m uito

período, indusive ele próprio. “Eu fui

novo pelo novo, flertando um pouco

ground. Não propriam ente por achar

para Londres nos anos de 1970 com

com o espúrio, aparece como uma ati­

que não exista, mas por não simpati­

aquele ideal esquerdista, partido co­

tude. “O Mário Bortolotto, por exem­

zar com o caráter restritivo da ex­

munista, luta sodal etc. Mas entrei

plo, faz uma espécie de teatro under­

pressão. “O term o, às vezes, me as­

num outro universo, o do comporta­

ground", avalia. “Embora o Raul Cortez

susta porque, para mim, é algo para

mento,

drogas,

esteja encenando um texto dele no

meia dúzia de pessoas”, analisa. “E

experiêndas místicas, reladonamentos

teatro da Faap, há anos o Mário preser­

eu acho que fica muito restrito. Eu

abertos; numa época em que tudo o

vou seu estilo sem trair a sua idéia. É

estou fazendo rádio (Brasil 2000) e

que dizia respeito à sociedade era cas-

uma atitude meio beatnick; ele tem

gostaria de falar para 50 ou 100 mil

trador: Deus, pátria e família.”

uma identificação com isso. As peças

pessoas; hoje eu falo para uma média

dele retratam um a subcultura, um a

de 15 mil. Mas a minha meta seria fa­

po b re za,

lar para mais.” Porém, mesmo esses

de

experimentar

SÓ RESTOU O PUNK?

h o té is

de

q u in ta

na

saber de under­

Mas e hoje? O underground sobrevi­

Estação da Luz.” Já entre os espa­

15 mil, que ele considera pouco nu­

ve, faz-se notar? “Acredito que exista

ços para te atro que poderiam ser

ma cidade como São Paulo, não po­

sim”, responde Antonio Bivar. “Eu acho

considerados underground em São

deriam

que é bem diferente do espírito dos

Paulo, Bivar cita o N ext e o Espaço

ground, segundo ele, só porque ou­

ser

chamados

de

under­

anos de 1950 e 1960, porque hoje nós

dos Satyros, am bos no centro. “Isso

vem um tipo de música, digamos, in-

temos coisas como a internet, etc. Mas

tudo eu acho que tem essa proposta. E

comum. E ele tem um bom exemplo:

existe um underground via internet que

te m público para isso, porque te m

“O cara que mora do lado do meu

é muito forte (ver box), e um movimen­

esse glamour, te m um a coisa que

apartamento é um pai de família,

to punk forte também. A idéia do

arrepia e horroriza as pessoas ‘bem

tem três ou quatro filhos, é um exe­

punk, por exemplo, é sempre under-

com portadas’ - e isso é a titu d e .”

cutivo, e ele ouve a rádio”, conta Kid.i

a , tiptp

po Biu-y p o v .

n o r a ,cigarro

e bo u r b on .

BOCA, PUNK RAIVOSO.

■

„

Í

í


Sem mais perspectivas utópicas porluiz Carlos Maciel

Acim a desenho de Clay Wilson, e ao lado, no box, de Hobert Crumb

"Existe uma coisa meio misteriosa que se pode chamar de o espírito do tempo. Es­ se fenômeno, que é uma coisa meio inapreensível pelos quadros de conhecimento que existem - sejam sociológicos, econômiços ou filosóficos - , apresenta uma su­ “Ele não é underground, ele é um exe­

cessão de fases diferentes. Nos anos de 1960 e 1970 havia uma convicção de que os

cutivo bem-sucedido na vida, só que I

erros cometidos durante séculos de civilização ocidental tinham resultado num ali-

ele gosta de música, ele é um cara

tuação intolerável, numa coisa que provocava o sofrimento dos indivíduos, algo que

com seus trinta e poucos anos de

fazia as pessoas sofrerem - tanto que elas tinham de recorrer a drogas, psicanalis-

idade que gosta de W hite Stripes e de

| tas e fanatismo para compensar essa dor. Isso determinava uma disposição positiva

Pink Floyd.” De fato, o vizinho do Kid

para a transformação, Não no sentido político tradiçional, como o marxismo, por

Vinil não parece te r um perfil under- | ground. Aliás, pasmem, nem o próprio Kid se considera um. “Eu ouço música

exemplo, ou a revolução comunista e socialista. Mas uma transformação interna que 1 afetava a maneira de viver das pessoas no sentido mais amplo, inclusive o modo de produzir arte e cultura. E tudo foi muito radical; houve um rompimento com mui-

sertaneja, ouço pagode, axé, tudo is- I

; tos padrões estabelecidos e a necessidade de novos valores. Por exemplo: a repres-

so. Eu sempre gostei de rock, mas não

, são sexual era uma norma. Logo, 'abaixo a repressão sexuaL 0 que se passa a pro­

deixo de ouvir as outras coisas, não |

curar é um sexo livre, saudável, natural, sem as oposições neurotizantes da repres­

digo ‘ah, eu odeio isso!’. Eu sou brasi­

são, que já haviam, inclusive, sido suficientemente denunciadas pela psicanálise.

leiro, nasci aqui, cresci ouvindo músi­

Aliás, com essa parte da crítica a contracultura não se preocupou muito. Não exis­

ca sertaneja. Meu pai gostava de Elvis I

tem teses que embasem teoricamente a contracültura; ela está Cheia de consta­

e Tonico e Tinoco”, conta, destruindo

tações que já haviam sido feitas antes, como a miséria individual, verificada por

a concepção de muitos de nós. E com essa confusão toda, quem é

Freud; e a miséria coletiva, verificada por Marx. Isso já era uma etapa superada.

underground? “Não sei, mas ele existe,

vigente de viver. As pessoas procuram as prãias, cachoeiras, querem ficar nuas.

e em todos os tempos”, resume Agui-

Era a chamada sociedade altémativa, tão cantada peto nosso Raul Seixas.

lar. “Inclusive hoje existe o underground I

Depois do esvaziamento desse projeto, a juventude veio muito mais realista,

da gente, que era underground. Mas,

considerando o sistema algo mais ou Tnenos^mutáyel. Na verdade, essa manei­

por outro lado, o Gil era underground e

ra de viver passou a ser imutáveljjara a juventude, e ela começou a desenvolver

hoje é ministro...”, lembra o artista.

maneiras de viver melhor e, obter a sua felicidade e prazer, dentro dos quadros

0 que se impunha era um_momento positivo e criativo. Abandona-se a maneira

vigentes. Ou seja, não houve mais um movimento alternativo, mas sim um

j

movimento de procurar ser criativo dentro do que está estabelecido. As novas gerações encaram a realidade sem mais perspectivas utópicas de

J

que todo mundo vai ser mais feliz, de que a vida vai mudar. A vida

1

não vai mudar, só se for para pior." Luiz Carlos Maciel é escritor e já foi.chamado de guru da contracultura. Título que ele recusa vigorosamente: "Não posso ficar preso a nenhuma imagem".

' r e v is ta

ê

j 1 1

>21 ;


A

alimentação é

üm.ato

__ ! ©■corhbateaodespérdícjo^é.íjrpdosi^prirvápals* temas tratados." Tal qoroe: • ■ cj descobrir ummiinde novo.Um outro" olharsòbfeosàfimentos. Poréxemphb: sabeaqiféletaloquevai diretoaòlixo? Ou o caroço d ajaca ao qual você se­

muito

maior do què levar, a comida à boca. Começa com a escolha do_

momento certo para consumir os ali­

mentos -

os hortifruti dã safra, por

exemplo, são sempre mais baratos e mais nutritivos do que os que estão na

nas culinárias, voltadas a diversas faixas

quer repara? E a folha do brócolis? A

entressafra - , passa pela maneira como

etárias. Estas atividades não ensinam

casca da banana? Enfim, o destino final

deve ser transportado, armazenado,

apenas a preparar pratos especiais ou

de tudo isso pode deixar de ser o lixo

manipulado, preparado e, então, culmi­

do dia-a-dia, mas mostram os cuidados

para transformar-se em um cardápio

na no melhor jeito para ingeri-lo, tiran­

adequados ao seu preparo e conserva­

com iguarias nunca imaginadas (veja

do o máximo proveito de seu potencial

ção; são passados ainda princípios para

box com receitas).

nutritivo. Portanto, o ato de comer é

que se aproveitem os alimentos da me­

O não-desperdício foi a primeira eta­

apenas o último passo de uma caminha­

lhor maneira possível. Entre cores e sa­

pa para a formação do conceito do Culi­

da que começou muito distante da sua

bores, a idéia é discutir sobre uma infi­

nária Inteligente, que nada mais é que le­

cozinha. Essa visão holística sobre os

nidade de temas relacionados à alimen­

var em consideração todos os aspectos

hábitos alimentares ganhou o nome de

tação, como equilíbrio alimentar, higie­

da alimentação: economia, higiene,

Culinária Inteligente e é preocupação

ne, manipulação, transporte e armaze­

capacidade nutricional, preparo e, claro,

constante do programa de alimentação

namento dos produtos e melhor apro­

aproveitar

do Sesc - sempre pautado em ações

veitam ento dos nutrientes. “Nessas

podem nos dar.

educativas, que passam pelo aprimora­

oficinas, além de cozinhar, as pessoas

mento do pessoal envolvido, por plane­

aprendem também tudo que está por

jamento e composição dos cardápios

trás da alimentação”, explica Mareia

tudo

que

os

hortifrutis

Mesa B ra s il

A semente para o aproveitamento

oferecidos nos restaurantes e lanchone­

Bonetti, coordenadora do programa de

integral dos alimentos foi plantada há

tes de suas unidades, na forma de

alimentação do Sesc. “Isso inclui ques­

dez anos em função de um dos maio­

preparação dos alimentos e na orienta­

tões nutricionais, ambientais, higiênicas

res flagelos da realidade brasileira: a

ção de como consumi-los de forma nu­

e de aproveitamento integral dos ali­

fome. Em 1994, o Sesc implantou um

tricionalmente adequada.

mentos.” As oficinas incluem palestras

programa de combate à fome e ao des­

Além das ações educativas e das refei­ ções que serve, o Sesc desenvolve ofici­

com nutricionistas, elaboração de cardá­

perdício de alimentos, uma das primei­ ras grandes iniciativas para m obilizar a

22 r e v i s t a

e

pios, degustação e uma apostila.


0 desperdício é combatido pelo um programa que une criatividade e economia na cozinha alunos das oficinas passarão à frente o

sociedade, o Mesa São Paulo. A idéia,

Pouco a pouco, o Mesa Sesc adquiriu

simples e eficiente: pegar o alimento

novas condutas. A década de experiên­

onde sobra e entregá-lo onde falta.

cia serviu para aperfeiçoá-lo e torná-lo

rem melhorar sua própria qualidade de

ainda mais eficiente. Para combater o

vida”, afirma Maria Flávia Giordano,

nacionalmente com o nome de Mesa

desperdício

tam bém ,

nutricionista que já participou de vá­

Brasil Sesc. “O objetivo é contribuir para

aprender a manusear os alimentos

rias oficinas do Culinária Inteligente, no

que parcelas carentes da comunidade

para não estragá-los, capacitar os fun­

tenham acesso à alimentação necessária

cionários para detectar o estado dos

Sesc Belenzinho. Os efeitos práticos, ao adotarmos

através do combate ao desperdício”, ex­

produtos e as pessoas que os recebiam

as medidas sugeridas de seleção, ar­

plica Márcia Bonetti. “O programa tem

para armazená-los e manipulá-los da

m azenam ento e aproveitam ento dos

sua força na parceria entre empresas que doam alimentos, pessoas que se dis­

melhor maneira, estabelecer regras de

alimentos, podem ser sentidos rapi­

preparo e higiene, enfim, garantir a se­

dam ente no bolso. De acordo com o

põem a participar através da prestação

gurança necessária ao consumo -

de serviços voluntários, e instituições

idéia-chave das ações educativas do

Instituto Akatu Pelo Consumo Cons­ ciente, é possível dim inuir em até

sociais que se dedicam ao efetivo

programa de alimentação do Sesc. “As

30% os gastos com comida. Além de

atendimento de segmentos excluídos da

contribuirmos para a diminuição do

comunidade. É o elo que viabiliza os es­

atividades nas oficinas são muito im­ portantes, pois servem como pólo de

forços dessa parceria entre quem doa e

multiplicação dos conceitos que for­

lixo orgânico, que hoje representa 65% de todo os detritos produzidos

quem recebe”.

mam o programa. Com certeza, os

no Brasil.

Em 2003 a iniciativa foi lançada

foi

preciso,

que aprenderam aqui, além de pode­

r e v is ta

e

23


Dicas valiosas No supermercado*

Na panela*

- Elabore uma lista com calma, assim você evita levar alimentos que não consumirá.

m

- Vá ao supermercado bem alimentado, para não comprar por im-

g

- 0 feijão pode ficar - Compare os preAs. Sempre.

nutritivo se você deixá-lo

- Observe o praz/ de validade dos produtos. _

—

por 6 horas. Com esse pro-

- Congelados e/resfriados devem ser colocados por último no carrinho.

cedimeijto, a digestão desse alimento é melhor

- Acúmulo de gelo^nfcima da embalagem indica que o produto foi descongelado e

seus nutrientes,

o utilize

para cortar legumes, fru-

~ruiiyeladu iiuvarfiénteTo que o torna impróprio ao consumo.

agredir o alimento, levan­

- Frutas e legumes da estação são mais nutritivos e baratos.

do-o a uma perda maior de nutrientes.

* Dicas fornecidas pela nutricionista Maria de Fátima Coqueiro Silva, da Secretaria

* Dicas fornecidas pela nutricionista Maria Flávia

Municipal de Saúde de São Paulo.

Giordano, da Faculdade de Saúde Pública.

Na cozinha* - Não devemos, em hipótese alguma, deixar lixo próximo a alimentos, pratos e talheres. Isso vale para aquela lixeirinha que fica em cima da pia. - Todo alimento armazenado na geladeira deve estar protegido. Assim se evita perda de nutrientes e absorção do odor e de agentes nocivos de produtos estragados. Alimentos já foram higienizados não devem ser misturados aos que ainda não o foram. isture em um mesmo compartimento alimentos preparados e os que não estão prontos, mgelamento de alimentos não deve ser feito em ambiente externo. 0 ideal é retirá-lo do congelador e guardá-lo

descongelado, o alimento deve ser preparado e consumido em seguida. Nunca o congele novamente cru. Só faça isele tiver sido cozido, frito ou assado.

* Dicas fornecidas pela nutricionista Mareia Bonetti, do Sesc São Paulo.

Retrato da discrepância Os números da fom e no Brasil Dados divulgados pelo Instituto Akatu atestam que o desper­

pelos jornais e tais números irão se tornar ainda mais chocan­

dício de comida no Brasil chega a 1 /4 do PIB, o suficiente para

tes. 0 Programa Fome Zero, do governo federal, aponta para

alimentar 8 milhões de famílias. Segundo cálculos do IBGE, de

mais de 40 milhões de pessoas que sofrem privações nutricio­

20% a 30% de todos os produtos comprados para abastecer

nais. Tais números absolutos mudam de acordo com as variá­

uma casa acabam indo parar no lixo. De acordo com a Embra-

veis levadas em conta por diferentes institutos de pesquisa,

pa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), vinculada ao

até mesmo dentro do governo. 0 Ipea (Instituto de Pesquisas

Ministério da Agricultura, traduzindo em números, isso signifi­

Econômicas Aplicadas), órgão ligado ao Ministério do Planeja­

ca que uma família de classe média joga fora em torno de 500g

mento, considera que 22 milhões de brasileiros passam fome.

de alimentos por dia. Em vinte anos, essa perda eqüivale a

No entanto, a FAO, órgão das Nações Unidas para a agricultu­

3.600 quilos (3,6 toneladas). Esta quantidade desperdiçada se­

ra e alimentação, considera que existem 16 milhões de famin­

ria suficiente para fornecer 1 quilo de alimento diário para uma

tos no País. A fotografia da fome no Brasil assevera de novo o

criança de zero a 10 anos de idade, ou ainda, oferecer três re­

lado cruel de uma das sociedades mais injustas do mundo, on­

feições diárias em uma cidade de 7 mil habitantes durante um

de a enorme ferida da desnutrição convive lado a lado com to­

d^. Tome-se a imagem da desnutrição sempre estampada

neladas de comida lançadas diariamente ao lixo.

24 r e v i s t a e


De lamber os dedos Receitas com inteligência e muito sabor desperdício não implica somente preparar refeições na quantidade certa ou não fora. Muitas frutas, legumes e verduras podem ser mais bem aproveitados, do imagina e, mais importante ainda, resultar em pratos deliciosos. Quem disse que banana não serve para nada? E que o talo da couve é inútil? Basta usar a criativipara ver que a culinária é muito maior do que se supõe. Experimentando aqui e acolá, as culinaristas e nutricionistas do Sesc São Paulo chegaram a receitas saborosas que apro­ veitam integralmente os alimentos. À mesa! No site do Sesc São Paulo - www.sescsp.org.br - você encontra disponível para download o Livro de Receitas Boa Forma Para Evitar o Desperdício.

Bife de casca de banana

Modo de preparo

Ingredientes

\

Cascas de 6 bananas maduras

Higienizar as cascas das bananas e lavar em água

3 dentes de alho

comente. Cortar as pontas. Retirar as cascas na forma

1 xícara de farinha de rosca

de bifes, sem parti-las. Amassar o alho e colocar numa

1 xícara de farinha de trigo

vasilha junto com o saL Colocar as cascas das bananas nesse molho. Bater os ovos como se fosse omelete.

sal a gosto

Passar as cascas das bananas na farinha de trigo,

à

nos ovos batidos e, por último, na farinha de rosca, seguindo sempre esta ordem. Fritar as cascas em óleo bem quente. Deixar dourar dos dois lados. Servir quente.

Bolinho de talos, folhas ou cascas Ingredientes 1 xícara (chã) de talos, folhas ou casacas bem lavadas e picadas

Modo de preparo 5 colheres (sopa) de farinha de trigo

Bater bem o ovo e misturar o restante dos ingredientes.

1/2 cebola picada

Fritar os bolinhos às colheradas em óleo quente.

2 colheres (sopa) de água

Escorrer em papel absorvente. Podem ser usados talos

sal a gosto

de acelga, couve, agrião, brócolis, couve-flor, folhas de

óleo para fritar

cenoura, beterraba, nabo, rabanete ou casacas de chuchu. No entanto, no caso dos talos de couve, couve-flor e brócolis, recomenda-se fervê-los antes do preparo. Você pode aproveitar esta água do cozimento x

dos talos para outros pratos como, por exemplo, arroz e sopa.


Na abertura cenas dos film es que p articip a m do Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2003; Desm undo; Sobre M eninos e Lobos, Arca Russa; O Homem que Copiava; Carandiru; Am arelo Manga; Adeus, LĂŞninl; Nelson Freire e O Homem sem Passado.


Há três décadas nascia o dos

Melhores

s;críticos, organizadores e e ilm F

público relembram sua trajetória

r á trinta anos, em 1974, o Brasil

cinema se reunia para assistir (ver de­

muitas vezes. Mas isso não se faz... O

vivia sob a ditadura do governo

poimento de Saffioti) e decidir, quais

melhor mesmo é evitar os erros de ago­

m ilitar chefiado pelo presidente

eram os melhores do ano, o créme de la

ra”, diz ele, que acompanha o Festival

Ernesto Geisel. Era um tempo de liber­

créme da sétima arte nacional e estran­

desde o início. “Ao revermos determi­

dade restrita. Filmes, livros, discos, dis­

geira. Gente como Ismail Xavier, um

nado filme, devemos considerar a épo­

cursos, tudo era severamente controla­

dos mais respeitados professores de

do pelo governo. A censura tinha a cara

cinema do Brasil; os críticos Carlos Mot-

dos casos ou resistiu ao tempo ou não.

ta, que, junto com Rubens Biáfora, foi

Aquela obra-prima de 30 ou 40 anos

Eram os censores que decidiam o que

um dos mais importantes do Estado de

poderá

sairia nos jornais, nas revistas, nas nove­

S. Paulo. Inácio Araújo, da Folha de S.

perguntamos: isso é aquele grande fil­

las, nos livros e, claro, o que entraria em

Paulo; Rubens Ewald Filho, do canal Tele-

me que assisti? Creio que não!”, brinca

cartaz nas telas dos cinemas. Em meio a

cine; Eugênio Bucci, atual presidente da

Carlos M otta, outro veterano nas vota­

esse clima de repressão, quando a or­

Radiobrás; além de Leon Cakoff, organi­

ções do CineSesc.

dem da cidadania era tentar burlar as

zador da Mostra Internacional de Cinema

A entrada para o tim e dos “balzaquia-

regras de qualquer jeito, nasceu o Festi­

de São Paulo, e muitos outros eram pre­

nos” acaba remetendo a uma certa nos­

val Sesc dos Melhores Filmes. “Nosso gru­

senças garantidas nesse cineclube.

talgia, com lembranças doces e outras

H

dos homens designados para exercê-la.

ca em que foi realizado, mas na maioria

desapontar. Muitas vezes nos

po descobriu filmes, diretores, atores e

No primeiro ano, elegeram A Heran­

nem tanto: o começo, quando se reunir

alertamos colegas e espectadores sobre

ça, de Ozualdo Candeias, como melhor

para assistir um filme era praticamente

a importância de cada obra que corria o

filme do cinema nacional e Gritos e Sus­

um ato subversivo; os anos seguintes,

risco de permanecer ignorada. O aviso

surros, do sueco Ingmar Bergman, na ca­

pontuados pela expectativa da volta da

podia ser via jornal, recado ou telefone­

tegoria filme estrangeiro. Olhando para

democracia - e pelo êxtase de sua che­ gada; e a tristeza dos cineastas brasilei­

ma. De repente um cinema, no centro

trás, percebe-se como o Festival já nas­

ou no bairro, praticamente deserto,

ceu grande e acertou em cheio logo na

ros, que durante o governo Collor prati­

era invadido por públicos de todas as

primeira edição. Gritos e Sussurros consa­

camente não produziram nada e o Fes­

idades e aparências”, relembra José

grou-se como uma das mais brilhantes

tival se viu sem candidatos brasileiros

Carlos Saffioti, técnico do Sesc São

obras de Bergman. E Ozualdo Candeias

por pelo menos dois anos. Por outro la­

Carlos,

firmou-se como um dos maiores repre­

do, sobra a alegria de ter apresentado

um

dos

prim eiros

organi­

zadores do Festival, que neste ano rea­

sentantes do cinema brasileiro.

ao Brasil pérolas do cinema que esta-

No entanto, trinta anos é muito tem ­

vam passando quase despercebidas,

po, o suficiente também para os arre­

descobrindo muitas obras-primas que

pendimentos, acanhadamente admiti­

não encontravam espaço nas salas de

As primeiras edições do evento acon­

dos, porém “nominalmente” inconfes­

exibição. Entre eles, Tampopo, de Juzo

teceram no Teatro Anchieta, no Sesc

sáveis. Esse foi o tom do balanço feito

Itami; Paisagem na Neblina, de Mikis

Consolação. Era lá que o pessoal do

por Rubens Ewald. “Já votei errado

Theodorakis; Fogo e Paixão, de Isay

liza sua 30a edição. Murro o

q ue contar

r e v is ta

e

27


Weinfeld e Mareio Kogan; Asas do Dese­

pela crítica e pelo público. Esse julga­

De fato, como é possível conferir nes­

jo , de Wim Wenders; e Abrasasas, de

mento, sob olhares profissionais e pas­

te ano (ver box), muitas vezes o voto da

Reinaldo Volpato.

sionais, acaba sendo uma boa oportuni­

crítica é o mesmo do público. É interes­

dade para acabar de vez com a dúvida:

sante notar também como os especta­

público e crítica gostam das mesmas

dores consagraram entre as produções

Cinco anos depois de seu lançamen­

coisas? Sim e não. “Grande parte das ve­

de 2003 o formato de documentários,

Os PASSOS to, em 1979, já acomodado no lendário

zes, ele votam igual”, atesta Ana Maria,

premiando os perfis cinematográficos

espaço do CineSesc, na rua Augusta, o

que acompanha o Festival há doze anos.

do sambista Paulinho da Viola e do pia­

Festival já contava com os votos de 50

“Críticos são mais cerebrais”, completa

nista clássico Nelson Freire. “Nem sem­

críticos de todo o País reunidos nesse

Neusa Barbosa, do site Cineweb. “Até

pre concordo com a crítica”, dispara

culto ao cinema. No ano seguinte, a vo­

por condicionamento profissional. Em

Maria Flelena Serrano, freqüentadora

tação foi aberta também ao público,

geral, por assistirem a um filme como

do CineSesc há mais de vinte anos. “O

que elegeu Bye, Bye Brasil, de Cacá Die-

trabalho, tendem a ser mais analíticos,

todo é que considero o mais importan­

gues, como melhor filme nacional e A

comparar com outros filmes vistos, da­

te em um bom filme.”

Rosa, de Mark Rydell, como melhor es­

quele diretor ou de outros, do mesmo

A premiação do Festival dos Melhores

trangeiro. Em 1992, já sob direção da

gênero, etc. É isso, aliás, o que se espe­

Filmes de 2003 acontece em 5 de abril

jornalista Ana Maria Cerqueira Leite, ho­

ra de profissionais. O público, mesmo

(somente para convidados). De 6 a 22

je assessora de imprensa do Sesc São

cinéfilo, tende a reagir mais emocional­

de abril, os melhores filmes serão exibi­

Paulo, o Festival passou a ter uma ceri­

mente aos filmes. A relação dos espec­

dos no CineSesc. Confira a progra­

mônia de premiação para os melhores

tadores com o cinema é, talvez, mais

mação e veja quem caiu nas graças da

filmes nacionais e estrangeiros eleitos

dominada pela afetividade.”

crítica e do público.

Uma longa história p o r José Carlos S afp oti "Uau! Trinta anos com a bênção do Sesc!

pão), como melhor filme do ano. Um es­

Criamos o Festival Sesc dos Melhores Fil­

cândalo que a mídia e o público adoraram.

mes em 1974 no Teatro Anchieta, hoje

Por essa e outras pressões, três dias depois

Sesc Consolação. A turma se reunia para

o filme voltava ao cartaz.

curtir o equipamento de cinema com pro­

Contra todas as expectativas, em 1990, o

jeção em 35 mm (hoje ainda ativo em São

CineSesc bateu vários

Carlos) que poderia funcionar somente às

Paulo: de público, de renda e de permanên­

recordes em São

segundas-feiras, no Teatro. Nos melhores

cia de um mesmo filme em cartaz, por mui­

anos da democracia e nos piores anos da

tas semanas (mais de um ano) numa mesma

repressão, nosso grupo descobriu filmes,

sala - o cu lt movie alemão Asas do Desejo,

diretores, atores e alertamos colegas e es­

de Wim Wenders. 0 Leon Cakoff me contou

pectadores sobre a importância de cada

que o diretor alemão ficou admiradíssimo

obra que corria o risco de permanecer ig­

com essa recepção do público paulista.

norada. 0 aviso podia ser via jornal, reca­

Lembro-me que a última e emocionante capa

do ou telefonema. De repente um cinema,

da qual participei diretamente foi em 1991,

no centro ou no bairro, praticamente deserto, era invadido

na 17a edição, destacando Paisagem na Neblina, melhor filme

por públicos de todas as idades e aparências. Podia ser

do ano pelo público e pela crítica, com aquela mão gigantes­

desde Pelos Caminhos do Infe rn o, do Ted Kotcheff, no Cine

ca de Theodorakis viajando sobre a cidade. Foi um encontro

Copan, até Duelo do Destino, de Tomu Uchida, no Cine Nip-

inédito de votação entre público e crítica que, a partir daí,

pon. 0 que estaria acontecendo? Era a Brigada dos Melho­ res Filmes do Ano em ação!

trinta anos, talvez sendo uma das atividades de mais longa

Em 1980, um protesto conscientemente político contra a

durabilidade no Sesc, é porque tivemos a sorte, nesse perío­

ditadura e a censura: votamos unanimemente no proibidís-

do, de contar com homens sensíveis, inovadores e apaixona­ dos por cinema."

simo 0 Im pério dos Sentidos (foto), de Nagisa Oshima (Ja-

28 r e v i s t a e

passou a ser um fato corriqueiro. Se o Festival sobrevive há

■


Os melhores de 2003 A CRITICA ELEGEU

MELHOR FILME

O PUBLICO ELEGEU

MELHOR FILME

Cinema National

Cinema National

I o) O Homem que Copiava

I o) Amarelo Manga

2o) Amarelo Manga

2o) Homem que Copiava

3o) Desmundo

3°) Nelson Freire

4°) Nelson Freire__________

4 o) Lisbela e o Prisioneiro

5o) Carandiru

5o) Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje

Cinema Estrangeiro

Cinema Estrangeiro

I o) >45 Invasões Bárbaras

1°) As Invasões Bárbaras

2o) Adeus, Lênin!

2o) 0 Filho

3o) Sobre Meninos e Lobos

3o) Adeus, Lênin!

4 o) O Homem Sem Passado

5o) As Horas

5o) Arca Russa

6o) Dez, Samsara e A Inglesa e o Duque (empatados)

Melhor diretor brasileiro Jorge Furtado

Melhor diretor brasileiro

(O Homem que Copiava)

Jorge Furtado (0 Homem que Copiava)

Melhor ator brasileiro Lázaro Ramos___________

Melhor ator brasileiro

(O Homem que Copiava)

Lázaro Ramos (0 Homem que Copiava)

Melhor atriz brasileira Simone Spoladore

Melhor atriz brasileira

(Desmundo)

Simone Spoladore (Desmundo)

Melhor diretor estrangeiro (empatados)

Melhor diretor estrangeiro

ReterJackson

Jean-Pierre e Luc Dardenne

(0 Senhor dos Anéis - 0 Retorno do Rei)

(0 Filho)

Aleksandr Sokurov (Arca Russa) Amos Gitai (Kedma e 0 Dia do Perdão)

Melhor ator estrangeiro (empatados)

Melhor ator estrangeiro

Olivier Gourmet (O Filho)

Javier Bardem

Sean Penn (Sobre Meninos e Lobos)

(Segunda-Feira ao Sol)

Melhor atriz estrangeira Melhor atriz estrangeira

Julianne Moore (Longe do Paraíso)

Julianne Moore (Longe do Paraíso)

r e v is ta

6

29


do novo 0

espaço sem pre existiu, e ali diversas atividades já tinham acontecido - porém , nada “ofi­

cial". De olho no potencial que o galpão do Sesc Pompéia possuía, somado à sua disposição arquitetônica cheia de possi­ bilidades, a equipe de program ação da unidade resolveu criar o Galpão das Intersecções - um local que se dedica a apresentações e performances que te­ nham com o principal característica a m istura de linguagem . Uma intersecção entre elas, como revela o nom e. “Nós co­ meçamos a oficializar esse espaço em ja ­ neiro", explica o técnico da unidade Marcos Villas Boas. “Um espaço alterna­ tivo para que a gente possa trazer trabaIhos que respeitem sua configuração, que incorporem as colunas que estão

110

m eio, os tijolos, e que tam bém propo­ nham um diálogo entre linguagens.” F 1*1 ysy:

As apresentações já contem plaram a dança com a literatura; a arquitetura, como no trabalho de Lara Pinheiro Dau; e até a física, com os vetores de Roberto Ramos. A idéia de fato é sempre trazer

* |'v*\] Cacos de Louça A c as o Q u eb rada,

— ~

solo de dança inspirado na vida e obra da poetisa Cora Cora/ina, de Jussara Miller, com projeções de fotografias de Christian Lasz/o

trabalhos que tragam uma pesquisa interessada

110 novo,

mesmo que para isso


/ •

Galpão das Intersecções, criado no Sesc Pompéia, mistura linguagens e provoca novas experiências artísticas

ultrapassem os tradicionais lim ites da

Sesc Pompéia. “A idéia é apresentar a

própria arte e se aliem ao conheci­

dança

m ento científico, com o já aconteceu

como o corpo se desconfigura e pode

podem

na apresentação de Ramos. A dinâm i­

ser reconfigurado, e os estados corpo-

que tantos espetáculos de dança

com o

processo, a m aneira

ca do program a prevê ainda a partici­ pação de um convidado com entando

M o v im e n t o d e d a n ç a

No entanto, a essa altura, m uitos estar se perguntando por

num espaço que te m como caracte­ Eliana e Sofia Cavalcanti tam bém

rística p rim ordial receber todas as

o espetáculo. Um antropólogo, um fí­

com puseram

do

manifestações artísticas. A resposta

sico, um fotógrafo, enfim qualquer

espaço com 0 Selvagem, o Poeta e o

está no próprio m ovim ento do cir­

profissional que possa acrescentar

Dançarino, um trabalho que parte da

cuito das artes em São Paulo. Espa­ ços para apresentações não conven­

a

program ação

um a análise ao que foi visto pelo pú­

colagem .

blico, geralm ente form ado por artis­

construções recorrentes e a dança

cionais

tas, mas que não dispensa interessa­

perm eando toda construção. Ora um

podem ser mais facilm ente encon­

dos em geral.

sacrifício, como quando dançam ao

trados que para a dança. Logo, as

som de Sagração da Primavera, de Stra-

propostas

vinsky, ora uma sedução, sob a m orbi­

m ação do Sesc Pompéia acabam vin­

Em andam ento

Entre os destaques nas apresenta­

Referências,

lem branças,

dez erótica do Bolero de Ravel.

de

te a tro ,

recebidas

po r

exem plo,

pela

pro g ra ­

do mais de bailarinos que de atores.

ções encontra-se o trabalho, já mais

Com ovente e inquietante, outro

“O objetivo é buscar linguagens e

conhecido, da bailarina e coreógrafa

ponto forte foi a perform ance de Jus­

Vera Sala, que abriu as atividades do

sara Miller. Protagonista de um solo

novas possibilidades, seja no teatro, seja na dança", faz questão de repe­

Galpão com ImPermanências - conti­

criado a p artir da vida e obra da poe­

tir Villas Boas. “Mas é fato que a gen­

nuidade da pesquisa desenvolvida

tisa goiana Cora Coralina, Jussara pro­

te tem recebido m uito mais dança

desde o ano passado com a instalação

põe, em Cacos de Louça Acaso Quebrada

que te a tro .” O técnico enxerga que o

apresentada no Centro Cultural Banco

a fotografia como parceiro num espe­

m otivo talvez se dê pelo fato de que

do Brasil, com o apoio de uma bolsa

táculo no qual ela dança sem música,

a dança está mais “aberta" a essas

do Museu Guggenheim. “Não tenho

faz seu corpo dialogar com projeções

possibilidades. “A gente queria um

um espetáculo pronto”, explicou a ar­

de slides e emociona ao evocar ele­

pessoal que ‘assumisse’ nossa arqui­

tista ao jornal 0 Estado de S. Paulo

mentos de uma infância mítica, com a qual qualquer um pode se identificar.

voltada a essa experim entação.”

acerca do que foi visto no Galpão do

tetura, e acho que a dança está mais ■


LITERATURA /^ L

z;

SE

iw a iM l |

l

liiia w w

C

l

onvidado do projeto Terceiras Terças, do Sesc Santos, o escritor Fernando Morais aproveitou para

rever antigos amigos -

“a cada minuto

aparece um novo’’, celebrou - , mas princi­

(proprietária do jornal 0 Estado de S.

palmente proporcionou ao público presente

Paulo) resolveu lançar uma publicação

conhecer um pouco da história do jornalis­

vespertina e lançou o Jornal da Tarde.

mo brasileiro. 0 mineiro de 5 7 anos, nasci­

Convidou o Mino Carta e Murilo Feiis-

do em Mariana, testemunhou a criação do

berto para montarem o jornal, e foi uma

Jornal da Tarde, ju n to com Mino Carta, e

das mais saborosas experiências jorna­

trabalhou em alguns dos veículos mais im­

lísticas que já vivi em toda a minha vida-,

portantes da imprensa escrita do País, pas­

foi o auge doJT. Lá fiquei nove anos, de­

sando pela Folha de S. Paulo e ocupando

pois deixei o jornal e trabalhei em mais

o cargo de editor na revista Veja. Além das

alguns lugares, na Folha de S. Paulo, na

junções jornalísticas, caiu em tentação -

Veja, onde fui editor durante alguns

como ele mesmo define - pela política, ele-

anos. Em 1978 me elegi deputado esta­

gendo-se deputado estadual pelo antigo

dual pela primeira vez, pelo MDB, e me

MDB e pelo PMDB, sendo depois secretário

reelegi em 1982 pelo PMDB. Fui candi­

de Educação e de Cultura do Governo do

dato a constituinte na eleição de 1986 e

Estado de São Paulo e, mais recentemente,

perdi vergonhosamente, tive uma misé­

nuto e meio de um segundo candidato

candidato a governador. Mas as letras o

ria de votos - felizmente, em boa hora

ao Senado que o partido não lançou. Eu

atraíram mais que os votos. Hoje, exerce

- , fui secretário da Cultura do Estado de

não entendi que conversa era aquela,

exclusivamente o oficio de escritor, porém

1988 a 1991 e secretário de Educação

disse que não topava, que aquilo era

sem nunca abandonar o “vício’’ de repórter.

do Estado de 1991 a 1993, quando me

uma molecagem, retirei minha candida­

São dele registros definitivos como Chatô,

desentendi com o governador, na época

tura e denunciei o acontecido em carta

megabiografia de Assis Chateaubriand; A

Luiz Antônio Fleury, por razões exclusi­

enviada ao TRE (Tribunal Regional Eleito­

Ilha, uma série de reportagens sobre a Cu­

vamente de trabalho, pedi demissão e

ral). Mas acho que agora estou finalmen­

ba de Fidel; e Olga, sobre mulher do líder

achei que já estava vacinado contra esse

te vacinado. Marta Suplicy me chamou

comunista Luis Carlos Prestes - entre ou­

negócio. Mas caí em tentação novamen­

para ser secretário de Educação, e eu re-

tros títulos. No encontro do Sesc Santos,

te dois anos depois, ao aceitar um con­

Fernando Morais agradeceu ao público por

vite do PMDB para ser candidato ao go­

estar lá falando de livros, em vez de se en­

verno de São Paulo. Aceitei de boa fé,

contrar em casa hipnotizado pela novela

mas depois descobri que eu era ‘café

das oito. A seguir, os principais trechos:

com leite’, como dizem, tratava-se de

J o r n a l is m o e p o l ít ic a

V l V E R D E L IV R O S

“Minha vida como autor de livros co­ meçou em 1970, quando eu publiquei

uma brincadeira. Na hora de fazer o pro­

uma série de reportagens no JT sobre a

grama de televisão, soube pelo presi­

construção da rodovia Transamazônica. A série ganhara o Prêmio Esso de Jorna­

“Trabalho desde os 13 anos; comecei

dente do partido, o candidato a senador

como office-boy em uma redação de re­

na época, Orestes Quércia, que os cinco

lismo e o falecido Caio Graco, da Edito­

vista em Belo Horizonte, depois conse­

minutos diários que eu tinha direito por

ra Brasiliense, decidiu lançá-la em livro,

gui virar repórter. Fiquei mais um tempo

lei iam ser utilizados por ele, que já ti­

acabou sendo o meu primeiro - escrito,

em BH e, em 1965, a família Mesquita

nha seu minuto e meio e mais outro mi­

inclusive, a quatro mãos, junto com ou-

32 .r e v is ta e


0 jornalista Fernando Morais fala de como se tornou escritor profissional, de sua experiência em disputas eleitorais e das histórias de seus livros

ração e escrita. O livro permitia que eu

que pensei que seria um desperdício

usasse a minha experiência de uma ma­

transformá-la apenas num capítulo. Con­

neira muito mais livre. Assim sendo, eu

versei com o editor e descobri que já ti­

já escrevi Olga pensando em, de fato, es­

nha um livro inteiro pronto. Mais recen­

crever um livro. Afinal, A Ilha, na verda­

temente, meu editor decidiu lançar o

de, tinha sido pensado originalmente

Cem Quilos de Ouro, uma coletânea de

para ser uma série de reportagens. Só que naquela época não existia ab­ solutamente nada dos mecanismos de

doze reportagens escritas por mim ao longo dos últimos trinta anos, de 1970 a 2000. E eu decidi, por sugestão do pró­

incentivos existentes hoje, como finan­

prio editor, anteceder cada reportagem

ciamento, bolsa, leis de incentivo cultu­

com um texto contando como ela foi fei­

ral e coisas assim. Logo, eu tinha de tirar

ta, porque foi feita, em que circunstân­

dinheiro do meu bolso para fazer as via­

cias, se foi idéia minha ou do dono do

gens, as entrevistas, etc. Enfim, era um

jornal, se eu fiz obrigado, se fiz esponta­

investimento que eu estava fazendo. Eu

neamente, as dificuldades que tive, se ti­

me lembro que aproveitava viagens pro­

ve algum tipo de hesitação ética e sobre­

fissionais que eu fazia. Por exemplo, cer­

tudo por qual motivo eu a escrevi. É

ta vez eu recebi um convite do governo

como aquilo que agora as pessoas cha­

tro repórter. Cinco anos depois eu publi­

dos EUA para participar de um seminá­

mam de making off, a história da

quei/4 Ilha, uma reportagem sobre Cuba,

rio em Washington, e aproveitei a passa­

história.”

e comecei a perceber que havia uma cer­

gem e mais as diárias de hotel que ga­

ta confluência de fatores no Brasil que

nhei e fiquei todo o tempo disponível

talvez já permitisse a alguém viver exclu­

enterrado no arquivo nacional traba­

sivamente de livros. Era o seguinte: a di­

lhando para o meu projeto de livro.”

tadura estava acabando, portanto, esta­ va surgindo uma geração que não tinha

T rabalhos recentes

ainda ouvido falar de nada - absoluta­

“Depois de Olga tem um buraco que

mente nada, nem futebol, nem música,

corresponde ao período em que fiii para

coisa alguma - e, junto a isso, o nível de

a Secretaria de Cultura e depois de Edu­

leitura no Brasil tinha melhorado razoa­

cação. Quando saí do governo, eu já es­

velmente. Não era - e está anos luz de

tava com a pesquisa para o Chatô pronta,

ser - ideal, mas já havia um mercado li­

e o livro pronto para ser escrito. Fiquei

vreiro e eu percebia isso até pela minha

um ano trancado dentro do escritório,

própria experiência de ter vendido 400

365 dias, manhã, tarde e noite, e no final

mil exemplares de A Ilha. Enfim, achei

entreguei o tijolo ao editor. Depois de

que dava para me dedicar exclusivamen­

Chatô, fiz o Corações Sujos, uma história

te a escrever livros e, de fato, deu. Era o que eu já fazia em jornalismo, só que

extremamente interessante que eu tinha imaginado como uma parte de um livro

sem as limitações de espaço físico e de

imenso sobre a história do século 20 no

tempo, para pesquisa, investigação, apu­

Brasil. Só que me encantei tanto com ela

■


ENCONTROS

Algozes e vítimas por Regina Célia Pedroso

*

A

professora de História e pesquisado-

policial. Logo, ela é presa e sofre todo

i —1

ra da USP Regina Célia Pedroso fa -

o processo, sendo condenada. Além

1. lou, em encontro com o Conselho

disso, há o fato de que, no ato da pri­

Editorial da Revista E, sobre a situação da

são, o homem passa a droga para a

mulher no sistema penitenciário paulista,

mulher e acaba fazendo com que ela

dos motivos que levam a mulher a cometer

seja presa em seu lugar. Por essas e por

crimes e da perigosa situação a que estão ex­

outras razões, esse crime, hoje, está

postos muitos jovens. A seguir, os principais

sendo visto como um grande problema

trechos.

ligado à mulher e, por conseqüência, até à formação das famílias em São B e c o s e m s a íd a

Paulo. Muitas vezes, essa mulher que é

“A criminalidade fem inina, assim

presa acaba deixando os filhos abando­

como a masculina, muda de acordo

nados - e quase todas têm filhos. M ui­

com o período e com a sociedade; o

tas crianças acabam indo para a Febem

premeditado. A própria situação eco­

perfil do criminoso muda. E o da mu­

em decorrência disso. Outro ponto é

nômica do País acaba levando o indiví­

lher sofreu alterações importantes nos

que é a mulher quem sustentava a fa­

duo desprovido de qualquer inserção

últimos dez anos. A mulher, que antes

mília. Ela entra na droga inclusive para

nessa sociedade a ingressar nessa

era presa por infanticídio ou até mes­

isso, sendo levada ao crime por um

‘empresa’. É muito fácil.”

mo por furto ou homicídio, hoje está

companheiro ou amigo. Ou seja, a mu­

sendo presa por tráfico de drogas, que

lher não entra por livre e espontânea

é

vontade; o próprio universo da pobre­

considerado pela mídia um crime

S u p e r e x p o s iç ã o a o c r im e

“A justiça proíbe o jovem m enor de

masculino. Hoje, nos presídios de São

za e das necessidades pessoais acaba

16 anos de trabalhar, a não ser que ele

Paulo, 53% das mulheres foram conde­

conduzindo-a, claro, que com a ajuda de alguém.”

seja aprendiz numa empresa reconhe­

nadas por tráfico de drogas. É um nú­ mero muito alto se comparado ao nú­ mero de homens, que está em torno

cida pelo Ministério do Trabalho. Esse jovem pode ser aprendiz de marcenei­

P o r q u e o t r á f ic o d e d r o g a s ?

ro, sapateiro, etc. Mas isso não inte­

de 17%. Os pesquisadores se indagam

“O tráfico é um crime rápido, o di­

por que o homem, que na realidade es­

nheiro vem rápido. A mulher faz um

onde a rentabilidade é m uito maior do

tá mais envolvido com a criminalidade

avião (nome que se dá à pessoa que le­

que entregar pizza ou trabalhar numa

da droga, não é preso ou condenado,

va a droga de um lugar para outro) e o

marcenaria. O agravante está no fato de que, hoje, as pessoas, frente à so­

ressa a eles. Daí ele entra no tráfico,

enquanto a mulher tem um número al­

dinheiro vem fácil, ela ganha semanal­

tíssimo dentro do sistema. O que nós

mente por esse tipo de trabalho. O trá­

ciedade de consumo de massa, não es­

podemos fazer é tentar levantar hipó­

fico de drogas, hoje, é um crime de or­

tão mais preocupadas com uma for­

teses para essa questão. Por exemplo:

dem social e econômica. Pesquisas rea­

mação educacional tradicional - mes­

a mulher é, digamos, mais vítima no

lizadas no Rio de Janeiro estimam que

mo porque esse tipo de educação não

ato da prisão. Ou seja, quando ela é

cerca de 100 mil pessoas trabalham di­

te conduz necessariamente ao suces­

abordada pela polícia, por ser mais

retamente no tráfico. Ou seja, é uma

so. E isso mudou o perfil da mentali­

‘desprotegida’, inclusive financeira­

empresa, um modelo econômico novo.

dade em relação ao crime. O sucesso é

mente, ela não consegue ‘comprar’ a

Não é visto pelos sociólogos como um

entendido como materialismo -

sua liberdade ou fazer acordos com o

crime de ordem emocional ou mesmo

carro, casa, etc. Ora, parece óbvio que

34 r e v i s t a

e

ter


Regina Célia Pedroso, professora e pesquisadora, esteve presente na reunião de pauta da Revista E, que traz na seção Encontros uma série sobre São Paulo e seus 450 anos. para citar alguns poucos exemplos. São nesses locais que ocorrem as chacinas. De 40 pessoas que morrem num final de semana em São Paulo, 39 são da perife­ ria. Quando se divulga que morrem por o tráfico se torne tão atraente para

P r e c o n c e it o p o u c ia l

ano no Brasil 40 mil pessoas (segundo

uma pessoa desprovida de qualquer

“Não existe perfil de quem é crimino­

números da ONU, que apontam o Brasil

recurso. Afinal, trata-se de um ‘em pre­

so, existe perfil de quem é preso. Todo

como um país em guerra civil), esse da­

go’ com rentabilidade alta e de fun­

mundo pode cometer crimes e infra­

do choca, é claro, mas se esquece de tra­

ções m uito simples. Além de que essa

ções, todas as classes sociais, inclusive.

balhar o perfil desses 40 mil mortos: on­

pessoa provavelmente não tem condi­

O que ocorre é que a legislação vitima as

de eles moravam e quem eram eles. Es­

ções sociais que a levem a cursar uma

camadas pobres, e os crimes nessas ca­

se número cria, evidentemente, pânico

universidade - nós bem sabemos que

madas, por excelência, são homicídios,

entre as pessoas. É a cultura do medo. E

apenas 6% da população brasileira

porque se mata mais nas periferias, por

isso, associado a algo que está muito em

consegue chegar aos cursos de form a­

desentendimento. Um latrocínio (roubo

voga hoje em dia, que são os programas

ção superior. Dessa forma se desclassi­

seguido de morte) na avenida Paulista,

de televisão que acabam exacerbando

fica todo um universo de indivíduos

tendo como vítima alguém de classe mé­

ainda mais esse perfil da criminalidade,

que até tem potencial, mas cuja pró­

dia num carro importado, é, acreditem,

faz com que o indivíduo tenha cada vez

pria estrutura social, aliada à violência

raridade. Só que quando ocorre, o fato

mais medo. Sem contar que o perfil que

e à agressividade da região onde ele vi­

vira objeto da mídia, que vai explorá-lo

é passado do criminoso nesses progra­

ve, o acaba induzindo. 0 jovem , inclu­

de forma demasiada, criando amedron-

mas é sempre do indivíduo mulato ou

sive, vê esse caminho até como natu­

tamento nas camadas médias e altas das

negro, muito mal vestido, muito pobre e

ral. Isso sem considerar que o crime,

grandes cidades. São Paulo é reflexo dis­

de certa forma, torna o indivíduo um

so. O que as pessoas não se dão conta é

que geralmente fala tão mal que não consegue sequer se pronunciar. Isso cria

herói. É o jovem com sua ARI 5 defen­

de que homicídios acontecem diaria­

tam bém um estereótipo errado de

dendo seu posto e o local onde ele vi­

mente em lugares como Jardim Ângela,

quem é o criminoso, associando sempre

ve. O inimigo? A polícia.”

Cidade Tiradentes e Jardim Peri Peri,

o crime à população pobre. É o caso, por exemplo, daquele dentista negro que foi morto pela polícia recentemente em São

"Não existe perfil de quem é criminoso, existe perfil de quem é preso"

Paulo. Essa é a visão convencional da po­ lícia: associar o crime a indivíduos ne­ gros ou a pessoas de baixa renda.”

r e v is ta

e

■

35


Ilustrações:

EM PAUTA

36 r e v i s t a

e


Jovem para sempre

Dados disponíveis

apontam que 350 mil pessoas se submeteram a cirurgias plásticas no Brasil, numa média de 207 operados para cada grupo de 100 mil, só no ano de 2001. Com as conquistas recentes da ciência aliada à tecnologia, além das pesquisas em andamento, começa a se tornar possível o ideal antigo do homem da busca pela eterna juventude. Em artigos exclusivos, o filósofo e professor de ética da Unicamp Roberto Romano e o diretor da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica, Osvaldo Saldanha, discutem essa obsessão humana e os prós e contras da luta contra o tempo.

Guerra de Vênus p o r Roberto Romano

Todo ser humano integra a natureza. Ela nos en­

fraquece. Com isso, ele corre o perigo de se apare­

volve e m antém. Um ponto fundamental dessa reali­

cer na consciência dos outros como um ser feio. E o

dade é o esforço de cada ente vivo em perseverar no

que é feio para o ser humano? É o que ameaça, pos­

seu ser. Todos nós precisamos nos manter vivos (Spi-

sibilita a m orte, horroriza , afasta pela repulsa . Des­

noza: “O esforço para se conservar é o primeiro e

sa forma, quanto mais o indivíduo percebe-se na

único fundamento da virtude”, Ética, livro 4, propo­

proximidade dessa classificação - o feio como algo a

sição 22, corolário).

E como entra o elemento cos­

ser não cultuado, não festejado - , ele tende a intro­

mético nesse aspecto? Quando o indivíduo se trata,

duzir entre a situação real do seu corpo e o olhar

se banha, cuida de suas feridas ou se maquila, ele

dos outros máscaras que garantam o reconhecimen­

garante seu lugar no espaço da sobrevivência e da

to e o acolhimento, pelo menos de forma momentâ­

vida, ao menos aparentemente. Trata-se de uma

nea. Quando se diz que o “cosmético” é o frívolo,

experiência psicológica im portante, dado que o ser

isso não corresponde à verdade. Recorde-se que cos­

humano tem consciência da sua situação e percebe,

mético tem a mesma raiz de “cosmos”, ou seja, tra­

com muita clareza, que a cada minuto ele morre, en­

ta-se da idéia arraigada de que o mundo é belo ou

r e v is ta

0

37


deve ser belo. E para ser belo, algo deve ser “natural”.

ria saudável fazer uma operação plástica para corrigir

Tudo o que se afasta desse âm bito é sentido como

o nariz? Mas é nítido que a partir do m om ento em que

“feio”, “não natural”, monstruoso. Assim, o impulso

a pessoa faz operação plástica e entra num círculo de

rumo aos tratamentos cosméticos revela algo profun­

ansiedade, querendo não apenas transformar o seu na­

do na psicologia humana.

riz mas seu corpo todo, surgem indícios de problemas

É justamente a profundidade do sentimento ligado à

de adequação psicológica. O mesmo ocorre com uma

necessária conservação de si pela beleza que indica ao

senhora de 80 anos de idade, outro exemplo. Ela pos­

mercado e aos investidores capitalistas o quanto essa

sui uma estrutura física e psicológica que a impede de

experiência de milhões de seres humanos pode ser lucra­

ostentar o rosto de uma jovem de 20. Todas as tenta­

tiva. A indústria cosmética é uma das mais importantes

tivas de fazer com que o viço da juventude retorne,

do planeta, quase tão relevante quanto a indústria da

através das operações plásticas, irão somente decep­

morte. Assim como existe a venda de armas - ou seja, a

cioná-la e enganá-la. Inclusive armadilha essa que cos­

expansão da morte - , tem-se igualmente um corretivo

tuma capturar principalmente os incautos. A partir

que o próprio mercado procura proporcionar: a continui­

desse m om ento, já não mais ocorre um investimento

dade da vida. É uma dança de morte e vida que atraves­

saudável na sobrevivência e no reconhecimento alheio,

sa o mercado capitalista. É importante ter isso em men­

mas a tentativa de enganar a si próprio, além de todo

te porque ninguém tem o direito de julgar uma mulher,

o lim ite. O que leva ao auto-engano e ao engano do

uma jovem, um homem, enfim, quem quer que seja, di­

público. Aí sim, lucra a indústria de charlatões que ofe­

zendo que essa pessoa não tem o direito de aplicar

recem milagres e coisas impossíveis. É quando entra­

recursos na produção da máscara que lhe garante algu­

mos no reino do Eldorado - local mítico onde haveria

ma sobrevida e uma esperança de acolhimento pelos de­

a fonte da eterna juventude. Tal lugar, justam ente por

mais seres humanos.

ser um m ito, sempre desgraçou os que o procuraram.

Em outro aspecto, em relação aos limites em que is­

No entanto, essa distinção é muito delicada. Quando

so acontece, surge a clássica pergunta: quem pode di­

você coloca lado a lado uma jovem de 20 anos e uma

zer o que é saudável e o que não é? Para um psicólo­

senhora de 80, a distância cronológica, por ser muito

go social, “saudável” é o que não chega a agredir a es­

grande, nos previne dos exageros de um lado e de ou­

trutura inicial do corpo e da alma dos indivíduos. Por

tro. Mas quando você coloca uma senhora de 40 anos

exemplo: uma pessoa tem um corpo jovem e um nariz

junto a uma de 45, a distância diminui. Nesse caso, são

considerado torto, por ela mesma ou pelos outros. Se­

outros padrões que devem ser observados. Uma se-


"Uma coisa é o trabalho da pesquisa na medicina, que deve receber todo o incentivo e

é, sem dúvida, uma bela mulher, mas não tem os glúteos avantajados e nada do que seria necessário para a ocasião. Ou seja, quando você tem esse padrão, tão

apoio; outra coisa é a apropriação da medicina e da pesquisa para fins de mercado"

obrigatório quanto abstrato, você tende a dizer que uma mulher que não está nele incluída é feia. Há uma filósofa chamada Elisabeth de Fontenay que tem um estudo sobre Diderot no qual mostra, por exemplo, que nos séculos 18 e 19 - sobretudo no 19 -

nhora que tem uma determinada estrutura corporal fo­

na França, no que seria depois o Museu do Homem,

ra dos padrões estéticos definidos não seria bela, inclu­

houve a exposição de indivíduos considerados “infe­

sive por preconceito social. Logo, é muito difícil que

riores” e “feios”, com fins de “estudos” científicos.

essa mulher chegue a ser uma estrela de cinema. E é

Uma negra hotentote foi chamada de Vênus Esteatopi-

nesse pequeno intervalo que se cria o tem po para que

gia (com acúmulo excessivo de gordura nas nádegas).

charlatões ofereçam os seus serviços, com o

Essa mulher foi vendida para sábios franceses que, por

incentivo da própria imprensa, que explora isso com

sua vez, fizeram sessões com ela em 1815 no Museu

muitos

fortes doses de marketing. Veja o caso da gordura. Nós

de História Natural de Paris,

temos um padrão grego de beleza, o qual determina

era um desvio da humanidade. O nome da hotentote,

para mostrar o quanto

que o hom em deve ter determinada altura, dimensão

em sua língua natal, foi perdido. O seu nome europeu

e que a sua estrutura deve ser harmônica. A mesma

era Sara Bartmann, “batizada na Inglaterra, em dezem­

coisa para a mulher. Dessa forma, temos a chamada Vê-

bro de 1811, por uma permissão especial do bispo de

nus Calipígia, a que tem belas nádegas. Ocorre, no en­

Chester, morreu em Paris, no dia I o de janeiro de 1816.

tanto, que esse modelo se implantou em milênios de

Seu corpo foi doado ao Museu de História Natural, on­

repetição e, além disso, temos, hoje, a indústria holly-

de ele é conservado no esqueleto e sua moldura. Se

woodiana que restaura aquele paradigma e determina

você, leitor, nunca a viu, poderá observá-la longamen­

a “m ulher bela”. O que, às vezes, revela uma certa iro­

te

nia, porque, por exemplo, para fazer o film e Uma Linda

homem, onde, nos domingos, em todas as estações do

e à vontade numa vitrine daquele museu do

Mulher, foi preciso pegar “pedaços” de corpos para

ano, bocejam as famílias livre-pensadoras e os positi­

compor a personagem deju lia Roberts quando ela apa­

vistas (...) Os hotentotes eram mostrados no Jardin

receria na cama só com roupas de baixo. Julia Roberts

d 'acclimatation em 1888 e mesmo mais tarde; eles eram exibidos nas Folies-Bergère...” (Elisabeth de Fon­ tenay, O materialismo Encantado de Diderot). Trata-se, pois, quando se fala de “beleza” ou “feiúra”, de juízos de valor que não pertencem apenas à psicologia ou medicina, mas apresentam um preconceito etnocêntrico herdado dos gregos e que passou pelos romanos, foi exercido pelos colonizadores europeus e hoje tor­ nou-se um paradigma para a percepção do ser humano em Hollywood. São padrões que há 2500 anos vêm sendo repostos e que excluem seres humanos. Uma coisa é o trabalho da pesquisa na medicina, que deve receber todo o incentivo e apoio; outra coisa é a apropriação da medicina e da pesquisa para fins de mercado. Não obstante, mesmo na apropriação do mercado é preciso distinguir aqueles que o fazem den­ tro de limites éticos e os que não têm esses limites. R o b e r t o R o m a n o ê p r o f e s s o r t it u l a r d e É t ic a e F il o s o f ia n a U n ic a m p

r e v is ta

e

39


0 Brasil e a cirurgia plástica p o r Osvaldo Saldanha

A “eterna juventude” é o sonho que sempre vai

As mudanças que devem ocorrer com o paciente

acompanhar a humanidade, embora ela saiba que a

submetido a cirurgia plástica são mais pelo lado da au­

única certeza que se tem na vida é a morte.

to-im agem e da autoconfiança.

A cirurgia plástica acompanha a evolução do m un­

Vaidade já teve uma conotação mais “pesada” na ci­

do, contribuindo cada vez mais com a tentativa de

rurgia plástica, mas já há m uito tem po que esta espe­

m elhorar a expectativa de vida dos pacientes, com

cialidade conseguiu m ostrar sua verdadeira função.

relação ao seu bem-estar físico e psíquico, propor­

Saúde quer dizer ausência de doença, e isto quer dizer

cionando uma possibilidade de estar m elhor consigo

bem-estar físico e mental.

mesmo e com os demais que os cercam. É a busca da

A cirurgia plástica brasileira tem uma grande função

auto-im agem para m elhor se relacionar com o pró­ prio corpo.

social. São inúmeros serviços em todo o Brasil, aten­ além de deformidades congênitas (lábio leporino, au­

prio. É daí que tudo começa! Para melhorarmos nos­

sência de orelhas, etc.), inclusive reconstrução mamá­

sos relacionamentos com os nossos semelhantes, é

ria pós-cirurgia de tum or de mama. Não existe limite

necessário que gostemos de nós mesmos em prim ei­

entre as cirurgias ditas “estéticas e reparadoras”. A ci­ rurgia plástica é uma só, indivisível.

ro lugar, para, a partir desse ponto, podermos partici­ par com mais disposição.

Praticamente em todo o te rritó rio nacional exis­

Mas o cirurgião plástico não tem poder de mágica,

tem cirurgiões plásticos com ótim a form ação profis­

ele é humano e sujeito a limitações. É im portante que

sional. Isto se deve ao em penho da Sociedade Brasi­

na consulta fique bem claro para o paciente as limita­ ções da cirurgia proposta, para que não haja desilusões pós-operatórias.

40 r e v i s t a

dendo pacientes vítimas de acidentes e queimaduras,

Cada vez mais o ser humano “investe” em si pró­

e

leira de Cirurgia Plástica, que possui setenta e quatro serviços form adores de especialistas em cirurgia plástica.


Inúm eros cirurgiões de todas as partes do m undo vêm ao Brasil não só para tra zer informações, mas

experiência de uma parcela de cirurgiões plásticos bra­ sileiros que ajudaram no seu desenvolvimento.

tam bém para seu próprio aprim oram ento profissio­

A cirurgia plástica brasileira é a segunda no mundo

nal. A cirurgia plástica brasileira é uma escola m uito

em número de cirurgiões e de cirurgias realizadas, em­

forte no ensinam ento da especialidade. Várias são as

bora, proporcionalmente à população, é seguramente

técnicas desenvolvidas em nosso país por inúmeros cirurgiões. O professor Ivo Pitanguy , sem dúvida, foi

a maior. 0 nosso país é tropical e o clima faz com que o cor­

o m aior form ador dessa imensa parcela de cirurgiões

po fique mais exposto no ambiente de praia, piscina

plásticos e de diversas técnicas cirúrgicas, consagra­

ou mesmo em academias de ginástica. Dessa forma há

das internacionalm ente. Por exemplo, a lipoabdominoplastia é uma técnica

a necessidade de uma evolução das técnicas cirúrgicas com cicatrizes menores e mais disfarçadas.

que representa a

No m omento atual em nosso Brasil, as pessoas que

evolução da cirurgia plástica abdominal e que tornou

buscam a cirurgia plástica demonstram de forma muito

possível a aplicação segura da lipoaspiração no mesmo

clara seus desejos de buscar algo de forma objetiva e

tem po operatório da abdominoplastia. Seu desenvolvi­

realista quanto às verdadeiras possibilidades que a ci­

que desenvolvemos no ano 2000,

mento e amadurecimento atual ocorreram pela contri­

rurgia pode oferecer. Isto representa um alto grau de

buição de diversos cirurgiões de várias regiões do Bra­

amadurecimento da nossa sociedade. Participam dessa

sil. Representa a união da cirurgia plástica brasileira,

evolução, os avanços das técnicas, os melhores mate­

fruto do empenho e organização científicos da Socie­

riais cirúrgicos, além da maior informação que possuem

dade Brasileira de Cirurgia Plástica. O livro Lipoabdomi­

os pacientes, decorrente da divulgação pela mídia.

noplastia, que será lançado em São Paulo durante o V

O compromisso com as verdadeiras informações que

Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, mostra a

as pessoas precisam ter sobre a cirurgia plástica faz parte das metas que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e seus membros têm com a população. Ela es­

"A 'eterna juventude' é o sonho que sempre vai acompanhar a humanidade, embora ela saiba que a única certeza que se tem na vida é a morte"

tará sempre à disposição para fornecer informações inerentes à especialidade.

■

O s v a l d o S a l d a n h a é c ir u r g iã o p l á s t ic o e d ir e t o r d a S o c ie d a d e B r a s il e ir a d e C ir u r g ia P l á s t ic a .

r e v is ta

e

41


FICÇÃO INÉDITA

João & Maria Baseado em Fatos Realistas!

Ilustrações: Marcos Gari

Fernando Bonassi

J

oão é desses sujeitos que servem de objeto direto

sempre. Não uma “fom e de comi­

pras mais convencionais dentre as m edíocres teses

da”, com o se exprim ia...

de sociologia geral, onde tudo o que há de especí­

segundo ele próprio, “uma fome

mas,

fico sobre qualquer um parece ser apenas e tão-

m aior”, que parecia querer comer

somente a enorm e semelhança indiferenciada dos nos­

a paisagem, com viadutos, asfalto

sos preconceitos... Pais desconhecidos. Infância por baixo de marquises, entre gangues de com edores de

Por essas e outras, João espe­

lixo e batedores de carteiras magras. Fome, frio, cola,

cializou-se em autom óveis. Era

maconha, pão e cachaça. João aprendeu a se virar em

capaz de abrir e saquear um

pátios cercados, em beliches am ontoados e na rua

deles m uito rápido. Não do je ito lim po, porque trabal­

mesmo, onde liberdade e risco andam de caso. Ele foi

hava com paralelepípedo, mas era rápido. E rápido

fichado em todos os casarões de parede cinzenta e

arranjava um talão de estacionam ento, um toca-fitas ou

reform atórios

pré-fabricados

nistas, tom ando

por arquitetos

todas as porradas

de

com u­

bolsa esquecida, que davam pra ir carregando. Guarda-

m onitores,

chuva ele nunca pegou. Não gostava. Segundo João,

inspetores e policiais que um m oleque tem direito

“dava

quando se começa assim, com o destino de nascer des­ graçado num lugar perdido.

m aldito", mas um desses “casuais”, que criam “m inús­

Não era bom. Era, segundo ele próprio, “meio ruim ”.

a z a r”; não

um

azar “constante,

bíblico

ou

culos problemas infinitos”. Depois inventaram aqueles aparelhos com bandejas,

“Ruim” de um modo “mal”. Não “mau”, ele queria dizer...

que os babacas carregavam abraçados pro cinema,

e sim como algo que não funciona bem, que enguiça, pois

teatro e pra pizzaria, espancando as costas das noivas e das casadas cansadas...

essa ruindade do “mal” funcionamento repentino faz parte das coisas e das pessoas em medidas variadas. “As pessoas não vêm com assistência técnica ou garantia”, João dizia. E João veio com uma fome indigesta desde

42 r e v i s t a

e

Mais recentem ente foram esses CDs cheios de segre­ dos indecentes, que se desm ontam

de uma parte,

deixando o resto chum bado no painel estatelado...


Podem te r sido essas pequenas revoluções tecnoló gi­

do o vestido m olhado batendo naquele corpo. Maria

cas que abalaram sua eficiência ou talvez ele estivesse

era pouco mais que m enina, mas com a roupa grudada

apenas de saco cheio de fazer aquilo, vai saber... o fato com o faturar com

daquele je ito parecia pronta pra tudo que se desejasse. Verdade...

Com o tu d o o que era m alandragem , João aprendeu

m odo “violento ou cruel”, mas, segundo fazia questão

é que

quando Jotaérre ensinou

pedra, João m udou de ram o. d epressa.

S em pre

c o n fo rm e J o ta é rre

Logo ele percebeu que ela “não prestava”. Não de um ensinara:

a

p rim eira dose, quando o cliente ainda sabia o mal que

de explicar, “docem ente”, um não prestar de nascença, “natural da pessoa".

estava se fazendo, devia ser das pedras mais graúdas; já

M aria não teve história m uito diferente de João.

da segunda em dian te, quando fulano é a quím ica

Nunca soube quem foi seu pai e a mãe preferiu esque­

necessidade pura, bem ... então podia se oferecer o que

cer. Ele tinha lá suas broncas e, pra m uita gente, ta m ­

tivesse, do tam anho que fosse e pedir o preço que

bém não valia grande coisa. João sabia que Maria não

quisesse que o idiota ia pagar.

era fácil e por isso ficou

ainda

mais interessado.

Gostava de m ulher nervosa: “Arranhada, batida e esfo­ lada, dava mais interesse na disputa”. Dem orou pra João se aproximar. Nessa época ele ainda dorm ia naqueles hotéis de cinco reais na Baixada do Glicério, donde se via a Radial Leste serpentear na direção da Penha, com o uma cobra que trocasse a pele de fogo. Foi pra lá que levou M aria quando a pegou des­ maiada perto da Catedral. Cuidou dela, trouxe de volta pra essa vida e a colocou pra vender com ele. No com eço os dois se deram bem . Eram capazes de deso­ var entre trezentas e quinhentas pedras por semana, que pegavam com a Tia Aparecida, na Bela Vista. M aria

não tinha

a mesm a disciplina

de João

e

com eçou a fum ar o que era de vender. Pra não ficar atrás, desanim ado quando a m ulher queria subir pelas paredes, João com eçou a usar. Foi ficando cada vez mais difícil pagar a Tia Aparecida. Atrasavam, esqueciam, desapareciam . Pagavam só quando a cobrança rondava mais p erto, de arma em punho. Davam desculpa, diziam que tinham estado presos e outras coisas que se diz, que ninguém acredita, mas que servem pra não deixar que tudo exploda. O Escort conversível foi vendido a preço de banana d água porque uns credores andaram passando a peixeira na capota de vinil e nos assentos de couro preto que ainda cheiravam novíssimos. Do hotel eles tam bém acabaram saindo, que nem Pagavam: “Uma em cima da outra enquanto decaíam

sempre a ressaca deixava tem po de chegar até a cama,

pra trás...” João ficava com dois em cada cinco. Às vezes pedia

já que vinham trançando e a pé. Com eçaram a ficar por baixo dos viadutos da V in te e

sete. Foi ju n ta n d o até com prar um carro. Era um Escort

Três de M aio. Sabendo que vira e mexe parava alguém

conversível. Tinha o chassi em endando, mas a solda

e descarregava o revólver na entrada do buraco, dorm i­

parecia firm e e o doc um ento... ora, se a polícia parasse,

am onde achavam que as balas não podiam atingi-los,

não ia ser o carro o m aior dos problemas. Por um bom tem po João tam bém seguiu à risca um

Conseguiram ficar vivos que, segundo João, “a vida

outro conselho de Jotaérre; antigo, dos velhos tra fi­ cantes de cocaína que sobreviveram aos anos oitenta:

bem encostados na parede, num canto cego qualquer. teim a nessa idade". O crack foi levando o pouco que tinham guardado até

“Q uem vende, não usa". Acontece que João conheceu M aria. Ele se apaixonou

deixá-los

pelo

dia: o que conseguiam

de

manhã,

por ela no instante em que a viu tom ando banho no

fum avam de noite... então deixaram de se preocupar e

chafariz da praça da Sé. Ficou um bom tem po reparan­

fum avam o tem po todo , dando os truques que podiam.

fum avam de tarde; o que conseguiam ao entardecer,

r e v is ta

e

43


ot seu lugar ficava guardado na ausência de uma fuga ou, o que era menos freqüente, cadeia vencida. Q uanto às besteiras de M aria, sempre soube, de um je ito ou de outro, que esse tipo de coisa não faltava gente pra contar. M aria descia direto. Caía mais baixo a cada notícia. Um dia, lá pelo m eio de uma dessas penas, alguém visitando alguém veio lhe bater que a m ulher tinha perdido a criança. E mais os “detalhes maldosos": que ela tinha dorm ido em cima da m enina, que a tinha m atado afogada com “o peso do próprio do corpo”. João começou então a contar os dias. Só pensava no que ia fazer com “aquela”. Nada que ele pensava fazer dela era bom . Aliás, era “m uito ruim ”, com o ele dizia; não daquela “ruindade geral”, mas, conform e explicava, de “uma outra", mais específica, a “m aldade do pai que não era mais". Não pensou m uito e resolveu pela faca, que não fazia b arulh o,

não

custava

nada

e dava

aquele

te m p o

necessário praquele que m orria ver aquele que matava e praquele que matava ver a vida sum ir dos olhos do que m orria, p o rq u e jo ã o sabia que os olhos embaçavam Maria desaparecia. Dizia que ia visitar amigos e pas­ sava semana longe. Pra João ela dava por dinheiro, ou por pedra mesmo, que eles tinham perdido todo o crédito financeiro. Baixou cacete nela.

quando a alma “se evadia definitivam en te do corpo de uma pessoa". Q uando

recebeu

o

alvará,

era

um a

te rç a -fe ira .

Ela negou.

Atravessou a Cruzeiro do Sul e roubou uma dessas facas

Depois Maria ficou grávida e João passou uns meses

de serra no prim eiro restaurante de quilo com churras­

desconfiado. Porque desconfiava, batia. Porque batia, a

co que encontrou. Pegou da mesa perto da calçada e

criança acabou vindo antes. No fim dos sete meses,

saiu correndo. Sim plesm ente. Sim plesm ente correu que

quando a menina nasceu, João viu que “lhe parecia”. E tranqüilizou.

nem louco, até perceber que ninguém o seguia e andar feito gente.

Agora, onde dois fumavam m uito, um tinha de com er

Passou a procurar por ela pelos piores lugares e não

alguma coisa! Comiam. Mal e mal. Maria teve leite, é

demorou a encontrar, se oferecendo embaixo de uma

preciso que se diga. Deu pra criança. Não devia ser bom, porque a menina dorm ia pouco e vivia irritada.

árvore na Barra Funda. Naquele m om ento Maria ainda abriu os braços como se fosse abraçá-lo. Ele deixou

João, que não tinha espelho, aprendeu a se enxergar

chegar, então, numa rasteira ele já a tinha jogado na calça­

na expressão daqueles que cruzava. Percebeu que esta­

da, a lâmina encostada na garganta. Maria não reagiu mais

va acabando pela quantidade de horror que a cara dos

que esse susto da surpresa. João tam bém não foi além

pedestres lhe devolvia. Cada vez mais envergonhado,

dessa ameaça. Ficou olhando bem pra dentro do olho

que vergonha ele ainda tinha, foi ficando fraco. O peito

dela, como os outros assustados nunca o olhavam pela

zuncando. As pernas trêm ulas. Paranóico. Depois dos toca-fitas foram as trombadas. Trombava,

rua diária da amargura azeda. Procurou por aquele brilho que queria roubar com a faca, mas era apenas uma coisa

mas ficava cada vez mais difícil de correr. Até que não

sem fundo. Esperou um tem po enorm e pra que a alma

agüentou mais dar aqueles piques e foi pego com duas

aparecesse à flor daquilo... e nada. Então se ergueu, bateu

carteiras que não eram dele. Não deu tem po de se des­

o pó das calças e foi embora sem olhar pra trás. Não que

fazer dos documentos e “deu-se o flagrante". Assinou

ele “se arrependesse”, que arrependim ento era, segundo

na marra por umas coisas que não fez, mas entre “o que se faz” e o que se “deveria fazer”, pra ele tinha “nenhum

ele mesmo, algo que “não aprendeu na escola”. Era mais que seria “desnecessário”, pois João, tendo olhado daque­

de diferença”. Nesse m eio tem po João não percebera

le je ito dentro do que sobrara de Maria, entendera que o

um outro “acontecim ento histórico”: tinha ficado “de

melhor, por ser pior, era deixar que o resto dessa vida se vingasse nas burradas dela. ■

m aior". Nessa prim eira vez “devidam ente responsável por seus atos”, amarrou três anos no pavilhão sete do Carandiru. Foi lá que nos conhecemos, na terceira ou quarta reincidência, que ele era tão bom naquilo que

44 r e v i s t a

e

F e rn a n d o B o n a s s i é a u to r , e n tre o u tr o s , d e P ro va C o n t r á r ia ( E d i t o r a O b j e t i v a ,

2003).


iSTREIAS TEATRAI «V

á > V ^e S \< ^ ^

o > \> -


São P au lo 2 0 0 4

PROGRAMAÇÃO ABRIL

DE

2004

jN\ÍC@ Declareseuamoràcidade.

INDICE AV. PAULISTA BELENZINHO CARMO CINESESC CONSOLAÇÃO INTERLAGOS IPIRANGA ITAQUERA ODONTOLOGIA PARAÍSO PINHEIROS POMPÉIA SANTO AMARO SANTO ANDRÉ SANTOS SÃO CAETANO VILA MARIANA

50 51 51 54 55 56 57 58 59 60 63 64 66

68

69 71

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO - SESC Administração Regional no Estado de São Paulo

Conselho de Redação e Programação Diretor Danilo Santos de Miranda

Presidente: Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda

Crislianne Lameirinha, Fernando Fialho, Crislione Ferrari, Shirlei Torres, João Omar Gambini, Jonadobe F.da Silvo, Marcos Ribeiro de Carvalho, Silvio Brelhaupt, Lauro Freire, Simone Yunes, Rogério Furlan, Suzona Garcia, Luiz Fernando Figueiredo, Elizabete Vecchiolo, Regina Sodré, Marcos Luchesi • Arte de Anúncios: Daniel Viana, Érica Martins Dias, Lourdes Teixeira e Sérgio

REVISTAE

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Sesc São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-903 tel. (11) 3179-3400. fax. (11) 3284-1357. Jornalista Responsável Miguel de Almeida MTB14122. A Revista Eé uma publicação do Sesc de São Paulo, reali­ zada pela Lazuli Editora. Distribuição gratuita. Nenhuma pessoa está autorizada a vender anúncios. Esta publicação está disponível no site:

SESC SR

Membros Efetivos: Carlos Eduardo Gabas, Cícero Bueno Brandão Júnior, Eduardo Vampré do Nascimento, Eládio Arroyo Martins, Fernando Soranz, Heiguiberto Guiba Delia Bella Navarro, Ivo Dall'Acqua Júnior, José Maria de Faria, José Sanlino de Lira Filho, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, Valdir Aparecido dos Santos, Walace Garroux Sampaio • Suplentes: Amadeu Castanheiro, Arnaldo José Pieralini, Henrique Paulo Marquesin, Jair Toledo, João Herrera Martins, Jorge Sarhan Salomão, José M aria Saes Rosa, M ariza Medeiros Scaranci, Mauro José Correia, Mauro Zukerman, Rafilc Hussein Saab, Vagner Jorge • Representantes no Conselho Nacional - Efetivos: Abram Szajman, Eudides Carli, Raul Cocito • Suplentes: Aldo Minchillo, Manuel José Vieira de Moraes • Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda.


Estréias teatrais, muito cinema e música em abril nas unidades do Sesc. 0 CineSesc celebra trinta anos do Festivat Sesc dos Methores Filmes; os espetáculos Pogu Que e Shi-Zen, 7 Cuias, este sob direção de Tadashi Endo, estréiam no Belezinho; 0 Inspetor Geral (foto) inicia temporada no Vila Mariana; Hip-Hop - Os 5 Elementos,

no Itaquera; e o diretor grego Theodoros Terzopoulos faz duas noites de sua nova peça Epigoni, no Consolação


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Endereço: A v. Á lvaro Ramos , 9 1 5 Telefone: (0 X X 1 1) 6 6 0 2 3 7 0 0 H orário: Terça a Sexta, das 13h às 2 2 h, Sábados , domingos e feriados, das IO h à s 19 h email@belenzinho.sescsp.org.br

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DANÇA T E A TR O espetáculos A L D E O T A S . Texto: G ero C am ilo. Direção:

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Q u ito . C om : G e ro Descartes. N o G alp ã o 10,00 (□ ). R$ 7 ,5 0 (O Sábados e domingos,

O Z U R R O D O A S N O . Direção: Roberto

/ulgaçãc

Bacci. Com : Elena C iardella, M arco De Liso, A ndréa Fiorenlini, Renzo Lovisolo, Silvia Pasello, Silvia Rubes e Tazio Torrini. Produção: Fondazione Pontedera. N o palco d o Teatro. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 15 .0 0 (□ ). RS 1 0 ,0 0 (O ❖ ). A té 0 4 /0 4 . De quinta a dom in g o , às 19h30.

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P A G U Q U E . Concepção e Direção: Chris-

sultado original e contemporâneo regis­ trado no Cd [do bom e do melhor] que se­ rá lançado na ocasião. Para acompanhálo M arcos Suzano (percussão), Jamil Joanes (baixo), Nilton Rodrigues (trumpete/fluegelhom), M acoé (saxofone tenor e alto) e Roberto Marques (trombone). 2 6 /0 4 .

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48 r e v i s t a

e

ARTES PLÁ S TIC A S E V IS U A IS

ALE^FIJEMMING. Montada a partir do acervo do Sesc, a mostra Paulistana cele­ bra o aniversário da cidade apresentan­ d o 36 fotogravuras que revelam flagran­ tes do dia-a-dia de anônimos de São Paulo e suas profissões na década de 80. Grátis. Até 0 2 /0 4 . Segunda a sexta, das 1Oh às 19h. E S Q U E L E T O C O L E T IV O . O grupo é uma as­

sociação de artistas e produtores empe­ nhados em am pliar as fronteiras da arte no cotidiano, trabalhando conjuntamente com outros artistas e grupos. Composto pelos artistas Rodrigo Barbosa, Mariana Cavalcante, Luciana Costa, Eduardo Verderame e Thereza Salazar, transpõem para o espaço da galeria o universo grá­ fico e imagético das ruas de São Paulo. Grátis. De 0 7 /0 4 a 0 7 /0 5 . Segunda a sexta, 1Oh às 19h.

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Centro de Pesquisa Teatral. Direção: Tadashi Endo. Com : Ricardo Puccefti, Cados Sim ione, A n a Cristina Colla, N oom i Silman, Raquel Scotti Hirson, Jesser de Souza e Renato Ferracini. M aiores de 12 anos. N o Teatro. R$ 15,00, R$ 10 ,0 0 p ) . R$ 7 ,5 0 (O ❖ ). De 1 7 /0 4 a 0 6 /0 6 . Sábados e d om in­ gos, às 19h.

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São Paulo e a Fundação Padre A nchieta. D om ingo, às 11 h. Teatro. R$ 5,0 0 ; R$ 2 ,5 0 (□ ). G rátis (O ). « M e s t r e s d o S é c ú lo X X . O bras p ara piano e orauestra de H. O sw ala e S. Prokofierf, J. Sibelius. Com Eduardo M o n te iro (piano) sob a regência do M aestro Lufero Rodrigues. 1 8 /0 4 . « A M ú s ic a d o s M e s tr e s . O b ra s de Beelhoven e Mendelssohn. Regência d o M aestro H enrique Lian.Teatro. 2 5 /0 4 .

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M O S A IC O

ESP O R TE S GALPÃO ESPORTIVO. Grátis. Espaço da

U nidade a d a p ta d o p a ra prática esportiva e recreação, em uma série de modalidades diferenciadas com o tênis de mesa, futebol de botão, badm inton e escalada. « M i n i Q u a d r a s . Basquete,


Flávia G iordano. 2 3 /0 4 , sexta, das 14h às 18h. « M a io n e s e s , C r e m e s e T e m p e r ­ o s p a r a S a la d a s e M o lh o s D iv e rs o s .

Com M arelni Gomes Azevedo. 2 7 /0 4 , terças, das 14h às 18h. « B e r in je la , M ito s e V e r d a d e s . Com M aura Boccato Corá Gomes. 3 0 /0 4 , sexta, das 14h às 18h. clínicas odontológkas O D O N T O S E S C . Informações e agenda-

mentos na Central de Atendimento. Terça a sábado, das 9h às 18h. IN F A N T IL espetáculos L O L O B A R N A B É . Texto: Eva Fumari.

Direção: Cia. Circo de Bonecos. AtoresManipuladores: A nie Welter, Cláudio Saltini, Sidnei Caria e Teka Queiroz. A partir de 4 anos. R$ 6,00; R$ 4 ,5 0 (□). R$ 3,00 (❖). Até 3 0 /0 5 . Sábados e domingos, às 16h.

B R IN C A N T E . N a Praça de Eventos. Grátis. De 0 1 /0 4 a 3 0 /0 4 . Sábados e domingos, das 14h às 18h.

S K S S d

TER C EIR A ID A D E

DE SALÃO. Com Caria Lazazzera. R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). Até 2 9 /0 6 . Terças e quintas, às 16h.

DANÇA

voleibol e fulsal. Terça a sexta, das 13h30 às 21 h30. Sábados, dom ingos e feriados, das 1Oh às 18h. « E s c a la d a E s p o r tiv a . Q uinta, das 17b às 21 h. Sábados, dom ingos e feriados, das 14h às 18h. aulas abertas PROGRAMA DE INICIAÇÃO ESPORTIVA Grátis. « A d o l e s c e n t e / A d u lt o . Este mês

escalada esportiva. A cim a de 15 anos. Até 3 0 /0 6 . Q uartas e sextas, 19 h3 0 às 21 h. « In f a n t il. Escalada esportiva. Até 2 9 /0 6 . Terças e quintas, às 15h e às 16h.

às 16h; sextas, às 18h30; sábados das 1Oh às 11 h30. B A L C Ã O D E O R IE N T A Ç Ã O E S P O R T IV A .

Grátis. De 0 6 /0 1 a 3 0 /1 2 . Terça a sexta, das 15h às 21 h.

Com Cássio de O liveira. R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O ). À s 10, 11 ,12 e 13h.

M A S S A G E N S D A M E D I C I N A T R A D I­ C I O N A L C H IN E S A . Utiliza m anobras de

auto-massagens. Com M aria Lúcia Lee. R$ 8,00; R$ 6 ,0 0 (□). R$ 3 ,00 (O). 2 7 e 2 9 /0 4 . Terças e quintas, das 15h às 16h30 e das 19h30 às 21 h.

Serão trabalhados Xiang G ong e Tai Ji Q i Gong. N a Praça de Eventos. Grátis. Até 2 7 /0 6 . Domingos, às 1Oh. T A I C H I C H U A N . N a Praça de Eventos.

recreação SKATE, BICICLETA E PATINS. Prática de

M ini Rampa e Street. Grátis. C onfira a grade de horários no G a lpã o Esportivo. Grátis. Terça a dom ingo. « M e n o r e s d e 1 0 a n o s . H orário especial. torneios e campeonatos B A S Q U E T E D E T R IO S .

Fe m inin o e masculino na m o da lida de de Street Bali. G rátis. 3 0 /0 4 . Sexta, das 19h às 21 h; sá bado e d om in go , das 14h às 17h30 .

E M P R É S T IM O D E M A T E R IA L Grátís.Terça

a sexta, das 13h30 às 21 h; sábados, domingos e feriados, das 1Oh às 18h. C O R P O E EXPRESSÃ O CLUBE DA CAMINHADA « O r i e n t a ç ã o e M o n ta g e m d e P ro g ra m a s p a r a C a m in ­ h a d a . Grátis. Terças, quartas e quintas,

M UTAÇ ÃO

12,50

F ÍS IC A . R$ 25,00 (□). R$ (O). 1 3 /0 4 . Das 15h às 21 h.

lanchonetes B A R . Terça a sexta, das 14h às 21 h; sába­

aulas abertas H A R M O N IZ A Ç Ã O D O S S O P R O S V IT A IS . ESCOLA RADICAL Skate, Bike, Patins e Escalada. « S k a t e . Aulas aos sábados.

SAÚDE E AUM EN TAÇÃO

Grátis. Até 2 6 /0 6 . Sábados, às 1Oh.

U A N G O N G . Com Rosangela Accioli. R$

60,0 0 (□). R$ 35,00 (O). Quartas e sextas, às 14 h 3 0 ,16 h l 5 e 19h30; sába­ dos, às 1Oh. PROGRAMA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 40 ,0 0 (□). R$ 20,00 (O) •A lo n g a m e n t o e T é c n ic a s d e R e la x a m ­ e n to . Q uartas e sextas, às 19h30. •C ir c u it o d e B o x e . Quartas e sextas, às 20h30. « C o n d ic io n a m e n t o F ísico . Terças

e quintas, às 20h30. Quartas e sextas, às 18h30. « G in á s t ic a L o c a liz a d a . Terças e quintas, às 18h30. « G in á s t ic a L o c a liz a ­ d a c o m P e so s L ivres . Terças, quartas, quintas e sextas, das 18h30 às 21 h. •S te p . Terças e quintas, às 19h30. Y O G A . Com Helena M aria Santos. R$

dos domingos e feriados, das 1Oh às 21 h.

U A N G O N G . Com Luiza Yooko. R$ 35,00

{□). R$ 25,00 (O). Quartas e sextas, às 9h e à s 10h30. Com Helena M aria Santos. R$ 40,00 (□). R$ 20,00 (O). Terças e quin­ tas, às 8h30.

YOGA

ginástica CULINÁRIA INTELIGENTE - QUALIDADE E BAIXO CUSTO. R$ 5,0 0 ; R$ 2,00 (□). R$ 1,50 (O ). « S u b s titu in d o a C a r n e p o r p r o t e ín a V e g e t a l. Com Solange Pereira

dos Santos. 0 6 /0 4 . terça, das 14h às 18h. « R e fe iç ã o V e g e t a r ia n a . Com Marleni Gomes Azevedo. 1 3 /0 4 , terça, das 14h às 18h e das 18h30 às 22h. • C r e p e s D o c e s e S a lg a d o s . Com Marleni Gomes Azevedo. 1 6 /0 4 , sexta, das 14h às 18h. « A lim e n t o Id e a l p a r a o C é r e b r o . Com Solange Pereira dos Santos. 2 0 /0 4 , terça, das 14h às 18 e das 18h30 às 22h. « P r o p r ie d a d e s T e ra p ê u tic a s d o s V e g e t a is . Com M aria

PRÁTICAS CORPORAIS PARA A 3a IDADE.

R$ 20,00 (□). R$ 10,00 «Alongamento. Terças e quintas, às 15h. Quartas e sextas, às 16h. « G in á s t ic a . Terças e quin­ tas, às 14h e 16h. Quartas e sextas, às 15h.

UGM AÇÃO FOCALIZADA N O IDOSO.

Ciclo de palestras com advogadas da OAB. Grátis. « Id o s o e o D ire ito C iv il. 1 5 /0 4 . Q uinta, às 14h. « Id o s o e o D ire ­ ito P e n a l. 2 2 /0 4 . quinta, às 14h. « Id o s o e o D ire ito d o C o n s u m id o r . 2 9 /0 4 . quin­ ta, às 14h.

Para fazer a matrícula no Sesc são necessários os seguintes

’

documentos: Trabalhador no comércio e serviços, em atividade ou aposentado - carteira profissional e documento de identidade. Dependentes: cônjuge - certidão de casamento e documento de identidade; filhos menores de 21 anos certidão de nascimento ou doc. de identidade; pais do titular documento de identidade. Para os aposentados, apresentar também o carnê do INSS. Outros: documento de identidade do titular. Dependentes: cônjuge - certidão de casamento e documento de identidade; filhos menores de 21 anos- certidão de nascimento ou documento

de identidade. 5 0,0 0 (□). R$ 25,00 (O). Terças e quin­ tas, às 16h, 18 h 3 0 , 1 9h30 e 20h30. L A matrícula tem validade de 12 meses.

r e v is ta

e

49


CARMO d e im a g e n s . 1 2 , 1 4 e 1 6 /0 4 . S egunda, q u a rta e sexta, das l l h às 12h. « B l o g . 16, 1 9 , 2 3 , 2 6 , 2 8 e 3 0 /0 4 . S egundas, q u a rta e sextas, das 17h às 18h. • I n t e r n e t . 2 6 , 2 8 e 3 0 /0 4 . S egunda, q u a rta e sexta, das 11 h às 12h. • E d iç ã o

V I V Ê N C IA E R E F L E X Ã O S O B R E O E N V E ­ L H E C IM E N T O . Com Da Iva G arcia. R$

6 .0 0 p ) . R$ 3 ,0 0 (O ). A té 0 5 /0 5 . Q uartas, das 14h às 16h. V IS IT A A O M E M O R IA L D O IM IG R A N T E .

L IT E R A T U R A

HORIZONTES LITERÁRIOS. « E n c o n tr o c o m E s c r it o r . F e rn a n d o B onassi,

!t W

T E R C E IR A ID A D E

fa la rá de sua tra je tó ria lite rá ria . G rátis. 2 9 /0 4 . Q u in ta , às 18 h 3 0 , na B iblioteca. B IB L IO T E C A S . G rátis. S egunda a sexta,

Indui transporte e seguro. R$ 6 ,0 0 p ) . R$ 3 ,0 0 (O ). 1 5 /0 4 . Q uinta, às 13h. Inscrições antecipadas. S A R A U C U L T U R A L M Ú S I C A E L IT E R A T U ­ R A ! Com Daisy Fonseca Rebello. Partici­

pação Dulce França, Cecília Ribeiro e Leonor Basso. Grátis. 1 6 /0 4 . Sexta, às 16h30, no Salão I.

das 1 Oh às 19h. Q I - G O N G - EQUILÍBRIO E S A Ú D E . Com

C láudio Lopes. Parceria com o Hospital da M ooca. Grátis. 19 e 2 6 /0 4 . Segun­ das, às 14h. A uditório.

ESPO RTES

m

•

T c H A V E D O XADREZ. « C u r s o B á s ic o d e X a d r e z p a r a I n i c i a n t e s . R$ 1 0 ,0 0

P ) . R$ 5 ,0 0 (O ). De 0 5 a 2 8 /0 4 . S egundas e quartas, das 16h às 18h. • X a d r e z R e l â m p a g o . Inscrições de 0 5 a 1 2 /0 4 , na S obreloja. G rátis. 1 3 /0 4 , 1 5 /0 4 . Terça e q u in ta , das 14h às 17h.

T A R D E S D E E N C O N T R O S - SER ESTAS B R A S IL E IR A S . Com Yara Marques. R$

4 .0 0 p ) . R$ 2 ,0 0 (O ). 3 0 /0 4 . Sexta, às 16h30, no Salão 1. workshops DANÇAS COREO G RAFADA S PARA V Á R IA S G E R A Ç Õ E S . Com Bina Rossel.

N o auditório. R$ 6 ,0 0 p ) . R$ 3 ,0 0 (O). Até 0 5 /0 5 . Q uartas, às 1Oh.

C O R P O E EXPRESSÃO

P O S T U R A L . C om Tania G u e rra . R$ 4 5 ,0 0 ; R$ 4 5 ,0 0 P ) . R$ 2 5 ,0 0 (O ). Q u in ta s, das 8 h 3 0 às lO h . S ala 1 de G inástica.

R E O R G A N IZ A Ç Ã O

B O L S A D E O R J G A M I C O M G A R R A F A PET.

Com Helena Alves. Ateliê. R$ 6 ,0 0 p ) . R$ 3 ,0 0 (O ). Até 0 1 /0 4 . Quintas, às 1Oh.

A L O N G A M E N T O . C om

Fernando Bonassi, n o Horizontes Literários. D i a 2 9 / 0 4

Endereço: Rua do Carmo, 147 Teiefone: (0XX11) 3 1 05 9121 Horário: Segunda a Sexk, das 9h às 20h. em ail@ carm o .sescsp .o rg .br

G rá tis. 1 4 /0 4 . Q u a rta às 13h. Igreja d o Beato A n chieta - Pateo d o C olle-

Regina Stori. A c im a de 15 anos. R$ 3 7 ,0 0 ; R$ 3 0 .0 0 p ) . R$ 1 8 ,5 0 (O ). S egundas e q u a rta s, às 14h e às 16 h . Terças e qu in ta s, às 15h e às 19h. R$ 9 ,5 0 ; R$ 7 ,5 0 p ) . R$ 5 ,0 0 (O ). De 1 6 /0 1 a 1 7 /1 2 . Sextas, às 9h.

ginástico A L O N G A M E N T O . R$ 19,00; R$ 15,00

GAP. « C o n d i c i o n a m e n t o F ís ic o I . C om

P ) . R$ 9 ,5 0 (O ). Segundas e quartas, às 14h. Terças e quintas, às 15h.

R egina S tori e F ern a n d o A n d ra d e . R$ 6 3 , 0 0 ; R$ 5 0 , 0 0 p ) . R$ 3 1 , 5 0 (O ). S egunda a sexta, das 8h às 17h.

TE A TR O

A U d Ít Ó R IO

espetáculos CENTRO EM CENA. « H o je t e m M a r m e l a ­ d a . Com a Cia. Circo Navegador.

C E L S O G A R C I A . G rá tis .

2 9 /0 4 . Q u a rta , às 12 h 3 0 . A u d itó rio C elso G a rc ia , R. R oberto S im onsen, 2 2 .

Grátis. 15 e 2 2 /0 4 . Q uintas às 13h, no Poupatempo-Sé.

DANÇ ANTE.

DEGUSTASSOM. Programa de música ao

50 r e v i s t a

e

15 anos. R$ 3 7 ,0 0 ; R$ 3 0 ,0 0 p ) . R$ 18,5 0 (O ). Segundas e quartas, às 17 e 18h. Terças e quintas, às 17 e 18h.

G IN Á S T IC A . Com Fernando A ndrade e

M a ria do C arm o. R$ 19,00; R$ 15,00 p ) . R$ 9 ,5 0 (O). Segundas e quartas, às 15h. Terças e quintas, às 14h.

R E C IC L Á V E IS . Com Equipe Recidartes. R$ 6 ,0 0 p ) . R$ 3 ,00 (O ). 0 6 ,1 3 ,2 0 e 2 7 /0 4 . Terças, às 1Oh. Ateliê.

ARTESANATO C O M

T A P E Ç A R IA S O B R E T E L A . Com Ida Pinto

Videira. R$ 6 ,0 0 p ) . R$ 3 ,0 0 (O ). 0 8 , 1 5 ,2 2 e 2 9 /0 4 . Quintas, às 1Oh. Ateliê. F É R IA S E T U R IS M O S O C IA L

restaurantes P R A T O E X P R E S S O . R$ 4 ,3 0 p ) . R$

2 ,7 0 (O ). Segunda a sexta, das 11 às 14h. S O C IE D A D E E C I D A D A N IA

passeios de um dia V IA G E M C O M M Á R IO D E A N D R A D E S Ã O R O Q U E -S P . Indui transporte, acom ­

panham ento de guia Embratur, lanche e almoço. R$ 9 6 ,0 0 p ) . R$ 8 0 ,0 0 (O). 1 7 /0 4 . Sábado, saída às 7 h 3 0 e retom o previsto às 17h.

W VENDO E APRENDENDO: OFICINAS M U L T IM ÍD IA E IN T E R N E T

(O). 1 9 /0 4 . Segunda, às 19h. oficinas INTERNET UVRE. G rátis « E - m a i l . 0 5 , AFFETTUO SO .

C om F ern a n d o A n d ra d e e M a ria d o C a rm o . R$ 4 2 , 0 0 ; R$ 3 4 , 0 0 p ) . RS 2 1 .0 0 (O ). S egundas e q u a rta s e terças e qu in ta s, às 14, 1 7 , 18 e 19h.

de Jesús Mendes. Ateliê. Grátis. Até 2 6 /0 4 . Segundas, às 1Oh.

S A Ú D E E A L IM E N T A Ç Ã O

vivo no restaurante. R$ 7 ,9 0 p ) . R$ 4 ,7 0 (O). « T rio Á s d e C o r d a s . 0 1 , 15 e D A N Ç A D E S A L Ã O . Com Jaim e A rô x a . 2 9 /0 4 . Quintas, das 12 h l5 às 1 4 h l5 . R$ 4 5 ,0 0 p ) . R$ 2 5 ,0 0 (O ). Q u a r­ • A s C h o r o n a s . 0 6 e 2 0 /0 4 . Terças, das tas, das 19h às 2 0 h 3 0 . 1 2 h l5 às 1 4 h l5 . • G r u p o In s tru m e n ta l L u a d e P r a t a . 0 8 e 2 2 /0 4 . Quintas, das D A N Ç A D O V E N T R E . C om S im one 1 2 h l5 às 14h 15. « O r n a r I z a r T rio . 13 Bom entre. R$ 4 5 ,0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 e 2 7 /0 4 . Terças, das 12 h l 5 às 14 h l 5. (O ). A p a rtir de 0 2 /0 4 . Sextas, das 1 9h às 2 0 h. Sala 1 de G inástica.

música erudita GRUPO CONCERTO

I I.

G I N Á S T I C A . A cim a de

G rá tis . 2 3 / 0 4 . S exta, das 17h às 2 0 h . S a lã o 1.

SEGUNDA N O CARMO. « R o s a M a r y a C o lin - "C la s s ic s " . R$ 6 ,0 0 p ) . R$ 3,0 0

F ís ic o

DANÇA aulas abertas HAPPY HOUR

M Ú S IC A

« C o n d ic io n a m e n to

P IN T U R A S O B R E T E L A . Com O lg a Calixto

0 7 , 12 e l 4 / 0 4 . Das 17h às 18h.

PARA EDUCADORES. « C o n s t r u ç ã o d e I n s t r u m e n t o s M u s ic a is e M u s ic a l iz a ç ã o . Com Fernando Sardo. R$ 10,0 0

P ) . R$ 5 ,0 0 (O ). 12 e 1 4 /0 4 . Segun­ da e quarta, das 1Th às 20h.

P A S S E IO A O S E S C B E R H O G A . Indui trans­

porte com seguro, café da manhã, alm oço e utilização do balneário. R$ 6 2 ,5 0 p ) . R$ 5 2 ,0 0 (O ). 2 3 /0 4 . Sexta. Saída às 6 h 3 0 e retom o previsto às 17h.


CONSOLACAO

30° Festival CineSesc dos Melhores Filmes de 2003 (na foto, O Homem que Copiava)

Endereço : R ua A ugusta , 2 0 7 5 Telefone : (0 X X 1 1 ) 3 0 8 2 0 2 1 3 e m a il@ cin e se sc .se sc sp .o rg .b r

30 ° FESTIVAL SESC DOS MELHORES FIL­ MES DE 2003. O Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2 0 0 3 contou com

o v otação d e 3 7 críticos e de um p ú­ blico estim ado em 4 1 5 votantes e fre­ qüentadores d o CineSesc. A s ca te go ­ rias prem iad a s são qu atro , m elhor fil­ me, diretor, a to r e a triz d o cinem a brasileiro e estrangeiro. Este an o se­ rão exibido s 3 6 títulos com destaque p a ra Invasões Bárbaras, com d ireçã o de Denys A rc a n d , O Filho, dos irm ãos D ardenne, Am arelo M anga, de C láu ­ d io e Assis e O homem que Copiava, de Jorge Furtado. De 0 5 a 2 2 de a b ril R$ 4 ,0 0 e R $2,00. é tudo verdade E Tudo Verdade. N o na edição do m a ior

3 DE ABRIL (SÁBADO). « 1 5 h . Weather Underaround - dir: Sam Green & Bill Seagaí. • 1 7 h . Eisenstein e Meverhold, Um Duplo Retrato do Interior da Época - dir: G a lin a Evtushenko. • 1 9 h . Livro

para M anuelzão - dir: A ngélica dei N e ry. Lambe Sujo - d ir: G a b rie la G reeb, Paulo Dias & M arianna M ontei­ ro. O Sumiço do Am igo Invisível - dir: Paola Barreto Leblanc. Abry. dir: Joel Pizzini & Paloma Rocha. « 2 1 h . Do O u­ tro Lado do Rio - d ir: Lucas Bambozzi. 2 3 h . Touching the Void - dir: Kevin M acD onald. 4 DE ABRIL (DOMINGO) 1 5 h . Porão dir: Fernando M ozart. Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife - dir: M á rio C arneiro. Carolina - dir: Jeferson De Um C affé com o M iécio - dir: Cados A drian o. 1 7 h . Todas as Garotas que Já Am ei - dir: Henrique G oldm an

Endereço: Rua Doutor Vila Nova, 245 Telefone: (0XX11) 3 2 34 30 0 0 Horário: Segufda a Sexia, das 9h às 22h. Sábados e feriados, das 9h às 17h30. email@consolacao.sescsp.org.br TE A T R O espetáculos PR Ê T -À -P O R T E R 5 . R$ 10,00; R$ 7,50 (□).

Com Attis G rupo (Grécia). Direção: Theodoros Terzopoulos. R$ 20,00; R$ 15,00 (□). R$ 10,00 (O). 09 e 1 0 /0 4 . Sexta, às 21 h, e sábado, às 19h eàs21h30.

E P IG O N I .

C R E D O R E S . De August Strindberg (1849 -

1912). Direção: Anlonio Gilberto. Com Alessandra Negrini, Emílio de Mello e Marcos Winter. R$ 20,00; R$ 15,00 (O). R$ 10,00 (O). 2 3 /0 4 a 3 0 /0 5 . Sexta e sábado, às 21 h. Domingos: 19h. M Ú S IC A

Io

C ao Guim arães. 2 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA). • 16 h. The Corporation - dir: Jennifer A b b o t & M ark Achbar. • 19 h . Jardim - dir: A d i Barash & V im a M olina. *21 h. Evandro Teixeira: Instantâneos da Realidade dir: Paulo Fontenelle. «23h. Morte Den­ sa - dir: Jurandir M üller & Kiko G o if-

2 9 /0 4 . Quarta e quinta, às 20h.

R$ 5 ,00 (O). Sábados, às 19h.

festival dedicado a o cinem a docum en­ tário na A m érica Latina. DE ABRIL (QUINTA-FEIRA) • 17 h. As Pessoas de Angkor - dir: Rilhy Pahn. • 19h. Les Escadrons de Ia M ort L'Ecole Française - dir: M a rie-M onique Robin. «21 h. A Alm a do Osso - dir:

d io N u c a . 1 2 /0 4 . Segunda, às 20h. • Z a r a b a t a n a . 13 e 1 4 /0 4 . Terça e quar­ ta, às 20h. « N e y M e s q u ita . 15 e l6 /0 4 . Quinta e sexta, às 20h. « R e n a to B rá s . 19 e 2 0 /0 4 . Segunda e terça, às 20h. « B ia G o e s . 22 e 2 3 /0 4 . Quinta e sexta, às 20h. « M a r i o G il. 26 e 2 7 /0 4 . Segunda e terça, às 20h. « R o d r ig o R o d rig u e s . 28 e

C E M . Com alunos do Centro Experimental de Música Sesc Consolação. Orientação de Fabio Tagliaferri. Hall de Convivência. Grátis. 3 0 /0 4 . Sexta, às 20h.

TO Q U E C O M O

90 ANOS DE CAYMMI. « D a n ilo e D o ri C a y m m i. Teatro Sesc Anchiela. R$ 10,00;

UNDERGROUND, pa ssa d o / presente ? Grátis « D e b a te . Com Aguilar, Celso Curi e

Antonio Bivar. Sala Omega. Retirada de senhas às 19h. 0 1 /0 4 . Quinta, às 20h. •S u b te r râ n e o s . Com Grupo Neo Tao, Mídia Ka, Zaratruta e Baaue Bolado. Espaço Sub. Retirada de senhas à partir

das 19h. 01 e 0 2 /0 4 . Quinta, às 21 h30. •L o u r e n ç o M u t a r e lli. Bate papo. Sala Omega. Retirada de senhas a partir das 1Th. 0 2 /0 4 . Sexta, às 18h. « W a lt e r F ra n ­ co . Show. Hall de Convivência. 0 2 /0 4 . Sexta, às 20h. « A r r ig o B a m a b é . Show. Teatro Sesc Anchiela. R$ 10,00; R$ 7,50 (U). R$ 5,00 (O). 0 3 /0 4 . Sábado, 21 h. •M a r c e lo N o v a . Show acústico. Teatro Sesc Anchiela. R$ 10,00; R$ 7,50 (□). R$ 5,00 (O). 0 4 /0 4 . Domingo, às 20h.

A P E R F E IÇ O A M E N T O M U S IC A L (IN F A N T IL , A D U L T O E A D O L E S C E N T E ). Agendamen-

lo para seleção: de 1 2 a 2 0 /0 4 , no CEM. Segunda a sexta, das 13 às 21 h30, sába­ do das 9 às 15h. Seleção: de 26 a 3 0 /0 4 .

R$ 7,50 (□). R$ 5 ,00 (O). 0 5 /0 4 . Segun­ da, às 21 h. « J u s s a ra S ilv e ir a . Teatro Sesc CURSOS. R$ 60,00 (□). R$ 30,00 (O). De Anchiela. R$ 10,00; R$ 7,50 (□). R$ 01 a 3 0 /0 4 . « C a n to à c a p e la . Quartas, 5,00 (O). 0 6 /0 4 . Terça, às 21 h. « A n a das 20h às 21 h30. « C a n to , c o rd a s e L u iz a . Hall de Convivência. Grátis. 0 7 e p e rc u s s ã o . Segundas e quintas, das 20h 0 8 /0 4 . Q uarta e quinta, às 20h. « C lá u ­

r e v is ta

&

51


SESCCONSOLAÇAO às 21 h30. « G r u p o d e V io lin o s e V i o l a s / G r u p o V io lo n c e lo s / G r u p o d e C o n tr a ­ b a ix o s . Segundas e sextas, das 18h30 às 20h. « G r u p o d e V io lõ e s e G u ita rr a s . Segundas, das 20h às 21h30. « H a r m o ­ n ia e Im p r o v is a ç ã o . Segundas, das 15h45 às 16h45. « O r ie n t a ç ã o V o c a l p a r a A to r e s . Quinlas, das 16h às 17h. •O r q u e s t r a d e C o r d a s . Terças e sextas, das 20h às 21 h30. « P rá tic a d e C o n ju n to e P e rfo r m a n c e M u s ic a l. Segundas e quin­ tas, das 20h às 21h45. « T é c n ic a V o c a l. Segundas, das 18h30 às 20h; Sábados, das 13H30 às 15h. « T o d o s o s B lues . Sextas, das 20h às 21 h30. G R U P O M U S IC A L I N F A N T IL R$ 40 ,0 0 p ) .

R$ 20,00 p ) . De 01 a 3 0 /0 4 . Terças, das 1Th às 18h. Sextas, das 16h às 1Th. IN IC IA Ç Ã O M U S IC A L (A D U L T O S E A D O L E S C E N T E S ). A partir de 13 anos.

Inscrições: de 3 0 /0 4 a 0 8 /0 5 , na Central de Atendimento. Segunda à sexta-feira das 12h30 às 21 h, e sábado das 9h às 15h. M Ú S IC A E T E C N O L O G IA . R$ 4 0,00 p ) . R$

20,00 (O). De 01 a 3 0 /0 4 . Sextas, das 1Th às 18h. M U S IC A U Z A Ç Ã O

PA R A PRO FESSO R ES.

R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). De 01 a 3 0 /0 4 . Terças, das 1Th às 18h. DANÇA

D E S A L A O . Com Christiane Araújo. R$ 4 5 ,00 p ) . R$ 25,00 (O). Até 31 /0 8 . Segundas, às 20h ou quartas, às

DANÇA

D A N Ç A D O V E N T R E . Com Angélica Ravi-

da. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 p ) . Até 3 1 /0 8 . Segundas e quartas às 20h30 e aos Sábados às 11 h.

Q uinta e sexta das 15h às 21 h e Sába­ do das 1 lh às 1 Th.

P ) . R$ 3 0 ,0 0 (O ). Terças e quinlas, às 14h e às 20h30.

O F I C I N A . Com Jessica Boieras. 0 3 , 1T,

J U D Ô . Com G abriela Borges. Duas vezes

2 1 /0 4 . Sábados das 14h às 1 Th, Q u arta das 14h às 1 Th.

T O R N E IO IN T E R C O N C E S S IO N Á R 1 A S . Para

W O R K S H O P . M ecânica de automóveis

por semana, R$ 5 6 ,0 0 p ) . R$ 28,00 P ) . Uma vez por semana R$ 3 6 ,0 0 p ) . R$ 18,00 (O). Terças e quintas, às 19h e sábados às 1 lh 3 0 .

para mulheres. 0 3 /0 4 . S ábado a pa rtir das 14h.

T A I C H I C H U A N . R$ 5 0 ,0 0 p ) . R$ 25,00

M A I O D O T R A B A L H A D O R 2 0 0 4 . 12, 13,

P ) . Até 3 1 /0 8 . Segundas e quartas às 8h30, 19h e 2 0 h l5 , terças e quintas às 14h.

14, 15, 16 e lT /0 4 . De segunda a sexta das 13h às 22 e sábado das 9h às 1Th.

O F I C I N A . Carrinhos aeólicos feitos de

sucata. Com João Ribeiro. 10 e 2 4 /0 4 . Sábados das 14h às 1Th. E X P O S IÇ Ã O E O F I C I N A . Plastímodelismo. 17 / 04. Sábado das 1 l h às 1 Th.

M U L T IM ÍD IA E IN T E R N E T

IN T R O D U Ç Ã O À N A V E G A Ç Ã O I. Grátis.

0T, 14,21 e 2 8 /0 4 . Quartas, às 20h30. Dia 21, às 14h. W E B IN C E N A . Turma A: dias 13 e 1 5 /4 .

Turma B: 20 e 2 2 /4 . Turma C: 2T e 2 9 /0 4 . Grátis. De 1 3 /0 4 a 2 9 /0 4 . Terça e quinta, às 1Th.

N M E G A Ç Ã O LIVR E. Segundas, às 1Th.

Terça a sexta, às 13h30 e às 18h. Sába­ dos, às 13h30. Grátis. Segunda, das lT h 3 0 às 21 h. Terças e quintas, das 14h30 às 1Th e das 18h às 21 h. Q uar­ tas, das 14h às 20h30. Sextas, das 14h às 21 h. Sábados, das 14h às 1Th30. LITE R A TU R A bibliotecas E S P A Ç O D E LE ITU R A . Grátis. Segunda a

sexta, das 12h30 às 20h30. Sábados e feriados, das 9h30 às 1Th30. ES P O R TE S

A U T O R A M A . Grátis. 01, 02 e 0 3 /0 4 .

52 r e v i s t a

e

aulas abertas T A I C H I C H U A N . Com Lucia Harume.

G in á s io V erm elho. G rátis. 1 9 /0 4 . Q ua rta a p a rtir das 8h30.

M E D O D A Á G U A . R$ 5 0 ,0 0 p ) . R$ 2 5 ,0 0 (O ). Sábados das 10h30 às 1 lh 3 0 .

PER D EN D O O

FUTSAL « C o m C o n d ic io n a m e n t o F ís ic o M a s c u lin o . R$ 6 0 ,0 0 p ) . R$ 3 0 ,0 0

13h. C L U B E D O B A S Q U E T E . Grátis das 14h às

16h. R$ 15,00 p ) . R$ T,50 (O). Até 3 0 /1 1 . Segunda e quarta, das 14h às ló h e d a s 1 8 h 3 0 à s 2 0 h . C L U B E D O V Ô L E I. R$ 15,00 p ) . R$ T,50

P ) . Até 3 0 /1 1 . Terças e quintas, das 20h às 21 h30. Sábados, das 1 lh 3 0 às 13h. R E C R E A Ç Ã O E S P O R T IV A D IR IG ID A . Grátis.

Futsal, Vôlei e Basquete. Vôlei e Basquete, sextas, das 1Th30 às 21 h30 e sábados e feriados, das 13h30 às 1Th30; Futsal, sextas, das 18h às 21 h30 e sábados e feriados, das 14h às 1 Th30. Grátis.

NATAÇÃO. « A d u lto . R$ 8 6 ,0 0 p ) . R$

R E C R E A Ç Ã O E S P O R T IV A U V R E . Basquete,

V Ô L E I. R$ 5 6 ,0 0 p ) . R$ 28,0 0 (O ).

Segundas e quartas, das 20h às 21 h30. Terças e quintas, das 18 h30 às 20h. arte marcial C A P O E IR A . Com Edson Lopes. R$ 6 0 ,0 0

futsal masculino. De 01 a 3 0 /0 4 . Segun­ da a sexta a partir das 19h.

funcionários do comércio de veículos da Grande São Paulo. De 01 a 3 0 /0 4 . Segunda a sexta, a partir das 19h.

S E S C G O U R M E T . Segunda a sexta das 14h às lT h . D ia s l2, 13, 14, 15, 16 e 17/0 4 . De segunda a sexta das 13h às 22 e sábado das 9h às 1Th.

T O R N E IO recreação J O G O S A Q U Á T IC O S . Grátis. Sábados às

(O ). Segundas e quartas das 18 h 3 0 às 20h 30 . « C o m C o n d ic io n a m e n t o F ís ic o - F e m in in o . R$ 4 8 ,0 0 p ) . R$ 24,0 0 (O ). Terças e quintas das 18h30 às

4 3 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 8h, 12h, 1Th30 e 19h30. Segundas e quartas, às 18h30 e 20h30. « A p e r ­ f e iç o a m e n t o . R$ 8 6 ,0 0 p ) . R$ 4 3 ,0 0 (O ). Terças e quintas às 19h30.

III C O P A U N M N C O D E F U T S A L Jogos de

segunda e quarta, das 1Th30 às 18h30. Tênis de mesa, segunda a sexta, das 9h às 21 h30; sábados e feriados, das 9h30 às 1Th30. Grátis.

C .R .C . D E F U T S A L Para funcionários do Conselho Regional de Contabilidade. 17/0 4 . Sábados a partir das 9h30.

T O R N E IO

FE D E R A Ç Ã O PA U U STA DE FUTEBO L DE M E S A . 24 e 2 5 /0 4 . Sábado e domingo

das 9 h à s 18h. O U M P IA D A S C A R D S Y S T E M . 2 4 /0 4 . Sába­

do a partir das 1Oh. TORNEIO INTERCONCESSIONÁRIAS. •F e s tiv a is . Volei misto, tênis de mesa e

dominó. 03, 10 e 2 4 /0 4 . Sábados a partir das 1Oh. TORNEIO MAIO DO TRABALHADOR 2004. « F e s tiv a is . Dama, dom inó, tênis de

mesa e futebol de mesa. Grátis. 3 0 /0 4 . Sexta das 13h às 22h.

^SCEMPRESA. « L o c a ç ã o d e a u o d r a s . De torneios e campeonatos II C O P A C O N J U N T O N A C I O N A L Jogos de

futsal masculino. De 01 a 3 0 /0 4 . Sába­ dos a partir das 9h30. G R E S S /S E N A C . De 0 1 a 1T /0 4 . Sábados a partir das lOh.

II T O R N E IO

segunda a sexta, R$ 2 2 ,0 0 /h o ra até às 18h, e R$ 4 4 ,0 0 /h o ra após às 18h. R$ 44 ,0 0 /h o ra aos sábados e feriados. Segunda a sexta, das 9h às 21h30. Sábado, das 9h às 1Th30. « M a tr íc u la n a E m p r e s a . Segunda a sexta, das 13h às 21n30. Sábados, das 9h às 15h30.


•A s s e s s o r ia T é c n ic a p a r a E v e n to s E s p o rtiv o s . Segunda a sexta, das 13h às

21h30. Sábados, das 9h às 17ti30. •E s p e c ia l S e sc E m p r e s a . 1 8 /0 4 . Domin­ go a partir das 6h30. C O R P O E EXPRESSÃO

O F IC IN A . Com Jéssica Boieras. Hall de

Convivência. 03, 17 e 2 1 /0 4 . Sábados das 14h às 17h. Q uarta das 14h às 17h. O F I C I N A . Com João Ribeiro. Hall de

Convivência. Grátis. 10 e 2 4 /0 4 . Sába­ dos das 14h às 17h.

B A T E -P A P O M U S IC A L 2 9 /0 4 . Quinta, às

15h. ENCONTRO ESTADUAL DE IDOSOS EM BERTIOGA. « R e u n iã o . Sala Gam a.

Grátis. 0 5 /0 4 . Segunda, às 15h30. • S o r te io . Sala Ômega. 1 4 /0 4 . Quarta, às 13h30.

P L A S T 1 M O D E U S M O . A partir de 5 anos. NÚCLEO MULUDISCIPUNAR DE SAUDE CORPORAL G rá tis « P r a i n h a B r a n c a B e r t io g a . C am inhada. 0 4 /0 4 . D om in­ go às « A u la A b e r t a d e G i n á s t i c a .

Ginásio Vermelho. Grátis. 1 7 /0 4 . Sába­ do das 11 às 17h.

G inásio Verm elho. 0 7 /0 4 . Q u a rta às 7h, 14h, 17 h3 0 e 18h 30 . « B a t e p a p o . G in á s io Ve rm e lho . 0 7 /0 4 . Q u a rta a p a rtir das 19h 3 0 . « T e s te d e C a m in h a d a . G in á s io A m a re lo . 1 2 /0 4 . Segunda das 15h às 21 h.

N A L A Ç Ã O . De 7 a 9 anos - segundas e

7b.

aulas abertas H I D R O A N I M A Ç Ã O . Para trabalhadores no

comércio e serviços. Grátis. De 10 /0 1 a 3 1 /1 2 . Sábados, às 14h. o S d K I O N A M E N T O F ÍS IC O . A p a r t ir de

16 de anos. R$ 86 ,00 (□). R$ 4 3,0 0 (O). Segunda a sexta, das T hIO às lO h, das lO h às 17h, das 17h às 21h30. Sába­ dos, das 9h30 às 15h30.

Vermelho. Grátis. 0 7 /0 4 . Q uarta, às 14h. quartas, às lO h; de 10 a 12 anos segundas e quartas, às 15h. R$ 86,00 (□). R$ 43 ,0 0 (O). Até 3 0 /1 1 . TRIBO URBANA « A tiv id a d e s A q u á tic a s . Sextas às 14h30. « B a s q u e te . Terças e quintas às 14h. « F u ts a í. Segundas e

quartas, às 10h30 e Terças e quintas, às 15h. « V ô le i. Segundas e quartas, às 9h. Terças e quintas, às 15h30. « V o z d a T r ib o . Terças às 18h30. a rte marcial C A P O E IR A . Com Edson Lopes R$ 60,00 (O). R$ 30 ,0 0 (O). Até 3 1 /0 8 . Terças e quintas, às 14h e às 20h30.

quartas, ThIO , 17h30, 18h30 e 19h30. Terças e quintas, 17h30, 18h30 e 19h30. Sextas, às 19h. R$ 56 ,0 0 (□). R$ 28 ,00

R$ 5 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 (O ). R$ 8 6 ,0 0 (□ ). R$ 4 3 ,0 0 (O ). Segundas e q u a r­ tas, às 12h, 17 h 3 0 e 19 h3 0 . Terças e quintas, às 7 h 1 0 , 16 h3 0, 1 8 h 30 e 20h 3 0 . Sábados, às 9h 3 0.

Y O G A . Com Luciana de Lima e Heloisa

Mesquita. R$ 52 ,00 (□). R$ 26 ,0 0 (O). Até 3 1 /0 8 . Terças e quintas, às 1 2 h l5 , 1 7 h 3 0 ,19h e 20h30. N A T U R E Z A E M E IO A M B IE N T E caminhadas N Ú C L E O M U L U D IS C IP U N A R D E S A Ú D E C O R P O R A L Prainha Branca - Bertioga

0 4 /0 4 . Domingo às 7h. SAÚD E E A U M E N TA Ç Ã O EXAM E

M É D IC O

D E R M A T O L Ó G IC O .

Segundas, das 9h às 12 h 4 5 e das 17h às 21 h 4 5 . Terças, das 13h às 21 h 4 5 . Q uartas, das 9h às 17h 4 5 . Q uintas, das 9h às 17h 4 5 . Sextas, das 9h às 21 h45. N os sábados e feriados, das 9h às 13h4 5 , e das 15h às 17 h l 5. R$ 1 8,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ).

sio Vermelho. 1 9 /0 4 . Q uarta, às 8h30.

B R A S IL E IR A S . Com Andrea Soares. Sala Sigma. R$ 26,00 (□). R$ 13,00 (O). Até 2 5 /0 8 . Quartas, às 14h.

DANÇAS

A D A P T A D O S . Vôlei, basauete, peteca, pelota basca, etc. Segundas e quartas, às 15h.

JO G O S

P A R A T E R C E IR A ID A D E . Com Sheila Assumpção. Sala Omega. Grátis. Até 2 9 /0 6 . Terças, às 14h30.

CANTO

D E S A L Ã O . Com Christiane Araújo. R$ 25,00 (□). R$ 12,50 (O). Até 3 1 /0 8 . Segundas, às 20h ou Quartas, às 20h.

por semana, R$ 5 6,00 (□). R$ 28,00 (O ). Uma vez por semana R$ 36,00 (□). RS 18,00 (O). Até 31 /0 8 . Terças e quin­ tas, às 17h3 0 e sábados, às 1Oh.

D A N Ç A D O V E N T R E . Com Angélica Rovi-

SE S C C U R U M IM . Para crianças de 7 a 12

da. R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). Até 3 1 /0 8 . Segundas e quartas às 20h30 e aos Sábados às 11 h.

anos. De segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14 às 18h.

N A T A Ç Ã O . R$ 4 3 ,0 0 (□ ). R$ 2 1 ,5 0

A Q U A T E C A . Grátis. Sextas das 9h às

Y O G A . Com Luciana de Lima e Noedy

2 1h30 e Sábados e feriados das 9h às 17h30.

Amadei. R$ 36,00 (□). R$ 18,00 (O). Segundas e quartas 14h e 15h30, terças e quintas, às 8h30 e 1Oh.

(O). H I D R O G I N Á S T IC A . A o s sábados

T A I C H I C H U A N . Com Lucia Harume. G iná­

C a rlo s H e ito r C o n y e a C rô n ic a Dia 15, 20h

DANÇA J U D Ô . Com G abriela Borges. Duas vezes

G I N Á S T IC A V O L U N T Á R IA . Segundas e

M A IS F Ô L E G O , M A IS E N E R G IA . Ginásio

(O).Terças e quintas, às 1Oh.

R E C R E A Ç Ã O D IR IG ID A D E F U T S A L Sába­

dos, das 9h30 às 11 h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. « V ô l e i , b a s q u e t e e t ê n is d e m e s a . De 10 a 15

anos. Vôlei e basquete, segundas e uartas, das 16h às 17h3 0 . Sextas, as 9h às 17h 30 . Tênis de mesa, de segunda a sexta das 9h às 21 h30; sábados e fe ria d o s das 9 h 3 0 às 17 h3 0 . G rátis.

3

TE R C E IR A ID A D E multimídia N A V E G A Ç Ã O U V R E . G rátis. Segundas,

das 17f)30 às 21 h. Terças e quintas, das 1 4 h3 0 às 17h e das 18h às 21 h. Q uartas, das 14h às 2 0 h30. Sextas, das 14h às 21 h. Sábados, das 14h às 1 7h30.

S O C IE D A D E E C ID A D A N IA

a r t e marcial T A I C H I C H U A N . Com professoras da

Pessoas

fSTILO Bate-papos com escritores.

Sociedade Brasileira de Tai-Chi-Chuan. R$ 25,00 (□). R$ 12,50 (O). Segundas e quartas às 8h30, 19h e 2 0 h l 5, terças e quintas às 14h. C O N D I C I O N A M E N T O F ÍS IC O . R$ 30,00

(□). R$ 15,00 (O). Segunda a sexta, das ThIO às 17h. Sábados, das 9h30 às 15h30.

M a rç a l e o C o n to Dia 29, 2Oh

G IN Á S T IC A V O L U N T Á R IA . R$ 28,00 (□).

R$ 14,00 (O). Segundas e quartas, às 14h terças e quintas, às 10, 15 e 16h. H ID R O G IN Á S T IC A . R$ 4 3 ,0 0 (□ ). R$

21,50 (O). Segundas e quartas, às 8, 9, 11 e 13h. Terças e quintas, às 9, 11, 14 e 15h.

IN T R O D U Ç Ã O A N A V E G A Ç Ã O - N ÍV E L II. A R T E S E M F R O N T E IR A S . Até 0 2 /0 4 .

Início dia 0 6 /0 4 . Inscrição dias 01 e 0 5 /0 4 . Grátis. De 06 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, às 13h30.

I N F A N T IL

oficinas C R IA N D O

C O M E .V . A . D ia 0 6 , Kit Páscoa e d ia 3 0 /0 4 , M osaico. Inscrições abertas no Setor da Terceira Idade. 4° andar. Grátis.

O R C U n O C U L T U R A L Galeria de Arte do F E S T A N O C É U . Com C ia R odam oinho.

Hall de Convivência. G rátis. 0 3 , 10, 17, 21 e 2 4 /0 4 . Sábados e feriad o, às llh .

Sesi. Grátis. 1 6 /0 4 . Sexta, às 14h. M E N D M E N T O À TE R C E IR A ID A D E . De E S T A T U T O D O ID O S O . M ini-auditório do

CEM. 2 7 /0 4 . Terça, às 14h.

0 5 /0 1 a 3 0 /1 2 . Segundas e quintas, das 13h30 às 16h30.

Pinheiros'


SESC

INTERLA

Emxréço: Av. Manoel Alves Soares, 1100 Telefone: (0 X X 1 1) 5 6 6 2 9 5 0 0 H orário: Quarta a Domingo e FERIADOS, DAS 8h 3 0 ÀS 17h30. email@interlagos.sescsp.org.br Confira os preços na unidade TEA TRO espetáculos X I I .. . P IF O U . Com o grupo C irco Vox.

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Marchetti.2 4 /0 4 .

54 r e v i s t a e

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T O R N E IO A B E R T O D E F U T E B O L I N F A N ­ T IL . 2 1 /0 4 . Q u a rta , a p a rtir das 1 Oh. serviços S E S C E M P R E S A . Q u a rta a d o m ingo e

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ados, das 9h às 17h30.

MESA BRASIL SESC SÃO Bauru, Carmo, Itaquera, Santos e São José dos Campos É uma iniciativa permanente de ação social e educativa que integra empresas, instituições sociais e voluntários. Criado em 1994, tem por objetivo contribuir para diminuir o _____ desperdício de alimentos e a fome. Dispõe de um serviço estratégico de transporte de alimentos, estabelecendo uma conexão entre empresas que doam e instituições sociais que recebem essas doações. O MESA BRASIL SESC SÃO PAULO desenvolve também uma série de atividades educativas junto às instituições beneficentes, ministrando cursos e palestras sobre higiene, conservação, preparo de refeições e variadas formas de se evitar o desperdício.


IPIRANGA Endereço: Rua Bom P a sto r, 8 2 2 Telefone: ( 0 X X 1 1) 3 3 4 0 2 0 0 0 H o r á r io : Terça a Sexta, das 0 7 Às 2 2 h . Sábados, do m in go s e FERIADOS, DAS 9h ÀS 18h. em ail@ ip ira n g a , sescsp. o rg .b r

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nagem ao compositor João de Barro, o "Braguinha. Com a Família Goldm an. Teatro. R$ 16,00; R$ 8 ,0 0 ( □ ❖). R$ 4 .0 0 (O ). 1 5 , 1 6 e 1 7 /0 4 . Q uinta, sexta e sábado, às 21 h.

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Teatro. R$ 12,00; R$ 6 ,0 0 (□ , ❖). R$ 3 .00 (O). « S m a c k - O R e t o m o . 0 7 /0 4 . Q uarta, às 21 h. « G u e t o . 0 8 /0 4 . Q uin ­ ta, às 21 h. « V io le ta d e O u t o n o . 0 9 /0 4 . Sexta, às 16h.

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música erudita CONVÍVIO MUSICAL « Q u a r te to IG r i m á u a . Recital didático. Á rea de

Convivência. Grátis. 1 5 /0 4 . Q uinta, às 19h.

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tos e concertos em parceria com a Associação dos Regentes de Corais Infantis. Grátis. « C o r a l J u v e n il E t a p a . 2 4 /0 4 . S ábado, às 17h30. Teatro. • E n s a io A b e r t o . Com a regente Tânia Bertassoli (SP). 2 4 /0 4 . Sábado, às 1 l h l 5 . Teatro. « R e g ê n c i a , M o d e l o V o c a l e R e p e r t ó r i o . O rien ta ção de M a ra C am pos (SP). 2 4 e 2 5 /0 4 . Sábado e dom ingo, das 9h às 12h e das 14 às 17h. A u d itó rio . « P r á G a n h a r B e i j o . Com Telm a C han. 2 5 /0 4 . D o m in go , às 13 h l 5. Convivência. RÁDIO IPIRANGA - A INDEPENDÊNCIA DO RISO. O hu m or na m úsica

brasileira. Teatro. R$ 1 8,0 0 ; R$ 9 ,0 0 (□ ❖ ). R$ 6 ,0 0 (O ). Direção de Carlos Careqa e G uto Lacaz. « L a e r t S a m i ­ m a r , 3 d e P a u s , R o g e r , D e n is e F r a g a , n g e l a D i p , Lu is M i r a n d a e C a r lo s C a r e ­ q a . 0 1 /0 4 . Q uin ta , às 21 h . « W a n d i D o r a t io tt o , P a u lo C a r u s o , N i c o N ic o l a i e w s k i , Â n g e l a D i p , Lu is M i r a n d a e C a r l o s C a r e q a . 0 2 / 0 4 . Sexta, às 21 h . « A n d r é A b u ja m r a , J ic a y T u rc ã o , M á r i o M a n g a , M a r i a A l c in a , Â n g e l a

T A N G O . Com Renato e Selma Picolo. R$

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FORA DO EIXO. Dança contemporânea. Grátis. « A s C in z a s d e D e u s . Longa-

mehrogem dirig ido por André Semenza e coreografia de Fernanda Lippi. Após a exibição, bate-papo com o diretor e a coreógrafa. Teatro. 2 7 /0 4 . Terça, às 2 0 h 3 0 . « F o r a e D e n tr o d o E ix o . Exposição fotográfica de A rnaldo J. G . Torres. A bertura dia 27, às 19h. Até 0 9 /0 5 . Terça a sexta, das 8h às 22h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h. « M a t e r e E m B r a n c o . Com Cia M unicipal de Dança de Caxias do Sul, RS. Teatro. 2 8 /0 4 . Q uarta, às 21 h. • M e s a - R e d o n d a . Com Helena Katz Henrique Rodovalho (Quasar Cia de Dança), Sigrid N ora (Cia Municipal de Dança de Caxias do Sul), M argô de Assis e Luciana Gontijo. Teatro. 2 9 /0 4 . Q uinta, às 20h. « W o r k s h o p s G e s to s e V o z e s . Com Renato Filippini, músico e regente do Coral M unicipal de Caxias do Sul. Sala 4. Grátis. 2 9 /0 4 . Q uinta, das 14h às 17h. « D e s v io . Com Desvio, de G o iâ n ia /G O . Participação especial de Henrique Rodovalho. Teatro. 3 0 /0 4 . Sexta, às 21 h. « W o r k s h o p C o r p o r a lid a d e . Com M argô de Assis e Luciana G ontijo. Sala 4. 3 0 /0 4 . Sexta, das 14h

O S O M É A S S IM . Com o grupo Palavra Cantada e convidados. A uditório.

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D A N Ç A D O V E N T R E . Com Eliane Pigosso

instalações E S C A L A D A E S P O R T IV A Grátis. Sábados,

(Naja). R$ 52,0 0 (□). R$ 26,00 (O). Sábado, às 13h e às 14h30.

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B R A S IL E IR A S . Com M ônica Gouvêa. R$ 52,0 0 (□). R$ 26,0 0 (O). Terça e quinta, 20h30.

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até 12 anos dependentes de O ) R$ 3 .0 0 (crianças até 12 anos sem carteirinha, □ ) R$ 12,00; R$ 6 ,0 0 (□ ❖ ). R$ 3 .0 0 (O ). 18 e 2 5 /0 4 . Domingos, às 16h.

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Duarte. R$ 5 2 ,0 0 (□ ). R$ 2 6 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 1 Oh e qu arta s e sextas, às 18 h3 0 . YOGA. • S w á s t h y a Y o g a . R$ 5 2 ,0 0

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Verdes Fritos, direção de Jon Avnet. Auditório. Grátis. 2 2 /0 4 . Quinta, às 15h.

d ia 0 3 /0 4 , na C entral de A te n d i­ mento. R$ 6 0 ,0 0 ; R$ 4 5 ,0 0 (□ ). R$ 3 0 .0 0 (O ). 2 5 /0 4 . D om in go , com saída d o Sesc Ip ira n g a às 6n.

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10 e 1 1 /0 4 , às lO h . Q u in ta l. G rátis. A C R O B Á T I C A . C om o Centro de Artes e Esportes J uliu's. 2 4 e 2 5 /0 4 , S á bado e D om in go a p a rtir das lO h. Q u in ta l. G rátis.

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RS 1 5 ,0 0 (□ ). R$ 7 ,5 0 (O ). Terças e quartas, das 8h às 14h. Q u inta s e sextas, das 15h às 21 h. S ábados, dom ingos e fe riados, das 9h às 13h e das 14h às 17h. C L Í N I C A O D O N T O L Ó G I C A . De terça a

sexta, das 13h às 17h e das 1 7 h 3 0 às 21 h30; S á bado, das 9h às 13h e das 1 3 h30 às 17h 30 . IN F A N T IL espetáculos R O D A S E B R I N C A D E IR A S C A N T A D A S .

Lançamento d o livro com C D infantil da Cia Cultural Bola de Meia, de São José dos Cam pos/SP. Teatro. R$ 3 ,0 0 (crianças até 12 anos sem c a rte irin ha, □ ) R$ 1 2 ,0 0 ; R$ 6 ,0 0 ( □ ❖ ). R$ 3 .0 0 (O ). G rá tis (crianças até 12 anos dependentes de O ). 0 4 e 1 1 /0 4 . D om ingos, às 16h.

56 r e v i s t a

e

De 03 a 2 5 /0 4 . Quarta a domingo, das 9h às 17h. LITER ATURA

D l F U N Ç A O . 2 5 /0 4 . Domingo, às 14h. N E G A G IZ Z A . 2 5 /0 4 . Domingo, às 14h.

SAl T d E LEITURA. Até 2 0 /0 6 . Quarta a domingo, das 9h às 17h.

R A C IO N A IS M C 'S . 2 5 /0 4 . Domingo, às

CINEMA E VÍDEO

15h. T R IL H A S O N O R A

DO

G U E T O . 2 5 /0 4 .

Domingo, às 14h.

go, às 14h.

G IN Á S T IC A . R$ 13,00 (O). Terças e quin­ M É D IC O

rS ^O RFG EM /DESTINO .

filmes D O G V 1 LLE . Direção: Lars Von Trier. Com:

Nicole Kidman, Harriet Andersson e James Coan. Grátis. 02 e 0 4 /0 4 . Dia 0 2 /0 4 . Sexta, às 19h30. Dia 0 4 /0 4 . Domingo, às 15h.

DANÇAS

S A Ú D E E A L IM E N T A Ç Ã O EXAM E

ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

MÚSICA

V IS Ã O DE R U A - D IN A DEL 2 5 /0 4 . Domin­ B R A S IL E IR A S . Com M ônica Gouvêa. Sala 2. R$ 52 ,0 0 p ) . R$ 26,00 (O ). Sábado, das 9h30 às 11 h.

M e n s a l d a 3a Id a d e . 2 9 /0 4 . Quinta, das 9h30 às 1Th.

tas, às 14h30 e 16h30. Q uartas e sextas, às 8h, 11 h e 16h30.

E S T A Ç Ã O CULTURAL « C o m id a d o s A s tro s .

A S IN V A S Õ E S B Á R B A R A S . Direção: Denys

R$ 5,00; R$ 2,50 (0 ).0 2 /0 4 . Sexta, às 20h. « U n g u a d e T ra p o . R$ 5,00; R$ 2,50 (O). 0 2 /0 4 . Sexta, às 21 h. « B o d i A s s a d . R$ 5,00; R$ 2,50 (O). 2 3 /0 4 . Sexta, às 20h. « V ir g ín ia R o s a . 2 3 /0 4 . Sexta, às 21 h.

Arcand. Com: Remy Girard, Stephane Rousseau e Marie-Josee Croze. Grátis. 16 e 18/04. Dia 1 6/04. Sexta, às 19h30. Dia 18/04. Domingo, às 15h.

H ID R O G IN Á S T IC A . R$ 18,00 (O). Terça e

quinta às 8h, 9h, l l h , 12h, 13h30, 16 h 30 e 17h30. Q uarta e Sexta - às 8h, l l h , 12h, 14h30, 16h30, 17h30 e 18h30.

O IN V A S O R . Direção: Beto Brant. Grátis. 23

e 2 5 /0 4 . Dia 2 3 /0 4 . Sexta, às 19h30. Dia 2 5 /0 4 . Domingo, às 15h. CORAL Até 1 2/06. Sábados, às llh . M A T A D O R E S . Direção: Beto Brant. Grátis. 3 0 /0 4 . Sexta, às 19h30.

OS C O R P O R A L Até Domingos, às 1Oh e às 11 h30.

PERCUSSÃO

1 3 /0 6 .

N A T A Ç Ã O . R$ 18,00 (O). Terça e quinta

às 15 h 30 e quarta e sexta às 1Oh. YOGA. « H a t h a Y o g a . Com Vitória W a in ­

stein. Sala 2. R$ 5 2 ,0 0 (□). R$ 26,00 (O). Q uartas e sextas, às 15h30. caminhadas C L U B E D A C A M I N H A D A . Local de saída

H all de entradada unidade. Grátis. Q uarta e sexta, às 14h30. recreação J O G O S D E M E S A . A uditório. G rátis.

0 8 /0 4 . Q uinta, das 13h às 18h.

MULTIMÍDIA E INTERNET

V T V E N C 1 A N D O O C I N E M A 04, 1 1 , 1 8 e

2 5 /0 4 . Domingos, das 9h às 12h. instalações INTERNET UVRE. « B a s q u e te V i r t u a l. De

03 a 3 0 /0 4 . Q uarta a domingo, das 9h30 às 17h. « B r e a k V íd e o s . De 03 a 3 0 /0 4 . Sábados e domingos, às lOh. • G r a f i t e D ig ita l. 03, 10, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às l l h . « R itm o s e B e a ts . 07, 14, 21 e 2 8 /0 4 . Quartas, às 15h. • C o n c u r s o A m a d o r d e R a p F r e e S ty le .

08, 15 e 2 2 /0 4 . Quintas, às 15h. • 3 1 d a d e . N e t . 14 e 1 6 /0 4 . Q uarta e sexta, das 12h às 13h30. « E n c o n tr o

ESPORTES ^ Ü A P A U U S I A N A D e 01 a 3 0 /0 4 . Sába­

dos e Domingos, a partir das 9h30. MUNDO MÁGICO DO XADREZ. « C lu b e d o X a d r e z . Sala de Leitura. Até 2 0 /0 6 . Quar­ ta a domingo, das 9h às 17h. « X a d r e z G ig a n te . Praça de Eventos. Até 2 0 /0 6 .

Quarta a domingo, das 9h às 17h.


ODONTOLOGIA •Gênios do Xadrez. Até 2 5 /0 4 . Quarta a domingo, das 9h às 17h. «Jogo de Damas. Com Kkjyton Tòmaz dos Santos. 03 e 17/04. Sábados, das 14h às 17h. «Simultânea de Xocfrez. Com Rafael Lehão.21 /0 4 . Quarta, às 13h. •Torneio Seletivo. Seletiva para o jogo oom Rafael Leitão. 21/0 4 . Quarta, às 9h. «Xadrez para Portadores de Defidênda Auditiva. Parceria oom a Delegada de Ensi­ no Leste 1.02,1 6,23 e 30/04 . Sextas, das 14 às 16h. PROJETO LANCE UVRE DE BASQUETE. •F e s t iv a l d e S t re e t b a ll. Inscrições até

0 2 /0 4 . Grátis. 0 3 ,1 7 e 2 4 /0 4 . Sábados, das 9h30 às 12h. « F e s tiv a l d e B a s q u e te . Parceria com a Federação Paulista de Basquetebol. 04 e 18/0 4. Domingos, às 9h30.

NÚCLEO ESPORTIVO. •In ic ia ç ã o E s p o rtiv a .

Tênis (Quintas, às lO h), Futebol (Quintas, às 14h) e Ginástica Artística Rítmica e Acrobática (Sextas, às 14h). De 10 a 14 anos. De 01 a 3 0 /0 4 . Q uarta a Sexta, das 1Oh às 16h. « E s p o rte A d u lto . De 03 a 2 4 /0 4 . Sábados, às 9h30. •E s p o rte C r ia n ç a . Vôlei, basquete, futebol, tênis, atletismo e ginástica olím pica para crianças de 07 a 12 anos. De 03 a 2 4 /0 4 . Sábados, às 9h30. « E s p o r te J o v e m . Atividades de basquete (manhã) e vôlei (tarde) para adolescentes de 1 3 a 17 anos. De 03 a 2 4 /0 4 . Sábados, às 10h30 e l4 h . re crea ção C A IA Q U E . De 01 a 3 0 /0 4 . Quartas, Q uin­

tas, Sextas e Domingos, das lO h às 12h. Quintas, Sextas, Sábados e Domingos, das 13h30às 15h30. torneios e campeonatos FES TIVAL E S P O R T IV O G A R R A F E M IN IN A F U T S A L 04, 11, 18 e 2 5 /0 4 . Domingos,

PÓLOS INTEGRADOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL « H e r b á r io . Quarta a domin­ go, das 9h às 17h. « H o r t a . Q uarta a domingo, das 9h às 17h. « P o m a r. Quarta a domingo, das 9h às 17h. « T rilh a . Quar­ ta a domingo, das 9h às 17h. « V iv e iro d e P la n ta s . Q uarta a domingo, a partir das

9h.

BENFEITORES DA NATUREZA. Grátis. • M ó d u l o I. 0 3 /0 4 . Sábado, das 9h às 17h. « M ó d u lo II. 1 7/04. Sábado, das 9h às 17h. « M ó d u lo III. 2 4 /0 4 . Sábado, das

9h às 17h. S O C IE D A D E E C ID A D A N IA especial H IP H O P -O S 5 ELEMENTOS. « R á d io H ip H o p . Com Nelson Triunfo. 0 3 /0 4 . Sábado, às 14h. « O f i c i n a d e D J . Com

K. L. Jay. 0 4 e 1 8 /0 4 . Domingos, das 13h às 17h. « O f i c i n a d e G r a f it e . 10, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, das 13h às ló h . • O f i c i n a d e B r e a k . 17 e 2 4 /0 4 . Sába­ dos, das 14h às ló h . « H i p H o p : c o m p r o m is s o s o c ia l. Com João Clemente de Souza Neto, M a ria Carla C orrochano, A lexandre Isaac, Janaína Rocha, Núcleo Cultural Força Ativa. 2 3 /0 4 . Sexta, das 10 às 17h. « S tr e e t B r e a k e r s a n d F r ie n d s . 2 4 /0 4 . Sábado, às 11 h. « D a n ç a d e r u a . Com Nelson Triunfo. 2 5 /0 4 . Domingo, às 13h. TECENDO O FUTURO. Grátis. « J o v e m C i d a d ã o - M e i o A m b ie n te . 01, 15 e 2 9 /0 4 . Q uintas, às 14h. « D a n ç a s B r a s ile ir a s . Com Jesum Biasin.03, 10, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às lO h. « J o v e m C i d a d ã o . 0 4 , 18 e 2 5 /0 4 . Domingos, às 9h30. « P e rc u s s ã o C o r p o r a l. 0 4, 11,

18 e 2 5 /0 4 . Domingos, às 1Oh. IN F A N T IL

das 9h às 16h. T O R N E IO A B E R T O D E FU T E B O L S O C IE T Y .

Congresso Técnico: 1 7 /0 4, àsl4 h. R$ 30,00; R$ 20,00 (O). 1 8/0 4 , 2 5 /0 4 . Domingos, das 9h às 16h.

espetáculos N O S V A M O C O N T Á . Com a C ia. Pé no Canto. 0 1 /0 4 . Q uin ta , às 14h. J O Ã O M A T A SETE. Com a Cia. Santa Palavra. 0 4 /0 4 . Domingos, às 14h.

C O R P O E EXPRESSÃO

NÚCLEO GINÁSTICA « C a m in h a d a . De 01 a 3 0 /0 4 . Sábados, às 9h30. « G in á s tic a 3a Id a d e . De 01 a 3 0 /0 4 . Quartas e Sextas,

às 9h30. «Ginástica Adulto. De 18 a 53 anos. De 01 a 3 0 /0 4 . Quintas, às 9h30.

recreação PARQUE LÚDICO. Quarta a domingo e feri­ ados, das 9h às 17h «B ic h o s d a M a t a . •E s p a ç o d e A v e n tu ra s . « O rq u e s tra

Endereço: Rua Florênoo de Abreu, 305 Telefone: ( 0 X X 1 1) 3 3 2 9 2 8 0 0 H o rá rio : Segunda a Sexta, das 0 8 h às 2 1 h . email@odontologia.sescsp. org. br SAUDE E A U M EN TA Ç A O clínicas odontológicas CAIENDÁRIO DE PALESTRAS PROGRA­ MADAS. O rientação dos pacientes a

respeito das normas de funcionamento de nossa Clínica O dontológica, bem com o dos aspectos relativos à manuten­ ção da Saúde Bucal. N a sala de reu­ niões, 6o. andar. Grátis. « D r . L u iz V ic e n ­ te M Ía r tin o . 0 2 /0 4 . Sexta, às 17h. • D r a . A d r i a n a G a m a T e ix e ir a . 06, 13, 2 0 e 2 7 /0 4 . Terças, às 12h30 e 14h30. • D r . P a u lo S é r g io

K . d e A n d ra d e .

0 7 /0 4 . Q uarta, às 8h e lO h. « D r a . M a r i â n g e la M a r t i n o . 1 4 /0 4 . Q uarta, às 8h e lO h. « D r . B e r n a r d o T o le d a n o . 1 6 /0 4 . Sexta, às 17h. «Dra. Sandra N ogueira Cheriegate. 2 3 /0 4 . Sexta, às 1 Th. « D r a . J a c q u e lin e C a lle ja s . 2 8 /0 4 . Q uarta, às 8h e 1Oh. C L ÍN IC A S O D O N T O L Ó G I C A S . O serviço

de odontologia do Sesc oferece trata­ mentos clínicos e cirúrgicos em diferen-

: endodontia, periodontia, odontopediatria, prótese e rádio-diagnóstico. As ações na área de odontologia procuram prevenir e evitar problemas ae saúde, sendo comple­ mentadas também por trabalho educa­ cional. « A t e n d im e n t o a A d u lto s . Desti­ nado aos trabalhadores no comércio e serviços matriculados e seus dependen­ tes. Restaurações em geral, tratamento de canal, doenças da gengiva, cirur­ gias, odontopediatria, próteses, radiolo­ gia (radiografias panorâmicas, periapicais, interproxim ais e odusais). N ão oferecemos implantes dentários e ortodontia (aparelhos corretivos). De 01 / 0 7 a 3 1 /0 7 . Segunda a sexta, das 8h às 21 h. « A t e n d im e n t o a M e n o r e s d e 11 A n o s . Destinado aos filhos (até 11 Anos) dos trabalhadores no comércio e serviços matriculados. Restaurações em geral, tratamento de canal, doenças da gengiva, cirurgias, radiologia (radio­ grafias panorâmicas, periapicais, inter­ proxim ais e odusais). N ão oferecemos ortodontia (aparelhos corretivos). O Sesc O dontologia também oferece siste­ m a de escovação supervisionado por uma higienista. De 01 / 0 7 a 3 1 /0 7 . Se­ gunda a sexta, das 08h às 16h30.

S A Ú D E B U C A L E ESTÉTICA D E N T A L

T E R C E IR A ID A D E

1 )0 q u e causa o câncer bucal ? ^ M O t o R B U l H A . De 01 a 3 0 /0 4 . Quin­

tas, Sextas e Domingos, das 9h30 às 12h. Quintas, Sextas, Sábados e Domingos, das 13h30 às 15h30. N A T U R E Z A E M E IO A M B IE N T E p a le s tra s C O LE TA SELETIVA: Z O N A LESTE F A Z . Grátis.

0 3 /0 4 . Sábado, das 14h às 17h. U M D A D E B R IN C A R . Grátis. 01 /0 4 . Quin­

ta, às 14h. PAUUCÉIA 450. « M a q u e te G ig a n te d a C id a d e d e S ã o P a u lo . De 10 a 3 0 /0 4 .

B pROGRAMA DE EDUCAÇÃO PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL. « A u la d e D a n ç a s d e S a lã o . 01, 08, 15 e 2 2 /0 4 . Quintas, das 9h30 às 11 h30. « A v a lia ç ã o d e C o m p o s iç ã o C o r p o r a l. 03 e 1 7/04. Sábados, das 14h às ló h . « C a ix a d e c o ­ r a tiv a p a r a P á s c o a . R$ 5,00. 08 e

2 4 /0 4 . Quinta, das llh 3 0 às 13h30. Sábado, das 12h às 14h. « D e c o r a ç ã o d e r e ló g io . R$ 5,00. 10 e 1 5/04. Sábado, das 12h às 14h. Quinta, das 1 lh 3 0 às 13h30. « Ilu s tra n d o a V id a . Neste mês, visita à exposição Picasso. R$ 10,00. 2 3 /0 4 . Sexta, às 8h. « E n c o n tr o d a T e rc e ira Id a d e . Grátis. 2 9 /0 4 . Quinta, das 9h às 17h.

A origem é pouco conhecida, porém alguns fatores estão relacionados ao aparecimento dessas lesões. O s principais são: tabagismo, alcoolismo, traumatismos mecânicos e, nos canceres de lábio inferior, os raios solares. 2 ) O q u e s ã o le s õ e s c a n c e rá v e is ?

São enfermidades bucais que quando não tratadas podem evoluir para um câncer. 3 ) C o m o o c ig a r r o a t u a ?

Durante o ato de fumar, são liberadas inúmeras substâncias químicas junto a fumaça, algumas reconhecidamente cancerígenas. Outra ação seria o calor produzido principalmente pelo cachimbo. 4 ) Q u a l o p e r f il d o p a c ie n te c o m c â n c e r b u c a l e q u a l a r e g iã o m a is a tin g id a ?

Geralmente são os homens, com idade entre 4 5 e 5 5 anos, brancos e tabagistas. A região da boca mais atingida é a língua, seguida do assoalho bucal e lábio inferior.

Quarta a domingo, das 9h às 17h.

r e v is ta &

57


:

PARAÍSO :

Endereço: Rua Abílio Soares, 4 0 4 Telefone: (0 X X 1 1) 3 0 5 4 9 0 0 0 H orário : Segunda a Sexta, das 9 h às 18 h em ail @paraiso. sescsp. org. br

excursões rodoviárias

Q uantidade de vagas po r excursão su­ jeita a alteração ae acordo com a dis­ ponibilidade de aposentos em cada roteiro. Somente uma sa ída /ô nib us po r pacote. A T IB A IA (S P ). 01 a 0 2 /0 5 . Saída: 8h. In­

cluso: hospedagem com pensão com ­ pleta no A tib a ia Residence Hotel e passeios pela cidade. M IS S Õ E S J E S U ÍT IC A S C O M S U L D O B R A S IL ( B R A / A R G ) . 0 2 a 1 2 /0 5 . Saí­

da: 21 h. Incluso: hospedagem com meia pensão nos hotéis Tirol (Treze Tílias/S C ], Santo  n g elo Turis Hotel (Santo  ngelo/R S ), C ontinental (Posa­ das/A rg e n tin a ), Centro de C onven­ ções Sesc (Porto A legre/R S ), Alven Palace Hotel (Joinville/S C ) e passeios pelas cidades de Treze Tílias, Porto Alegre, Encarnación (Paraguai), San Ignacio (A rgentina), Santo  ng e lo e São M iguel, com p articipa ção no Es­ petáculo de Luz (nas Ruínas de São M iguel) e visita a o S antuário de Caa-

V A S S O U R A S (R J). 0 3 a 0 6 /0 5 . Saída:

cidade de Bananal e fazendas históri­ cas locais na Serra da Bocaina (Areias e São José do Barreiro).

7h. Incluso: hospedagem com pensão com pleta no M a ra Palace Hotel e passeios pelas fazendas históricas da

B E R T IO G A (S P ). 19 a 2 5 /0 5 . Saída: 7h.

P A S S A Q U A T R O ( M G ) . 0 7 a 0 9 /0 5 . Saí­

B E L O H O R I Z O N T E N A T U R A L ( M G ) . 20

da: 19h. Pensão com pleta e passeios pelas cidades de Passa Q u atro e Itanhandu.

a 2 5 /0 5 . Saída: 22h. Pensão com ­ pleta e passeios pela cid a d e de Belo H o rizo nte, grutas da Lapinha (Lagoa Santa), M a q u in é (C ordisburgo), Rei d o M a to (Sete Lagoas) e Serra d o C ipó.

B A N A N A L (S P ). 13 a 1 6 /0 5 . Saída: 7h.

Pensão com pleta e passeios pela

Pensão com pleta e cam inhada de re­ conhecim ento pela unidade.

PROGRAMA DE TURISMO SOCIAL DISQUE RESERVAS: 3054.9000 G E R A IS : todas as excursões rodoviárias e passeios de um dia incluem acompanhamento de técni­ co do Sesc, transporte, seguro viagem e, conforme o roteiro, lanche, almoço, ingressos e passeios. Podem participar dos roteiros os comerciários e usuários m atriculados. Para m aiores in fo r­ mações e valores consulte a unidade. Programação e datas sujeitas à alter-

IN F O R M A Ç Õ E S

passeios de um dia DIVERSÃOPAULO. Saídas do Sesc Paraí­

so. R$ 22,00 (O ) e R$ 26 ,0 0 (Q). Inscrições enquanto houver vagas. Sesc Itaauera « D i a d o D e s a f io . Saída: 2 6 /0 5 - 4° feira, às 9h. Passeio ao Sesc Itaquera com cam inhada à reser­ va de M a ta A tlântica secundária, utilização d o Parque Aquático e partic­ ipação na program ação especial do Dia do Desafio. Saída: 9h. Bairro do Ipiranga « D i a d o D e s a f io . Saída:

58 r e v i s t a

e

2 6 /0 5 - 4 o feira, às 9h. Visitas ao Museu Paulista da Universidade de São Paulo (Museu do Ipiranga), Parque da In d e p e n d ê n c ia , Sesc Ip ira n g a e P lanetário Tridimensional M undo Este­ lar e participação na program ação especial do Dia do Desafio. Serão real­ izados também roteiros em comemo­ ração aos 4 5 0 anos de São Paulo, enfocando atrativos e manifestações culturais e artísticas relacionadas aos povos que form aram nossa cidade. Em destaque: africanos, ingleses, indianos e árabes (para informações sobre datas e roteiros, consulte a unidade). DIVERCIDADES. Visitas a atrativos turísti­

cos culturais e naturais próximos à cidade de São Paulo. 3 x R$ 17,00 = total: R$ 51 ,0 0 ( )) e 3 x R$ 20,00 = total: R$ 6 0 ,0 0 (□ ). « A m p a r o e P e d r e ir a . Saída: 0 8 /0 5 . Sábado, às 7h. Visita ao Museu Bernardino de C am pos, passeio pela Fazenda

G U A R A P A R I S E R R A S (ES) E R IO D E J A ­ N E IR O H IS T Ó R IC O (R J). 23 a 3 1 /0 5 .

Saída: 21 h. Pensão com pleta, passeios pelas cidades de G u a ra p a ri, Dom in­ gos M artins e Venda N ova do Im igran­ te e no Sesc C opacabana (Rio de Ja­ neiro, com cam inhada pelo centro his­ tó rico da cidade, visitas a C inelândia, Palácio d o Catefe (Museu da R epúbli­ ca), Q uinto da Boa Vista (Museu N a ­ cional de Belas Artes) e passeio pela cidade de N iterói). ARAXÁ (MG). 26 a 3 0 /0 5 . Saída: 8h. Pensão com pleta no Sesc A ra xá e

passeios pela cidade. CAVALHADA EM PIRENÓPOUS (PIRENÓPOUS E CALDAS NOVAS/GO). 2 8 /0 5

a 0 5 /0 6 . Saída: 19h. Incluso: Pensão completa e passeios pelas cidades de Pirenópolis, G oiás, G oiânia e Caldas Novas, com participação na Festa do Divino Espírito Santo em Pirenópolis, com apresentação da Cavalhada. D E S Ã O P E D R O (S P ). 28 a 3 0 /0 5 . Saída: 19h. Pensão completa passeios pelas cidade e participação na festa junina do hotel.

ÁGUAS

As pré-reservaspara os roteiros deverão ser feitas somente por telefone, nos dias 1 2 /0 4 (Excursões Rodoviárias de Maio), 13 /0 4 (Excursões Rodoviárias de Junho) e 14/04 (Passeios de 1 dia). A partir do dia 19/04, poderão ser adquiridas, na Unidade, as vagas remanescentes.

Vanguarda, antiga produtora de café e palco dos movimentos abolicionista e republicano, com apresentação sobre a cultura do café. N o retorno passeio à cid ade de Pedreira, com visita ao Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira. « M o n t e S iã o . Saída: 1 5 /0 5 - sábado, às Th. Passeio pela cidade mineira, com visita a Praça Prefeito M á rio Zucato, Igreja M atriz de Nossa Senhora da M edalha M ilagrosa, Museu Histórico e G eográfico e fábrica das tradicionais porcelanas. « F e s ta d o D iv in o E s p írito S a n to e m M o a i d a s C r u z e s . Saída: 2 9 /0 5 . Sábaao, às

7h30. Passeio pela cidade com visita ao Largo do Carmo (Igrejas da Ordem Primeira e O rdem Terceira de N. Sra. do Carm o e Casarão do Largo). Partic­ ipação na Festa do Divino Espírito Santo, com apresentação de danças folclóricas. Entrada dos Palmitos (corte­ jo de carros de boi enfeitados que agradecem a fartura da colheita) e

procissão. Corpus Christi em Itu. Saída: 1 0 /0 6 - 5o feira, às 8h. Visita ao Parque M unicipal do Varvito, Museu Republicano da Convenção de Itu, Igre­ ja M a triz N . Sra. da Candelária, Conjunto Arquitetônico da Praça Padre Miguel, Igreja do Bom Jesus e Q uartel do Regimento Deodoro. O bservação da confecção dos tapetes efêmeros e participação na procissão de Corpus Christi. « C o r p u s C h r is ti e m S a n ta n a d e P a r n a íb a . Saída: 1 0 /0 0 - 5a feira, às 13h30. Passeio pela cidade com visita à Igreja M atriz ae N . Sra. de Santana, Museu Casa do Anhangüera e casario dos séculos XVII e XVIII. Participação na festa de Corpus Christi, com Darracas típicas, procissão e observação dos tapetes efêmeros. « J a c a r e í - C a m in h o d a s F lo r e s . Saída: 19 /0 ó - sábado, às 7h30. Passeio pela cidade com visita ao Parque dos Eucaliptos, propriedades de cultivo de flores e viveiro municipal.


PINHEIROS J A C U T I N G A ( M G ) - F E S T A J U N IN A . 0 4

a 0 6 /0 6 . Saída: 19h. Pensão com ple­ ta e passeios pela cidade, com p a rtic i­ pação na festa junina do hotel.

N A . 16 a 2 2 /0 6 . Saída: 7h. Pensão co m pleta e passeios pela cidade, com p a rtic ip a ç ã o na festa junina do

O U R O P R E T O ( M G ) . 0 9 a 1 3 /0 6 . Saída:

B A U E R N F E S T E M P E T R Ó P O L IS (R J). 23 a

20h. M eia pensão e passeios pelas ci­ dades de O u ro Preto, M a ria n a e C on­ gonhas.

2 7 /0 6 . Saída: 7h. Pensão com pleta e passeios pela cidade, com particip a ­ ção na Bauernfest (Festa do Colono A lem ão).

R IO D E J A N E IR O (RJ). 0 9 a 1 3 /0 6 . Saída:

21 h. M eia pensão e passeios pela orla marítima, Pão de Açúcar e Corcovado.

FES TA DE S Ã O P E D R O P E S C A D O R E M U B A T U B A (S P ). 2 4 a 2 7 /0 6 . Saída:

P O Ç O S D E C A L D A S ( M G ) . 1 0 a 1 3 /0 6 .

8h. M e ia pensão e passeios pela cidade, com p articipação na Festa de São Pedro Pescador.

Saída: 8h. Pensão com pleta e passeios pela cidade. C A X A M B U C O M S Ã O T O M É D A S LE­ T R A S ( M G ) . 10 a 1 3 /0 6 . Saída: 7h.

Pensão com pleta no Hotel U nião e passeios pelas cidades de C axam bu e São Tomé das Letras. FES TA J U N IN A . 15 a 2 0 /0 6 . Saída: 22h.Pensão completa e passeios pela cidade de Pimenta e ao Par­ que Nacional da Serra da Canastra, com participação na festa junina do hotel.

P IM E N T A (M G ) -

C A L D A S N O V A S (G O ) - FES TA J U N I­

SUAS

R O T A D O O U R O - D IA M A N T IN A , O U ­ R O P R E TO S Ã O J O Ã O D EL REI (M G ).

2 4 /0 6 a 0 2 /0 7 . Saída: 19h. M eia pensão e passeios pelas cidades de D iam antina, O u ro Preto, M a ria n a , Tiradentes e São João Del Rei. T A U B A T É C O M S Ã O L U ÍS D O P A R A IT I N G A (S P ) - F E S T A J U N I N A . 2 6 a

2 7 /0 6 . Saída: 8h. Pensão com pleta, passeio pelas cidades de Taubaté e São Luís d o Paraitinga, com particip a ­ ção na festa junina ao Sesc Taubaté.

FÉRIAS EM

Cordas à Solta. Arismar do Espirito Santo e João Macambira. C o n fir a a p r o g r a m a ç ã o

BERTIOGA CO M CONFORTO E M U IT O

LAZER

Junho / 2 0 0 4 F é ria s c o le tiv a s d o S e sc B e r t io g a

Faça sua inscrição* pessoalmente em qualquer unidade do Sesc, pela internet ou solicite informações por correio ou fax w w w .sescsp.org.br Fax: 11 3 8 8 5 5 8 5 4 Sesc

Paraíso -

Rua A bílio Soares, 4 0 4 CEP: 0 4005-001 Desconto pro m ocional no período de 3 0 / 0 3 a 0 2 ^ 1 0 /2 0 0 4

Diárias com pensão completa: (O) RS 42,00 e (□) R$ 84,00. Períodos Disponíveis Inscrições para estada sem transporte:

•JULHO DE 2 0 0 4 Inscrições até 10 de m a io de 2 0 0 4 P eríodos disponíveis p a ra estada 1) 0 2 a 0 8 (6 diárias - entrada 18h com jantar e saída 13h com almoço) 2) 0 8 a 1 4 (6 ,5 diárias) 3) 0 9 a 15 (6,5 diárias) 4) 15 a 21 (6,5 diárias) 5) 16 a 2 2 (6,5 diárias) 6) 23 a 2 8 (5,5 diárias) •AGOSTO DE 2 0 0 4 Inscrições até 0 9 de junho de 2 0 0 4 P eríodos d isponíveis p a ra estada 1) 0 4 a 10 (6,5 diárias) 2) 0 9 a T C (6 ,5 diárias) •SETEMBRO DE 2 0 0 4 Inscrições até 0 8 de julho de 2 0 0 4 Períodos d isponíveis p a ra estada 1) 14 a 21 (7 ,5 d iá ria s) 2) 2 2 a 2 9 (7 ,5 diárias) Pacote Especial: a créscim o de 20% sobre a d iá ria In de p en dê ncia 3) 0 3 a 0 7 (4 d iá ria s - entra d a 20h sem ja n ta r e saída 1 8h sem jantar)

ATENÇÃO

A solicita çã o de reserva deve rá s e r f e i t a a t é o ú lt im o d ia previsto p a ra inscrições. Poderão o c o rre r a l t e r a ç õ e s d e p eríodos p o r necessidades o p e ­ racionais. N os períodos de NATAL, A N O N O V O , JA N E IR O E CARNAVAL não serão aceitas inscrições p a ra o s m atricula do s na ca te g o ria "usuários".

Endereço: Av. Rebouças, 28 76 Telefone: (0 X X 1 1 )3 8 1 5 3 9 9 9 Horário: Segunda a Sexta, das 7 às 22h. Sábados, das 8h às 17h. em ail@ pinheiros.sescsp.org.br

TEA TR O espetáculos SEGUNDAS EM CENA - REPERTÓ­ RIOS. C om G e ro C a m ilo . « E n t r e A t o s . D ireção Ivan A n d ra d e e G e ro

C a m ilo . C om Paula C ohen e M a ra t Descartes. R$ 1 0 ,0 0 ; R$ 5 ,0 0 (O ❖ ). R$ 4 ,0 0 (O ). 1 2 /0 4 . S egunda, 21 h. • C a n t o d e C o z i n h a . Com Tata Fer­ nandes, C eum ar, R ubi, K leber A lb u ­ q uerque e G e ro C am ilo. R$ 1 0 ,0 0 ; R$ 5 ,0 0 (□ ❖ ). R$ 4 ,0 0 (O ). 1 9 /0 4 . S egunda, 21 h. * H u m Q u a t r o C in c o . D ireção Ivan A n d ra d e . Com Paula Cohen e M a ra t Descartes. R$ 1 0 ,0 0 ; R$ 5 ,0 0 ( □ ❖ ). R$ 4 ,0 0 ( 0 1 .2 6 /0 4 . Segunda, 21 h. M Ú S IC A

CORDAS À SOLTA. Terças, às 21 h. R$

1 0 ,0 0 ; R$ 5 ,0 0 (□ ). R$ 4 ,0 0 (O ). «À M o c i d a d e . 0 6 /0 4 . « A À t i t u d e . 1 3 /0 4 . » À M a e s t r i a . 2 0 /0 4 . » À I n ­ t e r p r e t a ç ã o . 2 7 /0 4 . DANÇA workshops TENDANÇAS. » A d a n ç a a p a r t i r d a p e r c e p ç ã o d a s a r t e s p lá s tic a s . Com

Soraya Sabino. R$ 1 0 ,0 0 ; R$ 5 ,0 0 (□ ). R$ 4 ,0 0 (O ). De 2 6 a 3 0 /0 4 . Segunda a sexta, 12h30.

J A Z L D e 15 a 4 9 anos. R$ 5 6 ,0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O ). Segunda e quarta, 18h.

pS ESSOAS DE ESTILO. Bate-papo. R$ 5,00. Quintas, 20h. « C a r lo s H e it o r C o n y e a C r ô n ic a . 1 5 /0 4 . « M a r ç a l A q u in o e o C o n to . 2 9 /0 4 . SARAU DIVERGENTE. « C la u d ia M is s u r a e c o n v id a d o s . R$ 10,00; R$ 5 ,0 0 (□

❖ ). R$ 4 ,0 0 (O ). 2 8 /0 4 . Q uarta, 21 h. E SP O R TES

T A E ° K W O N D O . De 7 a 4 9 anos. R$

5 6 .0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O). Segundas e quartas, 12h30 e 16h30. Terças e quin­ tas, 17h, 18 h30 e 19h30. C O R P O E EXPRESSÃ O aulas abertas OPÇÃO: ALTERNATIVA! « C o n s c iê n c ia C o r p o r a l: u m c a m in h o ... Com A na M a ­

ria G ilioli. G rátis.20, 22, 26 e 2 8 /0 4 . Terça, quinta, segunda e q uarta, 20h30. A L O N G A M E N T O . De 15 a 4 9 anos. R$

56.0 0 (□). R$ 28,0 0 (O ). Segunda e quarta, 18h. Terças e quintas, 7h30 e 19h30. C O N D I C I O N A M E N T O F ÍS IC O . R$ 56,00

(□). R$ 28,0 0 (O). Segundas e quartas, 17, 19, 20h e 20h30. Terças e quintas, 7 , 1 2h30, 18 h 3 0 ,1 9 e 2 0 h 3 0 .


PINHEIROS

POMPEIA

N a n á Vasconcelos. Dias 0 3 e 0 4 /0 4 GINÁSTICA LOCAUZADA. R$ R$ 28,00 (O). Segundas 7h30, 9h, 12h30, 16, 18, Terças e quintas, 17, 18, 20K30.

5 6,0 0 (□). e quartas, 19 e 20h. 19h3 0 e

FERIAS E TURISMO SOCIAL passeios de um dia

SÃO PAULO DA GAROA. Inscrições de 2 2 /0 3 a 2 9 /0 3 . 0 1 /0 4 . Quinta, saída

INFANTIL espetáculos

A PEQUENA ALDEIA. Com a Cia. Teatro de La Plaza. Grátis até 12 anos. R$ 5,00RS 2,50 ( □ ❖). R$ 2,00 (O). 0 3 /0 4 . Sábado, 15h.

SAUDOSA SÃO PAULO. Consultar preços. Inscrições de 2 2 /0 3 a 0 8 /0 4 . 1 4 /0 4 . Q uarta, saída as 8h. excursões rodoviárias

Inclui transporte em ônibus padrão turismo, seguro viagem, hospedagem e alim en­ O CIRCO DO SEU BOLACHA. Com a Cia. tação e passeios conforme roteiro. Flama. Grátis até 12 anos. R$ 5,00- R$ 2,50 ( □ ❖ ). R$ 2 ,0 0 (O). 1 7 /0 4 . Sába­ CAMPOS DO JORDÃO (SP). * 0 7 a do, 15h. 0 9 /0 5 . Saída às 18h. Pensão completa. Passeios locais. Consultar preços. De 0 7 ZIG, A M ENIN A DE GIZ. Com a Cia. M ea 3 0 /0 4 . vitevendo. Grátis até 12 anos. R$ 5,00R$ 2,50 (□ ❖). R$ 2,0 0 (O ).2 4/0 4 ^ GUARAPARI (ES). *21 a 2 6 /0 5 . Saída às Sábado, 15h. 19h. Pensão completa. Passeios locais De 0 7 a 1 4 /0 5 . TERCEIRA IDADE OURO PRETO (MG). -1 6 a 2 1 /0 4 . Saída

ALONGAMENTO. Acim a de 5 0 anos. R$ 8,00. Segundas e quartas, 8h30, 11, 15, 16 e 17b. Terças e quintas, 10H30, 14, 1 5 ,1 6 e 17h. Sextas, 8, 9 e lOh. DANÇA. R$ 8,00. Segundas e quartas, 16h 6 ' ^ Terças e quintas, 11 h, 15h e GINÁSTICA. R$ 8,00. Segundas e quar­ tas, 8 h ,8 H 3 0 ,10H30, llh e ló h .T e r ç a s e quintas, 8h, 8h30, 9h30, 13, 15, 16 17 e 18h30. A cim a de 6 5 anos. R$ 8,00; Segundas e quartas, 9h30, 13h e 14h Terças e quintas, 9h30, 10h30 e oficinas

RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE UVROS E DOCUMENTOS. R$ 5,00. De 12 a 1 6 /0 4 . Segunda a sexta, 15h.

60 r e v i s t a

e

as 18h30. M eia Pensão. Hospedagem no Sesc Minas Gerais. Preços a consultar. De 0 8 /0 3 a 0 8 /0 4 . PASSA QUATRO (MG). « 2 3 /0 4 a 2 5 /0 4 .

Saída às 18h30. Pensão completa. Pas­ seios locais. Preços a consultar. Até 1 6 /0 4 . SACRAMENTO (MG). «27 a 3 0 /0 5 . Saída

às 7h30.Pensão completa. Hospedagem no Hotel Joy Ág u a do Vale. Consultar preços. De 0 7 /0 4 a 1 7 /0 5 . O cartão de matrícula no Sesc é o seu passaporte para participar, com vantagens, das várias atividades oferecidas e também para desfrutar das piscinas, quadras e outros equipamentos.

Endereço : Rua Cléua, 93 Telefone: (0 X X 1 1) 3 8 7 1 7 7 0 0 Horário: Terça a Sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h ás 20h. email@pompeia. sescsp. org. br

MÚSICA

CATARSE. Músicos, poetas, bailarinos, vjs, djs, artistas plásticos e atores sob a direção de Luiz Gayotto. Choperia. R$ 12,00; R$ 9.00 (□). R$ 4,00 (O). R$ 6,00 (❖). 01, 02 e 0 3 /0 4 . Quinta, sexta e sábado 20h30. ZÉ GERALDO. Teatro. R$ 20,00; R$ 15,00 (□). R$ 8,00 (O). RS 10,00 (•>)■ 01 e 0 2 /0 4 . Quinta e sexta, 21 h. N A N Á VASCONCELOS. Com participação de Zélia Duncan. Teatro. R$ 30,00; R$ 21.00 (□). R$ 13,00 (O). R$ 15,00 (❖). 03 e 0 4 /0 4 . Sábado, 21 h e domingo, 18h. SERGIO RICARDO. Teatro. R$ 15,00; R$ 10.00 (□). R$ 5,00 (O). R$ 7,50 {❖). 10 e 11/04. Sábado, 21 h e domingo, 18h. RENATO BRAZ E BAN D A Teatro. R$ 15,00; RS 10,00 (□). R$ 5,00 (O). R$ 7,50 (□ 1 4/04. Quarta, 21 h. JEAN E PAULO GARFUNKEL Músicos, com positores, os irmãos têm parceria em várias canções, gravadas por Elis Regina, Zizi Possi, Margarefh Menezes, Pena Branca e Xavantinho, Renato Brás e M aria Rita. G ra­ vou os CDs "Garfunkel e Garfunkel" e "Com Pacto Duplo". Teatro. R$ 15,00- R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). R$ 7,50 (❖). 16/04. Sexta, 21 h. LÉO MAIA. R$ 12,00; R$ 9,00 (□). R$ 4,00 (O). R$ 6,00 (❖). 16 e 17/04. Sexta e sábado, 20h30. QUARTETO EM CY - 40 ANOS. Teatro. R$

15,00; R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). R$ 7,50 (♦>). 17 e 18/04. Sábado, 21 h e domingo, 18h. CARLOS NAVAS. Choperia. R$ 12,00; R$ 9.00 (□). R$ 4,00 (O). R$ 6,00 (❖). 2 3 /0 4 . Sexta, 20h30. N Ô STOPA Choperia. R$ 15,00; R$ 1 0 0 0 (□). RS 5,00 (O). R$ 7,50{->). 2 4/04. Sexta, 20h30. JAIR OLIVEIRA E JOÃO SUPUCY. Teatro. R$ 20,00; R$ 15,00 (□). R$ 8,00 (O). R$ 10.00 (♦>). 29 e 3 0 /0 4 . Quinta e sexta, 21 h. DORINA Com participação de Alm ir Guineto. Choperia. R$ 15,00; R$ 10,00 (ü). R$ 5.00 (O). R$ 7,50 (❖). 3 0 /0 4 . Sexta, 20h30. PRATA DA CASA «Mulheres de llú (SP). Dia

14/01. Excepcionalmente na choperia. •Chiris e Plínio (SP). Dia 21 /0 4 . «Cláudio Uma (SP). 2 8 /0 4 . Teatro. Quartas, às 21 h. Grátis.

TANTAS ARTES. Oficinas de Criatividade. A

primeira aula é gratuita. Valores mensais. •Violão. Com Fernando Machado ou Dou­ glas Viscaino. R$ 100,00; R$ 80,00 (□). R$ 40,00 (O). Quartas e sextas, das 14h às 15h30, das 15h30 às 17h, das 18h30 às 20h ou das 20h às 21h30. Sábados, das 11 h às 12h30. «Aquarela. Com de Clarisse Tzirulnik e Ana Cristina Rocco. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Até 2 7 /0 4 . Terças, das 14h às 16h30. «Diário fotográfico. Com Fernando Pião. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Quintas, das 19h às 21h30. «Com quan­ tos paus se faz uma cadeira? Com Gilber­ to de Carvalho. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Sábados, das 10h30 às 13h. «Bonecas e bichos de pano. Com Lúcia Lacourt. R$ 100,00; R$ 80,00 (□).


Inscrições no local, com 30 minutos de antecedência. Grátis. 03 e 17. Sábados, das 10h30às 13h. LITERATURA lançamento

NUTRIÇÃO E MEDICINA ALTERNATIVA. De Andirasio Donato e Girlen Nunes. Grátis. 13/04. Terça, às 20h.

PALAVRAS CONTAM... Área de Convivência.

Grátis. 16h. Sábado e domingo, às 16h. •Contos Encantados da França. Com o grupo Girasonhos. 03 e 0 4 /0 4 . «Quem Conta um Conto, Aumenta Um Ponto: Contos Tradicionais do Brasil. Com o Nú­ cleo Time de Agitas. 10, 11, 24 e 2 5/04. Sábados e domingos, às 16h. «Nkan Rere: Contos Africanos. Com Lílian Marchetti e Fernando Boi. Grátis. 17, 18 e 21 /0 4 . Sábado, domingo e feriado, às 16h. TROVAS E CANÇÕES. Choperia. Grátis.

João Suplicy e Ja ir O live ira. Dias 2 9 e 3 0 /0 4 R$ 40,00 (O). R$ 30,00 e R$ 15,00 (❖). Terças, das 14h às 17h. «Arquivo fam ilia r Novas possibilidades. Com Denise Adams. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50.00 (O). Quartas, das 19h às 21h30. •Pintura. Com Lúcia Lacourt. R$ 100,00; R$ 80,00 (□). R$ 40,00 (O). R$ 30,00 e R$ 15,00 (idosos). Quartas e quintas, das 14h às 1Th. «Argila colorida e engobe. Com Eng Goan. R$ 100,00; R$ 80,00 (□). R$ 40,00 (O). Quintas, das 14h às 17h. •Escultura e modelagem. Com Oey Eng Goan. R$ 100,00; R$ 80,00 (□). R$ 40.00 (O). Quintas, das 19h às 21h30. •Criação cenográfica. Com Antonio M ar­ ciano. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50.00 (O). Terças, das 19h às 21 h30. «In­ trodução à Fotografia. Com Marcelo Scandaroli, Simone W icca ou Tatiana Pon­ tes. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Terças, das 19h às 21H30. Quartas, das 14h30 às 17h. sábados, das 10h30 às 13h. •Transformando a Pintura. Com Ve­ ra Martins. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50.00 (O). Terças, das 19h às 21 h30. •Restauração de Móveis - Módulo M a­ deira. Com Ana Lúcia Marcondes. R$ 100,00; R$ 80,00 (□). R$ 40,00 (O). Quartas, das 14h30 às 17h30 ou das 18h30 às 21 h30. •Tapeçaria Artística. Com Tiyoko Tomikawa. R$ 170,00; R$ 140.00 (□). R$ 70,00 (O). Quartas, das 19h às 21 h30. Quintas, das 15h às 1Th 30 ou das 19h às 21 h30. «Tapeçaria e Tece­ lagem. Com Tiyoko Tomikawa. R$ 150,00; R$ 120,00 (□). R$ 60,00 (O). Até 01 / 0 7. Quartas, das 19h às 21 h30. Quintas, das 15h às 17h30 ou das 19h às 21h30. •Instrumentos Musicais - Lutheria. Com Vado Pimenta. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Quintas, das 19h às 21 h30. •Oficinalmente. M ódulo 1: Qual é a sua tribo? Com Ana Lúcia Marcondes R$ 10,00; R$ 8,00 (□). R$ 4,00 (O). Até 24/0 6 . Quintas, das 14h30 às 17h. «O Suporte e a Pintura. Com Carolina Duprat. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Terças, das 14h às 17h. •Xilogravura.

Com Rosana Paulino. R$ 100,00; R$ 80.00 (□). R$ 40,00 (O). Terças, das 17h30 às 21h30. «Imagens no Editorial. Com Juan Esteves. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Quartas, das 19h às 21 h30. «Modelagem em Vidro. Com Oey Eng Goan. R$ 100,00; R$ 80,00 (□). R$ 40.00 (O). Até 28 /0 4 . Quartas, das 19h às 21 h30. «Modelagem Manual e Tomo. Com Eng Goan. R$ 100,00; R$ 80,00 (□). R$ 40,00 (O). Quartas, das 14h às 17h. •N ovas Luzes do Olhar. Com Luciano M u­ nhoz. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50.00 (O). Quintas, das 19h às 21 h30. •Fotografia Avançada. Com Sérgio Ferrei­ ra. R$ 120,00; R$ 100,00 (□). R$ 50,00 (O). Sextas, das 14h30 às 17hou das 19h às 21 h30. •G ravura em metal. Com Evandro Carlos Jardim. R$ 150,00; R$ 120.00 (□). R$ 60,00 (O). Sextas, das 14h às 20h. •Lucilâncias e Lucidâncias. Com Ana Lúcia Marcondes. Vagas Limita­ das. partir de 15 anos. Grátis. 03 e 0 4 /0 4 . Sábado e domingo, das 1 lh às 16h30. ARTESANATO TRADICIONAL NO ESPAÇO URBANO. Parceria com a Central Artesol

com exposição, mostra de vídeos e workshops. Oficinas de Criatividade. •Trança­ dos. Com Silvia Arruda e Patrícia Kozmann. Oficinas de Criatividade. R$ 7,00; R$ 5,00 (□). R$ 2,50 (O). 03 e 0 4/04. Sábado e domingo, das 1Oh às 13h ou das 15h às 18h. «Rendas e Bordados. Com Marco Antonio Andreoni e Dina Broide. R$ 7,00; R$ 5,00 (□). R$ 2,50 (O). 17 e 18 /04. Sábado e domingo, das lOh às 13h ou das 15h às 18h. DANÇA espetáculos GAIPÃO DAS INTERSECÇÕES. Apresenta­

ções, oficinas e debates com convidados. •Lei de Nada. Balé da Cidade - Cia. 2. Concepção e direção de Gabriel Castillo, cenários de Daniela Thomas e Patricia Ra-

bat, luz de André Boll, preparação vocal de Madalena Bemardes, assistência de d i­ reção de Key Sawao e trilha sonora de Re­ nato Jimenez. R$ 10,00; R$ 7,50 (□). R$ 3.00 (O). R$ 5,00 (❖). De 03 a 18/04. Quintas, sextas e sábados, 21 h e domin­ gos, 18h30. «Saídas de emergência. Orientação de Ricardo lazzetta. Grátis. 0 3 /0 4 . Sábado, das 14h às 18h.

DANÇA CONTEMPORÂNEA Com Camila Vinhas e Kátia Rozato. R$ 50,00 (□). R$25,00 (O). Terças e quintas, às 19h30. Sábados, às 14h. Domingos, às 12h. DANÇA DE SALÃO. Com Luciana Mayumi e Vagner Rodrigues. R$ 50,00 (□). R$ 25,00 (O). Quartas ou sextas, às 20h. Domingos, às 14h30.

1Th. «Deixe-me Cantar suas Rosas. Com a Cia Oito Rosas Amarelas. 04 e 18/04. Domingos e feriados, às 17h. «Ler é uma Viagem... Doces Poderes: Uma Viagem ao Universo Feminino. Com Elida M ar­ ques, Jorge Pena e Eduardo Contrera. 11 e 2 5/04. Domingos, às 17h. «No Intimo das Palavras dos Poetas das Minas Ge­ rais. Performance. 21 /0 4 . Quarta, às 17h.

LITERALMENTE: PENSANDO E FAZENDO LITERATURA Biblioteca. Grátis. 15h. Com

Elaine Aguiar e Edson Santos. «Gil Vicen­ te e a Farsa de Inês Pereira. 27 e 28/04. Terça e quarta, às 15h. •Camões e Os Lu­ síadas. 29 e 30 /0 4 . Quinta e sexta, às 15h. bibliotecas

ACERVO. Obras clássicas e contemporâneas da literatura mundial para consulta no lo­ cal e empréstimo. Grátis. Terça a domin­ gos, das 1Oh às 19h. ESPAÇO DE LEITURA. Grátis. Terça a sábado, das 9h às 21 h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.

DANÇA DO VENTRE. Com Gracy Rojas. R$ 50.00 (□). R$ 25,00 (O). Sábados, às 13h.

ESPORTES

DANÇA FLAMENCA. Com Vera Alejandra. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Terças e quin­ tas, às 19h45 (Iniciante) e 20h35 (interme­ diário). Sábados, às 11 h30.

ADAPTAÇÃO AO MEIO UQUIDO. 2x por se­ mana, R$ 70,00 (□) e R$ 35,00 (O). Ix por semana, R$ 42,00 (□) e R$21,00 (O). Quartas e sextas, às 17h30. Sábados, às 9h30.

MULTIMÍDIA E INTERNET WEB@T1VIDADES. Grátis. Sala da Internet Li­

vre. «Bate-Papo Diferente. 18/04. Domin­ go, das 10h30 às 11 h30. «Pesquisa na web - Sites de Busca. 2 2 /0 4 . Quinta, das 16h30 às 17h. »TVs e Rádios do Mundo. 23/04. Sexta, das 17h às 18h. «Origem dos Nomes das Ruas. 24/0 4 . Sábado, das 10h30 às 1 lh . «Criação de Sites. 28, 29 e 30 /0 4 . Quarta a sexta, das 17h às 18h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

CLUBE DA NATAÇÃO. 2x por semana, R$ 40.00 (□) e R$ 20,00 (O), lx por sema­ na, R$ 20,00 (□) e R$ 10,00(0). Quartas e sextas, às 20h30. Sábados, às 9h30. CLUBE DO BASQUETE. R$ 20,00 (□). R$ 10.00 (O). Terças e quintas, das 18h30 às 20h CLUBE DO FUTSAL FEMININO. R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). Quartas e sextas, das 18h30 às 20h.

aulas abertas

CLUBE DO VÔLEI. R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). Quartas e sextas, das 20h às 21 h30.

ARTE PARA EDUCADORES. Coordenação de Lúcia Lacourt. Oficinas de Criatividade.

JUDÔ. Com Tomio Oki. 2x por semana, R$

r e v is ta

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POMPEIA SAÚDE E AUMENTAÇAO 56,00 (□) e R$ 28,00 (O). Ix por sema­ na, R$ 46,00 (□) e R$ 23,00 (O). Terças e EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ quintas, às 18h30 e 20h. Sábados, às 18,00 (□). R$ 9,00 (O). Terças a sextas, 15K30. das 9h às 21 h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 12h e das 13h às 1Th. NATAÇÃO. 2x por semana, R$ 70,00 (□) e R$ 35,00 (O), lx por semana, R$ 42,00 (□) e R$ 21,00 (O). Terças e quintas, às BAR CAFÉ. Terça a sábado, das 9h às 22h. 8h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Quartas e Domingos e feriados, das 9h às 21 h. sextas, às 7h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Sábados, às 11 h30. RESTAURANTE. R$15,00; R$9,00 (O). «Pra­ to Rápido. R$5,50; R$4,00 (O). Terça a VÔLEI. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Terças e sexta. Terça a sexta, das 11 h30 às 14h30. quintas, às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 11 h30 às 15h. recreação PÓLO AQUÁTICO. Grátis. Sábados, domin­ SOCIEDADE E CIDADANIA gos e feriados, às 16h.

(□) e R$ 21,00 (O). Peixinho (de 5 a 6 anos): sábados, às 10h30. Golfinho (de 7 a 10 anos): quartas e sextas, às 9h30 e 15h30. Sábados, às 10h30. Tubarão (de 11 a 14 anos): sábados, às 10h30. curumim

SESC CURUMIM. De 07 a 12 anos. Grátis. Terças e quintas ou quartas e sextas, das 8h30 às 11 h30 ou das 14h às 17h. espaço lúdico ALÉM DO XEQUE MATE. Área de Convivên­

cia. Grátis. «Clube do Xadrez. Terça a domingo, das 1Oh às 19h. «Encontro com o Xadrez: Iniciando o Jogo. 24 e 2 5 /0 4 . Sábado e domingo, às 15h. ARTE NA CONVIVÊNCIA Área de Convi­

vência. Grátis. «Brincadeiras de Rua. Sábado e domingo, das 11 h às 17h. «Di­ nâmicas Interativas. Sábado, domingo e feriado, das 13h às 14h30 e das 15n às 16h30.

torneios e campeonatos

especial

COPA SESC POMPÉIA DE FUTSAL Terça a sexta, das 19hl 5 às 21 h30. Sábados, das 13h às 17h30. Domingos, das 10b às 17H30.

AS DUAS FASES DE EVA Programação que aborda dois períodos da vida da mulher: a adolescência e o dimatério. Grátis «Proje­ to 1900. Exposição - instalação fotográfi­ ca. Conjunto Esportivo. Grátis. De 01 / 04 a 3 0 /0 5 . Terça a sexta, das 13h às 21h30. Domingos e feriados, das 9h30 às 17h. •Ritos de Passagem. Mesa-redonda. Gal­ pão das Intersecções. 2 8 /0 4 . Quarta, às 19h30. «Murovivo. Oficinas temáticas práticas e teóricas - Oficinas de Criativida­ de. Público de 1 4 a 17 anos. De 2 0 /0 3 a 0 4 /0 4 . Sábados e domingos, das 14h às 18h. «Projeto 2024. Oficinas abertas de ilustração. Oficinas de Criatividade. Dias: 1 7 ,1 8 ,2 4 e 25 /0 4 . Sábados e domingos, das 14h às 18h.

3TDADE.NET. Sala da Internet Livre. Grátis.

INFANTIL

CONVIVER COM ARTE. Apresentações musi­

LOCAÇÃO DE ESPAÇOS. Terça a sexta, das 13h às 21 h30. Sábados, domingos e feri­ ados, das 9h30 às 17h. CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas

HIDRORECREAT1VA. Grátis. Domingos e feri­ ados, das 11 h30 às 12h.

RELAXAMENTO. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Quartas e sextas, às 17h30. ALONGAMENTO. «Técnicas Corporais. 2x

por semana, R$ 50,00 (□) e R$ 25,00 (O), lx por semana, R$ 25,00 (□) e R$ 12,50 (O). Terças e quintas, às 7h30 e 18h30. Sábados, às 10n30. Domingos, às 10h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). Terças e quintas ou quartas e sextas, das 7h30 às 13h e das 13H30 às 17h. Das 17h30 às 21 h. Sába­ dos, domingos e feriados, das 1Oh às 17h. GINÁSTICA. R$ 50,00 (□). R$ 25,00 (O). Terças e quintas, às 15h30, 17h30, 18 h 3 0 ,19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 7 h 3 0 ,18h30 e 19h30.

PINTANDO NO POMPÉIA Coordenação de Lúcia Lacourt. A partir de 7 anos. 12 vagas. Grátis. 03, 09 e 10/04. Sábados, das 11 h às 13h. É PAU, É PEDRA! Coordenação de Ana Mirio. A partir de 6 anos. Grátis. 17, 18, 24 e 2 5/0 4 . Sábados e domingos, das 11 h às 13h.

ALTA VOLTAGEM. Atividades esportivas, ex­ pressão corporal e artística. 13 a 17 anos. Grátis. Terças e quintas ou quartas e sextas, das 9h às 12h ou das 14h às 1Th, ESPORTE JOVEM. «Basquete. R$ 8,00 (□).

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RELAXAMENTO. R$ 2 3 ,0 0 (□ ). R$ 11,50 (O ). Q uartas e sextas, às 17h30. RESTAURAÇÃO DE MÓVEIS - M ÓDULO MADEIRA. Com A na Lúcia Marcondes. R$ 3 0 ,0 0 (□ ). R$ 15,00 (O ). Até 2 5 /0 6 . Sextas, das 14h30 às 17h30. BONECAS E BICHOS DE PANO. Com Lú­ cia Lacourt. R$ 3 0 ,0 0 (□ ). R$ 15,00 (O ). Até 2 9 /0 6 . Terças, das 14h às 17h. PINTURA. Com Lúcia Lacourt. Para todas as idades. R$ 3 0 ,0 0 {□ ). R$ 15,00 (O ). Até 2 4 /0 6 . Q uartas ou quintas, das 14h às 17h. MODELAGEM M ANUAL E TORNO. Com Eng G oan. R$ 3 0 ,0 0 (□ ). R$ 15,00 (O ). Até 2 5 /0 6 . Sextas, das 14h às 17h.

TERCEIRA IDADE CLUBE DA NATAÇÃO. R$ 2 0 ,0 0 (□ ). R$ 10,00 (0 ). •Crie seu e-mail. 01 e 0 2 /0 4 . Quinta e sexta, das l l h às 12h. «Fotografe-se. 0 4 /0 4 . Domingo, das 10h30 às 11 h30. •Dicas de Saúde. 0 7 /0 4 . Quarta, das 17hàs 18h. «Iniciação ao Micro para Ter­ ceira Idade. 14, 15 e 1 6/04. Quarta a sexta, das 17h às 18h.

cais. Choperia. Quartas, às 16h. Grátis. •A na M aria Brandão. 0 7 /0 4 . «Via Brasil Band. 14/04. «Dorina. 28 /0 4 .

PENSANDO RÁDIONOVELA. História do rá­ dio; sonoplastia; locução; colocação de voz; roteiro, entre outras técnicas radiofôni­ cas. Com Paloma Brum, Paulo Loureiro Jr. e Ricardo Manhani Grátis. Até 2 9 /0 6 . Terças, das 16h30 às 19h30. Sábados das 10 às 13h. IMAGEM&TEMPO. Com Evelyn Ruman. Grátis. Até 0 1 /0 7 . Quintas, das 14h às 17h.

MINHAS HISTÓRIAS. Teatro. Grátis. Quintas, Terças e quintas, às 15n30. Quartas e sex­ das 14h às 17h. tas, às 16ri30. «Futsal. R$ 8,00 (□). Q uar­ tas e sextas, às 16h30. «Handebol. R$ DINÂMICA DO SOFÁ. Convivência. Assun­ 8,00 (ü). Terças e quintas, às 16h30. «Ju­ tos de interesse da Terceira Idade. Grátis dô. R$ 8,00 (□). Terças e quintas, às PROGRAMA DE ATIVIDADES PARA GES­ 16h30. Quartas e sextas, às 16n30. «Vô­ DO JOGO A DANÇA. Com Camila Vinhas TANTES. «Atividades Físicas para Gestan­ lei. R$ 8,00 (□), Terças e quintas, às Itavo, M ara Franceschini Guerrero e Ricar­ tes. R$ 50,00 (□). R$ 25,00 (O). Quartas 14h30. Quartas e sextas, às 15h30. do Neves. 03, 11 e 2 4 /0 4 , Sábados e e sextas, às 19h30. domingos, àsl Oh. ESPORTE CRIANÇA. Grátis. De 7 a 9 anos. REEDUCAÇÃO POSTURAL De 15 a 55 anos. Quartas e sextas, às 15h30. De 10 a 12 SAÚDE OU COMILANÇA. Com Adriana Ri2x na semana, R$ 50,00 (□) e R$ 25,00 anos: terças e quintas, 15h30. dolfi e Ney Piacentini. 04, 18, 2 5 /0 4 . (O), lx na semana, R$ 25,00 (□) e R$ Domingos e sábado, àsl Oh. 12,50 (O). Terças e quintas, às 10h30 e JUDÔ. De 7 a 12 anos. Grátis. Terças e quin­ 17h30. Quartas e sextas, às 8 h 3 0 ,16h30, tas, às 14h30 e 15h30. Quartas e sextas, SÃO PAULO, ONTEM, HOJE E SEMPRE. 18h30e20h30. Sábados, às 11 h30. às 14h30 e 15h30. Sábados, às 9h30, Com Gabriel Guimard e Nora Prado. 10 e 10 h 3 0 ,11 h30 e 14h. 17/04. Sábados, as 1Oh. YOGA. Com Cristina Bittencourt. R$ 50,00 (□). R$ 25,00 (O). «Asthanga Vinyasa. REEDUCAÇÃO RESPIRATÓRIA. De 7 a 12 Quartas e sextas, às 18h30. Sábados, às anos. Grátis. Quartas e sextas, às 15h30. ADAPTAÇÃO AO MEIO ÚQUIDO. R$ 35,00 9h30. «Hatha Yoga. Terças e quintas, às (□). R$ 17,50 (O). Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 14h30 e 18h45. Quartas e NATAÇÃO. 2x por semana, R$ 70,00 (□) e 16h30. Quartas e sextas, às 10h30 e sextas, às 19h30. Sábados, às 1 lh . R$ 35,00 (O), lx por semana, R$ 42,00 14h30. HIDROGINÁST1CA. R$ 70,00 (□). R$ 35,00 (O). Terças e quintas, às 7h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Quartas e sextas às 18h30 e 19h30.

CLUBE DO VÔLEI TERCEIRA IDADE. Grátis. Quartas e sextas, às 14h30.

DANÇAS BRASILEIRAS. R$ 2 3 ,0 0 (□ ). R$ 11.50 (O ). Terças e quintas,às 15h30 NATAÇÃO. R$ 3 5 ,0 0 (□ ). R$ 17,50 (O ). Terças e quintas, às 11 h 30 e 16h30. Q uartas e sextas, às 16h30. REEDUCAÇÃO POSTURAL. 2x na sema­ na, R$ 2 5 ,0 0 (□ ) e R$ 12,50 (O ), l x na semana, R$ 16,00 (O ) e R$ 8,00 (O ). Inscrições na Central de A tendi­ mento. Terças e quintas, às 10h30 e 17h30. Q uartas e sextas, às 8h30, 16 h30 e 17h30. Sábados, às 11 h30 VÔLEI ADAPTADO. G rátis. Terças e quin­ tas, às 16h30. ginástica ALONGAMENTO. «Técnicas Corporais.

2x por semana, R$ 2 5 ,0 0 (O ) e R$ 12.50 (O ), l x por semana, R$ 16,00 (□ ) e R$ 8 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 7h30, 11 h 30 e 16h30. Q uartas e sex­ tas, às 10 h30, 11 h30 e 15h30. Sába­ dos, às 10 h30. Domingos, às 10h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 28,00 (□ ). R$ 14,00 (). Terças e quintas, das 7h30 às 13h e das 13h30 às 17h. Sábados, dom ingos e feriados, das 1Oh às 17h. GINÁSTICA. R$ 2 5 ,0 0 (□ ). R$ 12,50 (O ). Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 15h30 e 16h30. Q uartas e sextas, às 9h30, 10h 3 0 e 15h30. HIDROGINÁSTICA. R$ 3 5 ,0 0 (□ ). R$ 17.50 (O ). Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 1 6 h 3 0 e 17h30. Q u a r­ tas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16 h30 e 17h30. recreação ESPAÇO TERCEIRA IDADE. «Jogos de To­

do M un d o . Nas O ficinas. G rátis. Terças, quintas, sábados e domingos, das 13h às 17h30.


SANTO AMARO torneios e campeonatos

TORNEIO SESC SANTO AM AR O DE TCHOUKBALL Grátis. 2 1 /0 4 . Q uarta, a partir das lOh. FESTIVAL DE TÊNIS. Grátis. 1 0 /0 4 . Sába­ do, a partir das 1Oh. TORNEIO I o DE M AIO . A partir de 16 anos. Inscrições a partir de 1 5 /0 4 . A partir das 1Oh. R$ 5 ,00 empresas do co­ mércio e serviços, R$ 10,00 empresas de outros ramos R$ 10,00 (□). R$ 5 ,00 (O). De 1 5 /0 4 a 0 1 /0 5 . Sábado, a partir das lOh.

PROGRAMA SAUDÁVEL CIDADÃO. «Al­

ternativas para uma vida melhor. Grátis 0 5 ,0 6 e 0 7 /0 4 . Segunda, terça e quar­ ta, das 10 às 1Th. lanchonetes

LANCHES E PRATOS RÁPIDOS. Segunda a sexta, das 12 às 15h e das 16 às 19h. Sábados, das 11 às 18h. clínicas odontológicas

ODONTOSESC. Terça a sábado, das 9 às 18h. INFANTIL

FESTIVAL DE STREETBALL Torneio relâmpa­ go. Inscrições a parti do dia 01. Grátis. 1 0 /0 4 . Q uarta, a partir das lO h.

LOCAÇÃO DE ESPAÇOS. R$ 60,0 0 /h o ra noite (□), R$ 28,00 /h o ra -d ia (□), R$ 30,00/hora-noite (O ) e R$ 14 /h o ra -d ia (O). Sábados: R$ 2 0 ,0 0 /h o ra (O) e R$ 4 0 ,0 0 /h o ra {□). Segunda a sexta, das 1Oh às 19h30.Sábados e feriados, das 10 às 17h. CORPO E EXPRESSÃO

ulgaçã

JORNAL DA SAÚDE. Tema do mês: Alter­ nativas para uma vida melhor. Grátis. De 01 a 3 0 /0 4 . De segunda à sexta, das 10 às 19 e sábado das 10 às 18h.

espetáculos O CASO DA CASA. Com Cia O Grito. Tex­

to de M aria do Carm o M urano e Hugo Possolo. Para crianças de 0 4 a 10 anos. R$ 5,00; R$ 4 ,00 (□). R$ 2,00 (O). 2,50 (❖ 1 .0 3 /0 4 . Sábado, à s ló h . UM A HISTÓRIA NU M A HISTÓRIA. Com Lu Lopes. Para crianças a partir de 3 anos. R$ 5,00; R$ 4,00 (□). R$ 2,00 (O). 2,5 (❖). 1 7 /0 4 . Sábado, às 16h. DIVERSÕES MUSICAIS. Com M iria m M a ria , Tata Fernandes e N in a Blauth. G rátis. 1 0 /0 4 . Sábado, às 16h. ESPERANDO O U M A. Para crianças a p a rtir de 0 3 anos. R$ 5 ,0 0 ; R$ 4 ,0 0 (□ ). R$ 2 ,0 0 (O ). 2 ,5 0 (❖). 2 4 /0 4 . S ábado, às 16h.

PROGRAMA DE GINÁSTICA. A p a rtir

Dorotéia Minha. Dia 2 4 /0 4 Endereço: Rua Amador Bueno, 5 0 5 Telefone: (0 X X 1 1 ) 5 5 2 5 1 8 55 H o rá rio : Segunda a Sexta, das 10h Às 19h. Sábados e feriados, das 10h às 18h. email@santoamaro.sescsp.org.br

TEATRO espetáculos

CANTO A V ID A E À V ID A . D ireção e Texto de Sérgio Luiz Bam bace. Com a C ia. D itira m b o Produções. R$ 1 4 ,0 0 ; R$ 1 2 ,0 0 (□ ). R$ 6 ,0 0 (O ). R$ 7 ,0 0 (❖ ). 0 2 , 0 3 e 1 6 /0 4 . Sextas, às 2 0 h 3 0 e sábado, às 2 0 h. D OROTÉIA M IN H A . R$ 1 4 ,0 0 ; R$ 1 2 .0 0 (□ ). R$ 6 ,0 0 (O ). R$ 7 ,0 0 (□ ). 2 4 /0 4 . S ábado, às 20h. MÚSICA ESQUINAS DO SOM. «B anda C oliseu

Rock. G rátis. 0 3 / 0 4 . S áb a do , às 17h. INSTRUMENTAL SESC SANTO AMARO.

•T om ati Hom eless Trio e Fernando C orrêa. G rátis. 2 7 /0 4 . Terça, às 20h SOU BLUES. «Lancaster e F lávio N a ­

ves. R$ 1 5 ,0 0 ; R$ 1 2 ,0 0 (□ ). R$ 6 .0 0 (O ). R$ 7 ,5 0 (❖ ). 1 7 /0 4 . S ába­ d o, às 20h.

DANÇA

DANÇA DE SALÃO. R$ 48,0 0 (□). R$ 2 4.0 0 (O). Sextas, às 18h30. Sábados, à s lO h . DANÇA DO VENTRE. R$ 48,0 0 (□). R$ 2 4.0 0 (O). Segundas, às 19h. Sábados, às 13h e 14h30.

de 16 anos. R$ 2 4 ,0 0 (O ) e R$ 4 8 ,0 0 {□ ). «G inástica A e ró b ia . Segundas, às 18h3 0 . Q uartas, às 7h e quintas, às 19h. «G inástica Localizada. Se­ gundas, às 8h, 19 h 3 0 . Terças, às 18h3 0 . Sextas, às 8h. «Step. Segun­ das, às 7h. Q uartas, às 1 9 h 3 0 e Q uintas, às 8h. «C ircuito. Terças, às 7 h3 0 . Q uartas, às 18h30. «C ondi­ cionam ento Físico. Terças, às 19h30. Q u a rta s, às 8h. « F le x ib ilid a d e e A lon g a m e n to . Terças, às 8 h 3 0 e 18h. Q uintas, às 7 h 3 0 e 18h30.

PALAVRA CANTADA. Com Sandra Peres e Paulo Tatit. G rá tis .2 1 /0 4 . Q uarta, 16h. especial

ESPECIAL PÁSCOA. G rátis. Sábado, das 1 lh às 18h

1 0 /0 4 .

oficinas

INÚTIL VIRA ÚTIL. G rátis. 0 3 , 10, 17, 21 e 2 4 /0 4 . Sábados e feriados, das 13h às 16h. recreação

GAP. Terças, às 8h. Quartas, às 19h. Q uin­ tas, às 18h.

ESPORTE E RECREAÇÃO. De 7 a 17 anos. Grátis. Sábados, das 1Oh às 16h.

YOGA. R$ 50,0 0 (□). R$ 25,00 (O). Se­ gundas e quartas, às 1 5 h l5 , 16h30 e 17h45.

ESPAÇO LÚDICO BRINCANTE. Para crianças até 12 anos. G rátis. Segunda a sábado e feriados, das 10 às 18h.

MULTIMÍDIA E INTERNET oficinas

CUCK CURRÍCULO. G rátis. De 01 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, das 1Oh às 11 h e das 15h às 16h. ESPORTES aulas abertas SÓ DE BRINCADEIRA. Grátis. «Atletismo.

0 3 /0 4 . Sábado, às 11 h. «Ginástica. 1 0 /0 4 . Sábado, às 11 h. «Arco e Fle­ cha. 1 7 /0 4 . Sábado, às 1 lh . «Karatê. 2 4 /0 4 . Sábado, às 11 h. ESPORTE CRIANÇA. Para crianças de 7 a 12 anos. Grátis. Terças e quintas, às 9h30 e às 14h30.

às lO h «Bate Papo sobre postura. 0 3 /0 4 . «Aula especial: Alongam ento e Massagem. 1 0 /0 4 . «A im portância do aquecimento e do alongam ento antes e depois da cam inhada. 1 7 /0 4 . «Fortale­ cim ento dos m em bros inferiores. 2 1 /0 4 . PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA NÚCLEO ENGORDADOURO. R$ 16,00; R$ 12,00 (□). R$ 8,00 (O J.24/04. Sábado, às 9h. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO

KARATÊ. A p a rtir de 12 anos. R$ 5 0 .0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 (O ). A p a rtir de 0 6 / 0 4 a 1 6 /1 2 . Terças e quintas, às 18 h3 0 .

TERCEIRA IDADE

caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. Grátis. Sábado,

palestras

PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL Grátis. 2 9 /0 4 . Q uinta, às 13h.

especial

BAILE DA AM IZADE. R$ 4 ,0 0 (□ ). R$ 4 ,0 0 (O ). 1 6 /0 4 . Sexta, às 14h30. PROGRAMA DA TERCEIRA IDADE. Acima

de 60 anos. R$ 24,00 (□) e R$ 12,00 (O). «Esportes Olímpicos. Vôlei, Tênis, Badminton, Tênis de mesa. 14, 21 e 2 8 /0 4 . Quartas, às 16h. «Grandes mestres: Picasso. 15, 20, 22 e 2 7 /0 4 . Terças e quintas, às 15h. PROGRAMA DA TERCEIRA IDADE. Acima

de 60 anos. R$ 24,00 (□) e R$ 12,00 (O). «Ginástica Voluntária. Segundas e quartas, às 9 h30 e 15h. Terças e quintas, às 14 h l 5.

r e v is ta

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SANTO Endereço: Rua Tamarutaca, 302 Telefone: (0X X 11 ) 4 4 6 9 12 00 H orário : Terça a Sexta, das 13h às 22h . Sábados Domingos e feriados, das 9h às 18h. email@santoandre.sescsp.org.br

vôlei, basquete e esportes adaptados. A partir de 15 anos. Grátis. Terça a sexta, das 13h30 às 21 h. Sábados e dom in­ gos, das 13h às 17h. torneios e campeonatos

JOGOS DA SÁUDE. Futsal masculino e fem inino adulto, voleibol misto e basquete de trios. Quadras. Grátis. De 0 7 a 3 0 /0 4 . Terça a sexta, das 19h às 21K30.

espetáculos

E A G O R A , SR. FE Y N M A N ? Com N úcleo A rte e C iência. Teatro. R$ 14,00; R$ 10 ,0 0 (□ ). R$ 5 ,0 0 (O ). R$ 7 ,0 0 (❖). 17, 18, 2 4 e 2 5 /0 4 . Sábados, às 21 h. D om ingos, às 19h. Feriado, às 19 h 30 .

EMPRÉSTIMO DE MATERIAL Grátis. Terça a sexta, a partir das 13h30. Sábados e domingos, a partir das 9h30. SESC EMPRESA «Assessoria Técnica para

MÚSICA

Eventos Esportivos. Grátis. Terça a sexta, das 14 às 21 h. Sábados das 10 às 16h.

14 BIS. Espaço de eventos. R$ 14,00; R$ 10.00 (□). R$ 5 ,0 0 (O ). R$ 7 ,0 0 (❖ J.03/04. Sábado, às 21 h.

CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas

HIDROGINÁSTICA. Piscina. Grátis. De 03 a 2 5 /0 4 . Sábados, domingos e feri­ ados, às 11 h30.

BARBATUQUES. Teatro. R$ 14,00; R$ 10.00 (□). R$ 5 ,00 (O). R$ 7,00 (❖). 2 1 /0 4 . Q uarta, às 18h. FAÍSKA E BANDA. Teatro. Grátis. 2 9 /0 4 . Quinta, às 21 h.

na Central de Atendim ento. Grátis. 1 0 /0 4 . Sábado, às 16h. MULTIMÍDIA E INTERNET

CASA DE FARINHA. Teatro. Grátis. 3 0 /0 4 . Sexta, às 21 h. ELECTROSONS. Teatro. «Moisés Santana.

Grátis. 0 2 /0 4 . Sexta, às 21 h. «Lunatics. Grátis. 2 3 /0 4 . Sexta, às 21 h.

CRIAÇÃO DE PÁGINAS-HTML Grátis. 03, 10, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às lOh. SANTO ANDRÉ DIGITAL Grátis. 0 8 /0 4 . Q uinta, às 15h.

INSTRUMENTAL Teatro. Grátis «Alcatéia.

0 6 /0 4 . Terça, às 21 h. «Alegre Corrêa (Brasil) e W olfgang Muthspièí (Áustria). 2 0 /0 4 . Terça, às 21 h. música erudita ERUDITO. Grátis. Domingo, às 11 h. «As

Sete Últimas Palavras ae Cristo. Espaço de eventos. 1 1 /0 4 . «Trio O rnafus. Teatro. 2 5 /0 4 .

A MÚSICA BRASILEIRA DESTE SÉCULO

PRIMEIRA NAVEGAÇÃO. Grátis. 1 0 /0 4 , 2 4 /0 4 . Sábados, às 15h. EDIÇÃO DE IMAGENS. Grátis. 15, 20, 22 e 2 7 /0 4 . Terças e quintas, às 19h.

INTERNET LIVRE. Grátis. Terça a sexta, das 13h às 21 h30. Sábados, dom ingos e feriados, das 9h às 17h30. LITER ATURA

POR SEUS AUTORES E INTÉRPRETES.

Grátis. Teatro. «Mesa-Redonda. 1 3 /0 4 . Terça, às 19h. «Rio/São Paulo Q uatro Ases do samba. 1 3 /0 4 . Terça, às 21 h. DANÇA espetáculos

BENEDITAS. Teatro. Grátis. 1 0 /0 4 . Sába­ do, às 21 h. TERRITÓRIO INTERNO. Teatro. Grátis. 1 1 /0 4 . Domingo, às 19h. aulas abertas

RITMOS LATINOS. Com Carlos Fernandes. Area de convivência. Grátis. 04, 08, 11, 18 e 2 5 /0 4 . Domingos e feriado, das 14h às 15h. PERCUSSÃO CORPORAL. G rup o Barbatuques. Á rea de convivência Grátis. 2 1 /0 4 . Q uarta, das 14h30 às worksbops

M O VIM ENTO INTERIOR-ENERGIA E FLUXO. Com Diane ichimaru. Inscrições

64 r e v i s t a

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LITERATURA EM OBRAS. Biblioteca. Grátis.

•Severino fa z chover. Até 0 4 /0 4 . Terça a sexta, das 13h30 às 21 h30. Sábados e dom ingos, das 9h 3 0 às 17h30. •C onta contos. Á rea de convivência. Até 2 5 /0 4 . Sábados e domingos, às 15h. •V in te m il léguas submarinas. A partir de 0 6 /0 4 . Terça a sexta, das 13h30 às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h 30 às 17h30.

BIBLIOTECA. Grátis. Terça a sexta, das 13h às 21h30. Sábados, domingos e feri­ ados, das 9h às 17h30. ESPORTES

LANÇAMENTO DE VÍDEO BMX. Espaço de Eventos. Grátis. 0 4 /0 4 . Domingo, às TORNEIO ABBMX FLATLAND. Espaço de Eventos. 0 4 /0 4 . Domingo, das 9h às

BASQUETE. A partir de 14 anos. R$ 26,0 0 (□). RS 13,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Q uarta e sexta, às 18h30. ESPORTE JOVEM. De 13 a 16 anos. Aulas de vôlei (terça) e futsal (quinta). Grátis. De 0 2 /0 3 a 3 0 /0 6 . Terça e quinta, às 17h30. JUDÔ. R$ 18,00 (□). R$ 9 ,0 0 (O ). Até 3 0 /0 6 . Terça e quinta, às 20h30. KARATÊ. R$ 18,00 ( J ). R$ 9 ,0 0 (O ). Até 3 0 /0 6 . Terça e quinta, às 18h30. NATAÇÃO. Piscina. R$ 6 6 ,0 0 (J). R$ 33 .0 0 (O ). Terça e quinta, às 9h30, 18h30 e 20h30. Q uarta e sexta, às 19 h30 e 20h30. NATAÇÃO E CONDICIONAMENTO. R$ 6 6 .0 0 (J ). R$ 3 3 ,0 0 (O ). Terça e quinta, às 9h30, 18H30 e 20h30. Q uarta e sexta, às 19H30 e 20h30. VÔLEI. R$ 26,0 0 (U). R$ 13,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terça e quinta, às 19h. recreação

TÊNIS DE MESA. Espaço alternativo. Grátis. De 01 a 3 0 /0 4 . Terça a sexta, das 13 h 3 0 às 21 h30. Sábados e domingos, das 9 h30 às 17h30. FRESCOBOL A partir de 7 anos. Espaço alternativo. Grátis. 08 e 2 1 /0 4 . Q uarta e quinta, das 9h30 às 11 h30. PETECA. A partir de 7 anos. Espaço alter­ nativo. Grátis. 08 e 2 1 /0 4 . Q uarta e quinta, das 1 1h30 às 13h30. TAMBORÉU. A partir de 7 anos. Espaço Alternativo. Grátis. 08 e 2 1 /0 4 . Q uarta e quinta, das 13h30 às 15h30. TÊNIS. A partir de 7 anos. Q uadra 2. Grátis. 08 e 2 1 /0 4 . Q uarta e quinta, das 9h30 às 11 h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. Futsal,

HIDROGINÁSTICA. De 15 a 5 4 anos. R$ 6 6 ,0 0 (Ü). R$ 3 3 ,0 0 (O). Terça e quinta, às 7 h30 e 19h30. Q uarta e sexta, às 18h30. A partir de 15 anos. R$ 66,0 0 (U). R$ 3 3 ,0 0 (O). Terça e quinta, às 14h, 1óh e 17h30. Q uarta e sexta, às 14h e 15h. MASSAGEM E RELAXAMENTO. R$ 24,0 0 (□). R$ 12,00 (O). A té 3 0 /0 6 . Q uarta, às 1óh. PROGRAMA DE GINÁSTICA. «O pção M anhã. A partir de 15 anos. Condi­ cionamento físico: Terça, quarta e quinta,

das 7 h30 às 12h. Sexta, das 7 h30 às 11 h. Ginástica: Terça e quinta, às 9h. Q uarta e sexta, às 9h30. Alongamento: Terça e quinta, às 8 h30 e lOh. Q uarta e sexta, às 9h e 10h30. Atividades diver­ sas: Terça e quinta, às 10h30. Q uarta, às l l h . _R$ 6 8 ,0 0 (□). R$ 3 4 ,0 0 (O). •O pção Noite. A partir de 15 anos. Condicionamento físico: Terça a sexta, das 17 h30 às 21 h30. Ginástica: Terça e quinta, às 19h e 20h30. Q uarta e sexta, às 18h e 19h30. Alongamento: Terça e quinta, às 18 h30 e 20h. Q uarta e sexta, às 19h e 20h30. Atividades diversas: Terça e quinta, às 18h. R$ 82,0 0 (□). R$ 41 .0 0 (O ). «O pção Tarde. A partir de 15 anos. Condicionamento físico: Terça, quarta e quinta, das 12h30 às 17h. Sexta, das 12h30 às 1óh. Ginástica: Terça e quinta, às 15h30. Alongamento: Terça e quinta, às 13h e 16h30. Q uarta, às 16h30. Atividades diversas: Terça e quinta, às 14h. Q uarta, às 16h. R$ 68 .0 0 (ü). R$ 3 4 ,0 0 (O). «O pção Total. A partir de 15 anos. Condicionamento físico: Terça, quarta e quinta, das 7h30 às 12h. 12h30 às 17h. 17h30 às 21 h30. S e x ta ,d a s 7 h 3 0 à s l l h . 12h30 às 16h. 17h30 às 21 h30. Sábado, das 9h30 às 14h30. Dom ingo, das 9h30 às 12h30. Ginástica: Terça e quinta, às 9h, 15 h 3 0 ,19h e 20h30. Q uarta e sexta, às 9 h 3 0 ,18h e 19h30. Sábado, às 10h30. Dom ingo, às 1Oh. Alongamento: Terça e quinta, às 8h30, lO h, 13h, 16h30, 18h30 e 20h. Q uarta, às 9h, 10h30,


16h30, 19h e 20h30. Sexta, às 9h, 10h30, 19h e 20h30. Sábado, às lOh. Domingo, às 11 h. Atividades Diversas: Terça e quinta, às 10h30, 14h e 18h. Q uarta, às U h e ló h . R$ 1 10,00 (□). R$ 5 5 ,0 0 (O ). « O pção Final de Semana. A p a rtir de 15 anos. Condi­ cionamento tísico: Sábado, das 9h3 0 às 14h30. Domingo, das 9h3 0 às 12h30. Ginástica: Sábado, às 10h30. Domingo, às 1Oh. Alongamento: Sábado, às 1Oh. Dom ingo, às U h . R$ 6 8 ,0 0 {□ ). R$ 34,0 0 (O). REEDUCAÇÃO POSTURAL R$ 3 4,00 (□). R$ 17,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terça e quin­ ta, às 11 h. Q uarta e sexta, às 12h30.

espetáculos

ESPERANDO U M A . Á re a de C onvivên­ cia. G rátis. 0 4 /0 4 . D om ingo, às ló h .

especial

2 0 .0 0 0 LÉGUAS SUBMARINAS. Com o N úcleo A rte e C iência no Palco. R$ R$ 6 ,0 0 ; R$ R$ 5 ,0 0 (□ ). R$ R$ 3 ,0 0 ( O ❖ ). R$ 2 ,0 0 (crianças de 4 a 12 anos). De 1 1 /0 4 a 0 2 /0 5 . D om in­ gos, às ló h .

C O -E D U C A Ç Ã O ENTRE GERAÇÕES. Teatro. G rátis. 0 6 /0 4 . Terça, às 19h.

ESPORTE C R IA N Ç A . De 7 a 12 anos. A u la s de v ô le i (te rça ), basquete (q u a rta ) e futsal (q u in ta ). G rá tis. A té T e rça, q u a rta e q u in ta , às 15 h 3 0 .

HIDROGINÁSTICA. R$ 3 3 ,0 0 (□ ). R$ 1 6 ,5 0 (O ). Terça e quinta, às 8h30. Q u a rta e sexta, às 8h 3 0 .

VIVÊNCIAS AQUÁTICAS. Piscina. R$ 48,0 0 (□). R$ 2 4,0 0 (O ). Quartas, às ESPORTE INFANTIL. De 7 a 10 anos. R$ 10h 3 0 e 16h. 1 8 ,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ). A té 3 0 /0 6 . Dom ingos, às lO h. VIVÊNCIAS DE Y O GA. R$ 3 4,0 0 (□). R$ 17,00 (O). A té 3 0 /0 6 . Q uarta e sexta, FUTSAL. De 7 a 9 anos. R$ 1 8 ,0 0 (□ ). às 12h30. R$ 9 ,0 0 (O ). A té 3 0 /0 6 . S ábados, às 9 h 3 0 . De 10 a 12 anos. R$ 1 8 ,0 0 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ). A té 3 0 /0 6 . Sába­ dos, às U h . DIAMUNDIAL DA SAÚDE. G rátis «A be r­ G IN ÁSTIC A RÍTMICA. De 6 a 12 anos. tura dos Jogos da Saúde. 0 7 /0 4 . R$ 1 8 ,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ). Até Q uarta, das 19h às 21 h30. «Atitudes 3 0 /0 6 . Q u a rta e sexta, às 15h. p ara um a v id a saudável. Com Rodri­ go Rocha, M a rília de Freitas e A nderJU D Ô . De 7 a 14 anos. R$ 1 8 ,0 0 (□ ). son Rodrigues de O liv e ira . Teatro. R$ 9 ,0 0 (O ). A té 3 0 /0 6 . Terça e 0 7 /0 4 . Q uarta , às 15h e 20h. « A vali­ q uinta, às 17 h 3 0 . ação Postural. Á re a de convivência. 0 7 /0 4 . Q u a rta , das 14h às 20 h KARATÊ. R$ 1 8 ,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ). •C lube de Regatas C otoxó. 0 7 /0 4 . A té 3 0 /0 6 . Terça e q uinta, às 16h3 0 . Q u a rta , das 14 h 3 0 às 19 h 3 0 . •D ia b e te s. Á re a de co nvivência. N ATAÇ ÃO . Piscina. R$ 6 6 ,0 0 (□ ) R$ 0 7 /0 4 . Q u a rta , das 14h às 20h. 3 3 ,0 0 (O ). Terça e q uinta, às 15h. •D o b ra s Cutâneas. 0 7 /0 4 . Q u a rta, Q u a rta e sexta, às 9 h 3 0 e 17 h 3 0 . das 14h às 20h. «índice de massa corp oral. 0 7 /0 4 . Q u arta , das 14h às recreaçao 20h. «Pressão A rte ria l. 0 7 /0 4 . Q u a r­ M IN I FUTEBOL. De 0 6 a 12 anos. ta, das 14h às 20h. «Risco C oronariEspaço A lte rna tivo. G rátis. De 01 a ano. 0 7 /0 4 . Q u arta , das 14h às 20h. 3 0 /0 4 . Terça a sexta, das 13 h 3 0 às •S aúde bucal d a fa m ília . 0 7 /0 4 . 2 0 h . S ábados e dom ingos, das 9 h 3 0 Q uarta, às 17h. às 17 h 3 0 . Feriados, das 1 5 h 3 0 às 17 h3 0 . EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ 15,00 (□). R$ 7 ,5 0 (O ). Terça e quinta, FAZ DE CONTA. «S apinho e q u ilib rista . das 15h às 20h45. Sálxidos, domingos Ludoteca. G rátis. 0 1 , 0 3 , 0 4 , 15, 17 e feriados, das 9h às 11 h30. 12h às e 1 8 /0 8 . Q uin tas, às 14h, sábados e 14h45. d om ingos, às 13h. «Joaninha Esper­ ta . Luaoteca. G rátis. 0 8 , 10, 11, 22, lanchonetes 2 4 , 2 5 e 2 9 /0 4 . Q uintas, às 14h, CAFÉ. Terça a sexta, das 13h às 21 h30. sábados e do m ingos, às 13h. Sábados, domingos e feriados, das 11 h às 17h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. Futsal, vôlei, basquete e esportes adaptados. LANCHONETES. Terça a sexta, das 13h às G rátis. Terça a sexta, das 1 3 n30 às 21h30. Sábados, domingos e feriados, 17h. S ábados, d om ingos e feriados, das 11 h às 17h30. das 9 h 3 0 às 13h. CUNICAS ODONTOLÓGICAS. Terça a serviços sexta, das 8h às 22h. Sábados, das 9h ESPAÇO LÚDICO INFANTIL. C on fira às 18h. p ro gram a ção . G rátis. Terça a sexta, das 13h às 21 h30. S ábados, d om in­ SOCIEDADE E CIDADANIA gos e feriados, das 9h às 17h 3 0 . TERCEIRA IDADE

ENSAIO SOCIAL Grátis. «Criação de

home page. 0 6 ,1 3 ,2 0 e 2 7 /0 4 . Terças, às 14h. «Percussão corporal. 13 a 2 0 /0 4 . Terças, das 14h às 15h30. «Arte na Net. 1 4 /0 4 , 2 8 /0 4 . Quartas, às 14h30. «20.000 Léguas Submarinas. Teatro. 2 3 /0 4 . Sexta, às 14h e 15h30.

TEMPO EM CARTAZ. Á rea de C onvivên­ cia. G rátis. De 0 6 a 0 2 /0 5 . Terça a sexta, das 13h às 22h. Sábados, dom ingos e feria d o , das 9h às 18h.

JaSTrO D R IGU ES E B A N D A . Espaço de eventos. G rátis. 0 6 /0 4 . Terça, às 17h.

K ta iE SAMWAAD riia d o e n c o n tro

D A N Ç A TERCEIRA IDADE. R$ 18,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ). A té 3 0 /0 6 . Q u a r­ ta, às 17h3 0 .

N ATAÇÃO. Piscina. R$ 3 3 ,0 0 (□ ). R$ 1 6 ,5 0 (O ). Terça e quinta, às 10h3 0 . Q u a rta e sexta, às 7 h 3 0 . PROGRAMA DE GINÁSTICA. «O pção M a n h ã . A p a rtir de 5 5 anos. Condi­ cionamento físico: Terça, q uarta e

quinta, das 7 h 3 0 às 12h. Sexta, das 7 h 3 0 às U h . Alongamento: Terça e quinta, às 8 h 3 0 e 1Oh. Q u a rta e sexta, às 9h e 10h30. Ginástica: Q u a rta e sexta, às 8h. Atividades Diversas: Terça e quinta, às 10 h 3 0 , q uarta às U h . R$ 3 4 ,0 0 (□ ). R$ 1 7 ,0 0 (O ). « O pção Tarde. A p a rtir de 5 5 anos. Condicionamento3 físicc físico: Terça, q uarta e quinta, das 12 h 3 0 às 17h. Sexta, das 12 h 3 0 às ló h . Alongamento: Terça e quinta, às 13h e 16 n 3 0 . Q u a rta , às 16 h 3 0 . Ginásti­ ca: Q u a rta e sexta, às 14h. A tiv i­ dades diversas: Terça e quinta, às 14h e q u a rta , às 16h. R$ 3 4 ,0 0 (□ ). R$ 1 7 ,0 0 (O ). VIVÊNCIAS AQ UÁTICAS. Piscina. R$ 2 4 ,0 0 (□ ). R$ 1 2 ,0 0 (O ). Q uartas, às 1 0 h 3 0 e ló h . oficinas

MU SICOTERAPIA. C om M a ria n a C aribé. Sala de ginástica. G rátis. Até 0 3 /0 6 . Q u in ta , aas 1 4 h30 às ló h . FOTOGRAFIA. Sala de M ú ltip lo Uso 1. G rátis. De 0 6 a 2 9 /0 4 . Terças, das 13h às 15h CONHECENDO A W EB. G rátis. 28 , 29 e 30. Q u a rta a sexta, às ló h .

O SESC - Serviço Social do ^ Comércio - é uma instituição de caráter privado, de âmbito nacional, criada em 1946 por iniciativa do empresariado do comércio e serviços, que a mantém e administra. Sua finalidade é a promoção do bem-estar social, a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento cultural do trabalhador no comércio e serviços e de seus dependentes - seu público prioritário - bem como da L comunidade em geral. >

Espetáculo de dança, resultado do processo desenvolvido com , 54 jovens de ONGs de São Paulo durante nove meses

r

Concepção e direção: Ivaldo Bertazzo. Trilha sonora: Madhup Mudgal. Qua. a dom., 21 h Adquira o CD com a trilha sonora do espptáculo

exposições

BELENZINHO


SANTOS Spanggiari. R$ 4 0,00; R$ 30 ,0 0 (□). R$ 20 .0 0 (O). M is - R$ 25,00. Quartas, das 13h30 às 17h30. TAPEÇARIA. Com M á rcia M onteiro M ündell. R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 3 5 ,0 0 (□ ). R$ 3 0 .0 0 (O ). M is - R$ 3 2 ,0 0 . Terças, das 14 h 3 0 às 17h30. BONECAS DE PANO . Com Lúcia Helena A zevedo Souza. R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 3 0 ,0 0 (O ). Terças, das 19h às 22h. LITERATURA palestras TERCEIRAS TERÇAS. «M in o C arta. N a

Sala de C ongressos n° 1. G rátis. 2 0 /0 4 . Terça, às 20h. recreação

SALA DE LEITURA. De terça a sexta, das 13h às 21 h30. Sábados, dom ingos e feriados, das 1Oh às 18h30. CINEMA E VÍDEO

CINEM A EM VÍDEO. Sessões infantis, às 14h. Para adultos, às 16h. N a Sala de V ídeo. G rá tis ( □ O ). S ábados e dom ingos, às 14h e às 16h.

Endereço: Rua Conselheiro Ribas, 136 Telefone: (0XX 13) 3 2 2 7 5 9 5 9 Horário: Terça a Sexta, das 13h às 22h. Sábados, Domingos e feriados, das IOhàs 19h. em ail @ santos, sescsp. org. br

TEATRO espetáculos

O DESPERTAR DOS ANJOS. Com N orm a Blum. R$ 25 ,00; R$ 17,50 (□ ), R$ 12,50 (O ❖). 0 8 /0 4 . Q uinta, à s 21 h . SÍNDROMES. De M iguel Falabela e M a ria Carmen Barbosa. Com Zezé Polessa, Miguel M agno e Luciana Braga. Dia 0 9 /0 4 : R$ 40,00 ; R$ 28 ,0 0 (□), R$ 20.00 (O ❖). Dia 10 e 1 1 /0 4 : R$ 50,00; R$ 3 5,0 0 (□), R$ 25 ,0 0 (O ❖). e 1 1 /0 4 . Sexta, sábado e Domingo. ANJOS DE CARA SUJA. Direção: G rancindo Jr. Elenco: Herson C apri, Luigi Baricelli e Gabriel Gracindo. 16, 17 e 1 8 /0 4 . R$ 35,00 ; R$ 2 4,5 0 (□), R$ 17,50 (O ♦>). Sexta às 21 h; e sábado às 21 h3 0 e dom ingo às 20h.

UNIVERSO C A Y M M I. C om G u ca D om enico. R$ 1 0 ,0 0 ; R$ 5 ,0 0 ( □ O ❖ ). 1 5 /0 4 . Q u in ta , às 2 1 h 3 0 . ISAÍAS E SEUS CHORÕES. R$ 10 ,0 0 , R$ 5 ,0 0 ( □ O ♦ ) 2 2 /0 4 . Q u in ta , às 21K 30 . G rá tis . «Trio S pe ran dé o. 0 2 , 16 e 3 0 /0 4 . Sextas, às 18h. « D ébora e Zé A le x a n d re . 0 4 e 1 8 /0 4 . D o m ingos, às 17 h 3 0 . •C e lso Lago. D ia 0 7 /0 4 , às 18h. 2 1 / 0 4 , às 17 h 3 0 . «W a lte r S antiago. 0 9 / 0 4 , ás 17h3 0 . 2 3 /0 4 , às 18h. •D u o A m é ric o M o u ra . 11 e 2 5 /0 4 , às 17 h 3 0 . «G uernica. 13 e 2 7 /0 4 , às 18h. «Thema Trio. 14 e 2 8 /0 4 , às 18h.

FIM

DE

TARDE.

DANÇA espetáculos EXERCÍCIOS DA DANÇA. «D anças da

Ilh a de S anta C ruz. À s 2 0 h , palestra com M a rik a G id a li e Décio O tero. R$ 5 ,0 0 ; R $2 ,5 0 (O , professores d a rede p ú b lic a , classe artística e ❖ ). 2 3 /0 4 . Sexta às 21 h 30.

RUMOS DO TEATRO. «O Diabo e o Bom

Deus. Direção e concepção: Eugênia Thereza de Andrade. A daptação: Luiz Carlos M aciel. R$ 5,00 ; R $2,50 (O ❖). 2 1 /0 4 . Q uarta, às 20h30. MÚSICA

D A N Ç A M O D ER N A. Com S andra R egi­ na C ab ra l. R$ 4 8 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 (O ). M is - 3 0 ,0 0 . Q ua rta s e sextas, das 20 h às 21 h30.

PAULO VANZOUNI. R$ 10,00; R$ 5 ,00 ( □ O ❖). 0 1 /0 4 . Quinta, às 21 h30.

N IA (N e u ro m u s c u la r In te g ra tiv e A ction ). C om Kelle Rae O ie n . R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 5 ,0 0 (O ). Q u a rta s e sextas, às 17 h 3 0 e às 19h. terças e q uintas, às 9h.

TO NINHO CARRASQUEIRA. R$ 10,00; R$ 5.00 ( □ O ❖). 0 8 /0 4 . Q uinta, às 21h30.

D A N Ç A DE SALÃO. C om Rosana Fran­ co. M ó d ulo s bim estrais. R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 3 0 ,0 0 (O ). R$ 3 2 ,0 0

66 r e v i s t a

e

(M IS). Terças, das 2 0 h 3 0 às 22h. Sábados das 16 h 3 0 às 18h. M ódulos trim estrais. C om Edna Soares. S ába­ dos, das 15h às 16 h 3 0 .

palestras CINEMA FALADO. « A ndré A b u ja m ra .

M e d ia çã o de José Roberto Torero. N a Lanchonete Social. 1 4 /0 4 . Q u a rta , às 20h.

A R T E S P L Á S T IC A S E V IS U A IS a

ATEUER DE PINTURA E DESENHO. Com o Prof. Edson Milone. R$ 7 0,00; R$ 6 5 ,0 0 (□). R$ 3 5 ,0 0 (O). Mis - R$ 40,00. Quintas, das 20h às 22h e sábados das 1Oh às 12h (infantil) e das 14h às 16h.

I o R N AD A DE ABR AÃO SOB O SIG­ N O DA TOLERÂNCIA. V ídeo seguido de debate. M úsica, poesia e tolerância religiosa, com direção de Douglas S a lg a d o . D ia 1 6 /0 4 , às 19 h 3 0 . G rátis. ESPORTES

HISTÓRIA DA ARTE. Com Prof° Berenice Reichmann. R$ 6 0,00; R$ 50,0 0 (ü ). R$ 4 0 .0 0 (O). M is - R$ 40,00. Terças, das 19h30às21h30. ARTE DO M U N D O E DO BRASIL - DO CUBISMO AOS NOSSOS DIAS. Com Berenice Reichmann. R$ 6 0 ,0 0 ; R$ 5 0 .0 0 (□). R$ 4 0 ,0 0 (O ). M is - R$ 40.00. Até 1 4 /0 7 . Quintas, das 16h às 18h (turma I) e das 19h30 às 21H 30 (turma II). GRANDES MUSEUS DO M U NDO . Com a Prof°. Berenice Reichmann. R$ 6 0,00; R$ 50 .0 0 (□). R$ 4 0 ,0 0 (O ). M is - R$ 40.00. Até 1 4 /0 7 . Quartas, das 14h30 às 16h30. PATCHWORK. Com Lúcia Helena Azevedo Souza. R$ 5 0,00; R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 .0 0 (O ). Quintas, das 14h30 às 17 h30 ou das 1 8 h 3 0 à s 2 1 h 3 0 . oficinas

CROCHÊ. Com Zulmira Conceição F. Ruiz. R$ 40,00; R$ 30,0 0 (□). R$ 20,00 (O). M is - R$ 25,00. Terças, das 13h30 às 17h30. PINTURA EM TECIDO. Com Hermenegilda

especial

CIRCUITO INTEGRADO DE GINÁSTICA. Para alunos acim a de 14 anos m atric­ ulados nos cursos de ginástica do Sesc. G rátis. 1 7 /0 4 . Sábado, às 16h. aulas abertas

HIDROGINÁSTICA. Todos os sábados e dom ingos. G rátis. 0 3 , 0 4 , 10, 11, 17, 18, 2 4 e 2 5 /0 4 . S ábados e d om in­ gos, às 11 h. HIDRO ESPECIAL G rátis. 0 9 e 2 1 /0 4 . Sexta feira santa e D ia de Tiradentes. TRAMPOLIM ACROBÁTICO. A p a rtir de 0 5 anos. R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 18 .0 0 (O ). Q uartas e sextas, às 19h. ESPORTE CRIANÇA. R$ 3 0 ,0 0 (□ ). R$ 1 5 .0 0 (O ). Terças e quintas, às 8h, 1 Oh e 14h. Q uartas e Sextas, às 8h, 9h30 e às14h. INICIAÇÃO ESPORTIVA. Programa semes­ tral para jovens de 12 a 17 anos. R$ 20 .0 0 (□). R$ 10,00 (O). Terças e quin­ tas, às 15h30 e 1Th. Q uartas e sextas, às 15h30 e 16h.


C A P O E IR A . Com o mestre Kako. A partir

O U M P I C A . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 2 8.0 0 (□). R$ 18,00 (O). Q uartas e Sextas, às 8h, 9, 15, 16, 1T e 18h. Terças e quintas, às 18 h30 e 19h30.

O M A C A C O E A B O N E C A D E P IC H E . R$

N A T A Ç Ã O . A partir dos 5 anos. R$ 55 ,0 0;

G I N Á S T IC A R ÍT M IC A . R$ 4 0,00; R$ 28,00

2,0 0 ; R$1,00 ( □ O ❖). 11 /0 4 . Domin­ go, às 16h.

R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 2 5 ,0 0 (O ). Terças e quintas. Q uartas e sextas, das Th às 11 h e das 14h às 20h.

(□). R$ 1 8,00 (O ). Terças e quintas, às 18h30. Q uartas e sextas, às 10h30, 13 h3 0 e 15h.

D O . Com o mestre Fábio

H ID R O G IN Á S T IC A . R$ 60,00; R$ 45,0 0

Goulart. A partir de 6 anos. R$ 50,0 0; R$ 4 0 ,0 0 (□). R$ 3 0 ,0 0 (O ). Terças e quintas-feiras às 8h. e às 15h.

(ü ). R$ 3 0 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 8, 10, 1T e 20h. Q uarta e sexta, às T, 10 e 15h (apenas Terceira Idade) e 16h.

arte marcial J U D Ô . A partir de 6 anos. R$ 6 0 ,0 0 ; R$

YOGA. •Tântrico. R$ 5 6,00; R$ 4 5 ,0 0

de 5 anos. R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 20.0 0 (O). Terças e quintas-feiras às

20h.

TA E K W O N

G IN Á S T I C A

ca Conta. R$ 2,00; R$1,0 0 ( □ O ❖). 0 4 /0 4 . Dom ingo, às 16h.

B U L G Ó IA , R E P E N IQ U E & T R O P E Ç O . R$

2,0 0 ; R $1,00 ( □ O ❖). 1 8 /0 4 . Domin­ go, às 16h. O P R ÍN C IP E E O S Á B IO . R$ 2,00; R$1,00

( □ O ♦>). 2 5 /0 4 . D om ingo, às 16h. TERCEIRA IDADE

50.0 0 (□). R$ 33 ,0 0 (O ). Terças e quin­ tas, 1T h30 e 18h45. Q uartas e sextas, às 9h. K A R A T Ê . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$

(□). R$ 2 5 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às 11 h. «lengar Yoga. R$ T0,0 0 ; R$ 55,0 0 (□). R$ 3 3,0 0 (O ). Q uartas e sextas, às 19h. A partir de 10 anos. R$ 6 6,00; R$ 5 0 .0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O).Terças e quin­ tas, às Th, 8h, 9h, 1Oh, 19h e 20h.

18.00 (O ). Terças e auintas, às lO h. Q uartas e sextas, às 16n, 18 h 3 0 e 20h. TAI CHI CHUAN. »Lian G ong. A partir de

10 anos. R$ 5 6,0 0; R$ 4 8 ,0 0 (□). R$ 28 .0 0 (O). Terças e quintas, às Th, 8h e 9h. Q uartas e sextas, às 1Th, 18h e 19h.

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO exame médico e dermatológico H O R Á R IO D E A T E N D IM E N T O . Terça a

sexta, das 18h às 22h; Sábados das 10h às 14h.

recreação P A R Q U E A Q U Á T IC O . A ulas abertas de

restaurantes H O R Á R IO D E F U N C IO N A M E N T O . Terça a

H idroginástica p a ra todas as idades. G rátis. S ábados e do m ing os, das l l h 3 0 às 12h 3 0.

sexta, das 12h às 14h; Sábados, Domin­ gos e Feriados, das 12h às 15h. L A N C H O N E T E D A P IS C IN A . Terça a sexta,

E S P O R T E R E C R E A Ç Ã O . G rátis. Sábados

e dom ingos, às 16h. C L U B E S D E E S P O R T E S . C lube G arotas

d a Bola aos dom ingos, às 14 h 3 0 ; Basquete, às quartas e sextas, 19h e V oleibol, às terças e sextas, 19h. G rátis. Terça a dom ingo.

das 12h às 22h; Sábados, Domingos e Feriados, das lO h às 19h. O D O N T O L Ó G I C A S . A tendi­ mento nas especialidades: clínica geral, odontopediatria e endodontia (tratamen­ to de canal). Informações: (13) 322T 5 9 5 9 - ramal 291. Segunda a sexta, das 13h às 1Th e das 18h às 22h.

C U N IC A S

B A R R A C A D E P R A IA . G rátis. 0 3 ,0 4 , 1 0 ,

SOCIEDADE E CIDADANIA

11, 1T, 18, 2 4 e 2 5 /0 4 . Sábados e dom ingos, das 9h às 16h.

palestras P O N T O D E E N C O N T R O . Com Clotilde

Paul. N a Lanchonete Social. Grátis. 1 6 /0 4 . Sexta, às 16h.

E N C O N T R O E S T A D U A L D E ID O S O S IN S C R IÇ Õ E S . 0 6 , 0T , 0 8 , 0 9 , 13, 14,

15 e 1 6 /0 4 . Terça a sexta, das 13 h30 às 18h.

C R I A Ç Ã O 3 a ID A D E . Com Sandra C abral. Inscrições na Central de Cursos. R$ 4 8 ,0 0 ; R$ 2 2 ,0 0 (□). R$ 2 2 .0 0 (O ). M is - 25,00. Q uartas e sextas, das 16h às 1Th e das 18h às 19h.

DANÇA

E X P R E S S Ã O . Com Sandra C abral. R$ 4 8 ,0 0 ; R$ 2 2 ,0 0 ( □ O ❖). Quartas e sextas, às 16h e 18h.

DANÇA

S A P A T E A D O 3 a ID A D E . Com Susan Baskerville. R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 38,0 0 (□ ). R$ 2 2 ,0 0 (O ). M is - R$34,00. Q uartas e sextas, das 1Oh às 11 h.

DANÇA

D A N Ç A D E S A L Ã O . Com Edna Soares.

R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 3 0 ,0 0 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O ). Sábados, das 15h às 16h30. G IN Á S T IC A . R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 2 0 ,0 0 (□ ). R$

torneios e campeonatos C A M P E O N A T O P A U U S T A P R É -J U V E N IL D E J U D O . A b erto a o pú blico e gra tu ­

ito. G rátis. 0 3 e 0 4 /0 4 . S ábado e dom ingo, das 9h às 19h. CORPO E EXPRESSÃO

CUmjRA GERAL « O Q u e é G l o b a li z a ­ ç ã o ? N a Sala de Congressos n° 1 Grátis. 1 5 /0 4 . Q uinta, às 20h. « D e fe s a d a lín g u a p o r t u g u e s a : r e s is t ê n c ia o u r e a ç ã o ? Com a participação do M ovi­

mento N acional em Defesa da Língua Portuguesa. Sala de Congressos n° 1. Grátis. 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h.

20 .0 0 (O ). Terça e quintas, às Th, 8h, 9h e 1Oh. Q uartas e sextas, às Th, 8h, 9h, 10h e 1 Th. R ÍT M IC A . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 18 .0 0 ( □ O ❖). Q uartas e sextas, às 9h.

G IN Á S T IC A

K A R A T Ê . R$ 4 0 ,0 0 ; R$ 18,00 ( □ O ❖).

Terças e quintas, às 9h.

G I N Á S T I C A E M A P A R E L H O S . A p a rtir de

15 anos. R$ 5 0 ,0 0 ; R$ 3 6 ,0 0 (□ ). R$ 2 0 .0 0 (O ). Terças e quintas ou quartas e sextas, às T h 3 0 , 8 h 3 0 , 9 h 3 0 , 10 h 3 0 , 11 h 30 , 14, 15, 16, 1T, 18, 19, 2 0 e 21 h. H o rário livre aos sába­ dos, das 10 às 13h e das 14 às 18h.

C U R S O D E H IG IE N E E M A N I P U L A Ç Ã O D E A L IM E N T O S . Com a Prof° Soraia Yoshi-

V Ô L E I A D A P T A D O . A partir de 6 0 anos.

mi N aka m ura . 1 4 /0 4 . Q ua rta , às 14h30.

Grátis. Q uartas e sextas, às 13h. (PMS/Semes) e 14h30 (Sesc).

CURSO

DE

HORTA

C O M U N I T Á R IA .

2 8 /0 4 . Q uarta, às 9h. C om C é lia Faustino. Inscrições na C entral de Cursos. R$ 6 0 ,0 0 ; R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 3 0 ,0 0 (O ). RS 3 0 ,0 0 (Mis). Terças, das 2 0h às 2 1h30.

E U T O N IA .

G I N Á S T I C A L O C A U Z A D A . R$ 5 0 ,0 0 , R$

3 6 .0 0 (□ ). R$ 2 0 ,0 0 (O ). Terças e quintas, às T, 8 , 9 , 10, 1 5 , 1 6 , 1 6 h3 0 , 1 Th30, 18, 18h 3 0 , 19, 19 h3 0, 2 0 e 20 h 3 0 . Q uartas e sextas, às T, 8, 9, 10, 15, 16, 16 h 3 0 , 1 T h 3 0 , 18, 18h 3 0 , 19, 19 h 3 0 , 20h e 20h30. Sábados, às 10 e 16h.

Y O G A . R$ 6 6 ,0 0 ; R$ 5 0 ,0 0 (□ ). R$

2 8 .0 0 (O ). Terças e Quintas, às 15, 16 e 1 Th. Q uartas e sextas, às 15h e 16h.

CULTURA GERAL « G lo b a l iz a ç ã o e D ir e ­ ito s U n g u ís tic o s H u m a n o s . Com Emílio

Cid. Grátis. 0 T /0 4 . Q uarta, às 20h. •C u r s o d e E s p e r a n to . Duas turmas, com Emílio C id e M a ria Lúcia de Menezes. R$ 20,00 ; R$ 15,00 (□). R$ 10,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terças às 16 h30 ou quartas às 20h. INFANTIL espetáculos E M B U S C A D A B O N E C A A Z U L Cia Lúdi­

CORAL N a Sala de Vídeo. R$ 15,00 ( □ O ❖). Sextas, às 14h.

RI0/SÃ0 PAULO QUATRO ASES 00 SAMBA

recreação TARDES DANÇANTES. « D ia s 0 3 e 1 T . música mecânica. « D i a 1 0 . Anim ação musical de Fátima e Cia. « D i a 2 4 . Noite

Show com Elton Medeiros e Carlinhos Vergueiro

M ineira com G rupo Requinte, às 20h. R$ 4 ,0 0 ; R$ 2 ,0 0 (□ ). R$ 2 ,0 0 (O ). 03, 1 0 ,1 T e 2 4 /0 4 . Sábados, às 16h. Dia 2 4 /0 4 às 20h.

Dia 1 3 ,19h. Santo André Dia 16,21 h. Piracicaba Dia 1 7 ,20M30. Araraquara


SESC

SAO Segunda à quinta, das 17h às 21 h30. Sextas, das 17h às 20h. Sábados, das 8h às 12h. GAP. R$ 50,00 p ) . R$ 25,00 (O). Terça e quinta, às 20h30. GINÁSTICA LOCAUZADA. R$ 50,00 p ) . R$ 2 5,0 0 (O ). Segundas e quartas, às 18h30. HIDROGINÁST1CA. 2 aulas semanais. R$ 8 0 .0 0 (□ ). R$ 39 ,0 0 (O ). Segundas e quartas, às 16h30, 17h30, 18h30 e 20h30. Terças e quintas, às 7h, 11 h, 15h30, 18h30 e 20h30. Q uartas e sex­ tas, às 8h, 9h e 11 h. 1 aula semanal. R$ 5 9 .0 0 (□ ). R$ 29 ,0 0 (O ). Sextas, às 19h. Sábados, às 9h. NATUREZA E MEIO AMBIENTE

HIDROGINÁST1CA. 2 aulas semanais. R$ 4 0 ,0 0 (□ ). R$ 2 0 ,0 0 (O ). Segundas e quartas, às 14h30. Terças e quintas, às 12h, 13h30 e 14h30. Q uartas e sextas, às 12h. 1 aula semanal. R$ 29,0 0 (□ ). R$ 14,00 (O ). Segundas, às 8h, 9h, 11 h e 12h (novo). Sextas, às 16h e 17h. NATAÇÃO. 2 aulas semanais. R$ 38,00 (□ ). R$ 19,00 (O ). Segunda e quarta, às 13h30 (novo) e 15h30. Terça e quin­ ta, às 9h. Q uarta e sexta, às 1Oh. 1 aula semanal. R$ 27,0 0 (□ ). R$ 13,00 (O ). Segundas, às 1Oh. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL passeios de um dia

Inclui acom panham ento de técnico do Sesc, transporte em ônibus p a d rã o turism o, seguro viagem , hospedagem e a lim entação e passeios conform e

caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. «Parque Chico

Mendes. Encontro no quiosque principal. Grátis. 2 4 /0 4 . Sábado, às 9h. SAUDE E AUMENTAÇÃO

| Blues de Bolso (na foto, N uno M indelis). C onfira a program ação Endereço: Rua Piau I, 5 5 4 Telefone: (0 X X 1 1) 4 2 2 3 8 8 0 0 Horário: Segunda a Sexta, das 7h ás 21h45. Sábados, das 9h ás 17h45. em ail @ scaetano.sescsp. org. br

MUSICA BLUES DE BOLSO. «Nuno Mindellis. R$

CLUBE DA NATAÇÃO. Acima de 14 anos. Grátis. Sábados, às 12h.

NATAÇÃO. 2 aulas semanais. R$ 75,00 p ) . R$ 37,00 (O). Segundas e quartas, às 19h30. Terças e quintas, às 8h, 17h30 e 19h30. Quartas e sextas, às 7h (novo). 1 aula semanal. R$ 54,00 p ) . R$ 27,00 (O). Sextas, às 18h. Sábados, às S h e lO h .

10,00; R$ 7,50 (ü). R$ 4,00 (O). 0 2 /0 4 . Sexta, 20h. «Lancaster. R$ 10,00; R$ 7,50 {□). R$ 4,00 (O). 16/04. Sexta, 20h. •Bee Scoot. R$ 10,00; R$ 7,50 (_»). R$ CORPO E EXPRESSÃO 4,00 (O). 23/04 . Sexta, 20h. «Flávio Gui­ marães. R$ 10,00; R$ 7,50 (ü). R$ 4,00 (O). 3 0/04. Sexta, 20h. ESPECIAL 21 DE ABRIL Grátis. 2 1 /0 4 . Quarta, das 9h às 18h. TOQUE COM O CEM. «Alunos do curso To­

dos os Blues. Com André Christovam e Joâo Ricardo. Area de Convivência. Grátis. 07/04. Quarta, às 20h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

ESPAÇO JOVEM. Atividades artísticas, ofici­

nas e vivências «Desenho - História em Quadrinhos, Cartum e Charge. Grátis. 03, 17 e 2 4/04. Sábados, às 1Oh. UTERATURA ESTAÇAO CAFE. •Ubertinagens de Manuel

Bandeira. Com Clarisse Schcolnic e Fer­ nando Bezerra, do Movimento Hora do Conto. Grátis. 2 0 /0 4. Terça, 20h

68 r e v i s t a

e

AVALIAÇÃO FÍSICA. R$ 30,0 0 (□ ). R$ CAMPINAS - JAGUARIUNA (SP). 1 7 /0 4 . 15,00 (O ). 16, 17e 2 4 /0 4 . Sexta, das Saída as 7h. Passeio de M aria Fumaça, 15h às 21 h, sábados, das 9h às 15h30. saindo da estação de Anhum as, Cam pi­ nas. Alm oço Incluso. Visita ao Sesc EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. R$ Campinas. Inscrições até 1 0 /0 4 . 18,00 p ) . R$ 9 ,00 (O ). Terças e quar­ tas, das 18h às 21 h. Sábados, das 9h às fTTJ (SP). Saída as 7h. Passeio pela Fazen­ 13h. da Santo Antônio de Bela Vista, com apresentação sobre a cultura do café, INFANTIL visitando a plantação e horta. Alm oço incluso. Inscrições até 0 7 /0 5 . espetáculos COM CARINHO,

aulas abertas

ALONGAMENTO. R$ 50,00 p ) . R$ 25,00 (< )). Segunda e quarta, às 17h30. Terças e quintas, às Th.

BERTIOGA (SP). Saída as Th. Passeio de 01 dia ao Sesc Bertioga. Taxa de Bal­ neário e almoço inclusos. Inscrições até 1 5 /0 5 .

PARA CRIANÇAS...

•Contos para Rir e Sonhar. Com Girasonhos. R$ 3,50; R$ 2,50 (□ ). R$ 1,30 (O ). 0 3 /0 4 . Sábado, às 15h. «Lolo Branabé. Com a Cia. Circo de Bonecos. R$ 3 ,50; R$ 2 ,50 (□ ). R$ 1,30 (O ). 1 7 /0 4 . Sábados, às 15h. «Por que o M a r Tanto Chora. Com a Cia. Meninas do Conto RS 3,50, R$ 2 ,50 (□ ). R$ 1,30 (O ). 2 4 /0 4 . Sábado, às 15h.

NATAÇÃO. Infantil. De 8 a 13 anos. 2 aulas semanais. R$ 75,0 0 (□ ). R$ 37,00 (O ). Terças e quintas, às lO h e 16h30. Infantil. De 8 a 13 anos. 1 aula semanal. RS 54,0 0 (□ ). R$ 27,00 (O ). Sábados, às 11 h. oficinas COM CARINHO, PARA CRIANÇAS... «Cai­

xa de Histórias. Grátis.03, 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às 16h.

SAO PAULO 4 5 0 ANO S. 2 2 /0 4 Ramos de Azevedo em São Paulo. Saída as 9h. Até 1 5 /0 4 . 2 9 /0 4 . A Arte de Picosso em SP - Saída as 13h. Visita a O ca Parque do Ibirapuera. Lanche Incluso. Inscrições até 2 3 /0 4 . excursões rodoviárias

Inclui acom panham ento de técnico do Sesc, transporte em ônibus p a d rã o turism o, seguro viagem , hospedagem e a lim entação e passeios conform e

BERTIOGA (SP). 19 a 2 4 /0 5 . Saída as 7h. Pensão Completa. Inscrições de 0 7 /0 4 a 1 1 /0 5 . CAMPOS DO JORDÃO (SP). 0 7 a 0 9 /0 5 . Saída as 19h30. Pensão Completa. Pas­ seios Locais. Inscrições de 0 7 /0 4 a 3 0 /0 4 . GUARAPARI (ES). 21 a 2 6 /0 5 . Saída as 20h30. Ônibus Leito Turismo. Pensão Completa. Passeios Locais. Inscrições de 0 7 /0 4 a 1 4 /0 5 .

CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 50,00 P j . R$ 25,00 (O). Segunda e quarta, às 19h30 e 20h30. Terças e quintas, às 8h, 17 h 3 0 ,18h30 e 19h30.

palestras SÉRIE REFLEXÕES. «Estatuto do Idoso.

CONDICIONAMENTO FÍSICO C / APARE­ LHOS. « O p ção In te rm e d iá ria . R$

Com Thais Helena De Lucca. Inscrições antecipadas. Grátis. 2 7 /0 4 . Terça, às 15h.

OURO PRETO (MG). 16 a 2 1 /0 4 . Saída as 20h. M eia Pensão. Passeios Locais. Inscrições até 0 8 /0 4 .

DANÇA RECREATIVA. R$ 26,00 (□ ). R$ 13,00 (O ). Terça e quinta, às 1Oh.

PASSA QUATRO (MG). 23 a 2 5 /0 4 . Saí­ da as 20h. Pensão Completa. Passeios locais. Inscrições a té l5 /0 4 .

GINÁSTICA. R$ 26,00 (□ ). R$ 13,00 (O ). Segunda e quarta, às 15h30. Terça e quinta, às 9h.

SACRAMENTO (MG). 27 a 3 0 /0 5 . Saída as 6h. Pensão Completa. Passeios Lo­ cais. Inscrições de 0 7 /0 4 a 1 7 /0 5 .

7 2 .0 0 p ) . R$ 3 6 ,0 0 (O ). Segunda à sexta, das 1Oh às 12h. Segunda a quinta, das 15h às 17h. Sextas, das 16h às 17h. Sábados, das 8h às 12h. •O p ç ã o m anhã. R$ 7 2 ,0 0 p ) . R$ 3 6 .0 0 (O ). Segunda à sexta, das 7h às 1Oh. Sábados, das 8h às 12h. «O pção N oite. R$ 8 0 ,0 0 (Q). R$ 4 0 ,0 0 (O ).

TERCEIRA IDADE


VILA

51

MARI

Espetáculos, workshops, bate-papos, exposição. exibição de film e s e vídeos sobre produções de dança contemporânea fora do eixo RJ-SP. De 28/04 a 9/5 Destaques As Cinzas de Deus F ilm e -d a n ça de A ndré Semenza D ia 27

Endereço: Rua Pelotas, 141 Telefone: (X X I 1) 5 0 8 0 3 0 0 0 H o rário: Terça a Sexta, das 7h às 2 2 h ; Sábados, Domingos e feriados, das lOh às 19h. email@vilamariana.sescsp.org.br

TEATRO espetáculos O INSPETOR GERAL Com o G rupo G a l­

pão. Texto de N icolai G ogol. Direção de Paulo José. R$ 10,00; R$ 7 ,5 0 (□). R$ 5 ,0 0 (O ❖). De 0 1 /0 4 a 0 2 /0 5 . Q uinta a sábado, às 21 h. D om ingo, às 18h. MUSICA

CANTA VIOLA. Praça de Eventos. Grátis. 03 e 0 4 /0 4 . Sábado e dom ingo, às 13h. RAFAEL ALTRO. Praça de Eventos. Grátis. 10 e 1 1 /0 4 . Sábado e dom ingo, às 13h. LEANDRO DE CARVALHO. R$ 5 ,00 ; R$ 3 ,50 {□ ). R$ 2 ,5 0 (O ❖). 1 3 /0 4 . Ter­ ça, às 20h. FERNANDO REIS. Grátis. 1 5 /0 4 . Q uinta, às ló h . ADYEL SILVA. R$ 5,0 0; R$ 3 ,50 (□). R$ 2,50 (O ❖). 16 e 1 7 /0 4 . Sexta e sába­ do, às 20h. FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA. Praça de Eventos. Grátis. 17 e 1 8 /0 4 . Sábado edomingo, às 13h. QUATERNAGUA QUARTETO DE V IO ­ LÕES. R$ 5,0 0; RS 3 ,5 0 (□). R$ 2 ,50 (O ). 2 0 /0 4 . Terça, às 20h. QUAD R M U M . Praça de Eventos. Grátis.

24 e 2 5 /0 4 . S ábado e dom ingo, às 13h. UUSSES ROCHA. Auditório. R$ 5,00; R$ 3,5 0 (□). R$ 2,50 (O ❖). 2 7 /0 4 . Terça, às 20h.

ma Bonavita, apresentando a interceção da dança com mídias eletrônicas e as se­ melhanças entre composição musical e coreografia. A uditório. R$ 5,00; R$ 3 ,50 (□). R$ 2,50 (O). 2 4 /0 4 . Sábado, às 20h.

PLUGADOS. Programação com bandas

contemporâneas. «Bojo e M aria Alcina. Auditório. R$ 5,00; R$ 3,50 (□). R$ 2 ,50 (O ❖). 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h. •Clínica de Bandas. Com Paulo Bamabé. R$ 100,00 por banda. De 03 a 0 9 /0 5 . Sábados e domingos, às 13h. •M úsica Eletrônica Independente. Com o quarteto Bojo. R$ 30,00; R$ 20,00 (□). R$ 15,00 (O). 2 4 /0 4 . Sábado, às 14h. «Oficina de A rranjo com Ulisses Rocha. R$ 50 ,0 0; R$ 30,00 (□). R$ 2 0 ,0 0 (O). 0 2, 16, 23 e 3 0 /0 4 . Sextas, às 19h. • Produção de Bandas. Com Clemente do grupo Inocentes. Inscrições de 01 a 0 7 /0 4 . R$ 30,00; R$ 20,00 (□). R$ 15,00 (O). De 0 7 /0 4 a 2 6 /0 5 . Quartas, às 19h.

DANÇA SOCIAL R$ 22,00 (□). R$ 11,00 (O). R$ 15,00. Sábados, às 14h30. Domingos, às 16h. DANÇA CONTEMPORÂNEA. R$ 50,00; R$ 36,00 (□). R$ 18,00 (O). De 01 a 2 7 /0 4 . Terças e quintas, às 8h. Quartas, às 19h. Domingos, às 15h.

M a te r e E m Branco Espetáculo com a C ia. M u n ic ip al de Dança de Caxias do Sul D ia 28 Desvio Espetáculo com a C ia. Desvio, de G oiânia D ia 30

aulas abertas

DANÇAS BRASILEIRAS. Neste mês, vários ritmos essencialmente brasileiros, para aprender sobre as tradições do nosso país. Praça de Eventos. Grátis. De 03 a 2 5 /0 4 . Sábados e domingos, às 14h. MULTIMÍDIA E INTERNET

SACRO & PROFANO. R$ 5,00; R$ 3,50

(□). R$ 2,5 0 (O ❖). «Canções Secula­ res. Com o Coralusp. Regência de Tiago Pinheiro. 1 4 /0 4 . Q uarta, às 20h. «Dimos Goudaroulis e Edmundo Hora. Duo de violoncelo e cravo. 2 1 /0 4 . Q uarta, às 18h. «Pastores e Amores. Com o Co­ ralusp. Regência de Alberto Cunha. R$ 5,00; R$ 3,50 (□). R$ 2,50 (O ❖). 2 8 /0 4 . Q uarta, às 20h.

INTERNET UVRE. «Trilogia do H orror -

Frankenstein. Grátis. 02, 16, 23 e 3 0 /0 4 . sextas, às 1Th. «Hockers - A Revanche. Com Lucila Meirelles. R$ 20,00; R$ 15,00 (□). R$ 10,00 (O). De 1 7 /0 4 a 2 9 /0 5 . Sábados, às 15h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS expostçoes

DANÇA espetáculos

SEIS SENTIDOS. D iogo G ranato dançará guiado p or seus sentidos, criando inte­ ração entre o am biente e a platéia. A u ­ ditório. R$ 5 ,0 0 ; R$ 3 ,5 0 (□). R$ 2,50 (O ). 2 3 /0 4 . Sexta, às 20h. CORPO/COISA. Neste espetáculo são re­ sumidos os trabalhos anteriores de Thel-

EXPOSIÇÃO INTERATIVA. Obras do tece­ lão João AAodé na Internet Livre, Praças e Hall dos elevadores. Grátis. De 06 a 3 0 /0 4 . Terça a sexta, das 1 lh às 21 h. Sábados e domingos, das 11 h às 18h. fotografia

GRUPO DE ESTUDOS EM FOTOGRAFIA. Com C lá udio e Fabiano Feijó. R$ 100,00; R$ 7 0,00 (□). R$ 50,00 (O). De 1 3 /0 4 a 2 9 /0 6 . Terças, às 19h.

A


VILA MARIANA LITERATURA HISTÓRIA & HISTÓRIAS. Grátis. •C onta­

doras de Estórias. Com A leiandra Pinei e Patrícia Casadei. 04 e 1 8 /0 4 . Domin­ gos, às 12h. «Um M a r de Outras Histó­ rias. Com Andréa Cavinato Grátis. 11 e 2 5 /0 4 . Domingos, às 12h. SARAUS UTERÁRIOS. Atrium. Grátis. «Al-

lende, Neruda e Borges...um M ergulho! Com os atores Expedito A raújo e G loriete Rodrigues, além do violinista Helio Camalle 1 5 /0 4 . Q uinta, às 19h. oficinas OFICINAS CULTURAIS. «M angá, a HQ Ja­

ponesa. Com Alexandre N agado. R$ 10,00; R$ 7,5 0 (□). R$ 5 ,0 0 (O ). 02 , 06, 13, 20 e 2 7 /0 4 . Terças e sexta, às 19h.

R$ 58,00. Terças e quintas, às 7 h30 e 19h30. Q uartas e sextas, às 8 h30 e 20H30. VÔLEI. R$ 5 6 ,0 0 (□). R$ 28,0 0 (O). R$ 38.00. Q uartas e sextas, às 20h. R$ 48 .0 0 (□). R$ 24,0 0 (O). RS 32,00. Quartas e sextas, às 16h.

caminhadas recreação RECREAÇÃO

ESPORTIVA

DIRIGIDA.

Grátis. «Badm inton. De 0 4 a 2 5 /0 4 . Domingos e feriados, às 10h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. «Hande­

bol. Grátis. De 03 a 2 7 /0 4 . Terças, às 13h. Sábados, das 12h às 12h50. tome/os e campeonatos SESC EMPRESA. «Ranking das Empresas. Com equipes de Futsal participantes das Copas Comerciárias. Grátis. De 0 7 a 2 8 /0 4 . Q uartas, às 20h.

CINEMA E VÍDEO CORPO E EXPRESSÃO É TUDO VERDADE. Festival de documentá­ rios. Grátis. 0 1 ,0 2 , 0 3 e 0 4 /0 4 . De ter­ ça a domingo, a partir das 16h.

ENTREVISTA C O M O CINEMA. A cineasta Tata Am aral entrevista os ganhadores brasileiros do 30° Festival Sesc dos M e­ lhores Filmes do A no. G rátis. 0 6 /0 4 . Ter­ ça, às 20h.

BASQUETE. R$ 4 8,0 0 (□). R$ 24 ,0 0 (O). R$ 32,00. Terças e quintas, às 1Th. CLUBE DO BASQUETE. R$ 2 0,0 0 (□). R$ 10,00 (O). R$ 13,50. Terças e quintas, às 18h30. CLUBE DO FUTSAL FEMININO. R$ 12,00 (□). R$ 6 ,00 (O). R$ 8,00. Domingos, às 10h30. CLUBE DO VÔLEI. R$ 2 0,0 0 (□). R$ 10,00 (O). R$ 13,50. Q uartas e sextas, às 19h. ESPORTE E RECREAÇÃO. Aos sábados e domingos para diferentes faixas etárias. Inscrições gratuitas no local. FUTSAL & CONDICIONAMENTO. G rupo masculino, de 18 a 54 anos. R$ 9 0,0 0 (□). R$ 45 ,0 0 (O). R$ 61 ,0 0. Terças e quintas, às 20h.

HIDROGINÁSTICA. G rátis. De 0 3 a 2 5 /0 4 . Sábados, domingos e feriados, às 11 h. workshops

CONSCIÊNCIA CORPORAL Com Marinês Colori. Inscrições a partir de 1 3 /0 4 . R$ 3 0,0 0; R$ 2 0,00 (□). R$ 10,00 (O). 24 e 2 5 /0 4 . Sábado e dom ingo, às 10h30.

ALO N G AM EN TO . R$ 5 6 ,0 0 (□ ). R$ 2 8 .0 0 (O ). R$ 38,00.Terças e quintas, às 9h3 0, 13h, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30; quartas e sextas, às 9h30, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30. De 15 a 54 anos. R$ 2 2,00 (□). RS 11,00 (O). R$ 15.00. Sábados, às 10h30 e às 14h. Domingos, às 1Oh30. CONDICIONAM ENTO FÍSICO. R$ 4 4 ,0 0 (□). R$ 22 ,0 0 (O). R$ 30,00. Sábados e domingos, às 10h 3 0 e às 13h. R$ 56 ,0 0 (□). R$ 2 8,0 0 (O). R$ 38,00. Terças e quintas, às 8h30, 9h30, l lh 3 0 , 14h, 15h, 16h, 17h, 18 h 3 0 ,19h30 e 20h30. Q uartas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h 3 0, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30. Condicionam ento Integrado. R$ 56 ,0 0 {□ ). R$ 28 ,0 0 (O). R$ 38,00. Q uartas e sextas, às 10h30. GINÁSTICA. RS 56 ,0 0 (□). R$ 2 8 ,0 0 (O). R$ 38 ,0 0 (MIS). Terças e quintas, às 7H30, 8 h 3 0 ,9 h 3 0 , 15h, 18h30, 19h30 e 20 h30; quartas e sextas, às 8h30, 10h 3 0, 16h, 18h30, 1 9 h 3 0 e 20h30. GINÁSTICA DO MEIO-DIA. R$ 4 6 ,0 0 (□). R$ 2 3,0 0 (O). R$ 31,00. Terças e quin­ tas, às 1 2 h l5 .

FUTSAL R$ 6 0,0 0 (□). R$ 3 0,0 0 (O). R$ 40,00. Terças e quintas, às 18h30. Ini­ GINÁSTICA LOCAUZADA. R$ 2 2 ,0 0 (□). ciação à modalidade, de 11 a 14 anos. R$ 11 ,0 0 (O ). R$ 15,00. Sábados, às R$ 56,0 0 (□). R$ 2 8,0 0 (O). R$ 38,00. 15h30. Quartas e sextas, às 15h30. Terças e quintas, às 10h30. HIDROGINÁSTICA. R$ 8 6 ,0 0 (□ ). R$ 4 3 .0 0 (O). R$ 58,00. Terça e quinta, às HANDEBOL Grupo misto. R$ 44 ,0 0 (□). 8h30, 18h3 0 e 20h30. Q uarta e sexta, RS 22,00 (O ). R$ 30,00. Sábados, às às 7h30, 18h3 0 e 19h30. 10h30. RADAR. Programa para jovens a partir de NATAÇÃO. R$ 8 6,0 0 (□). R$ 4 3 ,0 0 (O). 13 anos. «H andebol. R$ 12,00; R$ 9 ,00

70 r e v i s t a

e

CLUBE DA C A M IN H A D A R$ 12,00 (□). R$ 6 ,0 0 (O). 8,00. Domingos, às 1Oh.

4 3 .0 0 (O ). R$ 5 8 ,0 0 (MIS). Q uartas e sextas, às 1 0 h30 (de 5 a 6 anos). Q uartas e sextas, às 9 h 3 0 e 15h (de 7 a 10 anos). Terças e quintas, às 16h (de 11 a 14 anos). curumim

SESC CURUMIM. G rátis. Terças e quintas e quartas e sextas: m anhã (turma A e B), das 8 h 4 5 às 11 h l 5 e tarde (turma C e D), das 14h às 17h. TERCEIRA IDADE

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. Ter­ ça a sexta, das 16h às 19h45. S ába­ dos, dom ingos e feriados, das 10h 30 às 13h45. R$ 18 ,0 0 (□ ). R$ 9 ,0 0 (O ). R$ 12,00.

palestras

ESPAÇO IN FO R M A L Conhecendo Picasso, com M aria n n e Salum. Sala 4 , 6° andar, Torre A . R$ 15 ,0 0 ; R$ 10 ,0 0 (□ ). R$ 5 ,0 0 (O ). 15 e 1 6 /0 4 . Q uinta, às 15h. Sexta, às 1Oh.

restaurantes

CAFÉ DO SESC. Terça a sexta, das 1Oh às 22h. Sábados, dom ingos e feriados, das lO h às 19h. Terça a sexta, das 11 h3 0 às 14h. Ssábados, dom ingos e feriados, das 11 h 30 às 14h30.

aulas abertas

ESPORTES

NATAÇÃO, CONDICIONAMENTO & TREI­ NAMENTO. R$ 6 4,0 0 (□). R$ 32 ,0 0 (O). R$ 43 ,00 . Sábados ou domingos, às 9h30.

(□). R$ 6 ,0 0 (O). Q uartas e sextas, às 17h30. «Kenpo H avaiano. R$ 12,00; R$ 9 ,0 0 (□). R$ 6 ,0 0 (O). De 0 7 /0 4 a 0 7 /0 5 . Q uartas e sextas, às 17h. •Teatro. R$ 12,00; R$ 9 ,0 0 (□). R$ 6 ,0 0 (O). De 1 3 /0 4 a 0 6 /0 5 . Terças e quin­ tas, das 17h às 19h30.

CLÍNICAS O D ON TOLÓGIC AS. Terça a sexta, das 8h às 21 h 3 0 . Sábado, das 9h às 17h30. SOCIEDADE E CIDADANIA

TR O C AN DO IDÉIAS. Sala 4, 6° andar, Torre A . G rátis. 2 8 /0 4 . q uarta, às 15h.

N AVEG AN D O N A INTERNET. C om Celina Dias. Internet Livre. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 1 5 .0 0 (□ ). R$ 10,0 0 (O ). 2 7 , 2 8 , 2 9 e 3 0 /0 4 . Terça a sexta, às 10h30. A LO N G A M E N TO . R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 1 4 .0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h 3 0 , às 14 h e às 1Th. Q uartas e sextas, às 10 h 3 0 , às 13h e às 14h.

i‘NTERGERAÇÕES. « A prendendo a Colo­

rir. Com W a g n e r Zanirato. Sala 4 , 6° A ndar, Torre A . R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 15,0 0 (□ ). R$ 1 0 ,0 0 (O ). De 0 6 / 0 4 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, às 14h. «Em­ p rego: Currículo e Sites. G rátis. De 1 0 /0 3 a 0 2 /0 4 . Q uartas e sextas, às 12h.

C O N D IC IO N AM EN TO FÍSICO. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). RS 14 ,0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, 10 h 3 0 . Q uartas e sextas, às 13h. ESPORTE E RECREAÇÃO. «Esporte &

Jogos. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 14,0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 15h30.

INFANTIL espetáculos

BRINCANDO DE BRINCAR. Praça de Eventos. G rátis. 0 3 /0 4 . S ábado e dom ingo, às 16 h3 0 . A HISTÓRIA DE RAPUNZEL Praça de Eventos. G rátis. 0 4 /0 4 . Sábados e dom ingos, às 16h30.

GINÁSTICA. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 14,00 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h 3 0 , 13h e 16h. Q uartas e sextas, às 13h.

HIDROGINÁSTICA. R$ 4 3 ,0 0 (□ ). R$ 2 1 ,5 0 (O ). R$ 29 ,0 0 . Terça e quinta às 9 h 3 0 , 11 h 30, 13h, 14h e 15h. Q uartas e sextas, às 13h, 14 h e 16h.

ZIG, A M E N IN A DE G IZ. A uditório. R$ 5,0 0 ; R$ 3 ,5 0 (□ ). R$ 2 ,5 0 (O ❖)■ 11 e 1 8 /0 4 . Dom ingos, às 15h.

NATAÇÃO. RS 4 3 ,0 0 (□ ). R$ 2 1 ,5 0 (O ) R$ 2 9 ,0 0 . Terça e quinta, às 10 h 3 0 e

PRÍNCIPE CURURU. Praça de Eventos. 10, 18 e 2 4 /0 4 . Sábados e dom ingos, às 16h30.

ginástica

OS SALTIMBANCOS. Praça de Eventos. G rátis. 11, 17 e 2 5 /0 4 . Sábados e dom ingos, às 16h30. JORGE, O PESCADOR CEGO. Com cená­ rio que mostra a sala de um a casa, os atores transform am os objetos a o seu redor de acordo com a história que es­ tão representando. R$ 5 ,0 0 ; R$ 3 ,5 0 (□ ). R$ 2 ,5 0 (O ). A uditório. 2 5 /0 4 . Dom ingo, às 15h.

FUTSAL R$ 4 4 ,0 0 (□ ). R$ 2 2 ,0 0 (O ). R$ 30 ,0 0 . Sábados, às 10h3 0 . NATAÇÃO. G rupos de 5 e 6 anos, 7 a 10 anos e 11 a 14 anos. R$ 8 6 ,0 0 (□ ). R$

ALO N G A M E N TO . R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 1 4 .0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h 3 0 , 14h e 17h. Q uartas e sex­ tas, às 10 h 3 0 e às 14h. CO N D IC IO N AM EN TO FÍSICO. R$ 2 8 ,0 0 (□ ). R$ 14,0 0 (O ). R$ 19,00. Terças e quintas, às 10 h3 0 . Q uartas e sextas, às 13h. oficinas

VEM DANÇAR CO M IG O . Com C arla Salvagni. O ficin a d o C orpo I, 7° A ndar, Torre B. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 1 5 ,0 0 (□ ). R$ 1 0 .0 0 (O ). De 0 2 a 3 0 /0 4 . Q uartas e sextas, às 11 h30. SAPATEANDO. Com Kátia Barão. M ó d u ­ lo I. O ficin a d o C orpo 2. R$ 2 0 ,0 0 ; R$ 15.0 0 (□ ). RS 10 ,0 0 (O ). De 0 6 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, às 14h.


INTERIOR SESC ARARAQUARA N A N Á VASCONCELOS. Dia 1 0 /4 , sábado, às 20K30. RIO/ SÃO PAULO - QUATRO ASES DO SAMBA. • Ellon Medeiros e Cadinhos

Vergueiro. Dia 20h30.

TOR LOJAS DE DEPARTAMENTOS. Inscrições até 2 0 /0 4 . Abertura dia 2 5 /0 4 , domingo, às 9h30. 2 5 /0 4 . Sesc Bauru - Av. Aureliano Cardia, 671. Tel.:(14) 3235-1750

1 7 /0 4 , sábado, às

O DIABO E O BOM DEUS. Teatro. Dia 2 4 /0 4 , Sábado. GRUPO CASA DE FARINHA. Dia 2 8 /0 4 , quarta, às 22h. Grátis.

SESC BIRIGUI IDENTIDADE BRASILEIRA - BRASIL DA SIL­ VA. Grátis. De 05 a 1 6/04. Segunda a sexta-feira. Das 9 às 21 h.

Sesc Campinas - R. Dom José I, 270. Tel.:(19) 3737-1515

O XADREZ N A EDUCAÇÃO FORMAL. Grátis. 2 9 /0 4 . Quinta-feira, às 14h.

SESC CATANDUVA

TAÇA DE FUTSAL INFANTIL - SUB 15. Iní­ cio: 0 3 /0 4 . Sábados, domingos e feri­ ados, das 10h30 às 13h30. ENCONTRO REGIONAL DA TERCEIRA IDADE. Dia 2 5 /0 4 , domingo, das 9h às 18h.

ESPORTE RECREATIVO. Grátis. De 06 a 2 9 /0 4 . Terças e quintas, das 15h30 as 16h30. COPA SESC DE BIRIBOL Grátis. De 03 a 2 5 /0 4 . Sábados e domingos, das 9has 18h. TAÇA SESC DE BASQUETE. Grátis. Dias 2 3 /0 4 , sexta, das 17h às 22h e dias 24 e 2 5 /0 4 , sábado e dom ingo das 1Oh às 17h. PERIPÉCIAS DE PÁSCOA. Com a Cia Teatro Salada Vinte. Grátis. 0 4 /0 4 . Domingo. Às 15h.

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QUE HERÓI SOU EU? - PENSANDO E JO­ GANDO NO MUNDO GREGO. Terça a sexta, das 13h às 21 h30. Grátis. De 0 3 /0 4 a 3 0 /0 5 .

•M a ria Elisa. 0 2 e 1 6/04. «Dayse Do Banjo. 2 3 /0 4 .

A BOSSA DE MENESCAL 2 8 /0 4 . quarta, às 21 h30.

NOVO SOM. Grátis. Domingos, das 15h30

às 17h. «Zero Baila. 04 e 1 8/04. «Char­ me Do Samba. 11 e 2 5 /0 4 . FERIADO. «Forrózuê. 2 1 /0 4 . Q uarta, das

15h30 às 17h. Grátis. ESPORTES VERTICAIS. «Treinamento Pre­

A MISSA DE ALCAÇUS. C/o de Dança dos Meninos. 2 9 /0 4 . quinta, às 21 h. DENISE STOCKLOS. 1 6 /0 4 . sexta, às 21 h30. CARICATURA. Grátis. 1 4 /0 4 . quarta, às 14h.

VAMOS BRINCAR DE BRINCAR. 11/04. Domingo, às 16h. UMA PEQUENA MAIS QUE NOTÁVEL 25 /0 4 . Domingo, às 16h. A VOLTA AO MUNDO EM 8 0 JOGOS. Grátis De l ° a 1 1 /0 4 . Terça a sexta, das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 18h. TRIBO JOVEM. Tae Ken Dow no dia 18. Grátis. 04 e 1 8 /0 4 , domingos, às 14h. DESAFIO SESC DE FUTSAL ADULTO. Grátis. De 2 2 /0 4 a 2 6 /0 5 . Terça a sexta, das 20h às 21 h30. DESAFIO SESC VERÃO DE FUTEBOL SO­ CIETY MENOR. Grátis. 04,1 1 ,1 8 e 2 5 /0 4 . Domingos, das 9h30 às 12h30. PALESTRAS. «Produtos D iete Ught. 2 9 /0 4 .

CASA DE FARINHA. Até 3 anos, grátis. 2 5 /0 4 . domingo, às ló h .

ventivo A plicado à Escalada Esportiva. 2 4 /0 4 . Sábado, das 9 às 13 h /d a s 14 às 18h. «Iniciação às Técnicas dos Es­ portes Verticais e A rvorism o. 2 5 /0 4 . dom ingo, das 9 às 13 h /d a s 14 às 18h.

OFICINA DE DANÇAS E RITMOS DO SU­ DESTE. 17 e 18 /0 4 . Sábado e domingo, das 9h30 às 17h30.

SESC CAMPINAS CANTO GERAL Grátis. Sextas, às 20h.

DJ HUM E NELSON TRIUNFO. 3 0 /0 4 . sexta, às 21 h.

INSTRUMENTAL & AFINS. «Bonda Cana­

vial. 0 8 /0 4 , quinta, às 20h. Grátis. MESTRES DA VIOLA. «Orquestra De Viola De Paulínia. 1 5 /0 4 , quinta, às 20h.

Quinta, às 19h. «Utilização do Microon­ das. 15 e 1 6 /0 4 . Quinta e sexta, das 19h às 21 h30. «Pratos Salgados Diet. 2 9 /0 4 . Quinta, às 20h. «Utilizando o Microondas. 15 e 1 6/04. Quinta e sexta, das 19h às 21 h30. II MOSTRA DE ENTIDADES ASSISTENCIAIS DE CATANDUVA. 2 5 /0 4 . Domingo, das 14h às 18h. Sesc Catanduva - Pça. Felícia Tonello, 2 2 8 . Tel.:(17) 3 5 2 4 - 9 2 0 0

A FAMÍLIA SUJO. 1 8/0 4 . domingo, à s llh . COPA JUVENTUDE DE FUTSAL E FUTEBOL SOCIETY. Inscrições até 1 3 /0 4 . Abertura dia 18, domingo, às 9h. COPA DO COMÉRCIO E SERVIÇOS - SE­

•M agical M istery Tour. 0 6 /0 4 . «Mostra do Audio Visual Paulista - Edição 17. 13/04. «Papo com cinema: A Chinesa. 2 0 /0 4 . Exibição e debate do filme com Valdemar Sguissardi. «Clássicos & Contemporâneos: Caravaggio. 27 /0 4 . SESC BERTIOGA. Inscrições de 01 a 10/04. 02 a 0 6 /0 4 . MINAS HISTÓRICA. 16 a 2 3 /0 4 .

RIO / SÃO PAULO - QUATRO ASES DO

TRILHAS E TONS. •M otorm am a. 2 2 /0 4 , quinta, às 20h. Grátis.

SAMBA. 1 6/04. Sexta, às 21 h. «Mesa Redonda. 1 6 /0 4 , sexta. MPB.

O ANEL DE MAGALÃO. 16, 17 e 1 8/04, sexta e sábado, às 20h; domingo, às

SAMBA DE MESA. Aos domingos, 15h.

19h.

Grátis «Janela Indiscreta. 0 6 /0 4 , terça. •O s Pássaros. 0 7 /0 4 , quarta. «Psicose. 0 8 /0 4 , quinta. «Um Corpo Que Cai. 0 9 /0 4 , sexta. MOSTRA SESC DE TEATRO POPULAR.

•N a d a De N ovo. 14h. 2 4 /0 4 . «Histó­ rias Q ue O M undo Canta. 14h. 2 5 /0 4 . «Aqui N ão, Pantaleão. Cia. Pavanelli. às 17h. 2 5 /0 4 . «Arruaça. 17h.

DANÇA-TERAPIA: INTEGRAÇÃO ENTRE CORPO E MENTE. 2 4 /0 4 . Sábado, das I Oh às 12h e das 14h às 17h. SAMBA ROCK. 18 e 2 5 /0 4 . Domingos das 14h às 18h. SAPATEADO INFANTIL 7 a 12 anos. Q uar­ tas e sextas, às 17h30. DANÇAS DE SALÃO. Sábados, das 14 às 15h l 5 e das 15h45 às 17h. CURSOS AOS SÁBADOS. «Axé. 14h.

•Condicionamento Físico. 9h. «Alonga­ mento. 14h. «Ginástica. 16h ESPORTE E APRENDIZAGEM. Grátis. «Fut-

sal masculino. 9 a 11 anos.Terçasequin­ tas, 14h. 12 a 14 anos. Quartas e sextas, 14h. «Futsal feminino. 11 a 14 anos. Terças e quintas, 15h. 15 e 16 anos. Quartas e sextas, 15h. «Voleibol. Inicia­ ção: 11 a 14 anos. Terças e quintas, 16h, e sábado, 9h30. Avançado: 15 e 16 anos. Quartas e sextas, 16h. TAÇA ESPORTIVA PIRACICABANA. Até 2 3 /0 4 . Terças, quartas e quintas, 19h45. BOLA N A BANDEJA. De 06 a 3 1 /0 4 . Terças e quartas, 15h. JOGOS PUBLICITÁRIOS. 11 e 2 5 /0 4 . Domingos, lOh. ENCONTRO DOS CONTABIUSTAS. 18/04. Domingo, lOh. TORNEIO DA INCONFIDÊNCIA. 21 /0 4 . Quarta, 9h30. TEATRO INFANTIL Domingos, às 1 lh . «Em

SESC PIRACICABA

•G ru p o A lkym ia Samba. Dias 4 e 1 8/04. «Grupo Utopia. 11/04. «Grupo sem segredo. 2 5 /0 4 .

CICLO DE FILMES ALFRED HITCHCOCK.

A MULHER GIGANTE. Grátis. 2 5 /0 4 . domingo, às 11 h.

CINECLUBE SESC PIRACICABA. Terças, 20h.

SÃO PAULO: 4 5 0 ANOS. 25 /0 4 .

FOTOGRAMA. Grátis «Por Trás do Pano.

Direção: Luiz Villaça. Com Denise Fraga, Luís Melo, Pedro Cardoso e M a risa Orth. Brasil. 1999. 1 4 /0 4 , quarta, às 20h. •Encontro com Luiz Villaça. 1 6 /0 4 , sexta, às 20h. Teatro. «Oficina de Cria­ ção e Direção. 17 e 1 8 /0 4 , sábado e domingo, das lOh às 13h e das 14h às 17h.

2 7 /0 4 . «Em Céu A berto. 17h. 2 8 /0 4 . •A i Meu Deus, Me Dá Um Trocadinho. 20h. 2 9 /0 4 . «Voz Mercê. 20h. 3 0 /0 4 . • Palavra Encantada. 15h. l° / 0 4 •João C ândido Do Brasil A Revolta Das Chibatas. 18h. l° /0 4 . «Em Busca Do Segredo Perdido. 15h. 0 2 /0 4 . •A u to Da Barca Do Inferno. 18h. 0 2 /0 4 .

QUINTAS NO SESC. 20h às 22h. «Voz E

Busca do Segredo Esquecido. 0 4 /0 4 . Com Cia. Abareteatro. «João e Maria. I I /0 4 . Com Companhia Tempo Teatral. •Xigui. 18/04. Com Grupo de Teatro Mambembe. «Bulgóia, Repenique & Tro­ peço. 2 5 /0 4 . Com Cia. Provisório-DefiniIMAGEM EM AÇÃO. Grátis. «As Aventuras

de Pinóquio. 0 3 /0 4 . «João e M aria. 10/04. • Hércules II. 17/04. «Aladim. 24/0 4 .

V iola: Juninho e Bentinho. 0 1 /0 4 . •Santo De Casa: Patrícia & Banda. 0 8 /0 4 . «Jazz, Blues & Cia.: Red Neck Blues Blend. 15/04. «Vilafrica. Rabo Jah Raia. 2 2 /0 4 . «Fulanos De Tal. 2 9 /0 4 .

OFICINAS. Grátis. Aos domingos e feri­

CINEUNK. «Hulk. 18/04. «O Senhor dos

ra Idade. Às quartas, 14h. «Sesc Sâo Paulo - 4 0 Anos de Trabalho Social com

Anéis. 2 5 /0 4 . Às 13h.

ados, às 16h30. • Carimbos de E.V.A. 0 4 /0 4 . «Fantoche com saco de papel. 11 /0 4 . «Jogo da Velha. 18/04. «Dobradura. 2 1 /0 4 . «Jogo de Damas. 2 5/04. TERCEIRA IDADE «Escola Aberta da Tercei­

r e v is ta

e

71


INTERIOR Idosos. 0 7 /0 4 . «Tarde de Jogos. 14/04 . •O Auto da Compadecida. 2 1 /0 4 . «Di­ nâmica de grupo. 28 /0 4 . OFICINAS. Às terças e quintas, das 14h

às 16h. Grátis. «Arte em Retalhos (tur­ ma II). 0 1 /0 4 . «Caixinha de Reliquias (Turma I). 06 e 1 3 /0 4 . «Caixinha de Relíquias (Turma II). 08 e 1 5 /0 4 . «O b­ jetos Decorativos em Jornal (Turma I). 20 e 2 7 /0 4 . «Objetos Decorativos em Jornal (Turma II). 22 e 2 9 /0 4 . CINESEXTA. Às sextas, 14 h l 5. «Irm ão

Sol, Irmã Lua. 0 2 /0 4 . «O Pagador de Promessa. 2 3 /0 4 .

VIDA & OBRA. M onteiro Lobato. Grátis. De 01 a 3 0 /0 4 . METAMORFOSE. G rátis. Dia 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h. OFICINAS CORDEL HIGH-TECH. Grátis. Dias 27, 28, 2 9 /0 4 . Terça e quarta, das 20h às 21h30, e na quinta, das 19h30 às 21 h. VISITA VIRTUAL À EXPOSIÇÃO DE PICASSO N A OCA. Grátis. Dias 17 e 2 4 /0 4 . Sábados, às lOh.

TERCEIRA IDADE ATIVIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS E SOCIAIS. «A Dieta do

Mediterrâneo e a Longevidade. Gratuito. Sala Multiuso 2. Dia 1 3 /0 4 , às 15h. •Grécia Antiga: A Proteção das Águas. Dia 2 0 /0 4 , às 15h. «Dia Internacional da Atividade Física. Dia 0 4 /0 4 , às lOh.

13h30, 15h30 e 16h30. Quartas e sex­ tas, às 16h30. «H idroginástica. Terças e quintas, às 16h30. Q uartas e sextas, às 17h30. «Alongam ento. Q uartas e sextas, às 16h30. Terças e quintas, às 14h30. R$ 10,00 (O ) e R$ 14,00 (□ ). •Voleibol A daptado. Terças e quintas, às 17h30. • Q uim bol. Terças e quintas, às 16h30. R$ 3 ,0 0 (O ) e R$ 5 ,0 0 (□ ). •D ança. Quartas e sextas, às 16h30. •B a d m in to n . Q u arta s e sextas, às 15h30. «Expressão C orporal Através Da Dança. Terças e quintas, às 15h30. Sesc Piracicaba - Av. Ipiranga, 15 5 . Tel.: (1 9 ) 3 4 3 4 . 4 0 2 2

SESC RIBEIRÃO PRETO MARIA ALCINA E BOJO. 2 3 /0 4 . Sexta, às 21 h.

SESC INSTRUMENTAL «Fernando M oura.

O DIABO E O BOM DEUS. 0 4 /0 4 . Domin­ go, às 20h30. VOZES FEMININAS. 1 5/04. Quinta, às 21 h.

0 3 /0 4 . «Marcílio e Roger. 1 0 /0 4 . «Pierre e O dhair Jr. 1 7 /0 4 . «Breno Logreca. 2 4 /0 4 . Gratuito.

Sábado, às 21 h. «Técnicas de Dança Aé­ rea. 1 8/0 4 . Domingo, às 1Oh, no Teatro. ELOS COM O PASSADO: OS POVOS ANTI­ GOS DE SÃO PAULO. Exposição. Grátis. De 07 a 1 8/04 . De terça a Domingo. 13h às 22h. ARTE, DA PERCEPÇÃO À CRÍTICA: O FIM DA INGENUIDADE. 24 e 2 5 /0 4 . Sábado e domingo, das 9h às 1Th. LETRAS & LETRINHAS. 3 a 11 anos. Dia 0 4 /0 4 . Domingo, às 16h. VOCAÇÃO ESPORTIVA. Sábado, das 8h30 às 17h30, e domingo, das 9h às 13h, 17e 1 8 /0 4 .

ARNALDO ANRJNES. 2 3 /0 4 . Sexta, às 20h30.

O DIABO E O BOM DEUS. 0 2 /0 4 . Sexta, às 21 h.

ANGELA MARIA E BANDA & QUARTETO CAFÉ. 2 4 /0 4 . Sábado, às 21 h.

AS NUVENS E/O U UM DEUS CHAM ADO DINHEIRO. 1 5 /0 4 . Q uinta, às 21 h.

MOSTRA DA CENA MINEIRA. R$ 4,00; R$ 2 ,00 (□ , O , ❖). De 28 a 3 0 /0 4 . Quarta a sexta, às 20h30. FESTIVAL SESC DOS MELHORES FILMES DE 2 0 0 3 . De 02 e 2 5 /0 4 . SEMANA DA SAÚDE. EM FOCO: A QUAUDADE DE VIDA! Grátis. De 20 a 2 4 /0 4 . Terça a sexta, vários horários.

O PENSAMENTO SISTÊMICO CO M O PA­ RADIGMA PARA SE FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Dia 2 4 /0 4 . Sábado, das 9h às 17h.

JOGOS ESCOLARES. Abertura 0 4 /0 4 , domingo, a partir das 9h30. Grátis.

M AGIA NATURAL E SOULZÉ. Dia 2 4 /0 4 . Sábado, às 15h.

Sesc São Carlos - Av. Comendador Alfredo M affei, 7 0 0 . Tel.: ( 1 6 ) 2 7 2 - 7 5 5 5

e

inas de Artesanato. 0 1 /0 4 . Quinta, às 16h. «Boneca de O rigam i. 1 5 /0 4 . Gluinta-feira, às 16h. INFANTIL E FAMÍLIA «Tardes de Brincadei­

EM CENA NO SESC. «O Diabo e o Bom

ras. Terça a sexta, das 14 às 18h. Sába­ dos, das 14h às ló h .

NO PALCO DA ESCOLA 1 5 /0 4 , às 1Oh e

ESPECIAL PAIS E FILHOS. «Frisbee. 0 3 /0 4 .

às 15h. Gratuito «O Chapeuzinho Bem Vermelhinho. Com a Cia. Teatral Cena à Vista e Teatro Iluminado. Gratuito. Dia 2 8 /0 4 , às 12h e à s ló h .

•Futebol de Botão. 1 0/04. «Basquete Naism ith. 1 7 /0 4 . «Vôlei no Escuro. 2 4 /0 4 . Sábados, das 14h às ló h .

AGTTA SÃO JOSÉ. Dia 0 4 /0 4 , a partir das 7h30. MESA BRASIL SESC SÃO JOSÉ DOS CAM­ POS. «Sucoterapia, uma terapia simples e fácil de assimilar. Dia 0 2 /0 4 , às 14h. Sesc São José dos Campos - Rua Coronel José M onteiro, 2 7 5 . Tel.: (1 2 ) 3 9 0 4 2 0 0 0

TEATRO INFANTIL «Os Três Porquinhos - A Verdadeiro História. Com a Cia. do Nó.

0 3 /0 4 . Sábado, às ló h . «A C igana e a Formiga em: Vida de Artista. Cia. Fábri­ ca de Sonhos. 1 0 /0 4 . Sábado, às 16h. •O Alfaiate e o Gigante. Cia. Ateliê. Teatro. 17/0 4 . Sábado, às ló h . «A Voz da Praça. Cia Monocirco. 2 4 /0 4 . Sába­ do, às 16h. Sesc Sorocaba - Av W ashington Luiz, 4 4 6 . Tel.: (1 5 ) 3 2 1 2 - 4 4 5 5

SESC SOROCABA INSTRUMENTAL SESC SOROCABA. «Ja­

ne do Bandolim & G rupo M ia d o do G ato. Dia 1 6 /0 4 . Sexta, às 20h30. Grátis. ROCK, POP E CIA. «Banda Sudaca. Dia

72 r e v i s t a

ta Um. 2 8 /0 4 . Q uarta, às 14h.

SESC OLHAR A DANÇA. «Pop. 17 /0 4 .

SESC SÃO CARLOS

OFICINA DE PERCUSSÃO E HISTÓRIA DA MÚSICA NORDESTINA. Dias 22 a 2 4 /4 , auinta e sexta, das 15h às 18h, e sábado das 1Oh às 13h.

8 /0 4 . Quinta, às 15h.

CHÁ COM CULTURA Terceira idade. «Ofic­

Deus. 1 7 /0 4 , às 20h30.

CONHECENDO A MÚSICA ERUDITA. Grátis. Dia 2 9 /0 4 . Q uinta, às 20h30.

MÚSICA PARA CRIANÇA. «Pra Cantar Junto. 1 8 /0 4 , dom ingo, às ló h .

GER@ÇÃO.COM. 12 a 17 anos. Inscrições

Dia 28, às 20h30.

Sesc Rio Preto - Av. Francisco das Chagas de Oliveira, 1 . 3 3 3 . Tel.: (1 7 ) 3 2 1 6 - 9 3 0 0

CYRANO DE BERINJELA. Teatro infantojuvenil. 0 3 /0 4 . Sábado, às ló h .

lão. Dias 02 e 2 3 /0 4 . Sextas, às 19h. Dança Terapia. Dias 06 e 1 3/04. Terças, às 19h. «Do-in. Dias 20 e 2 7 /0 4 . Terças, às 19h.

RECICLA ARTE. 0 7 /0 4 . Q uarta, às 14h. Res­

SESC RIO PRETO

INSTRUMENTAL SESC RIBEIRÃO. Théo Barros e Lea Freire. Dia 2 0 /0 4 . Terça, às 20h30.

A BOSSA DO MENESCAL. Dia 3 0 /0 4 . Sexta, às 21 h.

VIVÊNCIAS CORPORAIS. «Danças de Sa­

16, às 14h. Gratuito. Dia 19, às 14h.

SESC SOM NA PRAÇA. «Mariene Costa. ATIVIDADES FÍSICAS PARA TERCEIRA IDADE. «Ginástica. Terças e quintas, às

•Jiu Jitsu. Dia 1 0 /0 4 . Sábado, às lOh. •B adm ington. Dia 1 7 /0 4 . Sábado, às lO h.

CUUNÁRIA «Aproveitamento Total. Dia OFICINAS. «Culinária Mediterrânea. Dia

Sesc Ribeirão Preto - Rua Tibiriçá, 5 0 . Tel.:(16) 6 1 0 - 0 1 4 1

PALESTRA E VIVÊNCIA. A tividade Física e

o Idoso. «Lian Gong. 3 0 /0 4 , Sexta, 14h30.

Flúor com bochechos. G ratuito. Dia 0 7 /0 4 , das lOh às 13h e das 14h às 16h30. «Palestra: Benefícios da ativi­ dade física para a saúde. Gratuito. Dia 0 7 /0 4 , às 18h.

3 0 /0 4 . Sexta, às 20h30. Grátis.

SESC TAUTABÉ TEATRO PARA CRIANÇAS. Domingos, às

ló h . Grátis. «Vamos Brincar! Dia 0 4 /0 4 • A Lebre e a Tartaruga. Dia 11 /0 4 «Os Saltimbancos. Dia 1 8 /0 4 «Jogando no Quintal. Dia 2 5 /0 4 .

TEATRO ADULTO. «R epertório Beckett

TRABALHO SOCIAL COM IDOSOS. «Pra

2. D ia 2 3 /0 4 . Sexta, às 2 0 h 3 0 . •W o rk s h o p de Teatro. Com Lenerson Polonini. Dia 2 4 /0 4 . Sábado, das lO h às 13h.

Dançar. Sábados, às 15h. Grátis «Banda Anjinho do Vale. 0 6 /0 4 «Baila Brasil. 1 3 /0 4 « 3 do Vale. 2 0 /0 4 «Kuka livre. 2 7 /0 4 . «Valorização da Saúde. 2 9 /0 4 , ás 15h. «Vídeo Em Destaque Um Caipira no Cinema. 2 8 /0 4 , às 19h30. Grátis. •Fórum da Terceira Idade. 3 0 /0 4 , às 19h30.

O XADREZ E O CINEMA. «Lances Inocen­

tes. Dia 1 5 /0 4 . Q uinta, às 20h. «O Ú l­ tim o Lance. Dia 2 2 /0 4 . Q uinta, às 20h. «O Sétimo Selo. Dia 2 9 /0 4 . Q uinta, às 20h. O PRAZER DO CORPO EM MOVIMENTO. Fotos de O rm uzd Alves. De 0 2 a 1 5 /0 4 . De 16 a 3 1 /0 4 . UM OLHAR SOBRE A PRAÇA. De 1 4 /0 4 a 0 1 /0 5 . Terça a sexta, das 13h às 22h, e sábados, das 9h às 18h.

FESTIVAL SESC DE MINI VÔLEI. Masculino e feminino. Dia 2 5 /0 4 , a partir das 9h30. COPA SESC T1RADENTES DE FUTEBOL SOCIETY. Início: dia 2 1 /0 4 , às 9h30. O FUTEBOL N O MUNDO. Dia 0 1 /0 4 , às 20h. Grátis. TURISMO SOCIAL «Visita Noturna ao Zoo­

SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

ENCONTROS COM A PALAVRA. De terça a sexta, das 13h às 22h. Sábados, das 9h às 18h. Dia 2 8 /0 4 . Q uarta, às 20h.

DIA MUNDIAL DA SAÚDE. «Aplicação de

CLINICAS DE INICIAÇÃO ESPORTIVA.

lógico. Dia 1 6 /0 4 , às 14h. Sesc Taubaté - Av. Engenheiro Nikon de A l­ varenga Peixoto, 1 . 2 6 4 . Tel.:(12) 2 3 2 3566


“A região que mais gosto em São Paulo é Higienópolis, onde moro, porque ela está consolidada enquanto espaço urbano e fica perto do meu adorado centro, que tem tudo ao seu redor, incluindo o bom (Higienópolis, Liberdade) e o ruim (Santa Ifigênia, Campos Elíseos). Já um programa tipicamente paulistano é ir à sala Júlio Prestes (foto) assistir a um concerto da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e depois

Sala São Paulo, parte do Complexo Cultural Júlio Prestes, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - Osesp

ir comer pizza no Monteverde da Barra do Tibagi.” Maria Adelaide Amaral, dramaturga e autora das minisséries A Muralha e Um Só Coração, ambas ambientadas em diferentes períodos da história paulistana.

Divulgação/Instituto de Botânica

Vistas Contemporâneas Para quem se interessa por botânica e ecologia, o Jardim Botânico de São Paulo é um passeio im perdível. Com 360 m il metros quadrados de áreas verdes, o local mostra um verdadeiro observatório de uma flora diversificada e fascinante. 0 imenso jardim se encontra localizado no Parque Estadual das Fontes Ipiranga, na Água Funda, e possui uma reserva com remanescentes de Mata Atlântica, que guardam as nascentes do riacho Ipiranga, um dos cenários da Independência do Brasil. 0 Jardim Botânico fica na av. Miguel Estéfano, 3031, ao lado do Zoológico, e as visitas são de quarta a domingo, das 9:00 às 17:00h. Maiores informações pelo telefone (011) 5073-6300, ramal 225.

r e v is ta

e

73


P.S.

T

iltura Estamos todos no Sérgio Pinto

Não há registros de qualquer movimento, m inimamente ar­

do uso desses aparelhos entre os adolescentes e o dinheiro gas­

ticulado, que reivindicasse o título de underground. São menos

to com suas contas, há quem afirme ser esse um dos motivos

claros ainda quais seriam os elementos estilísticos e formais

para a queda na venda de discos. Quanto ao conteúdo, as aten­

que identificassem um gênero ou uma estética underground.

ções se dividem entre a novela, o cinema, o videogame, a por­

Isso talvez seja mais uma questão de estado que de proprie­

nografia, o culto televisionado e o futebol, entre tantos outros.

dade. 'Estar’, e não ‘ser’. Ou quem sabe uma questão ética, e

Um jogo do Real Madrid, com Ronaldo, Beckham e Zidane, atrai

não estética.

tanto público quanto um show dos Rolling Stones ou da Mado-

Roy Schuker, autor do cartográfico Vocabulário da Música Pop

nna. Reflexo disso são as freqüentes notícias de fiisão entre gra­

(Ed. Hedra, 1999), não escreve nenhum verbete com esse no­

vadoras. A última delas foi a aquisição da divisão de música da

me. Entre outros semelhantes - gravadora independente, cená­

Tim e Warner pelo grupo Bronfman. Mas não pense que esses

rios alternativos, etc. - , o autor relaciona o underground com o

grandes conglomerados estão se expandindo, o que está acon­

conceito de autenticidade, vital, de acordo com Schuker, para a

tecendo é que eles estão se dissolvendo. Neste cenário, contra

compreensão de muitos dos fenômenos do universo pop. Para

quem se opor?

ele, a autenticidade não determina apenas a produção de uma

A cadeia produtiva da música perdeu sua estrutura radial de

obra original e criativa, mas também sua integridade artística

centro e periferia, prejudicial à diversidade e manutenção de

e comercial. E é pela integridade que se estabeleceu a distin­

práticas locais de música. O mangue-beat pernambucano, que já

ção entre underground e mainstream (a parada de sucessos). Dei­

havia cunhado a feliz imagem da antena parabólica enfiada na

xando de lado o anglicismo, podemos dizer que o embate se

lama, criou outra brilhante analogia, ao apontar as redes de rá­

deu entre a arte e o mercado, o artesanato e a manufatura ou,

dio e TV como praticantes da monocultura. Os movimentos un-

para algumas vanguardas, entre a industrialização em série e o

dergrounds podem ser mais claramente compreendidos se co­

produto personalizado, quase individual, a música pessoal que

meçarmos a tratá-los com a mesma preocupação que os ecolo­

só você ouve (o mercado faturou muito com a invenção do

gistas despendem ao desenvolvimento sustentável e às práticas

walkman para atender a esse anseio, mas a idéia de personali­

não agressivas de utilização dos recursos naturais. Esteticamen­

zação musical continua válida e contemporânea).

te, porém, continuamos no mesmo impasse: não há elementos

Durante a explosão da indústria do entretenimento (final dos

únicos para identificarmos sua natureza. Uma das característi­

anos 1950 a meados dos anos 1970), havia consenso quanto ao

cas mais marcantes seria o apego à baixa tecnologia, às grava­

repertório veiculado. Ao potencializar a difusão de seu conteú­

ções caseiras. Mas não foi dessa forma que o Nirvana vendeu milhões de discos?

do, com o avanço tecnológico - a aldeia global de McLuhan é dessa época - , a indústria propiciou a fruição de um repertório

É lugar comum dizer que estamos em um m omento de tran­

comum a todos. No Brasil, os lares estavam sintonizados nos

sição e não sabemos ainda como o negócio da música vai se

festivais de música da Record, e a transmissão da primeira edi­

desenvolver, afinal até a Melo Diniz Produções, da personagem

ção do Rock in Rio também obteve uma grande audiência. Hoje,

Maria Clara, de Celebridades, faliu. E não foi a pirataria que pro­

essa indústria encontra-se esfacelada. Os canais abertos de TV

vocou isso. Mas nesse gramado - o rizoma de Deleuze? - não

e as estações de rádio se multiplicaram, surgiram as TVs comu­

brilha apenas o Real Madrid, estique sua esteira, pegue sua pró­

nitárias em UHF, a TV a cabo e seus inúmeros canais. Temos ain­

pria música e aproveite o sol. Nunca houve tanto para escolher.

da a locação de vídeos/DVDs, a Internet e mesmo os celulares,

Quem está ‘ouvivendo’ sabe disso.

■

mini-estações receptoras de tudo o que se produz para entre­ tenimento e o mais novo alvo das gravadoras, que arregalou seus olhos para os serviços de ring tones. No Japão, com a febre

74 r e v i s t a

e

SÉRGIO PlNTO É GRADUADO EM MÚSICA E TÉCNICO DO SESC


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em entrevista nestĂ­


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Revista E - Abril de 2004 - ANO 10 - Nº 10 by Sesc em São Paulo - Issuu