revista
mensal • agosto de 2003 • n° 2 • ano 10
MOSTRA SESC DE ARTES LATI NI DADES
SESC
SAO PAU LTÕ DADES • GIANFRANCESCO GUARNIERI • QNECLUBE CINESESC • GERAÇÀO BEAT • CLUBE DA CAMINHADA • FERNANDO SOLANAS • OCTAVIO IANNI • SCHWARTZ • FÁBIO MAGALHÃES • 3ERUSA PIRES FERREIRA • PAULO FREIRE • LOURENÇO CAZARRÉ • LUTERO RODRIGUES • RUBENS FERNANDES JH
0 Comprometimento com a Cultura O investimento em ações que visam ao bem-estar dos trabalhadores do comércio e serviços, seus familiares e a sociedade em geral constitui o principal objetivo do Sesc, entidade criada, mantida e administrada pelo em presariado desses setores. Hoje, essa meta tem-se ampliado para o que consideramos um efetivo trabalho de inclusão social, cuja base encontra-se na formação permanente do indivíduo pelo contato com expressões artís ticas e pelo acesso a bens culturais de qualidade, sob diferentes formas. Nesse sentido, o Sesc São Paulo tem desenvolvido um amplo programa de atividades voltadas à cultura, esportes, lazer, desenvolvimento infantil, terceira idade, saúde, alimentação, odontologia, meio ambiente e tu rismo social. Nesses programas, a integração entre diferentes públicos e a educação informal são essenciais. Para o empresariado do comércio e serviços, esses aspectos são de fundamental importância, pois refletem uma necessidade contemporânea, cada vez mais urgente, representada pela participação social crítica e pelo exercício da cidadania. Assim, a continuidade da Mostra Sesc de Artes é mais uma forma de contribuir de maneira concreta para o aprimoramento cultural da coletividade , bem como expressão do espírito de uma instituição preocupada com os valores de seu tempo e com a promoção dos homens e mulheres que dele compartilham. Para o Sesc São Paulo, desenvolver a cultura é aliar-se ao desenvolvimento do País. É, portanto, causa que merece todo o nos so esforço e comprometimento.
A bram S za jm a n P residente do Conselho Regional do S esc no Estado de São Paulo
Gianfrancesco Guarnieri O ator e autor, em entrevista exclusiva
Ficção Inédita Programação Humor P. S.
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Geração Beat
Da redação A edição 2003 da Mostra Sesc de Artes, tendo como tema Latinidades, nossa matéria de capa, é um grande acon tecimento ao reunir todas as unidades em tomo de uma mesma idéia. Estarão nos palcos e nas telas espetáculos de vários países das Américas e da Europa. Com apresentações na capital e no interior, as manifestações cobrem um arco de contemporaneidade, ao flagrar os diversos registros culturais em seus países de origem. É uma rara opor tunidade de se manter contato com o que de melhor se produz nestas nações. Na Entrevista, uma conversa exclusiva com o premiado dramaturgo e ator Gianfrancesco Guarnieri. De volta aos palcos, após retiro de alguns anos, ele faz uma reflexão sobre seu trabalho e sua produção artística. No Em Pauta, textos inéditos da professora Jerusa Pires Ferreira e do pesquisador e compositor Paulo Freire dis cutem a cultura popular à luz da globalização dos meios de comunicação. Nos Depoimentos o maestro Lutero Rodrigues e o professor e escritor Rubens Fernandes Júnior. Entre as reportagens, a geração beat, os dez anos do Clube da Caminhada e a criação do Cinedube CineSesc. A Ficção Inédita é assinada pelo escritor Lourenço Cazarré. Não deixe de consultar as atividades de agosto do Sesc São Paulo no Caderno de Programação.
DOSSIE Festival Internacional de Teatro
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De 17 a 27 de julho, o Festival Internacional de Teatro de Rio Preto tomou conta dos palcos da cidade do interior paulista. O evento, resultado de uma parceria entre o Sesc Rio Preto e a prefeitura municipal da cidade, trouxe, este ano, 64 espetácu los, selecionados entre um total de 277 trabalhos. Foram apresentadas peças de grupos vindos da França, Argentina, Equador, Polônia, índia e Líbano. Os destaques da programação foram o diretor An tunes Filho com sua quinta edição do espetáculo Prêt-à-Porter e a trilogia do Teatro da Vertigem (foto), dirigida por Antonio Araújo.
Vozes infantis Em parceria com a Associação dos Regentes de Corais Infan tis, o Sesc Ipiranga realizou em julho o I Congresso Internacio nal de Regência de Coral. A idéia foi promover o encontro entre os profissionais da área para que pudessem qualificar ainda mais seu trabalho. O evento contou com a presença da professora francesa Brigitte Rose, que dirigiu durante quatro anos o Centro Pedagógico de Franche-Comté, na França, e atualmente é responsável pelo departamento de canto e coral da Escola Nacional de Música de Montbéliard. Divulgação
0 Jazz por Jean Yves Neufille
O fascinante universo do jazz será o tema do curso ministrado pelo jornalista e crítico musical Jean Yves de Neufille, no mês de julho, no Sesc Vila Mariana. Durante as oito aulas, os alunos poderão revisitar os principais estilos desse gênero e passear entre as obras de músicos como King Olivier, Louis Armstrong e Miles Davis. Acompanhados de audição de CDs e exibição de DVDs, os encontros destacarão alguns dos momentos mais cria tivos do jazz, como os efeitos da Segunda Guerra sobre os esti los do ritmo, a revolução do bop, a evolução das big bands e o nascimento de outras vertentes como cool jazz, free jazz, soul jazz e o jazz west coast. 6 r e v is ta e
Segundas em Cena
O projeto Segundas em Cena, do Sesc Pinheiros, homenageia a cada mê.s o repertório de alguma personalidade teatral. Em julho, o destaque foram os trabalhos de Marco Antonio Braz. Com a apresentação de 0 Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues, e leituras encenadas de 0 Travesseiro e 0 Anjo dos Subúrbios, pelo Círculo de Comediantes (foto), o público teve a oportunidade de conhecer o processo criativo per corrido pelo diretor. Ocorreram ainda apresentação de vídeos e bate-papos.
Só vale se for brincadeira
O projeto Brincalhotice divertiu as crianças que participa ram das atividades de férias organizadas pelo Sesc Belenzinho. A programação não contemplou somente a brincadeira, mas também deu à garotada a oportunida de de conhecer o rico universo dos jogos que nasceram espontaneamente da cultura popular brasileira. As ativi dades incluíram oficinas, contadores de histórias, apre sentações musicais e o empréstimo de brinquedos.
>amba, cozinha } literatura
No dia 12 de julho, o evento Cozinha Brasileira transformou o Sesc Ipiranga numa apoteose do samba. Dedicado à mais genuína das cadências brasileiras, o dia teve como convidado especial a escola de samba carioca Salgueiro. Na oca sião também foi lançado o livro Salgueiro - 50 Anos de Glória, do jorna lista Haroldo Costa.
0 circo va ao cinema
"Quando escutei meu primeiro disco de rock, aos oito anos, pulei tanto no sofá da minha mãe, que ela me tirou de lá à base de umas chineladas. Digo que minha carreira começou ali, porque foi quando percebi que rock'n'roll era uma coisa que eu teria de apanhar muito para aprender, lazer e levar adiante" Marcelo Nova, que cantou músicas do seu ídolo Bob Dylan no projeto Geração Beat, do Sesc Santo André
Durante todo o mês de julho quem esteve no Sesc Carmo conhe ceu um pouco mais da alegria poética do circo. Nenhuma lona foi armada na unidade, mas o universo do picadeiro foi apresentado ao público por meio de diversos filmes que já retrataram o mun do das palhaçadas, das mulheres barbadas, dos mágicos e trapezistas ao longo de mais de um século de cinema. Na progra mação, estiveram em cartaz clássicos como 0 Circo, com Charles Chaplin, Trapézio, com Burt Lancaster, 0 Rei do Circo, com Jerry Lewis, 0 Mundo da Fantasia, com Marilyn Monroe, entre outros. re v is ta e
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DOSSIÊ Israel e Palestina unidos no Pompéia Em cartaz no Sesc Pompéia desde o dia 9 de julho, a mostra 2 Estados para 2 Povos reúne 36 serigrafias de importantes artistas israe lenses e palestinos como Suleiman Mansour e Gal Winstein, além de trabalhos de 41 nomes brasileiros, entre eles Tomie Ohtake, Emanoel Araújo, Luise Weiss (foto) e Oscar Niemeyer. A exposição, idealizada pelo artista plástico israelense Gershon Knispel, esteve em cartaz no ano passado em Israel e nasceu em protesto contra os 35 anos de ocupação da Palestina.
"Quando me chamaram para minha primeira novela, passei o dia na sala do diretor chorando e dizendo que não podia trair o teatro. Isso só passou agora. Sei que não vou me 'estragar7 por estar na televisão." Giulia Gam, atriz que está em cartaz no Sesc Consolação com a peça Os Sete Afluentes do Rio Ota
Novos e Consagrados
Sob o comando de Homero Lopes, diretor e coreógrafo do grupo Essência de Rua, os freqüentadores do Sesc Belenzinho puderam colocar o corpo para gingar ao ritm o das batidas do hip hop. A dança, nascida nas ruas de Nova York durante a década de 1970, ficou conhecida no mundo como Street dance (dança de rua). O estilo tornou-se uma manifestação tão marcante dos bairros mais pobres novaiorquinos que hoje possui a dimensão de movimento cul tural, cujos principais elementos são o b-boy (dançarino), o MC (mestre de cerimônias), o DJ e o grafiteiro. 8 r e v is t a e
O festival Som da Fábrica - ConvTradição promoveu em julho no Sesc Pompéia o encontro entre o que há de melhor na nova e na antiga MPB. Novos talentos de todo o País, como Beto Vilares (foto), responsáveis pela chamada reinvenção da música brasilei ra, se apresentaram em cinco noites dividindo o palco com no mes consagrados como Elza Soares, Arnaldo Baptista, Maria Alcina e Naná Vasconcelos.
Pessoas memoráveis
Em comemoração aos 125 anos de São Caetano do Sul, o Sesc São Paulo, por meio de sua unida de na região, e a Fundação Pró-Memória, orga nizaram a exposição Pessoas Memoráveis. A mos tra trouxe fotos e textos sobre as famílias dos primeiros imigrantes que ajudaram a fundar a cidade. Um outro painel trazia registros dos atuais moradores, realizados por Nilton Silva.
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Durante as férias de julho, um ta buleiro de xadrez gigante foi ar mado no Sesc Santo Amaro. A instalação, mais a exposição 0 Xadrez, fizeram parte das atividades da unidade dedicadas a desvendar os segredos do instigante jogo que se arma sobre o quadriculado preto e branco.
A histo ri d da rabeca
"Quem tem a veia artística tem sempre que estar pensando em dar uma virada. Nunca me conformo com o que faço. Aliás, sempre acho que faço pouco. Posso sempre fazer mais" Elza Soares, que participou do festival Som da Fábrica - Com: Tradição, no Sesc Pompéia
A rabeca é um instrumento parecido com o violino, mas que não tem tamanho, formato, número de cordas ou afinação padroni zados. A sua construção, apesar de seguir um modelo já existen te, adapta-se às características da madeira, o que faz com que cada peça seja única. A exposição Rabeca, 0 Som Inesperado, em cartaz no Sesc Vila Mariana desde o início de julho, traz 40 fo tos tiradas porjosé Eduardo Gramani, registrando o processo de construção do instrumento feito por artesãos do Sul e Nordeste do Brasil (na foto, o músico Antonio Nóbrega). r e v is ta e
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INSTITUCIONAL
JUSTIÇA
F EDERAL
DECI DE
■Fotos: Arquivo Revista E
A Justiça Federal da Subseção de São José do Rio Preto, nos autos do mandado de segurança impetrado por Hospital São Domingos S.A. (autos n.° 1999. 61.06.006013-7, em trâm ite perante a 2.a Vara Cível), decidiu, por meio do Juiz Federal Roberto Cristiano Tamantini, que o referido hospi tal nem sequer apresentava interesse processual para propor o referido mandado de segurança. Em razão desse pormenor, o processo foi extin to sem a apreciação do m érito, ou seja, sem a análise sobre a exigibilidade das contribuições destinadas ao Sesc e Senac pelas empresas presta doras de serviços. Considerou o referido Juiz que o Hospital São Domingos S.A. ressente-se da necessidade de se socorrer no Judiciário. Deste modo, o trinôm io necessidade, utilidade e adequação, caracterizadores do interesse processual, não ficou configurado. Apontou, ainda, em sua sentença que, em sua petição inicial, foram apresentadas pelo hospital as seguintes premissas: as contribuições ao Sesc e ao Senac são devidas apenas pelas entidades co merciais, porque a própria norma instituidora do trib u to definiu como sujeito passivo da obrigação tributária os estabelecimentos comerciais e por que são contribuições de interesse de categorias
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profissionais somente os comerciários se benefi ciariam do produto de sua arrecadação; e, finalm ente, por ser empresa prestadora de serviços hospitalares, concluindo, em razão de to do o exposto, não serem exigíveis referidas contribuições. Depois de enumerar essas premissas, concluiu o Juiz que o mandado de segurança se fundou em fal sas premissas. Isto porque, pelo o que depreendeu dos documentos societários do hospital juntados aos autos, inclusive registrados na Junta Comercial, este foi constituído sob a forma de sociedade por ações, especificamente, sociedade anônima e como tal deve ser considerada sociedade comercial. E, para fundamentar esta decisão, transcreveu o pará grafo prim eiro do artigo 2.° da Lei 6.404/76: Art. 2.° Pode ser objeto da companhia qualquer empresa de fim lucrativo, não contrário à lei, à or dem pública e aos bons costumes. § 1.° Qualquer que seja o objeto, a companhia é mercantil e se rege pelas leis e usos do comércio. Por fim, não podemos deixar de destacar o refle xo de brilhantes decisões como esta, que, analisando profundamente a questão processual envolvida, possibilitam que empregados de presta doras de serviços continuem a usufruir os inúmeros benefícios oferecidos pelo Sesc.
DE 19 A 31 DE AGOSTO
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L A T IN ID a w e S ARTES C ÍN IC A S
RICARDO III Com M a p a Teatro Laboratório de A rtistas (C olôm bia) Dias 2 M g g g ^ 2 1 h Teatro C ia . El Rayo M is te rio s j||j(^ rg e n tin a ) G ru p o Y u ya ch ka n i (Peru) 1 CELCIT (A rg e n tin a ) p ^ | C ia . Teatro d o P ortq (R o rfílfa !) C ia . Los O jo s d e J a M a ja d a (A rg e n tin a ) C ia . El M u e re río ggygé/itina) G ru p o El G a lp ó n G ru p o Telón de A q n B |jf M fcfcico) Léa D ant (França) W Ê Teatro O fic in a (Brasil) m G ru p o S ob re ve n to (BrraiP)Ç C ia . O ig a lê (Brasil) Ligia V eiga (Brasil) Luís Louis (Brasil) C la u d ia S c h a p ird (B r a s H f^ C.P.T. SESC ( B r ft il) •*" %
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ENTREVISTA
Jefferson Barcellos
0 autor e ator, referência da história teatral brasileira, fala do prazer de retornar aos palcos e da peça que escreve sobre Che Guevara Desde que Eles Não Usam Black-Tie/o/ encenada pela primeira vez, no Teatro de Arena, em 1958, o nome de Gianfrancesco Guarnieri ocupa lugar de destaque na dra maturgia brasileira. Depois ainda viriam inúmeros textos - como Ponto de Parti da, Arena Conta Zumbi, entre muitos outros - que apenas confirmariam sua capacidade em trazer ao palco histórias de forte conteúdo político a partir de en redos simples e de forte teor emocional. Como ator, Guarnieri também ganhou vários prêmios - no teatro e no cinema. E como agitador cultural tem suas digi tais eternizadas nas dezenas de espetácu los realizados no lendário Teatro de Are na, ao lado de nomes como Augusto Boal, José Renato, entre outros. De volta aos palcos, depois de mais de cinco anos, Guarnieri conta que pesquisa material para escrever uma nova peça, desta vez sobre o controvertido guerrilheiro Ernes 12 r e v i s t a e
to Che Guevara. E comenta ainda sobre como se sente em relação à situação cul tural brasileira. A seguir, os principais trechos da entrevista, realizada em sua casa na Serra da Cantareira, em São
Você está fazendo uma peça voltada para o público adolescente. Como está sendo essa experiência? Está sendo ótimo. Eu estava sentindo uma necessidade muito grande de me envolver numa coisa diferente do que estava habituado. Não diria que estava perplexo porque não fico perplexo, mas estava ainda sem entender direito como é que as coisas estavam se passando. Es tava sem fazer teatro como ator desde 1998 e sentia vontade. Mas me pergun tava de que maneira poderia voltar a tra balhar como ator. Queria algo que me estimulasse.
Um bom texto... Um bom texto, um bom tema e um bom convívio. Isso é muito importante. Hoje em dia não existem mais grupos de teatro propriamente ditos. Até existem, mas eles ficam fechados, fazendo o seu trabalho - que é muito bom. Mas são grupos muito especiais. No geral, quan do você quer fazer teatro, pega um pro dutor que consegue uma verba através de leis de incentivo e capta um ator aqui e outro ali, principalmente os chamados globais. Mas veja que não é um grupo, é uma coisa eventual. Isso é sempre assim, e eu sentia saudade da coisa do grupo. Fui criado dentro do teatro coletivo. A gente fica, digamos, com defeito de fa bricação. Você mencionou a importância da boa convivência. Em que consiste exata mente isso?
No grupo não havia muita diferença de função. Nós éramos os diretores no sentido geral daquele grupo, e tínha mos uma responsabilidade individual. Havia o diretor do espetáculo, que coor denava tudo, mas nós decidíamos jun tos o caminho. Você sempre lidou com o jovem, não? Nós éramos jovens e o nosso endereçamento era o jovem. Depois nós enxer gamos que era um trabalho para o públi co em geral, vimos que nós não tratáva mos temas somente relativos aos jovens, e sim algo mais amplo. A nossa temática era o ser humano, era esse o nosso interesse. 0 ser humano fundado numa realidade brasileira em particular. O que você acha dos temas para jovens hoje? O que eu noto de aproximação do que se fazia antes com o que se faz hoje é que são as pessoas que estão fazendo esse teatro ligado ao jovem. Elas geralmente têm uma preocupa ção - fundamental, inclusive - de ex pressar aquilo que acham que lhes fala mais ao coração. Esse é o caso, por exemplo, do Jaime Celiberto, autor e diretor do espetáculo 0 Pequeno Livro das Páginas em Branco, no qual eu faço o papel de um pintor que ajuda a neta adolescente a superar a morte do pai: ele escreve peça para adolescentes, mas porque sente profundamente esse uni verso. Ou seja, ele entende essa fase da vida. Agora, como temática, realmente fica um pouco difícil de, hoje, você des cobrir qual é a sua, sobre o que você mais gostaria de tratar. Digo isso por que a coisa está muito dispersa. Nos últimos anos havia na sociedade a pos sibilidade de o artista se colocar com determinados parâmetros. O fato de se tratar de um teatro social, por exemplo, permitia tratar dos problemas da socie dade com um fundamento político. Ha via um movimento de ver o que estava acontecendo no País. Claro que nós tí nhamos uma preocupação com a estéti ca, mas não era uma preocupação fun damental.
É como se a estética ficasse em se gundo plano diante da contundência da questão social e política? Eu não diria que ficasse em. segundo plano, mas nós simplesmente não a ig norávamos. E quando a ignorávamos, as produções ficavam horrorosas. Eu sem pre considerei que o teatro é fundamen talmente um fato estético, é uma arte que nós temos de respeitar. Tínhamos um balizamento na atuação. Nos encon trávamos muito com a sociedade, tínha mos um papel muito determinado no conjunto de um esforço que era de liber tação do País, de dar uma solução aos seus problemas mais graves. Não que a gente achasse que o teatro fosse fazer uma revolução. Nós tínhamos absoluta
"Acho que há uma imposição à sociedade de um modo de vida e de um modo de pensar que é, realmente, antagônico ao nosso desejo interno. Nós não desejamos esse modo de vida" consciência de que ele, teatro - a exem plo qualquer outra arte - não faria uma revolução - e nem seria esse o papel de le - , mas sabíamos que contribuiria mui to nesse trabalho de procura e de cons cientização das pessoas, e de levar à dis cussão e à sensibilidade problemas que são muito sérios e fundamentais para to dos nós. Hoje em dia o que noto é um grande esforço de quase reconquistar esse espírito anterior. Está-se querendo uma reconquista, mas não estão conse guindo nenhuma das “ muletas” que tí nhamos anteriormente para poder sus tentar isso. Hoje nós temos uma democracia. Lo go, uma dessas “muletas”, que seria a conquista da liberdade, não existe mais. Seria isso? Pois é, tudo ficou meio pastel. Não se conhece mais o inimigo, não se sa be mais quem é quem. Mas, também, hoje, está se descobrindo muito mais
uma realidade de fazer política. E não com vícios antigos. Eu acho que a gen te está começando a querer superar esses vícios. As coisas vão acabando. O coronelismo começou a ser vencido, mas veja com que trabalho e desgaste. Depois o populismo, que também co meçou a passar por uma revisão, ainda não acabou, mas passou a ser depura do. Ou seja, o que eu acho é que nós estamos num momento muito impor tante que é o de superação de um atra so. Esse atraso também é de concep ções, de determinados pensamentos, e nós precisamos ir adiante. É por isso que digo que uma pessoa como o Jai me Celiberto consegue pensar com sensibilidade, ele puxa uma conscienti zação desse adolescente simples. Pare ce até filme iraniano, aquela coisa su per simples - sempre o mote desse cinema é algo simples: os dois irmãos; um perde o sapato, e como eles não podem ir para escola sem sapato, mas estudam em períodos diferen tes, trocam o sapatinho um com o ou tro; aí um fica com o sapato maior... Quer dizer, é uma simplicidade dana da, mas que acho que leva a gente a fa zer as pazes com a vida, e começar a entendê-la por meio dessas coisas pe quenas. É isso que acho que acontece com o Jaime: o fato da menina que é mimadinha, mas é uma menina que atende aos apelos de hoje, os apelos modernos que tem o jovem de hoje. Essa coisa de sair, começar a encontrar com os rapazes etc. E também lidar com essa coisa nova que é o choque de gerações, no qual a gente vê que os pais são muito mais liberais hoje com seus filhos do que eram antes, no sécu lo passado. Você acha que essa juventude de ho je é alienada, como dizem? Essa coisa de chamar o jovem de ho je de alienado é tirar, na educação des se jovem, a possibilidade de ele ter contato com certas coisas. Não se re percute, para esses jovens, as coisas que aconteceram, não se deixa que eles cheguem lá. Na verdade, opinião minha, costumo dizer que o jovem de r e v is ta
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ENTREVISTA
hoje é alienado, mas, por outro lado, sinto que foi tão forte essa questão da ditadura e da opressão - uma quase tentativa de lavagem cerebral - que fi cou um vírus dentro de nós. E levou um tempo para se começar a sarar. Ou seja, há tudo a ser refeito. Mas falar do jovem é muito geral. O jovem que tem a possibilidade de ter alguns incenti vos ao pensamento, a se colocar um pouco na vida, age diferente. A gente vê que os jovens têm necessidade de aprender, e isso é bom. Eles estão querendo superar aquilo que lhes faz falta. Eles estão aí, apesar de tudo - da mídia e da dominação dos meios de comunicação.
Eu estava coletando material para fa zer uma peça sobre o Che Guevara. Is so não porque simplesmente me deu na telha, mas porque houve uma possi bilidade de produzi-la. Comecei a tra balhar com um jovem diretor, o Marcus Vinícius Faustini - aliás, estou me dan do muito bem com os jovens. Ele é um diretor carioca que conheci quando me
"É verdade que estamos tão dominados que nos vemos bombardeados. Nossa cultura parece o Iraque, é a nossa Guerra do Golfo. Isso até na
E esses meios de dominação, como você colocou, atrapalham esse proces so de conscientização dos jovens? Acho que há uma imposição à socie dade de um modo de vida e de um modo de pensar, que é, realmente, an tagônico ao nosso desejo interno. Não desejamos esse modo de vida. E o que nós sempre queremos fazer, desde muito jovens, é transformar is so. Mas essa é uma tarefa para sécu los. Não adianta ter pressa, mas adian ta ver que a coisa se move. Só não sei para que lado ela vai. Pode retroceder, avançar, só depende de como a gente age, de como a gente consegue influir de alguma maneira no curso dela. O que acho importante é que se consi ga, sem nenhum problema de cons ciência, fazer uma obra como essa pe ça da qual falei, que fala sobre um mo mento que é a perda de um pai para uma jovem de 17 anos. E analisar es se processo que marca a transforma ção do adolescente em jovem adulto. Esse sentimento que leva a descobrir o que há por dentro dessa jovenzinha que está se transformando é a grande beleza da peça. E estou cada vez mais convencido de que essa grande bele za está sempre nas coisas mais sim ples, e no menos racional, por assim
E como anda a sua produção como
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própria linguagem" telefonou dizendo que estava muito interassado em montar Eles Não Usam Black-Tie. Muita gente me pede para montar essa peça, mas no caso dele no tei que pelo pouco que conversamos dessa primeira vez ele tinha uma visão muito correta dessa peça - visão que condizia inteiramente com a minha. Daí, não só dei a autorização para ele como fui assistir ao ensaio geral no Rio de Janeiro. A partir daí comecei a ter um entendimento fantástico com esse menino. Ele é talentosíssimo, acho-o um diretor teatral pronto. E trabalhos para televisão? Você está escrevendo os episódios do novo Carga Pesada, mas o primeiro foi há mais de 20 anos. Os episódios dessa nova versão serão semanais, mas eu não vou escrever se manalmente. Eu vou fazendo... Mas a produção, evidentemente, contará com outros autores. O próprio Antônio Fa gundes, que já havia escrito da outra vez, já escreveu alguns episódios. E você está gostando de retomar esse projeto? Estou. Adorei fazer da outra vez, achei muito interessante. Agora está legal também. Mas o que está sendo bom mesmo é esse contato com o grupo dos
jovens. Isso para mim está sendo um Viagra. É um pessoal muito legal, bons atores etc. A impressão que dá é que você está observando e refletindo sobre uma por ção de coisas. Hoje em dia o que você tem gostado mais de fazer, escrever ou representar? Nesse momento estou me sentindo muito bem representando em teatro. Em televisão, praticamente não parei, meu último trabalho foi em 2001. Só que representar em teatro é total mente diferente. E para mim é uma beleza, e mato saudades nesse conta to. Ou seja, o que está me dando pra zer agora é fazer teatro com esse gru po e com gente que pense ou que es teja se encaminhando para esse tipo de trabalho que não é marcado pela vontade do sucesso ou do status, mas sim pela vontade de fazer teatro. É o papel de artista e não o papel de famo so. O que a gente vê muito por aí, inclu sive muito entre os jovens, são pessoas que acham que a saída mesmo é, sa bendo jogar, ser jogador de futebol. Ou então pagodeiro ou “ modelo e ator” . Ninguém está preocupado com teatro. Mas isso talvez não tenha a ver com uma certa vergonha do brasileiro de re fletir sobre a sua própria realidade? Também sinto isso, profundamen te. E reajo a isso de uma forma até doentia. É verdade que estamos tão dominados que nos vemos bombar deados. Nossa cultura parece o Ira que, é a nossa Guerra do Golfo. Isso até na própria linguagem. Fico horro rizado, às vezes. Penso “ puxa vida, a gente não pode ficar velho” . Porque quando vai ficando velho, a gente continua falando português, que é o que aprendeu. Só que hoje, a gente precisa mudar até a língua, porque não se fala mais português, fala-se um “ inglesês” , uma mistura estra nha... E isso vem de todos esses ter mos, principalmente técnicos, que hoje estão aí, que são jogados e nin guém sabe direito o que querem di zer, mas as pessoas vão repetindo. ■
Rede SescSenac de Televisão O Canal da Educação e da Cidadania
Net SP, canal 3; DirecTV, 211; Sky, 3; TecSat, 10; e Canbras, canal 22. Recepção própria nas redes SESC e SENAC
A Irreverência de Ziraldo I Para homenagear os re| cém-completados 70 anos do ca rtu nista I Ziraldo, 50 dos quais de I profissão, a Rede I SescSenac de Televisão I traz dois documentários I inéditos que revelam I sua trajetória, o nasciI mento de alguns de I seus mais famosos perI sonagens - como o Me
Via Satélite O sinal da STV está agora aberto para parabólicas com receptores d ig itais. Com isso, os telespectadores que colocarem sua antena apon tada para o Satélite Brasilsat 3 passam a ter aces so direto à programação 2 4 horas da STV. Basta ajustar o receptor na freqüência 3768-V (vertical).
nino Maluquinho, o envolvimento do artista com a política e o desfi le do desenhista na escola de samba Nenê da Vila Matilde. Os pro gramas vão ao ar nos dias 22 de 29 de agosto, às 21 horas, e fazem parte da série “Profissão Cartunista”, realizada pela STV em parce ria com a Scriptorium, do Rio de Janeiro. A direção é de Marisa Furtado. Os documentários têm pré-lançamento agendado para con vidados no CineSesc - dia 12 de agosto às 20h30.
Parcerias A Rede SescSenac de Televisão amplia suas par cerias. Junto com a Rede Globo, transmite ao vivo, dia 09 de agosto, o Criança Esperança. Da TVE do Rio Grande do Sul, que já exibe pro gramas da STV, o canal traz o TVE Repórter. Da TVE Bahia, vem o programa Gente.com Denny Fingergut e, da TV Horizonte, de Minas, que tam bém apresenta parte da programação da STV, vem o Retratos. E a política de parceria da STV vai além. 0 canal acaba de assi nar termo de cooperação com a TV Muro - ação comunitária surgida em 19 98 na cidade de Sabará, Minas Gerais, e que é considerada a menor TV do mun do, por iniciativa de Francisco Dário dos Santos, o Chiquinho. Eles já estão exibindo as séries Balaio Brasil, O Mundo da Arte, Viva Vida e Fragmentos.
Talentos B rasileiros Murilo Salles, cineasta consagrado que já trabalhou em filmes como Tabu, Eu Te Amo, Faca de Dois Gumes, entre muitos outros, investi ga agora o modo de trabalhar de algumas personalidades brasileiras em dois documentários inéditos. Trata-se de És Tu, Brasil?, da pro dutora carioca Cinema Brasil Digital, que traz a coreógrafa e bailari na Déborah Colker, o músico Carlinhos Brown, o artista plástico Tunga e o fashion designer Alexandre Herchcovitch. Os programas são re sultados do Convênio firmado entre a Fundação Padre Anchieta e a Rede SescSenac de Televisão, e serão exibidos simultaneamente com a TV Cultura às 21 horas dos dias 16 e 23 de agosto, respecti vamente. A pré-estréia para convidados acontece no dia 11 de agos to, às 20 horas, no MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Em te d o B ra sil
A STV está disponível via Sky, canal 3; DirecTV, canal 2 11; TecSat, canal 10; e sinal aber to no Satélite B3 - receptor d igital - freqüência 3768-V.
A programação completa da Rede SescSenac de Televisão está no site www.redestv.com.br
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or certo o brasileiro sabe mais sobre os shows da Broadway do que a respei to das peças em cartaz em Buenos Aires. 0 mesmo vale para a literatura: Roberto Arlt e Ernesto Sabato são nomes menos familiares do que Gore Vidal e Truman Capote. E na música? Para a maioria é mais fácil cantarolar os muzaks de Lionel Ritchie do que as lindas melodias de Astor Piazzola ou Ary Barroso. Assim como o Brasil pouco conhece o Brasil - na categórica afirmação de Tom Jobim os povos latinos quase nada sabem dos povos latinos. À exceção de al guns poucos nomes estelares - Cortazar, Borges, Neruda, Octávio Paz, por exem plo k o conhecimento que o brasileiro possui da nova música chilena ou do novo teatro venezuèlano é o mesmo que o uruguaio desfruta das artes plásticas mexicahas: quase nenhum. Frida Kahlo deve sua notoriedade recente a... Madonna. Para atualizar o conhecim ento do público, além de buscar realizar uma reflexão sobre a questão, a Mostra Sesc de Artes escolheu as Latinidades como tema da edição 2003. De 19 a 31 de agosto na capital, e dè 26 de agosto a 14 de setembro, nas uni dades do interior e regiões vizinhas, manifestações artísticas de países das Améri cas e da Europa estarão mostrando suas mais riovas e contemporâneas criações. Teatro, cinema, artes plásticas, música, dança, entre outras atividades, serão apre sentadas num total de 80 cidades do Estado de São Paulo. Acompanhe no Caderno de Programação o roteiro de todas os espetáculos e debates que irão ocorrer tendo as Latinidades como ponto de discussão. Nas páginas seguintes, a Revista £ traz artigos e depoimentos inéditos de importafites pensidores e realizadores culturais discutindo a razão de os países latinos estarem tão distantes uns dos outros e como essa realidade começa a ser modifi cada a partir da concretização de blocos econômicos como o Mercosul. O início dessa discussão já faz parte da Mostra Sesc de Artes - Latinidades.
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Goiânia í Na abertura, cena de Éxodo, espetáculo venezuelano de dança; à direita, M ontevideo X 4, do Uruguai C am ptfl
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À esquerda, o espetáculo Humus; na página ao lado o cineasta brasileiro G/áuber Rocha e, no detaihe, cena de Terra em Transe
Vencer Por Fábio Magalhães "0 que há de interessante no discurso da identida de é ver que mesmo os europeus e norte-americanos não se preocuparam com ela mais profundamente. Afinal, só se preocupa com identidade quem sente a sua ameaçada. Assim, com o advento da globalização - e do próprio esforço da União Européia - surge na Europa um discurso voltado para a questão da identi dade, uma identidade européia. Nós sempre nos preo cupamos com essa questão porque sempre fizemos parte de uma cultura periférica, cujas raízes e mode los estéticos sempre vieram da Europa - seja na lite ratura, arquitetura, artes plásticas etc. E esses ele mentos que marcam a diferença entre um modelo in ternacional e as coisas feitas aqui fazem parte de um processo de construção de uma identidade local. Do ponto de vista de uma latinidade, o brasileiro é latino-americano, embora ainda que não se reconhe ça como tal - a exemplo do argentino que se acha europeu. É o mundo que nos reconhece - a todos, brasileiros, argentinos, chilenos etc. - como latinoamericanos. A América Latina, em si, sequer existe, a não ser aos olhos do mundo. Essa visão de um enor me conjunto de identidades tem a ver com um olhar estrangeiro. E ser latinfo-americano diz respeito a um complexo que eu não saberia dizer do que é consti tuído. No entanto, vale ressaltar que as relações in ternas entre os países que compõem essa América Latina vêm se modificando, e muito, pela importân cia que o Mercosul assumiu no mundo do comércio. Quando esse tratado começou a ser, realmente, uma relação comercial importante - a Argentina chegou a ser o segundo parceiro mais importante do Brasil -
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isso fez com se que mudasse muito essa estranheza. Nós tínhamos um total desconhecimento em relação aos nossos 'vizinhos' e, hoje em dia, já se enxerga que o intercâmbio cultural é fundamental para mudar is so. Quando se cria a Bienal do Mercosul, ou a Mostra Sesc de Artes - Latinidades, o que está se fazendo é re conhecer essa troca. A exemplo dos outros países que recebem com enorme interesse a arte brasileira. A nossa música é popular na Argentina e alguns artistas brasileiros passaram, inclusive, a cantar em espanhol. Enquanto que a música cubana tem grande penetra ção na juventude mundial, inclusive a brasileira. Pen so que a luta contra a ditadura levou a uma mobilida de eritre pessoas que são formadoras de opinião, pes soas que têm uma vida política e que tiveram uma convivênciá latino-americana. Isso valeu para o go verno de Fernando Flenrique Cardoso e agora vale para o governo de Lula. Pessoas que pertenceram a esses dois governos tiveram, no passado, exílios em países como o Chile, a Argentina e o México, e procuraram unificar suas lutas. São muitos os movimentos que nos aproximam. Nós temos uma situação social pare cida, somos países com forte desigualdade social, com renda concentrada, somos periféricos e vistos, lá fora, como membros de um mesmo grupo. Nós ainda estamos muito longe culturalmente de alguns países da América do Sul e Central, mas temos tudo para vencer essa distância." Magalhães, administrador cultural e professor, foi curador geral da I I Bienal do Mercosul e diretorpresidente da Fundação Memorial da América Latina
Inca, Asteca, Guarani ou Tupi Por Octavio Ianni "Um aspecto fundamental da criação artística latinoamericana que tem a ver com latinidade - esse termo, naturalmente, entendido como uma expressão de uma combinação excepcional de culturas, etnias e exper iências históricas latino-americanas - é o Realismo Mágico. Indiscutivelmente, esse,.elemento, presente em Guimarães Rosa, José Luís Borges, Gabriel Garcia Márquez e outros, é uma expressão-incrível e, provavel mente, bastante'enraizada no quê é a realidade latinoamericana. Ele está provavelmente nas obras desses autores e seria impossível em outros continentes. Até mesmo na França, Portugal, Espanha ou Itália. Ainda que haja ressonâncias entre produções culturais artís ticas desses países - no sentido de que, às vezès, pa recem similares - não há dúvida de que a imaginação e a inventividade presentes, por exemplo, em Macúnaíma de Mário de Andrade, são algo fora do comum em termos de Realismo Mágico. 0 que eqüivale dizer que se trata de um trabalho com o tempo e o espaço, com a história e. a memória/e com a biografia e sociedade, que extrapola totalmente as barreiras convencionais
dessas poções. Nesse sentido, nós podemos dizer que na cultura, na Àmérica Latina, conforme ela aparece em produções literárias, de romances às pinturas de Portinari, Di Cavalcanti, Rivera entre outros, nota-se uma excepcional criatividade, muito diferente do que seriam as fórmulas e soluções que se encontram em outros países. E nesse sentido é possível dizer que se trata de criações que expressam uma combinação ex cepcional do que é o nativo e o indígena - seja inca, asteca, maia, guarani ou tupi. Assim como do afro-latino-americano, que tem uma importância também ex cepcional nessa mescla cultural, nessa combinação incrível de elementos que, repito, rebatem direta e fun damentalmente em noções e expressões de tempo e espaço, de imaginário, de fabulação e invenção que caracterizam de uma maneira forte algo que é muito próprio da cultura latino-americana." Octavio Ia n n i é so ciólogo, professor aposentado de S o c io lo g ia da Unicamp e a u to r, en tre o u tro s , de 0 l a b ir in t o L a t in o - A m ericano (E d ito ra Vozes, 1 9 9 3 ) .
r e v is ta
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As duas Américas Por Jorge Schwartz É fascinante como as palavras imigram no tempo e carregam ideologias. Em 1836 o jornalista francês Michel Chevalier, em viagem pelos Estados Unidos, percebe a existência de duas Américas, uma protestante/saxônica e outra católica/latina, cunhando uma divisão que prevalece até hoje, a da América do Norte e a da América do Sul. Movimentos geopolíticos di rigiram as nomenclaturas durante o século 19 para o pan-americanismo, respondendo a interesses norte-americanos (até jogos pan-americanos tivemos em São Paulo!), e o latinoamericanismo, pertencente ao eixo especificamente francês, da época das invasões napoleônicas do 19. Desde então, a ex pressão América Latina foi um consenso, que teve o seu apo geu nos anos de 60 e 70 do século 20. 0 termo foi adotado, sem hesitação, em praticamente todos os setores econômicos e culturais do continente. Nas últimas décadas, surgiu um no vo movimento, de grande atualidade, o do Mercosul. Para a minha surpresa, o adjetivo latino e o substantivo latinidades têm origem no Lácio, ou seja, na cidade dos antigos romanos do século IV a.C. que falavam latim. 0 componente latino foi reinventado nos últimos anos e com força avassaladora nos Estados Unidos, como nomenclatura alternativa aos grupos "hispânicos", e como forma de reafir mação cultural: Música LATINA, culinária LATINA, para refle tir as culturas ao sul do Rio Grande. 0 Google (s/te de buscas
20 r e v i s t a
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da internet) revela hoje mais de 4 milhões de referências! Com isto estamos abrindo mão da especificidade de uma América Latina, que caracterizou a minha geração, passando a assimilar a ideologia norte-americana, que se instala atra vés do novo vocabulário, para caracterizar uma plêiade de manifestações culturais, em que o Brasil aparentemente tam bém tem inserção. Num contexto bem mais amplo, podemos incorporar dentro do conceito de latinidades as culturas eu ropéias de origem latina (especialmente Itália, França, Espa nha e Portugal), africanas de expressão portuguesa, os lati nos residentes nos EUA (uma mistura de porto-riquenhos, chicanos, cubanos, hondurenhos, guatemaltecos e até brasilei ros), e os países que vêm do México até a Terra do Fogo. Um pouco assustado com as dimensões geopolíticas da ressignificação de latinidades, podemos perceber uma trajetória de política e linguagem de mais de 2 mil anos de tradição. Acho ótima a iniciativa do Sesc, mas pessoalmente prefiro me re fugiar na doméstica realidade do Mercosul, como parâmetro de diálogo, de identificação e de intercâmbio político, cultu ral e comercial. Jorge Schwartz é crítico lite rá rio , professor aposentado de L iteratu ra Hispano-Americana da
USP e au to r,
entre outros,
de Va n g u a r d a s L a t in o -A m e r ic a n a s (E d ito ra Ilum inuras,
1995).
0 significado do que é ser latino Por Fernando Sotanas "A palavra latinidade geralmente é usada para reafirmar uma ampla identidade frente ao mundo anglo-saxão. No entanto, trata-se de um conceito que ignora boa parte de culturas que estão na zona de influência da América Lati na, portanto não abarca a complexidade pluricultural des se continente!Sob essa "latinidade" expandiram-se impé rios e o colonialismo em boa parte do mundo. As princi pais vítimas dessa política foram os povos pré-colombianos que já estavam aqui e que, em nome da latinidade, fo ram vítimas do maior genocídio da história do Ocidente. Prefiro falar sobre "indoiberismo", que vem de indoibéria, pois na América Latina não existem apenas povos com línguas latinas. Aliás, muitos dos que vivem dentro dessas nações ainda não têm direito a língua, a conhecimento e até mesmo a imagem. 0 que conhecemos hoje por Améri ca Latina foi construído aniquilando o rriundo indígena que já havia aqui para continuar vivendo no mundo bran co. A discriminação e o racismo foram e ainda permane cem muito intensos. É premente que se amplie o signifi cado do que é ser latino e, para isso, temos que fazer uma análise critica. Não podemos esquecer que somos filhos do genocídio causado pela invasão cristã. Os latinos cris tãos desembarcaram aqui para converter os índios em es cravos e para isso utilizaram-se de um regime assassino. Para se ter uma idéia, nos primeiros 50 anos da conquis ta européia morreram 40 milhões de índios. Isso sem fa lar nos milhões de negros que foram arrancados de suas aldeias na África. Somos! portanto, a síntese de muitos processos migratórios e civilizatórios. Nas artes ocorre o mesmo. A pintura do renascimento e a pin tura mexicana são latinas, mas no México já viviam muitos povos antes da chegada dos europeus, como os astecas e zapotecas. Esse denominador comum imposto pelo conceito de
Na página ao lado, os corpos 'recortados" do espetáculo teatral argentino El Escote; à direita, Cenizas de Tango, também da Argentina
latinidade não leva em conta que a cultura indígena está pre sente em tudo e esquece que esses povos ainda estão defen dendo-se da aculturação e brigando pelo direito à terra e à língua. Isso sem falar que no século 20 chegaram muitos ou tros povos aqui, como árabes, judeus, japoneses, chineses, etc. Todo esse cosmopolitismo também não se encaixa no conceito de latinidade. É uma palavra que não representa to da a diversidade que temos neste continente." Fernando S olanas , cineasta argentino , terá seu FILME S U R , DE sobre a
1987,
EXIBIDO NO EVENTO OLHARES
A m é r ic a La t i n a , re alizad o no Cinesesc,
como parte da M o s t r a S e s c d e A r t e s - L a t i n i d a d e s
lguns filmes ultrapassam os limites da tela e de seu período de duração. Num passe de mágica, dizem, certas histórias cavam lugar na honrada seara de eventos capazes de mudar nossa vida. Não é privilégio do cinema - porque todas as demais expressões artísticas pos suem força para tomar o ser humano de assalto, através da emoção. E jogá-lo à lona, às vezes. Certamente é o alcance mais nobre que um artista deseja com seu trabalho. A sen sação de que “ algo saiu do lugar", logo depois de os letrei ros começarem a subir pela tela, é sempre muito boa. Quem nunca sentiu isso ao fim de uma sessão?
A À direita, a sala do CineSesc, na rua Augusta: uma dàs mais cults e modernas da cidade
0 CineSesc inaugura cineclube e traz à cidade filmes inéditos e clássicos de todas as épocas. 0 público participa da escolha da programação pela Internet
É o que vem buscando a equipe do CineSesc em 25 anos de projeção, ao escolher o que vai ocupar a tela mais cult da paulicéia. “Um bom filme exalta o espírito, emociona e estimula o pensamento, incorpora outros pontos de vista. Vai muito além de ser um produto meramente comercial. É isso que buscamos aqui”, explica Luiz Zakir, gerente do CineSesc. Desde o mês passado, toda essa preocupação em abaste cer o circuito com bons filmes juntou-se à vontade de diver sificar ainda mais a oferta da programação e dar espaço a fi tas com poucas chances nos cinemas da cidade.
Tratar de achar lugar no pódium para tesouros que não são campeões na bilheteria, mas em outra esfera. Com isso em mente, a equipe do CineSesc inaugurou em julho o seu Cineclube. 0 projeto é permanente, abrirá horário alternati vo para as sessões (confira no Caderno de Programação) e tra rá títulos inéditos e clássicos antigos, além de promover debates ao fim de algumas projeções. A maior novidade do cineclube é, no entanto, sintoma mesmo de tempos moder nos. O público poderá participar da escolha da programação através do site do Sesc (www.sescsp.org.br). Além de enviar sugestão de títulos, o internauta pode também participar de
O ator Forest Whitaker, em cena do filme Ghost Dog, de Jim Jarmusch: um clássico dos anos de 1990 exibido no Cinedube CineSesc um fórum e trocar figurinha sobre cine ma com demais aficionados. “ É claro que não poderemos atender a todos os pedidos. Mas eles serão anotados e fa remos o possível” , promete Zakir. A programação também será con templada com títulos mais recentes que já estiveram no circuito e que a equipe do CineSesc acredita merece rem ser revistos. “ 0 público de cinema se renova muito. Achamos que algumas
fitas merecem reprise no circuito mes mo que tenham estado em cartaz há cinco, seis anos” , conta Juliano Tosi, da equipe de programação. Haverá tam bém debates após algumas exibições. “ Será um espaço onde as pessoas po derão refletir e depois conversar sobre o filme. Enfim, a gente quer mostrar que o cinema pode divertir, dar prazer, ser entretenimento e ao mesmo tempo informar, auxiliar a nossa formação” , frisa Zakir.
cineclube cinesesc C lub e e c in e m a
I T i ■ B.a t
0 cinedube na home do site do Sesc (www.sescsp.org.br). Basta clicar e pedir o filme 24 r e v i s t a e
A primeira exibição pública de um fil me que se tem notícia aconteceu em 1895 em um café parisiense. A tela era de tecido e o aparelho de projeção foi colocado sobre um banco disposto à frente de uma centena de cadeiras arru madas para que seus espectadores se acomodassem. Na entrada do café, uma faixa anunciava o valor cobrado, um franco, para assistir às imagens do Cinematógrafo Lumière. À época eram em estabelecimentos comerciais, como
mercearias e cafés, onde aconteciam as exibições. Sempre durante a noite, quando o caixa tilintava a última venda e o espaço ficava sem uso. Ao público, só restava o encantamento de ver pela primeira vez imagens em movimento. Entre compotas e aroma de café, nascia o cinema e com ele um grupo de apai xonados por toda aquela aura que en volvia o programa. Anos depois, as ima gens em movimento foram alçadas à condição de sétima arte. Já esses apai xonados respondem pelo nome de “ ci néfilos” . Com a nova arte firmada, o cinema começou a criar memória e um público aficionado por ele. Nasceram os cineclubes. No Brasil, o primeiro ci neclube foi fundado, em 1926, pelo crí tico e diretor carioca Adhemar Gonza ga. Junto com amigos ele criou o Clube do Paredão e, em 1926, o grupo lançou a revista Cinearte, que circulou até 1942. A publicação reuniu os nomes mais importantes do cinema brasileiro daquela época. Não há um conceito exato para definir
o que seja exatamente um cineclube. Mas se sabe que nesse solo sagrado, o deus está projetado em uma enorme te la e é apreciado em todos os seus deta lhes. “ 0 que o cineclube tem de mais re levante é a importância da memória , explica Leon Cakoflf, organizador da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. “ Ele traz de volta o que está em outro tempo e aproxima lugares e situa ções que estão muito longe. Isso é im portante para deixarmos nossos precon ceitos de lado, ainda que só notemos is so depois. 0 cinema é um excelente agente para isso.” Cakoflf analisa que to do filme é um retrato de época mesmo que não seja um filme de época, pois ele transmite o conceito de um tempo sobre ele mesmo ou sobre outro. “ 0 ci neclube é muito importante porque tra balha com acervo, isto é, com memó ria.” Portanto um cineclube é um lugar onde são reapresentados filmes anti gos? Também, mas não só. 0 gerente do CineSesc retoma apontando outra carac terística de um cineclube: “ É um ambiente onde se vive cinema de uma forma mais ampla, mais intensa. É um lugar onde há a oportunidade de am pliar o filme. Você não é simplesmente espectador; mas também debate, discu te, conhece outras opiniões sobre o fil me e conseqüentemente novas facetas da obra” , diz Zakir. 0 cineasta Ugo Giorgetti, cuja obra em agosto ocupa a tela do Cineclube Cine Sesc, também acredita que memória e debate sejam a essência de um cineclube. “ Meu conceito de cineclube respeita o próprio enunciado da palavra: uma asso ciação de pessoas particularmente adep tas de determinado tipo de filmes e que se reúnem para assisti-los e comentá-los. Eles são importantes porque em geral se
No box, da esquerda para a direita: cena do filme A Árvore, o Prefeito e a Mediateca e 0 Signo do Leão, ambos de Éric Rohmer: presentes na programação do Cineclube CineSesc
preocupam com filmes pouco visíveis no circuito normal de cinema. São associa ções que tendem a preservar e divulgar cinematografias.” Cakoff ressalta ainda que o ambiente cineclubístico é impor tante por ser democrático. “ É como uma confraria, mas não é uma igrejinha. 0 cineclubismo é aberto, universal e dá a chance de rever ou ver pela primeira vez filmes que não são mais de fácil acesso. Antigamente isso só seria possível se vo cê pertencesse a uma cinemateca ou a uma casta de privilegiados que tinha acesso aos acervos. Houve uma época em que a memória do cinema morria com o espectador que havia participado daquela exibição. Não havia vídeo, DVD,
TV paga ou aberta. Imagine, então, como os cineclubes são e foram importantes na história do cinema” , ressalta Cakoflf. Na prática, o cineclube traz a chance de se deliciar com filmes projetados naquela telona que não poderiam mais ser vistos da poltrona de um cinema. Seja porque já foi exibido há muito tempo ou porque nunca será. Pode até haver em vídeo, DVD ou ser exibido em um canal por as sinatura, mas nada se compara a assistir um bom filme, depois que as luzes se apagam e o projetor começa a rodar. É o prazer do tal escurinho do cinema, “ lon ge de qualquer problema” , como já disse Rita Lee em sua canção Final Feliz.
Programaço Nações unidas pelo cinema Montar a programação de um cineclube não é tarefa das mais fáceis, ainda mais quan do a idéia é trazer filmes inéditos, além daqueles que já estiveram no circuito há um tempo. Para isso, a equipe do CineSesc fez uma busca em distribuidoras e contou com a participação de entidades culturais de alguns países, além de consulados. Mutirão de esforços que valeu a pena. Com a ajuda do consulado da Bélgica, o cineclube foi inaugurado com chave de ouro. A Promessa (1996), dos irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne, abriu a programação do evento no dia 8 de julho. Outro destaque fi cou por conta de Rosetta, também dos irmãos Dardenne, ganhador da Palma de Ouro do Festival de Cannes, em 1999, e nunca antes exibido no Brasil. A busca em distri buidoras também rendeu achados primorosos. "Descobrimos raridades como Cinzas que Queimam, Down By Law e uma cópia em 16mm de 0 Segredo da Porta Fechada, de Fritz Lang", conta Juliano Tosi, da equipe de programação do Cineclube CineSesc, que tem recebido uma média de 130 pessoas por sessão. A cada mês o cineclube ho menageará um diretor brasileiro. Em julho, os filmes de Domingos de Oliveira como Amores, Edu Coração de Ouro e A Culpa estiveram em cartaz. Neste mês, a mostra traz os trabalhos de Ugo Giorgetti. A programação terá ainda clássicos como Luzes da \ Ribalta (195?), de Charles Chaplin, 0 Segredo da Porta Fechada (1947), de Fritz Lang e Veneno (1991), de Todd Haynes. re v is ta
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Aquela estrada Música e Literatura caminham Lado a Lado em homenagem à produção cuLturaL da beat
gener
busca pela real identidade norte-americana, não importando qual fosse, motivou dois jovens a abandonar tudo e sair, de carro, em louca veloci dade, pelas estradas do país. Era início dos anos de 1950, o mundo vivia um delicado pós-guerra, milhares de vidas haviam desaparecido sob as bombas nazistas, os EUA construíam o que seria chamado depois de American dream (so nho americano), e sua juventude encontrava-se perdida em meio a um ritual de costumes que não mais correspondiam àquela nova época. O jeito era pisar fun do no acelerador, sem destino. Este é o mote de On The Road (algo do tipo “ na estrada”), escrito por Jack Kerouac, e que entrou para a História como uma das obras que fundou o movi mento beatnik, dando origem à mítica beat generation (sim, geração batida, os que haviam sobrevivido à guerra, à bomba atômica). Ao lado de escritores e poetas como Allen Ginsberg, William Burroughs e Neal Cassady, Kerouac tornou-se símbolo da geração que deixaria marcas pro fundas na juventude americana mundial, subvertendo a ordem e os costumes do American way oflife (estilo de vida americano) na esperança de uma nova liber dade. A literatura beat, embora nascida em textos poéticos ou de prosa, trazia forte componente filosófico e musical. Ginsberg lia seus poemas sob os solos in candescentes de Charlie Bird Parker; Kerouac também. É Ginsberg quem cami nha rumo ao oriente - guiado pela poesia - e de lá traz fundamentos estéticos e religiosos depois captados pelos Beatles e pela geração hippie. Marlon Brandon e James Dean, em suas calças jeans e camisetas brancas, encarnando persona gens contestadores dos modelos vigentes, dão rosto ao que era martelado em versos e parágrafos imagéticos pela turma beat. E vivido por eles dentro do con ceito de que arte é vida, vida é arte - sem distinção. Jamais poderiam ser confun didos com intelectuais de gabinete. “ Não devemos esquecer - e eu insisto muito nisso nos prefácios para as mi nhas traduções de Ginsberg - que beat foi uma manifestação em primeira instân cia literária” , esclarece o poeta Cláudio Willer, importante e pioneiro tradutor de
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Na abertura, a estrada como metáfora da liberdade procurada pelos beats; acima, a velha máquina de escrever, companheira dos ícones do movimento; no box, o cantor Carlos Careqa, que homenageou Tom Waits no projeto Geração Beat literatura beat no Brasil. “ Eles leram mui to, eram leitores vorazes, assimilaram a informação que circulava no ambiente universitário norte-americano na época. Sem considerar a dimensão mais erudita da beat, a coisa torna-se um oba-oba.” Willer explica que a beat existiu em um contexto relativamente curto no tempo encerrando-se em seu formato original no final dos anos de 1950 - embora ex tremamente abrangente no espaço e nas influências. Foi a partir dele que o movi mento de contracultura começou a ser gerado. “ Os hippies cronologicamente vieram depois” , retoma W iller esclare cendo uma comum confusão. “ Digamos que os beatniks do final dos anos 1950 e começo dos 1960 foram substituídos ou sucedidos pelos hippies a partir de mea dos da década de 1960. A contracultura nasce dentro da geração beat ou a partir dela.” Nessa linha do tempo, o poeta aponta como decisivo fato desencadeador a participação de Allen Ginsberg em manifestações pacifistas a partir de 1963, quando o autor voltou de uma lon ga viagem ao Oriente e passou a prestar especial atenção a tudo o que fosse alter 28 r e v i s t a e
nativo. “Além de sua aproximação com Bob Dylan e grupos de rock” , comple menta. Pois a partir dos principais nomes da beat, a questão política - direitos humanos, igualdade racial, livre expres são, amor livre, entre outros temas hoje absorvidos na agenda da humanidade é assumida com fé e força pela juventu de e classe artística. Quando John Lennon escreve Imagine ele estava em esta do beat. O fato é que o movimento beat auxiliou a tornar o mundo mais permeá vel a temas então intocáveis - como o se xo e a cidadania plena. “ O B r a s il na sceu beaY'
Embora nascido na literatura, o movi mento beat não tardou a fecundar outros campos com sua filosofia politicamente anarquista e sua postura avessa ao forma lismo vigente nas artes. Na música inter nacional dizem até que os garotos de Liverpool teriam se inspirado no termo beat para chegar a Beatles (o escritor Bruce Cook, em seu livro sobre o movi mento, sugere o caminho). Na época em que os jovens norte-ame ricanos começavam a questionar os valo
res de sua sociedade, os brasileiros pare ciam manifestar inquietação semelhante. Entre eles, o músico e escritor Jorge Mautner, autor de Kaos, que abriu a pro gramação do projeto Geração Beat, rea lizado pelo Sesc Santo André. “ Trata-se de um momento da cultura americana e do pensamento da literatura de lá no qual o escritor em vez de se identificar com a cultura erudita passa mais a se identificar com os batuques e bongôs da cultura ne gra.” Mautner explica que sua ligação com o movimento acabou se dando de maneira quase coincidente. Afinal, se por um lado, a juventude americana estava interessada em elementos oriundos de culturas até então desconhecidas, o Bra sil vivia em pleno processo antropofágico. “ O Brasil sempre foi beat” , afirma o poeta. “ Ele sempre misturou essas in fluências indígenas e africanas, realizan do essa constante criatividade que é pró pria da cultura beat - e que, ao contrário do que as pessoas pensam, também in clui a erudita e a clássica, só que ela dá mais valor à experiência. Foi um existencialismo americano que o Brasil já vivia bastante. O Kerouac, por exemplo, lia
poesias ao som de batuques. Foi a pri meira vez que a cultura norte-americana não só deu valor à cultura negra, mas a colocou como exemplo a ser seguido. Só que o Brasil sempre fez isso, com a nossa antropofagia, nosso Tropicalismo, enfim. A minha ligação com a geração beat é es sa: pelo Brasil que muito antes disso tudo já nasceu assim antropofágico, absorven do todas as culturas e imitando-as criati vamente o tempo todo.” O escritor e dramaturgo Mário Bortolotto, que apresentou alguns de seus livros durante o evento - entre eles Para
os Inocentes que Ficaram em Casa, “ que aliás tem vários poemas orais bem na li nha poema beat", como ele mesmo defi ne - é outra figura que tem em Kerouac, Ginsberg e nos demais adeptos da filoso fia on the road uma fonte de inspiração. “ E bem simples: eu sou um curtidor de literatura beat assim como curto outros tipos de literatura também.” Para Bortolotto, a nossa antropofagia é diferente da dos americanos, mas as duas, de qualquer maneira, não precisam se so brepor, elas podem se complementar na busca pela fluência do discurso e das
idéias e na fuga dos formalismos seja na literatura, seja na música. Na opinião do dramaturgo, para aqueles que se inte ressem em se aprofundar no universo beat, nomes como Roberto Piva, o pró prio Cláudio W iller e Antônio Bivar que também teve livros lançados no evento do Sesc Santo André - são al guns bons nomes. Porém, já adianta que não se trata de rotular esse ou aquele escritor. “ Não acho que algum deles vá querer esse rótulo. Eu mesmo não sou a fim. Sou um curtidor de lite ratura beat, mas não bebo só dela.” ■
Canções de viagem Marcelo Nova e Carlos Careqa homenagearam ídolos da geração beat Entre as atrações musicais presentes ao evento do Sesc Santo André, os shows de Marcelo Nova e Carlos Careqa trouxeram um pouco do clima de estrada que marcou a música produzida naqueles tempos. Interpretando respectivamente Bob Dylan e Tom Waits - muito particularmente, diga-se de passagem ambos confessam a influência desses artistas em sua música. “ Na verdade, eu fui conhecer esse pessoal do beatnik muito depois de ter conhecido Bob Dylan", conta Marcelo Nova. "Foi ele que me introduziu aos velhos. A minha ligação com Bob e é por causa dele que eu participei do evento - vem do tempo em que eu era um moleque curioso e ficava invocado com a dimensão dos textos e das letras dele." Na época, “ sem saber uma palavra de inglês", como se lembra, Nova começou a devorar os dicionários do idioma americano na ânsia de entender o que dizia seu ídolo. "Finalmente eu percebi que ele era - de toda aquela geração criativa e espontânea - o que mais violentamente me chamava a atenção. Eu percebi ainda numa idade muito tenra - um moleque de 15 ou 1 6 anos - as inúmeras possibilidades que ele colocava dentro de um texto. Através dele eu acabei me interessando por literatura, especificamente beat. 0 Dylan foi o cara que me botou on the road." Já Carlos Careqa confessa não ser exatamente um especialista em cultura beat Na verdade foi Mario Bortolotto quem o intraduziu à turma de Kerouac, 20 anos atrás em Curitiba. Mas uma vez tendo tomado contato com esse universo, jamais foi o mesmo. "Quando assisti a uma peça dele [Bortolotto] chamada Feliz Natal Charles Bukowisk^ fiquei chapado", lembra-se. " Então comecei a ler todos os livros do Bukowisky e gostei muito. Confesso que foi o que mais gostei. É muito bem escrito, com muitas histórias fascinantes. Recomendo Mulheres e Confissões de um Velho Safado!" Quanto a Tom Waits, bem... é
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uma paixão antiga que veio muito a calhar. "Ah, sempre quis cantar as músicas desse cara", retoma Careqa. "'Conheci' o Tom Waits em Curitiba em 1984, através do Raul Cruz, meu parceiro em Cortei o Dedo. Ele fez uma peça homenageando a Maria Bueno (uma espécie de santa curitibana) e colocou a canção Innocent When You Dream, do Waits, na trilha. Eu fiquei msluco, queria saber quem era o cara e fui atrás. Fantástico."
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Bem-estar
a pé
0 Clube da Caminhada completa dez anos de trilhas e muitos passos dados em nome da saúde caminhada é considerada pelos médicos e profissionais de edu cação física uma das mais ade quadas atividades físicas para pessoas de todas as idades, devido ao seu baixo im pacto e fácil acesso à prática. Tudo o que é necessário é uma roupa leve, um par de tênis, uma bela paisagem e, se possível, uma boa companhia. Mas, mesmo sendo assim tão simples, ela não deixa de ser uma atividade física e, como tal, merece atenção no momento de sua prática. Atento ao potencial da caminhada na bus ca por uma melhor qualidade de vida, mas igualmente de olho nos cuidados que devem ser tomados, o Sesc São Paulo criou, em 1993, o Clube da Caminhada. A iniciativa, que tem como base os fiindarqentos da Ginástica Voluntária - que prega a prática de exercícios físicos que leybm em conta o condicionamento, as
A
aptidões e os limites de cada indivíduo foi primeiramente apresentada aos fre qüentadores da unidade Ipiranga. Porém, o sucesso e a boa aceitação do Clube aca baram resultando na ampliação do pro grama para as demais unidades da capital e do interior. “Como o Sesc Ipiranga era recém-inaugurado e estava iniciando seu programa de atividades físicas, a idéia foi adotar os conceitos da Ginástica Voluntá ria e criar novas atividades, enfatizando práticas corporais e esportes diferencia dos” , explica Maria Aparecida Ceciliano, assistente da Gerência de Desenvolvi mento Físico e Esportivo (GDFE) do Sesc São Paulo. “ O objetivo era reunir pessoas de todas as idades, com interesse em pra ticar atividades físicas de forma acessível e prazerosa, oferecendo a oportunidade de uma prática que não, tem contra-indicações.” jg j •T
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A prática da caminhada tem relação com a proposta do Sesc São Paulo na área físico-esportiva, bastante guiada pelo in centivo à descoberta de uma atividade física orientada, de sua inclusão na agen da diária da população, além da sociabili zação. “A caminhada tem inúmeras vantagens, considerando todos esses as pectos” , retoma Maria Aparecida. “ É aces sível, pois não exige equipamentos especiais ou locais específicos, e é uma atividade natural por excelência, não ne cessitando de um aprendizado técnico e habilidades motoras complexas.” C lube d e a m ig o s
O senhor Roberto Karsokas, de 61 anos “ e meio” , como gosta de enfatizar, faz parte do Clube da Caminhada do Sesc Ipiranga desde 1998 e é um dos fre qüentadores que se deixou seduzir
pelo saudável hábito de andar em grupo. “ Eu comecei no Sesc com hidroginástica, mas quando soube do Clube procurei in formações. Não larguei mais.” 0 Sr. Roberto tem várias “ aventuras” para con tar nesses cinco anos de Clube, como a vez em que subiu o Pico das Agulhas Ne gras e a outra quando percorreu os 40 km que separam as cidade de Petrópolis e Teresópolis, no estado do Rio de Janei ro. Haja fôlego. “ Eu caminho todos os dias cerca de uma hora e meia e isso me dá o condicionamento físico necessário para as viagens organizadas pelo Clube da Caminhada” , orgulha-se. Dona Marina Correa da Silva, de 55 anos, também é adepta da caminhada. Há cinco anos ela faz parte do Clube de Ipiranga, mas já caminhou também com colegas das unidades Pompéia e Carmo. “ Eu sempre gostei de caminhar e de praticar esportes” , conta. “ No Sesc, por exemplo, eu fazia parte do Clube do Pe dal. O principal atrativo é o grupo que se forma nesses clubes. São amigos que a gente faz para vida toda.” Embora já tenha experiênda e n y a jjpinhadas. do na Marina contá que no iSesc q apoio
dos colegas, além da sempre presente monitoria dos técnicos, lhe dá mais se gurança. Se bem que, muitas vezes, é ela quem se encarrega de garantir o âni mo do grupo, inclusive dos mais jovens. “ Eu procuro sempre incentivar os jovens. Eles pensam que são eles que têm mais capacidade que os velhos, mas, que nada, é o contrário.” Entre as façanhas que mais se orgulha, estão as caminhadas - com direito a pequenos trechos de escalada - feitas na região da Pedra do Baú e do Pico das Agulhas Negras, nas quais fez questão de ir até o fim. “Até assinei o livro que fica preso lá em cima, esperando os mais corajo sos” , brinca. Além do Sesc Ipiranga, várias outras unidades também organizam animados grupos de caminhada, como Belenzinho, Carmo, Interlagos, Itaquera, Pi nheiros, Santo Amaro e Vila Mariana. São desde simples passeios a viagens. No interior, q Sesc Rio Preto, Taubaté e Santos também possuem seus clubes* j ■
O Sesc Ipiranga p r e p a r o if^ ^ r um roteiro de eventos para » comemorar os dez anos do seu Clube da Caminhada. Confira no Çaderno de Programação
MÚSICA
Para todos os ouvidosr P» V IM O A jrç tio r
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preciso “entender” música erudita para apreciar boas peças? 0 maestro Lutero Rodrigues^ regente da Orquestra Sinfonia Cultura, responde que nã&Segundo-ele, qualquer pessoa pode gostar das aotas de uma orquestra; basta deixar a sensibilidadefluir. A seguir,-principais trechos da conversa: * -
“ Somos conhecidos por ser um povo musical e nós mesmos nos reconhecemos assim. É fá cil perceber isso. Basta olharmos o quanto gostamos da nossa música popular, que é muito ri ca. Só que somos um povo que, apesar de sermos chamados de “ musical” , não temos conhecimento musical básico. No Brasil, tem-se a impressão generalizada de que ler uma par titura de música é um mistério, um dom divino reservado a poucos. Só que isso não é verda de. A música deveria fazer parte da nossa educação básica e todos deveríamos ter o direito de conhecer essa linguagem. No que diz respeito à música erudita, a situação é ainda mais difícil. Na maioria dos países onde música é levada a sério, o aprendizado musical é feito desde o início da idade escolar como qual quer outra matéria. Assim como se estuda a língua se aprende música. Na Alemanha, onde estu dei, era possível facilmente encontrar um motorista de caminhão que soubesse ler música. É comum também que, durante o ensino básico, as crianças toquem tão bem seus instrumentos que a escola tem sua própria orquestra sinfônica e executa sinfonias inteiras como muita orquestra sin fônica profissional. No Brasil, infelizmente, não temos mais educação musical na escola. Ainda estamos discutindo se a música deve ou não fazer parte de nossa educação. É como se estivéssemos na idade da pe dra em relação a essa questão. Por isso, acredito que as pessoas que trabalham com música, prin cipalmente aqueles que são regentes de uma orquestra, enfim, deveriam preocupar-se sempre em tentar suprir as falhas básicas da educação musical do nosso povo com atividades que possam compensar isso. Uma dessas possibilidades é justamente a série Concertos Sesc & Sinfonia Cultura,
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0 maestro Lutero Rodrigues afirma que o Brasil perdeu em sensibilidade ao abolir o ensino musical nas escolas
que realizamos a cada 15 dias nas manhãsfcjç çlço]ing,o,rqq,Sesc Belenzinho. É fundamental termos essa preocupação em um país como o Brasil. Essa falta de educação, de costume é o que gera esse abismo entre as pessoas e a música eru dita.;
de fazer com que a música seja agradável ou facilmente assimilada. Já a música po pular tem a pretensão de se tornar que rida; vendável, há um "formato que possibilita que ela seja também um pro duto comercial. Tem uma duração deter minada, é de fátíl entendimento e tem repetições sistemáticas para que as pes soas a memorizem com facilidade. A princípio a música erudita não tem um compromisso de tornar-se atraente e vendável. Logicamente nenhum compo sitor quer compor para as gavetas, mas seu principal objetivo não é facilitar sua música para que as pessoas gostem dela.
dito. Já na música instrumentairas coisas sè confundem. É comum não saber se é uma coisa ou outra. Q u e s tã o de sen sib iu d a d e
Apesar de todas as diferenças entre o emdito e o popular, é importante que as pessoas saibam que há muitos-níveis de M ús ic a e r u d it a e po p u la r escuta da música erudita. Voce pode es Em alguns casos, a fronteira entre mú cutar como um emdito, como um com sica erudita e popular é muito bem deli positor, ou seja, decifrar cada nota da neada. As músicas populares têm um música, mas também pode simplesmen processo de criação em que já se parte te escutar com sua sensibilidade. As pes de uma limitação de tempo padronizada soas têm que entender que qualquer um pela indústria fonográfica. Trata-se de pode desfrutar uma música erudita por composições mais espontâneas. O com que para isso é necessário somente sen positor popular não está preocupado I n s t r u m e n t a l e e r u d it a sibilidade e isso está dentro de todos. É com a forma de sua música, mas sim com Quando nos referimos à música instru uma música que pode causar emoção a maneira como ela pode servir de canal mental, as fronteiras se diluem. Uma mú em qualquer pessoa. Basta não se fechar para expressar suas idéias. Já o composi sica instrumental pode ser popular ou para isso, não barrar esse prazer. Abrir tor erudito "também quer se expressar, erudita. Depende da sua forma. Um mão da idéia de que é necessário enten mas ele tem, sobretudo, grande preocu exemplo dessa confusão está no trabalho der música erudita. É necessário apenas pação com a organização da música, ou de Ernesto Nazaré. Suas canções eram senti-la. Nós, músicos emditos, precisa seja, com a seqüência de sons. É funda de um determinado gênero instrumental mos de público e não fazemos músicas mental para o compositor erudito: que a que foi desprezado inicialmente pelos somente para especialista. Evidente que música obedeça a uma lógica formal. eruditos, apesar de possuir característi ao longo do tempo se o ato de escutar Não é quê seja uma música sem emoção, cas de música erudita. Isso porque caiu música erudita passar a ser um hábito, o mas é resultado de um processo cerebral nas graças do povo. Vieram, então, Má entendimento chega. Pouco a pouco os em que o compositor tem domínio e rio de Andrade e outros nacionalistas ouvidos começam a detectar o fluido da quer que as coisas se dirijam de uma de que enxergaram valor nessa música, pois música erudita. Fica mais fácil distinguir terminada forma, que a sucessão dos era carregada de “ raízes brasileiras” . Foi música barroca da música romântica ou sons tenha uma lógica. Outra diferença só assim que as canções de Nazaré pasclássica. A música erudita tem váriosjníentre as canções populares e eruditas é " saram a ser tocadas em salas de concer “veis de complexidade também. Comece que o compositor erudito também não to. Atualmente, elas são consideradas ; -por conhecer o básico e depois, aos pouse limita a padrões como minutagem de músicas que não estão nem no âmbito ,-COS, se tornará cada vez mais fácil reco música. Às vezes sai uma peça curta e ou do emdito nem no do popular. Nesse ’ nhecê-la. Mas a ferramenta essencial é a tras uma imensa, até de horas; Esse tipo ponto, a distinção entre a música instru sensibilidade e isso todos temos. Só pre de compositor não se limita a qualquer mental e erudita é de mais difícil.defini-, cisamos derrubar o preconceito.” ■ outra coisa, a não ser a sua própria sen - ção do que a música vocal popuíar e a sibilidade e necessidade de expressão. música vocal erudita. Pois- a diferença AS APRESENTAÇÕES DA SÉRIE CONCERTOS SESC & Outra diferença efitre o trabalho do entre as duas é declaradamente imensa. S lN F O N K C U L W R A ACONTECEM NO $ESC compositor erudito e do popular é que O canto popular tem-uma emissão vocàl * B e le n z in h o a c a d a 1 5 dias, às -11 h d q s no primeiro caso não há o compromisso completamente diferente do canto em- * ^ d o m in g o s . C o n fir a a p ro g ra m a ç ã o
FOTOGRAFIA
Produção de gente grande por Rubens Fernandes Júnior
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Rubens Fernandes Júnior é crítico de fotografia e professor de Comunicação da FAAP
professor, pesquisador e crítico defotografia Rubens FernandesJúniorfala, em depoi mento exclusivo à Revista E, sobre a produção brasileira contemporânea e sobre os motivos pelos quais ela ocupa, hoje, um lugar de destaque no cenário internacional
“A fotografia brasileira é importante e ponto. Historicamente, inclusive. O Brasil foi, por exemplo, o primeiro país da América Latina a ter um daguerreótipo (aparelho pri mitivo de fotografia, inventado pelo francês Louis Daguerre, considerado o inventor da primeira máquina fotográfica). Foi no Brasil que Hercule Florance propagou pela primeira vez, em 1833, a palavra fotografia. E deixou-a registrada seis anos antes dos europeus. Foi o Brasil que teve um imperador, Dom Pedro II, que colaborou decisiva mente para disseminar a fotografia no País. Ele foi o primeiro monarca do mundo a ter o seu fotógrafo oficial, antes da Rainha Vitória da Inglaterra, em 1851. Ou seja, nós temos uma tradição fotográfica. A produção brasileira, hoje, ocupa lugar de destaque nas manifestações das artes visuais no Brasil e no mundo. Ela é superbem vista tanto na Europa quanto nos EUA. Pesquisas de revistas como a belga Clichê e a francesa Photo colocam a produção brasileira em fotografia entre as cinco melhores do mundo. Trata-se de uma fotografia que foi se consolidando culturalmente. O impacto que ela provocou nas iconografias do século 19 foi sendo amortecido ao longo dos anos. E é na década de 1980 que a fotografia começa a se consolidar, tanto interna quanto externamente. Um dos destaques é na área documental. Existe um novo olhar documental brasi leiro hoje, seguramente, e esse olhar é diferente da fotografia documental dos anos de 1950 ou 1960, ou mesmo do século 19. Além disso, existe a fotografia de ordem mais pessoal, que você pode chamar de fotografia criativa, ou fotografia autoral embora eu não goste desses nomes, afinal a fotografia de jornalismo ou publicida de não deixa de ser autoral - muito boas. O que acontece é que hoje o processo fotográfico ganhou importância e hoje está próximo de outras manifestações. Ele se aproxima, às vezes, da instalação, noutras do vídeo, do cinema e da escultura. Enfim, essa contaminação enriqueceu muito o fazer fotográfico. A produção con-
temporânea brasileira não consiste mais em tirar fotografia, mas sim fazer fotografia. E isso envolve uma atitude
têm em termos de diversidade de papéis, químicas e demais produtos. 0 artista brasileiro acaba se
e um processo que aca"D om RedíO I I fo i 0 apropriando de bam ganhando uma um material, ou importância m uito pri 17101TOITIOnarca do m undo 3 mesmo produgrande na apresentar ,, .. . . , zindo um, para ção final da imagem, ter o seu fotografo oficial, antes dar uma res. é essa fotografia que tem conquistado um espaço interessante nas galerias do Brasil e do exterior.
(ja Rainha Vitória da Inglaterra,
P°sta ^ ue ele está de certa DÓS tem O S forma buscan_v ~ r -n " do. Nesse senti UÍTia tra d lÇ 3 0 fo tO C jra flC a do, ele tem de fazer
6171 1851.
Ou S e ja ,
O que destaca a nossa produção é principalmente o talento do nosso artista. Nós não temos disponível no mercado brasileiro o que a Europa e os EUA
um percurso muito mais difícil, mas, ao mesmo tempo, muito mais criativo, afinal ele acaba se superando. E claro que nessas pequenas superações técnicas ele
acaba descobrindo situações em que o fotógrafo que compra o material pronto não descobre. E nessa trajetória do processo criativo, importantíssimo de se destacar, o nosso fotógrafo/artista acaba desenvolvendo um trajeto no qual ele tem de se superar, se defrontando a todo instante com o acaso. É essa imprevisibilidade que acaba dando para a fotografia brasileira uma qualidade que as outras não têm. O que é fascinante no Brasil é a diver sidade de processos criativos. Você tem fotógrafos que trabalham com grandes formatos, outros que trabalham com for matos médios, e ainda outros que traba lham em 35, que é o pequeno formato. Existem aqueles que atuam na seleção do seu material tecnológico, no filme, por exemplo. Tem fotógrafos que traba lham no processamento, na revelação do positivo e do negativo. Há os que produ zem o seu próprio papel para imprim ir a sua imagem. Outros que trabalham com filmes e banhos vencidos. Enfim, no fun do são os diferentes e inúmeros proces sos que acabam convergindo para uma coisa só, que é a fotografia brasileira con temporânea.” ■ r e v is ta
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EM PAUTA
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Ilustrações: Mc
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Cultura global
0 inundo ficou menor
com a última revolução tecnológica. Realidades distantes tornaram-se fatos vizinhos. Até que ponto um mundo sem fronteiras é prejudicial aos povos? 0 poder econômico irá extinguir todas as diferenças? Em artigos inéditos, o pesquisador e compositor Paulo Freire e a professora Jerusa Pires Ferreira apontam as armadilhas e benefícios da globalização
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Qual é a graça de ser tudo igual? 0 bom está na diversidade por Pauto Freire Ano passado viajei para o Amapá. Fui de Macapá até Município de Amapá, trezentos quilômetros ao norte do Estado. Gosto muito de viajar, ainda mais com tanta no vidade acontecendo, então estranhei que estava come çando a achar chato. Olhava pela janela e dava sono. Até que descobri o motivo: eucalipto. Nada contra esta árvo re, muito pelo contrário, mas, moço, dona, vão ouvindo, haviam arrancado uma grande parte de mata (amazôni ca!) para reflorestar com eucalipto. Sempre que me falam da tal globalização, vem esta imagem aborrecida. Qual é a graça de ser tudo igual, se o bom está na diversidade? Lembro também de um conto de Edgar Allan Poe, cha mado 0 Diabo no Campanário. Vou resumir o causo: diz que havia uma cidade com casinhas todas iguais, em
cada uma delas moravam dois velhinhos e duas crianças, todos tinham uma hortinha de batatas e, todos os dias, precisamente ao meio-dia, a população se reunia em frente à igreja para ouvir as doze badaladas. Depois vol tavam para casa, satisfeitos. Almoçavam, faziam a sesta, tudo juntinho e igualzinho. Um dia, o diabo chegou por ali, seduziu a filha do guar da do campanário, subiu na torre onde ficava o sino e se escondeu. Ao meio-dia, quando toda a população se jun tou na praça em frente à igreja, o diabo badalou o sino 13 vezes. Foi um Deus nos acuda, a população entrou em desespero, como aquilo era possível? Descontrolou todo o dia deles, ninguém sabia mais o que fazer. Enquanto o diabo sacou seu violino e tocou uma música alegre e enr e v is ta
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EM PAUTA
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louquecida do alto do campanário, a população se orga nizava para expulsá-lo dali e poder voltar ao normal, com medo do risco que surge com o inesperado. Claro que a cultura popular sofre com a globalização. Os jovens brasileiros ficam no dilema entre dançar um catira ou sair por aí desfilando com a roupa da grife de um artista. Desprezando as festas populares, elas vão min guando e podem até desaparecer. Claro, existem tam bém as que se modificam, em uma antropofagia toda brasileira. Temos uma capacidade rara de incorporar no vos elementos em nosso dia-a-dia. Acabo de voltar de uma nova viagem pelo sertão do Urucuia, norte de Minas Gerais, onde fui aprender a to car viola na década de setenta. Seguindo uma indicação do violeiro Roberto Corrêa, fui conhecer o seu Rosa, fo lião de guia, que mora em um sítio, perto da cidade de Buritis. Chegando lá, seu Rosa, de 70 anos, foi logo dis parando: “Tudo no mundo é três: o pai, o filho e o Espírito Santo, os animais da terra, da água e do ar” ; resolvi pro vocar: “ e o homem e a mulher, não são só dois?” Res pondeu: “ Não, senhor, porque é o homem, a mulher e a justiça divina. E tem mais, o homem para viver bem tem que fazer três coisas: suar (e fez o gesto de tirar o suor do trabalho), beber uma pinguinha para calibrar os nervos e dar um agarra pra não cumular óleo.” Será que precisa explicar este terceiro item? Hmmm. E conti nuou a falar: 38 r e v i s t a e
“ São três os corpos que nunca foram encontrados: Lampião, o governador da Alemanha, e agora tem o Sadam.” Claro que o governador da Alemanha é o Hitler, e te nho certeza que se um dia o Sadam aparecer, seu Rosa vai logo arrumar um substituto. Quando vivi no sertão do Urucuia, não tinha luz elé trica, o único contato com o mundo exterior eram os viajantes e o ônibus que passava uma vez por semana (quando a estrada deixava). Desta forma, a cultura da região foi curtida no tempo do sertão. Agora, Urucuia virou cidade. Estive lá quando a luz chegou, e com ela os benefícios do progresso. O fascínio que a chegada da televisão exerce sobre as pessoas é impressionan te. E o som que passaram a instalar dentro dos carros era mais impressionante ainda. Então, o povoado em que vivi, no meio do sertão, agora era invadido pelas novelas e programas de TV, além das músicas da FM tocando em alto volume dentro dos carros. A prosa embaixo da mangueira ou a violinha pon teada no terreiro foram sendo encobertas pelo pro gresso. Essa mudança me deu uma agonia tão gran de, que corri para a cidade de São Francisco, lá perto, à beira do rio São Francisco, procurar uma Folia de Reis. Nesta cidade, bem mais antiga, me acalmei. A te levisão não era novidade, as pessoas não ficavam tão seduzidas pelo estilo de vida do povo das novelas, e nem pela potência do som dentro dos carros.
Isso que vi no Urucuia mostra um pequeno quadro do Com o passar dos anos, a vigilância se estreitou e o cul que está espalhado pelo Brasil. Claro que o progresso é to a São Gonçalo foi perdendo seu caráter sensual. Hoje bom, a luz elétrica é um conforto indispensável, e eu em dia, as festas são realizadas fora das igrejas e todos também assisto uma televisãozinha, mas a gente tem desconversam quando se toca no assunto das prostitutas que saber lidar com esse negócio. ou da fertilidade. Parece que vai se criando uma história A verdade é que as pessoas já estão ficando cansadas oficial do santo. Porém, em Amarante, ainda é possível das constates repetições e dos sucessos fabricados e es encontrar os falos de São Gonçalo - pãezinhos em forma palhados pelo mundo. De repente vemos um número de falo que servem para auxiliar na promessa feita ao santo para ter filhos. cada vez maior de artistas correndo em busca das rique zas que brotam bem à sua frente. Por exemplo, olha só a A força da cultura popular e a facilidade de adaptação história de São Gonçalo, que tem muito do brasileiro às novidades cami a ver com este assunto. Vai ouvindo. nham juntas. As manifestações cur São Gonçalo viveu no Amarante, em "A força da cultura popular tidas através dos anos não podem Portugal, no século XII. Diz que ele reza e a facilidade de adaptação se acabar, pois temos uma necessi va a missa com uma violinha do lado e dade íntima de vivê-las e transmitidepois dançava com os fiéis. É conside do brasileiro às novidades las. Quando sinto que estou meio rado protetor das prostitutas, patrono perdido, corro para minha violinha caminham juntas" dos violeiros, santo da fertilidade e ca e procuro tocar as músicas que samenteiro. Ele prometia para as “ mu aprendi no sertão, da forma mais lheres da vida” que, se dançassem doze ro crua possível. Vou entrando numa es das em louvor a São Gonçalo, elas iriam arrumar casa pécie de mantra, ou sei lá como chamar esse negócio. A mento. E São Gonçalo dançava com elas. O santo punha música transmitida pelas gerações, que trazem a história prego no solado do sapato antes de dançar, para evitar a do campo, da seca, chuva, relações humanas, amor, sepa tentação. ração e os cantos da natureza sempre me deixam no pru O culto chegou ao Brasil com os colonizadores mo. Parece que temos que ficar escavando cada vez mais portugueses. Por ser santo da fertilidade, as festas em nosso próprio quintal para descobrir as novidades. em sua homenagem começaram a tom ar caminhos Todos sabemos que grandes artistas como Villa-Lobos, inusitados. Os relatos da época são impressionan Guimarães Rosa, Dostoievski, Picasso, só para citar al tes; dizem que nas igrejas onde eram realizados os guns exemplos, foram profundamente inspirados pela cultos, os fiéis davam umbigadas, dançavam sen cultura popular. Agora, o que me deixa desacorçoado é o sualmente, senhores misturavam-se com escravos e seguinte: como explicar para um rapaz que está louco até o vice-rei tomava parte da festa. Os novos brasi para conquistar a menina, ali na festa country de rodeio, leiros sentiam-se livres do castigo divino realizando que o bom mesmo é sapatear um lundu? cerimônias desta natureza, pois os relatos demora vam m uito a chegar nos ouvidos de Deus, ou seja, Pa u l o F reire é m ú s ic o , p esq u isad o r d e c u ltu r a popular e do clero em Portugal. a u t o r d e E u N a s c i N a q u e la S e rra (E d it o r a Pa u l ic é ia , 1 9 9 6 )
Oralidade, Mídia, Culturas Populares por Jerusa Pires Ferreira Com muita razão, estamos todos voltados para fenô menos que nos alcançam na virada do milênio, e que já se vinham gestando há muito, mesmo quando não pressentidos. São fatos, práticas e instrumentos que atingem nosso modo de ser, de viver e de pensar. Em ritmos velozes e contínuos, identidades se transfor mam ou se confirmam mais fortemente, alteridades se
confrontam, poderes se firmam ou devastam. Nos sen timos ameaçados, alegres ou desesperados. Considera-se, com fortes motivos, estarmos vivendo uma revolução tão importante e intensa como aquela passagem do medievo para a Idade Moderna e, no do mínio da comunicação, chega-se a falar em pós-humano, e no primado do maquínico. r e v is ta
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EM PAUTA Há uma enorme bibliografia a respeito: livros, artigos, mos sociais e culturais, criam outras marcas, se mediaimpressos, suplementos culturais que veiculam diferen tizam passam pelos diversos suportes e meios transtes posturas e posicionamentos diante do assunto. O missivos. fato é que se implica nesta problemática uma intrinca As oralidades que tinham no corpo a própria mídia da conexão dos diversos domínios do saber e, muitas passam de voz viva aos meios acústicos, eletrônicos, ou vezes, confundem-se os campos. em rede. E isto tem a ver com a modernização inevitá Estamos diante de toda uma sutileza de alcances e vel. Estas operações de transmissão criam novas atitu práticas paradoxais, de questões sem resposta que têm des, gêneros, intérpretes, energias que são geradas e de ser levadas em conta. Uma coisa é a instância políti expandidas, nos novos meios. Deste ponto de vista, de ca da dominação, a globalização sob a égide de um ca fendendo a mestiçagem de culturas e a hibridação de pital internacional que não tem rostos. Criam-se porém linguagens, as possibilidades de longo alcance, diría muitos impasses de avaliação e de inserção. mos que nossa atitude em geral é a observar de cami É que juntamente com esta dominação vêm as tecno nhos e processos. logias, confortos, conquistas que dificilmente podem Ma surge o impasse diante do que é, de fato, o con ser recusadas. Ganhos e perdas, me parece, andam jun trole dos meios de comunicação, as políticas culturais tos, e a vida moderna vai trazendo res ou anti-culturais, como se queira cha postas e impasses a uma série de de mar, fazendo destas transformações "Não são o folhetim, safios. A cada passo se insinuam prin o estereótipo mais banal, o nivela cípios e perguntas. Como, quando, mento mais raso, a transformação o cinema e a televisão para quem? Mas não podemos deixar dos tempos num tempo de merca os acionadores de novas de lado a instância cultural, em seus do, e da nossa vida um inferno. E aí, próprios planos, o modo pelo qual é impossível defender o estilhaçapráticas neste mundo processos, transferências, apreensões mento e a repetição empobrecedoe cooptações se dão no bojo do que tradicional?" ra. Estamos diante daquilo que o sechamamos Cultura. mioticista russo Iuri Lotman chama E como não nos preocuparmos com o tema, se ele faz não-cultura. Ou seja, o momento em que há uma aniparte da cogitação, das práticas e dos ensinamentos, no quilação de princípios de reconhecimento, a instalação dia a dia? do vazio, a velocidade com a qual as coisas são descar Assim, costumamos contemplar as culturas tradicio tadas, deletadas ou tragadas. nais, os “gêneros” que provêm de antigas presenças, re Por isso, não é possível seguir uma posição simplista gionais e universais, ao mesmo tempo. São levados em de adoção ou de rejeição, por princípio, de práticas gloconsideração os ambientes e paisagens humanas que balizantes, de defesa de um imobilismo cultural, sem tocam grupos sociais que assentam suas criações mais passar por contradições, (salvo para os artistas que ra no regime da voz que da letra, e que ainda os transmi dicalizam para preservar o espaço inteiro de sua criação tem na teatralização comunicativa e na performance. e linguagem, os militantes que desejam atingir certos Mas também são considerados regimes mediatizados (a alvos). voz no rádio, no disco, na televisão, no cinema). E o en Há fatos terríveis de invasão, de desrespeito a cultu tendimento de que os indivíduos partilham temporaliras, seja por intervenção de organizações religiosas, ou dades e espaços diversos, concomitantemente. O mes por necessidade de domínio e exploração. Isto nos agri mo rapaz que freqüenta discotecas, no seu espaço fami de. Como pensadores da cultura, é sempre um ir e vir, liar ainda dança na festa de São Gonçalo. percebendo que há escalas identitárias, os mais diver A quem caberia estabelecer limites? Defende-se a sos níveis de interferência, os ambientes mais ou me preservação de um estado de coisas contra a globaliza nos propícios. Há limites e suas quebras, há gestações ção cultural e a invasão de repertórios estrangeiros, de processos, e me lembro muito bem de uma das for contra um estado de transformação repentina, desfigumulações de Jesus Martin Barbero, que nos anos seten radora, imediata. Alguns folcloristas defendem uma es ta, quando das discussões sobre o nacional-popular, as pécie de pureza inicial, como algo que, pertencendo ao culturas do opressor e do oprimido, nos dizia que o povo teria de ser genuíno e legítimo. massivo foi gerado, muito lentamente, a partir do que Acho que cultura é um processo móvel que vai crian chamamos popular. do transformações e, apesar das especificidades, vai al A televisão (um meio já obsoleto, mas que em vez de terando fronteiras. Há processos contínuos de deslocadesaparecer vai se re-funcionalizar, e ganhar novos sen ção de funções, de desterritorializações e de ocupação tidos) não é o mal, não é o meio que é perverso, o que de novos territórios. é aberrante é seu controle e utilização, as condições de As culturas mais tradicionais se ajustam a novos rit vida a que são submetidos os seus habituais fruidores. 40 r e v i s t a e
Evoco uma figura que as crianças adoravam, o Tiririca (também tragado pelo meio e diante de seus públi cos), um fenômeno curioso. Ele recupera uma lingua gem infantil, em sua tonalidade vocal, passa um conhe cimento desse cômico e do grotesco depositados na cultura do povo, no circo. Há uma energia que conse guiu furar até a repetição e as obviedades. Ainda por esses dias, vi na televisão o filme dos trapa lhões 0 Mágico de Orós, deliciosa paródia do filme ame ricano que povoou nossa infância, e me rendi ao talento de Renato Aragão, Mussum e seus parceiros. Cultura po pular? De massas? Genuína? Pouco importa, mesmo porque até estas definições são precárias, e sabemos que há o campo e a cidade, as grandes, cosmopolitas, e as pequenas, com maior unidade numa direção, a trans missão de repertórios, o imaginário do campo na violên cia das cidades, a violência das cidades no universo do campo, as periferias urbanas, síntese assustadora. Há muitas possibilidades de expressão do que chama mos popular (que pode ser cultura de massas ou prémassiva) e detectadas as especificidades, o importante é não hierarquizar nem dividir. Tanto pode ter lugar e es tatuto de arte, um texto da cultura tradicional de regis tro oral, como outras experiências mediatizadas. Impossível estudar os textos das culturas populares sem pensar em suas matrizes impressas ou mediatiza
das, e assim temos feito, adentrando o mundo das edi ções populares. Textos e livros produzidos para leitores de rodoviária, conforme me disse um dos editores, de larga circulação e contíguos ao universo da cultura de massas. A esse universo tão rico de imagens, de trans ferências culturais, batizei Cultura das Bordas, tendo como protagonista, Rubens Luchetti, que responde por milhares de títulos e escreveu os roteiros para os filmes de Zé do Caixão, hoje transformado num cult. E então podemos falar de uma conexão possível com a criação das vanguardas de determinado momento. Podem aí li gar-se as experimentações mais arrojadas e brasileiras como as de Helio Oiticica. Portanto, é esta circularidade, a revitalização, o “ comércio” que nos interessa, o que faz avançar, compatibilizando, hibridizando, ao rejeitado, ou como queria o com positor Bororó em seu inigualável Curare, a Misturação. Mesmo quanto às literaturas populares, as mais tradi cionais, não terão os novos meios exercido este papel? Não são o folhetim, o cinema, a televisão os acionadores de novas práticas neste mundo tradicional? J erusa P ires F erreira
é pro fesso ra
da
P r o g r a m a d e C o m u n ic a ç ã o e S e m ió t ic a d a d ir ig e
ECA-USP e d o PUC/SP, o n d e
o C e n t r o d e E s t u d o s d a O r a l id a d e .
FICÇÃO INÉDITA
O mais solitário dos filhos de Deus Lourenço Cazarré
Senti imediatamente todo o drama: que miserável desamparo, que solidão ali se revelavam! Sua pobreza era grande, mas a sua solidão como devia ser horrível! Bartleby, 0 Escriturário (Herman Melville)
uando chegamos, por volta das dez da noite, já encon tramos os músicos sobre o tablado, lá no fundo, afi nando os instrumentos. Era bar de solitários de meiaidade, solteirões e quarentonas encalhadas, viúvos e viúvas, desquitadas e divorciados, gente honesta, obscura e quieta, com cabeça e pescoço pouco acima da linha da miséria - amantes de tangos e boleros. O bar ficava a meio caminho entre o centro da cidade, com suas largas ruas iluminadas, e a zona do porto, de ruelas estrei tas e escuras. Destoávamos do ambiente com nossos cabelos raspados de milicos e porque não tínhamos ainda no rosto as marcas fundas das desilusões arrastadas por muito tempo. Mas não estávamos ali por acaso; nosso estado de espírito nos tinha conduzido até lá. No dia seguinte, cedo, partiríamos para mais dois meses na guarnição perdida além dos cafundós do Judas. De repente, um homem parou junto à porta e ficou observan do o interior do bar. As pessoas, que falavam em voz baixa, como que silenciaram; e os músicos, que já tocavam em surdina, diminuíram o tom. Nos olhos escuros do homem que nos examinava brilhou aquela luz que se acende nos olhos dos náufragos quando avis tam, ao longe, um navio, mesmo que seja um navio que não vai socorrê-los. Enquadrado pela porta, tendo às costas a noite e também as gotas da chuva miúda, ele demorava-se no exame. Mesa por mesa. Pessoa por pessoa. Parecia estudar a disposição das ca deiras, do estrado dos músicos, do balcão. Mostrava interesse pelo vaivém do garçom, pela imobilidade do dono do bar jun to à caixa registradora e pela pachorra dos músicos sobre o es trado. Dava a impressão de ter chegado de outra galáxia; obser vava tudo muito atentamente, deslumbrado.
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O salão do bar era estreito e comprido. Tempos remotos, aquilo fora modesta casa de família. Depois, em rápida suces são: bricabraque, ferragem e lavanderia. Nestas mudanças fo ram sendo derrubadas, uma a uma, todas as paredes internas, de tal forma que por fim só ficou aquela espécie de corredor. As mesas haviam sido distribuídas dos dois lados, separadas por uma estreita passarela. Ao fundo, à direita, o estrado dos músi cos; mais atrás, à esquerda, o balcão. Desbotadas cortinas de tecido estampado escondiam as portas dos toaletes. Baixo, magro, franzino, o homem tinha o condão de fazer aflorar a piedade mesmo naqueles corações mais duros, como
o do velho Perez, o garçom, que lhe disse, quando esteve aten dendo um casal lá na frente: - Entre, hombre! Pague pelo menos una cerveza para se livrar de la lluvia! O homenzinho dos olhos negros não deu mostras de ter es cutado o garçom, que, resmungando, se afastou dali nos seus passos sofridos de pato. Quem era o sujeito parado lá na porta, calado, com as mãos na cintura? O que fazia com que ele nos fosse familiar? De que recanto perdido vinha ele? O que o diferenciava de todos esses lamentáveis solitários que infestam as ruas mais escuras?
- Qual é a da figura? - perguntou o dono do bar, movendo o queixo em direção à porta. - Está querendo confusão? Ou será louco? O garçom limitou-se a sacudir os ombros e depois se afastou equilibrando garrafa e copos na bandeja. Passavam-se os minutos, a chuva aumentava lá fora. Notei que muitos no bar se inquietavam com o homenzinho estático que, rosto erguido, observava as poucas lâmpadas que espalha vam uma luz irreal, depressiva, suja, por cima das nossas cabe ças, pelas mesas, pelos copos e garrafas. Uma luz que mais pa recia existir só para realçar os escuros, as sombras. Na mesa mais próxima dos músicos, um homem de olhos cla ros, grandalhão, mãos rachadas de trabalho duro, não escutava o que lhe dizia a companheira. Por entre as pálpebras semicerradas, mirava o vulto imóvel na porta, o pobre vivente que para ali fora tangido pela noite e pela chuva. Percebeu logo que ali, bem perto dele, estava uma destas indefesas e ridículas criatu ras que os deuses zombeteiros engendram de quando em quando para comover o seco coração humano. Então, como se o reconhecimento de sua especial condição humana pelo gigante dos olhos mansos fosse alguma senha se creta, o sujeitinho de roupa escura se moveu. Seus passos eram elásticos, mais largos do que se esperaria de pernas tão curtas, e cuidadosos. Era como se tateasse com a ponta dos pés à procura de armadilhas. Os braços, trazia-os cruzados sobre o peito; as mãozinhas fechadas. Avançava pela passarela como alguém que teme uma cilada a qualquer mo mento: cauteloso, sobressaltado, nervoso, arisco. Cruzou o bar, passou rente ao estrado dos músicos e, por fim, se deteve junto ao balcão. Sem dizer uma só palavra, pegou uma garrafa vazia e a mostrou ao homem que estava por trás da registradora. O proprietário do bar estudou detidamente o rosto do sujei to que segurava a cerveja pelo gargalo. Procurava nele um tra ço de escondida pilhéria, mas nada encontrou além do sinete inconfundível da mais arrasadora solidão. Era um antigo comer ciante que sabia ler nos olhos o que se passava por dentro das pessoas. A seguir, examinou a roupa do desconhecido e nada achou de errado nela, a não ser o fato de o paletó estar bastan te gasto. Com um suspiro, deu o exame por encerrado: em to do caso, o tipo não tinha o jeito escorregadio dos que saem sem pagar a conta. O dono do bar pensou em dizer-lhe que ocupasse uma das mesas, que fizesse o pedido ao empregado, mas não conseguiu pronunciar uma palavra. O máximo que pôde foi erguer o bra ço e apontar para o cartaz que estava pendurado ao lado da prateleira dos vinhos: r e v is ta
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Este é um bar respeitado Não jogue cigarro no chão Nunca vendemos fiado Nem atendemos no balcão Por baixo dos cabelos molhados, o rosto pálido não esboçou reação. O sujeito franzino continuava a segurar, imperturbável, a garrafa. E assim permaneceu até que o dono do bar se deu por vencido e pegou uma cerveja na geladeira. Então, o homenzinho tornou a cruzar o bar, perseguido pelos olhos de todos, até a mesa mais próxima da porta. Impressionava-me acima de tudo o seu ar de fragilidade; pa recia um menino de doze anos. Geram as mulheres todo tipo de homem, mas alguns são especiais porque nos inquietam mais do que o aceitável. Aquele, por exemplo, parecia ser o mais solitário entre os mais solitários filhos de Deus. Enquanto permanecera com a garrafa na mão, pensei que se tratava de um louco ou de um surdo-mudo; depois, ao vê-lo in sensível ao cartaz, que fosse estrangeiro ou analfabeto. Por fim, compreendi que, fosse o que fosse, era uma criatura singular, comovente. Sentado, os pés mal tocando o chão, o homem trazido pela chuva e pelo vento, lembrava um menino tomando sorvete. Concentrado, bebendo de longe em longe um go le curto, olhava enfeitiçado para o negrume espesso da noite, negrume que só era cortado pelo cintilo fugaz das gotas de chuva sob a luz do poste. Daquela mesa, creio eu, ouvia melhor a chuva que a música, se é que escutava al guma coisa, se é que a chuva não é a mais impressionante das composições musicais. 44 r e v i s t a e
Acendeu um cigarro. Tragava forte, como se aquela fumaça fosse-lhe mais vital que o ar. Ocorreu-me então que era, todo ele, seu corpo, uma mensagem, talvez incompreensível, mas uma verdadeira e importante mensagem. Quando terminou a cerveja, retornou ao balcão. Sem uma palavra, pagou a conta com cédulas amarrotadas e guardou o troco sem conferir. Enquanto se dirigia à porta, todos os olhares voltaram, já sau dosos, a se concentrar na sua mísera figura, que logo seria tra gada pela noite e fustigada pela chuva, deixando-nos mergulha dos num sentimento de perda. Parou no limiar. Então ouvimos o tiro. O som breve e seco da morte. O estam pido que não se confunde com nada, aquele estouro que pene tra até pelo meio dos trovões. O homenzinho foi sugado para a escuridão. Caiu morto den tro da noite. Houve grito, correria. O primeiro a chegar à rua viu um vulto de mulher dobrando a esquina. Aos berros, ordenaram que nós, milicos, que éramos jovens, fossemos atrás dela. Corremos. Era uma jovem mulher. Alta. O atormentado rosto borrado pela chuva, misturados nele o batom vermelho e o rímel ne gro das putas. Grandes mãos de lavadeira seguravam ainda o revólver. Não disse uma só palavra até que a entregamos aos policiais. ■ L o u r e n ç o C a z ar r é é a u t o r , e ntre o u t r o s , d e Isso N ã o é U m F ilm e A m e ric a n o (E d it o r a Á t ic a , 2 0 0 2 )
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SESC 24 de Maio jd , dlO CO I|M S Instalação. Os novos paradigmas da criação artística para ambientes on line. De 20 a 31. Seg. a Sex. 1 6
Av. Paulista
;
Intervenção Gráfica. Imagens geradas a partir da temática latinidades. _ _ _ De 20 a 31.
Diversas Unidades
LATINIDADÉS AV. PAULISTA BELENZINHO CARMO CINESESC CONSOLAÇÃO INTERLAGOS IPIRANGA ITAQUERA ODONTOLOGIA PARAÍSO PINHEIROS POMPÉIA SANTO AMARO SANTO ANDRÉ SANTOS SÃO CAETANO VILA MARIANA INTERIOR
SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO - SESC J x í Administração Regional no Estado de São Paulo ~ Présidente: Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda
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Os destaques de agosto ficam por conta da Mostra Sesc de Artes - Latinidades (foto), em todas as unidades; da 7a Mostra Prata da Casa e da exposição 2 Estados para 2 Povos, no Pompéia; do seminário internacional Memória, Rede e Mudança SociaL no Vila Mariana, e do espetáculo A Poltrona Escura, no Belenzinho
MOSTRA MOSTRA SESC DE ARTES - LAT1NIDADES. Mostra internacional que apresenta um panorama da atual produção artística, das reflexões e das diferentes expressões culturais de países do mundo latino. Consulte preços na Unidade. Ingressos disponíveis na Rede Sesc de venda de ingressos.
SESC MONOGAMIA. (Argentina). Texto de Marco Antonio De La Parra. Direção de Carlos lanni. Com CELCIT. 23 e 24 /0 8. Sábado, às 20h30 e domingo, às 18h, no Hall. Consolação. BRASIL DEPORTADO. Com Luis Louis. 25 /0 8. Segunda, às 21 h. No Teatro. Consolação.
O CONDENADO À MORTE. Encenação do poema Condemne à mort, de J. Genet. O espetáculo desafia o espectador a refletir sobre o nosso papel na sociedade e como agir para que a exclusão se tome uma memória triste de uma sociedade arcai ca. Consulte o preço na Unidade. Teatro ArYim agem . (Portugal). 28/08. Quinta, às 21 h, no Teatro. Ipiranga.
TEATRO espetáculos CIRCO DE PAPEL - CONTAÇÃO DE HIS TÓRIAS. (Argentina). Com Juan dei Rio. Grátis. De 20 a 31 /0 8. De terça a sex ta, às 15h. Sábados e domingos, às 11 h. Na Convivência. Santo André. QORPO SANTO. «A Separação de dois Esposos. Direção Evill Rebouças. Inter venção com Djalma de Lima e Fábio Supérbi. Grátis. 20, 21 e 22 /0 8. Quarta, quinta e sexta, às 19h. «Mateus e Mateusa. Direção Evill Rebouças. Com Djalma de Lima, Fábio Supérbi e André Rosa. 20, 21 e 22 /0 8. Quarta, quinta e sexta, às 19h45. Hall da Sala Omega. «Eu Sou Vida; Eu Não Sou Morte. Direção Andréia Queiroz. Orientação Antônio Araújo.Com Aline Borsari, An dré Luis Lima e André Bubman. Após a apresentação haverá um bate-papo com participação do grupo. Grátis. 22 /0 8. Sexta, às 20h. Sala Ômega. Consolação.
QORPO SANTO - LITERATURA E DRA MATURGIA. Fórum. Mesa de debate com o Professor do Departamento de Letras da USP, Flávio Aguiar e com o Professor da ECA/USP e diretor de teatro, Carlos Vendramini. Grátis. 20 /0 8 . Quarta, às 20h. Sala Ômega. Consolação. palestras QORPO SANTO - ENCENAÇÃO E DIRE ÇÃO. Com o Professor da ECA/USP, Luiz Fernando Ramos e com a atriz, di retora e pesquisadora, Georgefte Fadei. Grátis. 21/0 8. Quinta, às 20h. Sala Ômega. Consolação. SUBMUNDO. Com o G rupo Sobrevento. 20, 21 22 /0 8. Quarta, quinta e sexta, às 20h30. No Galpão 1. Belenzinho.
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Ml/Z. (Argentina). Dramaturgia e Direção: Aldo El-Jatib Amato. 22 /0 8. Sexta, às 21 h, no Teatro. Santo André. 23 e 24 /0 8. Sábado e domingo, às 20h30, no Galpão 1. Belenzinho. ONDE O RIO FEZ A CURVA. Direção Ligia Veiga. Com Andréia Lopez,Clevinho de Oliveira, Fabio Prudhente, Feu de Andrade, Guarahna Ramos e Paulo Willians. 22 /0 8. Sexta, às 15h. Na Praça de Eventos. Itaquera. 23 /0 8. Sábado às 17h, na Praça. Santo
LOS MÚSICOS AMBULANTES. (Peru). Direção Miguel Rublo Zapata. Com o rupo Yuyachkani. 23 e 24 /0 8. Sábao e domingo, às 21 h. No Teatro. Be lenzinho.
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CICLO DE LEITURAS DRAMÁTICAS E OFICINAS. (México) Com o Grupo de jovens dramaturgos independentes da Cidade do México Telón d e Aquiles. Oficina 1 - linhas de Ação/ Oficina 2 - O Teatro Contemporâneo Mexica n o/ Oficina 3 - Seqüências Adjetivas. Leitura 1 - Telefonemas, de Edgar Chias /Leitura 2 - Criaturas y Perras, de Luis E. Gutierrez. Segunda a sexta, às lOh (oficina 1), 14h (oficina 2) e 18h (oficina 3), terça, às 21 h (leitura 1J, quinta, às 21 h, (Leitura 2), na Sala Ômega. Consolação. HUMUS. Direção: Soledad González. C ia Los O jos d e Ia M a ja d a . 27 e 28 /0 8. Quarta e quinta, às 21 h, no Teatro. Consolação. INFORME PARA UNA ACADEMIA. (Ar gentina) Monólogo. Texto: Franz Kafica. Com El M u e re río . 27 e 28 /0 8. Quarta e quinta, às 20h30, no Galpão 1. Belenzinho. RICARDO III. (Colômbia). Direção Heidi Abderhalden. Com o grupo M a p a Teatro. 29, 30 e 3 1 /0 8 . Sexta, sába do e domingo, às 21 h. No Galpão de Exposições. Belenzinho. VIAGEM EM TERRA INTERIOR. Da dire tora francesa Léa Dant. Somente 10 pessoas por espetáculo. 29, 30 e 3 1 /0 8 . Sexta, sábado e domingo, às 17h, 19h e 21 h. Espaço de Eventos. Ipiranga. CUENTOS DE HADAS. (Uruguai). De Raauel Diana. Com El G a lp á n . 30 /0 8. Sábado, às 20h. No Galpão 1. Belenzinho. EL LAZARILLO DE TORMES. (Uruguai) Texto de 1554, de autor desconhecido, que conta a vida de Lazarillo de Tormes. Com o grupo El G alp ó n . 31 /0 8 . Domingo, às 20h. No Galpão T. Belenzinho. SEGUNDAS EM CENA - REPERTÓRIOS. 60 lugares. «Acordei que Sonhava. Adaptação e direção de Claudia Schapira. Com N ú c leo Bartolom eu de Depoim entos. 2 5 /0 8 . Segunda, 21 h. Pinheiros. oficinas CENOGRAFIA EM QORPO SANTO. Com cenógrafos do N ú c leo D e ba te C e n o g ra fia Brasil. Vagas Limitadas. Direcionado à estudantes e profissio nais de artes cênicas com currículo e carta de intenção até dia 14 /0 8 no Se tor de Eventos, 8o andar. Efetivação da inscrição até 19 /0 8 no Setor de Matrí culas, 1° andar. 20 /0 8. Quarta, das 1Oh às 18h. Sala Ômega. Consolação.
TODO MUNDO É UM PALCO. Antologia de pequenos textos teatrais de grandes auto res universais. Uma peça teatral de gran de participação. A magia das palavras, as cores e as canções convidam o público a participar desta grande festa popular. Teatro A rfim a gem . (Portugal). 29/08. Sexta, às 21 h, no Teatro. Ipiranga. COROS PARA DEPOIS DOS ASSASSI NATOS. A peça conta um aconteci mento no Ano de 2030. Dentre os per sonagens desta trama destacam-se um operário de uma fábrica de armamen tos, funcionários do governo e protes tantes de extrema esquerda e direta, entre outros. Teatro A rfim a g e m . (Por tugal). 30 /0 8 . Sábado, às 21 h, no Teatro. Ipiranga.
MÚSICA
BAJO FONDO. (Uruguai/Argentina) Ritmos eletrônicos e sons latinos clás sicos. Com Juán Campodónico. 2 0 /0 8 . Quarta, às 20h30, na Choperia. Pompéia. DE REPENTE. A ligação entre a Trova medieval e o Repente brasileiro. Com participação especial do grupo co lombiano Los Gaiteros de San Jacin to. Grátis. 20, 21, 22, 27, 28 e 2 9 /0 8 . Quartas, quintas e sextas, das 12h às 19h. 24 de Maio. IBÉRICOS. Show com músicos que trazem a tradição e a fusão da música ibérica com a música brasileira. «Virgínia Rosa. 20 /0 8. Quarta, às 20h. «Instrumental Flamenco. Com Tito Gonzáles, José Fernandez, Baulé e o Beto Angerosa. Grátis. 21/0 8. Quinta, às 20h, no Hall de Convivência. «Raauel Pessoa. Apre senta-se acompanhada por um quarteto de cordas. 25 e 26/08. Segunda e ter ça, às 20h. «Carcoarco. Hall de Convi vência. 27 e 28/08. Quarta e quinta, às 20h. Consolação. SR. COCONUT. (Chile/Alem anha/ Venezuela/Dinamarca). Grupo de música eletro-acústica. 20/08.Q u arta, às 20h30, na Choperia. Pompéia. TRIO SETÓ. Homenageia o cubano Leo Brouwer. 2 0 /0 8 . Quarta, às 21 h, no Teatro. Ipiranga. ANTONIO CHAINHO, SAMIR E WISSAN JUBRAN, CARLINHOS ANTU NES E QUARTETO ORIGINAL. O encontro da música brasileira com suas influências moura e portuguesa. 21 e 2 2 /0 8 . Quinta e sexta, às 21 h, no Teatro. Vila Mariana.
CUBA ENCONTRA BRASIL. Com Lívio Tragtenberg e Alfredo Triff (Brasil e Cuba). 2 1 /0 8 . Quinta, às 21 h. Teatro. Ipiranga. RENATO BORGHETHIE CHANGO SPASIUK. 2 1 /0 8 . quinta, às 21 h, no Teatro. Santo André. 2 3 /0 8 , sábado, às 20h. Santo Amaro. ACTITUD MARIA MARTHA. (Argentina). Grupo revelação de rap. 2 2 /0 8 . Sex ta, às 18h. No Quintal. Ipiranga. 2 3 /0 8 . Sábado às 20h30. Pompéia. 2 4 /0 8 . Domingo, às 15h. Itaquera. LOS GAITEROS DE SAN JACINTO. (Colômbia). Tradicional música fol clórica colombiana. 2 2 /0 8 . Sexta às 20h. São Caetano. 2 3 /0 8 . Sába do, às 13h. N a Praça de Eventos. Itaquera. 2 4 /0 8 . Domingo, às 15h. Interlagos. MÚSICA DAS RUAS. «Grupo Cupuaçu. 160 lugares. 2 2 /0 8 . Sexta, às 20h. •Nêne de Vila Matilde. 160 lugares. 2 9 /0 8 . Sexta, às 20h. São Caetano. RAPPIN' HOOD. Hip Hop brasileiro. 2 2 /0 8 . Sexta, às 18h, no quintal. Ipi ranga. 2 3 /0 8 . Sábado, às 20h30. Pompéia. 2 4 /0 8 . Domingo, às 15h. Itaquera. TIRO DE GRACIA. (Chile). Um dos maiores representantes do Hip Hop chileno. 2 2 /0 8 . Sexta, às 18h. No Quintal. Ipiranga. 2 3 /0 8 . Sábado às 20h30. Pompéia. 2 4 /0 8 . Domingo às 15h. Itaquera. WILLY VERDAGUER E BANDA. 2 2 /0 8 . Sexta, às 21 h. No teatro. Ipiranga. CANCIONEIRO INFANTIL. Espetáculo com os grupos Murucututu (Brasil), Los Musiqueiros (Argentina) e Pájaros Pintados (Uruguai). 23 e 2 4 /0 8 . Sábado e domingo, às 16h. Ipiranga. GURRUFÍO. (Venezuela) Quarteto ins trumental. 2 3 /0 8 . Sábado, às 17h30. No Bar. Belenzinho. 25 /0 8 . Segunda, às 18h30. Avenida Paulis ta. 2 6 /0 8 . Terça às 20h. Santo Amaro. 2 8 /0 8 . Sexta, às 19h. Ipi-
LUZMILA CARPIO. (Bolívia) Em sua mú sica, uma mensagem própria da cul tura de Qala Qala. 23 e 24 /0 8 . Sábado às 21 h, domingo às 18h, no Teatro. Pompéia. O RAPPA. 2 4 /0 8 . Domingo, às lóh, no Palco do Lago. Itaquera. ROBERTO CORREA, BADIA MEDEIROS E PAULO FREIRE. Show do CD Esb ra ngente. 2 4 /0 8 . Domingo, às 11 h. No teatro. Belenzinho. EUGÊNIA MC. (Portugal). 2 6 /0 8 . Terça às 21 h, no Teatro. Vila Mariana. MÔNICA SALMASO - BOLEROS E SAM BAS - CANÇÕES. 2 6 /0 8 . Terça, 21 h. Pinheiros.
LILA DOWNS. (México). 29 /0 8 . Quar ta, às 21 h, no Teatro. Santo André. 30 e 3 1 /0 8 . Sábado às 21 h, domingo às 18h, no Teatro. Pompéia.
MONTEVIDEO X 4. (Uruguai). Com a C ia . M o n te v id e o X 4 . 30 e 3 1 /0 8 . Sábado, às 21 h e domingo, às 19h. No teatro. Santo André.
LUCIANA SOUZA. Apresenta o repertório do CD B ra zilia n Duos. 28 e 29 /0 8 . Quinta e sexta, às 21 h, no Teatro. Vila Mariana.
OS FANTASMAS DA DESVIO. Com C ia . d e d a n ç a D e s v io . 3 0 /0 8 . Sábado, às 14h. No Teatro. Interlagos. 3 1 /0 8 . Domingo, às 12h, Sede Social. Itaquera.
SARAU FLAMENGO. Especial de música e dança flamenca. 2 8 /0 8 . Quinta, às 21 h. Pinheiros. SARAU ARGENTINO. Liliana Herrero e Arismar do Espírito Santo. Juntos pro põe uma moderna interpretação do tango argentino. 2 9 /0 8 . Sexta, às 21 h. Pinheiros. GONZALO RUBALCABA. (Cuba). 30 e 31 /0 8 . Sábado às 21 h, domingo às 18h, no Teatro. Vila Mariana. LILIANA HERRERO. (Argentina). Uma moderna forma de interpretação do tango. 3 0 /0 8 . Sábado, às 17h30. No Bar. Belenzinho. VICTOR BIGLIONE. 30 /0 8 . Sábado, às 20h. Santo Amaro. RUFO HERRERA E ORQUESTRA EX PERIMENTAL DA UFOP. (Argenti n a/B rasil). 3 1 /0 8 . Domingo, às 1 1 h. Belenzinho. DANÇA espetáculos Consulte preços nas Unidades. DUAS SEM TRÊS. (Cabo Verde). Do tex to D uas sem Três, de Mário Lúcio Sou sa. Coreografia de Margarida Mestre. Com a C/a. R a iz d e Polon. 2 0 e 21 /0 8 . Quarta e quinta, às 21 h. No Teatro. Consolação. UN ANGE PASSE-PASSE OU ENTRE LES LIGNES IL Y A UN MONDE. (França). Com Denise Namura e Michael Bugdahn. C/e. Â Fleur de Peau. 21 e 2 2 /0 8 . Quinta e sexta, às 21 h. No teatro. Pompéia. ARTÉRIAS.2. Com N ú c leo A rté rias N o v a D a nç a. 23 e 2 4 /0 8 . Sábado e domin go, às 20h, no Teatro do Espaço de Eventos. Santo André. ÊXODO. (Venezuela). Coreografia Luz Urdaneta. C ia D a n z a h o y . 23 e 2 4 /0 8 . Sábado às 21 h, domingo às 18h, no Teatro. Vila Mariana.
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ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS LITERATURA
LIKE AN IDIOT. Criação, direção, coreo grafia e interpretação: Cristina Moura. 23 e 2 4 /0 8 . Sábado e domingo, às 21 h. Ipiranga.
AUTO-PSI. Intervenção Urbana. Grátis. De 20 a 3 1 /0 8 . Terça a domingo, das 15h às 1 8h, no Hall de Entrada. Ipiranga.
LOLA LA LOCA. (Suiça). 23 e 2 4 /0 8 . Sábado às 21 h, domingo às 20h, no Teatro. Consolação.
exposições PALAVRA EXTRAPOLADA. Mostra que apresenta um recorte da produção de artistas e poetas, de diversas ge rações e tendências que apropiamse do desenho, da forma, dos códi gos e processos da linguagem escri ta em sua obra. Coordenação de Inês Raphaelian. Grátis. De 20 a
EL ESCOTE. (Argentina). Com C/a. d e D a n z a El Escote. 2 6 /0 8 . Terça, às 21 h. No Teatro. Ipiranga.
3 1 /0 8 . Terça a sábado, das lOh às 18h, domingo das 1Oh às ló h . Pompéia.
palestras MAURO MALDONATO. (Itália). Psiuiatra e pensador italiano, Professor a Universidade de Basilicata. 2 1 /0 8 . Quinta,!Oh, Auditório. Vila Mariana. EDGAR MORIN. (França). Sociólogo, fi lósofo e pensador. Membro fundador da Academia da Latinidade, Presi dente da Unesco para assuntos cultur ais europeus e América Latina. 2 9 /0 8 . Sexta, às lOh, no Auditório. Avenida Paulista.
IDENTIDADES MESTIÇAS. Bate papo sobre a história indigena e negra do Brasil. Grátis. 2 8 /0 8 . Quinta, 18h30, Biblioteca. Carmo. HORIZONTES LITERÁRIOS. Escritora portuguesa Inês Pedrosa. Biblioteca Grátis. 2 9 /0 8 . Sexta, 18h30, na Bi blioteca. Carmo. CINEMA E VÍDEO
OLHARES SOBRE A AMÉRICA LATINA. Entre os mais de 20 títulos, serão exibidos clássicos há muito não vis tos como U k a m a u (1966), do boli viano Jorge Sanjinés; Reed : M é x ic o In su rg en te (1970), dirigido por Paul Léduc; a única cópia existente de F a n d o y Lis (1967), a pérola do cin ema fantástico assinaaa por Alejandro Jodorowski; M e m ó r ia s d o S u b d e se n v o lv im en to (1968), do cubano Tomás Gutierrez Alea; S u r (1987), de Fernando Solanas; o belo docu mentário dirigido por Sergei Eisenstein, Q u e V iv a M é x ic o !, além dos brasileiros Terra em Transe, N o ite s P a r a g u a ia s e M e m ó r ia s d o C á rc e re . De 20 a 3 1 /0 8 . Consulte datas e horários na Unidade. CineSesc. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO restaurantes ROTEIRO GASTRONÔMICO. Com o c h e f Joel Dias. 1 9 /0 8 (Itália), 2 0 /0 8 (Argentina), 2 1 /0 8 (França), 2 2 /0 8 (México), 2 3 /0 8 (Brasil Norte e Nordeste), 2 6 /0 8 (Cuba), 2 7 /0 8 (Portugal), 2 8 /0 8 (Brasil Sul e Sudeste), 2 9 /0 8 (Espanha) e 3 0 /0 8 (Brasil - Centro-oeste). De 19 a 3 0 /0 8 . Das 12h às 15h, no res taurante. Santo Amaro. SOCIEDADE E CIDADANIA especial INTERVENÇÕES URBANAS. Arte leva da as ruas por meio de educadores. Música, dança, teatro, cinema, lite ratura e artes plásticas. Consulte o preço na Unidade. 29, 30 e 3 1 /0 8 . Sexta, em São Caetano do Sul; sábado, em Mauá e Domingo, em Diadema. Sempre das lOh às 17h. São Caetano. INFANTIL espetáculos TODO O MUNDO É UM PALCO. (Por tugal). Direção: José Leitão. Com o G r u p o Teatro A r t'Im a g e m d e P ortu g a l. A partir de 4 anos. No Teatro. 23, 24, 30 e 3 1 /0 8 . Sábados e domingos, lóh. Belenzinho. MARIA DAS CORES E SEUS AMORES. (Argentina/Brasil). Espetáculo e lan çamento do livro homônimo, em edi ção bilingüe, português e espanhol. Criação, direção e interpretação Olga Romero. 3 0 /0 8 . Sábado, às 15h. No teatro. Pinheiros.
CCDFriAl
LATINIDADES
AV.
PAULISTA Endereço: Av. Álvaro Ramos, 915 Telefone: (0X X 11) 6 6 0 2 3 7 00 Horário: Terça a Sexta, das 13h às 22h, Sábados, domingos e feriados, DAS 10HÀS 19h em ail @belenzinho. sescsp. org. br TEATRO espetáculos WOYZECK, O BRASILEIRO. Direção: Cibele Forjaz. Com: Matheus Nachtergaele, Marcélia Cartaxo, Nilton Bicudo e outros. Adaptação do texto de Büchner. R$ 15,00; R$ 10,0 0 p ). R$7 ,50p » . Até03/08. Sextas, sábados e domingos às 21 h. A PAIXÃO SEGUNDO G.H. Adaptação do romance homônimo de Clarice Lispector, por Fauzi Arap. Com direção de Enrique Diaz e interpretação de Mariana Lima. R$ 20,00; R$ 15,00 p ). R$ 10,00 p , ❖). Até 10/08. Sábados e domingos, às 20h. BISPO. Espetáculo mostra o universo místico de Arthur Bispo do Rosário. Direção, texto e dramaturgia: João Miguel e Edgar Na varro. Galpão 1. R$ 15,00; R$ 10,00 p ). R$ 7,50 (O, ❖). Até 10/08. Sábados e domingos, às 19h30.
Endereço : Av. Paulista, 119 Telefone: ( 0 X X 1 1) 3 1 7 9 3 4 0 0 H orário : Segunda a Sexta, das 9 h 3 0 às 18 h em ail@ paulista.sescsp.org.br
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INSTRUMENTAL SESC BRASIL. O me lhor da música instrumental brasileira em trabalhos de artistas nacionais e internacionais. Retirada de ingressos com uma hora de antecedência. Grátis. Segundas, às 18h30. «Tira Poeira. O grupo formado por jovens músicos apresenta um choro renova do e dançante, com influência de es tilos variados como o maracatu, o rock, o jazz e o flamenco. Contando com choros antigos tocados de ma neira nova, seu repertório inclui obras de W aldir Azevedo, Pixinguinha, Noel Rosa, Cartola e Jacob do Ban dolim. 0 4 /0 8 . «Terra Brasil. Forma do em 1992, o grupo já se apresen tou no Canadá e Alemanha. Neste show, faz o lançamento de seu quar to CD, um trabalho autoral que enfa tiza a improvisação jazzística e conta com bossas, valsas e baladas. 1 1 /0 8. «Conjunto Um a Zero. Cria do em 1982 por Osvaldo Colagrande, o grupo batizado com o nome de um dos mais famosos choros de Pixin guinha apresenta um trabalho volta do à divulgação deste estilo e seus correlatos, como o samba, o maxixe, o baião, a valsa. Grátis. 18 /0 8. Se gunda, às 18h30.
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ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS exposições HELEN FAGANELLO. A artista une a fo tografia à técnicas de colagem, re produção por xerox e pinturas, obten do imagens muito singulares na sua resolução final. Nesta série, ela se uti liza de fotografias dos reflexos da avenida Paulista, nos vidros da facha da da galeria. Uma visão da cidade contemporânea nestas quase pinturas ue buscam mimetizar algo da lógica o imaginário urbano. Grátis. Até 0 8 /0 8 . Segunda a sexta, das lOh às 19h. instalações 10 COMMS. Projeto híbrido e cross mídia que explora novos paradigmas da cria ção artística para ambientes on line. Gisele Beiguelman (BRA), Mark Amerika (EUA), Marcus Bastos (BRA), Helga Stein (BRA), Rick Silva (BRA), Trace Redell (EUA), Chad Mossholder (EUA). Grátis. De 20 a 31 /0 8. Segunda a sexta, das lOh às 19h.
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A POLTRONA ESCURA. Recriação narrativa de três novelas de Luigi Pirandello, do livro de contos Berecche e Ia guerra. Direção: Roberto Bacci. Cenografia: Márcio Medina. Com: Cacá Carvalho. Uma parceria com a Fondazione Pontedera Teatro (Itália). Recomendado para maiores de 14 anos. recreação Galpão 2. R$ 15,00; R$ 10,00 p ). R$ QUEBRANDO A CUCA - PARA ADULTOS. 7,50 p ) . Até 07/09. Sábados e Domin Grátis. Sábados, domingos e feriados, das gos, às 18h. 14h às 18h30. MÚSICA música erudita CONCERTOS SESC & SINFONIA CULTURA Uma parceria entre o Sesc São Paulo e a Fundação Padre Anchieta. «Tema e Varia ções. Francisco Braga, Rachmaninoff, Brahms, Haydn. Com a solista Midori Maeshiro sob a regência do Maestro Lutero Rodrigues.Teatro. R$ 5,00; R$ 2,50 p ). Grátis (O). 03/08. Domingo, às 1 lh. «A Música dos Mestres. Schubert, Beelhoven e Schumann, sob a regência do Maestro Gottfried Engels.Tealro. R$ 5,00; R$ 2,50 P ). Grátis (O). 17/08. Domingo, às 1lh.
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É uma iniciativa permanente de ação social e educativa que integra empresas, institu- E & f jjk ições sociais e voluntários. Criado em 1994, 5BL tem por objetivo contribuir para diminuir o ^ \ desperdício de alimentos e a fome. Dispõe m B S O íg fS f V V de um serviço estratégico de transporte de oficinas alimentos, estabelecendo uma conexão entre empresas que doam e instituições soci CULINÁRIA INTELIGENTE - QUALIDADE E ais que, re recebem essas doações. O MESA BRASIL SESC SÃO PAULO desenvolve tam BAIXO CUSTO. «Aproveitamento Total bém uma série de atividades educativas junto às instituições beneficentes, ministrando dos Alimentos. R$ 4,00; R$ 2,00 (□). R$ cursos e palestras sobre higiene, conservação, preparo de refeições e variadas formas 1,50 (O). 08/08. Sexta, das I4h ás 18h. de se evitar o desperdício.
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O cartão de matrícula no Sesc é o seu passaporte para participar, com vantagens, das varias atividades oferecidas e também para desfrutar das piscinas, quadras e outros equipamentos.
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1 SESC
INTERLA bee. Início dos jogos dia 1 7 /0 8 . Domingos, a partir das 1Oh. COPA AESA. Futsal, handebol, basquete bol e vôlei, nas categorias masculino e feminino realizado entre alunos de 25 escolas particulares da zona sul. 16, 23 e 3 0 /0 8 . Sábado, das 9h às 17h.
da Ciência. Fórum de 2 9 /0 8 . Sexta, às lOh.
debates.
recreação FUTEBOL DO FUTURO. De 12 a 17 anos. Quintas, às lOh e às 14h e sábados, às 1Oh. INFANTIL
CO PA 3 ESTAÇÕES - J O G O S DE IN V E R N O . «Torneio de Futsal. 03, 10 e 17 /0 8. Domingo, a partir das lOh. •Torneio de Tênis de Campo. Masculi no. A partir de 14 anos. 03, 10 e 17 /0 8. Domingo, a partir das lOh. •Clínica e Torneio de Xadrez. 10/08. Domingo, a partir das 1Oh.
SESC&EMPRESA. Programa de assessoria para grêmios e associações de empre sas comerciai. Quarta a domingo e feri ados, das 9h às 17h30. CORPO E EXPRESSÃO
Enobreço: Av. Manoel Alves Soares, 1 1 0 0 Telefone: ( 0 X X 1 1) 5 6 6 2 9 5 0 0 Horário: Quarta a Domingo e feriados, das 8 h 3 0 Às 17 h 30. email@ interlagos.sescsp.org.br
espetáculos O ALFAIATE E O GIGANTE. Com o Ateliê Teatro. 03, 10 e 17 /0 8. Domingo, às 13h
LITERATURA instalações SALA DE LEITURA. Grátis. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h30. especial BRINCANDO COM PALAVRAS. Sala de Leitura. 02 e 0 9 /0 8 . Sábado, a par tir das 14h. ESPORTES
NAU CATARINETA. Com a C ia A b a ré te a tro. 07, 14 e 21 /0 8 . Quintas, às 1Oh e às 14h
instalações CONJUNTO AQUÁTICO. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h30
O CIENTISTA E A LUA. Com a C ia Suno d e Arte. 24 e 3 1 /0 8 . Domingo, às 13h
CONJUNTO ESPORTIVO. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h30
oficinas TEATRO JOVEM. 16, 23 e 3 0 /0 8 . Sába do, a partir das 13h
especial ESPAÇO XADREZ. Sábados e domin gos, a partir das 1Oh.
MÚSICA
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BEM BRASIL. O melhor da legítima músi ca brasileira. Shows ao vivo transmiti dos pela TV Cultura. Domingos, às 14h.
CHÁ, BOLO E BOA COMPANHIA. Apre sentação de MPB. Café Campestre. 3 0 /0 8. Sábado, às 15h. DANÇA aulas abertas DANÇA DE SALÃO. 03, 10, 17, 24 e 31 /0 8 . Domingos, às 15h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS aulas abertas FOTOCLUBISMO. Fotografia em meio à natureza. Inscrições na Central de Atendimento. 02, 09, 16, 23 e 3 0 /0 8 Sábado, às 9h30.
NATAÇÃO. Quartas, para crianças até 14 anos, e aos sábados, a partir de 15 anos. Quartas às 9h30, 10h30 e 14h; quintas, às 9h30 e às 10h30; sábados, às 10h30.
aulas abertas AULA ABERTA DE MASSAGEM ORIEN TAL Sala 6. 17 e 2 4 /0 8 . Domingo, a partir das 10h30. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Quartas, sábados e domingos, às 10h30. caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. Quartas, sába dos, domingos e feriados, às 9h30. NATUREZA E MEIO AMBIENTE VIVA O VERDE. Programa dirigido a gru pos de Escolas, ONGs, Associações Comunitárias, Grêmios de empresas e Instituições engajadas num processo de construção de uma nova relação do homem com o meio ambiente. De auarta a sábado, nos períodos da manhã e tarde. Informações e agendamento de quarta a sábado, pelo fone 56629500, fax 5662 9503 e email@interlagos.sescsp.org.br. Preços especiais par escolas públicas, grêmios de empresas, creches e entidades assistenciais. Ativi dades básicas do programa Viva o Verde: Bichos do Sesc , Ciclo da Água, Lixo no Lixo, Viva o Viveiro e Mata Atlântica. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h30. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO CHURRASQUEIRAS. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h30.
k
S F q U E , P R A Q U Ê ? Instalações cenográficas e atividades integradas como teatro&educação, teatro&animação, oficinas de experiências, debates&relatos e mostras temáticas. Visitas monitoradas de escolas, empresas e instituições podem ser agendadas de quarta a sábado, das 9n às 17h, na Central de Atendimen to pelo telefone 5 6 62 95 00 e fax 56629503. «Cidade Viva. Maquete. Quinta, a partir das 11 h. «Quebracabeça. Oficina. 0 2 /0 8 . Sábado, às 1Oh e às 14h. «Pára-quedas. Oficina. 0 3 /0 8 . Domingo, às lOh e às 14h. •Instrumentos de Estação Metereológica. Oficina. 0 9 /0 8 . Sábado, às lOh e às 14h. «Brincando com Movi mentos Variados. Oficina. 10 /0 8 . Domingo, às lOh e às 14h. «Combi nação de Cores. Oficina. 16 /0 8 . Sábado, às 1Oh e às 14h. «Princípio da Animação. Oficina. 1 7 /0 8 . Domingo, às 1Oh e às 14h. «Equilí brio de Peso. Oficina. 2 3 /0 8 . Sába do, às 1Oh e às 14h. «Brinquedos Sonoros. Oficina. 2 4 /0 8 . Domingo, às 1Oh e às 14h.
SESC CURUMIM. De 7 a 12 anos matri culadas no Sesc. Atividades moni toradas de esportes, artes, ciência, tecnologia, meio ambiente e cidada nia. Quarta a sexta, das 9h30 às 12h e das 13h às 16h30. espaço lúdico J O G O S E B R IN C A D E IR A S . De 7 a 12 anos. «Brinquedos em Sucata. Ofici na. 17 e 3 1 /0 8 . Domingo, às lOh e às 14h. TERCEIRA IDADE especial REDESCOBRINDO A AMÉRICA. O even to reúne diversos grupos da terceira idade em uma programação voltada à natureza. Agendamento de grupos na Central de Atendimento. 21 /0 8 . Quinta, a partir das 9h.
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especial P O R Q U E , P RA Q U Ê ? Instalações cenográficas e atividades integradas como teatro&educação, teatro&animação, oficinas de experiências, debates&relatos e mostras temáticas. Visitas monitoradas de escolas, empresas e instituições podem ser agendadas de quarta a sábado, das 9h às 17h, na Central de Atendimen to pelo telefone 56 62 95 00 e fax 56629503. «Ciência Sem Educação? Fórum de debates. 2 2 /0 8 . Sexta, a partir das lOh. «Curiosidade: A Arte
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IPIRA A partir de 15 anos DANÇAS BRASILEIRAS. R$ 44,00 P ). R$ 22.00 (O). Quartas e sextas, às 14h30 DANÇA DE SALÃO. Sala 3. R$ 44,00 P ). R$ 22,00 (O). Quartas e sextas, às 20h30 e Sábados, às 14h30.
Mirim, infantil, juvenil e adulto, masculino e feminino. Ginásio. Grátis. 23 e 24/08. Sábado e domingo, a partir das 9h30 CORPO E EXPRESSÃO
MARATONA DO CORPO. Palestras. Grátis. 01/08. Terça a sexta das 8h às 11 h, das 14h às 17h e das 18h às 21 h.
DANÇA DO VENTRE. R$ 44,00 P ). R$ 22.00 (O). Sábado, das 13h às 14h30. MULTIMÍDIA E INTERNET serviços INTERNET UVRE. Grátis. «Currículo na Net. Quintas, das 19h às 20h. «Nota Azul. Terça a sexta, das 14h às 15h e das 18h às 19h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS P a tife B a n d . Dia 0 7 /0 8
Endereço: Rua Bom Pastor, 8 2 2 Telefone: (0 X X 1 1) 3 3 4 0 2 0 0 0 H orário: Terça a Sexta, das 0 7 Às 2 2 h . Sábados , do mingos e FERIADOS, DAS 9h ÀS 18h. e m a il@ ip ir a n g a .s e s c s p .o r g .b r
TEATRO espetáculos BURUNDANGA. Estréia da peça que conta as aventuras de dois malandros ao chegarem numa cidadezinha do interior. Com a Cia. Delas. Direção de Nelson Baskerville. Teatro. R$ 8,00; R$ 4,00 (□ , ❖). R$ 2,00 (O). 09 /0 8 . Sábado, às 19h.
E N C O N T R O S M U S IC A IS D A N O V A S A FRA D A M P B . «Duo Rubens Noguei ra e liana Volcov e Nina Halffeld. Teatro. R$ 8,00; R$ 4,00 (□ , ❖). R$ 2.00 (O). 0 1 /0 8 . Sexta, às 21 h.
R O C K C O N T E M P O R Â N E O . «Patife Band. Abertura da Banda Sukupira, de Minas Gerais. Teatro. R$ 6,00; R$ 3.00 (□ , ❖ ). R$ 2,00 (O). 0 7 /0 8 . Quinta, às 21 h.
HOMENS, SANTOS E DESERTORES. Texto de Mário Bortolotto. Com Mário Bortolotto e Gabriel Pinheiro. Direção de Fernanda D'umbra. Teatro. R$ 8,00; R$ 4,00 (□ , ❖). R$ 2,00 (O). 16 /0 8. Sábado, às 18h.
LEITURA, CAFÉ E M Ú S IC A . Interpretada por estudantes de música do Instituto de Artes da Unesp. «Duo Percurso. Área de Convivência. Grátis. 03, 10, 17, 24 e 3 1 /0 8 . Domingos, às 1Oh
w orks hops TRABALHO DE ATOR. Encontro com o ator sul-africano Sotigui Kouyté, inte grante da companhia do diretor tea tral inglês Peter Brook. 40 vagas. En viar currículo e carta de interesse para participar da seleção para o email: juiardim@uol.com.br. 12, 13, 14 e 15 /0 8. Terça a sexta, das 9h às 15h.
VIOLÃO POPULAR. R$ 60,00 (□). R$ 40.00 (O). Às sextas, das 16h às 17h30 e das 17h30 às 19h.
GRAM. Teatro. R$ 6,00; R$ 3,00 (□, ❖). R$ 2,00 (O). 0 6 /0 8 . Quarta, às 21 h. C O Z IN H A BRASILEIRA. Espaço dedica do ao samba. Acompanha uma fei joada. «Cadinhos do Cavaco. Quin tal. Grátis. 09 /0 8 . Sábado, às 12h.
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MÓVEIS E OBJETOS DE PAPEL R$ 30,00 P ). R$ 15,00 (O). De 0 5 /0 8 a 04/11. Terças, das 19h às 22h.
IN S TRUM ENTAL & C IA. «Zerró Santos Trio. Área de convivência. Grátis. 01, 08 e 15 /0 8. Sextas, às 19h.
música erudita FA M A E E SQ U E C IM E N TO . Curadoria de Marina Brandão. «Trio Súbito. EU QUERO VER O SOL NASCER, NÃO Apresenta obras de Stahl, Dohnányi, DO JEITO QUE VEJO. Espetáculo so Strauss, Françaix e Rechtman. Teatro. lo. Com Miguel Rocha. Teatro. Grátis. R$ 6,00; R$ 3,00 (□ , ❖). R$ 2,00 1 4 /0 8. Quinta, às 21 h. (O). 0 8 /0 8 . Sexta, às 21 h.
MÚSICA
oficinas COR E EQUILÍBRIO. R$ 30,00 P ). R$ 15.00 (O). Quartas e sextas, das 14h30 às 17h30.
DANÇA espetáculos O U T R A S D A N Ç A S . «Carnaval em Sampa. Com Sergio Rocha. Área de Convivência. Grátis. 0 6 /0 8 . Quarta, às 20h. «Uísque of Chuchu. Com o Grupo Insaio. Teatro. Grátis. 13 /0 8. Quarta, às 21 h. «Vídeos. Gravados para o programa STV na Dança. Dia 06 - Fruto da Terra com Cisne Negro Cia de Dança; Dia 13 - Como Se Não Coubesse No Peito com Balé da Cidade de São Paulo; Dia 20 Ozee/eezo com Cia Corpos Nôma des; Dia 27 - Máscaras com C ia A la y a D a n ç as . Bar/Café e Saguão do Teatro. Grátis. Quartas, a partir das 14h.
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UTERATURA
IHTUR AS N A C O N V IV Ê N C IA Com Suzana Salles. «Hilda Hilst. Leituras dos poe mas da autora. Área de Convivência. Grátis. 08/08. Sexta, às 20h.
VOGA A partir de 16 anos, na Sala 3. R$ 44.00 P ) e R$ 22,00 (O). «Swásthya. Terças e quintas, às 7h ,16h30 e 19h30. •Hatha Yoga. Quartas e sextas, às 17h30 e às 19h30. INFANTIL
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CLUBE DA NATAÇÃO. R$ 30,00 P ). R$ 15.00 (O). Sábado, às 9h30 FUTSAL Masculino Infantil, de 7 a 10 anos. Ginásio. R$ 22,00 p ) . R$ 11,00 (O). Quartas e sextas, às 14h30. torneios e cam peonatos 6a COPA NINDO-KAN DE KARATE-DO.
HIDROGINÁSTICA R$ 17,50 (O) e R$ 35.00 ( □). Terça e quinta, às 8h, 9h, llh , 12h, 13h30, 16h30 e 17h30. Quarta e Sexta —às 8h, 11 h, 12h, 14h30, 16h30, 17h30 e 18h30. NATAÇÃO. R$ 15,50 (O) e R$ 35,00 P ). Terça e quinta, às 15h30 e quarta e sex ta, às 1Oh.
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VIOLÃO. Sextas, das 14h às 17h. Sábados, das 9h às 11 h. PERCUSSÃO CORPORAL. Domingo, das lOh às 12h. CORAL. Sábados, das 1 lh 3 0 às 14h. ESPORTES especial TORNEIO INÍCIO DA COPA SESC SHOPPING METRO TATUAPÉ DE FUTSAL. Masculino e Feminino. 0 3 /0 8 . Domingo, às 8h30. COPA SESC SHOPPING METRO TATUA PÉ DE FUTSAL. Feminino e Masculino. 10, 17, 24 e 3 1 /0 8 . Domingos, às 8h30. TORNEIO INTER ATACADISTA DE FUTE BOL SOCIETY. 10, 17, 24 e 3 1 /0 8 . Domingos, às 8h30. TORNEIO INÍCIO DO ABERTO DE TÊNIS. 17 /0 8. Domingo, às 8h30.
TORNEIO ABERTO DE TÊNIS. Catego rias: Masculino A,B e C, Feminino e Infantil. Inscrições até 1 4 /0 8 . R$ 15,00; R$ 10,00 (O). Congresso Téc nico 1 6 /0 8 , àsl4h. 24 e 3 1 /0 8 . Domingos, às 8h30. D IA D O S PAIS E S P O R TIV O . Para pais e crianças até 14 anos. «Pescaria. 0 9 /0 8 . Sábado, às 11 h30. «Torneio de Futebol de Mesa. Aula aberta e torneio. 0 9 /0 8 . Sábado, às 14h. «2° Torneio Pais e Paz com Xadrez. Inscrições até 0 7 /8 via e-mail: x a d re z @ ita q u e ra .s e s c s p .o rg .b r. 1 0 /0 8 . Domingo, às 9h30. «Bas te de Dois. 1 0 /0 8 . Domingo 9h30. J O G O S D A C ID A D E : FESTIVAIS ESP O R TIV O S . Projeto em parceria com a Se cretaria Municipal de Esportes. «Tênis de Mesa. Festival. 16 /0 8 . Sábado, às 8h30. «Truco. Festival. 2 4 /0 8 . Sába do, às 8h30.
N Ú C L E O E S P O R TIV O . De 02 a 3 0 /0 8 . •Esporte Adulto. Basquete para adul tos acima de 18 anos. Sábados, às 9h30. «Esporte Criança. Vôlei, bas quete, futebol e ginástica para cri anças de 0 7 a 12 anos. Sábados, às 9h30. «Esporte Jovem. Basquete de 13 a 17 anos. Sábados, às 10h30. NÚCLEO GINÁSTICA. «Caminhada. Faixa etária livre. De 02 a 3 0 /0 8 . Sábados, às 9h30. «Ginástica Adul to. De 18 a 53 anos. De 0 7 a 2 8 /0 8 . Quintas, às 9h30. CORPO E EXPRESSÃO
DE 19 A 31 DE AGOSTO
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instala çõe s M IN I HALF. Quarta a domingo, das 1Oh às lóh. r e c re a ç a o CAIAQUE. Quartas e Quintas, das 1Oh às 12h. Sábados e Domingos, das 14h às 16h.
M U N D O M Á G IC O D O X A D R E Z . Informações: 6 5 2 3 -9 3 3 5 /9 3 3 0 ou pelo e-mail: xadrez@ itaquera.sescsp.org.br. «Empréstimo de materiais. Sala de Leitura. Quarta a domingo, das 9h às 17h. «Curso de Capacitação em Xadrez para Mulheres. 02 , 09 , 16, 23 e 3 0 /0 8 . Sábados, às 9h30. «Festival G i gante de Xadrez. Masculino e Fe minino. 2 8 /0 8 . Quinta, às 18h. •Congresso Técnico do Festival G i gante de Xadrez. 2 9 /0 8 . Sexta, às 14h.
p a le s tra s COLETA SELETIVA: POR ONDE COME ÇAR? Agendamento antecipado pelos telefones 6 5 2 3 -9 2 3 0 /9 2 2 9 . Grátis, exceto taxa de estacionamen to. 0 9 /0 8 . Sábado, às 1Oh.
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e s p e c ia l P Ò L O S IN T E G R A D O S D E E D U C A Ç Ã O A M B IE N T A L . Quarta a domingo, das 9h às 17h. «Herbário. «Horta. «Po mar. «Reciclagem de M ateriais. •Trilha. «Viveiro de Plantas.
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COLETA SELETIVA: ZONA LESTE FAZ. Grátis. 0 2 /0 8 . Sábado, das 15h às 17h.
e s p e c ia l ENCONTRO DA TERCEIRA IDADE. Neste mês, espetáculo musical de Caubv Peixoto. Agendamento ante cipado pelos telefones: 65 2 3 9 3 2 6 /9 3 1 6 . Grátis (acima de 55 anos). 2 8 /0 8 . Quinta, das 9h às 17h.
TERCEIRA IDADE
BENFEITO RES U R B A N O S . Direciona do a educadores e interessados nas questões socioambientais. Inscrições antecipadas pelos ramais 9 2 2 9 /9 2 3 4 . Grátis, exceto taxa de estacionamento. • Módulo I. Tema: Discutindo e praticando educação ambiental. 09 e 1 6 /0 8 . Sábados, das 9h às 17h. «Módulo II. Tema: A problemática do lixo nas metrópo les. 2 3 /0 8 . Sábado, das 9h às 17h. •Módulo III. Tema: A água e seus desafios. 3 0 /0 8 . Sábado, das 9h às 17h. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO re s ta u ra n te s ALIMENTAÇÃO - ESTAÇÃO CULTU RAL. Sábado, domingo e feriados, das 12h às 15h. lan c h o n e te s LANCHONETES. Quarta a domingo e feriados, das 1Oh às 17h.
espe tá cu lo s NÓS VAMO CONTÁ. Com a C ia . Pé n o C a n to . 3 1 /0 8 . Domingo, às 14h. O MISTÉRIO NA MATA. Com o grupo T re in a d o re s d a A le g r ia . 3 1 /0 8 . Domingo, às 14h. re c re a ç ã o P A R Q U E L Ú D IC O . Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. «Bichos da Mata. Seis esculturas gigantes de animais, ponte pênsil e um mirante
P R O G R A M A P E R M A N E N T E DE E D U C A Ç Ã O PARA O ENVELHECER S A U D ÁV E L. Sempre no último sábado do mês anterior, a partir das 9h. «AutoEstima & Arte. Estimula novas vivên cias e reflexões sobre situações do dia-a-dia, através de histórias, músi cas, desenhos. Grátis. 02 , 09 e 1 6 /0 8 . Sábados, das 14h às 16h. •Cam inhada O rientada. Grátis. Inscrições nos dias 02 e 0 3 /0 8 , das I Oh às 13h e das 14h às 16h. Sába dos, às 9h30. «Esporte Adaptado. Vôlei e basquete. Grátis. Inscrições nos dias 02 e 0 3 /0 8 , das 1Oh às 13h e das 14h às 16h. De 06 a 2 9 /0 8 . Quartas e Sextas, às 11 h. •Ginástica Voluntária. Grátis. Inscrições nos dias 02 e 0 3 /0 8 , das lOh às 13h e das 14h às ló h. De 06 a 2 9 /0 8 . Quartas e Sextas, às 9h30. «Recortes das Danças Lati nas. Grátis. Palco da Orquestra. 07, 14 e 2 1 /0 8 . Quintas, das 9h às I I h. «Oficina de Bolsa de Revista. Grátis. Quiosque da Praça. 09, 16 e 2 3 /0 8 . Sábados, das l l h às 13h. •Oficina de Biscuit. Grátis. Local: Camarim. 13, 20 e 2 7 /0 8 . Quartas, das 9h às ll h . «Ilustrando a Vida. Passeio ao Solo Sagrado. Inscrições prévias. Informações: 65 23 -93 26 R$ 10,00. 2 9 /0 8 . Sexta, às 8h. «Duo Mandinga. Músicas e ritmos latinos. No Café Aricanduva. 3 0 /0 8 . Sába do, às 12h.
Para fazer a matrícula no Sesc são necessários os seguintes documentos: Trabalhador no comércio é serviços, em atividade ou aposentado - carteira profissional e documento de identidade. Dependentes: cônjuge - certidão de casamento e documento de identidade; filhos menores de 21 anos- certidão de nascimento ou doc. de identidade; pais do titular - documento de identidade. Para os aposentados, apresentar também o carnê do INSS. Outros: documento de identidade do titular. Depen dentes: cônjuge - certidão de casamento e documento de identidade; filhos menores de 21 anos- certidão de nascimento ou documento de identidade. A matrícula tem validade de 12 meses.
Rua Florênoo de Abreu, 3 0 5 Telefone: ( 0 X X 1 1) 3 3 2 9 2 8 0 0 H o rá rio : Segunda a Sexta, das 08 h às 21 h. e m a il @ o d o n to lo g ia , sescsp. o r g .b r
CLÍN IC A S O D O N T O L Ó G IC A S . O servi ço de odontologia do Sesc oferece tratamentos clínicos e cirúrgicos em diferentes especialidades: endodontia, periodonfia, odontopediatria, prótese e rádio-diagnóstico. As ações na área de odontologia procuram prevenir e evitar problemas de saúde, sendo complementadas também por trabalho educacional. Informe-se sobre o período de inscrição nas uni dades do Sesc. «Atendimento a Adultos. Atendimento aos trabal hadores no comércio e serviços matriculados e seus dependentes. Atendemos as seguintes especialida des odontológicas: restaurações em geral, tratamento de canal, doenças da gengiva, cirurgias, odontopedia tria, próteses, radiologia (radiogra fias panorâmicas, periapicais, interproximais e oclusais). Não oferece mos implantes dentários e ortodontia (aparemos corretivos). Segunda a sexta, das 8h às 21 h. «Atendimento a Menores de 11 Anos. Atendimento aos filhos (até 11 Anos) dos (O). O
Setor de Odontopediatria realiza res taurações em geral, tratamento de ca nal, doenças da gengiva, cirurgias, radiologia (radiografias panorâmi cas, periapicais, interproximais e oclusais). Não oferecemos ortodontia (aparelhos corretivos). O Sesc Odon tologia também oferece sistema de es cavação supervisionado por uma higienista, que em cada consulta reava lia e reforça os aspectos relativos à escavação e saúde bucal. Segunda a sexta, das 8h às 16h30 C A L E N D Á R IO DE PALESTRAS P R O G R A M A D A S . Orientação dos pacientes a respeito das normas de funcionamen to de nossa Clínica Odontológica, bem como dos aspectos relativos à manutenção da Saúde Bucal. Sala de reuniões, 6o. Andar. «Dr. Luiz Vicente Martino. 0 1 /0 8 . Sexta, às 17h. «Dr. Pedro Simões da Cunha Filho. 05, 12, 19 e 2 6 /0 8 . Terças, às 12h30 e 14h30. «Dr. Paulo Roberto Ramalho. 0 6 /0 8 . Quarta, às 08h e lOh. «Dra. Maria Cristina Cunha Alves. 08 /0 8 . Sexta, às 17h. «Dr. Paulo Sérgio Krauter de Andrade. 13 /0 8. Quarta, às 08h e 1Oh. «Dr. Bernardo Toledano. 15 e 2 2 /0 8 . Sextas, às 17h. •D ra. Jacqueline Del Carmen Callejas. 20 e 2 7 /0 8 . Quarta, 2 0 /0 8 , às 08h e Quarta, 2 7 /0 8 , às lOh.
SAÚDE BUCAL E ESTÉTICA DENTAL O q u e s ign ifica incrustação? O termo inscrustação é utilizado em odontologia para denominar uma peça que é embutida e fixada a um dente, com a fina lidade de reconstruí-lo. Q u a n d o d e ve s e r in d ic a d a u m a in crustação? Elas são indicadas nos casos em que as restaurações convencionais não conseguem devolver a forma nem a resistência adequadas ao dente que foi lesado por grandes cáries, fraturas, ou que tenha sofrido tratamento de canal. São utilizadas nos dentes posterioQ u ais os m a teria is utilizado s p a r a c onfe cc ionar as incrustações? Tradicional mente elas são feitas de ligas metálicas, porém, atualmente, podem também ser feitas de resina ou porcelana.
: PARAÍSO pensão completa no Sesc Caldas No vas e passeios pela cidade. FESTA DE FLORES E MORANGOS - ATIBAIA (SP). De 05 a 0 7 /0 9 . Saída: 19h. Incluso hospedagem com pensão completa. BERTIOGA (SP). De 10 a 1 6 /0 9 e de 0 7 a 1 3 /1 0 . Saídas: 7h. Incluso hospe dagem com pensão completa no Sesc Bertioga.
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RIO DE JANEIRO NATURAL (RJ). De 16 a 2 2 /0 9 . Saída: 19h. Incluso hospe dagem com meia pensão no Sesc Co pacabana. LAGES E GRAVATAL (SC). De 19 a 2 6 /0 9 . Saída: 20h. Incluso hospeda gem com pensão completa no Sesc Pousada Rural.
Endereço: Rua A bílio Soares, 4 0 4 Telefone: (0 X X 1 1) 3 0 5 4 9 0 0 0 H orário : Segunda a Sexta, das 9 h às 18 h e m a il@ p a r a is o .s e s c s p .o r g .b r
FÉRIAS E TURISMO SOCIAL INFORMAÇÕES GERAIS. Todas as excur sões rodoviárias e passeios de um dia incluem acompanhamento de técnico do Sesc, transporte, seguro viagem e, conforme o roteiro, lanche, almoço, ingressos e passeios. Podem partici par dos roteiros os comerciários e usuários matriculados. Para maiores informações e valores consulte a uni-
passeios d e um d ia D IV ER SÃ O P A U L O . Saídas do Sesc Pa raíso. «Igrejas Barrocas Paulistanas. 1 8 /0 9 (30 vagas). Com participação na palestra O B arroco em S ã o Paulo. Saída: 9h. «Casas Paulistanas.
2 6 /0 9 (40 vagas). Saída: 8h30. •Sesc Itaauera. Especial para cri anças. 0 9 /1 0 (40 vagas). Saída: 9h. •São Paulo aos Pedaços: Zona Sul. 1 0 /1 0 (40 vagas). Visitas ao Parque Ecológico Guarapiranga. Sesc Interlagos e ao Autódromo José Carlos Pace - (Interlagos). Saída: 9h. «Por dentro do Sesc São Caetano e Santo André. 2 3 /1 0 (40 vagas). Saída: 9h. D IV ER CIDADE S . Saídas do Sesc Paraíso. •2 2 a Expoflora/Holambra. 04, 06, 14 e 1 9 /0 9 , (40 vagas por data). Saí das: 7h. • Passeio de Maria Fumaça Campinas - Jaguariúna. 06 e 04 (40 vagas por data). Saída: 7h30. «Festa das Monções - Porto Feliz. 1 2 /1 0 (40 vagas). Saída: 7h. «Floresta Nacional de Ipanema - Iperó. 2 5 /1 0 (40 vagas). Saída: 7h. «Amparo e Pedrei ra. 3 0 /1 0 (40 vagas). Saída: 7h. excursões ro d o v iá ria s CALDAS NOVAS (GO). De 02 a 0 8 /0 9 . Saída: 7h. Incluso hospedagem com
DISQUE RESERVAS: 3054.9000
Devido ao aumento da procura por vagas nos passeios e excursões, as pré-reservas deverão ser feitas por telefone, conforme calendário abaixo. Não serão efetivadas inscrições para passeios e excursões pessoalmente no Sesc Paraíso sem a pré-reserva por telefone. As aquisições só serão efetivadas após o dia 25 /0 8, mediante o pré-agendamento. Após esta data, poderão ser adquiridas, na Unidade, as vagas remanescentes. «Dia 11 /0 8 . Excursões Rodoviárias de se tembro. De 02 a 08 /0 9, Caldas Novas (GO). 05 a 0 7 /0 9 , Atibaia (SP). 10 a 16/09, Bertioga (SP). 10 a 17/09, Foz dó Iguaçu e Curitiba (PR). 16 a 22 /0 9, Rio de Janeiro (RJ). 1 9 a 26 /0 9, Lages e Gravatal (SC). 24 a 28 /0 9, Praia de Grussaí (RJ) e 24 a 28 /0 9, Cabo Frio (RJ).«Dia 12/08. Excursões Rodoviárias de outubro. De 03 a 10/10, Belo Horizonte e São Roque de Minas (MG). 07 a 13/10, Bertioga (SP). 13 a 16/10, Caxambu (MG). 13 a 19/10, Ubatuba/Bertioga (SP). 13 a 19/10, Guarapari (ES). 16 a 21 /1 0, Treze Tílias (SC). 17 a 19/10, Águas de Lindóia (SP). 17 a 2 3 /1 0, Praia da Caiobá (PR) e 18 a 2 8 /1 0, Missões (Sul do Brasil, Argentina e Paraguai). «Dia 13/08. Passeios de um dia. DiverSãoPaulo. 18/09, Igrejas Barrocas. 26 /0 9, Casas Paulistanas. 0 9 /1 0 , Sesc Itaquera. Especial para crianças. 10/10, São Paulo aos Pedaços: zona sul e 23 /1 0, Por dentro do Sesc ABC. DiverCidades. 04, 06, 14 e 19 /0 9 Holambra. 0 6 /0 9 Campinas e Jaguariúna. 0 4 /1 0 Campinas e Jaguariúna. 12 /1 0 Porto Feliz. 2 5 /1 0 Iperó e 30 /1 0, Amparo e Pedreira.
Faça sua inscrição* pessoalmente em qualquer unidade do Sesc, pela internet ou solicite informações por correio ou fax
PRAIA DE GRUSSAÍ (RJ). De 24 a 2 8 /0 9 . Saída: 21 h. Incluso hospeda gem com pensão completa no Sesc Mineiro de Grussaí. CABO FRIO (RJ). De 24 a 2 8 /0 9 . Saí da: 7h. Incluso hospedagem com
1 BELO HORIZONTE/SÃO ROQUE DE MINAS (MG). De 03 a 1 0 /1 0 . Saída: 20 h. Incluso hospedagem com pen são completa no Sesc Venda Nova (Belo Horizonte). De 13 a 1 6 /1 0 . Saí da: 7h. Incluso hospedagem com pen são completa. UBATUBA (SP). De 13 a 19 /1 0 . Saída: 7h30. Incluso hospedagem com meia pensão em Ubatuba e pensão comple ta no Sesc Bertioga. GUARAPARI LITORAL CAPIXABA (ES). De 13 a 1 9 /0 7 . Saída: 21 h. Incluso hospedagem com pensão completa no Centro de Turismo de Guarapa-
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www.sescsp.org.br Fax: 11 388 5 5 8 5 4
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Sesc Paraíso -
® Rua Abílio Soares, 404 j
CEP: 04005-001 8
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•OUTUBRO
'E 3 0 /0 9 a 0 6 /1 0 (6,5 diárias), ~§ 0 7 a 13 (6,5 diárias) e <g 21 a 2 9 (8,5 diárias).
TIROLERFEST - TREZE TÍLIAS (SC). De 16 a 2 1 /1 0 . Saída: 20h. Incluso hospe dagem com pensão completa. ÁGUAS DE LINDÓIA (SP). De 17 a 1 9 /1 0 . Saída: 19h30. Incluso hospe dagem com pensão completa. PRAIA DE CAIOBÁ (PR). De 17 a 2 3 /1 0 . Saída: 19h. Incluso hospeda gem ^com pensão completa no Sesc
MISSÕES (Sul do Brasil, Argentina e Paraguai). De 18 a 2 8 /1 0 . Saída: 21 h. Incluso hospedagem com meia pensão na Pousada Rural do Sesc Lages (SC). Passeios pelas cidades de Treze Tílias, Santo ngelo e São Miuel, com participação no espetáculo e luz nas Ruínas de São Miguel, visi ta ao Santuário de Caaró, Encarnación (Paraguai), Possadas (Argentina) com visita as ruínas de San Ignacio e cidade Porto Alegre.
> Inscrições até 11 de agosto.
1 «NOVEMBRO ° De 06 a 12 ( 6 , 5 diárias), §- 12 a 18 (6,5 diárias), 13 a 19 (6,5 diárias) e 19 a 25 (6,5 diárias). Inscrições até 10 de setembro
PINHEIROS 17h e 18h30. Acima de 65 anos. R$ 8,00. Segundas e quartas, às 9h30, 13h e 15h; terças e quintas, às 9h30, 10 h 3 0 e 14h.
Endereço: Av. Rebouças, 2 8 7 6 Telefone: ( 0 X X 1 1) 3 8 1 5 3 9 9 9 Horário: Segunda a Sexia, das 7 ás 22 h. Sábados , das 8 h ás 17 h . e m a il@ p in h e ir o s .s e s c s p .o r g .b r
YOGA. R$ 8,00. Terças e quintas, às 9h30 e 10h30. Sextas, às 8h30 e 10h30. a r te m a rc ia l TAI CHI CHUAN. R$ 8,00. Terças e quintas, 9h.
espetáculos S EG U N D A S EM C E N A - REPERTÓRIOS. Textos de Claudia Schapira. Com N ú cleo Bartolom eu de Depoim entos. R$ 10,00; R$ 5,00 (□, ❖). R$ 4,00 (O). •Bartolomeu - aue será que nele deu? 11/08. Segunda, 21 h. «Cabaré hip hop. 18/08. Segunda, 21 h.
FÉRIAS E TURISMO SOCIAL pa ss eio s d e um d ia Inclui acompanhamento de técnico do Sesc, transporte em ônibus padrão turismo, seguro viagem, hospeda gem e alimentação e passeios con forme roteiro.
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BOLERO E S A M B A -C A N Ç Ã O . 80 luga- | res. R$ 10,00; R$ 5,00 (□, ❖). R$ § 4.00 (O). «Zé Luiz Mozziotti e Célia. £ 0 5 /0 8 . Terça, 21 h. «Zé Luiz Mazziot- z ti e Ivete Matos. 12/08. Terça, 21 h. •Zé Luiz Mazziotti e Cida Moreira. 19/08. Terça, 21 h.
P IN D A M O N H A N G A B A /C A M P O S D O J O R D Ã O . «06/ 09. Saída às 7h. Passeio de trem, tarde livre em Cam pos do Jordão, almoço não inclu so.R$ 70 ,0 0 em duas parcelas. De 0 1 /0 7 a 3 0 /0 8 . Inscrições. TAI CHI CHUAN. R$ 60,00 (□). R$ 30.00 (O). Terças e quintas, 20h30.
OU A Z Z ATRAVÉS DO TEMPO. Com Jean-Yves de Neufville.50 vagas. R$ 10,00; R$ 5,00 (□, ❖). R$ 4,00 (O). De 13 a 2 9 /0 8 . Quartas, quintas e sextas, das 18h às 19h30. DANÇA
aula s a b ertas SEXTA BRINDE. Para alunos matricula dos. Condicionamento Físico, às 7h, 12h30, 18h e 19h. Alongamento 3a Idade, às 9h e 17h. Grátis. 0 1 ,0 8 ,1 5 , 22 e 29 /0 8 . Sextas.
w orkshops TE N D A N Ç A S . «Arte da Presença Cêni ca. Workshop. Com Sônia Mota. R$ SÁBADO ATIVO. Aulas de Condiciona 15,00; R$ 7,50 (□, ❖). R$ 5,00 (O). mento Físico para alunos matriculados. 0 1 /0 8 . Segunda à sexta, às 12h30. Grátis. 0 2 ,0 9 ,1 6 , 23 e 3 0 /0 8 . Sába •Dança Clássica - enfoque contempodos, 9h e 1Oh. râneo.Com Ângela Nolf. R$ 15,00; R$ 7,50 (□, ❖). R$ 5,00 (O). 18, 20, 22, O P Ç Ã O : ALTERNATIVA! «As dimensões 25, 27 e 29 /0 8. Segunda, quarta e do ser humano. Práticas corporais que sexta, 12h30. enfocam a harmonia entre as dimen sões física, emocional e espiritual. Grátis. 19, 21, 26 e 2 8 /0 8 . Terças e DANÇA DE SALÃO. R$ 60,00 (□). R$ quintas, 20h30. 30.00 (O). Sábados, 14h. DANÇA DO VENTRE. Segundas, quartas e sextas, às 20hl 5. Sábados, às 9h30, l l h e 12h30. DANÇA FLAMENCA. R$ 60,00 (□). R$ 30.00 (O). Sábados às 10h30 e 12h.
Vargas do G r u p o S ob rev e n to . R$ 5,00; R$ 2,50 (□ , ❖). R$ 2,00 (O). 0 2 /0 8 . Sábado, Í5 h .
CORPO E EXPRESSÃO
De 15 a 49 anos ALONGAMENTO. R$ 46,00 (□). R$ 23.00 (O). Segundas e quartas, às 18h; terças e quintas, às 7h30 e 19h30.
O MUSEU ITINERANTE: UM SÉCULO EM UM INSTANTE. Com Héctor Lópes Girando do G r u p o Teatro d e Ia P la z a . R$ 10,00; R$ 2,50 (□ , ❖). R$ 2,00 (O). 0 9 /0 8 . Sábado, 15h. ESPALHANDO SONHOS. Com Abel Saavedra e Lily Curcio do G ru p o S e res d e Luz Teatro. R$ 5,00; R$ 2,50 ( □ ,❖ ) . R$ 2,00 (O). 1 6 /0 8 . Sába do, 15h. TODO MUNDO TEM UM SONHO. Com Lino Rojas do G r u p o P om bas U rb a n a s . R$ 5,00; R$ 2,50 (□ , ❖). R$ 2,00 (O). 2 3 /0 8 . Sábado, 15h. TERCEIRA IDADE e s p e c ia l POR UM TRIZ - POESIA E MÚSICA. Com o tema o amor e seus relacio namentos.Com Clarisse Abujamra e Carlos Navas.80 lugares R$ 2,00. 2 7 /0 8 . Quarta, 15h.
Acima de 50 anos DANÇAS CIRCULARES. R$ 60,00 (□). R$ 30,00 (O). Segundas ou quartas às 17h. JAZZ. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Se gundas e quartas às 18h. ESPORTES aula s ab ertas TAE KWON DO. Para alunos matricula dos. Grátis. 01, 08, 15, 22 e 29 /0 8. Sextas, 14h, 16h30 e 18h30. a rte m a rc ial TAE KWON DO. A partir de 07 anos. R$ 46.00 (□). R$ 23,00 (O). Segundas e quartas, às 12h30 e 16h30; terças e quintas, às 16h, 17hf 18h30 e 19h30.
60. revi st.a
A
CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Segundas e quar tas, às 17h, 19h, 20h e 20h30; terças e quintas, às 7h, 12h30, 18h30, 19h e 20h30. GINÁSTICA LOCALIZADA. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Segundas e quar tas, às 7h30, 9h, 12h30, 16h, 18h, 19h e 20h; terças e quintas, às 17h, 18h, 19h30 e 20h30. YOGA. R$ 60,00 (□). R$ 30,00 (O). Se gundas e quartas, às 18h e 19h.Terças e quintas, às 8h. INFANTIL e sp e tá cu lo s O ANJO E A PRINCESA. Com Sandra
ALONGAMENTO. R$ 8,00. Segundas e auartas, às 8h30, 11 h, 15h, 16h e 17h; terças e quintas, às 10h30, 14h, 15h e 17h. DANÇA. R$ 8,00. Segundas e quar tas, às 1Oh e 15h; terças e quintas, às 11 h, 15h e lóh. DANÇAS CIRCULARES. R$ 8,00. Se gundas ou quartas, às 17h. DINÂMICAS CORPORAIS. R$ 8,00. Sextas, 9h e 10h30. GINÁSTICA. Até 64 Anos. R$ 8,00. Segundas e quartas, às 8h, 8h30, 10n30, 1 1h e 16h; terças e quintas, às 8h, 8h30, 9h30, 13h, 15h, ló h ,
e x c u rsõ e s ro d o v iá r ia s Inclui acompanhamento de técnico do Sesc, transporte em ônibus padrão turismo, seguro viagem, hospeda gem e alimentação e passeios con forme roteiro. Consultar preços na Unidade ANGRA DOS REIS (RJ). De 04 a 0 7 /0 9 . Hospedagem com pensão completa no Sesc Angra dos Reis. De 0 7 a 2 5 /0 8 . Inscrições. BERTIOGA (SP). De 18 a 2 2 /0 9 . Saí da, às 7h. De 0 1 /0 7 a 3 0 /0 8 . Inscrições. BONITO (MS). De 10 a 1 7 /0 9 . Saída, às 21 h. Hospedagem com meia pensão. De 2 5 /0 7 a 3 0 /0 8 . Inscrições. CALDAS NOVAS (GO). De 08 a 1 4 //0 9 . Saída, às 7h. Hospedagem com pensão completa no Sesc Cal das Novas. De 0 7 /0 8 a 3 0 /0 8 . Inscrições. CAMPOS DO JORDÃO (SP). De 15 à 1 7 /0 8 . Saída, às 18h. Hospedagem com pensão completa. De 0 7 /0 7 a 0 8 /0 8 . Inscrições.
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MÚSICA PAISAGEM ZERO - NORDESTE É T O D O LUGAR. Projeto que visa discutir um Nor deste contemporâneo. • Experiência 02 sao. Show Mislu rasom Devires com os grupos Instituto, Emboladores e Repentistas Nordestinos, Rap Freestyle com Z'África Brasil, M Cs Marechal, Max B.O. e Kamau. Perfomances: Cordel Grafitti ao vivo, Políticas do Corpo, Gabinete-Armário. Cordéis minimalistas. Crie sua WebPaisagem. R$ R$ 15,00; R$ R$ 7,50 (□, ❖). R$ R$ 5,00 (O). 02 /0 8. Sábado, às 20h30.
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mail. 14 e 15/08. Quinta e sexta, das 17h às 18h. «Primeira Arte. 28 /0 8. Quinta, das 10h30 às 11 h30.
ILUSTRES E D ESCO NHECIDO S. «Laércio de Freitas. Teatro. R$ 15,00; R$ 11,00 (□). R$ 7,50 (O). 16 e 17/08. Sábado, às 21 h e domingo, às 18h.
W E B@ TIVIDA DES . «Fotografe. 0 2 /0 8 . Sábado, das 10h30 às 11 h30. «Oficina de Construção de Site. 20, 21 e 22 /0 8. Quarta a sexta, das 18h30 às 20h30. •Animação em Massinha. 27, 28 e 29 /0 8. Quarta a sexta, das 19h às 20h.
PRIMEIRA AUDIÇÃO. «Carios Lyra, Paulo César Pinheiro e Elton Medeiros. R$ 20,00; R$ 15,00 (Q). R$ 10,00 (O). 15/08. Sexta, às 21 h. Q U E M N Ã O D A N Ç A , SEGURA A C R IA N ÇA. Proibida a entrada de menores de 18 anos. Choperia. «Cordel do Fogo En cantado. Choperia. R$ 20,00. R$ 15,00 (□); R$ 10,00 (O). 08 e 09 /0 8. Sexta e sábado, às 20h30. DANÇA
GIRASONHOS. Lançamento do CD Roda De 15 a 55 anos de Histórias, do grupo Girasonhos. A concepção do espetáculo é do próprio DANÇA CONTEMPORÂNEA. R$ 50,00 grupo e a direção cênica é da atriz e bo(□). R$ 25,00 (O). Terças equintas, às nequeira Magda Crudelli. Teatro. R$ 19h30, sábados, às 14h30. 10,00. R$ 7,50 (□); R$ 5,00 (O). 0 1 ,0 2 e 03 /0 8. Sexta, às 21 h. Sábado, às 15h DANÇA DE SALÃO. R$ 50,00 (□). R$ e 18h. Domingo, às 15h. 25.00 (O). Quartas ou sextas, às 20h; domingos, às 13h e 14h30. MESTRE SALUSTIANO. Choperia R$ 15,00; R$ 11,00 (□). R$ 7,50 (O, ❖). DANÇA DO VENTRE. R$ 50,00 (□). R$ 01 /0 8. Sexta, às 20h30. 25.00 (O). Sábados, das 13h às 14h30. HIP HOP DJ - CAMPEONATO DE DJs. Choperia.R$ 5,00. R$ 4,00 (□); R$ 2,50 (O). 05, 06, 12 e 13/08. Terças e quar tas, às 20h30.
DANÇA FLAMENCA. R$ 56,00 (□). R$ 28.00 (O). Terças e quintas, às 20h40. Sábados, às 11 h30. MULTIMÍDIA E INTERNET
7° MOSTRA PRATA DA CASA. Orientação artística do crítico musical Carlos Cala do. Confira a programação. Teatro. Grátis. 06 ,0 7, 08, 09 e 10/08. Quarta a sábado, às 21 h. Domingo, às 18h. LOOP B. Teatro. R$ 12,00. R$ 9,00 (□); R$ 6,00 (O). 14/08. Quinta, às 21 h. QUINTETO EM BRANCO E PRETO. Chope
Inscrições com 30 minutos de antecedência na Sala da Internet Livre. Vagas limita das. Grátis. 31DADE.NET. «Iniciação ao Micro. 0 6 ,0 7 e 08 /0 8. Quarta a sexta, das 11 h às 12h. «Meus Primeiros Cliques. 13/08. Quarta, das 11 h às 12h. «Crie seu E-
ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS exposições 2 ESTADOS PARA 2 P O V O S . Exposição de obras de artistas israelenses, pales tinos e brasileiros, que se mobilizaram para manifestar respeito mútuo, bus cando juntos uma solução pela paz. Até 17 /0 8. Terça a sábado, das 9h às 20h30 e domingo, das 9h às 19h30. Galpão. Grátis. «Origens do Conflito e Condições para a Paz. Palestra com Gabriel Bolafi, Francisco Moreno de Carvalho, Paulo Daniel Farah e José Arbex. 0 5 /0 8 . Terça, às 19h30. •Guerra e Paz no Cenário Internacio nal. Palestra com Paulo Arantes. 0 7 /0 8 . Quinta, às 19h30. «Conflito e Intolerância: a Emergência dos Fundamentalismos como Obstáculo para a Paz. Palestra com Mamed M. Jarouche, Roberto Romano, Renato Mezan, psicanalista. 1 3 /0 8 . Quarta, às
e spe cia l D O B AR RO A O BAR RO . Evento que des taca a importância do barro nas dife rentes culturas ao longo da história. Exposição, oficinas, música, literatura, dança, vídeo, brincadeiras e comidas típicas. Grátis. «Igrejas Paulistas: Bar roco e Rococó. Mostra de 15 fotogra fias de Manoel Nunes da Silva. Area de Convivência. Até 17 /0 8. Terça a sábado, das 9h às 20h30; domingos e feriados, das 9h às 19h30. «Culinária Típica. Culinária Típica do Vale do Pa raíba. Deck Solarium. De 01 a 3 1 /0 8 . Sábado, das 13h às 21 h; domingos e feriados, das 13h ás 20h. «Brincadei-
ESC ras de Quintal. Área da Convivência e Deck Solarium. Grátis. De 02 a 31 /0 8. Terça a domingo, das 11 h às 18h. Apresentações de música e dança: •Cangada/Cotia. 0 2 /0 8 . Sábado, 14h. •Cururu/Piracicaba. 0 2 /0 8 . Sábado, 17h30. «Dança de Santa Cruz/Embu. 0 2 /0 8 . Sábado, 1óh. •Vila Paulista. Espaço para oficinas de modelagem, fornos para queima de peças. Deck Solarium. Grátis. De 02 a 31 /0 8. Sábados e domingos, das 13h ás 17h. •Caiapó/Joanópolis. 0 3 /0 8 . Domingo, 14h. «Dança de São Gonçalo/Joanópolis. 0 3 /0 8 . Domingo, 17h. «Cantiga das Almas/Altinópolis. 0 9 /0 8 . Sábado, 1óh. «Dança de São Gonçalo/Altinópolis. 0 9 /0 8 . Sábado, 17h30. «Folia de Reis/Altinópolis. 09 /0 8 . Sábado, 14h. «Cantiga das Almas/Altinópolis. 10/08. Domingo, 17h. «Dança de São Gonçalo/Altinópolis. 10/08. Domingo, 13h. «Folia de Reis/Altinópolis. 1 0 /0 8 . Domingo, 15h. «Samba/Cururuquara. 16 /0 8. Sábado, 14h. «Samba/Santana do Parnaíba. 1 6 /0 8 . Sábado, 1óh. •Congada de Santa Efigênia/Mogi das Cruzes. 17 /0 8. Domingo, 17h. •Dança de Santa Cruz/Carapicuíba. 1 7/08. Domingo,! 5h. «Cangada/São Bernardo. 2 3 /0 8 . Sábado, 1óh. •Folia de Reis/ltapevi. 23 /0 8. Sába do, 14h. «Samba/Pirapora. 23 /0 8. Sábado, 17h30. «Congada Rosa/Atibaia. 24 /0 8. Domingo, 15h. «Dança de São Gonçalo/Atibaia. 2 4 /0 8 . Domingo, 17h. «Caiçarada/Ubaluba. 30 /0 8. Sábado, 1óh. «Dança da Fita/Ubatuba. 3 0 /0 8 . Sábado, 17h30. •Dança do Boi/Ubatuba. 3 0 /0 8 . Sábado, 14h. «Favoritos da Catira/Guarulhos. 31 /0 8. Domingo, 17h. •Folia dos Mensageiros de Santos Reis/Guarulhos. 3 1 /0 8 . Domingo, 15h. UTERATURA
BIBLIOTECA. Acervo. Terça a domingo, das 1Oh às 19h. Espaço de Leitura. Ter ça a sábado, das 9n às 21 h; domingos e feriados, das 9h às 20h. SALA DE LEITURA. Terça a sábado, das 9h às 21 h; domingos e feriados, das 9h às 20h. ESPORTES
De 15 a 55 anos CLUBE DA NATAÇÃO. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). Quartas e sextas, às 20h30. NATAÇÃO. R$ 70,00 P ). R$ 35,00 (O). Terças e quintas, às 8h30, 17h30, 18h30 e 19h30; quartas e sextas, às 7 h 3 0 ,18h 3 0 ,19h30 e 20h30. VÔLEI. R$ 46,00 p ) . R$ 23,00 (O). Quar tas e sextas, às 19h30. arte m a rc ial De 15 a 55 anos JUDÔ. R$ 46,00 p ) . R$ 23,00 (O). Sába dos, às 15h30.
POMP re cre aç ão PÓLO AQUÁTICO. Grátis. Sábados, domingos e feriados, às 1óh. torneios e c am peonatos TORNEIO RELÂMPAGO DE VÔLEI. Inscrições de 1 a 15 /0 8, no 1° andar do Conjunto Esportivo. Jogos de 16 a 3 1 /0 8 , no Ginásio Outono. Grátis. Grátis. Sábados e domingos, das 13h às 17h30. TORNEIO INTERFARMA DE FUTSAL. Fase dassificatória. Jogos de 02 a 31 /0 8. Domingos, das 9n30 às 14h30. serviços LOCAÇÃO DE ESPAÇOS. A partir do dia 1ó do mês anterior à utilização. Terça a sexta, das 9h30 às 21 h30; sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h.
SAÚDE E ALIMENTAÇÃO EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. Crianças até três anos não pagam. R$ 15,00 p ) . R$ 7,50 (O). Terças a sextas, das 9h às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 9h às 12h e das 13h às 17h.
C O N V IV E R C O M ARTE. Choperia. Quar tas, às lóh. Grátis. «Os Românticos. 0 6 /0 8 . «Chico Mendes. 13/08. «fone Papas. 2 0 /0 8 . «Trio Nordestino. 27 /0 8.
PRATO RÁPIDO. R$ 5,00; R$ 3,50 (O). Terça a sexta, das 11 h30 às 14h30.
A partir de 50 anos
RESTAURANTE. R$ 14,00; R$ 8,50 (O). Terça a sexta, das 11 h30 às 14h30. Domingos e feriados, das 11 h30 às 15h.
DESENHO E PINTURA. R$ 15,00 p ) . R$ 7.50 (O). De 12 /0 3 a 0 1 /0 8 . Quar tas, quintas ou sextas, das lOh às 12h30.
CORPO E EXPRESSÃO
SOCIEDADE E CIDADANIA p a le s tra s D IÁ L O G O S IM P E R T IN E N T E S . Uma parceria Sesc São Paulo, Folha de São Paulo, TV PUC e STV, com trans missão ao vivo, sempre na última se gunda-feira de cada mês. Grátis. «O Terror. Teatro. 2 5 /0 8 . Segunda, 21 h.
w orkshops P R O G R A M A DE ATIV IDADE S PARA GES TANTES. A partir do terceiro mês de stação. «Shantala. Técnica indiana massagem para o bebê. Grátis. 27 /0 8 . Quarta, às 19h30.
DeT s a 55 anos A L O N G A M E N T O . «Técnicas Corporais. R$ 46,00 p ) . R$ 23,00 (O). Terças e quintas, às 7h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 52,00 P ) . R$ 26,00 (O). De 0 1 /0 3 a 3 0 /1 1 . Terças e quintas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 15h, lóh, 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30. quartas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 14h, 15h, lóh, 17h 30,18h30, 19h30 e 20h30. GINÁSTICA. R$ 46,00 p ) . R$ 23,00 (O). Terças e quintas, às 8h30, 15h, 17h30, 18 h 3 0 ,19h30 e 20h 30/ quartas e sex tas, às 7h30, 18h30 e 19h30. HIDROGINÁSTICA. R$ 70,00 p ) . R$ 35,00 (O). Terças e quintas, às 7h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 18h30 e 19h30. PROGRAMA DE ATIVIDADES PARA GES TANTES. A partir do terceiro mês de gestação. «Atividades Físicas para Gestantes. R$ 46,00 p ) . R$ 23,00 (O). Quartas e sextas, às 19h30 YOGA. «Asthanga Vinyasa. R$ 50,00 P ) . R$ 25,00 (O). Sábados, às 9h30. Terças e quintas, às 14h; sábados, às llh . re cre aç ão AQUASESC. Grátis. Sábados, domingos e feriados às 15h30.
TERCEIRA IDADE
r e sta u ra n te s BAR CAFÉ. Terça a sábado, das 9h às 22h; domingos e feriados, das 9h às 21 h.
au la s a b e rta s HIDRORECREATIVA. Grátis. Sábados, domingos e feriados, das 11 h30 às 12h. ALONGAMENTO. Grátis. Sábados, domingos e feriados, às 10h30 e 11 h.
atividades lúdicas e artísticas. Grátis. «Clube do Xadrez. Terça a sábados, das 11 h às 20h; domingos e feriados, das l l h às 19h.
CLUBE DA NATAÇÃO. R$ 20,00 p ) . R$ 10,00 (O). Quartas e sextas, às 8h30 EXPRESSÃO CORPORAL R$ 23,00 P ). R$ 11,50 (O). Quarta e sexta, às 10h30. NATAÇÃO. R$ 35,00 P ) . R$ 17,50 (O). Terças e quintas, às 11 h30 e 1óh. Quartas e sextas, às 1óh.
INFANTIL VÔLEI ADAPTADO. Terças e quintas, às e s p e c ia l ALTA VOLTAGEM. De 13 a 17 anos. Grátis. Terça a sexta, das 14h às 17h.
ESPORTE J O V E M . De 13 a 17 anos. •Basquete. R$ 8,00 P e O ). Terças e quintas, às 15h. «Futsal. R$ 8,00 p e O ). Quartas e sextas, às 16h30. •Handebol. R$ 8,00 p e O ). Terças e quintas, às 1óh. «Judô. R$ 8,00 p e O ). Terças e quintas, às 10h30. Quartas e sextas, às 1óh. «Ritmo e Expressão Corporal. R$ 8,00 p e O ). Quartas e sextas, às ló h. «Vôlei. R$ 8,00 p e O ). Quartas e sextas, às 15h. F ÍS IC O -E S P O R TIV O . De 7 a 12 anos. Grátis. Inscrições na Central de Atendimento. «Esporte Criança. De 7 a 9 anos: quartas e sextas, às 9h30 e 15h. De 10 a 12 anos: terças e quin tas, às 9h30 e 15h. «Judô. De 7 a 12 anos. Terças e quintas, às 9h30, 15h e lóh; quartas e sextas, às 14h e 15h; sábados, às 9h30, 10h30 e 14h. «Reeducação Respiratória. De 7 a 12 anos. Quartas e sextas, às 1óh. NATAÇÃO. A partir de 5 anos. R$ 7 0,00 P ) . R$ 35,00 (O). Peixinho (5 a 6 anos): terças e quintas, às 9h30 e 15h. Golfinho (7 a 10 anos): quartas e sextas, às 9h30 e 15h. Tubarão (11 a 14 anos): terças e quintas, às 10h30 e1 5h . SESC CURUMIM. De 0 7 a 12 anos. Grátis. Informações sobre dias e ho rários no I o andar do Conjunto Es portivo. esp a ço lúdico ARTE N A C O N V IV Ê N C IA . Espaço com
ginástica A partir de 50 anos A L O N G A M E N T O . «Técnicas Corporais. R$ 23,00 P ) . R$ 11,50 (O). Terças e quintas, às 7h30, 11 h30, 1óh; quartas e sextas, às 10h30 e 15h. CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 26,00 P ) . R$ 13,00 (O). Terças e quintas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 15h e 1óh; quartas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 12h30, 14h, 15he lóh. GINÁSTICA. R$ 23,00 P ) . R$ 11,50 (O). Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 15h e lóh; quartas e sextas, às 9h30, 10h30, 14h e 15h. HIDROGINÁSTICA. R$ 35,00 p ) . R$ 17.50 (O). Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 1Oh30, 11 h30, 13h, 15h e 1óh; quartas e sextas, às 7h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 13h, 14h, 15h, lóh e 17h.
O Sesc - Serviço Social do Comércio - é uma instituição de caráter privado, de âmbito nacional, criada em 1946 por iniciativa do empresariado do comércio e serviços, que a mantém e administra. Sua finalidade é a promoção do bem-estar social, a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento cultural do trabalhador no comércio e serviços e de seus dependentes - seu público prioritário - bem como da comunidade em geral.
SESC SANTO AMARO G1VALDO BARBOSA. Segunda etapa de CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE ZOOtorneio interno voltado a alunos e exNOSES. Prevenção de doenças e orien alunos do curso de Tênis, com a participa tação sobre como tirar o RG do seu ani ção de Givaldo Barbosa em uma clínica e mal. Grátis. 09 /0 8 . Sábado, das lOh bate-papo na abertura do evento. R$ 20,00 (q. R$ 10,00 (O). 02 e 09/08. Sábados, às 1Oh. oficinas OFICINA DE COZIMENTO À VAPOR. Grátis. 13 e 20/08. Quarta, das 15h às LOCAÇÃO DE ESPAÇOS. Reservas com até 17h. uma semana de antecedência. R$ 46/hora-noite (q, R$ 28/hora-dia (q, R$ lanchonetes 23/hora-noite (O) e R$ 14/hora-dia (O). LANCHES E PRATOS RÁPIDOS. Segunda a Segunda a sexta, das lOh às 19h30; sexta, das 12h às 15h e das 16h às 19h; sábados e feriados, das 1Oh às 17h. sábados, das 11 h às 18h. CORPO E EXPRESSÃO
"pr o g r a m a DE GINÁSTICA. R$ 20,00 (O) e R$ 40,00 (q. «Flexibilidade e Álongamento. Terças, às 8h30 e 18h. Quintas, às 18h30 e Sextas, às 8h. GAP. Segundas, às 8h, Quintas, às 18h Endereço: Rua Amador Bueno, 505 Telefone: (0X X 1J ) 5 5 2 5 1855 H orário : Secunda a Sexta, das 10 h Às 19 h . Sábados e feriados, das 10h às 18h. e m a il@ s a n to a m a ro .s e s c s p .o rg .b r
CONCURSO LITERÁRIO. D e G era çã o em G eração. O Concurso contemplará 6 ca tegorias, desde crianças até terceira idade. Inscrições até 30 de agosto. Infor mações pelo e-mail concurso@santoamaro.sescsp.org.br Grátis. Até 30/08. Se gunda a sexta, das 1Oh às 19h.
MÚSICA
GINÁSTICA AERÓBIA. Segundas, às 18h30. Quartas, às 7h e quintas, às 19h. GINÁSTICA LOCAUZADA. Segundas, às 19h30. Terças, às 7h30 e 18n30, Quar tas, às 19h e Quintas, às 8h. STEP. Segundas, às 8h30. Quartas, às 20h e Quintas, às 7h30.
ESPORTES ANASTÁCIA E BANDA. Seguidora do mestre Luiz Gonzaga, a cantora mos tra composições de sua autoria com vários parceiros, como Eu Só Q u e ro U m X odó, Tenho S ede e outras. O Trio Juazeiro fará a abertura do show, apresentando um pouco do tradicional forró pé-de-serra. R$ 15,00; R$ 12,00 (□). R$ 6,00 (O). R$ 7,50 (❖). 16 /0 8. Sábado, às 19h. DANÇA
DANÇA DE SALÃO. R$ 40,00 (□). R$ 20.00 (O). Sextas, àsl8h30. DANÇA DO VENTRE. R$ 40,00 (q. R$ 20.00 (O). Segundas, às 19h. Sábados, às 13h e 14h30. MULTIMÍDIA E INTERNET serviços INTERNET UVRE. Grátis. Segunda a sábado e feriados, das 1Oh às 18h.
aulas abertas S Ó DE BRINCADEIRA. Grátis. -Futsal. A partir de 7 anos. Grátis. 02/0 8. Sábado, das 11 h às 13h. «Ginástica Artística. A partir de 5 anos. Grátis 09 /0 8. Sábado, das 11 h às 13h. «Bocha. A partir de 10 anos. Grátis. 16/08. Sábado, das 11 h às 13h. «Atletismo. A partir de 7 anos. Grátis. 23/08. Sábado, das 11 h às 13h. •Malha. Grátis. 30/08. Sábado, das llh à s 13h.
ESPORTE CRIANÇA. Atividades básicas, modalidades esportivas, atividades complementares e novos esportes compreen dem o programa. De 7 a 12 anos. Grátis. Terças e quintas, às 1Oh e às 14h30. ESPORTE PARA ADOLESCENTES. De 13 a 17 anos. Neste bimestre: Futsal. Grátis. De 0 5 /0 8 a 30/09. Terças e quintas, às 16h.
CIRCUITO. Quartas, às 18h30 e Sextas, às 8h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO 1. Segun das, às 7h. Terças, às 19h30. Quartas, às 8h e Sextas, às 7h. CONDICIONAMENTO FÍSICO 2. Sextas, às 19h YOGA. R$ 50,00 (□). R$ 25,00 (O). Se gundas e quartas, às 16h e 17h45. cam inhadas CLUBE D A C A M IN H A D A . «Parque das Hortênsias.Cercado pela mata virgem e por enormes pedras que transformam o lugar numa verdadeira floresta no centro da cidade de Taboão da Serra. R$ 6,00 (0),R$ 8,00 ( q e R$ 12,00 (outros). 3 0/08. Sábado, às 8h30. SAÚDE E AUMENTAÇÃO
palestras PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL 12/08, TENIS. Aulas para grupos de 5 alunos, aci no SP Market, às 12h e 28/0 8, às 11 h e ma de 16 anos. Carga horária de 12 ho ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS às 14h, no Sesc Santo Amaro. Grátis. 12 ras. R$ 54,00 (q.R$ 27,00 (O). Segun e 28/08. Terça às 12h, segunda às 11 h das, às 18h. Terças e quintas, às 18h, oficinas e às 14h. Quinta, às 11 h e 14h. 18h45 e 19h30. Quartas e sextas, às ENFEITES PARA FESTAS. R$ 30,00; R$ 18h, 18h45 e 19h30. «Tênis Para Ado 22,50 (q. R$ 15,00 (O). 12 e 21/08. lescentes. De 13 a 17 anos, 2 vezes por DOR: COMO UDAR COM ELA. Grátis. Terças e quintas, das 14h às 17h. 2 8/08. Quinta, às 15h. semana. Inscrições a partir do dia 10 R$ (q.R$ 15,00 (O). Quartas e sex 30,00 LITERATURA tas, às 1Th. JORNAL DA SAÚDE. Tema do mês: Latinilançam ento dades Gastronômicas e Esportivas. torneios e cam peonatos FORRÓ NO ASFALTO. Lançamento do livro TORNEIO INTER FAST FOOD. Na modali Grátis. De 01 a 31 /0 8 . Segunda a sexta, Forró no Asfalto - M ercado e Identidade das 1Oh às 19h; sábados e feriados, das dade futsal, categorias masculina e femi Sociocullural, de Expedito Leandro Silva. lOh às 18h. nina, acima de 16 anos. R$ 20,00 (O). Na seqüência, shows do Trio Juazeiro e Até 30/08. Quartas e quintas, às 18h. Mestre Ambrósio. R$ 15,00; R$ 12,00 CAMPANHA PREVENTIVA. Dia Nacional Sábados, às 1Oh. (q. R$ 6,00 (O). R$ 7,50 (❖). 16/08. de Controle do Colesterol. Grátis. 08/08. Sábado, às 18h. Sexta, das 11 h às 15h. TROFÉU SESC SANTO AMARO DE TÊNIS
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SANTOS sexta, às 19h e 20h30. Atividades diversas: Terça e quinta, às 18h. R$ 68.00 (□). R$ 34,00 (O). «Opção Tar de. Condicionamento físico: Terça, quarta e quinta, das 12h30 às 17h. Sexta, das 12h30 às 16h. Ginástica: Terça e quinta, às 15h30. Alongamen to: Terça, quarta e quinta, às 13h e 16h30. Sexta, às 13h e 15h30. Ativi dades diversas: Terça e quinta, às 14h. R$ 56,00 (□). R$ 28,00 (O). «Opção Final de Semana. Condicionamento fí sico: Sábado, das 9h30 às 14h30. Domingo, das 9h30 às 12h30. Ginásti ca: Sábado, às 10h30. Domingo, às 1Oh. Alongamento: Sábado, às 1Oh. Domingo, às 11 h. R$ 56,00 (□). R$ 28.00 (O). SAÚDE E AUMENTAÇÃO EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO Ne cessário traje de banho, com carteirinha Sesc atualizada. Válido por três meses. R$ 12,00 (□). R$ 6,00 (O). Terças e tas, das 15h às 20h45; sábados, ingos e feriados, das 9h às 11 h30; 12h às 14h45.
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FIM DE TARDE. Grátis. «Guemica. Voz, baixo de 6 cordas e violão. MPB e Pop. 01, 15 e 29 /0 8. Sextas, às 18h00. «Star Trio. Baixo, teclado e voz. 03, 17 e 31 /0 8. Domingos, às 17h30. «Os Qua tro Companheiros. Vocal, timba, pandei ro, violão e cavaquinho. 05 e 19/08. Terças, às 18h. «Fátima e Cia. Voz, vio lão e percussão. 06 e 20 /0 8. Quartas, às 18h. «Duo Tirolli. Teclados e sax. 08 e 2 2 /0 8. Sextas, às 18h30. «Walter Ja bá. Violão e voz, solo. 10 e 24 /0 8. Domingos, às 17h30. «Thema Trio. Trombone, teclado e bateria. 12 e 26 /0 8. Terças, às 18h. «Duo Alquimia. Teclado e voz. 13 e 27 /0 8. Quartas, às 18h.
N IA (Neuromuscular Integrative Action). R$ 45,00; R$ 38,00 (□). R$ 2 2 .0 0 (O). De 0 6 /0 8 a 0 5 /0 9 . Quartas e sextas, das 19h às 20h30. DANÇA DE RUA. A partir de 7 anos. R$ 35,00; R$ 25,00 (□). R$ 18,00 (O). Sábados, às 14h e 16h. DANÇA DE SALÃO. R$ 50,00; R$ 40 .0 0 (□). R$ 25,00 (O). Terças, às 20h30. DANÇA MODERNA. R$ 4 5 ,0 0; R$ 38.00 (□). R$ 22,00 (O). Quartas e sextas, das 20h às 21 h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS
ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM. O evento é uma parceria entre o Sesc e a Secretaria de Estado da Cultura. No Teatro. R$ 2,00; R$ 1,00 (□, O , ❖). 13/08. Quarta, às 20h30.
w o rk s h o p s CERÂMICA. É necessário inscrição pré via na Central de Cursos. R$ 10,00; R$5,00 (□ , O , ❖). 10 e 2 4 /0 8 . Domingos, das 15h às 17h.
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SESC SANTOS COMPREENDER A ARTE É UMA ARTE. R$ 60,00; R$ 45,00 (□). R$ 35,00 (O). Terças, das 19h às 21 h30. Quin tas, 14h30 às 16h30. GRANDES MUSEUS DO MUNDO. R$ 60,00; R$ 45,00 (□). R$ 35,00 (O). Quartas, das 14h30 às 16h30; quin tas, das 19h30 às 21 h30. oficinas TAPEÇARIA. R$ 35,00; R$ 30,00 (□). R$ 25.00 (O). Quintas, das 14h30 às 17h30. CERÂMICA. R$ 50,00; R$ 40,00 (□). R$ 30.00 (O). Sextas, das 19h às 22h. LITERATURA pa le s tras TERCEIRAS TERÇAS. Encontros literários com autores brasileiros. • Bernardo Car valho. Autor de Nove Noites, Medo de Sade, As Iniciais, Onze e Teatro, entre outros. Grátis. 19/08. Terça, às 20h. CINEMA E VÍDEO
CINEMA EM VÍDEO. Sessões infantis, às 14h e para o público adulto, às 16h. Na Saía de Vídeo. Grátis. Sábados e domingos, às 14h e às 16h. oficinas CURTAS, LONGAS E MAIS OU MENOS. Oficina de roteiro cinematográfico com o Prof. Gilson de Melo Barros. Inscrições na Central de Cursos, a par tir do dia 05. Grátis. 13, 14 e 15/0 8. Quarta, quinta e sexta, das 19h às 22h. ESPORTES p a lestras EXERCÍCIO E OSTEOPOROSE. Infor mações no Setor de Esportes. Grátis. 2 3 /0 8 . Sábado, às 15h. e s p e cia l COPA SAÚDE. Torneio de futsal femini no e masculino. Informações e inscrições no Setor de Esportes. 03, 09, 10, 16, 17, 23, 24 e 3 0 /0 8 . Sábados e domingos, das 1Oh às 14h. FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO. Para os alunos matriculados nos cursos permanentes da Unidade. Retirada de convites no Setor de Esportes. Grátis. 2 9 /0 8 . Sexta, das 20h às 24h.
Retorno das aulas no dia 0 4 /0 8 TRAMPOLIM ACROBÁTICO. A partir de 05 anos. R$ 40,00; R$ 28,00 (□). R$ 18.00 (O). Quartas e sextas, às 19h. CONSCIÊNCIA CORPORAL. R$ 52,00; R$ 48,00 (□). R$ 26,00 (O). Terças e quintas, às 16h, 17h e 20h30. ESPORTE CRIANÇA. De 05 a 12 anos. R$ 30,00 (□). R$ 15,00 (O). Terças e
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quintas, às 8h, lOh e 14h. Quartas e Sextas, às 8h, 9h30 e às 14h. INICIAÇÃO ESPORTIVA. De 12 a 17 anos. Futsal, Handebol, Volei e Bas quete. R$ 20,00 (□). R$ 10,00 (O). Terças e quintas, às 15h30 e 17h. Quartas e sextas, às 15h30 e 1óh. NATAÇÃO. A partir dos 5 anos. Informese sobre desconto de 30% na mensali dade, inscrevendo-se em 2 cursos ou 2 horários. R$ 55,00; R$ 40,00 (□). R$ 25.00 (O). Terças e quintas; quartas e sextas, das 7h às 11 h e das 14h às 20h. TÊNIS. De 12 a 17 anos. R$ 72,00; R$ 52.00 (□). R$ 26,00 (O). Terças e quintas, às 14h, 15h e 16h; quartas e sextas, às lOh. a r te m a rc ia l A partir de 6 anos TAI CHI CHUAN E LIAN GONG. R$ 56,00; R$ 48,00 (□). R$ 28,00 (O). Terças e quintas, às 7h, 8h e 9h; quar tas e sextas, às 17h, 18h e 19h. JUDÔ. R$ 60,00; R$ 50,00 (□). R$ 33.00 (O). Terças e quintas, 17h30 e 18h45; quartas e sextas, às 9h. KARATÊ. R$ 40,00; R$ 30,00 (□). R$ 18.00 (O). Terças e quintas, às lOh; quartas e sextas, às 16h, 18h30 e 20h. r e cre aç ão ESPORTE RECREAÇÃO. Grátis. Sábados e domingos, às 16h. GAROTAS DA BOLA. Para as jovens com mais de 12 anos interessadas por Fut sal. Grátis. Domingos, às 14h30. PARQUE AQUÁTICO. Grátis. Sábados e domingos, das 12h às 13h.
às 7h, 8h, 9h, lOh, 14h, 14h30, 15h, 15h30, 16h, 16h30, 18h, 18h30, 19h, 19h30, 20h, 20h30 e 21 h. Sábados, às 1Oh e 1óh (aula comple mentar).
TERCEIRA IDADE GINÁSTICA OÚMHCA. A partir de 5 anos. R$ 40,00; R$ 28,00 (□). R$ 18,00 (O). Quartas e Sextas, às 8h, 9h, 15h, 16h e 17h; terças e quintas, às 18h30 e 19h30. HIDROGINÁSTICA. A partir de 13 anos. R$ 60,00; R$ 45,00 (□). R$ 30,00 (O). Terças e quintas, às 8h, 1Oh, 17h e 20h. Quarta e sexta, às 7h, 1Oh e 15h (apenas Terceira Idade) e 1óh POWER YOGA. A partir de 10 anos. R$ 60,00; R$ 48,00 (□). R$ 28,00 (O). Quartas e sextas, às 19h. YOGA. A partir de 10 anos. R$ 60,00; R$ 45.00 (O). R$ 25,00 (O). Terças e quin tas, às 7h, 8h, 9h, 1Oh, 19h e 20h. •Tântrico. R$ 56,00; R$ 45,00 (□). R$ 25.00 (O). Terças e quintas, às 11 h. cam inhadas CLUBE DA CAMINHADA. Concentração na Rua Vergueiro Steidel, 300, em frente ao Ginásio do Sesc. Grátis. Sábados, às 7h50.
restaurantes HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO. Terça a sexta, das 12h às 14h; sábados, domin gos e feriados, das 12h às 15h. lanchonetes LANCHONETE DA PISCINA. Terça a sexta, das 12h às 22h; Sábados, domingos e feriados, das 1Oh às 19h. CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS. Infor mações: (13) 3227.5959 - ramal 291. Segunda a sexta, das 13h às 17h e das 18h às 22h. SOCIEDADE E CIDADANIA
GINÁSTICA EM APARELHOS. Terças e quintas ou quartas e sextas. A partir de 15 anos. Turmas às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h e 21 h. Sábados, das 1Oh às 12h30 e das 14h30 às 18h. R$ 50,00; R$ 36,00 (□). R$ 20,00 (O). GINASTICA RÍTMICA DESPORTIVA. A partir de 8 anos. R$ 40,00; R$ 28,00 (□). R$ 18,00 (O). Terças e Quintas, às 18h30. Quartas e Sextas, às 10h30, 13h30 e 15h. EUTONIA. R$ 50,00; R$ 38,00 (□). R$ 25.00 (O). Terças, às 19h. GINÁSTICA LOCALIZADA. A partir de 15 anos. R$ 50,00; R$ 36,00 (□). R$ 20.00 (O). Terças e quintas, às 7h, 8h, 9h, lOh, 14h, 15n, 16h, 16h30, 17h30, 18h, 18h30, 19h, 19h30, 20h, 20h30 e 21 h. Quartas e sextas,
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SAÚDE E ALIMENTAÇÃO e x a m e m édico e derm atológico HORÁRIO DE ATENDIMENTO. Terça a sex ta, das 18h às 22h. Sábados das 1Oh às
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CANDIM. Relata a infância do pintor Cân dido Portinari. Com Carlinhos Rodrigues e Drika Vieira. R$ 2,00; R$ 1,00 (□, O , ❖). 24 /0 8. Domingo, às lóh.
STV° REDE SESC SENAC DE TELEVISÃO. Diariamente, das OOhOl às 24h. INFANTIL espetáculos O PAÍS DOS DEDOS GORDOS. A peça aborda a questão do preconceito e das diferenças físicas e sociais. Com o grupo Guardiões dos Sonhos. R$ 2,00; R$ 1.00 (□, O , ♦>). 03 /0 8. Domingo, às 1óh.
GINÁSTICA. R$ 50,00; R$ 20,00 (□). R$ 20.00 (O). Terça a sexta, às Th, 8h, 9h, 1Oh e 17h. GINÁSTICA RÍTMICA. R$ 40,00; R$ 18.00 (□, O , ❖). Quartas e sextas, às 9h. KARATÊ. R$ 40,00; R$ 18,00 (□, O , ❖). Terças e quintas, às 9h. VÔLEI ADAPTADO. Grátís. Quartas e sex tas, às 13h (PMS) e 14h30 (Semes). YOGA. R$ 60,00; R$ 25,00 (□). R$ 25.00 (O). Quartas e sextas, às 15h, ló h e 17h. recreação TARDES DANÇANTES. Dias 02, 16 e 2 3 /0 8 , música mecânica. Dia 30 /0 8, música ao vivo, com animação do By Nigth Trio. Venda de mesas e ingressos a partir do dia 0 1 /0 8, às 13h, na Bilhe teria do Teatro. R$ 4,00; R$ 2,00 (□, O , ❖). Sábados, às lóh. BAILE DOS PAIS. Com animação da Ban da Star Five. Venda de mesas e ingres sos a partir de 01 /0 8 , na bilheteria do Teatro. R$ 4,00; R$ 2,00 (□, O , ❖). 0 9 /0 8 . Sábado, às 20h. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL
FOLIAS E FOLGUEDOS. Com o grupo tea tral Inim ar dos Reis. R$ 2,00; R$ 1,00 (□, O , ❖). 10/08. Domingo, às 1óh.
excursões rodov iárias Inclui acompanhamento de técnico do Sesc, transporte em ônibus padrão turis mo, seguro viagem, hospedagem e ali mentação e passeios conforme roteiro
A VERDADEIRA HISTÓRIA DO LOBO MAU. Com o grupo teatral Polichinelo. R$ 2,00; R$ 1,00 (□, O , ❖). 17/08. Domingo, às 16h.
FLORIANÓPOUS (SC). De 24 a 31/08. Com meia pensão. A partir de R$ 456.00 em 5 vezes. Saída no domingo, 24, às 22h. Até 23 /0 8. Inscrições.
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C O N D IC IO N A M E N T O F ÍS IC O C O M A P A R E LH O S . Acima de 15 anos. •Opção Intermediária. R$ 60,00 (O). R$ 30,00 (O). Segunda a sexta, das 10b às 12h. Segunda a quinta, das 15h às 17h. Sextas, das 16h às 17h. Sábados, das 8h às 12h. «Op ção Manhã. R$ 60,00 (□). R$ 30,00 (O). Segunda a sexta, das 7h às 1Oh.
£ jf? O T GINÁSTICA POSTURAL R$ 40,00 (□). R$ 20.00 (O). Segundas, às 1Oh. HIDROGINÁSTICA. 02 aulas semanais R$ 72,00 (□). R$ 35,00 (O). Segun das e quartas, às 16h30, 17n30, 18h30 e 20h30; terças e quintas, às 7h, 11 h, 15h30, 18h30 e 20h30; quartas e sextas, às 8h, 9h e 11 h. 01 aula semanal. R$ 53 ,0 0 (□). R$ 26.00 (O). Sextas, às 19h30; sába dos, às 9h. TA! CHI CHUAN. R$ 50,00 (□). R$ 2 5 .0 0 (O ). Terças e quintas, às 14h30.
YOGA. Grátis. 2 9 /0 8 . Sexta, às 18h30
VIVÊNCIAS AQUÁTICAS. 02 aulas se manais. 50% desconto Terceira Idade. R$ 67 ,0 0 (□). R$ 33,00 (O). Segun das e Quartas, às 13h30. 01 aula se manal. 50% desconto Terceira Idade. R$ 48 ,0 0 (□). R$ 24,00 (O). Segun das, às lOh.
Acima de 15 anos
YOGA. R$ 50,00 (□). R$ 25,00 (O). Segundas e quartas, às 14h30.
TAI CHI CHUAN. Grátis. 2 1 /0 8 . Quinta, às 14h30.
ALONGAMENTO. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Segunda e quarta, às 17h30 e Terça e quinta, às 7h. CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Segunda e quarta, às 19h30 e 20h30 e terças e quintas, às 17h30, 18h30 e 19h30. GAP. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Terça e quinta, às 20h30. GINÁSTICA LOCALIZADA. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Segundas e quartas, às 18h30
SAÚDE E ALIMENTAÇÃO e x a m e m é d ic o e d e rm a to ló g ic o AVALIAÇÃO FÍSICA. Os agendamentos deverão ser feitos com antecedência. R$ 25,00 (□). R$ 12,50 (O). 14 e, 15 /0 8 . Quinta e sexta, das 15h às 20h. EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. Apresentar-se em traje de banho. R$ 16.00 (□). R$ 8,00 (O). Segunda, terça, quinta, sexta, das 17h às 20h50. Sábados, das 8h30 às 12h30.
M salpô n 0 g rim de teatro uruguaig apresenta dois espetáculos: Cuentes33e Hadas
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NATAÇÃO. 02 aulas semanais. R$ 33,00 (□). R$ 17,00 (O). Segunda e quarta, às 15h30. Terça e quinta, às 9h; quarta e sexta, às 7h, 1Oh. GINÁSTICA. R$ 33,00 (□). R$ 17,00 (O). Segunda e quarta, às 15h30 e Terça e quinta, às 9h.
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ANGRA DOS REIS (RJ). De 04 a 0 7 /0 9 (4 dias). Saída às 7h30.Hospedagem com pensão completa no Sesc Angra dos Reis. De 07 a 2 8 /0 8 . Inscrições. BERTIO G A (SP). Hospedagem com pen são completa no Sesc Bertioga. «De 15 a 17/08(Fim de Semana). Saída as 19h. Hospedagem com pensão completa no Sesc Bertioga. Até 0 7 /0 8 . Inscrições. «De 10 a 1 5 /0 9 (6 dias). Saída às 7h. De 0 7 /0 8 a 0 3 /0 9 . Inscrições. BONITO (MS). De 10 a 1 7 /0 9 (8 dias). Saída 19h. Hospedagem com meia pensão. Até 3 0 /0 8 . Inscrições. CALDAS NOVAS (GO). De 08 a 1 4 /0 9 (7 dias). Saída às 6h.Hospedagem com pensão completa no Sesc Caídas Novas/G O. De 0 7 /0 8 a 3 0 /0 8 . Inscrições. CAMPOS DO JORDÃO (SP). De 15 a 1 7 /0 8 (Fim de Semana). Saída as 19h30. Hospedagem com pensão completa. Até 0 7 /0 8 . Inscrições.
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M A N U A L D A RABECA. Série de shows, exposição, lançamento de livro e oficinas sobre a rabeca. «Rabeca, o Som Inespe rado. Exposição fotográfica baseada na pesquisa de José Eduardo Gramani. Grátis. Até 17/08. Terça a sexta, das 9h30 às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das lOh às 18h30. «Antônio Nóbrega, Carcoarco e Nelson da Rabe ca. Show. R$ 20,00; R$ 15,00 p ) . R$ 7.50 (O). R$ 10,00 (❖). 01 e 02/0 8. Sexta e sábado, às 21 h.
C E N TR O DE M Ú S IC A . Inscrições até 03 /0 8. De 0 5 /0 8 a 0 6 /1 2. «Big Band. Acima de 13 anos. Quintas, das 19h às 21 h30. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). •Coral Infantil. De 7 a 12 anos. Terças e quintas, das 17h 15 às 18h 15. R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). «Grupo de Instrumen tos - Infantil. De 7 a 12 anos. Terças e quintas, das lóh às 17 h l5. R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). «Grupo Madeiras. Acima de 13 anos. Terças, das 20hl 5 às 21h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). •Grupo Metais. Acima de 13 anos. Quartas, das 20hl 5 às 21 h45 e quintas, das 17h45 às 18h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20.00 (O). «Grupo Percussão. Acima de 13 anos. Quinta, turma 1 das 16hl 5 às 17h45 e turma 2 das 18h30 às 20h. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). «Grupo Violão. Acima de 13 anos. Quartas, das 20h l5 às 21h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20.00 (O). «Grupo Violino e Viola. Aci ma de 13 anos. Terças, das 20hl5 às 21h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O).
•Grupo Violoncelo e Contrabaixo. Aci ma de 13 anos. Terças, das 20h l5 às 21h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). •Grupo Vocal. Acima de 13 anos. Quartas, das 18h30 às 20h. R$ 40,00 P ). R$ 20,00 (O). «Iniciação à Flauta Transversal e Clarinete. Acima de 13 anos. Quartas e sextas, das lóh às 17h30. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). •Iniciação à Linguagem Musical para Educadores. Dirigido para educadores. Quintas, das 18h30 às 20h. R$ 30,00 P ). R$ 15,00 (O). «Iniciação à Voz. Acima de 18 anos. Terças e quintas, das 20hl 5 às 21 h45. «Iniciação ao Violino e Viola. Acima de 13 anos. Terças e quintas, das 18h30 às 20h. R$ 40,00 (□). R$ 20,00 (O). «Iniciação ao Violon celo e Contrabaixo. Acima de 13 anos. Terças e quintas, das 18h30 às 20h. R$ 40.00 p ) . R$ 20,00 (O). «Iniciação aos Metais. Acima de 13 anos. Quartas e sextas, das 18h30 às 20h. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). «Iniciação Sax Alto e Te nor. Acima de 13 anos. Terças e quintas, das lóh às 17h30. R$ 40,00 p ) . R$ 20.00 (O). «Linguagem Instrumental Popular. Acima de 13 anos. Sábados, das 12h às 13h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20.00 (O). «Música e Computador. Aci ma 13 anos. Quinta, das 18h30 às 20h. R$ 30,00 p ) . R$ 15,00 (O). «Musicalização Infantil - Cordas com Arco. De 7 a 12 anos. Terças e quintas, das 14h30 às 15h30. R$ 10,00 p ) . R$ 5,00 (O). •Musicalização Infantil - Metais. De 7 a 12 anos. Terças e quintas, das 14h30 às 15h30. R$ 10,00 p ) . R$ 5,00 (O). •Orquestra de Cordas. Acima de 13 anos. Quintas, das 20hl 5 às 21 h45. R$ 40.00 p ) . R$ 20,00 (O). «Prática Cor das Infantil. De 7 a 12 anos. Terças e quintas, das lóh às 17hl5. R$ 10,00 (□). R$ 5,00 (O). «Prática de Bateria. Acima de 13 anos. Quarta, das 20hl5 às 21 h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). •Prática de Metais. Acima de 13 anos. Sextas, das 20hl 5 às 21 h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). «Prática de Percus são. Acima de 13 anos. Quinta, das 20h l5 às 21h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20.00 (O). «Prática de Saxofone. Aci ma de 13 anos. Quartas, das 20hl 5 às 21h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). •Prática de Violão. Acima de 13 anos. Sextas, das lóh às 17h30. R$ 40,00 P ). R$ 20,00 (O). «Prática de Violino e Viola. Acima de 13 anos. Sextas, das 18h30 às 20h. R$ 40,00 p ) . R$ 20,00 (O). «Prática de Violoncelo e Contrabai xo. Acima de 13 anos. Sábados, das 1Oh 15 às llh 4 5 . R$ 40,00 p ) . R$ 20.00 (O). «Prática Madeiras - Flauta transversal e Clarinete. Acima de 13 anos. Terças, das 18h30 às 20h. R$ 40.00 p ) . R$ 20,00 (O). «Prática Vo cal. Acima de 18 anos. Quartas, das 20h l5 às 21h45. R$ 40,00 p ) . R$ 20.00 (O). «Teoria e Rítmica. Acima de 13 anos. Quartas, das 18h30 às 20h. R$ 30,00 p ) . R$ 15,00 (O). «Voz. De 13 a 19 anos. Terças, das 18h45 às 20h. R$ 30,00 p ) . R$ 15,00 (O). CULTURAS MU SICAIS. Palestras, cursos e apresentações. «Uma Exploração ao Mundo do Jazz. Ciclo de quatro aulas. Com Jean-Yves de Neulville. R$ 30,00; R$ 20,00 p ) . R$ 15,00 (O, ❖). 09 ,1 6, 23 e 30 /0 8. Sábados, das 14h às 1Th.
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centivar a troca de experiências. Os destaques da programação são as conferências: O Encontro d e G e r a ções n a H is tó ria d o Sesc S ã o Paulo, com Danilo Santos de Miranda (Bra sil); A s P ossibilidades de um Processo d e C o -e d u c a ç ã o d e G era çõ es , com Jean Claude Forquin (França) e O Re lac io n a m e n to entre as G era çõ es n a S o cie d ad e C o n tem p o râ n e a, com Ri cardo Moragas (Espanha). Infor mações e inscrições através do site www.sescsp.org.br ou pelo telefone: 011 3179-3571. M E M Ó R IA , REDE E MUDANÇA S O C IA L. Seminário Internacional com especialistas nacionais e estrangeiros discutindo o significado da memória, seja nas tradições orais, na sala de aula ou no dia-a-dia das mídias. De 12 a 1 4 /0 8 . Inscrições pelos sites www.sescsp.ora.br ou www.museudapessoa.com.br ou pessoalmente no Sesc Vila Mariana. R$ 100,00; R$ 75,00 (□). R$ 30,00 (O). R$ 50,00 (❖). «Histórias de Vida como Patri mônio da Humanidade. Com Paul Thompson, Professor Doutor da Uni versidade de Essex, Inglaterra. 12 /0 8. Terça, às lOh. «Jogando com a Existência. Oficina. Com Thom Gillespie. 1 2 /0 8 . Terça, às 15h. «Me mória e Biografia. Oficina. Com Adelina Rennó. 1 2 /0 8 . Terça, às 15h. «Memória e Terceira Idade. Oficina. Com Fany Zlatrin Kessel e Neuza Guerreiro de Carvalho. 1 2 /0 8 . Terça, às 15h. «Navegando no Portal Museu da Pessoa.Net. Visi ta guiada pelo museu virtual. Com a equipe do Museu da Pessoa. 12, 13 e 14 /0 8. Terça a quinta, às 15h. «Por tal Museu da Pessoa.Net. Lançamen to do P ortal M u s e u d a Pesso a.N et, acompanhado pela performance dos homens-sanduíche. 1 2 /0 8 . Terça, às 18h30. «Tradição Oral no Mundo Di gital. Painel. Com Nicolau Sevcenko, Ailton Krenak, Gaspar de Oliveira e Heloísa Pires. 1 2 /0 8 . Terça, às
1 lh30. «Histórias Digitais. Conferên cia. Com Thom Gillespie, da Universi dade de Indiana, EUA e Carlos Seabra, especialista em educação à dis tância, da Escola do Futuro. 13 /0 8. Quarta, às 9h. «Memória e Corpo. Oficina.Com Álvaro Santos. 13 /0 8. Quarta, às 15h. «Memória na Edu cação. Painel. Com Zilda Kessel, Zeila Demartini, Laura Pasquali e Edmir Perrotti. 1 3 /0 8 . Quarta, às 11 h. •Software Livre e Redes. Oficina. Com Carlos Seabra. 1 3 /0 8 . Quarta, às 15h. «Bibliotecas Virtuais. Ofici na. Com Maurita Holland. 14 /0 8. Quinta, às 15h. «Em Busca do Outro: Biografias e Histórias de Vida. Pai nel. Com Alberto Dines, Ruy Castro e Eduardo Coutinho. 1 4 /0 8 . Quinta, às 11 h. «Jornalismo a Quente - A Arte do Chumbo. Relatos. 14 /0 8. Quinta, às 13h30. «O Rap da Minha História. Encontro entre repentistas e rappers do grupo Z'África Brasil. 14 /0 8. Quinta, às 18h30. «Roda de Histórias. Oficina. Com Linice Jorge. 14 /0 8. Quinta, às 15h. «Tecnologias e Histórias de Vida. Conferência. Com Maurita Holland, da Universida de de Michigan; Pedro Rangel Henriques, da Universidade do Minho; Fer nando Guarnieri, do Programa Aces sa SP e Mauro Malin, jornalista e his toriador. 1 4 /0 8 . Quinta, às 9h. INFANTIL
e de sua família. 0 1 /0 8 . Sexta, das ló h às 17h30. «Dança Criativa. Oficina. 0 1 /0 8 . Sexta, das 14h às 15h30. «Artesanato de Bijuterias. Oficina. Sextas, das 1Oh às 1 lh30. SESC CURUMIM. De 7 a 12 anos. Inscrições abertas. Grátis. Terças e quintas, e quartas e sextas: manhã (turma A e B), das 8h45 às 11 h l5 e tarde (turma C e D), das 14h às 17h. TERCEIRA IDADE pale s tras TROCANDO IDÉIAS. Um momento para apresentação da programação do próximo mês e sugestões do público, Sala 4, 6 ° Andar, Torre A. Grátis. 2 7 /0 8 . Quarta, às 15h.
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espetáculos NATAÇÃO. R$ 35,00 p ) . R$ 17,50 (O). É O BICHO - A ORDEM NATURAL DAS Terça e quinta, às 10fi30 e 1Th. COISAS. Com Kayky Brito, Sthefany Bri ginástica to e Du Moraes. Direção de Rosi Cam pos e Claudia Borioni. R$ 20,00; R$ ALONGAMENTO. R$ 23,00 (□). R$ 11,50 15,00 (□). R$ 7,50 (O). 10,00 (❖). Até (O). Terças e quintas, às 10h30, 14h e 10/08. Sábados e domingos, às 15h. 17h; quartas e sextas, às 10h30 e às 14h. PALAVRA ENCANTADA. Com Gabriel Guimard e Léo Nascimento. Estréia. Praça de Eventos. Grátis. Atél 6 /0 8 . Sábados, às 16h30. GIGANTES DE AR. Grupo P ia Fraus. Praça externa. Grátis. 0 3 /0 8 . Domin go, às 16h30. AS LINHAS DE LINA. Com a C ia . Linhas A é re a s . Praça externa. Grátis. 1 0 /0 8 . Domingo, às 16h30. CIRCO AMARILLO. Praça externa. Grátis. 1 7 /0 8 . Domingo, às 16h30.
ESPORTE E RECREAÇÃ O. «Esporte & Jovens. Para grupo misto de 11 a 14 anos. R$ 46,00 (□). R$ 23,00 (O). Quartas e sextas, às 15h30 NATAÇÃO. Grupo 5 e 6 anos, 7 a 10 anos e 11 a 14 anos. R$ 70,00 (□). R$ 35,00 (O). Quartas e sextas, às 10h30 (grupo 5 a 6 anos); quartas e sextas, às 9h30 e 15h (grupo 7 a 10 anos) e terças e quintas, às 16h (gru po de 11 a 14 anos). o ficinas FÉRIAS N A VILA. A partir de 7 anos. Sala de Corpo & Artes, ó° Andar. Grátis. «Cofre de Memórias. Resgate lúdico da história de vida da criança
CONDICIONAMENTO FÍSICO. R$ 23,00 ! P ). R$ 11,50 (O). Terças e quintas, í 10h30; quartas e sextas, às 13h.
HIDROGINÁSTICA. R$ 35,00 (□). R$ ' 17,50 (O). Terça e quinta, às 9h30, 1lh30, 13h, 14h e 15n; quarta e sexta, ! às 13h, às 14h e às 16h.
oficinas EUTONIA E MOVIMENTO. Oficina do Cor- ' po 1, 7° Andar, Torre B. R$ 10,00; R$ 7,00 p ). R$ 5,00 (O). De 06 a 29/08 Quartas e sextas, às 11 h30. ESPAÇO INFORMAL Sala 2, 5 ° Andar, Torre A. Grátis. 13 e 15 /0 8. Quarta e sexta, às 15h.
INTERIOR SESC ARARAQUARA F U N Ç Ã O TEATRAL «A Paixão segundo GH. Direção de Enrique Diaz. Com Mariana Lima. Espaço de Múltiplo Uso 4 . 23 /0 8. Sábado, às 20h30. R$ 5,00 (O, ❖). R$ 10,00. P E N S A N D O N A Q U IL O ... Oficinas, batepapos, fóruns de debate, espetáculos teatrais, palestras e shows musicais sobre DST/HIV/Aids, gravidez na adolescên cia e uso de drogas junto aos adolescen tes das escolas públicas e particulares do Ensino Médio de Araraquara. Uma parceria com a Prefeitura Municipal de Araraquara. De 05 a 10/08. Terça a Domingo. Teatro. «Romeu e Julieta - Fe lizes para Sempre. Espetáculo. Com a Troup dos Truks e Tramas. Discussão orientada por Marcos de Jesus Noguei ra, médico psiquiatra do NECH - Núcleo de Estudos da Conduta Humana/Arara quara. 05 /0 8. Terça, às 13h45. «Por um Triz. Espetáculo. Com o NAC - Sesi/Araraquara. Discussão orientada por Daniela Pinotti Maluf, psicóloga do GREA/São Paulo. 06 /0 8. Quarta, às 13h45. «A Escolha. Espetáculo. Direção de Álvaro Filho. Com o NAC Sesi/Araraquara. Discussão orientada por Penha Fabiano Lopes, educadora da FDE - Fundação de Desenvolvimento da Educação/Secretaria de Estado da Edu cação. 07 /0 8. Quinta, às 13h45. «A Farsa da Boa Preguiça. Direção de Al ei ndo Sabino. G rupo de Teatro Balangandam . Discussão orientada pela Dra. Lígia Fátima Nóbrega Reato, da Facul dade de Medicina do ABC. 08 /0 8. Sex ta, às 13h45. «Amar vale a pena. Ofic ina. Com o CRJA. 05 a 0 8 /0 8 , das 13h30 às 15h30. Espaço de Múltiplo Uso 2. «O encontro com o feminino. Oficina. 05 a 0 8 /0 8 , das 13h30 às 15h30. Sala de Ginástica 1. «Sexo com Nexo. Oficina. 05 a 08 /0 8. Espaço Grafitte. «Expressão - O jeito que o cor po faz. Oficina de Capoeira. 05 08 /0 8, das 13h30 às 15h30. Mezanino do Ginásio. «Descobrindo a sexualidade. Com o NUSEX. 05 a 08 /0 8, das 13h30 às 15h30. Espaço de Múltiplo Uso 4. •Será que vai rolar? Com José Roberto Simonetti, da ECOS/SP. 05 e 06 /0 8. Terça e quarta, das 13h30 às 15h30. Es paço de Múltiplo Uso 1. «Transa legal: eu e você... Com José Roberto Simonetti, da ECOS/SP. 05 e 06 /0 8. Terça e quar ta, das 15h30 às 17h. Espaço de Múlti plo Uso 1. «O que você lê sobre sua se xualidade. Com o PET/Pedagogia Unesp. 05 a 08 /0 8, das 13h30 às 15h30. Espaço de Múltiplo Uso 3. M Ú SIC A . Diariamente, no Palco da Lan chonete. Grátis. «Tributo ao Forró. Com a banda Tarralá. 05 /0 8, terça, às 17h. •Tributo ao Reggae Nacional. Com a banda Jahrets. 06 /0 8, quarta, 17h. •Tributo ao Rock Nacional. Com a ban da Joshua. 07 /0 8, quinta, às 17h. TÔ SEM FREIO. Espetáculo teatral. Com a C ia Viram undo. 06 /0 8. Quarta, às 19h30. Praça de Eventos. Grátis. A MAÇÃ DE EVA. Espetáculo teatral. Com Clarice Abujamra. 07 /0 8. Quinta, às 19h30. Teatro. Grátis.
INTERVENÇÕES TEATRAIS. Com a C ia Bonecos Urbanos. 05 a 0 8 /0 7 . Terça a sexta, das 15h30 às 17h. Convivência
etc.) Grátis 16 /0 8, 2 3 /0 8 , 30 /0 8. Aos sábados, das 14h às 18h. Sesc Birigui - Travessa Sete de Setembro, 5. TeL: (18) 642-7040.
FÓRUM DE DISCUSSÃO. Com Dr Jairo Bouer. 05 /0 8. Terça, às 19h30. Convi vência Interna/Sala de Internet. Grátis. Sesc Araraquara - Rua Castro Alves, 1315. TeL: (16) 3301-7500.
SESC BAURU LENINE. R$ 12,00; R$ 6,00 (□ , O e ❖). No dia: R$16,00 e R$8,00 2 2 /0 8 . Sexta, às 21 h30, na área de convi-
SESC CAMPINAS C A N T O G ER AL «Cordel do Fogo Encan tado. 0 2 /0 8 . Sábado, às 20h. Na Lan chonete. R$ 20,00 e R$ 10,00 (□, ❖, O). «Viola Quebrada. 08 /0 8. Sextas, às 20h. Na Lanchonete. Grátis. «Clara Becker. 15/08. Sextas, às 20h. Na Lan chonete. Grátis. «Lúcidas. 22 /0 8. Sex tas, às 20h. Na Lanchonete. Grátis. «Vanessa da Mata. 29 /0 8, Sextas, às 20h. Na Lanchonete. Grátis.
Quartas e sextas, às 18h. «Futsal IV. De 14 e 15 anos. 20 Vagas. Grátis. De 0 1 /0 3 a 31 /1 2. Quartas e sextas às 17h. «Futsal V. Turma masculina de 16 a 17 anos. 20 Vagas. Grátis. De 01 /0 3 a 30 /1 2. Terças e quintas, às 16h. VÔLEI. Iniciação nos fundamentos básicos da modalidade. «Vôlei Feminino I. De 16 a 17 anos, 20 vagas. Grátis. De 02/01 a 30 /1 2. Terças e quintas, às 18h. «Vôlei Masculino. De 14 a 17 anos, 20 vagas por turma. Grátis. De 02/01 a 30 /1 2. Terças e quintas, às 17h. «Vôlei Feminino II. De 10 a 15 anos, 20 vagas. Grátis. De 03/01 a 26 /1 2. Quartas e sextas, às 18h. Sesc Catanduva - Pça. Felícia Tonello, 228. TeL: (17) 3524-9200.
TRADITIONAL JAZZ BAND. R$ 10,00; R$ 5,00 (□, O e ❖). 2 7 /0 8 . Quarta, às 21 h30, na área de convivência.
INSTRUM ENTAL & AFIN S . «Pirajazz Band Experimental. 17 /0 8, domingo, às 11 h. Na Lanchonete. Grátis.
VANESSA DA MATA. R$ 6,00; R$ 3,00 (□, O e ❖). 2 0 /0 8 . Quarta, às 21 h30, na área de convivência.
MESTRES D A V IO L A . «Neto Stéfani. 2 1 /0 8 , quinta, às 20h. Na Lanchonete.
SERESTA TROPICAL R$ 6,00, R$ 3,00 (❖), grátis (O). Ginásio de Eventos. 15/08. Sexta, 20h.
O UNIVERSO DA UNGUAGEM FIGURA DA EM MÚSICA E VERSOS. Com Maria Cristina Fernandes. Grátis 1 3 /0 8 , 2 0 /0 8 , 27 /0 8. Quartas, às 14h30.
5P-SOAL «Curumin and the Aipins. 2 8 /0 8 , quinta, às 20h. Na Lanchonete.
QUINTETO BRANCO & PRETO. Participa ção do Grupo Oitava Cor e da cantora Lú Garcia. R$ 6,00, R$ 3,00 (❖) e grátis (O). Ginásio de Eventos. 28 /0 8. Quinta, 20h.
PEDRO E O LOBO. Espetáculo infantil. R$ 3,00; R$1,50 (❖). Matriculados, grátis (retirar convites no dia). 24 /0 8. Domin go, às 11 h, no salão de uso múltiplo. JOGOS PUBUCITÁRIOS DE BAURU. Rea lização Sesc e APP. Modalidades: Futsal, vôlei misto 4x4, basquete trio, futebol soçaite, tênis de mesa, truco (duplas) e snooker. Inscrições até dia 26. Reunião técnica dia 27. 30 /0 8. Abertura às 9h. OUMPÍADA COLEGIAL - CATEGORIA M I RIM. Modalidades: futsal, basquete e vôlei. 15/08. Abertura às 19h.
TÁJS E HENRIQUE. MPB e Companhias. 0 9 /0 8 , sábado, às 20h e 10 /0 8, domingo, às 19h. No Teatro. R$ 15,00 e R$ 7,50 (□, ❖, O). E N S A IO ABERTO. «O Trem e Ghost. Com a A c a d e m ia Estação d a D ança. «Sevillanas e Tarantos. Com o G ru p o Com pôs, do Centro de Arte Flamenca. 0 7 /0 8 , quinta, às 20h. Na Lanchonete.
Sesc Campinas - R. Dom José I, 270. TeL: (19)3737-1515.
SESC CATANDUVA Sesc Bauru - Av. Aureliano Cardia, 671. TeL: (14) 235-1750.
SESC BIRIGUI SERESTEIROS ALADOS. Local: Osvaldo Cruz. Grátis 0 2 /0 8 . Sábado, às 21 h. PONTO COM. JOVEM. Grátis. 17/08. Domingo, das 14h às 1Th. ESPORTE C R IA N Ç A . Projeto que propor ciona o aprendizado, a integração e a socialização por meio da vivência es portiva. De 7 a 12 anos. «Vôlei e Bas quete. Grátis Quartas e sextas, de 0 6 /0 8 a 29 /0 8, das 15h às 17h30. TAÇA SESC DE FUTEBOL DE AREIA. Torneio de futebol de areia (masculino e feminino) entre equipes representantes de empresas do setor do comércio e serviços. Grátis De 18/08 a 29 /0 8. Se gunda a Sexta, das 19h30 às 22h. TRABALHO SOCIAL C O M ID O S O S . Espa ço voltado para a 3° idade. «A Arte de usar a criatividade. Técnicas de pintura com utilização de materiais alternativos (tinta, tecido, linóleo, metal, serragem
ALONGAMENTO. Acima de 15 anos. 20 vagas. Sala de Ginástica. R$ 30,00 (□). R$ 15,00 (O). De 02/01 a 30/1 2. Terças e quintas às 19h30. Sábados às lóh. CONDICIONAMENTO FÍSICO. Acima de 15 anos. 20 vagas. Ginásio de Eventos. R$ 30,00 (□). R$ 15,00 (O). De 02/01 a 30 /1 2. Terças e quintas, às 19h. BASQUETE. Iniciação nos fundamentos bá sicos da modalidade. «Basquete Mascu lino I. 7 a 12 anos. 20 vagas por turma. Grátis. De 03/01 a 26 /1 2. Quartas e sextas, às lóh «Basquete Masculino II. 13 a 17 anos. 20 vagas por turma. Grátis. De 03/01 a 26 /1 2. Quartas e sextas, às 16h. FUTSAL Iniciação nos fundamentos bási cos da modalidade. «Futsal I. Turma masculina I, de 7 a 9 anos, 20 vagas. Grátis. De 02/01 a 30 /1 2. Terças e quintas, às 17h. «Futsal II. Turma mascu lina II, de 10 e 11 anos, 20 vagas por turma. Grátis. De 03/01 a 26 /1 2. Terça e quinta, às 18h. «Futsal III. Turma mas culina de 12 a 13 anos. 20 vagas por turma. Grátis. De 03/01 a 26 /1 2.
SESC PIRACICABA
PIRA JAZZ BAND E ANAÍ ROSA. Apre sentação especial com a participação da cantora Anaí Rosa. R$ 6,00, R$ 3,00 (❖) e grátis (O). Ginásio de Eventos. 29/08. Sexta, 20h. Q U IN TA S N O SESC. Samba, música raiz, blues e MPB. «Grupo Viola Quebrada. 07 /0 8. «Sun Walk And The Dog Bro thers. 14/08. Banda Conexão Brasil. 21 /0 8. R$ 3,00 e grátis (O).Quinlas, 19h30 às 22h. TEATRO IN FA N TIL «Portinari Pé de Mula to. 03 /0 8. «O Anão Narigão. 10/08. •O Negrinho do Pastoreio. 17/08. •Menina Bonita do Laço de Fita. 2 4/08. •O Alfaiate e o Gigante. 31 /0 8 . Domingos, 11 h, no auditório. Grátis (até 12 anos), R$ 5,00 e R$2,00 (O). JOGOS DA JUVENTUDE. Para estudantes das redes municipal e estadual de ensi no. Grátis. Ginásio de Eventos. De 16/08 a 30 /0 9. Sábados e domingos, 9h30. Sesc Piracicaba - Av. Ipiranga, 155. TeL: (19)3434.4022.
SESC RIBEIRÃO PRETO PORTINARI, UM MENINO DE BRODOSQUI. Espetáculo infantil. No Auditório. 0 9 /0 8 , sábado, às lóh. R$4,00 e R$2,00 (□, ❖, O). INSTRUMENTAL SESC RIBEIRÃO. «Arismar Do Espírito Santo. No Show Estação Brasil. No Auditório. 06 /0 8, quarta, às 20h30. R$4,00 e R$2,00 (□, ❖, O). P O U C O E B O NS . «Vanessa Da Mata e Banda. Lançamento do CD de estréia da cantora e compositora nascida em Mato
r e v is ta
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INTERIOR Grosso. No Auditório. 22 /8 , sexta, às 21 h. R$ 4,00. Grátis (□, ❖, O). C O N H E C E N D O A M Ú SIC A ERUDITA «Camerata Cláudio Santoro. Apresenta O Período Romântico. Composições de Strauss, Tchaikovsky e Carlos Gomes. No Auditório. 27 /0 8 , quarta, às 20h30.
NOITES DE FORTUNELLO. Estréia nacional do novo trabalho da Distrito Com panhia d e Dança. Coreografia de Jorge Garcia. Direção artística: Patty Brown. No Theatro Pedro II. 2 3 /8 , sábado, às 21 h. R$ 5,00. R$ 2,50 (□, ❖, O). FABER - 1999/2003. POR ADDA PRIETO. Exposição paralela do 28° SARP - Salão de Artes de Ribeirão Preto. Abertura 07 /0 8, quarta, às 20h30, com a perfor mance Possibilidades ad :D A A D :d a , por Tina Oliveira e Cleido Vasconcelos. A exposição poderá ser visitada até o dia 31/08. Grátis. CAMPEONATO DE FUTSAL SEAAC. Jogos às terças e quintas, a partir das 19h30.
Sesc Ribeirão Preto - Rua Tibiriçá, 50. Tel.: (10)010-0141.
SESC RIO PRETO A FORÇA EA FÉ DO FOLCLORE BRASILEI RO. Exposição composta por 32 fotos de Thomas Vita Neto. Abertura: 06 /0 8, às 20h30. De 07 a 17/08, terça a sexta, das 13h às 22h, sábado e domingo, das 9h às 18h, na Área de Convivência.
10,00 (□, ❖). R$ 5,00 (O). 14/08. Quinta, às 20h30. D A M A S D A MPB. • Jane Duboc & Nel son Ayres. Teatro. R$ 10,00; R$ 5,00 (O, ❖). R$ 4,00 (O). 20 /0 8. Quarta, às 20h30. LITERATURA EM FOCO. João Silvério Trevisan e Deonísio da Silva. Teatro. Grátis. Retirar Convites. 0 5 /0 8 . Terça, às 20h30. PRAZER DO CORPO EM MOVIMENTO. Mostra fotográfica de Ormuzd Alves. Convivência 1. Grátis. De 07 a 31 /0 8. Terça a sexta das 13h às 22h. Sábados, domingos e feriados das 9h às 18h. UN ANGE PASSE-PASSE OU ENTRE LÊS UGNES ILYA U N MONDE. Neste espe táculo Michael Bugdhan e Denise Namura, da C ia. A FÍeur d e Peau, questio nam o silêncio. Duração 75 minutos. Para maiores de 14 anos. Teatro. R$ 10,00; R$ 5,00 (□ , ❖). R$ 4,00 (O). 13/08. Quarta, às 20h30. AS DINÂMICAS DO MOVIMENTO. Workshop. Com Denise Namura. Para bailarinos e atores maiores de 16 anos. Vagas limitadas. Inscrições na Central de Atendimento a partir de 0 5 /0 8 . Sala de Atividades Corporais. Grátis. 12/08. Terça, das 14h às 18h. Sesc São Carlos - Av. Comendador Alfre do Maffei, 700. Tel.: (16) 272-7555.
SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
MOSTRA SESC DE TEATRO ESTUDANTIL O evento tem como principal objetivo incentivar os alunos das escolas públi cas e particulares, de 5a série a 3o cole gial, à prática do teatro. «Aprendendo Teatro I. Oficina com Marcelo Lazzaratto. Sala de Multiuso 2 Sesc. Gratuita aos participantes da Mostra. Grátis. 0 9 /0 8. Sábado, às 15h. «Interior. Es petáculo é construído a partir de histórias reais vividas pelos atores nas N O PALCO. «Chico Buarque - Primeiras suas relações familiares. Com o G rupo Composições. Com Paulinho Nogueira. TUSP. Gratuito aos participantes da R$ 10,00, R$ 5,00 (□) e R$ 3,00 (O). Mostra. Teatro Municipal. R$ 6,00; R$ 15/08, sexta, às 21 h, no Teatro. 3,00 (□, ❖). R$ 2,00 (O). 09 /0 8. Sábado, às 20h. «Aprendendo Teatro DOROTÉIA MINHA. Com Beth Goulart. II. Oficina com Débora Dubois. Gratui Monólogo. R$ 15,00, R$ 10,00 (□) e R$ ta e exclusiva aos participantes da Mos 5,00 (O). 17/08, domingo, às 20h, no tra. Sala de Multiuso 2 Sesc. Grátis. 10 /0 8. Domingo, às 15h. «Wars. Apresentação Colégio Mater Dei. Teatro TERÇATIVA. «Tapioca. Oficina de culinária. Municipal. Grátis. 10/08. Domingo, às 19/08, terça, às 15h, na Churrasqueira. 20h. «A revolta dos perus. Apresen •Histórias do Folclore Brasileiro. Com o tação Colégio Cecília Caçapava Con prof. Beto Brandão. 26 /0 8, terça, às de. Teatro Municipal. Grátis. 11 /0 8 . 15h, na Sala de Uso Múltiplo. Segunda, às 15h. «Saltimbancos. Sesi Teatro Municipal. Grátis. 11/08. Se GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. 20/08, quar gunda, às 20h. «Do mesmo sangue ta, a partir das 1Th, na Estação Rodoviámas não iguais. Apresentação CEFAM. Teatro Muncipal. Grátis. 12/08. Terça, às 20h. «Rápidas de Suassuna .Apre Sesc Rio Preto - Av. Francisco das Chagas sentação EE Maria Ferreira Sonnede Oliveira, 1.333. Tel.: (17)3216-9300. wend. Teatro Municipal. Grátis. 12/08. Terça, às 15h. «Burundanga. Texto do escritor contemporâneo Luís Alberto de SESC SÃO CARLOS Abreu, conta as aventuras de dois ma landros ao chegarem numa cidadeziIRA. Ginásio de Eventos. R$ 20,00; R$ nha do interior. Gratuito aos partici
IDÉIAS. Grupo de estudos direcionado a professores. «Folclore. Com André Nakamura, Toninho Macedo, Cidinha Manzoli e Neide Rodrigues Gomes. R$ 10,00, R$ 5,00 (□) e Grátis (O). 07, 21 e 28/0 8, quintas, às 19h30. 16/08, sábado, às 14h30. Na Sala de Uso Múl-
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pantes da Mostra. Teatro Municipal. R$ 6,00; R$ 3,00 (□, ❖). R$ 2,00 (O). 1 3/08. Quarta, às 20h. «Uma veizinha só. Apresentação EE Prof. Dorival Monteiro de Oliveira. Teatro Municipal. Grátis. 13/08. Quarta, às 15h. BRASIL DA SILVA. Conheça os Silvas nu ma divertida exposição, com ilustrações dos caricaturistas Loredano, Jal, Carlinhos, Carvall, Junior Lopes e Carneiro, e textos que contam a vida daqueles ue fazem parte de nossa história. Área e Exposição. Grátis. De 0 1 /0 8 a 30 /0 8 . De Segunda a Sexta, das 13h30 às 21 h30; Sábado, das 9h30 às 17h30. D O M IN G O S M Á G IC O S . «A Lenda de João e Maria. Cine Santana, Av. Rui Barbosa, 2005- Santana. R$ 6,00; R$ 3.00 (□, ❖). R$ 2,00 (O). 10/08. Domingo, às 16h. «Nau Catarineta. Ci ne Santana, Av. Rui Barbosa, 2005 Santana. R$ 6,00; R$ 3,00 (□, ❖). R$ 2.00 (O). 24 /0 8. Domingo, às 16h. ATIVIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS E SOCIAIS. Reuniões com apresentação artística, recreativa e atividades infor mativas. «Visita à Embraer. Vagas limi tadas. Grátis 0 9 /0 8 . Sábado, saída do estacionamento do Parque Santos Dumont, às 13h. «Música em Comunida de. Apresentação do C o ra l C ativa C ati vando. Área de Exposições. Grátis 12/08. Terça, às 15h. «Áinda Somos Românticos. Sala Multi-uso. Grátis. 19/08. Terça, à s l5 h . Sesc São José dos Campos - Rua Coronel José Monteiro, 275. Tel.:(12) 39042000.
SESC SOROCABA
Sexta, das 1Oh às 22h e Sábado, das 9h às 18h. Sesc Sorocaba. Grátis. SESC E M P R E SA /A TIV ID A D ES C O R P O RAIS. Sesc Sorocaba. «Ergonomia aplicada à Qualidade de Vida no Tra balho. Palestra. Com Fabrício Avancini. 26 /0 8. Terça, das 8h às 9h30. Grátis. Vagas Limitadas. «Torneios. Fi nal do Torneio Sesc de Futsal - Itu. 0 3 /0 8 . Domingo, às 9h. «Xadrez & Cia. De 16 a 3 0 /0 8 . Sábados, das 14h às 17h. Grátis. «Simultânea de xadrez. Jogo exibição. Inscrições no local. 3 0 /0 8 . Sábado, das 15h às 17h. Grátis. CHAPÉUZINHO VERMELHO. Espetáculo infantil. Com a C ia Le Plat du Jour. 23 /0 8 . Sábado, às 1óh. Grátis. Sesc Sorocaba (retirar o ingresso no local com 1h de antecedência). C H Á C O M CULTURA. Palestras e batepapos, intervenções artísticas e ativi dades recreativas, abordando diferen tes temas relacionados ao envelhecer saudável. «Música e Poesia. Leitura de poemas e apresentação musical com o Duo Viola e Violeta. 2 2 /0 8 . Sexta, às 15h. Inscrições no Sesc Sorocaba. Grátis. Vagas Limitadas. Sesc Sorocaba - Av. Washington Luiz, 446. Tel.: (15) 3212-4455
SESC TAUBATÉ BALAIOS DE HISTÓ RIAS. Balaios instala do ao ar livre, recheados de revistas, gi bis, livros, contação de histórias e teatro de bonecos. Sábados, das 15h às 18h. A partir das 16h. «A Bela Adormecida e outras histórias. Com Luiz Carlos Go mes. 0 2 /0 8 . «Contos populares. Com Ciça Oliveira. 09,16,23 e 30 /0 8 .
JAIR RODRIGUES. 08 /0 8. Sexta, às 20h. Praça da Matriz, s/n, São Roque/SP. IN S TR U M EN T A L SESC S O R O C A B A . •Ubaú. Grupo formado em 2002 por professores de música de Sorocaba e Região com o objetivo de resgatar anti gos arranjos da Música Popular Brasi leira. 29 /0 8. Sexta, às 20h. Fundec: Rua Brigadeiro Tobias, 72. Grátis. Reti rar o ingresso no local com 1h de ante cedência, vagas limitas.
PROJETO SORRISO É COISA SÉRIA. Pro grama de educação nutricional e higie ne bucal para crianças. Realizado em parceria com a Universidade de Taubaté. Conta com gincanas temáticas, palestras interativas, espetáculos tea trais e um divertido escovódromo. Este ano o programa pretende atender 4000 participantes, abrangendo Taubaté e outros municípios da região. De 18 /0 8 a 27 /0 9. Grátis.
E N C O N TR O S C O M A PALAVRA. «Am biente Literário. Encontro de professo res da rede pública e particular de ensi no para criação de textos poéticos e tra balhos artísticos sobre temas cotidianos sugeridos pelo Sesc Sorocaba. Dia 28 /0 8. Quinta. Grátis.
JOGOS DA EXPERIÊNCIA - LAZER NA PRAIA. Encontro dos grupos de Terceira Idade do Cone Leste Paulista com ativi dades de confraternização e sociabili zação. De 20 a 24 /0 8. No Sesc Bertio-
MOMENTO OLÍMPICO. Exposição foto gráfica. De 12 a 31 /0 8. Segunda a domingo, das lOh às 22h. No Itapetininga Shopping. Itapetininga/SP. Grátis. JANELAS DO COTIDIANO. Instalação cenográfica que apresenta uma aventura poética consolidada: O Concretismo, na vanguarda de Augusto de Campos e nas experimentações multimídia de Ar naldo Àntunes. De 15 a 31 /0 8. Terça a
9°TEATRO PARA C R IA N Ç A S . Todos os domingos, às 1óh. Grátis. «O Galo que Cantava para o Sol Nascer. 03/0 8. •É... Pic... Pic... Pic... O Aniversário Surpresa. 10 /0 8. «Alquimistas. 17 /0 8. «O Alfaiate e o Gigante. 24 /0 8. «As Aventuras de Tibicuera. 31 /0 8. Sesc Taubaté - Av. Engenheiro Nilton de Alvarenga Peixoto, 1.264. Tel.:(12) 3634-4000.
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P.S.
Ilustração: Marcos Garuti
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anos a t r á s Marcos Ribeiro de Carvalho
- Sabino, Etrusco, venham aqui, precisamos formar um povo. O esquema é o seguinte: nós usamos a minha língua, o latim, e saímos por aí dominando tudo, criaremos um ver dadeiro Império Latino. - Não, o nome não é bom, que tal Império Tosco - disse Etrusco. - Horrível - disse Sabino - e desse je ito não vamos a lu gar nenhum. Já que estamos em Roma, chamemos de Impé rio Romano. Tudo acertado, a dominação foi rolando, mas sabíamos que era preciso algum elemento mais transcendental. O im perador Constantino, às vésperas de uma batalha contra Maxêncio, teve um sonho com Jesus Cristo. - Quem está aí? -A quila non capit muscas. A águia não apanha moscas. - Ai, aí, aí, deve ser Jesus Cristo, que só fala por parábo las. Será que você podia me deixar dorm ir um pouco, meu dia ontem não foi fácil, os leões não passaram nada bem, não sei se foi algum cristão que eles comeram. - Vim para lhe passar uma mensagem. Vedes aqui meu nome e ao lado dele a inscrição in hoc signo vinces (com es te sinal vencerás)? - Falar Latim eu sei, quero saber dessa narração alegórica, qual o conjunto de elementos que evoca? - In hoc signo vinces - Ei, espere aí, eu preciso saber... Vitorioso, oficializou a religião. A moçada veio seca para ficar livre dos impostos; com isso o Império foi se alastrando. É claro que os povos que foram sendo dominados não iam deixar barato, daí expressões do tipo ia mère du soldat romain ríétait jamais mariée, Ia madre dei soldato romano non è stata sposata mai, nunca casaron a Ia madre dei soldado ro mano, a mãe do soldado romano nunca foi casada; dando origem, respectivamente, às línguas francesa, italiana, es panhola e portuguesa, e, principalmente, trazendo às cla ras as idéias da monogamia e todo o pensamento éticomoral do cristianismo. Esta religião veio nos conduzindo durante muitos séculos.Tu 74 r e v i s t a e
do ia bem, a gente achando que “é nóis no papiro, certo mano” até que alguém grita: - Que bárbaro!!! Antes de nos darmos conta de que não se tratava de nenhuma manifestação mais efusiva diante de algum modelito novo do Im pério, já tínhamos sido dominados por povos de origem germâ nica e obrigados a nos refugiar ao Norte. Ficamos lá um tempão, vimos os árabes dominarem tudo e só lá pelo século 16 é que re solvemos pegar nossas caravelas e sair em busca das índias. Não que a coisa estivesse tão ruim, afinal já íamos batizando nossas naus com o nome de... diríamos... primas que conhecemos no cais: uma seria Pinta, a outra Nina, mas na terceira resolvemos ali viar e colocar Santa Maria (mamãe era devota). Erramos o caminho e chegamos na América. Eu resolvi ficar no Brasil. O pessoal daqui, de cara, me ofereceu mandioca. Achei gentil, mas preferi a opção de me tornar cunhado, afinal me pareceu uma maneira mais suave de ser absorvido pela cul tura autóctone. A cordialidade com o estrangeiro foi percebida de imediato, reforçada quando da chegada dos africanos. A maneira inicial pela qual a miscigenação foi acontecendo era abominável, mas demos um jeito, apelando até para o babalorixá evocar o santo nome de um xamã. Fomos Colônia, Império e chegamos a República. Quase um quarto de século já se ía quando um bando de malucos bem formados tomou o Municipal de São Paulo para manifestar suas idéias, reavivando o centenário da nossa independência e dando um belo aval pra que eu conte a história desse je ito bem brazuca. O tempo passou, a ditadura deixou uma pancada de marcas ro xas e hoje estou aqui, na frente do shopping, confesso que um pouco incomodado. Comendo um lanche do McDonalds, atento ao walkman, espero para ver se um brasileiro vai ganhar, neste ano, o Grammy latino. ■ M arcos R ibeiro de C ar valh o é pu bu c itár io , assistente de COMUNICAÇÃO DO SESC E, EM TESE, TEM UNS 2 . 4 3 2 ANOS
Foto: Paul R. Cohen
MÚSICA
LI LA DOWNS (México) Dia 29, 21 h Santo André Dia 30, 21 h. Dia 3 1 ,18h Pompéia
Mais Fito Paez e Nando Reis (Argentina e Brasil) Bajo Fondo Tango Club (Argentina) Sr. Coconut (Venezuela e Alemanha) Renato Borghethi e Chango Spasiuk (Brasil e Argentina) Actitud Maria Martha (Argentina) Tiro de Gracia (Chile) Luzmilla Carpio (Bolívia) Gurrufío (Venezuela) Luciana Souza (Brasil) Gonzalo Rubalcaba (Cuba) Liliana Herrero (Argentina) Samir e Wissan Jubran (Israel) Antonio Chainho (Portugal) Eugênia M.C. (Portugal)