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Revista E - Março de 2002 - ANO 8 - Nº 8

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Santo André Artecicmdezonaleste 22, Ames

k Hugo Possolo

Em Pauta:

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...

A Semana de Ar e M odem Gerardo Mello Mourão

FICÇÃO INÉDITA Eustáqiiio Gomes

CelsoíFavaretto Elizabeth Travassos NewtÇn Cunha

Quem são os pintores das feiras de arte


iSTaf v

Os empresários do comércio e serviços estão cada vez mais comprometidos com a qualidade de vida dos seus funcionários, seus familiares e de toda a comunidade. Eles acreditam no Sesc, um projeto que há 56 anos valoriza o trabalhador, antecipando-se às suas necessidades e promovendo o bem-estar social. Assim, mais pessoas têm acesso ao lazer, à cultura, à saúde, ao esporte e a novas oportunidades de desenvolvimento. Agora, com a unidade de Santo André, o Sesc ficou melhor! "Parabéns a você, em presário que m an tém o Sesc e é parceiro nesta iniciativa de sucesso" Rua Tamarutaca. 302 - Tel: 4469.1200.

SESC

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CORPO PRA7FO E MOVIMENTO Ensaios Inéditos, informações no Centro de Documentação do SESC Àv. Paulista. Tel.: 3179-3579/3650. R$ 15,00


PatriciaYamamoto

Espaços de convívio e de arte À margem do mercado tradicional de artes, dirigido a um público afeito ao consumo cultural, é co­ mum nas metrópoles a ocupação ordenada de praças e logradouros públicos para exposições e reu­ niões de artistas, em sua maioria, anônimos. E desejável que a cidade ofereça, esses espaços para amplos segmentos da população. Áreas u tili­ zadas para esse fim favorecem, em meio ao caos urbano vivido na maioria das cidades brasileiras, o surgimento de novos pólos de circulação de mercadorias, onde há a possibilidade da transação eco­ nômica ser pautada pelo contato humano menos formal, atraindo o transeunte ocasional e estimulan­ do-o para a compra. Por outro lado, é fato conhecido que apenas uma insignificante m inoria encontra-se em condições de usufruir da experiência proporcionada por museus, galerias e espaços culturais tradicionais. Nes­ se sentido, a principal preocupação das iniciativas que visam potencializar estes espaços é a de remo­ ver os obstáculos que se interpõem entre o grande público, de um lado, e a produção cultural, de ou­ tro. E o que tem procurado fazer o Sesc São Paulo por meio da realização de ações em áreas degradadas da cidade, como forma de favorecer o processo de revitalização urbana.

A b r a m S z a j m a im P residente do C onselho Regional do S esc no estado de S ão Paulo

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icellos

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Nesta edição

Artecidadezonaleste Sesc Santo André

E mais Dossiê Circo Encontros Em Pauta Ficção Inédita Em Cartaz Humor P. S.

Da redação As feiras de artes são um típico fenômeno de metrópoles de forte conteúdo cultural. Nas grandes ci­ dades identificadas com a produção artística, é comum haver um circuito de exposições amadoras, à margem do roteiro reconhecido pela mídia e pelos formadores de opinião como algo de fundamental contribuição. Quase sempre ao ar livre, em praças ou pequenas ruas, essas mostras dominicais trazem as obras de artistas anônimos cujos trabalhos encontram forte aceitação entre certas faixas da socie­ dade. É desse universo pictórico e com portamental que trata a matéria de capa desta edição. Na Entrevista, uma conversa sobre pintura, movimentos culturais e o fazer pictórico com o artista plástico Luiz Sacilotto, um dos ícones da arte concreta brasileira. Na Ficção Inédita, Eustáquio Gomes apresenta o texto Os Casulos, fragmento da novela inédita Porcos ejavalis. No Em Pauta, professores e intelectuais fazem uma análise dos oitenta anos da Semana de Arte Mo­ derna. O movimento modernista também é tema de reportagem por conta do espetáculo 22, Antes e Depois, no Sesc Ipiranga. Entre as matérias, a inauguração do novo Sesc Santo André, um m oderno centro de lazer e esportes numa região que reencontra sua vocação econômica no comércio e serviços; e o projeto Arte/Cidade no Sesc Belenzinho. Entre os depoimentos, o poeta Mário Chamie e o diretor Hugo Possolo. Não deixe de conferir também as atividades do Sesc São Paulo em março, no Em Cartaz.

D a n il o S a n t o s d e M ir a n d a D iretor Regional do S esc de S ão Paulo

revista &


DOSSIÊ Drummond 0 centenário de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, comemorado neste ano, foi marcado no Sesc Araraquara pelo projeto literário Tertúlias. A mestre-de-cerimônias do evento, Juliana Santini, ao lado do com positor Mário Martinez, que musicou versos de Drummond, e do poeta João Carlos Biela, que fez lei­ turas dramáticas de textos do autor, conduziram o público a um panorama da marcante obra poética pro­ duzida ao longo de cerca de sessenta anos. Logo no início de sua trajetória, em 1928, Drummond sur­ preendeu o país com o famoso poema “ No meio do ca­ m inho tinha uma pedra” , publicado na Revista de Antro­ pofagia. O poeta mineiro, falecido em 1987, se firmou como um dos maiores autores brasileiros de todos os tempos e é internacionalmente reconhecido, tendo sido traduzido para diversos idiomas.

Reprodução

"O problem a náo é inventar. E ser inven­ tado hora após hora e nunca ficar pronta nossa edição convincente" Carlos Drummond de Andrade

Mostra Circo Mínimo

A premiada companhia Circo Mínimo mostrou em fevereiro, no Sesc Pompéia, uma retrospectiva de suas obras. Foram apresen­ tados quatro espetáculos do repertório do grupo, criado em 1988 por Rodri­ go Matheus. “ Essa mostra e os catorze anos do Circo M ínimo apontam para a consolidação de uma lin­ guagem", afirma o diretor. “ O tipo de pesquisa que 6 revista &

vem sendo desenvolvida pela companhia virou uma referência. As pessoas po­ dem até eventualm ente não gostar, mas sem dúvi­ da é uma referência.” No evento, foram apresenta­ dos Prometeu, com direção de Cristiane Paoli Quito; Moby Dick, uma adaptação do clássico de Herman Melville; Ladrão de frutas, de Rodrigo Matheus; e o experimental Alados.

Intimidade

O projeto Intimidade é Fato, idealizado pela com­ positora Lucina e pela pro­ dutora Patrícia Ferraz, en­ cerrou sua prim eira edição com a apresentação de Zeca Baleiro e Zé Ramalho, em fevereiro. Os espetácu­ los, que colocaram no pal­ co do teatro do Sesc Pompéia dois artistas da música popular brasileira, serão transmitidos a partir de mar­ ço pelo canal Multishow, e

já reuniram nomes como Guinga, Carlos Navas, Lenine e Dudu Nobre. “A inten­ ção é levar ao público artis­ tas que tenham uma obra rica, independentemente de serem consagrados. E que, além do trabalho, compartilhem uma in tim i­ dade pessoal, ou mesmo musical", afirma Patrícia. A partir de abril, se inicia a segunda edição, que será exibida no Canal Brasil.


Godard

iBest 2002

Considerado um dos maiores diretores do cinema mundial, Jean-Luc Godard teve grande parte de seu trabalho apresentada em feverei­ ro na mostra promovida pelo CineSesc e pelo Grupo Estação. Durante catorze dias, o públi­ co paulistano teve a oportunidade de assistir a clássicos restaurados, como Paixão, 0 peque­ no soldado, Nouvelle Vague e mais treze filmes, entre eles, pela primeira vez no Brasil, Elogio ao amor, finalizado pelo diretor francês no ano passado, do alto de seus 71 anos. Em entrevis­ ta à revista Manchete em 1968, o cineasta bra­ sileiro Glauber Rocha afirmava que Godard é “ a súmula de toda a cultura clássica e contem­ porânea. Ele engloba Freud e Marx, Racine e Brecht, Mao-Tsé-Tung e o humanismo cristão, o rigor e a anarquia” .

O site do Sesc São Paulo (www.sescsp.org.br) concorre no­ vamente à mais importante premiação da Internet nacional, o iBest. A última edição do evento teve a participação de mais de 3 milhões de votantes. Os melho­ res sites de cada ano são premia­ dos através de votação popular e da Academia iBest. Em 2001, o Sesc O n Line foi escolhido como um dos cinco melhores sites de Cultura e Arte. Neste ano, concor­ re nas categorias Cultura e Arte e Associações Profissionais. Q uem quiser dar seu voto, pode fazê-lo no endereço w w w .prem ioibest.com.br.

uivuigaçao

"Uma das razões da minha felicidade conjugal é que minha m ulher adora Godard. E isto evita conflitos fundamentais" Glauber Rocha, na revista Manchete em 1968, falando da importância da obra do cineasta francês.

Encontro em Marselha 0 Diretor Regional do Sesc de São Paulo, Danilo Santos de Miranda, participou de mesa redonda no encontro internacional Novos Territórios da Arte, na "Friche Belle de Mai", em Marselha, França, a convite do Ministério da Cultura e da Comunicação Francês e do Secretário de Estado do Patrimônio e da Descentralização Cultural, Michel Duffour. A mesa, intitulada “A presença dos artistas em comunidades locais: A arte testada pela reali­ dade” , discutiu as relações atuais entre as artes, os artistas, as políticas culturais e a cida­ de, com a presença de François De Mazières, Secretário da Cultura de Versailles, Kresentia Duer, Diretora Cultural do Banco Mundial e do arquiteto francês Jean Nouvel, entre outros. 0 evento também contou com a participação do Secretário Municipal de Cultu­ ra de São Paulo, Marco Aurélio Garcia.

Para Dançar

--------------------------------------------Divulgação

Em fevereiro, o Sesc Consolação iniciou o projeto Para Dançar, com o objetivo de estimular a com­ preensão dos espetáculos e dos conceitos envolvi­ dos na dança contemporânea. Nas performances, aulas abertas e apresentações, o público teve opor­ tunidade de acompanhar mais de perto o processo de criação dos dançarinos. Entre as atividades, o es­ petáculo Vaidade, da Cia. Dani Lima; Artérias, da Cia. 2 Nova Dança; o infantil Entranças, da Balangandanças Cia.; aulas abertas com o dançarino e percussionista corporal Sergio Rocha, e o ffevo-rock de Ângelo Madureira. O evento, que começou no dia 16 de feve­ reiro, segue até 9 de março nos espaços da unidade e no Teatro Sesc Anchieta.

Quatro Sambas Talvez o gênero mais caracterís­ tico da música brasileira, o samba se espalha por todo o país e rece­ be as mais variadas influências. De composições paulistas a fu­ sões com a música eletrônica, passando pelo samba de roda baiano e pelo samba-rock dos anos de 1970, o samba continua vivo. Durante o Carnaval, no Sesc Ipiranga, quem ficou na cidade teve a oportunidade de desfrutar essas diferentes vertentes do gê­ nero. O músico pernambucano O tto apresentou suas reinvenções do ritmo em show do disco Condom Black, premiado como o melhor de 2001 pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. Mestre Suassuna e o Cordão de O uro mostraram o tradicional samba de roda feito com ataba­ ques, pandeiros e berimbaus. Já Os Opalas, com a participação do DJ Don KB, tocaram samba-rock, enquanto Osvaldinho da Cuíca mostrou tradicionais músicas do samba paulista e carioca.


DOSSIÊ Circo

Cine

Teatro

Durante os meses de janeiro e fevereiro, uma grande lona mon­ tada no Sesc Belenzinho abrigou o evento Circo Cine Teatro, que trouxe dezenove espetáculos circenses de diferentes estilos. Pelo picadeiro passaram desde representantes do circo tradicional até a mais nova geração de artistas. A cada dia da semana, uma progra­ mação diferente. Às terças, Hugo Possolo, dos Parlapatões, e Beto Andreta, da Pia Fraus, entre outros, comandaram sessões de cine­ ma comentado. Entre os filmes, a rara cópia de I Clowns, de Federico Fellini. Às quintas, artistas tradicionais como Roger Avanzi e os integrantes das famílias Aurich e Medeiros apresentaram seus tra­ balhos. Aos sábados, era a vez de grupos de circo contemporâneo, como Linhas Aéreas e Fractons. Aos domingos, a criançada tomava a lona nos espetáculos infantis.

"O circo sempre teve mudanças, nunca foi o mes­ mo. Nasceu de um jeito e vem se transformando ao longo do tempo. Náo tem essa coisa que o circo deve ou pode acabar. O circo nunca vai acabar" Roger Avanzi, o palhaço Picolino, sexta geração de artistas circenses da tradicional família Nerino, no Sesc Belenzinho.

Calabrone na Assembléia

Bienal da UNE

Wwâ

A escultura, em bronze, “0 Caixeiro", de Domenico Calabrone, obra criada para a Federação do Comércio do Estado de São Paulo, foi doa­ da em fevereiro à Assem­ bléia Legislativa de São Pau­ lo. A cerimônia contou com a presença do Presidente Abram Szajman e do deputa­ 8 revista &

do estadual Walter Feldman, presidente da Assembléia. Na oportunidade, Szajman ressaltou a importância do caixeiro-viajante como aque­ le que, além de levar merca­ dorias, representa, ainda hoje, o elo entre brasileiros e costumes provenientes de outras culturas.

Em fevereiro, a União Na­ cional dos Estudantes pro­ moveu no Sesc Pompéia sua segunda Bienal de Arte e Cultu­ ra. Além de marcar o início do ano letivo, o evento teve como intenção unir os estu­ dantes e a sociedade em um grito artístico contra a vio­ lência e em favor de justiça social. “ De nada adianta aos estudantes correr atrás de bons empregos e salários e viver amedrontados. Quere­ mos um país seguro, com justiça social e oportunidade

de trabalho e estudos para todos” , afirma Felipe Maia, presidente da UNE. No dia 19, na choperia, houve o lan­ çamento da Carta Manifesto pela Paz, elaborada pelo ator Sérgio Mamberti. A progra­ mação do evento incluiu shows de Arnaldo Antunes, Kamak, Língua de Trapo e es­ petáculos teatrais como Biedermann e Incendiários, da Companhia São Jorge de Va­ riedades, e Nada de Novo, dos Parlapatões, Patifes e Paspalhões.


Frases Imagens do Samba 0 Sesc Santo Amaro promoveu em fe­ vereiro a exposição Imagens do Samba, do fotógrafo paulistano Marco Aurélio Olim­ po. Diante de suas lentes já passaram fi­ guras como Jamelão, Elza Soares, Dona Ivone Lara e muitos outros grandes no­ mes do samba em registros singelos e precisos. Segundo o jornalista Arley Pe­ reira, o trabalho de Marco Aurélio é de fundamental importância para a preser­ vação da cultura popular do país. “ Em suas fotos em branco e preto fica fácil conviver com a suavidade de Paulinho da Viola, a malandragem dos Silva, o Morei­ ra (foto) e o Bezerra, a saudade do Zé Keti e João Nogueira, a filosofia de Monarco e tudo mais que cerca todos os personagens, preservados e eternizados na prisão de luz criada por esse carcerei­ ro genial” , afirma Arley.

"Às vezes o trabalho do artista é o de um se­ m ead or louco que atira sem entes esperan do que caiam em solo fé r­ til" Carlos Vergara, um dos 25 artistas presentes no Artecidadezonaleste, no Sesc Belenzinho

"A televisão está com ­ p le ta m e n te carente de bons program as de m ú­ sica. E o In tim id ad e re u ­ niu nomes interessantís­ simos. A gente conse­ guiu ro m p er um tabu e b o ta r na tela artistas que não são consagra­ dos na m íd ia " Patricia Ferraz, uma das idealizadoras do Intim idade é Fato, no Sesc Pompéia

Tendências do Cinema Francês “As principais tendências do cinema francês estão ligadas às inovações e à busca de caminhos. Desde sempre a experimentação e a renovação permanente da linguagem es­ tiveram presentes nas produções do país” , afirma Laurent Desbois, jornalista e estudio­ so, que em fevereiro deu o curso As tendências do cinema francês no CineSesc. Para ele, um aspecto importante da atual produção é o reencontro com seu público. “ Parecia que depois das décadas de 1970 e 80 os franceses não gostavam mais de obras nacionais. Mas agora o cinema na França está conquistando um público jovem.”

Blues no Belenzinho

"M ais de cem anos após o nascim ento do cinem a na França, ele ain d a sobrevive com o arte, em todo o m undo, em p a rte p o r conta das co-produções da França, através dos m inistérios franceses, do C anal + e de outras instituições" Laurent Debois, que m inistrou o

Em uma época do ano em que todas as atenções do país parecem estar voltadas para gêneros musicais festivos, como os mais variados sambas, maracatus, músi­ cas baianas ou frevos, o Sesc Belenzinho ofereceu uma programação alternativa a quem resolveu passar o Carnaval em São Paulo. De 2 a 23 de fevereiro, a unidade recebeu desde renomadas figuras do blues brasileiro, como André Cristovam, Lancaster (foto) e Nuno Mindelis, até no­ vas revelações, como o guitarrista Marce­ lo Watanabe e o gaitista Robson Fernan­ des. Nos dias de Carnaval, durante todas as tardes, não faltou animação com as apresentações itinerantes da Russo Jazz Band, que tocou de dixieland a blues.

curso As tendências do cinema francês no CineSesc

"D ecidim os fazer uma retrospectiva das obras da co m p anh ia p a ra m ostrar a evolução e a d iversid ade d e n tro da unidade - exibim os as variações que o tipo de linguagem que a gente desenvolve p e rm ite " Rodrigo M atheus, criador e diretor da com panhia Circo M ínim o, no Sesc Pompéia


INSTITUCIONAL

No último mês foi grande o número de sentenças proferidas fa­ voravelmente ao Sesc, acolhendo a tese de defendida pela entidade.Foram julgadas ações propostas por prestadoras de serviços dos mais variados ramos de atividades. É o caso das duas sentenças proferidas pela Justiça Federal: uma, da Juíza Federal Cristiane Farias Rodrigues dos Santos, nos autos n.° 2000.61.00.050438-6, da ação proposta por Unifisa Administradora Nacional de Consórcios Ltda., em trâmite pe­ rante a 3.a Vara Federal de São Paulo; a outra emitida pela Juíza Federal Diana Brunstein, nos autos do mandado de segurança n.° 2000.61.00.024460-1, impetrado por EBV - Empresa Brasi­ leira de Vigilância Ltda., em trâmite perante a 2.a Vara Federal em Guarulhos. Na primeira sentença, aJuíza, após mencionar o artigo 3.° do De­ creto-lei n.° 9.853/46, instituidor da contribuição destinada ao Sesc, concluiu que, nos termos desse artigo, a receita do Sesc, oriunda do recolhimento dessa contribuição compulsória, está vin­ culada à Confederação Nacional do Comércio, por meio do quadro aprovado pelo artigo 577 da Consolidação das Leis do Trabalho, e ainda, pelas espécies de empregadores definidas no Decreto-lei n.° 627, de 18 de agosto de 1938, que veio a ser consolidado pelo De­ creto n.° 48.959/60. Assim, a Portaria do Ministério do Trabalho n.° 3.021/82, que estabeleceu o quadro de atividades e profissões mencionado no art. 577 da Consolidação das Leis do Trabalho, enquadrou as ati­ vidades da autora UNIFISA Administradora Nacional de Consór­ cios Ltda., nas entidades sindicais ligadas à mencionada Confe­ deração, a saber: 3.° GRUPO - AGENTES AUTÔNOMOS DO COMÉRCIO/ Administra­ dores de Consórcio; Esse enquadramento é possível, de acordo com a sentença em questão, porque a análise sistemática da legislação vigente permite considerar a autora como empresa comercial, a despeito da prestação de serviços que realiza. Apenas para ilus­ trar a legislação vigente, trouxe a Juíza dispositivos do Código de Defesa do Consumidor (Lei n.° 8.078/90): “O artigo 2.° do referido

Código define: Consumidor é toda pessoafisica ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Em seu artigo 3.°, define fornecedor como: toda pessoa física ou jurídica que desenvolve atividade de produção, montagem, criação, constru­ ção, transformação, importação, exportação, distribuição ou co­ mercialização de produtos ou prestação de serviços.O parágrafo 2.° do mesmo artigo define serviço como:” qualquer atividade for­ necida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive de na­ tureza bancária, financeira de crédito securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista."(fls. 969 dos autos) Por esses dispositivos legais transcritos, a sentença conceituou empresa comercial como sendo “aquela que produz bens e serviços e os coloca no mercado, para operações de troca objetivando lucro.” A segunda sentença mencionada, que julgou mandado de se­ gurança impetrado por empresas que prestam serviços de segu­ rança e vigilância, para chegar ao contemporâneo conceito de es­ tabelecimento comercial também utilizou o Código de Defesa do Consumidor. AJuíza Federal Diana Brunstein concluiu que referi­ do diploma legislativo já enquadra a prestação de serviços junto com as demais atividades comerciais, qualificando como serviço qualquer atividade fornecida no mercado de consumo. E, além dessa conclusão, ressaltou que: “(...) como comprovadamente demonstrado pelo Sesc, todas as impetrantes são categorizadas como empresas comerciais nos termos da legislação de regência, estan­ do inseridas no quadro previsto no artigo 577 da CLT”. Após a análise dessas duas sentenças, podemos concluir que a Justiça Federal vem utilizando a teoria da empresa, defendi­ da pelo Sesc, para chegar às mais apropriadas soluções em re­ lação à atividade econômica, formulando conceitos contempo­ râneos para empresa comercial, tendo por base não apenas a doutrina mais atualizada, mas também nossa legislação vigen­ te e, em especial, o Código de Defesa do Consumidor, garan­ tindo dessa forma que os empregados das empresas desses ra­ mos de atividades continuem a usufruir dos benefícios ofereci­ dos pelo Sesc.

NOTA IMPORTANTE: A Sexta Turma do Tribunal Regional Federal - 3.a Re­ gião reform ou decisão proferida em prim eira instância que garantia à autora Selex Mão de Obra Temporária Ltda. o d ire ito de não mais c o n trib u ir ao Sesc até a prolação da sentença. A Desembargadora Federal Marli Ferreira entendeu que a contribuição destinada ao Sesc foi expressamente recep­ cionada pelo art. 240 da Constituição Federal e que as ati­ 10 revista &

vidades desempenhadas pela entidade beneficiam os em­ pregados da autora e estão à disposição destes. Assim, ao examinar nosso pedido formulado em agravo de instrumento, em exame preliminar (antes de julgar o m érito deste recurso), já entendeu não haver relevância para a suspensão dos recolhimentos dessa contribuição, re­ formando a decisão proferida anteriormente que havia sus­ pendido a exigibilidade da contribuição relativa ao Sesc.


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ENTREVEJA

Em entrevista exclusiva à Revista E, o artista plástico Luiz Sacilotto fala da apropriação da arte pela televisão e prevê que a estética concreta está longe de conhecer seu fim 0 artista plástico Luiz Sacilotto, con­ siderado um dos principais expoentes da arte concreta brasileira, fa la nesta entrevista exclusiva sobre a motivação de suas criações, contando a gênese de sua arte, além de avaliar seus compa­ nheiros de viagem pictórica. Sacilotto comenta o racha que originou o movi­ mento neoconcreto, as histórias envol­ vendo disputas de poder no mundo artístico e de como a arte concreta acabou influenciando outros meios. Fala ainda dos painéis que realizou no recéminaugurado Sesc Santo André, cidade onde nasceu e mora até hoje. Qual foi a base de inspiração para os seus trabalhos criados para o Sesc Santo André? Eles fazem parte de uma obra que já venho desenvolvendo. Quando me pediram um projeto, pensei em algo que agradasse o público, que t i­ vesse o elemento surpresa, que pa­ recesse uma coisa e fosse outra, que se revezasse. Os painéis, principal­ 12 revista &

mente aquele que dá para o grande salão, são de um je ito à prim eira vis­ ta mas depois se revertem. Há uma ambigüidade que constitui a essên­ cia da obra, algo que cada pessoa percebe de um je ito . Algumas olham e não percebem nada, outras perce­ bem mais ou menos... Isso me in te­ ressa m uito e parece-me que esse re­ sultado foi obtido. Como é criar uma obra “ púb lica” , no sentido de ela estar num lugar onde será vista, observada e adm i­ rada p o r m uitos? É diferente de um quadro que vai para um museu ou para um colecionador particular? Como é a concepção de linguagem que deve ser aplicada, na sua opiNão im porta se faço uma obra pú­ blica ou para um museu. Quando ex­ ponho numa galeria, os coleciona­ dores também vão e vêem. No caso do trabalho para o Sesc, a diferença é que se trata de uma obra que não

será vendida. Mas a finalidade é a mesma: faço para agradar. Já tive umas dez experiências em escolas, nas quais eu levava m aterial e come­ çava a pintar. Na prim eira vez foi uma algazarra terrível; na segunda, o barulho já tinha dim inuído; na ter­ ceira, ouvi os suspiros de admiração das crianças; no final, elas queriam mais. Essa experiência foi a mais gratificante. Ou seja, devemos perceber que a nossa arte não deve ser feita apenas para o crítico, mas sim para todos, para quem entende e para quem não entende. Quando a TV Cultura esteve aqui, a entrevistadora perguntou para um senhor o que ele achava de uma escultura minha, lo­ calizada em uma das ruas de Santo André. O senhor olhou para ela ad­ m irado e respondeu “Ah, é uma es­ cultura?! Acho fantástica!” . Ele nem sabia que aquilo era uma escultura e m uito menos de quem era. Qual foi o estalo que o fez deixar de


ser figurativo e passar para as figuras geométricas? Qual fo i a inspiração? Eu não acredito em inspiração. Era figurativo por causa da minha form a­ ção acadêmica, mas depois, na déca­ da de 1940 - quando não havia pos­ sibilidade de livre form ação - , com e­ cei a sentir que alguma coisa não es­ tava certa. Por que copiar a nature­ za? Por mais que eu me esforçasse nunca seria igual. Então, um dia, de­ senhando enquanto estava ao te le fo ­ ne, fiz abstrações de form a incons­ ciente e isso me despertou uma grande vontade de fazer aquelas abstrações de form a consciente. Daí, aprim orei a técnica den tro da lingua­ gem que eu queria. Minha profissão tam bém me ajudou. Fui desenhista de arquitetura, depois desenhista de esquadrias metálicas. Na empresa, tinha acesso a retalhos de chapa de alum ínio e comecei a pensar em fa­ zer um trabalho com esse m aterial. Cortava e juntava quadradinhos, fa­ zendo grupos e subgrupos que fo r­ mavam desenhos surpreendentes. Passei a fazer quadros concretos dentro desse mesmo princípio. Com o tem po, passei a produzir quadra­ dos em relevos bidim ensionais e fui crescendo, crescendo. Cada quadro me inspirava outro. Os quadradi­ nhos e os triângulos foram crescen­ do como quadros; um deles, inclusi­ ve, pertence ao MAC (Museu de A rte Contemporânea). É um trabalho que apresenta vin te ou trin ta retângulos em alum ínio pintado de branco, pos­ tos com uma espécie de distancia­ dor pintado de preto. Pensei nos cír­ culos. Se há um círculo preto sobre uma superfície branca não há m ovi­ mentação. Então, o que eu fiz? Fiz um pequeno corte no círculo, um ângulo de 15°, depois sobrepus ou­ tro círculo m ovim entando mais 15oe assim sucessivamente. Dessa form a, criei um m ovim ento fabuloso no quadro, que chamei de Revolução. Para quem olha, parece que o qua­ dro está se m ovendo, mas se trata de um rigor preciso do prim eiro ao últim o elemento.

Esses quadros tê m essa vibração até hoje. Além das form as, você tam b ém in c o rp o ro u esse elem ento. Isso fo i procurado? Os resultados são im previsíveis. Eles sempre me surpreendem. É o inconsciente que faz isso, são efei­ tos incontroláveis.

"Talvez a televisão no fundo, no fundo, tenha uma linguagem concreta. O Faustão e até mesmo o Ratinho - esculhambado como ele só - talvez tenham uma linguagem concreta" É curioso com o a sua arte fu n c io ­ na com o um a pauta de música, ba­ sicam ente geom étrica e com vib ra ­ ção. A sua p in tu ra ganha, assim, um caráter musical. Pode ser. Não entendo m uito de música, embora seja fanático por música de todas as épocas. Pode ser que o inconsciente pegue os tim bres e as passagens da música. Quando ouço Beethoven, por exemplo, fico em estado de transe. Pode ser que haja esse reflexo involuntário. Em que contexto se deram os seus prim e iro s trabalhos g e o m é tri­ cos? Foi um a pesquisa solitá ria ou você já estava m antendo contato com artistas com o W aldem ar Cor­ deiro, p o r exem plo? Nós tínhamos m uito contato. Estávamos perfe ita m e n te de acordo, mas ninguém sofreu influência do outro. Cada qual era livre. O Cordei­ ro e o Geraldo de Barros têm lingua­ gens diferentes. Próximas porque são igualm ente concretas, mas liQ uando você com eçou a cham ar o seu tra b a lh o de p in tu ra concreta?

Em 1948; tenho um quadro adqui­ rido pelo MAM (Museu de A rte M o­ derna) que é quase concreto. Não é concreto ainda porque as linhas e o m otivo do quadro não concluem isso. Eu só começo a te r consciência de que um quadro é concreto a par­ t ir de 1950, quando a linguagem concreta rom pe com a arte fig u ra ti­ va e passa a ser programada. Até en­ tão, os meus trabalhos não eram programados. Eu punha e tirava ele­ mentos. Se você fizer isso num qua­ dro concreto, você o destrói. Qual é a diferença entre a sua arte geom étrica e a sua arte concreta? Eu não faço distinção entre elas. É interessante n o ta r que o seu processo era de desconstrução e re­ construção da mesma im agem sob nova form a. Eu não falaria em desconstrução. Não pretendo, de form a nenhuma, desmanchar o que já conhecemos. Quero apenas criar uma form a nova. Tenho verdadeira paixão pelos clás­ sicos anteriores ao renascimento. Depois deles vieram o renascimen­ to, o m aneirism o, o im pressionism o, o neoim pressionismo, o expressionismo e os grandes m ovim entos m o­ dernos. Respeito todos eles, não há nenhum que eu considere ultrapas­ sado. Eles passaram porque suas épocas passaram. A arte concreta é praticam ente um novo renascimen­ to, que ainda vai durar m uitos anos. Não há nenhuma possibilidade de destruição. O que está sendo feito e inventado é o mais im portante na arte concreta. Isso vai aum entar até chegar a um lim ite, quando ela pode se transform ar em outra coisa ou pode desaparecer. Em geral, costuma-se dizer que as m aiores inovações da arte concreta fora m absorvidas pela publicidade. Você id en tifica aspectos do seu tra ­ balho nessa área? Não. Talvez a televisão no fundo no fundo tenha uma linguagem con­ creta. O Faustão e até mesmo o Rati­ nho - esculhambado como ele só talvez tenham uma linguagem conrevista &

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ENTREVISTA ereta. No cenário do programa Sai de Baixo há alguns quadros que lem­ bram arte concreta. Não que a tele­ visão esteja incorporando essa arte, ela está apenas aproveitando o que tem. Vamos falar do seu grupo de par­ ceiros aqui de São Paulo. Qual era o temperamento artístico de Geraldo de Barros e de Waldemar Cordeiro? Você já disse que cada um tinha a sua personalidade artística. O Cordeiro era uma figura ex­ traordinária. Ele nasceu na Itália (pai brasileiro e mãe italiana) e se fo r­ mou em pintura numa escola de belas-artes. Escrevia m uito bem e t i­ nha je ito de líder. Qualquer discus­ são que houvesse, ele sobrepujava a todos. Era agressivo e essa era uma das suas qualidades. A arte concreta também foi culpa dele. Ninguém sa­ bia o que ia acontecer quando fo r­ mamos o grupo. Já o Geraldo era funcionário do Banco do Brasil. Era bem com portado, falava o necessá­ rio, depois trabalhou um pouco com propaganda. Não se pode nem com parar o tem p era m en to dos Qual é a diferença entre arte con­ creta e arte neoconcreta? Somente a te rm in o lo g ia . A arte neoconcreta não existe, ela é uma invenção do Ferreira Gullar. Pintá­ vamos com as cores prim árias, o branco e o preto. G ullar disse que éram os frio s , que não éram os com o os cariocas, que eram d ife ­ rentes... Eu não vejo diferença ne­ nhuma. O m anifesto neoconcretista é uma palhaçada. Obra exclusiva do Gullar. Perceberam que Lígia Clark era m u ito boa, ela fazia uma série de quadros em preto e bran­ co. Ela teve um período concreto com porta do, assim com o H élio Oiticica. Mas Lígia com eçou a fazer arte sensorial, depois surgiram os bichos e ela com eçou a usar psico­ logia. Hélio O iticica colocou aque­ les caras para jo g a r bilhar... O que os parangolés tinham a ver com arte concreta? 14 revista &

Como você definiria os “parango­ lés” criados pelo Oiticica? É uma besteira inventada por ele. Eu vi uma exposição na Casa das Ro­ sas que tentava trazer a arte concre­ ta paulista e carioca com um pessoal que fazia parangolés. Teve um negão que batucou por apenas uns quinze m inutos. Hélio Oiticica é im portante pelo que ele fez na arte concreta e não por outro m otivo. Dos seus colegas de viagem, quais, de fato, avançaram em ter­ mos de contribuição à arte? Hércules Barsotti. Tenho m uito res­ peito pela arte dele. Ele foi renegado num momento de ruptura, em 1952, porque o Cordeiro não se dava m uito bem com W illys De Castro, que pinta­ va com o Barsotti. Houve um clima de antipatia porque Willys não ficava quieto, respondia à altura e o Cordei­ ro não queria saber de concorrente. Por isso os dois se filiaram ao neoconcretismo do Rio de Janeiro.

"A arte neoconcreta não existe, ela é uma invenção do Ferreira Gullar. Eu não vejo diferença nenhuma." Do seu grupo, você acha que o Barsotti foi quem foi mais além? 0 mais fiel. O mais original também? Também. Em que sentido? Ele criou uma série de quadros com uma espécie de corte, mas que na verdade é uma parte pintada de p reto. Isso dá um d ese quilíbrio m u ito sutil. Essa é a contribuição maior. Eu vi uma exposição dele m u ito interessante com uma série de quadros que iam do retângulo baixinho até um quadrado perfeito. Isso m ostra uma grande dose de originalidade.

Nos anos de 1950, por causa da arte concreta, houve o predomínio do branco e do preto. Essas cores, casadas com as formas geométri­ cas, representaram um choque dentro do que vinha sendo feito pe­ los modernistas. É uma contraposi­ ção muito forte. Não te n h o nada a v e r com o que os o u tro s fiz e ra m , m u ito m enos com o que já exis tia ou não. Para m im , o branco e o p re to são co­ res. Os quadros que eu fiz em branco e p re to pod e ria m te r sido fe ito s em azul. Só não fiz porque d ete rm in a d a s obras pediam um im p a c to m aior, e o p re to e o branco dão esse im p a c to . Para al­ guns serve, para o u tro s não. De­ pende da form a. Não era uma análise do contexto pictórico brasileiro, uma reação? Não. Era o que era. Já pintei pai­ néis em preto e branco e outros em verm elho e azul. Em termos de influências inter­ nacionais, quais são as suas? Quais foram os pintores que o influen­ ciaram? Nenhum . Nada de M atisse nem Picasso. M ondrian ? Poderia. Eu o acho fabuloso. Estudei m u ito a vida e a obra dele. Percebi que ele teve uma fase acadêmica, mas ao m esmo te m p o livre. Depois, cres­ ceu e p in to u paisagens. Até vaqu i­ nhas. Só que tu d o tem o seu valor. Foi em 1910-12 que ele se in te re s ­ sou pelas form as geom étricas. Em 1915, com eçou a p in ta r um qua­ dro quadrado. Qual é o grande pintor brasileiro? Volpi. Você acha que o manifesto do seu grupo, Ruptura, ainda é válido? Sim. Depois da invenção da má­ quina fotográfica não faz mais sen­ tid o pinta r figuras. Mas a arte con­ creta caminha paralelamente. A fi­ gura não deve estar incorporada à pintura. Nem dissim ulada, nem m o­ derna. O p ró p rio Picasso, se você analisar friam ente, é um grande ca­ ricaturista. ■


STV Rede SescSenac de Televisão PROGRAMAÇÃO

Terça-feira

CÉ A Rede SescS en ac de Televisão pode s e r vista na cid ad e de São Paulo no can a l 3 da NET. T ran sm itid a via s a té lite (D irectTV , Sky e T ecSat), a cabo e em canais a b erto s VHF e UHF, em todo o te rritó rio n ac io n a l, a ting e público p o te n cia l de 25 m ilh õ es de te le s p e c ta d o re s . P or sinal co d ific a d o , c h ega, ta m b é m , a unidades da rede nacional doSESCedoSENAC.

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Paisagens bucólicas, ruas pacatas, casas com vasos de flores na janela, cavalos em disparada. Os temas dos quadros expostos nas feiras ao ar livre movimentam um mercado alheio ao tradicional circuito das artes.

m livro lançado originalmente em 1964, o fotógrafo húngaro Brassáí revelou ao mundo algumas das particularidades da personalida­ de do pintor espanhol Pablo Picasso. Entre discussões conceituais e diálogos acerca da situação mundial na década de 40 (época em que foi colhido o material), Conversas com Picasso descreve em um de seus capítu­ los a opinião do mestre sobre os chamados “ pintores amadores”: “ (...) olhando a vitrina de um vendedor de quadros de poentes, luares, vaqui­ nhas ou bosquezinhos refletidos no espelho de um lago, Picasso exclama: ‘como me divertiria pintando algo assim! Não podes imaginar o que isso me divertiria!” '. Pois bem, logo de saída, então, saibamos que tais artistas têm em sua história um mérito que já os faz merecedores de atenção e respeito: a “ in­ veja” de Picasso. Em contraposição ao atormentado autor de Cuernica, eles são donos de uma técnica que ignora o sofrimento e de uma temática que não comporta crises existenciais. Realizam portanto um trabalho que em geral não produz tensões - no espectador ou no seu criador - , ao contrá­ rio da arte, digamos, profissional, comprometida sempre com buscar ino­ vações de estilo e se portar como espelho do tempo da humanidade. Justamente por sua intrínseca relação com a cidade, ao terem-na como palco para a mostra de seus trabalhos, os artistas de rua são, na maioria dos casos, testemunhas vivas das transformações de uma metrópole. Muitos deles estão há mais de quarenta anos em locais como a Praça da República, por exemplo, e em ruas como a Marquês de Itú, onde são co­ mercializados os materiais de pintura utilizados por esses artistas. São tin­ tas, telas e livros vendidos a preços atraentes nas calçadas, dentro de esta-

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Uma janela para o idílico Em m eio ao verde da praça, as flores de seus artistas "O público que compra essas obras deve dizer 'ah, eu gostaria de com prar um casario, uma jangada ou um p ô r-d o -so i. É uma jan ela sempre voltada para o passado ou para situações idílicas", analisa o artista plástico Luiz A quila.


cionamentos e sob as marquises dos prédios. São ruas que compõem, junto com os locais onde as telas são exibidas, uma espécie de quadrilátero dedicado à arte de rua. A specto nar r a tivo

0 mais interessante sobre esses artistas é que quase nunca seus discursos têm o intuito de ex­ plicar seus impulsos criativos. É raro parar em frente a alguma obra e ouvir de seu autor consi­ derações subjetivas que na maioria das vezes so­ mente visam colocar o artista num misterioso pa­ tamar de sensibilidade superaguçada (figura que Picasso definia como “ artista-pintor” ). Conversan­ do com eles ou observando a relação deles com os compradores, o que se percebe é que pintam porque gostam ou porque apresentam uma espé­ cie de domínio sobre o traço e a lida com as tin­ tas que está acima da média da maioria das pes­ soas, que têm dificuldade em desenhar até uma casinha para seus filhos. Eles sabem, e bem, dese­ nhar casas, mostrar o reflexo do sol na água e re­ produzir barcos com velas ao vento - temas, aliás, constantes nesste universo pictórico. Visivelmen­ te não há preocupação, ou inquietação, de propor algo ou de desconstruir formas. É a arte da figura fiel ao objeto, e o aprimoramento desse fazer é o que eles chamam de evolução. “ São sempre coisas muito tradicionais , começa analisando o ar­ tista plástico Luiz Aquila, um observador dessa produção. “ Mais para o artesanato no que diz res­ peito àquilo que vem da tradição de um fazer re­ petido.” Aquila observa também que muito do que é feito por esses artistas é um reflexo do que as pessoas gostam de levar para casa. Uma comu­ nicação clara entre obra e platéia. Diferente do que acontece no ambiente das sofisticadas gale­ rias de arte, onde as relações observador/obra tendem a passar por meandros mais complexos de percepção. “ São públicos paralelos” , prosse­ gue. “Assim como você tem um mercado ou uma audiência paralela para os leilões, existe um pú­ blico e espaços mainstream, como se diz, que se­ riam as galerias principais onde eu e outros artis­ tas expomos e existem esses dois outros merca­ dos: um deles é o de rua e o outro é o dos leilões. Esses dois, eu creio, cumprem a mesma função, que é uma função meramente decorativa e tradi­ cional, no sentido de pessoas que procuram as­ suntos. 0 público que compra essas obras deve dizer ‘ah, eu gostaria de comprar um casario, uma jangada, um pôr-do-sol’. Ou seja, ele está pensan­ do no que a pintura representa no seu sentido narrativo", explica Aquila.

De fato, nesse sentido, todos os desejos são sa­ tisfeitos. As obras são variadas e as ‘tendências’ muitas. “ São tantas que eu não me vejo em condi­ ções de sintetizar uma produção dessa natureza” , confessa o gravador e professor de história da arte, Evandro Carlos Jardim. Aliás, para Jardim, avaliar essa produção no sentido da estética não é uma coisa simples. “ 0 produto, por assim dizer, é muito variado. 0 que nós aprendemos, ou perce­ bemos, é que a arte, o domínio do fazer, parece ter uma finalidade. São regras e valores que não Na abertura, são do homem propriamente, mas sim da obra de imagem histórica de arte a ser feita” , pondera. “ Entre diversas questões uma feira onde se de natureza inclusive sociocultural, acho que essas comercializava de exposições nos despertam, sem dúvida, para tudo, inclusive arte: questões relacionadas à arte e ao artesanato. Des­ "uma prática de sa maneira se opera essa produção e os limites todos os tempos", desse conhecimento.” Para Jardim, o acervo varia­ como afirma o do desperta a atenção para a presença e a consi­ gravador e deração do ser humano diante da liberdade com a historiador de arte qual ele pode expressar suas intenções, sonhos e Evandro Carlos projetos. “ Eu me colocaria dessa forma em princí­ Jardim; abaixo, um pio” , afirma.

dos artistas mais tradicionais da praça, o pintor Moisés, 40 anos de praça da Republica

O s ARTISTAS

Conhecer um pouco mais a fundo esses artistas e suas obras significa, antes de tudo, penetrar em seus universos de idéias e “ inspirações” , e a praça

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da República é um bom local para essa tarefa. Além de ser a mais tradicional - esteve desativa­ da por curto período, mas alguns de seus exposi­ tores estão lá há mais de quarenta anos - a Repú­ blica é uma das maiores em tamanho, portanto uma das mais variadas. A atual gestão da Prefeitu­ ra de São Paulo oficializou a situação dos exposi­ tores. São 680 no total. Mesmo separando a parte destinada aos vendedores de comida, roupas e pe­ ças mais artesanais - luminárias, bibelôs etc. - é grande o número de artistas plásticos. Um dos mais bem-sucedidos é, sem dúvida, Cel­ so de Castro. Paulista, 47 anos, filho de artista plástico, o pintor consegue viver exclusivamente de sua arte, já há trinta anos. Durante a entrevista, não foram poucas as vezes em que foi interrompi­ do por pessoas interessadas em seus quadros que variam de 80 a 280 reais, dependendo do ta­ manho e se emoldurados ou não. Celso é um su­ je ito de aparência calma, e com paciência: “já can­ saram de querer dar palpite nos meus quadros ou mesmo dizer que não gostaram, mas eu encaro numa boa” , conta. O artista comenta que já existi­ ram épocas melhores na praça - “tempo de mui­ tos estrangeiros, já vendi muito quadro em dólar” , brinca - , mas ele é otimista ao ressaltar que “ num país de muitos analfabetos” ele consegue viver de sua arte. Mas vive bem? “ Tenho minha casa, troco de carro com freqüência e sustentei meus filhos” , conta. Celso confessa que consegue fazer uma média de mil reais por semana, principalmente quando negocia com lojas de móveis e decoração que arrematam lotes de seus quadros. Conta que desde que começou a pintar ‘aprimorou muito’ sua técnica. “ Melhorei meu desenho e estou cada vez mais exigente com meus quadros. Muitas ve­ zes eu os trago para cá e aqui na praça percebo que falta alguma coisa; então volto a trabalhar ne­ les até que fiquem prontos.” Os temas são muito parecidos. Pacatas ruas com casas antigas que lembram esquinas de cidades históricas mineiras. O céu sempre ameno, árvores, às vezes lagos, ja­ nelas... No meio da entrevista, Celso vendeu dois deles. O artista plástico Luiz Aquila acredita que o sucesso desse tipo de trabalho se dá justamente em virtude de sua temática: “ É sempre o casario antigo, a praça, o mar que não está poluído. É como se fosse uma janela sempre voltada para o passado ou para situações idílicas” . C asas , paisagens

Em alguns casos, pode-se dizer que o id íli­ co aparece em ‘tintas mais fortes’ . A mesma situação campestre assume tons surreais. 20 revista &

Espaços Alternativos Um outro fato que se revela ao analisarmos os artistas que expõem seus trabalhos em pra­ ças e demais locais abertos é que, indepen­ dentemente do estilo - engajada, conceituai, meramente figurativa etc. - , é possível um contato com a arte mesmo fora dos espaços das galerias ou museus. É claro que não se tra­ ta de substituir a visitação a esses locais por um passeio a uma feira de artes na praça. Mes­ mo porque são manifestações distintas. Mas, digamos que seja, no mínimo, uma nova alter­ nativa. "Sempre trabalhei em defesa do artista poder expor em todo o tipo de lugar e não de­ pender só da galeria, que é um espaço muito reservado, fechado e íntimo", diz o pintor Antonio Peticov, cujos trabalhos habitualmente foram exibidos em locais fora do circuito tradi­ cional das artes plásticas. "Fui um dos primei­ ros a expor, por exemplo, em restaurantes e pizzarias", comenta, acrescentando que sua atitude nunca foi bem vista por parte dos agentes do mercado artístico. No que concerne à qualidade das obras mostradas em ruas e praças, Peticov avalia que a maioria é "m uito ruim", mas contra­ põe: "Só que não é preciso ir até a praça da República para ver coisas ruins. Há muitas galerias e museus que também não primam pela qualidade dos trabalhos expostos". Complementando o que o também artista plástico Luiz Aquila afirma quanto ao perfil


Ao lado, democrático espaço público para a comercialização dos trabalhos: "o artista pode e tem de expor em todo o tipo de lugar", avalia o artista plástico Antonio Peticov

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Nem só de galerias e museus vive a arte de público que consome a "arte de praça" quando disse tratar-se de um mercado para­ lelo que não compete com o grande merca­ do - , Peticov acredita que a aceitação desse tipo de produção é, na verdade, um reflexo do nível de cultura de quem os compra. "Arte é cultura", começa. "Se você é mais culto, vai procurar uma arte que seja mais refinada e vai se tornar mais exigente". Se­ gundo ele, em alguns casos, a técnica subs­ titui o gênio criativo. "O bom poeta não pre­ cisa ter boa caligrafia", compara. "O u seja, tem muitas pessoas que pintam direitinho mas não estão necessariamente dizendo algo." Na verdade, pareceres dados por pin­ tores profissionais, por assim dizer, servem também como dicas para aqueles que que­ rem se aventurar pelas praças tentando ad­ quirir algo que lhes agrade. "O que é muito redundante comunica muito e mais facil­ mente", alerta Luiz Aquila. "Se você tem al­ guma forma de arte com muita novidade, ela traz um repertório que não faz parte do código comum de todo mundo. Logo, comu­ nica menos." Aquila acrescenta ainda que uma obra de arte mais complexa exige do espectador um saudável esforço para que ocorra a aproximação. Ele exemplifica essa relação usando a música. "Muitos grupos musicais comunicam mais que Itamar Assumpção, por exemplo."

Nessas composições, os animais ganham per­ sonalidade humana e o ser humano passa a viver num mundo de realidade fantástica. É o caso dos trabalhos do paraibano David Sa­ muel, de 60 anos. Passando por um dos cor­ redores de quadros da República é impossível não notar suas pinturas. Realizadas em estilo náif, com figuras desenhadas em proporções desequilibradas - cabeças ou mãos exagera­ das para o corpo - , as situações são ilustra­ ções de piadas e dizeres populares que cha­ mam m uito a atenção. Curiosamente, todos os quadros têm uma inscrição que reforça a piada ou ‘explica’ a situação. Entre os mais engraçados há o do homem que carrega sozi­ nho um armário nas costas e quando lhe ofe­ recem ajuda, ele responde: “ Não é preciso. Meu amigo está levando os cabides” . Porém, dentro do armário se pode ver o tal “ am igo” com um sorriso cínico, sim plesmente segu­ rando os cabides. Num de seus trabalhos mais estranhos vê-se um pescador sendo m ortal­ mente ferido por um tamanduá gigante; em outro, uma mesa de pôquer composta por b i­ zarros cachorros jogadores e trapaceiros sob uma placa de “ é p roib ido animais” . De onde vêm essas situações? “Ah... a gente é criativo mesmo, né?” , responde sim paticamente o ar­ tista, revelando despreocupação quanto à o ri­ gem das idéias. “Às vezes um amigo conta uma piada, outras a gente fica sabendo de um caso engraçado no Jornal Nacional". David ga­ rante que seus quadros vendem bem, mos­ trando como há também o com prador de obras que tem no hum or um tanto bizarro sua principal fonte de contemplação. Já o pintor Moisés, figura carimbada com 43 anos de República, chama a atenção principal­ mente por colocar um ponto final na delicada dis­ cussão sobre o preço desse tipo de arte. Sem a menor cerimônia, seus quadros, a maioria telas grandes com imagens de cavalos e camelos, che­ garam a custar antes de 11 de setembro de 2001 cerca de 50 mil reais. Hoje se encontram em cifras pós-Al Qaeda, mais realistas: “ Estou aqui desde que essa feira começou, sou um profissional e sei o preço da minha arte. Só que há todo tipo de ar­ tista. Existem muitos jovens que tiveram duas ou três aulas de desenho e já vêm tentar ganhar di­ nheiro. É preciso que algo diferencie os profissio­ nais dos amadores” , analisa, seguro. ■ M ig u e l d e A l m e id a e J u l io C esa r C a l d e ir a SÃO JORNALISTAS

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A inauguração do Sesc Santo André reforça a retomada I econômica da região, agora, calcada em comércio f I

serviçes

A paisagem industrial ainda comjL X põe a vida cotidiana das cidades L V do grande ABC, sigla que traduz de forma sintética a extensa conurbação que se estende dos limitesltia capital sjàaylista até as bordas dcf serra^do Mar (A de Santo André; B de São Bernardo do Campo, e C de São Caetano do Sul) e que já incorporou, também, as letras D e M, dos municípios de Diadema e Maua. Desse processo agregativo fazem parte ainda Ribeirão Pires e Rio Grande da Ser­ ra, bem como os distritos de Utinga, Càpuava e Paranapiacaba. Cera de 2,5 mi­ lhões de pessoas vivem nessa vasta ma­ lha urbana. Sem dúvida, as atividades fabris mar­ caram profundamente a região por mais de meio século. A chegada das grandes montadoras e, no rastro delas, de toda a sua cadeia de suprimentos (indústrias de autopeças, oficinas, escolas técnicas etc.) transformou radicalmente não apenas o perfil econômico, como a vida social, po-


lítica e cultural. A região é um dos mar­ cos mais visíveis do esforço brasileiro em busca da industrialização, em substi­ tuição ao modelo de economia rural predominante até então no país. Junto com o período industrial, surgi­ ram os operários mais preparados e mais bem remunerados do país, os me­ talúrgicos. E também os mais combati­ vos e organizados, dando origem a um novo sindicalismo que rompeu em defi­ nitivo com a tradição do velho trabalhismo da época de Vargas. Nas últimas décadas, entretanto, a pu­ jança econômica da região começou a ser ameaçada. Por razões operacionais, em busca de mais eficiência e de vanta­ gens fiscais, entre outras razões, algu­ mas montadoras começaram a desativar suas linhas de montagem e transferi-las para outras cidades. O cenário de imen­ sos galpões vazios, em número cada vez 24 revista &

maior, passou a pesar como uma sombra sobre o futuro da região. A go r a , c o m é r c io e serviços

Contrariando as profecias dos pessi­ mistas, contudo, a região conseguiu en­ contrar outro modelo econômico e pro­ mover a reversão das expectativas. A in­ dústria ainda é forte, não há dúvida. Mas o renascimento do ABC está hoje rela­ cionado muito mais à expansão dos ne­ gócios e serviços: hotelaria e turismo de negócios; serviços educacionais e cultu­ rais, com centros universitários de pri­ meira linha; serviços médicos e hospita­ lares; empresas de comunicações e pu­ blicidade; centros de distribuição de mercadorias; grandes hipermercados e dinâmico comércio varejista. Santo André, por exemplo, é aponta­ do em pesquisa pela revista Exame como uma das mais atraentes cidades brasilei­

ras para novos investimentos, enquanto São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo ostentam vigorosa renda per ca­ pita e grande qualidade de vida. A inauguração do Sesc Santo André, um moderno centro cultural e desporti­ vo, certamente contribuirá fortemente, em toda a região, para a continuidade desse processo de revitalização econô­ mica. “ Em nossa opinião, o Sesc chega a Santo André no momento certo", diz Abram Szajman, presidente dos Conse­ lhos Regionais do Sesc, do Senac e da Federação do Comércio do Estado de São Paulo. “ Essa radical mudança no perfil econômico da região do ABC, com a predominância de atividades de negó­ cios e serviços, está gerando novas de­ mandas sociais, culturais, educativas e de lazer que o Sesc certamente ajudará em muito a dar conta", continua. “Os trabalhadores do comércio e do setor de


Nas fotos desta matéria, os diversos espaços da nova unidade Santo André do Sesc

socioculturais” , continua o diretor regio­ nal. “ Tudo o que acontecer aqui, tenho certeza, provocará desdobramentos e ressonância em todo o ABC.” M o d e r n o , b o n it o e c on fo r tá vel

serviços serão os grandes e principais beneficiários, mas toda a região sairá ga­ nhando” , completa. A presença do Sesc no ABC remonta aos anos de 1970, quando equipes mó­ veis desenvolviam intensos programas sociais, culturais e desportivos em par­ ceria com as prefeituras e instituições lo­ cais. “Além disso” , explica Danilo Santos de Miranda, diretor regional da entida­ de, “ o Sesc tem uma unidade em São Caetano do Sul já há muitos anos, de­ senvolvendo, além de sua programação local, um expressivo trabalho de cunho comunitário na região” . O novo centro cultural e desportivo de Santo André, entretanto, coloca essa relação do Sesc com o ABC num outro patamar. “ É um equipamento de concepção muito mo­ derna, capaz de atender até 5 mil pes­ soas por dia, em seus diferentes espa­ ços, apto a realizar importantes projetos

As instalações do Sesc Santo André são equipadas com o que há de mais moderno em cada área, destacando-se aquecimento com gás ecológico, trata­ mento de piscinas a base de sal, supervi­ são predial e segurança com circuito fe­ chado de TV. Conta ainda com amplo es­ tacionamento, coberto e descoberto, com capacidade total para 290 veículos. O projeto arquitetônico, de Tito Lívio Frascino e Vasco de Mello, foi concebido levando em consideração a filosofia co­ mum às demais unidades da instituição: os cuidados com segurança, conforto e acessibilidade. “ O Sesc dedicou muita atenção à acessibilidade do público” , ex­ plica Tito, “em particular para os porta­ dores de deficiência física, os quais têm acesso a todos os locais da unidade por rampas ou elevadores, além de dispor de sanitários e acomodações apropria­ dos.” “ Outro ponto importante a assina­ lar” , conta Vasco de Mello, “ é como o Sesc faz questão de criar nos seus espa­ ços condições perfeitas para que o tra­ balhador do comércio, sua família e a comunidade em geral tenham valoriza­ da sua dignidade ao freqüentar o local.” A prova disso, entre outros destaques, é que, entre os objetos encontrados nos espaços que compõem a unidade (ver box) nota-se a presença de obras de renomados artistas plásticos brasileiros, como Luiz Sacilotto (entrevistado nesta edição), Regina Silveira, Takashi Fukushima, Chico Niedzielski e Gláucia Flügel. Além do também já notório cuidado com as áreas verdes e todo o mobiliário de uso do público, sempre moderno e confortável. ■

Os

equipamen

Há ambientes para todos os gostos Em uma área construída de 24.871 m2, o Sesc Santo André dis­ ponibiliza os seguintes equipa­ mentos e instalações: teatro com 303 lugares, com acomodações para obesos e portadores de defi­ ciência física; centro de eventos para abrigar grandes exposições e espetáculos; Internet livre, com 25 estações conectadas à rede em alta velocidade; biblioteca com 4 mil tí­ tulos; salas de múltiplo uso, com dois ambientes; área de convivên­ cia, com 760 m2, destinada ao con­ vívio social, ao descanso e à leitu­ ra; parque aquático com espelho d'água de 1.273 m2, composto de piscina para recreação, natação, biribol e recreação infantil, além de extensa área de solário; qua­ dras cobertas; salas para ativida­ des físicas, sendo uma para ex­ pressão corporal, uma para condi­ cionamento físico com aparelhos e duas para ginástica geral, com di­ visórias retráteis e piso sem me­ mória; clínica odontológica, com quatro consultórios, um raio X periapical e um raio X panorâmico, uma sala para educação e higiene bucal; e lanchonetes, uma para a área de convivência e o centro de. eventos, uma para a área de pisci­ nas e uma para as quadras, coberrevista &

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A quarta edição do projeto, que se espalha do Sesc Belenzinho pela Zona Leste, propõe uma discussão sobre os rumos da região e das megacidades contemporâneas

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em dúvida alguina, a zona Leste de São Paulo teve uni papel fun­ damental para o desenvolvimen­ to da cidade. Foi lá que se instalaram, na década de 1920, as grandes fábricas que surgiam a todo vapor em São Pau­ lo. Bairros como Belém, Mooca, Pari e Brás assistiraiti bem de perto ao primei­ ro grande impulso industrial da capital paulista. Grandes construções toma­ vam as mas, surgiam moradias popula­ res pará o operariado é comércio para atender a upia «ova demanda de consu­ mo. A eferxjescência era grande. Porém, a p a rtir de meados da década de 1950, aj região acompanhou quase inerte um longo processo de estagna­ ção econômica. As fábricas rumaram para um novo pólo industrial, situado no ABC paulista, deixando para trás grandes edifícios e uma infra-estrutura bastante razoável. Mas, apesar dessas vantagens e de uma série de outros in­ vestimentos que se seguiram a esse pe­ ríodo, como estações de metrô, largas avenidas e viadutos, não se alcançou novamente o progresso esperado pelo poder público. Quem passa hoje em dia por esses antigos bairros fabris tem claramente uma sensação de futuro em suspensão.

S

Mas à medida que a metrópole se inte­ gra à rede de cidades globais, a região se mostra propícia a novos grandes projetos de investimento em escala in­ ternacional, como o polêmico projeto da SP Tower - um megacomplexo ar­ quitetônico planejado para ocupar de­ zenas de quarteirões no bairro do Pari. Ç É esse o cenário escolhido para a quarta edição do Arte/Cidade, que vem sendo planejado desde 1997 com a realização do Sesc São Paulo. “ Enten­ demos essa área como um dos palcos das grandes transformações pelas quais a cidade passará” , afirma o cura­ dor Nelson Brissac. “O Arte/Cidade quer propor novas formas de discutir as questões da metrópole, por meio do urbàmsfti«k£ da arte, para gerar mode­ los de participação, de negociação, e novos instrumentos para conduzir os processos urbanos” , completa. “As intervenções do Arte/Cidade procu­ ram chamar a atenção para a necessida­ de de recuperar espaços civis degrada­ dos, considerando-se não apenas seus aspectos plásticos, mas, necessariamen­ te, os sociais e urbanísticos” , afirma Da­ nilo Santos de Miranda, Diretor Regional do Sesc São Paulo. “Sob diferentes for­ mas e em momentos distintas, revista

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a instituição tem estimulado e promovi­ do o exercício de reflexões, a realização de encontros e o desenvolvimento de projetos de arte pública” , completa. P rocesso

Para esta edição do evento, batizado Artecidadezonaleste, os realizadores convi­ daram artistas, arquitetos e urbanistas brasileiros e estrangeiros, que projeta­ ram 25 intervenções que ocuparão, de 16 de março a 30 de abril, nove espaços da zona Leste, além da antiga fábrica do Moinho Santista, incorporada pelo Sesc Belenzinho. Para a gerente da unidade, Elisa Maria Americano Saintive, a incorporação do Sesc Belenzinho no projeto tende a reva­ lorizar uma área urbana cuja história so­ cial e produtiva tem particular importân­ cia para a população de São Paulo. “Além de seu projeto arquitetônico intrínseco, a unidade converteu-se também em uma das áreas de experimentação esté­ tica do Arte/Cidade” , afirma. “ De um lado, há a implantação de um pólo de cultura permanente, representado pela reconversão da antiga área da Moinho Santista em um centro de atividades sócioculturais, e, de outro, há a possibili­ dade de usá-lo agora como um local de combinações estéticas múltiplas e de ex­ perimentações plásticas condizentes com a dinâmica da cidade” .

Na abertura, operários montam Eu sou Dolores, de Carmela Gross; abaixo, a caixa d'água recebe interferência de Regina Silveira; no box, trabalho de Hermann Pitz, a cidade de São Pau/o representada por listas telefônicas: obras expostas no Sesc Belenzinho.

Durante um ano foram feitos levanta­ mentos das diferentes situações da zona Leste. O critério foi buscar áreas que con­ tivessem as tensões e os processos transformativos característicos da região como um todo. A partir daí, os artistas escolheram as situações com as quais queriam trabalhar. Entre os convidados do evento, gran­ des artistas e urbanistas, como Rem KooIhas, que projetou um novo elevador no degradado edifício modernista São Vito; Waltércio Caldas, que concebeu um “antiauditório” no terceiro andar do antigo prédio do Moinho Santista; Carmela Gross, que instalou um painel luminoso atravessando suas janelas; e o alemão Hermann Pitz, que construiu uma imen­ sa maquete de São Paulo com cerca de 45 mil listas telefônicas. P o r trás d o caos

Segundo o coordenador do projeto, Ary Perez, os artistas foram convidados a intervir em situações especialmente pro­ blemáticas que, na verdade, refletem as dificuldades pelas quais passa não só a zona Leste, mas também toda a cidade. “ Essa sensação de caos que nos invade ao visitar a região se caracteriza quando não se consegue compreender a lógica, a dinâmica, os fluxos que estão acontecen­ do” , afirma. “ Quando você identifica es­ ses fluxos, percebe que a região é o resul­

tado de séculos de história que foram se acumulando e se cristalizando. E hoje nela convive uma população que intera­ ge com isso e com os diversos fluxos ur­ banos, de energia, de comércio, de dese­ jos, de lixo. São tantos os interesses que, para intervir nessas situações, é funda­ mental que você tenha a dimensão do que representam esses fluxos." “ O Arte/Cidade é muito interessante por es­ sas razões” , prossegue Perez. “Traba­ lhando no contexto urbano, ele propõe a cada artista que consiga identificar esses ritmos, interagir, recortar e intervir nessa dinâmica complexa. A arte consegue fa­ zer essa síntese, consegue ser positiva nesse sentido. Cada um dos trabalhos re­ flete um conjunto de fluxos e consegue reverberar numa escala urbana, conse­ gue criar uma situação que interfere na vida das pessoas. A arte passa, assim, a ser um instrumento de modificação dos processos e uma finalidade de si mes­ ma” , completa. A ARTE DIANTE DA CIDADE

Uma preocupação comum a alguns ar­ tistas do projeto se refere à organização espacial, à paisagem e às diferentes for­ mas de ocupação da cidade. Em muitos casos, elas têm sido determinadas decisi-


vãmente por sucessivas intervenções ur­ banas do poder público, que afetaram de maneira profunda os territórios sobre os quais foram realizadas. Muitos deles fo­ ram condenados à desertificação, ao uso como corredor de passagem, à ocupação informal ou ao completo abandono. Não faltam exemplos de intervenções públi­ cas que geraram grandes catástrofes ur­ banas. Sobre eles, vários artistas projeta­ ram seus trabalhos. O projeto do espanhol Antoni Muntadas consiste em colocar placas em diver­ sos pontos da zona Leste considerados desastres urbanos ou sociais. A partir de uma pesquisa, o artista determinou os projetos e as operações que geraram si­ tuações críticas, como os incomunicáveis conjuntos habitacionais em Guaianazes, construídos pelo ex-prefeito Reinaldo de Barras (1979-82), ou a construção do via­ duto Alcântara Machado, na gestão de Celso Pitta (1997-2000). Concebidas nos mesmos moldes daquelas usadas em inaugurações de obras públicas, as pla­ cas trazem os nomes dos responsáveis pelas intervenções e as datas de suas rea­ lizações. Além disso, também serão pro­ duzidos cartões-postais como os que tra­ dicionalmente retratam os pontos turísti­ cos da cidade. No Sesc Belenzinho, serão montados um grande mapa com a locali­ zação das placas e um ponto-de-venda dos postais. “As decisões políticas e eco­ nômicas determinaram as situações atu­ ais de desuso, abandono e ruína que le­ varam a desastres urbanos e à precarie­ dade social” , afirma Muntadas. Já o artista gaúcho Carlos Vergara toma para sua intervenção um espaço considerado urbanisticamente catastrófi­ co, gerado pela implantação mal planeja­ da da estação Brás do metrô. Quando o ramal leste foi construído, desapropriouse uma grande área no entorno da linha, antes ocupada pelo casario tradicional do bairro. Apesar da construção de al­ guns conjuntos habitacionais de baixa renda, a região não foi reintegrada e tornou-se um grande vazio urbano em de­ suso. A equipe do metrô projetou para essa área um grande camelódromo. Por uma série de circunstâncias, mas sobre­ tudo porque pouca gente freqüenta a es­

tação, o espaço nunca foi ocupado para os fins sugeridos. A intervenção de Vergara pretende ins­ talar no local um conjunto de barracas feitas de vergalhões de ferro intencional­ mente incondusas, de modo que os usuários possam fazer com aquilo o que bem entenderem. “ Esse é um trabalho experimental” , afirma o artista. “Com ele pretendo abordar não só as questões da zona Leste, mas também do desenvolvi­ mento de São Paulo. Se eu pudesse do­ minar todas as variáveis, gostaria de fa­ zer uma feira de adivinhações delirante para descobrir qual o futuro daquele lu­ gar” , completa. O ousado projeto do norte-america­ no Vito Aconcci mexe também com ou­ tra área abandonada. Mas não se trata de um território vazio. Desfigurado pela implantação de grandes estruturas viárias e edificações institucionais, o largo do Glicério é hoje parcialmente ocupado por uma população sem mo­ radia. O artista utiliza um viaduto no qual constrói um equipamento de vi­ vência para a população que habita o local. Trata-se de um dispositivo urbano-arquitetônico cujas paredes, revesti­ das de material semitransparente, evi­ denciam a precariedade da situação e a exposição pública a que estão sujeitos os moradores de rua. Equipamento para os usuários da re­ gião também é a proposta do artista polonês Krzysztof Wodiczko, que pro­ jetou veículos para o que chama de “ nômades urbanos contemporâneos” na verdade, migrantes, sem-teto e es­ trangeiros que transformam as cidades ao inserirem suas histórias na configu­ ração e no discurso urbano. “ São táti­ cas de sobrevivência desenvolvidas a partir das especificidades de cada terre­ no, que visam também destacar a voz, as experiências e a presença daqueles que são silenciados e marginalizados” , afirma Wodiczko. “ São dispositivos que rompem a percepção corrente dos ex­ cluídos, que expõem a escandalosa si­ tuação a que são submetidos e, sobre­ tudo, instauram um diálogo entre seus operadores e aqueles que têm lugar na sociedade” , conclui. ■

Arte

sem

O diálogo entre a arte e a cidade contemporânea A quarta edição do Arte/Cidade, que invade diversos espaços da zona Leste a partir de 16 de março, é, sem sombra de dúvida, a mais ousada e elaborada de todas as anteriores. "Houve uma nítida evolução. Sem dúvida, houve um enorme amadure­ cimento dos projetos", afirma o cu­ rador Nelson Brissac. A primeira edi­ ção do Arte/Cidade aconteceu em março de 1994 nos galpões do anti­ go Matadouro Municipal da Vila Mariana, que depois se tornaria a Sala Cinemateca. Entre os artistas partici­ pantes, o cineasta André Klotzel, o músico Livio Tragtenberg e artistas plásticos como Carlos Fajardo, M ar­ co Giannotti e José Resende. A se­ gunda edição aconteceu alguns me­ ses depois no vale do Anhangabaú, reunindo novamente artistas de dife­ rentes meios, como o videomaker Tadeu Jungle, o multimídia Wilson Sukorski e a artista paulistana Lenora de Barras. Para a terceira edição, que já contou com a participação do Sesc São Paulo, os organizadores se apropriaram de uma linha de trem que liga a estação da Luz a dois pon­ tos de vital importância para o de­ senvolvimento da cidade: o Moinho Central e as Indústrias Matarazzo. No percurso, pôde-se conferir o tra­ balho de nomes como Laura Vinci e Evandro Carlos Jardim. revista &

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Marco Zero Arrigo Barnabé, Tim Rescala e Guto Lacaz criam 22, Antesuma "quase ópera", na definição dos autores, para celebrar os 80 anos do movimento modernista comandado por Mário de Andrade

movimento modernista é consi­ derado a grande mudança de rumo na arte brasileira. Música, pintura, arquitetura e literatura - com reflexos posteriores no teatro e na dan­ ça - assumiram novas cores e novas pro­ postas, ressaltando a essência genuina­ mente nacional ao devorar influências estrangeiras (leia-se européias) e devol­ vê-las com leituras bem brasileiras. Sem exagero, o Brasil nunca mais foi o mesmo: dali seriam colhidos, ao longo dos anos, frutos como a antropofagia, o movimento concretista, aJovem Guarda, o tropicalismo e outros. Entre os princi­ pais nomes que surgiram durante o evento iniciado em 13 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, estão Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Victor Brecheret, Heitor Villa-Lobos, Ronald de Carvalho e Manuel Bandeira. Sem esquecer, é claro, da figura do escri­ tor Monteiro Lobato, que, ao achinca­ lhar o trabalho de Anita, só fez voltar to­ das as atenções ao modernismo. Eis que passados oitenta anos, toda essa efervescência de pessoas e idéias

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retorna em forma de música e teatro no espetáculo 22, Antes e Depois, criado pe­ los compositores Tim Rescala e Arrigo Barnabé a pedido do Sesc Ipiranga, com concepção cênica do artista plástico Guto Lacaz. Esse espetáculo, que está em cartaz desde 28 de fevereiro no tea­ tro da unidade, é, por assim dizer, uma espécie de teatro musicado ou uma “ quase-ópera” , como a definiram Tim e Arrigo. “Tem roteiro, mas não tem histó­ ria” , começa a explicar Arrigo. “Tenta­ mos resgatar o espírito do que existia na época. Estudamos uma série de coisas, lemos os livros deles e pusemos a cabe­ ça para funcionar tentando entrar em sintonia com as idéias. Mas tudo bem li­ vre.” Arrigo esclarece que não houve a preocupação de trazer nada de moder­ nista para as composições, seja na ma­ neira de escrever as letras seja compon­ do as músicas. “ É claro que há coisas li­ gadas como, por exemplo, a idéia das máquinas, de trabalhar com elas de for­ ma musical - que é uma coisa modernis­ ta -, mas não houve preocupação de fa­ zer as coisas à maneira deles.” “ Foi uma opção nossa fazer uma celebração da

Semana de 22 em vez de contar a sua história", emenda Tim Rescala. “ É um es­ petáculo acerca de 22 e, sobretudo, ao que ela gerou. Por isso é um trabalho bastante aberto em termos de forma e conteúdo.” Aliás, no que diz respeito à forma, a liberdade foi a matéria-prima de trabalho, ainda que, evidentemente, fosse respeitada a época. "Se quisésse­ mos colocar um raio laser no palco esta­ va valendo", diz Guto Lacaz ao explicar o processo de concepção cênica de 22,


Antes e Depois. “ Bolamos um título que ressalta que o espetáculo é sobre as épo­ cas anteriores e posteriores, tendo o ano de 1922 como um marco.” Guto acrescenta que para ele não foi difícil criar, foi preciso apenas pensar em obje­ tos que atendessem às necessidades das cenas. “Cada situação pedia o apoio de objetos que localizassem o momento histórico. Então, usei gramofones, tele­ fones antigos e máquinas de escrever antigas, mas tudo para mostrar a moder­

nidade tecnológica auxiliando na produ­ ção da modernidade artística.” Como não poderia deixar de ser, quadros, es­ culturas e painéis de artistas plásticos surgidos na época também são usados como elementos de cena. “ É claro que incluímos reproduções de quadros da Tarsila do Amaral e de esculturas de Brecheret” , conta Guto. “ Há até uma cena que se chama Exposição de Anita.” Po­ rém, complicado foi “ colocar tudo para funcionar” . “ O problema foi materiali­

zar todas as idéias, colocar todo mundo no palco e promover a interação do ce­ nário com os personagens, mas tudo deu certo.” Uma coisa é inegável. Toda essa liber­ dade de concepção e essa livre associa­ ção de idéias na composição dos esquetes e dos números musicais reproduzem - como frutos ou como outra geração artística - o movimento radical que acordou o público para os valores da nova cultura de uma nova nação. ■ revista &

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CIRCO

circo nasceu como um híbrido de esporte e arte. E assim per­ manece. Para quem o realiza, ele tem a mesma característica de desa­ fio às leis da natureza que o esporte. Passa pela necessidade que o ser huma­ no tem de enfrentar a natureza através do seu corpo e do seu intelecto. O circo cria uma sensação de desafio constante. Ao unir diversos elementos, atinge um grau de abstração muito forte. O públi­ co é envolvido por diversas manifesta­ ções, como as artes plásticas, o teatro, a música, inseridos no contexto circense. Esse ecletismo, que não se deve apenas à variedade de números, está ligado à maneira como o circo se comunica com o público; na verdade, ele é muito mais arte por essa capacidade de comunica­ ção. Ele atinge um grau de comunicação tão extenso e abrangente que consegue ser universal. E essa universalidade é ainda mais acentuada porque o circo não depende da palavra; por isso ele consegue atingir, com tanta força, gente do mundo inteiro.

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G e n u in a m e n t e brasileiro

O humor e a comédia no Brasil são muito diferentes daqueles encontrados em outros países, em grande parte por influência do nosso circo. Há muita qua­ lidade e riqueza porque temos muitas fontes de influência. A nossa cultura é 32 revista &

muito mesclada - não tivemos uma co­ lonização única e específica, como no caso do resto da América Latina. A nos­ sa colonização, por exemplo, que foi ex­ tremamente predadora, trouxe a África para dentro do Brasil. E toda essa mistu­ ra se refletiu também no circo. Talvez a maior particularidade do cir­ co no Brasil seja o trabalho dos palha­ ços. Até por questões econômicas, aqui se construiu uma maneira muito especí­ fica de criá-los. Do arquétipo clássico do circo, herdamos dois tipos principais: o down e o excêntrico. Só que quando o circo chegou no Brasil, não havia dinhei­ ro nem qualidade de tecidos, com arabescos, para compor a roupa do down. Dentro do circo tradicional brasileiro, ainda existe a divisão entre down e ex­ cêntrico, só que os dois usam pratica­ mente a mesma roupa. As diferenças são muito sutis. E isso permitiu uma certa li­ berdade para que os downs se tomas­ sem um pouco mais excêntricos e para

que buscassem outras características pa­ ra seus personagens. Outra criação brasileira, vinda do Nor­ deste, é o circo de pau fincado, que só tem o contorno do circo, não tem a lo­ na. Esse é um tipo de representação completamente diferente daquele visto no resto do mundo: uma família, de cin­ co ou seis pessoas, que faz de tudo em um circo sem lona, apenas cercado com lençóis para cobrar ingresso. E assim se estabelece outro tipo de linguagem e de comunicação. T o d o s os c ir c o s

O circo no Brasil sempre foi um gran­ de difusor de outras manifestações ar­ tísticas. A música, quando o rádio esta­ va em seu apogeu, era difundida den­ tro das lonas de circo. Os grandes shows eram abrigados pelo circo. Quando fiz a pesquisa para um CD de circo dos Parlapatões, fiz muitas entre­ vistas querendo saber das pessoas o


Em depoimento exclusivo, Hugo Possolo, do grupo Parlapatões, Patifes e Paspalhões, fala das riquezas e particularidades do circo brasileiro que influenciaram a arte do país no decorrer do último século

que era, para elas, a música de circo. E qualquer música era música de circo. No imaginário dos entrevistados, isso estava claro. Entrevistei um taxista que disse que a primeira vez que viu a Elizeth Cardoso foi dentro de um circo. Então a música popular brasileira e a bossa nova têm, também, a imagem do circo. As duplas caipiras, que se institu­ cionalizaram posteriormente como du­ plas sertanejas, também fizeram parte do espetáculo circense. Muitas das re­ presentações de televisão na década de 1970 eram reproduzidas dentro do circo, como o telecatch, que é uma re­ presentação extremamente farsesca de uma luta que é muito mais engraçada do que violenta. O circo estabeleceu uma troca muito grande com diversas manifestações. Outra particularidade do circo brasi­ leiro foi a criação do melodrama como segundo ato - uma representação tea­ tral dentro do circo. E isso foi um for-

te atrativo nas décadas de 1940 e 1950 e influenciou m uito o rádio, o melodrama do rádio e, conseqüente­ mente, a telenovela. As famosas “ comedinhas” do Piolim - comédias de costumes de característica teatral também influenciaram tudo o que o rádio e a televisão fizeram e ainda fa­ zem como humor. O cinema no Brasil, em seu apogeu, bebeu m uito do circo. Grande Otelo largou tudo no interior para viver no picadeiro. Oscarito nasceu e trabalhou no circo. Eles foram os grandes signos da Atlântida e da Vera Cruz e tiveram mais do que o pé dentro do circo, tive­ ram toda a vida. V a m o s c o m e r o P io u m

Quando os modernistas viram o Pio­ lim, na década de 1920, enxergaram a possibilidade de não reproduzir o mo­ delo europeu. O que mais os impressio­ nava era a capacidade de comunicação que o circo dele estabelecia com o pú­ blico. Os modernistas queriam popula­ rizar a arte, coisa que de fato não con­ seguiram a princípio, mas conseguiram mudar o paradigma da arte no Brasil. Enquanto Maiakovski, Meyerhold e os futuristas faziam uma leitura sobre o fu­ turismo e o dadaísmo em que o circo in­ fluenciava por uma questão de ótica, no Brasil o que aconteceu foi diferente.

Eles puderam enxergar mais o chão, o que era palpável. Não é à toa que Abapuru tem um pé tão grande. Ele é tão fir­ mado na Terra Brasilis como o circo se firma no chão. Acho que essa foi a influência mais acentuada que os modernistas extraí­ ram do circo: a maneira como se estabe­ lece a comunicação direta com o públi­ co, que estava ávido por isso e que não encontrava correspondência em um mo­ delo elitizado europeu. Essa foi a grande contribuição que o circo e o Piolim de­ ram de tabela para Oswald de Andrade. E esse foi um processo que chegou até a década de 1960, mas que, infelizmente, foi abafado pela ditadura militar. Do modernismo até os anos de 1960, conseguíamos pensar e sonhar o país do futuro; até esse sonho ser cei­ fado pela ditadura, conseguíamos en­ tender o sentido de brasilidade. Hoje tentamos recuperá-lo. Minha missão como artista é essa: fazer as pessoas entenderem que esse Brasil, hoje ho­ mogeneizado pela pata de uma cultura imperialista, é muito mais rico, temos muita diversidade, muitas possibilida­ des e muitas riquezas. ■ Em fe v e re iro , H u g o P o s so lo e os P a rla p atõ es , Patifes e Paspalhões se ap resen taram n o p ro je to C irco C in e T eatro d o Sesc B elenzinho.

revista &

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ENCONTROS

A solidi solidári do poel Mário Chamie

ou poeta, faço poemas. O que já é, em si, uma aventura temerá­ ria se considerarmos o fato de que a poesia tem perdido visibilidade e presença no horizonte diário dos in­ teresses comuns. No Brasil e fora do Brasil, a poesia parece ausentar-se, cada vez mais, da mí­ dia e de seus proces­ sos de comunicação. Certa vez, perguntaram-me se eu não me sentia incomodado por não ser uma pes­ soa midiática. Sem saber muito bem o que falar, respondi que, àquela altura, eu preferia ser mediúnico. Descontada a res­ peitosa ironia, minha resposta estava dando este recado: o ofício poético, para mim, é o sacerdó­ cio da solidão. Comparar o reconheci­ mento público de um poeta com o re­ conhecimento de um pop star, alimen­ tado pelo poder de padronização dos veículos de massa, é puro equívoco.

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Embora emblema de liberdade criado­ ra para os outros, o poeta é ícone de si mesmo. Os ícones midiáticos, ao contrá­ rio, confundemse com as ima­ gens digestivas e consumíveis de que a tele­ novela ou a li­ teratura de auto-ajuda da­ ria bons e visí­ veis exemplos.

"Os ícones midiáticos

confundem-se com as imagens digestivas de que a literatura de

auto-ajuda daria bons exemplos"

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Penso que cabe ao poeta assumir, ple­ namente, a solidão de seu ato solidário de escrever poemas. Não só assumir como acreditar na força premonitória e eficiência fiitura de seu trabalho. Acredi­ tar na qualidade daquilo que se propôs

a fazer. Sempre que abordo esse assun­ to, me vem à lembrança uma conversa que tive, em 1987, na cidade do Porto, em Portugal, com o escritor Antônio Quadros, autor, entre outras obras, de uma original biografia de Fernando Pes­ soa. Quadros, hoje falecido, era filho de Antônio Ferro, que, por sua vez, fora amigo íntimo e companheiro de Pessoa nas lutas literárias da revista Orpheu. Como se sabe, Pessoa publicou, em vida, apenas o pequeno livro de poemas Men­ sagem, um ano antes de sua morte. Qua­ dros me relatou uma conversa que seu pai tivera com o grande poeta. Nessa conversa, Ferro interpelou Pessoa nos seguintes termos: “ Fernando, com o teu livro Mensagem, perdestes um concurso literário. És um anônimo. Não te inco­ moda esse anonimato? Afinal, aqueles teus poemas que não foram publicados na revista Orpheu, ou em algum jornal aqui e acolá, dormem no fundo dos teus


M ário Chamie é poeta e esteve presente na reunião de pauta do conselho editorial da Revista E

baús. 0 que me dizes desse teu destino apagado?” . Fernando Pessoa, entre um gole e outro de darete, respondeu ao amigo: “ Ó, Ferro, agrada-me este anoni­ mato, sabendo-me gênio” . Com tal res­ posta, Fernando Pessoa demonstrara o quanto sabia de si e do alcance maior de sua incomparável e imprescindível poesia. E verdade que o poeta teve a sorte de contar com os seus amigos e com a preservação de seus baús. Seja como for, para bons entendedores, a sua resposta a Ferro é um recado de tranqüila e absoluta clareza, em sua profética significação. Lin g u a g e m c o n s t r u íd a

O caso de Fernando Pessoa, para mim, é exemplar. Assim como foi exem­ plar o caso de Paul Valéry, autor do fa­ moso poema universal, “Cemitério Ma­ rinho", considerado, ao mesmo tempo, hermético e profundo. Uma vez, argüi-

do sobre a dificuldade de leitura de sua poesia, Valéry teria dito o seguinte: “ Eu prefiro ser lido mil vezes por um do que uma vez por mil” . Esse “ um” que lê mil vezes, na verdade, tem mil faces. Certamente, ele é fonte incessante de disseminação, propagação e valoriza­ ção da linguagem única que os poetas constroem para que possamos ver e en­ tender melhor as coisas e o mundo. Esse “ um” se identifica com o leitor raro e diferenciado de poesia, seja ele crítico literário, historiador, professor ou estudioso de literatura. Ao poeta compete, portanto, criar a originalida­ de expressiva de uma fala capaz de, in­ dependentemente de consagração imediata ou reconhecimento popular, contribuir para a percepção estética da realidade e o enriquecimento da comu­ nicação humana. Se me perguntarem se tomo os exemplos de Fernando Pes­ soa e Paul Valéry por parâmetros de

postura e conduta, direi que sim. Sem concessões de conveniência ou de hora marcada, a obra deles, como a de qual­ quer outro poeta fiel ao seu verdadeiro ofício, integra o organismo vivo da poe­ sia em qualquer lugar e tempo. Não faz muito, em uma longa entrevista que concedi ao suplemento Cultura, do jo r­ nal 0 Estado de S. Paulo, fui apresentado pelo entrevistador como “ uma das mais polêmicas (e influentes) personalidades da Literatura Brasileira, na segunda me­ tade do século passado” . Dado que, graças a Deus, continuo vivo e produti­ vo, desfruto do privilégio de me ver es­ pectador dos efeitos e das influências do meu passado presente. Devo isso aos poucos leitores dos meus catorze livros de poemas e dos meus outros dez de ensaios. A leitura sucessiva que esses raros leitores têm feito dos meus livros, desde minha estréia em 1955, parece provar o seguinte: certas popularidades midiáticas são o xarope pas­ sageiro do instante, enquanto a boa poesia é o néctar renovado de uma lin­ guagem contínua e definitiva que fez, faz e sempre fará história. ■ revista &

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Oitenta anos depois, escritores, antropólogos e críticos literários analisam a importância do evento que mudou o rumo das artes no país

Gerardo Mello Mourão é escritor e poeta

A memória literária superficial, na verdade uma espé­ cie de memória curta, esponjosa, e por isso mesmo acadêmica, registra como ocorrência mais ou menos polêmica, em 1922, a Semana de Arte Moderna. Para alguns, o episódio agora celebrado em jubileu, neste ano palindrômico de 2002, foi o ovo de onde saiu a serpente de toda a escritura contemporânea deste país. Para ou­ tros, como o saudoso Franklin de Oliveira, testemunha insuspeita da nossa vida cultural, a Semana de Arte Moderna simplesmente não existiu. Afinal, a Semana de 22 existiu ou não? Contaminado talvez por sua assídua convivência com Franklin Oliveira, o erudito Otto Maria Carpeaux disse que sabia, “ apenas por ouvir dizer’, da festa - ou da batalha desencadeada em São Paulo no ano do centenário da independência do Brasil, que teria sido o grito de uma outra independên­ cia - a das letras e das artes da pobre colônia cultural. A octogenária vedete continua a ser questionada, o que é bom para ela. Melhor do que as peregrinas louvações de acadêmicos e professores que exibem a cul­ tura miúda, de Segundo Caderno dos suplementos literários, com a crônica futil, já mil vezes repetida, da promoção de 22 e de seus protagonistas. Parece, assim, que já não cabe indagar se aconteceu ou não a chamada Semana de Arte Moderna. Entre a decisão dialética e aristotélica pelo sim ou pelo não, parece mais correto contemplar o caso à luz da mágica ambigüidade platôni­ ca e concluir que, feitas as contas, a Semana de Arte Moderna aconteceu e não aconteceu. Ela não foi a causa causarum da renovação das letras e

das artes. Essa renovação teve momentos espermáticos antes e depois da corajosa reunião no Teatro Municipal de São Paulo, com apupos e aplausos - não tão ruidosos, é certo, como os da famosa apresentação do Hernani, de Victor Hugo, em Paris, mas com propósitos semelhantes: virar uma página já ensebada da literatura e das artes e partir para a aventura de uma reinauguração da beleza. A Semana paulista vinha de mais longe: suas raízes brotam do chão do simbolismo de Cruz e Souza e mesmo do romantismo de Álvares de Azevedo, coisas assim. Seu grande crédito foi promover a mobilização corporativa dos escritores e artistas inquietos e incon­ formados diante do esgotamento a que a mediocridade acadêmica levara o espírito criador. É certo que essa mobilização pagou atributos ao oportunismo, misturan­ do alho com bugalhos, até a pomposa entronização do acadêmico Graça Aranha como condottiere de uma guer­ rilha com milicianos de gênio, como Oswald de Andrade. Mas isso não importa muito: todos sabem que a história começou com a volta de Oswald de Paris, em 1912, trazendo debaixo do braço o manifesto futurista de Marinetti, pai e avô de todo o modernismo do século 20. Genealogia é um negócio difícil, mesmo na linhagem das famílias mais conservadoras. Na linhagem da ópera literária é ainda mais complicado. Mas, de modo geral, pode-se dizer que os escritores têm seus ascendentes e seus descendentes. A poesia moderna da França data de Baudelaire, de suas Fleurs du Mal e de seu brado de guer­ ra: “ il faut être absolument moderne” (é preciso ser abso­ lutamente moderno). Baudelaire, quem os catalogadores acadêmicos e os professores de literatura dizem que foi um parnasiano, assim como dizem que Mallarmé foi um simbolista, é certamente o fundador da linhagem mo­ derna na Itália, como Kavafis na Grécia - o que não quer revista &

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EM PAUTA dizer que sejam ancestrais dos futuristas, dos dadaístas e de outros, matriculados em escolas literárias. Estes são, de modo geral, mais modernistas do que modernos. A Semana de 22 foi uma abertura válida para o mo­ derno. Não criou uma escola, apesar de algumas terem se gerado em seus quadros, com Oswald, Plínio Salgado, a Antropofagia, o Verdeamarelismo, a Anta e o Curupira. Mas também, é bom dizer nesta conversa - que é apenas uma conversa mesmo, e não um ensaio - que a Semana pode ter parido muitos escritores, mas não gerou as obras fundamentais da literatura brasileira. Talvez seu inventário não registre mais do que duas ou três obras significativas, notadamente alguns dos vários textos de Oswald e um romance de Plínio Salgado, 0 Estrangeiro. Os romances subseqüentes de Plínio, a serviço de um ideário político, não têm o vigor e a consistência de 0 Estrangeiro. Fora isso, a Semana, em vez de produzir obras modernas, passou a gerar modernistas - o que é outra coisa. É certo que houve a figura do ativista prodigioso que foi Mário de Andrade. Mas como algumas figuras de nossa obra literária, Mário é maior do que sua própria obra. Deixou a Paulicéia Desvairada, título que é uma trouvaille feliz para um projeto de poema, no qual não se encontra nenhuma Paulicéia, nenhuma desvairada e ne­ nhuma poesia moderna. Bem, há o Macunaíma que, sem chegar a ser um romance, é, sem dúvida, um belo recit para usar a dislexia de André Gide. Isso não diminui a importância de Mário, o mais polivalente promotor de letras e artes deste país. Sua obra maior talvez seja a chuva de cartas derramadas com uma furia epistolar sem precedentes. Um escritor paulista chegou a dizer que Mário construía deliberadamente sua própria fama, redigindo cartas incessantes a todo tipo de destinatário, desde o impúbere poeta municipal que lhe escrevia do Arraial de Macuco, pedindo uma palavra sobre seus duvi­ dosos versos, até os escritores e outros que, sem ser escritores, eram donos da mídia publicitária, como o jo r­ nalista Prudente de Moraes Neto. Seja como for, não se pode falar da Semana sem lembrar o nome de Mário, apesar de sua irritante auto-suficiência e de suas defi­ ciências culturais, que geraram conflitos com Oswald e o levaram a julgamentos injuriosos e incompetentes con­ tra a música de Villa-Lobos, que até emprestara seu prestígio à Semana de 22. Mas tudo isso sai na urina diante da grandeza do apóstolo maior do nosso mo­ dernismo, que não chega a ser um grande escritor moderno, mas apenas um modernista. A linguagem de seus textos está hoje mais envelhecida que os versos da Prosopopéia. Mas essa é outra história. É certo que a Semana de Arte Moderna não produziu um Graciliano Ramos, nem um José Lins do Rego, nem um Jorge de Lima, nem um Guimarães Rosa, nem um Gilberto Freyre - presença seminal ao Norte - , nem um 38 revista &

Manuel Bandeira, nem um Carlos Drummond, em que pese o tardio aliciamento destes dois últimos por Mário de Andrade. Mas isso também não quer dizer grande coisa, pois as letras e as artes são como seu inventor, o sagrado Orfeu. Não guardamos nenhuma obra de Orfeu, guardamos o seu mito, que é mais importante do que a obra. Com obras ou sem obras, a Semana de Arte Moderna é um dos mitos da nossa aventura na selva das letras e das artes.

Fábio Lucas__________________ é professor, escritor, crítico literário e ex-presidente da União Brasileira de Escritores

Maria Eugênia Boaventura, ao organizar, com a sua costumeira competência, 22 por 22 - A Semana de Arte Moderna Vista pelos seus Contemporâneos (São Paulo, Edusp, 2000), de certa forma fechou o ciclo de estudos sobre o Movimento Modernista desencadeado simboli­ camente a partir da Semana de Arte Moderna. Só que a palavra que domina a obra e os seus colaboradores é fu­ turismo. Foi o futuro da Semana que fixou a data - 1922 - e o nome, Movimento Modernista. O que se tinha na ocasião eram audácia e insegurança misturadas. A Semana de Arte Moderna, que nem sequer chegou a durar uma se­ mana, não guarda relação de causa e efeito com o mo-


dernismo. Um e outro são frutos de uma insatisfação de época e, por isso mesmo, reúnem insatisfeitos de varia­ da procedência. Foi uma “ barafunda de estardalhaço” no dizer de Mário de Andrade, pois “ ninguém se entendia". Sabe-se que, ao longo da história, sempre há arte de adoração e acatamento assim como arte de repulsa. A arte “ moderna” de 1922 se caracterizou por ser uma arte de repulsa. Tínhamos um ambiente saturado de produ­ ção literária acadêmica, de baixo teor informativo. Do mesmo modo, chegava-se a uma exaustão dos métodos políticos da classe dominante. A supremacia da personalidade de Mário de Andrade naquele ambiente tumultuado vem de seu esforço de dar rumo ao caos de manifestações novidadeiras e definir pontos básicos da luta renovadora, acima das divergên­ cias estéticas e ideológicas. Tratava-se de dessacralizar o passado, num movimento de valorização do cotidiano. A radicalização do espírito de época levou muitos à visão utópica do futuro. Daí ao futurismo foi um passo. Na dé­ cada de 1920, entre nós, vivia-se uma “ boêmia da van­ guarda, o pior dos romantismos", no dizer de Blaise Cendrars, um dos participantes e estimuladores da renova­ ção literária do Brasil. Tínhamos um olho no passado, para garantir a fideli­ dade às raízes; outro na cena internacional, para não per­ der o espetáculo do progresso. Uma consciência profun­ da da entidade nacional? Longe disso. Às vezes essa consciência esteve nas mãos de adversários do moder­ nismo: Monteiro Lobato, por exemplo. Como quer que seja, 1922 simboliza, ainda hoje, entre nós, a aspiração de mudança. Ganhou-se uma liberdade de linguagem mais ágil e coloquial. A imprensa, o rádio, o telégrafo, a velocidade dos novos meios de comunica­ ção contribuíram para degelar o absurdo formalismo em que tínhamos caído, expressão da burocracia plutocrática da época. O verso se liberta de imposições formais, a prosa se torna telegráfica, dá-se a fragmentação do dis­ curso, a montagem e o imagismo cinematográfico pene­ tram nas letras, impõe-se a hegemonia do coloquial e viase a ruptura do distanciamento entre a linguagem oral e a escrita. De qualquer forma, 1922 ritualiza a passagem da inte­ ligência brasileira para a modernidade, fixa um marco histórico.

Celso Favaretto_______________ é doutor em filosofia e professor da Faculdade de Educação da USP

A Semana de Arte Moderna de 1922 permanece um acontecimento marcante, rememorado a cada década, não só porque constituiu ruptura com a arte do passado mas por ter sido a primeira estratégia cultural moderna

brasileira. Das comemorações, emblemáticas foram as de 1942 e 1972. Voltar a elas é um modo de tentar esta­ belecer algum parâmetro para pensar o sentido das co­ memorações deste ano. A de 1942 ficou marcada pela fa­ mosa conferência com que Mário de Andrade fixou a imagem mais consistente do modernismo: “ o que carac­ teriza esta realidade que o movimento modernista im­ pôs é, a meu ver, a fusão de três princípios fundamentais: o direito permanente à pesquisa estética, a atualização da inteligência artística brasileira e a estabilização de uma consciência criadora nacional” . A operação modernista articulou o imperativo moder­ no de renovação artística e o interesse de conhecimento do Brasil, ou seja, vanguarda e nacionalismo. Configurou uma espécie de projeto moderno brasileiro, cujo efeito foi imediato e cuja potência inovadora irradiou-se, segu­ ramente, pelo menos até o final dos anos de 1960 e iní­ cio dos de 1970, quando esses princípios se realizaram na criação e na crítica. Entretanto, considerando que os modernistas não manifestaram empenho político-social, Mário disse que eles não deveriam “ servir de exemplo a ninguém", mas que poderiam “ servir de lição” . E essa li­ ção permaneceu viva por muito tempo, embora seja questionável que ela ainda destile seus efeitos. Em 1972, a comemoração dos cinqüenta anos de mo­ dernismo foi muito especial. Com a inviabilização, ou o fracasso, dos projetos culturais e políticos radicalizantes dos anos de 1960 - do rico experimentalismo artístico que rearticulou temas e processos modernistas, princi­ palmente a relação entre experimentação artística e na­ cionalismo, com o alinhamento institucional do país às diretrizes do capitalismo avançado e, portanto, à cultura de mercado, cuja contrapartida foi o surgimento das inú­ meras experiências alternativas e marginais - , o moder­ nismo foi reinterpretado sob o signo da necessidade de luta pela independência cultural. A estratégia crítica do momento foi justificar a importância da Semana de 22 como um exemplo de atuação a ser adequado à situação histórica do país, às limitações institucionais e às abertu­ ras produzidas pela atividade artístico-cultural dos anos anteriores. A vertente oswaldiana, na criação e na crítica, já tinha mostrado sua propriedade para repensar o pro­ je to modernista. Em 1972, ainda havia um campo aber­ to de possibilidades, explicitado com brilho e vigor pela atividade tropicalista, que repropôs e ultrapassou as pro­ posições modernistas com a reatualização da simbólica antropofágica. Trinta anos depois, apesar de as comemorações não terem sido esquecidas nas décadas intermediárias, en­ saia-se uma comemoração com outros horizontes, longe da positividade atribuída anteriormente às promessas e apostas modernas, especialmente ao imperativo de atua­ lização, supostos realizados na atividade artística e na re­ flexão estética, aí se incluindo a questão espinhosa da revista &

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EM PAUTA ELizabeth Travassos

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é antropóloga e professora do Instituto Villa-Lobos da Universidade do Rio de Janeiro - Uni-Rio

significação social dessas práticas. 0 modernismo não mais ressurge como lição: ele é um passado, ruína de uma história ainda ativa. Se a revista Visão, de fevereiro de 1972, em ampla e significativa matéria sobre o mo­ dernismo podia reunir artigos e depoimentos de intelec­ tuais de renome sob a rubrica “ luta pela independência” , hoje tal enfoque é simplesmente descabido. De lá para cá o país ficou crítica e criativamente atua­ lizado, embora seja necessário fazer-se a devida avalia­ ção desse processo de modernização. De qualquer modo, o moderno e o novo são operantes, não necessi­ tando de qualquer vanguarda para ativá-los. Tudo ficou mais rápido em todo lugar, tudo é contemporâneo. Sem ilusões sobre o moderno, trabalha-se crítica e criativa­ mente efetivando não os ideais da modernidade mas as questões imanentes colocadas pelas obras, pelos traba­ lhos, pelos problemas pragmaticamente colocados pela realidade. Mas sente-se que alguma coisa muito impor­ tante se perdeu, algo como aquela força primitiva de re­ sistência à colonização e a capacidade de devorar, propugnadas pela antropofagia oswaldiana, reatualizadas pelo tropicalismo. Falta-nos um princípio que force a ex­ plicitação e a exploração do mal-estar na cultura, eviden­ ciando os conflitos e as tensões provocadas pela incor­ poração da alteridade sob a forma de simples justaposi­ ção de influências e valores das outras culturas à expe­ riência brasileira. Neste sentido, o que nos serve de lição são as propostas e as ações de ruptura dos projetos artístico-culturais da segunda metade da década de 1960, e não tanto as dos anos 1920. 40

revista &

Em fevereiro de 1922, o Teatro Municipal de São Pau­ lo abrigou a Semana de Arte Moderna, que entraria para a história da cultura como o ano zero do modernismo brasileiro. Concertos antecedidos por conferências e lei­ turas de poesia, pinturas e esculturas expostas no sa­ guão foram saudados com aplausos, vaias e risos. As conferências do escritor Graça Aranha e do jorna­ lista Menotti dei Picchia falavam de “ poesia liberta” , “ música extravagante” e “ bolchevistas da estética” . Es­ crevendo para revistas e jornais, os participantes da Se­ mana colocaram em circulação a oposição sistemática entre velho (o século 19, o sentimentalismo romântico, a poesia parnasiana, a Europa decadente) e novo (o sé­ culo 20, a sensibilidade moderna, a poesia moderna, o Novo Mundo). Também ajudaram a popularizar as pala­ vras futurismo e vanguarda. Suas carreiras foram marca­ das pelo evento, mesmo que algumas tenham tomado um rumo imprevisível naquele momento. Villa-Lobos, quinze anos depois, iria reger uma ambiciosa política nacional de educação artística. Graça Aranha, que che­ gara de Paris pouco antes da Semana disposto a arregi­ mentar artistas em torno de uma estética moderna, viuse sobrepujado pelos acontecimentos. A inclinação primitivista dos modernistas nos anos de 1920 não pou­ pou seu discurso filosófico grave, que soava fin-de-siède para os mais jovens, nem sua ambição de liderança do movimento. Em fevereiro deste ano, o Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro abriu o Panorama de Arte Brasi­ leira, que promove um reconhecimento de terreno, um mapa da situação atual da produção plástica - não tem a pretensão de sacudir o meio intelectual. No Jornal do Brasil de 6 de fevereiro, uma matéria extensa acolhe a exposição com certo enfado e ceticismo, dando voz, provavelmente, aos sentimentos de parte dos visitantes da mostra (refiro-me ao artigo “ Perdidos no espaço” , de Joaquim Ferreira dos Santos). Vídeo, performance e ins­ talações, coisas tão distantes das tradicionais telas, es­ culturas, desenhos e maquetes exibidos há oitenta anos na Semana de Arte Moderna, não causam mais assom­ bro. Podem não chocar, mas os espectadores não têm as certezas daquela época, no aplauso ou na condenação. Nada do que ocorre na mostra do MAM teria sido possível sem o modernismo, a começar pela existência de um museu dedicado à arte moderna. No balanço dos oitenta anos decorridos desde a Semana contabilizamse a institucionalização do cinema e do vídeo como ar­ tes, a explosão do objeto artístico, os novos usos do corpo em atuações e as intervenções na sensibilidade rotineira do espectador. Todos frutos do “ direito à pes­


quisa estética” , que Mário de Andrade reconheceu como conquista da Semana. O jornalista frustra-se, hoje, com a falta de novidade e reclama, ao mesmo tempo, da obscuridade de sentido reinante no Panorama de Arte. Mas essas reações fazem parte da herança do modernismo. O prestígio do novo entendido como aquilo que nega o que o antecede, ul­ trapassa um limite, vai um passo à frente - foi abalado pela própria mania do novo, um “ paradoxo do modernis­ mo", segundo Antoine Compagnon. A renúncia à trans­ parência de sentido em benefício do trabalho concentra­ do sobre os próprios meios de expressão desestabilizou as relações entre artistas e público. Vaias e outros indí­ cios de hostilidade deixaram de prenunciar o fracasso da obra e começaram a contar como atestados de seu cará­ ter vanguardista. Contudo, o estado de espírito contemporâneo difere do de 1922. Artistas e pelo menos parte do público estavam em alerta na ocasião da Semana, propensos a iden­ tificar os ataques à tradição artística. Conta-se que hou­ ve burburinho quando Villa-Lobos pisou o palco calçan­ do chinelos (tinha o pé machucado). O evento estava so­ brecarregado de sentido. Desde então, as alternativas de expressão multiplicaram-se para os artistas e o problema do sentido, revirado de todos os lados, permanece em discussão. Se a dificuldade de atinar com os significados da produção contemporânea é herança da Semana, a ati­ tude blasé diante da “tradição de ruptura” é um fruto in­ direto do modernismo.

Newton Cunha_______________ é jornalista e técnico da Gerência de Estudos e Desenvolvimento do Sesc

Assim como a literatura brasileira aproxima-se mais da configuração de um arquipélago do que de um só continente (como a entendeu Viana Moog), o nosso modernismo não se caracterizou pela uniformidade. Ao contrário, comportou distinções formais e intencionais ao longo das gerações (de 20 a 50), ao mesmo tempo que transitou por influências contraditórias entre si. Vejamos como essas marcas se manifestam apenas no âmbito da literatura, pois o espaço disponível é curto em demasia. Os revolucionários do Sudeste, os da primeira leva, promoveram sobretudo uma quebra radical com o pas­ sado romântico-parnasiano-simbolista, de origem européia, baseando-se, entretanto, em princípios das vanguardas igualmente européias (do futurismo ao expressionismo). Por esse motivo, a bandeira do nacionalismo continuava a carregar cores estrangeiras, ainda que renovadas. Como percebeu Cassiano Ricardo (A Invenção de Orfeu), a Semana de 22 teimava em desco­

brir o Brasil na Europa. Se buscaram popularizar as lin­ guagens artísticas, absorver os “ erros milionários” do povo e sondar com rigor o folclore, acabaram por obter resultados altamente elitizados, em decorrência de valores muito mais racionalizantes e experimentais do que sensíveis. Daí as primeiras diferenças com os mo­ dernistas nordestinos, contidos, documentais e realis­ tas, os quais poderíamos incluir numa segunda ger­ ação, a da década de 30. Já por não serem tão seme­ lhantes, escreveu José Lins do Rego, em 1935: “ Para nós do Recife, essa Semana de Arte Moderna não existiu, simplesmente porque, chegando da Europa, Gilberto Freyre nos advertia da fraqueza e do postiço do movi­ mento... a agitação modernista é um desfrute que o gênio de Oswald de Andrade inventou para divertir seus ócios de m ilionário” . Em 1942, a conferência de avaliação de Mário foi dura, sem deixar de ser comovente: “ Pelo seu caráter de jogo arriscado, pelo seu espírito aventureiro ao extremo, pelo seu internacionalismo m odernista, pelo seu nacionalismo embrutecido, pela sua gratuidade antipopular, pelo seu dogmatismo prepotente, era uma aristocracia do espírito". Observando-se o movim ento de outros postos, percebe-se que à fase dos romances sociais e regiona­ listas (José Américo, Lins do Rego, Graciliano), seguiuse posteriormente algo bem distinto, em que a psi­ cologia interior e individualista das personagens afir­ mou-se como valor típico da vida metropolitana e urbano-mercantil (Cyro dos Anjos, Lúcio Cardoso, Clarice Lispector, por exemplo). Na poesia, sobretudo com a “geração de 45” , afastou-se do experimentalis­ mo juvenil, retornando a influências históricas con­ sagradas. A esse respeito, disse Domingos Carvalho da Silva: “ ... ser da geração de 45 é isso, exatamente: colo­ car acima de regionalismos, academismos, versilibrismos, modernismos e outros preconceitos peremptos o clima de objetividade artística, o espírito de pesquisa estética sem desrespeito por nenhuma solução de amplitude literária” (Eros e Orfeu). E se nos voltarmos para o exame ideológico de seus integrantes, o modernismo ocupou, simultaneamente, todas as posições políticas do período, reafirmando, também nesse aspecto, a sua diversidade. Pôde estender-se de uma antropofagia em parte comunista e em parte anárquica de Oswald, passar pela “ social-democracia” de Mário, pelo comunismo partidário de Jorge Amado, pelo getulismo bem comportado de Carlos Drummond e chegar ao fascismo verde-amarelo de Plínio Salgado e de Menotti. Por essas e outras razões, ambigüidade e pletora, palavras que poderiam soar exageradamente par­ nasianas, aplicam-se perfeitamente aos nossos suces­ sivos modernismos. ■ revista &

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Eustáquio Gomes

noite, no seu quartinho de pensão, Nico sentou-se à escrivaninha diante do espelho para escrever uma carta de amor. Tinha a firm e intenção de de­ clarar-se, mas deu tantas voltas que, no fim , a intenção se dissipou em confidências inócuas e na descrição de um sonho. No objeto de sua paixão propriam ente não tocava. Esperava que Letícia soubesse ler nas entrelinhas e aduzisse o resto.

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2 A essência da carta era um sonho. Não explicava quando o tinha sonhado, se antes ou depois do passeio de bicicle­ ta. Na verdade isso importava pouco, pois tudo não passa­ va do produto de sua fantasia e de um estratagema para impressioná-la. Assim, nesse sonho inventado ele estava em companhia de Letícia na cidade de Praga. Passeavam pela cidade. Num pequeno bosque à margem do Graben estalava o canto das cigarras. Centenas, talvez milhares de cigarras. Caminhavam por entre choupos e cedros velhos, sob intenso zumbido metálico, como se uma velha orques­ tra medieval afinasse ali o seu naipe de trombetinhas ra­ chadas. Mais adiante pararam para contemplar um tronco nodoso coalhado de casulos translúcidos. Apresentavam patas, cabeças e barbatanas, essas roupagens transparen­ tes e belas onde antes haviam estado as cigarras em traba­ lho de metamorfose. As cigarras tinham migrado para as altas ramagens e cantavam, mas sua pele enrijecida conti­ nuava aderida aos nódulos do tronco como corpos libertos de suas almas (ou almas cujos corpos houvessem batido em retirada). No sonho, Nico estava explicando a Letícia essa delicada idéia quando um homem se deslocou entre as árvores. Alto e magro, usava chapéu e tinha orelhas de abano. Recolhia casulos do tronco de uma outra árvore. Quando se aproximaram dele para observá-lo melhor, o 42

revista &

homem disse: “ Sou Franz Kafka e estou recolhendo casulos para minha noiva de Berlim". “ Quem é ela?", perguntou Nico. Ao que Kafka respondeu: “ Felice Bauer” .

3 O ardil de Nico era simples. Na manhã seguinte foi ao Bos­ que dos Italianos, recolheu alguns casulos e levou-os para Le­ tícia numa caixa de cigarros vazia. Seu plano era revelar o con­ teúdo da caixa somente depois que ela lesse a carta, para ti­


polegar e o indicador. - São só uns casulos de cigarra. Trouxe para você. Não são bonitos? Ela não achava. Tinha pavor de insetos. E aqueles estavam mortos, eram como cadáveres mumificados. 4 Sem esperança de fazê-la gostar dos casulos, Nico esten­ deu-lhe a carta que trazia dobrada no bolso. Ela o encarou desconfiada, apanhou a carta e disse: - Meu poeta anda cheio de surpresas, hein. Leu a carta sem fazer nenhum comentário. Mas os movi­ mentos dos músculos de seu rosto prestavam-se a uma leitu­ ra tão transparente quanto os casulos. Não se fixavam. Ora o lábio inferior se mantinha abaixo da linha dos dentes, num si­ nal de perplexidade, ora se colava ao lábio superior ou então se abria num sorriso lisonjeado. Era como se intercalasse a lei­ tura com expressões que avivavam o receio ou a expectativa de Nico, mesmo porque, sentado à frente dela, ele não podia saber em que ponto ela estava. Também às vezes sacudia os ombros ou arqueava as sobrancelhas como se dissesse: “ ah, sim?” , “ ora veja!” , “ é mesmo?” , “ não diga!” . Terminou de ler a carta e dobrou-a. Ficou um tempo imóvel na cadeira, olhando para ele em silêncio. Incomodado, Nico se pôs a juntar os casulos espalhados sobre o tampo da mesa. Agia como alguém que recolhesse uma mercadoria recusada pelo cliente, depois de um dia estafante sob o sol forte. Re­ ceava agora que ela não tivesse entendido o bastante da car­ ta para dizer o que ele esperava que dissesse. Mas o que é que ele esperava? Letícia não pertencia àquele mundo que ele ha­ via engendrado para seu uso pessoal, como alguém que cons­ trói uma casa no topo de uma árvore e imagina que todos de­ sejariam viver no topo de árvores.

rar proveito de sua matéria onírica e assim criar um clima de emulação. Ele seria Franz, ela Felice. Mas perturbou-se tanto no momento de começar a falar que, incapaz de controlar os movimentos das mãos, viu-se espalhando os casulos todos so­ bre a mesa da cozinha onde ela apoiava o braço direito. Viu-a recuar o braço horrorizada e contrair o rosto numa expressão de nojo: - O que é isso? Insetos secos? Rindo nervosamente, Nico ergueu um dos casulos entre o

5 Então, de repente, ela quis saber: se era mesmo verdade que ele nunca havia beijado mulher alguma. Nico pensou um pouco e respondeu que, não sendo aquilo propriamente uma mentira, era apenas meia verdade. Letícia sabia alguma coisa sobre Rafaela, mas nada quanto a beijos. - Ela estava usando aparelho ortodôntico - explicou Nico e dizia que não queria que nosso primeiro beijo tivesse gos­ to de metal. - Não acredito nisso. - Pois é a pura verdade. -Jura? Seus olhos se apertaram irônicos, a voz se encheu de far- É porque ela manca de uma perna, não é? 6 Nico empalideceu. Ela não precisava ter lembrado a mancadura. Era como se quisesse torná-lo indigno do amor de alrevista &

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buscando reatar uma conversa interrompida um dia antes, no bar, em que se falara justamente disso: da abstinência sexual no claustro. Caminhando ao lado do negro na calçada deserta, Nico foi levado a admitir, com a confiança viril que se deve aos homens, que onanismo era sim senhor um preceito bíblico muito apreciado no claustro. “Até mesmo entre os padres?” , ' perguntou o negro. “Ah, com certeza também eles...", disse Nico. “Ah, ah, gostei de ouvir essa” , disse o ne>. gro, que sibilou a seguir: “ Quer dizer que você tam­ bém cumpria a sua cota de prazer solitário?". Ao que Nico respondeu: “ É verdade, não havia outro jeito". O negro tornou a rir para depois ficar calado um instany te, amaciar a voz e disparar a pergunta inesperada: se í Nico já havia cumprido a cota dele nesse dia. Nico, alarmado, respondeu que nem tinha pensado nisso, mas então o homem já o agarrava pelas mãos, ajoelhaI va-se diante dele e bloqueava-lhe a passagem. Suplica| va: “ Deixa a cota por minha conta. Eu faço a cota por você. Ah, por favor!” . Nico se lembrava de ter-se livra­ do dele com dois ou três pontapés, mas nunca soube i" ao certo onde os tinha acertado. Talvez no rosto. E não uma vez só. Apenas, ao chegar em casa, notou que o bico de seu tênis tinha se transformado numa repug­ nante placa de sangue. Ainda fresco. I

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guém que andasse no prumo. Como se o colocasse no seu lu­ gar. Como se também ele fosse manco e, por uma questão de decência, devesse se entender lá com os mancos. - Pensando bem - disse ela mudando de tom acho que não podia mesmo ser diferente. Afinal de contas, você está há apenas seis meses no mundo... - No mundo profano, você diz - respondeu ele, magoado. - Por que está me tratando como um recém-nascido? Ela riu. Retirou um casulo da caixinha de cigarros, já sem qualquer sombra de horror ou asco, e se pôs a examiná-lo contra a luz. Nico compreendeu que seu jogo era mais com­ plexo do que parecia a princípio. Teve medo da própria inex­ periência. Ela mordia um lábio. - Claro, o seminário também é uma espécie de mundo, não é mesmo. Mas não como aqui. Como é que vocês agüenta- Como assim? - Quero dizer, vocês já eram bem crescidinhos. Como é que faziam? 7 Nico achou a pergunta vulgar. Aliás, essa mesma pergunta já lhe tinha sido feita antes, em outra circunstância, por um negro que freqüentava o Zepelim e vinha tentando entrar na sua inti­ midade. Uma noite, ao deixar o bar, deu com o negro parado na esquina, esperando por ele. O negro o seguiu rua abaixo 44 revista &

8 Agora era Letícia quem repetia a pergunta ignóbil: como é que ele se virava no claustro. Respondeu o óbvio: “ Dava-se um je ito ” . E imaginou o que viria depois. Ela pareceu ficar sa­ tisfeita com a resposta, que nem sequer era uma explicação. Olhava para ele de um modo enternecido. Depois correu-lhe a mão pelo rosto e disse num quase murmúrio: - Coitadinho de você, Nico Pereira! E baixando ainda mais o tom de voz, adoçando-a, modu­ lando-a como fizera o negro naquela noite de humilhação: - Pois vou mostrar a você como é um beijo de verdade. E tomando-lhe o rosto entre as mãos, beijou Nico na boca, a princípio suavemente, depois com força e até com violên­ cia. Meteu-lhe a língua entre os dentes, correu-lhe o céu da boca como uma enguia desesperada. Nico demorou um pouco para se recuperar do espanto e poder corresponder. Quando achou que estava preparado, ela soltou-se dele, rindo, e correu para o quintal. Ele seguiu atrás e conseguiu apanhá-la, aprisionando-a pelos quadris. Manteve-a assim ju n to dele, ofegante, como um animal pres­ tes a ser abatido. Mas ela então girou o corpo, m uito femini­ na, e colou o dedo indicador em seus lábios, como se os la­ crasse. Sussurrou: - Devagar com o andor, coração. E u s tá q u io Gomes é e s c r ito r e a u t o r de A febre amorosa (G eração E d ito r ia l ), entre o u t r o s . O t e x t o a c im a é u m f r a gm en to DA NOVELA INÉDITA PORCOS EJAVAUS


MARÇO

2002

Brasil da Sanfona

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ao Amor

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: PROGRAMAÇÃO SESC SÃO PAULO www.sescsp.org.br

5EMÍWDE™i c• M O DERM A X X ll:A f1 B E K P M . i^ z ,z Durante o mês, no Sesc Ipiranga, espetáculos de música e teatro


A vid a é senha

O SESC tem na cultura e no bem-estar social os seus principais campos de ação. A música, o teatro, o cinema, a dança, as artes em geral. Mas também a educação social, o lazer, os esportes, a saúde. Porque sabe que investir

nessas coisas e investir no sonho das pessoas. No sonho de um mundo melhor, mais justo e mais humano. E também mais belo. A vida é sonho, escreveu Calderón de Ia Barca. O SESC assina embaixo.


em c a r t a z

PROGRAMAÇÃO SESC SÃO PAULO SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO-SESC Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda REVISTA E Diretor Responsável: Miguel de Almeida Diretor de Arte: Werner Schulz Editor de Arte: Eduardo Burato Editor de Fotografia: Patricia Yamamoto Ilustrações: Marcos Garuti Revisão: Lígia Kawano e Cristina Yamazaki Repórteres: Julio Cesar Caldeira, Lyn Lee, João Rocha Rodrigues e Carolina Mangione Supervisão Editorial: Joel Naimayer Padula Coordenação Executiva: Dante Silvestre Neto Assistente Executivo: Marcos Prado Luchesi Edição do Em Cartaz: Claudia Ortiz, Marcos Prado Luchesi Supervisão Gráfica: Eron Silva Circulação: Marcos Carvalho Distribuição: Antonio Carlos Cardoso Sobrinho,

Em março os destaques são a exposição de Adriana Bertini, Fragmentos de um Orgasmo Protegido (foto), no Itaquera; o projeto Brasil da Sanfona, no Pompéia; no CineSesc, Elogio ao Amor; de Jean-Luc Godard; e

Coordenação Geral: Erivelto Busto Garcia Conselho de Redação e Programação

a inauguração do Sesc Santo André

Diretor: Danilo Santos de Miranda Adolfo Mazzarine Filho, Anna Ignez Xavier Vianna, Cecília Camargo Maman, Cláudia Ortiz, Dóris Larizzati, Egla Monteiro, Érika Mourão, José Carlos Ferrigno, Lídia Tolaba, Marcos Antonio Scaranci, Newton Cunha, Ricardo Gentil, Ricardo Oliveira, Silvana Arcangeletti Takabatake, Simone Yunes/ Arte de Anúncios: Daniel Viana, Demétrio de Almeida Leite, Érika Martins Dias, Katia Veríssimo, Paulo Evaristo dos Santos Geraldo, Ricardo Simone e Tais Haydée Pedroso Sesc São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-903 tel.(011)3179-3400, fax. (011) 3284-1357. Jornalista Responsável: Miguel de Almeida MTB14122. A Revista E é uma publicação do Sesc de Sáo Paulo, realizada pela Lazuli Editora. Distribuição gratuita. Nenhuma pessoa está autorizada a vender anúncios. Esta publicação está disponível no site: www.sescsp.org.br

SES C S Ã O

P A U L O

Conselho Regional do Sesc de São Paulo Presidente: Abram Szajman Membros Efetivos: Antonio Funari Filho, Cícero Bueno Brandão Júnior, Eduardo Vampré do Nascimento, Eládio Arroyo Martins, Fernando Soranz, Ivo DalfAcqua Júnior, José Maria de Faria, José Santino de Lira Filho, José Serapiáo Júnior, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, Roberto Bacil, Walace Garroux Sampaio. Suplentes: Amadeu Castanheira, Arnaldo José Pieralini, Henrique Paulo Marquesin, Israel Guinsburg, Jair Toledo, João Herrera Martins, Jorge Sarhan Salomão, José Kalicki, José Maria Saes Rosa, Mariza Medeiros Scaranci, Mauro Zukerman, Rafik Hussein Saab, Valdir Aparecido dos Santos. Representantes junto ao Conselho Nacional. Efetivos: Abram Szajman, Euclides Carli, Raul Cocito. Suplentes: Aldo Minchillo, Manuel José Vieira de Moraes, Ubirajara Celso do Amaral Guimarães. Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda.

índice BELENZINHO CARMO CINESESC CONSOLAÇÃO INTERLAGOS IPIRANGA ITAQUERA ODONTOLOGIA PARAÍSO AV. PAULISTA PINHEIROS POMPÉIA SANTO AMARO SANTO ANDRÉ SANTOS SÁO CAETANO VILA MARIANA INTERIOR

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SESC

BELENZ

Endereço: Av. Álvaro Ramos, 991 Telefone: (0 X X 1 1) 6 6 0 5 81 43 Horário: Terça a Sexta, das 13h às 22h, Sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h email @belenzinho. sescsp. org.br

espetáculos MEDÉIA. De Eurípedes. Adaptação e direção de Antunes Filho. R$ 20,00 e R$ 10,00 (O). Recomendável para maiores de 14 anos. Até 3 1 /0 3 . Sextas, às 21 h, sábados, domingos e feriados, às 19h. UM BONDE CHAMADO DESEJO. De Tenesse Williams. Direção de Cibele Forjaz. Com A Cia. Livre da Coope­ rativa Paulista de Teatro. 150 minu­ tos. Sextas R$ 12,00 e R$ 6,0 0 (O). Sábados e domingos R$ 20 ,0 0 e R$ 10,00 (O). Recomendável para maiores de 14 anos. De 0 1 /0 3 a 2 8 /0 4 . Sextas, sábados e domingos, às 20h. MÚSICA

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música erudita CONCERTOS SESC81SINFONIA CUL­ TURA. Uma parceria entre o Sesc . São Paulo e a Fundação Padre Anchieta, com o objetivo de contri- c buir para a formação de novas platéias apreciadoras e consumi­ doras da música erudita, de dife­ rentes épocas e estilos, além de EXPLOSÃO DE ELITE E CHICO CÉ­ contemplar o segmento de público SAR. Criado por Marcos Suzano aficionado. «C am argo G u a rn ie ri. que se apresenta com o seu grupo Solista Eudóxia de Barros sob a Sambatown, realizam um encontro regência do Maestro Lutero Rodri­ inédito com o grupo Explosão de gues. R $5,00, R $2,50 (□ , ❖), g rá­ Elite, formado por ritmistas da Ba­ tis para O . Dias 10 e 1 7 /0 3 . Do­ teria do GRES Mangueira, junta­ mingos, às 11 h. «A Valsa. Reúne mente com Chico César. Dia 2 2 /0 3 vários compositores como: Johann - sexta-feira às 22 h 30 R $15,00, Strauss, Johannes Brahms, Cam ar­ R $7,50 ( □ ❖ ), R $5,00 (O ). go Guarnieri e M aurice Ravel. Com a participação especial do MULTIMÍDIA E INTERNET Coral do Estaao de São Paulo e regência do maestro Lutero Rodri­ oficinas gues. R $5,00, R $2,50 (□ , ❖), g rá­ INTERNET LIVRE. Espaço destinado tis para O . Dias 24 e 3 1 /0 3 . Do­ a promover a utilização da rede mingos, às 11 h. mundial de computadores em toda sua potencialidade. Monitores es­ pecializados orientarão os interESPAÇO DANÇANTE. Série de shows nautas. « C ria n d o um site II. dançantes que apresenta artistas de Aprenda a utilizar recursos avan­ diferentes gêneros e estilos. çados de edição de páginas de in­ LECI BRANDAO E RAPPIN HOOD. O ternet e melhore seu site. Para alu­ encontro do samba e o rap. Leci Bran­ nos que realizaram o módulo I. dão acompanhada pelo grupo SamInscrições na sala da Internet Livre pagode, divide a noite com com o com 1 h de antecedência. 15 va­ rapper Rappin Hood, atualmente con­ gas. Grátis. De 1 2 a 2 6 /0 3 . Ter­ siderado um dos principais nomes do ças, das 18h às 19h30. «Inte rne t Hip Hop Paulistano. Dia 0 8 /0 3 - sex­ p a ra Terceira Idade. Curso para ta-feira às 22h30. R$12,00, R$6,00 iniciantes. Inscrições na sala da In­ ( □ ❖), R$3,00 (O). ternet Livre com 1 h de antecedên­ cia. 15 vagas. Grátis. De 12 a TOQUINHO E DEMÔNIOS DA G A­ 2 6 /0 3 . Terças, das 14h às 15h30. ROA. O violonista e compositor Toquinho, divide o palco com o Grupo ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS Demônios da Garoa. Um encontro de duas gerações da música paulis­ exposições tana. Dia 1 5 /0 3 - sexta-feira às ARTECIDADEZONALESTE. Inaugura 22h30 R$20,00, R $10,00 (Q ❖), para o público a Torre Leste da R$5,00 (O). unidade com 12 intervenções a r­ tísticas, que focalizam a inserção MARCOS SUZANO - SAMBATOWN, passada, presente e futura do edi­

fício na região. O conjunto das in­ tervenções compreende ainda vá­ rios pontos da Zona Leste, com o objetivo de oferecer novas formas de apreensão e organização do espaço urbano, incluindo a parti­ cipação ativa das comunidades envolvidas. O evento também con­ ta com o Workshop Laboratório Urbano, que consiste em uma p rá­ tica de pesquisa sobre as muta­ ções urbanas, do qual tomarão parte pesquisadores brasileiros, arquitetos e críticos como: Rem Koolhaas, Stefano Boeri e Hans Ulrich Obrist. Informações e agendamento de grupos pelo telefone 0 8 0 0 771 11 32. De 1 6 /0 3 a 3 0 /0 4 . Terça à sexta, das 14h às 21 h. Sábados, domingos e feria­ dos, das 1Oh às 17h. ESPORTES especial ESCALADA ESPORTIVA. U tiliza téc­ nicas de subida em rocha. «Re­ c reação. Vivência dos fundamen­ tos básicos, técnicas de segurança e uso de equipamentos. Grátis. Até 3 1 /0 3 . Quartas e sextas, das ló h às 19h, sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. «Treino p a ra escaladores. Atividade volta­ da para pessoas que já praticam o esporte. R$ 3 ,0 0 (□ ) e R$ 1,0 0 (/= O ) por dia de treino. Até 3 1 /0 3 . Quartas e sextas, das 1 9h às 21 h. «Curso p a ra inician te s. 20 vagas. R$ 1 0 ,0 0 ( □ ) e R$ 5 ,0 0 (O ) por mês. Até 3 1 /0 3 . Terças e quintas, das 19h 3 0 às 21 h.

SKATE. De 4 a 12 anos. 12 vagas. Ini­ ciantes, 04 aulas. Sábados, T l,das 9h30 às 10 h 2 0 / T II,das 10h30 às 11 h20. Básico I, 0 4 aulas. Domin­ gos, T l,das 9h30 às 10 h 2 0 / T II,das 10h30 às llh 2 0 . R$ 20 ,0 0, R$ 10.00 (□ ) e R$ 5 ,0 0 (O ) por mês. Até 3 1 /0 3 . SKATE PARA MAIORES. Acima de 21 anos. 08 aulas. Fornecemos capace­ te e skate. 10 vagas. R$ 20 ,0 0, R$ 10.00 (□ ) e R$ 5 ,0 0 (O ) por mês. Aula avulsa, R$ 2,50 (preço único). Até 3 1 /0 3 .

GALPAO ESPORTIVO. «Recreação. Tênis de mesa, futebol de botão, badminton, basquete, vôlei, peteca, futsal, pista de caminhada. Grátis. Terça a sexta, das 13h30 às 21 h30, sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. SKATE, BICICLETA E PATINS. Com cir­ cuito de rampas de múltiplo uso, de­ senvolvidas para a prática de Mini Rampa e Street. «Clube de Skate. Para Maiores de 21 anos. Grátis. Sextas, das 20h30 às 21h30. «Clu­ be de Skate - Master. Para Maiores de 30 anos. Grátis. Quartas, das 20h30 às 21h30. «Recreação. Até 10 anos, terça a sexta das 14h às 15h, sábados, domingos e feriados das 9h30 às 12h. A partir de 11 anos, terça e quintas, das 15h às 21 h, quartas e sextas, dos 15h às 20h30, sábados domingos e feria­ dos das 12h30 às 17 h l5 . Grátis.


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PROGRAMA LIVRE DE CONDIC IO NA­ MENTO FÍSICO. O aluno montará a sua própria grade de horários, atra­ vés de um plano livre que, com o pagamento de uma única mensali­ dade, freqüentará todos os cursos de terça a sexta, das 15h30 às 21 h30 e aos sábados, das lOh às 11 h30. De 16 a 54 anos. R$40,00 (□ ) e R$20,00 (O ). «Alongam ento. Terças e quintas, às 17h20 e às 1 8 h / quartas e sextas, às 18h e 19h. «Circuito. Aulas de GAP (glúteo, abdome e pernas), RML (Resis­ tência muscular localizada).Terças, quartas, quintas e sextas, às 15h30, 1óh30, 17h30, 18h30 ,19h 30 e 20h30, sábados, às lOh. caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. Atividade monitorada pelos técnicos do Sesc, em que são utilizados os diversos es­ paços da unidade. Grátis. Terças e quintas, às 16h30; sábados, às 9h.

23«mar sábado*20

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO UNIDADE MÓVEL PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE BUCAL. O OdontoSesc é uma unidade móvel de odontologia modernamente equipada com quatro consultórios, sala de esterilização, sala de raio X e dois escovódromos. Este é mais um serviço de promoção à saúde bucal oferecido pelo Sesc para os comerciários, prestadores de serviços e seus dependentes. Atendi­ mentos e agendamentos de consultas de terça à sábado, das 9h às 18h. CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS. Atendi­ mentos e agendamentos de consultas de terça à sábado das 9h às 18h.

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TEATRO espetáculos SARAU ITINERANTE. Com música ao vivo, atores percorrerão os espaços da Uni­ dade, lendo crônicas de Cecília Meire­ les, Clarice Lispector e poesias de Viní­ cius de Moraes. Com Cia. Circo Nave­ gador. Grátis. 20 /0 3. Quarta, das 12h às 14h. MÚSICA

TERCEIRA IDADE ginástica GINÁSTICA. Atividades com ênfase nas habilidades físicas e resistência aeróbia. Acima de 55 anos. R$ 20,00 ( q e R$ 10,00 (O). Terças e quintas, às 14h.

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iniciação, ou já tem conhecimentos bá­ sicos. Inscrições meia hora antes. Grá­ tis. «Animação em Slides. 05, 12, 19 e 2 6 /0 3 . Terças, das 14h às 15h. •Criação de Páginas na Internet. 06, 13, 20 e 2 7 /0 3 . Quartas, das 14h às 15h. «Sites de Busca. 07, 14, 21 e 2 8 /0 3 . Quintas, das 14h às 15h. •Planilhas. 08, 15 e 2 2 /0 3 . Sextas, das 14h às 15h. •H arry Porter e FIFA 2002. De 01 a 28 /0 3 . Segunda à sex­ ta, das 11 h às 18h. LITERATURA palestras HORIZONTES UTERÁRIOS. «Encontro com o Escritor. Ruy Castro falará de sua trajetória literária. Grátis. Biblioteca. Va­ gas limitadas. 21/03. Quinta, às 18h.

DEGUSTASSOM. Apresenta repertório de música erudita. Com o Trio Simphonia, composto por Maurício Carvalho (pia­ no), Márcio Nunes (violino) e Teresa Cato (violoncelo). Dias: 05, 12, 19 e 26/0 3. Terças, das 12h às 14h.

bibliotecas BIBUOTECA. Novas aquisições: Tratado da natureza humana, de David Hume; 0 apanhador de sonhos, de Stephen King e Cartas perto do coração, de Fer­ nando Sabino - Clarice Lispector. A bi­ SEGUNDA N O CARMO. «M ax de Cas­ blioteca possui acervo de 7.600 volumes tro. Apresenta composições de seu de obras diversificadas para consulta e CD Samba Raro e outras inéditas. R$ empréstimo. Grátis. De 01 a 28 /0 3. Se­ 2,00 (O) e R$ 4,00 (□). 2 5 /0 3 . Se­ gunda à sexta, das 1Oh às 19h. gunda, às 19h. serviços MULTIMÍDIA E INTERNET SALA DE LEITURA E JOGOS. Grátis. De 01 a 2 8 /0 3 . Segunda à sexta, das aulas abertas 9h às 19h. PROGRAMA DE INICIAÇÃO. 07 vagas por aula. Inscrições meia hora antes. CORPO E EXPRESSÃO Grátis. «Introdução à Informática. 04, 11, 18 e 2 5 /0 3 . Segundas, das 14h aulas abertas às 15h. «Programa Intermediário. GINÁSTICA. Bio-ball; step; abdominal; gi­ Para quem participou do programa de nástica localizada; alongamento e rela-

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SESC xamento; GAP; circuito. Com técnicos do Sesc. 20 vogas. Grátis. De 01 a 28/03. Segunda a sexta, às lOh e 15h (acima de 55 anos) e às 12h, 14h, 18h e 19h (acima de 15 até 54 anos). NATUREZA E MEIO AMBIENTE caminhadas TRILHA GARGANTA DO GIGANTE. A ca­ minhada é composta por terreno misto, com trechos planos, passagem por ria­ chos, travessia de rios e charcos com ca­ minhada pesada em adive na Serra do mar, até a Cota de 200 metros, acima do nível do mar. O objetivo é alcançar um conjunto de piscinas naturais com pequenas cachoeiras, localizadas na vertente da serra. São aproximadamen­ te 500 m2 de espelhos dágua. De 16 a 45 anos. Saída do Sesc Carmo, às 6h 15 e retomo às 19h. R$ 30,00. 23/03. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO

o desperdício, pela aualidade de vida. Um conjunto de atividades cujo objetivo é agregar qualidade e valor nutricional às refeições servidas por instituições so­ ciais aos segmentos carentes da socie­ dade por elas atendidos. Distribuição diária de alimentos e desenvolvimento de atividades educativas. A sustentação do Mesa São Paulo está na parceria com empresas e com profissionais e pes­ soas que se dispõem a participar através da prestação de serviços voluntários, dentro de uma perspectiva de solidarie­ dade e compromisso social. O Mesa São Paulo viabiliza os esforços destas parcerias. Atualmente, participam do programa 146 empresas, 158 institui­ ções e 221 voluntários. Entre julho de 97 e dezembro de 2001, foram doadas 2.832,30 toneladas de alimentos que possibilitaram complementar cerca de 11.329.212 refeições. Alimente esta idéia.Ligue grátis: 0800 177 772. Se­ gunda à sexta, das 9h às 19h. RESTAURANTE. Os cardápios são elabo­ rados e supervisionados por nutricionis­ tas, com controle de procedência dos gêneros e higiene de produção. Experi­ mente as saladas especiais. Segunda à sexta, das 11 h às 14h45 e das 1Th às 20h. «Prato Expresso. Uma refeição rápida e nutritiva. R$ 2,20 (O) e R$ 3,50 (outros). Segunda à sexta, das U h às 14h.

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CINESESC

curumim SESC CURUMIM. Atividades lúdicas para estimular à criatividade e o con­ vívio com crianças da mesma faixa etária. Vagas limitadas. De 7 a 12 anos. Grátis. De 01 a 2 8 /0 3 . Segun­ da à sexta, das 8h às 11 h e das 14h

espaço lúdico ESPAÇO LÚDICO. Dedicado ao público infanto-juvenil, sendo possível desen­ volver a criatividade com jogos edu­ cativos. Grátis. De 01 a 2 8 /0 3 . Se­ gunda à sexta, das 9h às 19h. TERCEIRA IDADE

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EUTONIA. Orientação de Miriam Dascal, eutonista, bailarina e coreógrafa. 20 vagas. R$ 3,00 (O) e R$ 6,00. De 1 1 /0 3 a 2 9 /0 4 . Segundas, das 9h às 1Oh ou das 16h às 17h. PERSONALIZE SEUS PAPÉIS E FAÇA UM LIVRO COM ENCADERNAÇAO JAPONESA. Orientação de Paula Canto, especialista em Encaderna­ ção. 12 vagas. R$ 3,00 (O) e R$ 6.00 (□). De 1 2 /0 3 a 3 0 /0 4 . Ter­ ças, das 14h às 16h. VIVÊNCIA E REFLEXÃO. A busca de novas possibilidades de interação e compreensão dos problemas vivenciados nos níveis, pessoal e social. 25 vagas. R$ 3,00 (O), R$ 6,00 (□). De 1 3 /0 3 a 2 4 /0 4 . Quartas, das 14h às 16h. CONSTRUA PEÇAS DECORATIVAS. Téc­ nicas variadas. Orientação de Lourdes Donato, artesã. 12 vagas. R$ 3.00 (O) e R$ 6,00 (□). De 1 4 /0 3 a 2 5 /0 4 . Quintas, das 9h às 11 h. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL excursões rodoviárias BELO HORIZONTE/CIDADES HISTÓRI­ CAS. Hospedagem na colônia do Sesc, em Belo Horizonte - M G, com regime de pensão completa (exceto 3° dia), saídas para as cidades históri­ cas de Congonhas, Mariana, Ouro Preto, Sabará e Caeté. Saída do Sesc Carmo, às 7h. Preços à partir de 5 parcelas de R$ 58,00. Inscrições no Sesc Carmo. De 14 a 1 9 /0 3 .

O cartão de matrícula no Sesc é o seu passaporte para participar, com vantagens, das varias atividades oferecidas e também para desfrutar das piscinas, quadras e outros equipamentos.

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ELOGIO A O AMOR. Direção Jean-Luc Godard. Com Bruno Putzulu, Cecile Camp, Jean Davy. Fra, 20 01 , 97'. O filme possui duas partes distintas que retratam diferentes maneiras de se fazer cinema. A primeira (preto e branco,35mm) apresenta Edgar, um cineasta que procura a atriz princi­ pal para seu filme. Já a segunda parte (em cores, filmada em vídeo digital) mostra o que Edgar está fa­ zendo dois anos depois. Até 2 4 /0 3 . Segunda a domingo, às 15 h30, 17n30, 19h30 e 21h30. antes do longa. "REMANESCENCIAS" (1 9 9 4 -1 9 9 7 ) (18 minutos, 35mm) do diretor C ar­ los Adriano. Curta Metragem sobre os 11 fotogramas de 1 única ima­ gem - restantes da suposta 1° filma­ gem da história do cinema brasilei­ ro, registrada em 1897, por Cunha Salles. 15, 17:10, 19:20 e 2 1 :30h.

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g r a n d e s TENDÊNCIAS DO CI­ NEMA FRANCÊS. Com Laurent Desbois, especialista em cinema inter­ nacional com cargo pedagógico e cultural designado pelo Ministère des Affaires Étrangères au Brésil, repórter da revista Irancesa Cahier du Cinéma e colaborador do jornal O Estado de São Paulo, já entrevis­

tou W alter Salles, Carlos Diegues, Pedro Almodóvar, Costa Gravas, Catherine Deneuve e Robert Altman, entre outros. Atualmente pre­ para uma tese para a Universidade de Nanterre sobre o cinema brasi­ leiro. Neste curso, Laurent falará sobre a origem da cinematografia na França, sua elaboração técnica e artística, o cinema francês dos anos 30 e 40 , a influência da Nouvelle Vague sobre a escola polone sa, o cinema novo no Brasil e o ci nema independente norte america no. Inscrições a partir de 1 8 /0 2 R$ 3 0 ,0 0 (meia para O ❖). Inseri ções até 0 7 /0 3 . Terças e quintas das 20h às 21 h30.

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Endereço: Rua Doutor Vila N ova, 245 Telefone: (0XX 11) 3234 3001 Horário: Segunda a Sexta, das 9h ás 22h . Sábados e feriados, das 9 h às 17h30 email@consolacao.sescsp.org.br

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TEATRO espetáculos LUA E CONHAQUE. Walmor Chagas inter­ preta poemas de Manuel Bandeira, Car­ los Drummond de Andrade e Vinícius de Moraes, acompanhado pela cantora Clara Becker e música executada ao vivo. Recomendável para maiores de 12 anos. R$ 20,00, R$ 15,00 (□) e R$ 10.00 (O). Até 31/03. Sextas e sába­ dos, às 21 h, domingo, às 20h.

-m Insetos Artistas

ARTÉRIAS. Trata da contínua construção da identidade do corpo. Com Cia 2 Nova Dança. Teatro Sesc Anchieta. R$ 15,00 R$ 10,00 (□) e R$ 7,50 (O). 01 /0 3, 0 2 /0 3 e 03/03. Quinta a sábado, às 21 h, domingo, às 20h.

Instalações Cenográficas

DESCENT. O diretor teatral grego Theodoros Terzopoulos traz ao Brasil sua mais recente montagem, baseada no mito de Traquínias de Sófodes e no mito de Hér­ cules Enfurecido, de Eurípides, com o Attís Theatre. R$ 20,00, R$ 15,00 (□) e R$ 10.00 (O). 28/03. Quinta, às 19h00 e 21 h30.

Oficinas Lúdicas

palestras A IMPORTÂNCIA DO DRAMA ANTIGO NO MUNDO MODERNO. Com Theodoros Terzopoulus. Grátis. 27/03. Quarta, às 20h.

PRÊT-À-PORTER 4. Esse tipo de encenação surgiu da sistematização do método de ator desenvolvido por Antunes Filho. Agora com nova cena: "For he's a jolly good felloW. No Hall de Convivência. Lotação 50 lugares. R$ 10,00 e R$ 5,00 (O). Recomendável para maiores de 14 anos. Até 27/07. Sábados, às 22h. REFLEXOS DE CENAS. Série de encontros entre artistas, público e profissionais com o objetivo de discutir e refletir sobre as lin­ guagens de teatro, dança-teatro e perfor­ mance. «Uma viagem pelo teatro. Cur­ so dividido em três módulos. Módulo I: Grécia: o berço do teatro ocidental e o le­ gado grego. Roma: o fenômeno de trans­ plantação cultural e a explosão da comé­ dia popular. Teatro medieval: trevas e lu­ zes. Coordenação: Alexandre Mate. Dias 06, 13, 20 e 27/04. Inscrições a partir de 4 de março, no Setor de Matrí­ cula de 2° a 6o, das 12h30 às 21 h, sá­ bados e feriados, das 9h às 15h. Vagas Limitadas. De 01 a 31/03. Sábados, das 10h às 13h. •Prêt-à-Porter. Cena em montagem. Com o CPT - Centro de Pes­ quisa Teatral do Sesc Consolação. Coor­ denação: Antunes Filho. Grátis. De 13 a 13/03. Quarta-feira às 20h. «A farsa do rei que virou boi. Espetáculo com a Confraria da Paixão. Direção: Luis de Assis Monteiro. Ingressos: R$5,00 (O; ❖ e dasse artística) e R$10,00. Venda de Ingressos no dia do espetáculo à partir das 17h. Sala Ômega - 8o andar. 18 /0 3 ,1 9 /0 3 ,2 0 /0 3 ,2 1 /0 3 . Às 20h. •Improvisação Dança-Teatro. Workshop

com a coordenção de Cristiane Paoli Quito. Inscrições no Setor de matrícula de 2°. a 6o., das 12h30 às 21 h, sábados e feriados, das 9h às 15h. R$15,00 (O; ❖ e classe artística) e R$30,00. Vagas Limi­ tadas. 23 /0 3, 24/03. Sábado e Domin­ go, das 14h às 18h. • Encruzilhados. Com a Cia. Barracão Teatro. Criação Coletiva. Direção: Tiche Vianna. 27/03. Quarta-feira, às 20h. Grátis. «Palavra. Com a Cia. Nova Dança 4. Direção Ge­ ral: Cristiane Paoli Quito. 27/03. Quar­ ta-feira, às 20h. Grátis. MÚSICA

SUAVE É A NOÍTE. Apresentações dos gru­ pos: Sala Especial, dias 4 e 5 /3 . Monokini, dias 13 e 14/3. Les Sucettes, dias 20 e 21 /0 3 . Vadeco e Os Astronautas, dias 25 e 26/3. Rômulo Fróes, dias 27 e 28/3. Todos os shows serão realizados no Hall de Convivência, às 20h. GRÁTIS. De 04 a 28/03. DANÇA

RARA'DANÇAR. Espetáculos, performan­ ces, aulas-espeláculos, intervenções e aulas-abertas compõem a programação. •Entranças. Com Balangandança Cia. Hall de Convivência. Grátis. 0 2 /0 3 e 09/03. Sábados, às 11 h. •Entra na Dança. Oficinas de danças populares em uma leitura contemporânea, de 7 a 14 anos. Com Balangandança Cia. Hall de Convivência. Grátis. 0 2 /0 3 ,0 9 /0 3 . Sá­ bados, das 13h30 às 15h30.

DANÇA DE SALÃO. Com Renato Assis. A partir de 15 anos. 30 vagas por turma. R$ 22,00 (O)e R$ 44,00 (□). Sábados, das 14h às 15h30.

E spetáculo s e E squ etes Teatrais

DANÇA DO VENTRE. Com Marize Piva. A partir de 15 anos. 30 vagas por turma. R$ 28,00 (O) e R$ 56,00 (□). Sextas, às 19 h / sábados, às 12h45. MULTIMÍDIA E NTERNET LIVRE NAVEGAÇÃO. Acesso gratuito em alta velocidade com orientação de moni­ tores especializados. Segundas, das 17h30 às 21 h. Terças às Sextas, das 14h às 21 h. Sábados e feriados, das 14h às 17h30.

MEU ENDEREÇO VIRTUAL 15 vagas por encontro. Grátis. Inscrições no Setor In­ ternet Livre. 07 /0 3, 14/03, 21/03, 28/03. oficinas INFORMÁTICA PARA A MELHOR IDADE. Coordenação de Ronaldo Pereira de Je­ sus. Inscrições de 01 a 04 /0 3, das 14h às 1Th, no setor da terceira idade. 15 vagas. Grátis - somente para matricula­ dos no programa da terceira idade do Sesc Consolação. De 05 a 26/03. Ter­ ças, das 13h30 às 14h30.

INTERLAGOS

LITERATURA

SALA DE LEÍTURA. Principais jornais, revis-

revista &

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De quarta a domingo, das 9 às17h30


SESC

CONSOLA

Ias e gibis para leitura e consulta. Grátis. Segunda à sexta, das 12h30 às 20b3 0 / sábados e feriados, das 12h30 às 16h. ESPORTES

NATAÇÃO. De 15 a 54 anos. 20 vagas por turma. Duração de ó meses. R$ 33.00 (O ) e R$ 66,00 (□). Terças e quintas, às 8h, 12h, 17h30 e 19h30, segundas e quartas, às 18h30 e 20H30. VÔLEI. De 16 a 54 anos. 30 vagas por turma. Duas aulas semanais: R$ 20.00 (O) e R$ 40 ,0 0 (□). Uma aula semanal: R$ 16,00 (O) e R$32,00 (□). De 0 2 /0 1 a 3 1 /1 2 . Segundas e quartas, das 20h às 2 1 h 3 0 / terças e uintas, das 18h30 às 2 0 h / sábaos, das 10b às 1 lh30.

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mensal ou avulsa de quadras poliesportivas, somente para empresas do comércio. Os pedidos devem ser en­ viados de 1 a 20 de cada mês. De 2°. a 6°. R$ 15,00/h o ra até 18h e R$ 30,00/h o ra após 18h. R$ 30,00 sábados. CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas HIDROANIMAÇÃO. Para matriculados. Grátis. Sábados, às 14h. L1AN GONG. Orientação Eliana Pinheiro. 25 vagas. Grátis. Segunda e quarta, às 8h. POWER YOGA. Com Júlio Fernandes. 35 vagas. Grátis. Sábados, das lOh às 12h.

arte marcial JUDÔ. Com Antonio Carlos lanzellotti. A partir de 15 anos. 25 vagas por turma. R$ 39,00 (O) e R$ 78,00 (□). Terças e quintas, às 19hl 0, sábados, às 1 lh.

CONDICIONAMENTO FÍSICO. Com apa­ relhos. A partir de 15 de anos. Capaci­ dade de atendimento por hora é de 30 pessoas. R$ 33,00 (O) e R$ 66,00 (O). Segunda à sexta, das 7h30 às 21 h 30 / sábados, das 9h30 às 15h30.

recreação JOGOS AQUÁTICOS. Pólo aquático, basquete , gincanas e festivais de na­ tação. Sábados, às 13h.

EUTONIA. Com Gabriela Bal. A partir de 15 anos. 20 vagas por turma. R$ 29,00 (O) e R$ 58,00 (□). Segundas, às 14 h / sextas, às 19h30.

CLUBE DO BASQUETE. A partir de 15 anos. 30 vagas por turma. Grátis. Segunda e quarta, das 14h às 16h e das 18h30 às 20h.

GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. De 15 a 54 anos. 45 alunos por turma. Freqüência livre: segundas e quartas, Th, 17h30, 18h30 e 19 h 3 0 / Terças e quin­ tas,! 5h30, 17h30, 18h30 e 19h30/ Sextas, às 19h. R$ 20,00 (O) e R$ 40.00 (□).

CLUBE DO VÔLEI. A partir de 15 anos. 55 vagas por turma. Grátis. Terças e uintas, das 20h às 21 h 3 0 / sábaos, das 11 h30 às 13h.

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RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA. Atividade desenvolvida por técnicos do Sesc. Grátis. •Futsal, Vôlei e Bas­ quete. A partir de 16 anos. Vagas não limitadas. Sextas, das 17h30 às 21 h30, sábados, das 13h30 às 17h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. Grátis. Vôlei, Basquete e Tênis de Mesa. O material é fornecido pelo Sesc. A partir de 16 anos. Vôlei e Basquete, segunda e quarta, das 17h30 às 18n30. Tênis de mesa, quinta e sex­ ta, das 14h às 21 h30, sábados e fe­ riados, das 9h30 às 17h30.Grátis. torneios e campeonatos JOGOS DA SAÚDE. Inscrições até 1 8 /0 3 - setor de esportes - 5o. andar ou no Sinsaudesp, situado a Rua Tamandaré, 393 - 4°.andar, de segun­ da a sexta, das 8h às 17h. Progra­ mação de abertura dia 0 7 /0 4 , a rtir das 1Oh, I o. rodada do futsal, tivais de voleibol misto, dominó duplas, tênis de mesa, recreação na piscina, aula aberta de ritmos e re­ creação esportiva infantil. Os jogos de futsal serão realizados aos sába­ dos, a partir das 9h30. Segunda a sexta, das 13h às 21h30, sábados, das 9h30 às 17h30.

LOCAÇÃO

DE ESPAÇOS.

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Locação

HIDROGINÁSTICA. De 15 a 54 anos. 35 vagas por turma. R$ 33,00 (O) e R$ 66.00 (□). Aos sábados, a mensalida­ de é de: R$ 18,00 (O) e R$ 36,00 (□). Segundas e quartas, às 12h, 17h30 e 19h30, terças e quintas, às 7h, 16h30, 18h30 e 20h30, sábados, às 9h30. LIAN GONG. Com Eliana Pinheiro. A partir de 15 anos. R$ 50,00 (□) e R$ 25.00 (O). Segundas e quartas, às 18hl5. POWER YOGA. Com Júlio Fernandes. R$ 20.00 (O) R$ 40,00 (□). 35 alunos por turma. Segundas e quartas, das 20h30 às 21 h30, sábados, das 10h às 12h. YOGA. «Hatha Yoga. Com Paola Di Ro­ berto A partir de 15 anos. 25 vagas. R$ 20.00 (O) e R$ 40,00 (□). Terças e quintas, às 9h. «lyengar Yoga. Com Jú­ lio Fernandes. A partir de 15 anos. 25 vagas. R$ 20,00 (O) e R$ 40,00 (□). Segundas e quartas, às 17h30, 18h30 e 19h30. SAÚDE E ALIMENTAÇÃO EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. Segundas, das 9h às 12h45 e das 17 às 20 h 45 , terças, das 13h às 20 h 45 , quartas, das 9h às 1 2h45, quintas, das 13h às 16 h 4 5, sex­ tas, das 9h às 1 2h45 e das 17h às 20h 45, sábados e feriados, das 9h às 13h45. R$ 6 ,0 0 (O ) e R$ 1 2 .0 0 (□ ).

INFANTIL

EXAÇÃO CRIANÇA De 7 a 14 anos. Hall de Convivência. Grátis. «Entra na Dan­ ça. Oficinas de danças populares brasi­ leiras. Com Balangandança Cia. 0 2 /0 3 e 09 /0 3 . Sábados, das 13h30 às 15h30. «Entranças. Espetáculo de dança.Com Balangandança Cia. 02 /0 3, 09 /0 3. Sábados, às 1 lh. «Confecção de Marionete. 16/03, 23 /0 3, 30 /0 3. Aos sábados, das 13h às 15h. Hall de Convivência. Grátis. «Em Busca da For­ tuna. Espetáculo teatral. 16/03, 23 /0 3, 30 /0 3. Aos sábados 1 lh no Hall de Convivência.

NATAÇÃO. 20 vagas por turma. 6 e 7 anos, segundas e quartas, às 9h. De 8 a 11 anos, segundas e quartas, às 1Oh e às 14h. De 12 a 14 anos, segundas e quartas, às 15h. R$ 33,00 (O) e R$ 66,00 (□). TRIBO URBANA Programa de atividades integradas para adolescentes de 12a 18 anos, que reúne áreas de expressão cor­ poral e artística. Inscrições até 15/03. •Iniciação em Basquete. Terças e quin­ tas, às 15h. «Iniciação em Futsal. Segun­ das e quartas, às 10h30/terças e quin­ tas, às 15h. «Iniciação em Volei. Segun­ das e quartas, às 9h/terças e quintas, às 16h30. «Oficina Criatividade no Grafi­ te. Terças e quintas, às 19h. «Oficina de Teatro. Segundas e sextas, às 19h . «Ofi­ cina de Acrobacias de Solo. Segundas e quartas, às 14h. «Oficina de Voz da Tribo.Sextas, às 16h30.

a participação especial do tedodista Ri­ cardo Júnior. Hall de Convivência. Grá­ tis. 21 /0 3 /2 0 0 2 . Quinta, às 15h.

REUNIÃO PARA NOVOS SÓCIOS. Apre­ sentação do programa de atividades para a terceira idade, para novos inte­ ressados. Informações no setor da tercei­ ra idade -4o. andar. Grátis. 22 /0 3. Sex­ ta, às 14h30.

OFICINA DE DANÇA. Infomrações no setor da terceira idade - 4o.andar. Grátis - so­ mente para os inscritos no programa da terceira idade do Sesc Consolação. De 04 a 15/03. Segunda a sexta, das 14h

OFICINA DE VOZ. Coordenação de Solange Assumpção. Sala Ômega. Grátis. Somente para matriculados no progra­ ma da terceira idade do Sesc Consola­ ção. De 0 5 /0 3 a 25 /0 6. Terças, das 14h30 às 16h30. NATAÇÃO. 30 vagas por turma. Duração de 12 meses. R$ 16,50 (O) e R$ 33,00 (□). Terças e quintas, às lOh e 13h. VÔLEI ADAPTADO. 30 vagas por turma. Grátis. Segundas e quartas, às 15h. ginástica CONDICIONAMENTO FÍSICO. Com Apa­ relhos. Capacidade de atendimento por hora é de 30 pessoas. R$ 10,50 (O) e R$ 21,00 (□). Segunda a sexta, das 7h30 às 17h/ sábados, das 9h30 às 15h30.

arte marcial EUTONIA. Com Gabriela Bal. 20 vagas JUDÔ. Com Antonio Carlos Lanzellotti. De por turma. R$ 23,00 (O) e R$ 47,00 (□). 7 a 14 anos. 25 vagas por turma. R$ Segundas, às 14 h . 39,00 (O) e R$ 78,00 (□}. Terças e quin­ tas, às 17h45, sábados, às 9h30. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. 35 vagas por turma. R$ 10,50 (O) e R$21,00 (O). Se­ curumim gundas e quartas, às 14h, terças e quin­ SESC CURUMIM. Para crianças de 7 a 12 tas, às 1Oh, 15h e 16h . anos, dependentes de comerciários. Um programa de desenvolvimento infantil HIDROGINÁSTICA. 35 vagas por turma. nas áreas de expressão física, artes, rela­ R$ 16,50 (O) e R$ 33,00 (□). Segundas ções sociais, meio ambiente, ciência e e quartas, às 8h, 11 h e 13 h / terças e tecnologia. A criança freqüenta o Sesc quintas, às 9h, 11 h, 14h e 15h. diariamente, em horários alternativos ao escolar. Inscrições abertas. YOGA. Com Paola Di Roberto. R$ 33,00 (□) e R$ 16,50 (O). 25 vagas por turma. recreação Segundas e quartas, às 9h30 e 15h30/ AQUATECA. Material lúdico disponível Terças e quintas, às 9h, 1Oh, 14h, 15h e para recreação na piscina pequena. 16h. Grátis. Sábados e feriados, das 13h às 15h. RECREAÇÃO DIRIGIDA DE FUTSAL Grátis. O material é fornecido pelo Sesc. De 7 a 15 anos. Sábados, das 9h30 às 11 h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. Grátis. Vôlei, basquete e tênis de mesa. O mate­ rial é fornecido pelo Sesc. De 10 a 15 anos. Vôlei e basquete, segundas e quar­ tas, das 16h às 1À 3 0 . Sextas, das 9h às 17h30. Tênis de mesa, quinta e sexta, das 14h às 21 h30, sábados e feriados, das 9h30 às 17h30. TERCEIRA IDADE

DÓRIS MONTEIRO. Em "Só Dóris" teremos

A taxa de matricula varia de acordo com a faixa salarial. A matrícula pode ser feita em qualquer unidade do Sesc e tem validade nacional de 12 meses. Aposentado do comércio e serviços: carteira profissionaí e camê do INSS. Outros: documento de identidade e consulta na unidade de interesse sobre a disponibilidade de vaga.


SESC

INTERLA FUTEBOL DO FUTURO. Jogos de futebol com regras adaptadas, que estimulam a tolerância e a comunicação saudável en­ tre os participantes de ambos os sexos, de 13 a 18 anos. Atividades artísticas e ambientais paralelas aos jogos. Inscri­ ções gratuitas. De 13a 30/03. Quarta a domingo, das 9h às 15h . serviços PARQUE AQUÁTICO. Reúne três piscinas com profundidade variando de 40 cm a 150 cm, num total de 5000m2 e espelho d'água e 15 mil m2 de solário. O exame médico dermatológico pode ser feito no local. Quartas a domingos e feriados, das 9 às 17h. EMPRÉSTIMO DE MATÉRIA. Mediante apresentação de carteirinha e documen­ to de identidade. Bolas de futebol, vôlei, basquete e handebol. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h.

Endereço: Av. M anoel Alves Soares, 1100 Telefone: (0 X X 1 1) 5 6 6 2 9 5 0 0 H orário: Q uarta a Dom ing o e feriados, das 8 h 3 0 Às 17 h 3 0 email@interlagos.sescsp.org.br

O Sesc Interlagos. Próximo ao autódromo de Interlagos, área de cerca de 500 mil m2, às margens da re­ presa Billings. Pode-se conhecer e caminhar pela reserva de Mata Atlântica nativa, bosque de araucá­ rias, pinheiros do brejo, entre ou­ tros, além do Viveiro de Plantas e lagos. Oito quadras poliesportivas, duas de tênis, campo oficial de fute­ bol, ginásio coberto, conjunto aquático com piscinas para adultos e crianças, quiosques para churras­ co. Conta com um jacaré gigante e brinquedos para as crianças, além da casa na árvore, a aldeia lúdica e o recanto infantil. Ingressos: R$1,50 (O) e R$3,00 (O) de quarta a Sex­ ta; R$2,00 (O) e R$4,00 (□ ) aos sábados, domingos e feriados; R$1,00, de 4 a 10 anos, de quarta a Sexta e R$2,00 de 4 a 10 anos aos sábados, domingos e feriados; R$7,00 de quarta a sexta e R$9,00 aos sábados, domingos e feriados (visitante com parque aquático); R$4,00 de quarta a sexta e R$5,00 aos sábados, domingos e feriados (visitante sem parque aquático); R$2,00 de quarta a sexta e R$3,00 aos sábados, domingos e feriados (visitante infantil sem parque aquá­ tico); R$4,00 de auarta a sexta e R$ó,00 aos sábados, domingos e feriados (visitante infantil com par­ que aquático). Estacionamento no local: R$5,00. Ônibus urbano com saída da plataforma F do metrô Jabaquara. MULTIMÍDIA E INTERNET multimídia SALA DE LEITURA, JOGOS E MULTIMÍ­ DIA. Espaço de convivência com jor­ nais, revistas, computador com acesso à internet, jogos em CDRCMs como FIFA 2001 e Xadrez. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h.

ESPORTES torneios e campeonatos TORNEIO DAS TRÊS ESTAÇÕES. Jogos en­ tre empresas do comércio e serviço, e convidadas, nas modalidades vôlei mas­ culino e feminino e tênis feminino. Inscri­ ções até o dia 2 4 . Reunião sobre o regu­ lamento dia 31. Taxa: R$ 15,00. De 01 a 31/03. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 1Th. instalações ESPAÇO RADICAL Novos equipamentos para a prática de skate e de patins. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h.

NATAÇÃO. «Saúde e Higiene. Curso bási­ co de natação. Vagas limitadas. Aulas às quartas e sextas, às 10h30 ou às 11 h30 (a partir de 15 anos) e às 14h(7 a 12 anos). R$ 10,00 e R$ 5,00 (O). Horário dos exames para acesso às piscinas, de quarta a domingo, das 9h às 15h.

CONJUNTO ESPORTIVO. Ginásio de es­ portes, 8 auadras poliesportivas, 3 cam­ pos para futebol (oficial, de areia e societyj, duas quadras de tênis, pista de atletismo, trilhas para caminhada e corri­ da, amplos espaços para ginástica natu­ ral e banhos de sol. Quarta a domingo e feriados, a partir das 9h. CLUBE DA NATAÇÃO. Grátis. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 11 h. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. Grátis. Prática das seguintes modalidades: vôlei, basquete, futsal, handebol no ginásio e quadras externas. Futebol (oficial, sociely e de areia), tênis de campo, atletismo e futebol de campo (finais de semana pela manhã). Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h.

SESC&EMPRESA. Programa de a para grêmios e associações de empresas comerciais, estimulando o acesso e a participação a atividades físico-esportivas, culturais e de educação para saúde. Inscrições e informações na unidade. •Assessoria Técnica para Eventos Espor­ tivos. Organização de torneios para a empresa.Quarta a domingo e feriados, a partir das 9h. «Matrículas na Empresa. Atendimento personalizado para coleta de matrículas de empregados no comér­ cio e serviços. Quarta a domingo e feria­ dos, das 9h às 17h. «Projeto Comunida­ de. Possibilidade das empresas utiliza­ rem parte do valor das locações de insta­ lações para subsidiar a participação de grupos de creches, escolas, ONGs, asso­ ciações comunitárias, etc, no programa Viva o Verde e outras atividades no Sesc Interlagos. Quarta a domingo e feriados, a partir das 9h. «Projeto Esporte para Todos. Reserva e locação de espaços es­ portivos. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. «Projeto RH. Reserva e locação de instalações para atividades de treinamentos. Quarta a domingo e fe­ riados, das 9h às 17h.

Teatro

Walmor Chagas Clara

CORPO E EXPRESSÃO

HIDROANIMAÇÃO. Sábados, domingos e feriados, das 11 h às 1óh.

CONDICIONAMENTO FÍSICO. Práticas orientadas de condicionamento físico, aplicadas por técnicos do Sesc, na sala 2 da Sede Social. R$10,00 e R$5,00 (O). Quartas e sextas, às 9h30. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Atividades físi­ cas realizadas após uma caminhada pe­ las áreas verdes, como a Mata Atlântica e o Bosque das Araucárias. A partir de 14 anos. Sábados, domingos e feriados, às 10h30.

torneios e campeonatos caminhadas JOGOS SETORIAIS. Torneio de Futebol CLUBE DA CAMINHADA. Trilha nas áreas Social para Hospitais e Clínicas. Jogos verdes sob a supervisão de um técnico. destinados a profissionais que atuam Informações sobre saúde e atividade físi­ na área da saúde matriculados no ca. A partir dos 14 anos. Quintas, às Sesc. Inscrições até o dia 31. Taxa: 1Oh e 14h (saída do Recanto Infantil)/ 15,00. De 01 a 31 /0 3. Quarta a do­ sábados, domingos e feriados, às 9h30 mingo, das 9h às 17h. (saída do Galpão da Criatividade).

revista &

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CONSOLAÇÃO

B


INTERLAGOS NATUREZA E MEtO AMBIENTE

BARMÁS&AFINS: O NOTÁVEL MUNDO DOS INSETOS. Aspectos lúdicos, cultu­ rais, educacionais e científicos do notável mundo dos insetos e sua importânica no equilíbrio ecológico, para a manutenção das diversas formas de vida do planeta Tenra. O projeto prevê as seguintes ativi­ dades: «Instalações Cenoaráficas A Rai­ nha Barata eleita a rainna dos insetos pelas suas qualidades e resistência bioló­ gicas, apesar da forte repulsa que causa na maioria dos humanos. «A Metamor­ fose: o ciclo biológico dos insetos, repre­ sentado pelas diversas fases da vida da borboleta (ovos, lagartas, pupas e fase adulta). «A Fertilização: a interação in­ seto/planta como referência para a exis­ tência e manutenção das florestas no planeta e as ações predatórias sobre as monoculturas e o controle biológico. •Conhecendo os Insetos: em forma de painel visa mostrar por que os insetos fo­ ram escolhidos como tema do evento, o que é um inseto, sua incrível anatomia, sua diversidade e como conhecer melhor esses pequenos seres por meio de CD Roms. «Olho de Mosca: como uma geodésica, esse espaço pretende exemplifi­ car o sentido visual de uma mosca e abriga um programa permanente de au­ diovisuais. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. «Oficinas Lúdicas: fanta­ sias de Insetos: circo de pulgas, arte na­ tural, dobraduras, fantasias e adereços, invenção de insetos, mobiles, gravuras, esculturas e muito mais. «Insetos Sociais: produção coletiva de uma colméia e dois cupinzeiros, com técnicas de empapelamento, tramas, esculturas, colagem, en­ tre outras. De quarta a domingo e feria­ dos, das 9h às 1óh. Vagas limitadas. Ins­ crições: 5662-9533. Até 31/03. Quar­ ta a domingo e feriados, das lOh às 1Th. «Níquel Náusea de Insetos. Mos­ tra de cartuns temáticos de Fernando Gonsales na Sala de Leitura e Multimí­ dia. Aberta ao público até 28 de abril de 2002, de quarta a domingo e feriados. Agendamento de visitas monitoradas: 5662-9533. Quarta a sábado, a partir das 9h. «Oficinas para Educadores. Es­ tudo dos Insetos como Recurso Didático na Escola - Nicolas Lavor de Albuqueque (Instituto Biológico). Biologia dos Insetos Gustavo de Mattos (Instituto de Zoologia da USP). Livra Brinquedo de Histórias com Dobraduras - Marilda Cortopassi Laurino (Instituto de Biociência da USP). •Produção de Inseticidas Naturais - Re­ nato Oliani (Sesc Inlerlagos). A partir de março de 2002t aos sábados, das 9h às 13h e das 14h As 18h. Vagas limitadas. Inscrições no telefone 5662-9536. De 01 a 31 /0 3. Sábados, das 9h às 13h. PROGRAMA VIVA O VERDE. Programa de educação ambiental que explora o potencial natural do Sesc Interlagos por meio de atividades multidisciplinares. Dirigido a grupos de Escolas, ONGs, Associações Comunitárias, Grêmios de empresas e Instituições engaiados num processo de constru­ ção de uma nova relação do homem com o meio ambiente. Neste mês ofe­ rece atividades especiais, confira o roteiro. «Atendimento aos professo­ res. As visitas individuais ou em gru-

54 revista G

po são realizadas aos sábados. Sá­ bados, a partir das 9h. «Conhecendo o Viveiro. Atividades interativas (contação de histórias, desenho, plantio, semeadura, expressão corporal, etc...) que exploram o potencial da área do Viveiro: bosque, cidade das formigas, terrário, minhocário, estufa e sementeira. A partir de 3 anos de idade. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. «De Olho nos Bichos do Sesc. Atividades que visam esti­ mular a observação das aves e inver­ tebrados que ocorrem são encontra­ dos no Sesc Interlagos, promovendo o conhecimento sobre a ecologia des­ tes animais. A partir de 7 anos. Quarta a sábado, a partir das 9h. •Grupo de Estudos. Voltado para educadores, técnicos, universitários, técnicos e alunos do ensino médio in­ teressados em aprofundar-se em um tema específico. Sugerimos os temas: Ocupação em áreas de mananciais um estudo de caso. Levantamento florístico: comparação entre a vegeta­ ção de borda e interior borda de Mata Atlântica. Sábados, a partir das 9h. «H20lha! Atividades explorató­ rias, lúdicas e científicas que abor­ dam o tema da água: importância da conservação de mananciais, brejo, recuperação da mata ciliar, nascente, estufa de plantas e ciclo da água. A partir de 7 anos. Quarta a sábados, das 9 às 17h. «Por Dentro da Mata. Atividades que objetivam trabalhar conceitos ambientais como cadeia alimentar, dispersão vegetal, biodi­ versidade, reciclagem e saúde por meio de atividades físicas, gincanas e trilhas em áreas externas e na mata Atlântica. A partir de 7 anos. Quintas e sextas, das 9h às 17h. «Viva o Ver­ de - Agendamento. As informações, reservas e agendamento podem ser feitas pessoalmente na Central de Atendimento, pelos telefones 56629 5 2 1 / 3 3 / 3 4 / 3 5 / 3 6 / 3 7 / 38 ou pela internet: email@interlagos.sescsp.com.br. Quarta a sábado, aas 9h às 17h. SAÚDE E AUMENTAÇÃO restaurantes RESTAURANTE. Restaurante da Sede So­ cial, com pratos variados.Aos fins de semana, cardápio de massas e grelha­ dos. Quartas a domingos e feriados, das 12h às 15h. lanchonetes LANCHONETES. Quarta a domingos e feriados, das 9h às 17h. INFANTIL curumim PROGRAMA SESC CURUMIM. Para crianças de 7 a 12 anos, dependentes de comerciários. Um programa de de­ senvolvimento infantil com atividades integradas nas áreas de expressão físi­ ca, artes, relações sociais, meio am­ biente, ciência e tecnologia. A criança freqüenta o Sesc diariamente, em horá­ rios alternativos ao escolar. As vagas são limitadas e gratuitas. De 06 a 31/0 3. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h.

S Endereço: Rua Bom Pastor, 8 2 2 Telefone: (0 X X 1 1) 3 3 4 0 2 0 0 0 H orário : Terça a Sexta, das 0 7 Às 2 2 h . Sábados , domingos e FERIADOS, DAS 9h ÀS 18h em ail@ ipiranga.sescsp.org.br

INTRODUÇÃO À ARTE TEATRAL. Com Kate Hansen (atriz e diretora teatral). Na Sala 4. Taxa única de inscrição para o I o semestre: R$ 45,00, R$ 30.00 (□) e R$ 15,00 (O). De 7 a 80 anos. Inscrições e informações na Área de Convivência. De 0 5 /0 3 a 2 8 /1 1 . Terças e quintas, das 19h30 às 21h30. MÚSICA espetáculos 22, ANTES E DEPOIS. Criação e direção musical de Arriao Barnabé e Tim Rescala; criação, direção cênica e ceno­ grafia de Guto Lacaz. R$ 12,00, R$ 9.00 (□) e R$ 6,00 (O, ❖). Até 17 /0 3. Quinta a sábado, às 21 h, do­ mingos, às 20h.

CARLINHOS VERGUEIRO. No Teatro. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6,00 (O ❖). 21 /0 3 . Quinta, às 21 h. ENCONTROS MUSICAIS DA NOVA SA­ FRA DA MPB. Com o Grupo Shakti. No Teatro. Grátis. Retirar ingressos a partir das 19h30 do dia ao show. 26 /0 3 . Terça, às 21 h. BOTECO DO CABRAL Yamandu Costa, Miúcha & Paulo César Pinheiro. No Teatro. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6.00 (O ♦>). 28 /0 3 . Quinta, às 21 h. ROCK CONTEMPORÂNEO. Sandra Coutinho & Banda. No Teatro. Grátis. Retirar ingressos apartir das 19h30 do dia do show. 3 0 /0 3 . Sábado, às 21 h. •Workshop com Sandra Coutinho. No Auditório. Grátis. Inscrições pré­ vias na Área de Convivência. 3 0 /0 3 . Sábado, às 13h. música erudita SINFONIAS PAUUSTAS. «Orquestra de Sopros Brasileira. Direção artística e a regência do maestro Dario Sotelo. No Quintal. Grátis. 24 /0 3 . Domingo, às 11 h30.

VIOLÃO. A partir de 12 anos. Necessá­ rio ter o instrumento. Com Duca Belintani. Sextas, às 16h, para iniciantes; e às 17h30, para iniciados. Inscrição na Central de Atendimento. RS 60,00 (□ e MIS) e R$ 40,00 (O). Sextas, às 16h e 17h30. DANÇA espetáculos DAMAS DA DANÇA. Angel Vianna, Ruth Rachou e Renée Gumiel. No Tea­ tro. Grátis. Retirar ingressos com 1h30 de antecedência do início do espetá­ culo. 2 0 /0 3 . Quarta, às 20h.

MULTIMÍDIA/INTERNET

INTERNET LIVRE. Espaço destinado a pro­ mover a utilização da rede mundial de computadores em toda sua potencialida­ de. Monitores especializados orientarão os intemautas. Terça a sexta, das 13h às 21 h, sábados, domingos e feriados, das lO h à s lA ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

SAO PAULO DOS MODERNISTAS. Reúne reproduções fotográficas, capas de revis­ tas e anúncios da época, além de obje­ tos, documentos e obras originais de ar­ tistas que participaram da Semana de 22. Grátis. Na Área de Convivência. Até 31 /0 3. Terça a sexta, das 9h às 21 h30/, sábados e domingos, das 9h às 18h. «Trio Vim Vim. Composto por Nina Blaulh (vocalista e percussionista), Marcelo Pretto (cantor e violonista), Re nata Mattar (cantora e acordeonista). Na Área de Convivência. 0 1 /0 3 , 0 8 /0 3 ,1 5 /0 3 e 22/03. Sextas, às 19h. •Terceiro e Último Grande Festival Uma Homenagem a Villa-Lobos. Com a cantora Ivetty Souza, o guitarrista Pauli­ nho Paraná, o baixista Giba Pinto e te dadista Mozar Terra. Na Area de Convivência.02/03 e 16/03. Sábado, às 19h. «A Cuca Fofa de Tarsila. Espetácu­ lo infantil de bonecos. Com a Cia Arlicularte, sob a direção de Dario Uzam. Para crianças a partir de 3 anos .No Quintal. 0 3 /0 3 , 10/03 e 17/03. Do­ mingo, às 16h. «Klaxon - Leitura Dra­ mática. Uma seleção recolhida da revis­ ta Mensário da Arte Moderna. Com Re nata Melo. Na Área de Convivência. 06 /0 3. Quarta, às 19h30. «Projeto Clicarte. CD-ROM que pretende introduzir as crianças entre 5 e 8 anos no universo da Arte, através de obras dos Modernis­ tas e outros artistas brasileiros. Na Sala da Internet. Inscrições prévias na Area de Convivência. De 07 a 28/03. Quintas e sextas, das 14h às 16h/Sábodos, das lOh às 12h. «A Moda em 22. Figurinos


às 22h. «Tudo Azul. Dirigido por Moacyr Fenelon. 2 7 /0 3 . Quarta, às 20h. ESPORTES

4ofCOPA NINDO-KAN DE KARATÊ-DÔ. Inscrições prévias. Ginásio. 0 3 /0 3 . Do­ mingo, às 9h. CLUBE DO PEDAL «Circuito ABC. Acima de 16 anos. Inscrições prévias na Área de Convivência. Grátis. 17/0 3. Domin­ go, às 9h. caminhadas TRILHA CAMBURI-TRINDADE/SP. Inscri­ ções prévias a partir do dia 05 na Área de Convivência. 2 4 /0 3 . Domingo recreação ESCALADA ESPORTIVA. Para escaladores habilitados - às terças e quintas, das 19h às 21 h30, sábados e domingos das 14h às 17h30. Para iniciantes aos sábados das 14h às 16h. Orienta­ ção da Equipe Técnica do Sesc. Grátis.

partir de 16 anos, na Sala 3. «Danças Brasileiras. Orientação de Mônica Gouvêa. Quartas e sextas, às 14h30, a partir de 55 anos, na Sala 3. Terças e quintas, às 20h30, a partir de 16 anos, na Sala 2. «Ginástica Acrobática. Orientação de Ricieri Pastori. A partir de 7 anos, na Sala 3. Terças e quintas, das 18h30 às 20h. «Ginástica Postu­ ral. Orientação de Débora Valente Oli­ veira. Na Sala 4, a partir de 16 anos. De 0 5 /0 3 a 12/12. Terças e quintas, às 15h30 e às 18h30. «Swásthya Yôga. Orientação de Lúcia Matsuda. A partir de 16 anos , na Sala 3. Terças e quintas, às 7h e às 16h30. «Dança-Ginástica Rítmica. Orientação de Vanessa Macedo. De 7 a 12 anos, na Sala 3. Quartas e sextas, das 16h30 às 18h. •Hatha Yoga. Orientação de Vitória Wainstein. A partir de 16 anos, na Sala 2. Quartas e sextas, às 17h30 e às 19h30. «Tai Chi Chuan. Orientação de Jefferson litako Duarte. Terças e quintas, às 1Oh, na Sala 2. Quartas e sextas, às 18h30, na Sala 3, a partir de 16 anos.

Muiicais

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO da década de 20. Com a soprano San­ dra Félix, o tenor Lenine Santos e o tedadista Ulisses de Castro. Na Área de Con­ vivência. Grátis. 0 9 /0 3 e 3 0/03. Sába­ do, às 19h. «Poesias de Oswald de An­ drade. Com Aury Porto. Na Área de Convivência. 13/03. Quarta, às 19h30. •Utopia Antropofágica. Leitura Dramá­ tica. Com Gabriel Guimard e Nora Pra­ do. Na Área de Convivência. 20/03. Quarta, às 19h30. «Turista Aprendiz. Com o grupo musical A Barca. No Tea­ tro. Retirar ingressos com 1h30 antes do início do espetáculo. 23/03. Sábado, às 21 h. «Um Terremoto Atinge São Paulo. Performance com Maaali Biff. Na Área de Convivência. 27 /0 3. Quarta, às 19h30. «Visitas monitoradas. Para crianças de 07 a 12 anos e inclui uma oficina de argila. Inscrições e informações na Area de convivência. Grátis. De 05 a 28/03. Terças e quintas, às 15h.

DA AQUARELA À PINTURA. Orientação de Sara Goldman Belz. Na Sala 1. Taxa única de R$ 60,00, 50,00 (□) e R$40,00 (O). De 0 5 /0 3 a 28 /0 5. Ter­ ças e quintas, das 14h às 1Th

torneios e campeonatos COPA FAST FUT. Torneio de futebol de sa­ lão direcionado para funcionários de ambos os sexos das redes de fast food. Inscrições prévias. De 10 /0 3 a 28 /0 4. Domingos, das 13h às 18h. CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas •Dança de Salão. Orientação de Roni Nóbrega. Na Sala 3. 0 2 /0 3 . Sábado, às 14h30. «Danças Brasileiras. Orien­ tação de Mônica Gouvêa.Na Sala 3. 0 2 /0 3 . Sábado, às 15h30 «Ginástica Postural. Orientação de Débora Valen­ te Oliveira. Na Sala 2. 0 2 /0 3 . Sába­ do, às 14h. «Swásthya Yôga. Orienta­ ção de Lúcia Matsuda. Na Sala 3. 0 2 /0 3 . Sábado, às 9h30. «Tai Chi Chuan. Orientação de Jefferson litako Duarte. Na Sala 3. 0 2 /0 3 . Sábado, às 1 Ih. «Dança de Salão. Orientação de Carlos Trajano. Na Sala 2. 0 3 /0 3 . Do­ mingo, às 1óh. «Dança-Gináslica Rít­ mica. Orientação de Vanessa Macedo. Na Sala 3. 0 3 /0 3 . Domingo, às 1 lh. •Ginástica Acrobática. Orientação de Ricieri Pastori. Na Sala 3. 0 3 /0 3 . Do­ mingo, às 15h.

LITERATURA

GOSTAR DE LER. Espaço para ler e ouvir histórias. Grátis. Terça a sexta, das 13h às 19h / sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. CINEMA E VÍDEO especial CINEMA TRINTA E CINCO RESTAURA­ DOS. Exibição de filmes brasileiros. No Teatro. Grátis. Retirar ingressos a partir das 18h do dia da exibição do filme. •Bate - Papo Sobre o Filme. Com Mirna Brandão e Carlos Brandão (presi­ dentes do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro- CPCB) e com a can­ tora, atriz e protagonista do filme Marlene. 2 7 /0 3 . Quarta, às 19h30. •Show com Marlene. 27 /0 3. Quarta,

GINÁSTICA. De 16 a 54 anos. De 0 5 /0 3 a 13/12. Terças e quintas, às 8h, 15h30, 18h30, 19h30, quartas e sex­ tas, às 18h30. NOVOS CURSOS REGULARES 2002. Novos cursos com início a partir de 05 de março. Informações e inscrições na Central de Atendimento. Mensalidade: R$ 22,00 (O) e R$ 44,00 (□) com ex­ ceção do curso de Ginástica Acrobáti­ ca: R$ 40,00 (□) e R$ 20,00 (O). «Ca­ poeira Regional. Orientação do Mestre Othelo. A partir de 12 anos, na Sala 2. De 0 5 /0 3 a 12/12. Terças e quintas, às 20h30. «Dança de Salão. Orienta­ ção de Roni Nóbrega. Terças e quintas, às 11 h, a partir de 55 anos, na Sala 2. Sábados, às 14h30, a partir de 16 anos, na Sala 3 Orientação de Carlos Trajano. Quartas e sextas, às 20h30, a

clínicas odontológicas CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS. O ser­ viço de odontologia do Sesc oferece tratamentos clínicos e cirúrgicos em diferentes especialidades: endodontia e periodontia, má-formação, odontopediatria, próteses e rádiodiagnóstico. As ações na área de odontologia procuram prevenir e evitar problemas de saúde, sendo complementadas também por traba­ lho educacional. Informe-se sobre o período de inscrição nas unidades do Sesc. Segunda a sexta, das 1 3h às 21h30. INFANTIL espetáculos LÁ VEM PIPOCA. Show de música e bonecos, com canções de Hélio Ziskind. No Teatro. Grátis para crianças até 12 anos. Retirar ingressos a partir das 14h30 no dia do espetáculo. R$ 9,00, R$ 6,0 0 (□) e R$ 3 ,00 (O ❖). 2 4 /0 3 e 3 1 /0 3 . Domingo, às 1óh. oficinas OFICINAS E CRIAÇÃO. Atividade di­ recionada para toda a família. No Galpão. Grátis. Domingos, às 14h espaço lúdico ESPAÇO LÚDICO. Para crianças de 3 a 12 anos acontece também o mo­ mento lúdico, onde são realizadas oficinas, jogos e brincadeiras, com um instrutor. Para os maiores de 12 anos, permanece aberta em tempo integral. Grátis para O e R$ 0,50 para os demais. Terça a sexta, dasl 3h às 19 h / sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 12h ou aas 13h às 17h30. TERCEIRA IDADE ginástica GINÁSTICA. A partir de 55 anos. Ter­ ças e quintas, às 14h30 e 1 6 h 30 / quartas e sextas, às 8h, 11 h eló h3 0.

revista &

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Ná Ozzeti Dia 9, às 21 h Dia 10, às 18h

Johnny Álf Dia 30, às 21h Dia 31, às 18h

Sesc Pompéia


ITAQUERA Emweço: Av. Fernando do espírito Santo Alves de M attos, 1000 Telefone: I0 X X 1 1) 6 5 2 3 9 2 0 0 H o rário: Quarta a Domingo e feriados, das 8 h 3 0 às 17 h 3 0 em ail@ itaq u era.sescsp .org.b r

O SESC ITAQUERA. 63 mil m2 de área construída, em 350 mil m2 de área. Atividades esportivas, artísticas, cul­ turais, recreativas, sociais e de conta­ to com a natureza. Quadras poliesportivas, pistas de cooper, campos de malha, futebol e bocha. Parque aquá­ tico com oito tobogans, além de lo­ cais para churrasco, festas, feiras, shows, exposições, vídeo e leitura. Parque lúdico com os brinquedos: Orauestra Mágica, Trenzinho Cenográrico, Bichos da Mata e Espaço de Aventura. De Quarta a Domingo e fe­ riados, das 9h às 17h, com acesso até às lóh. O estacionamento com­ porta 1.200 carros, R$5,00. Ingres­ sos: R$2,00 de auarta a sábado e R$3,00 aos sábados, domingos e fe­ riados (O); R$9,00 de quarta a sába­ do e R$1 1,00 aos sábados, domin­ gos e feriados (visitante com parque aquático); R$5,00 quarta a sábado e R$6,00 aos sábados, domingos e fe­ riados (visitante sem parque aquáti­ co). Escola Pública: R$3,00 por aluno sem exame médico; escola particular R$6,00 por aluno sem exame médi­ co, com parque aquático. Ônibus ur­ banos com saída da estação Arthur Al vim (linha 3772, gleba do pêssego e terminal São Mateus (linha 253F, Jardim Helena). Aos sábados, domin­ gos e feriados saída da estação do metrô Itaquera (linha 2522, Shop­ ping Aricanduva). MÚSICA espetáculos ESTAÇÃO CULTURAL «Zé Geraldo. 15/03. Sexta, às 20h30. *Big Chico. Sexta-feira, às 20h30. DANÇA workshops DANÇAS CIRCULARES. 21 /0 3, 28/03, 0 4 /0 4 e 11/04. Quinta, das 14 às 1Th.

•Dança de Salão. R$ 1,00 ( O ) e R$ 2,0 0 (□). Sextas, às 9h30. «Dança do Ventre. R$ 1,00 (O) e R$ 2,00 (□). 07/0 3, 14/03, 2 1 /0 3 e 28 /0 3. Quintas, às 14h. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS exposições FRAGMENTOS DE UM ORGASMO PRO­ TEGIDO. A artista plástica Adriana Bertini apresenta suas obras, denominadas como "Arte que preserva a vida". O ob­ jetivo principal desta proposta é a cons­ cientização das pessoas sobre a impor­ tância do uso da camisinha. Até 22/03. Quarta a domingo, das 9h às 17h. LITERATURA

SALAM LEÍTURA EJOGOS. Atende ao pú­

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Torneio Garra Feminina de Futesal, dia 9

blico de todas as idades com empréstimo de jornais, revistas, gibis atualizados e jo­ gos educativos infantis. Quarta a domin­ go, das 9h às 17h. CINEMA E VÍDEO filmes O CINEMA DESCOBRE O BRASIL Após a exibição haverá uma palestra com o ci­ neasta Luiz Bolognesi. 14/03. Quintafeira, às 19h30.

CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas ALONGAMENTO. A partir de 16 anos. Grátis. De 2 7 /0 3 a 12/12. Quintas, às 10h30.

GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. De 16 a 44 anos. Grátis. Inscrições nos dias 01 e 02 /0 3, das lOh às 13h e das 14h às lóh.Quartas e sextas, a partir das 10h30.

ROTEIROS AMBIENTAIS. Atividades ela­ boradas para atender a grupos de es­ colares por meio de visitas monitora­ das. Agendamento prévio pelos ra­ mais 9 2 8 6 /9 28 7. «Roteiro Árvore. De 11 a 14 anos. Quarta a sábado, das 9h30 às 12h e das 13h30 às 16h. •Roteiro Planta. De 7 a 10 anos. Quarta a sábado, das 9h30 às 12h e das 13h30 às lóh. «Roteiro Sementinha. De 4 a 6 anos. Quarta a sábado, das 9h30 às 12h e das 13h30 às 1óh.

ESPORTES

ESPORTE CRIANÇA. Projeto que proporcio­ na o aprendizado, a integração e a so­ cialização por meio da vivência nas se­ guintes modalidades esportivas: futebol, basquete, tênis e voleibol. De 7 a 12 anos. Grátis. Informe-se sobre horários e faixas etárias correspondentes: Futebol: 9h30 - 7 e 8 anos; 10h30 - 9 e 10 anos; 11 h30 - 11 e 12 anos. Basquete: 9h30 - 7 a 9 anos; 10h 30- 10 a 12 anos. Vo­ leibol: 9h30 - 7 a 9 anos; 10h30 - 1 0 a 12 anos. Tênis: 9h30 - 7 a 9 anos; 10h30 - 10 a 12 anos. Inscrições nos dias 27 e 28 /0 2 e 01 e 02 /0 3, das 1Oh às 13h e das 14h às lóh. A partir de 09 /0 3. Sábados, das 9h às 17n. torneios e campeonatos FINAIS DA COPA SÃO PAULO DE VÔLEI DE AREIA. 0 3 /0 3. Domingo, das 1Oh às 12h. TORNEIO GARRA FEMININA DE FUTSAL Reunião técnica com os participantes. Dia 09 /0 3, às 14h. Domingos, aos 1Oh às lóh. COPA MC DONAUTS DE FUTSAL De 14a 28/03. Quintas e sextas, das TOh às

caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. Grátis. Inscrições nos dias 01 e 02 /0 3, das lOh às 13h e das 14h às lóh. Sábados, às 9h30. NATUREZA E MEIO AMBIENTE

COLETA SELETIVA ZONA LESTE FAZ! . 02 /0 3. sábado, às lOh. UMDLADE BRINCAR. Agendamento ante­ cipado pelo ramal 9 2 17.07/03. Quintafeira, às 1Oh. COLETA SELETIVA POR ONDE COMEÇAR?. Agendamento antecipado pelo ramal 92 17 .0 9/0 3. Sábado, às 1Oh. BENFEITORES DA NATUREZA. Programa de capacitação para professores em edu­ cação ambiental. Agendamento anteci­ pado pelo ramal 9217. 23/03. Sábado, às lOn. PÓLOS INTEGRADOS DE EDUCAÇÃO AM­ BIENTAL • Horta. Quarta a domingo, a partir das 9h. «Mata Atlântica. Quarta a domingo, a partir das 9h . «Pomar. Quarta a domingo, a partir das 9h. •Viveiro de Plantas. Quarta a domin­ go, a partir das 9h.

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO

FRALDÁRKD. Espaço destinado às famílias com crianças pequenas. Dispõe de gela­ deira, microondas e local para a troca de fraldas. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. MESA SÃO PAULO. O projeto realiza cole­ ta e distribuição de alimentos em parceria com empresas privadas para instituições que possuem projetos sociais com crian­ ças, adolescentes, idosos e com pessoas voluntárias. Terça a sábado, das 9h às 17h. ALIMENTAÇÃO- ESTAÇÃO CULTURAL Selfservice com saladas, molhos, carnes, massas, guarnições, sobremesa, bebidos e sorvetes. Aos sábados, feijoada e se/f service. Quarta a domingo e feriados, das 11 h30 às 15h. LANCHONETE PRINCIPAL Lanches varia­ dos, sucos e refrigerantes. Quarta a Do­ mingo, das 9h às 17h. SOCIEDADE E CIDADANIA

TECENDO O FUTURO. Projeto de for-


ODONTOLOGIA maçõo sociocultural que investe no potencial criativo e na atuação cida­ dã de jovens. Neste mês, o fotógrafo João Brito apresenta conceitos e no­ ções básicas de fotografia. No final das oficinas, os participantes apre­ sentarão uma exposição fotográfica. 06, 13, 20 e 2 7 /0 3 . Quartas, das 14h às 17h.

liiiít@s e Depois Espetáculo da Série Pocket Opera em homenagem à Semana de Arte Moderna de 22.

INFANTIL espetáculos O LIVRO DOS SONHOS. Com a Cia Centopéia. 0 3 /0 3 . Domingo, às 13h. A CIGARRA E AS FORMIGAS. Com a Cia Centopéia. 1 0 /0 3 . Domingo, às 13h.

Criação e Direção Musicai: Arrigo Barnabé e Tim Rescala.

O BOI FUBÁ. Com a Cia Mambembe de Repertório. 17 e 2 4 /0 3 . Domin­ go, às 13h.

Criação, Direção Cênica e Cenografia: Guto Lacaz.

CHARLES VERSUS BLANCHE EM SOLO. C/a Raso da Catarina. 3 1 /0 3 . Do­ mingo, às 13h. recreação PARQUE LÚDICO. Três conjuntos lúdi­ cos que aliam alegria e fantasia à ne­ cessidade de expressão físico-corporal das crianças. Obs.: o uso dos es­ paços está sujeito a boas condições climáticas. «Bichos da Mata. Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. •Espaço de Aventuras. Quarta a do­ mingo e feriados, das 9h às 17h. •Orquestra Mágica. Quarta a do­ mingo e feriados, das 9h às 17h.

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De 28/02 a 17/03. Quinta a sábado, às 21 h. Sesc Odontologi

Domingos, às 20h. Endereço: Rua Florêncio de Abreu, 305 Telefone: ( 0 X X 1 1) 3 3 2 9 2 8 0 0 H o rá rio : Segunda a Sexta, das 0 8 h às 2 1 h 3 0 email @odontologia, sescsp.org. br

TERCEIRA IDADE serviços especial ATENDIMENTO AO PÚBLICO. Aten­ Dança de Salão. R$ 1,00 ( O ) e R$ demos às seguintes especialidades 2, 00 (Q). Sextas, às 9h30. «Cami­ odontológicas: restaurações em nhada Orientada. Atividade física geral, tratamento de canal, doen­ sem restrições, com dicas para um ças da gengiva, cirurgias, odontobom desempenho na postura, ritmo pediatria, próteses, radiologia (ra­ e equilíbrio. Grátis. Sábados, às diografias, panorâmicas, periapi9h30. «Teatro. R$ 1,00 (O) e R$ cais, interproximais e oclusais). 2.00 (□). Sextas, às 13h. «Ginásti­ N ão oferecemos implantes dentá­ ca Voluntária. Acima dos 55 anos. rios e ortodontia (aparelhos correGrátis. Inscrições nos dias 01 e 0 2 /0 3 , das 10b às 13h e das 14h às 1óh. Quartas e sextas, às 9h30 e ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS. O às 14h30. «Jogos Adaptados. G rá­ setor de odontopediatria realiza tis. Quartas e sextas, às 11 h30. restaurações em geral, tratamento •Pintura em Tela. R$ 1,00 (O) e R$ de canal, doenças da gengiva, ci­ 2.00 (□). 0 6 /0 3 , 1 3 /0 3 , 2 0 /0 3 e rurgias, radiologia (radiografias, 2 7 /0 3 . Quartas, às 13h. «Dança panorâmicas, periapicais, inter­ do Ventre. R$ 1,00 (O) e R$ 2,00 proximais e oclusais), etc. Não (□ ). 0 7 /0 3 , 1 4 /0 3 , 2 1 /0 3 e oferecemos ortodontia (aparelhos 2 8 /0 3 . Quintas, às 14h. «Danças corretivos). O Sesc Odontologia Circulares. R$ 1,00 (O) e R$ 2,00 também oferece sistema de esca­ (□ ). 0 7 /0 3 , 1 4 /0 3 , 2 1 /0 3 e vação supervisionado por uma hi2 8 /0 3 . Quintas, às 10h30. «Chá gienista, que em cada consulta Cultural. Grátis. 0 8 /0 3 . Sexta, às reavalia e reforça os aspectos re­ 14h. «Vivências Técnicas. Atividade lativos à escovação e saúde bucal. dirigida aos técnicos que desenvol­ vem atividades com grupos da ter­ CALENDÁRIO DE PALESTRAS PRO­ ceira idade. O primeiro tema é "Te­ GRAMADAS. O Sesc Odontologia rapia Ocupacional para Idosos". R$ realiza, mensalmente, palestras 5,00. 2 0 /0 3 . Quarta, às 13h. «Ilus­ para esclarecer dúvidas e orientar trando a Vida. Atualização cultural a população quanto aos cuidados por meio de visitas monitoradas a higiênicos e prevenção de doenças museus e espaços culturais, com ên­ bucais. No mês de janeiro, os te­ fase na Arte Moderna (Semana de mas enfocados serão: prevenção e 22). R$ 1,00 (O) e R$ 2,00 (□). saúde bucal, diagnóstico precoce Sextas, às 1Oh. «Encontro da Tercei­ do câncer oral, repercussão oral ra Idade. Quinta, a partir das 9h. das doenças sistêmicas e normas

de atendimento. Estes encontros acontecem na sala de reuniões, no 6° andar. « 0 1 /0 3 às 17h, com Dra. M aria Cristina Cunha Alves. • 0 5 /0 3 às 12h30 e 14h30, com Dra. A d rian a Gam a Teixeira. • 0 8 /0 3 às 17h, com Dr. Bernardo Toledano.» 1 2 /0 3 às 12 h 30 e 14h30, com Dra. Adriana Gama Teixeira. « 1 5 /0 3 às 8h e 1Oh, com Dr. Paulo Ramalho. « 1 5 /0 3 às 17h, com Dr. Luis Vicene Martino. • 1 9 /0 3 às 12h30, com Dr. Tatiana Suguiyama. « 1 9 /0 3 às 14h30, com Dr. M areia Takahashi. « 2 0 /0 3 às 8h, com Dr. Carmine Arnoni Neto. « 2 0 /0 3 às 10h, com Dra. M ariangela Martino. « 2 2 /0 3 às 17h, com Dr. Bernardo Toledano. • 2 6 / 0 3 às 12 h 3 0, com Dra. M areia Takahashi. « 2 6 /0 3 às 14 h 3 0 , com Dra. Tatiana Suguiyama. SAÚDE BUCAL - Se eu tiver uma dieta rica em açúcares,isto pode afetar os dentes do meu bebê? Sim, principalmente a partir do 4 o mês de gravidez, quando começa a desenvolver-se o paladar da cri­ ança. Se nessa fase, você comer muito açucar, provavelmente seu filho gostará muito de doce. Quando os dentes do bebê começam a se formar? Os dentes de leite começam a se formar a partir da 6° semana e os dentes permanentes, a partir do 5 o mês de vida intra-uterina. Desta forma a falta de nutrientes, infecções, uso de medicamentos podem traz­ er problemas nos dentes de for­ mação naquele momento. Quando a criança nasce os 20 dentes de leite já estarão formados, dentro dos maxilares da criança.

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SESC IPIRANGA


PARAÍSO de Búzios. A partir de 5 x R$ 64,00 (total: R$ 320,00). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscri­ ções: até 0 7 /0 3 . CALDAS NOVAS (GO). De 15 o 2 1 /0 4 . Saída: 7h. Hospedagem com pensão completa no Sesc Cal­ das Novas e passeios pela cidade. A partir de 5 x R$ 8 2 ,0 0 (total: R$ 41 0.00 ). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: Até 1 1 /0 4 . CAMPOS DO JORDÃO (SP). De 08 a 1 0 /0 3 . Saída: 19h. Hospedagem com pensão completa no Chris Parle Hotel e passeios pela cidade. A partir de 5 x R$ 4 2 ,0 0 (total: R$ 21 0.00 ). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: até 0 4 /0 3 . GUARAPARI (ES). De 05 a 1 1 /0 4 . Saída: 20h. Hospedagem com pen­ são completa no Centro de Turismo de Guarapari / Sesc e passeios pe­ las cidades de Guarapari, Ancnieta, Vitória e Vila Velha. A partir de 5 x R$ 7 8 ,0 0 (total: R$ 390,00). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: até 0 1 /0 4 .

Sesc Bertioga

Endereço: Rua A bílio Soares, 4 0 4 Telefone: (0 X X 1 1) 3 0 5 4 9 0 0 0 H orário : Segunda a Sexta, das 9 h às 18h em ail@ paraiso.sescsp.org.br

ções: até 0 4 /0 4 . *21 a 2 6 /0 3 . Saída: 7h. A partir de 5 x R$ 51 ,0 0 (total: R$ 255,00). Inscrições: até 1 8 /0 3 . «28 a 3 1 /0 3 . Saída: 19h. A partir de 5 x R$ 38 ,0 0 (total: R$ 190,00). Inscrições: até 2 5 /0 3 . FÉRIAS E TURISMO SOCIAL

SESC BERTIOGA. No município de Bertioga, primeira cidade do litoral norte paulista, o Sesc mantém um dos maiores centros de férias e la­ zer do país, com capacidade para hospedar aproximadamente mil pessoas/dia. O Sesc Bertioga conta com completa infra-estrutura de la­ zer e recreação, dispondo de giná­ sio de esportes, canchas de bocha, quadras de tênis e poliesportivas, pista de cooper, campo de futebol, mini-campo, biblioteca, parque aquático, salas de jogos e cinema, além de lanchonete e pista de dan­ ça. Uma equipe especializada pro­ grama e desenvolve atividades diá­ rias de recreação e lazer, inclusive na praia. Estadas em regime de pensão completa, com diárias de R$ 33 ,0 0 ( ◦ ) e R$ 60 ,0 0 (□ ). Para maior chance de atendimento, as solicitações de reservas deverão ser efetuadas dentro dos prazos previs­ tos para as inscrições. O □ pode­ rão efetuar suas inscrições, pessoal­ mente, em qualquer unidade do Sesc ou, ainda, por correio ou fax, diretamente ao Sesc Paraíso. Por necessidades operacionais, pode­ rão ocorrer alterações nos períodos pré-determinados. Inscrições em to­ das as unidades do Sesc/SP. Inclu­ so: acompanhamento de técnico do Sesc, transporte, seguro viagem, hospedagem com pensão completa no Sesc Bertioga e caminhada de reconhecimento. Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . *0 9 a 1 5 /0 4 . Saída: 7h. A partir de 5 x R$ 58 ,0 0 (total: R$ 290,00). Inscri­

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passeios de um dia DIVERCIDADES. Passeios de um dia por regiões próximas a São Paulo. 2 x R$ 2 0 ,0 0 (total: R$ 40 ,0 0) (O ). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . •Salesópolis- Nascente do Tietê. Saída: 7h (40 vagas). 1 3 /0 3 . «Iperó - Floresta Nac. Ipa­ nema. Passeio pela Floresta Nacio­ nal de Ipanema, com visitas ao Sí­ tio Histórico da Real Fábrica de Ferro Ipanema (onde estão locali­ zados 13 prédios históricos rema­ nescentes da fábrica, além do Ce­ mitério Protestante da vila de fun­ cionários e de um relógio de sol de 1863) e caminhada na trilha de Affonso Sardinha. Saídas: 7h (40 va­ gas). 1 7 /0 3 .

transporte em ônibus padrão turis­ mo, seguro viagem. ÁGUAS DE LINDÓIA (SP). Período: 26 a 2 8 /0 4 . Saída: 19h. Hospeda­ gem com pensão completa no Guarany Center Hotel e passeios pelas cidades de Águas de Lindóia e Monte Sião (MG). A partir de 5 x R$ 36 ,0 0 (total: R$ 180,00). Pré-re­ servas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: Até 2 2 /0 4 . ATIBAIA (SP). De 12 a 1 4 /0 4 . Saída: 19h. Hospedagem com pensão completa no Hotel Estância Piccolo Mondo e passeios pela cidade. A partir de 5 x R$ 3 6 ,0 0 (total: R$ 180.00). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: Até 0 9 /0 4 . BANANAL (SP). De 18 a 2 1 /0 4 . Saí­ da: 8h. Hospedagem com pensão completa no Hotel Fazenaa Boa Vista e passeios pela cidade de Ba­ nanal e Fazendas Históricas locais. A partir de 5 x R$ 4 2 ,0 0 (total: R$ 210.00). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: Até 1 5 /0 4 .

DIVERSÃOPAULO. Passeios de um dia pela cidade de São Paulo. R$ 15,00 (O ), R$ 18,00 (□ ). Pré-re­ servas por telefone a partir de BRASÍLIA/DF E CALDAS N O ­ 1 8 /0 2 . «São Paulo Verae. Visitas VA S/GO. De 21 a 2 8 /0 3 . Saída: monitoradas ao Jardim Botânico de 19h. Hospedagens com meia pen­ São Paulo e ao Parque de Exposi­ são nos hotéis Torre Palace (Brasí­ ções da Água Branca. Saída: 9h lia) e Sol das Caldas (Caldas N o­ (40 vagas). 0 9 /0 3 . «Instituto Buvas) e passeios pelas cidades de tantan e USP. Visitas ao Instituto Brasília, Goiânia e Caldas Novas. Butantan e à Cidade Universitária, A partir de 5 x R$ 9 0 ,0 0 (total: R$ com monitoria nos museus do Insti­ 4 50.00 ). Pré-reservas por telefone tuto Oceanográfico, de Arqueolo­ a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: até gia e Etnologia e Museu de Arte 1 8 /0 3 . Contemporânea. Saída: lOh (40 vagas). 2 1 /0 3 . CABO FRIO (RJ). De 13 a 1 7 /0 3 . Saí­ da: 7h. Hospedagem com meia excursões rodoviárias pensão no Malibu Palace Hotel e Nas excursões estão inclusos acom­ passeios pelas cidades de Cabo panhamento de técnico do Sesc, Frio, Arraial do Cabo e Armação

PAXÃO DE CRISTO-PIRACICABA/SP. De 29 a 3 1 /0 3 . Saída: 8h. Hospe­ dagem com pensão completa no Royal Park Hotel, passeios pela ci­ dade e participação na encenação da Paixão de Cristo no Engenho Central. A partir de 5 x R$ 32 ,0 0 (total: R$ 160,00). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscri­ ções: até 2 5 /0 3 . SACRAMENTO (MG). De 21 a 2 4 /0 3 . Saída: 8h. Hospedagem com pensão completa no Hotel Joy Águas do Vale e passeios pelas ci­ dades de Batatais, Brodowski e Sa­ cramento (Gruta do Palhares). A partir de 5 x R$ 7 6 ,0 0 (total: R$ 380.00 ). Pré-reservas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: até 1 8 /0 3 . TREZE TÍLIAS (SC). De 0 9 a 1 4 /0 4 . Saída: 19h. Hospedagem com pen­ são completa no Hotel TiroI e pas­ seios pelas cidades de Treze Tílias, Fraiburgo e Videira. A partir de 5 x R$ 7 9 ,0 0 (total: R$ 395,00). Pré-re­ servas por telefone a partir de 1 8 /0 2 . Inscrições: até 0 4 /0 4 .

Para matricular-se no Sesc são necessários os seguintes documentos. Trabalhador no comércio e serviços: carteira profissional do titular, último recibo de pagamento, certidão de casamento e certidão de nascimento dos filhos menores de 21 anos.


SESC

\Endereço: Av. Paulista, 119 ITelefone: (0 X X 1 1) 3 1 7 9 3 4 0 0 Ih o rá rio : Segunda a Sexta, das 9h 3 0 às 18h le m ail@ p au lista.sescsp .o rg .b r

ANABELA SANTOS. A artista apresenta uma instalação pensada especificamen­ te para o lugar. O fluxo é iniciado no es­ paço público por uma intervenção, onde blocos de vidros inscritos com palavras, se misturam com as pedras portuguesas da calçada, gerando um percurso que dá de frente para a entrada da galeria. Já no espaço interno uma projeção de imagens de roupas abandonadas nas ruas da cidade, criam um diálogo entre o espaço interno e externo, presença e ausência, cuja aparência de oposição pode ser apenas complementação. Abertura 20 /0 2 as 19h. De 2 1 /0 2 a 22 /0 3, de T a 6° feira, das 10 às 19h. Galeria do Sesc Av. Paulista.

AV.

PAULISTA

rítmica, por meio de arranjos de nature­ za camerística. Formação: Henrique Annes - violão e direção artística. Lúcio Só­ crates - Cavaquinho. Roberto Vale Bandolim . Marisa Johnson - Violoncelo . Adelmo Arcoverde - Viola Sertaneja. Mozart Ramos - Flauta. Marcos Silva Araújo - Contrabaixo. Passarinho Go­ mes - Percussão. Dia 11.

ANTONIO VALDETARO GROUP. O guitar­ rista carioca Antonio Valdetaro desen­ volve um trabalho com raízes na música brasileira e de forte cunho regional. Apresentou-se com músicos como Rildo Hora e Arismar do Espírito Santo, e gra­ vou com músicos diversos no Brasil e na Europa. Integrou, em Portugal e na Es­ panha, grupos como a Orquestra do Teatro Maria Vitória, Nana Souza Dias Group e Bwana Doc. Suas composições procuram resgatar as elaboradas melo­ dias presentes em gêneros populares do início do século, como o choro, sem con­ tudo limitar as possibilidades de improvi­ INSTRUMENTAL SESC BRASIL MARÇO so dos integrantes do grupo.Convidados:Yaniel Matos - Piano Paulo Gomes 2 0 0 2 .0 melhor da música instrumental nas tardes de segunda-feira. Em 2002, Contrabaixo. Ary Dias - Bateria. Dia 18. completando doze anos de programa­ EDUARDO AGNI. Violonista e compositor, ção. Sempre às segundas, às 18h30. Lo­ Eduardo Agni lança neste show seu ter­ cal: Auditório Sesc Av. Paulista. Entrada franca, com retirada de ingressos com ceiro disco, Oriki. Seus primeiros discos, uma hora de antecedência. Kronos e Um Outro Silêncio, receberam críticas positivas da imprensa especiali­ FLÁVIO SANDOVAL E NELSON LAT1F. Os zada e já mostravam o caminho para o desenvolvimento da técnica de duas dois encontraram-se para apresentar o show Dois no Choro, título de disco ho­ mãos (two hands ou tapping), estudada mônimo em processo de gravação. Flápelo músico. Nos últimos anos, Agni lo­ vio Sandoval - Sax soprano, sax tenor e cou com músicos como Teco Cardoso, violão. Nelson Latif - Violão e Cavaqui­ Benjamim Taubkin e Marlui Miranda, nho. Convidado: Alexandre Biondi entre outros, e produziu diversos discos e percussão. Dia 04. espetáculos musicais. Participou de di­ versas coletâneas, entre as quais New OFICINA DE CORDAS DE PERNAMBUCO. World Brasil e diversos títulos da série Conjunto de raízes armoriais que se pro­ Meditação. Convidados: Emílio Men­ põe dar à música popular brasileira, es­ donça - Teclado. Mário Aphonso Tercei­ pecialmente a nordestina, um tratamen­ ro - Sopros. Sérgio Reze - Bateria. Deto reauintado que revele suas caracterís­ nis Belik - Contrabaixo. Bernardo de ticas barrocas e sua riqueza temática e Uzeda - Guitarra. Dia 25.

Endereço: Av. Rebouças, 28 76 Telefone: (0X X 11 )3 8 1 5 3 9 9 9 Horário: Segunda a Sexta, das 7 às 22 h. Sábados, das 8h às 17 h em ail@ pinheiros.sescsp.org.br

espetáculos SEGUNDAS EM CENA. Encontros intimistas entre atores, diretores e pú­ blico, por meio de apresentações teatrais. •! Juca Pirama. Com Wolney de Assis, ator e diretor. 6 0 lu­ gares. RS 4 ,0 0 (O), R$ 5 ,0 0 (□) e R$ 10,00. De 18 a 2 5 /0 3 . Segun­ da, às 21 h. MÚSICA espetáculos JONGO TRIO HOMENAGEIA. Grupo formado pelos músicos Cido Bianchi, Sabá e Toninho Pinheiro. Parti­ cipação especial de Natan Mar-

DICK FARNEY. Homenagem feita por Juca Novaes, cantor e compositor do quarteto "Trovadores Urbanos". 80 lugares. R$ 4,00 (O), R$ 5,00 (□) e R$ 10,00. 0 5 /0 3 . Terça, às 21 h.

BADEN POWELL. Tributo ao artista com Márcia, violonista e composito­ ra. 80 lugares. R$ 4 ,0 0 (O), R$ 5 ,0 0 (□) e R$ 10,00. 1 2 /0 3 . Terça, às 21 h. ELIS REGINA. Daisy Cordeiro inter­ preta o repertório da artista. 80 lu­ gares. R$ 4 ,0 0 (O), R$ 5 ,0 0 (□) e R$ 10,00. 1 9 /0 3 /2 0 0 2 . Terça, às 21 h. CANTORAS DA NOITE. Intérpretes dos anos 60 serão homenageadas por Ana M aria Brandão. 80 luga­ res. R$ 4 ,0 0 (O), R$ 5 ,0 0 (□) e R$ 10 ,0 0. 2 6 /0 3 . Terça, à s 2 1 h . especial OPÇÃO: ALTERNATIVA! Vivência "O corpo e a mente da música", com Silvia Goés - pianista, compositora e arranjadora. Dia 08 , às 15h e 19h e dia 22 , às 1Oh. Sextas. OPÇÃO: ALTERNATIVA!. Workshop "Cromomusicoterapia", com M á r­ cia Malentacchi - Pedagoga e Musicoterapeuta e Osvaldo Barbosa Jr. - Terapeuta. Inscrições antecipa­ das. Vagas limitadas. Dias 13 e 14, às 19h. Quarta e quinta, às 1 9h.

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SESC]

PINHEIRO S tre Valdeck de Garanhuns e grupo. 50 lugares. Grátis para crianças até 12 anos, R$ 2,00 (O), R$ 2,50 p ) e R$ 5,00. 23 /0 3. Sábado, às 15h.

OPÇÃO: ALTERNATIVA!. Curso "Can­ tor melhor, viver melhor", com a can­ tora Tutti Baê. Inscrições antecipadas. Vagas limitadas. Dias 18, 20, 21 e 22 - às 19h.

TERCEIRA IDADE DANÇA

JAZZ. De 15 à 49 anos. R$ 38,00 P ) , R$ 19,00 (O). Segundas e quartas, às 18h.

aulas abertas COM-VIVÊNCIAS. Com Rosana M ar­ condes - Prof. de Educação Física e terapeuta corporal. Grátis. 15 va­ gas. Inscrições antecipadas. 0 2 /0 3 . Sextas, às 14h30.

ESPORTES arte marcial TAE KWON DO. A partir de 0 7 anos. R$ 33,00 p ) , R$ 16,50 (O). Segun­ das e quartas às 12h30, 14h e 16 h 3 0 / terças e quintas às 16h, 17h, 18h30 e 19h30. CORPO E EXPRESSÃO

SEXTA BRINDE. Ginástica Localizada, às 12h30 e 19h. Cond. Físico, às 7h, 8h, 18h e 20h. Alongamento, às 18h30. Tae Kwon Do às 14h, 15h30 e 18h30. Terceira Idade - Ginástica, às 13h30, Dança, às 1óh e Alonga­ mento, às 9h e 17h. Retirar senha com antecedência. 20 vagas. Sex-

YOGA. R$ 25,00 (O) e R$ 50,00. Se­ gundas e quartas, às 18h e 19h.Ter­ ças e quintas, às 8h. ALONGAMENTO. Turmas mensais de 15 à 49 anos. R$ 38,00 p ) , R$ 19.00 (O). Segundas e quartas, às 18h, terças e quintas, às 7h30 e 19h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. Turmas mensais de 15 à 49 anos. R$ 38,00 P ) , R$ 19,00 (O). Segundas e quar­ tas, às 17h, 19h, 20h e 20h30, ter­ ças e quintas, às 7h, 12h30, lóh, 18h30, 19h e 20h30. GINÁSTICA LOCALIZADA. Turmas mensais de 15 à 49 anos. R$ 38,00 P ) , R$ 19,00 (O). Segundas e quar­ tas às 7h30, 9h, 12h30, lóh, 18h, 19h e 19 h 3 0 / terças e quintas às 17h, 18h, 19h30 e 20h30. INFANTIL

YOGA. R$ 8,00. Segunda e quarta, às 15h.Terças e quintas, às 9h30 e 10h30. Sextas, às 8h30, 10h30, 1 4 h 3 0 e 16h30. DANÇA. Turmas mensais acima de 50 anos. R$ 8,00 . Segundas e quartas, às lOh e 15h, terças e quintas às 15h e lóh. ginástica ALONGAMENTO. Turmas mensais acima de 50 anos. R$ 8,00. Se­ gundas e quartas, às 8h30, l l h , 15h, ló h e 17h, terças e quintas, às 10h30, 14h, 15h e 17h. GINÁSTICA. Turmas mensais. De 50 à 64 anos. Segundas e quartas, às 8h, 8h30, 10n30 e ló h , terças e quintas, às 8h, 8h30, 9h30, 13h, 15h, ló h , 17h e 18h30. Acima de 65 anos. Segundas e quartas, às 9h30, 13h e 15h, terças e quintas, às 9h30, 10h30 e 14h. R$ 8,00. QUALIDADE DE VIDA. Palestra & chá com o convidado Dr. Roberto Raimondo - Psicólogo clínico. Grátis. De 20 e 2 7 /0 3 . Quarta, ás 16h30. FÉRIAS/TURISMO SOCIAL excursões rodoviárias BERTIOGA. Período de 11 a 1 4 /0 3 . Saída 7h. Incluso hospedagem com pensão completa no Sesc Bertioga. A partir de 5 x R$ 3 3 ,0 0 (total de R$ 165,00). RIO DE JANEIRO. Período de 28 a 3 1 /0 3 . Hospedagem no Sesc Co­ pacabana com pensão completa. A partir de 5 x R$ 6 0 ,0 0 (total R$ 300,00 ). Início de vendas, 0 7 /0 2 .

espetáculos GUERRA DENTRO DA GENTE. Fábula de Paulo Leminski, com a C/a. Trecos e Cacarecos. 50 lugares. Grátis. Para crianças até 12 anos, R$ 2,00 (O), R$ 2,50 p ) e R$ 5,00. 0 2 /0 3 . Sábado, às 15h. BUZUM DOS BONECOS. Com a C/a. Bonecos Urbanos. 50 lugares. Grátis para crianças até 12 anos, R$ 2,00 (O), R$ 2,50 p ) e R$ 5,00. 0 9 /0 3 . Sábado, às 15h. O MACACO SIMÃO. 50 lugares. G rá­ tis para crianças até 12 anos, R$ 2.00 (O), R$ 2,50 p ) e R$ 5,00. 1 6 /0 3 . Sábado, às 15h. TEATRO DE MAMULENGOS. Com Mes­

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B a ln te r la a o s ■ Ip ir a n g a g lt a q u e r a H O d o n to lo g ia . P a ra ís o P a u lis ta P in h e iro s P o m p é ia S a n to A m a r o J Q iS ã o C a e ta n o

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m Bocato, dia 9

TEATRO Endereço: Rua Clélia, 93 Telefone: (0 X X 1 1) 3 8 7 1 7 7 0 0 Horário: Terça a Sábado, das 9h ás 22h. Domingos e feriados, das 9h ás 21 h email @pompeia.sescsp.org.br

NATURAFORMANDOMODA. Conta com exposição, programação de palestras, workshops e oficinas de criatividade. Grátis. 01 a 3 /03 . Sexta a domingo, das 1Oh às 20h30. «A maquiagem na moda. Com o maquiador Marcos Costa. Inscrições pelos telefones 3871 7753/7799. 30 vagas. Convivência. •Costumizando. Com o produtor de moda Carlos Duccini. É necessário trazer as peças de casa para quem pretende reformá-las. «Criando o visual. Oficina com o produtor de moda Ronaldo Go­ mes. «Exposição. Envolve exposição dos trabalhos finais de alunos de faculdades de moda. «Forum de Debate Profissio­ nalizando a Moda. Palestra com a par­ ticipação de Paulo Borges, André Hidalgo, Paulo Skaf, Betty Prado, Sônia Hess, Marielza Millani, Herbert Schmidt e me­ diação de José Ernesto Bolonha. Inscri­ ções pelos telefones 3871 -7753/7799. 45 vagas. Auditório. «Laboratório de criação. Com a profa. Sandra Harabagi. Inscrições pelos telefones 3871 7753/7799. 25 vagas. Convivência. •A fotografia e a leitura de imagens na produção editorial. Com o prof. Marcos Mortensen. Inscrições pelos telefones 3871 -7753/7799. 20 vagas «A impor­ tância da modelagem no design de moda. Palestra com o prof. José Gayegos. Inscrições pelos telefones 38717 7 53 /7 79 9. 45 vagas. Auditório. •Uma visão histórica do processo de criação na moda contemporânea. Pa­ lestra com o prof. João Braga. Inscrições pelos telefones 3871-7753/7799. 45

TEATRO. Com Augusto Marin. A partir de 17 anos. R$ 72,00, R$ 60,00 P ) e R$ 30,00 (O). Terças, das 19h às 21 h30 ou sábados, das lOh às 13h. MÚSICA

CHICO SALEM. Lançamento do Cd. RS 10,00, R$ 7,50 p ) e R$ 5,00 (O) Teatro. 0 1 /0 3 . Sexta, 21 h. LOUNGE. Com os Djs Tony (sexta) e Xerxes/XRSLand (sábado). Grátis. Choperia. 0 1 /0 3 e 0 2 /0 3 . Sexta e sábado, das 20h às 22h. QUARTETO EM CY. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6,00 (O). Teatro. 0 2 /0 3 e 0 3 /0 3 . Sábado, 21h/domingo, 18h.

CARLINHOS NUHÁ. R$ 10,00, R$ 7,50 (□) e RS 5,00 (O). Choperia. 0 8 /0 3 . Sexta, 21 h. NÁ OZZETTI. R$ 15,00, R$ 11,00 p ) e RS 7,50 (O). Teatro. 0 9 /0 3 e 1 0 /0 3 . Sábado, 21 h/domingo, 18h.

LUZ DE EMERGÊNCIA. Com Mestre Ambrósio e Valdeck de Garanhuns. RS 6,00, RS 4,50 P ) e R$ 3,00 (O). ; Choperia. 1 6 /0 3 . Sábado, 21 h. PEDRO LUÍS E A PAREDE. Shows de lançamento do Cd Zona & Proaresso. R$ 15,00, RS 11,00 p ) e RS 7,50 (O). Teatro. 1 6 /0 3 e 17 /0 3. Sábado, 21 h, domingo, 18h. VALORES DA TERRA. Realizado pela Prefeitura Municipal de Manaus e a Fundação Villa Lobos (Manaus) para divulgar músicos do Amazo-


DANÇA

DANÇA CLÁSSICA. Com Alessandra De Fillipi. R$ 38,00 (□) e R$ 19,00 (O). Inscrição com o professor no horário da aula. Sábado, das 9h30 às 11 h. DANÇA. Moderna. Com Alessandra De Fillipi. R$ 38,00 (□) R$ 19,00 (O). Sá­ bado, das llh à s 12h30. DANÇA DE SALÃO. Com Sérgio Villas Boas e Neide Carvalho. Turmas ini­ ciantes, intermediário I e intermediário II. De 15 a 55 anos. R$ 4 5,00 (□) e R$ 22,50 (O). Quartas ou sextas, às 20h, sábados, às 14h30, domingos, às 13h, 14h30 e 16h. DANÇA DO VENTRE. Com Cristiane Marcondes. De 15 a 55 anos. Inician­ te, R$ 52,00 (□) e R$ 26,00 (O). Ter­ ças, às 20h. DANÇA FLAMENCA. De 15 a 55 anos. Turmas iniciantes e avançados: R$ 60,00 (□) e R$ 35,50 (O). Sábados; iniciantes, às 14h30, avançados, às 16h. :unk Como Le Gusta. Dia 30 MULTIMÍDIA E INTERNET j nas. Grátis. $ Sexta, 21 h.

Choperia.

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QUEM N Ã O DANÇA, SEGURA A 3aIDADE.NET. «Iniciação ao Micro. Ins­ CRIANÇA. Choperia. «Bocato e crições no local. Vagas limitadas. Banda. R$ 10,00, R$ 7,5 0 (□) e R$ 08 /0 3 . Sexta, às 12h. DUOFEL. R$ 15,00, R$ 11,00 (□) e R$ 5 .0 0 (O). 0 9 /0 3 . Sábado, 21 h. 7,50 (O). Teatro. 2 3 /0 3 e 2 4 /0 3 . Sá­ •Berimbrown. R$ 12,00, R$ 9,00 WEB@TMDADES. Inscrições no local. bado, 21h/domingo, 18h. (□ ) e R$ 6 ,0 0 (O). 1 3 /0 3 . Quarta, Vagas limitadas. «Sites e Curiosida­ 21 h. «Grêmio Recreativo Amigos des. Iniciação à Internet. 0 7 /0 3 . JOHNNY ALF. R$ 10,00, R$ 7,50 (□) e do Samba-Rock, Funk & Soul. R$ Quinta, às 12h. «Crie seu Blog. R$ 5,00 (O). Teatro. 3 0 /0 3 e 31 /0 3 . 15,00, R$ 11,00 (□) e R$ 7,50 0 9 /0 3 . Sábado, às 15h. «RPG - Live Sábado, 21 h, domingo, 18h. (O). 2 7 /0 3 . Quarta, 21 h. «Funk Action. Forma de jogar RPG [Role PlaComo Le Gusta. R$ 15 ,0 0, R$ ying Games) ao vivo. 12/0 3. Terça, 3a VIA. Lançamentos de CDs e aberto a 11.00 (□) e R$ 7,5 0 (O). 3 0 /0 3 . das 13h às 1óh. «Criação de Video todas as tendências musicais. R$ 6,00, Sábado, 21 h. Clipe. 14/03. Quinta, às 15h. «Inclu­ R$ 4,50 (□) e R$ 3,00 (O). Choperia. são de Currículo na Internet. 15 /0 3. •Carlinhos Antunes. Sexta, 21 h. Sexta, às 18h. «Iniciação ao Micro. O CAMINHO DO CANTO. Com Andréa 2 1 /0 3 . Quinta, às 18h. BRASIL DA SANFONA. Gaita no Sul, Drigo, musicista e especialista em téc­ sanfona no Nordeste, acordeão em ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS nica vocal. A partir de 16 anos. todo o país, o projeto propõe reve­ R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 O). lar o universo aesse instrumento. R$ exposições Sextas, das 19hl 5 às 21 h30. 20 ,0 0, R$ 15,00 (□) e R$ 10,00 BUCHUDAS. Fotografias de Giuseppe (O). Teatro. «Região-Nordeste. SiVIOLÃO. Com Marcelo Campos, músi­ Bizarri. Galpão. Grátis. De 1 4 /0 3 a vuca, Zé Calixto, Camarão, Arlindo 07 /0 4 . Terça a domingo, das lOh às co. R$ 72,00, R$ 60,00 (□) e R$ I dos 8 baixos e Dominguinhos. 20h. 30.00 (O). Terças, das 19h às 21 h30, 0 7 /0 3 e 0 8 /0 3 . Quinta e sexta, quintas, das 14h às 17h e das 19h às I 21 h. «Região-Brasil Central. Dino 21h30, sextas, das 19h às 21 h30 ou 1 Rocha, Lenilde Ramos, Zino Prado e V I^E N A L DE DESIGN GRÁFICO. Mos­ sábados, das 14h às 17h. Elias Filho. 1 4 /0 3 e 1 5 /0 3 . Quinta tra Seletiva constituída de 300 traba­ e sexta, 21 h. •R egião-S udeste. FLAUTA DOCE. Com Veronique de Oli­ lhos e Mostra Institucional que apre­ Com Moçambique ae Bastão de veira Lima, musicista. A partir de 7 senta a produção de 200 designers São Benedito de Guaratinguetá, anos. R$60,00, R$50,00 (□) e gráficos ligados à ADG - Associação Caçulinha, Toninho Ferragutti, GilR$25,00 (O). Sábados, das 10h30 às dos Designers Gráficos. Realização da e Meire e Regina VVeissman. 14h30. Sesc/ADG/Senac. De 2 0 /0 3 a 2 1 /0 3 e 2 2 /0 3 . Quinta e sexta, 0 7 /0 4 /2 0 0 2 . Terça a domingo, das 21 h. «Região-Sul. Renato BorghetHARMÔNICA (GAITA DE BOCA). Com lOh às 20h. «Visitas Comentadas. ti, Gilberto Monteiro, Luciano M aia, Ailton Rios, músico instrumentista. Dia 0 4 /0 4 , comentários de David Oscar dos Reis e Orquestra de C â­ R$60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 Carson e dia 0 5 /0 4 , John Warwicker, mara da Unesp sob regência de (O). Domingos, das 15h às 18h. às 14h. «Mesa Redonda. A Importân­ Carlos Kaminski. 2 8 /0 3 e 2 9 /0 3 . cia do Design Gráfico na Economia Quinta, 21 h e sexta, 18h. CAVAQUINHO. Com lido Silva, músico. Nacional e Políticas Governamentais A partir de 15 anos. R$ 72,00, R$ de Incentivo. Grátis. 2 7 /0 3 . Quarta, PRATA DA CASA. Projeto que abre 60.00 (□) e R$ 30,00 (O). Quartas, às 20h. espaço para novos artistas. Grátis. das 18h30 às21h30. Choperia. «C abruêra. 0 7 /0 3 . aulas abertas Quinta, 21 h. «M aria Rita. 14 /0 3 . GAITA. Com Felipe Rocha, músico. A ARTISTAS E ARTEIROS. «Imagem e Quinta, 21 h. «Cia. M in ib a n d a . partir de 12 anos. R$72,00, R$60,00 Composição Gráfica. Com Sandra 2 1 /0 3 . Quinta, 21 h. «Flávia Bit­ (□) e R$30,00 (O). Quartas, das 15h Kafka, arte-educadora. Nas Oficinas tencourt. 2 8 /0 3 . Quinta, 21 h. às 18h e domingos, das 14h às 17h. de Criatividade. Grátis. De 2 3 /0 3 a

revista &

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Ruy Castro Encontro como escritor


SESC 0 7 /0 4 . Sábados e domingos, das 14

TAPEÇARIA - ARRAIOLOS. Com Sérgio Brozoski, artesão. A partir de 14 anos. R$60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). Sextas, das 1Oh às 13h. TAPEÇARIA ORIENTAL Com Sergio Bro­ zoski, artesão. A partir de 14 anos. R$60,00, R$50,00 (ü)e R$25,00 (O). Sextas, das 14h às 17h. TAPEÇARIA-ARRAIOLOS. A partir de 14 anos. R$60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). Sextas, das 1Oh às 13h. ARTE SOBRE TECIDO. Com Eduardo Kneipp, artista plástico. A partir 15 anos. R$96,00, R$80,00 (□) e R$40,00 (O). Terças, das 14h30 às 17h30 e das 19h às 21 h30. MARCENARIA-CURSO BÁSICO. Com Arlindo Gomes, Dario Fonzar, ou Heraldo da Mota Enrique. A partir de 18 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Terças, das 13h30 às 15h30 ou das 19h30 às 21 h30, quartas, das 15h30 às 17h30, das 17h30 às 19h30 ou das 19h30 às 21 h30, sextas, das 19h às 21 h e sá­ bados, das 14h às 16h. ENCADERNAÇÃO. Com Patrícia Giordano. A partir de 15 anos. R$ 84,00, R$ 70,00 (□) e R$ 35,00 (O). Quar­ tas, das 14h30 às 17h30 ou das 19h às 21h30. RESTAURAÇÃO E RECICLAGEM DE M Ó ­ VEIS E OBJETOS. Com Ana Lúcia Marcondes, artista plástica. A partir de 18 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Quartas, das 9h30 às 12h30 e quintas, das 9h30 às 12h30 e das 18h30 às21h30. TAPEÇARIA - CURSO AVANÇADO. Com Tiyoko Tomikawa, artista têxtil. A par­ tir de 14 anos. R$120,00, R$100,00 (□) e R$50,00 (O). Quartas, das 19h às 21 h30. TAPEÇARIA - CURSO BÁSICO. Com Ti­ yoko Tomikawa, artista têxtil e Mara Doratiotto, artista têxtil. A partir de 14 anos. R$96,00, R$80,00 (□) e R$40,00 (O). Terças, das 14h às 17h, uartas, das 19h às 21 h30 e quintas, as 19h às 21h30.

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ESCULTURA E MODELAGEM: Pedra, ar­ gila e fundição. Com Regina Carmo­ na, artista plástica. A partir de 15 anos. R$108,00, R$90,00 (□) e R$45,00 (O). Sábados, das 14h às 17h. H.Q. E CARICATURA. Com Gáu Ferrei­ ra. A partir de 12 anos. R$72,00, R$60,00 p ) e R$30,00 (O). Sába­ dos, das 1Oh às 13h ou das 14h às 17h.

PO M Uma. R$ 72,00, R$ 60,00 p ) e R$ 30.00 (O). Quintas, das 19h às 21h30. JOALHERIA ARTÍSTICA. Com Patrício Alzamora, joalheiro e Marina Melego. A partir de 16 anos. R$84,00, R$70,00 (□) e R$35,00 (O). Quintas, das 19h às 21 h30 e sábados, das 10h30 às 13h30. PINTURA E OBJETO. Com Regina Car­ mona, artista plástica. A partir de 15 anos. R$108,00, R$90,00 (□) e R$45,00 (O). Terças, das 19h às 21 h30. MOSAICO. Com Armênio Burbulhan. R$72,00, R$60,00 (Q) e R$30,00 (O). De 1 2 /0 3 a 19 /1 2. Terças e quintas, das 19h às 21 h30 e domin­ gos, das 11 h às 13h30. PATCHWORK. Com Roseli dos Santos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). 10 vagas.Quintas, das 14h às 17h. TAPETES ÁRABES. Com Sérgio Brozoski. A partir de 14 anos. De 1 6 /0 3 a 14 /1 2. Sábados, das lOh às 13h e das 14h às 17h. fotografia FOTOGRAFIA P&B - INTERMEDIÁRIO. Com Sérgio Ferreira, fotógrafo. R$ 120,00, R$ 100,00 (□) e R$ 50,00 (O). De 0 1 /0 3 a 21 /0 6 . Sextas, das 14h30 às 17h ou das 19h às 21 h30. LABORATÓRIO P&B - AVANÇADO. Com Ricardo Ferreira. R$120,00, R$100,00 (□) e R$50,00 (O). De 0 2 /0 3 a 2 2 /0 6 . Sábados, das 14h30 às 17h. FOTOGRAFIA P&B - CURSO BÁSICO. Com Marcelo Scandarolli, Sérgio Fer­ reira e Gisele Macedo. R$ 120,00, R$ 100.00 p ) e R$ 50,00 (O). De 0 5 /0 3 a 2 2 /0 6 . Terças, das 19h00 às 21 h30, quartas ou quintas, das 14h30 às 17h, sábados, das 10h30 às 13h FOTOGRAFIA DE ESPETÁCULO. Com Jefferson Barcellos. R$ 120,00, R$ 100.00 p ) e R$ 50,00 (O). De 1 3 /0 3 a 0 3 /0 7 . Quartas, das 19h às 21 h30. FOTOJORNALISMO. Com Jefferson Barcellos, fotógrafo. R $120,00, R$100,00 p ) e R$50,00 (O). De 1 4 /0 3 a 0 4 /0 7 . Quintas, das 19h às 21h30. NÚCLEO DE LINGUAGEM FOTOGRÁFI­ CA. Nível avançado. Com Lucy Fi­ gueiredo, fotógrafa. R$72,00, R$ 60 P ) e R$30,00 (O). De 1 4 /0 3 a 0 4 /0 7 . Quartas, das 19h às 21h30. JORNADA FOTOGRÁFICA. Abertas a todos os interessados em fotografia. Grátis. 2 4 /0 3 /2 0 0 2 . Domingo, das 1Oh às 1Th.

BAT1K JAVANÊS. Com Celso Uma. R$ 72,00, R$ 60,00 p ) e R$ 30,00 (O). Terças, das 1Oh às 13h. RETRATOS NA PRAÇA. Com Luiz Paulo Uma, fotógrafo. Grátis. 2 4 /0 3 . Do­ T1NTURARIA AFRICANA. Com Celso mingo, das 1Oh às 17h.

62 revista &

LITERATURA lançamento “CONSTRIBUIÇÃO PROPEDÊUTICA AO ENSINO DA TÉCNICA DA ARQUITE­ TURA", livro de autoria de Una Bo Bardi. Grátis. 19 /0 3. Terça, das 20h às 23h.

BIBUOTECA. Grátis. Terça a sábado, das 9h às 20h30. Domingos e feriados, das 9h às 19h30. SALA DE LEITURA. Grátis. Terça a sába­ do, das 9h às 20h30. Domingos e fe­ riados, das 9h às 19h30. ESPORTES especial DOMINGO N O POMPÉIA. Agendamento de datas e informações no I o andar do Conj. Esportivo ou pelos tel. 3871.777 2/3 87 1.77 82 das 9h às 18h. Domingos, das 14h às 17h.

Terça a auinta, a partir das 17h30, sá­ bados, domingos e feriados, a partir das 9h30. torneios e campeonatos I o INTERFARMA DE FUTSAL MASCUU NO E FEMININO E VOLEIBOL MISTO. Período de inscrição: de 05 a 1 0 /0 3 /0 2 , reunião técnica dia 1 4 /0 3 /0 2 , auinta-feira, às 19h, com a presença de um representante por equipe ou loja inscrita. Início dos jogos dia 1 7 /0 3 /0 2 (domingo). Informa­ ções e inscrições no 1 ° andar do Con­ junto Esportivo. De 01 /0 3 a 30 /0 4.

EMPRÉSTIMO DE MATERIAL No I o an­ dar. Terça a quinta, das 9h às 21 h / sá­ bados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h. LOCAÇÃO DE ESPAÇO. No I o andar do Conjunto Esportivo, a partir do dia 16 do mês anterior à utilização. CORPO E EXPRESSÃO

FESTIVAL DE TÊNIS DE MESA. Todas as idades. Grátis. 23 e 24 /0 3 . Sábado e domingo, das 1Oh às 16h

QUADRA DE AREIA. Informações sobre dias e horários de cada prática no Conjunto Esportivo 1° Andar. Grátis. De 01 a 31. De terça a sexta, das 9h30 às 21 h, sábados, domingos e fe­ riados, das 9h30 às 17h.

palestras CONHECENDO O TRABALHO E OS TI­ POS DE PARTOS. Com Márcia Regina da Silva, enfermeira obstetra. Grátis. 2 7 /0 3 . Quarta, às 19h30.

oT eFEITOS

DOS EXERCÍCIOS E ATIVI­ DADES COTIDIANAS SOBRE NOSSO CORPO. Com o técnico do Sesc Clóvis Aguiar de Farias. Grátis. 1 3 /0 3 , 1 9 /0 3 , 2 3 /0 3 e 27. Quarta, às 10h30, terça, às 15h30, sábado, às 15h30, quarta, às 19h30.

CLUBE DA NATAÇÃO. De 15 a 55 anos. Vagas limitadas. Grátis. Inscrições: dia 2 7 ,0 , das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Quartas e sextas, às ATIVIDADES FÍSICAS PARA GESTANTES. 20h30. A partir do terceiro mês de gestação. 20 alunas por turma, aulas com 1h20 NATAÇÃO. De 15 a 55 anos. R$ 63,00 min de duração. R$ 39,00 (□) e R$ P ) e R$ 31,50 (O). Terças e quintas, 19.50 (O). Inscrições: dia 27, O das às 8h30, 17h30, 18h30, 19h30 e 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 2 0 h 30 / quartas e sextas, às 7h30, 21 h. Quartas e sextas, às 19h30. 18h30, 19h30 e 20h30. Inscrições: dia 26 O , entrega de senhas, das 13h aulas abertas ALONGAMENTO E TÉCNICAS CORPO­ às 14h, sorteio de vagas às 14h; dia 28 □ , das 13h às 21 h. RAIS. Retirada de senha no 1° andar do Conjunto Esportivo, com 30 min de VÔLEI. De 15 a 55 anos. R$ 39,00 p ) antecedência. 30 vagas. Grátis. De 0 1 /0 3 a 30 /0 4 . Sábados, domingos e R$ 19,50 (O). Inscrições: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às e feriados, das 10h30 às 11 h e aas 21 h. Quarta e sexta, às 19h30. 11 h às 11 h30. arte marcial CAPOEIRA. Com Amaucy Leite da Silva. R$ 52,00 p ) e R$ 26,00 (O). Terças e quintas, às 18h30.

HIDRORECREAT1VA. Grátis. De 0 1 /0 3 a 30 /0 4 . Sábados, domingos e feria­ dos, das 1 lh 3 0 às 12h.

JUDÔ. Com Tomio Oki. De 15 a 55 anos. R$ 39,00 (□) e R$ 19,50 (O). Inscrições: dia 27, D, das 13h às 21 h; dia 28, □ , das 13h às 21 h. Sábados, às 15h30.

EUTONIA. Com Daniel Matos. De 15 a 55 anos. R$ 58,00 (□) e R$ 29,00 (O). Quinta, das 20h às 21h30.

TAI CHI CHUAN. Com Douglas Wenzel Rodrigues. De 15 a 55 anos. R$ 44,00 P ) e R$ 22,00 (O). Terças e quintas, das 18h30 às 19 h 3 0/ quartas e sex­ tas, das 11 h30 às 12h30. recreação RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA. Grátis. A partir de 15 anos. Informa­ ções no Conjunto Esportivo 1° Andar.

GINÁSTICA. De 15 a 55 anos. 25 alu­ nos por turma. R$ 39,00 (-1) e R$ 19.50 (O). Terças e quintas, às 8h30, 15h, 17 h 3 0 ,18 h 3 0 ,19h30 e 20h 30/ quartas e sextas, às 7h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Inscrições: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. HIDROGINÁSTICA. De 15 a 55 anos. R$ 63,00 p ) e R$ 31,50 (O). Terças e quintas, às 7h30, 17h30, 18h30,


JQIMCSG 19h30 e 20 h 30 / quartas e sextas, às 8h30, 18h30, 19h30. Inscrições: dia 26 O , entrega de senhas, das 13h às 14h, sorteio de vagas às 14h; dia 28 □ , das 13h às 21 h. POWER YOGA. De 15 a 55 anos. R$ J 45,00 (□) e R$ 22,50 (O). Terças e < quintas, às 19 h 3 0 / sábados, às 1 10h30.

às 21 h. Terças e quintas, ás 10 h 3 0 / quartas e sextas, às 1óh. •Ritmo e Expressão Corporal. O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Quartas e sextas, às 16h. •Vôlei. 25 vagas. O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Quartas e sextas, às 15h.

CURSOS FÍSICO ESPORTIVOS. Infor­ mações no 1° andar do Conjunto Esportivo. Grátis. Inscrições: dia 27, O das 13h às 21 h «Reeduca­ ção Respiratória. Para crianças de 0 7 a 12 anos. 25 vagas. Inscrições □ das 13h às 21 h. Quarta e sexta, às 16h. «Esporte Criança. De 7 a 9 anos. 20 vagas por turma. Inscri­ SAÚDE E ALIMENTAÇÃO ções □ das 13h às 21 h. Quartas e sextas, às 9h30 e 15h. «Judô. De 7 <exame médico e dermatológico a 12 anos. 15 vagas por turma. Ins­ EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. crições □ das 13h às 21 h. Terças e Crianças até três anos não pagam. R$ quintas, às 9h30, 15h e 16h/quar12,00 (□) e R$ 6,00 (O). Terças e tas e sextas, às 14h e 1 5 h / sába­ quartas, das 9h às 11 h30 e das 15h dos, às 9h30, 1 0 h 3 0 e 14h. ! às 18h 3 0 / quintas e sextas, das NATAÇÃO. Duração de 6 meses. A 11 h30 às 15h e das 18h30 às 21 h / sábados, domingos e feriados, das partir de 5 anos. R$ 6 0 ,0 0 ( □ ) e R$ 3 0 ,0 0 (O ). 15 vagas por turma. I; 1Oh às 12h e das 13h às 17h. Peixinho (5 a 6 anos): terças e quin­ tas, às 9h30 e 15h. Golfinho (7 a restaurantes 10 anos): quartas e sextas, às 9h30 RESTAURANTE. Self-service por quilo. e 15h. Tubarão (11 a 14 anos): ter­ Terça a sexta, das 11 h30 às 14n 3 0 / ças e quintas, às 10h30 e 15h. Ins­ sábados, domingos e feriados, das crições: dia 26 O , dia 28 □ , das llh 3 0 às 15h. 13h às 21 h. lanchonetes curumim BAR CAFÉ. Terça à sábados, das 09h às SESC CURUMIM. Para crianças de 07 22 h / domingos e feriados, das 09h às a 12 anos. Informações no I o an­ 20h. dar do Conjunto Esportivo. Terças e quintas, das 9h às 11 h30 ou das INFANTIL 14h às 16 h30 de 7 a 9 anos/ quar­ tas e sextas, das 9h às 11 h30 ou especial das 14h às 16h30 de 10 a 12 ALTA VOLTAGEM ESPECIAL. De 13 a 15 anos. «Artes Plásticas e Ativi­ dades Físicas. 20 vagas por turma. TERCEIRA IDADE Inscrições: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Terças e quintas, das 9h às CONVIVER COM ARTE. Na Chope12h/quartas e sextas, das 14h às ria. Grátis. «Trovadores Urbanos. 17h. «Expressão e Atividades Físi­ 0 6 /0 3 . Quarta, às 16h. «Ney Mes­ cas. 20 vagas por turma. Inscri­ quita. 1 3 /0 3 . Q uarta, às 16h. ções: dia 27, O das 13h às 21 h; •O rquestra Leopoldo. 2 0 /0 3 . dia 28, □ das 13h às 21 h. Terças e Quarta, às 16h. «Miriam Mirah. quintas, das 14h às 17h/quartas e sextas, das 9h às 12h. 2 7 /0 3 . Quarta, às 16h. YOGA. A partir de 15 anos. R$ 45,00 (□) e R$ 22,50 (O). Terças e quintas, ' s 8h30, 9h30, 15h, 16 h e2 0h 3 0.

aulas abertas CRIANÇA FAZENDO ARTE. Com Lú­ cia Lacourt, artista plástica. Nas Oficinas de Criatividade. Grátis. De 0 8 /0 3 a 1 9 /1 2 . Sábados, das 10h30 às 13h.

gas. O das 13h às 2lln; dia 28, □ das 13h às 21 h. Terças e quintas, às 15h. «Expressão. 20 vagas por turma. O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Terça, às 17h /quinta, às 14 h /q u arta , às 14h/sexta, às 17h. «Futsal. 25 va­ gas. O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Quartas e sextas, às 16h30. «Handebol. 25 vagas. O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Terças e quintas, às 16h. «Judô. 30 vagas por turma. O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h

HUMOR NÃO TEM IDADE. «Vivência e Reflexão. Resgatando a minha história - trabalho com a árvore ge­ nealógica dos participantes, aia 0 7 /0 3 . Obstáculos e desafios Quem sou eu hoje, dia 1 4 /0 3 . Per­ das necessárias - abrindo espaço para o novo, dia 2 1 /0 3 . Fazendo escolhas - encarando o medo das mudanças, dia 2 8 /0 3 . Com Luciana Meirelles, psicoterapeuta corpo­ ral. Nas Oficinas. 15 vagas. Grátis. Quintas, das 14h às 17h. «O Sorri­ so e a Saúde Bucal. Perfomance com Dr. Epaminondas e a Arte Marcial Bucal, com Ricardo Napoleão, ator. Nas Oficinas de Criativi­ dade. Grátis. 2 2 /0 3 . Sexta, das lOh às 12h. aulas abertas INTRODUÇÃO ÀS PRÁTICAS COR­ PORAIS. Vagas limitadas. Grátis.

Dias: 0 8 /0 3 , sexta, das 15h às 1óh, Massagem, com Patrícia Schil; 1 4 /0 3 , quinta, das ló h às 17h, Ginástica postural, com Clóvis Aguiar; 2 0 /0 3 , quarta, das 10h30 às 11 h30, Expressão Corporal, com Almer Euripedes; 2 6 /0 2 , ter­ ça, das 1 1 h30 às 12h30, Alongamento, com Kátia Takata.

RECORTES E COLAGEM. Com Lúcia Lacourt, artista plástica. R$15,00 e R$7,50 (O). 12 vagas. De 0 5 /0 3 a 2 5 /0 6 . Terças, aas 10h 30 às 13h30.

TRIO C I DD B I A N C H I ,

DESENHO E PINTURA. Com Lúcia La­ court, artista plástica. R$15,00 e R $7,50 (O ). 12 vagas. De 0 6 /0 3 a 2 6 /0 6 . Quartas ou quintas, das 10h30 às 13h30. CLUBE DA NATAÇÃO. A partir de 50 anos. Vagas limitadas. Grátis. Ins­ crições: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Quartas e sextas, às 8h30.

T D N IN H D

PINHE IRO

NATAN M A R Q U E S

EXPRESSÃO CORPORAL. A partir de 50 anos. R $19,00 (□ ) e R$9,50 (O ). Inscrições: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Quarta e sexta, às 10h30. NATAÇÃO. Cursos com duração de 6 meses. A partir de 50 anos. R$ 3 1 ,0 0 (□ ) e R$ 15,50 (O). Inscri­ ções: dia 26 O , dia 28 □ , das 13h às 21 h. Terças e quintas, às 11 h30 e ló h / quartas e sextas, às 14h e lóh.

HOMENAGEIA

DI CK VÔLEI ADAPTADO. A partir de 50 anos. Grátis. Inscrições: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Terças e quintas, às 1óh. ginástica ALONGAMENTO E TÉCNICAS COR­ PORAIS. A partir de 50 anos. R$ 19,00 ( □ ) e R$ 9 ,50 (O ). Inscri­ ções: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Terças e quintas, às 7h30, 11 h30, 16 h 3 0 / quartas e sextas, às 10h30, 15h. GINÁSTICA. A partir de 50 anos. R$ 1 9,00 ( □ ) e R$ 9 ,50 (O ). Inscri­ ções: dia 27, O das 13h às 21 h; dia 28, □ das 13h às 21 h. Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 15h e l ó h / quartas e sextas, às 9h30, 10h30, 14h, 1 5 h e lóh.

BADEN

F ARNEY

PO WE L L

ELI S R E G I N A

CANTORAS DA N O I T E

HIDROGINÁSTICA. A partir de 50 anos. R$ 31 ,0 0 ( □ ) e R$ 15,50 (O). Inscrições: dia 26 O , entrega de senhas, das 13h às 14h, sorteio de vagas às 14h; dia 28 □ , das 13h às 21 h. Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 10h30, 1lh 3 0 , 13h, 15h, ló h / quartas e sextas, às 7h30, 9h30, 10h30, 11h30, 13h, 14h, 15h, ló h , 17h. passeios de um dia TEATRO SÃO PEDRO. Grátis. Vagas limitadas. Inscrições nas Oficinas, de 12 a 1 9 /0 3 . 2 4 /0 3 . Domingo, às 1 lh .

revista &

63

PINHEIROS


SANTO

A acima de 16 anos. 2 parcelas de R$ 54.00 P ) e R$ 27,00 (O). Seg., às 18h, Ter. e qui., às 18h 15, 19fi e 19h45. Qua. e sex., às 18hl5, 19h e 19h45. arte marcial CAPOEIRA. R$ 40,00 P ) e R$ 20,00 p ) . Ter. e qui., às 18h30. torneios e campeonatos COPA SESC MULHER DE FUTSAL A partir de 14 anos. Inscrições até dia 8. R$ 15.00 (O) e R$ 30,00. Reunião técnica no dia 8, às 18h30. 16, 23 e 30 /0 3. Sáb., a partir das 1Oh.

Capoeira. Confro no Roteiro

Endereço: Rua Amador Bueno, 505 Telefone: (0X X 11 ) 5 5 2 5 1855 H orário : Segunda a Sexta, das IO h à s 19 h . Sábados e feriados, das IOh às 18h. email@sanloamaro.sescsp.org.br

espetáculos PARAÍSO. Monólogo escrito e interpreta­ do por Groce Gionoukos. Antecipado: R$ 5,00 (O), R$ 6,00 (❖), R$ 10,00 p ) e R$ 12,00 (outros). No dia: R$ 6,00 (O), R$ 7,00 (❖), R$ 12,00 p ) e R$ 14,00 (outros). 0 9 /0 3 . Sáb., às 20h.

TEAITtO PARA ADOLESCENTES. Com Ro­ berto Audio. Informe-se na Central de Atendimento. R$ 30,00, R$ 20,00 P ) , R$ 15,00 (❖) e R$ 10,00 (O). 20 va­ gas. Ter. e qui., das 14h às 17b. MÚSICA

ARENA MUSICAL. «Peixe Elétrico. Ante­ cipado: R$ 5,00 (O), RS 6,00 (❖), R$ 10.00 (□) e RS 12,00 (outros), No dia: R$ 6,00 (O), R$ 7,50 (❖), R$ 12.00 (□ ) e R$ 15,00 (outros). 16 /0 3. Sáb., às 20h. «Duolis. Grátis. 06, 20 e 2 7 /0 3 . Qua., das 12h às 14h «André Cristhovan Trio. Anteci­ pado: R$ 5,00 (O), R$ 6,00 (❖), R$ 10.00 p ) e R$ 12,00 (outros), No dia: RS 6,00 (O), R$ 7,50 (❖), R$ 12.00 p ) e R$ 15,00 (outros). 2 3 /0 3 . Sáb., às 20h. «Toninha Horta. Grátis. 2 6 /0 3 . Ter., às 20h.

CANTO CORAL Com Chrisfina Guiçá. R$ 5.00 (O), R$ 6,00 (❖), R$ 10,00 p ) e R$ 12,00 (outros). Sáb., das 1Oh às 13h / seg. e qua., das 19h às 20h30. DANÇA

DANÇA DE SALÃO. RS 40,00 p ) e R$ 20.00 P ) . Sex., às 18h30. DANÇA DO VENTRE. RS 40,00 p ) e RS 20.00 P ) . Seg., às 19h / Sáb., às 13h.

64 revista G

MULTIMÍDIA E INTERNET

LOCAÇÃO DE ESPAÇOS. Reservas com até uma semana de antecedência. R$ 46,00/hora-noite p ) , R$ 3 6 ,0 0 / horadia p ) , R$ 23 ,0 0 / hora-noite (O) e R$ 18,00/hora-dia (O). Seg. a sex., das 1Oh às 19h30, sáb. e feriados, das 1Oh às 17h. CORPO E EXPRESSÃO

INTERNET LJVRE. Grátis. Seg. a sáb. e fe­ riados, das 1Oh às 18h. oficinas CRIAÇÃO DE PÁGINAS EM HTML Intro­ dução à linguagem HTML para Internet. R$ 2,00 (O), R$ 3,00 (❖), R$ 4,00 P ) , R$ 6,00 (outros). De 18 a 27 /0 3. Seg., qua. e sex., das 18h30 às 20h30. ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS exposição de fotos IMAGENS DO SAMBA. Fotos de Marco Aurélio Olimpio. De 01 a 16/03. Seg. a sáb., das 1Oh às 1Th. LITERATURA

PICADAS LEITURAS PICANTES. Leituras dramáticas em locais públicos. Lancho­ nete da Unidade (13n30) e no Poupa Tempo Santo Amaro (15h30). Grátis. 0 8 /0 3. Sex., às 13h30 e às 15h30. PALAVRAS DESCRUZADAS. Especial mos­ trando o trabalho de mulheres. Grátis. 22 /0 3. Sex., das 19h às 21 h.

ALONGAMENTO. R$ 40,00 p ) e R$ 20.00 (O). Ter.e qui., às 8h30 e 17h30. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. R$ 40,00 p ) e R$ 20,00 (O). Seg., qua. e sex., às 7h, 8h, 18h 10 ,1 9h, ter. e qui., às 7h30, 12hl 0, 18h30 e 19h30. YOGA. R$ 40,00 p ) e R$ 20,00 (O). Seg. e qua., às 16hl5

CHOCOLATES PARA A PÁSCOA. R$ 10.00 (O), R$ 15,00 (❖), R$ 20,00 P ) , R$ 30,00 (outros). De 04 a 18/03. Seg., qua. e sex., das 18h30 às 20h30.

INFANTIL espetáculos CONTANDO CARNEIRINHOS. Inspirado nos poemas de Cecília Meireles. R$ 1.00 p ) , R$ 1,50 (❖), R$ 2,00 p ) , R$ , 3.00 (outros) e grátis até 12 anos. 02 /0 3 . Sáb., às 16h.

APRENDIZ DE FEITICEIRO. De Mario Cia- t ra Machado. R$ 1,00 p ) , R$ 1,50 1 (❖), R$ 2,00 p ) , R$ 3,00 (outros) e grátis até 12 anos. 09 /0 3 . Sáb., às j lóh. JECA TATU. Inspirado na obra de Montei­ ro Lobato. R$ 1,00 (O), R$ 1,50 (❖), 1 R$ 2,00 P ) , R$ 3,00 (outros) e grátis até 12 anos. 16/0 3. Sáb., às lóh.

ABC UM TESOURO PARA VOCÊ. Espetá­ culo de incentivo à leitura. R$ 1,00 P ) , 1 R$ 1,50 (❖), RS 2,00 p ) , R$ 3,00 (ou­ tros) e grátis até 12 anos. 2 3 /0 3 . Sáb., I às lóh. O BOI FUBÁ. A história de João Grilo, I personagem da Literatura de Cordel. I RS 1,00 ( ◦ ) , R$ 1,50 (❖), R$ 2,00 p ) , R$ 3,00 (outros) e grátis até 12 anos. 3 0 /0 3 . Sáb., às lóh.

PROIBIDO PARA MAIORES. Grátis. De 02 a 3 0 /0 3 . Sáb., às lOh.

especial UM DIA DE ESCOLA NO SESC. Tema: li- j teratura. Grátis. De 01 a 3 0 /0 3 . Seg., qua. e sex., das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30. ESPAÇO LÚDICO BRINCANTE. Espaço para leitura, jogos e brincadeiras. Até 12 anos. Grátis. De 02 a 3 0 /0 3 . Sáb., das 1Oh às 18h.

SABONETES ARTESANAIS. R$ 10,00 (O), R$ 15,00 (❖), RS 20,00 p ) , R$ 30,00 (outros). De 05 a 15/03. Ter. a sex., das 14h às 17h. caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. Segunda a sex­ ta, das 1Oh às 19h, sábados e feriados, das lOh às 18h.«Caminhada Parque do Jaraguá. R$ 5,00 (incluso transporte e seguro). 23 /0 3. Sáb., às 9h.

ESPORTES

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TERCEIRA IDADE

PROGRAMA DA TERCEIRA IDADE. Aci­ ma de 55 anos. R$ 20,00 P ) e R$ 10,00. De 04 a 2 8 /0 3 . Seg. a qui., a partir das 14hl 5. BAILE DE MÁSCARAS. Inscrições anteci­ padas. R$ 3,50. 08 /0 3 . Sex., das 14h30 às 17h.

SAÚDE E AUMENTAÇÃO aulas abertas SÓ DE BRINCADEIRA. Grátis. Tema do mês: O Tênis e suas variações. «Tênis. A partir de 7 anos. 0 2 /0 3 . Sáb., a partir das 11 h. «Tênis de mesa. A partir de 7 anos. 0 9 /0 3 . Sáb., a partir das U h . •Mini-tênis e frescobol. A partir de 5 anos. 16/03. Sáb., às 11 h. «Badminton. A partir de 10 anos. 23 /0 3. Sáb., a partir das 1 lh. «Fute-Tênis. A partir de 10 anos. 30 /0 3. Sáb., a partir das 1 lh.

ESPORTE PARA ADOLESCENTES. Inscri­ ções grátis. De 0 5 /0 3 a 30 /0 4. Ter. e qui., às lOh eàs 16h. ESPORTE CRIANÇA. 7 a 12 anos. Grátis.Ter. e qui., às 14h30. TÊNIS. Aulas para grupos de 4 alunos,

S

a l DA SAÚDE. Tema: Saúde da Mu­ lher e Alimentação de Verão. De 15 a 30 /0 3. Seg. a sex., das lOh às 19h, sáb. e feriados, das 1Oh às 18h.

VOLLINTÁRIOS DA SAÚDE. Dirigido à lí­ deres comunitários, agentes de saúde. Grátis. De 12 a 14/03. Ter. a qui., das 19h às 21 h. Ianchonetes LANCHES E PRATOS RÁPIDOS. Reservas para festas. Seg. à sex., das 12h às 15h e das 16h às 19h/ sáb., das 1 lh às 18h. clínicas odontológicas ODONTOSESC. Atendimento e marcação de consultas de ter. a sáb., das 9h às 18h.

PRCGRAMA DA TERCEIRA IDADE. R$ 20,00 (□) e R$ 10,00 (O). A partir de 55 anos. VÔLEI ADAPTADO. De 0 1 /0 2 a 22 /0 3. Qui., às 15h. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Seg. e qua., às 15h/ ter. e qui., às 14hl5. TÊNIS. A partir de 55 anos. R$ 30,00 p ) e R$ 15,00 P ) . De 2 0 /0 2 a 27 /0 3. Qua. e sex., às lóh e 16h45. ESPORTES

jo g o s!

SOMBRA E ÁGUA FRESCA. Clu­ be de Férias para crianças de 4 a 17 anos. Grátis. Inscrições abertas. Até 02 /0 3 , das IOhàs 18h.


6ESC SANTO ANDRÉ

LUIZ MELODIA

II dereço: Rua

Tamarutaca, 302 líEfONE: (0XX1 1} 4 4 6 9 12 00 IorAr/o: Segunda a Sexta, |.s 13 h às 2 2 h . Sábados, OM/NGOS E FERIADOS, DAS 9h ÀS 18u. ifiail@santoandre.sescsp.org.br

TEATRO

.

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•1ENDÁRIO DA PEDRA. Texto, direção, Toonoplastia, coreografia e interpretação Aolo de Denise Stoldos. De 22 a 2 4 /3 , Hiiexta e sábado às 21 h, domingo às <!9h. Teatro. R$12,00, R$ 9,00 p ) , R$ 15,00 (O).

aJADRANTE.

Monólogo com Paulo iAutran. Dia 10/03, domingo às 19h no jjTeatro. R$12,00, R$ 9,00 p ) , R$ 6,00 (O). Grátis. Retiradade convite com 1h de antecedência. MÚSICA

d ia 2 4 , às 1 8 h

3T

CARVALHO, BEZERRA DA SILVA E LECY BRANDÃO. Dia 9. Sábado, às 20h. Estacionamento externo. Gratuito.

DNINHO CARRASQUEIRA E MARIA TEREZA MADEIRA. Dia 10. Domingo, 11 h. Teatro. Grátis. Retiradade convite com 1h de antecedência. FICINA DE CORDAS DE PERNAMBU­ CO. Dia 12/3. Terça, às 21 h. R$12,00, R$ 9,00 p ) , R$ 6,00 (O). RNALDO ANTUNES E BANDA. Dias: 15, 16 e 17. Sexta e Sábado, 21 h, Do­ mingo, 19h. R$12,00, R$ 9,00 p ) , R$

a ser oferecida a partir de Abril e a for­ ma de inscrição. Aproveite para regis­ trar as atividades de seu interesse.

6.00 (O). OSSA - UM TRIBUTO PAUUSTA. Dia 19/03. Terça, às 21 h. Teatro. R$12,00, R$ 9,00 p ) , R$ 6,00 (O). ANDA. BRAZUCA. Dia 26 /0 3. Terça, às 21 h. Teatro. R$12,00, R$ 9,00 p ) , R$

aulas abertas Grátis. Dança de salão, dança flamenca, dança afro brasileira, dança de rua e dança do ventre, entre outras. Dia 10/03 a partir das 9h30.. MULTIMÍDIA E INTERNET

6.00 (O). D MOTTA E BANDA. Dias: 29, 30 e 31. Teatro. Sexta e Sábado, 21h.n Domin­ go, 19h. R$12,00, R$ 9,00 p ) , R$ 6,0 0 (0 ). DANÇA spetáculos AQUE. Com a Cia. De Dança de Diade­ ma. Grátis. Retirada de ingressos com antecedência de uma hora e meia no dia do espetáculo. 21 /0 3. Quinta, às 21 h. Teatro. 'AMAS DA DANÇA. Apresentação de solos-performances. Com Angel Vianna, Ruth Rachou e Ivonice Satie. Grátis. Reti­ rada de ingressos com antecedência de uma hora e meia no dia do espetáculo. 21 /0 3 . Quinta, às 21 h. Teatro. UCES. Com Renata Mello. Grátis. Quinta às 21 h, no Teatro. Retiradade convite com 1h de antecedência.

nforme-se na Central de Atendimento so­ bre a programação de cursos regulares

INTTERNET UVRE. Terça à sexta, das 13h às 21 h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h30.

LITERATURA serviços BIBLIÓTECA. De terça a sexta. Das 13h ás 22h. Sábados e domingos, das 9h às 18h. Grátis. especial PERFORMANCE. Buscando estimular o interesse e o prazer pela leitura e divulgar o acervo da biblioteca da unidade, uma performance voltada para o público jovem com os atores da Cia. Caos. Dia 2 0 /0 3 . Quarta, às 20h. Grátis.

PAULO MIKLOS >

ARTES VISUAIS wokshops LOOP B e MAURÍCIO PEREIRA. Música eletrônica. Dias 09 e 10/03. Sábado e domingo, às 11 h e 15h. Grátis INTERVENÇÕES NA WEB. Participação do músico Loop B, mostrando as possi­ bilidades de criação musical no compu­ tador. Dia 14/03. Quinta, às 14h. Dia 15/03. Sexta, às 18h. Grátis. DEMONSTRAÇÕES NA WEB. Com moni­ toria de técnicos do Sesc. Dias 12/03. Terça, às 14h. Dia 13/03. Quarta-feira, às 18h. Dias 16, 17, 23, 24, 30 e 31 /0 3. Sábados e domingos, às 13h.

ANIMAÇÃO NA WEB. Uma seleção de si­ tes de animação voltados para o públi­ co infantil. Dias 26, 27 e 28/03. De ter­ ça a quinta, às 14h. Dias 29, 30 e 31 /0 3. Sexta, sábado e domingo, àsl4h. Grátis.

exposição BRINCADEIRAS DE PAPEL. Cenogra­ fia de Beto Paiva e Angela Barbosa e do designer de móveis e objetos Nido Campolonao. Terça a sexta, das 9 às 19h. Sábados e domingos, das 9 às 18h. Grátis. oficinas CONFECÇÃO DE BRINQUEDOS. Coordenação de Andrea Cavinato, da Cia. Caixa de Fuxico. Duração de 2h. Salas de Múltiplo Uso 1. Grátis. Dia 9 /0 3 . Sábado, às 1 lh . Dias 16, 23 e 3 0 /0 3 . Sábados às lOh, às 13h e às 16h. OFICINA DE MÁSCARAS. Coordena­ ção Gigi Manfrinato e Sandra Lee. A partir de 15 anos. Inscrições an­ tecipadas. Grátis. Dias 19, 21, 26 e 2 8 /0 3 . Terças e quintas às 14h30

revista &

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SESC VILA M A R IA N A


SANTOS

SANTO INFANTIL

O CARfW AL DOS ANIMAIS. De Camille Salnl-Soèns. Regência e lexfo de João Maurício Galindo. Com Cássia Scapin. Dia 10/3, domingo, às 15h. No teatro. R$5,00, 3,50 (□), 2,50 (O). Retiradade convite com 1h de antecedência. LÁ VEM PIPOCA. Músicas de Hélio Ziskind. Bonecos de Magda Crudelli e Neusa de Souza. Desenhos de Marcello Araújo. Vocais de Tarsila e Tess Coelho. Cantora convidada Suzana Salles. Músi­ cos Hélio Ziskind e Décio Gioielli. Dias I ó e 17/3, sábado e domingo, às 11 h. Teatro. R$: R$5,00; 3,50 (□) e 2,50 (O). TODA FAMÍLIA. Musical infantil, no qual todas as famílias dos instrumentos musi­ cais são apresentadas em canções de Roseli Novak . Direção e arranjos de Cé­ sar Assolant. Dias 30 e 31/03. Sábado e domingo, às 11 h. Teatro. R$: R$5,00; 3,50 (□) e 2,50 (O). recreação CONTADORES DE HISTÓRIAS. Com João Acayabe, ator. Dia 09/0 3. Sábado, às 13h. Dias 23 e 24/0 3. Sábado e domin­ go, às 15h. Área de Leitura. Com a Cia. Ateliê Teatro. Dias 16, 17/03. Sábados e domingos, às 15h. Area de Leitura.

NADO SINCRONIZADO. Apresentação das atletas do Clube Paineiras. Dia 23, às 11 h. CLÍNICA DE BASQUETE. Com Janelh (Sele­ ção brasileira e WNBA), fará demons­ trações da modalidade e ensinará os princípios básicos do basquetebol. Dia 24, às 14h. JOGOS EXIBIÇÃO. Futsal, com equipes masters, formadas por ex-atletas do Pal­ meiras e São Paulo F. C. Dia 30, às 14h. Basquete, com os ex-atletas da seleção brasileira, Wlamir Manques, Carioquinha, Manquinhos e Paulinho Vi lias Boas. Dia 31, às 14h. torneios e campeonatos TORNEIO DE FUTSAL INTER EMPRESAS. Reunindo funcionários das principais empresas da região do ABC. Dia 10, a partir das 13h. recreação RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE E DIRIGI­ DA. Futsal, volei, basquete e esportes adaptados. Infantil e adulto. Grátis. Terça a sexta a partir das 13h30 e sábados e domingos, a partir das 9h30. RECREAÇÃO AQUÁTICA. Grátis. É obri­ gatório estar com o exame médico atua­ lizado. . Terça a sexta a partir das 13h30 e sábados e domingos, a partir das 9h30.

CORPO E EXPRESSÃO

PROGRAMAÇÃO DE INAUGURAÇÃO. Vivências corporais, jogos-exibição, de­ monstrações esportivas e clínicas com atletas olímpicos. 09 /0 3, a partir das I I h. Grátis. aulas abertas. A partir do dia 10/03. Terças à domingo. Informe-se na Central de Atendimento. •Alongamento 8h30, 15h30, 17h30 e 19h30. «Ginástica 9h30, 18h30 e 20h30. •Hidroginóstica 7h30, 10h30, 16h30,18h30 e 20h30. «Judô 16h30. •Condicionamento físico 7h30 às 21 h30. «Alongamento 9h30, 14h30, 16h30, 18h30 e 20h30. «Ginástica 10h30, 15h30 e 19h30. «Hidroginástica. 8h30, 1 lh30, 15h30, 17h30 e 19h30. «Karatê lóh30. «Condiciona­ mento físico 7h30 às 21 h30. «Alonga­ mento 9h30. «Ginástica 10h30. «Hidraginástica 11 h30. «Condicionamento físico 9h30 às 14h30. CURSOS. Informe-se na Central de Atendi­ mento sobre a programação de cursos regulares a ser oferecida a partir de Abril e a lorma de inscrição. Aproveite para registrar as atividades de seu inte-

ESPORTES

JUDÔ. Vivência da modalidade, com orientação de Douglas Vieira, medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles. Dia 16, às 15h. ESGRIMA. Vivência da modalidade, com orientação de crtletas da Federação Pau­ lista de Esgrima. Dia 17, às 1 lh.

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RECREAÇÃO INFANTIL Grátis. Brinca­ deiras de rua, cirandas, jogos infantis e cooperativos. Domingo a partir das 14h00.

Endereço: Rua Conselheiro Ribas, 136 Telefone: (0XX13) 3 2 2 7 5 9 5 9 Horário: Terça a Sexta, das 13h às 22 h. Sábados, Domingos e feriados, das IOh à s 19h email@santos.sescsp.org.br

R$ 5,00 (O ❖). 0 8 /0 3 . Sexta, 20h30. •O Teatro Narrativo. Com Ednaldo Freire e Luiz Alberto de Abreu. Público Alvo: diretores teatrais, atores, drama­ turgos e produtores culturais em geral. A partir de 16 anos. Inscrições gratuitas até 07 /0 3 , na Central de Cursos. 30 va­ gas. 0 8 /0 3 . Sexta, às 18h30.

SAÚDE E AUMENTAÇÃO MÚSICA

serviços EMPRÉSTIMO DE MATERIAL Mediante apresentação de carteirinha e de acor­ do com os horários de recreação. Terça a sexta a partir das 13h30 e sábados e domingos, a partir das 9h30.

BARRACA BAR. Serviço de bar, petiscos, lanches e bebidas. Aos sábados, das 9h às 19h. Domingos, das 9h às 17h. De 15/01 a 03 /0 2 , funcionamento de ter­ ça a domingo, das 9h às 17h. Terça a domingo, das 9h às 17h.

SAÚDE E AUMENTAÇÃO

TEATRO

lanchonetes QUADRAS, EXTERNA E INTERNA. Lan­ ches, pratos rápidos, sucos e bebidas.

espetáculos PRÊMIO PUNIO MARCOS DE CULTURA. Dia 02, performance Naquele Inverno Picasso Floresceu, com o grupo Temetal. Em seguida, Qorpo Santo, com o Nú­ cleo de Artes Cênicas do Sesi Santos. Dia 03, O Boi Viramundo, com a Cia. Abaréteatro. Grátis. Retirada antecipa­ da de convites. Sábado, às 20h30 e 21 h. Domingo, ás 1óh.

especial AVALIAÇÃO FÍSICA. Grátis. Dia 10, das 9h30 às 17h30. TERCEIRA IDADE

Informe-se na Central de Atendimento so­ bre a programação de cursos regulares a ser oferecida a partir de Abril e a for­ ma de inscrição. Aproveite para regis­ trar as atividades de seu interesse.

PONTO DE VISTA. Texto de David Hare. Direção, José Possi Neto. Com Beatriz Segall, Adriana Esteves, Myriam Pires e outros. 22, 23 e 24. Sexta a domingo, às 21 h.

aulas abertas Grátis. «Terça e Quinta: Ginástica 8h30; Alongamento 8h30, 15h30 e 17h30; Hidroginástica 10h30 elóh30; Condi­ cionamento físico 7h30 às 17h30. •Quarta e Sexta: Alongamento 9h30, 14h30, 16h30 e 18h30; Ginástica 10h30 e 15h30; Hidroginástica 8h30,11 h30 e 15h30; Condicionamen­ to físico Th30 às 17h30. «Sábado: Alongamento 9h30; Ginástica 10h30; Hidroginástica 11 h30; Condicionamen­ to físico 9h30 às 14h30.

OUVINDO A VOZ. Com o grupo de tea­ tro da Terceira Idade do Sesc. Texto de Perito Monteiro. Direção de Neide Ve­ neziana. Grátis para matriculados no Sesc, com retirada antecipada de convi­ tes. R$5,00, para não matriculados. 31 /0 3. Domingo, às 20h. RUMOS DO TEATRO. Espetáculos e Ofici­ nas. «A Nau dos Loucos Stultífera Navis. Texto, Luiz Alberto de Abreu. Dire­ ção, EdnaIdo Freire. Com a Fraternal Cia. de Arte e Malasartes. R$ 10,00 e

F/M DE TARDE. «High Society, dias 5 e 9. «Trio Sperandéo,l 2 e 26. «Dario e Trio, 6 e 20. «Cláudios e Jaime, 13 e 27. «Mário e PC, 1 e 15. «Dual Clavi, 8 e 22. «Duo Lizzi, 3, 17 e 31. «Cíce­ ro e Pepeu, 10 e 24. Grátis.Terças, quartas e sextas, às 18h. Domingos, às 17h30.

SOL MAIOR. O projeto Sol Maior acon­ tece semanalmente no Bar do Sesc. Quinta, às 21 h30. «Ângela Ro Ro. R$ 10,00 e R$ 5,00 (O ❖). 1 4 /0 3 «Ko la Joe. Grátis, com retirada antecipa­ da de ingressos. 21 /0 3 . «Zuzo Moussawer. R$5,00 e R$2,50 (O ❖). 2 8 /0 3 . DANÇA

DANÇA CRIAÇÃO. Para a Terceira Ida­ de. R$45,00 e R$18,00. Quarta e sex­ ta, 18h. DANÇA DE RUA. R$35,00, R$25,00 e R$18,00. Sábado, 15h. DANÇA DE SALÃO. R$ 50,00, R$ 40,00 e R$ 25,00. Sábado, 15h e 16h30. DANÇA MODERNA. R$ 45,00, R$32,00 e R$18,00. Terço e quinta, 19h. Quar­ ta e sexta, 20h SAPATEADO. R$ 47,00, R$ 36,00 e R$ 18,00. Quarta e sexta, 1Oh.


mas às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, 14h00, 15 h00, lóhOO, 17h00, 18h00, 19h00, 20h00 e 21h00. Sá­ bados, das 1OhOO às 12h00 e 15h00 às 17h00. R$ 45,00, R$ 32,00 e R$ 18,00. NATAÇÃO. Terça à sexta a partir das 7h. Vários horários. A partir de 5 anos. R$50,00, R$ 30,00 e R$22,00. POWER YOGA. R$ 56,00, R$50,00 e R$28,00. Terça e quinta, 18h.

LIAN G O N G . R $56,00, R $48,00 e R $28,00. Quarta e sexta, 17h. YO GA . R $ 5 0 ,0 0 , R $ 4 0 ,0 0 e R $22,00. Terça e quinta, 7h, 8h, 9h, 1Oh, 19h e 20h. GINÁSTICA OLÍMPICA. Quartas e sextas. Turmas às 8h 0 0, 9h00, 1OhOO, 14h 0 0, 15h00, lóhOO e 17h00. A partir de 04 anos. R$ 3 5 ,0 0 , R$ 2 4 ,0 0 e R$ 16,00. SOCIEDADE E CIDADANIA

TRAMPOLIM ACROBÁTICO. A partir de 03 anos. R$35,00, R$24,00 e R$16,00. De 0 5 /0 2 a 3 0 /1 2 . Quar­ tas e sextas, 19h e 20h. ESPORTE CRIANÇA. Terças e quintas ou quartas e sextas, em diversos horá-

arte marcial CAPOEIRA. A partir de 6 anos. R$ 50.00, R$ 35,00 e R$ 28,00. Terça e quinta, 19h30 e 20h30. CARATÊ. A partir de 6 anos. R$ 46,00, R$ 30,00 e R$ 18,00. Terça e auinta, 1Oh. Quarta e sexta, 16h, 18h30 e 20h. ARTES PLÁSTICAS/VISUAIS

ATELIÊ ABERTO INFANTIL DE DESENHO E PINTURA. R$65,00, R$60,00 e R$30,00. Sábado, 1Oh. BIJOUTERIAS E ACESSÓRIOS. R$70,00, R$45,00 e R$35,00. Terça, 14h. Quarta, 19h. Sábado, 1Oh.

CRIAÇÃO EM ATELIÊ ABERTO DE DESE­ NHO ARTÍSTICO E PINTURA. ■ R$65,00 e R$30,00. Quintas, 20h. Sábados, 14h. PINTADOS E BORDADOS. R$32,00, R$24,00 e R$ 12,00. Terça, 14h e 16h. Quarta, 13h30.

JUDÔ. A partir de 6 anos. R$ 70,00, R$ 55,00 e R$ 30,00. Terça e quinta, 17h30, 18h30. Quarta e sexta, 9h00. TAICHI CHUAN. R$56,00, R$ 48,00 e R$28,00. Terça e auinta, 7h, 8h e 9h. Quarta e sexta, 18n e 19h. recreação PARQUE AQUÁTICO. Terça à sexta, das 9h às 21 h, sábados e domingos, das lOh às 19h.

especial N O CENTRO DA MEMÓRIA. Exposi­ ção, lançamento de livro, espetá­ culo e debates em torno do passa­ do, do presente e das perspectivas da cidade. «Memórias do Comér­ cio. Exposição, em parceria com o Museu da Pessoa, que retrata mo­ mentos históricos da atividade co­ mercial. De 2 1 /0 3 a 2 1 /0 4 . Terça a sexta, das 13h às 22h. Sábados e domingos, das 1Oh às 19h. INFANTIL espetáculos BÓl VIRAM UNDO. Com o grupo Abareteatro. Grátis. Retirar convi­ tes antecipadamente. 0 3 /0 3 . Do­ mingo, às 16h. MEU DEUS, ISTO FALA! Com a Trupe Ilimitada. R$ 5 ,0 0 e R$ 2 ,5 0 (O ❖ ). 1 0 /0 3 . Domingo, àsl 6h30 A CIGARRA E AS FORMIGAS DE­ FENSORES DA NATUREZA. Com a Cia. Centopéia. R$ 5 ,0 0 e R$ 2 ,50 (O ❖ ). 2 4 /0 3 . Domingo, às 16h30.

torneios e campeonatos TOP 2002. Inscrições até 15 de março, no setor de esportes, das 9h às 22h. Reunião técnica dia 15 de março às 20h. De 1 7 /0 3 a 3 0 /0 6 . Terça a sex­ ta, das 19h às 22h.

DEPOIS DO MAR. Com o grupo Espaçonautas - Teatro Experiência. R$ 5 ,0 0 e R$ 2 ,5 0 (O ❖ ). 3 1 /0 3 . Domingo, às 16h30.

CORPO E EXPRESSÃO

palestras PONTO DE ENCONTRO. Com a nu­ tricionista Suemi de Freitas e a culinarista Vera Helena dos Santos Marini. Inscrições no balcão de in­ formações a p artir do dia 1 4 /0 3 /0 2 (vagas limitadas). 2 2 /0 3 . Sexta, às 15h.

TERCEIRA IDADE

LITERATURA lançamento CULTURA LÚDICA E CIDADANIA NA PRÁTICA ESPORTIVA: OS CLUBES DE FUTEBOL DE PRAIA EM SANTOS. De Célio Nori. 1 1 /0 3 . Segunda, às 20h. bibliotecas LEITURA NA EMPRESA. Informações: telefone (13) 3227.59.59, r. 243. Ter­ ça a sexta, das 13h às 22h. CINEMA E VÍDEO

SALA DE VÍDEO. Neste mês O Riso ao Redor do Mundo. Entrada Franca. Sábado e domingo, 1óhOO. ESPORTES

INICIAÇÃO ESPORTIVA. 12 a 17 anos. Terças e quintas ou quartas e sextas, em diversos horários. MUSCULAÇÃO. Terças, quintas, quar­ tas e sextas. A partir de 15 anos. Tur­

CONSCIÊNCIA CORPORAL PARA GES­ TANTES. R$52,00, R$46,00 e R$28,00.Terças e quintas, 8h. EUTONIA. R$50,00, R$38,00 e R$25,00. Quartas, às 16h e sábados às 1Oh e 14h. GINÁSTICA 3o IDADE. Terça à sexta, 7h, 8h, 9h, lOh e 17h. A partir de 55 anos. R$ 40,00 e R$ 18,00. Terça a

GINÁSTICA LOCALIZADA. Terça à sex­ ta, a partir das 7h até 21 h. A partir de 14 anos. R$45,00, R$ 32,00 e R$18,00. GINÁSTICA RÍTMICA DESPORTIVA. A partir de 8 anos. Terça à Sexta. R$ 45.00, R$ 32,00 e R$ HIDROGINÁSTICA. Terça à Sexta. A partir de 13 anos. R$60,00, R$40,00 e R$30,00.

TARDES DANÇANTES. Música ao vivo, R$6,00 e R$ 3 ,00 . Música mecânica, R $3,00 e R $1,50 (O ❖ ). 02 , 09, 16, 23 e 3 0 /0 3 . Sá­ bados, das 1óh às 19h. REUNIÃO MENSAL. 2 8 /0 3 . Quinta, às 16h. FÉRIAS/TURISMO SOCIAL excursões rodoviárias TURISMO SOCIAL. Inscrições para viagens às cidades mineiras de Monte Verde e São Lourenço. Ex­ cursão a São Paulo para visita à exposição Pelé - A Arte do Rei, no Masp. De 0 5 /0 3 a 1 2 /0 4 . De ter­ ça a sexta, das 13h às 21 h30.

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De 2 a 31 Sábados, domingos e feriados


SÃO CAETANO R$ 60,00 e R$ 30,00 (O). 01 aula semanal com 6 meses de duração R$ 44,00 e R$ 22,00 (O). Terças, quintas, às 1Oh e 16 h 3 0 / segundas às 10 h / sábados, às 11 h. TERCEIRA IDADE

DANÇA. R$ 20,00 e R$ 10,00 (O) Terças e quintas, às 1Oh. NATAÇÃO. Acima de 55 anos. Duai aulas semanais, duração de 05 me­ ses. R$ 30,00 e R$ 15,00 (O). Se­ gunda e quarta, às 15h30, terça quinta, às 9h, quarta e sexta, às 1Oh ginástica GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. São Caeta no. Acima de 16 anos. R$ 38,00 R$ 19,00 (O). Segundas e quartas às 16 h / terças e quintas, às 9h. HIDROGINÁSTICA. Acima de 55 anos. 2 aulas por semana, R$ 30,00 e R$ 15.00 (O). 1 aula por semana, R$ 22.00 e R$ 11,00 (O). Segundas e quartas, às 14h 3 0 / terças e quintas, às 12h, 13h30 e 14 h 3 0 / quartas e sextas, às 12 h / segundas, às 9h e 11 h / sextas, às 16h30 e 17h30. FÉRIAS E TURISMO SOCIAL

Endereço: Rua PiauI, 55 4 Telefone: (0 X X 1 1) 4 2 2 9 82 88 Horário: Segunda a Sexta, das 7 h às 21 h45. Sábados, das 9h às 17h45 email@saocaetano.sescsp.org.br

17h30 e 19h30, quartas e sextas, às 7h, sextas, às 18h30, sábados, às 8h, 10b e 14h.

às 7h, 1 1 h, 15h 3 0, 18h 30 e 20h30, quartas e sextas, às 8h, 9h e 11 h, segundas, às 8h, sextas, às 19h30, sábados, às 9h e 12h.

CORPO E EXPRESSÃO SAUDE E ALIMENTAÇAO

MUSICA

ESTÚDIO 554. Espaço musical que previlegia apresentações intimistas e acústicas. R$ 5,00 , R$4,00 (□ ), R$2,50 (O ). »Ná Ozzetti. 0 4 /0 3 . Segunda, às 20h. •Vân ia Bastos. 1 8 /0 3 . Segunda, às 20h. PLATAFORMA ABC. Mostra da pro­ dução cultural da região do Gran­ de ABC. «Nos Tempos de Noel. Com o grupo vocal e dramático do IMES. Grátis. 0 1 /0 3 . Sexta, às 20h. «Tá rindo de que? Mostra com os cartunistas: Gilmar Barbosa e Márcio Baraldi de Santo André, M ário Mastrotti e Luiz Carlos Fer nandes de São Caetano do Sul Grátis. Até: 1 /0 3 . Segundas à* tos, das 9h às 21 h 3 0 / sábados das 9h às 17H30. ESPORTES

NATAÇÃO. Acima de 14 anos. 2 au­ las semanais com 4 meses de dura­ ção. R$ 6 0 ,0 0 e RS 30 ,0 0 (O ). 1 aula semanal com 06 meses de du­ ração. R$ 44 ,0 0 e R$ 22 ,0 0 (O ). Segundas e quartas, às 13h30 e 19h30, terças e quintas, às 8h,

ALONGAMENTO. Acim a de 16 anos. Para comerciários e usuários matriculados. Grátis. Segundas e quartas, às 17 h 3 0 / terças e quin­ tas, às 7h. CONDICIONAMENTO FÍSICO. Com Aparelhos. Acima de 16 anos. R$ 4 6 .0 0 e R$ 2 3 ,0 0 (O ). Terceira aula opcional para alunos. R$ 2 6 .0 0 e R$ 13,00 (comerciários matric.). Segundas e quartas, às 15K30, 17h, 18h, 19h, 2 0 h / ter­ ças e quintas, às 7h, 8h, 9h, 1Oh, 11 h, 15 h ,l 7h, 18h, 19h, 2 0 h / quartas e sextas, às 7h, 8h, 9h, 10 h / sextas, às 17h, 18h e 19 h / sábados, às 8h, 9h, 1Oh. GAP. Glúteos, abdômen e pernas. Acima de 16 anos. R$ 38 ,0 0 e R$ 19,00 (O ). Terças e quintas, às 20K30. GINÁSTICA LOCALIZADA. Acima de 16 anos. R$ 38 ,0 0 e R$ 19,00 (O). Segundas e quartas, às 18h30. HIDROGINÁSTICA. Acima de 14 anos. 2 aulas semanais, R$ 64 ,0 0 e R$ 3 2 ,0 0 (O ). 1 aula semanal, R$ 4 8 ,0 0 e R$ 24 ,0 0 (O ). Segun­ das e quartas, às 16h30, 17h30, 18h30 e 20h30, terças e quintas,

exame médico e dermatológico EXAME MÉDICO DERMATOLÓGICO. Apresentar-se em traje de banho. Crianças até três anos não pagam. Válido por 3 meses. R$ 15,00 (□) e R$ 7,50 (O). Apresentar-em traje de banho. Segunda, terça, quinta, sex­ ta, das 17h30 às 2 0 h 50 / sábados, das 8h30 às 11 h50. INFANTIL

excursões rodoviárias BERTIOGA/ SP. A partir de 5 X 35,00 (total R$ 170,00 em apartamento tri- I pio, O). Saída às 7h do Sesc São j Caetano. Inscrições em 0 7 /0 2 . De 11 a 14 /0 3.

BELO HORIZONTE COM CIDADES HIS­ TÓRICAS/MG. A partir de 5 X R$ 58,00 (total de R$ 290,00 em apar­ tamento triplo, O). Saída às 8h do Sesc São Caetano. De 14 a 19 /0 3.

PENEDO/ RJ. A partir de 5 X R$ 62,00 (total de R$ 31 0,00 em apartamento j triplo, O). Saída às 19h ao Sesc São ] Caetano. De 28 a 31 /0 3 . RIO DE JANEIRO/ RJ. A partir de 5 X R$ 60,00 (total de R$ 300,00 O). Saída às 19h30 do Sesc São Cae­ tano. De 28 a 3 1 /0 3 .

espetáculos TEATRO INFANTIL. Apresentações se­ guidas de oficinas, sobre teatro de animação. Com a C/o. Sobrevento. R$ 2,00, R$1,60 (□), R$1,00 (O), menores de 3 anos grátis. MOZART MOMENTS. 0 2 /0 3 . Sábado, às 15h. THEATRO DE BRINQUEDOS. 0 9 /0 3 . Sábado, às 15h. BRASIL PARA BRASILEIRO 1 6 /0 3 . Sábado, às 15h.

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O ANJO E A PRINCESA. 2 3 /0 3 . Sába­ do, às 15h.

NATAÇÃO. De 08 a 13 anos. 2 aulas semanais com 4 meses de duração, Ç - O d o n to log ia

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ti, 27/0 3. Quartas, às 15h30 e às 20h. SITES DE BUSCA. Grátis. De 07 a 28/03. Quintas, às 15h30 e às 20h. INICIAÇÃO À INTERNET - Turma 2. R$ 20,00, R$ 15,00 R$ 10,00 (O). De 08 a 2 9 /0 3 . Sextas, das 19h30 às 21 h.

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ANIMAÇÃO NO COMPUTADOR. Maiores informações: 5080-3076. R$ 50,00, R$40,00 R$ 25,00 (O). De 09 a 31/0 3. Sábados e domingos, 13h30 às 18h30.

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ARTES PLÁSTICAS E VISUAIS

EVIDÊNCIA FEMININA. Realização de tra­ balhos artísticos produzidos coletivamen­ te. Praça de Eventos. Grátis. 09/0 3. Sá­ bado, a partir das 1Oh.

Endereço : Rua Pelotas, 141 Telefone: ( X X I 1) 5 0 8 0 3 0 0 0 H orário : Terça a Sexta, das 7 h às 2 2 h; sábados . Domingos e feriados, das IO h à s 19h em ail @vilamariana.sescsp. org. br

TEATRO espetáculos O EVANGELHO SEGUNDO JESUS CRIS­ TO. Texto de José Soramago. Dramatur­ gia de Maria Adelaide Amaral. Direção de José Possi Neto. Cenografia de J. C. Serroni. R$ 30,00, R$ 15,00 (0) e R$ 10.00 (O). Ingressos à venda nas unida­ des integradas da rede Sesc. Até 10/03. Quintas, sextas e sábados, às 21 h / do­ mingos e feriados, às 18h. MÚSICA

JAMELÃO. R$ 10,00 (outros), R$ 7,50 (□| e R$ 5,00 (O ❖). 20/03. Quarta às 15h. NOVOS RUMOS. «Paulo Miklos R$20,00 (outros), R$ 10,00 (□) e 7,50 (O). 27 e 28/03. Quarta e quinta, 21 h. SÉRIE LANÇAMENTOS. «Fernando Muzzi. Auditório. R$2,50 (O),R$3,50 (□) e R$5,00 (outros). De 12 a 13/03. Terça e Quarta , às 20h. «Renato Consorte. Au­ ditório. R$2,50 (O), R$3,50 (□) e R$5,00 (outros). 19 e 20/03. Terça e Quarta , às 20h. «Luiz Melodia. R$ 25.00 (outros), R$ 12,50 (□), R$ 10 (❖) e 7,50 (O). 22 a 24/03. Sexta e sába­ do, às 21 h. Domingo, às 18h. «Zé Gui­ lherme. Auditório. R$2,50 (O), R$3,50 ( q e R$5,00 (outros). De 26 a 27/03. Terça e Quarta , às 20h.

TOQUE NA VILA. «Décio Rocha. Auditó­ rio. R$ 5,00, R$ 3,00 ( q e R$ 2,50 (O). 01/03. Sexta, às 20h. «Tons, Ritmos e Timbres. Oficina ministrada por Décio Rocha. Trazer sucata (latas de leite, gar­

rafas de plástico, etc.). 20vagas. 5° an­ dar, sala 1. R$ 5,00 e R$ 2,50. 02 /0 3. Sábado, às 14h.

O PERFIL DA CARICATURA. Coordenação de Cláudio Tucci. Turma 1 - de 12 a 14/3, e turma 2 - de 26 a 28/3. 20 va­ gas por turma. Informações e inscrições na Central de Atendimento. Grátis. De 12 a 28/03. De terça a quinta, das 16h às 18h30. LITERATURA

CURSOS REGULARES. O Centro de Música do Sesc Vila Mariana é um espaço que privilegia o estímulo aos processos de aprendizagem, criação, registro e difu­ são de todos os aspectos da cultura musi­ cal. Centro de Música. Informações 5080-3080. «Aula inaugural. Com o Maestro João Maurício Galindo, sobre o significado da música no cotidiano urba­ no. Auditório. Grátis. 05 /0 3. Terça, às 20h. «Computador e Internet como ins­ trumento musical. Coordenação de Re­ nato Veras Quarta, das 18h30 às 20h. Duração: 2 meses. Vagas: 16. R$ 30,00 ( q e R$ 15,00 (O). De 0 6 /0 3 a 24/04. Quartas, 18h30 às 20h. «Apreciação musical. Rococó, Classicismo e Romantis­ mo. Coordenação de Maurício Aguilar. Vagas: 15. R$ 30,00 ( q e R$ 15,00 (O). De 09 a 30 /0 3. Sábado, das 12h às 14h.

DIVERSIDADE MUSICAL «Cena eletrônica. Com os DJs Camilo Rocha e Gaya. Grá­ tis. 2 2 /0 3/2 00 2. Sexta-feira, às 19h30.

espetáculos •Jornal faldo. A interpretação da crônica de jomal. «Crônica literária. Com Welington Andrade. Atrium. Grátis. De 09 a 10/03. Sábado e domingo, às 14 e às 16h. «Crônica esportiva. Com Vanderley Ribeiro. Atrium. Grátis. De 23 a 24/03. Sábado e domingo, às 14 e às 16h. PALAVRA AMBULANTE. O universo literá­ rio apresentado por atores e performan­ ces. «Sentimento feminino. Patrícia Gas­ par interpreta obras de escritoras da lite­ ratura nacional. Dias 2, 3 e 16. Grátis. De 02 a 16/03. Sábados e domingos, às 14 e às 16h. «A palavra dança o femi­ nino. Mariana Muniz percorre os trechos da obra de Cecília Meireles, Florbela Es­ panca eClarice Lispector. Grátis. De 17a 31/0 3. Sábados e domingos, às 14 e às 1óh. «Personagens por seus sons. Leitu­ ra de trechos de obras e interpretação musical. «Severina. A obra poética de João Cabral de Melo Neto é interpretada pelo grupo Cordel do Fogo Encantado. Auditório. R$ 5,00, R$ 3,00 ( q e R$ 2,50 (O). 15/03. Sexta-feira, às 20h.

MULTIMÍDIA E INTERNET CINEMA E VÍDEO workshops CIDADÃO EM REDE. Conheça os servi­ ços públicos e dados governamentais disponíveis na Internet. Grátis. De 02 a 3 1 /0 3 . Sábados e domingos, às 15h. GRATUITO NA NET. Desenho em 3D. R$ 20.00, R$ 15,00 R$10,00 (O). De 05 a 2 8 /0 3 . Terças e quintas, 1 6 h l5 à s 17hl5.

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INICIAÇÃO À INTERNET - Turma 1. R$ 20.00, R$ 15,00 R$ 10,00 (O). De 06 a 2 1 /0 3 . Quartas e Quintas, das 13h30 às 15h. PESQUISAS ESCOLARES. Grátis. De 06 a

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CHUVA DE ANJOS, FIGUEIRAS DO VALE DO PARAÍBA Mostra de vídeo-documentário, aulas abertas, exposição foto­ gráfica e figuras que retratam o cotidiano aas figureiras do Vale. «Chuva de anjos. Documentário de Susan Clemesha. Reti­ rada de ingressos na Central de Atendi­ mento. Grátis. De 21 a 22/03. Quinta e Sexta, às 20h. «Imagens e figuras. Expo­ sição fotográfica. Grátis. Atrium. De 21 a 24/03. Quinta e sexta, das 9h às 21 h30 / Sábado e domingo, das 10 às 18h30. •Arte das figueiras. Aula aberta de confeccção figurinhas de barro. Grátis. 20 vagas. Retirada de senha 30 min. antes

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SESC do início da crtividode. Praça de Eventos. De 23 a 24/03. Sábado e domingo, das 14h às lóh. ESPORTES

CLUBE DO BASQUETE. A partir de 15 anos. Inscrições antecipadas no 6° andar torre B. Grátis. 0 6 /0 3 ,1 3 /0 3 ,2 0 /0 3 e 27/03. Quartas, das 18h30 às 19h50. CLUBE DO VÔLEI. A partir de 15 anos. Ins­ crições antecipadas no 6o andar torre B. Grátis. 0 8 /0 3 ,1 5 /0 3 e 2 2/03. Sextas, das 18h30 às 19h50.

AGITO JOVEM. Um projeto para jovens de 13 a 19 anos que integra várias lingua­ gens cullunais. TÊNIS E OUTRAS RAQUETES. Ginásio Ludus. De R$5,00 à R$10,00. Inscrições no Núcleo de Esportes e Atividades Físi­ cas, 6o andar, Torre B. De 19/03 a 09/05. FUTSAL Para grupo feminino de 15 a 54 anos. Aulas com 1h20 de duração. R$ 38.00 P ) , R$ 19,00 (O). De 0 5 /0 3 a 19/12. Terças e quintas, às 19h. HANDEBOL Para grupo misto de 15 a 54 anos. Aulas de 1H20. R$ 30,00 (O), R$ 15.00 P ). De 0 9 /0 3 a 14/12. Sába­ dos, às 10h30. NATAÇÃO. Duração de 4 meses. De 15 a 54 anos. Aulas de 50 min. R$ 60,00 p ) , R$ 30,00 (O). De 0 5 /0 3 a 20/12. Terças e quintas, às 7h30 e 19h30, Quartas e sextas, às 8h30 e 20h30. VÔLEI. Para grupo misto de 15 a 54 anos. Aulas de 1H20. R$ 38,00 p ) , R$ 19,00 (O). De 0 6 /0 3 a 2 0/12. Quartas e sex­ tas, às 20h. recreação JOGOSÁRECREAÇÃO. Grátis. «Recrea­ ção aquática. De 02/01 a 29/12. Ter­ ças à sextas, das 7h às 21 h30, Sábados, domingos e feriados das 9h às 18h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA. Grátis. «Badminton. A partir de 11 anos. De 03 a 3 1 /0 3 . Domingos e feriado, das 10h30 às 12h. RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. Grátis. •Futsal feminino. A partir de 15 anos. De 02 a 3 0 /0 3 . Sábados, das 13h30 às 15h. «Futsal masculino. A partir de 15 anos. De 02 a 3 1 /0 3 . Sábados, das 15h às 18h30 / do­ mingos, dos 12h30 às 18h30. «Bas­ quete e Vôlei. A partir de 15 anos. De 02 a 31 /0 3 . Sábados, das 14h às 18h30 / domingos, das 14h às 18h30 «Basquete e Vôlei. De 7 a 17 anos. De 02 a 3 1 /0 3 . Sábados, das 12h às 14h, domingos, das 12h30 às 14h.

JOGOS DE SALÃO. Informe-se sobre os horários no 6° andar, torre B. Grátis. EMPRÉSTIMO DE MATERIAL Informe-se sobre os horários no 6o andor/B.

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VILA CORPO E EXPRESSÃO aulas abertas CORPO&SAÚDE. A partir de 15 anos. Grátis. «Hidroginástica. De 02 a 31 /0 3 . Sábados, domingos e feriado às 11 h. «Condicionamento e alongamen­ to. De 02 a 31 /0 3. Sábados, às 13h, 14h30 e lóh, domingos e feriado, às 10 h 3 0 ,13h, 14h30 e ló h . «Ginástica e alongamento. De 02 a 31 /0 3. Sába­ dos, domingos e feriado, às 14h30. • Hi­ droginástica. De 02 a 24 /0 3. Sábados, domingos e feriado às 11 h.

ALONGAMENTO DO MEIO-DIA. De 15 a 54 anos. Aulas de 45 min. R$ 32,00 p ) , R$ 16,00 (O). De 05 /0 3 a 19/12. Terças e quintas, às 12hl 5. ALONGAMENTO. De 15 a 54 anos. Au­ las com 50 min. R$ 38,00 p ) , R$ 19,00 (O).De 0 5 /0 3 a 20 /1 2. Terças e quin­ tas, às 9h30, lóh, 18h30, 19h30 e 20h30 / Quartas e sextas, às 9h30, lóh, 18h30,19h30e20h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. De 15 a 54 anos. Aulas com 50 min. Terças e quintas, às 8h30, 9h30, llh 3 0 , 14h, 15h, 16h, 1Tfi, 18 h 3 0,19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 7h30,8h30,9h30, 10h30, lóh, 18h30, 19h30 e 20h30. R$ 38,00 P ) , R$ 19,00 (O). Aulas com lh20. Sábados, às 10h30. R$ 30,00 P ) , R$ 15,00 (O). De 0 5 /0 3 a 20/12. GINÁSTICA DO MEIO-DIA. De 15 a 54 anos. Aulas com 45 min. R$ 32,00 p ) , R$ 16,00 (O). De 0 5 /0 3 a 19/12. Ter­ ças e quintas, às 12h 15. GINÁSTICA. De 15 a 54 anos. Aulas com 50 min. R$ 38,00 P ) , R$ 19,00 (O). De 0 5 /0 3 a 20 /1 2. Terças e quintas, às 7h30, 8h30, 9h30, 18h30, 19h30 e 20h30 / Quartas e sextas, às 8h30, 10h30, lóh, 18h30,19h30e 20h30. HIDROGINÁSTICA. De 15 a 54 anos. Au­ las com 50 min. R$ 60,00 P ) , R$ 30,00 (O). De 0 5 /0 3 a 20/1 2. Terças e quin­ tas, às 8h 3 0 ,18h30 e 20h30 / Quartas e sextas, às 7 h 3 0 ,18h30 e 19h30. caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. Dia 0 3 /0 3 Informações e inscrições. Dias 10, 17, 24 e 3 1 /0 3 - Caminhadas no bairro. Aberto a comunidade. De 03 a 3 1 /0 3 . Domingos, das lOh às 12h30. NATUREZA E MEIO AMBIENTE aulas abertas ARTE DA RECICLAGEM. Educação am­ biental. «Fazendo artee com papel. Coordenação de Leni Bonabena de Jesus. 20 vagas. Praça de Eventos. De 02 a 0 3 /0 3 . Sábados e domingos, das 14h às lóh. «Novos instrumen­ tos, novos sons. Coordenação de Denise Haddad. Grátis. 20 vagas. Praça de Eventos. De 09 a 10 /0 3. Sábados e domingos, das 14h às lóh. «Eco moveis. Coordenação de Ricardo Afiune. Grátis. 20 vagas. Praça de Eventos. De 16 a 3 1 /0 3 . Sábados e domingos, das 14h às 1óh.

oficinas TERRÁRIOS ORNAMENTAIS. Dia 20 para crianças de 10 a 12 anos. Dia 22 para grupo da terceira idade. Grátis. De 20 a 22 /0 3. Quarta e sexta, das 15h às 17h.

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oficinas ARTE & AÇÃO. Pais e filhos em atividades que estimulam a criatividade. Praça de Eventos. De 02 a 31/03. Sábados, do­ mingos e feriados, das 12hàs 14h.

SAÚDE E ALIMENTAÇÃO BAÚ DE JOGOS. Grátis. Praça de eventos. De 02 a 31 /0 3 . Sábados e domingos, EXAME MÉDICO E DERMATOLÓGICO. das 10h30às 12h. Validade de 3 meses. R$ 12,00 e R$ 6,00. Isenção de pagamento até 3 anos. curumim De terça a sexta, das 1óh às 19h45, Sá­ SESC CURUMIM. Para crianças de 7 a 12 I bados, domingos e feriados, das 10h30 anos. Inscrições abertas, no Núcleo de às 14hl5. Esportes e Atividades Corporais. Torre B 6°.andar. Grátis, 200 vagas. Informa­ restaurantes ções: 5080-3131. De 01 a 31/03. Ter­ RESTAURANTE. Serviço de almoço de ter­ ças e quintas. Quartas e sextas, das 14h ça a sexta das 11 h30 às 14h e sábado, às 17h. domingo e feriado das 11 h30 às 14h30. Terça a sexta, das 1Oh às 22h / TERCEIRA IDADE sábados, domingos e feriados, das 1Oh às 19h. palestras SAÚDE EM DIA: NUTRIÇÃO. Grátis. clínicas odontológicas 15/03. Sexta, às 15h. CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS. Segunda a sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e TROCANDO IDÉIAS. Grátis. 26/03. Terça, das 17h30 às 21 h30 às 15h. INFANTIL espetáculos CONTANDO HISTÓRIAS. Com Clarice Schcolnik. Praça de Eventos. Dias 2 e 3; 30 e 31. Grátis. De 02 a 31 /0 3 . Sába­ do e domingo às 16h30. QUASE DE VERDADE. Auditório. R$2,50 ( O ) , R$3,50 p ) e R$5,00 (outros). De 02 a 31 /0 3. Sábados e domingos às 15h. MÍMICA E CLOWN. Intervenções de Waldo Mattos. Confira a programação: dias 9 e 17 - Romance;dias 1 0 e 2 3 -O M ú ­ sico; dias 16 e 24 - O Bebê. Praça de Eventos. Grátis. De 09 a 24 /0 3. Sába­ dos e Domingos às 16h30. especial ESPAÇO ABERTO. Um ambiente de convi­ vência aberto ao jovem com jogos, revis­ tas , vídeo e música. Sala Corpo & Arte, 6 andar, torre B. De 2 0 /0 3 a 26/04. Quartas e sextas, das 17h30 às 18h30.

CHÁ7MUSICAL Com o grupo Guyrá. Va­ gas limitadas. R$ 5 ,00 .08 /0 3. Sexta, às 15h.

VTVENCIANDO O FLAMENCO. Com Denise Fernandes. R$ 15,00 p ) , R$ 10,00 (O). De 06 a 27/03. Quartas e sextas, às 11 h30. ESPORT&JOGOS. Modalidades adaptadas para o público da terceira idade. A par­ tir de 55 anos. Aulas de 1h20. R$ 19,00 P ) , R$ 9,50 (O). Terças e quintas, às 15h30 HIDROGINÁSTICA. A partir de 55 anos. Aulas de 50 min. R$ 30,00 (□), R$ 15,00 (O). Terças e quintas, às 9h30, 11 h30, 13h, 14h e 15h Q u a r­ tas e sextas, às 13h e 16h. NATAÇÃO. Duração de 4 meses. A partir de 55 anos. Aulas com 50 min. de duração. R$ 30,00 (□), R$ 15,00 (O). Terças e quintas, às 10h30 e 17h.

ESPORT&JOVENS. Para grupo misto de 11 a 14 anos. Aulas com 1h20. R$ ginástica 38,00 p ) , R$ 19,00 (O). De 0 6 /0 3 a A partir de 55 anos. Aulas com 50 min. de 20/12. Quartas e sextas, às 15h30. duração. R$ 19,00 p ) , R$ 9,50 (O). INTRODUÇÃO À PINTURA. De R$5,00 à R$10,00. Inscrições no Núcleo de Esportes e Atividades Físicas, 6° an­ dar, Torre B. De 1 9 /0 3 a 0 9 /0 5 . Ter­ ças e quintas das 17h30 às 19h. FUTSAL. Para grupo misto d 7 a 10 anos. Aulas de 1h20. Terças e quin­ tas, às 9h30. R$ 19,00 (□ ), R$ 9,50 (O). Sábados, às 10h30. R$ 30,00 (□ ), R$ 1 5 ,0 0 (0 ). NATAÇÃO. Duração de 4 meses. Au­ las de 50 min. de duração. Grupo 5 / 6 anos: quartas e sextas, às 10h30 e 14h. Grupo 7 / 1 0 anos: quartas e sextas, às 9h30 e 15h. Gru p o 1 1 / 1 4 anos: terças e quintas, às 1óh. R$ 6 0 ,0 0 ( □ ), R$ 3 0 ,0 0 (O ).

ALONGAMENTO. Terças e quintas, às 10h30,14he 1Th / Quartas e sextas, às 10h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO. Terças e quintas, 10h30 / Quartas e sextas, às 13h. GINÁSTICA. Terças e quintas, às 10h30, 13he lóh / Quartas e sextas, às 13h.

DESCOBRINDO A INFORMÁTICA II. Com Paulo César Santos. R$ 15,00 a R$ 5,00. Sexta, das 10h30 às 12h30. NATUREZA DA PÁSCOA. Com Ana Maria Dourado e Helena Douradio. RS 5,00. 06, 07e 08/03. Quarta, quinta e sexta, das lOhàs 12h.


INTERIOR iESC a r a r a q u a r a

TEM FRANCESA NO MORRO. Com a Cia. Teatral As Graças. Roteiro e direção de Kleber Montanheiro. Espetáculo musical inspirado livremente na vida e na carrei­ ra de grandes atrizes do teatro de Revis­ ta. Teatro. R$ 10,00. R$ 5,00 (□ ❖) e R$ 2.50 (O). 13/03. Quarta, às 20h30. QUARTETO EM a . Show Verdades e Mentiras. Entre os compositores, Noel Rosa, Chico Buanque, Vinícius de Mo­ raes. Ginásio do Sesc. R$ 15,00 R$ 7.50 (□ ❖) e R$ 5,00 (O). 07 /0 3. Quinta, às 21 h. ORQUESTRA SINFÔNICA DE SOPROS OVH/AUEMANHA. No ano passado, a OVH foi escolhida em concurso como a orquestra de sopros representante da Alemanha no exterior. No programa do concerto, erudito e popular. Ginásio de Eventos. Grátis. 2 6 /0 3 . Terça, às 20h30. BOTECO DO CABRAL Homenagem ao compositor e violonista Baden Powell. Para relembrar seus sucessos, o anfitrião convida Yamandu Costa, Miúcha e Pau­ lo César Pinheiro. Convivência Externa. R$ 15,00, R$ 7,50 (□ ❖) e R$ 5,00 (O). 27 /0 3. Quarta, às 21 h. LOUCA. Com o Grupo Gestus. Interpreta­ ção Gilsamara Moura. Baseado na vida e obra de Elis Regina. Teatro. R$ 10,00, R$ 5,00 (□ ❖) e R$ 2,50 (OJ.21/03. Quinta, às 20h30. VALE A PENA LER DE NOVO: CECÍLIA MEIRELES. Destinado a crianças com idade entre 7 e 10 anos. Biblioteca. Grá­ tis. De 12 a 15 /0 3 . Terça, quinta e sex­ ta, às 13h30 e 15h30. TERTÚLIAS: NELSON RODRIGUES. Sarou literário em homenagem a um dos mais polêmicos dramaturgos do País. Leitura de textos, música ao vivo e projeção de imagens. Biblioteca. Grátis. 20 /0 3 . Quarta, às 20h30 O FEMININO NO ESPORTE. Exposição que retrata a mulher no Esporte. De 01 a 31 /0 3. CONQUISTANDO A AUTO-EST1MA Cur­ so com dinâmicas de grupo que estimu­ lam o aulo-conhecimento, a auto-con­ fiança, a valorização e o respeito pró­ prio. Sala de Múltiplo Uso. R$ 10,00 R$ 7.50 (□ ❖) e R$ 5,00 (O). 16 e 17/03. Sábado, das 13h às 16h e domingo, das 10h30 àsl3h30.

minino do Vasco da Gama. Ginásio de Eventos. 10/03. Domingo, às 15h. WORKSHOP DE GINÁSTICA MIX. Várias modalidades da ginástica de academia ministradas numa super aula. Sala de Ginástica 2. R$ 10,00 R$ 5,00 (O □ ❖1.02/03. Sábado, das 10h30 às 13h. BRINCANDO COM A CANÇÃO. Espetá­ culo que utiliza recursos teatrais para ilustrar e interpretar músicas infantis de importantes autores. Espaço de Exposi­ ção. Grátis. De 02 a 0 3 /0 3. Sábado às 16h e domingo às 11 h.

jogos que podem ser retirados com a apresentação da carteirinha do Sesc. De 0 1 /0 3 a 31 /1 2, no horário de funcio­ namento da Unidade. COPA DE FUTSAL DO COMÉRCIO E SER­ VIÇOS DE BAURU. Inscrições até dia 19. Reunião técnica dia 19, às 20h, na sala de uso múltiplo 2. Jogos de terça a sex­ ta à noite; sábados e domingos a partir das 9h.De 01/0 3 a 30 /0 4. TAÇA SESC DE FUTSAL INTERSUPERMERCADOS. Categorias: empacotadores e adulto. Inscrições até dia 18. Reunião técnica dia 19, às 20h. Início dia 21, quinta, às 19h30. De 01 /0 3 a 30 /0 4.

BOI V1RAMUNDO. Com a Cia. Abaré Teatro. Com música ao vivo e as rimas do cordel, o espetáculo leva a platéia a MOZART MOMENTS. Em pequenas ce­ reviver com muito humor o rico e mara­ nas, o espetáculo de bonecos conta al­ vilhoso folclore brasileiro. Teatro. R$ gumas passagens da vida de Mozart. 2,00. De 23 a 24 /0 3. Sábado às 16h e Com Grupo Sobrevento. R$3,00 e domingo às 11 h. R$1,50 (O □ ❖). Crianças até 12 anos, gratuilo.24/03, domingo, às 15h, no giHISTÓRIAS DAS MIL E UMA NOITES. O projeto Conlação traz a lendária perso­ nagem Sherazade, que seduziu o Sul­ NOITE DA SERESTA. Animação: Orques­ tão, livrando-se da morte. Para crianças tra Véritas. R$4,00 e R$ 2,00 (❖). O ❖, e pré-adolescentes entre 7 e 12 anos. grátis. (Idade mínima 16 anos). Venda Grátis. Terça a sexta, sessões às 14h30 de mesas dia 13, a partir das 13h30 e 15h30. Sábado às 16h e domingo às R$5,00. No ginásio. 14/03. Quinta, às 11 h, para o público em geral. De 05 a 20h. 10/03. Sesc Bauru - Av Aureliano Cárdia, 671. JOÃO PACÍFICO EM PROSA E CANTO. Tel.:(014) 235-1750. Com Christina Guiçá e direção de Lúcia SESC BIRIGUI_______________________ Barroso. Lanchonete. Grátis. 19/03. Ter­ ça, às 20h. O EXERCÍCIO DE SE RENOVAR. Os encon­ tros visam ao estudo de percepções, tro­ cas de experiências e reflexão sobre te­ mas referentes ao processo de autoconhecimento e transformação. Qualidade de Vida 0 1 /0 3 . Sexta, às 15h Criativi­ dade 0 8 /0 3 . Sexta, às 15h Transforma­ ção 15/03. Sexta, às 15h.

INICIAÇÃO ÀS ARTES CÊNICAS. Inicio dia 09 de março. Coordenação: Mazé Tavares. De 09 a 23 /0 3. Das 9h às 14h.

Sesc Araraquara - Rua Castro Alves, 1315. Tel.:(016) 3301-7500.

INICIAÇÃO ESPORTIVA. Futebol de salão e handebol. Às segundas, quartas e sex­ tas, das 9h às 11 h e das 15h às 1Th em parecria com a Secretaria Municipal de Esportes do Município. Local: Sesc Biri­ gui. De 01 a 27 /0 3. Das 9h às 1 lh e aas 15h às 17h.

SESC BAURU_______________________

IMPRESSÕES. Com Lena Roque e Maria Stela Tobar. Conta a história de duas mulheres que mandam cartas a pessoas desconhecidas. R$ 6,00 e R$ 3,00 (O □ ❖J08/03, sexta, às 21 h, no ginásio. TUBO DE ENSAIO. A Nave Experiência teatral unindo poesia e música com o ator e diretor Ezequiel Rosa. Grátis. Va­ gas limitadas. 2 7 /0 3 , quarta, às 21 h, na sala de uso múltiplo 1.

CAMPEONATO INTERSUPERMERCADOS DE FUTSAL Inscrições: De 01 a 20 /0 3, terça a domingo, na Central de Atendi­ mento. Congresso Técnico: 23 /0 3, às 15h, na sala de curso. Início dos jogos: 27/0 3. De 01 a 31/03.

SÃO PAULO ALI STAR'S BAND. Show, que reúne Luiz Carfini e Tutti-Frutti, Ro­ lando Castello Júnior e a Patrulha do Es­ paço e participações especiais de Luiz Domingues, Bocato e Andréas Kisser. R$ 6.00 e R$ 3,00 (O □ ❖J15/03, sexta, às 21 h, no ginásio.

PARQUE AQUÁTICO. De 0 1 /0 3 a 30 /1 2. Terça a sexta, das 13hl5 às 21h45/Sábados, domingos e feriados, das 9 h l5 às 17h45.

CLÁUDIO ZOU E BANDA. O cantor e compositor lança seu CD Na Pista. R$ 10.00 e R$ 5,00 (O □ ❖) 21 /0 3. , quinta, às 21 h, no ginásio.

CLÍNICA DE VÔLEI. Ministrada por Isabel, atual técnica da Equipe de Voleibol Fe­

ILHA DE LEITURA. Espaço com revistas da atualidade, jornais, livros infantis, gibis e

SONHO. Espetáculo de teatro com a Ter­ ceira idade de Birigui. Dia 05 e Buritama e dia 08 em Birigui. De 05 a 08 /0 3. À partir das 20h.

HIDROGINÁST1CA. Aulas de hidroginástica para terceira idade. De terça à sexta no Sesc Birigui. De 05 a 28 /0 3. Das 9h às 11 h e das 15h às 19h MULHER TRABALHO. Performance em ho­ menagem ao Dia Internacional da Mu­ lher. Com o grupo Physis de Teafro. Nas ruas centrais do comércio de Birigui.De 08 a 0 8 /0 3 . Das 15h às 18h. Sesc Birigui - Travessa Sete de Setembro, 5. Tel.:(018) 642-7040. SESC CAMPINAS____________________

ENCONTRO: DIVERSÃO E ARTE. Integra­ ção entre grupos de diversas cidades para intercâmbio de informações e ex­ periências com profissionais que traba­ lham com idosos. 27/0 3. Quarta, das 09h às 15h. CLÁSSICOS EM CENA. Uma programa­ ção especial alusiva à Paixão segundo

São João (trechos) e Oratório de Páscoa com suporte na música de J.S. Bach. Co­ ral Meninos Cantores de Campinas. Com Orquestra do Conservatório Musical "Carlos Gomes" Local: Catedral Metropo­ litana de Campinas. Grátis 31/03. Do­ mingo, às 20h 30 ESPETÁCULO EUS REGINA Com a Cia de Dança Impado. No Teatro. R$6,00 e $3,00 (ingressos na Bilheteria do Sesc). 10/03. Domingo, 17h30 OFICINA DE GUÍTARRA Guitarra com Ri­ cardo Saragioto. Vagas: 15. R$ 20,00 e R$ 10,00 (O □ ❖) 20 /0 3, 27/03, 0 3 /0 4 ,1 0 /0 4 ,1 7 /0 4 ,2 4 /0 4 ,0 8 /0 5 e 15/05. Quartas das 15h às 17h. DANÇA DO VENTRE. Vagas: 30. R$ 30,00 e R$ 15,00 (O □ ❖) De 19/03 a 09/05. Terças e quintas, das 20h30 às 21 h30. EXPOSIÇÃO EXODOS - S. SALGADO. Ex­ posição fotográfica itinerante dividida em cinco módulos, que tem como tema cen­ tral os deslocamentos migratórios da hu­ manidade. De 09 a 31 /0 3 . Terça à sex­ ta, das 09h às 21 h30; Sábados e Domin­ gos das 09h às 18h30 CONVERSA COM RUBEM ALVES. Lança­ mento do livro "As cores do crepúsculo: A estética do envelhecer". Escola Aberta ex­ cepcionalmente será no Teatro. Grátis 0 9 /0 3. Sábado, às 15h. ARTE SOUDÁRIA É um ponto de encontro para desenvolvimento de atividades arlesanais, com cooperação voluntária, e a produção será encaminhada à Institui­ ções da Comunidade. Sala de Ativida­ des 2. 0 5 /0 3 ,1 2 /0 3 ,1 9 /0 3 e 26 /0 3. Terças, às 14h Sesc Campinas - R. Dom José I, 270. Tel.:(019) 3737-1515. SESC CATANDUVA________

ENSAIO ABERTO. Riso em Cena. Hugo Possolo e a Cia. Padapafões, Patifes e Paspalhões. Oficina. 30 vagas, grátis. 15 /0 3 e 16/03. Sexta, àsl9h30 / sá­ bado às 14h. A Influência da linguagem circense no teatro.Grátis. 16/03. Sába­ do, às 22h. Nada de Novo. Ingresso R$2,50 (O □), R$5,00 (❖), R$10,00 (público em geral). 16/03. Sabádo, às 21 h. ENCONTRO MARCADO COM O FAZER LÍTERÁRIO. Movimento e Espaço: Cores e Formas em Adélia Prado. A oficina aborda a inter-relação entre pintura e li­ teratura. 40 vagas, Sala de Vídeo, Grá­ tis. 05 /0 3 /2 0 0 2 . Terça às 20h Movi­ mento e Espaço: A Oficina tem como fundamentação a exploração dos recur­ sos retóricos na constituição da poética de Adélia Prado. 40 Vagas por turma, Grátis, Sala de Vídeo. 1 2 /0 3 ,1 3 /0 3 e 14/03. Terça a quinta das 14 às 17h / terça a quinta das 19h às 22h Movimen­ to e Espaço: Expressão e Comunicação na Obra de Adélia Prado. 40 Vagas por turma, Grátis, Sala de Múltiplo Uso. 12/03, 13/03 e 14/03. Terça a quinta das 14h às 17h / terça a quinta das 19h às 22h.

revista &

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INTERIOR PRÊMIO SESC DE FUTSAL Campeonato de Fufsal exdusivo para matriculados no Sesc. Inscrições até 12/03. Congresso Técnico, 15/03. De 19/03 a 19/04. Terça e quinta, das 20h às 22 h / quarta e sexta, aos 19h30 às 21 h 30/ sábados, domingos e feriados das 1Oh às 12h e das 14n às 18h. ESCOLA ABERTA DA TERCEIRA IDA­ DE. Oficinas, aulas abertas e pa­ lestras, abordando assuntos e te­ mas diversificados. 6 turmas, com 40 vagas cada. Grátis. Inscrições na Central de Atendimento. Turmas 1e 2 , terças e quintas, 3 e 4, quar­ tas e sextas, 5 e 6 aos sábados. MEDICINA DA MULHER. Palestra so­ bre informações a respeito de doenças encontradas com frequên­ cia nos idosos. Com Dr. Alfeu Accorsi Neto. 0 5 /0 3 , 0 7 /0 3 , 13 / 0 3 . terçaTerça à sexta, das I4 h às 15h. Sesc Catanduva - Pça. Felícia Toneilo, 228. Tel.:(OI7) 3 5 2 4 -9 2 0 0 . SESC PIRACICABA_________________

V ÂNIA BASTOS. Show "Belas e Fe­ ras". Homenagem ao Dia Interna­ cional da Mulher no Ginásio de Eventos. Entrada franca para as mulheres e R$ 3 ,0 0 para os ho­ mens. 0 8 /0 3 . Sexta-feira, 21 h. JORGE BEN JOR. Ingressos Anteci­ pados : R$ 7 ,0 0 e R$ 15,00. In­ gressos no dia: R$ 10 ,0 0 e R$ 20 ,0 0. 1 5 /0 3 . Sexta-feira, 21 h . Ginásio de Eventos CORPOREIDADE ORIENTAL. O workshop lança um olhar sobre a corporeidade oriental. Grátis. Va­ gas limitadas. Orientação de Alice K, atriz, diretora e pesquisadora de teatro e dança. 2 3 /0 3 . Sába­ do, das 9h às I3 h e das I4 h 3 0 às 17h30. BIGBANG - UNIVERSO EM EXPAN­ SÃO. Exposição de Chico Coelho, que visa mostrar uma releitura plástica de imagens captadas pelo telescópio Hubble. De Oó a 3 0 /0 3 . Abertura, dia 6 às I9 h 3 0 OFICINA DESENHO DE MODA-ESTILISMO. Orientação: Amauri Ribei­ ro dos Santos Dias 0 9 , 16 e 23 Sábados - Das 14h às I7 h . Dia 09 - Traços & Movimentos, dia I ó Traços & Sombreamento, dia 23 Traços & Cores, R$ 4 ,0 0 e R$ ó ,0 0 (por aula). 0 9 / 0 3 , 1 6 /0 3 e 2 3 /0 3 . Sabados, das I4 h às 17h. BRINQUEDOTECA. Fantasias, jogos para todas as idades, gibis, fanto­ ches, brinquedos Industrializados e feitos por crianças e muito mais. De 01 a 3 0 /0 3 . Terça à sexta, das 13h30 às 17 h 3 0 / sábados, das 9h às 1 lh 3 0 e das 14h às 16h30. Sesc Piracicaba • Av. Ipiranga, 155. Tel.: (019) 3 4 3 4 .4 0 2 2 .

72 revista G

SESC RIBEIRÃO PRETO

É DIA DE CIRCO. Tarde recreativa e de in­ tegração, em comemoração ao Dia do Grco. Oficina Palhaçal com os palhaços da Cia. Pavanelli. Grátis 27 /0 3. Quar­ ta, às 15h Pinta de Palhaço com a Cia. Pavanelli. Grátis 27 /0 3. Quarta, às 17h. CHARLES VERSUS BLANCHE EM SOLO DE CLARINETA. Direção de Alessandra Azevedo. Cia Raso da Catarina R$3,00. Grátis para menores de 5 anos. 23 /0 3. Sábado, às lóh. XXII ANTES E DEPOIS. Criação e dire­ ção musical: Arriao Barnabé e Tim Rescala. Criação, direção cênica e ce­ nografia: Guto Lacaz. No Teatro Mu­ nicipal. R$4,00, R$3,00 (□), R$2,00 (O ❖). Apoio: Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto. 2 7 /0 3 . Quarta, às 21 h DESCOBRINDO O RISO. Oficina de pa­ lhaço. Com Alessandra Azevedo. R$10,00, R$5,00 (O ❖). Vagas limita­ das. 2 3 /0 3 ,2 4 /0 3 . Sábado, das 9h às 13h / domingo, das 1Oh às 1Th

Matriculados e não-matriculados devem retirar convites no dia do evento. FESTIVAL DE JOGOS FEMININOS DO SESC. Festival de esportes em comemo­ ração ao Dia Internacional da Mulher. Modalidades: Futebol de Salão, Peteca, Vôlei 4x4 e Xadrez. 17/03. domingo, no Ginásio de Esportes e Quadras Exter­ nas. Inscrições abertas até o dia 14/3, quinta-feira, no Setor de Esportes. BRINCANDO NO BAIRRO. Atividades es­ portivas, recreativas e culturais em bair­ ros da cidade. Neste mês, a programa­ ção atende crianças e adolescentes que participam do projeto Photo da Lata. 31 /0 3. domingo, das 9h às 12h, no Jardim Planalto. Aberto ao público. Sesc Rio Preto - Av. Francisco das Chagas de Oliveira, 1.333. Tel.: (017) 32169300. SESC SÃO CARLOS__________________

INSÔNIA LA PLAT DU JOUR. Criação do grupo Le Plat du Jour . Duas governan­ tas recebem a maldição da insônia numa história aterrorizante e cômica. 60 min. 12 anos. No Teatro. Venda de in­ gressos. 13/03. Quarta, 20h30.

DANÇA DO VENTRE. Acima de 12 anos. Com Érika Azzuz. R$ 44,00 (O). R$ 22,00 (O ❖). De 01 /0 2 a 30 /1 2. Sex­ BUTTERFLY. O espetáculo de dança, que tas, às 18h30 / sábados, às 14h. nasceu do encontro entre Sílvia Geraldi e Roberto Lima, explora a ausência do AFORISMOS PARA PENDURAR. Obras de ser amado. No Teatro. 20 /0 3. Quarta, Quico Soares. Abertura dia 14, às 20h30. 20h30, com performance do mímico ARQUITETURA, HISTÓRIA E INFORMA­ Dartan. Grátis De 14 a 30 /0 3. Terça a ÇÃO - 80 ANOS DE IAB. Imagens lem­ sexta, das 13h às 22h. Sábados, domin­ gos e feriados, das 9h às 18h. bram fatos marcantes no Brasil e no mundo. Na Convivência 1. Grátis. De ARTE COM PALAVRAS. O projeto Arte 05 a 28 /0 3. Terça a sexta, das 13h às com Palavras estará expondo textos 22h, sábados, domingos e feriados das 9h às 18h. poéticos de autores consagrados, inspi­ rados na figura feminina. De 01 a 31 /0 3 . Terça a sexta, das 13h às 22 h / OS MELHORES FILMES DE 2001. 28a edi­ sábados e domingos, das 9h às 18h. ção da eleição dos melhores filmes do ano coordenada pelo Sesc São Paulo, Sesc Ribeirão Preto - Rua Tibiriçá, 50. votados pela Crítica e pelo Público, com Tel.:(01ó) 610-0141. exibições em 35 mm no CineSesc, na Capital, e no Sesc São CaHos. De 01 a SESC RIO PRETO____________________ 31 /0 3.

NOS CANTOS DA CIDADE. Programa­ ção especial em comemoração aos 150 anos do município. Capa dos Livretos da Programação mensal da uni­ dade. Elementos da história e da contemporaneidade da cidade. Na unida­ de do Sesc Rio Preto e em bairros da cidade. Instalação Experiência sensorial que pretende projetar aspectos do cotidiano da cidade. Passeios Realiza­ dos de jardineira, os passeios pro­ põem uma releitura de alguns pontos do município. Photo da Lata Uma visão crítica da sua condição social, ambien­ tal e cultural através da fotografia. De 01 a 30 /0 3 . Na unidade do Sesc Rio Preto e em bairros da cidade. CICLO DE ANIMAÇÃO JAPONESA Neste mês, séries antigas das décadas de 1970 e 1980: Super Dínamo; Ultraseven; O Regresso de Ultraman; Don Drácula; entre outros. 02 /0 3. sábado, das 14h às 18h, no Teatro. Entrada franca.

COPA SESC/SMEL Abertura oficial no dia 03, domingo, a partir das 9h30 no gi­ násio do Sesc. Tomeio realizado duran­ te lodo o mês, na modalidade de futsal. Podem participar equipes masculinas e femininas nas categorias juvenil (17 e 18 anos)esub-21 (19, 20 e 21 anos). Grá­ tis. De 03 a 31 /0 3. Sesc São CaHos - Av. Comendador Alfre­ do Maffei, 700. Tel.: (016) 272-7555 SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

GRAFOLOGIA Ciência que estuda a per­ sonalidade através da letra. R$ 2,00 O), R$ 4,00 (□ ❖) e R$ 8,00 (outros). Sala A 20 /0 3. Quarta, às 14h30. JECA TATU DE MONTEIRO LOBATO A MAZZAROPI. Com Nic Nilson, Jorge Marques e Pcrfrick Aguiar. Direção de Richards Parodizzi. Auditório. 24/0 3. Do­ mingo, às lóh.

MÔNICA SALMASO. Vencedora do II Prê­ mio Visa MPB - Edição Vocal. R$ 4,00 (O), R$ 6,00 ( □ ❖) e R$ 12,00 (outros). Auditório. 08 /0 3. Sexta, às 20h30. CACOS DE LOUÇA ACASO QUEBRADA Espetáculo de danço que retrata a vida e a obra da poetisa Coro Coralina. Criação e interpretação de Jussara Miller. Direção de Ciça Oh no. R$ 2,00 (O), R$ 4,00 (□ ❖) e R$ 8,00 (outros). Giná­ sio. Workshop "Técnica Klauss Vianna" - Com Jussara Miller. Inscrições anteci­ padas no Setor de Esportes. Vogas limi­ tadas. Mini-ginásio. Às 14h. 22/03. Sexta, às 20h30 JOGOS FEMININOS. Evento esportivo que visa diversificar as opções de práti­ cas esportivas, promover a integração e sensibilizar o público feminino para a importância da prática físico-esportiva.Modalidades: Futebol de Campo, Futsal, Voleibol, Dominó e Truco. Aber­ tura dia 09, às 8h. Mais informações no Setor de Esportes. De 09 a 31 /0 3. Se­ gunda a Domingo Sesc São José dos Campos - Av. Adhemar de Barros, 999. Tel.:(012) 39042000. SESC TAUBATÉ_____________________

EXPOSIÇÃO - MULHERES DE PALAVRA. Charges que promovem encontros en­ tre várias mulheres que interferiram ou ainda interferem no rumo da nos­ sa história. Dia 08 - 19 h - Abertura da Exposição 20h - Palestra " O Po­ der da Mulher no Mundo" com José Angelo Gaiarsa. Grátis. Vagas limita­ das. Confirme presença através dos telefones (012) 3634 4000 ou 3634 4020. Período de Visitação. De 08 a 31 de março. Terça a sexta das 13h às 22h. Sábados e Domingos das 9h às 18h. Grátis. PROJETO VAI DA IDADE - MODA E BE­ LEZA NA TERCEIRA IDADE. Abertura: Dia 06, às 14h. Palestra: "...a mulher de má pinta, mais a cara pinta". Com Paulo Crozariol, terapeuta jungiano Cursos: dias: 07 ,13,14,20, 21 e 23. TRIBO DE JAH. "Tributo a Bob Marley". R$ 7,00 (O □ ❖) e R$ 15,00 (demais interessados). Preços promocionais até o dia 2 1 /0 3 - quinta feira. SALÃO DE HO & CIA. Do Roteiro à Criação. Dias 15 e 16. Vagas Limita­ das Inscrições até o dia 10 de março, com entrega de roteiros para desen­ volvimento nas oficinas. Grátis O O. Demais interessados : R$ 3,00 ABERTO DE TÊNIS SESC TAUBATÉ 2002. Tomeio que reúne jogadores de Taubalé e região a partir do dia 06 de Abril com jogos acontecendo aos sábados e domingos. Inscrições até 29 de março, informações central de atendimento. Sesc Taubaté - Av. Engenheiro Nilton de Alvarenga Peixoto, 1.264. Tel.:(012) 232-3566.


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Um fu tu ro desejável Suzana Garcia “A obra de arte - eparalelamente qualquer outro produto - cria um público sensível à arte e capaz de desfrutar a beleza. A produção não elabora, pois, somente um objeto para o sujeito, mas também um su­ jeito para o objeto". K a rl M arx, “hmoDUÇÃo À C rítica da Economia

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Inúmeras pesquisas desenvolvidas no campo das artes plásti­ cas nascem do desejo de entender o artista e sua obra de arte. O estudo a respeito de sua inserção na cultura e sociedade; sua conexão com outras expressões; os diferentes estilos, influên­ cias e análises, tanto estéticas quanto éticas, são algumas das abordagens relevantes que demonstram que o assunto pode ser analisado sob uma vasta gama de perspectivas, inclusive, aquela que se propõe aparentemente utópica. Num futuro desejável, onde já teríamos desenvolvido meca­ nismos para transformar as necessidades em possibilidades, es­ tas importantes pesquisas emitiriam sinais reais de sua aplicabi­ lidade no campo da aprendizagem estética, sonora, literária e vi­ sual, independente do contexto em que ela se situa. Em qualquer lugar estaríamos expostos à contaminação pela arte. Artistas “significativos” em seus mais diversos estilos, artis­ tas “emergentes” , artesãos e pesquisadores se deixariam obser­ var em seu processo de criação. O acesso do público seria irres­ trito também ao conhecimento. A um outro tipo de conheci­ mento, fragmentado, aberto. Tanto a obra de arte, quanto o pro­ cesso artístico seriam absorvidos gradativamente pelo pedestre que por ali caminha. Nas ruas, praças, escolas, hospitais, galerias, fábricas, shoppings, casas de cultura, estações de metrô, podería­ mos ver numa tarde de sol, quadros do provocativo Klimt ou do revolucionário Kandinsky. Logo mais adiante, senta­ ríamos em um banco para ver um artista pintando paisa­ gens bucólicas que refletiriam o desejo de calmaria dos nos­ sos sentidos. Encontraríamos ali, para uma conversa sem­ pre interessante, Ivald Granato envolvido em tintas e em energia criadora e Vitória Basaia com suas sementes da fecundidade. Dentro de uma tenda o circo encantaria as crian­ ças que não mais seriam de rua. A música, a dança e a lite­ ratura se fundiriam num só ato. O ato de transformar. O tea­ tro brincaria com nossa emoção. 74 revista &

Conviveríamos todos, com diferenças e igualdades, mas sem­ pre com generosidade. Nesta época, leríamos em alguma esco­ la qualquer de um bairro também qualquer a mensagem: “ Se- ; nhores pais, nesta escola só ensinamos matemática por meio da

arte. Não insista.” Sendo a espécie humana a única capaz de projetar o futu­ ro, neste futuro desejável com certeza já teríamos extrapo­ lado a função da arte enquanto entretenimento ou aborda- j gem estética restrita a grupos selecionados e poderíamos ir para além, compreendendo seu significado social - dialética-i mente constituído - e sua imensa possibilidade enquanto j prática educativa e social. Ouso dizer que neste novo tempo, nossas escolas e universi­ dades serão livres, acessíveis e de qualidade e que nosso modo de pensar já terá ultrapassado as fronteiras do pensamento mecanicista para pensar o homem em sua totalidade, compreen­ dendo a realidade e a natureza de forma integrada, onde a arte e ciência caminham juntas sob a ótica da ética. Neste futuro não haverá espaço para o ostracismo. O acesso ■ do público à arte e a experimentação artística será condição sine ; qua non para o exercício da própria existência. Os sentidos des­ te público ativo, ávido e receptivo, serão alimentados de conhe­ cimento. Sem imposição, a arte desse novo tempo será como um vírus benéfico do qual todos - artistas e público - gostariam de se contaminar, se embriagar e onde as pessoas passarão da condição estéril de espectador contemplativo para a condição de cidadão capaz de responder a problemas da realidade na qual está inserido. Poderíamos dizer que para extrair esta resposta é preciso que a arte questione a realidade, seja provocativa, que exprima e transmita inquietações não somente estéticas, mas conceituais e principalmente ideológicas. No entanto, como artistas, é pre­ ciso também estarmos de olhos bem abertos para observar de maneira despretensiosa e desarmada a pintura ao vivo de uma paisagem singela. Esta pintura pode trazer consigo nosso futuro desejável que insiste em se confundir com o passado. Abramos os olhos para enxergar seu verdadeiro significado... ® Su za n a G arcia é A rtista Plástica ê T é cnica d o S esc V ila M ariana


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Revista E - Março de 2002 - ANO 8 - Nº 8 by Sesc em São Paulo - Issuu