Revolução p e rm a n y rta ^ a fe s a iâ J n fo rm a ç ã o globalizada entra em casa e modifica as relações familiares e e d u c a l v ^ Marfyse Meyer fala da lig a ç S do folhetim com as telenovelas e o com portam ento do bra>|flko. A inaguração da nova unidade do Sesc São Carlos. O tênis sai das quadras e conquista espaços adaptados. Os deficientes físicos nos esportes. A celebração do público no Festival de Arte e Cultura Indiana. No Em Pauta, Os Esportes nas Escolas, com artigos de Montanaro, Francisco de Carvalho Filho, Hugo Hovana, João Seber, Maria Isabel Penteado, José Medalha, Wagner Wei Moreira, José Eduardo de Carvalho, Sólon Borges dos Reis e Jubel Raimundo Cardoso. O Humor pop de Alex Cerveny. No Em Cartaz, as festas juninas e o Dia Mundial do Meio Ambiente. No P.S., Corujas e Pardais, artigo de Sérgio José Battistelli. MENSAL - JUNHO 1996 - N° 12 - ANO 2
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PARA T O P O S E s s a é a proposta do TENISESC. Fazer com que o tênis, um dos mais nobres e eleg an tes esportes, deixe de s er um previlégio das elites. Que possa demo craticamente, ser praticado por todas as pessoas deste país do futebol, do volei, do b asquete, Por isso, as quadras do TENISESC estão abertas de m anhã à noite para receber aqueles que já desco briram o encanto do tênis. E para aque les que ainda não perceberam que os tempos mudaram, o TENISESC desen volve um intenso programa de difusão dessa modalidade, utilizando parques e praças, estacionamentos de shoppings, inclusive as quadras dos outros espor tes. Tudo para mostrar que o tênis não é mais aquele. Mas que nem por isso per deu o charme.
NESTA EDICAO
I SERVIÇOSOCIAL DO COMÉRCIO - SESC Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajm an Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda REVISTA E Diretor Responsável: Miguel de Almeida Editor-Assistente: D iógenes Moura Editor de Arte: Paulo Sayeg Equipe de Arte: Antonio Barbosa, Carla Conti Revisão: Márcia Villaça Colaboradores: Ana Saggese, Marcília Ursini, Nicola Labate, Jeferson de Souza Supervisão Editorial: Jesu s Vazquez Pereira Coordenação Executiva: Erivelto B. Garcia Assistente Executivo: Malu Maía Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: Glenn Poleti Nunes Conselho de Redação e Programação Diretor: Danilo Santos de Miranda Ana Maria Cerqueira Leite, Andrea C. Bisatti, Cláudia Darakjian T. Prado .Claudinei José Rufini, Cristina R. Madi, Dante Silvestre Neto, Denise Lacroix, Elisa Saintive, Eron Silva, Estanislau da Silva Salles, Felipe Mancebo, Irene Marques d'Avila Ivan Paulo Gianini, Jesus Vazquez Pereira, José Palma Bodra, Laura Maria C. Castanho, Luiz Alberto Santana Zakir, Marcelo Salgado, Mareia M. Ferrarezi, Maria Luiza Souza Dias, Mário Augelli, Marta R. Colabone, Paulo José S. Rodrigues, Ricardo Muniz Fernandes, Roberto da Silva Barbosa, Rui Martins de Godoy. SESC São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-903 tel. (011) 284-2111. Jornalista Responsável: Miguel de A lm eida MTB 14122. A R evista E é um a publicação d o SESC de São Paulo, realizada pela Lazuli Editora. Distribuição gratuita. N enhum a pesso a está autorizada a ven der anúncios,
®SESC SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO 8ÀO PAULO
Conselho Regional do SESC de São Paulo Presidente: Abram Szajman Membros Efetivos: Aldo Minchillo, Antonio Funari Filho, Augusto da Silva Saraiva,Carlos Alberto Ferraz e Silva, Ivo DalfAcqua Júnior, Joáo Pereira Góes, José Santino de Lira Filho, Juljan Dieter Czapski, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Mauro M endes Garcia, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, Pedro Labate, Ursula Ruth M argarethe Heinrich. Suplentes: Airton Salvador Pellegrino, Alcides Bogus, Amadeu Castanheira, Dauto Barbosa de Souza, Fernando Soranz, Israel Guinsburg, Joáo Herrera Martins, Jorge Sarhan Salom ão, Jo sé Maria de Faria, Jo sé Rocha Clemente, Ramez Gabriel, Roberto Mário Perosa Júnior, W alace G arroux Sam paio.D iretor do Departamento Regional: Danilo S antos de M iranda. Representantes do Conselho Regional junto ao Conselho Nacional. Efetivos: Abram Szajman, Aurélio M endes de Oliveira, Raul Cocito. Suplentes: Olivier Mauro Viteli Carvalho, Sebastião Paulino da Costa, Manoel Jo sé Vieira de Moraes.
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s lares de hoje se encontram dentro de uma revolução silenciosa e permanente. Nunca se teve acesso a tanta informação, através das mais variadas linguagens. Com a Internet, tevês comerciais e a cabo, jornais, revistas, além de cursos complementares e auxiliares - o mundo entra pela porta da frente, em rápidos segundos, e influi nos relacionamentos familiares. É do que trata a matéria de capa, tentando flagrar essa mutação das rela ções pessoais e educativas. Ainda é cedo porém para se saber onde desembocará o fluxo tão grande de conhecimento - esta é uma das refle xões trazidas no texto. Em entrevista exclusiva, a professora da USP e da Unicamp, Marlyse Meyer, fala de seu novo livro, Folhetim - Uma História. Gênero nascido no século passado, praticamente junto com a fundação da moderna imprensa, o folhetim encontra eco na telenovela e no compor tamento do brasileiro. No Em Pauta, artigos discutem a importância dos Esportes nas Escolas. Educadores, técnicos e esportistas escrevem sobre a Educação Física na formação do caráter e no desenvolvimento das crianças. A inauguração do Sesc São Carlos mobilizou milhares de pessoas, no final do mês. A unidade possui área de convivência, teatro, conjunto aquático e esportivo. São 14.602 m2 que serão utilizados por São Carlos e região. A festa de abertura teve espetáculos de música, dança, teatro e torneios esportivos. O Torneio de Futebol de Salão dos Deficientes Auditivos, no Sesc Itaquera, serve de pano de fundo para se mostrar como os portadores de deficiências estão lutando para conquistar seus espaços dentro da socie dade, principalmente nos esportes, e como as unidades do Sesc são cons truídas com a preocupação de facilitar-lhes o tráfego e o acesso aos equi pamentos. O tênis atualmente é um dos esportes mais praticados no Brasil. Mesmo sem uma cobertura mais razoável por parte da mídia, conquista a cada novo dia adeptos entusiastas. Uma reportagem especial registra os projetos desenvolvidos pelo TeniSesc, em espaços adaptados, como ruas ou estacionamentos de supermercados, para se levar essa modalida de esportiva a um público ainda maior. Em Ficção Inédita, Variações Goldberg, de Luciano Trigo, escritor conhecido por vários livros, entre eles, Vampiro. O autor, também jorna lista, faz um exercício literário a partir da vida de um premiado pianista clássico e de seus constantes desafios técnicos. No Humor, a interferência gráfica de Alex Cerveny, representante da nova geração de artistas plásticos paulistanos, onde brinca com o acú mulo de imagens disponíveis às pessoas. No Em Cartaz, os destaques ficam por conta dos festejos juninos, no Sesc Pompéia, com variada programação, e a Comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, nos Sesc Itaquera e Interlagos. No P.S.,o artigo Corujas e Pardais, de Sérgio José Battistelli, sobre as modificações provocadas dentro de casa na atual aldeia global, a par tir do excesso de informação à disposição das pessoas.
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Diretor do Depto. Regional do SESC
DO SSIE Dia do Desafio tem a participação de onze cidades Pelo segundo ano consecutivo o Sesc de São Paulo aceita o convite da Tafisa (Trim & Fitness International Sport For Ali Association) para coor denar e fortalecer o Dia do Desafio, no Estado de São Paulo. Dia 5 próximo 11 cidades paulistas vão se transfor m ar num a grande sede esportiva, motivando seus cidadãos a participar de uma atividade física qualquer por, pelo menos, 15 minutos contínuos, com petindo com outra com unidade internacional ou interestadual do mesmo porte. No ano passado o Dia do D esafio tirou da rotina mais de dois milhões de pessoas de cinco cidades que competiram em nível internacio nal e 29, em nível estadual. Neste ano, a expectativa é envolver cerca de qua tro milhões, uma vez que 11 cidades estarão competindo com 11 cidades do mundo e 40 com outras cidades do estado. Bauru, Campinas, Catanduva, Piracicaba, R ibeirão Preto, Santos, São Carlos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Taubaté estão se preparando para desafiar cida des de Israel, Eslováquia, Bangladesh, Ioguslávia, Polônia, C olôm bia, Croácia, Romênia e Coréia do Sul, com o objetivo único de fortalecer a ideologia do Esporte Para Todos.
Em Istambul, cem países discutem o M iro urbano Após inúmeras conferências prepa ratórias em vários países durante os últimos dois anos, a Habitat II será rea lizada do dia 3 a 14 de junho, em Istambul. Tendo o urbanismo como tema central da grande conferência da ONU, as discussões deverão girar pre dominantemente em tomo da moradia, garantia da qualidade de vida; organi zação das cidades do terceiro mundo, as que mais crescem e ameaçam as estruturas dos governos; abastecimento de água, esgoto e transporte; parcerias
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Reunião anual da SBPC discute temas contemporâneos na PUC A 48a R eunião A nual da Sociedade Brasileira para o P rogresso da Ciência SBPC, vai se realizar na PUC-SP, de 7 a 12 de julho próximo e apresentará con ferências, simpósios e mesas redondas sobre os temas mais pesquisados nos últi mos tempos, abrindo para a comunidade um espaço de conhecimento e reflexão. Da program ação oficial, vale destacar os seguintes temas: Estudos e Projetos para a Am érica Latina, Ensino Fundamental: a Base para o D esenvolvim ento, O SIVAM e a Biodiversidade Amazônica: Há Lugar para a Ciência Nacional, A Vingança das Á guas, Top Quark: D escobertas Recentes em Física de Partículas, Raios Cósmicos no Hemisfério Sul, Os Novos Planetas, Garantia de Renda M ínima e Erradicação da Miséria no Brasil, Sexo Seguro: da Ciência ao Cidadão, Drogas - Ação e Reação, Globalização: Requisitos Educacionais e a Exclusão Social. Outras informações na Secretaria Local da SBPC - PUC-SP, rua M inistro Godói, 965, - telefone: (011) 873-0911. entre governos e sociedade e coopera ção internacional. Entre os cem países participantes, o Brasil enviará comis são oficial, além de prefeitos e repre sentantes de várias cidades. O Habitat II resultará em um documento, a Carta de Istambul, para nortear os governos do mundo sobre como agir nos próxi mos anos em relação às suas cidades.
Parceria abre mais espaço para educação, cultura e ecologia O Sesc e a Prefeitura M unicipal de Sorocaba realizarão em parceria o Congresso de Educação, Cultura e Ecologia - A Interdisciplinaridade nos M unicípios, de 30 de julho a 2 de
agosto, naquela cidade. Conferências, mesas redondas e mini-cursos abor dando tem as com o Educação e Cidadania, M arketing C ultural e Legislação de Incentivo, Problemas A m bientais Urbanos e Sua Abordagem na Escola com põem o programa, além de 80 trabalhos sele cionados, entre todos os inscritos, a serem apresentados durante o C ongresso. A com issão de Temas Livres receberá inscrições para apre sentação de pesquisas e experiências que tenham vínculo com a temática do Congresso até o dia 7 de junho e o resultado da avaliação será divulgado até o dia 18. Informações complementares e inscrições podem ser resolvidas na Secretaria Geral, rua Constantino Spanghero, 70 - Sorocaba, telefone: (0152) 28-1953.
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N O S S A CAPA
E n t r e v is t a Marlyse Meyer, professora de literatura comparada e cultura brasileira da USP e Unicamp, fala em entrevista exclusiva à E sobre a história do folhetim, da ori gem no século XIX até a sua influência nas telenovelas brasileiras. Pág. 6
C om portam ento A família reunida diante do aparelho de TV, da tela do computador ou com um livro nas mãos? Como num gran de autorama, a cultura circula em todas as partes. De que forma ela entra na sua casa? Como interfere no cotidiano de cada um? Gurus ou ícones pós-modernos? Pág. 10
Ciro >zzolino, artista plástico paulistano da Geração 8 0, 0 ,________ mistura o pop com o primitivo e arte ingênua com cibernética. Seus personagens pare cem saídos de algum desenho. Sua ilustração, especial para E, é baseada na matéria de capa. F e s t iva l _________________________ 0 Festival de Arte e Cultura Indiana invadiu o Sesc Pompéia reunindo dança, música, culiná ria e instalação. Pág. 24
In a u g u r a ç ã o Dentro das com em orações dos 50 anos do Sesc, a inauguração
Ficção___________________________
da nova unidade em São Carlos
Variações Goldberg, de Luciano Trigo, relata a carreira de um talentoso pianista. Pág. 34
leva à com unidade um importante centro cultural e
E m Pa u t a ________________________
esportivo. Pág 16
A Educação Física, dada nas escolas, é importante na formação do caráter dos indi víduos? Pág.33 H u m o r ___________________________
O Tênis saiu das quadras e foi para a rua no projeto de popularização do esporte que o TeniSesc vem realizando há quatro anos. Saiba porque a quadra não é o limite. Pág. 17 Os deficientes físicos não são mais os mesmos: não querem ape nas ser integrados, mas incluídos à sociedade. Pág.22
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0 artista plástico Alex Cerveny passeia no mundo das imagens. Pág.38 E m C a r ta z _______________________ Como destaques, as festas juninas do Sesc Pompéia e o Dia Mundial de Meio Ambiente, nos Sesc Itaquera e Interlagos. Pág. 39
P.S.______________________ No artigo Corujas e Pardais, Sérgio José Battistelli fala do mundo moderno. Pág 66.
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Fotos: Nicola Labate
A professora de literatura comparada e cultura brasileira da USPe Unicamp, Marlyse Meyer, fala em entrevista exclusiva para E sobre seu último livro Folhetim, uma História. Gênero de ficção que nasceu no século XIX, o folhetim continua a ser contemporâneo: nas narrativas das telenovelas e até no comportamento do brasileiro. 6
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0 folhetim nasce com o jornal, dentro dele e através de uma estratégia de marketing para obter e conquistar mais leitores. Não é interessante que seja uma invenção do jornalista, já que a informação jornalística tem continuidade, ou seja, o fato nunca morre?
Eu não tinha pensado isso. Na ver dade, o folhetim entra no jornalismo no começo do século XIX. Girardin foi, praticamente, o grande fundador da imprensa modema. Ele começou fazen do coisas no período da pós-revolução de 30, Revolução Burguesa, em que ocorreu um certo aumento do público leitor. Naquele tempo, o jornal era feito por assinaturas, não era diário. Fundou jornais que divulgavam o conhecimen to, assim pegava coisas de vários luga res e levava pra esses espaços, caso do Le Voleur, O Ladrão, que publicava textos recortados de outras fontes. O engraçado é que, no Brasil, quando a imprensa começa a se desenvolver, ela também é feita de roubos. Esta forma de colocar pedaços, fragmentos para tentar conquistar o leitor, relaciona-se à época. A ficção é um gênero que come çou a se desenvolver muito no século XIX, a ponto de suscitar um mercado de publicação de romances em volu mes. Com isso, tinha-se um gosto pela ficção que começou a se popularizar. Essa conjunção de querer vender mais jornal, chamar público e de gosto pela ficção, por ser popular, fez com que Girardin tivesse a idéia de publicar romances aos pedaços, num espaço do jornal onde nada acontecia. Originalmente, esse espaço do jornal estava ligado à censura de Napoleão que obrigava matérias fixas. Os jorna listas colocavam no rodapé da página charadas, enigmas, receitas de comida etc. Girardin teve a idéia de preencher o rodapé com ficções em partes e atrair a atenção do leitor. No começo, era um romance qualquer. Depois, o negócio começou a se aperfeiçoar, as pessoas começaram a comprar e, aos poucos, autores foram convidados a escrever. O
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“Os romances fragmenta dos foram bolados para atrair público, porque para saber a continuação da história era preciso fazer uma nova assinatura”
primeiro grande convidado foi Balzac. Outros autores sérios também começa ram a escrever ficção aos pedaços e acertaram a fórmula. Quando Girardin inventou a forma de ficção, o jornalis mo não era tão desenvolvido. A notícia ou o fato encontravam-se em outro tipo de jornal. Na verdade, aquilo que vai ser chamado de faits divers, onde entra o fato, ainda não está no ponto. Eu diria que a forma fragmentar de ficção prece deu a informação jornalística com con tinuidade. De repente, o jornalismo se baseou nessa questão do folhetim.
Eu não sei se haveria uma relação de causa e efeito. O fato é que a impren sa se desenvolveu nessa época. Há um movimento geral de jornais. Girardin inventou essa fórmula e bolou um jor nal, La Presse, em 1836, com a novida de do folhetim, e imediatamente seu sócio roubou a idéia lançando outro jor nal, no mesmo dia, cada um com uma ficção. Nessa época, há uma eferves cência muito grande da invenção jorna lística. Eu diria que nesse processo esse modo de construir a notícia pode ter se desenvolvido. O interessante é que os jornais publi cavam ficção, política, símbolos da época moderna. Era uma tribuna onde estavam desabrochando as coi sas. É pertinente a citação de Napoleão: “Se eu tirasse a censura dos jornais, cairia em três dias”?
Exatamente. O folhetim começou a ser publicado em um jornal absoluta mente conservador. Com o tempo, ao longo do seu desenvolvimento, desviase. A Revolução Operária teria sido sus citada pelo próprio Eugène Sue, que escreveu Na Miséria das Classes Populares e incentivou a população a se revoltar. Tanto é que Sue se auto-converteu. Ele era um dandy e transfor
mou-se em deputado socialista. Com o Golpe de Estado de 1851 a imprensa foi tomando a forma mais parecida com a nossa, pois nessa época os jornais já eram vendidos avulsos. Até então era por assinatura. Os romances fragmenta dos foram bolados para atrair público, porque para saber a continuação da his tória era preciso fazer uma nova assina tura. Era um truque absolutamente comercial. Com o tempo o jornal foi se desenvolvendo, a notícia ganhando espaço, a máscara que eram os aconte cimentos do tipo “Aqui e Agora” ia sumindo e a imprensa especializada, constituindo-se. Nesse processo de construção da grande imprensa moder na o folhetim é a parte principal e fun damental. Tinham as pessoas que acha vam que o folhetim era conservador, alienante e aqueles que acreditavam que, se o folhetim continuasse, haveria revolução todos os dias. Você falou sobre Eugène Sue que era um dandy, motivou uma revolução e transformou-se em deputado socialis ta. Balzac se considerava de extrema direita e Marx enxergava nele um homem que tratou de toda a socieda de e as suas relações. Ou seja, eles eram maiores que as suas criações, criavam coisas à frente e espelhavam pactos contrários a seus princípios.
No caso de Balzac, exatamente. A diferença entre ele e Eugène Sue é que Balzac nunca renegou que era conserva dor, direitista e monarquista. Eugène Sue, no começo, tinha o mesmo estatu to literário de Balzac, fazia literatura clássica. Foi levado por um amigo, deputado e líder operário, a assistir um melodrama que contava a história de um pobre homem que fora expulso de casa e passava fome nas ruas. O amigo sugeriu a Sue que escrevesse um livro sobre as classes populares. Fantasiado com um blusão azul e tamancos, visitou os bairros pobres de Paris onde se depa rou com a miséria. Aos poucos, foi se convertendo à causa. Transformou-se em deputado socialista após a revolução de 1848 e em 1851, com o Golpe de
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“Esse tipo de literatura retrata situações de base que são encontradas em toda a história universal” Napoleão III, foi exilado em Annecy, onde morre. No exílio, um pouco antes de morrer, trabalhava em Os Mistérios do Povo que enfocava a origem social da classe trabalhadora na França, atra vés dos tempos. Quando o romance foi publicado, houve censura. Na verdade, Balzac nunca deixou de ser conserva dor, mas a grandeza de sua obra fez com que Marx visse nele um grande escritor da sociedade.
mentares. Nesse sentido, acabam agra dando as classes menos sofisticadas. Eu acho que a invenção desse gênero soli dificou situações muito antigas, arcai cas. Essa novidade formal, que foi o folhetim, engendrou o dramático, o folhetinesco, o rocambolesco. Esse tipo de literatura retrata situações de base que são encontradas em toda a história universal. Você saberia dizer por que o Brasil tem uma empatia tão grande pelo folhetim?
O folhetim, ao contrário do que se falava, tinha um consciência social?
A visão que se tinha dele era dupla. O leitor e o crítico tinham visões dife rentes. Sue tinha consciência de que estava cumprindo uma tarefa social. Tanto é que, a última parte de Os Mistérios de Paris é muito chata porque Sue tem teorias sobre a prisão perpétua, a educação das crianças, as práticas de correção. Ele desenvolve essas questões através de grandes acontecimentos e sensações. Tem partes sobre prisão e Constituição. Na verdade, Eugène Sue usa de formas para pensar os problemas sociais. Os Mistérios de Paris tinha que ter uma ligação muito grande com os problemas sociais, embora Marx, por exemplo, em A Sagrada Família acha que é alienante. Então, a coisa é muito misturada. De onde vem esse preconceito em relação ao folhetim?
Esse folhetim do Eugène Sue, mesmo com algumas críticas, não sofria preconceitos. Balzac, por exemplo, ten tava fazer folhetim folhetinesco mas não conseguia e morria de inveja de Sue, que era considerado um grande autor. Na primeira fase do folhetim não há uma grande distinção entre o grande romance e o romance de folhetim. Existem os crí ticos que detestam o folhetim e outros que não gostam do folhetim e de Balzac. Então, o preconceito ainda não existe. Com a subida das classes populares, o romance de folhetim permite ganhar dinheiro fácil. Todo mundo começa a escrever e se estabelecem critérios de diferenciação entre os autores que escre
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vem depressa para os jornais diários e aqueles que ficam pensando em elaborar um grande romance. Aos poucos o pre conceito vai surgindo, levando em conta as diferenças de qualidade entre aquele romance feito para agradar ao público e o que é pensado, elaborado para a elite. Nessa segunda época do folhetim, cons trói-se uma imprensa que se destina às classes populares. Cada vez mais, con centra uma literatura de qualidade redu zida, de escrita rápida e o preconceito começa a se processar. Em que momento o folhetim se carac teriza como meio que se refere a temas como, por exemplo, a irmã que se apaixona pelo cunhado ou a aman te que trai o marido?
Na verdade, essas são situações encontradas nas tragédias gregas. Temse romances gregos que abordam o incesto, por exemplo, como no Édipo. Situações possíveis vividas entre homens, mulheres e crianças. A impres são que eu tenho é que existem alguns paradigmas ficcionais que vão se repe tindo e é o tratamento que faz deles coi sas nobres ou menos nobres. Na origem, é a tragédia, mas eu diria que há situa ções iniciais que fazem parte da vida do homem. É por aí que o folhetim e o melodrama mexem, com as paixões ele
Talvez porque ele se reduz aos gran des sentimentos de base e, ao mesmo tempo, fica nas situações das classes desfavorecidas e no pavor das classes mais altas. Traz uma aventura realista. A vida do pobre é uma sucessão de fragmentos. Se nós pensarmos na América Latina, o continente mostra as grandes paixões e as grandes misérias. Pode ter havido o reencontro do públi co com as suas origens. Há uma relação entre a grande miséria das classes popu lares da América Latina e esses folhe tins do século XIX, que entraram aqui até 1940. Essa poderia ser uma explica ção possível e a forma do folhetim é a mais acessível, porque é fácil de ler e agrada. Na verdade, o que eu acho que é dramático no Brasil é que o país e toda a América Latina tiveram o desfile de grandes tragédias, desde a matança dos conquistadores, a exploração até as crises políticas. Se pensarmos no caso do Tancredo, ele era uma esperança para o país e de repente começam a acontecer coisas que nem o pior folhe tim teria ousado imaginar. Se elege, bem ou mal, um presidente e de repen te ele adoece e ocorre uma sucessão de anti-clímax. Foi um acompanhamento em tomo da democracia que custou a chegar e em pouco tempo essa esperan ça morre. Há um lado frágil na Consti tuição do Brasil que acaba sendo encon trado nas tragédias cotidianas. O folhe tim do século XIX soube mostrar a grande miséria operária urbana do euro peu, mas no Brasil e na América Latina nós temos uma mistura: entrar para a
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i “Esses romances não caem no esquecimento na medi da em que são reeditados. A novela, ao contrário, acaba definitivamente” modernidade tendo como resto coisas do Brasil arcaico. Na verdade, é um mundo de acontecimentos.
começou como um médico perigoso, perverso e não houve uma boa aceita ção. Não por parte da população, mas por parte da Globo. Na verdade, a coisa é um pouco temperada, fica no meio
O folhetim seria tão fugaz quanto a telenovela?
Folhetim, uma História começou uma porção de vezes, e houve uma época em que eu estava no segundo capítulo do livro onde desenvolvo um artigo e anuncio a sua continuação. Contava a história do folhetim no sécu lo XEX francês brincando com o coronelismo da novela do dia. O texto ficou na gaveta e quando eu resolvi abri-la, a novela já tinha sido esquecida. A estru tura do romance de folhetim permite suprir o esquecimento. Uma novela como As Histórias de Rocambole vai de 1857 a 1870, treze anos. Então, o autor inventa coisas novas e de vez em quan do retoma os fatos que já aconteceram. O que eu sei é que esses romances eram publicados todos os dias no jornal, quando acabavam eram reeditados em volumes. Tinha o público que lia a série e comprava o livro. No Brasil, encon trava-se “Rocambole” fragmentado no jornal e em volumes. Esses romances não caem no esquecimento na medida em que são reeditados. A novela, ao contrário, acaba definitivamente. Os fornecedores de romances de folhetim foram inúmeros. Todos os jornais da França, da província e da capital publi cavam romances de folhetim. Você concorda que a telenovela tem a mesma fórmula do folhetim?
Sim. O grande núcleo matriz do folhetim é cortar, interromper, interes sar durante muito tempo, criar tensão, causar a interrogação. Uma só história não vai durar tanto tempo e não vai interessar tanta gente, então o folhetim atirava uma trama, um desvio em tomo do qual se amarravam outros enredos, como acontece na novela. Certamente, a base da estrutura da telenovela foi essa matriz do folhetim. Ao mesmo tempo, os personagens não podem ser muito complexos, o que difere da gran de literatura. Na novela ou na telenove
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No livro, você mostra o personagem de Quincas Borba, Machado de Assis, lendo Sinclair das Ilhas.
la os personagens são mais simples, pois são identificados como bons ou mins. A necessidade do fragmento coti diano de manter a atenção para vender deu origem ao mesmo sistema narrati vo. Hoje, a forma da novela está se desestruturando. Tenho a impressão que estamos em uma fase de transição. Você enxerga a questão social nas novelas, como a no folhetim?
A gente pode enxergar. Glória Perez, na época de Barriga de Aluguel, explorou alguns temas. Eu acho que o folhetim ia mais longe nas discussões. Na novela O Dono do Mundo, o públi co não aguentou muito tempo a história. A idéia do autor era desenvolver muito mais o núcleo da favela, mas o público se encheu. Com razão, porque na hora que o mais pobre quer se distrair não é para reencontrar o igual. Ou seja, aquela frase do Joãozinho Trinta que virou uma máxima: “Pobre gosta de luxo, quem gosta de pobreza é intelectual”.
O esnobismo das classes pobres, ou seja, eles adoram ver cara de marquês, de gente nobre, porque são mundos que ignoram. Então, é maior o entreteni mento. Por outro lado, teve uma outra novela com o Antônio Fagundes que ele
No livro que eu não escrevi, sobre as origens da ficção estrangeira no Brasil, eu iria pegar um grande romancista europeu do século XVIII. No meu livro Folhetim, uma História tem um capítu lo sobre mulheres romancistas do sécu lo X V m e romance brasileiro onde eu falo um pouco de Sinclair das Ilhas. Por um lado, tem-se esse tipo de literatura do século XHI e que penetrou muito no Brasil, tanto que era o livro lido pelo personagem de Machado de Assis. Mas também tinha o folhetim, que designa muitas coisas. O lugar do jornal onde se publica a matéria de recreação, crônica teatral, literária e, aos poucos, esse tipo de ficção. A idéia do corte suscitou o que eu chamo de folhetim folhetinesco e acabou agradando os editores do século XIX. Os editores que recebiam livros de autores não folhetinescos, para não ter o perigo de investir em algo que não valesse a pena, cortavam o romance que era publicado aos pedaços na revista ou no jornal e depois em livro, volume. A partir de um determinado momento, o folhetim vai produzir o romance folheti nesco ou qualquer forma de romance do século XIX. A prova de que esse tipo de romance, Sinclair das Ilhas, entrou no Brasil é de que o próprio personagem de Machado ha esse gênero. O folhetim pode marcar o início da industrialização da literatura?
Com certeza. O que já vem marcan do essa industrialização da literatura é o romance tipo Sinclair das Ilhas. As livrarias de leitura começam a alugar livros e encomendar livros. Surge a sub-literatura, que tenta fazer literatura em grande número, e que é um produto vendável. ®
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Com as ntois variadas infoi porta da mente, crianças, ji que o mundo moderno cabi ão se assuste. Nada será mais natural do que se daqui a algum tempo seu nome mudar para alguma coisa parecida com wlmahouse.teo. Não se assuste se daqui a algum tempo seu filho não sair mais de casa para ir à escola, o pai de família não deixar o escritório da sua casa para ganhar dinheiro, o sexo virar um prazer absoluto sem que duas pessoas se toquem, uma máquina de fazer saúde teleoperar a cirurgia para uma vida eter na, livrarias, cinemas, bibliotecas, via gens, praças, o delicioso ato de ir na esquina tomar um cafezinho - tudo, tudo passe a ser uma porta de entrada virtual no ciberespaço. Assim instalado, o homem da nova era cibernética resolve tudo com um simples toque digital. A cul tura do mundo inteiro e de muitos outros mundos será vivida dentro de quatro paredes, via tela do computador. O futuro das grandes cidades não pode fugir disso.
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A coisa é tão séria que o futurólogo ame ricano Alvin Toffler não hesita quando declara: “O mundo da cibernética antevê uma maior união da família”. Enquanto esse futuro virtual não invade totalmente o pão nosso de cada dia, sejamos mais humanos e, portanto, cheios de dúvidas (graça a Deus!). Como será que a cultura se aloja dentro das famílias cosmopoli tas? Quem educa quem: a escola, os livros, o computador, a novela, o filme que metralha quinze corpos em dez segundos na Sessão da Tardei Será que a sabedoria cultural dos mais velhos se impõe diante de todos os ícones da modernidade, em que geralmente os jovens continuam “sabendo” de tudo? De que forma as gerações se comunicam dentro de quatro paredes: o que é cultura para uns, o que não é cultura para outros? Como os pais criam seus filhos, como os mais velhos se reciclam? Será que a cul tura entra pela porta da frente e se eterni
za num universo de beleza? Ou será que entra por um ouvido e sai pelo outro, como costuma lembrar o ditado popular? O futuro anunciado décadas atrás no desenho Os Jetsons está chegando com a rapidez de um megabite. É só olhar em
Miscelândia Transmitida O pai está na sala, sentado em uma confortável poltrona, com um volumoso exemplar do jornal de domingo jogado aos seus pés. Sua intenção é dar conta de todo aquele calhamaço antes que o dia acabe. No momento ele lê sobre o clássi co da semana: Corinthians X Palmeiras, que promete ser um jogão. Seu próximo passo será ler a página de economia. Em outro ambiente, sua esposa e sua filha assistem TV. As duas trocam impressões sobre o ator que está sendo entrevistado: bonito, sensual, nu da cintura para cima,
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mas um vodu na hora de interpretar. Enquanto isso, no quarto ao lado, o filho mais jovem encontra a felicidade lutando ferozmente contra um alienígena sangui nário. É a terceira etapa do combate, a definitiva, aquela que irá definir o futuro da humanidade. Nas paredes, vários pôs ters: Edmundo, “o animal”, aquele que tem na alma algo em comum com Mike Tyson e por isso mesmo é tratado como ídolo por homens, mulheres e crianças; o Mamonas Assassinas; Mortal Kombat. Enquanto isso, o irmão mais velho se comunica com o outro lado do mundo via Internet: beija a namorada na tela fria, depois discute com um garoto da Califórnia a influência perniciosa que os Estados Unidos exercem sobre o terceiro mundo. Mais tarde, toda a família estará reunida para o jantar. E tudo o que foi vivido por cada um também estará presen te em volta daquela mesa. Todas as infor mações irão se misturar. Amanhã, novas
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idéias estarão habitando aquelas cabeças. Desde que os pais transferiram o aprendizado da vida em sociedade para outras esferas, desde que a escola, com seus monólogos intermináveis, deixou de ser o centro do saber e desde que a TV e, mais recentemente, a informática globalizaram a cultura, o mundo se transformou em um grande e permanen te diálogo de conhecimentos. Toda essa informação entra nas casas, algumas vezes, de forma disfarçada. Outras, às claras. Se antigamente imperava a pala vra dos pais, hoje é permitido que os filhos emitam opinião e (por que não?) também coloquem seu saber a serviço dos mais velhos. E de onde vem essa cultura global? Ela é oriunda da televi são, das ruas, das bibliotecas, dos inú meros cursos a que facilmente se tem acesso nos dias de hoje. Ela está em todo o lugar. E os lares vêm sendo transfor mados. Mesmo que imperceptivelmente, dos oito aos 80 anos. Fátima Gonçalves tem 10 anos e chama a atenção pelo olhar esperto. Há três anos ela freqüenta o Projeto Curumim, do Sesc Carmo. De segunda à sexta, entre as 14 e 17 horas, Fátima., e mais crianças se reúnem para brincar, ler e conversar. Dentro daquele espaço há regras a serem respeitadas: lavar as mãos antes de comer, arrumar as coisas depois de brincar, não ler a carta dos outros, não xingar o companheiro. Essas regras não foram impostas por um adul to, mas sim criadas pelas próprias crian ças. Não é de se estranhar que essa con vivência acabe influenciando o que acontece nos lares dessa meninada. “A Fátima mudou muito depois que come çou a freqüentar o Projeto Curumim. Antes, ela se interessava pouco pela escola. Agora passou a organizar suas coisas e até a anotar as matérias”, conta Maria Pereira Gonçalves, mãe da garo ta. Auxiliar de enfermagem do Hospital Hermelino Matarazzo, dona Maria não tinha com quem deixar Fátima e André Luiz, o filho de 11 anos que também freqüenta o Curumim. O projeto foi uma alternativa, a princípio paliativa, mas que com o tempo mostrou-se bastante promissora. Recentemente, Fátima e os amiguinhos participaram de um projeto sobre rádio. Divididos em vários gru pos, eles deviam criar um programa de rádio e depois “levá-lo ao ar”. Cada grupo escolheu o tema, escreveu os tex tos que iriam ao ar, ficou encarregado das entrevistas. “Fátima passou dias ensaiando como se fosse fazer uma gra
vação. Vivia cantando o tempo todo e passou até a ouvir noticiários”, lembra dona Maria. Ela mesma afirma que pas sou a escutar mais rádio por conta do empenho da filha.
Futuro Atômico? Alameda Barão de Limeira, domingo, onze da manhã. Um menino de rua corre com um pedaço de madeira na mão, aproxima-se de outro, desfere vários golpes, grita: “Não quero que você fique aqui na área, nem que olhe os outros jogando fliperama, nem que veja TV no bar da esquina, nem que olhe os vídeos passan do na locadora, nem nada. Vá embora para outro lugar, nessa área aqui quem manda sou eu”. Roberval F. aparenta ter uns nove anos e mora dentro de uma caixa de papelão embaixo de uma mar quise na rua. Não sabe quem é sua mãe, seu pai, se tem irmãos. Não sabe ler nem escrever. Tudo o que ele entende do mundo é o que tem visto na TV do bar ou no monitor da locadora. Para Roberval e centenas de outras crianças em São Paulo, a sua cultura particular não é divi dida com a família, não faz com que a sua mãe ouça mais rádio como a mãe de Fátima. Tudo o que Roberval sabe, olha, vê e sente fica escondido dentro da casa de papelão desmontável. São três horas da tarde de uma sextafeira. Trinta crianças se reúnem em um círculo e, sob orientação dos monitores, começam a discutir seus problemas. A princípio, todas falam ao mesmo tempo. Mas elas conhecem as regras - criadas por elas próprias, lembre-se - e silenciam. Mário Filhou, um dos monitores, começa a conversar com a garotada. Ele chama a atenção para o fato de que a mesa de pin gue-pongue deve ser arrumada depois de usada. Todos concordam. Mário pergunta se alguém tem algo a dizer. A palavra é concedida a um garoto que levanta a mão. Ele pergunta sobre a carteirinha da biblio teca. O orientador responde que vai dis tribuí-las. As crianças discutem seus pro blemas, fazem suas reclamações, avaliam as situações. Na verdade, parece a reu nião de condomínio de um prédio. Com a diferença de que ali, entre as crianças, há um maior grau de civilidade. Um ambiente muito diferente da escola, onde se deve explicar por que se está indo ao banheiro e um livro, para ser retirado, precisa passar por um processo próximo ao policialesco. “Quando a criança entra no Curumim, ela se sente muito dependente. Aqui, o importante é
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Fotos: Nicola Labate
valorizar a criança, fazer com que ela tenha consciência do que é capaz. A esco la fica muito limitada a passar apenas conhecimento”, explica Mário Filhou. Mário Augelli, coordenador de progra mação do Sesc Carmo, também critica as limitações da escola hoje. “O regime da escola é um regime muito pobre. Ela ainda trata a criança muito individual mente. A verdade é que a escola não dá mais conta da formação educacional da criança. Ela mal dá conta de uma instru-
A fam ília G onçalves reunida: rádio para to d o s ( a c im a ) . Gabriel Priolli, a m u lh er e o s filhos: felicidade em fren te à TV ( a b a i x o )
Para a psicanalista Ana Verônica Mautner, “a finalidade da escola é somen te informar, porque o trilho é muito estrei to. A escola não pode ensinar aquilo que demanda da família: as formas de parce ria, a atitude”. Se a escola não pode - e não deve - fazer o papel da família, ela também perdeu seu posto de provedora número um da cultura. Atualmente ela é responsável por uma pequena parcela de informação, se comparada ao bombardeio a que o jovem é submetido fora da sala de aula. “Hoje os adolescentes são muito mais informados do que formados. Existe um empobrecimento nos padrões de ensi no. Um garoto hoje sabe menos de litera tura e filosofia do que um cara 30 anos atrás”, avalia Gabriel Priolli, diretor de jornalismo da Gazeta Mercantil TV, dire tor da TV PUC-SP e crítico de televisão do Jornal da Tarde.
Tela Fria Houve um tempo em que a TV foi a senhora absoluta das salas, em que a família se reunia para assistir a novelas, jogos de futebol ou até mesmo brigar pela posse do controle-remoto. Hoje, a classe média “socializou” o aparelho e ele pode ser encontrado nos diversos quartos da casa. Televisão também já foi sinônimo de perigo dentro do lar - fator desagregador, máquina emburrecedora, perigoso instrumento de decadência. “Acho isso um papo furado”, sentencia Gabriel Priolli. “A televisão só contribui para acrescentar informação às pessoas. A elite talvez leia menos hoje. Por outro lado, essa elite é mais informada”, avalia. Priolli afirma que ele próprio é um exemplo de que a telinha não é uma “geradora de monstrinhos”: “Sou da pri meira geração da TV; não me lembro da minha infância sem televisão. Cresci bri gando com minha mãe, que queria que eu fosse dormir cedo, e vendo programas de adulto porque achava os infantis muito chatos. Hoje sou uma pai de família, não
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me tomei nem um tarado nem um deso cupado.” Ele acha interessante o caráter familiar da TV e acredita ser uma boba gem a história de que a televisão acaba com o diálogo. Segundo ele, os pais têm o poder de mediação que a TV não tem. “Eu, por exemplo, tenho filhos. O que vou fazer com eles em relação ao sexo? Vou agir como um careta e mandar sair da sala quando passar alguma cena de sexo? Meu filho de sete anos de idade sabe detalhes sobre a reprodução huma na. Ele não tem nenhuma ansiedade em relação ao sexo. A TV ajuda a demolir alguns tabus”, diz Priolli. Mas nem todos pensam assim. Muitos pais acham que a TV é um veí culo emburrecedor, sim. Argumentam que basta um bom domingo ao lado do Faustão ou do titio Sílvio Santos para se entender a receita certa de como se constrói um dia cheio de tédio. Logicamente que alguns programas aju dam, educam, esclarecem dúvidas. Mas a emissora que tem a mais requintada grade de programação do país, a TV Cultura, tem seus números de audiência sempre lá embaixo. Iva Romão Siqueira e Mário Freitas de Alencar vêem na TV exatamente o oposto de Priolli. Baseados nos preceitos da antroposofia, um sistema filosófico que tem como base a harmonia entre o ser humano e a natureza, o casal cria a filha Micaella longe do aparelho de TV que, inclusive, não existe na casa. Iva despeja uma carga pesada de argumentos contra a televisão. “A TV tem primeira mente um lado maléfico para a saúde, que é a radiação a que você fica exposto quando está diante da tela. Tem também o lado da informação que é agressiva; há sempre uma corrida atrás do Ibope. As novelas estragam muito a questão fami liar, mostrando sempre um lado canalha das relações.” Não é apenas a TV que foi riscada do mapa da família. Os filmes de violência também estão descartados. “Eles têm um estímulo que inconscientemente vai para o interior”, explica Iva. Sem os ditos estí mulos à violência, eles optaram por outras formas de lazer. A preferida é a reunião com os amigos. São geralmente de caráter gastronômico e onde se discute bastante a respeito de educação. Quanto ao fato de Micaella estar sendo criada longe de uma realidade tão comum às crianças, isso não assusta o casal. “Até os sete anos a crian ça tem a formação básica. Queremos dar a ela a melhor formação possível. Se a partir de uma certa idade ela quiser expe
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rimentar coisas novas, nenhum problema. Se ela quiser ir ao McDonald’s, ela vai. Somos os pais, não os donos”, afirma Iva. Não é de se estranhar que a formação que Iva e Mário estão dando à Micaella inclua doses maciças de arte. Ela é, inega velmente, fator transformador dentro do espaço privado. É o caso da música. “Ela muda sua relação com as pessoas que estão ao seu redor. Você se toma mais tranqüila, mais acessível aos relaciona mentos”, constata Elizabeth Miranda Costa. Há cerca de um ano e meio, Elizabeth “nunca tinha visto um violon celo de perto”, atualmente é uma das alu nas mais aplicadas do Centro Experimental de Música, do Sesc Consolação. Ela conta que a idéia de tocar violoncelo não foi recebida com muito entusiasmo em sua casa, onde mora com a mãe, dois irmãos e uma irmã. “Lá em casa se ouve muito dance e MPB e, a princípio, a música clássica feria os ouvidos do pessoal. Aos poucos eles foram se acostumando. Hoje a minha irmã, que tem 30 anos, já mostra algum interesse. As vezes ela vem me perguntar de quem é determinada peça que estou tocando e até elogia”, diz Elizabeth.
O Ringue Nunca Mais Nãoé sempre que a música entra pela porta da frente e modifica a sintonia da casa. Isto não significa dizer que a arte não provoque uma certa atração fatal. Veja o exemplo a seguir: na oficina “Radar Teen”, minis trada no Sesc Ipiranga dentro
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Maria Adelaide Amaral: "Tenho mais o que fazer". Carmem Barreto e os filhos: bloqueio (acim a). Mário e família: pura harmonia (ab a ix o ) do projeto Sexo, Drogas e Rock’n ’Roll, encontra-se as mais variadas motivações. Ana Carolina Cardoso, de 17 anos, mos tra um interesse profissional pelo curso. Carolina já fez teatro infantil e agora pre tende melhorar seus dotes artísticos na oficina. Para isso, conta com o apoio dos pais. “Eles me dão bastante força. Meu pai já saiu antes do serviço para me levar em testes e várias vezes madrugou no fim de semana quando eu ia me apresentar em lugares distantes”, conta, orgulhosa. O fato de Carolina ter escolhido o tea tro bem pode ter sido um alívio para os pais. Ela lembra que, uma vez, chegou a fugir de casa. Isto, em tempos mais rebel des, quando tinha pôsteres de New Kids On The Blocks e dos Menudos espalha dos pelo quarto. Depois disso, fez um
retiro espiritual de onde, segundo diz, voltou “aleluiada, querendo salvar o mundo”. Hoje, Carolina é um ser bem diferente: está mais tranqüila, consciente e não acha que o futuro de atriz seja muito promissor. Parece que ela “caiu na real”. Por isso mesmo, pretende fazer faculdade e seguir a carreira de farmacêu tica. Ela acredita que teatro não é bom só para quem pretende se profissionalizar. Há também o lado do crescimento pes soal. “Aprendi pra caramba a coisa da confiança, a ter calma e descobrir o que tem dentro de você”, diz. Em outros casos, o curso ajuda a mudar não só a relação daquele eterno “ser ou não ser”, como também deixa a relação familiar e coletiva bem mais resolvida. O auxiliar administrativo Eubes Alves de Oliveira tem 19 anos. Ele não pretende se transformar em ator e nem mesmo sabe dizer se seu interesse por teatro é tão grande assim. No entan to, confessa que tem aprendido algumas coisas. “Para mim é só algo espiritual. É interessante. Sou um cara fechado. Sei que sou só eu, não posso depender de ninguém. Mas acho que, a par tir daqui, vou conseguir ser mais receptivo”, avalia. Anderson do Lago Leite, coor denador do “Radar Teen”, acha que a oficina extrapola o lado técnico. “O curso está ajudando o pessoal a desenvolver sua personalidade. Adolescentes que têm problemas com seus próprios corpos estão apren dendo a aceitá-los melhor. A cada aula que passa está se quebrando as defesas”, explica.
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Elizabeth e o violoncelo: am or à prim eira vista ( a c im a ) e Therezinha M onteiro: disposição à toda prova ( a b a i x o )
Segundo Anderson, uma das coisas mais ricas do curso é a diversidade de fai xas etárias. Isto permite avaliar as dife renças existentes entre os jovens. Com apenas. quatro anos a menos que Carolina, Igor Kosmini Paulin tem um perfil completamente diferente. Ele já fez um book como modelo, atualmente parti cipa de um comercial na TV, recusou-se a trabalhar em uma propaganda porque queriam que ele cortasse os longos cabe los loiros. Além de teatro, Igor faz dança cigana e gosta de esportes radicais. Gosta de ouvir dance music. Muita. Se os pais reclamam? “Eles não atrapalham.” Agora, se Igor ficar famoso, a família reunida agradece. Alguns pais, além de não atrapalha rem, acabam se transformando em cúm plices da cultura e experiências trazidas para dentro de casa. “Ensinei para minha mãe, que está com 57 anos, conceitos de alongamento e postura para que ela apli que no dia-a-dia”, conta o analista de sis temas, Marcos Antonio Pereira, que há cinco anos trocou o boxe que praticava no CMTC Clube pela Ginástica Voluntária do Sesc Consolação. Esportista por natu reza, ele também pratica natação, faz alongamento e corre nos fins de semana. Do seu lema “mente sadia em corpo sadio”, toda a família participa. Maria Mercedes, a mãe de Marcos, não teve problemas para se entrosar no mundo esportivo. “Meu pai sempre foi um esportista e eu mesmo pratico esportes desde os sete anos. Minha mãe já está acostumada”, acredita Marcos. “Além de ter feito novas amizades, descobri que o esporte pode me trazer vários benefícios. Trabalho em um setor de muita agitação e aplico bastante o que aprendi de alon gamento e postura”, afirma.
Desliga Senão Eu Grito A troca de cultura e conhecimento nem sempre entra pela porta da frente. Maria Therezinha Monteiro Goulart, 67 anos e uma disposição de fazer inveja a qualquer adolescente é o que se pode con siderar uma self made woman cultural. Ex-funcionária pública, dona Therezinha foi ao Sesc Consolação com a intenção de fazer um curso de férias. Chegando lá, entrou para o curso de yoga, natação, começou a freqüentar o coral e já fez quase uma dezena de cursos sobre pintu ra e história da arte. “Quando você apren de muitas coisas, vê que o mundo não é assim tão pequenino”, filosofa. Extremamente organizada, ela mostra as
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anotações que fez nesses quatro anos. Incansável, diz que ainda pretende fazer muitos outros cursos. Seus interesses no momento são o inglês e a informática. Sabe que há um curso de inglês para a ter ceira idade em algum lugar do centro. Promete que irá procurar. Quanto à infor mática, diz ser muito difícil para ela acompanhar o ritmo das mudanças. Mas está pensando em fazer um curso, quem sabe? O entusiasmo aumentou depois que ela fez o curso “Tecnologia no Cotidiano do Idoso”, promovido pelo Sesc. O universo sempre em ebulição da telinha iluminada, que invadiu as casas do mundo todo, encontra espectadores assus tados. Este é o caso de dona Carmen Barreto, 63 anos, que frequentou o mesmo curso de dona Therezinha e, menos empolgada, acha que tudo não é tão esoté rico assim quando o assunto é tecnologia. “Tenho medo, um certo bloqueio”, con fessa. Sua aversão a tudo que contenha números digitais brilhantes e botões é tal que ela se diz incapaz até mesmo de repro gramar o vídeo após uma queda de ener gia. “Fico nervosa com aquela luzinha pis cando”. Contudo, ela vive um curioso paradoxo: está cercada pelo que chama de “tecnólogos”. Ela tem quatro filhos, todos engenheiros, um deles, o caçula, especia lizado em telecomunicações. Dona Carmen é um típico caso de contradição entre a velha e clássica cultu ra e a novíssima informação. Toda sua formação (“fui aluna do Fernando Henrique nos tempos que a faculdade era na Maria Antônia”) não impede que ela se sinta perdida em um bate-papo com os filhos. “Às vezes conversam comigo e faço um esforço para entrar naquele uni verso. É mais ou menos como a emprega da doméstica que trabalha na casa de escritores e ouve o galo cantar aqui e ali”, brinca. Embora insista na sua ignorância tecnológica, ela acaba mostrando que tan tas conversas com os filhos acabaram sur tindo efeitos. “A engenharia de telefonia está tendo um ‘boom’ neste fim de sécu lo. Estão pensando em um celular de bolso, tipo integrado, que talvez acesse até a Internet”, conta, entusiasmada. Até pouco tempo atrás, chegava a “namorar” o computador que o filho mais velho mantinha em um quarto dos fundos de sua casa. Os filhos insistiam para que ela aprendesse a mexer no computador. Mas o rapaz casou e levou o computador con sigo, antecipando o final do namoro. “Queria aprender a mexer por causa do redator de texto”, confessa ela, que adora escrever cartas.
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O M UNDO ENCANTADO DE DJC Norm alm ente, a cultura tem o dom de integrar as pessoas. Em alguns casos, contudo, ela acaba iso lando o indivíduo. Nada a ver com aquela triste solidão da m etrópole, que faz do hom em um a ilha no m eio de um oceano hum ano. O m icroem presário Dener Jovane Costa pode até ser considerado um a ilha, mas um a ilha de inform ação. Um a coisa que vem de fora, entra, ganha corpo e se transform a. Senão vejam os: em seu cartão de apresèntação constam nada m enos do que cinco telefones. Um de sua residência, dois celulares e dois núm eros de bip. Parece algo com um , já que se trata de um em presário que atua no ramo de arquitetura. Todavia, são pouquíssimos os profissionais - inclu sive de m aior porte - que contam com tantas possibilidades de com u nicação. Na verdade, Dener é um fanático pela inform ação. Entre nacionais e im portadas, ele assina cerca de 20 revistas sobre os mais variados assuntos - de música à eco logia, passando por m oda, cinem a e ciências. Não satisfeito, tem assinatu-
Futuro Debilóide Há quem não se entusiasme tanto com a tecnologia e veja nela apenas um instrumento. E esse o caso da escritora Maria Adelaide Amaral. Com certeza ela não será leitora do inusitado arquite to Wjmamit.edu, cujo nome verdadeiro é William J. Mitchell. Ele é o autor do livro City o f Bits, e prevê um futuro em que, cada vez mais, a comunicação via Internet vai invadir o dia-a-dia das pes soas subvertendo a noção de comunida de. “Uso meu computador como máqui na de escrever. O que me irrita na infor mática é essa obsolescência. A toda hora há um programa novo entrando no mer cado”. A relação de Maria Adelaide com a máquina é puramente profissional e ela não se deixa seduzir pelos avanços tecnológicos, como a Internet. “Quem está ligado nessa coisa de Internet são meus filhos. Eu tenho mais o que fazer. Tenho muito filme para ver, muito livro para ler. Tenho uma relação fetichista com o livro. Não dá para levar o compu
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ra das duas redes de T V a cabo dispo níveis no m ercado e assina tam bém os quatro grandes jornais do país. Ele se orgulha de ter um a coleção de 800 CDS e está com eçando a fo rm a r uma videoteca. O b v ia m en te, essa alta carga inform ativa tem seu preço no mercado: "Quase não saio de casa. M inha vida social descambou quase para o zero. Isso quer dizer que, no m undinho da pseudo-cultura, você é dado com o m orto", conta. O m otivo para tal isolam ento ta l vez seja o fato de não sobrar te m po
hábil para consum ir tanta inform a ção e ver os am igos (aqueles que não estão nas revistas, jornais e TV). De fato, é difícil saber com o ele con segue colocar em dia toda a sua lei tura, fo rm a r a videoteca com progra mas que seleciona nos m ais de 40 canais a que tem acesso e - ah! sim , trabalhar. "N unca parei para pensar em com o arru m o te m p o para consum ir tudo isso", diz. M as em um a rápida visita ao a partam ento que divide com o irm ão no Paraíso, pode-se perceber seu m étodo: é um bom bar deio de inform ação que exige som , TV e com putador ligados sim ulta neam ente - e m uitas revistas a m ão, que é para não perder tem po. "É claro que nunca leio tudo de cabo a rabo, dou um a boa selecionada no m a te ria l. S eria h u m a n a m e n te im possível dar conta de tudo isso", confessa. M as onde despejar tanto conhecim ento acum ulado? Qual a u tilid ad e de ta nta inform ação? "Q uando você vai a certos países da Europa, as pessoas te assediam para saber o que você sabe e não o que ou quem você é. Para m im saber tam b é m é mais im portante do que ser", explica Dener. "E depois, quan to m ais você sabe, m elhor tem com o antecipar os fatos", concluiu. Com tanto saber, perguntar não ofende: será que Dener é feliz?
tador para a cama”, avalia, sem deixar de esconder um certo desprezo pelo computador. O amor pela literatura longe de bits e byts é compartilhado pelo estagiário de contabilidade Valdemir de Souza, 22 anos, um dos mais assíduos freqüentado res da Biblioteca Circulante do Sesc Carmo. Ele é uma daquelas pessoas de curiosidade inata. “Gosto de ler um pouco de tudo. Comecei a ler porque tinha muito tempo livre e estava de saco cheio de tudo. Com o tempo você fica insatisfeito e quer mais”, explica. Atualmente entretido com O Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, ele já passou por George Orwell, a biografia de Groucho Marx e Joseph Conrad. “Agora pretendo ler J.M. Simmel e Goethe”, antecipa. Valdemir, que mora com a avó, a tia e dois primos, diz que, em casa, praticamente não fala sobre suas leituras. “Converso, mas é muito pouco. O meu primo mais velho não lê nem bula de remédio. Recomendei A Revolução dos Bichos (de George
Orwell) para o mais novo, que tem 12 anos, mas ele disse que não conseguiu acompanhar”, lamenta-se. Valdemir pode até não acreditar, mas ao fazer seu primo ler o livro, ele acabou alterando algo. E a mudança, afinal, é a razão do homem existir. Do contrário, ficaremos todos como os personagens do filme Denise Está Chamando, clássico do pós-modemo exibido no CineSesc, onde os personagens, trancados dentro de casa, passam a vida ou falando no telefone ou em frente à tela do computa dor. O nível de sugestão futurista chega ao cúmulo de um rapaz conhecer uma garota grávida por telefone, começam o que seria uma “relação” - alô pra lá, alô pra cá - os dois nunca se encontram, ela vai para a maternidade, tem o bebê e ele lá, discando, discando, discando. Até que a cena final, num rasgo de humani dade absoluta, faz os três se encontrarem e, sem trocarem uma palavra, saírem caminhando pela calçada. Num curioso paradigma, a tecnologia aproxima mais as pessoas. ®
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Dener: imagens, imagens e imagens
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Foto: Paquito
em São Carlos D e n tro com em orações de seus o Sesc no interio Estado c e n tro d e s p o rtiv o 16
u não tô aguentando” foi o que disse, morrendo de rir, o garoto José Marcos de Santana, nove anos, quando viu o palhaço e suas assistentes de palhaça das do Grupo Parlapatões, Patifes e Paspalhões chamando a atenção em frente ao Mercado Municipal, em pleno centro de São Carlos. Eles faziam de tudo. Cantavam, tocavam, diziam gracinhas quase gritando, roubavam a atenção dos que passavam com a cena completa de ale gria. Aquele era um dos muitos pontos da cidade onde foi construída a Estação Sesc, ponto de partida da população em direção a maior novidade que estava acontecendo: a inauguração da unidade do Sesc. Enquanto o palhaço de olhos azuis e.boca vermelha e suas colegas enchiam de todas as cores a manhã daquele sábado, dia 18 de maio, José já estava sentado, olhando pela janela do trem que levaria os passageiros até o centro da grande festa. Homens com cha péu e bigodes fininhos, mães com filhos de todas as idades, casais de velhinhos de bra ços dados. Todos dentro do trem azul. Todos de frente para a porta onde o letreiro avisava: “Este trem carrega as pedras mais preciosas do mundo”. Como numa cena de filme antigo, o trem azul percorreu as ruas e avenidas da cidade, passou em frente às casas com jar
dins, aos edifícios que já alteram a paisa gem horizontal, viu a população acenar sorrindo, percebeu até o recado pichado anonimamente na porta de ferro da gara gem: “Patrick, se toca meu”. A única per gunta de José durante o trajeto foi se era tudo de graça. Depois de ouvir a resposta afirmativa, não teve dúvidas: “Então vou passar o dia todo lá”. Mal o trem se aproxi mou da unidade, na Avenida Comendador Alfredo Maffei, e Jerusa Machado, cinco anos, arregalou os olhos: “Mãe, olha como é grande. Vou descer”. Moradora do Jardim Tangará, dona Cleusa Rodrigues olhou para cima e disse: “Jesus, não sei como eles não têm medo de cair”. Ficou ainda uns dez minutos vendo os atores fazendo loucuras em cima das pemas-de-pau, em frente ao portão de entrada.
Diálogo Contemporâneo “Não tenho dúvidas: a partir de hoje, esta nova unidade passa a constituir um cenário privilegiado, em cujos contornos uma intensa vida cultural e associativa tende a ganhar corpo e desenvolver-se”, disse o presidente da Federação e Centro de Comércio do Estado de São Paulo, Abram Szajman, na cerimônia de inau guração, onde também estavam presentes Rubens Massucio Rubinho (prefeito de
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Fotos: Nicola Labate
São Carlos) e Jorge Duarte de Souza (pre sidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos), entre outras auto ridades. A nova unidade de São Carlos tem 14.602 metros quadrados de área construí da, num terreno doado ao Sesc pela prefei tura, em 1988. O projeto agora inaugurado começou a ser desenvolvido em 91 e reúne equipamentos e programas pensados para atender às necessidades e expectativas da população que conhece os serviços do Sesc desde 1956, quando um centro social ali foi inaugurado. “Esse é um grande momento dentro das comemorações dos 50 anos do Sesc. Equipada com o que há de mais modemo, essa unidade estabelece com a comunidade de São Carlos um diá logo mais profundo, na medida em que ela passa agora a conhecer todos os nossos programas. Uma comunidade que está pro curando caminhos para o seu desenvolvi mento tem que ter apoio na área da cultu ra, esporte e lazer para fundamentar essa procura”, explica o diretor regional do Sesc, Danilo Santos de Miranda. A unida de é formada por três blocos integrados: teatro, conjunto aquático e conjunto espor tivo e tem como ponto de partida a área de convivência. Funcionando como o coração da unidade, este é o local de onde o públi co pode se deslocar para todos os lugares. A praticidade do projeto causa, ainda, o entendimento de toda a construção, já que de um determinado ponto da unidade pode-se ver todos os outros. Seguindo a tradição da cidade, conside rada o maior pólo de tecnologia de ponta de todo o Estado de São Paulo, a nova unida de conta, entre seus equipamentos, com a informática, responsável pela criação de programas inéditos que atingem desde o Projeto Curumim - onde o computador deixa de ser tratado como um objeto de mídia para se tomar um recurso pedagógi co, desenvolvendo nas crianças o raciocí nio abstrato e lógico, além da capacidade de planejamento e organização-, até os fre qüentadores da Terceira Idade, que vão conhecer atividades especialmente pensa das para eles. A expectativa da inauguração foi tão grande que as matrículas atingiram o número de 18 mil inscritos. Preparada para atender até 3.500 pessoas por dia, na festa de abertura, a unidade recebeu um número maior de visitantes, já que todas as dependências ficaram completamente lota das. O projeto concebeu, em sua maioria, espaços de usos múltiplos, como por exem plo o teatro, que tem 272 lugares. Nesse local, o público poderá assistir a espetácu-
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Panorâm ica da cerim ônia de inauguração (p á g . a o la d o ).
O casal de p a lhaços e o trem azul ( a c im a ),
fachada da nova unidade (a o la d o ) e atividade na piscina coberta (a b a i xo)
los de teatro, dança, música, seminários, conferências e filmes em 35 milímetros.
Pose Para a Foto A vida de peixe de Bruno Cortegoso, quatro anos, naquele sábado, foi uma delí cia. Brincando dentro da piscina (o parque aquático é formado por piscinas aquecida e coberta, recreativa, infantil, para biribol e solário que podem atender a 2.000 pessoas simultaneamente), ele não sabia se presta va mais atenção às instruções de como se aprende a nadar ou às brincadeiras de um atleta gordão, com uma enorme chupeta pendurada no pescoço. As piscinas ficaram lotadas durante todo o dia. As senhorasatletas não economizaram elegância dentro dos seus maiôs discretos. “Não vejo a hora de trocar minha roupa e entrar aí para jogar. Esse chão novinho me deixa com a maior vontade”, disse Gilberto dos Santos, 14 anos, sentado na arquibancada do giná sio poliesportivo. O piso de madeira reves tido com sinteco que fez os olhos de Gilberto brilharem tanto, foi pensado não só para futebol de salão, que era o jogo que ele estava vendo, mas também para bas quete e vôlei. Tem arquibancada para 500 pessoas e pode receber um público de até 3.000, em dias de shows. Uma espada de Iansã parada sobre a
cabeça se equilibrava sem cair, quando o corpo da dançarina do ventre circulava, sensual, pra lá e pra cá, embaixo da tenda vermelha e árabe. Minutos depois, o mágico contorcionista Tabule Sansabá tentava iludir uma cobra antes de começar a dar uma série de nós nas próprias per nas, anunciando que ia desafiar a gravidade.“Pai, isso é mentira, não é?”, pergun tou Maria das Graças Tenório, seis anos, quase hipnotizada. Ao redor da tenda, tudo era esporte. Adolescentes com rou pas larguíssimas “voavam” nos esportes radicais; outros jogavam basquete; uma dupla meio sem jeito tentava vencer a outra na quadra de tênis; crianças corriam sem parar, subiam, desciam, escorrega vam dentro dos tubos coloridos do parque de diversão. Pingando em suor, Emerson
Garcia, dez anos, suspirou: “Nunca senti tanta alegria”. Ao todo foram 20 horas (sábado e domingo) de atividades onde técnicos, ani madores culturais, instrutores de esportes, músicos, atores, bailarinos e cenógrafos traçaram um incansável roteiro cheio de imagens reais, outras lúdicas. Como as mulheres voadoras, com asas de anjo, ves tidas de azul, verde, roxo, marrom. Chamam-se Aerodianas e passeiam pelo meio do público, na área de convivência, ao som de música de câmera. Logo depois, zupt: subindo em cordas, já malabaristas soltas no ar, a imagem de sonho se inver teu. Rodopiantes, de ponta-cabeça, quem via o mundo ao contrário: o público embai xo, ou elas, lá em cima? Mais adiante, pró ximo ao ginásio, um estúdio lambe-lambe, ao ar livre, recebia o público como se cada um fosse um modelo, bastava colocar o rosto no espaço aberto do painel e pronto: depois de uma nuvem de talco, a foto na festa de inauguração estava pronta. Uma coisa é certa: todas as manifesta ções de arte, esporte e lazer que encheram os olhos da população de São Carlos naquele sábado, 18 de maio, passam defi nitivamente a fazer parte da vida da cidade com o funcionamento da nova unidade. É para isso que técnicos e programadores estão trabalhando. ■ I
Gmasio poliesporti livre e Abram Szajman discursa na inauguração (acim a). Aerodianas na área de con vivência (esq.) e o show de Milton Nascimento (dir.)
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Fotos: Nicola Labate
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A u la a b e r ta d e tê n is r e a liza d a n a s q u a d r a s do P a rq u e do íb ira p u e ra , n o dia 4 d e m a io , p e lo T e n iS e s c
A QUADRA NAO E 0 LIMITE Nos últimos quatro anos, projetos de popularização do tênis levam a modalidade para as ruas, parques e escolas
alter Wingfield, um major inglês que servia na índia, resolveu, em 1874, paten tear sob o nome de sphalristike um novo jogo. Esta modalidade era praticada nas ruas ou gramados, necessitava de uma bolinha e utilizava as palmas das mãos. Mais tarde, algum italiano, já cansado de ter as mãos inchadas pelas boladas, inventou uma estrutura de madeira, semelhante a uma frigideira, que recebeu o nome de raquete. Foi esse jogo que, através de modificações, originou o tênis moder no. Especula-se que, na verdade, no Egito e na Pérsia, o esporte já era pra ticado antes da Era Cristã, mas nada pode ser afirmado. O que se sabe é que a modalidade ganhou força, consa grou-se internacionalmente e, em 1877, Wimbledon sediou o primeiro campeonato de tênis. No Brasil, o esporte despertou, num primeiro momento, o interesse da elite. A alta sociedade começou a pra
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ticá-lo em clubes particulares de reno me. Na realidade, o que mais interessa va era o título de nobreza que o esporte carregava, devido à sua origem. Aos poucos a modalidade foi mudando o seu perfil. Os maiores tenistas brasilei ros iam surgindo e de forma curiosa. Os grandes nomes não pertenciam à socie dade, eram personagens anônimos que começaram a se interessar pelo tênis quando catavam bolinhas. Caso de Maria Ester Bueno, campeã mundial em 1959 e 1960. Atualmente, o tênis é um dos espor tes mais praticados no país e ninguém sabe disso. Fala-se pouco da modalida de e apesar disso, cerca de 40 mil pes soas estão inscritas na Federação Paulista de Tênis. E aí está uma das principais contradições: como um esporte tão praticado pode ser tão pouco difundido? Uma resposta perti nente relaciona-se ao fato das quadras de tênis estarem instaladas em locais específicos e privados, como os clubes
e as academias. Outra, deve-se à pouca divulgação do esporte pelos meios de comunicação. Há alguns anos, a Rede Bandeirantes de Televisão transmitia aos domingos os campeonatos nacio nais e internacionais de tênis. Deixou de fazê-lo dando espaço às' modalida des mais populares, como o futebol e o basquete. Afirmar que o tênis é um esporte para quem tem dinheiro é lan çar uma idéia um tanto simplista. Já foi visto que mesmo aqueles que não tinham condições financeiras, travaram contato com o esporte e se destacaram. Até os acessórios básicos à prática baratearam seus custos. Uma raquete pode ser encontrada por R$ 30,00. De fato, há a necessidade de deixar de lado o estereótipo construído em relação à modalidade e difundi-la amplamente.
Festival De Raquetes Foi a partir dessa constatação que o TeniSesc resolveu tirar o tênis de espa
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ços específicos e levá-lo às ruas. “Acreditamos que oferecer a modalida de em uma unidade que tem seis qua dras é muito pouco para difundir um esporte que nós consideramos, em nosso país, estigmatizado como de elite”, constata Maria Luiza Souza Dias, gerente do TeniSesc. A iniciativa não é recente. O pri meiro projeto, Tênis na Escola, surgiu em 1993 e priorizava as crianças das escolas da rede estadual e municipal. As crianças atendidas tinham de sete a 14 anos e conheciam muito pouco sobre a modalidade. “Esta atividade passava por uma conversa em sala de aula contando o que é o tênis. Mostrávamos uma quadra feita em maquete, um vídeo e depois a prática. Nessa prática, a preocupação era tomar o momento extremamente agradável e fazer com que as crianças se sentissem à vontade. A gente brincava que a raquete era um braço biônico. Ao mesmo tempo, elas tinham de estar aprendendo a bater uma bolinha, isto é, a mecânica do golpe. Aprender e sentir prazer era o nosso objetivo”, explica Maria Luiza. Para essas aulas, os técni cos montavam uma quadra em espaços adaptados. Podia ser um pátio, um cor redor, uma quadra poliesportiva, qual quer área livre que pudesse virar uma quadra de tênis. As técnicas específicas da modalidade também sofriam algu mas adaptações, pois a preocupação era passar informações precisas para as crianças, valorizando as formas lúdi cas, a participação e a sociabilidade. “Fizemos 66 clínicas, cada dia em uma escola. Naquele momento a gente não queria ensinar a jogar tênis, nosso obje
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Montagem de quadra adaptada crianças exercitam-se no Parque Nabuco (a b a ix o )
( a c im a ) ,
tivo maior era mostrar a modalidade para os escolares”, diz Claudia Prado, coordenadora da programação do TeniSesc. No ano seguinte à essa primeira experiência, o TeniSesc elaborou um outro projeto: o Tênis em Ação. O objetivo também era o de levar o esporte para as ruas, só que dessa vez ampliava-se a faixa etária de partici pação. Praças, parques, estaciona mentos, ruas, centros educacionais viraram quadras de tênis. Aliás, a pre ferência dos técnicos era a de adap tar os espaços. “Uma das ativi dades foi no es tacionamento do Mappin Itaim. Montamos as qua dras de tênis e demos várias aulas ao mesmo tempo. A aceitação nesses espaços adaptados é maior do que nas quadras porque fica menos distante do cotidiano das pessoas e quem nunca praticou a modalidade, sentese menos inibido”, explica Maria Lui
za. Apesar do uso desses espaços, o esporte não é descaracterizado, banali zado. “Optamos por não usar raquetes de madeira para não haver uma associa ção com o frescobol. Achamos que tam bém é uma forma de prática, mas a idéia é difundir o esporte tênis”, conta a gerente do TeniSesc.
Mudança De Hábito Como esse projeto abrangeu diferen tes faixas etárias, a Terceira Idade tam bém foi atendida. Nessa experiência, constatou-se que é possível que as pes soas joguem tênis, mesmo com idade avançada. “Foi a primeira vez que aten demos a Terceira Idade, em unidades do Sesc. Uma experiência bastante gratificante para ambos os lados. Para eles, além da novidade, foi uma satisfação ter conseguido aprender um pouco e bater na bolinha com a raquete”, conta Claudia. O Tênis em Ação atendeu cerca de 6 mil pessoas, no período de setem bro a dezembro. Em 1995, partiram para o projeto Lazer Sesc Nas Ruas De Lazer. Em São Paulo existem ruas credenciadas na Secretaria M unicipal de Esporte. Nessas ruas, os próprios moradores cui dam das atividades de lazer. Assim, abordaram esses locais onde propu nham gincanas, amarelinhas, brincadei ras com música, jogos e introduziam, posteriormente, a atividade âncora que era o tênis. “Essas ruas de lazer geral mente ficavam em bairros afastados e
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carentes. Percebemos que era o local em que eles se divertiam aos domin gos, então optamos por fazer diversas brincadeiras que eram próximas à diversão e depois o tênis. Assim, con seguíamos levar as pessoas para as aulas de forma natural”, explica Claúdia. A proposta de difundir o tênis não parou por aí. Para este ano, o TeniSesc montou um projeto voltado aos parques da cidade. O Tênis no Parque teve iní cio no dia 13 de abril e estendeu-se até 4 de maio, sempre aos sábados e domingos, finalizando a primeira fase do projeto. “Gosto muito do tênis. Comecei catando bolinhas, me interes sei pelo esporte e depois iniciei um trei namento. Para quem quer praticar o esporte, esse tipo de atividade possibi lita que as pessoas aprendam os funda mentos e façam exercícios”, diz Paulo Oliveira Monteiro, 13 anos, que partici pou da atividade no Parque do Ibirapuera. No decorrer desses quatro fins de semana, o projeto atendeu aproxima damente 500 pessoas. O primeiro alvo foi o Parque da Aclimação. Como nesse local não existe quadra, o espaço utilizado foi a entrada do parque que é asfaltada. No Villa Lobos usou-se a própria quadra de tênis, mas a maior dificuldade foi a precariedade das ins talações. “O parque parece estar aban donado. Falta água e luz e isso faz com que as pessoas deixem de frequentá-lo, o que dificultou o nosso trabalho”, diz
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Professor ensina m ovim entos de raquete ( a c im a ) , crianças rebatem bolinhas, no Ibirapuera ( a b a ix o ) Claúdia. O terceiro parque foi o Nabuco, localizado na avenida Cupecê, região carente de São Paulo. “Nesse parque ninguém tinha contato com a modalidade e nós usamos a quadra de futebol, único local asfaltado, para montar o espaço. Foi o exemplo mais claro de popularização, no sentido de levar o esporte para todos. As pessoas fizeram a aula de sandálias havaianas, ninguém estava de roupa apropriada. Na nossa proposta, isso não é levado em conta. O importante é que essas pessoas conheceram o tênis, entraram
em contato com a modalidade”, expõe Maria Luiza. O último parque foi o do Ibirapuera, que apresenta três quadras de tênis construídas para o torneio internacional realizado em 95. Verificou-se uma outra relação das pessoas com a modalidade. A maioria dos presentes praticavam o esporte. Francisco das Chagas Dias é professor de tênis e considerou a iniciativa do TeniSesc muito boa. “Este tipo de ati vidade é muito importante para divul gar o nome do tênis. Os clubes deve riam realizar projetos como esse nos fins de semana e os parques poderiam ter mais quadras disponíveis para a prática. A aula aberta faz com que as pessoas se empolguem e percam a ini bição quanto à falta de prática”, comenta. “O bom é que a atividade misturou crianças de todas as idades, homens, mulheres, pessoas que sabiam jogar ou não”, ressalta Ana Claúdia Amaral, 24 anos, que pratica tênis há quatro anos. Os técnicos mostraram outras formas de treinamento e prática do esporte, exercícios de aquecimento e relaxamento, tiraram algumas dúvi das quanto às técnicas do jogo e refor çaram a questão da integração. Para o próximo semestre a idéia é atender mais oito parques, dando preferência aos espaços adaptados. “Está na pro posta social de difusão e lazer do Sesc mostrar que existem várias formas de se praticar um esporte. A gente quer criar condições para que as pessoas entrem em contato com atividades que são pouco difundidas. Queremos alte rar o quadro desse esporte, praticado em locais fechados”, finaliza Maria Luiza Dias. ■
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Jogo do Torneio de Futebol de Salão dos D eficientes A uditivos no S esc Itaquera que ocorreu de 11 de maio a 2 de junho
VIDA INDEPENDENTE Os deficientes físicos não são mais os mesmos, querem direitos de oportunidades iguais e lutam por inclusão na sociedade magine se um dia, ao acordar, você perceber que a cidade está silenciosa. Um silêncio absoluto. Os carros conti nuam trafegando, mas não emitem som. As pessoas mexem a boca, gesticulam e não entoam nada. O telefone não toca, a televisão emudeceu, o CD não se faz escutar. Ao tentar falar, você percebe que não consegue. Para aqueles que ouvem normalmen te, este faz-de-conta é um exercício inte ressante, mas para os deficientes auditi vos, esta é uma realidade. Na cidade de São Paulo, existe um milhão de deficientes físicos. O precon ceito continua, mas eles não são mais o's mesmos. Atualmente estão melhor organi zados e não querem apenas estar integra dos à sociedade, querem ser incluídos, o que representa uma grande diferença. Antigamente, o deficiente físico era excluído do processo social. Posterior mente, veio uma fase de integração par cial, porém com atendimento segregado:
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os deficientes ficavam em grandes insti tuições que pretendiam cuidar, dar educa ção, abrigo e reabilitação. Só que a sepa ração continuava. Essas grandes institui ções deram lugar a menores. Mais tarde começou a integração: o deficiente preci sava adaptar-se à sociedade, sem que ela fizesse o menor esforço ou ajuste para recebê-lo. Era necessário que as barreiras de todos os tipos fossem transpostas, se eles quisessem viver. Atualmente, existe o conceito de inclusão, que reconhece o deficiente com direitos de oportunidades iguais, e isso significa participar na sociedade, com a sociedade se adaptando às suas necessida des. “A inclusão exige que todos tenham direitos. Mas como vamos fazer isso? Mudando a sociedade. Então se uma empresa tem escadarias, banheiros estrei tos, normas de trabalho que contemplam só aqueles que conseguem, ela teria que modificar isso para atender a todos igual mente”, diz Romeu Sassaki, assistente social que trabalha há 36 anos com defi
cientes físicos. “O movimento mundial de educação caminha no sentido de acabar com a escola especial; agora todos os deficientes têm direito de estudar na esco la e em sala comum. Todos os grupos escolares têm de acolher os deficientes”, completa Sassaki. O Sesc, sensível a esse conceito, esta beleceu em seu regulamento uma norma na qual todos os seus prédios devem estar aptos para receber os portadores de defi ciências. Rampas, banheiros, chuveiros, trocadores, entradas paralelas entre outras adaptações foram especialmente projeta das para garantir a sensibilidade arquitetô nica. O resultado é a frequência cada vez maior de deficientes em suas unidades. No Sesc Itaquera é comum encontrar, durante os fins de semana, grupos de defi cientes auditivos, que hoje já estão com pletamente integrados aos outros freqüen tadores. Para aumentar ainda mais a fre quência desse grupo, o Sesc Itaquera, em parceria com o DPD (Associação pelos Direitos dos Deficientes) de Guarulhos,
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Rampa de acesso à piscina adapta da para deficientes (à e s q u e r d a ) , apresentação de capoeira na abertura do Torneio (à d ir e it a ) ______
criou um torneio de futebol de salão para os deficientes auditivos. “O objetivo do tomeio é tomar disponível nosso equipa mento e profissionais para atender este público, que muitas vezes é discriminado, esquecido e tem dificuldades para praticar esportes. Nossa unidade tem os equipa mentos adaptados e queremos que ela, seja utilizada por este público”, diz Pedro Agnaldo Peroni, animador cultural do Sesc, que fez parte da equipe que elaborou o evento. O tomeio contou com a participação de 14 equipes. Para elaborar as regras do campeonato, foram realizadas uma série de reuniões com os coordenadores do Sesc e com o capitão de cada equipe, tendo como intérprete a professora Izildinha Aparecida de Souza, que fala a língua de sinais. Os jogos foram sinalizados com ó apito e com bandeiras coloridas que o juiz levantava quando havia uma falta ou era necessária alguma intervenção. “É inte ressante assistir aos jogos, pois quando eles cometem alguma falta se entregam, imediatamente param e olham para o juiz”, diz o animador Pedro Peroni.
Filosofia de Vida A abertura do tomeio contou com a apresentação de uma escola de capoeira, que tem um aluno deficiente físico. Espaços adaptados para deficientes no S esc Itaquera (à e s q u e r d a ) , entrada para piscina, (à d ir e it a ) rampa para cadeira de rodas
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Firmino Manoel da Silva, de 21 anos, sofreu paralisia infantil. Hoje em dia, uti liza um skate para se locomover quando não está com a cadeira de rodas. Firmino parece concordar com Frida Kahlo, que escreveu em seu diário: “Para que preciso de pés se posso voar?” Começou a fazer capoeira escondido aos dez anos, contra as regras da academia que estipulava a idade inicial aos 12. O mestre nunca havia dado aulas para deficientes e só não desis tiu da empreitada porque o menino não deixou. Ele não conseguia mover as pernas antes de praticar o esporte, atualmente adquiriu os movimentos da perna direita e a perna esquerda está bem melhor. Firmino cursa a faculdade de Direito e no final do ano toma-se professor de capoeira. “Preconceito existe com todo mundo, não só com os deficientes; eu me sinto um rapaz normal. Pensando bem, ninguém é normal, todos têm as suas deficiências”, filosofa o capoeirista. A partir de 1978, com o surgimento nos EUA da filosofia de vida indepen dente, a mentalidade do deficiente mudou radicalmente, e consequentemen te a sociedade teve de evoluir. O próprio conceito de inclusão social é resultado disso. A filosofia dá ao deficiente as rédeas de sua própria vida, e a indepen dência não é conseguir fazer tudo sozi nho, o que em alguns casos é impossível, mas dar o poder de controle ao próprio indivíduo. A ajuda prestada ao deficiente deve ser controlada, para isso ele precisa usar seu poder pessoal de decisão e esco lha. “O estilo de vida independente é um conceito que dá ao deficiente o poder de determinar como a vida dele deve ser.
Mesmo que ele precise de ajuda, esta deve ser controlada. Ele é autônomo e independente ao mesmo tempo. As insti tuições que ainda existem são muito assistencialistas, muito autoritárias, no sentido de que alguém ainda manda nos outros”, afirma Sassaki. Pará Silvana Mesquita, coordenado ra do DPD, muitas vezes os parentes dos deficientes também precisam passar por um tratamento. “Quando trabalhamos com as famílias, percebemos duas pro blemáticas: uma é a superproteção, e a outra é a rejeição. Esses sentimentos são formas de culpa que os pais projetam nos filhos.”
Programa Paraolímpico No dia 10 de abril último, o ministro extraordinário dos esportes, Édson Arantes do Nascimento, lançou no Rio uma de suas principais metas de gover no: o programa paraolímpico brasileiro. O projeto prevê, pela primeira vez, a organização de um comitê para organizar o esporte pelo país em diversas frentes. Esta é a primeira vez que o Govemo Federal aprova o esporte praticado pelos deficientes físicos. O govemo pretende chamar a atenção para o esporte e tentar atrair investimentos da iniciativa privada para a modalidade. O programa do ministério, que tem o objetivo de reinte grar os portadores de deficiências, será executado pelo Instituto Nacional do Desporto (Indesp) e pretende incentivar ações conjuntas do Estado com entidades não-govemamentais. O esporte paraolímpico surgiu na década de 40, na Inglaterra, como o obje tivo de reintegrar à sociedade os portado res de deficiências, que hoje lutam para transpor as barreiras sociais e mudar a imagem de culpa e sofrimento. “Algumas pessoas olham para mim e dizem coitadinho’; eu não sou nenhum coitadi nho, eu estou aí para me virar, como todo mundo. No meu bairro eu sou idolatrado”, diz o radical Firmino. ■
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0 OLHAR Q U E U E I O DO
ORI ENTE O Festival de Arte e Cultura Indiana
reúne dança, música, culinária e instalação em São Paulo e mostra a índia como ela é arquitetura da história que vem a seguir começa pelos olhos. Quando os olhos de Carmem Miranda rodopia vam não sei quantas mil vezes embaixo de bananas, aba caxis, uvas e laranjas, sobre plataformas imensas, ves tindo roupas e balagandãs furta-cores, desenhando um corpo, um sorriso e um requebrado, o mundo nunca mais esqueceu. A canto ra portuguesa naturalizada brasileira desnorteou Hollywood cantan do o que seria a cultura de um Brasil feliz e encantador. Tudo nela era uma coisa só. Olhos, face, boca, voz, mãos, pés. Até hoje, quan do Carmem Miranda aparece em imagens gravadas, um sinônimo histórico de esperança, de certa forma sagrada, rompe-se aos olhos de quem a vê. A dança daquela mulher representava, simbolicamen te, a trama de um país inteiro, mesmo que não fosse a sua verdadei ra história. Carmem Miranda dançou um Brasil em gestos marcan tes, até hoje nunca repetidos. A não ser quando mulatas suadas, seminuas e de corpos esculturais reviram os olhinhos diante das câmeras do mundo inteiro, e caem no samba em pleno Carnaval.
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Dançar Para Não Morrer A índia tem 920 milhões de habitantes e uma história de tradições povoadas por sábios e deuses que perpetuam séculos e séculos a per der de vista. Desde o início da sua civilização, sua história surge para o mundo e para a alma indiana através da dança, o preferido entre todos os cultos. Lá, se dança por motivos sublimes: para que seja imor tal a Dança Cósmica do Senhor Shiva, para que o poderoso Senhor Ganesha abra sempre todos os caminhos, para que a luz do Buda atra-
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vesse com alegria todos os séculos, para que os laços com o Divino mantenham aceso o amor pela eternidade. Quando Carmem Miranda revirava os olhos desvendando sua alma tropical, nenhum brasileiro com a sua cultura até hoje tão jovem, poderia desejar que todos aqueles gestos pudessem real mente interpretar a alma de um povo. Ao contrário da índia, terra de cultura milenar, onde, entre as paredes dos tem plos, dançarinas tiveram seus gestos esculpidos e imortalizados para que a chama da tradição não fosse apagada, quando ameaçada pela Kali Yuga, a Idade de Ferro: aquela, que com outros nomes freqüenta as tradições de vários países do mundo, no momento em que governantes inteligentes como uma tanajura exercitam suas idéias. Como num efeito de holografia, as deusas imortais do movimento deixaram as pedras, romperam o túnel do tempo, entraram no avião em Nova Delhi e desembarcaram em São Paulo.
Cadê o Meu Lugar? Palco do Sesc Pompéia, quinta-feira, 12 de abril. A silhueta feminina invade a luz mais estourada que o tom sépia. No silêncio atento do público há um encon tro de desejo. Poucos metros adiante, os olhos de Madhavi Mudgal movem-se em todas as direções, como moviam-se os olhos de Carmem Miranda, dando início a uma cerimônia de gestos em que a cultura da índia toma-se uma coisa só. Mesmo que o estilo de sua dança, o odissi, tenha nascido antes do século II a.C., numa região da costa leste do país, hoje conhecida como Orissa. Madhavi esteve em São Paulo como estrela do Festival de Arte e Cultura Indiana, que reuniu de
D etalhes do tecido Ikat, Madhavi Mudgal em cena e m úsicos tocam tabla e sitar ( p á g in a a o la d o ) . Pulseiras e piões expostos no bazar e cena do estilo o d is s i; Madhavi, Bindu e Parvati dançam ( a b a ix o ) 25 de abril a 12 de maio, no Sesc Pompéia, uma amostragem do espírito daquele país através da dança, música, culinária e uma instalação. A história começa quatro anos atrás. “Quando Madhavi esteve aqui pela primeira vez, em 92, apresentan do-se no mesmo Sesc Pompéia, nós ficamos com receio e nos perguntáva mos: será que vai ter público, será que um espetáculo de dança indiana atrai? O que aconteceu foi um sucesso estron doso, com espetáculos lotados todos os dias. Então, junto com Sesc, começa mos a refletir sobre todo aquele suces so, sobre a compreensão do público de uma forma geral, já que não eram pes soas à procura de exotismo. Foi sur preendente. A partir daí, pensamos.em ampliar o projeto, trazer a Madhavi de volta, dessa vez cercada de muito mais informações sobre a cultura indiana”, explica ívaldo Bertazzo, idealizador do projeto junto com o Sesc e a Arisco.
De Um, Tudo A primeira imagem do Festival está na porta de entrada. Chama-se Chandni Chouwk, Um Bazar Indiano (o nome Chandni Chouwk significa Esplanada do Luar e talvez tenha vindo dos refle xos prateados da lua num reflexo d’água construído por Jahanara, a filha de Sha Jahan, à meia-altura do compri mento da rua), instalação que reprodu ziu no foyer do teatro o que seria uma daquelas famosas ruas da velha Delhi.
Está tudo ali: tecidos, saris, bonés, pen tes de madeira tribais, molduras, carim bos, manuscritos em folhas de parreira, sabonetes de sândalo, lamparinas, potes e panelas, pássaros de madeira, lenços de algodão e, lógico, um mundo de incensos. “A idéia foi conduzir o visi tante através de um amplo painel de experiências. Em seu passeio, ele se encontrará bastante próximo de estímu los visuais, olfativos, gustativos e táteis, como acontece nas ruas e gran des bazares da grande cidade indiana”, diz Raka Chakravarty, que junto com outra arquiteta, Pumima Rai, assinam o projeto. A instalação vem seguida por uma exposição iconográfica que reúne fotos, poemas e textos. Uma segunda idéia sobre essa cul tura tão particular aconteceu na cozinha da choperia do Pompéia. Foi de lá que o mago do paladar, o chef Prem Sing, misturou tempêros indianos para criar quatro menus diferentes (veja box), que foram servidos num espaço especial mente pensado dentro da choperia pela equipe do arquiteto e cenógrafo J. C. Serroni. Famoso gourmet de Delhi, Prem Sing, 44 anos, começou a cozi nhar muito jovem. E autor de dois livros muito populares sobre a cozinha indiana: Curry, Curry, Curry e Tandoor, o Grande Churrasco Indiano. Na sua bagagem, além de 500 quilos de arroz Basmati e lentilhas Daal, ele trouxe para São Paulo não os pratos encontrados em restaurantes interna cionais, mas sim aqueles que freqüen tam as mesas tradicionais da índia e que talvez sejam o cardápio mais sólido da cozinha do país. Quem quiser que diga que a música indiana não dá um clique nos ouvidos de quem a ouve. Ela chama a atenção
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por todos os lados. Ou porque a fusão dos seus instrumentos produz um som com alma silenciosa, ou porque já no terceiro acorde entende-se sutilmente que uma história ali está inscrita, ou porque seu poder de sagração é mesmo incrível. Passar impune à música india na é o mesmo que abstrair a emoção contida no ronco de uma cuíca. Pandit Vinaya Chandra Maudgalya é funda dor da academia de música “Ganhdarva M ahavidyalaya”, em Nova Delhi e pai de Madhup Mudgal. Foi com o pai que o filho começou os seus estudos. A música de Madhup junta conceitos contemporâneos e tra dicionais, técnica e expressão. A pre sença dele e do seu grupo no Festival causou efeitos colaterais. Além de acompanhar Madhavi e as outras duas dançarinas, Bindu Junela e Parvati Dutta, nos espetáculos, e de dirigir o workshop de música indiana, foi ele o responsável por encontros memoráveis ao lado dos músicos brasileiros Hermeto Paschoal e Paulo Moura. Seqüências inusitadas aconteceram: enquanto um músico do grupo, Vishwanath Shirodkar, tocava sua tabla, a resposta de Hermeto veio através do som de uma chaleira. Em outro momen to, Abhay Fagre tocava flauta e Hermeto, um enorme osso de boi. O encontro com Paulo Moura não foi dife rente. A sintonia entre música indiana e brasileira foi tão emocionante que che
B abuchos (sapatos), panorâm ica e objetos no Chandni ( a c im a ) . M adhup M udgal interpreta raja durante apresentação ( a b a i x o ) gou ao ponto de instrumentos distintos se afinarem na canção “Ponta de Areia”, de Milton Nascimento. “Eu vi os dois encontros e fiquei doidinha, depois de cada um deles”, disse, bem-humorada, a analista de sistemas Tereza Cerqueira. Imagine se ela ainda tiver comprado o CD Ragas Com Madhup Mudigal, que foi especialmente editado e lançado na temporada brasileira?
Madhavi:
Ao conceito do Festival integramse passado e presente. Se música e dança são linguagens milenares, a atualidade das ruas indianas mostra exatamente esse encontro. Há dois mil anos a índia vive um excesso de super população e dificuldades econômicas. A montagem da instalação expõe uma imagem de extrema organização den tro de todo o caos, coisa que no Brasil não existe. Por exemplo: os pratos des cartáveis feitos com as folhas de euca lipto que caem no chão são utilizados para consumo da população. Todos os itens do bazar mostram essa realidade
"Sou
feliz
porque
B o m b a a tô m ic a, aviõ es s uper-sônicos, a so lid ão via In tern e t. De qu e fo rm a a m ile n a r dança odissi atu a no m u n d o co n tem p o râ n eo ?
0 estilo de dança que pratico foi, por alguns séculos, banido pelas colonizações muçulmana e inglesa na costa leste da índia, sua região de origem, mas hoje se encontra em total recuperação e desenvolvimento. Assim é a tradição do meu país, sempre ativa. A índia é o que é porque não nos descartamos dos velhos conhe cimentos para substituí-los por novidades; ao contrário, temos amor por eles e os desenvolvemos sempre. A p rep a raç ão p ara a sua en tra d a em cena ex ig e u m ritu al b as ta n te re q u in ta d o . O q u e sig nifica cada d e ta lh e dessa p reparação? É um ritual na medida que exige muita atenção. As vestes e a maquiagem são tradicionais, características de cada estilo: por exemplo, os saris que uso em minhas apresentações são típicos da região de Orissa, de onde veio o estilo odissi. Mas, principalmente, maquiagem e vestes ajudam o público a visualizar melhor elemen tos importantes da dança clássica indiana: os olhos, as mãos, os pés. A se n h o ra se co n sid era u m a d an çarina sagrada? Seu d es tin o é de p ura sorte? 0 tempo das devadassis, as dançarinas sagradas do templo, já se encerrou. Em Orissa ainda havia algumas em atividades por volta de 1940, mas eram já muito velhas. Por causa das proibições, o odissi preservou-se com os gotipuas, rapazes que se vestiam de mulher e dançavam nas praças dos vilarejos. Até hoje isso é feito. Eu me considero uma artista e sou completamente devotada à dança. Eu me sinto extremamente feliz por poder mostrar essa arte para tantas pessoas. C o m o a ín d ia, o Brasil é u m país cheio de co n trastes. D e um lado estão os m u ito ricos; do o u tro , os ab s o lu ta m e n te po b res. C o m o seus o lhos d e cid ad ã en x erg a m essa questão? Não conheço tão profundamente as características da sociedade brasileira, mas vejo uma semelhança muito forte entre a personalidade do povo indiano e brasileiro. Ambos são muito calorosos. Eu me sinto muito à vontade aqui. Q u ais os resu ltad o s q u e a sen h o ra e sua eq u ip e esp era m te r con seg u id o dep o is da e d i ção do Festival? Na primeira viagem ao Brasil, em 92, penso que o público paulista pôde estabelecer um u n h oopor 96 primeiro contato com a dança indiana e o estilo odissi. Dessa vez, acredito queJ houve tunidade para um aprofundamento. As atividades do Festival mostraram, de maneira séria,
1 Temperos, batatas e muita sofisticação
de aproveitamento. O Festival deixou no público uma impressão definitiva. Os workshops de música e dança (esti los odissi, kathak e linguagem abhinaya) lotaram, as refeições foram vendi das antes da abertura do evento e os ingressos para os espetáculos de dança se esgotaram com antecedência. Como última surpresa, ocorreu o lançamento da edição do livro A Arte do Amor Uma Antologia Erótica de Amaru (índia, c. séc.VII). A idéia de publicar o livro (Ópera Prima Editorial, 90 págs, R$ 10,00, nas livrarias) surgiu porque Madhavi dança no espetáculo três poemas de Amaru, um dos mais desejados poetas de língua sânscrita do século VII, belamente recitados pela voz da atriz Fernanda Montenegro. Ao todo são 60 poemas traduzidos pelo jornalista e escritor Álvaro Machado. “A idéia, quando realizamos eventos desse porte, é a de aproximar os povos de maneira mais profunda e, a partir daí, ajudar na criação de uma consciên cia sócio-universal”, diz Domingos Barbosa da Rocha, gerente do Sesc Pompéia.
Terceira Dimensão A dança de Madhavi Mudhigal é impressionante. Não existe lugar no mundo onde essa mulher dance que as pessoas não enlouqueçam. Sua arte é amada por personalidades como o consagrado diretor de teatro inglês Peter Brook, ou pelos coreógrafos Maurice Béjart e Pina Bausch, ou pela atriz Fernanda Montenegro. Foi ela quem dançou para o presidente
Pigm entos para pintura e o c h e f Prem Sing em ação ( a c im a ) . Cesta com tem peros e o Curry de Camarão pronto para servir ( a b a ix o ) Fernando Henrique Cardoso quando ele esteve em Nova Delhi. Madhavi dança o estilo odissi, que compreende dois aspectos: nritta e nritya. O pri meiro privilegia a dança pura, abstra ta, desprovida de conteúdo literário. O segundo revela-se como dança expressiva, em que os gestos das mãos (mudras) e as expressões faciais se encontram para comunicar visual mente determinado episódio da mito logia hindu. Por isso que quando Madhavi está em cena, tudo se transforma num gran de “roubo”: ela “rouba” da platéia o olhar, a respiração, o pensamento, os movimentos. Tira tudo. E dá em dobro. Quando, agachada, desenha com o dedo indicador as palavras do poema: “O amor além de nós passou... Não sei porque razão/Meu coração não se parte/Em centenas de pedaços...”, e no instante seguinte, já de pé, seus olhos começam a se mover para todos os lados, a índia inteira ali está: os movi mentos esculpidos nas paredes dos tem plos, os arranha-céus e as ruas estreitas da Nova e Velha Delhi, os engarrafa mentos provocados pelos riquixás, os banhos sagrados no rio Ganges, a cultu ra milenar na era da Internet. Pena que os olhos de Carmem Miranda não tenham visto os de Madhavi Mudgal brilhar. Os olhos de Carmem, embaixo de bananas, abacaxis, uvas e laranjas, Madhavi pode ver. ■
Durante as duas sem anas do Festival, o c h e f Prem Singh viveu no m eio de im ensas panelas duran te dez horas, d iaria m en te. Ele com eçava a preparar as refeições às 15h e só deixava a cozinha da choperia à 01 h. As receitas prepa radas quase form am um grande banquete. O Curry de Cam arão foi servido ao lado de arroz dourado, vegetais com batatas e Raita. Os aco m p a n h a m en to s são o Cachum ber, Rapad e pão indiano. A bebida é o La ss íe a sobrem esa, o
Conheça item por item 1. Para os indianos, a palavra curry sign ifica, hoje, apenas "m olho" feito com carnes. O que foi servido nessa refeição te m cebola e tom ate e pode ser encon trado no norte da índia. 2 . Arroz dourado é o fam oso grão Bismati, fundam ental na cozi nha indiana. Aqui ele é tostado com cebolas para realçar o seu arom a especial. 3 . A com panham ento típico de grande núm ero de refeições, os vegetais com batatas utilizam tem pêros básicos, além da cúrcuma, coentro e pim entas verm elhas. O prato se transform a de acordo com os vegetais e tem peros de cada região. 4 . Raita são porções de iogurte tem perados com vegetais frescos cortados em cubinhos, algum as vezes folhas, e um toque de jeera (com inho em grão) e sal. 5 . O m olho cachum ber dá aos vegetais crus um sabor penetrante. 6. Opcional em certas regiões da índia, o p a p a d é um item essen cial nas refeições do Sul do país. É feito de farinhas de lentilhas secas ao sol em finas cam adas, além de tem peros. 7 . O pão indiano é recheado com queijo, batata, ervilha, couveflor e rabanete. 8 . L a ss íé uma bebida doce ou azeda (iogurte tem perado) e sucos de frutas. 9 . K heer é a sobrem esa feita com arroz ou s em olina, leite e especiarias.
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A E d u c a ç ã o F ís ic a NÃO TEM SIDO CONSIDERADA UMA MATÉRIA IMPORTANTE
A prática de esportes, dentro das escolas, sempre mereceu destaque pelo seu caráter de auxílio no desenvolvimento da personalidade das crianças. Durante muitos anos, em São Paulo, ocorreram importantes campeonatos escolares, de onde saíram ou atletas profissionais ou entusiastas esportivos. Por que abandonou-se essa pedagogia, elogiada por técnicos e educadores? Ela é importante na formação ética das pessoas? Estas são as questões colocadas por £ 28
Por ser algo espontâneo, o esporte pode ser importantíssimo para a forma ção da criança. Se você colocar uma bola na frente de uma criança, ela sai brincan do mesmo que não saiba um jogo, enquanto ela se diverte, o professor pode direcioná-la para alguma modalidade, além de educar o corpo e passar aspectos como disciplina, educação, respeito, garra e espírito de equipe. Meu primeiro contato com a Educação Física foi na escola. Jogava handebol, futebol, basquete e fazia nata ção. A última modalidade que conheci foi o vôlei, com 17 anos, quando estudava na Escola Padre Manoel da Nóbrega, na Casa Verde, e o professor de vôlei resol veu inscrever a equipe no campeonato colegial. Como não tinha o número sufi ciente de atletas, me selecionou entre os jogadores de handebol. Eu gostei do vôlei e a partir daí passei a me dedicar. Minha educação foi através do espor te, em que contei com o apoio de meus pais. Minha mãe nadava e meu pai prati cava remo e boxe. Minha dedicação ao vôlei de alto nível me mostrou a impor tância de ser uma pessoa dedicada, humilde e concentrada. Eu devo tudo ao esporte. Fiz dois anos de engenharia, depois fiz Educação Física - não me for mei em virtude do número de faltas. Hoje sou habilitado para ensinar através da Confederação Brasileira de Vôlei e da Federação Internacional de Vôlei. Em virtude de vários fatores, tais como a qualidade do ensino e a falta de interesse, a Educação Física não tem sido considerada uma matéria importan te. É um erro gravíssimo. Já dei aula para crianças e sei que o esporte pode ser uti lizado para corrigir uma série de defeitos e desenvolver determinadas aptidões. Aos 30 anos é mais difícil adquirir con dicionamento físico. Você pode fazer uma faculdade e ser um excelente profis sional depois dos 30. No esporte isso não acontece - tente ensinar um adulto a nadar, por exemplo. Isto mostra que a Educação Física deveria ser valorizada em todos os sentidos, dos cursos de for mação até a remuneração e profissiona lismo dos professores. A Educação Física pode ser aprovei-
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tada desde que seja esclarecido para pais e crianças que não é perda de tempo. A criança está sendo educada e o físico sendo desenvolvido, além de ser uma ati vidade recreativa que colabora na inte gração com os colegas. A primeira coisa que aprendi com o esporte foi o respeito. Os problemas que você tem em grupo, principalmente de altp. nível, são de relacionamento - o téc nico e o tático são superados. O vôlei me ensinou muito, além de ter me dado a oportunidade de conhecer o mundo, outras culturas e perceber que todos são iguais. O que vale é o relacionamento com as pessoas, a amizade e o respeito. Em uma equipe prego primeiro o res peito com o outro, independentemente de quem seja, desde o funcionário que limpa a quadra até o presidente da empresa que patrocina o clube. Depois vem o profis sionalismo. O resto é lucro - amizade, companheirismo, alegria - isto tudo acon tece naturalmente. O vôlei tem uma característica espe cial - a vantagem de ser o esporte mais coletivo de todos. Você toca na bola uma vez e depende do companheiro para conti nuar a jogada, uso muito isso durante o treinamento com a garotada, já que o vôlei exige coesão para a equipe ter sucesso. A competição, por exemplo, pode ser trabalhada de forma mais simples através do esporte. Costumo dizer que a briga por uma vaga não é horizontal - de um atleta com outro -, mas sim vertical - dele contra ele mesmo. Cada indivíduo tem um potencial técnico e físico, além de suas qualidades naturais e talento. Na equipe joga quem rende mais, existe um scounting em que se analisa cada funda mento, os erros e acertos. É uma compe tição saudável porque eles têm consciên cia de que devem treinar da melhor maneira possível para atingir o máximo de sua capacidade. Antes de formar um atleta, estamos formando um homem. Isto não é dema gogia, é estatístico. A cada ano ingressam no Banespa aproximadamente 30 garo tos, dois ou três se formam e chegam até o adulto. É um percentual muito baixo. E os outros 27 que voltarão para as suas casas? Se eles passarem por aqui durante quatro anos e eu não me preocupar com a escola, a formação do seu caráter, a edu cação - estarei formando três atletas e desencaminhando 27 - assim trabalharia contra a educação. O primeiro quesito para que um atleta permaneça nas categorias menores do Banespa é estudar, mesmo que ele seja um
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craque. Nosso objetivo é que eles terminem o 2a grau e possam ingressar numa faculda de, porque quando alcançam uma equipe adulta caem numa rotina que não permite continuar estudando. Já mandei garotos embora porque não queriam estudar. O esporte representa muito para mim. Mostrou-me valores que vou levar por toda a vida, passar para filhos, usar na vida profissional, no relacionamento com atletas, diretoria, imprensa. Mas nós temos de estar atentos, ou então não apro veitamos este processo. Eu faria tudo de novo, com certeza. Apesar de qualquer coisa, hoje os atletas continuam a surgir a partir das equipes escolares. J o s é M o n t a n a r o J ú n io r é gerente de vôlei do Banespa H ugo H ovana
0 PAÍS ESTÁ DESPERDIÇANDO, A CADA ANO, ATLETAS DE POTENCIAL As aulas de Educação Física nas escolas públicas e particulares são de extrema importância para o desenvolvi mento físico e psicológico da criança. É através dessas aulas que os alunos têm o primeiro contato com todas as modalida des esportivas, colaborando, assim, para a formação contínua de novos atletas. Mas isso não é tudo. As aulas de Educação Física proporcionam aos pequenos alunos alguns momentos de descontração. As crianças estudam, em média, cinco horas por dia, e a prática de alguma modalidade esportiva faz com que o aluno “esqueça” em momentos as matérias teóricas aprendidas na escola. Além de todos esses benefícios, o espor te mantém a forma física, desenvolvendo a coordenação motora do aluno. esporte No aspecto psicológico, colabora na for mação do cará ter da criança. Ela passa a se integrar me lhor à sociedade, aprendendo, desde cedo, a ter respeito pelos seus' colegas e, ao mesmo tempo, responsabi lidade. Isto pode ser notado, principal mente, nos esportes coletivos, porque todos da equipe precisam cumprir da melhor forma sua fimção, para, con-^ sequentemente, garantir a vitória.
As aulas de Educação Física são importantes para a criança aprender a fazer algo de útil com seu corpo. Eu sem pre gostei de praticar todos os esportes quando era pequeno. Comecei a treinar com seriedade o tênis de mesa, quando tinha apenas 10 anos de idade. Hoje, vejo que a situação é diferente, as crianças não se interessam pelo esporte como antiga mente, fogem das aulas de Educação Física. Uns preferem ficar em casa, jogando vídeo-game, e acabam se esque cendo do corpo. E isso é muito prejudi cial, pois precisamos aprender desde cedo como dividir nosso tempo. Muitos atletas famosos iniciaram suas carreiras esportivas em escolas públicas. A nova geração começa em clubes ou em escolas particulares. Há alguns anos, a Educação Física cumpria um papel importante na formação atlética e moral da criança. Era através da ligação educação-lazer que, de forma lúdica, a criança aprendia todas as vantagens do esporte. Hoje, a falta de incentivo público, de equipamentos e de espaços adequados deixou os professores desanimados para ensinar o esporte. Isto ocorre em todas as disciplinas, no entanto, a perda do espor te está sendo maior, pois ficou sem o seu devido valor. Os locais que anteriormente eram dedicados à prática esportiva se transfor maram em estacionamentos ou espaços
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para shows. Na capital de São Paulo, há 18 anos não se constrói um ginásio públi co. Com isso, o país está desperdiçando, a cada ano, atletas de potencial, que não têm como mostrar suas aptidões. Quantos Aurélios, Negrões, Karinas, Romários e Pelés não estão perdidos por aí? A solução não está apenas na valori zação do esporte dentro da escola, mas no respeito com todas as disciplinas edu cacionais. Se isso acontecer, a Educação Física volta a ter o papel de destaque no cenário esportivo. Hugo Hovana é mesatenista, primeiro colocado no ranking nacional e um dos representantes do Brasil nas Olimpíadas de Atlanta F r a n c is c o
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C a r v a l h o F il h o
P a u t a d o pelo RESPEITO, 0 ESPORTE FAZ COM QUE A CRIANÇA CONHEÇA LIMITES Independentemente da modalidade, o esporte colabora para o desenvolvimento emocional e físico da criança, tomando-a um adulto seguro e determinado. Com o convívio em grupo, a criança aprende a dividir e, principalmente, a respeitar o ser humano e seus direitos. Isto ocorre quan do ela passa a compreender o conceito de normas e hierarquias. Nas categorias menores, a assimila ção do conceito é mais acentuada porque a criança está começando a desenvolver suas atividades psicomotoras. Nesta fase, ela está com um canal aberto, de grande poder de armazenamento de informações novas. Diferente de um adulto, que quan do inicia um esporte, apresenta vários vícios de comportamento. A união e a amizade adquiridos, no decorrer da carreira de um atleta, são alguns dos laços mais importantes. O vínculo emocional dificilmente se perde. Em uma equipe, o incentivo ao compa nheiro está sempre presente, sem disputa pessoal entre os atletas. Isto fortalece o caráter da criança, que respeita e divide um objeto comum. Pautado pelo respeito, o esporte faz com que a criança conheça os limites. No aspecto educacional, ela aprende a ter e a buscar um objetivo, como uma grande possibilidade futura. No judô, em espe cial, a formação moral da criança se deve à disciplina e à colaboração mútua, pois o judoca tem de ajudar as categorias meno
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res, como também receber auxílio das superiores. Normalmente, o interesse em apren der judô parte da criança, que busca a força física. No entanto, ela encontra um esporte disciplinar, que vai ensiná-la a ter equilíbrio emocional e segurança para encarar as dificuldades da vida. Francisco de Carvalho Filho é presi dente da Federação Paulista de Judô e professor de Educação Física e de Judô J o ã o S eber
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P enteado
0 ESPORTE ESCOLAR NÃO PODE CONFUNDIR-SE COM ESPORTE COMPETITIVO DE CARÁTER EUTISTA Entendendo o esporte como um dos aspectos da disciplina Educação Física e esta, por sua vez, como um dos compo nentes do currículo escolar normal, pode mos dizer, então, que o esporte é, ao mesmo tempo, conteúdo e estratégia desta disciplina. Visa a iniciação e aper feiçoamento do aluno nas diferentes modalidades, proporcionando-lhe recur sos de lazer, entrosamento e hábitos sau dáveis. É utilizado, também, como meio
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eficaz de se aliviarem tensões e se canali zarem energias. Tendo como objetivo geral a forma ção de um aluno crítico e participativo, que compreenda, como ser total, o uso sadio do corpo, o objetivo da disciplina é contribuir, através da educação do movi mento, para a formação integral do edu cando, a fim de que ele possa agir e inte ragir no ambiente em que vive. Dentro desse contexto, está inserida a formação do caráter do aluno, uma vez que estamos tratando de promover o desenvolvimento de um ser sadio, pensante, com condições de atuar na sociedade em que vive, modi ficando-a para melhor, visando ao coleti vo e exercendo sua cidadania. Definimos o caráter como maneira de sentir, querer e atuar; o que moralmente distingue uma pessoa da outra. O caráter é formado por fatores inatos e adquiridos, sendo influenciado pelo ambiente, nas experiências biopsicossociais, à medida que a criança convive no ambiente de maneira mais direta e ativa. A atividade desportiva, ao proporcio nar relacionamento constante com os colegas e, consequentemente, com novos modelos, desenvolve a autodisciplina, a determinação, o respeito às pessoas e nor mas, contribuindo, portanto, na formação do caráter do indivíduo. A competitividade é inerente ao ser humano. Na Educação Física, as ativida des competitivas pretendem direcionar esse espírito de competição para uma luta saudável, na qual se mostra ou avalia o resultado de um trabalho anterior. Nesse sentido, o esporte leva à realização físicocorporal, ao aprimoramento da parte emocional, resultando, assim, num pro cesso de auto-afirmação e conseqüente aumento da auto-estima. Um esclarecimento faz-se necessário: o esporte escolar não pode confundir-se com o esporte competitivo de caráter eli tista. Estas duas categorias nada têm em comum, a não ser a estrutura básica e o nome. No competitivo, os meios só importam e são justificados pelo fim: vitórias e medalhas. Ao esporte escolar importa o processo de formação do indi víduo dentro do grupo. Esta é a proposta e a importância do esporte na estrutura escolar e na forma ção do caráter das pessoas, dentro da dis ciplina Educação Física do Colégio Visconde de Porto Seguro. João Seber e Maria Isabel Penteado são coordenadores do setor de Educação Física do Colégio Visconde de Porto Seguro
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edalha
NÃO SE PODE ADMITIR QUE UM MENINO DE OITO ANOS POSSA PRATICAR HALTEROFIUSMO A atividade esportiva é vista pela opi nião pública em geral como algo bastante útil e necessário no dia-a-dia das pessoas. Frequentemente somos lembrados de que praticar esporte é bom, alivia as tensões, ajuda a fazer amigos e contribui para uma vida mais saudável e duradoura. Estas assertivas não deixam de conter um fundo de verdade, principalmente quando a prática do esporte é feita de forma racional, bem orientada, com moda lidades adequadas às características e reais necessidades do praticante. E qual a contribuição que o esporte proporciona ao normal desenvolvimento bio-psico-fisiológico das crianças e dos adolescentes? Esta pergunta tem sido formulada fre quentemente nos meios acadêmicos e tem sido tema de pesquisa nas várias áreas do saber que compõem o corpo de conheci mento do esporte e da Educação Física. Muitas dúvidas ainda permanecem, princi palmente nos aspectos do próprio desen volvimento da personalidade e da forma ção do caráter do futuro adulto. Sob o ponto de vista bio-fisiológico, não pairam dúvidas de que a criança e o adolescente sentem necessidade de movi mento, muito própria da fase de cresci mento em que se encontram. E, evidente mente, as modalidades esportivas acabam prevalecendo na escolha das atividades, não só pela característica lúdica das mes mas, mas também pelo componente com petitivo que exige mais esforço para supe rar marcas e obstáculos ou atingir metas e gols. O cuidado que se deve tomar na sele ção das atividades é exatamente a adequa ção das mesmas respeitando os períodos de crescimento ósseo e articular das crian ças. Por exemplo: não se pode admitir que um menino de oito anos possa praticar halterofilismo. Porém, a prática da natação, da ginástica olímpica e a iniciação em esportes coletivos culturalmente aceitos são recomendados nessa faixa etária, desde que excessos sejam controlados por profissionais especializados. Os regulamentos da maioria das moda lidades esportivas tentam estabelecer limi tes na divisão das categorias, procurando preservar e coibir esses possíveis exces
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sos. Entretanto, a fria descrição das regras não impede, às vezes, interpretações ina dequadas, principalmente quando pessoas sem conhecimento especializado dirigem competições e colocam a criança na condi ção de adulto em miniatura, o que não deve ser feito. Um outro ponto bastante discutível refere-se à especialização precoce, com crianças sendo submetidas a regime inten so de treinamento em modalidades, às vezes única, sem qualquer possibilidade de previsão quanto ao seu futuro crescimento e ajustamento à modalidade prematura mente definida. Os especialistas recomen dam que uma gama de atividades esporti vas seja oferecida às crianças, para que se desenvolvam seus padrões fundamentais de movimento. Posteriormente na faixa etária que corresponde à adolescência, a escolha por uma outra modalidade vai acontecer, principalmente em função da motivação pelo êxito individual e pela superação de desafios. Em síntese, os pais, sempre preocupados com o bem-estar e futuro dos seus filhos, devem confiá-los a programas de atividades esportivas com profissionais competentes e experientes na condução dos mesmos para que os cuidados apontados sejam devi damente levados em consideração. José Medalha é técnico olímpico de bas quetebol em Barcelona, professor-titular da Universidade de São Paulo e coorde nador de Educação Física e professor da Universidade Guarulhos S óloim B o r g e s
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F ís ic a PROJETA-SE PARA ALÉM DA DEFESA DA SAÚDE A educação, condição fundamental para o pleno desenvolvimento das potencialidades humanas e realização pessoal de cada um, não é mais um privilégio, sendo hoje um direito, consagrado na consciência de todos os povos e nas leis de todos os governos. Dever do Estado, como quer a Constituição, cabe à escola e à família. Mais do que apenas “um problema”, a educação assume agora a dimensão de “o problema”, a ser tratado de forma objetiva e racional pelos especialistas. Entretanto é, também, uma causa, poderoso fator de desenvolvimento econômico e político da nação, que deve ser abraçada, subjetivamente, com “èlan”, por todos, porque somos todos interessados e res ponsáveis.
Propondo-se a contribuir, na atualidade, para a Educação Integral, compondo o desenvolvimento harmonioso do indivíduo, deve levar em conta um elenco de valores, sob cuja égide a personalidade se desenvolve na ordem física, moral e ética, intelectual, social, econômica, profissional, cívica, polí tica, estética, religiosa. Presente em todos os planos educacio nais, a Educação Física sempre teve papel de destaque na história altamente considerada, na antiguidade clássica, atingiu o apogeu na cultura helênica, séculos antes de Cristo. Os gregos já cultivavam os valores físicos do homem, visando à saúde, à força, à destreza, à estética, à própria imagem de que pode depender a auto-estima da pessoa. Através da Educação Física, Atenas cultuava o belo, enquanto que Esparta dava-lhe destaque para garantir com a força, o poderio militar. Cada qual com sua visão de vida e de educação, todos os povos, no transcurso de milênios, inclusive a Idade Média, na cavalaria, recor reram à Educação Física, dela se servindo em seus propósitos educacionais. Concebida, atualmente, com uma naturalidade antes não conhecida, a Educação Física projeta-se para além da defesa da saúde, da garantia do desenvol vimento físico pleno, da busca do vigor e destreza corporais, objetivando, também, a consolidação ampla de valores morais e sociais, indispensáveis à formação inte gral que a educação pressupõe e atualmen te se requer. Com espaço próprio conquistado nas obras de Homero, Platão, Aristóteles, Thomas Moras, Rabelais, Montaigne, Fenelon, Rousseau, Pestalozzi, Herbart, Spencer e de outros grandes pensadores de todos os tempos, a Educação Física foi trata da com detalhamento no famoso romance Emílio, com que Rousseau provocou o que se pode chamar de revolução copemiciana da educação, em que recebem realce sua importância para a vida e o convívio social, a saúde e a mente. De Juvenal, herdamos o lema cultural e pedagógico do mundo roma no, “Mens sana in corpore sang”. Com o restabelecimento das Olimpíadas, em 1896, a Educação Física chega ao pódium, e nele permanece. Acompanhando os avanços da psicolo gia, a pedagogia procura levar à prática os princípios da doutrina de Rousseau, funda mentada no respeito à natureza do homem. A observação da energia inesgotável da ativi dade lúdica infantil, da passagem da fase das brincadeiras para a dos exercícios direciona dos, para a dos esportes, demonstrações e competições, impõe, no âmbito da educação, a especificidade da metodologia mais ade
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quada à prática da Educação Física, de acor do com a faixa etária do educando. Marcante presença nos currículos esco lares do mundo contemporâneo, visando não apenas a forma estética harmoniosa, o desempenho saudável das funções do corpo, mas, sobretudo, o cultivo simultâneo da soli dariedade, do respeito recíproco, da compe tição, da cooperação, da tolerância, na con vivência social, a Educação Física integra, hoje, todo planejamento público ou privado que objetive o desenvolvimento integral do homem, a identificação do ser humano com o meio social. S ó lo n B o rg es d o s R eis é vice-prefeito e secretário municipal de Educação J osé E d u a r d o
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C arvalho
A DESCULPA DA FALTA DE VERBA PARA CONSTRUIR ESPAÇOS PRÓPRIOS JÁ NÃO FUNCIONA Os dramas vividos pela educação no Brasil são os mesmos que atingem o esporte de base. Se a deterioração do ensi no público e privado, nos últimos 30 anos, marcou várias gerações de brasileiros, que foram levados a se habituar, pouco a pouco, com a falta de planos, investimen tos e perspectivas, o esporte como ativida de social - e portanto como atividade edu cacional - não sofreu conseqüências dife rentes. Ambos seguem penando com o descaso das autoridades públicas e com a demagogia de setores privados, mas um continua não vivendo sem o outro. Educação e esporte caminham juntos desde que os ideais olímpicos do início do século demonstraram o óbvio: a crian ça só chega a um desenvolvimento pleno quando une aprendizado e lazer, ativida de física e prática mental, competição e convivência. Países como França e Inglaterra incluíram em seus currículos escolares básicos a atividade esportiva obrigatória, lição rapida mente aprendida pelas nações da América do Norte - e aperfei çoada com especial cui dado nos Estados Unidos.
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Aqui, a idéia amadureceu depois da Segunda Guerra. Recebemos essas lições dos nossos avós com prosaica naturalida de. Que escola deixou de incluir em seu projeto ao menos uma quadra poliesportiva? Que pais não gostam de vibrar com seus filhos competindo no esporte dentro do ambiente educacional? Quantos garo tos não encontram no caminho esportivo a dose necessária de motivação para con tinuar estudando, às vezes com intenso sacrifício? Se a maioria quer - pais, filhos, certa mente os professores - só mesmo a falta de vontade política de uns poucos pode explicar algumas distorções. Tomemos de exemplo uma megacidade como São Paulo. É possível contar nos dedos quan tas escolas não possuem seu espaço espor tivo, com maior ou menor grau de sofisti cação e infra-estrutura. Há profissionais de Educação Física em profusão, boa parte com extrema competência, há tradi ção esportiva - e não só no futebol - e há, principalmente, uma cultura esportiva criada pelos meios de comunicação que leva à criança e ao adolescente a imagem vitoriosa dos ídolos. Mesmo assim estamos marcando passo. Por negligência de certos direto res de estabelecimentos particulares de ensino, salvo raras exceções, os currícu los não são aperfeiçoados, a Educação Física é negligenciada, as competições colegiais são tratadas com desdém. Por omissão dos governos, acontece o mesmo nas escolas públicas - como não há exigência nem obrigatoriedade, cada um cuida do seu pedacinho e o esporte escolar vai sobrevivendo pela vontade de uns e poucos. A desculpa da falta de verba para cons truir espaços próprios já não funciona. Além das escolas e dos clubes - panorama que se repete no interior - existem 38 Centros Educacionais e Esportivos na
cidade de São Paulo, administrados pela Prefeitura, mas apenas uma meia dúzia resiste. Piscinas, quadras cobertas, pistas de atletismo, que poderiam estar movi mentando milhares de garotos e empre gando técnicos e professores, estão prati camente abandonados, às vezes servindo como refúgio de marginais e pontos de trá fico de drogas. Equipamentos apodrecem, vestiários são depredados. Definitivamente não precisaríamos de muito - uma pitadinha de bom senso dos educadores, uma força do Ministério dos Esportes de Pelé e alguma mudança na legislação. O resto já existe. O maior modelo a ser seguido hoje poderia ser a Fundação Senna. Idealizada pelo tricampeão de automobilismo e administrada por sua irmã, Viviane, a instituição conse guiu, em dois anos, salvar nas favelas e regiões carentes de todo o país 40 mil crianças que estavam à beira da margina lidade. De que forma? Com alimentação, educação e esporte. J o s é E d u a rd o d e C a rv a lh o é editor de esportes do "Jornal da Tarde" W
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0 ESPORTE NA ESCOLA DEVE SER PENSADO À LUZ DA ÉTICA ESPORTIVA? Falar sobre o esporte na escola é ana lisar, simultaneamente, o fenômeno espor te e a instituição escola. Assim, uma inda gação inicial está presente: o esporte na escola deve ser pensado à luz da ética esportiva? Na tentativa de refletir sobre essa questão geradora, lembramos que o pri meiro princípio para a analise é o de desenvolver um projeto esportivo no inte rior da escola onde há a recusa de se esconder ou camuflar a substância huma na do esporte em benefício dos resultados a serem alcançados. Daí nossa razão em defender uma prática esportiva na escola pautada por valores morais, éticos e deontológicos. O segundo princípio, presente nesse projeto, é a tentativa de se transferir a reflexão sobre o esporte para o âmbito da escola, através da disciplina Educação Física. Claro está que ao redimensionarmos os valores presentes na prática esportiva, estaremos colaborando para o redimensionamento da participação do corpo na escola, num sentido mais
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amplo, adentrando para a discussão de disciplina e/ou consciência corporal. Estamos convencidos de que o esporte possui, tanto em suas mazelas como em suas virtudes, um elemento essencial do nosso mundo, o que nos leva a uma ética da responsabilidade, na qual devem estar envolvidos, desde já, os profissionais que militam nessa área, especialmente os pro fessores de Educação Física. Foi-se o tempo em que podíamos nos “horrorizar” com o esporte. Hoje, se pen sarmos em prática educativa transforma dora, é necessário que penetremos no fenômeno esportivo para acompanhar e ensinar a sua prática, estruturação, cientificação e organização. Isto porque, cons cientes de nosso papel, não advogamos uma ruptura ou uma negação do esporte praticado no presente, em nome de um radioso esporte do futuro ou em nome de tradições esclerosadas do passado. Assim, o conteúdo teórico e prático do esporte na escola deve levar em considera ção os seguintes critérios: 1 - O corpo-objeto de rendimento, pre sente na tradição do esporte escolar, ceda lugar para o corpo-sujeito repleto de intencionalidades e desejos, no esporte ético das possibilidades. 2 - O ato mecânico da prática esporti va na escola se transforme em uma ação consciente na busca do sentido pleno da corporeidade. 3 - A busca frenética pelo rendimento no esporte dê lugar à prática prazerosa e lúdica. 4 - A participação elitista que reduz o número de envolvidos nas atividades esportivas na escola ceda espaço a um esporte participativo, com grande número de seres humanos envolvidos, festejando e se comunicando. Estabelecidos novos princípios, defi nidos novos alvos a serem atingidos, fazse a exigência de uma nova proposta peda gógica na arte de se movimentar, na arte de saber e participar o esporte no interior da escola. Com a palavra os educado res, em especial os profissionais da área das Ciências da Motricidade Humana!
J u b e l R a im u n d o C a r d o s o
A FALTA DE EQUIPAMENTO NÃO JUSTIFICA A ACOMODAÇÃO DO PROFESSOR Repetência, evasão escolar? Cur rículo inadequado e desinteressante, nível intelectual muito baixo, crian ças e familiares vindos de uma gera ção de professores, na sua grande maioria, provenientes da “deficiente” escola de ensino frágil e desorganiza da, eis algumas características do ensino da Escola Pública Brasileira. Para aumentar o caos desta situa ção, existe ainda falta de esco las/salas de aula, precariedade das existentes, ausência de equipamen tos, mudanças constantes e inúteis nos métodos de ensino, insuficiência de livros e materiais didáticos de pro fessores, de diretores e de servidores, todos, igualmente desqualificados e desinteressados. As crises constantes que ocorrem no ensino do país e o desinteresse dos políticos - ainda que todos sejam unânimes em afirmar que a educação é o desafio e a prioridade - tem como conseqüência, ao longo dos anos, apenas acom odações e mudanças para pior. E d u c ação F ísica - O fascínio natural entre crianças e adolescentes, na escola, facilita o trabalho do pro fessor de Educação Física, minimi zando as dificuldades causadas pela inexistência ou pobreza de equipa mentos. Entre esses professores, inú meros estão desmotivados, desprepa rados e desinteressados, desenvol vendo por isso, um trabalho rotineiro ou repetitivo. Embora a falta de equi
pamento não justifique a acomoda ção do professor, ela dificulta o desenvolvimento adequado da disci plina em questão. É bom lembrar que uma fraca atuação por parte do professor pode, muitas vezes, ser a causa do desinte resse por parte dos órgãos oficiais na atualização, reciclagem e especiali zação deste profissional. Evidencia-se, então, o ciclo vicioso desse processo: desinteresse do pro fessor, desinteresse dos órgãos públi cos - ausência de políticas de desen volvimento de ensino. A disciplina Educação Física na escola está muito longe da simples descoberta de indivíduos bem dota dos para o esporte, ela é muito mais do que mero treinamento de grupos esportivos e, jam ais adestram ento físico-motor. Educação Física considerada como adestramento significa ignorar boa porção do potencial dos alunos. Ela deve ser, portanto, um complexo em que atuam as forças biológicas, psicológicas, sociais e motoras que, convenientemente trabalhadas, evi denciam a ação educativa, fundamen tando-se em movimento consciente e espontâneo, necessário e importante no aperfeiçoamento global da criança. Assim quando o professor, cônscio de suas responsabilidades com os alunos ministra suas aulas, desenca deia todas as potencialidades biológi cas, psicológicas e sociais que são responsáveis pelo desenvolvimento de um indivíduo saudável, em perfei to estado de equilíbrio emocional e socialmente adequado. J u b e l R a im u n d o C a r d o s o é mestra n d o em Educação Física da U nicam p e gerente do Sesc Pinheiros
W a g n e r W e y M o re ira é doutor da Universidade Estadual Campinas e da Universidade todista
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• Mamãe morreu em 1942, quando eu tinha sete anos e já era considerado um meninoprodígio. Meu pai contratou uma senhora inglesa para tomar conta de mim. Era, até onde me lembro, relativamente jovem e boni ta, mas não fixei bem seu rosto. Minhas lem branças são quase sempre auditivas: na única ocasião em que julguei estar apaixonado por uma mulher, em Nova York, era sobretudo a sua voz que me encantava, e a sonoridade de seu nome: Bluma (de “Blume”, “flor” em ídiche). Hoje mal recordo o seu rosto.
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"Variações Goldberg: nome usualmente dado às 30 variações para cravo (com dois teclados) de um tema original, 1742 (BWV 988), de Bach; escrito para o seu pupilo, J.G. Goldberg, cujo nobre patrono requisitava a música como um remédio para a insônia". (Arthur Jacobs, The Penguin Dictionary of Music)
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Ismael é o meu nome. Como o persona gem de Moby Dick, de Melville. Mamãe que ria que eu me chamasse Johann Sebastian, mas a paixão de meu pai pela literatura derro tou a sua (dela) pela música. Derrotada ela já tinha sido outras vezes: ao trocar o piano pelos filhos, por exemplo. E meus irmãos, que tristeza. Mas comigo foi diferente. Eu no ventre, ela já pressentia o futuro virtuose. Ismael no ventre da baleia. Quando comple tei quatro anos, ela me deu de presente os dois volumes das partituras do “Cravo bemtemperado”. Meu bê-a-bá foi feito de col cheias e semifusas.
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• Mamãe era muito gorda. Eu ficava assom brado com a agilidade de seus dedos rechon chudos quando ela se sentava ao piano: graças a ela percebi muito cedo que não se toca com as mãos, mas com o cérebro. (Perdoem se esperavam que eu escrevesse: com o coração. Música é matemática, ao menos numa situa ção ideal os sentimentos não estão envolvi dos. A função do pianista profissional é preci samente superar todos os obstáculos entre o raciocínio puro e o som que sai do instrumen to. Quem me dera eliminar toda matéria, meu próprio corpo e também o piano, para que só restasse a música, em estado puro. Uma peça bem tocada pode evocar sentimentos belos, é verdade, mas isso diz respeito à sensibilidade da platéia que a escuta, não ao estado de espí rito de quem a executa. O corpo adiposo e pesado de minha mãe desaparecia quando ela tocava. Eu a via desaparecer, tomar-se abstra ta como uma melodia. Ou melhor, eu deixava de vê-la, ouvia.
Em 1944, o pianista chileno Cláudio Arrau passou as férias no Rio de Janeiro. Certo dia minha preceptora inglesa, após me servir o café da manhã em meu quarto - por que eu estivera febril na véspera, se bem que não carecesse motivo para esse excesso de zelo - perguntou se eu seria capaz de guardar um segredo. “Conte logo!”, ordenei arrogan temente, sem sequer prometer sigilo. “Cláudio Arrau virá aqui esta noite para ouvilo tocar”. Meu Deus, seria verdade? A movimenta ção na casa sugeria que sim. Já antes do final da tarde o portão de nossa mansão em Botafogo era aberto para uma estranha limousine. Aguardei no quarto que me cha massem, o coração aos pulos. Quando enfim aconteceu, corri até a sala e quase tropecei na coleção de porcelana chinesa de meu pai. Arrau sorriu e, dirigindo-me um olhar bondo so, perguntou em francês se eu gostaria de tocar um pouco. Eu me sentei ao piano e toquei o primeiro movimento da sonata número dois, em si bemol, de Chopin. Seguiu-se um breve silêncio, interrompido pela voz a um tempo grave e paternal do pia nista chileno: “Ce garçon, il sait déjá tout”.
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Nunca esqueci a bondade daquele olhar. Arrau era um Deus, uma religião, um vício, um álcool. Eu passava dias inteiros trancado no quarto ouvindo suas interpretações de Beethoven. Como será possível, eu me per guntava, que um só homem consiga extrair do piano tantas vozes? Há pianistas que tocam Beethoven com a ligeireza de um Débussy - ou, ao contrário, martelam todas as notas com a mesma insensibilidade, como se necessário fosse acentuar a gravidade de sua música. Há quem trate o piano como um ins trumento de percussão. Em Arrau, era como se uma orquestra inteira desfilasse pelas teclas do instrumento, estabelecendo múlti plos e complexos diálogos, de infinita beleza.
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No altar de minha religião particular, Arrau evidentemente ocupava o lugar mais alto. Mas havia outro nome para quem eu
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reservava um espaço privilegiado: a cravista russa Tatiana Pavlova. Talvez rendesse assim uma homenagem inconsciente à memória de mamãe, que colecionava seus discos e se orgulhava de ter recebido, adolescente ainda, uma carta sua, incentivando-a a continuar estudando. Um dia ela seria também uma concertista. Não foi, mas me deixou, como herança e maldição, a paixão pelo piano. Numa das paredes da sala de música de nossa casa, havia um retrato emoldurado de Pavlova, durante um recital em Moscou, nos anos 30.
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Tatiana Pavlova era a maior sumidade em Bach que eu jamais ouvira. Além de belíssimas interpretações de seus prelúdios e fugas, até hoje consideradas definitivas, ela produziu textos críticos que revelam uma profunda acuidade, um pensamento extrema mente original e criativo. Para o menino que eu era, a dupla Beethoven-Arrau me parecia assustadora, inacessível, como se os dois desafiassem Deus em sua ousadia e capaci dade sobre-humanas. Pavlova e Bach, ao contrário, estavam ao alcance de minhas mãos: sua música também continha algo de divino, certamente, mas aqui era Deus quem generosamente descia ao plano terreno e assumia uma forma humana, em sua infinita sabedoria.
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Eu estava com 15 anos quando a guerra acabou. Meu pai tinha negócios a resolver em Londres, e me levou junto na viagem. A cida de me era familiar: já tinha recebido uma medalha - de prata - num discurso de jovens pianistas do Real Conservatório Britânico. À época, correu à boca-pequena que os jurados estavam divididos, mas acabaram dando o primeiro prêmio ao polonês franzino (não citarei seu nome: ele caiu num merecido esquecimento de onde não vale a pena tirálo), porque consideraram que faltava à minha interpretação, ainda que perfeita tecnicamen te, o tal “sentimento”. Imbecis. Eu só tinha música para lhes oferecer.
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Nessa altura meu pai já contratara para mim um empresário, que cuidava da minha agenda e acertava os primeiros contratos com as gravadoras. Acabei permanecendo em Londres até os 18 anos. Nesse período, ganhei todos os concursos dos quais partici pei e fui o primeiro pianista na célebre execu ção do balé de Stravinsky The Wedding, em homenagem à família real, em 1947. Eu era, definitivamente, um nome em ascensão. O organista francês André Marchai apontava a minha gravação das “Suítes Francesas” de Bach como a mais agradável surpresa do panorama da música clássica nos últimos dez
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anos. Mesmo os críticos europeus mais con servadores me citavam como uma das maio res promessas entre os jovens concertistas. E eles ainda não tinham visto nada.
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Em 1948 fui convidado para estudar em Nova York com o maestro Howard Hanson. Hanson dirigia a Eastman School of Music, em Rochester, e acabara de gravar sua “Sinfonia Nórdica”, que muito me impressio nou. Mas nosso encontro não foi como eu esperava. Para minha surpresa e desaponta mento, ele se mostrou indiferente à técnica magistral que eu exibia ao piano. Logo com preendi que isso não se devia à arrogância ou atitude parecida, mas ao fato de ele conside rar a perfeição técnica uma obrigação, um pré-requisito na carreira de qualquer músico sério e de valor. Só quem toca perfeitamente, ele me dizia, pode partir para uma reflexão filosófica sobre o sentido da música.
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Por preguiça e comodidade, aceitei resi dir provisoriamente no alojamento da escola. Não me agradava o convívio com jovens da minha idade, e ainda menos se houvesse o risco de entre eles se encontrar algum brasi leiro. Mas a opção era pagar um aluguel altís simo no Lower East Side e ter de me preocu par com empregada doméstica, refeições e outras trivialidades que me afastariam de minha meta: a dedicação integral à música. Hanson só mantinha quatro alunos regulares, mas semanalmente proferia palestras abertas, para as quais afluía a quase-totalidade dos estudantes de música de Rochester. Eu não gostava de compartilhar a atenção de meu professor com dezenas de curiosos, mas tam pouco queria perder a chance de assistir a essas palestras, nas quais Hanson desenvolvia temas que não cabiam em nossas aulas parti culares. Elaborei então uma estratégia para tomar essa experiência menos dolorosa o possível. Eu me trancava no banheiro até que todos entrassem no auditório, em seguida me dirigia a um lugar na última fila, tão silencio samente quanto possível, de onde me afasta va no instante em que Hanson guardava seus óculos no bolso do paletó, sinal inequívoco de que a palestra chegara ao fim.
• Foi em uma dessas palestras - o único evento social do qual eu participava regular mente, ainda assim a contragosto - que se aproximou de mim uma moça... Uma moça... Mas, precisamente, como descrever um rosto que deixou em mim impressão tão fugidia? Imagino que fosse bonita, ou ao menos que não fosse feia, pois tenho natural aversão a toda desarmonia, e uma mulher de traços feios não se aproximaria de mim sem causar forte e desagradável efeito.
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-Ismael? -Sim? -Eu só queria dizer que sou uma admiradora sua. Venho acompanhando sua carreira com vivo interesse. (Com vivo interesse? Que espécie de jovem é essa que acompanha com vivo inte resse o trabalho de um pianista clássico?) -Sim? -É um prazer enorme conhecê-lo... Sorrio, constrangido. -Meu nome é Bluma. -O meu é Ismael. (Risos. Que estupidez!) -Desculpe. Bem, foi mesmo um prazer... -O prazer foi meu. -Será quê...? -Sim? -Você aceitaria um convite para jantar comigo esta noite? (Respiro fundo. Uma angústia schoenberguiana se apossa de meu espírito. Preciso ficar sozinho, penso.) -Creio que não. -Ah... -É que tenho que transcrever uma peça de Wagner para o piano, você sabe... Tenho uma aula amanhã cedo com o professor Hanson.
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Idiota, idiota, idiota. Na palestra seguinte, procurei inutilmente por Bluma entre a audiência da palestra, sem me importar sequer com jovens estúpidos que deseducadamente apontavam para mim e tro cavam cochichos como se eu fosse uma atração de circo. Sozinho, era impossível me concen trar no piano: minhas mãos seguiam a partitu ra, de forma automática, mas eu sequer ouvia o que estava tocando. Numa de suas aulas Hanson me repreendeu com severidade: “Sem disciplina você não irá muito longe”. Mas eu já estava longe - só que longe para dentro.
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Por fim a encontrei, conversando com outras duas moças, no refeitório da escola. Acenei de longe, ela disse alguma coisa no ouvido de uma das amigas e veio correndo ao meu encontro. Por alguns segundos ficamos
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imobilizados, olhando um para o outro. Sou mesmo um imbecil. Eu ansiara tanto por esse momento e agora não sabia o que dizer. Então, um impulso inexplicável me fez puxála pela mão até a sala onde, poucos minutos antes, estivera praticando Mendehlson. Eu me sentei ao piano e comecei a tocar. Aquela era minha linguagem, e tive a ilusão de que Bluma compreendia tudo. Ela também teve a mesma ilusão, creio. Ou talvez não: as mulheres são muito dissimuladas.
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Naquela mesma noite, Bluma me levou para o seu quarto. E agora, o que fazer? Longe do piano eu perdia toda a segurança. Ela trancou a porta por dentro e colocou a chave no bolso do vestido. E se aproximou de mim e me beijou e eu senti sua língua molha da e viscosa procurando a minha. E suas mãos procurando as minhas e suas pernas procurando as minhas, até ela me derrubar na cama e pular sobre mim e... Bruscamente: -Está tudo bem com você? (O que eu fiz de errado? O que eu fiz de errado?) Respondi engolindo em seco e olhan do com uma feição angustiada. -Ismael, você não gosta de mim? Não me acha atraente? (Compreendi: meu corpo permanecia em silêncio, era isso que estava errado. Meu corpo. Eu queria eliminar meu corpo. Eu não dominava essa linguagem.) -Ismael... você é virgem? Não pude suportar essa pergunta. Desviei o olhar e me desembaracei do corpo agora repulsivo de Bluma e corri até meu quarto. Nunca mais queria vê-la, nunca mais.
no início dos anos 40. Preciso dizer seu nome? Ter sido precedido por Tatiana Pavlova no empreendimento de ressuscitar Gibbons e Byrd me pareceu um sinal de que eu estava no caminho certo. O único registro disponível dessa execução se encontrava nos arquivos da Biblioteca do Congresso de Washington. Hanson me garantiu que faria uma cópia chegar às minhas mãos em três ou quatro semanas. Eu mal podia esperar. Enquanto isso eu começaria o trabalho de transcrição para piano que haveria de me tor nar ainda mais famoso.
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Voltei a encontrar Bluma mais duas vezes, num dos corredores da escola e numa das palestras de Hanson. Em uma outra oca sião, não a evitei, pelo contrário. Fiz questão de cumprimentá-la sorrindo, superior. Ela é que se mostrou constrangida. Coitada. Não deve ter entendido nada. Sua rispidez foi a faísca necessária para impulsionar um gênio criador. E admito que me dava prazer imagi
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-O senhor frequentemente compara a música à matemática. Poderia falar sobre -Certamente. Vou responder com um pouco de história. No final do século XVII, os fabricantes de instrumentos musicais acha ram por bem dividir uma oitava musical em 12 semitons separados por intervalos rigoro samente iguais. Se, por um lado, isso ia de encontro às leis de acústica que estavam em vigor na época, por outro, passavam a bastar 12 notas de um teclado (equivalente às sete teclas brancas e cinco teclas pretas de uma oitava do piano moderno) para reproduzir, de 12 formas diferentes, a escala diatônica. Toda a arquitetura do tonalismo se encai xava assim em 24 escalas (12 maiores e 12 menores). Bach explorou justamente essas escalas nos prelúdios e fugas de seu “Cravo bem temperado”. A música, como se vê, é menos que matemática, é álgebra. Quem anda atrás de sentimentos que os busque nos romances e filmes de Hollywood!
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Foi a melhor coisa que podia me aconte cer. Passei a noite em claro, a palavra não me deixava dormir. A palavra que ela ousara pro nunciar. Não era agradável estar vivo e ser eu tendo ouvido aquilo, mas ao mesmo tempo eu tinha a certeza de que algo importante estava para acontecer. Para me distrair, comecei a folhear compêndios de música renascentista. Retiveram minha atenção os verbetes sobre os compositores elizabetanos Orlando Gibbons e William Byrd, do século XVI. A pré-história do tonalismo. Verdadeiros tesouros esqueci dos, que já não eram ouvidos em público há quanto tempo: décadas, séculos talvez? Eu não tinha notícia de nenhuma gravação. No dia seguinte, faria uma pesquisa na biblioteca da escola - e perguntaria a Hanson se ele conhecia a música desses compositores suges tivamente conhecidos como “virginalistas”. O Existia uma gravação, mas de péssima qualidade. Fora feita por uma cravista russa
Mozart, por exemplo: ora com o “mecanismo de uma caixinha de música”(!), ora “com a violência de um rondó de Beethoven” (!!), ora com a “elegância de uma dança aristocrática”(!ü). Agora, que afirmassem que eu não existia! Isto oculta uma lógica que até hoje não consegui desvendar - e que talvez por isso mesmo me seja fascinante.
nar que ela jamais teria consciência disso, do importante papel que lhe coube, à sua revelia.
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O disco dos virginalistas foi um sucesso estrondoso. Jornalistas do mundo todo me telefonavam incessantemente. A gravadora tomou a iniciativa de rasgar o contrato vigente e me oferecer outro, em novas e milionárias bases. Como eu só conce dia entrevistas por escrito, começaram a cir cular lendas em tomo do meu nome: eu era muito mais velho do que diziam, eu era vários, eu era ninguém. Que me atribuíssem mais idade eu entendia como uma manifesta ção de inveja pura por parte de quem não admitia que alguém tão jovem pudesse tocar tão bem. Que me atribuíssem uma identidade coletiva era a hipótese mais inventiva: de fato, diversos críticos já haviam chamado atenção para os diferentes estilos interpretativos que imprimi em cada um de meus discos. Na gravação da integral das sonatas de
Nos seis meses seguintes, apresentei recitais em 55 cidades da Europa e Estados Unidos. (Alguém sugeriu que seria simpático incluir o Brasil na excur são, mas a América Latina estava fora de cogitação: muito fora de mão, sem falar nas dificuldades habituais em países subde senvolvidos: precariedades várias, da dificul dade em se encontrar um piano adequado à falta de educação das platéias). De volta à Nova York, tive a felicidade de encontrar Arrau, que estava gravando a obra completa de Chopin e orquestra. Ele se lembrou do dia em que eu, menino ainda, tocara um movi mento da sonata número dois em si bemol, de Chopin. Meu empresário teve uma idéia genial que, por razões contratuais, não pode ser levada a cabo: Arrau e eu gravaríamos juntos a íntegra dos prelúdios de Chopin e de Bach, num álbum duplo que seria lançado no Natal. A invalidade do projeto por causa tão fútil me deixou tão revoltado que convoquei a imprensa para uma entrevista coletiva, na qual desanquei a lógica tacanha do mercado fonográfico americano. Um jornalista francês me disse mais tarde que aquela tinha sido a primeira entrevista coletiva por escrito da
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pensar em Nietzsche me levou a Wagner: por que não levar a sério os exercícios de trans crição de sua obra operística que Hanson me passava como deveres de casa? Mas isso eu deixaria para depois. Primeiro Bach).
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história da imprensa. Seja como for, minhas declarações não foram bem recebidas.
• Pela primeira vez comecei a suspeitar levemente do que representaria para mim não ser amado, reconhecido, cultuado: a morte em vida. Minha gravação de Brahms recebeu resenhas negativas, fruto de evidente má fé de críticos que se sentiram atingidos em seu patriotismo ou sei lá em quê. Eu precisava reagir, e rapidamente. Havia de me ocorrer um outro lampeio como o dos virginalistas, havia de me ocorrer.
• Dessa vez ele veio através de um sonho. Eu de volta à infância, mas pensando como o adulto que era, corria em direção aos braços de minha mãe, que me chamava: “Johann Sebastian! Johann Sebastian!” Mas quando eu chegava bem perto, mamãe, em vez de me abraçar, abria as pernas para que eu mergu lhasse dentro dela, e um sentimento úmido de calor e harmonia tomava conta de mim, e eu me sentia tão feliz, tão feliz.
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A resposta estava em Bach, eu sabia. Hanson se dispôs a me ajudar a escolher o repertório de meu novo disco. Duas semanas de consultas a catálogos de gravadoras, bibliotecas, discotecas e arquivos diversos, públicos e particulares, além de contatos tele fônicos com maestros e pianistas de pelo menos meia dúzia de países bastaram para que descobríssemos um novo ovo de Colombo. Naquele início dos anos 50, quase toda a obra composta originalmente por Johann Sebastian Bach para cravo já tinha sido transposta, com resultados mais ou menos felizes, para o piano. Quase toda. Restavam algumas peças menos populares, compostas com fins didáticos e, surpreenden temente: as Variações Goldberg. Era verda deiramente incompreensível que a última gravação de uma composição tão bela, em cravo, datasse de 1941. Mais uma vez seria desnecessário dizer o nome da executante. Com o disco de Tatiana Pavlova nas mãos, observando o perfil afilado da artista, tive a sensação de já ter vivido aquilo antes, uma sensação de eterno retomo nietzschiano (e
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Nessa época se apresentou na escola um quarteto de jazz, liderado por um pianista de formação clássica chamado Dave Bmbek. Há quem aponte nas minhas gravações posterio res a essa apresentação um ligeiro acento jazzístico, ao qual os pseudopuristas atribuem em parte a minha “decadência”. Nunca ouvi bobagem maior. Embora tenha ficado impres sionado com a técnica de Bmbeck, não absor vi nenhuma influência de seu estilo que, aliás, não passava de uma diluição de seu professor Darius Milhaud. E se minhas últi mas gravações não corresponderam à expec tativa que se criou em tomo de meu nome, foi porque eu já sabia que tinha jogado fora a chance de minha vida, que tivera a vitória nas mãos e a jogara fora. Eu já sabia que, por causa de um gesto humanitário, tinha sido derrotado na batalha decisiva de minha car reira. E de minha vida.
• Gesto humanitário foi abrir mão, ao menos provisoriamente (era o que eu pensa va), de gravar a versão para piano das Variações Goldberg. Já estava tudo acertado: quando aconteceu eu já ensaiara tão exausti vamente as 30 pequenas peças que poderia tocá-las de trás para diante acentuando as mesmas frases, sublinhando as mesmas linhas melódicas - o que aliás seria um expe rimento interessante. Quando o diretor da gravadora me convocou para uma reunião extraordinária e urgente, não cheguei a estra nhar: a surpresa começou quando vi Hanson ao lado dele. Juntos, os dois estavam dispos tos a me convencer de que deveria adiar o projeto, porque uma cravista importante que emigrara da Rússia estava passando por difi culdades financeiras, e haviam planejado para ela precisamente uma gravação, em cravo, das Variações Goldberg. Era, concretamente, um caso de extrema necessidade: casada com um alto funcionário do governo de Stalin acusado de corrupção, ela fora obri
gada a emigrar, sozinha, após a morte do dita dor e prisão do marido. Estava, além do mais, muito doente (leia-se câncer), e não tinha como pagar o tratamento. Meu primeiro impulso foi dizer que não. Que absolutamente, que isso tiraria o impac to do meu disco. Mas de repente me pareceu que tudo fazia parte de um mesmo plano divi no. Perguntar de quem se tratava foi mera formalidade. Era a oportunidade que eu tinha de retribuir. Era também, uma vez mais, uma forma de homenagear mamãe.
• Tatiana Pavlova ainda não tinha 70 anos, mas parecia ter mais de 80. Isto antes de começar a tocar. Durante uma exibição ela voltava aos 50, aos 40, aos 30. Era a mesma do quadro emoldurado na parede da casa em Botafogo. Mas chegava um momento em que ela terminava - é o que todos nós fazemos, de alguma maneira, o tempo todo -, e então vol tava a ficar claro que se tratava de uma mulher muito doente, a quem não restava muito tempo de vida. Com essa gravação ela conseguiu pagar suas dívidas e se manter com dignidade durante os meses finais. Eu sentia que assim algo estava sendo pago, mas também que algo se perdia. Subitamente cessou o meu interesse pelas Variações. Não fôra à toa que ninguém fizera antes a transcrição para o piano. Era, Tatiana Pavlova acabava de o demonstrar, música para cravo, exclusivamente para cravo. A gra vadora ainda tentou argumentar, mas me mostrei irredutível.
• O resto é uma história conhecida. Minhas transcrições de Wagner foram um desastre de público e crítica. Eu simplesmente estava saindo de moda, aos poucos deixaram até de perguntar por mim. Passaram-se menos de dois anos, e um excêntrico pianista canaden se lançou a sua versão para piano das Variações Goldberg. Foi uma apoteose plane tária, como nunca se viu igual. Eu li jornais e não acredito. Era o meu nome que devia estar ali. Era o meu nome que devia estar ah. Mamãe, era o meu nome que devia estar ali. Comprei o disco só de raiva, me tranquei no quarto e desde então eu o estou ouvindo sem parar. É, engraçado, às vezes penso que sou eu quem está tocando. Já se passaram duas semanas, de vez em quando o telefone toca, ou a campainha toca. Eu não entendo, não quero sair daqui. Não quero que me levem, mamãe, não quero que me tirem daqui, está tão bom aqui, não quero que me levem, por favor, mamãe, por favor não me deixe sair, por favor. Luciano Trigo é jornalista e escritor, autor de Vampiro
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EM CARTAZ J u n h o 96
ROTEIRO SELETIVO DE ATIVIDADES CULTURAIS, ESPORTIVAS E DE SAÚDE DO SESC DA GRANDE S. PÁULO Fotos: Paquito
Um panorama da arte e da cul tura brasileira em suas mani festações juni nas, no Sesc Pompéia. Em cada final de semana, será abordada uma região do país: Norte/Nordeste, Centro Oeste, Sudeste e Sul. Além dos aspectos tradicionais da festa, o evento terá ambientação cenográfica, barracas de jogos, contadores de histórias, oficinas e shows. No Dia Internacional do Meio Ambiente (ao lado. Bosque das Araucárias do Sesc Interlagos), espetáculos de música e exposições, tendo como eixo a reciclagem do lixo e os problemas em áreas de mananciais. Nos Sesc Itaquera e Interlagos.
EVENTOS
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CORPO & EXPRESSÃO
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TEATRO
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NATUREZA & MEIO AMBIENTE
MUSICA DANÇA
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SAUDE & ALIMENTAÇAO
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ARTES PLÁSTICAS & VISUAIS LITERATURA
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INFANTIL TERCEIRA IDADE
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FÉRIAS E TURISMO SOCIAL
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CINEMA/ESPORTES
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INTERIOR
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EVENTO
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E v e n to
EM CARTAZ
II
S Ã O J O Ã O N O B R A S IL - A C U L T U R A P O P U L A R E M F ES TA . O Sesc Pompéia apresentará um panorama da arte e cul tura brasileira em suas manifestações juninas. Em cada final de semana será abordada uma região: Norte/Nordeste, Centro Oeste, Sudeste e Sul. Além dos aspectos tradicionais da festa, como a culinária, lavagem do santo, folguedos, fogueira, mastro, pau-de-sebo, fogos e balões, entre outros, a programação con tará com ambientação cenográfica, arte sanato, barracas de jogos, brincadeiras, contadores de histórias, exposição de arte prim itiva, grupos folclóricos, mostra de vídeos, oficinas e shows musicais. De 8 a 30 de ju nho, nos finais de semana.
Noite de São João O Sesc Pompéia apresenta durante os finais de semana as manifestações juni nas específicas de cada região do Brasil. Gincanas, culinária, fogueiras, pau-de-sebo, quadrilhas, artesana to e exposições, entre outros, inte gram a progra mação. De 8 a 30. Confira no Roteiro
SESC Pompéia Apresentações Folclóricas T a m b o r d e C rio u la . Dança popular mara nhense de influência negra, em homena gem a São Benedito. A dança é formada por uma roda, com as mulheres de um lado e os homens do outro. As mulheres chamadas coreiras se revezam para dan çar diante dos tambores. Os homens chamados coureiros cantam as toadas, tocam os tam bores e tam bém dançam. Com o grupo Fé em Deus (São Luis/MA). Dia 8 e 9, às 19h30, no Deck Solarium. A rra ia l J u n in o d e P a ra o a ra . Apresen tação do boi-bumbá ou boi-de-reis do Amazonas e Pará. O espetáculo é d iv id i do em quatro partes: Boi-Bumbá, com os personagens Nego Chica e sua m ulher Catirina e o boi Pai do Campo com cantorias, danças e encenações hum orísticas. Cordão de Pássaro Uirapuru, ópera cabocla com persona gens da flora e da fauna amazônica. Ciranda do Norte, dança de ritm os como valsa, xote e bailado. Casamento na Roça, festança caipira com xote, meren gue, briga, carimbó e quadrilha. Com o grupo Asa Branca (Belém/PA). Dia 8 e 9, às 17h30, no Deck Solarium. B u m b a -M e u -B o i d e P in d a ré. No Mara nhão, o bumba-meu-boi representa o ponto alto das festas juninas em torno das figuras de São João, São Pedro, Santo Antônio e São Marçal. Os bois maranhen ses são divididos em "sotaques" (estilos) e os principais são Matraca - entoada por duas tabuinhas de madeira, pandeirões e tambores-onças; Zabumba - possui traços africanos, ritmada por meio dos tantãs (tambores enormes); Orquestra - apresen ta um conjunto de instrumentos sonoros, com ritmo mais alegre e suave e De Pindaré, que se destaca pelo guardaroupa rico e exuberante, além de matracas
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e pandeiros menores. Com o grupo São João Batista (São Luis/MA). Dia 9, às 19h30, no Deck Solarium. C ira n d a s P a n ta n e ira s . Apresentação de danças típicas do estado de Mato Grosso do Sul e da região do Grande Chaco. Com o g rupo Sarandi Pantaneiro (Campo Grande/MS). Dias 15 e 16, às 16h30, no Deck Solarium . Louvação de S ão Jo ão nas Á guas. Procissão composta por Rei, Rainha, Capitão do Mastro, Alferes de Bandeira, Juiz e Juiza de Ramos e um Grupo de Cururueiros (tocadores de viola de cocho e ganzá). Após levantarem o mastro e rea lizada a louvação do santo nas águas, as dançarinas apresentam-se cantando o siriri. Ao término, ocorre a apresentação do "rasta-pé", ou raqueado: ritm o regio nal de fim de festa e que caracteriza o cha mado "lim pabanco", onde todos os pre sentes podem dançar ao som da viola-decocho com cantigas alegres da região. Com os grupos Os Cururueiros e Corpo de Dança Juvenil S iriri (Cuiabá/MT). Dias 15 e 16, às 17h30, no Deck Solarium. A lm a d o P a n ta n a l. O espetáculo tem como entrada o cordão de São João de Corumbá e a posterior apresentação de
danças como bate-pau, catira, pau de fitas, anderua, chovena, chiquitana, o caçador e a pomba, toro candil, chupin e siriri. Com o grupo Sarandi Pantaneiro. Dias 15 e 16, às 19h30, no Deck Solarium. B an d a d e C o n g o . No Espírito Santo a manifestação folclórica do Congo, de influência indígena, é expressa nos rit mos das bandas. Formada há mais de 80 anos e com características próprias, a Banda de Congo Mestre Alcides da Barra do Jucu sofreu influências históricas e culturais deixada por seus antepassados, registradas em ritmos, costumes, dan ças, manifestando uma antiga opressão vivid a pelos escravos. Com Mestre Alcides da Barra do Jucu (Vila Velha/ES). Dias 22 e 23, às 16h30, no Deck Solarium. C o n g o s d e S a in h a e T ern o F em in in o . Congos, congadas, cacumbis, ticumbis e catopês são cortejos revelando grande acul turação africana, que aparecem em festas religiosas, sobretudo nas dedicadas à Nossa Senhora do Rosário e a São Benedito. Às vezes possuem reinado (rei, rainha, vassalagem) envolvendo parte dra mática com embaixadas e lutas. Há 23 anos, o grupo Abaçaí - Balé Folclórico de São Paulo leva arte e cultura às comunidades. Dias 22 e 23, às 17h30, no Deck Solarium.
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EVEIMTO
M o ç a m b iq u e . Moçambiques ou maçambiques são folguedos que aparecem durante quase todo o ano nos municí pios do Vale do Paraíba, que circundam a cabeceira do Tietê, Noroeste de São Paulo e todo o estado de Minas Gerais. São grupos religiosos que hom ena geiam São Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Seu traço d istintivo são os paiás (carreiras de guisos) ou gungas (peque nos chocalhos de lata), atados aos torno zelos dos moçambiqueiros e acompa nhados por sanfona, cordas e percussão variada. Com o grupo Abaçaí. Dias 22 e 23, às 19h30, no Deck Solarium. Q u a d r ilh a e F a n d a n g o d e T a m a n c o . Espetáculo em duas partes: a quadrilha e o fandango de tamanco. A quadrilha, de origem francesa, é dançada sobre a influência étnica dos italianos no norte do estado. No litoral do estado, encon tra-se uma das mais im portantes m ani festações, o fandango de tamancos. Com o grupo fo lcló rico "M estre Rom ão" (Paranaguá/PR). Dias 29 e 30, às 16h30, no Deck Solarium. F an d a n g o d e B o ta s. O tropeirism o foi um dos mais im portantes ciclos econô micos e sócio-culturais do país. Vindos de São Paulo, os tropeiros atravessavam o Paraná com destino ao Rio Grande do Sul e à Argentina em busca de gado ou mulas para abastecer ou transportar o ouro de Minas Gerais. Por meio destas viagens trouxeram um novo modo de vestir, de dançar com características dife renciadas, dando origem à expressão do fandango de botas. Com o grupo fo l clórico "M estre Romão". Dias 29 e 30, às 16h30, no Deck Solarium.
Reprodução/Rui Mendes
Forró de Pé de Serra. Com o grupo baiano Pau D'Arco(BA). No repertório, uma fusão entre a música nordestina e a contemporâ nea. Dia 8, às 18h30, no Deck Solarium. A lp erc arta s de L am p ião . Show musical com repertório nordestino, intercalado de performances com os temas Lampião e a origem do xaxado pelas suas alpercatas pisando o chão, o Sari, a Carranca Rosinha, o fuxico, potes, cabaças, entre outros. Dia 9, às 18h30, no Deck Solarium.
A Viola de Helena Helena Meirelles, prêmio revelação da revista Guitar Player, em 1993, apresenta-se no Sesc Pompéia dentro do evento São João no Brasil-A Cultura Popular em Festa. Dia 15, às 21h. Confira no Roteiro N ic o e L au . Causos de Mato Grosso (Cuiabá/MT). Dias 15 e 16, às 17h30, na Choperia.
M a to G rosso nas C ordas da V iola. Os gru pos Os Cururueiros e o Corpo de Dança Juvenil Siriri (Cuiabá/MT) apresentam alguns números eruditos com viola de cocho e instrumentos de orquestra, can ções regionais de cururu e siriri, com ins trumentos primitivos, tais como a flauta de osso, o ganzá, o mocho, o arco e flecha e os alaúdes egípcios e árabes. Dias 15 e 16, às 18h30, no Deck Solarium. Caipiras in C anto. Show com uma tradicio nal família caipira: pai, mãe, padre, a irmã caçula e a noiva (grávida) que procura um noivo entre o público presente. Perso nagens que cantam e tocam um repertório bem humorado característico das festas de interior. Com o grupo Cenas In Canto. Dias 22 e 23, às 18h30, no Deck Solarium.
Exposições ARTE P R IM IT IV A . Mostra coletiva de artis tas primitivos de diversas regiões do Brasil retratando a festa de São João. De 8 a 30. ARTE PO PULAR BRASILEIRA. Demonstra ção de técnicas artesanais regionais. Todos os sábados e domingos, das 16h às 21h.
Oficinas Pe lo s C a m in h o s d o P a m p a . Show com o Conjunto de Folclore Internacional Os Gaúchos, que apresentará um repertório de música e dança gaúcha. Fundado em 1959, o grupo é uma entidade de utilida de pública do Município de Porto Alegre. Dias 29 e 30, às 18h30, no Deck Solarium. R io G ra n d e d o S u l, S u a M ú sic a e S u a D an ça. Mostra de diversas coreografias do Rio Grande do Sul, Tatu Velho, Tatu Novo, Chimarrita, Roseira, Pézinho, Chote do Negrinho, Chote Carreirinha, Chote das Duas Damas, Rancheira de Carreirinha, Anú, Balaio, Balão, Dança dos Facões e Dança da Chula. Com o Conjunto de Folclore Internacional Os Gaúchos. Dias 29 e 30, às 19h30, no Deck Solarium.
Contadores de Histórias T e a tro d e M a m u le n g o s . O Teatro de Mamulengos é feito de im proviso, com música ao vivo. No repertório: a história junina, o mastro, a bandeira, a lavagem do santo, os fogos, os balões, a fogueira, adivinhações, sorte no casamento, len das, crendices e a culinária. Dia 8 e 9, às 17h30, na Choperia.
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N o B alan ço do Ja cá . Com Ivan Vilela Núcleo de música, dança e teatro (Campinas/SP). Show solo de viola atra vés de cantos e contos. Ivan Vilela toca viola caipira e violão, faz arranjos e com põe, integrando os grupos Ânima e Trio Trem de Corda. Dias 22 e 23, às 17h30, na Choperia. H istórias de m eu Rio G rande. Com Paulo Reis - Conjunto de Folclore Internacional Os Gaúchos (Porto Alegre/RS). Dias 29 e 30, às 17h30, na Choperia. Belchior. Dia 8, às 21 h. Zé R am alho. Dia 9, às 21 h. H elena M eirelles. Dia 15, às 21 h. Inezita Barroso e M azin h o Q uevedo. Dia 22, às 21 h. Pena Branca e Renato Teixeira. Dia 23, às 21 h. Tangos e Tragédias. Dia 29, às 21 h. Renato B orghetti e Banda. Dia 30, às 21 h.
XILO G R A V U R A . Técnica de xilogravura, da concepção à impressão. Orientação de Valdeck de Garanhuns, artista popular e arte-educador pernambucano. Dias 8 e 9. Das 10h às 13h e das U h às 18h. 10 vagas.
C O N S T R U Ç Ã O DE V IO L A DE C O C H O . Oficina que visa mostrar e estimular o inte resse do público num dos instrumentos típi cos da região de Mato Grosso. Orientação de Abel Santos, luthier. Dias 15 e 16, das 14h às 17h. 10 vagas. Grátis. P INTU R A . A oficina pretende estimular a criatividade através da técnica de pintura, com o tema das tradições das festas juninas. Orientação de Ademar Shimabukuro, artista plástico. Dias 22 e 23, das U h às 18h. 10 vagas. Grátis. F E S TA J U N IN A N O S E S C IN T E R L A G O S . A festa homenageará Santo A ntônio, São João e São Pedro. Na program a ção, quadrilhas, shows musicais, leilão, teatro infantil, brincadeiras populares e barracas de comidas típicas e jogos. Dias: 8, 9, 15, 16, 22, 23, 29 e 30.
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TEATRO ■ M USIC A
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Sábados, das 14h i ; 20h e dom ingos, das 12h às 20h.
Divulgação
SESC Interlagos
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T eatro
Espetáculos
SESC Pompéia
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TEA TR O. Orientação de Camilo Tostes. Sábado, das 13h às 16h. 25 vagas. R$ 36,00 (comerciário matric.) e R$ 40,00.
SESC São Caetano
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FESTIVAL IN TER N A CIO N AL DE TEATRO DE A N IM A Ç Ã O . Com a ampliação da Mostra Internacional de Teatro de Bonecos, realiza da em 1993, o Sesc iniciou o processo de divulgação e incentivo desta arte, tornandose um marco referencial junto aos profissio nais e instituições desta área. A mostra deste ano apresentará o que de melhor está sendo produzido pelo teatro contemporâ neo de animação.
SESC Ipiranga
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M úsica
Shows
Programa Dia 25. Abertura, às 20h, com o espetáculo A quilino Maggi Circus Barcelo na/Espanha; às 21 h, exposição Mamulengo; às 21h30, show com o Grupo Anima Sonho - Porto Alegre e às 22h, performan ce com Loop B. Dia 26. Workshop Dramaturgia e Ação, às 9h, com Hector Girondo - Argentina; às 15h, Aquilino Maggi Circus - Espanha; às 19h, Maria Farrar - Porto Alegre; às 19h30, Bonecomédia - Porto Alegre e às 21 h, Capupuccetti Rossi- Itália. D ia 27. Workshop Dramaturgia e Ação, às 9h, com Hector Girondo; às 15h, Cappuccetti Rossi - Itália; às 18h, Maria Farra - Porto Alegre e às 21 h, espetáculo de Nikolai Zykov, Puppet Theatre de Moscou - Rússia. Dia 28. Workshop Dramaturgia e Ação, às 9h, com Hector Girondo; às 15h, Un Redondo Muy Cuadrado - Argentina; às 16h, seminário Dramaturgia no Teatro de Animação, às 19h, El Cocinero - São Paulo e às 21 h, Titeres de Cachiporra- Uruguai. Dia 29. Workshop Dramaturgia e Ação, às 9h, com Hector Girondo; às 11 h. Macaco Simão & Outras Estórias & Outras Canções - São Paulo; às 12h30, Histórias da Carrocinha - Porto Alegre; às U h , Os Românticos - Belo Horizonte; às 15h, A Dança dos Bonecos - Recife; às 17h, Bonecos Urbanos - de São Paulo; às 18h, El Cocinero - São Paulo; às 18h, Mamulengo - São Paulo; às 19h, Bonecomédia - Porto Alegre e às 21 h, As Histórias de Gertudres- Israel. Dia 30. Às 11 h, Poema do Lixo - São Paulo; às 13h30, O Teatro Mágico de Bonecos de uma Tribo Perdida nos Confins do Mundo São Paulo; às 15h, Uma História do Mundo - São Paulo; às 17h, O Pássaro Do Limo Verde - Rio de Janeiro; às 18h, El Cocineiro - São Paulo; às 18h, Mamulengo WaldeckSão Paulo; às 19h, Bonecomédia - Porto Alegre e às 20h, In Concert - Estados Unidos.
Sábados, das U h às 17h30. R$ 35,00 (comerciário matric.), R$ 70,00 (usuário) e R$ 84,00. 20 vagas. A partir de 14 anos.
Que viva Frida!
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A U D IT Ó R IU M . Com a intenção de criar mais um espaço para música na unidade de São Caetano nasce o projeto Auditórium, que prioriza a apresentação de novas propostas e novos talentos em diversos estilos musicais. Os shows acon tecem sempre às quartas-feiras, com entra da franca. Confira os nomes que estarão se apresentando neste mês.
SESC São Caetano
Escrita pelo dramaturgo argentino Ricardo Halac, especialmente para a atriz Mika Lins, a peça Frida conta a história da pintora mexicana Frida Kahlo. Teatro Sesc Anchieta. Confira no Roteiro
Black. Natural de Aracajú/SE, cantor, com positor e arranjador, Black apresenta reper tório próprio e de nomes consagrados da MPB. Dia 12, às 20h30.
FR ID A. Escrita pelo dramaturgo argentino Ricardo Halac, especialmente para atriz Mika Lins. A peça narra a história da pin tora mexicana Frida Kahlo, os encontros mais importantes de sua vida, sua relação com o grande mura lista Diego Rivera, com Trotski suas idéias, sua dor e suas relações homossexuais. Direção de Marcus Alvisi e Fauzi Arap. Com Mika Lins, Bel Kutner, Márcio Tadeu, Lara Córdula, Nio Gonçalves e a participação especial de Gabriela Rabelo. De quarta a sábado, às 21 h e domingo, às 19h. R$ 13,00 (comerciário matric.) e R$ 25,00. Teatro SESC Anchieta.
N egócios à Parte. Com influências que vão de Elis Regina a Hendrix, este quarteto de Diadema/SP faz uma fusão de rock, pop e funk, com pitadas de blues e jazz. Dia 26, às 20h30.
SESC Consolação
Sacha Arcanjo. Com um trabalho que mistu ra xote, baião, merengue e toada, este baia no de Irecê apresenta o show Feito Bicho. Dia 19, às 20h30.
C O M P A N H IA S O N O R A . A noite tem lugar certo para iniciar. É o projeto Companhia Sonora que acontece de segunda à quar ta-feira, sempre às 19h, no Hall de Convi vência do SESC Consolação com o melhor da música brasileira. Veja programação a seguir.
SESC Consolação
SESC Pompéia
A lkim ya. O grupo interpreta músicas de autores brasileiros como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Jobim, além de clássicos da música norte-americana. Os temas têm tratamentos jazzístico, valorizando a perfor mance e a sonoridade peculiar do grupo, que é formado por vibrafone, contrabaixo e voz. Seus integrantes são Beto Caldas, vibrafone, Beto Birger, contrabaixo e Bibba Chuqui, voz. Dias 3, 4, 5 e 7, às 19h, e dia 6, às 16h. Grátis.
TEATRO. Desenvolve exercícios introdutó rios de integração, sensibilização, concen tração, voz e improvisação, ensaios e mon tagem de espetáculo. Orientação de Lourdes de Moraes, atriz e diretora.
B an d a d e P ífa n o s d e C a ru a ru . No ano de 1924 o alagoano Manoel Clarindo Biano herdou de seu pai quatro instrumentos (um bumbo, um prato e dois pífanos) e a obrigação de não deixar morrer o grupo,
TEATRO DE RU A. Pretende desenvolver a criatividade e expressão do aluno através de técnicas teatrais, circenses e musicais. Orientação de Pamela Duncan, arte-educadora. Terças, das 18h às 22h. R$ 35,00 (comerciário matric.), R$ 70,00 (usuário) e R$ 84,00. 20 vagas. A partir de 14 anos.
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então chamado Zabumba Cabaçal, cria do por seu avô. Nos anos 30, enquanto viajava pelo Nordeste como andarilho, Manoel ensinou a seus filhos. Sebastião e Benedito, a tocar o pífano. Já estabele cidos em Caruaru, com a m orte de Manoel Biano em 1955, Sebastião e Benedito assum iram a liderança do grupo, que passou a contar com a parti cipação de seus filh o s Luiz, Am aro, Gilberto e João, ganhando aí então o nome de Banda de Rífanos de Caruaru. Dias 11 e 12, às 19h. Grátis.
Divulgação
C an h o tin ho do Cavaco. Um dos mais impor tantes e tradicionais nomes do choro brasi leiro, Roberto Barbosa, o Canhotinho do Cavaco, atuou durante 27 anos com os Demônios da Garoa. Acompanhado por Marco Antonio Bernardo, pianista, arranjador e pesquisador do choro. Dias 22 e 29, às 16h. Grátis.
Carla A rnoni e R enato C onsorte. Utilizando temas da MPB de autores como Tom Jobim, Sivuca e Johnny Alf, o duo, formado por Renato Consorte no violão e guitarra e Carla Arnoni no teclado, propõe uma interpreta ção com muito improviso e ritmos variados, numa visão brasileira do jazz. De 17 a 19, às 19h. Grátis. Tarancón. A música da América Latina tem no grupo Tarancón um dos seus melhores representantes. Com 22 anos de existência e 8 discos gravados, também lançados no México, Argentina e Chile, entre outros, o Tarancón tem em seu currículo mais de 3.000 shows. Em 1985 conquistou o 2a lugar no Festival dos Festivais Globo Shell com a música "Mira Ira", de Lula Barbosa. Seus atuais integrantes são: Emilio de Angeles, que toca instrumentos de sopros, cordas e percussão; Silvio Luna, cordas e sopros; Pedro Facchini, sopros e percus são; Johnson Lima, cordas e sopros, e Jorge Miranda, contrabaixo. De 24 a 26, às 19h. Grátis. C O N C ER TO S C O M E N T A D O S . O projeto é desenvolvido pelo Centro Experimental de Música do Sesc e tem como proposta levar ao público apresentações musicais de repertórios e formações variadas em apre sentações no mini-auditório do CEM. Os concertos são intermediados por conver sas informais entre músicos e público em torno de aspectos musicais diversos, como autores, obras, particularidades do instru mento, técnicas de execução entre outros. Veja programação a seguir.
SESC Consolação Q u arteto Aldebarãa. O quarteto apresenta em seu programa peças de W.A. Mozart, J.C. Bach, Astor Piazzolla, Ernesto Nazareth, Paulinho Nogueira e Ronaldo Miranda. O grupo é formado por Ana Eliza Colomar, flauta transversal; Adriana Maresca, violino e Ana Paula Rodrigues, violoncelo. Dia 4, às 20h30. Grátis. Trio Fem ina. O Trio Femina, criado em 1979, foi um dos poucos grupos naquela época composto somente por mulheres. Hoje, formado por Grace Henderson, flau ta, Gretchen Miller, violoncelo e pela pia nista Marizilda Hein; o trio oferece a opor tunidade rara de ouvir música escrita para essa formação. Dia 11, às 20h30. Grátis.
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Howard explora a diversidade^de violões encontrada no Brasil. Suas composições lembram de Jacó do Bandolim a Egberto Gismonti, de Heraldo do Monte a Pat Metheny, com acentuada influência do choro. O grupo foi premiado no projeto O Som da Demo 1995, realizado pelo Centro Experimental de Música do SESC. Dias 1, 8 e 15, às 16h. Grátis.
D U O de VIO LÕ ES. Oscar Ferreira, composi tor e intérprete e Martin Müller, violonista, apresentam um show com músicas brasilei ras. O programa compreende desde Tom Jobim e João Bosco a Radamés Gnatalli e Francisco Mignone. Dia 28, às 20h. Grátis.
Fala baixo, Arismar O músico e compositor Arismar do Espírito Santo participa do projeto de valorização do Baixo. No show, o músico apresenta o repertório de seu próximo disco. Confira no Roteiro S fo g ato a Tre. Formado por Edmund Raas, flauta; Roberto Bumagny, oboé; Luiz Carlos Tessarin, violão e arranjos e Eloísa Baldin, soprano. O grupo apresenta composições de I. Albeniz, M. de Falia, E. Granados e G. Bizet, em espetáculo onde comentam as obras, os autores e as particularidades de cada instrumento. Dia 18, às 20h30. Grátis. M arcelo Jaffé. Recital-palestra de viola solo abordando uma breve história da música. Através de um repertório que vai de Bach à época atual, serão tratadas as idéias dos compositores e a evolução da técnica do instrumento. Dia 25, às 20h30. Grátis.
SESC Pinheiros E D U A RD O G U D IN , PAULO CéSAR PINH EI RO E M Á R C IA . Este show marca o reencon tro destes artistas em um mesmo espetácu lo, após trilharem trajetórias separadas. De 27 a 30, quinta a sábado, às 21 h; domingo, às 20h. R$ 7,50 (comerciário matric.), R$ 14,00 (usuário), R$ 15,00.
SESC Pompéia FALA, B A IXO ! Com o talento e muito traba lho de grandes músicos brasileiros, o con trabaixo aparece cada vez mais na boca do palco, mudando seu tradicional conceito de instrumento que compõe a "cozinha" dos grupos. Na série que o Centro Experimental de Música do SESC apresenta durante o mês de junho, os principais representantes dessa volta por cima mostram por que o baixo pode e deve ter voz presente no pano rama da música brasileira. Veja progra mação a seguir.
SESC Consolação
SESC Consolação
A rism ar do Espírito S anto. Músico e compo sitor, multiinstrumentista autodidata, Arismar possui um estilo próprio de tocar e compor. Iniciou sua carreira em 1974 como baterista, mas em 1979, em busca de um instrumento de harmonia, optou então pelo contrabaixo acústico. Em 21 anos de carrei ra, atuou em shows e gravações com os principais nomes da música brasileira. Em 1993 gravou seu primeiro disco solo onde incluiu composições próprias e clássicos da MPB, tendo como parceiros Heraldo do Monte, Hermeto Pascoal, Proveta, Roberto Sion e Dominguinhos, entre outros. Seu novo disco, já em projeto, fará uma fusão do baixo elétrico com instrumentos acústicos como piano, clarone e clarinete. Dias 20 e 21, às 20h. Grátis.
Corda Coral. O trio de cordas formado por Renato Anesi, Fábio Attorino e Thomas D.
Luiz Chaves. Com Rubens Barsotti, bateria, e Amilton Godoy, piano, Luiz Chaves inte
TARDES DE C HORO. Os amantes e pratican tes do chorinho ganharam um ponto de encontro aos sábados. É a série de shows Tardes de Choro, do Centro Experimental de Música do Sesc, que acontece no Hall de Convivência desde 1995. Nomes consagra dos, como Canhotinho do Cavaco e Isaías e seus Chorões e revelações, como Aleh Ferreira e Jorge César, marcaram suas pre senças animando e revitalizando esse pre cioso gênero da música instrumental brasi leira. Veja programação a seguir.
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M ÚSICA gra o Zimbo Trio, marca definitiva da alta qualidade musical brasileira. Um dos mais importantes contrabaixistas do país, destaca-se ainda como compositor, arranjador e premiado diretor musical de espetáculos teatrais e de dança. Junto com os demais integrantes do Zimbo Trio, Luiz Chaves é um dos diretores do CLAM, Centro Livre de Aprendizagem Musical, sendo responsável pelos departamentos de violão, guitarra, baixos acústico e elétrico. Atualmente pro duz e arranja um CD em duo com o guitar rista Heraldo do Monte. Nas apresentações da série Fala, baixo\ será acompanhado por Débora Picarelli, na flauta; Bina, na gui tarra e Rércio Sápia, na bateria. Dias 27 e 28, às 20h. Grátis. IN ST R U M E N TA L SESC PAULISTA. Garantia de um fim de tarde tranqüilo ao som de boa música ao vivo é o que o Instrumental Sesc Paulista oferece há mais de cinco anos aos apaixonados pela música instrumental. Todas as segundas-feiras, às 18h30, são dados os primeiros acordes... jazz, blues, funk, MPB, e tudo mais que um instrumen tal pode improvisar.
SESC Paulista Toninho H orta. O violonista e compositor mineiro vai apresentar as composições de seu último CD, lançado nos Estados Unidos. Dia 3, às 18h30. Grátis. Paulo Porto A legre e Rosária G atti. A pianis ta e intérprete de choros e da obra de Radamés Gnatalli se apresentará acompa nhada do violão de Paulo Porto Alegre. Dia 10, às 18h30. Grátis. H enrique Cases e J a im e Ernest Dias. Choros e valsinhas brasileiras interpretadas pelo virtuose do cavaquinho, o carioca Henrique Cases, acompanhado do violão de Jaime Ernest. Dia 17, às 18h30. Grátis. D uofel. Luiz Bueno e Fernando Melo for mam esse duo de violões. Recém-chegados de uma excursão pela Europa, os músicos vão apresentar o que foi produzido por lá. Dia 24, às 18h30. Grátis. J O H N N Y ALF. Tendo iniciado sua carreira em 1952, Johnny Alf foi um dos precurso res da bossa-nova. Ele vem a São Caetano para apresentar o show A Saudade Mata a Gente, onde interpreta este e outros suces sos consagrados na voz de seu padrinho musical Dick Farney. Dia 14, às 20h30. Espaço de Convivência (350 lugares). Grátis, com retirada de convites antecipa da.
SESC São Caetano JOYCE. Com 27 anos de carreira, 17 discos individuais e mais de 200 gravações, Joyce vem apresentar seu mais novo trabalho Ilha Brasil. Dia 28, às 20h30. Espaço de Convivência (350 lugares). Grátis, com reti rada de convites antecipadamente.
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L ÍN G U A DE TRAPO. Show de lançamento do CD Língua ao Vivo, gravado ao vivo em dezembro de 95. No roteiro do show músi cas como: "Vampiro SA e Concheta" entre outras, numa retrospectiva dos 15 anos de existência do grupo. De 6 a 9, quinta a sábado, às 21 h e domingo, às 20h. R$ 7,50 (comerciário matric.), R$ 14,00 (usuário), R$ 15,00.
transmissão ao vivo pela TV Cultura. Domingos, às 11h.
SESC Interlagos PR OJETO C H O R A N D O ALTO. O projeto reúne orquestras regionais, violonistas e pianistas que estarão apresentando clássi cos do gênero e composições contemporâ-
SESC Pompéia
SESC Pompéia
M A R LU I M IR A N D A . IHU, Todos os Sons é um espetáculo musical baseado em 17 anos de pesquisa desenvolvida pela arranjadora e solista Marlui Miranda. IHU significa todos os sons na língua dos povos kamaiurá e traz um repertório de treze grupos indígenas da Amazônia brasileira, recriado musical e coreograficamente, interpretado por um grupo de vinte cantores brasileiros e instru mentistas. Dia 5, às 20h, no Solarium.
Dia 1, sábado, às 21 h - Orquestra de Cordas Brasileiras, Conjunto Época de Ouro, Ademilde Fonseca, Quarteto Livre, Jim Hall e Oscar Castro Neves. Dia 2, domingo, às 20h - Orquestra Jazz Sinfônica, Maurício Carrilho, Pedro Amorim e Paulo Sérgio Santos, Arismar do Espírito Santo e Marcos Suzano, Cristovão Bastos e Joel do Bandolim, Paquito D'Rivera. R$ 10,00 (comerciário matric.), R$ 19,00 (usuá rio) e R$ 20,00.
SESC Ipiranga M Ú S IC A N O A R IC A N D U VA . Em junho, a música de raiz do cancioneiro popular brasi leiro e a relação de simplicidade e respeito do homem com a terra são enfocados atra vés das composições de poetas que vêm se dedicando a esse gênero musical.
SESC Itaquera M ara de A quino. Cantora e compositora, registra em seu trabalho Cravo na Janela, modinhas, serestas e canções folclóricas. Seu repertório traz também canções que retratam a simplicidade do cotidiano das pessoas do campo. Dia 2, às 15h Zeca Balero. Cantor e compositor mara nhense que vem desenvolvendo seu traba lho apostando na fusão de diversos sons e tendências que vão do bumba-meu-boi ao rock, resultando na moderna música brasi leira. Dia 16, às 15h. C arlos G om es. Pesquisador, compositor, intérprete e instrumentista presente nos festi vais de música popular brasileira, faz fusão de diversos estilos rítmicos e melódicos que vão do baião ao rock country, passando por xote, toada e valsinha brasileira. Dia 30, às 15h. ORBERT DA VIS Q U IN TETT. Apresentação exclusiva do quinteto americano. Uma par ceria do Sesc com o consulado dos EUA. Dia 1, às 21h.
PROJETO INTERVALO. Apreciadores da boa música acústica têm seu lugar na programa ção do Centro Experimental de Música do Sesc. De segunda à sexta, no intervalo de almoço, grupos de formações camerísticas variadas apresentam peças instrumentais de autores clássicos e contemporâneos, de música popular e de concerto. Veja progra mação a seguir.
SESC Consolação Q u a rte to Arsis. O Quarteto Arsis foi criado no início de 1994 por ex-alunos do Centro Experimental de Música do Sesc. O grupo é formado por Davi Caverni e Fernando da Rosa, violino; Emiliano Patarra, viola e Fabiana Mino, violoncelo. O grupo tem par ticipado de vários cursos, festivais e oficinas de música, tendo estudado com o Turtle Island String Quartet (EUA) durante o XXV Festival de Inverno de Campos de Jordão. De 3 a 7, às 12h30. Grátis. D uo R o ch a-M aru i. Juntos desde 1992, Anderson Rocha, violino e Ricardo Marui, violão, têm recuperado um repertório para esses instrumentos que, embora pouco exe cutados nos dias de hoje, eram bastante comuns na Europa em meados do século XIX. Além de apresentar obras escritas por autores daquele período, o duo também interpreta compositores brasileiros e arran jos para temas populares. De 10 a 14, às 12h30. Grátis.
SESC Ipiranga O R Q U ES TR A JA Z Z SIN F Ô N IC A E ZÉLIA D U N C A N . O Sesc Itaquera dá continuidade à sua temporada 96 de concertos com a Jazz Sinfônica. A Orquestra, regida por Nelson Ayres e Ciro Pereira, une-se à talentosa Zélia Duncan, representante de uma nova gera ção de músicos que, com estilo próprio, surge no cenário da MPB. Dia 23, às 15h.
SESC Itaquera P R O G R A M A BEM BRASIL. Espetáculos musicais com renomados artistas da MPB e
Banda Paralela. Integrada por instrumentis tas da Banda Sinfônica do Estado, o grupo procura resgatar a tradição das bandas bra sileiras com um repertório variado que une o antigo e o novo, o nacional e o internacio nal, o comportado e o pândego. A banda é formada por Alexandre Daloia na flauta, pícolo, escaleta e arranjos; Roberto Gastaldi no trompete, flugelhorn e arranjos; Tiago Sormani, no sax-alto; Lucivaldo Soares, no trombone e bombardino; Silas Ribeiro, sax barítono; Mareio Forte e Ivan Alves, na per cussão. De 17 a 21, às 12h30. Grátis.
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M USICA
EM CARTAZ Clarinetando. Formado em 1993 por inte grantes da Banda Sinfônica Jovem e Orquestra Sinfônica Jovem de São Paulo, o Quarteto Clarinetando, com sua formação pouco usual de 3 clarinetes e 1 clarone, vem se destacando pelo seu repertório eclético, onde se destacam autores como Mozart, Puccini, Chopin ou Tchaikowski, ao lado de nomes como Scott Joplin, Astor Piazzola, Pixinguinha e Ernesto Nazareth, entre outros. O grupo é integrado por Paulo Jorge Nunes, Klayber de Lima, Júlio César Éder e Joel Lourenço. De 24 a 28, às 12h30. Grátis.
Divulgação
w Com iRABYRA dotyefoftrròàente
SÁ & GUARABIRA. Show que comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente. A dupla, que se consagrou na década de 80, traz composições nitidamente ecológicas como Sobradinho e Abrolhos, além de suas mais recentes músicas. Dia 6, às 15h.
SESC Itaquera SILVANA STIÉVANO. Gravação ao vivo do CD Por Puro Amor. Voz de timbre marcante, parceira de Roberto Menescal, Costa Neto e Klebi, que estará participando do show e com quem compôs o sucesso "Calendário Lunar". Dias 11 e 12, às 21 h. R$ 5,00 (comerciário matric.), R$ 9,00 (usuário), R$ 10,00.
Verde que te quero
SESC Pompéia ZIZI POSSI. De volta a SP, uma das maiores intérpretes da atualidade para o lançamento de seu mais recente trabalho, Mais Simples, uma coletânea de composições inéditas de autores brasileiros. De 13 e 23, quinta a sábado, às 21 h; domingo, às 20h. Dias 11 e 12, às 21h. R$ 5,00 (comerciário matric.), R$ 9,00 (usuário), R$ 10,00.
SESC Pompéia Música Erudita CELINE IMBERT E M A R IA JOSÉ CARRASQUEIRA. Na continuidade da versão 96 dos Concertos Grande ABC, uma atividade con junta com o jornal Diário do Grande ABC, Estúdio Camerati e Em Cartaz Comunicação, e que visa inserir a região do ABC no circui to de música erudita de São Paulo; apresen tam-se a soprano Imbert e a pianista Carrasqueira no espetáculo Poema Tirado de uma Notícia de Jornal, sob a direção de Naum Alves de Sousa, com 17 canções de repertório popular. Dia 13, às 21h. Local: Teatro Municipal de Santo André (450 luga res). R$ 15,00.
SESC São Caetano JAZZDUAL. Com repertório amplo o grupo apresenta um panorama mostrando as raí zes da música negra, através de spirituals e gospels. Formado por três tenores, um baixo e um barítono, o Jazzdual se apresen ta sempre à capela com um resultado sur preendente. Dia 19, às 21h. R$ 3,00 (comer ciário matric.) e R$ 6,00.
SESC Ipiranga M IS T O QU EN TE. Formado pelos coros infanto-juvenis da UNESP, Mackenzie e da
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Venha comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente. No evento a dupla Sá e Guarabira faz um show comemorativo, com músicas nitida mente ecológicas. Dia 6, às 15h. Sesc Itaquera Associação Obra do Berço, apresentará um repertório com autores brasileiros, especial mente montado para ser apresentado em julho próximo na Holanda, onde o grupo representará o Brasil.. Dia 12, às 21 h. Grátis. Retirar convite antecipadamente.
SESC Ipiranga
Através de um trabalho de percussão é pos sível descobrir e brincar com os mais varia dos ritmos de forma prazerosa e alegre. Nesta atividade, o percussionista Vítor da Trindade criará oportunidades para a explo ração dos mais variados aspectos rítmicos. Dias 12 e 13, às 15h30 e 19h30 e dia 15, às 11 h. Grátis.
SESC Ipiranga C ENTRO EXPERIM ENTAL DE M Ú S IC A . O CEM é um núcleo de desenvolvimento musical. As atividades seguem uma peda gogia própria de ensino coletivo, que faz da música um meio de expressão pessoal, além de difundir e incentivar a pesquisa em torno da linguagem musical, sem preconcei tos. A maioria dos instrumentos é fornecida pelo próprio CEM, tanto para as aulas como para estudos. As aulas são dadas nos perío dos da tarde e noite, de segunda à sexta e aos sábados. Os cursos são: Como Montar um Coral Infantil, Compondo para Coral Infantil, Oficina de Iniciação aos Instrumentos de Corda (Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo e Violão), Oficina de Percussão e Oficinas de Voz, em diversas modalidades.
SESC Consolação BRINCANDO C O M O RITM O. O ser humano possui expressão corporal e musical que podem ser influenciados pelo ambiente.
C A NTO . Iniciação através da prática de escolher, interpretar e analisar canções indi vidualmente ou em grupo. Orientação de Irajá Menezes, músico, cantor. Terças, das 19h às 22h. R$ 20,00 (comerciário matric.), R$ 40,00 (usuário) e R$ 48,00. 25 vagas. A partir de 15 anos.
SESC Pompéia C H OR O T A M B É M SE APR EN D E! Venha aperfeiçoar sua técnica de choro no Centro Experimental de Música do Sesc partici pando dos workshops de instrumentos ministrados pelos integrantes do grupo carioca Galo Preto. Atividades em percus são, cavaquinho, flauta, bandolim, violão de seis e de sete cordas. O Galo Preto é um dos representantes mais autênticos do choro brasileiro. De 1 a 5 de julho, das 15h30 às 17h30 ou das 20h30 às 22h. Inscrições até dia 21. Grátis.
SESC Consolação
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M ÚSICA ■ DANÇA
EM CARTAZ
C A V A Q U IN HO . Introdução ao menor instru mento de cordas do Brasil. Teoria, prática e história do cavaquinho. O curso divide-se em três etapas: básico, intermediário e avançado. Orientação de Ana Claudia Cesar, musicista e arte-educadora. Quartas, das 18h às 21 h. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00. 15 vagas. A partir de 15 anos.
O FIC IN A DA VO Z. Trabalho de percepção, sensibilização e auto-conhecimento através da voz, utilizando técnicas de reeducação do "ouvido musical". Orientação de Wilson de Sá Brito. Sábados, das 14h às 16h. R$ 22,00 (comerciário matric) e R$ 44,00 (usuário matric.). 20 vagas.
SESC Pompéia
V IO LÃ O . Iniciação à técnica do instrumento através da música popular. Noções de teoria e prática de acompanhamento.
D A N Ç A AERÓBICA. Nessa aula, o importan te é se movimentar e requebrar, uma ativi dade para quem gosta de suar e entrar na dança. Dia 29, às 10h. Grátis.
SE SC P o m p é ia - Orientação de Flávio Vajman, músico instrumentista. Sábados, das 15h30 às 17h30. Orientação de Irajá Menezes. Quintas, das 14h às 16h ou das 16h às 18h ou sextas, das 18h às 20h ou das 20h às 22h. R$ 25,00 (comerciário matric.), R$ 50,00 (usuário) e R$ 60,00. 20 vagas. A partir de 12 anos.
TENISESC
C R IAÇÃO E C O N S T R U Ç Ã O DE IN S T R U M E N T O S M U S IC A IS . Conceber instrumen tos de corda e percussão, com objetivo de despertar e desenvolver a sensibilidade e criatividade da artesania. São utilizadas matérias-primas naturais: o bambu, caba ças, couro, madeira e sucatas variadas. Após a comprovação do som, com a criação e execução de peças musicais, voltam-se ao desenvolvimento criativo e técnico da lin guagem musical. Orientação de Fernando Sardo, instrumentista e luthier. Quintas, das 19h às 22h. R$ 25,00 (comerciário matric.), R$ 50,00 (usuário) e R$ 60,00. 15 vagas. A partir de 18 anos.
SESC Pompéia C U ID A D O S C O M A V O Z. Destinado a educa dores, cantores, atores e interessados, o curso aborda o processo de produção da voz, seu uso profissional, aquecimento vocal, a voz infantil e a voz na comunicação. Orientação de Rosa Awram. De 1 a 29, sába dos, das 9h às 12h (exceto dia 8). R$ 7,50 (comerciários) e R$ 15,00.
SESC Consolação FLAUTA DOCE. Iniciação musical por meio da flauta doce, incentivando a prática, o estudo e a criação em grupo. Orientação de Veronique Oliveira Lima, musicista. Sábados, das 9h30 às 13h30. R$ 18,00 (comerciário matric.), R$ 36 (usuário) e R$ 44,00; 10 vagas. A partir de 7 anos.
SESC Pinheiros
SESC C arm o - Orientação de Alexandre Augusto Maximiliano. Iniciação à técnica pela música popular. Noções de teoria e prá tica de acompanhamento. A partir de 16 ançs. Segundas das 18h30 às 19h30 e das 19h30 às 20h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário). V O Z. Orientação de Wilson de Sá Brito. Sábados, das 10h30 às 12h30. 20 vagas. R$ 32,00 (comerciário matric.) e R$ 40,00.
SESC São Caetano Oficina C R IA N D O C EN Á RIO S PARA ÓPERA. Nesta oficina o participante cria maquetes que representam projetos cenográficos em esca la, pesquisando também figurinos e objetos de cena. Orientação de Sandra Kafka. Até o dia 25. Sábados, das 9h às 12h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 25,00 (usuário).
SESC Ipiranga
abertas aos profissionais interessados em participar da Mostra de Coreografias Inéditas. O regulamento está à disposição de segunda à sexta, das 13h às 21h30 e aos sábados, das 9h30 às 17h30. Inscrições abertas até o dia 15.
SESC Consolação
D A N Ç A AFRO BRASILEIRA. Desenvolve o movimento expressivo através da fusão do canto, música e dança negra primitiva e contemporânea. SESC Consolação - Orientação de Evandro Passos, coreógrafo e bailarino. Sábados, às 14h e às 15h30. 30 vagas por turma. R$ 24.00 (comerciário matric.) e R$ 48,00. S E SC P inh eiro s - Percussão ao vivo. Orientação de Carlinhos Batá. Terças, às 20h30 e sextas, às 20h. R$ 25,00 (comerciá rio matric.) e R$ 50,00 (usuário matric.). 35 vagas. S E SC Po m p é ia - A partir de 15 anos. Sábados, às 13h30. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00 (usuário). SESC São C aetano - Orientação de Enoque Santos, Waldemar Gregório e Eduardo Contreira. Sábados, às 9h30. 40 vagas. R$ 25.00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. D A N Ç A DE R U A. Orientação de Homero Lopes. Sábados, das 15h às 16h30. 40 vagas. R$ 25,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00.
SESC São Caetano
SESC Pompéia G AITA. Noções de teoria, recursos técnicos, improviso e repertório de músicas variadas, predominando músicas tradicionais norteamericanas, countries e blues. Orientação de Flávio Vajman, músico instrumentista. Domingos, das 16h às 18h. R$ 20,00 (comer ciário matric.), R$ 40,00 (usuário) e R$ 48,00. 25 vagas. A partir de 14 anos.
SESC Pompéia LUTHERIA. Curso básico de construção de violão clássico, que é um dos instrumentos de corda manufaturados pelo luthier. Nesse curso o aluno conhecerá as madeiras nobres usadas e saberá como cortá-las cor retamente para a construção dos instrumen tos, assim como seu comportamento peran te a mudança do clima, e as técnicas para contornar a dilatação e encolhimento. Orientação de Antonio Tessarin, luthier. Sábados, das 13h30 às 17h30. R$ 75,00 (comerciário matric.), R$ 150,00 (usuário) e R$ 180,00. 10 vagas. A partir de 18 anos.
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D A N Ç A DE SALÃO. Aprendizado de ritmos típicos dos salões de baile de várias épocas e regiões: bolero, tango, rumba; mambo, salsa, merengue, lambada, samba, rock, valsa etc.
Espetáculos A H ISTÓ R IA DE CATUR. Este espetáculo mostra a forte presença de algumas Deusas dentro de uma única alma feminina no decor rer de várias vidas. Catur percorre milhares de anos carregando e sutilmente transfor mando a herança psicológica, aliviando pro cessos futuros. Ela é assim uma única alma de várias mulheres que aqui estiveram e estarão vivendo em cada século, profunda mente, a sua essência pela constante busca de algo maior que a colocou neste planeta levando muitas vidas para vencer e com preender. Com Soraya Sabino. Dia 20, às 20h. Grátis. Retirar convite com antecedência.
SESC Ipiranga Inscrições Abertas M O V IM E N T O S DE D A N Ç A 1996. Inscrições
S E SC C arm o - Orientação de Neide Carvalho e Sérgio Vilas Boas. A partir de 16 anos. Quartas, às 19h 10; terças às 12h e sex tas às 18h10 e 19h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário matric.). SESC Consolação - Orientação de Simone Suga Benites, formada em Dança pela Unicamp. Segundas ou quartas, às 20h. 30 vagas por turma. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. SESC Ipiranga - Orientação de Paulo Batista e Egle de Carlos. Terças e quintas, às 20h30; sábados, às 14h30 e 16h. R$ 15,00 (comer ciário matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Orientação de Simone Suga Benites. Sextas, às 20h e sábados às
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H EM CARTAZ
DANÇA
14h. R$ 22,00 (comerciário matric.) e, R$ 44.00 (usuário matric.). 35 vagas. SESC Pom péia - Aulas com 90 minutos de duração. A partir de 15 anos. Quartas ou sex tas, às 19h30; sábados, às 14M30 e domin gos, às 11 h, 13h, 14h30 e 16h. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00 (usuário). SESC São Caetano - Orientação de Nico e Inésia, terças e quintas, às 20h e às 21 h. 20 vagas. Sextas, às 19h e sábados, às 16h30. Orientação de Alessandro e Andréa, sába dos, das 10h30 às 12h. 40 vagas por turma. R$ 30,00 (comerciário matric) e R$ 35,00. TEN ISESC - Orientação de Simone Benites. Sextas, às 20h. R$ 30,00 (comerciários matric.) e R$ 40,00 (usuário matric.). DAIMÇA DO VENTR E. De origem egípcia, exercita o corpo todo através de movimen tos rítmicos e sensuais, baseados nos ciclos sagrados da natureza. SESC C arm o - Orientação de Mônica Barbosa. A partir de 16 anos. Sextas, às 12h, 16h50,18h10 e 19h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário matric.). SESC C onsolação - Orientação de Marize Piva, dançarina formada pela Unicamp. Sextas, às 18h30 e 19h30 e sábados, às 14h e 15h30. 30 vagas por turma. R$ 21,00 (comerciário matric.) e R$ 42,00. SESC Ipiranga - Orientação de Gracy Rojas. Sábados, às 14h e 15h30. R$ 15,00 (comer ciário matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Orientação de Luciana Lambert. Segundas e quartas, às 20h30. R$ 35.00 (comerciário matric.) e R$ 70,00 (usuá rio matric.). Sábados, às 9h30 e 11 h. R$ 25.00 (comerciário matric.) e R$ 50,00(usuário matric.). 40 vagas.
Movimento reflexivo A estética na Dança ou a estética da Dança ? Este é o tema que será debatido no projeto de Dança organizado pelo Sesc Carmo. Dias 28, 29 e 30, das 8h30 às 20h30. Confira no Roteiro Felinto com especialização em Dança Flamenca. Segundas, às 17h30 e sábados, 11 h30, 12h30 e 13h. 30 vagas por turma. R$ 21.00 (comerciário matric.) e R$ 42,00. SESC Ip iran g a - Orientação de Daniela Libâneo. Sábados, às 13h e 15h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00.
SESC Pompéia - Orientação de Marize Piva, dançarina, com formação em Dança pela UNICAMP. Quartas, das 19h30 às 21 h. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 40,00 (usuários).
SESC Pinheiros - Orientação de Viviane Maldonado. Sábados, às 11 h e 12h30. R$ 22.00 (comerciário matric.) e R$ 44,00 (usuá rio matric.). 35 vagas.
SESC São Caetano - Orientação de Vanessa Del Rey. Sextas, às 20h e sábados, às 9h. R$ 25.00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. Aula aberta, grátis, dia 8, às 20h.
SESC Pom péia - Orientação de Daniela Libâneo, dançarina de flamenco desde 1987 e mestranda em Artes Corporais pela UNICAMP. Sextas, das 19h30 às 21 h. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 40,00 (usuário).
com especialização em Dança Laban. Terças e quintas, às 18h, 19h e 20h, e sábados, às 10h e 11 h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00, duas aulas semanais. 25 vagas por turma. R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23,00, uma aula semanal.
SESC Consolação DA NÇ A . Estimula a criatividade e expressão através de vários tipos de dança como jazz, ballet moderno, técnicas de improvisação e composição de movimentos rítmicos, entre outros. SESC C arm o - A partir de 16 anos. Terças e quintas, às 18h e 19h30. R$ 15,00 (comerciá rio matric.) e R$ 30$)0 (usuário). SESC Pinheiros - Segundas e quartas, às 16h30 e terças e quintas, às 14h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário matric.). 15 vagas por turma.
TENISESC - Orientação de Lygia Pracchia. Segundas e quartas, às 18h30 e terças, às 19h. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 35.00 (usuário matric.), uma vez por sema na; R$ 40,00 (comerciário matric.) e R$ 45,00 (usuário matric.), duas vezes por semana.
SESC São Caetano - Orientação de Luciana Lomakine. Sábados, das 13h às 14h30 e das 14h30 às 16h. 20 vagas por turma. R$ 25,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00.
D A NÇA FLAMENG A. De origem espanhola, integra dança, música e ritmo marcado pelas batidas de palmas e pés.
TEN IS E S C - Orientação de Tereza de Almeida. Terças e quintas, às 20h. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 45,00 (usuário matric.).
SESC Pom péia - Sábados, às 9h30 e 12h. Aulas com 1 hora de duração. R$ 12,00 (comerciário matric.) e R$ 24,00 (usuário). Sábados, 10h30 e 13h. Aulas de 90 minutos. R$ 13,00 (comerciário matric.) e R$ 26,00 (usuário).
SESC Consolação. Orientação de Cristiane Velasco, Gisele Saad Assi e Katia Salvany
DANÇA-ARTE E CRIAÇÃO EM M O V IM E N TO. Orientação de Mônica Zagallo Camargo,
JAZZ. De origem americana, o curso pro porciona ritmo, cadência e sincronia, atra
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D A N Ç A -A R T ES PLA STIC A S & V ISU A IS vés de movim entos dinâmicos, leves e sensuais. SESC Pinheiros - A partir de 12 anos. Segundas e quartas, às 12h30 e terças e quintas, às 17h e 19h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário matric.).15 vagas por turma. SESC São C aetano - Orientação de Débora Banhetti. Iniciante, terças e quintas, às 19h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 28,00. Intermediário, terças e quintas, às 20h. R$ 20.00 (comerciário matric.) e R$ 35,00. PROJETO DE D A N Ç A - REFLEXÃO E A Ç ÃO PARA U M A V IS Ã O M U L T ID IS C IP L IN A R . São módulos temáticos, com ênfase em discussões e debates sobre diferentes temas, com a intenção de promover a refle xão sobre o trabalho com dança de uma maneira interdisciplinar. Este mês estare mos abordando Estética na Dança x Estética da Dança. Dias 28,29 e 30, das 8h30 às 20h30. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário). Informações pelo telefo ne 605.9121; ramal 220.
SESC Carmo TA NG O . Ritmo de origem argentina que simboliza a dança como arte de conquista. Tango é emoção, equilíbrio, expressão e musicalidade. Orientação de Simone Suga Benites. Sábados, às 11h30. 30 vagas. R$ 17.00 (comerciário matric.) e R$ 34,00.
SESC Consolação Seminário EN C O N TR O LABAN - EL 96. Sistema de Análise do Movimento será o tema do semi nário a ser realizado de 12 a 24 de julho, em promoção conjunta Sesc e Centro Laban. Profissionais de dança, teatro, educação físi ca e psicologia, estarão reunidos para refle tir as idéias de Rudolf Laban. Serão minis trados cursos e palestras por Robert Ellis Dunn, da Judson Church; Eugênia Cassini Ropa, da Universidade de Bologna; Carlos Delgado, do Chile; Joana Lopes, da Unicamp e Yolanda Amadei, da USP, entre outros nomes. As inscrições estarão abertas a partir do dia 3.
SESC Consolação
I
Artes Plásticas & Visuais
Exposições
EM CARTAZ
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A ARTE EM SEU C A M IN H O . Exposição de fotos com recursos multimídia. Obras de Victor Brecheret, Tomie Ohtake, Claúdio Tozzi, Bruno Giorgi, Maria Bonomi, Alfredo Volpi, Clovis Graciano, Lilian Amaral, Domenico Calabrone, João Batista Ferri e Denise Milan, entre outros, compondo um panorama da arte localizada nas ruas de região central de São Paulo. Roteiros moni torados e horários previamente programa dos. De 10 de junho a 13 de julho, das 14h às 21 h. Sábados das 10h às 17h.
SESC Consolação ED ILSO N VIRIATO. Dez pinturas em técnica mista sobre tela mostram o discurso plásti co referente à austeridade, reforçando a importância do outro, do parceiro próximo ao desconhecido, elevando-o a símbolos artísticos da atualidade. Com coração, frag mentos de corpos e resíduos do cotidiano, objetos triviais, o artista monta a terrível lei tura da vida de hoje. De 14 de junho a 4 de julho. De segunda à sexta, das 10h às 19h.
Galeria SESC Paulista STIV A L FORTI. Apresentação dos trabalhos do artista, em colagem e técnica mista, que mostram seu estilo abstrato. Stival é pintor e luthier. Abertura dia 20. De 21 de junho a 6 de julho. De segunda à sexta, das 12h às 21h.
SESC Pinheiros
dendo a centralizar formas e confeccionar peças simples, acabamento, texturização e confecção de peças mais complexas. Orientação de João Aparecido Bressanim, torneiro. Quintas, das 14h30 às 17h30. Sábados, das 14h30 às 17h30. R$ 40,00 (comerciário matric.), R$ 80,00 (usuário) e R$ 96,00. 6 vagas. A partir de 15 anos.
SESC Pompéia DECORAÇÃO DE INTERIORES. Orientação de Mary Ester Silva. Terça e quinta, das 14h às 16h e das 19h às 21h. 15 vagas por turma. R$ 50,00 (comerciário matric.) e R$ 55.00. SESC São Caetano D ESEN HO DA FIGU R A H U M A N A . O curso visa introduzir técnicas de visualização do modelo permitindo a soltura do traço e o aprendizado das várias formas expressivas do corpo humano. Orientação de Arnaldo Battaglini. Até o dia 30. Terças e quintas, das 19h às 21 h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 25,00 (usuário).
SESC Ipiranga DESENHO E H IS T Ó R IA DA ARTE. Desenvolvimento da percepção visual, desenvoltura do traço e ampliação do conhecimento geral através da história da arte. Orientação de Maria Isabel Cardoso, arte-educadora. Quartas, das 15h30 às 18h e das 19h às 21h30. R$ 20,00 (comerciário matric.), R$ 40,00 (usuário), R$ 48,00. 15 vagas. A partir de 14 anos.
SESC Pompéia D ES E N H O E PIN T U R A . Orientação de Wilmar Gomes. Quinta, das 14h às 17h. 15 vagas. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 35.00.
SESC São Caetano Cursos ARTE EM PAPEL. Oficina que visa apresen tar formas de aplicação do papel na criação artística. No módulo I, serão abordados os seguintes assuntos: papel reciclado, papel artesanal, marmorização e embalagens. Terças, das 19h às 22h. Orientação de Luiz Masse. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00. Iniciado dia 21 de maio, com duração de dois meses. 12 vagas. A partir de 14 anos.
EN C A D E R N A Ç Ã O . São abordados dife rentes tipos de encadernação com destaque para a encadernação artística, a história do papel e da encadernação e formas de pre servação. Orientação de Neusa Harumi Nagata, encadernadora e restauradora. Quartas ou sextas, das 14h30 às 17h30 ou 19h às 22h. R$ 32,50 (comerciário matric.), R$ 65,00 (usuário) e R$ 78,00. 10 vagas. A partir de 15 anos.
SESC Pompéia
SESC Pompéia
C E R Â M IC A 1. Modelagem em argila. Através de técnicas básicas, iniciação ao torno, esmaltação e escultura. Orientação de Oey Eng Goan, ceramista. Terças, quar tas ou sextas, das 14h30 às 17h30. Terças e quartas, das 19h às 22h. Orientação de Ántonio Maximo Borba, ceramista. Sextas, das 18h às 22h ou domingos, das 10h às 13h. R$ 25,00 (comerciário matric.), R$ 50,00 (usuário) e R$ 60,00.15 vagas. A partir de 14 anos.
ESCULTURA EM PAPEL. Escultura em papel é um processo que permite a construção de objetos a partir da colagem em uma estrutu ra de arame.O curso se baseia na História da Arte para que o aluno entre em contato com a produção antiga e recente de esculturas e ensinará técnicas para a confecção de obje tos tridimensionais. Orientação de Julieta Machado. De 5 a 28. Quartas e sextas, das 19h às 21h30. R$10,00 (comerciário matric.) e R$20,00. 20 vagas.
Aula Aberta DA NÇ A FLAM ENG A. Orientação de Gisele Saad Assi. Dia 1, às 12h30. Grátis.
SESC Consolação TA N G O . Orientação de Simone Benites. Dia 1, às 11h30. Grátis.
Suga
SESC Consolação Recreação FORRÓ J U N IN O . Trazendo um ritmo do Nordeste que anima festas juninas, o Tenisesc terá muito forró para animar o seu baile, além de pipoca, quentão e vinho quente para esquentar. Dia 28, a partir das 20h30. Grátis. TENISESC
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SESC Pompéia
SESC Ipiranga
C E R Â M IC A 2. Modelagem em torno. Dirigido a pessoas com conhecimento bási co em cerâmica. Utilização do torno, apren
FIOS E CONTAS: CRIAÇÃO E M O N T A G E M DE B IJUTERIAS. O curso ensinará as várias formas de montagem, colagem e amarração
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EM CARTAZ
ARTES P L A ST IC A S & V ISU A IS Paquito
de pulseiras, colares, brincos e broches, uti lizando diferentes tipos de fios, contas e materiais. Orientação de Vera Zamarioli. Até o dia 8. Quartas e sextas, das 14h às 16h. R$ 15.00 (comerciário matric.) e R$ 25,00 (usuá rio).
SESC Ipiranga G R A VU R A EM M ETAL. Introdução às técni cas de gravação de chapas de metal, cobre, latão ou alumínio e ao controle de produção de matrizes e cópias calcográficas monocro máticas p&b. Orientação de Gian Shimada Brotto, artista plástico. Sábados, das 10h às 13h. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00.10 vagas. A partir de 15
SESC Pompéia HISTÓR IA EM Q U A D R IN H O S . O desenho e suas funções nas artes gráficas. Criação, roteiro, personagens, diálogos e cenários. Humor, cartuns, charges e tiras. Orientação de Carlos Alberto Ferreira - Gáu, desenhista ilustrador. Sábados, das 10h às 13h. R$ 30.00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuá rio) e R$ 72,00.20 vagas. A partir de 12 anos.
SESC Pompéia LITOGRAFIA. Introdução à técnica e ao con trole de produção de matrizes em pedra e cópias litográficas monocromáticas p&b. Orientação de Gian Shimada Brotto, artista plástico. Quintas, das 19h às 22h. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00.10 vagas. A partir de 15 anos.
SESC Pompéia M AR C EN A R IA & DESIGN . Curso de marce naria tendo o design de objetos utilitários como tema. Aplicando técnicas tradicionais e trabalhando com diversas madeiras, serão desenvolvidos objetos utilitários que bus cam, nas suas funções, o design para as suas formas. Orientação de Adriana Freyberger, arquiteta e designer. Sextas, das 18h às 20h ou das 20h às 22h. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00. Iniciado em março. 10 vagas. A partir de 18 anos.
SESC Pompéia M AR C EN A R IA . Básico. Conhecimento e uti lização de máquinas e ferramentas, tipos de madeira, uso e possibilidades, noções bási cas de marcenaria, execução de projetos individuais. Orientação de Arlindo Gomes, marceneiro. Terças e quartas, das 18h às 20h ou das 20h às 22h. Orientação de Dario Fonzar, marceneiro. Terças ou quartas, das 13h30 às 15h30 ou das 15h30 às 17h30. R$ 30.00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuá rio) e R$ 72,00.10 vagas. A partir de 18 anos.
SESC Pompéia MARCHETARIA. Desenvolve os princípios da arte de incrustar peças em obras de mar cenaria, formando desenhos com a utiliza ção de folhas de madeira de cores diferen tes, através das técnicas de corte com estile te, sistema de janelas, técnicas de gabarito e
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Monumentos urbanos A Arte em Seu Caminho é o tema da exposição fotográfica que aborda o panorama artístico localizado nas ruas da região central de São Paulo. De 10 al3, das 14h às 21h e sábado, das 10b às 17h.Sesc Consolação. método de múltiplas folhas. Orientação de Sérgio Mendes, artesão. Terças, das 16h às 18h ou das 19h às 21 h. R$ 30,00 (comerciá rio matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00.10 vagas. A partir de 15 anos.
SESC Pompéia M O D E L A G E M EM VID R O . Como trabalhar o vidro plano: o manuseio, corte, lapidação. O molde, a queima, o esmalte, o acabamento final. Orientação de Joaquim Carlos da Silva, artista plástico. Quintas das 19h às 22h. R$ 40,00 (comerciário matric.), R$ 80,00 (usuário) e R$ 96,00.10 vagas. A partir de 15
SESC Pompéia PIN TU R A EM A Q U A R E LA E ÓLEO SOBRE TELA. Orientação de Wilmar Gomes. Sexta, das 14h às 17h. 15 vagas. R$ 30,00 (comer ciário matric.) e R$ 35,00.
rio matric.), R$ 50,00 (usuário) e R$ 60,00.10 vagas. A partir de 15 anos. SESC São C aetano - Orientação de Tânia Mendes. Terça, das 14h às 17h e quarta, das 9h às 12h. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 35,00. SE R IG R A F IA . Técnica que possibilita a impressão de grande quantidade de um mesmo motivo em vários tipos de mate riais: tecido, papel, plástico, madeira etc. O curso fornece conhecimento técnico sobre arte final, preparação e gravação de tela, impressão e reaproveitamento de telas gra vadas. Orientação de João Carlos Pereira Junior, arte educador. Sábado, das 13h às 15h. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00. 10 vagas. A par tir de 15 anos.
SESC Pompéia
SESC São Caetano PIN TU R A EM TECIDO. Criação de estampas, monotipia, conhecimento de tintas, tecido em texturas, molde vazado, pintura com sal grosso através de diferentes técnicas, des coloração, introdução ao batik. SESC Po m p é ia - Orientação de Vivian Machado Braga, desenhista industrial. Quintas, das 14h às 17h. R$ 25,00 (comerciá
TAPEÇARIA 1. Básico. Armação e monta gem do tear, urdidura, tecelagem e acaba mento. Orientação de Anabela Rodrigues dos Santos, artista têxtil. Quartas, das 14h às 17h. Orientação de Antônio Luis Theodosio, tecelão. Quintas, das 19h às 22h. Orientação de Solange Tessari, tecelã. Sábados, das 14h30 às 17h30. Orientação de Tiyoko Tomikawa, artista têxtil. Terças ou quartas, das 19h às 22h. Thais Campiglia,
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ARTES PLA STIC A S & V ISU A IS • LITERATURA tecelã. Terças ou quartas, das 14h às 17h ou sextas, das 19h às 22h.
SESC Pompéia TAPEÇARIA 2. Avançado. Dirigido a pes soas com conhecimentos básicos em tece lagem. 0 curso será de tapeçaria artística com a elaboração de projetos individuais, diagramação em tear de pedal e aperfei çoamento de técnicas. Orientação de Anabela Rodrigues dos Santos, tecelã. Quartas, das 14h às 17h. Orientação de Antônio Luis Theodosio, tecelão. Quintas, das 19h às 22h. Orientação de Tiyoko Tomikawa, artista têxtil. Terças ou quartas, das 19h às 22h. R$ 50,00 (comerciário matric.), R$ 100,00 (usuário) e R$ 120,00.10 vagas. A partir de 14 anos.
SESC Pompéia T É C N IC A S DE P IN T U R A . O curso preten de levar o aluno às primeiras noções prá ticas de pintura. Através do manuseio do material pictórico, serão desenvolvidos conceitos de composição, perspectiva, sombra, luz e outros elementos básicos inerentes às artes visuais. Orientação de Ademar Shimabukuro, artista plástico. Quintas, das 14h às 17h ou das 19h às 22h. R$ 25,00 (comerciário matric.), R$ 50.00 (usuário) e R$ 60,00. 10 vagas. A partir de 14 anos.
Neto. Segundas e quartas, das 15h30 às 17h30 e das 19h às 21 h. Terças e quintas, das 15h30 às 17h30 e das 19h às 21h. Sextas, das 19h às 21 h e sábados, das 9h30 às 12h. 15 vagas por turma. R$ 40,00 (comerciário matric.) e R$ 50,00.
Aula Aberta B A N D E IR IN H A , B A ND EIRO LA. Oficina de monotipia. Como numa cesta de jogo de cores e formas, serão reinterpretadas ludicamente as telas das bandeiras de Volpi. Dia 1, das 14h às 17h. Grátis.
SESC Pompéia
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Literatura
Especial
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LAVRA PALAVRA. Em comemoração ao 30° aniversário do Colégio Singular/Anglo Vestibulares e da Fundação Santo André e ao cinqüentenário do Sesc, tem prossegui mento o projeto Lavra Palavra , que visa discutir a atual situação da literatura no Brasil, incluindo o papel da escola e utili zando o teatro e o debate como recursos pedagógicos.
SESC Pompéia
SESC São Caetano
XILO G R A V U R A . Desenvolver a aplicação e controle das diversas técnicas de xilogra vura, da concepção à impressão, estimu lando a criatividade e a potencialidade da expressão artística dos participantes. Orientação de Gian Shimada, artista plásti co. Quintas, das 16h às 19h. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário), R$ 72,00. 10 vagas. A partir de 15 anos.
S e m in á rio . O Embate: Letras x Imagens no Final do Século. Programa:
SESC Pompéia Fotografia Fundamentos da linguagem fotográfica e do aproveitamento dos recursos dos equi pamentos, além de técnicas de laboratório preto e branco. SESC C arm o - Orientação de Zaga Brandão e Roberto Esteves. É necessário ter uma câmera simples. Segundas e quartas; ter ças e quintas, às 14h e 19h. R$ 78,00 (comerciário matric.) e R$ 156,00 (usuário matric.). SESC P o m p é ia - Orientação de Gisele Rodrigues Macedo, fotógrafa. Terças e quintas, das 13h30 às 16h30 ou sábados, das 9h30 às 14h30. Orientação de Sit Kong Sang, fotógrafo. Terças e quintas, das 19h às 22h. Paulo Preto. Quartas e sextas, das 19h às 22h. Dois módulos de 2 meses. R$ 60.00 (comerciário matric.), R$ 120,00 (usuário) e R$ 144,00. 10 vagas. A partir de 15 anos. SESC São C ae ta n o - Teoria e prática. Orientação de Antônio Augusto Coelho
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Dia 3, às 19h30, Beatriz Rosemberg, chefe do departamento de programas infantis TV Cultura) e Olga Molina, mestre em Psicologia pela Faculdade de Educação USP. Dia 4, às 19h30, Edmir Perrotti, Doutor em Ciências da Comunicação pela ECA - USP e Cláudia Dalla Verde, bacharel em Teatro/Educação, Dramaturgia e Crítica; Roteirista da TV Cultura. Dia 5, às 19h30, Lucie Desailly, redatorachefe da revista das Bibliotecas Escolares de Leitura e Documentação do Centro de Pesquisa e Documentação Pedagógica da Academia de Cretil/França e Max Butlen, adido cultural da embaixada da França em Brasília e diretor do projeto Pró-Leitura em cooperação entre o MEC e o Governo Francês. Grátis. Local: Fundação Santo André, Av. Príncipe de Gales, 821 - Santo André. Tel: 449.3000. L e itu ra D ra m á tic a . Pilatos. Adaptação do romance original de Carlos Heitor Cony. O texto trata da castração, por que passa o ser humano perante uma força maior de opressão e violência, que im pede a realização de sonhos e cerceia os anseios de liberdade. Escrito na década de 70, em plena ditadura, mais que uma denúncia, é um alerta sobre a dor que um ser humano pode causar a outro. Com o grupo Singular/N ET. Dia 21, às 20h30. Grátis.
EM CARTAZ Cursos M O D E R N IS M O . O Conceito de Modernidade a partir da Semana de Arte Moderna em São Paulo em 1922. O curso pretende estudar os autores que criaram a Semana: os Andrades, Mário e Oswald, Manuel Bandeira, depois Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles; Graciliano Ramos como representante do romance social do nordeste; Dalton Trevisan e a temática urbana de Curitiba; os contos de Guimarães Rosa e de Clarise Lispector. Os alunos participarão ativamen te, lendo os textos para buscar aprofundar conhecimentos sobre o tema. Coordenação de Léo Gilson Ribeiro. Dias 28 e 30 de maio e 4, 6 e 11 de junho, das 19h30 às 21h30.
SESC Ipiranga Bibliotecas SESC C arm o - A biblioteca localiza-se no 12 andar e possui acervo destinado a emprés timos e para consulta local. O espaço tam bém possibilita a realização de pesquisas escolares. A área de convivência fica na sobreloja, e coloca à disposição do público jornais diários, revistas e jogos para uso no local. De segunda à sexta, das 10h às 19h. SESC Consolação - Área de leitura. Jornais e revistas sobre os mais diversos assuntos e jogos que estimulam a criatividade e a imaginação. De segunda a sábado, das 12h às 21 h. Sábados, das 9h às 17h. Grátis. SESC In terlag o s - Sala de leitura contendo livros infantis, revistas, jornais, história em quadrinhos, livros sobre ecologia e jardina gem. De quarta a domingo, das 9h às 17h. SESC Ip iran g a - Na Área de Convivência você encontra revistas diversas sobre os mais variados assuntos (saúde, esportes, ecologia, música, vídeo, cinema, decora ção, moda), jornais diários, livros de arte gibis, histórias em quadrinhos para adoles centes e adultos. À disposição para consul ta no local. De terça à sexta, das 13h às 21 h30 e sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h30. Grátis. SESC Po m p éia - Livros de arte, romances e histórias em quadrinhos. Consultas no local ou empréstimo. De terça à sexta, das 10h às 20h30. Sábados, domingos e feria dos, das 10h às 18h30. LEITU R A S. Misturando emoção, aventura e novas informações você pode passar horas agradáveis e divertidas tendo em sua com panhia um bom livro. Confira estas dicas nos seguintes livros: O Dia do Curinga Jostein Gaarder, A Fonte Onde Se Bebe Cláudia Fares, Democracia Em Pedaços Gilberto Dimenstein, Penso, Logo Me Engano - Jean Pierre Lentin, História Dos Movimentos e Lutas Sociais - Maria da Glória Gohn, Garibaldi - Max Gallo e Comboio, Saudades E Caracóis - Fernando
SESC Carmo
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B EM CARTAZ
LITERATURA ■ CINEM A • ESPORTES
PO EM A A M B U L A N T E . Grupo Aboio apre senta o show Em Cantos. Dois mineiros procuram uma forma de expressar a sau dade de tempos vividos, desde que chega ram à cidade grande. Assim, viajam pela música popular brasileira. Dia 4, às 12h30, na Área de Convivência. Grátis.
Divulgação
SESC Carmo Lançamento de Livros O A R C O -ÍR IS D O D ESE JO . Método Boal de Teatro e Terapia. Lançamento do livro de Augusto Boal, numa edição da Editora Civilização Brasileira. Boal, dramaturgo e diretor, criador do Teatro do Oprimido e mundialmente reconhecido pelo seu tra balho, com este livro, já lançado nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e França, revela suas descobertas sobre im provisação, Teatro Forum e Teatro Imagem. Bate-papo com o autor e proje ção de vídeo. Dia 17 às 19h30.
Bonequinha
SESC Consolação O S A N T O . De Décio Tadeu Orlandi. Trabalho vencedor do prêmio Casa das Américas/Cuba. Lançamento nacional da edição em português. No mesmo dia, aber tura da mostra fotográfica relativa à temá tica do livro, sobre a Itália renascentista. Dia 20, às 19h30. Grátis.
Audrey Hepburn, mais linda do que nunca, está no filme de Blake Edwards, versão do romance de Truman Capote, mas com um final feliz. CineSesc. Confira no Roteiro
SESC São Caetano
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Filmes
Cinema
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B O N E Q U IN H A D E L U X O . [EUA/1961] O film e é uma versão leve para o amargo e realista conto de Truman Capote, Breakfast A t Tiffany's. A diferença é o final feliz, como exigia a Hollywood dos anos 60. George Peppard é um escritor medíocre que vive m antido por sua amante. H o lly G o lig h tly (A udrey Hepburn) é uma glam ourosa e inconse qüente garota que muda-se para o mesmo prédio do escritor. E daí o sos sego acaba. O escritor logo se encanta com Holly e seu eletrizante m odo de vida. Holly foi a personagem que consa grou Audrey Hepburn como a mais ele gante e sofisticada atriz do cinema. E a trilha sonora, de Henry Mancini, é anto lógica. Até dia 13. Sessões às 15h30, 17h30, 19h30 e 21h30.
A T U A L IZ A Ç Ã O E M A R B IT R A G E M . Prfissionais ligados às modalidades vôlei, basquete, handebol e futebol de salão estarão transm itindo aos professores de Educação Física da rede pública, esta dual e municipal, as principais altera ções ocorridas recentemente nas regras desses esportes. Este curso visa prepa rar os professores que realizarão os campeonatos esportivos com os alunos das escolas da região, nas categorias pré-m irim , m irim e infantil. Dias 20 e 21, das 9h às 17h.
C R U M B . [EUA/1995] Documentário que retrata a genialidade e o espírito transgres sor do cartunista Robert Crumb, papa do movimento uderground dos anos 70, nos Estados Unidos. Engraçado e ao mesmo tempo perturbador, o filme percorre seis anos da vida de Crumb e sua família. A par tir do dia 14.
B A SQ U ETE E VÔ LEI. B asquete: Segundas e quartas, às 19h. V ôlei: segundas e quar tas, às 20h15; terças e quintas, às 19h e 20h15 e sábados, às 10h e às 11h30. 30 vagas por turma. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (duas aulas semanais). R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23,00 (uma aula semanal).
CINESESC
SESC Consolação
Cursos
SESC Itaquera
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ESCA LA D A ESPOR TIVA. A parede de esca lada do Sesc Ipiranga está aberta para todos aqueles que quiserem aprender ou praticar esse esporte. Terças e quintas, das 19h às 21 h30; sábados e domingos, das 14h às 17h30, para escaladores habilitados, mediante entrevista e inscrição prévia. Sábados, das 15h às 17h, para iniciantes e interessados em geral.
SESC Ipiranga F U T E B O L DE S A L Ã O F E M IN IN O . Curso de iniciação à modalidade para m ulhe res acima de 15 anos. Ensino dos fu n dam entos e técnicas básicas do jogo, através de exercícios com bola, in d ivi duais e coletivo s. O rie ntação de Marcello Siniscalchi e Ronaldo Bueno, form ados em Educação Física pela USP. Terças e quintas, das 19h30 às 21h. R$ 15,00 (comerciária matric.) e R$ 30,00 (usuária).
SESC Pompéia NATAÇÃO. Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até 6 meses. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. SESC Ipiranga - Terças e quintas, às 19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 18h30. R$ 24,00 (comerciário matric.) e R$ 48,00.
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i ESPORTES SESC Pom péia - Acima de 15 anos. Nos períodos da manhã, tarde e noite. Apenas para comerciários e dependentes. R$ 24,00 (comerciário matric.). SESC São Caetano - Opção de duas aulas semanais de 45 minutos cada ou uma aula semanal de 60 minutos. Iniciação: segundas e quartas, às 14h, 17h45, 19h15; terças e quintas, às 7h45, 8h30, 14h, 17h45, 18M30 e 19h15; sextas, às 19h e sábados, às 10h. Aperfeiçoamento: segundas e quartas, às 20h45; terças e quintas, às 20h45; quartas e sextas, às 7h; sextas, às 20h e sábados, às 8h. De R$ 20,00 a R$ 28,00 (comerciário matric.) e de R$ 28,00 a R$ 36,00. V IVÊN C IA S A Q U Á TICA S . Este curso tem por objetivo levar o aluno a conhecer as diversas possibilidades de atividades no meio líquido, conferindo-lhe maior domínio corporal, confiança e descontração. Sábados, às 11h30. R$ 18,00 (comerciário matric.) e R$ 36,00.
SESC Ipiranga VÔLEI. Iniciação na modalidade através dos fundamentos básicos, para atingir a dinâmi ca do jogo. Acima de 15 anos. Terças e quin tas, às 15h e quartas e sextas, às 18h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuá-
SESC Pompéia Torneios & Campeonatos COPA IN TER -S U P E R M E R C A D O S DE F U T E BOL DE SA LÃ O . Este torneio reunirá os comerciários representando os Supermer cados e Empresas do Comércio Varejistas de Gêneros Alimentícios. Os jogos aconte cerão sempre aos domingos e feriados, nas quadras poliesportivas. Abertura dia 23, às 11h.
SESC Itaquera I TO R N E IO DE FU T S A L D O C O M É R C IO DE A U TO P E Ç A S E A C E S S Ó R IO S . O evento tem o objetivo de promover a integração, através do esporte, entre as empresas per tencentes a esse segmento comercial. Inscrições até dia 16. Início dos jogos em julho, às quartas e sextas, das 19h às 21h30.
SESC Pompéia JO G O S DE IN VE RN O . Torneios esportivos das modalidades: futebol de campo, society, salão e vôlei, destinados aos trabalhadores no comércio da Zona Sul. Inscrições até dia 10. De quarta a domingo, das 10h às 16h. Dia 23, abertura oficial, a partir das 12h, com programação especial. Dias 29 e 30, início da competição entre as empresas.
EM CARTAZ lino e feminino. Abertura dia 19, às 11 h. Jogos de quarta à sexta, das 9h às 17h.
SESC Itaquera
SESC Ipiranga T O R N E IO IN T E R -C O N C E S S IO N Á R IA S DE FUTEBOL SOCIETY. Os funcionários das Concessionárias de Veículos e Administradoras de Consórcio da Zona Leste estarão reunidos neste torneio, que acontecerá nas tardes de sábado, no campo de grama sintética. Abertura dia 29, às 13h.
SESC Itaquera T O R N E IO IN T E R N O IN F A N T O -J U V E N IL . Fechando o semestre, alunos de tênis de 10 a 16 anos reúnem-se neste torneio simples, dividido nas categorias masculina e femini na. Inscrições até dia 8; torneio dias 15 e 16, a partir das 13h. R$ 15,00 por tenista.
TENISESC TROFÉU 10 A N O S DE VÔ LEI. Torneio em comemoração ao aniversário do Conjunto Esportivo do Sesc Pompéia. Categorias masculino e feminino, a partir de 16 anos e aberto à participação do público comerciá rio em geral. Inscrições a partir do dia 18. Início dos jogos em julho (aos sábados e domingos).
SESC Pompéia TROFÉU 10 A N O S DE FUTSAL. Prossegui mento do Torneio de Futsal (masc. e fem.), em comemoração ao aniversário do Conjunto Esportivo do Sesc Pompéia. Iniciado no dia 26 de maio, os jogos estão sendo disputados aos sábados, das 13h às 17h30 e domingos, das 9h30 às 17h30, no Ginásio Verão. Finais no dia 7 de julho.
SESC Pompéia Recreação RECREAÇÃO. A recreação visa o desenvol vimento espontâneo e agradável do ser humano em seus momentos de lazer e obje tiva satisfazer necessidades fundamentais de socialização, expressão e renovação de energias. Contribui para melhorara qualida de de vida. Basquete - terças e quintas, das 18h30 às 21 h30; sábados, domingos e feria dos, das 9h30 às 17h30. Vôlei - quartas e sextas, das 18h30 às 21 h30; sábados, domingos e feriados, das 13h30 às 17h30, no Ginásio Outono. É obrigatório a apresen tação da carteira Sesc. Grátis.
SESC Pompéia
SESC Interlagos
A Q U A SES C. Aulas abertas, jogos e ativida des aquáticas visando estimular práticas diversificadas e acessíveis aos mais varia dos públicos. Sábados e domingos, das 15h30 às 16h30. É obrigatório a apresenta ção da carteira Sesc com exame dermatoló gico atualizado. Grátis.
OLIM PÍAD A S SESC /ESC O LA SA N TA IZILDINH A. Alunos das escolas da Zona Leste e do ABC estarão disputando jogos nas modali dades handebol, basquete, vôlei de quadra e areia, tênis de campo, futebol society e de salão, nas categorias infanto-juvenil mascu
D O M IN G O DROPS. Vivência de escalada esportiva - dia 9, às 14h. Indicada para quem tem interesse em aprender a escalar. Serão mostrados alguns procedimentos: nós, segurança, equipamento básico e algumas
SESC Pompéia
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técnicas de escalada. Festival Incentivo de Basquete Aquático - dia 23, às 14h. Inscrições gratuitas no dia.
ESPAÇO RADICAL. Espaço destinado à prá tica do skate, patins in Une e bicicleta free style, com rampas e obstáculos. De quarta a domingo, das 10h às 16h.
SESC Interlagos ESPORTE M IX . A rua ainda é um dos luga res mais atrativos para a prática de alguns esportes, a própria adaptação ao espaço nem sempre convencional faz com que a criatividade prevaleça e torne muitas vezes a atividade mais atrativa. Nossa rua é espe cial, pois atravessa o Parque da Independência. Dia 30, a partir das 11 h, Street bali, skate, peteca, tênis de mesa, taco, frisbee, futebol caixão, apresentação de trial com bicicletas (transposição de obs táculos), na Rua dos Patriotas ao lado da unidade. Grátis.
SESC Ipiranga JO G O S DE SALÃO. Espaço para tênis de mesa, futebol de botão, xadrez, dama, do minó e baralho. De terça a sexta, das 13h30 às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. Traga o seu jogo ou reti re emprestado no almoxarifado de esportes. Para o tênis de mesa, traga a sua bolinha. É obrigatório a apresentação da carteira Sesc.
SESC Pompéia QU EB R A N D O A CABEÇA. Venha quebrar a cabeça divertindo-se com seus amigos. Neste mês de junho, o desafio é o jogo de xadrez. Sábados das 14h às 16h, segundas e terças das 17h às 21 h. Grátis.
SESC Consolação RECREAÇÃO ESPORTIVA. Vôlei, basquete, futsal e tênis de mesa. O material é forneci do pelo SESC. Vôlei e Basquete: de segunda à quinta, das 17h30 às 19h; sextas, das 17h30 às 21h30 e sábados, das 13h15 às 17h30. Futsal: sábados, das 14h às 17h30. Tênis de mesa: sábados e feriados, das 9h15 às 17h30.
SESC Consolação Serviço ESPORTEM PRESA. Setor especializado em assessorar e desenvolver programações esportivas e recreativas, com a finalidade básica de promover a integração entre as empresas comerciais e seus funcionários. Atividades como: torneios e campeonatos (organização e realização), locações de qua dra para "bate-bola" e recreação, reservas de quadras para intercâmbio de empresas, promoções especiais para facilitar o acesso das empresas a outros eventos do Sesc Pompéia.
SESC Pompéia PROJETO EM PRESA. Programa diferencia do de apoio ao lazer, junto a empresas do
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EM CARTAZ
ESPO R TES ■ CORPO & E X P R E SSÃ O
comércio. Tem como objetivo principal a prática de atividades recreativas, culturais e esportivas possibilitando ao participante e seus dependentes um maior envolvimento nas programações. Presta assessoria para organização de torneios e campeonatos, fes tivais de esportes e cessão de espaços.
SESC Consolação
Corpo & Expressão Especial
I
EU S O U M E U COR PO. Você terá momen tos de reflexão e prazer ao participar das atividades que compõem o tema Eu sou meu corpo. Serão performances, aulas abertas e passeio, visando a conscientiza ção corporal. Embalados nesta preocupa ção lembramos das pessoas no seu espaço de trabalho, o "corpo" que as conduz, e teremos uma palestra especial sobre o assunto. As crianças também poderão par ticipar e brincar com o seu corpo, na ambientação e vivências proporcionadas por profissionais qualificados. Participe, e seja o seu corpo.
SESC Carmo Abertura O Esporte e o C orpo. Com a presença do atleta Montanaro e um médico desportivo, estaremos abordando os seguintes aspec tos: o treinamento de esportes de alto nível, o uso excessivo do corpo sem se preocupar com as conseqüências, a importância que devemos dar ao corpo para uma vida salutar e a atividade física como meio de atingir o desenvolvimento hamônico das nossas potencialidades. Convidamos um mímico para uma performance que ilustrará de forma lúdica os assuntos discutidos. Dia 10, às 12h30. Área de Convivência. Aberto ao Público. Grátis.
Instalação Interativa D e Cara com o Corpo. De uma forma a inte grar o público, esta instalação fará com que as pessoas se aproximem ou percebam o seu corpo de maneira divertida e didática. A partir do dia 10. Área de Convivência. 1a, 2a e 3a andares. Das 10h às 19h. Aberto ao público. Grátis.
Aulas Abertas S em ana A lternativa. Serão atividades nas quais o público poderá vivenciar algumas técnicas alternativas de consciência corporal. B iodança. Orientação de llson Roberto de Barros. Dia 17, às 15h. 3a andar. Aberto ao público. Grátis.
Harmonia Corporal A Ginástica Voluntária é um método especialmente desenvolvido pelo Sesc que leva em conta o ritmo e a condição física pessoal. A cada mês é abordado um tema diferente sobre corpo, saúde e bem-estar. Em junho o tema é Coração Valente. Confira no Roteiro. Yakhni. Dia 19, às 15h. 3a andar. Aberto ao público. Grátis. R olfing. Orientação de Maria Lúcia Moreira Merlino. Dia 20, às 16h. Piso 1. Aberto ao público. Grátis.
Passeio
Ginástica
D es pertando o Corpo. Nada como o verde e o ar livre para uma integração mais comple ta com o seu próprio corpo. Os técnicos estarão promovendo atividades esportivas, recreativas e alternativas. Informações pelo telefone 605.9121, ramal 231. Dia 22. Saída às 8h. Vagas limitadas.
A L O N G A M E N T O E C O N SC IÊN C IA CORPO RAL. Proporciona harmonia e relaxamento corporal através de exercícios de flexibilida de para a reorganização da postura.
Palestra A T IV ID A D E FÍS IC A P R E V E N T IV A E O C O T ID IA N O DO TR AB A LH O . O indivíduo no trabalho de forma consciente e presente na sua atividade. Palestrante: José Barbosa da Silva, professor de Educação Física, Técnico de RH do Banespa e técnico no Programa de Prevenção sobre a L.E.R. (Lesões por Esforços Repetitivos). Profissionais da área de RH da empresas. Dia 26, às 15h. Auditório 3a andar. Vagas limitadas. Grátis.
Eutonia. Orientação de Miriam Dascal. Dia 18, às 16h. Piso 1. Aberto ao público. Grátis.
Infantil
F eld e n kra is .
B R IN CA N D O D OS PÉS À CABEÇA. Grupo Teleco apresentará uma adaptação do conto
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Orientação
de
Mathilda
Teleco, o Coelhinho, do escritor mineiro Murilo Rubião. Serão utilizadas várias lin guagens, como máscaras, clown, jogos, referências aos quadrinhos e ao desenho animado. Dia 28, às 10h30 e 15h. Área de Convivência (sobreloja). Grátis.
SESC C arm o - A partir de 16 anos. e quartas às 11 h. U h e 16h; terças e quintas às 10h e 15h. R$ 9,50 (comerciário matric.) e R$ 19,00 (usuário matric.). SESC Pinh eiro s - A partir de 16 anos. Segundas e quartas, às 7h30 e 18h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário matric.). Terças e quintas, às 8h e 12h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuá rio matric.). 12 vagas. SESC Pom péia - Orientação de Eduardo Fraga, terapeuta corporal. A partir de 15 anos. Quartas e sextas, às 7h30. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 40,00 (usuário). SESC São C aetan o - Orientação de Diolino de Brito. Segunda e quarta, às 19h30 e
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CORPO & EX PR ESSÃ O
EM CARTAZ
20h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 28,00.
através de exercícios com música e recrea ção. Todos os domingos, a partir das 9h30.
para comerciários e dependentes. R$ 24,00 (comerciário matric.).
BIOENERG ÉTICA. Desenvolve resistência, equilíbrio e musculatura através de exercí cios aeróbicos e localizados praticados den tro da água.
SESC Ipiranga - Terças e quintas, às 15h30, 16h30, 18h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 18h30,19h30 e 20h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. Sábados, às 10h30, 11 h30 e 14h30. R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23,00.
SESC São C aetan o - Opção de duas ou uma aula semanal. Segundas e quartas, às 16h15,18h30 e 20h. Terças e quintas, às 7h, 11 h30, 12h 15, 15h30 e 20h. Quartas e sex tas, às 7h45,8h30,10h45 e 11 h30. Sábados, às 9h, U h, 15h e 16h. De R$ 20,00 a R$ 28.00 (comerciário matric.) e de R$ 28,00 a R$ 36,00.
SESC Ipiranga - Orientação de Carmem Nisticó e Ivanilde Sampaio. Quartas, às 14h30. R$15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. SESC São C aetano - Orientação de Carmen Nisticó e Ivanilde Sampaio. Quintas, das 7h30 às 9h. 20 vagas. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 25,00. TEN ISESC - Orientação de Ademir Biotto e Daniela Rotondaro. Quartas, às 19h30. R$ 25.00 (comerciário matric.) e R$ 35,00. E U TO N IA . Proporciona o reconhecimento das tensões e oferece recursos ao pratican te para que este aprenda, através da expe riência pessoal, a lidar e equilibrar suas ten sões no dia-a-dia. Orientação de Gabriela Bal. Sextas, às 19h30. 25 vagas. R$ 22,00 (comerciário matric.) e R$ 44,00.
SESC Consolação G IN Á S T IC A PARA A C O L U N A . Trabalho cor retivo e preventivo para problemas de lordose, escoliose, cifose e outros decorrentes da má postura. Aulas na sala e na piscina. Orientação de Valma Valzachi. Segundas e quartas, das 18h às 19h e das 19h às 20h, terças e quintas, das 14h às 15h - opção de uma aula a mais por semana, às sextas, das 18h às 19h, na piscina. R$ 45,00 (comerciá rio matric.) e R$ 49,00. Com piscina, mais R$ 13,00 (comerciário matric.) e R$ 15,00.
SESC São Caetano G IN Á S T IC A PARA GE STA NTE S. Orientação de Valma Valzachi. Terças e quintas, das 18h às 19h e das 19h às 20h. 20 vagas. R$ 68,00 (comerciário matric.) e R$ 72,00.
SESC Itaq u e ra - Corpo e Natureza em Harmonia. Neste mês o programa de Ginástica Voluntária realiza caminhadas abordando temas ligados à ecologia, per correndo a área de Mata Atlântica inserida no Sesc Itaquera. Durante as caminhadas acontecerão aulas abertas de técnicas alter nativas como shiatsu, tai chi chuan e dançaterapia. Dias 1, 8,15, 22 e 29, às 10h30. SESC Pinh eiro s - Segundas e quartas/ter ças e quintas, das 7h às 20h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário matric.). Sextas, das 7h30 às 17h30 e sába dos, às 8h30. R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23,00 (usuário matric.). 15 vagas por turma. SESC P o m p éia - Aulas com duração de 50 minutos, duas vezes por semana, nos períodos manhã, tarde e noite. A partir de 15 anos. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30.00 (usuário). E aulas somente aos sába dos, com 80 minutos de duração. A partir de 15 anos. Às 9h30, 11h e 14h. R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23,00 (usuário). SESC São C aetano - Orientação de Anselmo Ogata. Segundas e quartas, às 16h30,17h20, 18h10, 19h e 19h50. Terças e quintas, às 6h30, 7h30, 9h10, 14h, 16h30, 17h20, 18h10, 19h e 19h50. Quartas e sextas, às 6h30,7h30 e 8h20. R$ 15,00 (comerciário matric.), R$ 28,00. Temas do mês: Desmistificando a Atividade Física, na programação: Atividade Física e Celulite, Atividade Física e Massagem e Atividade Física e Co leste rol.
SESC São Caetano G IN Á S T IC A V O L U N T Á R IA . Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acordo com o ritmo e condições físicas de cada pes soa. A cada mês temas diferentes sobre ati vidade física, saúde e bem-estar. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. SESC C arm o - Turmas acima de 16 anos. Segundas e quartas às 12h, 17h, 18h10 e 19h10; terças e quintas às 8h, 12h, 17h, 18h10 e 19h10. R$ 9,50 (comerciário matric.) e R$ 19,00 (usuário matric.). SESC Consolação - De segunda a sábado a partir das 9h15. 30 alunos por turma. R$ 15.00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (duas aulas semanais) e R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23,00 (uma aula semanal).
TEN IS ESC - Turmas com aulas duas vezes por semana, nos períodos manhã, tarde e noite. Segundas e quartas ou terças e quin tas. Matrículas para novos alunos no primeiro dia de cada mês. R$ 15,00 (comer ciário matric.), R$ 30,00 (usuário matric.) e R$ 34,50. H ID R O G IN Á STIC A . Desenvolve resistência, equilíbrio e musculatura através de exercí cios aeróbicos e localizados praticados den tro da água. SESC Ipiranga - Terças e quintas, às 15h30; segundas e quartas, às 15h30 e 19h30. R$ 24.00 (comerciário matric.) e R$ 48,00. Sábados, às 14h30. R$ 18,00 (comerciário matric.) e R$ 36,00. SESC Itaquera - De quarta a domingo, às 11h.
SESC In terlag o s - Durante os meses de junho e julho será realizado trabalho corpo ral que desenvolve ritmo e coordenação,
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SESC Pom péia - A partir de 15 anos. De terça à sexta, manhã, tarde e noite. Apenas
M A S S A G E M PS ÍQ U IC A E Q UIROPRÁTICA. Orientação de Pier Campadello. Quartas, às 21 h. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 40.00 (usuário matric.). 15 vagas.
SESC Pinheiros M A S S A G E M RELA XA N TE A N TI STRESS. Orientação de Maria da Graça Gonçalves. Sábados, das 9h às 13h. Segundas e quar tas, das 18h30 às 21h30. R$ 50,00 e R$ 60,00.
SESC São Caetano Y O G A . De origem indiana, reúne exercícios respiratórios, de relaxamento e meditação para o equilíbrio do corpo, da mente e do espírito. SESC C onsolação - Orientação de Odete Santana, formada em yoga pela União Nacional de Yoga. Paola Di Roberto, com especialização em Yoga. Júlio Sérgio Dias Fernandes, com especialização nos E.U.A. e na índia. Segundas e quartas, às 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Terças e quintas, às 9h. 30 vagas por turma. R$ 15,00 (comerciá rio matric.) e R$ 30,00. SESC Ip ira n g a - Orientação de Rosires Martins. Quartas e sextas, às 14h30,15h30 e 19h30. Terças e quintas, às 14h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Segundas e quartas, às 17h30, 18h30 e 19h30. Terças e quintas, às 8h30 e 12h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário matric.). 15 vagas por turma. SESC Pom péia - Acima de 15 anos. Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 10h30, 15h, 16h e 20h30. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34.00 (usuário). SESC São C aetano - Três turmas. Uma sob a orientação de Rosiris Martins, quartas e sextas, às 8h30. Outra, sob a orientação de Mário Strambe, segundas, às 20h. E sob a orientação de Jaci Cordeiro, quartas e sex tas, às 15h. 20 vagas por turma. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 25,00. T EN IS ESC - Orientação de Marimá Pery Alves Campos. Terças e quintas, às 17h e 18h; segundas e quartas, às 11 h. R$ 33,00 (comerciário matric.) e R$ 43,00.
Caminhadas IN T R O D U Ç Ã O AO M O N T A N H IS M O . Abordará noções de elaboração de cardá
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CORPO & EX PRESSÃ O
EM CARTAZ pio, de utilização de cordas, nós e rapei, bivaque, segurança e logística. 0 objetivo é proporcionar ao público interessado em caminhadas e trilhas, os conhecimentos técnicos básicos e a filosofia que envolvem o montanhismo, enquanto esporte. Aulas teóricas, às terças, dias 4,11 e 25 de junho. Aulas práticas dias 15,18,19 e 22 de junho e 6 e 7 de julho. Essas saídas serão para Serra do Mar, Parede do Sesc Ipiranga, Pico do Jaraguá e Itatiaia - RJ, respectiva mente. Orientação de Armando Camoleze Filho. 30 vagas. Inscrições antecipadas.
Nicola La bate
SESC Pinheiros CARTOGRAFIA. Curso sobre uma das for mas mais antigas de levantamento e locali zação de áreas, que hoje é parte integrante do trekking. No mapa ou carta o participan te localiza uma seqüência de pontos a serem atingidos através de trilhas na mata ou em parques, com auxílio de uma bússo la. No programa: Leis do modelado, con venções cartográficas, bússola, identifica ção do terreno, localização de pontos etc, havendo também uma parte prática que será na Interligação Anchieta/lmigrantes. Orientação de Instrutores do Grupo Ecológico Baré. Turma 1, dia 15, das 9h às 17h e Turma 2, dia 16, das 9h às 17h. Inscrições a partir do dia 4. R$ 14,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00.
SESC Ipiranga CLUBE DA C A M IN H A D A . Reúne semanal mente grupos para prática da caminhada integrando a atividade física com desenvol vimento da percepção para os aspectos cul turais da cidade. Orientação para caminha das em áreas verdes, centros históricos, bairros, parques etc. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. SESC Interlagos - Os participantes podem desfrutar a natureza e a beleza das mais variadas trilhas, como a do Viveiro, das Araucárias, da Composteira e da Mata Atlântica, sempre com vista para a represa. Avaliação da resistência e da capacidade cardio-respiratória individual dos participan tes e informação sobre formas de se evitar o stress. Domingos, a partir das 9h30. Ponto de encontro no Recanto Infantil. Grátis. SESC Ipiranga - Realiza roteiros variados por parques, trilhas, praias e serras. Além de fornecer informações básicas para uma boa caminhada, procura realizar atividades complementares, como interferências lúdicas, aulas abertas, vivências e palestras sobre temas afins. SESC Itaquera - Verdes Caminhadas. Ar puro, lagos e áreas verdes são os cenários para uma boa caminhada. Participe do nosso clube. Ponto de encontro: Sede Social. Sábados, domingos e feriados, às 10h30. DO TENISESC A O BOSQUE DO M O R U M B I. Aberta ao público em geral, essa caminha
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Caminhando no Parque A cidade de São Paulo possui diversos parques que podem ser o cenário de agradáveis passeios. O Sesc organiza semanalmente grupos para a prática da caminhada. Informe-se na unidade mais próxima. da urbana terá como ponto de partida o Tenisesc. Seu percurso será pelas ruas do bairro do Itaim Bibi até chegar ao Bosque do Morumbi, complementando com uma caminhada dentro do parque. Dia 22, saída às 10h. Grátis. TENISESC PARQUE A PARQUE. A cidade de São Paulo possui vários parques com áreas diversas, características e atrativos próprios. Saindo do Bosque do Museu Paulista (Ipiranga) caminharemos até o Parque da Aclimação, percorrendo uma distância de aproximada mente 6km pelas ruas do Ipiranga e Cambuci. Chegando no parque faremos uma confraternização, para isso leve um lanche leve, de preferência frutas. Dia 16. Concentração em frente à unidade, às 9h30.Grátis.
SESC Ipiranga SESC CONSOLAÇÃO PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA. Dia 30. Saída às 8h30, em frente ao Sesc Consolação. Inscrições prévias.
SESC Consolaçao TR ILH A DA S P E D R A S /E X T R E M A M G . Distante 113km de São Paulo, a cidade de Extrema fica aos pés de um dos mais belos complexos de Serras do Brasil, onde subire mos a 1950 metros de altitude para avistar
as cidades de Joanópolis, Piracaia e Atibaia. Esta trilha compreende a Pedra Cabeça de índio ou Cinco Dedos, Pedra Poli, Pedra das Cabritas, Pedra das Flôres e Pedra do Cume. O percurso aproximado é de 10km, pelo qual caminharemos por volta de 5h. Grau de intensidade: Médio/Intenso. Dia 23. Inscrições a partir do dia 4.
SESC Ipiranga Artes Marciais CAPOEIRA. De origem afro-brasileira, inte gra jogo, luta e música. Desenvolve a agili dade corporal através de exercícios dinâmi cos de ataque e defesa. SESC Ipiranga - Terças e quintas, às 20h30. Sábados, às 9h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Orientação de Mestre Cesar Augusto Barros dos Santos. Terças e quintas, às 20h. R$ 22,00 (comerciário matric.) e R$ 44,00 (usuário matric.). Sábados, às 10h. R$ 22,00 (comerciário matric.) e R$ 44,00 (usuário matric.). 20 vagas por turma. SESC P o m p éia - Orientação de Mestre Valdenor dos Santos, presidente da Federação Paulista de Capoeira. A partir de 15 anos. Terças e quintas, às 18h30 e 19h30.
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CORPO & EX PR ESSÃ O ■ NAT. & MEIO AMBIENTE Sábados, das 15h às 17h. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 40,00 (usuário). SESC São Caetano - Orientação de Hermes Soares, segundas e quartas, das 20h30 às 22h e aos sábados, às 11 h e 13h. Orientação de Diolino de Brito, terças e quintas às 17h e com orientação de Hermes Soares, às 20M40. De R$ 15,00 a R$ 30,00 (comerciário matric.) e de R$ 20,00 a R$ 35,00. CLUBE DA CAPOEIRA. Encontro mensal de praticantes, aficionados e estudiosos da capoeira. Discussão de temas, batismos e rodas com convidados. Coordenação de Hermes Soares. Dia 28, às 20h. Grátis.
SESC São Caetano JU D Ô . Arte marcial de origem japonesa. Desenvolve concentração, destreza e habili dades através de exercícios de confronto. SESC Consolação Orientação de Douglas Vieira, medalha de prata na Olimpíada de Los Angeles. Terças e quintas, às 20h30 e sábados, às 10h30. 25 vagas por turma. R$ 30.00 (comerciário matric.) e R$ 48,00. SESC P o m p éia - Acima de 15 anos. Sábados, às 15h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário). KARATÊ. Arte marcial de origem japonesa. Desenvolve flexibilidade, força, velocidade e concentração, através de exercícios basea dos no princípio da não-violência. SESC C arm o. Orientação de Oséas Sanches. A partir de 12 anos. Segundas e quartas, às 8h e 20h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30.00 (usuário matric.). SESC Pinheiros - Orientação de Maria Ester Azevedo. Sábados, às 14h. R$ 22,00 (comerciário matric.) e R$ 44,00 (usuário matric.). 25 vagas. SESC São C aetano - Orientação de Diolino de Brito. Segundas e quartas, às 18h30. R$ 20.00 (comerciário matric.), R$ 35,00. K U N G FU. Arte marcial chinesa. Desenvolve a força, velocidade e precisão nos movi mentos de braços e pernas, através de seqüências de exercícios físicos. A partir de 15 anos. Quartas e sextas, às 20h. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00 (usuário). Domingos, às 14h, R$ 13,00 (comerciário matric.) e R$ 26,00 (usuário).
SESC Pompéia OKI DO. Trabalho corporal dentro da medici na Holística que visa o ser humano como um todo: através do movimento e respira ção adequados é possível encontrar harmo nia física, mental e emocional. Orientação de Fernando Montoto e Paula Guimarães, formados pelo Oki Do Internacional Instituto no Japão. Segundas e quintas, às 8h.R$ 30.00 (comerciário matric.) e R$ 60,00.
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TAE K W O N DO. Arte marcial de origem coreana. Desenvolve a agilidade, flexibilida de e alongamento, através de exercícios dinâmicos de confronto. SESC Ip iran g a - Orientação de Ariagna Cristina Sampaio. Terças e quintas, às 17h30, 18h30 e 19h30. Quartas e sextas, às 16h30. Sábados, às 13h. R$ 15,00 (comerciá rio matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Segundas e quartas, às 10h, 12h30 e 14h. Terças e quintas, às 16h e 18h30. R$ 22,00 (comerciário matric.) e R$ 44.00 (usuário matric.). Sábados, às 8h e 11 h R$ 17,00 (comerciário matric.) e 34,00 (usuá rio matric.). 20 vagas por turma. TAI CHI C H U A N . Arte marcial de origem chi nesa. Desenvolve harmonia corporal e equi líbrio das funções psíquicas e orgânicas, através de movimentos suaves baseados na natureza. S E SC C a rm o . Orientação de Rodrigues. Turmas acima de Segundas e quartas, às 17h e 15.00 (comerciário matric.) e (usuário matric.).
Douglas 16 anos. 18h . R$ R$ 30,00
EM CARTAZ
outras. Dia 12, em todos os horários da Ginástica Voluntária. Grátis. Fo lheto In fo rm ativo - com intuito de dar algumas dicas e informações sobre o tema a seus fre qüentadores, o Tenisesc lança um folheto com linguagem simples e acessível; distri buição gratuita durante todo o mês.
TEMSESC M AS SA G EM ORIENTAL. Informações sobre auto-massagem e combate ao stress. Orientação de Suzete Rosetto. Dia 13, às 14h30.
SESC Ipiranga A TIVA N D O SEU CORAÇÃO. Se você nunca praticou nenhuma atividade aeróbica, agora é a hora de colocar seu tênis e ativar seu coração numa atividade para quem está começando a entrar no ritmo. Dias 8 e 15, às 10h. Grátis.
TEMSESC E U T O N IA . Orientação de Gabriela Bali. Dia 21, às 19h30. Grátis.
SESC Consolação YO G A . Respiração, postura e relaxamento. Orientação de Rosires Martins. Grátis. Dia 13, às 14h30.
SESC Ipiranga SESC Consolação - Orientação de Jair Diniz, formado pela Associação Brasileira de Taichichuan e Cultura Oriental. Terças e quin tas, às 10h30 e 14h; sábados, às 9h30. 30 vagas por turma. R$ 17,50 (comerciário matric.) e R$ 35,00.
Recreação SU PE R CIRC U ITO AERÓBICO. Nessa aula você poderá conhecer um pouco de todas as aulas que mexem e remexem com o seu coração, utilizando vários materiais diferen tes num supercircuito. Dia 1, às 10h. Grátis.
SESC Ipiranga - Orientação de Jair Diniz. Quartas e sextas, às 18h30 e 20h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Orientação de Isao Takai. Terças e quintas, às 7h30. Sextas, às 18h30. R$ 25,00 (comerciário matric.) R$ 50,00 (usuário matric.). 15 vagas por turma. SESC Pom péia - Acima de 15 anos. Terças e quintas, às 8h20, 18h20 e 19h30. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00 (usuário). SESC São Caetano - Orientação de Nilson Neves. Segundas e quartas, às 16h. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 35,00. Sábados, às 9h, R$ 25,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00.
GINÁsíc^VO LUNTÁ RIA. Desenvolverá durante o mês de junho o tema Coração Valente, com uma série de atividades rela cionadas ao sistema cárdio-vascular. Programação: A valiação cárdio-respiratória - durante todos os finais de semana, das 9h às 14h, a equipe técnica do Tenisesc estará aplicando teste ergométrico em todos os alunos da GV e do tênis. Dias 1, 2, 8, 9, 15, 16, 22, 23, 29 e 30. Grátis. Bate, Bate Coração! é o tema das aulas do Dia dos Namorados, aberta a alunos e seus respec tivos namorados, esposos e acasos; as aulas terão enfoque principal nas danças em par, como samba, bolero, rock, valsa e
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Natureza & Meio Ambiente
Especial
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DIA IN TE R N A C IO N A L DO M E IO A M B IE N TE. Em conjunto com o SOS Mananciais e com a Fundação Parque Zoológico de São Paulo, diversas atividades estarão sendo desenvolvidas durante todo o dia, tendo como eixo temático a reciclagem de lixo e os problemas ambientais em áreas de mananciais. Na programação, inauguração da Sucateca do SESC Interlagos; Eco-gincana entre escolas da 18° Delegacia de Ensino; Abertura da exposição Billings Para Sempre Viva - painéis ao ar livre onde dois personagens, Bill e Ling, apresentam de forma lúdica a história da represa Billings e o seu papel no crescimento da cidade de São Paulo; abertura da exposi ção Fique Por Dentro Dos Répteis (cobras, lagartos e cia.) - exposição interativa locali zada na barriga de um jacaré com 30 metros de comprimento; teatro de fanto ches com o grupo da SOS Mananciais; curso para professores: Uso de Zoológicos, Parques e Praças como Recurso Didático na Educação Ambiental - coordenação:
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EM C A R T A Z __________________________________ IMATUREZA & MEIO AMBIENTE Fundação Parque Zoológico de São Paulo; dinâmica de grupo abordando o tema: Mananciais, sob coordenação da SOS Mananciais; exibição de vídeos ecológicos cedidos por ONGs e Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Dia 5, a partir das 9h.
Divulgação
SESC Interlagos T O D O S O S T O N S DO VE R D E . O Sesc Itaquera está inserido na Área de Proteção Ambiental - APA do Carmo - uma das pou cas manchas verdes remanescentes da Mata Atlântica original. É hoje reconhecido o fato de que a cobertura primária da Mata Atlântica está reduzida a 4% e que a flores ta tem sido devastada e degradada ao longo dos anos. O Sesc Itaquera mantém cerca de 39.000 m2 de Mata Atlântica secun dária e continuará desenvolvendo o traba lho de Educação Ambiental com escolares e público em geral, levando-os, por meio da programação deste mês, ao reconhecimen to da importância da preservação do verde, ao conhecimento das espécies da Mata e à participação no trabalho de reinserção de plantas originais. Confira a programação a
SESC Itaquera Trilha M o nito rad a. Recuperação e De-puração da Mata Atlântica. Conhecimento da vegetação existente, observação de elemen tos da flora e da fauna, reintegração de espé cies nativas e observação de sons, cores, texturas e aromas que caracterizam a Mata. De 5 a 30, de quarta a domingo, às 10h. E xp o sição . Todos os Tons do Verde. Exposição didática sobre a Mata Atlântica, com pranchas, desenhos e ambientação. De 5 a 30.
Vídeo. Ilha das Flores, O Lixão, Ar, Água, Parceiros do Tietê, Em Defesa das Matas, Cunha e Mata Atlântica: Ainda Temos Tempo. De 5 a 30. Teatro. De 5 a 9, às Uh, O Poema do Lixo. Bonecos mostram peripécias de persona gens urbanos que vivem do lixão de uma cidade grande. Direção de Daisy Nery e tri lha sonora do grupo Padiçiço. Dias 1, 2,16 e 16, às 13h30, Fadas e Fatos. Humor e fanta sia como alerta para a situação de nosso planeta. Direção e interpretação do biólogo e músico Jorge Tadeu Kassis. Dias 22, 23, 29 e 30, às 13h30, A Onça e o Tamanduá. A onça foge de caçadores e pede abrigo na casa do tamanduá. Juntos enfrentam caça dores, poluição dos rios, desmatamentos, lixo e queimadas. Direção e texto de Antonia Pinheiro.
As fadas, de fato! O projeto Todos os Tons do Verde, que trata da importância da preservação do meio ambiente, apresenta a peça infantil Fadas e Fatos. Sesc Itaquera. Confira no Roteiro O ficina M u ltim íd ia . Brincando com um soft ware educativo será possível conhecer os princípios básicos da informática e ecologia. De 5 a 30. R eflo restam en to . Passeando e Plantando. O trenzinho cenográfico circula pelas alame das do Sesc, levando as crianças ao viveiro para buscar mudas e sementes para o plan tio de espécies nativas. De 5 a 9, às 13h.
Exposições S E N T IM E N T O OFERTADO ÀS C R IA NÇ A S R U M O A O SÉCU LO X X I. Espaço que repre senta uma parte da cultura milenar japone sa, composto por um jardim onde se inclui um quiosque que simboliza uma casa típica. Nesse espaço os visitantes serão sensibiliza dos para o respeito à natureza, harmonia e filosofia de vida, onde a interpretação dos elementos ali presentes se modificará de acordo com o nível da consciência. De quar ta a domingo e feriados, das 9h às 17h.
SESC Interlagos O ficina de Reciclagem . Sucateando. Por meio de sucatas e elementos do cotidiano habitualmente encontrados nas matas, como jornais, velhos sacos plásticos, fras cos e barbantes, as crianças poderão cons truir bonecos e instrumentos musicais mos trando o aproveitamento e a criatividade com o lixo. De 5 a 9, às 11 h.
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VIVEIR O DE PLANTAS. Diversas espécies de plantas e mudas para observação e venda, estufa, minhocário, horta, vasos decorati vos, aulas abertas e orientação sobre jardi nagem. De quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h.
SESC Interlagos
P R O G R A M A V IV A O VERDE. Programa des tinado a estudantes da pré-escola ao segun do grau desenvolve atividades de educação ambiental e lazer, com o intuito de levar as crianças a uma reflexão e um questiona mento dos problemas ambientais ocasiona dos pela interferência do homem. Natureza XXI será o tema desenvolvido durante este ano e abordará a importância da sensibili dade em relação aos aspectos estéticos e científicos presentes no ambiente urbano. De quarta à sexta, das 9h às 17h. Inscrições e informações pelo telefone 520-9911, ramais 200 e 203.
SESC Interlagos Centros Campestres SESC In terlagos. Próximo ao autódromo de Interlagos, às margens da Represa Billings. Possibilita caminhadas entre pai sagens naturais, com bosques de araucá rias, pinheiros do brejo, figueiras, jatobás, Mata Atlântica nativa, viveiro de plantas, recanto de pequenos animais e lagos com pedalinhos. Estão à disposição dos visitan tes sete quadras poliesportivas, três de tênis, dois mini-campos de futebol, ginásio coberto, conjunto aquático com piscinas para adultos e crianças, quiosques para churrasco e recanto infantil. Na sede social, sala de leitura, ludoteca, terraços ao ar
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NATUREZA & MEIO AMBIENTE ■SAUDE & ALIMENTAÇAO ■ INFANTIL livre, berçário, restaurante e lanchonete. Auditório, para exibição de vídeos em telão e o palco do lago, para shows e espetácu los diversos, completam os serviços desta unidade. De quarta a domingo, das 9h às 17h30. R$ 0,50 (comerciário matric.), R$ 1,10 (usuários matric.) e R$ 3,50. Desconto de 50% para crianças de 4 a 14 anos. Estacionamento no local por R$ 1,65. Ônibus urbanos com saídas da Plataforma F do Metrô Jabaquara (linha 675 - Centro Sesc) e do Lgo. São Francisco (linha 5317 Centro Campestre Sesc). SESC Itaq u era. Oferece variadas opções de lazer, incluindo atividades esportivas, artís ticas, culturais, recreativas, sociais e de contato com a natureza. Quadras poliesportivas, pistas de cooper, campos de malha, futebol e bocha e parque aquático com 8 toboáguas, além de locais para chur rascos, festas, feiras, shows, exposições, vídeo e leitura. Para as crianças o Parque Lúdico apresenta os brinquedos Orquestra Mágica, Trenzinho Cenográfico e Bichos da Mata. De quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. O estacionamento comporta 1100 carros. R$ 0,55 (comerciário matric.), R$ 1,10 (usuário matric.), R$ 3,50 (visitan te), R$ 1,75 (visitante, sem Parque Aquáti co), R$ 0,25 (comerciário matric. infantil), R$ 0,55 (usuário matric. infantil), R$ 1,65 (estacionamento). Ônibus urbanos com saída da Estação Artur Alvim (Linha 3772, Gleba do Pêssego) e Terminal São Mateus (Linha 2523F, Jardim Helena).
Recreação SUCATECA. Com o apoio das empresas jarmod Indústria e Comércio de Confecções e A.S.I.A. Indústria e Comércio de Plásticos, o Sesc Interlagos estará inaugurando uma sucateca, espaço destinado ao público, escolas e instituições interessadas em traba lhar com materiais recicláveis, transforman do-os em brinquedos e jogos, de forma cria tiva e divertida. Dia 5 será realizada progra mação especial com atividades de sensibili zação e construção de objetos, às 11h e às 13h. De quarta a domingo, das 9h às 17h.
SESC Interlagos
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Saúde & Alimentação
Serviço
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M E S A SÃ O PAULO. Este programa é um modelo de ação conjunta que envolve o Sesc, Instituições e Empresas, no combate à fome. É um trabalho de parceria que tem como objetivo contribuir para a qualidade de vida de populações carentes na região metropolitana de São Paulo. Veja como sua empresa pode participar. Informações: 1S andar, das 10h às 19h ou pelo telefone 6059121, ramais 209, 236 e 254.
SESC Carmo
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Cursos C O Z IN H A ALTERNATIVA. Curso prático para utilização da banana verde nas nossas refei ções. Uma opção barata, nutritiva e delicio sa. Dia 19, das 15h às 17h30. Piso 1. Vagas limitadas. Informações pelo telefone 605.9121, ramais 209, 236 e 254. Grátis.
SESC Carmo Ginásticas Corretivas G IN Á ST IC A PARA A C O L U N A . Trabalho cor retivo e preventivo para problemas de lordose, escoliose, cifose e outros decorrentes da má postura. Aulas na sala e na piscina. Orientação de Valma Valzachi. Segundas e quartas, das 18h às 19h e das 19h às 20h, terças e quintas, das 14h às 15h - opção de uma qula a mais por semana, às sextas, das 18h às 19h, na piscina. R$ 45,00 (comerciá rio matric.) e R$ 49,00. Com piscina, mais R$ 13,00 (comerciário matric.) e R$ 15,00.
EM C AR TA Z
custo e de grande qualidade. Nos cardápios elaborados e supervisionados por nutricio nistas, nos rígidos controles de procedência dos gêneros e na higiene de produção.De segunda à sexta, das 11 h às 14h.
Lanchonetes SESC C arm o - Grande variedade de lan ches e pratos rápidos. Ideal para quem tra balha até mais tarde ou estuda à noite, sem retornar para casa. De segunda à sexta, das 17h às 20h.
SESC São Caetano
SESC Consolação - Vários tipos de sanduí ches quentes e frios, pratos rápidos, batatas fritas, sorvetes, milkshakes, gelatinas, refri gerantes e cervejas no Hall de Convivência, onde acontecem várias atividades culturais, performances, apresentações musicais, espetáculos infantis, exposições e projeções de vídeo. De segunda à sexta, das 11 h às 22h e sábados, das 10h às 18h.
G IN Á S T IC A RESPIRATÓ RIA. Trabalho de reeducação postural e técnicas respirató rias para crianças e adolescentes com idade entre 6 e 15 anos, portadores de asma brônquica. Orientação de Fabiana Passoni Martins Kuhn. Terças e quintas, às 14h. 25 vagas. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00.
SESC São C aetano - Grande variedade de salgados e porções, além de sucos, refrige rantes, bebidas e sorvetes. Localizada na área de convivência, onde está instalado um telão de cem polegadas no qual são exibi dos clips em vídeo-cassete e vídeo-laser. De segunda à sexta, das 9h às 22h30 e sábados, das 9h às 18h.
SESC Consolação N A TA Ç Ã O PARA A S M Á T IC O S . Curso dire cionado aos portadores de deficiências respiratórias e desenvolvido através de exercícios de respiração, de fortalecimento muscular e correção postural. São 45 minutos de aula em sala e 30 minutos na piscina. De 7 a 14 anos. Quartas e sextas, 17h. Quartas e sextas, 7h30. Apenas para dependentes de comerciários. R$ 15,00 (comerciário matric.).
SESC Pompéia Odontologia C LÍN IC A S . O serviço de odontologia do Sesc oferece tratamentos clínicos e cirúrgi cos em diferentes especialidades: endodontia e periodontia, má-formação, odontopediatria, próteses e rádio-diagnóstico. As ações na área de odontologia procuram prevenir e evitar problemas de saúde, sendo complementadas também por traba lho educacional. SESC Consolação - De segunda à sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21h30. SESC Ipiranga - De segunda à sexta, das 13h às 21h30. SESC O d o n to lo g ia - De segunda à sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21h30.
Restaurantes SESC C arm o - Na área de alimentação, o Sesc Carmo se preocupa em oferecer ao tra balhador do comércio, refeições a baixo
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Infantil
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T b R U X A ZELD A E OS 80 D O C IN H O S. Adaptação para o teatro da obra de Eva Furnari, com enredo ambientado na fictícia Piririca da Serra. O elixir da juventude é o motivo de todas as peripécias: a bruxa Zelda resolve roubar a fórmula inventada pelo professor Bóris, mas comete um engano, dando início a uma série de confu sões e mal entendidos que geram situa ções cômicas. Com o Grupo Zelda. Dias 2, 9 e 16, às 15h, no Teatro. R$ 3,00 (comerciá rio matric.) e R$ 6,00 (usuários). Convites gratuitos para crianças até 12 anos, de terça a sábado.
SESC Ipiranga A T U R M A DO V A G A -L U M E . Com o Grupo Metamorfaces Teatro de Marionetes. Uma troupe muito especial apresenta seu show musical: palhaços comandam o espetáculo integrado por um cachorro, um sapo comecome que canta, um mágico, uma marione te que dança charleston e um casal de sam bistas. Dia 1, às 11 h. Grátis.
SESC Consolação CONFUSÃO, CONFUSÃO, CONFUSÃO. Muitas confusões envolvem as crianças nesse espetáculo criativo e divertido. Dia 9, às 14h30.
SESC Interlagos
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INFANTIL
EM CARTAZ
matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00. Faixa etária de 10 a 14 anos. Duração de 1 ano.
E N C A N T O M U S IC A L. Teatro de Bonecos. Com Mario Sergio Pecand e Jair Renato dos Santos. Espetáculo musical onde bonecos e crianças interagem, brincando e cantando. Dia 29, às 11 h. Grátis.
SESC Pompéia M A R C EN A R IA . Visa proporcionar a inicia ção da criança no universo técnico da arte em madeira, permitindo a exploração aos materiais e instrumentos. Neste processo, os alunos poderão alcançar o domínio bási co das ferramentas manuais mais comuns, assim como, construir pequenos objetos a sua escolha, dentro de um conjunto de sugestões, com orientação do instrutor. Orientação de Paulo Nin, marceneiro e arteeducador. Sábados, das 10h às 13h. R$ 30,00 (comerciário matric.), R$ 60,00 (usuário) e R$ 72,00. De 10 a 14 anos.
SESC Consolação ENTRE PALHAÇOS. A memória circense é resgatada pelo espetáculo, através de dois elementos cômicos: o clowm e o excêntrico. Dia 30, às 14h30.
SESC Interlagos M E IA , SAPATO E C H ULÉ - T U D O DÁ N O PÉ! Uma meia sagrada e listrada é o único meio para acabar com o chulé de um coronel, que promete a mão de sua filha para quem des vendar o enigma proposto pelo guardião da meia. Dia 16, às 14h30.
SESC Pompéia
SESC Interlagos O IS Q U EIR O E N C A N T A D O E A M O U R A TO R TA . Com a Cia. Espinha de Peixe. Histórias tradicionais contadas por atores e músicos. O Isqueiro Encantado conta a sorte de um soldado que, voltando da guerra, consegue de uma bruxa um objeto mágico. A Moura Torta, conto persa, narra como uma velha feiticeira enganou uma bela mulher para se casar com seu noivo. Dias 8 e 22, às 11h. Grátis.
SESC Consolação O JACARÉ N A FESTANÇA DO ZÉ M A N É . Com o Grupo Metamorfaces Teatro de Animação. O personagem Zé Mané, às vol tas com as travessuras de um jacaré guloso, tenta organizar sua festa com a ajuda do público. Dia 15, às 11 h. Grátis.
SESC Consolação O M E N IN O espetáculo Lexma que ça feliz. Dia
Q U E N Ã O Q U ER IA SER REI. O conta a história do príncipe desejava apenas ser uma crian 23, às 14h30.
SESC Interlagos O PAÍS DO DIFERENTE. O espetáculo retrata os jogos de poder e as artimanhas de um rei corrupto para manter a população sob con trole. Dia 2, às 14h30.
SESC Interlagos Sesc Curumim SESC C arm o - Para crianças de sete a doze anos, que estejam estudando, dependen tes de comerciários ou não. Através deste programa a criança participa de brincadei ras, estimula a sua criatividade e o conví vio com crianças da mesma faixa de idade. As vagas são limitadas e totalmen te grátis. Informações: saguão de entrada, das 10h às 20h. SESC Consolação - Programa dependentes de atividades físicas, tecnológicas, artísticas, de convívio social e educação ambiental para crianças de 7 a 12 anos, dependente de comerciários. Descoberta, invenção, cria ção, aventura, aprendizagem e relaciona mento com outras crianças.
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Só para Crianças Várias opções de teatro infantil estão na programação. Histórias de vaga-lumes, fadas e muito mais. Confira no roteiro S E S C P o m p é ia - para crianças: Atividades envolvendo os seguintes temas: Teatro de Animação de Criação de Brinquedos e Jogos, no Centro de Convivência Infantil. De terça à sexta, nos período da manhã e tarde. De 7 a 12 anos. R$ 5,00 (comerciário) e R$ 10,00 (usuário). para educadores : Dia 15 - Um Jogo Chamado Música; orientação de Teca Alencar, arte-educadora e musicista. Dia 26 - Musicalizar, orientação de Nenê Cintra, professora da Escola Livre de Música. Das 9h às 12h. R$ 5,00 (comerciá rio) R$ 10,00 (usuário).
PLA N TAS M E D IC IN A IS E S U A S APLIC A Ç ÕES. Orientação de Silvio Panizza, farma cêutico, professor da USP e apresentador do programa Cheiro de Mato. Dias 5, 12, 19 e 26. Informações e inscrições pelo telefone 605.9121, ramal 230.
SESC Carmo P R O G R A M A V IV A O VERDE. Programa des tinado a estudantes da pré-escola ao segun do grau, desenvolve atividades de educação ambiental e lazer, com o intuito de levar as crianças a uma reflexão e um questiona mento dos problemas ambientais ocasiona dos pela interferência do homem. Natureza XXI será o tema desenvolvido durante este ano e abordará a importância da sensibilida de em relação aos aspectos estéticos e cien tíficos presentes no ambiente urbano. De quarta à sexta, das 9h às 17h. Inscrições e informações pelo telefone 520-9911, ramais 200 e 203.
SESC Interlagos Cursos de Dança D A N Ç A K ID S. Orientação de Sandra Negrini. Para crianças de 3 a 6 anos. Terças e quintas, das 17h às 18h. 20 vagas. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 25,00.
SESC São Caetano ARTE 2000. Seu objetivo é experimentar técnicas e exercícios que possibilitem vivenciar a arte de maneira criativa e esti mulante. Orientação de Carlos Barmak e Vera Barros, artistas plásticos e arte-educadores. Terças, das 14h às 17h. R$ 40,00 (comerciário matric.), R$ 80;00 (usuário) e R$ 96,00. Duração de 2 meses. A partir de 10 anos. 15 vagas.
SESC Pompéia C ERÂMICA. Pretende desenvolver o poten cial criativo e motor das crianças através da iniciação às técnicas de modelagem em argi la. Contato com o material, visando o conhe cimento da argila em estado próprio para trabalhar. Técnicas de rolinhos, placas, esca vados, modelagem, técnicas de engobes, esmaltação e pátinas. Orientação de Rita Engi, arte-educadora e ceramista. Sábado, das 10h às 13h. R$ 30,00 (comerciário
D A NÇ A . Estimula a criatividade e expressão através de vários tipos de dança como jazz, ballet moderno, técnicas de improvisação e composição de movimentos rítmicos, entre outros. SESC C arm o - De 7 a 11 anos. Sensibilização para o prazer do movimento através de djversos tipos de dança, folclórica, de salão, jazz e outras. Terças e quintas, às 17h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuá rio matric.). SE SC C on so lação - O curso resgata o aprender brincando, a compreensão do corpo e a descoberta da dança, através de elementos como equilíbrio, coordenação e ritmo sempre associados à criatividade. Orientação de Mônica Zagallo Camargo. Sábados, às 9h. 25 vagas. R$ 11,50 (comer ciário matric.) e R$ 23,00.
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INFANTIL ■ TERCEIRA IDADE SESC Ipiranga - De 4 a 9 anos, quartas e sex tas, às 16h30. De 10 a 15 anos, quartas e sex tas, às 15h30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00.
NATA Ç A O. Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até 6 meses. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima.
JA Z Z . Orientação de Débora Banhetti. Terças e quintas, às 10h e às 18h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 28,00.
SESC Ipiranga - De 7 a 9 anos, terças e quin tas, às 18h30 e quartas e sextas, às 16h30. De 10 a 15 anos, terças e quintas, às 17h30 e quartas e sextas, às 17h30. R$ 24,00 (comer ciário matric.) e R$ 48,00.
SESC São Caetano Cursos de Modalidades Esportivas FUTEBOL DE SALÃO. Curso para meninos e meninas entre 9 e 14 anos que aborda os fun damentos e técnicas básicas juntamente com exercícios para o desenvolvimento da motricidade, sociabilização e raciocínio. Orie-ntação de Marcello Siniscalchi e Ronaldo Bueno, formados em Educação Física pela USP. Terças e quintas, às 8h30 (12 a 14 anos) e às 10h (12 a 14 anos). Quartas e sextas, às 13h30 (9 a 11 anos) e às 15h (12 a 14 anos). Aulas com 90 minutos de duração. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuário).
SESC Pompéia INICIAÇÃO ESPORTIVA. Basquete e Vôlei. De 12 a 17 anos. Orientação de Rosa Branca, bicampeã mundial de basquete em 63. Basquete: segundas e quartas, às 9h e 14h30. Vôlei: segundas e quartas, às 15h45 e terças e quintas, às 9h. Futsal: Orientação de Mirai e Banzé, ex-jogadores da Seleção Brasileira. Futsal M asculino: segundas e quartas: de 7 a 8 anos, às 9h; de 9 a 10 anos, às 10h; de 13 a 14 anos, às 14h; de 15 a 16 anos, às 15h. Terças e quintas: de 11 a 12 anos, às 9h; de 13 a 14 anos, às 10h. Futsal fem inino: terças e quintas, de 10 a 16 anos, às 15h. 30 vagas por turma. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00.
SESC Consolação
SESC Po m p éia - Peixinho, de 4 a 6 anos. Golfinho, de 7 a 10 anos. Tubarão, de 11 a 14 anos. De terça à sexta, nos períodos da manhã e tarde. Apenas para dependentes de comerciários. R$ 24,00 (comerciário matric.). SESC São C aetano - Opção de duas aulas semanais de 45 minutos cada ou uma aula semanal de 60 minutos. Segundas e quar tas, às 14h45 e 17h; terças e quintas, às 10h, 10h45,14h45,16h15 e 17h; quartas e sextas, às 10h; sextas, às 16h e 17h e sábados, às 11 h e 12h. De R$ 20,00 a R$ 28,00 (comerciá rio matric.) e de R$ 28,00 a R$ 36,00. TAE K W O N -D O . De 5 a 12 anos, j quartas às 9h; terças e quintas, às 15h. R$ 15.00 (comerciário matric.) e R$ 30,00 (usuá rio matric.). 20 vagas por turma. Sábados, às 9h30. R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23.00 (usuário matric.). 20 vagas.
SESC Pinheiros VÔ LEI. Iniciação esportiva através de seus fundamentos.básicos, visando o aprendiza do e desenvolvimento das práticas de jogo. De 10 a 14 anos. Terças e quintas, 13h30 e quartas e sextas, 9h30. R$ 15,00 (comerciá rio matric.) e R$ 30,00 (usuário).
SESC Pompéia JU D Ô . Arte marcial de origem japonesa. Desenvolve concentração, destreza e habili dades físicas através de exercícios dinâmi cos de confronto. SESC Consolação - Orientação de Douglas Vieira. Segundas e quartas, às 8h15 e 15h. Terças e quintas, às 17h30, 18h30 e 19h30. Sábados, às 9h30 e 12h. 25 vagas por turma. R$ 24,00 (comerciário matric.). SESC Pom péia - Terça a sábado, manhã e tarde, a partir de 6 anos. R$ 15,00 (comerciá rio matric.) e R$ 30,00 (usuário) para duas aulas semanais e R$ 7,50 (comerciário matric.) e R$ 15,00 (usuário), í KARATÊ. Orientação de José Alves Carneiro e Diolino de Brito. Terças e quintas, às 9h10 e 15h20. Quartas e sextas, às 9h10. R$ 15,00.
SESC São Caetano KU NG FU. Arte chinesa que procura desen volver força, velocidade, precisão e coorde nação nos movimentos de braços e pernas. Pode ser usada para defesa pessoal. A partir de 7 anos. Domingos, às 14h. R$ 13,00 (comerciário) e R$ 26,00 (usuário).
SESC Pompéia
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Recreação R EC R EA Ç ÃO . Programa orientado de recreação esportiva destinado às crianças na faixa etária de 7 a 14 anos. Aberto à par ticipação dos pais. É um espaço democráti co onde se pretende estimular a prática diversificada de modalidades esportivas e recreativas proporcionando o conhecimen to e o resgate de jogos antigos, com ênfa se à criatividade e socialização. Sábados e domingos, das 9h30 às 13h30, no Ginásio Inverno. Obrigatório apresentação da car teira Sesc. Grátis.
EM CARTAZ PÉ N A M ATA. Fugindo do concreto, as crian ças invadem a Mata Atlântica para descobrir novas formas de brincar. Dias 1 e 2, colagem com folhas. Dias 15 e 16, passeio e plantio de árvores. Sábados, domingos e feriados, às 14h30.
SESC Itaquera PLAY G R O U N D A Q U Á TIC O . Conjunto de instalações composto por escorregadores, brinquedos e efeitos com água. De quarta a domingos e feriados, das 10h às 16h30.
SESC Interlagos PRAÇATEMPO. No mês em que se comemo ra o Dia Mundial do Meio Ambiente, a crian çada aprende a brincar com materiais reciclá veis e com materiais encontrados na nature za. Dias 8 e 9, pintura com extratos de flores e folhas. Dias 22 e 23, oficina de papel machê. Dias 29 e 30, oficina de artesanato com jornal. Sábado, domingos e feriados, às 14h30.
SESC Itaquera RECREAÇÃO ESPOR TIVA. Futsal, basque te, vôlei e tênis de mesa. Futsal, b asq u ete e vôlei: de segunda à sexta, das 9h às 12h e terças e quintas, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Tên is de M esa: aos sábados e feria dos, das 9h 15 às 17h30. O material é forne cido pelo Sesc.
SESC Consolação Brinquedotecas SESC In terlag o s - Espaço destinado ao empréstimo de jogos, brinquedos, jornais e revistas. De quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h. SESC Ipiranga. Central de Jogos: se você adora brincar com seus amigos, com seus filhos, ou então, gosta de enfrentar desafios, escolha sua melhor diversão! Vários jogos ficam ao seu dispor na Área de Convivência: War, Situação Limite, Detetive Senha e Imagem & Ação, entre outros. Empréstimos mediante apresentação da carteira do Sesc ou do RG original. De terça à sexta, das 13h30 às 21h30. Sábados, domingos e feria dos, das 9h30 às 17h30. Grátis. SESC Pom péia. Acervo de brinquedos artesanais e industrializados abrangendo a faixa etária de um ano para cima. De terça a domingo, das 9h às 19h.
SESC Pompéia ESPORTEKIDS. Recreação para crianças de 8 a 12 anos, visando a participação e a integra ção por meio da prática esportiva. De quarta à sexta, das 10h às 12h ou das 14h às 16h.
SESC Interlagos ES TAÇ Ã O C R IA N Ç A . O trenzinho parte rumo à natureza e traz em seus vagões cargas preciosas como argila, papel machê e também serve de cenário para jogos juninos. Sábados, domingos e feria dos, às 11h30.
SESC Itaquera
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Terceira Idade
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C A N T O CORAL. Orientação de Iracema Rampazzo, maestrina. Domingos, às 14h.
SESC Pompéia D E S E N H O E P IN T U R A . Orientação de Elinete Wanderley Paes, mestre em edu-
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EM CARTAZ cação. Terças, às 9h30 e 13h. Grátis.
Pedro Ribeiro
SESC Pompéia D E S E N V O L V IM E N T O V O C A L . Técnicas variadas de respiração e voz com repertório abrangente. Orientação de Cecília Valentim. Sextas, das 14h30 às 16h. Grátis.
SESC Consolação
SESC Consolação
D A N Ç A S F O LC LÓ R IC A S . Orientação de Piroska Zednik. Quintas, às 13h, Maria Fiorim. Sextas, às 13h. Grátis.
ESPAÇO A B ER TO D A TER C EIR A IDA D E. Quinta-feira é o dia especial da terceira idade no Sesc São Caetano. A seguir, confi ra a programação deste mês.
SESC Pompéia D A N Ç A DE SA LÃ O . Aprendizado de ritmos típicos dos salões de várias épocas e regiões: bolero, tango, rumba, mambo, salsa, lambada, samba, rock, valsa etc.
SESC São Caetano C urso de T ea tro. Orientação de Camilo Tostes. Quintas, das 9h às 11 h. R$ 9,00.
SESC Consolação - Orientação de Simone S. Benites. Sextas, às U h. 30 vagas. R$ 12,00 (comerciário matric.) e R$ 24,00.
W orksh o p So b re o Jo g o da Transform ação. Orientação de Ana Lúcia d'Braga. Dia 13, às 19h. Grátis. Passeio ao Sesc Interlagos. Uma série de atividades num dia especialmente prepara do para grupos de terceira idade de todo o Estado de São Paulo. Dia 27, às 8h. G R U PO A R TÍSTIC O . Oficina que envolve jogral, canto e expressão corporal. Orientação de Celeste Z. Bertocco. Sextas, às U h. Grátis.
SESC Pompéia G R U PO DE INTERESSE. Debate de vários temas, utilizando técnicas de dinâmica de grupo, buscando a sociabilização e a convi vência. Dias 3,10,17 e 24, às 14h30. Grátis.
Leitura Para aqueles que gostam de ler, o Sesc Consolação está organizando encontros semanais para leitura em grupo, troca de livros e dis cussão de temas emergentes da literatura. Dias 4, 11, 18 e 25, às 14h30. Grátis
SESC Consolação L ITER Á R IA . Para o desenvolvimento da expressão através da escrita. Orientação de Elizabeth M. Ziani. Quartas, às 14h. Grátis.
SESC Pompéia
Cursos de Dança D A N Ç A . Estimula a criatividade e expres são através de vários tipos de dança como jazz, ballet moderno, técnicas de improvisa ção e composição de movimentos rítmicos, entre outros.
SESC Pompéia N O Ç Õ ES DE FIL M A G E M . Com equipamento amador. Orientação de João Carlos Pereira Junior, pós-graduado em arte-educação. Junho e Julho. Inscrições no Balcão da Terceira Idade. Grátis.
SESC Pompéia O FIC IN A DE V O Z. Este curso visa aumentar o repertório através de atividades práticas e o desenvolvimento de exercício de técnica vocal. Orientado por Cecília Valentim. Terças, das 14h30 às 16h. Grátis.
SESC Consolação TEATRO. Orientação de Roberto Marcondes, diretor teatral. Terças, quartas e quintas, às 9h30. Grátis.
SESC Pompéia
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SE SC P o m p é ia - Orientação de Carlos Trajano, professor e bailarino. Quartas e sextas, às 9h30 e 11 h. Grátis. D A N Ç A D O V E N TR E. De origem egípcia, exercita o corpo todo através de movimen tos rítmicos e sensuais, baseados nos ciclos sagrados da natureza. Quartas, às 10h. Orientação de Luciana Lambert. R$ 15,00.20
SESC Pinheiros Palestras G R U PO DE INTERESSE. Encontros para dis cussão e programação das atividades. Quintas, às Uh. Grátis.
SESC Pinheiros TÉC N IC A S TEA TR AIS. Figurino, cenografia e interpretação. Orientação de Carlos Lupinacci. Quartas e sextas, das 9h30 às 11 h. Grátis.
SESC Consolação M E M Ó R IA D A TERCEIRA IDA D E. Oficina teatral de criação, visando a elaboração de um espetáculo. Orientação de Célia Gouveia e Ricardo Fornara, bailarinos e coreógrafos. Início em 2 de abril, até 30 de agosto. Informações no Balcão da Terceira Idade. Grátis.
va, apoiando-se em elementos rítmicos favo recendo o trabalho de coordenação neuromuscular. Orientação de Mônica Zagallo Camargo. Terças e quintas, às 16h. R$ 7,50 (comerciário matric.) e R$ 15,00. 30 vagas.
SESC C arm o - Turmas acima de 50 anos. A dança como elemento de expressão e cons ciência corporal. Terças e quintas, às 14h30. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00 (usuário matric.). SE S C Ip ira n g a - Acima de 40 anos. Quartas, às U h . R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Segundas e quartas, às 15h e 16h; terças e quintas, às 10h30, 15h e 16h. R$ 7,50. Sextas, às U h e 15h. R$ 5,50. 20 vagas por turma. D A NÇ A , ARTE E CRIAÇÃO EM M O V IM E N T O . O curso visa utilizar o corpo como instrumen to de interpretação e comunicação contra a tendência de mecanização e imitação passi
R EVE N D O S U A S A Ú D E. Ciclo de palestras com o objetivo de esclarecer e informar, pro porcionando um envelhecimento consciente e saudável. Neste mês, serão abordados os hábitos alimentares. Orientação de Márcia Pedrosa, médica com especialização em medicina esportiva. Dia 26, às Uh. Grátis.
SESC Consolação V A M O S LER. Encontros semanais para lei tura em grupo, troca de livros e discussão de temas emergentes da literatura publica dos em jornais ou revistas. Dias 4, 11, 18 e 25, às 14h30. Grátis.
SESC Consolação Cursos de Modalidades Esportivas C APOEIRA. Atividade física adaptada, visan do a sociabilização e a expressão corporal. Terças e quintas, às 16h15. R$ 15,00.
SESC São Caetano ESPORTES A D AP TAD O S . Modalidades de vôlei, basquete, malha etc. Orientação de Paulo Borba Vaccaro, técnico esportivo. Quartas e sextas, às 15h. Grátis.
SESC Pompéia N A TA Ç Ã O . Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até 6 meses. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima.
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TERCEIRA IDADE
EM CARTAZ
SESC Ip iran g a - Terças e quintas, às 13h30 e 14h30. R$ 24,00 (comerciário matric.) e R$ 48,00. SESC Pom péia - De terça à sexta, manhã e tarde. Apenas para comerciários e depen dentes. R$ 12,00 (comerciário matric.). SESC São Caetano - Duas aulas semanais de 45 minutos cada. Segundas e quartas, às 15M30; terças e quintas, às 9h15 e quartas e sextas, às 9h15. R$ 28,00. VÔLEI A DAPTADO. Trabalha a resistência muscular, a capacidade aeróbica e coordena ção motora, dentro dos limites individuais. Orientação de Gislaine Mahmed. Segundas e quartas, das 14h às 15h30. 30 vagas. R$ 7,50 (comerciário matric.) e R$ 15,00.
SESC Consolação Ginástica A U T O M A S S A G E M . Reaproximação do corpo. Orientação de Augusto Pereira da Rocha. Quartas e sextas, às 9h30 e 14h.
SESC Pompéia E U T O N IA . Favorece o auto-conhecimento e o realinhamento postural através de exercícios de reconhecimento das estrutu ras do corpo. SESC C onsolação - Orientação de Gabriela Bali. Quartas, das 14h às 15h15. 30 vagas. R$ 12,00 (comerciário matric.) e R$ 24,00. SESC P o m p é ia - Orientação de Nelma Fátima Firmiano, terapeuta. De junho a agosto. Inscrições no Balcão da Terceira Idade. Grátis. G IN Á S T IC A V O L U N T Á R IA . Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acordo com o ritmo e condições físicas de cada pes soa. A cada mês temas diferentes sobre ati vidade física, saúde e bem-estar. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. SESC C arm o - Turmas acima de 50 anos. Segundas e quartas, às 10h e 15h; terças e quintas, às 9h e 14h. R$ 4,50 (comerciário matric.) e R$ 9,00 (usuário matric.). SESC C onsolação - Segundas e quartas, às 10h, 14h e 16h. Terças e quintas, às 10h15, 14h e 15h. 30 vagas por turma. R$ 7,50 (comerciário matric.) e R$ 15,00. SESC Ipiranga - Terças e quintas, às 15h30. Quartas e sextas, às 16h30. R$ 15,00 (comer ciário matric.) e R$ 30,00. SESC Pinheiros - Segundas e quartas, das 8h30 às 16h. Terças e quintas, das 8h30 às 18h30. R$ 7,50. Sextas, às 13h30. R$ 5,50. 20 vagas por turma. SESC Pom péia - De terça à sexta, manhã e tarde. R$ 7,50 (comerciário matric.) e R$ 15,00 (usuário).
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Festa no Arraial As Irmãs Galvão apresentam show regional cantando e tocando gran des sucessos da MPB. O evento faz parte da programação, intensa ati vidade cultural com quadrilhas, gincanas juninas, vídeos e caminhadas. Dia 20, a partir das 9h. Sesc Itaquera. SESC São C aetano - Orientação de Anselmo Alberto Ogata e Patrícia de Campos. Segundas e quartas, às 15h e terças e quin tas, às 8h20. R$ 15,00. H ID R O G IN Á STIC A . De terça à sexta, manhã e tarde. Apenas para comerciários e depen dentes. R$ 12,00 (comerciário matric.).
SESC Pompéia PR Á TIC A S C O R PO R A IS. Este curso tem por objetivo ampliar o universo das possi bilidades corporais, utilizando para isso as mais diversas técnicas e vivências como a dança, a consciência do corpo, o esporte e a recreação. Acima de 40 anos. Sábados, às 10h30. R$ 11,50 (comerciário matric.) e R$ 23,00.
SESC Pinheiros - Orientação de Isao Takai. Terças e quintas, às 13h30. R$ 15,00. 15 vagas. V IV Ê N C IA S A Q U Á T IC A S . Este curso tem por objetivo levar o aluno a conhecer as diversas possibilidades de atividades no meio líquido, conferindo-lhe maior domí nio corporal, confiança e descontração. Acima de 45 anos. Terças e quintas, às 16h30. R$ 24,00 (comerciário matric.) e R$ 48,00.
SESC Ipiranga Y O G A . De origem indiana, reúne exercícios respiratórios, de relaxamento e meditação para o equilíbrio do corpo, da mente e do espírito.
SESC Ipiranga TAI CHI C H U A N . Arte marcial de origem chi nesa. Desenvolve harmonia corporal e equi líbrio das funções psíquicas e orgânicas, através de movimentos suaves baseados na natureza. SESC C onsolação - Orientação de Jair Diniz. Terças e quintas, às 10h30 e 14h. 30 vagas por turma. R$ 12,00 (comerciário matric.) e R$ 24,00.
SESC C arm o - Orientação de Paola di Roberto e Márcia Jorge do Amaral. Atividade física que reúne exercícios respi ratórios e de relaxamento, segundo a filoso fia oriental. A partir de 50 anos. Segundas e quartas, às 9h30, 11h, 14h e 15h; terças e quintas às 9h, 10h e 11 h. R$ 10,00 (comer ciário matric.) e R$ 20,00 (usuário matric.). SESC Consolação - Segundas e quartas, às 9h, 10h e 15h. Terças e quintas, às 9h,
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TERCEIRA IDADE ■ TURISM O SOCIAL
EM CARTAZ 10h, 14h, 15h e 16h. 30 vagas por turma. R$ 12,00 (comerciário matric.) e R$ 24,00. SESC Pinheiros - Segundas e quartas, às 15h. Terças e quintas, às 9h30 e 10h30. R$ 7,50.15 vagas por turma.
Recreação BAILE J U N IN O . Com música ao vivo. Animado pelo Grupo Moçambe. Quentão, comida típica junina, quadrilha improvisada e brincadeiras. Trazer chapéu de palha e lenço. Dia 27, às 15h. Venda de convites do dia 3 ao 17.
SESC Consolação ESPAÇO ABERTO PARA G R U PO S DE TER CEIRA IDADE. Atividades recreativas e cultu rais dirigidas a grupos organizados de ter ceira idade. Neste mês estaremos abordan do o tema: Os Três Santos, com o intuito de propiciar o contato com as manifestações populares durante os festejos juninos. A programação incluirá apresentações de quadrilhas, música, barracas de comidas e jogos típicos. Dia 13, a partir das 9h. Inscrições pelo fone 520-9911 (central de informações).
SESC Interlagos FESTA J U N IN A PARA A TERCEIRA IDADE. Comemoração popular de São Pedro, com mastro, pinhão, pipoca e quentão. Tem sorte e superstição. Com danças e folgue dos, fogueiras e balão. Participe. Informações pelo telefone 605.9121, ramal 230.
SESC Carmo FESTIVAL DE VÔ LEI A D APTAD O E T ÊN IS DE M E S A . Participação do Sesc Carmo, Sesc Pompéia, Sesc São Caetano e Sesc Pinheiros. Dia 19, às 14h. Grátis.
SESC Consolação IR M Ã S GA LVÃ O. Elas interpretam grandes sucessos, acompanhadas de violão e acordeon, valorizando através do seu trabalho a expressão cultural genuína de nosso povo. Festival de quadrilhas, gincana junina, comi das típicas, oficina de papel machê, cami nhada e vídeo completam a programação que é dirigida a associações e entidades comunitárias da Zona Leste e outras regiões de São Paulo. Dia 20, a partir das 9h. Show, às 14h.
SESC Itaquera
sia. Otima oportunidade para encontrar os amigos e reviver antigos saraus. Dia 25, às 15h, no Teatro Sesc Anchieta. Grátis.
SESC Consolação
Férias do Sesc - Jessé Pinto Freire. Passeios ao Jardim Japonês, Lagoa de Pirapitinga e city tour. Pensão completa. De 5 a 9 (saída noturna).
SESC Paraíso TARDE DE C H Á C O M PALESTRA. Tema e data a confirmar no Balcão da Terceira Idade. Grátis.
SESC Pompéia Serviços COOPERATIVA DE SE RV IÇ O S. Ofereça suas habilidades profissionais para a comunida de. Maiores informações no Balcão da Terceira Idade.
SESC Pompéia
I
Férias & Turismo Social
I
Através de um programa específico, aten demos os comerciários e seus dependen tes, oferecendo um turismo de qualidade, economicamente viável, enfatizando os aspectos sócio-culturais de seus roteiros. Desenvolvem-se atividades lúdicas, estimu la-se a criatividade e participação dos inte grantes. São roteiros rodoviários (em ôni bus padrão turismo) com hospedagem em Centros de Lazer e Férias do Sesc ou hotéis conveniados.
Excursões Rodoviárias S A ÍD A S E M J U N H O . De 5, a 9, Presidente Epitácio/SP. De 28 a 30, Águas de Santa Bárbara/SP.
C A L D A S N O V A S (G O ). Estância hidroter mal. Hospedagem na Colônia de Férias do Sesc. Passeios ao Jardim Japonês, Lagoa de Pirapitinga e city tour. Pensão completa. De 22 a 29 (saída matutina).
SESC Paraíso C U R IT IB A (PR). Capital do Estado. Hospedagem no Hotel Paraná Suite. City tour e visita ao Parque Dom Pedro II, Jardim Botânico e Ópera de Arame. Meia pensão. De 6 a 9 (saída matutina).
SESC Paraíso ITATIAIA (RJ). Serra. Hospedagem no Hotel Conora. Passeios a Penedo, Parque Nacional de Itatiaia e city tour. Pensão com pleta. De 6 a 9 (saída matutina).
SESC Paraíso P E T R Ó P O L IS (R J). Serra. Hospedagem no Colônia de Férias Getúlio Vargas Sesc Petrópolis (RJ). Passeios ao Palácio de Cristal, visita a casa de Santos Dumont, Museu Im perial e Igreja Catedral de São Pedro de Alcantara e Teresópolis. Pensão completa. De 6 a 9 (saída matutina).
SESC Paraíso RIO DE JA N EIR O (RJ). Praia. Hospedagem no Sesc Copacabana. City tour. Meia pen são. De 5 a 9 (saída noturna).
SESC Paraíso
SESC São Caetano C ABO FRIO (RJ). Praia. Hospedagem no Hotel Malibu Palace. City tour. Passeios a Búzios e Arraial do Cabo. Meia pensão. De 5 a 9 (saída noturna).
S Ã O PEDR O (SP). Estância climática. Hospedagem no Hotel Fazenda São João. City tour. Meia pensão. De 14 a 16 (saída noturna).
SESC Paraíso
SESC Paraíso Temporada de Férias C A LD A S NOVAS (G O ). Estância Hidrotermal. Hospedagem na Colônia de
B E R T IO G A (SP). Fechada para férias cole-
M atrícula O cartão de m atrícula no Sesc é o seu passaporte para participar, com v antage ns , das várias a tividades oferecidas e ta m b é m desfrutar das pis
PASSEIO A O SESC ITAQUERA. Animado por atividades especiais programadas para a terceira idade. Destaque para o show com as Irmãs Galvão.
cinas, quadras e outros e q u ip am e n to s . Para m atricular-se no Sesc são necessários os seguintes docum entos: Comerciário: carteira profissio
SESC C onsolação - Inscrições de 3 a 10. Dia 20, às 8h30.
salarial. A m atrícula poderá ser feita em q u a lq u er unidade do Sesc e te m
SESC Ipiranga - Dia 20, saída às 8h30. Informações e inscrições a partir do dia 4.
nal do titular, certidão de cas am e n to e certidão de nascim ento dos filhos m enores de 21 anos. A taxa de m atrícula varia de acordo com a faixa v alid ad e nacional de 12 m eses. Comerciário aposentado: carteira profis sional e carnê do IN S S. Não comerciários: d o c um ento de iden tidade e consulta na unidade de interesse sobre a d isp onibilidade de vaga.
PROSA E M Ú S IC A . Tarde especial para os apreciadores de música instrumental e poe
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INTERIOR Ba u r u
Especial C H A L L E N G E DAY. No Dia do Desafio, Bauru estará competindo com as cida des de Petach Tykvar, de Israel e Kosice, da Eslováquia. Dia 5, Oh às 21 h.
M úsica T R IB O D O S O M - J a r d s M a c a lé . O show Livre reúne músicas de Macalé e seus parceiros W ally Salom ão, Capinan, Vinícius de Moraes, Torquato Neto e Xico Chaves, revisa das e reinventadas, numa dedicatória a Hermeto Pascoal. Dia 8, às 21 h, no auditório. R$ 2,00 (matriculados) e R$ 4,00 (não matriculados). S E S C B R A S IL IN S T R U M E N T A L - F lá v io P a n to ja . Apresentação solo do pianis ta carioca no show N e w A ge Sam ba M oderno. Dia 22, às 21 h, no auditório. R$ 3,00 (matriculados) e R$ 6,00 (não matriculados).
Esporte TROFÉU ESPORTE EDUCAÇÃO. Continuação dos jogos do troféu Esporte Educação de futebol de salão infantil. Palestras, clínica e vivências voltadas às crianças, pais e dirigentes integram a atividade. O objetivo é contextualizar culturalmente a modalida de e seus códigos éticos, estéticos e técnicos. Jogos: terças e quintas, das 19h às 21 h e domingos, das 9h às 12h. S E S C B a u ru - Av. Aureliano Cardia, 671. Tel: (0142) 23-6344. C a m p in a s
Especial C H A L L E N G E DA Y. Dia do Desafio Internacional - Campinas X Mirpur. Desenvolvimento de atividades físicoesportivas e recreativas durante todo o dia. Realização de exercícios de impac to: puxar um bondinho em seus trilhos, no Parque Taquaral; colocar um avião bimotor no hangar do Campo dos Amarais. Participação de empresas, associações comunitárias, delegacias de ensino, secretarias municipais (saúde e educação), Secretarias de Administração Regionais (SARs Norte, Sul Leste e Oeste). Ponto Central - coor denado pelo Sesc - Parque Taquaral. Dia 5 de junho.
EM CARTAZ book sobre o trabalho da compositora e cantora. Participação de banda e coral. Dia 20, às 18h30. Local: Teatro de Arena do Centro de Convivência Cultural, Praça Tom Jobim , s/n° Cambuí. Grátis.
Literatura E X P R E S S Ã O C U L T U R A L . Curso O C onceito de M o d e rn id a d e na L ite ra tu ra B ra sile ira A P a rtir do M o vim e n to de 22. Orientação de Léo Gilson Ribeiro. P r o g r a m a : Análise, através de oficinas literárias, das obras de M onteiro Lobato, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Carlos Drum m ond de Andrade, Graciliano Ramos, João Guimarães Rosa, Dalton Trevisan, Cecília Meireles e outros. Carga horária de 20 horas. 30 vagas. De 17 a 21, das 14h às 18h. Local: av. Aquidabã, 509. R$ 10,00. S E S C C a m p in a s - Rua D. José, 1.270. Tel: (0192) 32-9299. C atanduva
Especial F E S T A D E J U N H O . Tradicionalmente realizada pelo Sesc, a festa reforça a identidade cultural e resgata as raízes folclóricas da região. De 5 a 8, das 19h às 23h.
Espetáculo N O IT E F E L IZ . Uma reflexão sobre a família nos dias de hoje, tendo como cenário a noite de Natal. Com Aracy Balabanian e Fernando Eiras. Dia 15, às 21 h. Teatro Municipal.
M úsica M O A C IR FRANCO. Show/baile. Repertório de antigas canções e suces sos atuais. Dia 5, às 23h.
IH U - T O D O S O S S O N S . Com Marlui Miranda. Lançamento de CD e song-
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S E S C C a t a n d u v a - Praça Felício Tonello, 228. Tel: (0175) 22-3118. P ir a c ic a b a
Especial D lÀ D O D E S A F IO . Dia em que as comunidades motivam os cidadãos a participar de uma atividade física qual quer por, pelo menos, 15 minutos con tínuos. Piracicaba X Cidade de Armênia (Colômbia) e Itapetininga X Suzano. Dia 5, de Oh às 21 h.
Exposição G E R A Ç A O 4 5 - 5 0 A N O S . Exposição comemorativa que resume meio sécu lo de existência da Geração de 45, desde as primeiras obras, através de textos, referências iconográficas e edi toriais que definem a nossa história literária e artística. Palestra, oficinas e projeção de slides. De 11 a 30.
P O É T IC A C O N T E M P O R Â N E A . Através de recortes de textos publicados em jornais e textos literários, será apresen tada uma forma de conceber e criar poesias modernas. Orientação de Carlos Moraes Júnior, presidente do Clube dos Escritores de Piracicaba. Dias 15 e 16, das 13h às 17h. R$ 3,00 (comerciário matric.) e R$ 5,00. 20 vagas. S E S C P IR A C IC A B A - Rua Ipiranga, 155. Tel: (0194) 34-4022. R ib e ir ã o P r e t o
M úsica O R Q U E S T R A D E V IO L E IR O S D E S Ã O J O S É D O S C A M P O S . Show com reper tório de compositores de música serta neja. Dia 8, às 21 h.
E sporte C H A L L E N G E D A Y. Dia Mundial do Desafio. As cidades de Catanduva, Taguatinga, Novo Horizonte, Palmares Paulista, Tabapuã, Santa Adélia, Elisiário e Ibirá participarão do torneio em nível estadual e interna cional. Dia 5.
Infantil M úsica
assimilem a cultura e as curiosidades de cada país participante das Olimpíadas de Atlanta. De 24 a 26, das 13h às 17h.
C U R U M IM V A I À A T L A N T A . Programa esportivo e educacional que tem como objetivo fazer com que as crianças
IH U , T O D O S O S S O N S . Espetáculo musical baseado nas pesquisas de Marlui Miranda sobre os povos indí genas da Am azônia brasileira. A arranjadora e solista apresenta um repertório musical e coreografias interpretadas por um grupo de vinte cantores e instrumentistas. Dia 18, às 21 h. Parque Ecológico Maurílio Biagi. Entrada franca.
E sportes D IA D O D E S A F IO . C h a lle n g e D ay . Participarão da competição as cidades de Dhaka e Munshigonj, de Bangladesh, Cajuru, Pontal, Jardinópolis, Serra Azul, Pradópolis e Brodowski e da região. Dia 5, das Oh às 21 h.
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EM CARTAZ C O P A S E S C 5 0 A N O S . Cam peonato de fu te b o l de salão em com e m oraçã o aos 50 anos do Sesc. Equipes fo rm a da s e x c lu s iv a m e n te p o r c o m e rc iá rio s . Início dia 24, às 19M30. Terças e q u in tas, no m e sm o horário.
E xposição O M U N D O S O B R E N A T U R A L D O ÍN D IO . Projeto editorial de Maureen Bisilliat. As im agens fotográficas e os textos foram enco ntrad os em jo rn a is, revistas, m anuscritos, livros, cartas, álbuns fo to gráficos, entre outros, garim pados nos arq uivo s pessoais dos irm ão s Villas Bôas. P a le s tra . O M undo S obrenatural do Indio, com o sertanista O rlando Villas Bôas e o psicanalista David Azoubel Neto. Abertura dia 1, às 9h. De 1 a 12, segunda à sexta, das 13h às 22h e sába dos e dom ingos, das 9h às 18h. Grátis. S
ão
J osé
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R io P r e t o
M úsica N O IT E D O C H O R O . P rogram a co m e m o ra tiv o dos cem anos de P ixin gu in ha , um dos m aiores m úsicos e co m p osito re s de choro, e stilo m u si cal b ra sile iro p or excelência. Com o g ru p o No C alor das Cordas. Dia 7, das 20h às 24h, na Lanchonete. F E S T A J U N IN A . Participação de d iv e r sas d uplas reg ion a is e e ncerram ento de R obe rtin h o do A corde on e Rolando B oldrin, além de qua drilh as, barracas e ativida d es características. Dia 30, a p a rtir das 14h, em toda a unidade. S E S C R io P re to - Av. Francisco Chagas O liveira, 1.333. Tel: (0172) 27-6089. S a n t o s __________________________ C H A L L E N G E D A Y - D IA IN T E R N A C IO N A L D O D E S A F IO . Santos enfrenta as cidades de B ashaboo e M ad rip ur, de B angladesh. Estão previstas a tivid a des na praia, das 7h às 11 h30, na área da Codesp (atracação de navio e puxa r lo com otiva ), na Base Aérea de Santos (puxar avião), no Centro da Cidade (M acroaula de G inástica), às 17h, no Gonzaga (C am inhada/Roller), às 18h e sh o w de e ncerram ento na praça em fre nte ao Sesc, às 20h. Dia 5.
In fantil T R Ê S E S T Ó R IA S P O P U L A R E S . A peça conta as histórias O Curupira, N egrinho do Pastoreio e A Cigarra e a Formiga, narradas de form a lúdica. Dia 9, d o m in go, às 16h. Espaço Cultural Curum im .
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INTERIOR REI L EA R . Espetáculo teatral com texto de W illiam Shakespeare. Com Paulo Autran. Dias 14,15 e 16, às 21 h. No teatro.
F L A M E N G A S - U M A H IS T Ó R IA D E M U L H E R E S . A presentação de dança fla m e nca com o g ru p o Raies. Dia 30, d o m in g o , às 20h. No teatro. S E S C S a n to s - Rua C onselheiro Ribas, 138. Tel: (013) 227-5959. S ão J osé
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Campos
Especial F E S T A J U N IN A D O S E S C . A tividades e nvolvendo manifestações folclóricas, danças típicas, quadrilha, culinária e música tradicion a l. Das 17h às 23h. P ro g ra m a ç ã o : Dia 18. S ho w com Dércio Marques e Déo Lopes, às 20h30. Dia 19. S ho w com João Bá, às 20h30. Dia 20. S ho w com Carmélia A lves e J u lin h o do A cordeon. Dia 21. S how com Roberto e M e irinh o e realização de danças típicas. Dia 22. S h o w com Pena Branca e X avantinho. Dia 23. S ho w com Inezita Barroso. R$ 2,00 (público eventual) e grátis para m atriculados. D IA D O D E S A F IO . Tradicional in te g ra ção m u n dia l entre cid ades, através do esporte. Um dia in te iro de e stím u lo à prática de ativida d es físicas p o r m eio da m o b iliz a ç ã o da co m u n id a d e . M u n ic íp io s p a rticip a n te s: São José dos Cam pos, Jaca rei, G uaratinguetá, Caçapava, São Sebastião e Suzano. Dia 5, das Oh às 21 h.
Inform ática C O N H E C E N D O A IN T E R N E T . Palestra com o a rq u ite to e co n s u lto r A rru d a Becker, que fornecerá in form açõ e s sobre "n a ve g a çã o " na Internet, sanan do d úvidas e o rie n ta n d o sobre os p ri m eiro s passos na rede, através de uso de e qu ip am en tos ilu stra tivos. Dia 4 e 11, às 19h. Grátis.
Exposição R E S G A T A N D O A E S S Ê N C IA . Vinte e duas obras em óleo sobre tela de Eduardo Vilela estarão expostas com o objetivo de repensar a condição humana por meio de livres interpretações dos arcanos maiores do Tarô. Textos de apoio didático escritos pelo psicanalista etarólogo, Paulo Urban. Até dia 16. Grátis.
S how predom inantem ente instrumental, com forte tem pero brasileiro. Dia 27, às 20h30. R$ 3,00 (comerciário matric. e usuário) e R$ 5,00 (público eventual). S E S C S ã o J o s é d o s C a m p o s - Av. D r. A d h e m a r de Barros, 999. Tel: (0123) 22-9811. T aubaté
E special F E S T A J U N IN A . Shows de música ser taneja e MPB. Encerram ento com apre sentação de Sá e G uarabira. Barracas típicas, envo lve nd o as empresas do com ércio local. Q uadrilhas e danças típicas. Dias 21, 22, 28 e 29. C H A L L E N G E D A Y. Participação in ter nacional da cidade de Taubaté e, em níve l e sta d ua l, a p a rticip a çã o das seguintes cidades: Pindam onhangaba, Cruzeiro, Roseira, Cam pos do Jo rd ão e São Bento do Sapucaí. Dia 5.
In fa n til D E S V E N D A N D O O S M IS T É R IO S D O C O S M O S . O o b je tivo é oferecer aos fre qü e nta do re s do Sesc C u ru m im e da rede escolar a o po rtu nid a de de des ve n d a r os m isté rio s da astron o m ia , através de m o n ta g em de um planetá rio para observação de 88 constela ções, 3000 estrelas, planetas, fases da lua etc. O ficinas de confecção de lunetas, exposição de fo to s do espaço side ral (INPE), ciclo de vídeo e ducativo e gincanas. De 10 a 30. S E S C T a u b a té - Av. Eng. M ilto n de A lva ren g a Peixoto, 1.264. Tel: (0122) 32-3566. S ã o C a r l o s _____________________
E special C H A L L E N G E D A Y - D IA D O D E S A F IO . Inte graçã o m u n d ia l e ntre cidades, através do esporte. No Dia do Desafio, São Carlos e nfre n ta P iatra-N ea m t, cidade da Romênia. Dia 5.
N A P A U L A D A D O G A N Z Á . Musical com A ntônio Nóbrega. Dias 11 e 12, às 20h30.
E vento C O P A S E S C - 5 0 A N O S . Torneio come m orativo de futebol de salão e de tênis de campo. Durante todo o mês de junho.
M úsica P R O J E T O D U O L IV R E . Apresentação dos músicos Oscar Ferreira e Martin Müller.
S E S C S ã o C a rlo s - Av. C om endador A lfre d o Massi, 700. Tel. (016) 272-7555.
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POST SCRIPTUM C O R U J A S E F A R D A IS SÉRGIO JOSÉ BATTISTELLI cidadão chega em casa, depois de sua jornada de trabalho. D urante o dia, homens e mulheres mexem com máqui nas e ferramentas, com palavras, idéias, produtos, com tudo o que se possa im agi nar; produzem cultura com suas mãos e mentes e mantêm as engrenagens da eco nomia em movimento. Nas lojas, nas fábricas, nas ruas, nas escolas, nas igrejas, nos supermercados e feiras livres, em toda parte - tudo nesse nosso estranho mundo de fim de século faz barulho. Tudo é inform ação e tudo nos atinge num bom bardeio incessante - numa velocidade incrível e com tal intensidade que, se a n atureza não nos tivesse feito relativam ente surdos ao acúmulo de estímulos de todo tipo que explode à nossa volta, certam ente sucumbiríamos. Mas somos todos assim. D urante o dia, ficam os expostos à informação que vem de fora da vida social propriamente dita, da qual participamos a maior parte do tempo em que não esta mos dormindo. E à noite, vamos para casa, gozar o nosso merecido descanso. Para exprimir a idéia de casa como santuário, um local onde está o abrigo do torvelinho da vida em sociedade, os anti gos cunharam um ditado que dizia que a casa do homem é o seu castelo. A cultura ocidental nos ensina que em nossa casa somos donos de nosso próprio nariz e fazemos o que bem entendemos. Mas talvez já não haja mais castelos como antigamente. Porque, paradoxal mente, ao mesmo tempo em que é porta para nossa privacidade, a casa na aldeia global é uma grande janela aberta para o mundo externo, através da qual a cultura
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social jorra em borbotões. Em frente à telinha colorida, é dentro de casa que viajam os pela rua da cidade, pelo nosso país e pelos confins do planeta; vemos e ouvimos o que há para ver e ouvir,, nas novelas, nas transmissões esportivas, nos noticiários ao vivo via satélite. Quem não se lembra de quem matou Odete Roitman, ou da última Copa do Mundo - ou da Guerra do Golfo, que nos chegava aos capítulos e
em edições extraordinárias, no exato momento em que estava acontecendo? Nos computadores domésticos agora plugados na rede - navegamos por sites, mundos virtuais, correios eletrônicos e aprendemos a esotérica linguagem das máquinas. Os jornais as revistas também estão bem à mão e na cesta ao lado da poltrona confortável e junto ao CD-player digital de última geração. E no som da FM podemos ouvir notícias, música e, é claro, anún
cios criados por incríveis publicitários, enquanto lemos. Para os mais antiquados, há livros. Sobre todos os assuntos, de todos os tamanhos, em todas as línguas, de todos os preços e publicados em tiragens que podem atingir as centenas de milhares de exemplares. Gutemberg não acreditaria, A diferença é que em casa, onde supostamente somos reis, somos sujeitos do processo cultural. Fora, a cultura pro duzida pela sociedade nos atinge sem que possamos impedi-la de chegar até nós. No interior de nossos caste los, pelo menos teoricamen te, somos nós que livremente escolhem os os estímulos culturais que nos interessam. Mas será que essa escolha é tão livre assim? Em que medida os estímulos cultu rais a que estamos sujeitos no nosso cotidiano social nos conduzem às escolhas aparentem ente pessoais de nossa vida privada? O que nos leva ao corolário: até que ponto nossas preferên cias culturais, pessoais, ser vem como escudo para a informação que nos atinge no mundo externo? Um símbolo tradicional do saber - norm alm ente associado à cultura antiga, à filosofia, às ciências e às letras - é a coruja, um pás saro silencioso e solitário, de grandes olhos arregalados que parecem apreen der tudo à sua volta sem deixar escapar qualquer detalhe. Já lá se vão os tempos das corujas: hoje, bandos de pardais pousam sobre nossos telhados e cantam para dentro de nossas casas, cada um a sua música, numa cacofonia interminável e indistin guível. Ao terminar o seu dia de trabalho, o homem retom a ao lar e deseja repousar. Mas não sabe qual canção ouvir.
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Av. Paulista, 9 6 7 -SP
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M atern id a d e, naAv. B rig ad e iro L u iz Antonio, 4805, SP
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H SERVIÇO SGCWLbo COMÉeci ^^ClNIRQ-SQ-gíà l^BHNT-o pICES D£ CA| GlALo^C OM ER GIO
Centros Sociais e Maternidade do SESC nos anos 50 e 60
R u a Conselheiro Saraiva, 48, em Santana, SP
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Rua Augusta, 2075 £5 2 8 2 0 2 1 3
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Rua do Carmo, 147 £ 5 6 0 5 9 1 2 1
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Rua D r. Vila Nova, 245 £ 5 2 5 6 2 3 2 2 Rua Lopes Neto, 89 Cf 8 2 0 6 4 5 4
UNIDADES DO INTERIOR: BAURU - BERTIOGA - CAMPINAS - CATANDUVA - PIRACICABA - RIBEIRÃO PRETO - SA N TO S - SÃ O JO S É DO S C A M PO S - SÃ O CARLOS - SÃ O JO S É DO RIO PRETO - TAUBATÉ