TRÊS CAJUS POR UMA
NOITE - RODRIGO
TEIXEIRA
MOTTA
ATRAVÉS DA ARTE, NOSSOS VALORES SÃO VIVENCIADOS E MELHOR COMPREENDIDOS.
Os artistas que chegam para expor nos espaços do Sesc são quase todos desconhecidos. A maioria é gente jovem, em busca d a oportunidade d e mostrar seu talento. Alguns saem famosos. Tão famosos quanto outros que tam bém expoem aqui e ocupam lugar d e destaque no cenário cultural. Mas se o Sesc valoriza as exposições artísticas, valoriza tam bém trabalhos relacionados ao habitat, à cidade, aos costumes, à geografia, à história, à ecologia, à tecnologia, ao design. É mais uma contribuição do Sesc para o desenvolvimento social. É a cultura, vista e apreciada c a d a vez mais, em toda sua diversidade e beleza.
(PSESO S E R V IÇ O S O C IA L D O C O M É R C IO S Ã O PA U LO
EDITORIAL SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO ■SESC. Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda REVISTA E Diretor Responsável: Miguel de Almeida Editor A ssistente: Sérgio Crusco Projeto Gráfico: Zélio Alves Pinto Equipe de Arte: Leni Gaspar, Rosangela Bego, Marcelo N. Ferreira e Nilton César S. de Souza
Revisão: Celisa Arena Colaboradores: Rachel Régis e Hélio Alcântara Pinto Supervisão Editorial: Jesus Vazquez Pereira Coordenação Executiva: Erivelto B. Garcia A ssistentes Executivos: Malu Mala, ValterV. Sales F9 Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: Glenn Poleti Nunes Conselho de Redação e Programação Diretor: Danilo Santos de Miranda Ana Maria Cerqueira Leite, Andrea C. Bisatti, Araty Peroni, Célia Moreira dos Santos, Cissa Peralta, Cláudia Darakjian T. Prado, Cristina R. Madi, Dante Silvestre Neto, Erivelto Busto Garcia, Eron Silva, Estanislau da Silva Salles, Marco Aurélio da Silva, Ivan Paulo Gianini, Jesus Vazquez Pereira, José de Paula Barbosa, José Palma Bodra, Laura Maria C. Castanho, Luiz Alberto Santana Zakir, Malu Mala, Marcelo Salgado, Maria Alice Monteiro, Marta R. Colabone, Milton Soares de Souza, Paulo José S. Ro drigues, Ricardo Muniz Fernandes, Roberto da Silva Bar bosa, Rui Martins de Godoy, Valter Vicente Sales Filho. SESC São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-000 tel. (011) 284-2111. Jornalista Responsável: Miguel de Almeida MT 14122. A Revista E é uma publicação do SESC de São Paulo, realizada pela MC Comunicação e N’Ativa Marketing Comunicação. Distribuição gratuita. Ne nhuma pessoa está autorizadaa vender anúncios.
relação do Sesc com leiro. Candeias é otimista e, diante o cinema brasileiro é das bilheterias alcançadas no ano pas o tema de capa deste sado por fitas como Beijo 2348/72, de número de E. A re Walter Rogério, afirma: “O cinema portagem especial, do Brasil é viável”. iniciada à página 10, Dentro das comemorações dos conta os diversos projetoscem desenvol anos de amizade de Brasil e Ja vidos pela entidade nos últimos pão, oanos. Sesc Pompéia apresenta o gru Rememora as atividades po realizadas japonês Choro Club, junto com a junto aos cineclubes, as sessões cantora em Epo, considerada uma das salas de sindicatos, o incremento à grandes revelações da música nipôniexibição nos cinemas de cidades do ca contemporânea. A matéria trata ain interior, a inauguração do CineSesc e da do sucesso obtido há anos pela o Festival dos Melhores Filmes do MPB no Japão, onde intérpretes como Ano, que chega à 21a edição. É uma Elizeth Cardoso e grupos como o Zimbo Trio possuem uma legião de fãs. relação duradoura e por demais satis fatória: o CineSesc foi considerado, No mês internacional da mulher, em pesquisa feita pelo DataFolha, co uma reportagem traça o perfil da tra mo a melhor sala de cinema de São balhadora nortuna. Mostra as difi Paulo e o Festival é apontado como culdades e preconceitos que cercam um dos melhores eventos cinemato as profissionais que trocaram o dia pela noite para serem caixas de sugráficos da cidade, sempre reunindo permer-cados, escrivãs de polícia, em suas platéias alguns dos grandes médicas, enfermeiras ou garçonetes. cineastas brasileiros. A matéria revela como ficam os rela No festival que se inicia no pró cionamentos com os maridos e os fi ximo dia 13 de março, uma constata lhos e os percalços encontrados du ção também discutida na matéria de rante a madrugada. capa: pela primeira vez nos últimos A ficcão inédita de março é de anos, as produções brasileiras voltam autoria de João Silvério Trevisan. às telas, conquistando grandes pla Convenção das Máscaras, numa nar téias e críticas entusiasmadas. Estaria rativa sofisticada, é um conto dirigido o cinema nacional reconquistando às gerações futuras da humanidade. seu espaço junto ao, público, depois Autor do recém-lançado Ana em Ber de atravessar um período de dificul lim, Trevisan é apontado como uma dades? A resposta pode ser encontra das grandes revelações da literatura da nos depoimentos e intervenções brasileira contemporânea. que recheiam a reportagem. No humor, a presença do drama Na seção Entrevista deste núme turgo e cenógrafo Naum Alves de ro, o cineasta Ozualdo Candeias fala Souza, com o texto Como Édipo. Seu das propostas para que o cinema bra talento ainda pode ser apreciado no sileiro retome aos sucessos obtidos desenho que ilustra a página. pelas produções nacionais nos anos 50, 60 e 70. Para ele, atualmente fal Danilo Santos de Miranda tam espaços no vídeo, nas produtoras Diretor do Departamento Regional do SESC no E. de São Paulo e nas televisões para o cinema brasi
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Membros Efetivos: Aldo Minchillo, Antonio Funari Filho, Augusto da Silva Saraiva, Ayda Tereza Sonnesen
Losso, Ivo Dall’Acqua Júnior, João Pereira Góes, José Santino de Lira Filho, Juljan Dieter Czapski, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Mauro Mendes Garcia, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, Pedro Labate, Ursula Ruth Margarethe Heinrich. Suplentes: Airton Salvador Pellegrino, Alcides Bogus, Amadeu Castanheira, Fernando Soranz, Israel Guinsburg, João Herrera Martins, Jorge Lúcio de Moraes, Jor Conselho Reginal do SESC ge Sarhan Saiomão, José Maria de Faria, José Rocha Clemente, Ramez Gabriel, Roberto Mário Perosa Jú nior, Walace Garroux Sampaio. Representantes junto ao Conselho Nacional. Efetivos: Abram Szajman, de São Paulo Aurélio Mendes de Oliveira, Raul Cocito. Suplentes: Olivier Mauro Viteli Carvalho, Sebastião Paulino da CosPresidente: Abram Szajman ta, Manoel José Vieira de Moraes. Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda.
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DOSSIE Um curso especial para quem quer aprender a criar um roteiro em vídeo “Uma camêra na mão, uma idéia na cabeça”, diria Glauber Rocha. Para a videomaker Lucila Meirelles, não é bem assim. Primeiro, trabalhar a idéia. De pois, partir para a realização. Esta filo sofia de trabalho ela pretende ensinar na sua Oficina de Roteiro, que começa no dia 2 de maio e vai até Io de junho, às terças e quintas, no Sesc Pinheiros. Analisando roteiros de Win Wenders, Tarkovsky, Eisenstein, Herzog e do próprio Glauber, Lucila mostrará aos alunos diferentes estruturas narrativas, e depois proporá exercícios práticos e a realização de um roteiro coletivo. “O grande problema que eu vejo nas pes soas que querem fazer vídeo ou mesmo cinema é a noção, errada, de que o pri meiro passo é a técnica, de que as coisas acabam se resolvendo na ilha de edição ou na montagem. Há uma carência de se trabalhar as idéias”, comenta Lucila.
A história de Santo Amaro comemorada com esporte e exposição fotográfica As empresas comerciais da região de Santo Amaro estarão em clima de festa de 11 de março a 12 de fevereiro. No Sesc Interlagos, acontece o evento Inter-Largos, dedicado aos trabalha dores do comércio de estabelecimen tos próximos ao Largo Treze, Largo do Socorro, Largo São José e Largo da Cidade Dutra. A programação inclui um torneio esportivo das modalidades futebol society, futebol de salão e vô lei e também muita informação sobre a história do bairro. Uma exposição de fotos mostrará a colonização, a forma ção e o desenvolvimento destes largos. Além disso, duas palestras sobre as origens de Santo Amaro serão proferi das. Os convidados são o poeta e as sessor da Secretaria Municipal de Cul tura Celso Alencar e o artista plástico e escritor Julio Guerra (criador da fa mosa estátua de Borba Gato). Cerca de duas mil empresas comerciais foram convidadas para participar do evento. 4
Cena do espetáculo Seqüências, com a turma das Oficinas de Criatividade do Sesc Pompéia
Volta às aulas na Escola Aberta da Terceira Idade, com muitas novidades Não é só a garotada das escolas e fa culdades que está superanimada com a volta às aulas. Na Escola Aberta da Ter ceira Idade, no Sesc Carmo, o clima de euforia é o mesmo. Ainda mais porque a programação deste semestre vem cheia de novidades, a começar pela ofi cina de clown, apelidada de Sem Medo de Ser Ridículo, que conta com jogos lúdicos, improvisação e colagens. Além dessa, há uma oficina experimental de vídeo, onde os alunos poderão escolher entre ser produtores, diretores, técnicos ou atores. Outro curso em destaque é O Homem e a Busca da Transcendência, que contará a história das religiões. Pa ra os fãs dos nossos compositores, a boa pedida é A História Social da Música Popular Brasileira, Quem quiser partici par, é bom correr: as matrículas para es tes e muitos outros cursos vão até a pri meira semana de março.
Corpo Inteligente: um mês de atividades dedicadas ao bem-estar no Pompéia De 24 de março a 25 de abril, a cons ciência corporal será a grande estrela do Sesc Pompéia, com o projeto Corpo In teligente — Caminho Para o Bem-Estar. Partindo do conceito da Ginástica Vo luntária, que busca dar autonomia cor poral ao aluno, uma série de atividades
está programada para o período. Será instalada na área de convivência do Pompéia uma grande exposição, um tú nel de 150 metros que, durante o percur so, despertará de forma lúdica os cinco sentidos. Dentro da instalação e no con junto esportivo, também acontecerão aulas abertas de capoeira, tai chi chuan, yoga, danças, ginástica voluntária etc. Ainda estão programadas vivências de técnicas pouco conhecidas (como bioenergética, eutonia, feldenkrais, cromoterapia e musicoterapia) e dois workshops com os seguintes temas: Ciência e Cons ciência do Corpo e Semiótica na Comu nicação Corporal. Escolas também estão convidadas a conhecer a instalação. Bas ta telefonar para o Pompéia (864-8544) e agendar a visita.
Oficinas de Criatividade geram Seqüêncium espetáculo teatral inédito No mês passado, os alunos das Oficinas de Criatividade do Sesc Pom péia puderam mostrar seus novos co nhecimentos num espetáculo inédito. Tratava-se de Seqüências, dirigido pe lo catalão Pedro Quesada, da festejada companhia espanhola La Fura Del Baus. A peça reuniu gente de diversas áreas e todo o grupo, batizado de La Anônima Trupe, foi responsável pela cenografia, coreografia, figurinos, tri lha sonora e iluminação, além da per formance. “É um espetáculo global, com um jogo de ação no qual os atores provocam a reação do público”, defi niu Quesada.
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INDICE ENTREVISTA
MÚSICA_ _ _ _ _ _ _
EM PAUTA
O cineasta Ozualdo Can deias comenta os problemas que o atual cinema brasileiro enfrenta, reclama por mais espaço nas salas de exibi ção, na tevê e no vídeo. “O ci nema nacional é viável” , ga rante Candeias, diretor de obras marcantes como A Margem e A Dama do Lago. Ele comenta ainda o sucesso de público obtido por pro duções brasileiras no ano pas sado e discute a necessidade de o Estado criar uma legis lação de proteção ao cinema. “Juscelino fez isso nos anos 50. Por isso, temos a geladei ra brasileira”, afirma. Pg. 6
As comemorações do cente nário da assinatura do Trata do de Amizade entre Brasil e Japão começam este mês. Inaugurando o calendário de eventos que se estenderá até o fim do ano, a apresen tação em São Paulo da can tora japonesa Epo e do gru po Choro Club. A matéria revela ainda o sucesso obti do pela música popular brasileira no Japão durante os últimos anos. Pg. 20
Como o Brasil está cuidando do atleta do ano 2000? O esporte no país tem recebi do o devido apoio do gover no, das instituições e da em presa privada? O tema é de batido em artigos e depoi mentos de Juca Kfouri, Hélio Rubens Aralhe, Rose Neubaer, Rui Martins de Godoy e outros. Pg. 22
NOSSA CAPA
CINEMA_ _ _ _ _ _ _ Conheça uma longa história de amor: a relação do Sesc com a sétima arte, das ses sões improvisadas pelo inte rior à inauguração do CineSesc, em 1979. Desta paixão nasceu um belo “filho”, o fes tival Melhores Filmes do Ano, que este mês entra mais uma vez em cartaz. Pg. 10
MEIO AMBIENTE O projeto Curumim Viva o Verde lança este ano o tema A Casa do Homem — Brin cando de Morar. As crianças que visitarem o Sesc Interlagos com suas escolas vão receber noções básicas de ecologia social e aprender a lidar com os problemas de sua cidade. Pg. 19 Março/95
MULHERES No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, E traça um perfil e mostra co mo é o dia-a-dia (ou noite-anoite) das corajosas trabalha doras noturnas — escrivãs, médicas, garçonetes, geren tes de casas noturnas — que enfrentam preconceitos den tro e fora de casa. Pg. 28
FICÇÃO O escritor João Silvério Trevisan, autor do recém-lançado romance Ana em Berlim, nos mostra Convenção das Más caras, um conto inédito e ex clusivo para E. Pg. 30 R u b e n s G e r c h m a n é d o s m a is r e n o m a d o s a r t i s t a s p lá s tic o s b r a s ile iro s d a a tu a lid a d e . D e s d e o s a n o s 6 0 , s e u s t r a b a lh o s fig u ra tiv o s e c o n c e itu a is p e r c o rr e m o B rasil e o e x te rio r, c o m a m p lo s u c e s s o d e c rític a . A lg u m a s d e s u a s o b r a s , c o m o L o u , L in d o n é ia , V o y e u r A m o ro s o , e n tr e o u t r a s , já p e r te n c e m a o im a g in á r io p lá s tic o do B r a s il c o n t e m p o r â n e o .
HUMOR_ _ _ _ _ _ _ Como Édipo, nosso texto de humor deste mês, é assinado pelo dramaturgo e roteirista Naum Alves de Souza. Partin do de uma situação familiar tri vial, Naum cria uma pequena história tragicômica, ilustrada pelo próprio autor. Pg. 33 5
O CINEASTA E SOBREVIVENTE
CANDEIAS cineasta O zualdo Candeias é um a figu ra controvertida e am ada dentro do ci nem a brasileiro. D es de seu prim eiro longa-m etragem , A M argem, de 1967, até O Vigilante, de 92, prem iado no Festival de B rasília na categoria de m elhor filme, suas produções são marcadas por roteiros substantivos, crus, com u m a clara opção pelo cenário
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brasileiro ocorrido nas ruas. G eralm ente ele prefere trabalhar quase que apenas em locações — e essa característica já se transform ou em um a de suas m arcas. “Film ar na rua, fora de um estúdio, é bem m ais barato” , diz ele, abusando sem pre da ironia para tratar de problem as econôm icos envolvendo suas pro duções cinem atográficas. N a entre vista concedida a E , Candeias — um hom em simples, habitualm ente
vestindo jeans e cam isas de mangas curtas — defende a idéia de que o cinem a brasileiro é totalm ente viá vel. P ara ele, o sucesso das pro duções nacionais conseguido ano passado dem onstra que o mercado, quando orientado pelo Estado, pode retom ar aos níveis obtidos nos anos 50, 60 e 70. Em relação àqueles que defen d em um a cu ltu ra entregue som ente à iniciativa privada, ele recorda que o presidente Juscelino Março/95
K ubitscheck reservou um a parte do m ercado para produtos brasileiros. “É por isso que hoje em dia temos g elad eiras, televisores feitos no Brasil. Por que isso não pode ser ap licado tam b ém ao cin em a?” Prem iado há três anos em Curitiba pelo film e A Herança, com o a m e lhor obra m undial feita a partir de Shakespeare, Candeias reclam a de falta de espaço nos cinem as, no vídeo e na televisão para as fitas nacionais. R ecorda o sucesso feito por trabalhos realizados pelos estú dios da Vera Cruz, ou as produções da cham ada B oca do Lixo, em São P aulo, que eram exibidos em dezenas de salas por todo o País. Às voltas com a elaboração de dois novos roteiros, agora voltados para a televisão, o cineasta não duvida da cap acid ad e de o cinem a brasileiro reencontrar seu público. A seguir, a entrevista de O zualdo C andeias, exclusiva para E , conce dida em São Paulo.
No ano passado, o cinema brasi leiro conseguiu emplacar sucessos de público e de crítica. O que é is so? Mudou o público, a crítica ou mudaram todos? U m cinem a que já produziu mais de cem fitas por ano, com retom o de bilheteria, com parado com esse fenôm eno que é um m ercado possi velm ente com capacidade para ses senta fitas b rasileiras, consegue exibir m eia dúzia de produções, com um retom o pelo m enos apa rente, isso é sucesso? Se você tem m ercado para cinqüenta fitas, pas sam os seis, isso seria sucesso? E s tas fitas que foram bem são sim plesm ente u m atestado da possibili dade de um cinem a rentável no Brasil. O que está faltando é espa ço n a sala de exibição, espaço no vídeo e espaço na televisão. Só não falo de espaço na exportação por que daí os am ericanos m andam os m ariners para cá. C onsiderando que o B rasil sem pre foi caudatário em determ inados eventos. Sendo caudatário, quando acorda, o espaMarço/95
passaria a existir um a obrigatorie dade de trinta ou quarenta dias para film es brasileiros. D ecretos que re presentaram quase sessenta anos de trabalho da classe para ocupar um espaço para seus filmes.
O que seria necessário para o ci nema brasileiro voltar aos núme ros obtidos nos anos sessenta? É espaço nas salas de cinem a, nos canais de televisão e nas produtoras de vídeo. E claro que só quem pode conseguir isso é a m áquina do E sta do, por razões óbvias.
Mas a tevê é privada, o vídeo idem e as salas de exibição tam bém. O Estado deveria então in tervir dentro do mercado?
O Vigilante, longa produzido em 1992
“O cinema brasileiro é viável. A julgar pelas rendas de bilheteria nos anos 60” ço está ocupado. A través de seus m ecanism os, pode-se colocar as coisas no lugar.
Pelo menos podemos identificar um renascimento, o retorno das produções brasileiras às telas? Eu acho que o cinem a da década de 60 provou que o cinem a brasileiro é viável. A julgar pelas rendas de bi lheterias daquele m om ento. H á tam bém que se atinar que naquele m om ento havia um a parte do m er cado destinado à fita brasileira. No m om ento isso não existe. Tanto que o ministro da Cultura esteve em São Paulo e disse que o presidente esta va assinando um decreto em que
C reio q u e não é bem intervir. A cho que cabe ao E stado reserv ar espaços para projetos culturais e não com erciais. Se bem que, nos anos 50 e 60, Juscelino interveio em toda a n o ssa indústria, criando espaço para nossas geladeiras, te levisões. P o r isso tem os tudo isso aí ho je em dia. É bo m lem b rar da b rig a da C o m u n id ad e E u ro p éia defendendo um projeto de audio visual.
Fala-se muito hoje em dia da ne cessidade de o Estado deixar a cultura para ser tocada apenas pela iniciativa privada. O cine ma fugiria dessa regra, caso esta belecida? Não é possível um ci nema brasileiro sem a ajuda do Estado? P recisam o s v er os critérios com os quais a in iciativ a priv ad a iria tra tar de assuntos culturais, onde já está in cluído o cinem a. Pelas leis de incentivos fiscais, federais, m unicip ais e estad u ais, isso já vem sendo feito, ou seja, a ajuda da iniciativ a privada. M as tam bém não d eixa de ser um a p artici pação ind ireta do Estado. C aso es ses p rojetos de audiovisual geri dos pela in iciativ a priv ad a fu n cio 7
dos marginais tinham um a terceira. N ão era difícil chegar aos cinemas — para quem está acostum ado a ver analisar cinem a, com o os críticos — e perceber quando o film e era paulista ou carioca, independente da geografia e dos sotaques. O que não im pedia que esses filmes pare cessem filmes de todo mundo, de qualquer um.
nem , a p articipação direta do E s tado na produção de film es p ode ria ser m ínim a ou quase nula. O Estado deve investir em projetos ciem atográficos que beneficiem o cinem a nacional com o um todo, e não criando projetos para b en efi ciar esse ou aquele produtor, esse ou aquele realizador. M esm o que essas p essoas sejam selecionadas entre os mais de quatrocentos rea lizadores do Brasil, tidos com o com petentes.
Como você virou diretor de cinema?
Dos filmes realizados no ano pas sado, o que provocou tanto o in teresse no público? O Beijo, de Walter Rogério, Lamarca, de Sérgio Resende, ficaram semanas em cartaz. Seria uma espécie de saudade do cinema brasileiro por parte da platéia? N a época boa do cinem a com ercial brasileiro, um film e era lançado em mais de dez salas de circuito — e todas lotavam . A lém do lançam en to simultâneo em todo os “territó rios” cinem atográficos, Brasil afo ra. Q uero repetir que isso prova que o cinem a no Brasil é possível. E s sas fitas, bem trabalhadas, tam bém p o d eriam entrar nos cham ados “territórios” .
O que você está fazendo agora? Estou pensando em fazer dois fil m es. A gora faço os roteiros, enquanto espero para ver com o as coisas vão se definir. C om esse no vo governo, não sei com o ficarão as coisas. Tenho tam bém projetos para a televisão — televisão pobre, é bom que se diga. Seria um a série de reportagens sobre a cidade de São Paulo, as fronteiras brasileiras e ou tros assuntos.
Continua difícil encontrar produ tores para filmes brasileiros? Não é difícil porque não existem. C om capital privado. Sem saudosis mo, na década de 70, aconteceram investimentos volum osos do capital
Personagens inspiradas na gente da rua
privado, principalm ente no cinem a de São Paulo.
Você foi premiado com O Vigilan te. Por que ele não entrou em cir cuito em São Paulo? N ão consegui lançar a fita. Pior: não consegui tirar o certificado de produto nacional, porque até agora não descobri onde funciona o Concine, ou ex-C oncine. Isto porque na virada de 60, 70, pela prim eira vez o cinem a brasileiro teve um a casa, onde se resolviam todos os problem as relativos a cinem a. H o je ele está pior do que m enor aban donado. Ou m aior abandonado.
Alguns críticos detectam a exis tência de uma estética paulista de cinema. Isso de fato existe? Eu acho que para efeito de análise isso é correto. Existe, sim. A Boca do Lixo tinha um tipo de proposta, a Vila M adalena outra, os cham a
P or acaso. E por acaso porque des de que m e lem bro de estar existindo nunca pensei em ser algum a coisa na vida, com o as outras pessoas. Quando eu m orava na beirada da estrada de ferro, queria ser m aqui nista. D epois, em M ato Grosso, vi vendo no m eio dos peões, pensei em ser um deles, dos bons. N unca tive a vocação, m esm o depois de grande, depois de vir m orar em São Paulo. Estudei contabilidade, nunca pensei em ser contador... o que eu praticava era viver, dentro da m e lhor m aneira possível, com aquilo que m e era com patível.
E o cinema... U m dia com prei um a pequena câ m era, achei aquilo engraçado por que podia film ar os m eus filhos pe quenos... A coisa partiu dessa maquininha cham ada K eystone. Em dado m om ento, não houve diálogo entre m im e a câmera. Q uis saber o porquê. Passei a engolir a literatura específica, lendo tudo que havia por aí na praça. E m português e em es panhol. O nde aprendi mais foi nos livros russos. N este m esm o m o mento, eu entrei num sem inário de C inem a, no M asp da 7 de Abril, cu jo diretor era um cara cham ado Plí nio Sanchez. E m seguida m e tom ei cinegrafista de atualidades. Escre via notícias, film av a notícias e m ontava notícias. Às vezes, fazia u m jo m a l inteiro p ara produtores de fora de São Paulo. Paralelam ente, trabalhei em filmes publicitários... N aturalm ente, o que eu queria ser era ser diretor, deixei para trás aquiMarço/95
Io de não querer ser nada. E então trabalhei em todos os setores do ci nem a, em boa parte sem rem unera ção, exatam ente para aprender. Para m im trabalhar em cinem a era fazer um longa-m etragem . E u era e ainda sou m eio radical. Fazia docum entá rio mas achava que isso não era ci nem a. M e preocupei com literatura, antropologia, psicologia brasileiras, porque queria fazer um a fita com cara brasileira.
Brasil que você enxerga, o Brasil das ruas?
Então você fez A Margem, até ho je um marco dentro do cinema brasileiro.
E o que você acha do chamado ci nema de quitinete, onde tudo se passa dentro de um conjugado?
O film e só foi possível por causa da participação de todos os atores e alguns técnicos. E ra um a coopera tiva. M as quem entrou com dinhei ro conseguiu retom o quando lancei a fita.
Ele pode ser tão bom quanto qual quer outro cinema. D epende do te m a que ele trata e da com petência de quem faz. N estas quitinetes, po dem ser encontradas grandes solu ções sociais e políticas.
Qual era o seu desejo quando fez A Margem i O que você que ria e não queria para um filme brasileiro?
Você falou da falta de espaço pa ra o cinema brasileiro em salas de exibição. Mas temos algumas ex ceções, não?
O qu e eu q u eria e ain d a q u ero p a ra u m film e b rasileiro é que ele p articip e da re a lid a d e po lític o s ó c io -c u ltu ral brasileira. N a ru a do T riunfo, n a B o ca do L ixo, d e i xei de faze r alguns film es p o rq u e eles escap av am , não tin h am parte dessas p ro p o stas. Q u an to à e s té tica, eu ac ab ei p e n sa n d o n um m o d elo resu m id o no seguinte: o film e fo i feito em duas partes po r razõ es eco n ô m icas. N a p rim eira p arte, eu ca p rich ei; n a segunda, j á sem d in h eiro , tiv e de tra tar o tra b alh o de o u tra m aneira. A p ri m eira p arte d a fita fo i fe ita to d a co m to m ad as su b jetiv as, de ator p ara ator. L ig eiro exem plo: q u an do u m ca ra aparece, é p o rq u e al gu ém está ven do; se surgem dois, é p o rq u e um te rceiro p resen cia a cena. N ad a tem a v er com A D a m a do L a g o , onde a câ m era é su bjetiv a. A q ui os atores são su b je tiv o s. A seg u n d a p arte tem um ro te iro no rm al, não tem in venção algum a. Março/95
E u consigo v er os outros Brasis. Prefiro nos m eus film es falar do B rasil que precisa ser refeito, ser consertado. D o B rasil bonito, tem um b ocado de gente no cinem a que fala, e ainda m aquiando bem m ais as coisas. M in h a intenção em falar desse B rasil é a de inform ar os responsáveis p o r esses B rasis.
Cena do filme M eu Nom e é Tonho
“Me chamam de primitivo, mas também dizem que pareço com Bunuel, Pasolini” Disseram na época que era uma espécie de cinema primitivo. Você gosta dessa definição? E u acho isso m eio bobagem . N ão sei com o alguém pode ser prim iti vo em cinem a, quando você tem de trabalhar com um m onte de gente e outro tanto de equipam ento. A pe sar de ser tachado de prim itivo, dis seram que era p arecido com Bunuel, Pasolini, então com o fica essa colocação de prim itivo? Se ti vessem m e cham ado de prim ário, até que poderia ter dado mais certo.
Seu cinema sempre é algo cru, das ruas, sem recheio. É esse o
A p artir de 70, surgiram salas p a ra u m cin em a alternativo. C o stu m av am p assar C inem a N ovo, os cham ados m arginais de São P au lo, e foi on d e m eus film es tiveram gran d e aceitação. U m a delas, a m ais bem m ontada, é o C ineSesc. P ara sorte m inha, seu pro g ram a d o r g o sta v a dos m eu s film es. A lém da exibição, passaram d en tro do F estiv al M elhores F ilm es do A no. Q uero dizer que em C u ri tib a, em 93, O V ig ila n te, foi exibido nas salas alternativas da prefeitura. N este film e, o governo do E stado de São Paulo tem 49% . Sobre a ren d a de C uritiba, calcu lei os 49% do co-p atro cin ad o r e liguei para a S ecretaria da F azen da, p orque qu eria rep assar a parte deles. A p esso a que m e atendeu disse que iria verificar com o p o d e ria re c e b e r esse d in h e iro ... A cho m uito bom esse trabalho do CineSesc de exibir realizadores alternativos. E é um a sala para es se tipo de espectador.
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relação do Sesc com o cinema só não é idêntica a uma história de amor porque não traz os ingredientes da insegurança e do ciúme. O Sesc sabe exatamente o que quer. É uma relação perfeita e — fato incomum nas atuais relações amorosas — já du ra 29 anos. Nesse período, gerou dois filhos robus tos: o Festival Sesc dos Melhores Filmes do Ano e o CineSesc. Você vai conhecer esta história, começan do pelo Festival, que abrirá suas cortinas no pró ximo dia 17 (e segue até 13 de abril), no CineSesc. 10
primeira edição do Festival Sesc dos Melhores Filmes do Ano aconteceu em 1974. A idéia era criar um festival baseado na votação dos críticos de cinema. Não deu outra: o evento caiu no agrado de todos e está completando maioridade neste 1995. Naquela época, o Sesc contava com o Teatro Anchieta, uma tela de 35mm e equipamento de proje ção de boa qualidade para levar o pro jeto avante. A receptividade foi ime diata. Os organizadores se vangloria vam de não investir nenhum tostão no
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Com o projeto A Escola Vai ao Cinema, as crianças aprendem a analisar e discutir os filmes; na página ao lado, cena de Beijo 2 3 48/72
festival, pois o aluguel dos filmes era pago com a bilheteria. A crítica apoiou a iniciativa com entusiasmo. E vinte e um anos depois, continua apoiando. O festival mudou de endereço em 1979, quando passou a ser apresentado no CineSesc. Hoje, a programação é o resultado final de um processo que co meça no início do ano, com o acompa nhamento de todos os lançamentos, tan to nacionais quanto estrangeiros. No fi nal de dezembro, é feita a relação dos filmes, afixada no saguão do cinema, para o conhecimento e a votação do pú Março/95
blico, e enviada aos críticos, professores de cinema e programadores, para a vo tação dos especialistas. É estabelecido um prazo e, então, é feita a apuração de todos os votos para revelar o melhor fil me nas categorias nacional e estrangei ro, segundo o público e a crítica. O pas so seguinte é a mostra dos prediletos. Este ano, serão exibidos 28 filmes, entre estrangeiros e nacionais (veja a programação completa no Em Cartaz). Triste curiosidade: nos últimos três anos, a organização do festival teve de suprimir a categoria dos filmes nacio
nais por falta de lançamentos. A pro dução, que estava praticamente para da, no entanto, este ano voltou a toda — onze produções brasileiras engor dam a relação dos filmes. Pela apura ção, os destaques entre os nacionais são Alma Corsária, de Carlos Reichembach; Beijo 2348/72, de Walter Rogério, e Lamarca, de Sérgio Rezen de. A disputa pelo primeiro lugar da categoria estrangeiro certamente será entre A Lista de Schindler, de Steven Spielberg, e Short Cuts — Cenas da Vida, de Robert Altman. 11
Cineclubes “Contanto que reunisse pessoas e desse continuidade ao projeto, valia tudo” Festival Sesc dos Melhores Filmes do Ano não foi, porém, a primeira “cria cinematográ fica” do Sesc. Já em 66, o cinema tinha função importante nas suas unidades fixas e, principalmente, nas unidades móveis — equipes de profissionais das áreas social, esportiva e cultural, com objetivo de levar atividades variadas aos municípios onde o Sesc não man tinha unidades. Munidas de material esportivo, aparelhagem de som, mimeógrafos, apostilas, material de escritório e pro jetores de 16mm, essas equipes chega vam às cidades, promoviam debates sobre os principais problemas da co munidade e realizavam atividades de esportes e cultura. “Éramos uma espé cie de Bye Bye Brasil, chegando com toda aquela parafernália”, lembra Ivan Giannini, técnico do Sesc. O cinema tinha por objetivo a formação de públi co e a semeadura para criação e mon tagem de cineclubes. Os projetores de 16mm Victor Kalart, dos melhores do mundo na época, viabilizaram a apresentação de ciclos temáticos seguidos de de bates. Local para a exibição não era problema. C ontanto que reunisse pessoas e desse continuidade ao pro jeto, valia tudo: paredão de prédio, telões esticados em praças públicas, salas cedidas por sindicatos e salões paroquiais. O público costum ava deixar os lugares na platéia, sempre improvisada, para acompanhar bem de perto a magia da projeção daque las imagens. José Bodra, gerente de apoio operacional do Sesc, lembra a cena: “No início, a vedete era o pro jetor. As pessoas ficavam maravi lhadas ao ver a fita passar por todo o mecanismo aparente do equipamen to e ser projetada na tela! Nós, orientadores, também estávam os
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Nos anos 60, projeções em locais improvisados, como esta, em São José dos Campos
fascinados e tivemos de ter aulas com pessoas como o Jean Claude Bernardet para conseguir manusear a máquina”. A relação pouco familiar com o equipamento provocou situações hila riantes, como esta relembrada por Bo dra: “Havia uma luz que ativava o som do filme, mas o orientador não sabia disso. O filme a ser exibido naquele dia era Veridiana, de Luis Bunuel, mestre espanhol do cinema surrealista. A luz queimou e a projeção foi inicia da. Resultado: Bunuel foi exibido com
legendas, mas sem som. Ao final, an tes de dar início ao debate, o orienta dor apresentou Veridiana como uma das obras-primas do cinema mudo! Is so só podia mesmo ter acontecido com Bunuel”. Centenas de pessoas assistiram a seu primeiro filme de arte, discutiram e se influenciaram através dessas pro gramações, incentivadoras da criação de núcleos e cineclubes pelo interior de São Paulo, que se mantiveram ati vos por um bom tempo depois que os orientadores deixaram as cidades. Março/95
HOJE
E N T R E G A D O S T R O F É U S DO I FES TI VAL DO CIN EM A BRASILEIRO PE S A i PAULO
O CineSesc, situado na rua Augusta, é considerado a melhor sala de exibição da capital, segundo pesquisa realizada pelo DataFolha
CineSesc “O l s Festival do Cinema Brasileiro de São Paulo foi o programa da inauguração” Março/95
esde essa época, a agitada dé cada de 60, ciclos e mostras de cinema em 16mm, seguidos de debates sobre temas específicos, como a filmografia de um diretor ou de um país, faziam parte das progra mações. O objetivo era formar um pú blico crítico e exibir filmes importan tes da cinematografia .mundial. As sessões aconteciam na colônia de fé rias do Sesc Bertioga, no litoral paulis ta, e na maioria das unidades do inte rior e da capital. Mas, à medida que os filmes 16mm foram rareando e sendo
substituídos pelo vídeo, o Sesc, atento a esse processo, deu a sua grande saca da (e tacada) para dar continuidade ao seu propósito inicial: inaugurou o Ci neSesc em 1979, na rua Augusta. O I o Festival do Cinema Brasilei ro de São Paulo foi o programa da inauguração. Diretores, produtores e atores do cinema nacional, além do farto público, lotaram a sala durante a temporada do festival, na primeira se mana de outubro daquele ano. A Volta do Filho Pródigo, de Ipojuca Pontes, foi escolhido como o melhor filme pe 13
lo júri composto pelos críticos Ruben Biáfora, Rubens Ewald Filho, Carlos Motta, Pola Wartuck e José Carlos Spiewack. Em seguida, o CineSesc lançou A Encruzilhada das Bestas Hu manas, de Fassbinder, filme que reve lou para público e crítica de São Paulo um novo cineasta alemão, que se tor naria cult. Exibir regularmente filmes de qua lidade que não encontram espaço no circuito comercial é o objetivo princi pal do CineSesc. Mas, no início, a des confiança dos distribuidores foi gran de, pois não acreditavam que aquela iniciativa pudesse lhes render prestígio e retomo financeiro. Essa situação foi mudando com o sucesso dos filmes ali exibidos. Fogo e Paixão, da dupla brasileira Paul Kogan e Isay Weinfield, estourou a partir de seu lançamento: permaneceu dois meses em cartaz, com a sala de 336 lugares lotada. Asas do Desejo, de Wim Wenders, bateu o recorde, com um ano de exibição e sa la cheia diariamente. O CineSesc emplacou como lan çador de filmes brasileiros, principal mente os malditos, junto aos cinéfi los e ao público universitário. Além da programação normal e dos festi vais anuais, foram criadas sessões al ternativas, como a Sessão Cinemate ca, às dez da manhã de sábado, apre sentando o acervo da Cinemateca Brasileira, na época sem sala para exibi-lo. Obras raras do cinema mun dial, como Acossado, de Jean Luc Godard, compunham a programação que ficou em cartaz de 83 a 85. A Es cola Vai ao Cinema começou em 80 e até hoje exibe principalmente fil mes brasileiros, de segunda a sexta, também às dez da manhã, para alunos das escolas interessadas. O programa inclui sinopses dirigidas aos profes sores para posterior discussão e aná lise dos filmes em sala de aula. Luiz Alberto Zakir, gerente e pro gramador do CineSesc, faz a progra mação a partir de mostras e festivais, excluindo os filmes distribuídos pelas grandes empresas. Programação, pro jetores de alta qualidade, boa acústi ca, limpeza, conforto e o fum oir (um bar estrategicamente montado no fun do da sala de exibição, separado das cadeiras tradicionais por uma parede de vidro), fazem do CineSesc um ponto de encontro cultural e de conví vio social. 14
Diversão, Pipoca e Guaraná Ana Maria Cerqueira Leite D esde os tem pos passados, quando nossos colegas iniciaram sua peregrina ção pelas cidades do interior, em que um a cam inhonete levava o cinem a, passando pelas sessões realizadas às segundas e terças no teatro Anchieta, até a inauguração do cinem a em 7 9 e c hegando aos tem pos atuais, o Sesc desenvolve um trabalho de fo rm ação de público em suas unidades da capital e do interior através de ciclos, retros pectivas, debates e cursos. O CineSesc é um a unidade especia lizada, ten tan d o desenvolver m etas em relação ao cinem a. Em geral, a sala é lançadora, exibindo film es inéditos com exclusividade. O critério da escolha de film es é sem pre baseado na busca de fi tas que d esem p enhem papel cultural, além de proporcionar ao público a opor tunidade de assistir a espetáculos cine m atográficos de qualidade. A través desse processo seletivo, o cinem a tem procurado atuar na fo rm a ção do jo vem espectador, parte da pro posta da função educativa realizada de m aneira prazerosa, sem esquecer o la do criativo, crítico e fantasioso, do m o derno con tador de histórias que é o ci nem a. O diretor Guilherm e de A lm eida Prado, referindo-se ao período de pou quíssima produção do cinem a brasilei ro, nos anos de crise, disse na Revista da USP, ng 19: "Fazer cinem a sem di nheiro é possível, o que é bem mais di fícil é fazer cin em a sem um país". Acrescente-se que a cara de um país é a cara de seu cinem a e que qualquer proposta cultural d eve valorizar sua pró pria criação e sua identidade. O cinem a da entidade leva essa pre-
Zakir tem a responsabilidade de ge renciar a “melhor sala de exibição de São Paulo”, condição ratificada pelas pesquisas do DataFolha dos últimos anos, e, de certa maneira, formar um público jovem para o cinema: “Há uma sessão alternativa, às 14h30, da qual o público universitário é assíduo fre qüentador. Exibimos grandes filmes, como Paris, Texas, de Wim Wenders, ou A Marca da Maldade, de Orson Welles, a que as gerações mais novas não assistiram em suas primeiras exibições”.
missa m uito a sério e só não conseguiu exibir mais produções nacionais porque seus realizadores queriam seus filmes lançados em rede, o que só pode ser viabilizado através dos grandes distribui dores. Porém nunca faltou espaço para exibição de curtas-m etragens. Rádio A uriverde, Osw aldianas e, recentem ente, O Efeito l/ha são alguns exem plos de longas-m etragens lançados pelo CineSesc. Beijo 2 3 4 8 / 7 2 foi o lançam ento de m aior sucesso nos últimos anos e está nos planos futuros a exibição de mais tí tulos nacionais e pré-estréias, com o a de Perfum e de Gardênia. Durante uma projeção, é na tela que se observa a aventura humana, realizada a cada filme. São histórias tocantes como as narradas em Paisagem na Neblina ou em Leola, universos mórbidos e psicológi cos, com o em Vício Frenético ou em Co lapso do Desejo, e por vezes, misticismo e religiosidade, com o em O Mahabharata. O público form ado por com erciários é o alvo principal da política cultural de senvolvida pelo Sesc. Entre eles, m uitos dos freq üentadores da sala são estu dantes, universitários, atores, artistas plásticos, casais de m eia idade e cinéfi los. O CineSesc é ponto de encontro tradicional em São Paulo das pessoas que a m am o cinem a. E é sem pre lá que eles vêem ou revêem Os M elh o res do A n o e os film es da M o stra In ternacional na mais com p leta tradução da fórm ula "cinem a, pipoca e guaraná", ou seja, no en can to sem pre renovado do ritual de um a sessão de cinem a.
Ana Maria Cerqueira Leite é técnica do Sesc
O apoio incondicional ao cinema brasileiro é outra marca registrada do CineSesc. O exemplo mais atual fica por conta de Beijo 2348/72, de Walter Rogério: “Ele tinha duas cópias. Uma veio para o CineSesc e a outra ficou com ele, rodando pra lá e pra cá, pois estava difícil encontrar exibidor. Eles alegavam não atrair público com aquele filme. Provamos o contrário: permaneceu quase três semanas em cartaz, com o cinema lotado todo dia”. Março/95
Cristina Mutarelli e Mira Haar em cena de Fogo e Paixão, de Isay Weinfeld e Mareio Kogan, mais um sucesso de bilheteria do CineSesc
0 Filme Nacional Será verdade que o brasileiro não gosta do produto nativo? Março/95
ao que parece o cinem a bra sileiro está voltando m esm o com tudo. É o que indica a produção do ano passado: onze fil m es novos foram concluídos. W alter R ogério, que lançou o seu B eijo sete anos depois de tê-lo film ado, lem bra: “A Em brafilm e, m esm o com to dos os problem as, era um a estrutura física que se encarregava de lançar e distribuir nossos filmes. C om sua extinção, tudo ficou paralisado e o cinem a nacional sofreu um autênti
E
co sucateam ento. O film e que acabei de rodar, O lhos de Vampa, produzi do pela M agia Film es, reuniu profis sionais desde a B oca do Lixo até o pessoal da Vila M adalena” . Segundo ele, a crise no cinem a é mundial, mas no Brasil se agrava em função da nossa realidade: “O m er cado m undial é quase todo ocupado pelos am ericanos, e aqui pratica m ente os produtores não existem mais. Eles sabem que seu dinheiro sai e, provavelm ente, não volta. En15
i Indignação, talento e muito trabalho Carlos R e ic h e n b a c h é um g a ú c h o d e P o rto A legre, a p a ix o n a d o pelo c in e m a e crítico fero z da s itu a ç ã o a q u e c h e g a ra m o s c in e a s ta s n o s ú ltim os a n o s. C arlão, c o m o é c h a m a d o p e lo s a m ig o s , c o m e ç a c o n v e rs a n d o c a lm a m e n te , t e n ta n d o ex p licar o q u e h o u v e co m o c in e m a b rasileiro d e s d e a d é c a d a d e 6 0 . M as, à m ed id a q u e o s f a to s ex p lo d e m em s u a m em ó ria , a e m o ç ã o vai, a o s p o u c o s , to m a n d o c o n ta d e m ais e s s e "herói d a re s is tê n c ia " . S e g u n d o o c in e a s ta , fa z e r c in e m a no Brasil a tu a l te m sid o um a to d e re sis tê n c ia e te im o sia , d a d o o c e n á rio d e s o la d o r c o n s tr u íd o e m 1 9 9 0 , q u a n d o a E m brafilm e foi e x tin ta e a c la s s e a rtístic a d e s m o ra liz a d a p elo ex -p re s id e n te Collor. "É e v id e n te q u e a a titu d e d o exp re s id e n te foi to m a d a p a ra q u e n ã o s e re g is tra s s e m im a g e n s d e s e u g o v e rn o a b s o lu t a m e n t e c o rr u p to " . M as, e a g o ra ? M u d a r d e p ro fissã o , c o m o fez o "jo rnalista" A rn a ld o J a bor? C arlão n ã o c o m p a rtilh a d e s ta p o s tu ra . E d e te c ta o s p rin c ip ais p ro b lem a s, c o m o p o n to d e p a rtid a p a ra a b u s c a d e s o lu ç õ e s : "Toda vez q u e o u ç o fala r e m in d ú stria c in e m a to g rá fic a tre m o n a s b a s e s . T e m o s d e a s su m ir q u e o c in e m a na A m éri c a L atina é a rte s a n a to , b a rra q u in h a .
fu n d o d e q u in ta l, m a s c o m ta le n to e c o m p e tê n c ia . E sse n e g ó c io d e fil m e s p a d ro n iz a d o s n ã o fu n c io n a . P a ra s e p a g a r n o Brasil, o film e n ã o p o d e c u s ta r m ais d e U S $ 6 0 0 mil. O c in e m a b rasile iro só d e u c e rto q u a n d o a tin g iu a s c la s s e s C e D. No final d a d é c a d a d e 7 0 , c h e g a m o s a p ro d u zir 1 2 0 film e s p o r a n o , a p re s e n ta n d o M azzaro p i, c o m é d ia m u si cal, p o rn o c h a n c h a d a , film e d e te r ror e tc . M as a elite é e x tr e m a m e n te p re c o n c e itu o s a " . 0 tra n q ü ilo C a rlã o p e rd e a s e r e n id a d e q u a n d o s e le m b ra d e q u e o p ú b lic o d o c in e m a b ra s ile iro foi a f a s ta d o e q u e , p e lo m e n o s a c u rto p raz o , d ific ilm e n te v o lta rá à s s a la s d e e x ib iç ã o : "O E s ta d o tiro u n o s s o p ú b lic o n o m o m e n to e m q u e p e r m itiu a e le v a ç ã o d o p re ç o d o in g r e s s o d e 8 0 c e n ta v o s d e d ó la r p a ra a té U S $ 4! T irou n o s s o p ú b lic o q u a n d o a c a b o u c o m o p rê m io a d i c io n a l d e b ilh e te ria , c o m a lei d a o b r ig a to rie d a d e e c o m a p r o d u ç ã o d o p a ís. P o rta n to , o E s ta d o q u e d e volva n o s s o p úblico!" A a b e rtu ra d e u m a linha d e c ré d ito p a ra a p r o d u ç ã o c in e m a to g rá fi ca, n o s m o ld e s d o q u e o c o rre c o m a a g ric u ltu ra , s e ria u m a a lte rn a tiv a , s e g u n d o o d ire to r d e A lm a C o rs á ria : "É um in c e n tiv o q u e s e rá p a g o d e
pois. M as te m d e a c a b a r e s s a h istó ria d e s e le c io n a r o p ro je to p e lo ro teiro . Q u e m faz o film e é o c in e a s ta , n ã o o e s c rito r o u o ro te irista . Há q u e s e lev ar e m c o n ta to d o o p ro je to: q u e m irá p ro d u zir, c o m o s e rá p ro d u zid o , q u e m vai dirigir, s e a h is tó ria é b o a , s e s e rá b e m f o to g ra fa d a , s e a m ú sic a é fo rte e tc . É um ris co, te m d e te r a v a lista , e a g a ra n tia é s e u p ró p rio n eg a tiv o ". A p ro d u ç ã o d e o n z e film es em 1 9 9 4 d e v e s e r to m a d a c o m o um ale n to . N ão q u e C arlão a lim e n te g r a n d e s e x p e c ta tiv a s e m re la ç ã o ao a tu a l g o v e rn o , m a s a lg u n s sin a is e s tã o d a n d o o to m d o q u e p o d e rá e n tra r e m c a rta z b re v e m e n te : "Está o c o rre n d o a lg o sim ilar a o q u e o c o r reu c o m o C in e m a Novo. A s p e s s o a s e s tã o r e d e s c o b rin d o o c in e m a b rasi leiro e a c u ltu ra d e m o d o g eral. O pú b lic o q u e e s tá n o s a s sis tin d o é e s s e n c ia lm e n te u n iv ersitário (1 7 a 2 4 a n o s), e p ro c u ra o film e b rasileiro po r e s ta r s e n tin d o falta d o p ró p rio c in e m a b rasileiro . E o fu tu ro ? 0 c in e m a e s tá co m o s d ia s c o n ta d o s p o r c a u s a d o v íd eo e d a tele v isã o ? "N ão. V ídeo é p e re c í vel e o c in e m a te m a tra d iç ã o d e s e r te s te m u n h a d a s u a é p o c a , reg istra n do-a, d o c u m e n ta n d o -a . S e m c in e m a n ã o e x is te a h istó ria d e um país".
quanto a Rede G lobo tiver todo o m onopólio à sua disposição, não dá nem para com eçar a conversa. Ela montou um esquem a próprio, pa gando m al seus funcionários e pro duzindo tudo a custo de banana. É um esquem a fechado que, no fun do, representa a nossa herança co lonizada, contando com o apoio da estrutura do poder. M as quem é que vai m exer nesse vespeiro?” De uns tempos para cá, houve a difusão da idéia de que o brasileiro
não gosta de filme nacional. Waltinho, com o é cham ado pelos amigos, afirma: “Isso tem a ver com a nossa estrutura colonizada, com a dom ina ção da estética am ericana e com a força da cultura audiovisual no Bra sil, em função do alto índice de anal fabetismo. O brasileiro tem dificul dade de encarar os filmes brasileiros, porque são o seu próprio espelho” . Já o organizador da M ostra In ternacional de C inem a em São Paulo, Leon Cakoff, tem outra ex
plicação: “A realidade do povo bra sileiro o obriga a ter quatro preocu pações antes do lazer (cinem a in cluído): alim en tação , h ab itação , saúde e educação” . E aproveita pa ra elogiar a atuação do Sesc na área de cinem a, ressaltando apenas, que “só o Sesc é m uito pouco; precisa mos de fundações que prom ovam a produção cinem atográfica e da coprodução das retransm issoras de TV, que, aliás, é o que tem m antido o cinem a na E uropa” .
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Março/95
Cena de Asas do Desejo, do diretor alemão Win Wenders, o grande campeão de audiência do CineSesc, que ficou um ano em cartaz
Final Feliz Na época em que o vídeo começou a tomar o lugar dos film es de lóm m , o Sesc resistiu Março/95
Sesc sempre teve uma forte identificação com a sétima arte. Na opinião do cineasta Sérgio Muniz, que participou da implantação e dirigiu a Escola Internacional de Cine ma e TV, em Cuba, a instituição “tem grande valor na formação e reaproximação do público com o cinema, especial mente o brasileiro. Além do CineSesc, oficinas, como as que realizei no Sesc Campinas e Catanduva, confirmam isso. Durante três dias em cada cidade, orien tando aulas de até quatro horas de dura ção por dia, tive a oportunidade de pas
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sar informações históricas da cinemato grafia mundial, ilustradas por fragmen tos de filmes clássicos exibidos em ví deo. Atividades como estas são essen ciais para a formação de espectadores críticos”. Oficinas com esse perfil e, também, de caráter de criação e produção de ci nema freqüentemente complementam a programação cultural do Sesc. Além de Sérgio Muniz, Júlio Munhoz e Márcio Jacovani são dois outros exemplos de cineastas que encontraram espaço na entidade para contar um pouco do que 17
Grandes clássicos da cinematografia mundial, como A Marca da Maldade, de Orson Welles, podem ser conhecidos pelas novas gerações
sabem a respeito da rica trajetória do cinema, para iniciados e espectadores curiosos. Roberto Santos, Sérgio Bianchi e Ozualdo Candeias, importantes direto res do cinema brasileiro, também cola boraram estreitamente com outras ini ciativas. No início da década de 80, época em que o vídeo começou a tomar o lugar dos filmes de 16mm, o Sesc re sistiu, encontrando nesses diretores for tes aliados. Com as latas de seus filmes debaixo do braço, eles chegavam ao Sesc Consolação para exibir e debater 18
suas obras com uma platéia de ávidos cinéfilos e leigos interessados. No interior de São Paulo, o Sesc vem funcionando como uma espécie de oásis cultural, ao apresentar filmes clássicos e de indiscutível qualidade em meio a Stallone, Schwarzenegger & cia. Em São Carlos, por exemplo, cidade de 150 mil habitantes, com uma grande concentração estudantil, existe apenas um cinema, o Cine Studio I, que geralmente exibe filmes co merciais, como acontece na grande maioria das cidades distantes da capi
tal. A saudável exceção fica por conta da Semana Sesc de Cinema, que exibe filmes universais, como Paisagem na Neblina, do grego Theo Angelopoulos; Não Amarás e Não Matar ás, do polonês Krzysztof Kieslowski. Os cinemas comerciais de Catanduva e Araraquara também têm sido contemplados com esse tipo de pro gramação, para a alegria dos amantes do bom cinema. Criação de cineclubes, mostras em 16mm, cinema nas praças, ativação de salas com programação de qualidade, debates, festivais e quantas idéias mais iluminarem o Sesc serão muito bem-vin das para que esta história de amor conti nue sua trajetória feliz e seja infinita. Março/95
A MARÇO/95
Em Cartaz
DE SAUDE DO SESC DA GRANDE S. PAULO
O m ultiinstrum entista H erm eto P a sc o al to ca na O rq u e stra M ágica
HERMETO PASCOAL NO PARQUE LÚDICO DE ITAQUERA. UM CONCERTO NOS INSTRUMENTOS GIGANTES DA ORQUESTRA MÁGICA
■ H U TEATRO
■
.
Q1
2
GINÁSTICA VOLUNTÁRIA
6
MÚSICA
2
RECREAÇÃO
7
EXPOSIÇOES
3
CURSOS & OFICINAS
8
CINEMA
4
INFANTIL
16
VÍDEO
5
TERCEIRA IDADE
19
ESPORTES
5
TURISMO SOCIAL
22
CAMINHADA
6
SERVIÇOS
23
|
Música
Teatro
SHOWS
SESC São Caetano
SESC Paulista
Show d e H erm eto P a s c h o a l n a O r q u e s tra M ágica do P a rq u e Lúdico do S e s c Itaq u era. Im provisando n os in stru m e n to s g ig a n te s d a o rq u e s tra d e b rin q u ed o (h arp a, violino, sin o s e b u m b o s, e n tre o u tro s), o M ago da m ú sic a in stru m en tal p ro m e te lev ar o público a um a d e liran te viag em ao m undo do so m . Além d e s e u s m ú si c o s, H erm eto tra z um “m olho h a r m ôn ico ” p a ra o show : s u a flau ta e se u sa x o fo n e . Dia 12 à s 15h.
☆
parte da história de Patrícia Galvão, poeta, jornalista e revolucionária da d é cada de 30. Te Beijo de Longe integra o Projeto Angu, de Gerson S teves e Marília Piva. Dia 9 à s 20h. R$ 2,00 (comerciário matric.) R$ 4,00. SESC Pinheiros
☆ DENISE STOCKLOS. M ary Stuart, e s petáculo solo baseado na vida de duas rainhas, apresentado há oito anos em trinta e um países. De 21 a 29. De terça a sábado à s 21 h e domingo à s 20h. SESC Pompéia
mentista e intérprete mineiro, acom pa nhado do percussionista Marçal, do gui tarrista Victor Biglione e do baixista Jamil Jo an es, abre o projeto Ouvindo Estrelas/95. João Bosco fala de su a s in fluências m usicais ao crítico Zuza Ho mem de Mello, responde a perguntas do público e ap resenta seu trabalho mais recente, o show Na Onda Que Balança. Dia 7 à s 21 h.
☆ S IN F O N IA NO P A R Q U E LÚ D IC O .
SESC Itaquera
☆
SESC Pom péia
EPO E CHO RO CLUB. C a n to ra e
☆ ZIZI POSSI. A presenta o espetáculo Valsa Brasileira, com repertório ecléti
co de com positores tradicionais da MPB, com o G eraldo Pereira e Chico Buarque. De 8 a 19. De quarta a s á b a do à s 21 h e domingo à s 20h. SESC Pom péia
☆ W A L T E R F R A N C O . Show d e re la n
SICA
J o ã o Gilberto, Jo h n Lennon e Jo h n C a g e ”. Dia 10 à s 20 h 3 0 . E sp a ç o de C o n vivência (220 lu g are s). G rátis. C o n v ites a n te c ip a d o s .
MA ESTRO PO R TINHO . A com panha do pela pianista R osária Gatti e pelo grupo N osso Choro, vai com em orar o 59 aniversário do Instru m e n ta l S esc Paulista. Dia 6 à s 18h30. Grátis.
JOÃ O BO SCO . O compositor, instru TE BEIJO DE LONGE. A peça narra
Música
ç a m e n to d e s e u s p rim eiros d isc o s, a g o ra em CD: W a lte r F ra n co e R e volver. C la ssific a d o com o m aldito, d ev id o à re p e r c u s s ã o do público n o s festiv a is d e m ú sic a d o s a n o s 70, tem s e u tra b a lh o b a s e a d o no tro p icalism o e no mix em q u e ele próprio s e definiu: “Um a m istu ra d e
c o m p o sito ra d e m ú sica popular ja p o n e s a a p r e s e n ta - s e a c o m p a n h a d a pelo grupo Choro Club, form ado por Shigeru S a s a g o no violão, Oh Akioka no bandolim e Joji S a w a d a no c o n tra b a ix o . O C h o ro Club tam b é m in te rp re ta rá a lg u n s c lá s s ic o s d a m úsica brasileira n e s te show , que faz p arte d a s c o m e m o ra ç õ e s do c e n ten ário d a a s sin a tu ra do T ratad o de A m izade e n tre Brasil e J a p ã o . Dias 13 e 14 à s 21h. SESC Pom péia
☆ PAULO LEPETIT. O baixista, com seu quinteto, vai m ostrar o repertório de seu primeiro CD Le P etit Comitê. Dia 13 (segunda) à s 18h30. Grátis. SESC Paulista
SERVIÇO SOCIAL DO COMERCIO - SESC.
Coordenação Executiva: Erivelto B. Garcia
Barbosa, José Palma Bodra, Laura Maria C. Castanho, Luiz Al
Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajman
Assistentes Executivos: Malu Mala, Valter V. Sales P Supervisão Gráfica: Eron Silva
berto Santana Zakir, Malu Mala, Marcelo Salgado, Maria Alice Monteiro, Marta R. Colabone, Milton Soares de Souza, Paulo Jo
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sé S. Rodrigues, Ricardo Muniz Fernandes, Roberto da Silva
Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda Em Cartaz
Conselho de Redação e Programação
Barbosa, Rui Martins de Godoy, Valter Vicente Sales Filho.
Diretor Responsável: Miguel de Almeida
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SESC São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-000 tel. (011) 284-2111. Jornalista Responsável: Miguel de Al
Pinto. Equipe de Arte: Leni Gaspar, Rosangela Bego, Mar
Ana Maria Cerqueira Leite, Andrea C. Bisatti, Araty Peroni, Cé lia Moreira dos Santos, Cissa Peralta, Cláudia Darakjian T. Pra
celo N. Ferreira, e Nilton César S. de Souza Revisão: Celisa
do, Cristina R. Madi, Dante Silvestre Neto, Erivelto Busto Gar
Arena Colaboradores: Rachel Régis e Hélio Alcântara Pinto Supervisão Editorial: Jesus Vazquez Pereira
cia, Eron Silva, Estanislau da Silva Salles, Marco Aurélio da Sil
de São Paulo, realizada pela MC Comunicação e N'Ativa Marketing Comunicação. Distribuição gratuita. Nenhuma
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pessoa está autorizada a vender anúncios.
meida MT 14122. Em Cartaz é uma publicação do SESC
Música
Música
ANGELA MARIA. Além de uma hom e
nagem a Elis Regina por seu aniversá rio, e s se show vai reabrir a program a ção especial para os Grupos da Tercei ra Idade do S esc Itaquera. Angela Ma ria m arca este evento cantando gran d es su c esso s interpretados por Elis, como Vida de Bailarina. Dia 16 à s 14h.
rev elação e m elhor c an to ra pop/rock. Zélia tev e o se u último trabalho cita do na lista d o s d ez m elhores álbuns latinos de 1994 d a revista Billboard. De 30 a 2 d e abril. De quinta a s á b a do à s 21 h e dom ingo à s 20h. SESC Pom péia
SESC Itaquera
ANIMAÇÃO MUSICAL RENATO TEIXEIRA E BELCHIOR. Dois nomes que se destacaram na MPB e que foram descobertos por Elis Regina, reco nhecida lançadora de novos talentos. As músicas Romaria e Como Nossos Pais serão o ponto alto do repertório, na voz de seus autores. Dia 19 à s 11 h. SESC Itaquera
G RUPO REVIVENDO. Formado em
1993, o grupo ap resen tará repertório de choro e sam b a de antigos e co n sa grados compositores, como Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth e Pixinguinha. Com Osvaldo Colagrande no vio lão de se te cordas, Mário Moretti Filho no bandolim, Alcides J o sé Prado no c a vaquinho e Arthur Bernardo Júnior no pandeiro. Dias 4 e 11 à s 16h. Grátis. SESC Consolação
M AURÍCIO EINHO RN. O consagrado gaitista s e apre se n ta rá junto com Nel son Aires ao piano e Arismar do Espí rito Santo no baixo. O trio, para nin guém botar defeito, prom ete improvi sa ç õ e s inesquecíveis. Dia 20 (segun da) à s 18h30. Grátis. SESC Paulista
Q UARTETO DE CO RDA S DE BRA SÍLIA. Vai a p resen tar repertório de
m úsicas brasileiras. D estaque para um concerto de Villa-Lobos. Dia 27 (segunda) à s 18h30. Grátis. SESC Paulista
☆ ZÉ LIA DUN CAN. A intérprete e com
positora gravou se u primeiro disco em 1990, o que lhe rendeu d u a s indi c a ç õ e s p ara o prêm io Sharp, com o
ARN ALDINHO E SEU CONJUNTO.
Trazendo o cavaquinho de volta para a li nha de instrumentos solistas, Arnaldinho apresenta repertório com os choros mais conhecidos do grande público. Odair Felício no violão de sete cordas e Sérgio Fasaneli no pandeiro formam a sua banda. Dias 18 e 25 à s 16h. Grátis. SESC Consolação
☆ ADYEL. Jornalista formada, há 8 anos
largou tudo para se dedicar à carreira musical. Começou em casas noturnas e teve como ponto marcante em sua traje tória a participação no musical Emoções Baratas, de José Possi Neto. Neste show, acompanhada do guitarrista Renato Con sorte, apresenta repertório eclético de As sis Valente a Jimmy Hendrix. Dia 24 às
Música 20h30. Espaço de Convivência (220 lu gares). Grátis. Convites antecipados. SESC São Caetano
MUSICA ERUDITA GRUPO CLUSTER. Formado por músi cos que m esclam a m úsica camerística erudita com a popular, o Cluster ap re se n ta uma roupagem nova, ab e r ta a todas a s form ações possíveis a partir da su a base: flauta, violão e vio loncelo. Jo su é Trindade, Evon Piffer e Ubaldo Rizzaldo Jr., formam o trio. Dia 15 à s 21 h. R$ 1,50 (comerciário matric.) e R$ 3,00. SESC Ipiranga
Q U A T E R N A G L IA . Form ado pelos v iolonistas Breno C h av es, Eduardo Fleury Nogueira, Fábio R am azzina e Sidney Molina Jr., o qu arteto de vio lões interpreta o b ras d a m úsica oci d ental. No program a, Villa-Lobos, Leo Brouwe, Stravinsky e Estércio M. C unha. Dia 22 à s 21 h. R$ 1,50 (com erciário matric.) e R$ 3,00.
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S E S C Ip ira n g a
POSIÇÕES
Membros Efetivos: Aldo Minchillo, Antonio Funari Filho, Augusto da Silva Saraiva, Ayda Tereza Sonnesen
■1>SESC
Losso, Ivo Dall’Acqua Júnior, João Pereira Góes, José Santino de Lira Filho, Juljan Dieter Czapski, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Mauro Mendes Garcia, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, Pedro Labate, Ursula Ruth Margarethe Heinrich. Suplentes: Airton Salvador Pellegrino, Alcides Bogus, Amadeu Castanheira, Fernando Soranz, Israel Guinsburg, João Herrera Martins, Jorge Lúcio de Moraes, Jor Conselho Reginal do SESC ge Sarhan Salomão, José Maria de Faria, José Rocha Clemente, Ramez Gabriel, Roberto Mário Perosa Jú de São Paulo nior, Walace Garroux Sampaio. Representantes junto ao Conselho Nacional. Efetivos: Abram Szajman, Aurélio Mendes de Oliveira, Raul Cocito. Suplentes: Olivier Mauro Viteli Carvalho, Sebastião Paulino da Cos Presidente: Abram Szajman ta, Manoel José Vieira de Moraes. Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda.
SER V IÇO SO CIA L DO CO M É RC IO 8Â O PAULO
Exposições ELIS, ESSA MULHER. Exposição do acervo de família — discografia, obje tos pessoais, publicações na imprensa e bilhetes de amigos para Elis Regina. Program ação especial em com em ora ção ao m ês de seu aniversário. SESC Itaquera
☆ W O M AN ON BO TTLE. No Dia Inter
nacional da Mulher, o artista plástico Saulo Di T arso m ostra a s u a “g e o m e tria do c a o s e com pulsão gráfica” atra v é s da figura fem inina. Na ex p o sição, 42 d e s e n h o s em nanquim e grafite so b re papel. Antônio T adeu Passarelli vai exe cu ta r ao piano tre chos de O C ravo B em Tem perado, de J. S. Bach, na noite da inaugura ção. A bertura dia 8. De se g u n d a a se x ta d a s 9h à s 22h e s á b a d o s d a s 9h à s 18h. Até dia 18. Grátis.
CINEM A NO ABC. Mostra de cartazes
Dia 19 V estígios do Dia.
dos filmes da Com panhia Cinematográ fica Vera Cruz e da reconstituição em m aquete da primeira sala de exibições da cidade de São Caetano, inaugurado na d écada de 20. Na abertura do even to será exibido o filme O Mundo de A nô nimo Jr., em hom enagem ao cineasta Aron Feldman. Inauguração dia 23 às 20h. Até 30 de abril. Grátis.
De J a m e s Ivory.
S ESC São Caetano
em técnica m ista sobre tela. Aos 28 anos, Kudo traz em se u curriculum a m enção de várias e x posições interna cionais. Nova Yorque, Lisboa e Tó quio abriram a s galerias p ara s u a s te las. Segundo a opinião do crítico Olívio T avares de Araújo, im erecidam en te: Kudo já p a sso u da fase d a s p e s q u isas de linguagem e do espírito de e x p erim entação e pinta seg u ro o uni verso da a b stra çã o informal. Inaugu ração dia 9. De se g u n d a a se x ta d a s 10h à s 19h. Até dia 30. G aleria SESC Paulista
☆ AS O RIG ENS DE S ANTO AM ARO .
Exposição fotográfica. R esgate da his tória da colonização, form ação e d e senvolvimento dos Largos 13 de Maio, Socorro, Cidade Dutra e São Jo sé, pontos de referência na vida política, social e econôm ica dos santam arense s. Inauguração com palestras de Celso Alencar, poeta e a s se s s o r da Secretaria Municipal de Cultura, e Júlio Guerra, artista plástico e escritor. De 11 a 30 de abril. Grátis. SESC Interlagos
De Krzysztof Kieslowski. Dia 21 A F ra ternida de é Vermelha.
De Krzysztof Kieslowski. Dia 22 Na R oda da Fortuna.
De Ethan e Joel Coen. Dia 23 Tudo é Verdade. De Richard Wilson, Myron M eisel e Bill Krohn. Dia 24 F ila d é lfia .
De J o n a th a n D em m e.
☆
Dia 25 Tão Longe, Tão Perto,.
De Wim Wenders. CO RPO INTE LIG E NTE . Instalação lú
Dia 26 A Casa dos Espíritos.
dica na qual o público poderá testar os se u s sentidos d as m aneiras mais inusi tadas. A exposição terá várias atividades paralelas, como performances e aulas abertas, entre outras que envolvem a sensibilidade e a consciência corporal. A partir do dia 24 à s 19h30. Grátis.
De Bille August.
De Jean-Luc Godard.
SESC Pom péia
Dia 30 A m o r à Queim a Roupa.
SESC São Caetano
JAM ES KUDO. M ostra de pinturas
Dia 20 A Igu a lda d e é Branca.
Dia 27 O B eb ê S an to de Mâcon.
De R eter G reenaw ay. Dia 28 Em N om e do Pai.
De Jim S heridan. Dia 29 Infelizm ente para Mim.
De Tony Scott.
c I IV 12
11a
Dia 31 H o m e m O lh an do ao Sudeste.
De Eliseo Subiela. Dia 19 de abril O S o rg o V erm e lho .
De Z h an g Yimou. Dia 2 A É poca da Inocência.
De Martin S c o rse s e . Dia 3 D e safio no Bronx.
De R obert De Niro. Dia 4 A Rainha Margot.
De Patrice C héreau. Dia 5 B eijo 2 348/72.
De W alter Rogério. Dia 6 A Terceira M a rg em do Rio.
De N elson P ereira d o s S an to s. Dia 7 Veja Esta Canção.
De Carlos D iegues.
FESTIVAL SESC DOS M ELHORES FILMES DO ANO. Dia 17 o C ineSesc
Dia 8 Lam arca, d e Sérgio R ezen d e. Dia 9 A lm a Corsária.
d a rá início à XXI e d ição do se u Festival. Ótima oportunidade para re ver ou ficar em dia com o s m elhores fil m es lançados em 94. Público e crítica escolheram os m elhores, entre todos os lançam entos do ano. S hort Cuts Cenas da Vida, de Robert Altman, abre a tem porada e é forte candidato a levar o primeiro lugar. A lm a Corsária, de Carlos R eichenbach, é um dos mais cotados da categoria filme nacional.
De Carlos Reichenbach. Dia 10 A m o r e R e s to s H u m a n o s.
De D en y s A rcand. Dia 11 O P a g a m e n to F in a l.
De B rian De P a lm a . Dia 12 O G u a rd a d o r da M ontanha.
De Mario B renta. Dia 13 Tem pos de Viver.
Dia 18 A Lista de Schindler.
De Zhang Yimou. O s 28 filmes do Festival podem se r vistos n a m elhor s a la d e cinem a da cidade. A ntes de sair d e c a s a infor m e-se s o b re o s horários d a s s e s s õ e s e confirm e a p ro g ram ação pelo tele fone 282.0213.
De Steven Spielberg.
CINESESC
Dia 17 Short Cuts - Cenas da Vida.
De Robert Altman, escolhido como o melhor filme de 94.
Vídeo
D E 0 VID EO R A P. Hoje é praticam ente im
possível entender o m undo sem co nhecer a s linguagens criadas pela tec nologia. O videoclipe é um a delas. O rap é a m úsica d a s citações, colagens, scratching ; poesia urbana pura. Para ficar m esm o por dentro d e s se univer so, é só acom panhar a program ação: Dia 17 à s 19h, lançam ento do videoclip do RPW, com show ao vivo da banda. Dia 18 à s 14, exibição do vídeo Sabotage, m ostrando o último trabalho do grupo Bestie Boys.
Esportes d a s co m éd ias m ais bem repercuti d a s d a Vera Cruz, p raticam en te s e q ü ê n c ia d e S a i da Frente. E à s 20h, O C angaceiro, d ireção d e Lima Bar reto, com Alberto R uschel, Milton Ri beiro, M arisa P rado e Adoniran Bar bo sa; primeiro êxito internacional do cin em a brasileiro, prem iado em Cann e s com o m elhor filme d e av en tu ra. Auditório (50 lugares). Pro jeção em telão. Grátis.
Esportes TO RNEIO DE FUTSAL. Finais dos jo
gos do Grêmio Recreativo Classista Platinum. Dia 2 d a s 19h30 á s 21h30. SESC Pompéia
☆ II TO RNEIO INTERNO DE FUTSAL BRASANITAS. Finais dia 4 d as 9h30
à s 11h30. SESC Pom péia
SESC São Caetano
☆ VID EÓ PERA. Primeira s e s s ã o do pro jeto que aco n tecerá toda última terçafeira do m ês, com a a p resen tação do m aestro Roberto Manzo de um a p eça operística. Para abertura, a obra Aída, de G iuseppe Verdi, que retrata o e n volvimento am oroso entre um a e sc ra va etíope e o guerreiro egípcio Radam és, tam bém disputado pela princesa Amnéris. Dia 28 à s 19h. Auditório (40 lugares). Projeção em telão. Grátis. SESC São Caetano
☆ TO R N E IO IN TE R N O DE FU TS A L NANI CO NFECÇÕ ES. Aos sáb ad o s.
Dias 4, 11, 18 e 25 e 1g de abril d as 14h à s 15h30. SESC Ipiranga
☆ TO RNEIO S
RELAM PAG O S. Quatro
modalidades durante o mês. A cada fim de sem ana, um jogo diferente. Inscri ções no local dos jogos, momentos an tes da partida. Dias 4 e 5 tênis, dias 11 e 12 lance livre, dias 18 e 19 Street bali, dias 25 e 26 vôlei. Às 10h e 15h. SESC Itaquera
SESC Ipiranga
☆
☆ IM A G E N S DA V ER A CRU Z. Mostra paralela d a exposição Cinem a no A BC, com filmes produzidos pela Ve ra Cruz. Dia 27 à s 18h, Sinhá Moça,
direção de Tom Payne e O sw aldo Sam paio, com A nselm o Duarte, Eliane Lage e Ruth de S ouza; m enção ho nrosa nos festivais de V eneza e Berlim. E à s 20h, Tico Tico no Fubá, direção de Adolfo Celi, com Anselm o Duarte, Tônia C arrero e Ziembinski; um a d a s produções m ais c a ra s da Com panhia. Dia 28 à s 18h, Floradas na Serra, direção de Luciano S alce, com Cacilda Becker, Jardel Filho e IIka S o a res. E à s 20h, S ai da Frente, direção de Abílio Pereira de Almeida e Tom Payne, com M azzaropi, Leila Parisi e Ludy Veloso; primeiro s u c e s so cinem atográfico de Amácio M az zaropi. Dia 29 à s 18h, Nadando em Dinheiro, direção de Abílio P ereira de Almeida, com M azzaropi, Ludy Velo so, Nieta Junqueira, Vicente Leporace, Liana Duval e Xandó Batista; uma
CAM PEO NATO PAULISTA INDOOR
PORTES
DE ARCO E FLECHA. Abertura do circuito de com petições lndoor/95. A Federação Paulista de Arco e Flecha e stará realizando a primeira e tap a do cam peonato, com a participação dos m elhores arqueiros do Estado de São Paulo, n as categorias masculino e fe minino. Dia 5 a partir de 9h. Grátis. SESC Ipiranga
☆
ESPO RTEM PRESA . Setor especiali zado em a s se s s o ra r e desenvolver program ações esportivas e recreati vas, com a finalidade básica de pro m over a integração entre a s em p resas com erciais e se u s funcionários. Ativi d a d e s como: torneios e cam peonatos (organização e realização), locação de quadra para “bate-bola” e recreação, reservas de q uadras para intercâmbio de em p resas, prom oções especiais para facilitar o a c esso d as em p resas a outros eventos da unidade.
FESTIVAL ABERTO DE VÔLEI MIS TO. Para funcionários de empresas do
SESC Pompéia
comércio e seus dependentes. Inscrições
FUTEBOL, CARNAVAL E CIA. Pro gram ação visando a integração entre em p resas de vários segm entos do co mércio. Final do Torneio de Futsal. Dia 6 à s 19h30. SESC Consolação
☆
Caminhadas até dia 8. Início dia 10 às 19h. Os jogos acontecerão às sextas das 19h30 às 21h30. Taxa de inscrição R$ 70,00. SESC Consolação
☆
TORNEIO ABERTO DE BASQUETE.
Aberto a equipes na categoria m ascu lino adulto (acima de 15 anos). Inscri çõ es de 8 a 19. Início dos jogos dia 26. V agas limitadas.
Ginástica Voluntária aproxim ado de 5 a 7km. Dia 15 (quar ta) à s 19h. Grátis. SESC Ipiranga
☆
SESC Ipiranga DO T E N IS E S C
CAMPEONATO VERÃO/95 DE FUTSAL. Jogos da Dinap S/A. Dias 11,1 8
e 25 a partir das 9h30. Finais em abril.
CAMINHA
SESC Pompéia
AO
IB IR A P U E R A .
Percurso de 8km p elas ruas do Itaim Bibi e a la m e d as do parque. Aberto ao público. Dia 18. S a íd a à s 10h. Grátis. TENISESC
☆
☆
INTERACADEMIAS FEMININO. Alu
S A N TO S , V IA TR E M . A S e r r a do
nas e professoras do TeniSesc e de academ ias convidadas poderão m os trar o seu jogo nas quadras da unidade. Dias 11 e 1 2 a partir das 13h. Inscrições até dia 9. R$ 8,00 por tenista.
M ar, com s u a v e g e ta ç ã o d e M ata A tlâ n tic a , p o r si s ó já é um c o n v i te a e s te p a s s e i o d e tre m . Na B a ix a d a S a n tis ta , a c a m in h a d a vai a c o n te c e r n a p ra ia , com p a r a d a no S e s c S a n to s . O re to rn o a S ã o P a u lo s e r á feito em ô n ib u s f re ta d o . Dia 2 6 . S a íd a à s 7 h . In s c riç õ e s a p a rtir do d ia 14.
TENISESC
☆ PROJETO INTER-LARGOS. Torneios
destinado aos trabalhadores no comér cio dos largos 13 de Maio, Socorro, Ci dade Dutra, São Jo sé e proximidades. M odalidades: futebol society, futebol de salão e vôlei. Início dia 12. SESC Interlagos
CLUBE DA CAM INHADA . Percurso ecológico pelas trilhas e b o sq u es da unidade. Inscrições no setor de infor m ações. Domingos à s 10h. Grátis.
☆ CLUBE DA CAM INHADA . Estím ulo à
Abertura dia 13 à s 19h. Jogos terças à s 19h e sá b ad o s à s 9h.
prática de atividades corporais que favorecem o siste m a m uscular, além de serem relax an tes e propiciarem n o v as a m iz a d e s. C a m in h a d a pela á re a v erde d a unidade. S á b a d o s e dom ingos à s 10h.
SESC Consolação
SESC Itaquera
☆ V COPA M ACHLINE DE FUTSAL.
☆ G ARRA FEMININA. C opa de Futebol de Salão Feminino. Abertura dia 19 e a s rodadas vão acontecer ao s domin gos à s 10h. Aberto a comerciários e público em geral. Inscrições gratuitas. SESC Itaquera
☆ COPA APS DE FUTSAL. C am peona to envolvendo funcionários de em pre s a s a ta c a d ista s de m ateriais para construção, elétricos, hidráulicos, fer ragens, ferram entas e tintas, filiadas à APS. Participação de 20 equipes da região. Abertura dia 25 à s 10h. SESC Itaquera
SESC Ipiranga
☆
SESC Interlagos
PARQUE DA INDEPEN DÊN CIA. P e r c urso de aprox im ad am en te 5km, p er correndo á re a s do p arque, com o o B osque do M useu Paulista, o s J a r dins F ra n ce se s, a C a s a do Grito e ru as próxim as. Dias 5 e 19 (domin gos) à s 9h30. Grátis.
S ANTOS, VIA TREM. D escida para o
litoral pela Serra do Mar, a bordo do trem turístico. A cam inhada vai aco n te cer n as praias de Santos, com percur so de aproxim adam ente 6km. Dia 26. S aíd a à s 7h. Exclusivo para os alunos da unidade. SESC Consolação
INASTICA EB IVOLUNTA
SESC Ipiranga
☆ C AM INHADA URBANA NOTURNA.
O bairro do Ipiranga possui relevo fa vorável à s cam inhadas: ruas que s e al ternam em descid as e subidas, longos trechos planos, além da rica arquitetu ra aliada à calm a da noite. Percurso
Novo m étodo, mais p razeroso e parti cipativo de fazer ginástica, de acordo com o ritmo e a s condições físicas de cad a um. A cad a m ês, serão aborda dos tem as diferentes, em nível teórico
I
Ginástica Voluntária e de exercícios, sobre atividade física, s a ú d e e bem -estar. Inform e-se no S e s c m ais próximo sobre v a g a s e condições. S ES C P om péia - A ulas com d u ra ç ã o de 50 m inutos, d u a s v e z e s por s e m a n a , no s p e río d o s d a m an h ã, ta rd e e noite. A partir de 15 a n o s. R$ 9 ,0 0 (c o m e rc iá rio m atric .) e R$ 18,00. E a u la s so m e n te a o s s á b ad o s, com 80 m inutos d e d uração. A partir d e 15 a n o s. Às 9h30, 11 h, 14h e 15h30. R$ 6,75 (com erciário m atric.) e R$ 13,50. SESC Ipiranga - De 16 a 44 anos: ter ça s e quintas à s 15h30, 16h30, 18h30 e 20h30, quartas e se x ta s à s 18h30, 19h30 e 20h30 e sá b ad o s à s 10h30, 11 h30 e 14h30. Acima de 45 anos: ter ç a s e quintas à s 15h30 e quartas e se x ta s à s 16h30. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$18,00. SESC São Caetano - Duas aulas s e m anais de 50 minutos. Segundas e quartas, à s 6h30, 7h30, 8h20, 16h30, 17h20, 18h10, 19h e 19h50. Terças e quintas à s 6h30, 7h30, 9h10, 14h, 14h50, 16h30, 17h20, 18h10, 19h e 19h50. R$ 7,00 (comerciário matric.), R$ 13,00 (usuário matric.) e R$ 18,00. SESC Carm o - S egundas e quartas à s 8h, 12h, 17h, 18h10 e 19h10, ter ç a s e quintas, 8h, 12h, 17h, 18h10 e 19h10. R$ 7,00 (comerciário matric.) e R$ 14,00.
S EM ANA A LTERN ATIVA . A ssociada ao novo tem a d a GV T écn icas Alter nativas, o ferecerá a s se g u in te s ativi d ad es: jogos lúdicos, d a n ç a e x p re s são , aeróbica, a u to m a ssa g e m , d a n ç a de salão , yoga, alongam ento, hidrod a n ç a e hidroginástica, en tre outras atividades aq u á tic as De 20 a 24 a partir d a s 19h. Exclusivo p ara o s alu nos d a unidade.
SESC Consolação - De se g u n d a a
s á b a d o a partir d a s 9h15. D uas a u las se m a n a is, R$ 11,00 (com erciário matric.) e'R $ 22,00. Uma a ula s e m a nal, R$ 8,25 (com erciário matric.) e R $ 1 6 ,5 0 . SESC Pinheiros - S egundas e quar tas ou terças e quintas d a s 7h à s 20h30. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00. S extas das 7h à s 17h30 e sá b ad o s à s 8h30. R$ 6,75 (com erciá rio matric.) e R$ 13,50.
m a dos próximos três m eses. Terá co mo finalidade informar a s riquezas d as técn icas alternativas corporais, oci dentais e orientais. SESC Consolação
SESC C onsolação
TEMAS DO MÊS SISTEM A C A R DIO -RE SP IRATO RIO .
S erá o tem a de março, desenvolvido atrav és de atividades que trabalham a resistência aeróbica. TE NISE S C
CO RPO . A c a d a se m a n a s e rá abor dado um novo tem a relacionado ao corpo hum ano. SESC São Caetano
☆ HAB ILID ADES FÍSICAS. Serão abor dados conceitos e fundam entos das qualidades básicas da atividade física, como agilidade, coordenação, flexibilida de, força muscular e resistência, com aplicação variada de exercícios. SESC Ipiranga
TENISESC - Aulas d uas ve z es por s e
m ana. S egundas e quartas ou terças e quintas. 14 turm as distribuídas nos ho rários da m anhã, tarde e noite.
TÉ CNICAS ALTERN ATIVA S. É o te
ATIVIDADE FISICA E VERAO. O s cui dados com a alim entação, vestuário e os exercícios mais ad eq u ad o s para a estação . Aulas integradas ao projeto Verão Latino, através d a m úsica e d an ça. Atividades noturnas n as salas e no deck. A partir do dia 1a.
R ECREAÇÃ O . V isa o d e sen v o lv i m ento e s p o n tâ n e o e a g ra d á v e l do público em s e u s m om entos de lazer, com objetivo de satisfazer n e c e s s id a d e s fundam entais d e sociabilização, e x p re ssã o e renovação d e energias. Contribui, d e s ta forma, p ara m elhorar a qualidade d e vida. O program a ofe rece rec re a çã o esportiva orientada em b a sq u ete , futsal, tênis de m esa e vôlei. De terç a a se x ta d a s 18h30 à s 21h30, s á b ad o s, dom ingos e feriados d a s 9h30 à s 17h30. Nos fins de s e m an a e feriados, tam bém sã o progra m ad as atividades e sp eciais com fute bol e b a sq u ete d a s 10h à s 11 h e vô lei d a s 14h à s 14h30. Obrigatória a p re s e n ta ç ã o d a carteira S e s c de m atrícula atualizada. SESC Pom péia
☆ RECREAÇÃO ESPORTIVA. Nas mo
M A PE A N D O ... Retomada d as ativida d es corporais, através do reconheci mento do corpo. As aulas de GV abor darão a imagem corporal, o corpo an a tômico e o equilíbrio.
d alidades de vôlei, b a sq u ete, futsal e tênis de m esa. P ara participar é n e c e ss á ria a a p re se n ta ç ã o da carteira S e s c de m atrícula atualizada e trajes a d e q u ad o s. O material é fornecido pelo Sesc. Vôlei e b asq u ete: de s e gunda a quinta d a s 17h à s 19h, sex ta d a s 17h à s 21h30 e s á b a d o s d as 13h15 à s 17h30. Futsal: s á b ad o d as 14h à s 17h30. Tênis de m esa: s á b a do d a s 14h à s 17h.
SESC Pinheiros
SESC Consolação
SESC Pom péia
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Recreação DOMINGO DROPS. A cada domingo uma prática esportiva e recreativa dife rente. Dia 5 à s 14h, Festival de Futebol de Botão. Dia 14 às 14h, Arco e Flecha. Dia 19 às 14h, Dardo. Dia 26, Festival de Peteca em Duplas. Grátis. SESC Ipiranga
☆ EROS & ERROS. Sarau literário com
perform ance que dá nom e ao evento e lançam ento dos livros de poem as, Rakare, de Gerson Dudus e Vide-Verso, coletânea do grupo Pim enta Meeting, formado por poetas da região. Dia 17 à s 20h30. E spaço de Convivência (220 lugares). Grátis. SESC São Caetano
☆ FEIRA DO SOM. Vários estilos musi cais, em vinil, c a ss e te e com pact-disc, para compra, venda e troca. Dias 26 e 27 d a s 10h à s 17h. Grátis. SESC Interlagos
☆ FESTA REGGAE. O ritmo musical
nascido na Jam aica se rá o tem a d este m ês para a confraternização de alu nos e freqüentadores do S e sc São C aetano. A anim ação ficará a cargo da banda Shalla Bali. No repertório, m úsicas próprias, além de clássicos de P eter Tosh, Bob Marley e UB40, entre outros. Dia 31 à s 19h30. E spaço de Convivência (220 lugares). Grátis. Convites antecipados. SESC São Caetano
ÇURSOS&
Cursos & Oficinas
ATIVIDADES ESPORTIVAS CAPO EIR A. Arte de origem afro-brasi leira que promove autoconhecim ento, domínio d a m ente, desenvolvim ento fí sico e ex p ressão corporal. SESC Carm o - T erças e quintas à s 20h10. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00. SESC São Caetano - S á b a d o s à s 11 h
e terç a s e quintas à s 20h40. R$ 13,00 (com erciário matric.) e R$ 15,00. SESC Pinheiros - T e rça s e quintas à s 17h e 20h. R$ 17,82 (com erciário matric.) e R$ 35,64. E s á b a d o s à s 10h. R$ 15,11 (com erciário matric.) e R$ 30,22.
☆ JUDO . Arte marcial d e origem jap o n e
s a que s e utiliza d e técn icas e táticas que estimulam os m ovim entos, provo cando a ç õ es de forma harm ônica. S E S C P o m p éia - H o rário s d e m a nh ã, à ta rd e e à noite. A partir d e 6 a n o s . R$ 9,0 0 (co m erciário m atric.) e R$ 18,00 por d u a s a u la s s e m a n a is e R$ 4 ,5 0 (co m erciário m atric.) e R$ 9,0 0 a o s s á b a d o s .
Segundas e quartas à s 18h. R$ 7,00 (co merciário matric.), R$ 13,00 (usuário ma tric.) e R$ 18,00.
KUNG FU. Arte m arcial c h in e sa que fav o re c e a força, a velo cid ad e, a p rec isão e a c o o rd e n a ç ã o n o s movi m en to s. T am bém p ode s e r utilizada com o m eio d e d e fe s a p e sso a l. A p a r tir d e 15 a n o s. Q u a rta s e s e x ta s à s 2 0h. R$ 10,00 (com erciário matric.) e R$ 20,00. S ESC Pom péia
☆ M ERG ULH O . C urso básico. E n cerra
m ento com o “batism o ” no litoral nor te d e S ã o Paulo. A história do m ergu lho reg istra a bravura d o s m ergulha d o re s d a G récia antiga, q u e s e utili zavam d e s s a prática p a ra m inar a s d e fe s a s su b m a rin a s d o s inimigos e, a o m esm o tem po, b u sc a r a harm onia com o fundo do m ar e s u a s b e le z a s. De 7 a 24. A ulas teó rica s à s te rç a s e q u in tas à s 19h. A ulas p ráticas à s q u a rta s e s e x ta s à s 19h30. Preço total do curso: R$ 23 5 ,0 0 (com erciá rio matric.) e R$ 300,00. S ESC Ipiranga
☆ NATAÇÃO . M étodo Á g u a S e s c , c u ja
SESC C onsolação - C oordenação de
Douglas Vieira, form ado em E ducação Física pela USP, m edalha de prata na Olimpíada de Los Angeles. 25 v ag as por turma. T erças e quintas à s 20h30 e sá b ad o s à s 10h30. R$ 17,50 (com er ciário matric.) e R$ 35,00.
☆ KAR ATÊ. Iniciação e desenvolvim en to d os fundam entos d a m odalidade qu e favorece o equilíbrio e a d e fe sa p esso al. S u a prática desenvolve autodisciplina, agilidade e concentração.
FIC IN A S
Cursos & Oficinas
SESC Carm o - Q uartas e s e x ta s à s 20h10. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00. SESC Sao Caetano - Turmas mistas.
fin a lid a d e é e n v o lv e r o alu n o com a ág u a, p a s sa r n o çõ es de saú d e, h ig ie n e , a lim e n ta ç ã o , s e g u r a n ç a e laz e r; alé m d e in fo rm a ç õ e s e c o ló g ic a s a s s o c i a d a s com a tiv id a d e s d e m erg u lh o e s a lv a m e n to . SESC São Caetano - T u rm as infan tis, adulto e terceira idade. O p ção p a ra d u a s a u la s s e m a n a is d e 45 m inu to s c a d a ou um a a u la se m a n a l d e 60 m inutos; n os m ódulos a d a p ta ç ã o e a p erfe iç o a m en to . P iscin a d e 12m, c o b erta e aq u ecid a. Vários horários d e se g u n d a a sá b a d o . De R$ 9,00 a R$ 22,00 (com erciário matric.) e de R$ 12,50 a R$ 30,00. SESC Ipiranga - Iniciaçao a tecm ca dos estilos crawl e co stas. De 16 a 44 an os. T erças e quintas à s 18h30
19h30 e 20h30, quartas e se x ta s à s 18h30, s á b ad o s à s 9 h 3 0 e 11h.
VÔLEI FEM ININO . Curso realizado inicialmente dentro do projeto A M u lh e r e Sua Idade, e hoje em dia d e
S E S C C o n s o la ç ã o - N ad o s craw l e c o s ta s Nível I (iniciação) e Nível II (ap e rfeiç o a m e n to ) com d u ra ç ã o de I a 4 m e s e s c a d a nível. 25 v a g a s por turm a no Nível I e 15 v a g a s por tu rm a no Nível II. S e g u n d a s e q u a rta s à s 10h, 17h30, 19h30 e 2 0 h30. T e rç a s e q u in ta s à s 12h 15, 17h30, 18h30, 19h30 e 20 h 3 0 , s e x ta s à s 10h, 17h30, 18h30, 19h30 e 2 0 h 3 0 e s á b a d o s à s 9h15, 10 h 15 e 12h15. R$ 17,50 (com erciário m atric.) e R$ 35,0 0 por d u a s a u la s s e m anais e R$ 13,25 (comerciário matric.) e R$ 26,50 por um a aula sem anal.
senvolvido como curso regular. Dirigi do a m ulheres entre 40 e 55 anos. Procura dar oportunidade para a prá tica esportiva do vôlei com o aprendi zado, desenvolvim ento físico, descontração e socialização. Q uartas e se x tas à s 16h. R$ 7,00 (comerciário m a tric.) e R$ 4,00.
☆ SECOS E M O LHADO S. Program a e s
pecial para reabertura da piscina: a u las ab e rta s de n atação e hidroginástica, biribol, pólo, jogos recreativos, gin c a n a s e atividades esp ec ia is para crianças e terceira idade. Consulte a program ação na unidade. Grátis.
SESC Ipiranga
☆ VÔLEI. Iniciação na m odalidade atra
v és do desenvolvim ento de fundam en tos básicos da dinâm ica do jogo. De 10 a 14 anos, terças e quintas à s 13h30 e q u artas e se x ta s à s 9h30. De 15 a 49 anos, terças e quintas à s 15h e q u artas e sex tas à s 18h30. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00. SESC Pom péia
TAE KW ON DO. S e g u n d a s e quartas
à s 9h e 10h. T erças e quintas à s 15h, 16h e 18h30. S ex tas à s 16h e s á b a d os à s 8h e 10h. Infantil - R$ 9,00 (co merciário matric.) e R$ 18,00. Adulto e adolescente, um a vez por se m a n a R$ 12,84 (com erciário m atric.) e 25,68 e 2 v e z es por se m a n a R$ 17,82 (comerciário matric.) e R$ 35,64. SESC Pinheiros
☆ VÔLEI E BASQUETE. Aprendizado e
a p erfeiço am en to dos fu ndam entos b ásicos d a s m odalidades, bem com o de técnicas e táticas ele m e n ta res do s jogos. 30 v a g a s por turm a. B as qu ete s e g u n d a s e q u artas à s 19h e vôlei à s 20h30. Vôlei terç a s e quintas à s 19h e 20h30 e s á b a d o s à s 10h e I I h30. R$ 11,00 (com erciário m a tric.) e R$ 22,00 por d u as aulas s e m anais. R$ 8,25 (comerciário matric.) e R$ 16,50 por um a aula sem anal. SESC Consolação
SESC São Caetano
☆ B IO EN ER G É TIC A . Através de ex er
cícios de relaxam ento, c o n cen tração e s e n sib iliz aç ã o , s ã o tra b a lh a d o s o s p r o c e s s o s e n e rg é tic o s do c o r po, p ro c u ra n d o a liv iar t e n s õ e s e d e s c a r r e g a r e n e rg ia a tr a v é s do m o v im en to . SESC Consolação - C o o rd e n a ç ã o d e C a rm e m N istic ó e Iv an ild e S a m p a io G iraldi, p s ic ó lo g a s e psic o te r a p e u ta s c o rp o ra is . 30 v a g a s p o r tu rm a . In sc riç õ e s d ia 9 d a s 18h à s 2 0 h . Início dia 10 à s 18h. R$ 1 7 ,0 0 (co m e rc iá rio m atric.) e R$ 3 4 ,0 0 . SESC Ipiranga - Q u artas à s 14h30.
R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00.
DANÇA & EXPRESSÃO CORPORAL
SESC Pom péia
☆
ses. 20 vagas por turma. R$ 72,00 (co merciário matric.) e R$ 90,00.
S ES C S ão C a etan o - S e g u n d a s à s 7h30. R$ 13,00 (com erciário m a tric.) e R$ 15,00.
A LO N G A M EN TO E CO NSCIÊNCIA CO RPO RAL. Através de exercícios
☆
de coord en ação m otora, relaxam ento e noções b á sicas de m assag em , a s au las buscam integrar corpo e m ente. De 15 a 49 anos. Q uartas e se x ta s às 8h30. R$ 13,00 (comerciário matric.) e R$ 26,00.
elem entos que compõem a dança ne gra primitiva e contem porânea, incluin do canto e percussão. Sábados à s 11 h. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00.
SESC Pom péia
SESC Ipiranga
DANÇA AFRO. Trabalha a fusão dos
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☆
ALO NG AM EN TO . Harmonia e relaxa
D AN ÇA AFR O -B R A S ILE IR A . C o n
m ento do corpo, através de movimen tos su a v es que estimulam o fluxo de oxigênio. S eg u n d as e quartas à s 16h e terças e quintas à s 10h e 15h. R$ 5,00 (comerciário matric.) e R$ 10,00.
tato com a c u ltu ra afro -b ra sile ira a tra v é s d a d a n ç a e d a m ú sica. D e sen v o lv e e am p lia o s m ovim entos e x p re s s iv o s e o au to c o n h e c im e n to .
SESC Pinheiros
SESC São Caetano - Coordenação do bailarino Gilberto Marinho, inte grante do Balé Folclórico de São P au lo. A partir do dia 11, aos sá b ad o s d as 8h à s 11 h. Duração de 15 horas. 30 vagas. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00.
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☆ ANTI-STRESS. Relaxamento e m assa
gem para prevenir o stress. No programa, exercícios musicais, sensoriais e corpo rais. Coordenação de Flávio Alarsa. Duas turmas. A partir do dia 21, às terças das 14h às 17h. E a partir do dia 18, aos s á bados das 9h às 12h. Duração de 3 me
SESC Pompéia - De 15 a 49 anos. Sáb ad o s à s 13h30. 6,50 (comerciário matric) e R$ 13,00.
Cursos & Oficinas
Cursos & Oficinas SESC Carmo - S e g u n d a s e q u artas à s 19h30. R$ 10,00 (com erciário matric.) e R$ 20,00.
m elh o ria d a s a ú d e , a tr a v é s d o s m o v im e n to s p élv ico s.
Cursos & Oficinas g undas à s 17h30, q u artas à s 12h15 e sá b ad o s à s 12h. R$ 15,00 (com erciá rio matric.) e R$ 30,00.
SESC Carm o - S ex tas à s 12h, 17h,
☆
18h10 e 19h30. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00. DANÇA BARROCA - B aseado nas obras de um a g eração de m estres da d a n ç a do período B arroco, com o Feuillet, M énestrier, R am eau e Tomlinson, o curso tem por objetivo p a s sar noções de a sp ec to s históricos, e s téticos e sociais da dança da corte e do palco, na Europa dos séculos XVII e XVIII. C oordenação de Ricardo Barros. 12 vagas. S extas d as 13h15 à s 17h30. Inscrições dia 10 d a s 13h à s 17h30. R$ 30,00 (com erciário matric.) e R$ 60,00. V agas lim itadas.
DANÇA INDIANA - Expressão artísti
15h30. R$ 9,00 (com erciário m atric.) e R$ 18,00.
ca que une poesia, dram a e mímica. C o o rd e n a çã o d e Julio F e rn an d e s. S ex tas à s 18h e 20h. R$ 17,00 (co m erciário matric.) e R$ 34,00.
T E N IS E S C - C o o rd e n a ç ã o d e Lígia
SESC Pinheiros
SESC Ipiranga - S á b a d o s à s 14h e
P ra ch ia . S e g u n d a s e q u a rta s à s 18h3 0 e te r ç a s à s 19h. R$ 2 5 ,0 0 (co m erciário m atric) e R$ 35 ,0 0 .
DANÇA DE SALÃO. Aulas práticas.
SESC Consolação - C o o rd e n a ç ã o d e M arize Piva, fo rm a d a em d a n ç a p e la U nicam p e com a p e rfe iç o a m en to n a E sc o la P e te r G ro ss d e P aris. 30 v a g a s por tu rm a. S e x ta s à s 19 h 3 0 e s á b a d o s à s 14h e 1 5h30. R$ 15,00 (co m erciário m a tric.) e R$ 30 ,0 0 .
O s m ais variad o s ritmos de s a lã o (m am bo, tango, lam bada, sa m b a , p a gode, rum ba, bolero, v alsa, s a ls a e rock).
SESC São Caetano - S á b a d o s à s 9h30. R$ 13,00 (com erciário matric.) e R$ 15,00.
SESC Consolação - C o o rd en ação de
SES C P in heiros - C o o rd e n a çã o de
Sim one S u g a Benites, form ada em d an ça pela Unicamp. 30 v a g a s por turm a. S e g u n d a s à s 20h e q u a rta s à s 20h30. R$ 9,50 (com erciário matric.) e R$ 19,00.
Luciana Lam bert. S á b a d o s à s 10h. R$ 1 2 ,8 4 (co m erciário m atric.) e R$ 25,68. S e g u n d a s e q u artas à s 2 0h30. R$ 17,00 (com erciário matric.) e R$ 34,00 (usuário matric.).
SESC Carm o - T erças à s 19h00, q u artas à s 19h30, terç a s e quintas à s 12h e 13h, s e x ta s à s 18h e 19h30. R$ 10,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00.
DANÇA FLAM ENCA. De origem po
SESC Consolação
☆
SESC Ipiranga - Terças e quintas às 20h30, sábados à s 14h e 15h30. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00. SESC Pinheiros - S extas à s 20h e s á
bados à s 14h. R$ 12,84 (comerciário matric.) e R$ 25,68.
☆ pular, s e m anifesta pelo modo particu lar do canto, do toque de guitarras e d a s palm as, integrados e subordina dos ao ritmo flamenco. TE NISE S C - C o ordenação de Gisele
A sse. Início dia 3. S ex tas à s 18h30. R$ 35,00 (com erciário m atric.) e R$45,00. SESC Pinheiros - C oordenação de
☆ D A N Ç A DO V E N T R E - A ulas p rá ti
c a s . A s e d u to r a d a n ç a o rig e m n a a n tig ü id a d e n o s ritu a is s a g r a d o s d e a o s c ic lo s d a n a tu r e z a . o s s e n tid o s do c o rp o e
tem s u a e g íp c ia , saudação D e s p e r ta conduz à
Débora Nefussi. S eg u n d as e quartas à s 21 h. S á b a d o s à s 12h. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00.
☆ DA N Ç A NE G R A C O N T E M P O R Â NEA. Aula com p ercu ssão ao vivo.
C oordenação do prof. Pitanga. S ex tas à s 20h. R$ 12,84 (comerciário matric.) e R$ 25,68. S ESC Pinheiros
☆ DANÇA. Curso voltado para o d e s e n volvimento d a s potencialidades ex pressivas e m otoras, através d a s técni c a s d a dan ça m oderna, balé clássico, jazz e improvisação. SESC Consolação - C oordenação de Geórgia Paraskevi Lengos. 25 v agas por turma. Terças e quintas à s 18h, 19h e 20h ou sá b ad o s à s 10h. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00 por 2 aulas sem anais. R$ 8,25 (comerciário matric.) e R$ 16,50 por 1 aula sem anal. SESC Pinheiros - S eg u n d as e q uar ta s à s 12h30, 14h, 16h30, 17h30, 19h e 20h e terças e quintas à s 12h30, 15h, 16h e 19h30. R$ 9,00 (com erciá rio matric.) e R$ 18,00. SESC Pom péia - T erças e quintas d a s 19h30 à s 20h20. R$ 9,00 (com er ciário matric.) e R$ 18,00. S á b a d o s d a s 9h30 à s 10h50 e d a s 11 h à s 12h20. R$ 6,75 (comerciário matric.) e R$ 13,50. SESC Carm o - T erças e quintas à s
18h10 e 19h30. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00.
SESC Consolação - C oordenação de
Geórgia Gugliotta, do grupo Raies Kompanhia de Teatro - Dança e Arte Flam enca. 30 v ag as por turma. S e
SESC Ipiranga - De 4 a 9 anos, quar tas e sex tas à s 16h30. De 10 a 15 anos, terças e quintas à s 16h30. Aci
Cursos & Oficinas m a de 16 anos, terças e quintas à s 19h30, quartas e sex tas à s 19h30 e s á b ad o s à s 9h30. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00.
SESC Carm o
G INÁS TICA PARA CO LUN A. T raba
DANÇAS LATINAS. O curso procura
ampliar a tendência dos ritmos latinos como a salsa, o m erengue, o mambo e o cha-cha-cha, no Brasil. C oordenação de Celino Fernandes, professor de dança de salão. A partir do dia 11, ao s sá b ad o s d as 14h à s 16h. Duração de .10 horas. 40 vagas. R$ 20, (comerciário matric.) e R$ 25,00 por pessoa. C a sal inscrito tem 10% de desconto. SESC São Caetano
lho corretivo e preventivo para proble m as de lordose, escoliose, cifose e ou tros d ecorrentes d a m á postura. Aulas na sa la e na piscina. Q uartas e sex tas à s 18h e 20h. R$ 31,50 (comerciário matric.) e R$ 35,00. SESC São C aetano
☆ G IN Á S T IC A
☆ R E G IO N A IS
gu n d as à s 19h30. R$ 10,00 (com er ciário matric) e R$ 20,00.
☆
☆
DANÇAS
Cursos & Oficinas
B R A S IL E I
RAS. Incentivo à redescoberta do pra zer de dançar, através do conheci m ento de histórias sobre a s diferentes d a n ç as e s u a s origens e a s brincadei ras de p ercussão vocal e corporal. Tam bém aponta cam inhos para o autoconhecim ento do corpo, resgatando os movimentos sim ples d a s d a n ç as regionais brasileiras, como o Coco, o M aracatu, o Jongo e o Caroço. Coor denação: Vitor da Trindade. Sem limi te de idade. A partir do dia 4, a o s s á b ados à s 14h. R$ 17,00 (comerciário matric) e R$ 34,00.
PARA
G ESTAN TES.
Exercícios p ara proporcionar b e m -e s tar à g e sta n te e p repará-la p ara o parto. No program a, p a le stra s com a p articip a ç ão do m arido. T e rç a s e quintas à s 18h. R$ 47,70 (com erciá rio matric.) e R$ 53,00. SESC São Caetano
Cursos & Oficinas JA ZZ. D esenvolve o ritmo e c a d ê n
cia o s m ovim entos, fav o recen d o o auto co n tro le físico, m otor e psicoló gico. S e g u n d a s e q u a rta s à s 20h40. R$ 7,00 (comerciário matric.), R$ 13,00 (usuário matric.) e R$ 18,00. SESC São Caetano
☆ Do-ln e Shiatsu. Com técnicas para sensibili zação e autotratam ento, o curso abor da conceitos, fundam entos filosóficos e p a s sa noções do funcionam ento dos meridianos. C oordenação de S uzete Coló Rosseto. Início dia 8. Q uartas e sex tas à s 20h30. R$ 11,00 (com erciá rio matric.) e R$ 22,00. M A SS A G E M
O R IE N TA L.
SESC Ipiranga
☆ TA E -K W O N -D O . .Arte m arcial p ara
taç ã o do m ovimento e criação em d an ça. C o ordenação de G eórgia Paraskevi Lengos. 25 v ag as. S á b a d o s à s 11 h. R$ 8,25 (comerciário matric.) e R$ 16,50.
o desenvolvim ento d a c o o rd e n a ç ã o p sico m o to ra, flexibilidade, a lo n g a m ento e co ndicionam ento físico. Origin o u -se n os tem p o s antigos, q u a n do a s a rte s m arciais eram u s a d a s com o pro teção , seg u in d o um código de honra, disciplina e respeito. T er ç a s e q u in tas à s 17h30, 18h30 e 19h30. Q u a rta s e se x ta s à s 16h30. S á b a d o s à s 13h. R$ 9,00 (com erciá rio m atric.) e R$ 18,00.
SESC Consolação
SESC Ipiranga
☆ G RUPO E XP E R IM E N TA L DE D AN ÇA. E spaço voltado para experim en
SESC Pinheiros
☆ EUTONIA. Esta técnica de trabalho corporal proporciona, através de su a prática, o reconhecim ento d a s ten s õ e s e oferece recursos para que o aluno a p renda a lidar com elas no dia a dia. C oordenação de Gabriela Bal. 25 va g a s por turm a. Inscrições dia 3 d a s 19h30 à s 21 h. Início dia 10 à s 19h30. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00. SESC Consolação
☆ G AFIEIRA. Aulas práticas. O sam ba
de gafieira surgiu nas gafieiras do Rio de Janeiro nos anos 30 e s e expandiu para outras localidades do país. S e
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H ID R O G IN Á S T IC A . Atividade física
TAI CHI CHUAN. Arte marcial chinesa
de m enor im pacto d a s articu laçõ es, au m e n to d a resistê n c ia m u scu lar e ae ró b ic a. Exercícios a e ró b ic o s, ati v id ad e s lúdicas, jo g o s, a lo n g am en to e relax am en to , s ã o d esen v o lv id o s na piscina.
na qual o s movimentos sã o executa dos leve e continuam ente, coordenan do equilíbrio, respiração e concentra ção. A técnica neutraliza e dirige a for ça do ag resso r contra ele m esmo.
SESC Ipiranga - Terças e quintas à s
15h30. Q uartas e sex tas à s 15h30 e 19h30. S áb ad o s à s 14h30. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00. SESC Consolação - 25 v agas por tur
ma. Terças e quintas à s 9h15 e sextas às 12h15 e 16h30. R$ 17,50 (comerciá rio matric.) e R$ 35,00 por duas aulas sem anais. R$ 13,25 (comerciário m a tric.) e R$ 26,50 por uma aula sem anal.
S ES C P om péia - Acima d e 15 an o s. T e rça s e qu in tas à s 8h20, 18h20 e 19h30. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00. SESC Carm o - Seg u n d as e quartas à s 15h e 18h30. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00. SESC Ipiranga - Q uartas e sex tas às
18h30 e 20h30. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$18,00.
Cursos & Oficinas
Cursos & Oficinas SESC Consolação - C oordenação de Jair Diniz, formado pela A ssociação Brasileira de Tai Chi Chuan e Cultura Oriental. 30 vagas por turma. T erças e quintas à s 10h30 e 14h e s á b ad o s à s 9h30. R$ 12,50 (comerciário matric.) e R$ 25,00. S ESC São C aetano - Q u a rta s e s e x ta s à s 7h30, te rç a s e quintas à s 20h. R$ 13,00 (com erciário m atric.) e R$ 15,00. SESC Pinheiros - Coordenação de
Isao Takai .Terças e quintas às 7h30 e sextas às 19h30. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00.
☆ TRABALHO CORPORAL. Atividade corporal b a sea d a em alongam ento e relaxamento, utilizando-se de bolas te rapêuticas. Uma hora e meia de dura ção. C oordenação de Michele Cukiert. Início dia 8. Q uartas à s 19h30. Uma hora e meia de duração. R$ 37,50 (co merciário matric) e R$ 45,00. TENISESC
16h e 20h30. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00. - T é c n ic a do H a th a-Y o g a. C o o rd e n a ç ã o O d e te S a n ta n a , com e sp ec ia liz aç ã o em yog a p ela União N acional d e Yoga. P ao la Di R oberto, fo rm ad a em P si cologia. Júlio S érgio Dias F e rn a n d e s, com c u rso s d e e sp ec ia liz aç ã o nos E stad o s Unidos e na índia. 30 v a g a s por turm a. S e g u n d a s e q u a r ta s à s 18h, 19h e 20h e te rç a s e qu in tas à s 9h. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00. SESC
C o n s o la ç ã o
TENISESC - C oordenação de Marimá
Pery Alves C am pos. T erças e quintas à s 17h e 18h e quintas à s 7h. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 27,00. S ES C C arm o - S e g u n d a s e q u a rta s
Cursos & Oficinas ARTES PLÁSTICAS. Desenvolve a
percepção e estimula a participação e o sentido crítico, através d a iniciação à s técnicas m istas com experimento e pesquisa de diferentes materiais. Coor den ação de Berenice Farina da Rosa. De 10 a 14 anos. T erças e quartas d as 14h30 à s 17h30. Início dia 7. SESC Pom péia
☆ CERÂM IC A. Desenvolve o potencial
criativo e motor d a s crianças, através d a iniciação à s técnicas de m odela gem em argila. T écnicas de rolinhos, placas, escav ad o s, m odelagem , arte técnica de en g o b es, esm altação e pátinas. C oordenação de Rita Engi, arte edu cad o ra e ceram ista. De 10 a 14 anos. Duração de 1 ano. Início dia 9. SESC Pom péia
à s 9h30 e 11h, te rç a s e q u in ta s à s 9h. R$ 10,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00.
☆ C ERÂM IC A - Esm altação. Técnica de
SESC São Caetano - S eg u n d as à s 20h e se x ta s à s 8h30. R$ 13,00 (co merciário matric.) e R$ 15,00.
esm altação de baixa tem peratura. A partir de 14 anos. 6 vag as. Sexta d as 19h à s 22h. SESC Pom péia
☆ VING TSUN. Revolucionária arte mar cial chinesa, criada por uma mulher. A simplicidade e eficiência são expressas através da harmonia dos movimentos. Indicada para pessoas que buscam um método de defesa física e psicológica. Terças e quintas às 19h30. R$ 9,00 (co merciário matric.) e R$ 18,00.
S ES C P in h eiro s - S e g u n d a s e q u a r
ta s à s 17h30, 18h30 e 19h30. T e r ç a s e q u in ta s à s 8 h 3 0 , 9 h 3 0 e 10h30. R$ 9,00 (com erciário m atric.) e R$ 18,00.
ARTES A Q U A R ELA . Curso básico. No pro
YOG A - Através da prática da m edita
gram a técn icas e m ateriais. C o o rd e n ação de Wilmar G om es, artista p lás tico. S e x tas d a s 14h à s 17h. R$ 15,00 (com erciário matric.) e R$ 20,00.
ção, exercícios de respiração, flexibi lidade e alongam ento, o curso tem por objetivo prom over o equilíbrio emocional, a harm onia corporal e o autoconhecim ento. SESC Ipiranga - Q uartas e sextas à s
14h30, 15h30 e 19h30. R$ 9,00 (co merciário matric.) e R$ 18,00. SESC Pompéia - Técnica do HathaYoga. Acima de 15 anos. Terças e quintas à s 8h30, 9h30, 10h30, 15h,
Desenvolvim ento d a p ercepção visual, desenvoltura do traço e am pliação do conhecim ento geral, atrav és da Histó ria d a Arte. C oordenação de Maria Isa bel C ardoso. Início dia 8. SESC Pom péia
SESC Ipiranga
☆
☆ DESENHO E HISTÓ RIA DA ARTE.
SESC São Caetano
☆ ARTE SOBRE TECIDO . Livre ex p res
sã o e p ercepção d a s cores, tecidos, texturas e tendências d a s e stam p as de c ad a estação . C oordenação do ar tista plástico Eduardo Kneipp. Dura ção: 8 aulas. Q uintas à s 14h e 19h. Início dia 16. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 35,00.
☆ DESEN HO E PINTURA. Confecção de
materiais alternativos (tintas, lápis de cor, giz, etc.), que além de aumentarem a expressão plástica, podem atingir uma qualidade superior aos produtos simila res encontrados no mercado. Coorde nação de Laedir Antonio, formado em artes plásticas. 15 vagas. A partir de 14 anos. S ábados d as 14h30 à s 17h30. SESC Pom péia
☆ DESENHO . Básico e avançado. No
program a, técnicas, m ateriais e aplica
SESC Ipiranga
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Cursos & Oficinas ções. C oordenação de Wilmar G om es, artista plástico. S e g u n d a s e quartas d a s 19h à s 21 h. R$ 20,00 (comerciário matric.) e R$ 25,00. S ESC São C aetano
GIZ DE CERA. Prática e dem onstração d as técnicas de utilização para d e sen volver o domínio do gizão. C oordenação de Laedir Antônio, artista plástico e pósgraduado em História da Arte. Dia 14 d as 18h à s 21h30. 25 vagas. R$ 4,00 (comerciário matric.) e R$ 5,00. SESC São C aetano
G UACH E, NAN QU IM E A Q UAR ELA .
Prática e dem onstração d a s técnicas d e utilização, possibilitando desenvol ver outras tintas com form ulação s e m elhante. C oordenação de Laedir An tônio, artista plástico e pós-graduado em História da Arte. Dia 21 d a s 18h à s 21h30. 25 vagas. R$ 4,00 (comerciário matric.) e R$ 5,00.
Cursos & Oficinas v é s d a e x p lo ra ç ã o d e m a te ria is e in stru m e n to s. N e s s e p r o c e s s o o s a lu n o s p o d e rã o a lc a n ç a r o do m ín io b á s ic o d a s f e r r a m e n ta s m a n u a is m ais c o m u n s , a s s im c o m o c o n s truir p e q u e n o s o b je to s à s u a e s c o lha, d e n tro d e um co n ju n to d e s u g e s tõ e s , o r ie n ta d a s p elo in stru to r. C o o r d e n a ç ã o d e J o ã o G u ilh erm e Rolim . De 10 a 14 a n o s . S á b a d o s d a s 10h à s 13h. Início d ia 4.
M A R C H E TA R IA . D esenvolve o s prin cípios d a arte d e incrustar p e ç a s em o b ras d e m arcen aria, form ando d e s e n h o s com a utilização d e folhas de m ad eira d e c o re s d iferen tes, a tra v é s d a s téc n ic as d e co rte com estilete, siste m a d e jan e la s, té c n ic as d e g a barito e m étodo d e m últiplas folhas. C o o rd e n a çã o d e Sérgio M endes. 10 v a g a s. A partir d e 15 a n o s. T e rça s d a s 16h à s 18h e d a s 19h à s 21 h. SESC Pom péia
SESC Pom péia
S ESC Interlagos
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SESC Pom péia
☆ M ARCENARIA. In iciação p rá tic a à
té c n ic a d a a rte em m ad e ira , a tr a
S E R IG R A F IA . T é c n ic a q u e p o ssib i
lita a im p re ssã o d e g ran d e q u a n tid a d e d e um m esm o m otivo possibili tan d o v a ria ç õ e s d e c o re s; perm ite a im p re ssã o em v ário s tipos d e m ateriais(tecido, pap el, plástico, etc.). O c u rso d á co n h e cim en to técn ico s o bre a rte final, p re p a ra ç ã o e g ra v a ç ã o d e te la s, im p re ssã o e reaproveitam e n to d e te la s g ra v a d a s . C o o rd e n a ç ã o d e R ogério C hristovão, d e s e n h ista e sp e c ia liz a d o em serigrafia. A partir de 15 an o s. S á b a d o s d as 14h30 à s 17h30 e dom ingos d a s 10h 'a s 13h. 10 vag as. S ESC Pom péia
controle da produção de matrizes (pe dra) e cópias litográficas monocrom áti c a s (P&B). C oordenação do artista plástico Gian Shim ada. Início dia 2 de março. Quintas d a s 19h à s 22h.
B á sico . C o n h e c i m ento e utilização de m áq u in a s e fe rra m e n ta s , tipos d e m ad eira, uso e p o ssib ilid a d e s de c a d a m aterial, n o ç õ e s b á s ic a s de m a rc e n a ria e c ria ç ã o d e p ro je to s in d iv id u ais. C o o rd e n a ç ã o de F e rn an d o A braão. 10 v a g a s. A partir d e 18 a n o s . S e x ta s d a s 15h30 à s 18h, d a s 18h à s 20h e d a s 20h à s 22h.
S ESC Consolação
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N ATURE ZA VIVA. Vivência com co res. Experim ento d a s co res sobre a te la e o papel inspirado n as plantas vi vas, p ara desenvolver a percep ção e a ex p re ssã o d a s s e n sa ç õ e s que surgem n e s se contato com a natureza. Dia 11 (sábado) à s 10h. Inscrições R$ 5,00. V agas limitadas.
M A R C E N A R IA .
d a s possibilidades so n o ras e radiofôni cas. O s program as terão em média a d uração de 60 minutos e se rã o m onta dos utilizando equipam ento digital da mais alta tecnologia. C oordenação do músico e compositor Wilson Sukorski. Entrevista dia 20 à s 13h. De 21 a 29 d a s 9h à s 13h. R$ 5,00 (comerciário matric.) e R$ 10,00.
S ESC Pom péia
S ESC São Caetano
LITOGRAFIA. Introdução à técnica e ao
Cursos & Oficinas
☆ TAP E Ç A R IA . Arm ação e m ontagem
do tear, urdidura, tecelagem e a c a b a mento. C o ordenação de: A nabela Ro drigues dos Santos: terças, q u artas e quintas d a s 14h à s 17h. Antonio Luís Theodósio: se x ta s d a s 19h à s 22h. Solange Tessarí: s á b a d o s d a s 14h30 à s 17h30. Tiyoko Tomikawa: terças, q u artas e quintas d a s 19h à s 22h. S ESC Pom péia
PAPEL ARTESANA L. Confecção de
papel artesan al utilizando fibras natu rais e reciclagem, para diferentes usos artísticos. C oordenação de Luiz Beltram e, artista plástico. T erças d a s 19h à s 22h. 15 vag as. A partir de 15 anos. SESC Pom péia
PRO GR AM A DE RADIO. Dirigida a músicos, estudantes, radioatores, ato res, com positores e interessados, a ati vidade objetiva a criação de program as d e rádio que reúnem o teatro radiofôni co, poesia e música, com su a s ilimita
TE A R M A N U A L, iniciação à técnica de tecelagem , trabalhando com vários tipos de tear. Introduz conceito de co res, degradê, contraste, estudo de for m as, sim etria e assim etria, movimen to, su sp en sã o . Utiliza vários tipos de materiais, criando texturas variadas. C oordenação de Maria Elizabeth Ma chado, tecelã. Duração de 4 m eses, divididos em dois m ódulos de 2 m e se s. S ex tas d as 14h à s 17h. De 12 a 14 anos. Início dia 10. SESC Pom péia
Cursos & Ofibinas TEATRO DE RUA. Oficina para d esen volver criatividade e expressão. A dinâ mica é viva e intensa, misturando técni c as teatrais, circenses e musicais. Coordenação de Pamela Duncan, atriz e arte-educadora. 20 vagas. A partir de 14 anos. Terças das 19h às 22h.
Cursos & Oficinas co, intermediário e avançado. C oorde nação de Ana Claudia C ésar, musicista e arte-educadora. 15 vagas. A partir de 15 anos. SESC Pompéia
Cursos & Oficinas po sito r W ilson Sukorski. De 28 a 25 d e abril à s te rç a s d a s 15h30 à s 18h30 (turm a A) ou d a s 19h à s 22h (turm a B). R$ 3 0 ,0 0 (com erciário m atric.) e R$ 60,00. SESC Consolação
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SESC Pompéia
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FLAUTA DOCE. Iniciação musical por meio da flauta doce, incentivando a prática, o estudo e a criação em grupo.
TEATRO. Desenvolverá técnicas fun
dam entais do teatro, tais como ex p ressão corporal, dicção, improvisa ção, jogos dram áticos e interpretação. C oordenação de Fausto Silvestre, ator e diretor. Dias 11, 18 e 25 d as 14h à s 17h. 20 vagas. R$ 8,00 (comerciário matric.) e R$ 10,00.
SESC Pom péia - C oordenação de Ve-
☆ de funcionamento da aparelhagem de vídeo. No programa: histórico e evolu ção, roteiro, câm era, fotografia e ilumi nação. Ao final do curso se rá produzi do um curta m etragem pelos alunos. C oordenação de Isabella Chedid, Ar naldo Teodoro, Márcia Kowalski e Angel Luís. 20 vagas. Inscrições prévias. Início dia 3 de abril. Segundas e quar tas d as 19h à s 22h. Duração de 2 m e s e s. R$ 110,00 (comerciário matric.) e R$ 125,00. Desconto de 10% no p ag a mento à vista. SESC São Caetano
MÚSICA CANTO. Iniciação através da prática de escolher, interpretar e analisar canções individualmente ou em grupo. Visa pro porcionar vivência concreta do canto. Coordenação de Irajá M enezes, músi co e cantor. 25 vagas. A partir de 15 anos. Quintas das 19h à s 22h. SESC Consolação
☆ CAVAQUINHO. Introdução ao m enor
instrumento de cordas do Brasil. Teo ria, prática e história do cavaquinho. O curso divide-se em três etapas: bási
VIO LÃ O . Iniciação à técnica do ins trum ento a trav és d a m úsica popular. N oções de teoria e prática de acom panham ento.
ronique. 10 vagas. A partir de 7 anos. SESC Pom péia - C oordenação de SESC Carmo - C oordenação de Antônio
Luiz. Quintas das 19h à s 21 h. R$ 8,00 (comerciário matric.) e R$ 16,00.
SESC São Caetano
VÍDEO. Básico. Princípios e técnicas
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☆ GAITA. Noções e teoria, recursos té c nicos, improviso, repertório de músi cas variadas, predom inando m úsicas tradicionais norte-am ericanas, countries e blues. C oordenação de Flávio Vajman, músico instrumentista. 25 v a gas. A partir de 14 anos. SESC Pom péia
☆ O F IC IN A DA V O Z . T rab alh o d e p e r
c e p ç ã o , s e n sib iliz a ç ã o e au to c o n h ecim en to por m eio d a voz. P a ra isso, s ã o u tilizadas té c n ic a s d e r e e d u c a ç ã o d a resp ira ç ã o , e d u c a ç ã o do ouvido m usical, a tiv a ç ão e reequilíbrio d a s e n e rg ia s e a p e rfe iç o a m ento d a d icção, a tra v é s d e e x e rc í cio s v o cais e co rp o ra is in teg rad o s. C o o rd e n a çã o d e W ilson S á Brito. S á b a d o s d a s 14 à s 16h. R$ 17,00 (com erciário m atric) R$ 34,00. SESC Pinheiros
☆ TÉCNICAS DE G RAVAÇÃO E ESTÚ DIO Á U D IO /M ID I. A a tiv id ad e b u s c a
fo rn e c e r e le m e n to s p a ra o e s tu d a n te s e fam iliarizar com um estú d io profissional d e áu d io , rea liz a r tra b a lh o s p rático s, no qual a teo ria é to ta lm e n te a p lic a d a, e incitar s u a im ag in ação em d ire ç ã o à utilização do estú d io com o in stru m en tal m u si cal. C o o rd e n a ç ã o do m úsico e co m
14
Flávio Vajman. 15 vagas. A partir de 15 anos. S E S C C a rm o - C o o rd e n a ç ã o d e A le x a n d re M. A u g u sto B rag a. S e g u n d a s d a s 1 8 h30 à s 1 9h30 e d a s 19 h 3 0 à s 2 0 h 3 0 . R$ 1 0 ,00 (c o m e r ciário m atric.) e R$ 2 0 ,0 0 .
FOTOGRAFIA LING UAG EM FOTO G RÁFICA. Tem por objetivo d e sco n d ic io n a r o olhar do aluno, estim u la n d o -o a fa z e r fo to g ra fia s c riativ as so b ó tica a rtísti ca. S e rá a b o rd a d a a história d a fo to g rafia do p onto d e v ista tem ático . C o o r d e n a ç ã o E lis a b e th B a ro n e . S e g u n d a s e q u a rta s d a s 19h à s 21 h. R$ 3 0 ,0 0 (co m erciário m atric.) e R$ 60,00. SESC Carm o
☆ ESTÚDIO. Criação de um estúdio al
ternativo e técnica de fotografia com modelo. O aluno deverá ter noções básicas de laboratório. Coordenação de Zaga Brandão. T erças e quintas d a s 19h à s 21 h. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 60,00. SESC Carm o
☆ FOTOGRAFIA. Iniciação na arte da
fotografia, a partir de e lem en to s té c nico s p a ra s e u d esen v o lv im e n to . C o nfecção de c â m e ra “Pim-Hole”, au la s práticas com utilização de m á
quina fotográfica, rev e la çã o d e fil m es e c ó p ias, a m pliação de fotogra fias. C o o rd e n a çã o de W alter Louzan , fotógrafo licenciado em p e d a g o gia. De 10 a 15 a n o s. Q u a rta s d a s 14h30 à s 17h. Início dia 8.
C o ordenação de Mônica M arques. Dia 28 d a s 14h à s 16h. 40 v ag as. R$ 2,00 (comerciário matric.) e R$ 4,00. SESC São C aetano
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SESC Pom péia
P A ISA G IS M O . Dos Jard in s d a Babilô
L A B O R A T Ó R IO P& B . P r e p a r o d e q u ím ic a s , r e v e la ç ã o d e film e s e a m p lia ç ã o d e f o to g r a fia s . C o o r d e n a ç ã o de Z a g a B ran d ão . S e g u n d a s e q u a r t a s d a s 1 9h à s 21 h. R$ 3 0 ,0 0 ( c o m e r c iá r io m atric .) e R$ 6 0 ,0 0 .
nia ao Jardim d a S u a C asa. A história d a utilização d a s plantas e outros ele m entos p ara com por am b ien tes diver s o s nos e n sin a a importância d a e s c o lha a d e q u a d a d e c a d a planta, s u a s co res, form as, estilos e sensibilidade, etc. C o o rd en ação do agrônom o Cláu dio Emma. Dia 4 à s 10h. Inscrições R$ 5,00. V agas limitadas.
SESC Carm o
SESC Interlagos
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M A N U S E IO DE C Â M E R A . M anuseio
SAÚDE E BELEZA. Tratam entos natu
e funcionam ento de c â m e ra s e a c e s só rios. C o o rd e n a ç ã o d e E lisabeth B arone. S e g u n d a s e q u a rta s d a s 19h à s 21 h. R$ 30,00 (com erciário matric.) e R$ 60,00.
rais. Cosm éticos naturais, procedim en tos ad eq u ad o s, c h á s e outros prepara dos de ervas m edicinais que auxiliam a m anutenção do equilíbrio orgânico s e rão a p resen tad o s pela esteticista natu ralista Olga Cordani. Dia 18 à s 10h. Inscrições R$ 5,00. V agas limitadas.
SESC Carm o
SESC Itaquera
☆ G IN Á S T IC A V O L U N T Á R IA . Aulas ab ertas. C oordenação dos técnicos da unidade. Dias 5 e 19 à s 10h30. SESC Interlagos
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tivos d a s atividades. Dias 18 e 19 à s 10h, o esporte ad ap tad o s e rá o meio explorado (top peteca, futebol a d a p ta do, minitênis). Dias 25 e 26 à s 10h, s e rão praticados exercícios d e c o m p e n s a ç ã o , q u e podem s e r realizad o s no local d e trab alh o p a ra corrigir proble m as p o stu rais.
NUTRIÇÃO
E ATIV IDADE
FÍSICA.
B ate-p ap o ab e rto ao público, vai tra tar, d e m an eira informal, a s q u e s tõ e s rela c io n a d a s à nutrição e ativi d a d e física. P a lestra n te M árcia Ben evides, téc n ic a do S e sc . Dia 8 à s 19h. G rátis. TENISESC
SESC Interlagos
DIA-A-DIA C O LO M BA PASCAL. Dicas de p repa
ro, sa b o re s e e m balagens para e sta deliciosa tradição do Dia de Páscoa. C o ordenação de Mariny Leonel, pro fesso ra de culinária. Dia 30 d a s 14h à s 17h. 40 vagas. R$ 2,00 (comerciário matric.) e R$ 4,00. SESC São Caetano
☆ M IN H O C U L T U R A . C om o construir e cuidar d e um m inhocário (em qual q u e r e sp a ç o ) q ue produz húm us de m inhoca, tido com o o m elhor a dubo a tu alm ente. Dia 25 (sáb ad o ) à s 10h. Inscrições R$ 5,00. V a g a s lim itadas. SESC Interlagos
☆ OVOS DE PÁSCOA. Preparação bási c a da m assa de chocolate para a con fecção de ovos, bom bons e pirulitos; dicas de conservação e em balagem .
AULAS ABERTAS. Capoeira, dia 9
PALESTRAS & AULAS ABERTAS HO M ENS E MU LHERES AO S Q U A RENTA. O program a A Mulher e Su a
Idade n este sem estre, oferece a p o s sibilidade de hom ens e m ulheres dis cutirem q u e stõ e s pertinentes a o s 40 a n o s d e vida e usufruírem a s v an ta g en s d a m aturidade, com informações so b re sexualidade e saú d e, além de o u tras a tiv id ad es co m p lem en tares. Veja a program ação. SESC Ipiranga
☆ Aulas a b ertas de atividades físicas que po dem s e r praticadas no bosque, em c a s a e no trabalho. Dias 4 e 5 à s 10h, exercícios físicos utilizando a natureza como elem ento principal. Dias 11 e 12 à s 10h, cadeira, poltrona e cam a, e n tre outros objetos dom ésticos, vão fa zer a s v e z es dos equipam entos esp o r AVENTURA
C O R P O R A L.
(quinta) à s 20h30 e dia 18 (sábado) à s 15h30, C o o rd e n a ç ã o d e Elias Paulo d e Lima. H idroginástica, dia 12 (domingo) à s 12h. G inástica Voluntá ria, dia 23 (quinta) à s 18h30. Grátis. SESC Ipiranga
☆ DANÇA MO DERNA. O workshop, b a
se a d o n as técnicas de Graham, Limon e Mary Wigmam, vai abordar tem as como equilíbrio, coordenação, ritmo e dinâmica, possibilitando ao s partici pan tes descobrirem seu estilo próprio. C oordenação de Sonia Cipriano, baila rina brasileira docente na W erkstatt Kulturen in Berlim e professora de d an ça m oderna em esco las de Berlim. Dias 10 e 17 d as 17h à s 19h. Dias 11 e 18 d as 14h à s 16h. R$ 40,00. SESC Pinheiros
☆ Aulas a b e rta s em com em o ração ao Dia In
TÊ NIS
PARA
MULHERES.
Infantil
Cursos & Oficinas ternacional da Mulher. A prendizado dos golpes básicos do esporte. Dias 10, 17, 24, e 31 à s 15h. Conjunto Desportivo C onstâncio Vaz G uim a rães. Grátis.
peuta-sexual Haruo Okaw ara. Inscri ç õ e s prévias. Dia 22 (quarta) à s 19h30. Grátis. SESC Ipiranga
TENISESC
☆ ☆
SESC Interlagos
DANÇAS INDIANA S. Vivência do pro
A possibilidade de conhecer mais e discutir na prática a vida e a obra de Patricia Galvão é o objetivo d e s se wor kshop. Tendo por princípio a obra da poeta e jornalista do início deste sé cu lo, o trabalho será desenvolvido através de jogos, improvisações e exercícios teatrais. C oordenação de Gerson Steves, autor e diretor teatral e, da atriz Marilia Piva. De 11 a 19 de abril (aos s á bados) das 13h à s 16h. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00.
gram a A Mulher e Su a Idade. Uma d as vias de reorganização postural, equilí brio energético, criatividade e prazer. Por meio da seq ü ên cia de d an ças (Prabhat Sangitta, Odissi) e s e u s ele mentos, e s s a vivência pretende colo car o aluno em contato com a poesia e a delicadeza d as d a n ç as indianas. Fa miliarização com o vocabulário, trab a lho corporal, alongam ento e concentra ção com plem entam a dinâmica. Coor d en ação de Jutilde M edeiros e David Schum aker. Dias 30 (quinta) e 31 (sex ta) à s 19h30.Inscrições prévias. Grátis.
SESC Pinheiros
S ESC Ipiranga
ENCONTRO COM PAGU. Workshop.
A c lá s s ic a h istó ria d o s p o rq u in h o s q u e faz e m m u itas p e rip é c ia s p a ra e s c a p a r do lobo m au , a p re s e n ta d a com b o n e c o s e m uito hum or. Dia 5 à s 14h. G rátis.
☆ SEXO LONGA VIDA. Ou A função s e
xual após os 40. Palestra com Haruo Okawara; pós-graduado em Terapia Sexual pelo Instituto Master & Johnson de St. Louis, EUA, e diretor da Clínica Kinsey de São Paulo. No programa, os fantasm as criados pelas p e sso a s na maturidade, que resultam no relaciona mento sexual frio, e a conseqüente bai xa na auto-estima; a idade das grandes descobertas e de maior prazer: a d e s preocupação com a gravidez, a relativa independência dos filhos e a desinibição própria da maturidade são fatores positivos para um a vida sexual gratificante. Dia 16 (quinta) à s 19h30. Grátis.
☆ UM CERTO BOI BUM BÁ. Espetáculo
criado a partir dos estu d o s de Mário de Andrade, Olneyda Alvarenga e Edson Carneiro, entre outros, sobre a festa do Bum ba M eu Boi. O vaqueiro Mateus, depois de muitas peripécias, co n seg u e c a sa r com Catirina, filha de seu patrão. Assim, ele gan h a de p resente o boi de estim ação do sogro. A confusão com e ç a quando Catirina, grávida, tem o e s tranho d esejo de com er a língua do boi en so p ad a. Texto de Gilberto Gregolin. Direção e pesq u isa de Jo ã o Prata. Com Luciana Felipe, Romualdo Sarcedo, Ricardo Araújo e Rodrigo Polia. Dia 5 à s 15h. De terça a sá b ad o distribui ção gratuita de convites para crianças até 12 anos. Ingressos R$ 1,50 (comerciário m atric.) e R$ 3,00. SESC Ipiranga
☆ MEIA, S APATO E CHULÉ, TUD O DÁ NO PÉ. Uma m eia sa g ra d a é o único
meio para a c ab a r com o chulé do Co ronel Barriga G rande, que oferece a m ão de s u a filha Flor a quem lhe trou xer a m eia. Assim co m eça a divertida aven tu ra entre o s p reten d en tes de Flor. Com a Cia. T rovadores Cênicos. Dia 11 à s 11 h. Grátis.
TEATRO
SESC Consolação
SESC Ipiranga
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PRODUÇÃO DE VID EO CLIPE. Wor kshop para iniciar curiosos interessa dos na produção, storyboard, locação, direção e cenário p ara videoclipe. C oordenação de WilIRobson. Dia 19 (domingo) à s 16h. Grátis.
S EG RE DO DAS LENDAS. Contar e can tar histórias, com repertório extraí do d e diversas culturas, asiática, afri can a, clássico s d a literatura européia, “c a u so s” do folclore brasileiro é o m o te da peça. Humor e po esia unem a m úsica e a literatura. Com o Grupo Guapuruvu. Dia 4 à s 11 h. Grátis.
Grupo Arambá. Uma o nça foge d e c a çad o re s e ped e abrigo na c a sa do ta m anduá. Após muita desconfiança, o tam an d u á aceita a convivência e s e tornam am igos, enfrentando juntos di v erso s perigos. Dia 12 à s 13h.
SESC Ipiranga
SESC Consolação
SESC Itaquera
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☆ A INTIMIDADE ERÓ TICA AO LO N GO DOS ANOS. Encontro com o tera
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A ONÇA E O TA M ANDUÁ . Com o
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P O R Q U IN H O S . Com a
DOIS NA CO RDA BAMBA. Através
Cia. d a s A rtes - T eatro Feito à M ão.
do bunraku, secular arte jap o n esa de
OS T R Ê S
6
Infantil
Infantil
Infantil
m anipulação de bonecos, serão ap re se n ta d a s três histórias. O primeiro con to, A Últim a Pérola, narra a entrega de pérolas por fadas a um recém -nascido. O segundo conto, O Sonho, conta que, através do sonho, um velhinho realiza seu desejo de assistir ao vivo um a ó pe ra. O terceiro, Mindinha, fala da história de um a menininha tão pequena que p a s sa por em ocionantes aventuras até encontrar seu príncipe. Direção, roteiro e m anipulação dos bonecos de Edimilson M essias e Francisco G om es. Dia 12 à s 15h. De terça a sábado. Distribui ção gratuita de convites para crianças até 12 anos. Ingressos R$ 1,50 (comerciário matric.) e R$ 3,00.
c u p a d o s com a s a ú d e do S e u N atu reza. O d u e n d e M ogolino a p a re c e a v isa n d o q u e o ec lip se s e rá um sinal d a Lua e do Sol p a ra d e s p e rta r n a s p e s s o a s a n e c e s s id a d e d e p re s e rv a ç ã o am b ien tal. Texto, d ire ç ã o e b o n e c o s d e Áurio G abriel. A tores-m anip u lad o re s Áurio Gabriel e Ruth C a r d o so . Dia 19 (dom ingo) à s 15h. De te rç a a s á b a d o . Distribuição g ratu ita d e co n v ites p a ra c ria n ç a s a té 12 a n o s. In g re s s o s R$ 1,50 (com erciário m atric.) e R$ 3,00.
ca. A 2N 33C é a fórm ula q u e um via ja n te e n c o n tra p a ra m o strar e s te m u sical c a rre g a d o d e s u rp re s a s . Com A ngela O skar, E sth er d e V eg a e Hu go O skar. B o n eco s, ce n ário e figuri no do grupo M etam o rfaces. C o n c e p ç ã o e d ireção d e Hugo O skar. Dia 26 à s 15h. De te rç a a s á b a d o distribui ç ã o g ratu ita d e c o n v ites p a ra crian ç a s d e a té 12 a n o s. R$ 1,50 (com erciário m atric.) e R$ 3,00.
SES C Ipiranga
SESC C onsolação
S ESC Ipiranga
O BOI FUBÁ. Com
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G U E R R A DE NTRO DA G EN TE. De
Paulo Leminski. Um filho de lenhador d e seja ap ren d er a arte da guerra a s sim, inicia um a longa jornada, guiado por um velho sábio que lhe m ostra a vida e s u a s arm adilhas num a viagem ch eia de av e n tu ra s e d e sco b e rta s. A daptação e direção de M agda Crudelli. Com a Cia. T recos e C acarecos. Dia 12 à s 14h. Grátis.
☆ o N úcleo Pó G u a ra n á . A p e ç a c o n ta a h istó ria d e J o ã o Grilo e o Boi F u b á , q u e d e s a p a r e c e e faz com q u e s e u s p e r s e g u id o r e s d ecifrem cin co c h a r a d a s p a ra p o d e r c a p tu rá -lo . M usical infantil d e Ayrton S alv an in i, b a s e a do em lite ra tu ra e te a tro d e c o rd el, com p e rs o n a g e n s do B u m b a-m eu boi. Dia 19 à s 13h.
☆ O S O R RISO DO REI. C onta-se que
houve um reino onde vivia, sozinho, o se u Rei, que p a s sa v a o tem po todo sorrindo. Um dia a p a re c e um ladrão de sorrisos, que a c a b a roubando o sorriso do Rei. P e rso n a g e n s, b o necos e c rianças ajudam o Rei no resg a te de se u valioso sorriso, cum prindo ta re fas, decifrando enigm as. C oncepção e d ireção Cleiton Pereira. Com Maira Rom ão, R oberto S a n to s e Silvio de S ouza. Dia 18 à s 11 h. Grátis. SESC Consolação
☆ O BEIJO DA LUA E O SOL. N este
e sp etá c u lo , a to re s e b o n e c o s c o n tra c e n am o tem po todo. S ã o fan to c h e s, m á s c a ra s e o u tra s téc n ic a s de tea tro de b o n e c o s p a ra c o n ta r um a história e co ló g ica. C larice e Tonico, dois am igos muito e s p e rto s, e s tã o p re o
☆ G N O M O S DA MATA. Com os A crobá
ticos Fratelli. O s d u e n d e s d a floresta que cercam o S e s c farão um a visita a o s Bichos d a Mata. G nom os m alab a ristas, fad a s e elfos ac ro b a tas vão m ostrar s u a s c a ra s e peripécias. Dia 26 à s 13h. SESC Itaquera
☆
SES C Itaquera
P EG A LAD RÃO . Seguindo a linha d as
☆ ZÉ M E L É Q U E T U D O Q U É . E s p e
SESC Interlagos
A 2N 33C - UM VIA JA N TE M U ITO ES PEC IA L. T eatro d e b o n e c o s e mími
tá c u lo in s p ir a d o n o s p r o b le m a s e c o ló g ic o s c ria d o s p e la c iv iliz a ç ão m o d e rn a . O p e r s o n a g e m d o títu lo , e x tr e m a m e n te e g o ís ta , p e g a tu d o o q u e e n c o n tr a : flo re s, p á s s a r o s , e s tr e la s e a té m e s m o o s o rris o d a s p e s s o a s . D ireç ã o e in te r p r e ta ç ã o d e A lb erto G a u s . Dia 19 à s 14h. G rá tis . SESC Interlagos
☆ CIR C U S. T e a tro d e b o n eco . T rê s jo
v e n s sa ltim b a n c o s a p re n d iz e s via jam pelo m undo a p re s e n ta n d o o s e u p e q u e n o sh o w d e v a rie d a d e s . Gali n h a s, o v o s a d e s tra d o s , a n im ais fe ro ze s, a n jo s d a n ç a n te s s ã o alg u m a s d a s a tra ç õ e s . Iludir e divertir a p la téia é o ofício d o s trê s a p re n d iz e s q u e s e tran sfo rm am em d o m ad o re s, m ú sico s, m ág ico s... Com a Cia. Iti n e ra n te d e P e q u e n a s M etam orphos e s . Dia 25 à s 11 h. G rátis. SESC C onsolação
farsas medievais, com entreatos circen se s, este espetáculo narra a s desventu ras de Arlequino com a esp erteza de um ladrão transformista. Direção de C ássia Venturelli. Dia 26 à s 14h. Grátis. SES C Interlagos
☆ TREM
D E C O R D A . A presentação
instrumental, predom inantem ente po pular, com intervenções d a m úsica barroca. J o s é Eduardo Gramani, Ivan Vilela e Lara Ziggiatti a p resen tam re pertório com posto por m úsica brasilei ra com arranjos para a form ação do trio. No program a, o b ras de Chiquinha G onzaga, Ernesto N azaré Villa-Lobos, Pixinguinha e Garoto, entre outros. Dia 29 à s 21 h. R$ 1,50 (comerciário matric.) e R$ 3,00. S ESC Ipiranga
CIÊNCIAS & MEIO AMBIENTE VIV A O VERDE. Program a para refle xão e questionam ento dos problem as
Infantil
Infantil am bientais dos grande centros urba nos. A través de um a nova visão e c o lógica, a Ecologia Social, que busca tirar o hom em da posição de vilão em su a relação com a natureza, o Viva o Verde tem por objetivo ed u c ar e sensibilizar. D irecionado a e s tu d antes, da pré-escola ao seg u n d o grau, desenvolve atividades de e d u ca çã o am biental e lazer. A Casa do Hom em — B rin can d o de M o ra r s e rá o tem a desenvolvido d u ran te 95. De q uarta a se x ta d a s 9h à s 17h. Ins crições e inform ações pelo fone: 520-9911 ramal 203. SESC Interlagos
CURSOS & OFICINAS
9h à s 12h e d a s 14h à s 17h. Informa çõ es e inscrições na Ludoteca. Aos fi nais de sem an a, sã o oferecidas ativi d a d e s a b ertas ao público visitante. Para participar, b a sta co m parecer na unidade à s 14h. As atividades têm du ração de 3 horas. SESC Pompéia
Infantil FUTSAL. A través do c o n h ecim en to d o s fu n d am e n to s do futsal, a g a ro ta d a p o d e rá a p e rfe iç o a r o s e u jogo de form a lúdica e ed u cativ a. C oor d e n a ç ã o d e W ilson F e rn a n d e s J u nior. De 7 a 9 a n o s. S á b a d o s à s 9h30. R$ 7,00 (com erciário m atric.) e R$ 14,00. SESC Ipiranga
☆ DANÇA CRIATIVA. Curso voltado pa ra o desenvolvimento da criatividade da criança a partir de seu próprio corpo, aum entando su a s possibilidades de movimento e descobrindo se u s limites através dos elem entos da dança, tem po, espaço e ritmo. Para meninos e m e ninas. 25 vagas por turma. Segundas e quartas às 15h e sábados às 9h. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00 por duas a u la s s e m a n a is . R$ 8,2 5 (co m e r ciário m atric.) e R$ 16,50 por um a au la se m a n a l.
☆ KARATÊ. Prática que visa ag u çar o e sta d o d e alerta e a a u to d e fe sa para qualquer resp o sta motora. D esenvol vido de form a dinâm ica e de fácil aprendizado, b u sca a co m p reen são em relação ao e sp aç o que s e habita. S e g u n d a s e q u artas à s 9h10 e terças e quintas à s 15h40. R$ 7,00 (com er ciário matric.), R$ 13,00 (usuário m a tric.) e R$ 18,00.
BASQUETE E VÔLEI. C ursos de ini ciação esportiva, divididos em três ní veis, visando desenvolver o aprendi zado dos fundam entos básicos, ap er feiçoamento e a prática do jogo. 30 va g as por estágio. Basquete: de 10 a 12 anos, seg u n d as e quartas à s 8h, de 13 a 17 anos à s 9h e de 12 a 17 anos, à s 14h30; terças e quintas à s 14h. Vôlei: de 12 a 17, anos se g u n d as e quartas às 10h15 e 14h45; terças e quintas à s 15h45. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00.
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KUNG FU. Milenar arte marcial chi
DANÇA. Sensibilização para o prazer do movimento através de diversos ti pos de dança: folclórica, de salão e jazz, entre outras. T eças e quintas à s 17h00. R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00.
n e s a que procura desenvolver força, velocidade, precisão e co o rd en ação nos m ovim entos. Tam bém pode se r utilizada com o meio de d e fe sa p e s soal. A partir de 7 an o s, dom ingo à s 14h. R$ 8,00 (com erciário matric.) e R$ 16,00.
SESC Consolação
SESC Carm o
SESC Pom péia
ESCOLINHA DE TÊNIS. Aprendizado
sa m odalidade de su c esso junto ao público jovem. Aplicação dos funda m entos básicos e sua importância no trabalho em equipe. De 10 a 14 anos. Quartas e sextas à s 14h15. R$ 9,00 (comerciário matric.) e R$ 18,00.
dos golpes básicos do tênis. Turmas de m anhã e à tarde. De 6 a 14 anos. Du ração de 5 m eses. Matrículas abertas.
☆ Iniciação e aperfeiçoa m ento da m odalidade mais completa d as atividades físicas. Curso dos esti los crawl e costas. NATAÇÃO .
TENISESC
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SESC Pompéia
C U R U M IM P ER M A N E N TE . Objeti vando ampliar o intercâmbio social e a criatividade por meio da vivência do brincar, o S e sc Curumim Pom péia oferece atividades lúdicas, para crian ças de 7 a 12 anos, com oficinas de teatro, e d u c a ç ã o am biental, a rte s plásticas, jogos e brincadeiras espor tivas. Início dia 7. De terça a sexta das
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☆ BASQUETE. Iniciação na prática d e s
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SESC São Caetano
SESC Consolação
ESPO RTEKIDS. C ursos de iniciação esportiva n as m odalidades de vôlei, futebol de cam po e basq u ete, para a m oçada disposta a co n h ecer novos grupos e compartilhar d a s em o çõ es m ais incríveis que só o esp o rte traz. De 7 a 12 anos. Turm as m istas. Va g a s limitadas. Q uartas e sex tas, d as 9h30 à s 11 h30 e d as 14h à s 16h. T a xa m ensal R$ 9,00 (comerciário m a tric.) e R$ 18,00. SESC Interlagos
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S E S C C o n s o la ç ã o - 25 v ag as por turm a no Nível I e 15 v a g a s por turm a no Nível II. S e g u n d a s e q u artas à s 9h15, terç a s e quintas à s 10 h15, 14h e 14h45, se x ta s à s 9h15 e s á b a d o s às 11 h15. De 6 a 14 anos. R$ 17,50 (com erciário matric.) e R$ 35,00 por d u as a u las sem an ais. R$ 13,25 (co m erciário matric.) e R$ 26,50 por uma aula sem anal. SESC Ipiranga - P a ra a s seg u in tes faixas etárias: d e 7 a 9 an o s, terç a s e quintas à s 16h30 e q u artas e se x ta s à s 16h30. De 10 a 15 an o s, terç a s e
Infantil q u in ta s à s 17h 3 0 , q u a r ta s e s e x ta s à s 17 h 3 0 e s á b a d o s à s 12h 3 0 .
Terceira Idade Sábados d as 13h à s 17h30. Feriados d as 9h15 à s 17h30. SESC Consolação
☆
SESC Ipiranga
RECREAÇÃO CO NCU RSO ELIS REGINA. Envolve
rá e sco la re s da região transm itindo, atra v é s de atividades m onitoradas, a im portância da c antora p a ra a MPB. A partir daí, a s c rian ças vão d e s e n volver red a ç õ e s, d e s e n h o s e p o e sias. P a ra c rianças a té 15 anos.
SESC Consolação - T e rç a s e q u in ta s , 16h. 25 v a g a s. R$ 5,5 0 (co m e r ciário m atric.) e R$ 11,00.
☆
SESC Pom péia - T erças e quintas à s
ANIM AÇÃO C A R NAVALESC A. Com
15h. R$ 4,50 (comerciário matric.) e R$ 9,00.
VÔLEI. Iniciação à modalidade. De
senvolve habilidades esportivas bási c a s através da aprendizagem dos fun dam entos do vôlei e da dinâmica do jo go, enfatizando o espírito de equipe de forma lúdica e educativa. Turm as mis tas de 12 a 14 anos. Terças e quintas à s 16h30. R$ 7,00 (comerciário matric.) e R$ 14,00.
Terceira Idade
o Grupo Eureka. Animação, utilizando recur sos de expressão corporal, teatro e música. Dia 5 às 13h. SESC Itaquera
ra
S ESC Pinheiros - S eg u n d a s e q u ar ta s à s 16h, terç a s e quintas à s 14h e 16h e s e x ta s à s 14h e 15h. R$ 4,50 (com erciário matric.) e R$ 9,00.
IT K R C K T I
IIO A O K I
☆ DANÇAS FOLCLÓ RICAS. R ecupera
ção e vivência dos ritmos brasileiros, como m aracatu e frevo, entre outros. SESC Pom péia - C o o rd en ação de Pi-
roska Zednik, quintas à s 13h e Maria Fiorim, s e x ta s à s 13h. SESC Carm o - Q uartas d a s 10h30 à s
12h e d a s 12h à s 13h30.
☆
SESC Itaquera
ATIVIDADES FÍSICAS ☆ Piscina grande: de segunda a sexta d as 9h15 à s 21 h30, sábados e feriados das 9h15 à s 17h30. Piscina pequena: segundas e quartas das 12h à s 13h, terças e quin tas d as 15h30 à s 16h30, sextas das 13h à s 14h, sábados d as 13h30 à s 17h30 e feriados das 9h15 à s 17h30. RECREAÇÃO
A Q U Á T IC A .
DANÇA DE SALÃO . Dirigida a quem g osta de d an çar ou pretende aprender novos ritmos de d an ça de salão. SESC C onsolação - C o o rd e n a çã o d e S im o n e B e n ite s. S e x ta s à s 14h30. 30 v a g a s por turm a. Inscri ç ã o e início do c u rso dia 3 à s 14h.
SESC Consolação S E S C P o m p é ia - C o o r d e n a ç ã o d e
☆
C a rlo s T ra ja n o . Q u a r ta s à s 9 h 3 0 e 11 h.
RECREAÇÃO. Programa orientado de
recreação esportiva destinado a crianças de 7 a 14 anos e, também, aberto à parti cipação dos pais. Espaço democrático on de se pretende estimular a prática diversi ficada de modalidades esportivas e re creativas dando oportunidade ao conheci mento e o resgate de jogos antigos, com ênfase na criatividade e à sociabilização. SESC Pompéia
☆ TÊNIS DE MESA. Material esportivo
fornecido pelo Sesc. Acima de 10 anos.
☆ D AN ÇA E XP R E S SÃ O . D ança Ex p ressão . T erças d as 13h30 à s 15h. SESC Carm o
☆ DANÇA. E sp a ç o p a ra quem g o sta d e m ov im en tar o co rpo, b rin can d o com o s g e s to s e o ritmo. Po ssib ilita, d e m an e ira p ra z e ro s a , a d e s c o b e r ta d a s p o ten c ia lid a d es c o rp o ra is e fav o re c e a in te g raç ã o do grupo.
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ESPO RTES ADA PTA DO S. Modalida
des: vôlei, basquete, malha, etc. Coor d en ação de Paulo Vaccaro. Q uartas e sex tas à s 15h. SESC Pom péia
☆ E SP O R TE S A D A P TA D O S . S e x ta s
d a s 10h30 à s 12h. A ulas m inistra d a s n a Q u a d ra do Sindicato d os B an cário s, R ua T ab a tin g u e ra , 192. SESC Carm o
☆ D esen volvimento de seqüências com varia çõ es de movimentos, exercícios de coordenação e flexibilidade, estimulan do o equilíbrio global. G IN Á S TIC A VO LUNTÁR IA .
SESC Consolação - Segundas e quar tas à s 14h e 16h e terças e quintas às 10h15 e 15h. 35 vagas por turma. R$ 5,50 (comerciário matric.) e R$ 11,00. SESC Pompéia - De te rç a a s e x ta d e m an h ã e à tard e . R$ 4,5 0 (co m erciário m atric.) e R$ 9,00.
SESC Pinheiros - S eg u n d as e quar tas d as 8h30 à s 15h. T erças e quintas d as 8h30 à s 18h30. R$ 4,50 (comerciário matric.) e R$ 9,00. S ex tas à s 8h e 9h. R$ 3,37 (comerciário matric.) e R$ 6,75.
b a d o s , R$ 10 ,5 0 (c o m e rc iá rio m a tric.) e R$ 2 1 ,0 0 . SESC Ipiranga
☆ PRÁTICAS CORPORAIS. Este curso
GINÁSTICA. Além dos benefícios físi cos e psicológicos, proporciona m e lhor qualidade de vida e maior sociabi lização. S egundas e quartas à s 15h e terças e quintas à s 8h20. R$ 7,00.
tem por objetivo ampliar o universo das possibilidades corporais, utilizando para isso a s mais diversas técnicas e vivên cias, como a dança, a consciência do corpo, o esporte e a recreação. Acima de 40 anos. Sábados à s 10h30. R$ 6,75 (comerciário matric.) e R$13,50.
SESC São Caetano
SESC Ipiranga
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Atividade que busca m elhorar o condicionam ento aeróbico sem impacto do movimento. Aumenta a resistência m uscular e a flexibilidade. S e g u n d a s e q u a rta s à s 14h 15 e s e x ta s à s 11 h. 25 v a g a s por turm a. P a ra d u a s au la s se m a n a is, R$ 8,75 (comerciário matric.) e R$ 17,50. Para uma aula sem anal, R$ 5,50 (co merciário matric.) e R$ 11,00.
TAE-K W O N-DO . Segundas e quartas
H ID R O G IN Á S TIC A .
à s 14h. R$ 4,50 (comerciário matric.) e R$ 9,00.
JOGOS ADAPTADO S. Prática de vô
lei, peteca, basquete e pelota. Segun d as e quartas à s 14h. 30 vagas. R$ 8,75 (comerciário matric.) e R$ 17,50. SESC Consolação
☆ NATAÇÃO. De acordo com a ca p ac i d ad e individual do aluno, o curso se desenvolve em dois níveis: a d a p ta ção na á g u a e aperfeiçoam ento dos n a d o s. S e g u n d a s e q u a rta s à s 11 h15, 13h15 e 15h e te rç a s e quin tas à s 11 h15 e 13h15. 25 v a g a s por turm a. R$ 8,75 (com erciário matric.) e R$ 17,50.
SESC Pinheiros - S e g u n d a s e q uar ta s à s 15h e terç a s e quintas à s 10h30. R$ 4,50 (com erciário matric.) e R$ 9,00.
AULAS ABERTAS OFICINAS, CURSOS & PALESTRAS C O O PERA TIVA DE SERVIÇO S. E s
paço para divulgar e em preender a s habilidades profissionais para a com u nidade. Q uartas d a s 14h à s 17h. SESC Pom péia
SESC Pinheiros
☆ TAI CHI CHUAN. Exercícios re sp ira tórios, a lo n g am en to , m ed itação , re laxam ento e a u to m a s sa g e m .
SESC Consolação
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SESC Consolação - Segundas e quar tas à s 9h, 10h, 13h, 14h e 15h e terças e quintas à s 9h, 10h, 14h, 15h e 16h. 30 vagas por turma. R$ 8,75 (comerciário matric.) e R$ 17,50.
SESC Consolação - T e rça s e quin ta s à s 10h30 e 14h. 30 v a g a s por turm a. R$ 8,75 (com erciário matric.) e R$ 17,50. S ESC P in heiros - Q u artas e s e x ta s
☆ ARTE SOBRE TECIDO S. Iniciação ou
aperfeiçoam ento da prática de estam paria manual, da percepção d a s co res, texturas e grafism os e d as ten dências de estam paria para c ad a e s taç ã o . C o o rd e n a çã o d e Eduardo Kneipp. A partir do dia 7. Terças d as 14h à s 17h. Duração de 4 m eses. 20 v agas. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 35,00; por m ês. SESC São Caetano
à s 13h30 e te r ç a s e q u in ta s à s 13h30. R$ 5,00 (com erciário matric) e R$ 10,00.
☆ CANTO CO RAL. C oordenação de Ira
☆
cem a R am pazzo. Domingos à s 14h. SESC Pom péia
VOLEI ADA PTA DO . Aula Aberta. Pro
posta alternativa de atividade física pa ra p e sso a s com mais de 55 anos, prati cantes ou não d este esporte, utilizando o vôlei com regras ad ap tad as como meio de sociabilização e descontração. Dia 16 (quinta) à s 14h. Grátis.
☆ DESENHO E PINTURA. Coordenação de
Elinete Wanderley Paes. Terças à s 13h. SESC Pom péia
SESC Consolação
SESC Consolação
☆ N A T A Ç Ã O . In iciação à té c n ic a d o s e s tilo s craw l e c o s ta s . Acim a d e 45 a n o s . T e r ç a s e q u in ta s à s 1 3h30 e 14h3 0 . R$ 14,00 (c o m e r ciário m atric.) e R$ 2 8 ,0 0 . A os s á
☆ YOG A. Técnica do Hatha-Yoga. O
curso tem por objetivo promover a saú d e do corpo e da m ente, o equilí brio emocional, a harm onização cor poral, elasticidade, prática da m edita ção e do autoconhecim ento.
D E S E N V O L V IM E N T O V O C A L. Ofi cina do C entro Experim ental d e Mú sic a qu e procura con scien tizar o alu no d e se u potencial vocal, a tra v é s de té c n ic a s , e x e rc ício s e re c o n h e c i m ento d os m ecan ism o s d e funciona m ento d a voz. C o o rd e n a çã o d e C e cília Valentim, instrutora d e voz do
CEM. Q uintas, d a s 15h30 à s 17h. Exclusivo pa ra inscritos no G rupo da T erceira Idade. Grátis. S E S C C o n s o laç ã o
☆ ESCOLA AB E R TA
proporcionar um a atividade de lazer e dar a c e s s o a conhecim entos técnicos, práticos e teóricos, atrav és do canto coral. T erças à s 15h30. C oordenação Cecília Valentim. Exclusivo para inscri tos no grupo d a Terceira Idade. Grátis.
REDAÇÃO LITERÁRIA. C oordenação de Elizabeth Zianni. T erças à s 15h30.
SESC C onsolação
ENVELHECIMENTO. Grupo masculino
☆ de reflexão. Terças, das 14h às 16h.
DA TE R C E IR A
IDADE. Os cursos da Escola Aberta e stão com inscrições abertas. R$ 7,00 (comerciário matric. e a p o sentados do comércio) e R$ 10,00. Informações e inscrições na unidade.
SESC Pom péia
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SESC Carm o
ARTE UTILITÁRIA. Oficinas à s quar tas, d a s 15h30 à s 17h30.
☆ R ELAXAM ENTO PSICO FÍSICO . S e
SESC Carm o
gu n d as e q uartas, d as 16h à s 17h.
SESC Carm o
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SESC Carm o
☆ OFICINA DE CLOWN. Ou Sem Medo
C oordenação de Augusto Pereira da Rocha. S extas à s 9h30.
de S er Ridículo. Jogos lúdicos, impro visação e colagens compõem a progra m ação. Terças e quintas d as 9h à s 12h.
SESC Pom péia
SESC Carm o
EXPRESSÃ O E RITMO TEATRA L.
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☆ FLE X IB ILIDA DE
RESSE. D iscussão de vários tem as, utilizando técnicas de dinâm ica de gru po, visando socialização e convivên cia. Dias 6, 13, 20 e 27 (segundas) à s 14h30. Exclusivo para inscritos no Gru po da Terceira Idade. Grátis.
à s se x ta s d a s 14h à s 16h.
☆ MÚSICA. Reuniões com interessados em m úsica. Atividade que visa estim u lar quem de seja tocar, cantar ou d e clamar, a participar de um grupo com possibilidade de pesquisar, e nsaiar e elaborar um program a m ensal para se r m ostrado ao público. S extas à s 13h30. Exclusivo para os inscritos no Grupo da Terceira Idade. Grátis. SESC Consolação
Cilene Okuma. Informações de terça a sex ta d a s 10h à s 16h. SESC Pom péia
MENTAL. Oficinas
FO RM AÇÃO DE G RUPO S DE INTE
SESC Consolação
☆ TAR DE DE CHÁ COM PALESTRA. Riscos e B enefícios das A tividades Fí sicas na Terceira Idade, palestra de
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SESC Carm o TEATRO . Coordenação de Roberto
☆
M arcondes. T erças e quintas à s 9h30. SESC Pom péia
O F IC IN A DE T É C N IC A S T E A T R A IS . D esenvolvim ento d e técn i
c a s d e figurino, cen o g rafia e inter p re ta ç ã o . D u ra ç ã o d e 8 m e s e s . Q u a rta s e s e x ta s d a s 9 h 3 0 à s 11 h30. C o o rd e n a çã o d e C arlos Lupinacci. G rátis p a ra o s inscritos no G rupo d a T erceira Idade.
☆ TÉC N IC A S M ISTAS. Grupo artístico.
C oordenação de C eleste Z. Bertocco. S ex tas à s 14h. SESC Pom péia
☆
SESC Consolação
☆ EXPERIMENTAL DE VÍDEO. Oficina básica de produção, direção, técnica e interpretação. Segundas d as 10h à s 12h.
VIVÊNCIAS E REFLEXÕES NA MA TURIDADE. Segundas, d as 14h à s 16h. SESC Carm o
☆
SESC Carm o
W O RK SH O P DE TEATRO . Coorde
☆ O HOMEM E A BUSCA DA TRANS CENDÊNCIA. Palestras sobre a história
d as religiões, su as origens e os mitos modernos. Quartas das 14h à s 16h.
☆ PINTURA EM TECIDO . T erças e quar
n ação de Kate H ansen. De janeiro a março. T erças e quintas à s 14h. SESC Pom péia
tas d a s 13h à s 15h e d as 15h à s 17h.
☆
SESC Carm o
SESC Carm o
☆ ☆
OLHARES SOBRE UM NOVO SÉCU LO. Q uartas d as 10h à s 12h. Aulas mi
OFICINA DA VOZ. Oficina do Centro
gundas das 13h à s 17h.
nistradas no Instituto Cultural Itaú, Av. Paulista, 2424.
Experimental de Música, que busca
SESC Carmo
SESC Carmo
PINTURA EM TELA. Curso básico. S e
T u r is m o POÇOS DE CALDAS (MG). Passeio s
RECREAÇAO BAILE DE MARÇO. Dia 31 (sexta) às 14h. Som ente para os inscritos no Grupo da Terceira Idade. Grátis SESC Consolação
TURISMO
locais. De 10 a 12
P asseio s nas praias da região. Meia P ensão. De 24 a 26.
SESC São Caetano
SESC Paraíso
CALDAS NOVAS (GO). Estância hi-
ITATIAIA (RJ). Serra. H ospedagem
drotermal. P a sseio s no Jardim Japo nês, Lagoa de Piratininga e city tour P e n sã o com pleta. H ospedagem na Colônia de Férias J e s s é Pinto Freire de 11 a 18. H ospedagem no Hotel Hot Springs, de 27 a 2 de abril.
no Hotel Conora. P en são Completa. De 31 a 2 de abril.
☆
TEMPORADA DE FÉRIAS
SESC Paraíso
O program a coloca à disposição dos comerciários e se u s dependentes o ac esso ao turismo a baixo custo, com facilidades de pagam ento, valorizando os aspectos sócio-culturais das re giões visitadas e estimulando a criati vidade dos participantes. Roteiros ro doviários em ônibus padrão turismo. H ospedagem em Centros de Lazer e Férias do S e sc ou hotéis conveniados.
SESC Paraíso
PORTO SEG URO (BA). Praia. Hos pedagem no Adriático Porto Hotel, em Porto Seguro (BA) e na P o u sad a do Veleiros, em Nova Almeida (ES). P as seios em Vitória e Vila Velha (ES); Cabrália, Trancoso, Arraial D’Ajuda, prai as de Porto Seguro e city tour (BA) Meia p ensão. De 15 a 24 SESC Paraíso / SESC Santos
BERTIO G A (SP). Passeio de um dia na Colônia de Férias do Sesc. Dia 16. SESC São Caetano
☆ BARRA BO NITA (SP). Beira-rio. Hos
EXCURSÕES
pedagem Hotel Igaraçu Palace. P en são Completa. De 17 a 19. Panorâmica do Sesc Bertioga
SESC Paraíso BERTIOGA (SP). Praia. Hospedagem
☆
no S esc Bertioga. P asseio s locais e city tour. P ensão completa. De 3 a 10.
gem na Colônia de Férias do Sesc. P as seios a Vitória e Vila Velha. De 7 a 12.
UBATUBA (SP). Praia. Hospedagem
BERTIO G A (SP). Situado no litoral de S ão Paulo, a 110 Km d a Capital, o S e sc Bertioga oferece parque aquáti co, ginásio de esportes, centro de re creação infantil, quadras de tênis, can ch a s de bocha, sa la s de jogos, biblio teca, restaurante e lanchonete com pista de dança. Equipe especializada organiza shows, festas, aulas de gi nástica e atividade de recreação. Es tad a s de 7 a 10 dias, finais de sem an a e feriados. Diárias com p en são com pleta. Em maio, tem poradas de 10 a 16 e de 17 a 23 de maio. Inscrições de 2 a 15 de m arço (para a Capital - p e s soalm ente ou através de correspon dência para a unidade).
SESC São Caetano
no
SESC Paraíso
SESC Paraíso
CALDAS NOVAS (GO). P asseio s lo
cais. De 20 a 25. SESC São Caetano
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ARAXÁ (MG). Estância hidromineral.
H ospedagem Hotel Colombo. Passeio em Sacram ento e city tour. Pensão Completa. De 4 a 8. SESC Paraíso
☆
CABO FRIO (RJ). Praia. H ospeda
gem no Hotel Malibu Palace. P asseio s em Arraial do Cabo, Búzios e city tour. Meia pensão. De 22 a 26. SESC Paraíso
☆
GUARAPARI (ES). Praia. Hospeda
Hotel
P o u sa d a
Villa do
Mar.
m BIBLIOTECAS
SESC Carm o. B ib lio tec a d e la z e r.
D o ze mil títu lo s p a ra e m p r é s ti m o s: r o m a n c e , fic ç ã o c ie n tífic a e c lá s s ic o s d a lite ra tu ra . A b ib lio te c a o f e r e c e , a in d a , local p a ra p e s q u is a s e s c o l a r e s , a lé m d e jo rn a is do d ia e r e v is ta s a tu a is p a ra le itu ra no local. D e s e g u n d a a s e x ta d a s 10h à s 19h.
☆ SESC Pom péia. Livros de arte, ro
m ances, histórias em quadrinhos e ludoteca. Consultas no local ou e m p ré s timos. De terça a sexta, d a s 10h à s 20h30. Sábados, dom ingos e feriados, d a s 10h à s 18h30.
RECREAÇÃO SESC Interlagos. Próximo ao autódromo de Interlagos, o cupa á re a de 500 mil m2 à s m arg e n s d a R e p re sa Billings. Possibilita c a m in h a d a s e n tre p a is a g e n s n atu rais, com b o s q u e s d e a ra u c á ria s , p inheiros do brejo, fi g u eiras, ja to b á s, M ata A tlântica nati va, viveiro d e p lan ta s, rec a n to d e p e q u e n o s an im ais e lag o s com p e d a li nhos. E stão à d isp o siç ão d o s visitan te s s e te q u a d ra s p o liesportivas, trê s d e tên is, dois m inicam pos d e futebol, g inásio co b erto , conjunto a q u ático com p iscin as p a ra ad u lto s e crian ç a s, q u io sq u e s p a ra c h u rra sc o e re c a n to infantil. Na s e d e social, s a la d e leitura, lu doteca, te rra ç o s ao ar li vre, berçário, re s ta u ra n te e lan c h o nete. Auditório, p a ra exibição d e ví d e o s em telão e o palco do lago, p a ra sh o w s e e s p e tá c u lo s d iv erso s, com pletam o s serviços d e s ta unidade. De q u arta a dom ingo, d a s 9h à s 17h30. R$ 0,50 (com erciários matric.), R$ 1,10 (usuários matric.) e R$ 3,50. D esco n to d e 50% p a ra c ria n ç as d e 4 a 14 a n o s. E stac io n a m e n to no local a R$ 1,65. Ô nibus u rb an o s com s a í d a s d a P latafo rm a F do M etrô J a b a q u a ra (linha 675 - C entro S e sc ) e do Largo S ã o Fran cisco (linha 5 317 C entro C a m p e stre S e sc ).
☆ S E S C Ita q u era . 63 mil m2 d e á re a
ODONTOLOGIA
O se rviço d e od ontologia do S E S C o fe re c e tra ta m e n to s clínicos e cirúr g icos em od o n to p ed ia tria, m á for m ação , en d o d ô n tic o s e periodôntico s, se rv iç o s d e p ró te s e e rádiod iag nóstico. As a ç õ e s na á re a de o d o n to lo g ia p ro cu ra m p rev e n ir e evitar p ro b le m as de s a ú d e , s e n d o c o m p le m e n ta d a s tam bém por tra b a lho edu c ac io n a l. SESC O dontologia / SESC C onsola ção / SESC Ipiranga
c o n stru íd a , em 350 mil m2 d e á re a . O fe rec e v a ria d a s o p ç õ e s d e lazer, incluindo a tiv id ad es esp o rtiv as, a r tístic a s, cu ltu rais, rec re a tiv a s, s o ciais e d e co n tato com a n a tu re z a. Q u a d ra s p o liesp o rtiv as, p ista s d e co o p er, c a m p o s d e m alha, futebol e b o c h a e p a rq u e a q u ático com 8 tob o á g u a s, além d e locais p a ra ch u r rasc o s, fe s ta s, feiras, sho w s, e x p o si ç õ e s, víd eo e leitura. P a ra a s crian ç a s, o P a rq u e Lúdico a p re s e n ta o s b rin q u ed o s O rq u e stra M ágica, Trenzinho C enográfico e Bichos d a M ata. De q u a rta a dom ingo e feriad o s, d a s 9h à s 17h. O e sta c io n a m e n to co m porta 1100 carro s. R$ 0,55 (com erciário m atric.), R$ 1,10 (usuário m a
tric.), R$ 3,50 (visitante), R$ 1,75 (vi s itan te, sem p a rq u e aq u ático ), R$ 0 ,25 (com erciário m atric. infantil), R$ 0,55 (u su ário matric. infantil), R $1,65 ( esta cio n a m e n to ). Ô n ib u s u rb an o s com s a íd a d a E staç ã o Artur Alvim (Linha 3772, G leb a do P ê s s e g o ) e Term inal S ã o M ateus (Linha 2523F, Jardim H elena).
O cartão d e m atrícula no S e s c é o se u p a s sa p o rte p a ra participar, com v a n ta g e n s, d a s v árias ativ id ad es ofe recid as e tam bém d esfru tar d a s pisci n as, q u a d ra s e outros eq u ip am en to s. D ocum entos n e c e s s á rio s p a ra m atri c u lar-se no S e sc : C o m e rciá rio - c a r teira profissional, último hollerith, 1 foto 2x2 ou 3x4. E v entualm ente p o d e rá s e r solicitada xerox d a G uia de R ecolhim ento G R PS do INSS, c a so n ão s e ja p ossível identificar a ativida d e d a e m p re sa. M atrícula fa m ilia r o titular d e v e rá a p re s e n ta r o s m e s m os d o c u m en to s e ain d a certidão de c a sa m e n to , certidão d e n ascim en to d o s filhos m en o re s de 21 a n o s e um a foto de c a d a d e p e n d en te (e s p o s a e m aio res d e 7 an o s). C om e rciá rio a po se n ta d o - carteira profissional, e recibo do ban co com o último valor do benefício p ag o pelo INSS e 1 foto 2x2 ou 3x4. A tax a d e m atrícula varia d e aco rd o com a faixa salarial. A m a trícula p o d erá s e r feita em qu alq u er un id ad e do S e s c e tem validade n a cional d e 12 m ese s. Não com erciá rios podem in sc re v er-se no S e s c a p re se n ta n d o docum ento de identi d a d e (RG) e 1 foto 2x2 ou 3x4. Infor m e-se na unidade de se u in te resse so b re restriçõ es e co n d içõ es e s p e ciais d e s s e tipo d e inscrição.
INTERLAGOS
Av. Manuel Alves Soares, 1100 - Tel. 520-9911
IPIRANGA
Rua Bom Pastor, 822 - Tel. 273-1633
ITAQUERA
Av. Projetada, 1000 - Tel. 944-7272
ODONTOLOGIA PAULISTA PINHEIROS
Rua Florencio de Abreu, 305 - Tel. 228-7633 Av. Paulista, 119 - Tel. 284-2111 Av. Rebouças, 2876 - Tel. 211-8474
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Rua Clélia, 93 - Tel. 864-8544
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Rua Piauí, 554 - Tel. 453-8288
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Rua Augusta, 2075 - Tel. 282-0213
CARMO
Rua do Carmo, 147 - Tel. 605-9121
CONSOLAÇAO TENISESC
Rua Dr. Vila Nova, 245 - Tel. 256-2322 Rua Lopes Neto, 89 - Tel. 820-6454
M EIO A M B IEN TE
Éducação e diversão: em ínterlagos, a criançada em idade escolar aprende noções básicas de Ecologia em meio a muita brincadeira
prazer aliado à curiosidade. Esta é a fórmula que o Sesc encontrou para discutir ecolo gia e questões ambientais com as crianças. O projeto Curumim Viva o Verde, que inicia mais uma etapa em março, busca fazer com que a petizada reflita sobre o mundo em que vive e a natureza que a cerca de maneira gosto sa, com jeito de brincadeira. Cerca de quatro mil crianças visi tam o Sesc ínterlagos por dia, durante o período de aulas. A cada mês, dentro do Viva o Verde, um novo tema é pro posto. As escolas inscrevem-se e os técnicos do ínterlagos sugerem quatro trilhas diferentes, por onde mestres e pupilos possam passear, ensinar e aprender. Em pontos específicos, co mo os hortos ou a oficina de culinária, o pessoal do Sesc está a postos, expli cando para a garotada como se cuida das plantas, como se faz pão caseiro e outras artes. O tema que inaugura o Viva o Ver de deste ano é A Casa do Homem — Brincando de Morar, e busca mostrar os princípio da Ecologia Humana, So cial e Urbana. A partir desta idéia bá sica, serão discutidos os problemas de organização e estruturação das cida des, como a distribuição populacional,
Março/95
VIVA O
V ERDE o saneamento básico, áreas de lazer etc. A intenção é fazer com que as crianças percebam como a falta de so luções para esses problemas pode afe tar o meio ambiente. Assim sendo, será transmitida às turmas uma breve história das civiliza ções, com .toques de como algumas ci vilizações antigas construíam e cuida vam de suas cidades. Os aquedutos ro manos, por exemplo, copiados por ou tras sociedades no decorrer da história, até hoje influenciam e elevam a quali dade de vida na capital italiana. Lançando estas informações e ins tigando a curiosidade das crianças, o Viva o Verde procura fazer com que elas pensem sobre os problemas de sua cidade, de seu bairro, e que in fluam diretamente na qualidade de vi
da de suas comunidades. É importante fazer as crianças per ceberem que o homem não é necessa riamente o grande vilão na relação com a Natureza, e que existem solu ções racionais para se resolver as questões de moradia e de infra-estru tura básica de que sofrem os grandes centros urbanos. As escolas interessadas em partici par do Viva o Verde não pagam nada. Basta ligar para o Sesc ínterlagos (tel. 520-9911) e agendar a visita. Exige-se que, para cada grupo de vinte crianças, compareça um acompanhante. Além de visitar os hortos (de plantas medicinais, estufas, etc.) e participar dos debates, as turmas po dem conhecer uma pequena reserva da Mata Atlântica, brincar no recanto infantil e participar de oficinas de dança e teatro. “O Viva o Verde, é uma oportuni dade rara de vivência num ambiente saudável aqui em São Paulo”, diz a técnica do Sesc Maria Alice Oieno de Oliveira. “No Sesc ínterlagos, elas po dem fazer descobertas e desenvolver a observação e a sensibilidade, já que nossas atividades suscitam muita par ticipação, tanto dos alunos quanto dos professores.
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BRASIL JAPÃO CEM ANOS DE AMIZADE
não espere um cover da famosa com ste é um ano muito espe posição de Ary Barroso. Os músicos cial para o Brasil e o Japão. do Choro, que passaram por várias ex Comemora-se o centenário periências, da música tradicional à ele da assinatura do Tratado trônica, de Amizade entre as duas nações. O fazem uma reinterpretação do estilo brasileiro, criando inclusive clima, portanto, é de festa, tanto lá co composições próprias e assumindo mo cá. E a festa começa este mês, com também outras influências latinas, co dois espetáculos musicais na capital. mo o tango. O primeiro é Music From Japan, dia Mais um espetáculo, programado 12, no teatro do hotel Maksoud Plaza, para o segundo semestre, é a perfor quando músicos interpretarão obras mance da ópera Yuzuru, o Pássaro do japonesas clássicas e contemporâneas Poente, baseada numa lenda japonesa, com instrumentos típicos. Outra atra no Teatro Municipal. Mas a música ção é a apresentação da cantora popu não será a única estrela das comemo lar japonesa Epo, acompanhada pelo rações. Em maio, no Sesc Pompéia, grupo Choro Club e pelo percussionis será inaugurada uma exposição de 300 ta Ryo Watanabe (aluno de Naná Vas brinquedos populares japoneses. As concelos), dias 13 e 14, no teatro do peças são oriundas do Museu do Brin Sesc Pompéia. quedo do Japão, que fica em KawasaFormado por Shigeru Sasago (vio ki, província de Yogo. lão), Oh Akioka (bandolim) e Joji SaOs interessados pela cultura nipôniwada (contrabaixo), o Choro Club é ca e suas relações com a brasileira não um dos grupos de música brasileira perdem por esperar. Diversos eventos mais respeitados no Japão. No palco estão sendo criados para agitar 1995. do Pompéia, eles interpretarão Na Bai Além disso, foi formada uma comissão xa do Sapateiro, por exemplo. Mas
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de catedráticos da USP para propor uma série de eventos artísticos, educa cionais e de intercâmbio tecnológico entre as duas nações. A Casa da Moeda está lançando uma moeda comemorati va e os Correios também homenagea rão a data com um selo especial. A festa dos cem anos de amizade não acontece só no Brasil. Várias es trelas nacionais estão de malas prontas para encantar mais uma vez os nossos fãs de olhinhos puxados. Daniela Mercury é um dos nomes mais cotados pa ra se apresentar no Japão este ano. Sim, a axé music baiana também já é febre por lá.
MPB Made iri Japan Música popular brasileira inter pretada por japoneses? Sim. E muito bem interpretada. Quem quiser confe rir, é só assistir às apresentações do Choro Club em São Paulo. A música feita pelo Choro é um aperitivo e tan to para quem tem curiosidade pelo in Março/95
teresse dos japoneses por nossos rit mos e harmonias. Para se entender melhor o fato de existir um grupo japonês dedicado às nossas tradições, é preciso conhecer um pouco do fascínio dos nipônicos pela nossa cultura. E não só pela nos sa. Vivendo num país rico, onde infor mação é item de primeira necessidade, a turma do sol poente consome com voracidade a cultura do resto do mun do. Basta lembrar que até astros de Hollywood costumam se dar bem por lá como cantores. Kevin Costner e Edward Furlong (o garoto de O Exterminador do Futuro 2) são apenas dois exemplos de atores americanos que gravaram discos exclusivos para o mercado japonês. Bandas de rock pe sado como a brasileira Viper, então, se preocupam antes em lançar seus dis cos no Japão para depois pensar em editá-los por aqui. O mesmo procedi mento é adotado pelo sambista Martinho da Vila. Na contramão deste processo, a música japonesa também dá sinais de vida nas paradas de sucesso euro péias, americanas e brasileiras. O últi mo hit japonês de que se tinha notícia era a canção Sukyaky, dos anos 60 (que aqui foi transformada em Olhan do Para o Céu, na voz do Trio Espe rança). Mas hoje grupos pop como o ótimo Pizzicato Eive podem ser ouvi dos em clubes nova-iorquinos, londri nos e paulistanos. E a nossa velha e boa MPB? Co mo explica Jo Takahashi, coordena dor de eventos da Fundação Brasil Ja pão (que está trazendo o Choro Club ao Brasil), este namoro musical entre as duas nações começou na década de 60. “Quando o saxofonista americano Stan Getz lançou seus discos de bossa-nova, criou um interesse muito grande pela música brasileira no mun do todo. E o Japão, é claro, não ficou de fora.” Só que, no Japão, o gosto pelo sam ba, pelo chorinho e pela bossa se de senvolveu de forma peculiar. É claro que também existe o lado exótico, a vi são da terrinha do samba como um pa raíso tropical de felicidade. Foi o que o contrabaixista Luiz Chaves, do Zimbo Trio, pôde constatar em sua única via gem ao Japão, nos anos 80, durante uma tumê com Elizeth Cardoso e Altamiro Carrilho. “Lá existem casas noI tumas muito engraçadas, onde o sujeiMarço/95
QUEMÉ EPO? A c a n to r a e c o m p o s ito r a ja p o n e s a Epo, q u e se a p re s e n ta n o S e s c P o m p é ia e s te m ê s , n a s c e u E iko S a t o , e m 1 9 5 0 , e a d o to u s e u n o m e a rtís tic o a p a rtir d e s e u a p e lid o d e in fâ n c ia . C o m e ç o u a c o m p o r a o s 1 3 a n o s e, a o s 1 9 , la n ç o u um d e se u s g ran d e s su c e sso s, D ow nt o w n , m a is ta r d e u s a d a c o m o m ú s ic a te m a d e um p ro g ra m a d e te v ê no J a p ã o . A p a rtir de 1 9 8 0 , Epo p a s s o u ta m b é m a tr a b a lh a r c o m o p u b lic itá ria , c ria n d o jin g le s e f a z e n d o a p r o d u ç ã o m u sic a l p a ra c o m e r c i a i s d a C o c a - C o l a , Y a k u lt, N is s a n , S h is e id o e d iv e rs a s o u tra s e m p re sa s. A d o ta n d o in flu ê n c ia s o c id e n t a i s e m s u a m ú s ic a , E p o já g r a v o u v á r i o s d i s c o s e a lc a n ç o u s u c e s s o t a m b é m n a E u r o p a . F ez d iv e rs a s e x p e riê n c ia s s o n o ra s , in c lu s iv e t r a b a lh a n d o c o m a m ú sic a e le trô n ic a . A tu a lm e n te , p o r é m , p r e f e r e c r ia r c o m p o s i ç õ e s q u e e n fo q u e m a re la ç ã o d o h o m e m c o m a n a tu r e z a . No s h o w q u e f a r á a o la d o d o C h o ro C lu b , e m S ã o P a u lo , E p o v ai m o stra r s e te c a n ç õ e s .
to pode escolher entre vários instru mentos de percussão: agogôs, surdos, tamborins, pandeiros, maracas. Aí eles colocam fitas com pagode, partido al to, Beth Carvalho, e o pessoal batuca à vontade. Imagina o barulho!”, ri Luiz. “Também conheci instrumentistas muito bons, mas que faziam covers, cópias fiéis de gravações nossas, imita vam nota por nota os improvisos de Jacob do Bandolim, e cantoras que inter pretavam nossas músicas em portu guês mesmo, com aquele sotaque terrí vel. E é bom saber que eles estejam evoluindo nesse sentido. A formação do Choro Club, inclusive, não é a for mação básica de um regional de choro. Isso é muito interessante.” À parte o estranho “karaokê do ba tuque” e dos covers, Luiz também en controu um Japão preocupado em res guardar uma memória que nem é de les. “Conheci uma sociedade de músi
cos, mantida pelo próprio público, que se dedica a estudar e a interpretar ex clusivamente o repertório de Villa-Lobos. Uma coisa fantástica, linda mes mo, que infelizmente não existe aqui no Brasil”, lamenta. O Zimbo Trio, por sinal, é respei tadíssimo no Japão: doze de seus dis cos estão em catálogo por lá.Tente en contrar doze discos do Zimbo de uma só vez nas melhores casas do ramo no Brasil. Talvez consiga comprar dois ou três, se tiver sorte.
Tietagem e informação Outro xodó dos nipônicos é a sam bista Alcione, que guarda as melhores recordações de uma tumê por oito ci dades japonesas, também nos anos 80. “Fui muito bem recebida, com todas as honrarias, ganhei placas, chave da cidade, e fiz shows gloriosos”, conta a Marrom, encantada. Não poderia ser melhor: conheceu uma cantora japo nesa que gravou uma versão de Não Deixe o Samba Morrer e descobriu que o público de lá sabia inclusive de alguns detalhes de sua vida pessoal. Colecionadora de bonecas, Alcione ganhou várias delas durante a tumê. Manter-se informado sobre o que acontece do lado de cá também não é problema para os fãs japoneses da MPB. A revista Latina, editada men salmente, os coloca a par da música produzida nas Américas do Sul e Cen tral. O reggae, o ska e o calipso, assim como o tango e a música latino-ameri cana folclórica também têm um vasto público por lá. Mas o grande destaque é dado para o Brasil. Folhear os exem plares da Latina (com capas sempre as sinadas pelo artista gráfico Elifas Andreato) nos reserva algumas surpresas. Na seção de lançamentos de CDs, por exemplo, pode-se encontrar, entre notí cias sobre os astros Caetano Veloso, Marisa Monte, Leila Pinheiro, João Gilberto, uma resenha sobre o álbum Elizeth Interpreta Vinicius, uma peque na obra-prima rara em nossas pratelei ras, com arranjos do maestro Moacyr Santos. Elizeth Cardoso é idolatrada na terra do sushi, onde fez vários shows e hoje empresta seu nome a uma casa de MPB em Tóquio, a Elizeth. Quem se preocupa hoje, no Brasil, em homena gear uma de suas maiores cantoras, que, no dizer de Vinicius de Moraes, foi nada menos que A Divina? 21
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PARA ONDE VAI 0 ATLETA DO
ANO 2000
Brasil de hoje está cuidando do atleta do próximo século? As escolas, os clubes, o Estado e outras entidades da sociedade estão atentas à reno vação? O País, tetracampeão mundial de futebol, vários títulos internacionais de automobilismo, basquete e vôlei, estaria preocupado com a formação de novos quadros? O profissionalismo não estaria inibindo a revelação de novos talentos? Estas questões foram colocadadas para autori dades, desportistas, técnicos, sindicalistas e jornalistas pela Revista E. Em artigos e depoimentos, as opiniões coincidem:
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o futuro do esporte brasileiro precisa de planejamento. 22
“A renovação está condicionada ao modelo clubístico” Rui Martins de Godoy momento político pelo qual passa o Brasil parece renovar as expectativas de mudanças profundas em todas as áreas, entre as quais inclui-se a dos esportes. A re-
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cente criação do Ministério Extraordi nário dos Desportos é um indício des sa tendência. Nos últimos anos, assistimos à de sintegração dos programas esportivos considerados de base, ligados aos es portes não profissionais, como o ama dor, os comunitários e o estudantil, es te último em nível de Io e 2o graus. Exemplo gritante é o desapareci mento dos programas competitivos es colares, cuja prática encontra-se restrita às aulas de Educação Física, desenvol vidas quase sempre com grandes difi culdades operacionais. Assistimos, no entanto, ao crescimento assombroso de algumas práticas televisivas de marke ting, estimuladas por investimentos da iniciativa privada e de empresas esta tais. Mas, no contexto atual, mesmo nessas modalidades, o processo de re novação ficou condicionado apenas ao discutível modelo clubístico. Acreditamos que é chegado o mo mento de revisar-se a legislação des portiva brasileira, nos três níveis, fede ral, estadual e m unicipal, encaminhan do-se diretrizes e procedimentos co muns ao desenvolvimento e à prática dos esportes em âmbito nacional. Parece-nos fundamental que os recur sos púbücos priorizem o desenvolvimen to dos programas não profissionais esco lares, amadores e comunitários, dando oportunidade ao maior número possível de pessoas, de todas as idades, o acesso à prática esportiva, proporcionando-lhes, assim, melhor qualidade de vida. Os es portes profissionais e de rendimento, orientados pela ótica da competição, do espetáculo e do marketing, podem encon trar pleno apoio na iniciativa privada. Março/95
O Sesc, como entidade privada, tem por meta o atendimento ao traba lhador do comércio e seus familiares. Encara os interesses físico-esportivos como uma aspiração do trabalhador, intimamente associada ao desejo de promoção social, de melhoria de quali dade de vida, de pleno desenvolvimen to da cidadania. Contempla as ativida des físico-esportivas sob uma ótica
“Os torneios e campeonatos não priorizam a competição e o auto-rendimento” educacional e sócio-cultural, o que as situa não só no domínio da prática, mas também naqueles do conhecimen to e do espetáculo. Dessa forma, sua ação não está so mente voltada ao seu público prioritá rio, o comerciário. Estende-se também a outros segmentos de público, além de procurar sensibilizar instituições da co munidade no tocante ao desenvolvi mento dos interesses físico-esportivos. Essa ação sustenta-se, na prática, em três níveis de valores conceituais que norteiam o desenvolvimento das pro postas técnicas do Sesc: o cultural, o social e o educacional. Assim, para cumprir suas funções educacionais e sócio-culturais, é essen cial que os eventos esportivos realiza dos pelo Sesc partam dos pressupostos contidos nesses três planos de valores. Operacionalmente, as propostas técnicas são implementadas através de programas permanentes, como cam peonatos, torneios, atividades infor mais e recreativas, cursos, projetos es
peciais, seminários, oficinas, aulas abertas, trabalho com empresas e even tos esportivos. Os torneios, campeonatos e grandes eventos não priorizam a competição e o alto rendimento. Seu objetivo é possi bilitar a todos os indivíduos o acesso às práticas esportivas, independentemente de nível técnico e de grau de habilida de. A meta não é fabricar grandes atle tas. O que se deseja é explorar o poten cial das atividades físicas enquanto meio de preservação e melhoria da saú de. Sem esquecer que elas são, tam bém, um excelente instrumento de in centivo ao associativismo. Essas programações são direciona das a todos os freqüentadores das uni dades do Sesc, a gmpos de empresas específicas, a empresas pertencentes a diferentes ramos do comércio, a sindi catos e, em casos especiais, à comuni dade em geral. Com a implantação do Programa de Ginástica Voluntária, o Sesc passou a dar maior importância aos aspectos pedagógicos e filosóficos das ativida des físico-esportivas. As expectativas desse programa podem ser facilmente resumidas: através da prática físico-esportiva sistemática, a pessoa pode to mar consciência de sua individualida de corporal, de seus déficits e das pos sibilidades de compensá-los; pode ad quirir os conhecimentos estruturais, funcionais, emocionais e espirituais in dispensáveis ao seu corpo; pode, en fim, alcançar a autogestão dos movi mentos, o que significa assumir plena autonomia corporal. Rui Martins de Godoy é técnico do Sesc
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'Esporte na escola é mais do que exercício físico" " M a té r ia ou energia? O b je tiv id a d e ou sgbjetividade? Corpo ou m ente? No século X X , a Física Q u â n tic a to r nou obsoletas tais polarizações. S a b e mos hoje que m até ria se tran s fo rm a em en erg ia, que a o b jetivid ad e inclui aspectos su bjetivos e que, ao c o n trá rio do que im a g in av a René D escartes, um dos pais da ciên cia m o d ern a , cor po e m e n te são indissociáveis. Para D escartes, que viveu no século X V II, "não há nada no co n c eito de corpo que pe rte n ç a à m e n te e nada na idéia da m e n te que pe rte n ç a ao corpo". M u ita s escolas, in fe liz m en te, ainda c on tin u a m a cred itan d o nisto. Nelas, os alunos são co n sid erad o s a p en as "do pescoço para cim a". C om e xc eção das aulas de Educação Física, o n d e se cuida do "resto". Na rede estadual de ensino de São Paulo, os professores são encorajados a superar esta frag m en tação . A Educação Física, ju n to com as d e mais disciplinas do currículo, deve con tribuir para form ar cidadãos críticos, criativos, capazes de resolver proble mas e fo rtalecer a d em ocracia em nos so país. Jogos, Ginástica, Dança e Esportes form am o conteúdo da Educação Físi ca. Cada um a destas atividades é per cebida não com o um fim em si m esm o, porém com o um m eio pelo qual a es cola cum pre seu papel de tran sm i tir/c o n s tru ir conhecim entos, atitudes e valores. O objetivo do Esporte, neste contexto, não é criar grandes estrelas ou privilegiar a p ro m o çã o individual dos mais aptos. E, isto sim, desenvol ver habilidades m otoras e capacidades
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Rose Neubauer físicas indispensáveis, além de co m p e tências afetivas, sociais e cognitivas. Ter acesso ao Esporte, c onhecim ento produzido e construído culturam ente, é direito do qual n enhum a criança ou jo vem pode ser excluído. Nas prim eiras séries escolares, as diferentes m odalidad es esportivas são ensinadas com o brincadeiras infantis, sem preocupação de trein am en to . A partir da 6 a série, a prática educativa de esportes é introduzida. O destaque ao adjetivo é im p ortante, pois a m eta dos professores não se lim ita a fazer com que seus alunos jo g u em correta m ente. Os adolescentes d evem apren der ta m b é m a contextualizar o esporte histórica e cu ltu ram en te, a discutir as relações do jogo, a organizar equipes, a planejar táticas, a colocar objetivos individuais a serviço do grupo. É com este novo espírito que a Se cretaria da Educação prom ove anual m ente, com a Secretaria de Esportes e Turism o, o tradicional C am p eo n ato Es colar de Esportes, que existe desde 1 9 4 2 e envolve as m odalidades A tle tism o, Basquete, Voleibol, H andebol, Tênis de M esa, G inástica Rítm ica Des portiva, Ginástica O lím pica, X ad rez e Dam as. Os alunos das escolas interes sadas em participar freq ü en tam , além das três aulas sem anais obrigatórias de Educação Física, três aulas extras de trein am ento. Em 1 9 9 4 , 5 0 0 mil alunos de 4 mil escolas participaram do C am peonato, nas categorias pré-m irim (até 1 2 anos), m irim (até 1 4 anos) e infantil (até 16
anos). N en hum dos inscritos pode ser filiado a Federações Esportivas. Outra m edida para garantir a eq üidad e é não co nfrontar os alunos de escolas públi cas com os de escolas particulares, cu jas condições de vida d eterm in am um m elhor desem penho. O C am p eo n ato Escolar é um a gran de chan ce de se descobrir talentos. Afi nal, foi aí que a estrela do Basquete, Hortência, decolou da quadra de um a escola pública estadual para o Brasil e o m undo... 0 essencial, e ntretanto, é invisível aos olhos de quem ap laude os finalis tas na grande festa anual do C am p eo nato. Trata-se da prática hum ilde e per sistente dos professores que, através das aulas de Educação Física, criam o "caldo de cultura" de onde surgem no vos valores para o cam po dos Espor tes. E, o que é mais im portante, fazem com que seus alunos ap rendam a res peitar as regras do jogo; descubram que as regras são feitas pelos hom ens e por eles são m odificadas; p ercebam que sem cooperação é im possível atin gir a m eta e que quem elim ina os com p etidores inviabiliza a disputa; que con sigam en fren tar vitórias e fracassos com a serenidade de quem sabe que am bos são transitórios. A Secretaria de Educação de São Paulo acredita que Esporte na escola é m ais que exercício físico: é exercício de cidadania tam b ém . É preciso apren der a jogar. Na quadra de esportes e, prin cipalm ente, na vida."
Rose Neubauer, educadora, é secretária de Educação do Estado de São Paulo
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“Municípios, Estado e União devem contribuir” Orlando Duarte que se pode fazer pelo espor te brasileiro? Quem é pode fazer? Como é que pode ser feito? Em primeiro lugar, não gosto da palavra MASSIFICAÇÃO. Só se pode falar nesta palavra e usá-la em países ricos ou socialistas. No primeiro caso, há dinheiro para plano e, no segundo, o governo tem poder para MANDAR fazer. O esporte nos países socialistas sempre foi forte e quase um “ponto de honra” para mostrar a força de sua ju ventude. Em países em desenvolvi mento, como o Brasil, o que se pode fazer é não abandonar os planos exis tentes, chamados de elitistas, mas úteis na divulgação do esporte e no es tímulo à prática do mesmo. Um gover no com tantos problemas de saúde, educação, segurança, previdência, sa neamento e muito mais, vai deixar, claramente, o esporte para seu último objetivo. Um hospital ou um campo esportivo? Seis salas de aula ou um gi násio? Uma penitenciária ou uma pra ça de esportes? Há uma ordem, natu ral, de compromissos que a sociedade reclama do governo e o esporte está Março/95
entre esses compromissos, nunca no primeiro lugar. Isso é bom? Isso é ruim? A verdade é que a sociedade po de encontrar outros caminhos para es timular a prática esportiva e, mais que isso, facilitar essa prática. Municípios, Estado e União devem dar, sim, a sua contribuição, por me nor que seja. O esporte poderá ser ponto importante de nossas escolas públicas e universidades. Nos Estados Unidos, a força do esporte está nas universidades e nos colégios. Tem da do certo e o Governo não coloca di nheiro do contribuinte para promover mundiais de futebol, jogos olímpicos ou qualquer outra promoção esportiva. Isso é atividade da sociedade civil. No Japão, são ãs empresas que fazem muito pelo esporte, por todos os espor tes. Elas mantêm equipes e estimulam o aparecimento do atleta de competi ção, sem esquecer a parte de lazer e entretenimento, para todos, parte im portante da atividade esportiva. No Brasil, o esporte é praticado basica mente em clubes. Estes buscam patro cínios e esse casamento é bom, mas é importante que os clube abram suas portas, em horários de pouca movi mentação, para atrair garotos do bair
ro a que pertencem, a fim de ministrar a eles, com especialistas, condiciona mento esportivo. Este é um ponto que deve ser destacado, pois aí o Estado pode ajudar ao fornecer um lanche e exames médicos para esses garotos. Também as Forças Armadas poderiam ativar, e muito, a prática esportiva em suas fileiras, como acontece em mui tos países. E o que fazem os professores de Educação Física em todas as Escolas do Estado? Estes, com boa vontade, podem determinar um bom início de prática esportiva para nossos jovens, além de revelar aqueles com aptidões para a competição. Somando-se essas idéias a outras, poder-se-à fazer deste um país olímpico. Não somos um país que tem um grande número de prati cantes do esporte. Praticar esporte não é fácil e o seu custo é elevado. Com tantos jo vens ávidos pela prática esportiva, se houver a união de propósitos, sem utilização de demagogia política, não será tão difícil abrir boas pers pectivas para o futuro do esporte no
Orlando Duarte é Jornalista
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“Sem a iniciativa privada, os esforços serão em vão”
i “A qualidade depende da quantidade”
Hélio Rubens Aralhe
José Medalha
Brasil vive um momento de governo deve ter ingerências expectativas otimistas quanto específicas no esporte de fo ao seu futuro em todos os mento educacional. A partir segmentos da nossa sociedade. do momento em que se incentiva o es porte na escola, como educação bási O Esporte, como instituição sóciocultural de grande impacto, ganha no ca, cria-se uma juventude sadia, estinovo governo status de ministério ex mula-se na criança e no jovem o res traordinário com a presença de Edson peito ao próximo e à comunidade. In Arantes do Nascimento, o nosso Pelé, felizmente, a iniciação esportiva edu “Atleta do Século”. cacional deixa a desejar no Brasil, já Parece ter o presidente da República que a rede escolar está deteriorada, interesse em dar à área importância com não se consegue evitar depredações. patível com a sua influência no compor Mas acredito que o próprio interesse tamento geral de crianças e jovens, atri pelo esporte pode fazer com que este buindo-lhe espaço e consideração só en quadro seja revertido. Eu me lembro contrados na época do regime militar. dos meus tempos de colégio, nos anos Todavia, os ramos parecem ser dife 60, quando havia as Olimpíadas Infanrentes. Os primeiros pronunciamentos do to-Juvenis do Estado de São Paulo. No novo ministro indicam existir uma identi dia de jogo não havia aula, e as com ficação de metas com demais setores do petições interescolares eram até trans mitidas pela TV. Cada escola tinha a Estado, principalmente o setor educacio sua torcida, e aquilo fazia com que nós nal. Sob o ponto de vista educacional, te nos envolvêssemos e amássemos ain mos uma sociedade inegavelmente seleti da mais nosso colégio, torcêssemos va. Aos mais bem aquinhoados pelo fator por ele. Portanto, este é o primeiro sócio-econômico, o “sistema vigente” ponto: o esporte deve ser encarado co oferece as melhores oportunidades. No mo princípio básico na educação e na Esporte, ocorre o mesmo. A organização formação dos cidadãos, não só na es esportiva do País, centrada em clubes e cola, mas também nos centros esporti federações especializadas, privilegia os vos informais. mais bem dotados, que sem dúvida são Agora, quanto ao esporte de alto minoria, são elite. Todos sabemos que o nível, nossa cultura é essencialmente Esporte é um microcosmo da sociedade clubística. É dos clubes que costu em que está inserido, portanto essa elitimam sair os grandes atletas. E acredi zação é facilmente comprovada. to que o esportista do ano 2000 já A necessária renovação de valores vem sendo trabalhado, e não só pelos para substituir atletas dentro da ordem clubes, mas por instituições ligadas à natural cronológica de tempo, tem si comunidade, como o Sesc, o Sesi, e do precária, a meu ver, em função des também o Estado e as prefeituras. sa organização vigente. Essa carência Hoje essa garotada já está num bom de surgimento de novos atletas só é estágio de qualidade. Se todos os pro atenuada em função do grande núme jetos que estão em andamento conti ro da nossa população, que garante nuarem firmes, teremos uma delega uma natural safra, apesar dos fatores ção fantástica para o ano 2000. Po impeditivos existentes em sociedade rém é necessário que a iniciativa pri emergente ou terceiro mundista. vada campeie estes talentos na hora Novo governo, novos ramos, otimis certa. Se as empresas n ãa investirem mo crescente, nova mentalidade no am neste nosso atleta em formação, todos biente esportivo; o ministro extraordiná os esforços vão por água abaixo.” rio apregoa sua preocupação básica: oportunidade às crianças carentes, apoio ao esporte escolar, melhoria das opções Hélio Rubens Aralhe é gerente de de lazer à população em geral. Isso é enesportes do Esporte Clube Pinheiros
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corajador. O esporte elitizado, do qual faço parte também, continuará a existir. Vai melhorar, sem dúvida. A sua quali dade depende de quantidade. Aumentan do o número de praticantes, devido à im plementação das metas básicas do gover no, teremos mais e melhores atletas num futuro próximo. Melhorem o ensino bá sico e talentos serão desabrochados. Au mentem o número de crianças pratican tes do esporte e novos atletas substituirão os atuais em escala muito maior e me lhor. O segredo é simples e se traduz por uma equação facilmente compreensível por todos: quantidade = qualidade.” José Medalha, técnico de basquete, é professor titular da Escola de Educação Física da USP
"A prática d esportiv a deve ser tratada com o prioridade na educação" Vicente Paulo da Silva Sou um desportista am ad o r, prati co cooper, e por isso sei da im p o rtân cia do esporte na vida das pessoas. No Brasil, precisam os de um a política ed ucacional que colo que essa ques tão com o prioridade. Não ten h o um a idéia m uito clara de com o isso deveria ser feito, m as acredito que o prim eiro passo seria reunir pais, professores e alunos para d e b a te r as m o dalidades e a fo rm a de se ensinar o esporte nas escolas, para que as aulas não se tor nem desinteressantes. Incentivar o es porte é m uito co m pensador, pois desestim ula o uso das drogas e ta m b é m sociabiliza a criança e o jo vem . Q uan to ao espo rte na vida do trabalh ador, eu não iria m uito além , porque inclusi ve não é esta a nossa discussão prin cipal. Com os m etalúrg icos, fazem os c am p eo n ato s de fu tebol, e acho que as em presas ou as instituições que tê m c o n tato com a co m u n id ad e ta m bém d everiam fazer algo neste senti do: criar cam p eo n ato s, jogos ou m es m o divulgar o esp orte puro e sim ples, sem a necessidade de co m petição . O que não se pode fazer é repetir as ex periências desastrosas de m uito go vernos autoritários — com o os de Hitler, M ussolini e Geisel — que usaram o esporte para estim ular sentim entos e interesses egoístas, sem se preocu par com a sua principal função, que é a de sociabilizar os indivíduos."
Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, é pre sidente da Central Única dos Trabalhadores
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“Cabe ao Governo mostrar às empresas como é bom investir em esporte” Juca Kfouri o Brasil, a gente sempre espe ra que uma supermãe ou um superpai nos protejam. É a velha história de dizer que não se apóia o esporte amador, não se dá valor ao atleta. Mas o que falta é uma política clara de mostrar à iniciativa privada como é bom o investimento em espor te e o quanto ele retoma. Assim, a cho radeira acaba. Dando um exemplo hipotético: su ponhamos que no Brasil haja um mi lhão de pessoas praticando esportes, sejam quais forem e em qualquer lugar, no clube, na ma, em casa. Se o gover no apresenta uma política de transfor mar esse um milhão em dez milhões, aí sim ele estará dizendo algo que interes se à empresa privada. São dez milhões de pares de tênis ou de camisetas a se rem consumidas, e não importa por quem, se por iniciativa de um clube ou da própria pessoa. O importante é que Março/95
esta política estaria gerando lucro para os empresários. O nhem-nhem-nhem sobre a falta de incentivo ao esporte também serve muitas vezes para mascarar a incompe tência. Vá perguntar à Nestlé se ela não tem retomo com o seu time de vôlei fe minino do Leite Moça, ou ao Banco do Brasil, com o apoio que dá ao vôlei masculino. Nenhuma dessas empresas se interessou em dar esse apoio por causa dos belos olhos do vôlei, mas porque o vôlei no Brasil mostrou seu potencial técnico e sua capacidade de atrair o público. O futebol, no seu co meço, também não foi apoiado por nin guém, mas foi um esporte que caiu no gosto do povo. Já o handebol, infeliz mente, não tem público. O que vai se fazer? Paciência. Então, a conversa que o govemo deve ter com a iniciativa privada não é a de pedir benemerência, mas de mos trar o retomo de imagem e, conseqüen temente, financeiro que uma empresa pode ter investindo em esporte. Esta é
a grande proposta de lucro neste final de século; os Estados Unidos já desco briram isso faz tempo. É importante também que espor tes de criação nacional, como a ca poeira e a vaquejada, que são pratica dos por muita gente por este país afo ra, sejam incentivados, para permane cerem como exemplos de traços cul turais do nosso povo. Mas o que não se pode fazer é inverter a mão deste processo. A mesma discussão acontece na área da cultura. Se você precisa de apoio no teatro, por exemplo, crie uma peça que lote as salas. No cinema, faça um filme a que as pessoas tenham von tade de assistir. Não espere apenas que venha uma mão gorda te defender, imaginando que vão ser solucionados os problemas na área do esporte e da cultura num país que ainda não resol veu nem a educação e a fome.” Juca Kfouri é jornalista e diretor da revista Placar
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ELAS VENCERAM AS TREVAS No tra b a lh o n o tu rn o , as m u lh e re s m o s tra m , mais uma vez, que sabem iluminar o cami n ho da in d e p e n d ê n c ia sem p e rd e r o charme. O exemplo dessas mulheres da noite ilus tra n o s s a h o m e n a g e m a o seu d ia , comemorado em 8 de março no mundo inteiro.
ara elas, não tem mau tempo. Enfrentam chuvas e trovoadas, o escuro e o desconhecido, o preconceito e a oposição das famílias Segundo a psicóloga do trabalho Tieko Murakoshi, a mulher que trabalha à noite — mas vão sempre em frente. São tem as de vencer vários obstáculos: "De um mulheres que trabalham à noite nas lado, estão os aspectos psicológicos e, de outro, os sociais, ambos dificultando sua vimais diversas profissões, rompendo de uma vez por todas com aquela velha Os inimigos reais que se escondem na idéia de que mulher tem de ficar dentro noite são bem conhecidos de todos: “À noi de casa cuidando da família enquanto o te, há uma grande falta de infra-estrutura ur bana em geral e de transporte para voltar homem provém o sustento do lar. para casa em particular. E há também a vio Naqueles horários em que a maior lência cada vez maior nos grandes centros parte das pessoas dorme, elas — mu urbanos. A mulher corre riscos concretos de lheres de todas as idades e de todas as ser assaltada e de se transformar em vítima de diversos tipos de violência". classes sociais — dão lições de vida E quanto ao aspecto psicológico? Tieko nas escolas, promovem a diversão em explica: "A noite simboliza, de forma arquerestaurantes e casas noturnas, garan típica, o desconhecido, o que não se pode tem a vida nos hospitais e a segurança ver. Há ainda os aspectos sociais, pois, pe nas delegacias, e ainda brindam com las lendas que são contadas às crianças, é à noite que aparecem os fantasmas e as as um sorriso os clientes que fazem suas sombrações de todo tipo". compras nas lojas de conveniência.
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INIMIGOS DA NOITE
Sono raro, saúde a zero Basta andar pela noite para encon trá-las. Quem é aquela moça que diri ge habilmente seu Fiat Tipo com as ja nelas fechadas e sem parar nos faróis? É a médica anestesista Débora Raulacci Da Mata e Silva, de 32 anos, a ca minho de mais uma cirurgia ou parto. Os manobristas de hospitais, como Albert Einstein, 9 de Julho, Promatre, Santa Catarina e Oswaldo Cruz, estão acostumados a vê-la chegar sempre com pressa e dirigir-se rapidamente ao centro cirúrgico. A noite também não é uma desco nhecida para a médica: “Estou acostu mada à vida de plantões desde antes de me formar na Escola Paulista de Medicina”, conta. “Houve até uma época em que me acostumei a dormir pouco, no máximo três a quatro horas por noite.” O novo hábito fez muito mal para a saúde da médica. “Hoje em 28
Outro problema é a comum oposição da família, que teme pela integridade da mulher. "Portanto”, conclui a psicóloga, "a mulher que trabalha à noite é uma vitoriosa: ela venceu todos estes obstáculos."
dia, limito-me a um plantão noturno por semana, além do trabalho durante o dia e, naturalmente, sou escrava do BIP, que pode tocar nas horas mais impróprias.” Mas não só as profissões liberais tiveram que lutar contra as dificulda des da noite para se estabelecer. Cláu dia Inês Alves Correa, por exemplo, é uma das garçonetes mais queridas de uma casa noturna na avenida Cidade Jardim. Terceira dos oito filhos da co zinheira Nadir, ela conquistou, aos 24 anos, uma independência com a qual jamais poderia sonhar na sua cidade natal, Governador Valadares, MG. “Já fui caixa de loja, vendedora, tive vá rias atividades”, conta. “Mas é aqui que me sinto contente. Porque gosto de trabalhar com o público e tenho meu trabalho reconhecido.”
Ônibus: só depois das cinco da manhã A noite não apresenta mais segredos para ela. Mesmo assim, espera sempre o relógio bater as cinco horas da manhã para voltar para casa. “É que só a partir dessa hora há ônibus para Osasco, onde moro. E meu namorado, o Caetano, que também trabalha à noite, vem me bus car para me fazer companhia.” Do mo mento em que o último cliente se despe de (pode ser a qualquer hora depois das duas da manhã) até a chegada de Caetano, Cláudia sempre tem um tempinho para so nhar. Com o que sonhará ela? “Ah, eu gos taria mesmo é de voltar a estudar, fazer co legial e entrar para a faculdade de Direito.” É justamente a vontade de estudar que pode tirar da noite uma de suas mais competentes trabalhadoras, Adriana Margarete Souza, de 20 anos, há um ano e dois meses desempenhan do as funções de chefe de turno da Ex press Loja de Conveniência, do Grupo Shell, na avenida Eusébio Matoso, em Pinheiros. “Eu adoro trabalhar aqui, atender o público, ver quando as pes soas saem satisfeitas”, diz. “Mas, co mo entro no serviço às onze e meia da noite e só saio às oito e meia da ma nhã, não tenho tempo para estudar, mal dá para freqüentar as aulas.” O re sultado é que Adriana foi reprovada no primeiro ano do curso técnico de Publicidade, que fez no ano passado. “É por isso que, se eu conseguir uma transferência para o dia, vou deixar o turno da noite.”
Crime e serenidade: pacto possível na noite Nos lugares mais improváveis, há mulheres trabalhando à noite. Nas de legacias de polícia, por exemplo. A escrivã da Polícia Civil, Silvana da Silva Março/95
Cláudia Alves Correa: garçonete
Roberto, de 29 anos, é uma dessas mu lheres capazes de conviver com o cri me e com criminosos durante a noite, sem perder a doçura. “Muitas vezes, os investigadores mandam as pessoas mais violentas e nervosas para falar co migo. Como sou muito calma, elas também vão se acalmando”, diz, com um sorriso, numa das salas da 14a De legacia de Polícia, na zona Oeste da capital, onde trabalha. Se, para Silvana, dar aulas de sa bedoria é algo ocasional, para Luciana Marques Ferraz, 30 anos, isso faz parte do cotidiano: ela é professora de Português do curso supletivo no turno do Colégio Santa Cruz. “É mui to gratificante para mim”, revela, “poder trabalhar com uma população carente. Geralmente são empregadas domésticas, auxiliares de pedreiros e outros trabalhadores, numa escola linda, com todo o material necessário e ao lado de professores altamente motivados.” Assim como naquela música de Milton Nascimento — “o artista tem de ir onde o povo está” — , também a mulher se desloca para onde precisam dela. Elza de Mello, 57 anos, por exemplo exerce sua profissão de en fermeira na casa dos pacientes, pas sando noites de vigília ao seu lado. “Como geralmente são pessoas de ida de, tenho aprendido muito com a ex periência de vida deles. E, acredito, te nho podido ajudar muito, também, pois a pessoa doente costuma ter de pressões e eu tenho sempre uma pala vra amiga para animar.”
O apoio da família facilita. E muito Para a mulher que trabalha à noite, o apoio da família é fundamental, con ta a médica Débora: “Meu marido, Edélcio, cuida dos nossos filhos, Março/95
Débora Raulacci Da Mata: médica
Silvana da Silva Roberto: escrivã
TODA HORA E HORA DE VIVER Para a m ulher, o trab alh o noturno exige um esforço extra de organização: horas que os dem ais m ortais p oderiam considerar estra nhas são escolhidas para fazer com pras, de se m p en h a r as tarefas d om ésticas e outras atividades. Cada trab alh ad o ra da noite tem u m a história sobre os m alabarism os que faz para deixar a casa em ordem e a fam ília feliz cada vez que en frenta a escuridão para ga nh ar seu sustento. "Eu divido bem o m eu tem po", diz a viú va Nilza Pasini M en eg h e lli, 5 9 anos, que, à noite, trab a lh a na secretaria da U niversidade São M arcos. "De m anh ã, a m inha profissão é de avó", orgulha-se. Pois, m esm o chegando tard e do trabalho, bem cedo ela já está cui dan d o de Leandro, de 9 anos, e de Henrique, de 11 , filhos da sua filha Roseli, ad vogada. "M as à tard e, procuro cuidar de m im ", diz, re ferindo-se às quatro tardes por sem ana que passa no SESC Ipiranga. Nilza faz natação e hidroginástica, atividades que adora: "Foi na água que eu m e en contrei. A gora que já dou um as braçadas, parece que eu renasci, de pois de um a vida dedicada apenas à família". Nilza não te m nenhum a queixa? "Bom, pra falar a verdade, eu gostaria de ir m ais ao cin em a, ao tea tro e p articipar mais das pales tras do program a A M u lh er e Sua Idade, do SESC Ipiranga, que o correm g era lm e n te à noite, q u ando estou trabalhando." Ela referese a atividades co m o a palestra Sexo Longa
Eduardo, de 9 anos, e Victor, de 3, quando preciso trabalhar à noite.” Quem também tem o apoio do marido para cuidar do filho, Daniel, de 6 anos, é a professora Luciana: “Uma vanta gem é que o Carlos é tradutor e traba lha em casa, o que facilita muito”. A mulher que não tem esse tipo de parceria precisa apelar para profissio nais, como a escrivã Silvana, que dei xa parte de seu salário com uma vizi nha para que ela cuide da filha Bianca, de 8 anos de idade. “Quem pode ter uma empregada, de preferência que durma no emprego, pode exercer suas funções com mais tranqüilida de”, diz Débora.
Vida, que será m inistrada pelo sexólogo Haruo O k aw ara, dia 2 2 de m arço próximo. E há várias outras co m o a vivência Reeducação Postural Global ou a palestra A Busca da Fe licidade, esta com o psiquiatra Flávio Gikovate, já realizadas dentro d este program a. M es m o assim, Nilza está disposta a resis tir à ten taç ão de se aposentar, ao co m p letar os 6 0 anos, no mês que vem: "No trabalho, construí a m aior fam ília que jam ais im aginei ter. Todos os m eninos m e ch a m am de tia e eu, n atu ralm en te, os quero com o sobrinhos." Nilza, com o tan tas outras m ulheres da sua geração, dedicou sua vida exclusiva m e nte à fam ília, mas hoje procura reciclar-se in telectual, social e fisicam en te, deixando de lado a vida se dentária. "Percebem os uma lacuna no ate nd im en to às m ulheres dessa faixa etária m eio perdida. Então, há dois anos criam os o p rogram a A M u lh e r e Sua Id a de para qu e elas pudessem en frentar 'a segunda ad o lescência' de m odo mais tranqüilo", diz A raty Peroni, técnica do Sesc Ipiranga. "Hoje em dia, cerca de 1 5 0 m ulheres são freq ü en tadoras das atividades perm anentes, com o as aulas de n atação, hidroginástica, ikebana e vôlei, en tre outras. T am b é m não perdem um a palestra sequer sobre tem as que as aju d am a conviver m elhor com o clim atério, a p erda dos filhos para a vida adulta e a reco nh ecer o potencial para desenvolverem e m a nte rem o corpo e a m e nte em form a."
Para se ter uma idéia do papel da família nesse tipo de trabalho femini no, basta conhecer o caso gerente de uma casa noturna do Jardim Paulista. Ela cuida de tudo, das compras à ma nutenção, administra dez funcioná rios, planeja e produz eventos, é a en carregada de manter tudo limpo e em ordem e ainda cuida do marketing da empresa. Ou seja, é uma fera no tra balho. Mas não pode estar presente nesta reportagem porque, simples mente, não conseguiria enfrentar a oposição do filho, que, mal saído da adolescência, não admitiria ver sua mãe identificada como uma trabal hadora da noite. 29
enhores do Provável Futuro: depois de ter vivido a Grande Ca tástrofe, eu — másca ra de identidade e nú mero incertos — digo que a Tragédia, tal como concebida na antiquíssima Grécia, foi superada. Já não há divisão entre deuses e humanos. Agora, tudo volta a se misturar. Reingressamos no Mito, desta vez en quanto protagonistas. Se me pergunta rem o motivo, responderei que, nalgum ponto de nós, ocorreu tempos atrás uma temperatura altíssima, quan do nossos olhos viram mais do que po diam. Nossa dor, antes cuidadosamen te contida, entomou-se por todos os la dos. Passamos a desconhecer a exten são do seu território: parecia não haver mais espaços sem dor. Daí por diante, pensamento e ma téria sofreram numa mesma dimen são, e uma espada em brasa atraves sou nossa antiga dualidade. Os limites romperam-se. O que antes vivia sepa rado — e nos atormentava — foi iro nicamente unificado pela dor. E o tor mento sumiu. Entramos hoje na Idade da Fusão. Agora, tudo é Metafísica. Provável Futuro. Dependurado nalguma parede in visível, desconheço ainda meus novos sentidos, nesta recém-adquirida con dição. Imagino que eu seja uma coisa fria por fora, mostrando expressões que sequer conheço, já que não posso me ver. Aliás, nem sei se ainda existi riam espelhos, hoje talvez antiquados e desnecessários acessórios de uma vaidade superada. Não sei onde estou, fora de mim. Nem sei por onde vou, nessas rotas estabelecidas no contexto do Provável. Mas não temo. Minha consciência fervilha de maneira des conhecida e meu próprio sentir é dife rente. Sinto vida, quando o fluxo da Catástrofe indicava o contrário. Uma grande paz — difuso perfume do fu turo — foi se infiltrando na matéria nova que me compõe. 30
E como minha tarefa nesta Aven tura é reinventar o passado, recordo o que entrou pelos meus antigos olhos adentro, na esperança de que haja ou vidos novos no Futuro. Mergulho na face que foi dor. Memento, Homo\ Tentas então perfurar esta neblina à qual te acostumastes, ó máscara, na delicada profissão de ficcionista. Pou co a pouco vão te ocorrendo lembran ças. Onde começam elas? Por aqueles bailes, no último Carnaval. O mundo se agitava nas festas de Momo. Marchinhas lânguidas e ritmos frenéticos se misturavam em blocos que iam e vinham. Máscaras de todos os tipos se cruzavam nas ruas e nos salões. As máscaras raramente baixavam, nem nos mais íntimos, ainda que furtivos, gestos de amor. Gritava-se. Cantavase. Urrava-se. Com a mesma sensação de permanência, o mundo inteiro dan çava, e a alegria parecia geral, inven cível, perpétua. Arlequins e colombinas, tiroleses e havaianas, toureiros e espanholas, príncipes, todos os disfar ces do mundo vieram à tona naqueles dias onde a máscara tomava a felicida de real. E, no entanto, foi aquele o úl timo Carnaval da Terra. Ainda no co meço da Quaresma, nem bem tinham sido guardadas as máscaras, começou a espalhar-se a notícia. Aqui e ali, coi sas estavam desaparecendo com de masiada freqüência, nas mesmas bi zarras circunstâncias. Inicialmente, la tas de lixo, bicicletas, arbustos, cães, galinhas. Sempre ao ar livre. Meses depois, já desapareciam automóveis, bois, árvores e até seres humanos, igualmente em campo aberto. As na ções mais antigas acionaram primeiro a polícia, em seguida o exército e, fi nalmente, lançaram alarmas parciais à população, enquanto seus governos solicitavam a ajuda de países amigos, para solução do mistério. Alarmados, os organismos internacionais concen traram esforços em pesquisas conjun tas. Grupos de cientistas foram envia dos aos locais mais atingidos, sem
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iNVIENÇAO DAS M A SC A R A S - UM C O N TO DE JO Á O SILVERIO TREVISAN chegar a nenhuma conclusão razoável. Enquanto isso, a catástrofe ia se alas trando inexoravelmente, de modo que, num curto prazo de tempo, toda a face da Terra passou a ser devastada pelos desaparecimentos sumários, tomados cada vez mais freqüentes. Até que, certa manhã, acordaste com o alarme máximo quase um grito primai e soubeste, pelo noticiário, que cidades in teiras, com suas populações e prédios, estavam desaparecendo como por en canto. Em seu lugar, restavam apenas escavações desérticas, medonhas por seu vazio. Assim como os outros hu manos, sem exceção, foste mergulha do na evidência de que estavas diante da tragédia suprema: a era do Incerto Futuro. O alarma, só reservado para si tuações terminais, parecia a conjunção de milhares de vagidos de horror. Ecoando ininterrupto pelas cidades e vales da Terra, tomava dilacerantemente real um fato que os homens te miam há séculos: a chegada do fim dos tempos. Não pela água nem pelo fogo, mas pelo vazio. Sentias um pânico tão intenso que, passada a fase inicial de irritação auditiva, agradeceste a insis tência daquele monocórdico aviso. Tratava-se, quando menos, de uma ga rantia de que o silêncio da morte ainda não cobrira o planeta. E era também um vago sinal de que algo superior te velava. A fragilidade do sinal crescia, porém, a cada vez que olhavas o mun do ou miravas o espelho, onde teus olhos refletiam a mesma imagem de horror que penetrava de modo seme lhante os mais recônditos redutos do teu planeta. Como todos os da tua es pécie, sabias não haver fuga possível. E, como todos, fugias sem rumo. Em busca de alguma vã solução, instituições científicas famosas lança vam hipóteses que não escondiam a perplexidade. Eram muitas e, apesar de divergirem nos pormenores, coinci diam na explicação central: teu peque no planeta estava perdendo, de forma vertiginosa, a força gravitacional. Daí porque, em fração de segundos, as coi sas eram simplesmente sugadas para os céus e pulverizadas. Atenderiam talvez à atração de um planeta muito maior, em tomo do qual tua linda Ter ra passaria a girar, esfacelada em inú meras e solitárias luas. Ou a catástrofe significaria simplesmente impotência, precoce sensibilidade que talvez tives
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se a ver com as explosões multiatômicas subterrâneas, levadas a efeito du rante centenas de décadas. Ante a di mensão cotidiana da catástrofe, não era preciso raciocinar muito para con cluir que, em breve, já não existiriam nem pássaros, nem notícias, nem tu mesmo. Apenas o pó, daquilo que an tes fora a Terra, continuaria girando pateticamente em direção ao nada. Vivendo um tempo de horrores in fantis, choravas as mesmas lágrimas que, derramadas em todos os continen tes, encharcavam a terra vã e inunda vam os mares emasculados em sua grandeza. Como todos, disputavas es paço nalguma garagem subterrânea, num abrigo antiatômico, em túneis de metrô, em cavernas. Até mesmo pe queninos e indefesos porões serviam de ilusória proteção. Com teus olhos escancarados, olhavas ao redor e sen-
“Como todos, disputava espaço nalguma garagem subterrânea, em túneis do metrô” tias que os humanos jamais tinham es tado tão desamparados, nem tão vulne ráveis. Em parte tolhido pelo medo, em parte acostumado à tua profissão de narrador, contemplavas de longe as brigas sangrentas entre grupos de pes soas e os frios assassinatos, na disputa de um espaço subterrâneo, de um aga salho ou de provisões. E relatavas tudo no teu coração, em meio ao horror. Descrevias cruelmente aquilo que vias e mantinhas assim a confiança apenas necessária para não enlouquecer. Só assim também, resguardando teu amor entre muralhas, chegaste a fazer um amigo leal que se integrou ao frágil processo de autopreservação. Ajudado por ele, escrevias e escrevias, num cantinho do porão onde teu desespero te levou a viver. Acrescentavas sutis episódios, mudavas ligeiramente cer tas circunstâncias, para transcrevê-las tão mágicas quanto eram, e ias enovelando à tua perplexidade interior um complicado roteiro de enigmas de fo
ra. Aos poucos, foste compreendendo que toda ficção morrera: tu eras, compulsoriamente, teu próprio persona gem. Essa maldição ficou clara quan do, certo dia, tu e teu amigo caminha vam clandestinos por um parque, à ca ta de alimento, e testemunharam a ca tástrofe, pela primeira vez. A alguns metros de ti, um imenso carvalho foi sendo lentamente puxado para cima. Como por milagre, suas poderosas raí zes abandonavam estrepitosamente o chão, até que a árvore se alçou, num gesto que implicava resignação. Um segundo depois, ocorreu certo brilho fantástico. Olhaste para o alto, mas já nada mais havia para ver. Um pouco adiante, no entanto, por um segundo vislumbraste uma palmeira no céu, an tes que o brilho se repetisse como um sonho tolo e ela também sumisse. Ain da sentindo o cheiro da terra violenta da, tu te ajoelhaste ao lado da cova re cente e, como quem se rende a uma crueldade sem rosto, choraste tuas úl timas lágrimas, porque descobrias que já não podias crer nem na outrora mís tica permanência da natureza. Compreendéste então que se acabava defi nitivamente a era da poesia. Por isso gritaste, gritaste e vociferaste como um órfão. Rompia-se o último elo de esperança dentro de ti. Já não havia contra quem se revoltar. A partir daí, tua mente acionou um curioso meca nismo de autoproteção mediante o qual passaste a recusar radicalmente o passado, mergulhado num surto de oportuna amnésia que neutralizava um pouco a onipresença da destruição. Levado por teu amigo, fugiste para o deserto esburacado e poeirento. Não tens idéia de quanto tempo vagaste, enfrentando o vento novo desse recen te e infindável vazio que não respeita va fronteiras nem nações. Só te lem bras de como teu amigo caminhava com uma inexplicável certeza no olhar e era, dentre os dois, o único a manter a consciência em função. Num tom de voz quase fanático pela insistência, ele repetia que te levava para um ponto onde a salvação existia. E, com base nessa premissa, obrigava-te sistemati camente a engolir pastilhas de comida e cápsulas de água que te mantinham vivo. Numa das tantas vezes que cruzaste com batalhões armados, conseguiste uns uniformes hiper-gravitacionais que os soldados usavam como 31
proteção mínima. Foi também nessas ocasiões que conheceste instrumentos incompreensíveis mesmo para teus olhos acostumados ao absurdo. Trata va-se de globos imensos e peças seme lhantes a gigantescos compassos que giravam incessantemente suas duas pontas, com um zumbido quase hipnó tico. Nunca soubeste para que ser viam, nem teu amigo soube explicar por que os exércitos sempre cruzavam em sentido contrário. A cada vez, as tropas surgiam, ele agarrava firme mente tua mão e te levava, com a mes ma obstinada certeza, “para um lugar onde haveria paz”. Tu sorrias, incrédu lo e abúlico. E, no entanto, certo dia viste do meio do pó uma estrutura descomunal que reluzia como prata. Assim por na da, sentiste a primeira fagulha de espe rança, em muitos meses. Foste infor mado de que se tratava de uma base aeroespacial secreta e absolutamente segura. Enquanto teu amigo te explica va, notaste que seus olhos brilhavam em meio ao pó que o cobria. Então olhaste para a realidade de ti mesmo e te descobriste uma estátua de barro, cu jo sopro de vida permanecera espanto samente intacto. Foi neste cintilar de esperança que te abraçaste a ele. Assim enlaçados, ambos se dirigiram à quase invisível porta de entrada, onde fomeceste teu nome. Enquanto esperavas que se consultasse o computador, começaste a sentir que a segurança de teu amigo te contagiava como uma avalan che obscura, irresistível. Dali por dian te, foi a intuição, a princípio vaga e desconexa, que passou a te mover. An tes mesmo que se abrissem os portões externo e interno, sabias que irias en trar por pertenceres a um pequeno cír culo de escolhidos. E foi em espírito de confiança que penetraste nesse imenso espaço interior diante de ti. Teu amigo te olhava com pequeni nos sorrisos. Parecia ter conhecimento de algo que inicialmente eras incapaz de entender. Fazendo força para pene trar mais fundo nesse território espes so que te cercava, mergulhaste, de re pente, num clima de semifantasia, por onde no entanto caminhavas cada vez menos nebulosamente, embalado pela voz de teu amigo, que passou a te falar diretamente ao coração. Foi assim que tomaste conhecimento do grande se gredo: porque tinhas sido um dos esco 32
lhidos, ias te transformar em máscara física — e máscara era tudo o que es condesse um sentido imediatamente visível, desde um chapéu, um camafeu e um lenço até uma máscara propria mente dita. Serias, daí por diante, tão somente isso: máscara. E voarias para longe, como parte de várias colônias humanas enviadas a todos os cantos do universo, à procura de um novo solo onde depositar as sementes da espécie. Segundo te informaram, a máscara fo ra a suprema solução que anônimos fi lósofos, alquimistas, metafísicos e poetas vinham apregoando, havia sé culos, para este estágio da Criação, por eles considerado como um novo Gran de Salto. Recentemente, logo no início da pavorosa catástrofe, um grupo de cientistas de diversas áreas pôs-se se cretamente em ação, acatando a suges tão desses sábios antigos: a matéria
humana só poderia sobreviver em seus conteúdos essenciais, ou seja, na for ma mínima de pura representação. E, ante a urgência de uma mobilização em massa, que romperia as barreiras tempo-espaciais sem matar as indivi dualidades, os cientistas trabalharam até viabilizar a transmutação do ser humano em sua forma essencialmente representativa: a de máscara. Quando acordaste do sonho, esta vas do outro lado da base, diante de uma mulher que lembrava uma deusa grega. Pressentiste: ela te entregaria alguma coisa que te tomaria parte do futuro. Estavas à entrada de um pátio enorme, onde pululavam objetos de variada espécie, cuidadosamente dis postos em espécies de cabides ou sus pensos por alguma atração magnética que os fazia pairar. Intuíste seu burburinho de felicidade e sua generalizada esperança de humanos prestes a partir. Ainda dentro do teu coração, sentiste o sorriso de teu amigo a te sussurrar
que, na qualidade de ficcionista, ias ser memória viva da saga dos sobrevi ventes. Ele, que saíra à tua procura sem te conhecer, trouxera-te justa mente para esta convenção das másca ras, após a qual as naves iriam partir. Então, quando olhaste para teu amigo, viste sem surpresa porque já intuías que ele era apenas uma irisada pena de pavão, onde se destacava o azul em vários tons. Sabias que começava ali a era do Provável Futuro. Tem passado muito tempo desde es se marco histórico, Senhores. Agora, mi nha força repousa na capacidade de me expor ao nada, de nada ser ou melhor, de ser pura aparência, sem outra definição além do absolutamente provisório. Des cubro que eu sou eu sendo o que pareço ser mas não sou. Nada mais tenho a es conder, já que não possuo um ser de apa rência definida. Minha máscara sorri? É um curioso paradoxo, este de ser o nãoser: eu me transformei exatamente na quela capacidade crescente de me camu flar. Quanto mais a denuncio e exponho, mais ela se faz essência de mim e me empurra em direção à existência cristali na. Estou sorrindo ou não? Se sirvo para encobrir, posso ser toda e qualquer face. Chego, portanto, à confluência dos contrários, sem susto nem choque, por que me crio a partir de possibilidades paradoxais, e portanto infinitas, de ser. Mascarar-me para ser transparente. Ou então, Senhores, estaria eu chorando? É que no fundo de mim cresce uma pequena mas avassaladora certeza, mais forte do que eu: não sei se sorrio ou choro, ao constatar que não há mais limites entre o divino e o humano, nes te absoluto que agora sou. Dependurado num lugar que desconheço, dono de uma essência que não atinjo, faço sa ber desde as Galáxias vizinhas até os Quasares nos confins do Universo que, daqui por diante, vivo intrinsecamente fora de mim e me extravaso. Eu, um Deus desamparado, vagueio no oceano do Cosmos, com a consciência a late jar. Dentro desta espécie de garrafa, já não importa se choro, se rio. Escolhi ser máscara, Senhores. Máscara mes mo, não importa se trágica ou cômica. Já não receio o Nada. Nem a dor: tudo arrisco. E é na condição de máscara que continuarei narrando.___________ João Silvério Trevisan é escritor, autor de Ana em Berlim
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HUMOR
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COMO EDBPO N A U M
A L V E S
TORMENTA, a cunhada, Tormenta, a nora, chegou. Silêncio sepulcral antigo, de cemitério inglês em pântano enevoado. Logo de cara, matou uma barata para deixar evidente que achava que a casa da so gra não era um primor de limpeza. To do mundo fingiu que não viu, mas Do na Amélia, mãe de seu marido, sentiu nascer mais em uma vez em seu cora ção Jack o Estripador, pronto a sangrar a Tormenta. “Bom dia!” Ninguém retribuiu o
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sincero desejo. “Eu falei bom dia! Acho que não dormi com ninguém aqui desta casa. Se não quiserem res ponder, eu estou pouco me importan do. O meu dia vai ser bom porque eu estou bem, com minha consciência limpa e não devo nada a ninguém...” Tia Escolástica, a velhíssima ex-vedete de revistas que, apesar de esclerosada, também não gostava de Tormen ta, grunhiu um “Vai...bom dia, vai! Já que está insistindo tanto!” Tormenta achou pouco. “Só ela? E do resto dessa família? Ninguém pergunta dos meni nos, é? Acham que eles morreram?” Só a velha Escolástica perguntou:
“Como estão os meninos? Está dando muita doença feia por aí. Não durma, Tormenta! Nunca se sabe. A criança adormece com saúde e acorda com terra em cima, com a boca cheia de formiga!” Tormenta bateu três vezes na ma deira: “Meus meninos estão gordos, lindos, comem de tudo. Não há comi da que chegue. Graças a Deus, lá em casa o que não falta é comida.” Daluz, a prima médium que estava passando a semana com os parentes, subitamente entrou em transe: “Tor menta, Tormenta. Meu irmão te en viou uma mensagem, Tormenta.” “Que mensagem? Sou uma mulher direita, casada! Que história é essa de um homem que eu nem conheço ficar me mandando mensagem na frente de todo mundo? Quem ele está pensando que eu sou?” A médium, praticante profissional da caridade, encontrou paciência para explicar: “É uma mensagem espiritual, Tormenta, de um espírito de luz.” “Não é macumba, é? Porque Eu quero comunicar a todos, em alto e bom som, que eu agora sou evangéli ca! Eu renasci! Eu renasci! Agradeça a esse espírito do seu irmão mas não vai ser ele quem vai abalar a minha fé. Não acredito em curandeiros, em fal sos profetas! No céu, acredito primei ro em Deus e Jesus Cristo! E, aqui na Terra, só no meu marido!” Mas não re sistiu à curiosidade: “O que foi que o seu irmão mandou me dizer?” “Que você sofre, Tormenta.” Olhando acusadoramente para to dos os parentes do marido, Tormenta “É verdade, Daluz, eu sofro muito.” “Quer saber por quê, Tormenta?” Era evidente que Tormenta queria. “Você sofre porque há um espírito obsessor te atormentando.” Adelaide, uma das cunhadas, que até então não tinha dado um pio, não se conteve: “Daluz, acho que ela é que atormenta ó coitado do espírito!” O que se seguiu foi indescritível, algo nunca visto, seja em telecatch se ja em brigas de gatos. As duas foram levadas às pressas numa ambulância para o Hospital das Clínicas. Com os olhos vasados. Como Édipo. Naum Alves de Souza é dramaturgo
NOTAS Os poetas da Geração 45 ganham exposição no seu cinqüentenário João Cabral de Melo Neto, Ledo Ivo, Jorge M edauar, Péricles Eugênio da Silva Ramos e Geir de Campos, entre outros poetas, pode rão ser revisitados na exposição Ge ração 45: 50 Anos — Clube da Poe sia, no Sesc Consolação, com aber tura prevista para o início de maio próximo. O projeto é resultado da parceria entre o Sesc e o Clube da Poesia, com a intenção de resgatar a importância deste movimento poéti co, iniciado a partir do lançamento do livro Predestinação, de Geraldo Vidigal, com prefácio de Mário de Andrade, que a história denominou Geração 45. A exposição e seu livro-catálogo, com projeto visual as sinado pela artista gráfica Emilie Chamie, vão mostrar ao público a influência desta geração nos últimos 50 anos da vida cultural brasileira.
Cinco anos de boa música instrumental para todos os gostos Neste mês, o Projeto Instrumen tal Sesc Paulista comemora seu 5o aniversário feliz da vida, pois a idéia de levar a boa música instru mental ao grande público foi mais do que bem vinda. Cerca de 70 mil pessoas muito especiais (donas de casa, comerciários, estudantes, exe cutivos e músicos instrumentistas) tiveram a oportunidade de ver e ou vir, ao vivo, apresentações de feras nacionais e internacionais. Sebas tião Tapajós, Paulo Moura, César Camargo Mariano, Hector Costita, Roberto Sion, Zimbo Trio, Eudóxia de Barros, Arrigo Barnabé, Oswaldinho do Acordeon, Grupo Pau Bra sil, Márcio Montarroyos, Toninho Carrasqueira, Mauro Senise, Allan Botchinski, Jeff Gardener, Quarteto 34
O trompetista Márcio Montarroyos: uma das feras que tocaram no Instrumental Sesc Paulista
de Cordas da Bulgária e tantas out ras bandas marcaram presença no horário tradicional das segundasfeiras, às seis e meia.
Mais espaço, conforto e alternativas de lazer no Sesc São Caetano Com sua área duplicada, o Sesc São Caetano passa a oferecer a seu pú blico mais conforto e alternativas. A partir deste mês, seus freqüentadores passam a contar com piscina e mais cinco salas para cursos, oficinas e ati vidades físicas. Ou seja, espaço maior, melhor e maior o volume da progra mação. Vale conferir.
Toronto e São Paulo trocam idéias nas áreas de cultura e lazer Por ocasião do Seminário Cidade Saudável, promovido pela prefeitura de Toronto, no mês passado, em São Paulo, o Sesc ofereceu uma série de
subsídios nas áreas de cultura, lazer e recreação, para contribuir com o pro grama de intercâmbio das duas cida des irmãs. De todas as explanações dos técnicos do Sesc, a referente ao Projeto Curumim foi a que mais sensi bilizou os canadenses.
Cerca de 55 mil pessoas freqüentaram o CineSesc no ano passado Os números do CineSesc em 94 ratificam sua im portância para a di vulgação cinematográfica e forma ção de público. Em 1.125 sessões de filmes, escolhidos entre os mais re presentativos na cinematografia in ternacional e nacional, estiveram presentes 55.176 espectadores. A programação incluiu clássicos como O Leopardo, de Luchino Visconti, recorde de público do ano, Herman, de Erik Gustavson, a reprise de Asas do Desejo, de Win Wenders e o nacional O Beijo 2348/72, de W alter Rogério, entre outros igualmente importantes.________________ Março/95
MUSEU ARTE SACRA 0 M u s e u de A r t e Sacra está a b r i g a d o d e s d e 1970 no M o s t e i r o N . S - . da Luz. O a c e r v o , c o m m a is de q u a t r o m il p e ça s, t e m c o l e ç ã o de i m a g e n s s a c r a s , p r a t a r ia r e li g i o s a , j ó i a s , p i n t u r a , m o b i l i á r i o , r e t á b u l o s , a l t a r e s , v e s te s sa cras e l iv ro s l i t ú r g i c o s ra ro s. Fa ze m p a r t e t a m b é m do a c e r v o r e n o m a d o s a u t o r e s da p i n t u r a re li g i o s a , e n t r e os q u a i s . Frei A g o s t i n h o de J e s u s , Frei A g o s t i n h o da P ie d a d e , A n t o n i o F r a n c is c o Lisb o a , o A l e i j a d i n h o , M a n u e l da C osta A t h a y d e , M e s t r e V a l e n t i m e P a d re J e s u í n o d o M o n t e C a r m e l o .
Horários: de te rça a d o m in g o , das 13 às 18 horas - Entrada grátis Av. T ira d e n te s , 676 - Luz - Telefones: 2 28 -4063/227-7687
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