Skip to main content

Revista E - Junho de 1995 - ANO 1 - Nº 12

Page 1

F I C Ç j P f N E D I T A DE LAURO CESAR MUNIZ

HHF F '

O Projeto Ambiental para alunos e professores. A Aids sem preconceito, por Valéria Petri O Desafio Social da Fome. O marketing es discutido por Rose Saldiva, Luiz Celso de Zezito Marques da Costa, André Senador @Olegário Machado Neto» Os out-doors e os workshop® do O Humor de Anilhai


SESC ITAQUERA O MAIOR CENTRO DE LAZER DA CIDADE

N ão há dúvida. O S E S C Itaquera é o m a io r com plexo de lazer da cidade d S ão Paulo. Localizado na Z ona Leste, suas instalações estendem -se por 351 m2 de áreas verdes, com m u ito co n fo rto e heleza. D ispõe de p arque aquático com tohoáguas, correntezas e Brinquedos, ginásio coherto, quadras poliesportivas, m in icampos, quadras de tênis, Bocha e m alha, salões de jogos. Á rea social com espaços para exposições, vídeo e am hientes de m últiplo uso, p raça de eventos e u m parque lúdico que deixa as crianças m alucas e os adulto s com inveja. E tam h ém vários bares e lanchonetes, dezenas de quiosques e churrasqueiras e m u ito espaço para estacionam ento. E u m atendim ento de deixar saudade. Porque o S E S C Itaquera não se contenta em ser apenas o m aior. Q u e r ser iam bém o melhor.


EDITORIAL SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO ■ SESC. Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda REVISTA E Diretor Responsável: Miguel de Almeida Editor Assistente: Sergio Crusco Projeto Gráfico: Zélio Alves Pinto Equipe de Arte: Leni Gaspar, Rosangela Bego e Nilton César S. de Souza

Revisão: Celisa Arena Colaborador: José Luiz Frare Supervisão Editorial: Jesus Vazquez Pereira Coordenação Executiva: Erivelto B. Garcia A ssistentes Executivos: Malu Maia, Valter V. Sales F? Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: Glenn Poleti Nunes Conselho de Redação e Programação Diretor: Danilo Santos de Miranda Ana Maria Cerqueira Leite, Andrea C. Bisatti, Araty Peroni, Célia Moreira dos Santos, Cissa Peralta, Cláu­ dia Darakjian T. Prado, Cristina R. Madi, Dante Silves­ tre Neto, Erivelto Busto Garcia, Eron Silva, Estanislau da Silva Salles, Marco Aurélio da Silva, Ivan Paulo Gianini, Jesus Vazquez Pereira, José de Paula Barbo­ sa, José Palma Bodra, Laura Maria C. Castanho, Luiz Alberto Santana Zakir, Malu Maia, Marcelo Salgado, Maria Alice Monteiro, Marta R. Colabone, Milton Soa­ res de Souza, Paulo José S. Rodrigues, Ricardo Mu­ niz Fernandes, Roberto da Silva Barbosa, Rui Martins de Godoy, Valter Vicente Sales Filho. SESC São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-000 tel. (011) 284-2111. Jornalista Responsável: Miguel de Almeida MT 14122. A Revista E é uma publicação do SESC de São Paulo, realizada pela MC Comunicação e N’Ativa Marketing Comunicação. Distribuição gratuita. Ne­ nhuma pessoa está autorizada a vender anúncios.

SESC Conselho Regional do SESC de São Paulo Presidente: Abram Szajman

Junho/95

um balanço do pri­ m eiro aniversário da R evista E t do Em C artaz, o saldo da publicação é bastante anim ador: ela já faz parte do cenário editorial brasileiro. Em doze m eses, através de reporta­ gens, entrevistas e artigos, colocam os em discussão alguns tem as im portan­ tes, com o O Futuro do Esporte B rasi­ leiro, T V e Educação, Um Projeto de Cultura p a ra o Brasil e A Identidade Cultural, depois do advento das gran­ des redes de com unicação (por acaso a m esm a tem ática discutida em um se­ m inário realizado pela Rede CN N , em Atlanta, Estados U nidos, há duas se­ m anas). A Revista E trouxe ainda p a­ ra a capa de suas edições assuntos candentes, com o o renascim ento do cinem a brasileiro, a arquitetura do la­ zer, a escola do tem po livre, além de um levantam ento do teatro experi­ m ental de São Paulo. Em um ano de existência, a R evis­ ta E ocupou espaço dentro da refle­ xão, da cultura e do esporte. Sem pre contando com a participação de no­ mes im portantes do cenário brasileiro em todas essas áreas. Na capa de seu número de aniver­ sário, E realiza um a reportagem espe­ cial sobre o Projeto Curum im Viva o Verde, do Sesc. O leitor irá acompa­ nhar como se desenvolve a educação ambiental oferecida às crianças em ida­ de escolar. Entre outras coisas, ensinase como respeitar e admirar a natureza, além de se dem onstrar a necessidade de um convivência harm ônica entre o

ser o hum ano e seu meio ambiente. Na entrevista do mês, a derm atolo­ gista Valéria Petri fala sobre o precon­ ceito da Aids. Em outra reportagem o Projeto Contato, tratando da conscienti­ zação e prevenção da doença. Na seção Em Pauta, discute-se o marketing esportivo. A parceria entre empresas e equipes tem mostrado óti­ mos resultados, para ambas as partes. N um a outra reportagem, o tema é a questão da fom e e de como se pode au­ xiliar as populações desprotegidas. O assunto será debatido dentro do semi­ nário O Desafio Social da Fome, orga­ nizado pelo Sesc, com a presença de grandes especialistas da área e de auto­ ridades do governo. A ficção do m ês é assinada pelo dram aturgo e novelista Lauro Cesar M uniz, autor de alguns clássicos da te­ levisão brasileira. C o m o de Ficção, escrito especialm ente para E , traz a m arca carcterística do escritor: o esquadrinham ento dos relacionam entos hum anos e de suas relações afetivas. O produtor Anibal M assaini Neto, responsável por dezenas de sucessos cinem atográficos brasileiros, como Eu e Forever, assina a seção de humor. No Em Cartaz, o destaque fica com o Festival Internacional de A ni­ m ação, no Sesc Ipiranga. Com a p arti­ cipação de com panhias nacionais e in­ ternacionais, um verdadeiro passeio lúdico pela criação contem porânea. Bom para olhos adultos e de crianças.

Danilo Santos de M iranda Diretor do Depto. Regional do SESC no E. de São Paulo

Membros Efetivos: Aldo Minchillo, Antonio Funari Filho, Augusto da Silva Saraiva, Ayda Tereza Sonnesen Losso, Ivo Dall’Acqua Júnior, João Pereira Góes, José Santino de Lira Filho, Juljan Dieter Czapski, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Mauro Mendes Garcia, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, Pedro Labate, Ursula Ruth Margarethe Heinrich. Suplentes: Airton Salvador Pellegrino, Alcides Bogus, Amadeu Castanheira, Fernando Soranz, Israel Guinsburg, João Herrera Martins, Jorge Lúcio de Moraes, Jor­ ge Sarhan Salomão, José Maria de Faria, José Rocha Clemente, Ramez Gabriel, Roberto Mário Perosa Jú­ nior, Walace Garroux Sampaio. Representantes junto ao Conselho Nacional. Efetivos: Abram Szajman, Aurélio Mendes de Oliveira, Raul Cocito. Suplentes: Olivier Mauro Viteli Carvalho, Sebastião Paulino da Costa, Manoel José Vieira de Moraes. Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda.

3


DOSSIE Diretor do Museu do Brinquedo do Japão fez workshop em São Paulo Mais de 500 brinquedos tradicionais ja ­ poneses permanecerão expostos no Sesc Pompéia até dia 11 próximo. A mostra também conta com um workshop de brinquedos artesanais. Na noite de aber­ tura, o workshop foi ministrado por Shigeyoshi Inoue, diretor do M useu do Brinquedo do Japão, que ensinou crian­ ças e adultos presentes a confeccionar peões, pipas e outros brinquedos caracte­ rísticos de seu país. A aula foi dada no mais puro japonês, embora as crianças tentassem ensinar algumas palavras em português ao mestre. Instrutores que aprenderam a arte com Shigeyoshi Inoue continuam oferecendo a oficina ao públi­ co até o último dia da exposição.

Encontro de Esporte e Cultura em Bertioga reuniu quase mil idosos A partir do tem a Vitalidade, foi reali­ zado o XIV E ncontro de E sporte e Cultura da Terceira Idade no Sesc B ertioga. Este ano o evento ganhou novo enfoque: deixou para trás as a ti­ vidades exclusivam ente com petitivas e se baseou na integração social para program á-las. O resultado não pode­ ria ter sido m elhor. O ficinas, w or­ kshops, clínicas e aulas abertas na praia, atividades recreativas com o os bailes noturnos do Pijam a, do Chapéu e do H aw ai, tiveram lotação esgotada durante toda a tem porada. O grupo de 954 pessoas, na faixa de 60 a 75 anos de idade, representando os grupos or­ ganizados da T erceira Idade do Sesc, reuniu participantes de 32 cidades paulistas. A diversidade do público possibilitou a rica troca de experiên­ cias com grande descontração. O últi­ mo dia term inou em carnaval, ao som do eufórico “parou por que, por que parou” ... E então, o que garantiu a alegria de todos foi a certeza de que no ano que vem tem mais.

4

A trupe Angelicus Poeticus espalhou a arte de Mário Quintana pelas ruas de Rio Preto

A poesia de Mário Quintana invadiu as ruas de São José do Rio Preto O Sesc Rio Preto fez vibrar e ressoar li­ teratura na cidade inteira. Com o proje­ to Quintanares, conseguiu um a poética aproximação da comunidade com a vida e a obra de M ário Quintana, ressaltando aquilo que era sua essência filosófica: “comem orar a vida!” Entre as atividades do evento, saiu desfilando pelos bairros de São José do Rio Preto o Caminhão da Poesia, que levou a prosa e a poesia de Quintana para a população em forma de espetáculo saltimbanco. A Trupe Ange­ licus Poeticus interpretou os amores e a solidão do poeta através de seus versos. A idéia do Sesc com esse projeto é valo­ rizar, lem brar e revelar o prazer e a ale­ gria que existem na literatura.

Grupo de teatro japonês apaixona-se pela ginga da capoeira e outros ritmos O G rupo de T eatro C ontem porâneo Japonês B a n ’yu Inryoku, dirigido por J.A . Seazer, trouxe o seu “teatro to ­ tal” para o Sesc C onsolação e Sesc Santos, onde m ostrou o resultado das longas sessões diárias de treinam ento de ex ercícios corporais na form a de acrobacia, rock, po esia e artes m ar­

ciais. A p reparação física dos atores nipônicos e a paixão d espertada pelos ritm os típicos do B rasil, revelou a ginga do grupo enquanto se divertiam caindo no sam ba, no cateretê e outras danças trad icio n ais do N orte e N o r­ deste b rasileiro . A capoeira foi o que m ais fascinou o pessoal, que levou na bagagem de volta para o Japão b erim ­ bau, instrum entos de sopro dos índios do X ingu e peças do artesanato do m estre V italino.

Instalação plástica feita de lixo é criada por artistas e crianças em Itaquera O artista plástico americano Bill Lundberg, em tem porada no Brasil através de uma bolsa-prêm io concedida pelo National Endow m ent for the Arts e pe­ la U niversidade de Austin, no Texas, acom panhado da artista plástica cario­ ca Regina Vater, expôs sua instalação Estrela Guia e fez palestras sobre seu trabalho e a produção de filmes e ví­ deos relacionados às artes plásticas, na Galeria Sesc Paulista. Este mês os ar­ tistas m ontam instalação inédita, no Sesc Itaquera, construída a partir de li­ xo coletado na APA (Área de Preserva­ ção Am biental) do Parque do Carmo. As crianças do Projeto Curum im da Capital e os artistas plásticos Antonio da M ata e Soraia Silva também partici­ parão deste trabalho.

Junho/95


INDICE ENTREVISTA

SEMINÁRIO

A dermatologista Valéria Petri, a primeira médica a detectar um caso de Aids no Brasil, fala so­ bre o problema do preconceito em relação aos pacientes da doença e de como a sociedade tem encarado o problema. Em seu depoimento, ela ainda co­ menta as campanhas de preven­ ção veiculadas no Brasil e fala da importância de se manter uma vida sexual saudável, sem correr riscos. Pág. 6

O Desafio Social da Fome é o sem inário prom ovido pelo Sesc, em junho, com a partici­ pação de especialistas do setor público e privado. Serão debati­ das medidas já em uso em al­ guns países, além de se buscar um modelo de assistência brasi­ leiro. Pág. 20

MEIO AMBIENTE O Projeto Curumim Viva o Ver­ de, voltado para educação am­ biental, ensina crianças e pro­ fessores, em aulas informais, a relacionar-se melhor com a natureza e a preservá-la. Ano passado, mais de 400 mil pes­ soas frequentaram a atividade do Sesc Interlagos. Em 95, o te­ ma é a Casa do Homem-Brincando de Brincar. Pág. 10

ESPORTE______ A rede de fast food McDonald’s promove em agosto seu torneio de futebol, envolvendo todas as suas lojas na Grande São Paulo. E a décima versão da competi­ ção e serve pára integrar todos os funcionários da empresa, uti­ lizando o esporte como instru­ mento de melhoria das relações humanas. Pág. 19 Junho/95

EM PAUTA Desde os anos 80, as empresas brasileiras vêm apostando no marketing esportivo como ins­ trumento de publicidade. A par­

ceria tem sido um ótimo negó­ cio, para as marcas e as equipes patrocinadas. A questão é deba­ tida por jornalistas, gerentes de comunicações e publicitários. Pág. 22

EXPOSIÇÃO O Projeto Contato, realizado pe­ lo Sesc Carmo, com out-doors de artistas plásticos brasileiros espalhados por São Paulo e workshops, tem como tema a conscientização do perigo da Aids. E a necessidade de solida­ riedade aos portadores da doen­ ça. Pág. 28

NOSSA CAPA

FICÇÃO O conto inédito do mês é de Lau­ ro Cesar Muniz. Novelista de tele­ visão e dramaturgo, o autor trata de alguns de seus temas prediletos em Como de Ficção: as dificulda­ des de relacionamento e o esquadrinhamento afetivo. Pág. 30

M a rilia K ran z, a rtista ca rio c a, pertence à cham ada geração dos 60, conhecida p ela ousadia no tra­ to com os estilos, os m ateriais e as experim entações. E p or ter trazido a observação com portam ental p a ­ ra as artes plásticas. K ranz p artici­ pou de im portantes exposições e bienais e seus quadros integram ac erv o s de v á rio s m u seu s brasileiros. N a tu reza M o rta na A r te L a tin o - A m e r ic a n a , de 1993, fo i e x p o s ta n a G a le ria d as A m é ric a s, em N o v a Y o rk .

HUMOR O produtor cinematográfico Anibal Massaini Neto, com Rir É a Sensação Mais Gostosa do Mundo, conta alguns casos de bastidores ocorridos durante as filmagens. No texto ele diz dos problemas que teria caso resol­ vesse revelar tudo o que já viu no cinema brasileiro. Pág. 34 5


B

O APRENDIZADO H U M A N O DA AIDS omo conviver com o problema da Aids? Quem responde à pergunta é a doutora Valéria Petri, derma­ tologista paulistana envolvida com a questão desde o aparecimento da doença no Brasil. Valéria, aliás, foi a primeira profissional do país a diagnosticar um caso de Aids, em 1982. Daquele tempo para cá, vem trabalhando não apenas nas pes­ quisas sobre a moléstia, mas lutando tam­ bém contra o preconceito e pela qualidade de vida e felicidade das pessoas infectadas pelo HIV. Nesta entrevista, a médica fala da intolerância não só em relação a quem tem Aids, e sim a quem é diferente ou foge dos padrões. “É preciso aprender a lidar com estas diferenças”, diz.

C

Como você se envolveu com a questão da Aids? Quando eu fiz o primeiro diagnóstico, há 13 anos, era desconhecido o problema no nosso meio, só estava sendo comentado nos Estados Unidos. Saiu uma notinha pe­ quena nos jornais de que nos Estados Uni­ dos estava surgindo uma doença que atin­ gia principalmente os homossexuais, isso parecia uma coisa muito irreal. Eu lem bro de ter lido na revista M an­ chete algo como “o câncer gay”, como se a doença fosse moralista. Era uma coisa muito esquisita, porque a forma de seleção de indivíduos infecta­ dos parecia mesmo ser por time de fute­ bol, uma coisa muito estranha. E, quando líamos algo a respeito, pensávamos: “ah, mais um daqueles assuntos esquisitos que só acontecem fora daqui”, como eles também devem pensar sobre os nossos assuntos, a Amazônia, doenças que apa­ recem nos confins do mato. Então, isso estava reservado como um tema “dos ou­ tros”, o que é até hoje para algumas pes-

Junho/95


soas. Mas a gente procurava não se iden­ tificar, mesmo porque seria mais um mo­ tiva para sofrimento: “puxa vida, e se uma coisa dessas aparecesse por aqui?” E quando apareceu... Na época, eu li um livro, ótimo por sinal, do João Silvério Trevisan, Devassos no Paraíso, que falava sobre os homosse­ xuais, a violência, a discriminação, e ele já manisfestava a preocupação com uma nova doença que havia nos Estados Uni­ dos, mas que não havia no Brasil. Eu dis­ se: “Como não há no Brasil? Só eu tenho dois casos.” E resolvi pelo menos avisar à imprensa de que isso não era verdade. Quem sabe eu encontrasse pessoas que conhecessem outros casos e pudéssemos nos reunir para discutir o assunto. Foi o fato de você ser dermatologista que a colocou perto do problema da Aids logo no começo? Sim, porque somos treinados para vizualizar e identificar estas alterações rapidamen­ te, inclusive as doenças sexualmente trans­ missíveis. Além disso, estamos familiariza­ dos com a cultura do estigma, porque lida­ mos com todas aquelas doenças que dei­ xam marcas no corpo. Estamos acostuma­ dos a ver estas alterações e saber que muita gente é discriminada por causa delas. A discriminação vem do conceito que as pes­ soas previamente fazem de que aquele in­ divíduo que tem aquela marca deve ter atrás dele o castigo dos deuses. A pessoa, quando olha para a outra, se projeta e diz assim: “ainda bem que não sou eu que te­ nho isso”. Então, essa projeção está estrei­ tamente veiculada à questão da comisera­ ção, da piedade, um sentimento muito am­ bíguo, menor, que não deveria estar asso­ ciado à bondade, e sim ao egoísmo. Ajudar uma pessoa por pena é colocá-la numa con­ dição de inferioridade, e ninguém deve se considerar superior a ninguém. Pelo menos é uma questão de princípio. Como você lida com o estigma? No começo, o meu medo era de que, com aparecimento de uma alteração que pudesse trazer tantos problemas, eu tivesse que trabalhar com problemas além da pró­ pria difusão de uma doença grave, incontrolável, que não tinha perspectivas de re­ solução. Então, para nós, havia o agravan­ te de o estigma perturbar o andamento da investigação adequada àquele tipo de pro­ cesso. O estigma traria um retardo, porque faria com que as pessoas se desviassem da questão central para poder jogar com os valores da pré-concepção. Eu diria que são valores menores e lixo. Então, estávamos com todos os problemas de entendimento

Junho/95

da doença e mais todos os elementos cul­ turais que iriam retardar sua identificação em função da nossa falta de preparo até cultural, não estou nem dizendo técnico. Não existe preparo técnico sem entendi­ mento da alma humana. As pessoas só têm de se preparar do ponto de vista humanístico, reconhecer que o homem é o centro de questões importantíssimas para a vida. Acontece que há uma “tecnocoisocracia” horrível, que faz com que as pessoas sejam

“O HIV trouxe à tona a defi­ ciência das instituições e o fato de ninguém saber lidar com as diferenças” vistas apenas catravés do que a máquina diz delas. Muitas vezes você está olhando para um exame que está péssimo e a pes­ soa está ótima. E aí vem uma grande dúvi­ da: “O que eu faço? Destruo a pessoa e va­ lorizo o papel?” Você fica numa dualida­ de: ao mesmo em que você não pode sone­ gar informação, você também não pode desestabilizar a pessoa, porque a sua fun­ ção é exatamente a de minimizar o sofri­ mento. Como lidar com o caso de uma pessoa que só tenha mais cinco anos de vi­ da? Como ela vai ter condições de, duran­ te esses cinco anos, viver uma vida alegre? Porque isso é que interessa. Tudo isso chegou a atrapalhar, de fa­ to, o trabalho dos médicos? Essa coisa das pessoas que presumem ter o futuro nas mãos me preocupava. Por­ que, se juntasse isso com a prepotência dos indivíduos que são os donos da verda­ de no sentido de “quem deve ser o que” na sua vida sexual, apareceria a famosa caça às bruxas. Para isso eu fui alertada por al­ guns amigos, infelizmente alguns deles falecidos, que me diziam: “meu Deus, se acontecer isso vai aflorar toda a violência, toda a burrice do mundo, toda a estupidez humana”, como de fato apareceu também. Aí a gente ouvia barbaridades, saía até no jornal: “tome cuidado com os homosse­ xuais”. A barbárie, o retrocesso. Eu lembro de uma amiga desesperada que, no trabalho, limpava tudo com ál­ cool, o telefone, as maçanetas, mesmo depois de ter sido divulgado que o vírus não era transmitido pelo ar. O problema da Aids e de outras situações que são tão penetrantes na vida das pessoas é que elas favorevem o aparecimento des­ sas fobias. As que já são fóbicas e têm es­ sas compulsões de limpeza, de medo do desconhecido, medo do conhecido, medo

de tudo, vão manifestar e vão se tomar muito voltadas para si mesmas, anti-sociais. Muita gente se enclausurou. Há quem não consiga exercer a sua vida sexual, por medo. Até indivíduos bem aceitos social­ mente se tomam anti-sociais. “Fulano é uma autoridade em tal coisa” e fala uma barbaridade qualquer porque teve reforça­ da a sua violência interior a partir de uma doença que ele presume que deva ser com­ batida com a repressão, com a limitação do comportamento humano. Propuseram a pasteurização das pessoas. Que a Igreja te­ nha essa função, eu até entendo, porque es­ sa sempre foi a função de qualquer religião. Para quem teve uma educação católi­ ca, onde o sexo sempre foi visto como pecado, quando aparece uma doença dessas, transmitida justam ente pelo sexo e que transfigura e mata, é mui­ to pesado, dá muito medo, não? O medo agora tem nome. O HIV veio trazer à tona aquilo que já estava laten­ te: a deficiência das instituições, o fato de ninguém saber lidar com as dife­ renças. E agora as pessoas estão adqui­ rindo alguma cultura do trabalho com indivíduos diferentes. E como se lida com a diferença? A diferença está começando a ser inserida, mas não podemos ficar tão felizes com a idéia de que ela já esteja assimilada. Não é verdade. Desde o momento em que se tem uma escadaria para descer e você fica imaginando que quem estiver com a pema quebrada não vai conseguir, é porque não se pensa na diferença, se pensa só no igual. Não são respeitados os limites da variação humana. Então, o muito magro não tem vez, o muito gordo não tem vez, só tem vez quem estiver na norma. E as pessoas têm horror de fugir à norma. Pri­ meiro, a gente tem pavor de ser excluído, e a exclusão era o que mais ficava patente na questão da Aids. Por que excluir as pessoas que nós temos dificuldade para entender como foi que elas adotaram cer­ tas condutas? Porque entender vai reque­ rer um esforço não só intelectual, e sim um esforço de incorporação de valores que nós não temos. Então, é preferível voltar as costas. Há vários comportamen­ tos em relação à Aids. Um deles é rejeitar, porque é uma forma de evasão bastante simples. Há gente que até hoje acha que Aids é invenção, gente que não consegue olhar para outra coisa a não ser o próprio umbigo. E não temos nem o direito de di­ zer que essas pessoas estão erradas, por­ que a variabilidade humana é a única coi­ sa que sobrou de interessante para a gente

7


0 cultivar. Graças a Deus as pessoas são ab­ solutamente diferentes umas das outras. “Deixar ser” é que é difícil. “Deixar ser” é uma coisa que as pessoas não aceitam fa­ cilmente. Isso não significa desleixo, é deixar ser de acordo com o que o outro planejou. Essa é a base da arte. E o respei­ to, que não existe. Como você pode coibir o comportamento, o fato de um homem gostar de outro homem? E o caso das pessoas que usam drogas? As drogas merecem uma discussão mui­ to mais ampla. Todas as pessoas usam drogas de alguma maneira, em algum momento de sua vida, por qualquer mo­ tivo, até sem saber. O simples fato de vo­ cê tomar um porre representa uma forma de evasão. Quem não quer se anestesiar de vez em quando? O problema é saber em que terreno isso acaba caindo, por­ que tem gente que se destrói e destrói terceiros em função desse hábito. Bem, uma forma de lidar com alguém diferente é rejeitar. E as outras? Ah, são mais sutis, mais complexas. Há o caso do indivíduo que aceita com res­ trições. Há o que aceita mas não aceita. Ele tem todo o comportamento formal de quem aceitou, mas está o tempo im­ pondo a barreira. Acontece com nós o tempo todo: “bom, eu aceito que essa pessoa não tenha nariz, ela está na dela” . Mas não é bem assim: estamos acostu­ mados à norma, estou acostumada com as pessoas que tenham nariz. Obvia­ mente, meu trabalho interior para acei­ tar essa diferença me faria progressiva­ mente melhor. Então, primeiro precisa­ mos nos inserir nesse clima da diferen­ ça, depois começar a metabolizar todos os elementos da diferença para poder di­ zer (e isso não é tão consciente): “hoje

eu consigo lidar com a diferença sem hostilidade” . Isso seria o desejável. Você sabe dizer o que sofre com o preconceito um doente de Aids? Basta se por no lugar dele. O que você sentiria? Imagino que algumas pessoas teriam nojo ou medo de mim. Pois é. Uma doença se toma um motivo de distanciamento. Mas é tolo imiginar que as pessoas não possam sentir isso quando

“Quem fala que usar camisinha é como chupar bala com papel não tem a mínima criatividade, o mínimo bom humor sexual” encontram o outro numa situação de dife­ rença, com um defeito, uma doença, por­ que todo mundo sente. A questão é como é que nós, que não tivemos essa experiên­ cia, vamos lidar com quem teve. Com que critérios, como a gente melhora esse rela­ cionamento? É uma pergunta que todos os profissionais devem se fazer todos os dias. E a sociedade, de forma geral, como tem reagido ao problema? Para trabalharmos os nossos defeitos, há a necessidade de sermos mais modestos, to­ lerantes, aceitar que o aprendizado traz muitos benefícios ao ser humano, ao ser social. E isso tem acontecido. De quando a doença foi descoberta até hoje, há uma me­ lhora evidente no trato entre as pessoas. Hoje você encontra gente que trabalha com crianças aidéticas que não têm mais aquela cara de “olha pra mim, vê como eu sou santificada, eu trabalho com crianças que têm Aids”. Nada. São pessoas que na­ turalmente fazem isso e para elas é impen­ sável que as coisas não sejam daquela ma­

neira. São pessoas íntegras, que não têm necessidade de fazer pontos com Deus. Obviamente não todas, porque há sempre aquelas que vão usar os indivíduos para mostrar o quanto elas são boas. São as que dão o seu lixo, aquilo que elas detestam pro outro e dizem: “olha, ele ficou tão con­ tente, que caridade eu fiz”. A não ser que você seja sincero: “eu não gosto disso, vo­ cê quer?”. Essa leveza na forma de entre­ gar a rapadura é que melhora de fato as re­ lações. Ou seja, eu não estou mentindo. E a mentira como fórmula de sobrevivência é muito ruim, muito desagradável. Como você vê as campanhas contra a Aids no Brasil. Elas são boas? São limitadas. Porque o publicitário, por melhor que entenda do assunto, tem a sua experiência pessoal com determinados pro­ dutos. E vai ter de se defrontar, muito rapi­ damente, dentro de perspectivas limitadas, com a ótica da doença, do preconceito. E acaba acontecendo que as campanhas são deficitárias. Algumas são francamente ruins. Eu vi uma propaganda na Itália com uma mulher, daquelas bem peitudas, com cara de louca, com um vestido vermelho, caminhando em direção à câmera e dizen­ do alguma coisa sobre Aids, nem sei mais o quê. Eu só sei que aquilo focalizava uma parte, além de ínfima, extremamente vul­ gar. Talvez isso venha abranger uma parte dos consumidores ou do públicio alvo. Só que pra mim aquilo não servia. E aquele tipo de campanha terrorista, feita no Brasil há algum tempo, no es­ tilo “a Aids vai te pegar” ou “eu tive câncer e tive cura, eu tenho Aids e não tenho cura” ? Acreditava-se naquele momento que, se não houvesse um susto, as pessoas não acordariam. Nós, da linha light, não acreditávamos naquela forma de apre­ sentar o assunto. E aquela outra, do nenezinho que tem a carinha da mãe, o olhinho do pai e a Aids dos dois? Essa é a linha família, que atende um deter­ minado público que precisa desse tipo de mensagem. E eu espero que tenha atingido exatamente esse público, pessoas que têm uma dualidade grande que, do ponto de vis­ ta sanitário, precisa ser resolvida. É o indi­ víduo que tem o ambiente familiar, o lar imaculado, mas que fora arruma uma por­ ção de encrencas, tanto com uso de drogas com seringas ou se envolvendo em ativida­ des sexuais que possam trazer doenças pa­ ra a família. Isso é muito lamentável, por­ que toma o vírus realmente moralista, mas não é só ele que é moralista. Certas doenças

Junho/95


i são muito moralistas, mesmo, e elas não colaboram com a liberdade sexual. Você não acha que falta sensualidade nas grandes campanhas contra a Aids, a mesma sensualidade que exis­ te nos anúncios em geral? Outro dia eu vi um cartaz, feito por um grupo de apoio e prevenção, que mostrava um homem nu e muito bonito, de pê­ nis ereto, vestindo uma camisinha e com a frase: “não importa com quem”. Não seria o caso desse cartaz estar nos outdoors, por mais chocante que possa parecer para muita gente? Eu não vi o cartaz. Mas acho ótimo, mara­ vilhoso, porque isso traz liberdade. Uma mensagem como essa atingiria a maior par­ te do público alvo, que são as pessoas que gostam de ter uma vida sexual saudável, boa. Só que a nossa cultura, apesar de ser menos hipócrita que outras, ainda é bastan­ te hipócrita, e prefere mascarar essas vonta­ des, permancer fazendo de conta. Há também quem faça de conta que o mal não exista. Uma amiga me contou um caso seu, de um médico muito bem sucedido, culto, que foi transar com ela e se negou a usar camisinha. Como uma pessoa que se presume ser muito bem informada faz uma coisa dessas? Aí vem outro fator. O fato de estar bem informado não significa que, na práti­ ca, as coisas vão ser exatamente daque­ le jeito, especialmente em questões tão ligadas ao indivíduo. Está colado na pele, é um fator de vaidade. Mas ele não está vendo o problema diariamente na frente dele? É que aquilo não serve para ele. O fato de você estar informado de que existem 50, 60 mil casos de acidente por ano não impede que você faça algumas loucuras no trânsito. A informação não é suficien­ te, e a incorporação e a experiência pes­ soal é que acabam trazendo aprendizado. Infelizmente, em algum assuntos a expe­ riência pessoal é terrificante. Tem gente que bate o carro e aprende que a impru­ dência poderia levar a coisas piores. Ou­ tros têm ameaça de infarto e não fumam mais. Acontece que ninguém tem amea­ ça de Aids. Muita gente infectada fala para mim: “Agora eu entendo o quanto era perigoso.” Quantas pessoas hoje, tendo passado pelo que elas passam, ain­ da que não tenham doença, sejam só por­ tadoras do vírus, não voltariam atrás pa­ ra por camisinha? Poriam a camisinha até na orelha! Poriam a camisinha na al­ ma! E também é comum um sentimento mágico, uma “certeza” de que, naquele

Junho/95

momento de êxtase, a pessoa não vá transmitir nem receber nada de alguém. Elas têm a noção de que, magicamente, o risco vá ser ínfimo ou zero: “Deus é gran­ de, não vai acontecer nada”. Só que nin­ guém fica inconsciente, por mais maravi­ lhoso que possa ser um momento de pra­ zer. Hoje vivemos num limite muito tê­ nue, um fiozinho de nylon. De um lado está a proposta de normalização da vida sexual, que é uma coisa absolutamente sem regras. Seria como voltar a usar uma camisola com buraco. Do outro lado, a possibilidade de transformação, com criatividade, dessa vida sexual numa coi­ sa extasiante, enlouquecedora, sem risco, estando protegido, usando camisinha. E

aí vem gente dizer que transar com cami­ sinha é como chupar bala com papel. E eu pergunto: “Escuta, minha filha, que bala você conhece? Você nem sabe quais são os sabores pra falar disso.” Elas nem brincar sabem, não têm a mínima imagi­ nação. A pessoa que fala em bala com papel é muito retrógrada. Porque uma pessoa bem treinada sexualmente, que tem felicidade, topa a camisinha, entra no jogo e quer brincar: tem bom humor sexual. Por isso aquele cartaz que você viu é bom, deveria ser visto por mais gente. Podem esbravejar, escrever para a Veja, dizer que a gente estimula o uso da camisinha. Eu estimulo, sim, a sobre­ vivência com saúde.


Alunos na trilha (à esquerda) e durante a aula informal no Sesc Interlagos

São 400.000 escolares , todos os anos, que vêm ao Sesc Interlagos participar de um programa muito especial — O Curumim Viva o Verde. Uma inesquecível aula aberta sobre a natureza e o respeito pela vida Junho/95

s

ão 9h30 da m anhã de um a sexta-feira de outono. Fazen­ do grande algazarra, um gru­ po de 40 crianças entre 8 e 10 anos de idade desem barca de um ôni­ bus dentro do Sesc Interlagos. São alu­ nos de 2a a 4a série da Escola Pinheiro, situada no Jardim Prim avera, que vão participar da G incana Ecológica, uma das atividades do Programa Curumim Viva o Verde desenvolvidas pelo SESC com crianças de escolas públicas e pri­ vadas de São Paulo. Alguns alunos já conheciam o Sesc Interlagos, um a área de 500 mil m 2 que é um verdadeiro paraíso ecoló-

11


No Curumim Viva o Verde, as crianças aprendem a relacionar-se com a natureza e a preservá-la___________

gico às m argens da represa Billings. M as a m aioria está ali pela prim eira vez. Poder usufruir daquele espaço, m esm o sem fazer nada, já é um m oti­ vo de festa para as crianças da E scola Pinheiro. M as hoje será um dia ines­ quecível para elas. V ão participar de um a grande aventura pelas trilhas, m a­ tas, brinquedos e vários outros tipos de instalações do Sesc, algum as das quais construídas exclusivam ente para essas atividades de educação am biental. A cada ano, o Sesc Interlagos elege um tem a para trabalhar com as crianças o Program a Viva o Verde. O deste ano é A Casa do H om em - Brin­ cando de M orar. “Para poder preservar o m eio am biente e prom over um desen­ volvim ento m ais racional das cidades e da cultura urbana, é im portante saber com o as m oradias se originaram e evo­ luíram através do tem po” , inform a A n­ dréa Cristina Bisatti, assistente de pro­ gram ação do SESC Interlagos. Foram construídas para isso duas ocas indíge­ nas, com todos os utensílios dom ésticos e de caça usados pelos índios, e um a ca­ sa rural de pau-a-pique com todos os seus acessórios. A G incana E cológica vai co ­ m eçar p elo R ecanto Infantil. M aria F á­ tim a N ascim ento, um a das cinco m o­ nitoras que acom panham as ativida­ des, divide as crianças em quatro g ru­ pos de dez. C ada qual escolhe um a cor (azul, verde, am arelo e verm elho). Os participantes colocam pulseiras com a cor de seu grupo, para facilitar a iden­ tificação. C ada turm a tam bém com põe um grito de guerra, que será cantado a cada passo da gincana. Os azuis fize­ ram “U, tererê, sou azul até m orrer” . Os outros: “Eu, eu, eu, eu, equipe ver­ de já v enceu” ; “Olê, olê, olê, olá, o am arelo vai g anhar” ; e “Passou, p as­ sou, passou um avião/e nele estava es­ crito que o verm elho é cam peão” . Antes que a disputa tenha iní­ cio, Fátim a fala da im portância da m a­ nutenção da lim peza nos espaços p ú ­ blicos e do lixo reciclável. E, apontan­ do para quatro latões de lixo coloridos instalados ali perto, pergunta às crian­ ças para que serve cada um deles. Elas respondem em coro que o latão azul é para papel, o verm elho para plásticos, o am arelo para latas e o branco para li-

Junho/95


xo orgânico (não há o de cor verde porque o Sesc proíbe o uso de garrafas, por razões de segurança). A m onitora então com bina duas regras com as crianças, para evitar dispersão durante a brincadeira. Quando ela gritar pararam -pam -pam -pam , todos devem in­ terrom per as atividades para ouvir o que os m onitores têm a dizer. E toda vez que ela assoprar um apito, as crianças se reúnem em torno dela para ouvir novas instruções. C om eça a prim eira tarefa da G incana Ecológica. Os m onitores ju n ­ tam um m onte de lixo com todo tipo de m aterial e espalham pelo pátio quatro bases (grandes argolas, do tipo bam bolê), um a para cada equipe, com sua cor correspondente, que é ao m esm o tem ­ po a cor de um a das latas de lixo sele­ tivo. Cada grupo tem que atingir um duplo objetivo: “sujar" as bases (“li­ xeiras”) dos concorrentes com o “lixo selecionado" — ou seja, colocar plásti­ cos dentro da base verm elha, latas na am arela etc.— , e ao m esm o tem po re­ tirar de sua base o lixo colocado pelas outras equipes. “As crianças se conscientizam por interm édio dessa com ­ petição saudável” , diz A ndréa Bisatti. A equipe verde venceu. A gora vem a segunda parte da gincana. Escoltados por três m oni­ tores (um puxando a fila, outro no meio e o terceiro na retaguarda, para

Junho/95

que ninguém se perca), os 40 alunos da E scola Pinheiro vão fazer um a cam i­ nhada por trilhas, m atas e outras insta­ lações do SESC Interlagos voltadas para a educação am biental. Tom am o rum o da T rilha do Viveiro. Enquanto cam inham , o m onitor Luiz R ogério de Souza puxa a cantoria: — C ala-bum -chica-bum . As crianças respondem em coro a m esm a expressão. O m onitor prossegue: — C ala-bum -chica-bum -cala-uaca-chica-bum — a resposta vem no m esm o ritmo. Passam por um a estreita pon­ te de m adeira sobre a nascente de um pequeno riacho, iniciam a subida de um m orro e chegam a um a floresta on­ de foram construídas duas ocas indíge­ nas. Em seu interior há todo tipo de utensílios utilizados pelos indígenas. M uitos objetos estão escondidos na vegetação ao redor. O desafio das qua­ tro equipes é encontrá-los. Todos saem à procura, correm de um lado para outro, gritam, discutem alternativas. Cinco m inutos depois, Fá­ tim a soa a apito, encerrando as buscas. As equipes se reúnem à sua volta para contar as presas. O grupo amarelo ven­ ce, com sete objetos recolhidos: arco, flecha, cabaça, chocalho, cocar, m acha­ dinha e rede. À m edida que vão contan­ do, Fátim a pergunta qual o nome de ca­

da um daqueles utensílios indígenas e para que serve. As crianças conhecem apenas alguns objetos. A m onitora explica o que elas não sabem , m as sem pre fazendo indagações para levar a m eninada a pensar e raciocinar, provocando um a interação entre o grupo. Em pregando essa m etodologia, Fátim a vai instigan­ do a curiosidade dos alunos e contan­ do onde os indígenas vivem hoje, co­ mo sobreviveram , qual a história deles desde a chegada dos brancos no conti­ nente, os m assacres, as diferentes na­ ções e suas culturas. Ainda deslum bradas com o que acabaram de conhecer, as crianças prosseguem a caminhada. Sobem o morro e chegam ao viveiro de plantas, onde são preparadas as m udas que abastecem todas as unidades do Sesc da capital. A aluna Caroline Costa de Oli­ veira, de 8 anos e cursando a 2a série, quer saber de onde vêm aquelas plantas. “A m aioria a gente pega aqui na mata, dentro do próprio Sesc Interlagos”, ex­ plica o viveirista João Figueiredo, que trabalha ali há 15 anos. “Sempre tive­ mos aqui um projeto que tem o objetivo de preservar e m ultiplicar as plantas na­ tivas” , acrescenta João. Além da grande variedade de plantas, há ali outras atrações. No terrário, os alunos conhecem as várias cama­ das que form am a crosta terrestre (terra

13


Em 95 as crianças trabalham com o tema “ A Casa do Homem — Brincando de morar”

É

orgânica, terra vegetal, saibro e rocha). Ao lado, fica o m inhocário, que desper­ ta grande curiosidade das crianças. — P ara que servem as m inho­ cas? — indaga A m anda Padovani M a­ chado, 8 anos, aluna da 2a série. — Elas cavam esses buraquinhos na terra, deixando o solo arejado e m ais fértil — resum e a m onitora M a­ ria Fátim a Nascim ento. N a seq ü ên cia, eles c o n h e ­ cem a co m p o steira, onde é p rep arad a a terra com adubo o rg ân ico que ali­ m en ta o viveiro de p lantas. Fátim a p e rg u n ta o que é o adubo e p ara que serve, d esen cad ean d o um a acalo rad a discu ssão que só term in a quando os e stu d an tes se dep aram com o fitotron, u m a e s tu fa p a ra m u ltip lic a ç ã o de plan tas aq u ecid a p o r en erg ia so lar e com com an d o e letrô n ico — q uando a terra seca, é a u to m aticam en te ac io n a ­ do um sistem a de neb u lização que si­ m u la a chuva. P en a que as crianças não pu d eram v er o fenôm eno. A terra ainda estav a úm ida. O passo seguinte é um a visita à horta, onde elas ficam sabendo como se prepara a terra, com o são plantadas e com o crescem várias verduras que co­ m em m as não sabiam de onde vinham.

Junho/95


Fátim a dispara novam ente o apito e ju n ta a turm a toda ao lado da horta, no topo de um a colina de onde se tém um a vista deslum brante. Um im enso e verdíssim o gram ado avança pelo bosque das A raucárias até o lago dos Pinheiros, à direita, e até a represa Billings, em frente. — Quem quiser, pode ir corren­ do até o Jacaré — consente a monitora. As crianças saem em dispara­ da m orro abaixo, um as rolando pelo chão, outras dando cam balhotas. Tra­ ta-se de um a im ensa réplica de jacaré, situada na entrada do bosque das A rau­ cárias, que form a um im enso conjunto de brinquedos com escadas, escorregadores, trepa-trepa, corredores e salas que parecem esconderijos. N ão é nada fácil para os m o­ nitores arrancar a criançada dali e prosseguir a expedição, que tem como próxim a etapa a casa do hom em rural, um a m oradia caipira característica, construída de pau-a-pique (barro bati­ do e bam bu trançado) e coberta com sapé debaixo de um a grande árvore, na entrada da sede social do Sesc Interlagos. Em volta da casa, há um poço de puxar água com balde, um forno de barro, um viveiro de criação de gali­ nhas e um a fossa sanitária. O desafio das quatro equipes é encontrar nove produtos alim entícios característicos do m orador daquela ca­

Junho/95

sa, que estão escondidos na área. Pou­ co a pouco, as crianças vão trazendo um a abóbora, um a raiz de m andioca, um a espiga de m ilho, um pepino, gen­ gibre e um a cenoura (três não são achados). Fátim a conversa com os es­ tudantes sobre cada um desses alim en­ tos e sobre quais os usos dos utensílios encontrados na casa. O tim e verm elho ganhou desta vez. A caravana segue ém frente. Vai atravessar agora a M ata A tlântica, um pedaço de floresta nativa preserva­ da com m uito cuidado pelo Sesc Interlagos. A M ata A tlântica cobria toda a faixa litorânea e largas porções do in­ terior, do N ordeste ao Rio G rande do Sul. Restam hoje apenas 8% dessa ve­ getação. “Essa m ata é igualzinha ao que o hom em branco encontrou quan­ do chegou aqui” , ensina Fátim a. Ela pergunta se os alunos conhecem aque­ las plantas, vai m ostrando as espécies m ais visíveis e quer saber por que o hom em desm ata as florestas. — Porque ele precisa construir — responde Luiz Paulo Sócrates da Sil­ va, também de 8 anos e na 2a série. — M as para construir precisa destruir tanto a natureza? — insiste a m onitora. — N ão — resp o n d e a tu r­ m a, em coro. S em pre q u estio n an d o , F átim a c o n v ersa com as c rian ças so ­ bre a p erd a da riq u e z a da b io d iv e rsi­

d ad e an im al e v eg etal com os desm atam en to s, do em p o b recim en to do solo, dos risco s de erosão. D e rep e n ­ te, ela d isp ara: — V ocês sabiam que aqui tem plantas que ainda são da época dos di­ nossauros? As crianças se alvoroçam e querem saber onde estão. Fátim a levaos então a um a m oita de sam am baia selvagem , um a das m uitas espécies dessa planta que sobrevivem há mais de 60 m ilhões de anos. E hora de retom ar ao Recanto Infantil, para tom ar um lanche e des­ cansar um pouco. E ali encontram um a nova surpresa: a visita de seis indíge­ nas de quatro nações diferentes. São dois xavantes de M ato Grosso, duas guaranis de Ubatuba, um m aium na e um xiriana (am bos da Am azônia), que se encontravam na sede da Funai (Fun­ dação N acional do índio) em São Pau­ lo e foram levados pelos m onitores ao Sesc Interlagos especialm ente para se encontrar com as crianças que partici­ pam do Program a Viva o Verde. O xavante Elias é o m ais de­ sinibido. Ele saúda a criançada em no­ me do grupo, diz que m ora m uito lon­ ge e que é a prim eira vez que vem a São Paulo. Depois pede que lhe façam perguntas. De cara, veio um a im piedo­ sa, do m eio da turma: — Se não poluem o rio, onde

15


vocês fazem xixi? — Fazem os no m ato e não vai para o rio — responde Elias. Segue-se um longo diálogo entre os ín­ dios e as crianças. — E onde vocês tom am ba­ nho? — quer saber um a menina. — E a água é lim pa? — É. A gente bebe a água — Com o vocês sobem na árvore? — Que nem m acaco — res­ ponde o xavante. — O que vocês com em ? — Arroz, feijão, m andioca, m ilho, verdura, peixe, caça. — O nde vocês esquentam a com ida? — No fogo. -T- E com o faz o fogo? — Com fósforo — explica Elias, para surpresa dos estudantes. A í os m onitores explicam que a m aio­ ria dos indígenas brasileiros hoje vive em contato com o hom em branco, muitas vezes próxim os a centros ur­ banos, e já têm acesso a utensílios do­ m ésticos e objetos que nós usamos. Depois da conversa com os índios, vem a atração mais aguardada pelas crianças: a caça ao tesouro. É um a divertidíssim a brincadeira em que elas têm de cum prir um a série de

16

objetivos no trajeto que eles acabaram de fazer, até encontrar o tesouro. C a­ da equipe recebe um bilhete da sua cor com um enigm a a ser desvendado. O grupo am arelo, por exem plo, pega a seguinte pista: “M oradia de um povo em extinção que habitava o Brasil no sé­ culo XV. Para a sua sobrevivência, caçava, pescava e plantava, tirando da natureza a sua subsistência, sem poluir a m ata e os rios. Eles me usa­ vam para caçar” . Os integrantes da equipe dis­ cutem entre si para decifrar o enigm a. A prim eira conclusão a que chegam é que se trata das ocas dos índios. Pen­ sam m ais um pouco e percebem que sua m issão é procurar naquela área um utensílio de caça indígena. Saem correndo em busca da presa. A equipe se espalha pela área e vasculha centí­ m etro por centím etro, até achar um arco escondido em um arbusto. Junto com o arco, os caçado­ res encontram outro bilhete amarelo, com a segunda pista: “Apareci no rio Tietê há algum tempo. M eu habitat é o Pantanal e meu couro é usado para fazer bolsas e jaquetas. Cuidado! Eu posso m order você!” Em pouco tempo desco­ brem que o enigma é o jacaré e dispa­ ram para lá, onde acham outro bilhete que os remete à ludoteca. Ali o quarto bilhete encontrado afirma: “Chamam-

me barbeiro, mas não faço a barba de ninguém. Transmito um a doença cha­ m ada mal de chagas. M oro num a casa de pau-a-pique. Modiquê, acho bão i loguinho achá a próxim a pista, sô!” E lá vai o grupo correndo pa­ ra a casa do hom em rural. Freqüente­ m ente, um a equipe encontra a outra em busca da m esm a pista e a disputa se acirra. Todos querem chegar pri­ m eiro ao tesouro. O envolvim ento é total e a correria não pára. Finalm ente, o grupo am arelo chega ao sexto e últi­ mo bilhete, que diz o seguinte: “Um a das razões pela qual a M ata A tlântica está sendo devastada é para extraírem a celulose da m adeira para fabricação de papel. Vam os reciclar papel para ajudar a preservar a natureza. M as, cuidado, eu não sou a M ata Atlântica. Eu sou um a das quadras verdes locali­ zadas na entrada da M ata A tlântica” . Suados, verm elhos e o fe­ gantes, os jo g ad o res das quatro equi­ pes chegam praticam ente ju n to s à q uadra, onde encontram o tesouro — um a caixa de m adeira com um d ip lo ­ m a de papel reciclável no interior, com a inscrição “Eu sou o tesouro” . A m aratona term ina em patada. Os g rupos se abraçam e com em oram a v itória cantando seu grito de guerra e fazendo um barulho infernal. Com o recom pensa, ganham também um pote com balas de chocolate.

Junho/95


Os alunçs tomam conhecimento da Casa do índio, de seus instrumentos; à direita, uma índia Guarani______

R etom am felizes ao Recanto Infantil, de onde partirão de volta à E s­ cola Pinheiro. Nem desconfiam que nessas três horas de atividades lúdicas participaram de um a gostosa aula interdisciplinar, centrada em educação ambiental. “A brincadeira em si é pe­ dagógica”, defende A ndréa Cristina Bisatti, a asssistente de program ação do Sesc Interlagos. As crianças aprenderam M a­ tem ática contando objetos e fazendo cálculos mentais. Leram placas, qua­ dros de avisos e bilhetes (Língua Por­ tuguesa). Conheceram o ambiente físi­ co, novas plantas e anim ais (Ciências). V iram com o o hom em constrói sua m oradia em diferentes épocas e lugares (História). M ovim entaram -se em vá­ rias direções, receberam informações sobre as localizações das nações indí­ genas e puderam distinguir o meio ur­ bano do rural, as diferenças culturais de cada região (Geografia). Correram, pularam, cantaram , saltaram, rolaram, escalaram alturas, escorregaram e se contorceram — exem plares ativida­ des, ao ar livre, de educação corporal (conceito mais apropriado do que sim ­ ples educação física). Esses 40 alunos da Escola Pinheiro tiveram até um a au-

Junho/95

17


la de Sociologia, ao conhecerem os problem as que os indígenas enfrentam em suas terras. “Nosso objetivo principal é a criança. O program a oferece a ela a possibilidade de conhecer o am biente em que ela vive de form a m ultidisciplinar, tal como existe na vida real”, afir­ ma Andréa. “E tudo de m aneira infor­ mal, lúdica, sem aquela coisa chata, impositiva e obrigatória da sala de aula.” Por essa m etodologia, a crian­ ça desperta a curiosidade, vivência e descobre por si m esm a os conteúdos curriculares, aprende a questionar e de­ senvolve o senso crítico. “N osso intui­ to é criar um a consciência ecológica social”, acrescenta Andréa. O Program a Viva o Verde atendeu no ano passado cerca de 400 mil crianças de escolas públicas e parti­ culares. Nem todas, obviam ente, parti­ ciparam da G incana Ecológica, porque a equipe de m onitores pode atender no m áxim o 300 alunos por dia nessa ativi­ dade. M as qualquer escola, qualquer professor e qualquer criança tem a pos­ sibilidade de usufruir das instalações e serviços do Sesc Interlagos, criando seus próprios roteiros ou utilizando os sugeridos pelos técnicos do Sesc. Nesta época do ano, 3 mil crianças em m édia visitam o Sesc Interlagos po dia. O núm ero chega a do­ brar durante o verão. “Tenho certeza de que algum a coisa essas crianças e pro­ fessores sem pre aprendem aqui, m es­ m o que só observem o que há em vol­ ta. Elas serão depois m ultiplicadoras dessas inform ações” , acredita Andréa. A professora H elena Harder, que acom panhou os 40 alunos da Esco­ la Pinheiro na visita, com prova essa suposição. Ela gostou das atividades. “Com certeza, vou usar m uitas coisas que aprendi aqui nas m inhas aulas” , diz Helena. “Se depender de mim , vol­ to outras vezes com outras turm as.” As crianças tam bém adora­ ram. “Aprendi que não pode jogar lixo no chão”, conta Jeferson Fabrício Oshura, de 8 anos. “Eu m e diverti m uito e aprendi m uitas coisas legais com os índios” , em enda A m anda Padovani M achado, da m esm a idade. C aroline C osta de O liv eira, tam bém de 8, acrescenta: “Foi legal porque apren­ dem os um m onte de coisas e brinca­ mos bastante. Se a Educação Física da m inha escola fosse assim , eu não fal­ taria a nenhum a aula” .

18

SESC TAMBÉM EDITA LIVROS SOBRE ECOLOGIA Preocupado com a preser­ vação do meio ambiente muito antes que o assunto virasse moda, o Sesc já editou dois livros sobre o tema e colaborou com a publicação de um terceiro. Podem ser encontrados para consulta nas bibliotecas de to­ das as unidades do Sesc. São eles: • Ecologia - A qualidade da vida, editado em 1993 pelo Sesc, tem três momentos. No primeiro, há um texto de caráter jornalístico do escritor e publicitário Carlos A.L. Salum, contando a história do movi­ mento ecológico e como o tema é visto hoje no Brasil e no mundo. A segunda parte é de artigos de especialistas das mais variadas áreas, acessíveis ao público não espe­ cializado. O filósofo Gerd A. Borhheim escreve que a questão ecológica está ligada à política; a bióloga Célia de As­ sis alerta sobre os limites de tolerância da agressão sobre a biosfera; o tam­ bém biólogo Aristides de Almeida Ro­ cha analisa a relação entre saúde e meio ambiente; o geógrafo Aziz Ab’Saber fala sobre o complexo controle am­ biental de um Estado como São Pau­ lo; o engenheiro-agrônomo Eneas Salati aborda o impacto da tecnologia no meio ambiente; e o sociólogo Mário Daminelli discute a relação entre meio ambiente e qualidade de vida. No final, a obra traz um pequeno vocabulário do ecologis­ ta, com explicações sobre os prin­ cipais conceitos e expressões eco­ lógicas. Além de difundir conheci­ mento científico, a idéia foi fazer um livro de referência, para con­ sulta, e acessível a qualquer pes­ soa. A edição deste livro foi distri­ buída nas bibliotecas das universi­ dades, escolas de 1Q e 2- Graus, centros culturais, bem como biblio­ tecas públicas.

• Aves que habitam o Sesc Bertioga — Primeira colônia de férias para trabalhadores construída no Brasil, o Sesc Bertioga desde 1948 faz trabalhos de preservação do meio ambiente. Transformou em reserva ecológica seus 4,8 milhões de m2 de Mata Atlântica e de restingas, aber­ tos para a praia e cortados pelo rio Itapanhaú. E mais recentemente de­ senvolveu o Projeto Avifauna: de ja­ neiro a setembro de 1993, especialis­ tas fizeram um meticuloso trabalho de observação e registro das espé­ cies vegetais e dos pássaros da re­ gião. Depois do registro e do estudo dos seus hábitos alimentares, os es­ pecialistas instalaram bebedouros, comedouros e ninhos dentro da área do Sesc Bertioga, com vistas à pre­ servação e reprodução das espécies. Este livro, editado no final do ano passado, mostra parte desse tra­ balho. É um belíssimo catálogo colo­ rido com 58 das 64 espécies de aves identificadas na região, com informa­ ções completas a respeito de cada uma delas. • Pequeno guia para o eco­ logista amador — Editado em 1992, com apoio do Sesc, o livro organiza­ do pela jornalista Sílvia Czapski nas­ ceu a partir da Associação Ituana de Proteção Ambiental (AlPA), um movi­ mento ecológico desencadeado em 1986 por moradores e sitiantes do município de Itu que conseguiram criar a área de proteção ambiental dos bairros Varejão e Taquaral. É um guia prático completo para jovens e adolescentes que desejam conhecer ou desenvolver algum trabalho com meio ambiente. Quem quiser receber o guia pode escrever e enviar oito se­ los comuns (para custear a remessa) para a Al PA, Caixa Postal 83, CEP 13 300-000, Itu, SP.

Junho/95


I

JUNHO/95

I Em Cartaz A

ROTEIRO SELETIVO DE ATIVIDADES CULTURAIS, ESPORTIVAS E DE SAÚDE DO SESC DA GRANDE S, PAULO

C e na do e s p e tá c u lo de s o m b ra s do g ru p o u ru g u a io T íte re s de C a c h a p o rra

GRUPOS BRASILEIROS E ESTRANGEIROS ESTÃO REUNIDOS NA MOSTRA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANIMAÇÃO DO SESC IPIRANGA. ÓTIMO PROGRAMA PARA CRIANÇAS E ADULTOS.

w TEATRO

2

GINÁSTICA VOLUNTÁRIA

MÚSICA

4

RECREAÇÃO

11

EXPOSIÇOES

6

CURSOS & OFICINAS

12

CINEMA

7

INFANTIL

22

VÍDEO

7

TERCEIRA IDADE

26

ESPORTES

8

TURISMO SOCIAL

29

CAMINHADA

10

SERVIÇOS

30

10


IT

R

Ql

G ILGA M ESH . O Centro de Pesquisa Teatral do Sesc apresenta sua nova m ontagem, baseada num poem a épico que conta a vida de Gilgam esh, rei de Uruk, cidade da antiga M esopotâm ia, que viveu cerca de 2700 a.C. A histó­ ria é narrada através de um conjunto de poemas m íticos estruturados em do­ ze tábuas de argila, escritas em cunéi­ form e (a prim eira escrita do mundo, criada pelos sum érios), e aí são ques­ tionadas as grandes inquietações que sempre perseguiram o hom em : o signi­ ficado da vida, o problem a da m orte, a busca da im ortalidade e a resignação diante do destino. Tanto por sua cro­ nologia com o por seu conteúdo e força poética, G ilgamesh é considerada a prim eira das grandes epopéias literá­ rias da hum anidade. A direção é de Antunes Filho. Com Luís M elo e G ru­ po de Teatro M acunaím a. Cenografia e figurinos de J.C. Serroni e ilum ina­ ção de Davi de Brito. Estréia dia I o. De quinta a sábado, às 21 h, e dom ingo, às 19h. R$ 16,00 (quinta, sexta e dom in­ go) e R$ 20,00 (sábado). Desconto de 50% para com erciários e estudantes. Teatro Sesc Anchieta (334 lugares). SESC C onsolação SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO - SESC. Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajman Diretor Regional: Em Cartaz

Danilo Santos de Miranda

Diretor Responsável:

Miguel de Almeida

Editor Assistente: Sergio Crusco. Projeto Gráfico: Zélio Alves Pinto. Equipe de Arte: Leni Gaspar, Rosangela Bego e Nilton César S. de Souza Revisão: Celisa Arena Colaboradores:

Rachel Régis e Hélio Alcântara Pinto Supervisão Editorial: Jesus Vazquez Pereira

A GÊNESE DE KAZUO OHNO. É um teatro intimista, no mais profundo sentido da palavra. Um único espectador vê e ouve o espetáculo com duração de poucos minu­ tos. Trata-se de uma pequena caixa projeta­ da como um palco de teatro tradicional, com refletores e equipamento sonoro para o uso de várias técnicas de teatro de bonecos, inspirada no romantismo poético do velho realejo e do fotógrafo lambe-lambe. A ence­ nação nos traz o mestre Kazuo Ohno, uma das fontes criadoras da Dança Butoh. Com o Grupo Caixa de Imagens, de São Paulo. Espetáculo da Mostra Internacional de Tea­ tro de Animação. Dia Io, às 21 h. SESC Ipiranga

O C O N T A D O R DE H IST O R IA S. Diversas histórias retiradas da litera­ tura infanto-juvenil. Todas as p erso­ nagens fantásticas e curiosas foram criadas por Ruth Rocha, G uiom ar e Tônio C arvalho e são representadas por bonecos, com narração dos atores D aniele Couto e M ax R einert. O gru­ po Téspis Cia de Teatro, de Itajaí, Santa Catarina, nasceu em dezem bro de 93. Participou do Festival N acional de Teatro Isnard A zevedo em outubro de 94 com O C ontador de Histórias, recebendo indicações para m elhor ce­ nário, m elhor ilum inação, m elhor di­ reção, m elhor espetáculo e prêm io de m elhor d ram aturgia original. E spetá­ culo da M ostra Internacional de Tea­ tro de Anim ação. D ia 2, às 15h. SESC Ipiranga

C IR CU S. Trabalhando com o teatro de anim ação e de bonecos, a Cia A C i­ dade M uda, de São Paulo, apresenta um a linguagem m arcante e personali­ Coordenação Executiva: Erivelto B. Garcia Assistentes Executivos: Malu Maia, Valter V. S Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: Glenn Poleti Nunes Conselho de Redação e Programação Diretor: Danilo Santos de Miranda

Ana Maria Cerqueira Leite, Andrea C. Bisattí, Araty Peroni, Cé­ lia Moreira dos Santos, Cissa Peralta, Cláudia Darakjian T. Pra­ do, Cristina R. Madi, Dante Silvestre Neto, Erivelto Busto Gar­ cia, Eron Silva, Estanislau da Silva Salles, Marco Aurélio da Sil­ va, Ivan Paulo Gianini, Jesus Vazquez Pereira, José de Paula

zada, que não usa a palavra e que, por isso, perm ite ao espectador realizar um a viagem im aginativa e participan­ te. Em Circus, três jovens saltim ban­ cos aprendizes viajam o m undo apre­ sentando o seu pequeno show de varie­ dades, com elefante e pulgas adestra­ dos, m osca trapezista, cavalo dançan­ te, avestruzes bailarinas, m inhoca con­ torcionista e outras atrações. Várias técnicas são utilizadas, m as a pesquisa de linguagem está centrada no Bunraku, m ilenar técnica jap o n esa de teatro de bonecos. Espetáculo da M ostra In ­ ternacional de Teatro de Anim ação. D ia 3, às 15h e 21h. SE SC Ipiranga

LA NO CH E DE M ARIA BETHÂNIA. M onólogo escrito pelo autor cu­ bano Tom ás Gonzáles, inspirado em um acontecim ento real, protagonizado por Francisco G arcia e dirigido por Ana M aria Nardo. O espetáculo é um a reali­ zação da Com panhia Hubert de Blanck que já encenou mais de 150 espetácu­ los. Tom ás Gonzáles é um dos mais im­ portantes escritores e dram aturgos de Cuba, além de atuar tam bém comio di­ retor. La N oche de M aria Bethânia é um a história de amor, forçosamente truncada pelo desam paro de um a m u­ lher que abandona seu com panheiro.Dia 3, às 20h, no Espaço de Convi­ vência. Grátis. Convites antecipados. SE SC São C aetano

C O M ICS. O K ossa N ostra, de Posa­ das, A rgentina, é um grupo de teatro de bonecos fundado há m ais de um ano e que já obteve reconhecim ento nacional e internacional. Com ics é um Barbosa, José Palma Bodra, Laura Maria C. Castanho, Luiz Al­ berto Santana Zakir, Malu Maia, Marcelo Salgado, Maria Alice Monteiro, Marta R. Colabone, Milton Soares de Souza, Pauto Jo­ sé S. Rodrigues, Ricardo Muniz Fernandes, Roberto da Silva Barbosa, Rui Martins de Godoy, Valter Vicente Sales Filho. SESC São Paulo - Av. Paulista, 119 - CEP 01311-000 tel. (011) 284-2111. Jornalista Responsável: Miguel de Al­ meida MT 14122. Em Cartaz é uma publicação do SESC de São Paulo, realizada pela MC Comunicação e N’Ativa Marketing Comunicação. Distribuição gratuita. Nenhuma p essoa está autorizada a vender anúncios.


Teatro

Teatro

espetáculo para adultos e crianças, com situações inesperadas, divertidas, coti­ dianas e fantásticas em um a estrutura de sketches. O público pode participar si­ m ultaneam ente, transitando pelo hu­ mor, pela ironia, pelo absurdo, pela sur­ presa e pela fantasia. O grupo experi­ m enta um a variedade de técnicas e um a grande diversidade temática. Espetácu­ lo da M ostra Internacional de Teatro de Animação. D ia 4, às 15h e 19h. SE SC Ipiranga

C O N T A D O R E S D E E S T Ó R IA S E M C O N C E R T O . D esde as grandes m áscaras que com punham os prim ei­ ros trab alh o s dos C o n tad o res, em 1971, até os bailarinos que hoje for­ m am a com panhia, passando por p e ­ quenos bonecos quase vivos, o grupo continua se dedicando ao estudo, à ex­ ploração e à descoberta da linguagem cênica. C ontadores de E stórias em Concerto é um espetáculo para adul­ tos, sem palavras, com posto de sete pequenas estórias independentes, qua­ se todas retiradas de outros espetácu­ los do grupo. Os tem as são variados: um velho tocando violino, um suicí­ dio, um a índia em m ovim ento de re­ flexão, o flerte engraçado de dois ve­ lhinhos, um nam oro pré-adolescente, um a surpreendente cena de rejuvenes­ cim ento ou renascim ento, e um m isto de despertar erótico e parto. C om o G rupo Contadores de Estórias, Parati, Rio de Janeiro. Espetáculo da M ostra Internacional de Teatro de A nim ação. D ia 5, às 15h e 21 h. SE SC Ipiranga

TH E M A G IC W O R LD O F M A ­ R IO N E TTE S. N ikolai Zykov com e­

SESC Conselho Regional do SESC de São Paulo Presidente: Abram Szajman

Teatro

çou a fazer show s profissionalm ente em 1980. Em 1984, ganhou a m edalha de ouro num festival da A lem anha Oriental. Em pouco tem po am pliou seu repertório, co nseguindo grande destaque em seu país e form ando sua p ró p ria com panhia, de apenas três pessoas. H oje, ela é considerada um a das principais de toda a Rússia. Zykov p rojeta e confecciona seus próprios bonecos, seleciona a trilha sonora, produz seus espetáculos e consegue m anipular até dois ou m ais bonecos ao m esm o tem po. Seu show atual é um a com binação única entre o O riente e o O cidente, entre o passado e a m oder­ nidade. São quadros independentes, com bo n eco s ch eio s de tru q u es e transform ações, que vão desde com ­ p osições sérias e filosóficas até colori­ dos e engraçados show s de varieda­ des. U m espetáculo sem palavras para públicos de todas as idades. C om o G rupo N ikolai Z ykov Puppet Theatre, M oscou, Rússia. Espetáculo da M o s­ tra Internacional de Teatro de A n im a ­ ção. D ia 6, às 15h e 21h. SE SC Ipiranga

T A L E S O F C H IN A . Y ang Feng é o representante da 5a geração de um a fa­ m ília de m estres bonequeiros da C hi­ na. Ele esculpe e m anipula sozinho os seus bonecos e cria seus próprios es­ p etáculos. Trabalhando com m adeira de cânfora, já levou sua sofisticada perform ance tam bém para a T V e o ci­ n em a chineses. C om o educador, fez trezentos film es com bonecos e escre­ veu três livros sobre o assunto. Tales o f C hina é um espetáculo sem p ala­ vras para todas as idades. T rata-se de um a com édia sobre um m acaco que vai p escar e de um show de variedades que inclui exibição de artes m arciais e ilusionism o. Os figurinos são feitos de seda pura bordada com fios de ouro e prata. C om o G rupo Y ang Feng Pup­ pet T heatre, de Longxi, China. E spetá­ culo da M ostra Internacional de Tea­ tro de Anim ação. D ia 8, às 15h e 21h. SE SC Ipiranga

F L É C T IC S . T eatre de Sac, de B ar­ celona, E spanha, é u m a co m p an h ia e n v o lv id a em d iv ersas áreas de p er­ form ance: teatro de objetos, teatro de bo n eco s, m ágica, técn icas teatrais, u sando origam i e papel em geral. O grupo tem se ap resen tad o em d iv er­ sos países, com o E spanha, França, H olanda, B élgica, In g laterra e S u é­ cia. E m seu esp etácu lo , m alas se tran sfo rm am em teatros de bonecos, o cen ário é in sp irad o em livros de fi­ guras anim adas e o papel é o e lem en ­ to central. Perso n ag en s e cenários são co n stru íd o s durante a ação. E sp e tá c u ­ lo da M o stra In tern a cio n a l de Teatro

PE D R O E O LO BO . V ersão da obra de Sergei Prokofiev para o teatro de bo­ necos. É a história de um m enino valen­ te e seus amigos: o gato, o pato, o pas­ sarinho, o avô e o caçador. A história da aventura serve de suporte para o diálo­ go entre os instrumentos da orquestra que identificam cada personagem, com o objetivo de apresentar às crianças seu timbre, sua form a e seu caráter sonoro. C riação do G m po Giram undo, de Belo Horizonte, M inas Gerais, que iniciou suas atividades em 1970. Espetáculo da M ostra Internacional de Teatro de A n i­ mação. D ia 9, às 15h e 21h. SE SC Ipiranga

d e A n im a çã o . D ia 7, às 15h e 21h. SE SC Ipiranga

Membros Efetivos: Aldo Minchillo, Antonio Funari Filho, Augusto da Silva Saraiva, Ayda Tereza Sonnesen Losso, Ivo Dall’Acqua Júnior, João Pereira Góes, José Santino de Lira Filho, Juljan Dieter Czapski, Luciano Figliolia, Manuel Henrique Farias Ramos, Mauro Mendes Garcia, Orlando Rodrigues, Paulo Fernandes Lucânia, Pedro Labate, Ursula Ruth Margarethe Heinrich. Suplentes: Airton Salvador Pellegrino, Alcides Bogus, Amadeu Castanheira, Fernando Soranz, Israel Guinsburg, João Herrera Martins, Jorge Lúcio de Moraes, Jor­ ge Sarhan Salomão, José Maria de Faria, José Rocha Clemente, Ramez Gabriel, Roberto Mário Perosa Jú­ nior, Walace Garroux Sampaio. Representantes junto ao Conselho Nacional. Efetivos: Abram Szajman, Aurélio Mendes de Oliveira, Raul Cocito. Suplentes: Olivier Mauro Viteli Carvalho, Sebastião Paulino da Cos­ ta, Manoel José Vieira de Moraes. Diretor do Departamento Regional: Danilo Santos de Miranda.


CIR CO DE SO M BR A S. É um espe­ táculo de pantom im a com objetos, que utiliza as técnicas de sombra, teatro ne­ gro e m arote. O tem a é a poesia. O Grupo Teatro Titeres de Cachiporra, de M ontevidéu, Uruguai, nasceu em 1981 e participou de vários eventos na­ cionais e internacionais. M inistrou vá­ rios cursos no Uruguai, Argentina, E s­ tados Unidos, C anadá e Brasil. Espetá­ culo da M ostra Internacional de Tea­ tro de Animação. D ia 10, às 15h e 21h. SESC Ipiranga

da M PB. Aos dom ingos, às l l h , no Palco do Lago. Convites gratuitos nas unidades do Sesc. SE SC Interlagos

★ A R N A L D O A N T U N E S . O ex-inte­ grante do grupo de rock T itãs faz um show neo-concretista com as m úsicas de seu segundo CD solo, N inguém . De I o a 3, às 21h, e dia 4, às 20h. SE SC Pom péia

★

★

A N TO LO G IA . Jordi B ertran, de B ar­ celona, Espanha, é considerado um dos grandes especialistas europeus de m arionetes de fio. Participou do C o­ lectivo de Anim acion de B arcelona e do G rupo Eis Farsants. Jordi m anipula sem esconder-se e m ultiplica detalhes. Sete m onólogos m úsico-plástico-teatrais para m arionetes form am o espe­ táculo. O m ovim ento, o detalhe insi­ nuante e o gesto orgânico produzem um m agnetism o hipnótico. Reúne per­ sonagens com o Casais e Dali, bem co­ mo figuras de sua im aginação, tais co­ m o o faquir Raixic e o professor Tornabous. Espetáculo da M ostra Inter­ n acional de Teatro de Anim ação. D ia 11, às 1 5 h e 19h. SE SC Ipiranga

B E T O G U E D E S. Em hom enagem ao D ia do M eio A m biente, o SESC Itaquera traz um dos nom es m ais conhe­ cidos da M PB, cantando m úsicas que têm com o tem a a natureza. A com pa­ nhado p o r sua banda form ada por Nenem (bateria), K iko M itre (baixo), A lexandre L opes (guitarra) e C láudio F aria (teclado), B eto leva ao palco do M eio A m biente sucessos com o A m o r de índio, Paisagem na Janela e So l de Prim avera. D ia 4, às 1 lh 3 0 . SE SC Itaquera

★ A L EH FE R R E IR A . O bandolinista, vencedor do Festival de C horo no ano passado, apresenta-se no Instrum ental Sesc P aulista acom panhado de reg io ­ nal e quarteto de cordas para divulgar seu CD , que traz m úsicas de Pixinguinha, Jacob do B andolim e E rnesto N a­ zareth. D ia 5, às 18h30. Grátis. SE SC Paulista

★ JO R G E M A U T N E R . O cantor e vio­ lonista relança seus discos, agora ed i­ tados em CD. D ia 6, às 21h. SE SC Pom péia

★ SHOWS PR O G R A M A BEM BR A SIL . Sho­ ws m usicais com renom ados artistas

ZÉ M E N E Z E S - G A R O T O 80 A N O S. O violonista Z é M enezes p res­ ta um tributo ao seu fam oso com pa­ nheiro, autor de D uas Contas e Gente H um ilde, entre outros clássicos. De 8 a 10, às 21h, e dia 11, às 20h. SE SC Pom péia

P R EM Ê. O grupo paulista faz novas versões de antigos sucessos com o Lua de M el, Lava R ápido e Tração nas Quatro. D ia 9, às 20h30, no Espaço de C onvivência. G rátis. SE SC São C aetano

★ D U O D IÁ L O G O S . F o rm ad o p o r C arlos Tarcha e Joaquim A breu, o in­ ternacional D uo m ostra no Instrum en­ tal Sesc P aulista peças eruditas com ­ postas especialm ente para eles, além de m úsicas do cancioneiro popular pa­ ra m arim ba, vibrafone e percussão. D ia 12, às 18h30. Grátis. SE SC Paulista

ir G U IL H E R M E R O N D O N . O cantor pantaneiro lança seu prim eiro CD e faz um show com a participação de A lm ir Sater, Jane D uboc e Luli e Lucina. D ias 13 e 14, às 21 h. SE SC P om péia

★ V IO L E T A D E O U T O N O . O grupo de ro ck V ioleta de O utono está com e­ m orando 10 anos de carreira e lança um C D gravado no T eatro do Sesc Pom péia em 1986. D ia 16 e 17, às 21h, e dia 18, às 20h. SE SC P om péia

★ M A G N O B ISS O L I. O baterista apre­ senta no Instrum ental Sesc P aulista os m úsicos do B issam blazz, banda brasi­ leira com Jericó no trom pete, Vitor no sax, L ito no baixo, A lexandre na gui­ tarra e Paulada na percussão. N o re ­ pertório, sam ba, salsa e jaz z com m ui­ to balanço. D ia 19, às 18h30. Grátis. SE SC Paulista

★ L U C A B U L G A R IN I. O jo v em violo­ nista resgata algum as das principais fases da M PB, entre elas a bossa nova e os festivais, além de apresentar can­ ções atuais de grandes nom es da nossa m úsica, com o Toquinho, G ilberto Gil


Music, e Caetano Veloso. Luca tem no seu currículo trabalhos conjuntos com o m úsico Paulinho Nogueira. D ia 23, às 20h30, no Espaço de C onvivência. Grátis. C onvites antecipados. SESC São Caetano

★ E L Z A SO A R E S E R E G IO N A L G ALO PR ETO . A cantora, que gra­ vou m ais de 50 discos em sua carreira iniciada em 1958, apresenta m úsicas de com positores consagrados com o Cartola, C hico Buarque e Paulinho da Viola. A bertura às 13h, com depoi­ m entos e hom enagem à artista. Show às 15h. D ia 25, na Praça de Eventos. SE SC Itaquera

★ NE NE . O baterista Nenê, acom panha­ do pela banda Four de Azes (form ada por Benjam in Taubkin no piano, Beto Lopes na guitarra e A lberto C ontinentino no baixo), convida o saxofonista M auro Senise para tocar jaz z e M PB no Instrum ental Sesc Paulista. D ia 26, às 18h30. Grátis. SESC Paulista

★ E L Z A SO A R E S . O c rític o Z u za H om em de M ello c o n v e rsa com a c a n to ra , q ue p ro m e te d e p o is, no show do P ro jeto O uvindo E s tre la s , in ce n d ia r a p la té ia com sua M PB de lev a d a ja z z ístic a . D ia 27, às 21h. SESC Pom péia

Música nhou artistas com o Inezita Barroso e M árcia, entre outros. Prata, flauta e bandolim , é autor de m úsicas gravadas por Zizi Possi e M argareth M enezes. N a série Tardes de Choro, apresentam clássicos do samba, da bossa nova, do ch o rin h o e c o m p o siçõ es p ró p rias. Dias 3 e 10, às 16h. Grátis. SESC C onsolação

M U SIC A D E R E L A X O . A série L ance Livre, realizada pelo Centro Experim ental de M úsica, dedicada ao lançam ento de discos independentes, traz a dupla Jica y T urcão para lança­ rem seu prim eiro CD. A pós 18 de car­ reira no grupo Tarancón, ju n taram suas cordas e percussões para tocarem o que cham am de m úsica afrocaribenhalatinocaipirabrasileira. Dias 6 e 7, às 20h. Grátis. SESC C onsolação

Q U IN T E T O D E M E T A IS. A série Instrum entos em A ção, realizada pelo Centro Experim ental de M úsica, apre­ senta as m ais variadas form ações com rep ertó rio s p ró p rio s ou adaptados. A brindo a série, o Q uinteto de M etais form ado em 1993 durante o Festival de M úsica de Prados. O grupo é com ­ posto p or Sandro R ibeiro no trom pe­ te, L eo n ard o P o rcin o tam b ém no tro m p ete, L eo n ard o A n to n ello na trom pa, H enri L eite no trom bone e A lexandre Cabral na tuba. Dias 2 e 9, às 20h. Grátis. SE SC Consolação

★ VÂ N IA B A STO S. A cantora lança seu m ais recente trabalho num show que privilegia sua voz apuradíssim a. D e 29 de junho a 2 de julho. Q uinta a sábado, às 21h, e dom ingo, às 20h. SESC Pom péia

ANIMAÇÃO MUSICAL V A LD O E PR ATA . Val do, que toca violão de seis e sete cordas, acom pa­

AO S V IV O S. Chico César vem sendo apontado pela crítica com o um dos mais criativos com positores da nova geração. Ele vem acom panhado pelo guitarrista Lanny Gordin e pelo per­ cussionista Jonas Neto, para m ostrar as canções experim entais de seu pri­ meiro CD. Os shows integram a série Lance Livre, realizada pelo Centro Experim ental de M úsica do Sesc. Dias 13 e 14, às 20h. Grátis. SESC Consolação

Música G R U P O PIN D O R A M A . O conjun­ to é form ado a p artir do encontro en ­ tre m úsicos que acom panhavam Alcione e E lba R am alho. Evaldo (b an ­ d o lim ), E d ilso n (v io lã o ), D a n iel (flauta), P riscila (cavaquinho) e M a­ noel Pacífico (percussão) interpretam Pixinguinha, Egberto G ism onti e com ­ posições próprias na série Tardes de Choro. Dias 17 e 24, às 16h. Grátis. SESC C onsolação

BEM DIT O . O trom bonista Bocato, com sua nova banda, m ostra as m úsi­ cas de seu oitavo e m ais recente disco. A banda que o acom panha é form ada por G erson Galante (sax alto), M arce­ lo M angabeira (sax tenor), Tiago (te­ clado), G iba Pinto (contrabaixo), M ar­ cos Costa (bateria) e Bola M oraes (percussão). A apresentação integra a série Lance Livre. Dias 20 e 21, às 20h. Grátis. SESC C onsolação

Q U A R T E T O C L A R IN E T A N D O . O grupo po ssu i a form ação incom um de três clarin etes e um clarinete-baixo. Seus in teg ran tes, Ju lio C ésar, K layber de Lim a, Paulo Jorge e Joel L ourenço, p ertencem à B anda Sin fô ­ nica Jovem e à O rquestra Sinfônica Jovem do E stado de São Paulo. O re­ pertó rio é form ado p or m úsicas de M ozart, A sto r Piazzo lla e P ix in g u i­ nha, entre outros. Program a da série In strum entos em A ção. D ias 23 e 30, às 20h. G rátis. SESC Consolação

G UILH ER M E RO NDON. Violonista e compositor, Guilherm e tem músicas gravadas por N ana Caymmi, Alm ir Sater e Ivan Lins. Ganhou o Prêmio Sharp de M úsica Regional em 1991. Acom ­ panhado por Décio Rocha no contra­ baixo e Luis W aack na guitarra, apre­ senta-se na série Lance Livre, realizada pelo Centro Experimental de M úsica do Sesc. Dias 27 e 28, às 20h. Grátis. SESC C onsolação


Música

MÚSICA ERUDITA TR O M B O N ISM O . Form ado há dez anos, com a proposta de apresentar o trom bone com o instrum ento solista, 0 grupo paulista tem se apresentando tam bém nos EU A e na Europa. O re­ pertório vai do barroco à obra de a u ­ tores contem porâneos. O grupo é fo r­ m ado por W agner Polistchuk, F e r­ nando C hipoletti, G ilberto G ianelli e Flávio Borges, trazendo a soprano R ita M a rq u e s e o p e rc u s s io n is ta M agno B isso li. B ach, B eeth o v en , G ershw in e V illa-L obos estão no program a. D ia 14, às 21h, no Sesc Ipiranga. R$ 1,50 (com erciário m a­ irie.) e R$ 3,00. SESC Ipiranga

★ PR ISM Q U A R TE T. Pioneiro num a lin g u agem ja z z ístic a o rig in á ria da m úsica clássica e étnica, o quarteto de saxofones norte-am ericano faz esta única apresentação em São Paulo. O grupo usa recursos eletrônicos, tem trabalhado com alguns dos m aiores com positores contem porâneos e in­ terpreta obras de W illiam Bolcon, Brad Gllis e Sam uel A dler, entre ou­ tros. D ia 21, às 21 h. SESC Ipiranga

★ 1 C O N T R E B A S S E , 1 H U M A IN . R e cital de Je an -P ie rre R o b e rt, so lis ­ ta do E n se m b le L ’Itin é ra ire de P a ­ ris. P ro g ram a com ob ras que e x p lo ­ ram novas p o ssib ilid a d e s sonoras do in stru m e n to e u tiliz a ele m e n to s cên ico s ap licad o s à m ú sic a de c o m ­ po sito res com o X e n a k is, A sp e rg h is, D ru c k m a n e S c e lsi, in te rp re ta d a s em p rim e ira a u d ição no B rasil. O ev en to é um a re a liz a ç ã o do Sesc, C D M C -B ra s il/U n ic a m p , S e rv iç o C u ltu ra l do C o n s u la d o G e ra l da F ran ça em São P aulo, com o apoio da A sso c ia ç ã o B ra sile ira de C o n tra ­ b a ix ista s. D ia 27, às 21h. R$ 6,00 e R$ 3,00 (co m e rc iá rio m atric.). SESC Consolação

ex Exposições

PO SIÇÕ ESl

CO NTATO - UM A CA M PA N H A DE SE N SIBIL IZ A Ç Ã O SO BR E A AIDS. Exposição de originais inéditos de 28 artistas plásticos brasileiros que foram utilizados em outdoors para este evento de conscientização da popula­ ção sobre a Aids. Os outdoors estão es­ palhados pela cidade de São Paulo des­ de o dia Io. Entre os artistas exposito­ res estão Alex Cerveny, A m élia Tole­ do, A ntônio Henrique Am aral, Arcângelo Ianelli, Cláudio Tozzi, Em anuel Araújo, Fernando Lem os, Ivald Granato, João Câm ara, José R oberto Aguilar, M anabu M abe, M aria Bonom i, Siron Franco, Tom ie O htake e Tom oshigue Kusuno. Abertura no dia I o. G aleria SE SC Paulista

★ C O N T A T O . E xposição de outdoors pelas principais ruas de São Paulo, com obras de vinte e oito artistas plás­ ticos, feitas esp ec ia lm e n te p a ra o evento. De I o a 15.

★ CE R IM O N IA L N O M ES. Atividade integrante do Projeto C ontato. C onsis­ te num a exposição de tapetes com pos­ tos por painéis confeccionados por am igos e parentes de pessoas vitim a­ das pela Aids. Dia 4, a partir das 1 lh , no Parque da Independência, Ipiranga.

★ F E IR A D E P L A N T A S M E D IC I­ N A IS, FITO T E R A PIA E M EL. E x­

Exposições posição dos trabalhos e equipam entos de universidades e outras instituições com o o IB A M A e a Secretaria da A gricultura, que desenvolvem pesqui­ sas sobre o tem a, além de m udas, chás, co sm ético s, trav esseiro s, p om adas, mel e seus derivados, que tam bém es­ tarão à venda. Este evento contará com ciclo de palestras, oficinas e exibição de vídeo. Dias 3, 4, 10 e 11. Das 9h às 17h. Grátis. SESC Interlagos

★ G ERA ÇÃ O D E 45 — 50 ANOS. Textos, referências iconográficas, fragm en­ tos poéticos, réplicas editoriais e ima­ gens que m ostram a perm anência na história literária e artística do Brasil des­ te m ovim ento poético brasileiro. O pro­ jeto visual é da artista gráfica Emilie Chamie. Evento feito em parceria entre Sesc e Clube de Poesia. Até dia 24. SE SC C onsolação

★ VIA C U BA — U M O LH A R SO BR E A CU LT U R A CU BA NA . A pesar das diferenças geopolíticas entre Brasil e Cuba, os dois países guardam profun­ das sem elhanças culturais. Cuba e B ra­ sil têm form ação constituída por povos indígenas, latinos e africanos, ao con­ trário da m aior parte da A m érica Lati­ na, onde a influência africana não é predom inante. Esses fatos estreitam nossos laços culturais e afetivos e via­ bilizam relações de proxim idade e pos­ sibilidades de intercâm bios relevantes para as duas culturas. Exposição, deba­ te, palestra, show m usical, teatro, cine­ m a e docum entários com põem o even­ to, propiciando um panoram a da cultu­ ra cubana contem porânea e buscando aproxim ar experiências e vivênciais dos dois povos. V eja a program ação. SE SC São C aetano

★ A R TE EM CU BA . Fotos de autoria anônim a, feitas durante a revolução eubana, e m ostra de 12 artistas cubanos da cidade de H olguín, um a das prota­ gonistas das artes plásticas nas últimas

I

I


Exposições décadas em Cuba. Estas gravuras re­ presentam os mais jovens talentos num espectro bastante amplo: estudantes, professores, trabalhadores de institui­ ções culturais e artistas independentes que se nuclearam em um estúdio de ar­ tes gráficas há m ais de 25 anos. São eles O m ar Rodriguez, Libán Rubio, Kelvin López, Freddy Garcia, Rubén Rivero, Fernando A lm aguer, Ernesto Ceballo, Julieta León, Letícia Leiva, Rafael G onzález, Raym undo Cabrera e Julio Alarcón. A bertura dia Io, às 21h. Sala de Exposições. Até dia 30. SESC São C aetano

Cinema T E R R IT Ó R IO D E L O U V O R E G LÓ R IA . As cerâm icas de Hélio Si­ queira m ostram a religiosidade de M i­ nas, cuja m arca é um sensualism o deli­ rante que dilui suas fronteiras entre o sacro e o profano, jo g a com o dram a e a festa e m escla o erudito e o popular. A exposição com em ora os 25 anos de atividades artísticas do autor, radicado em Uberaba. A bertura dia 28, às 20h, no Jardim das Esculturas. SE SC Ipiranga

Vídeo m es clássicos de todas as épocas, da B ela Época ao ressurgim ento do cin e­ m a brasileiro nesta década, passando pela Cinédia, A tlântida, Em brafilm e etc., exposições áudiovisuais e até um a cine-orquestra, com a finalidade de recriar o clim a das antigas salas de cinem a, com põem a program ação. De 13 de ju n h o a 30 de julho. SE SC Pom péia

★ X F E ST IV A L M O N D IA L DES TH EATRES DE M ARIONNETTES. Dentro da M ostra Internacional de Tea­ tro de Animação, exposição de fotos de Berenice Farina da Rosa, enfocando es­ petáculos, teatro de rua, vitrines, m ario­ netes de diversos países. Trabalho reali­ zado em Charleville-M ezieres, França, em outubro de 1994. De Io a 11. SESC Ipiranga

★ INSTALAÇÃO. Os artistas plásticos Regina Vater e Bill Lundberg montam instalação construída a partir de lixo cole­ tado na APA (Área de Preservação Am ­ biental) do Carmo. As crianças do Proje­ to Curumim da capital e os artistas plásti­ cos' Antônio da M ata e Soraia Silva parti­ cipam do trabalho. O sentido de coopera­ ção presente na montagem, e a utilização do lixo como adubo para o pensamento, expressam a tentativa de criação de uma consciência que reverterá o gesto destru­ tivo em novos gesto e mentalidade. Com­ plementando este trabalho, uma exposi­ ção fotográfica aborda a questão do lixo na cidade. Abertura dia 8, às 16h. SESC Itaquera

★ FACES. A exposição coloca em evi­ dência a emoção de conhecer e reco­ nhecer rostos, fotos, retratos, faces. Técnica m ista de ecoline e nanquim so­ bre papel, de Ennio Angelo. De 12 a 30. SESC Pinheiros

D E O M A R TH A . Alemanha, 1966. De Rai­ ner W erner Fassbinder. M artha, m ulher de 30 anos intocável, conhece o am or de sua vida durante as férias em Roma. Casa-se com ele, m as a relação é difícil. Suas expectativas de vida nada têm a ver com as de seu marido. M esm o as­ sim, escolhe ser um a boa esposa. Um dia, quando finalm ente resolve trans­ form ar sua vida, percebe que já é tarde demais. Sofre um acidente e é confina­ da a um a cadeira de rodas. A ssim se inicia um a história de am or com re­ quintes de sadismo. Um dos prim eiros filmes de Fassbinder, que entra em car­ taz para hom enagear o cineasta que fa­ ria 50 anos no dia 4 de junho. C IN ESE SC

★ CIN E PO M PÉIA : U M A H IS T Ó ­ RIA DO C IN EM A BR A SIL E IR O . Num a sala de cinem a m uito especial, construída especialm ente para o even­ to, na Á rea de C onvivência, será ex i­ bida a história do cinem a brasileiro, recuperando o m istério e o glam our de um a sessão de cinem a. D ebates, fil­

C IC LO D E V ÍD E O /D E B A T E SO ­ BR E O P R E C O N C E IT O . Integran­ do o Projeto Contato, este ciclo tem com o tem a o precenceito, exibindo produções com argum entos sobre a discrim inação racial e tam bém em re­ lação aos H IV soropositivos. C om o intuito de esclarecer dúvidas e sensibi­ lizar o público, após as exibições das terças, será prom ovido um debate m e­ diado por um representante do GA PA - G rupo de A poio e prevenção à AID S. Program ação: D ia 1, Em N om e do P ai {In The N am e O f The Father, IN G /IRL, 1993). D ir.:Jim Sheridan. D ia 6, Para o Resto de N ossas Vidas {P eter’s Friends, ING , 1992). Dir.: K enneth B ranagh. D ia 8, Traídos Pelo D esejo {The C rying G am e, IN G , 1992). Dir.: Neil Jordan. D ia 13, N o i­ tes Felinas {Les N uits Fauves, FRA, 1992). Dir.: Cyril Collard. A s sessões acontecem sem pre às terças e quintasfeiras, às 18h30. Grátis. SE SC Carm o

★ IM A G EN S D E CUBA. Film es, docu­ mentários e vídeo-clipes form am um esboço da vida e da história em Cuba.


Vídeo Dia 6, às 18h, M ORANG O E CH O ­ CO LATE (Fresa y Chocolate) Direção de Tomás Gutiérrez A lea e Juan Carlos Tabío. Com Jorge Perugorría, Vladi­ m ir Cruz e M irta Ibarca. A história dram ática de um hom ossexual e um jo ­ vem com unista na Cuba de hoje. Às 20h, VID EOCLIPES, o estilo musical de vários cantores e com positores cu­ banos como Isaac Delgado, Edesio Alejandro, Am aury Pérez, Ornar C ho­ colate e Ariel, num a m ostra da diversi­ dade dos ritmos latinos. Dia 7, às 18h, exibição de sete curtas-m etragens, to­ dos dirigidos por Alberto Santana. La Consigna. D ocum entário sobre a ca­ m ada social hum ilde, personagens que têm um sentimento de am or à pátria. Asma. D ocum entário sobre um psicó­ logo cubano que descobre a cura da as­ ma. Perdura. A história de José M arti, líder da independência cubana. A guias e Pombas. Outro docum entário sobre José M arti. Tercer Frente. D ocum en­ tário sobre a guerra de libertação na Serra M aestra. Puchero. A história de Puchero, um ferreiro que colaborou com as tropas de Fidel Castro. D epois da Ponte. Curta de ficção am bientado em Angola., às 20h, H ISTÓ RIAS DA R E VOLUÇÃ O CU BA N A (Yo Estaba Allí). Direção Rom ano Splinter. U m a síntese da história da revolução cuba­ na, com imagens de arquivo que nar­ ram os acontecim entos mais significati­ vos dos 35 anos de vida do processo em que os cubanos saíram de um a sangren­ ta ditadura e deram apoio aos rebeldes liderados por Fidel Castro. D ia 8, às 18h, exibição de seis curtas-m etragens. Sonhos (Suenos). D ireção e roteiro de A lberto Figueredo. Hilda Guevara Gadea, filha de Ernesto Che Guevara, dá um testem unho decisivo sobre a con­ duta dom éstica do legendário guerri­ lheiro. A H avana C olonial ( La H aba­ na Colonial). Direção de José E stra­ da. Um itinerário pelas principais construções do cham ado casco histó­ rico de H avana, na ordem cronológica de suas construções. Che, Im agem de um Sím bolo ( Ché, Im agen de un S ím ­ bolo). D ireção e roteiro de R ita E ste­ vez. Síntese da trajetória de Guevara desde sua fase de guerrilheiro na S er­ ra M aestra e sua posterior incum bên­ cia na guerrilha boliviana. Do Sonho

Vídeo à Poesia (D el Sueno a la P o esia). D i­ reção e roteiro de Belkis Vega. D ocu­ m entário sobre o artista plástico Ro­ berto Fabela, que recebeu diversos prêm ios nacionais e internacionais. N uvem de Outono (N ube de Otofio). D ireção e roteiro de A lejandro Gil. D ocum entário sobre a artista plástica Flora Fong, cubana de origem chine­ sa. Testam ento (Testam ento). D ireção e roteiro de A lberto Figueredo. O au­ tor e intérprete Silvio R odriguez rela­ ta sua presença em A ngola durante a g uerra que livrou este país africano da invasão dos racistas sulafricanos. Dia 8, às 20h, M O R A N G O E C H O C O ­ L A TE (Fresa y C hocolate) D ireção T om ás G utiérrez Alea. SE SC São C aetano

★ V ÍD EO C O N T E X T O . A tividade que busca despertar o senso crítico dos j o ­ vens por m eio da discussão de vários tem as de interesse. Ao final da exibi­ ção, debate coordenado pelos in te­ grantes do grupo de rap DM N . P erigo Para A S ociedade (dir.: A lbert e Allen H ughes, EU A , 93). Sensação do Festi­ val de Cannes de 93, o film e narra a história de adolescente que vive o dra­ m a de m orar em um bairro violento e pobre. T rilha sonora recheada de raps de sucesso. D ia 24, às 15h30. Grátis. SE SC Ipiranga

★ VID EÓ PER A . O projeto acontece to­ da últim a segunda-feira do mês, com a apresentação de um a ópera em vídeo com entada pelo M aestro R oberto M anzo (ex-diretor m usical da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e m aestro da Recap). A gora é a vez de O B arbei­ ro de Sevilha, de Rossini. N esta produ­ ção inglesa, realizada no Festival de G lyndeboum e, m anteve-se a preocupa­ ção para que m úsica e teatro se m es­ classem harm onicam ente, evitando-se o estilo pastelão freqüentem ente em ­ pregado na ópera bufa italiana. O rques­ tra Filarm ônica de Londres. Regência de Sylvain Cam breling. Legendas em português. D ia 26, às 19h. Grátis. SESC São Caetano

Esportes

PORTES C AM PEO NA TO E S P O R T IV O D O S FU N C IO N Á R IO S DO G R U ­ PO M A R T IN E L L I. V ôlei m isto, tê­ nis de m esa m isto, truco m isto, dom i­ nó m isto são atividades que fazem parte da program ação de integração do Io sem estre. Sábados, a partir das 14h. SE SC C onsolação

★ C A M P E O N A T O IN T E R N O D E F U T S A L DA R E D E R E C O R D . A F E U (A ssociação dos Funcionários das E m issoras U nidas). Final, dia 17, às 9h30. SE SC C onsolação

★ C A M PE O N A T O IN T E R N O DO S F U N C IO N Á R IO S C R E D IC A R D . Sábados, a partir das 9 h l5 . SE SC C onsolação

★ E SPO R T E M P R E SA . Setor especia­ lizado em assessorar e desenvolver program ações esportivas e recreativas, com a finalidade básica de prom over a integração entre as em presas com er­ ciais e seus funcionários. Atividades com o torneios e cam peonatos (organi­ zação e realização), locações de qua­ dra para bate-bola e recreação, reser­ vas de quadras para intercâm bio de em presas, prom oções especiais para facilitar o acesso das em presas a ou­ tros eventos da unidade. SESC Pom péia


Esportes I TO R N EIO D E V O L E IB O L M IS­ TO DO BA N C O PO N T U A L . Início dia 2, a partir das 19h. SE SC C onsolação

★ III T O R N E IO E S P O R T IV O DE FU TS A L DO SIND PD. Sindicato dos Trabalhadores em Processam entos de Dados e Em pregados de Em presas de Processam ento de Dados do Estado de São Paulo. Sábados, a partir das 9 h l5 . SE SC C onsolação

★ IX C A M PEO NA TO ESPO R TIVO ALFA. Participam deste evento funcio­ nários de empresas comerciais filiados à Associação dos Lojistas da Florêncio de Abreu. Abertura dia 30, às 19H30. SESC C onsolação ★ JO G O S À VISTA & AM IG O S A PR AZO . Prim eira fase. D isputa do Tom eio de Futsal, categoria adulto, com a participação de 32 empresas co­ merciais. Sábado, das 13h30 às 17h, e domingo, das 9h30 às 14h. Finais dia 11, a partir das 9h30. SE SC Pom péia ★ JO G O S À V IST A & A M IG O S A P R A Z O . Segunda fase. Inscrições abertas para o T om eio de Futebol de Cinco, categoria veteranos (a partir de 35 anos), som ente para funcionários das em presas com erciais. A té dia 18, no C onjunto Esportivo. SESC Pom péia

Esportes anteriormente conhecido como Jogos de Inverno, reúne diversas empresas de di­ ferentes ramos do comércio da região, incluindo a participação direta de 3.000 atletas. Torneios de futebol de cam po, futebol de salão, futebol society, v ô ­ lei, basquete e jo g o s de salão, sem pre aos dom ingos. Período de inscrição de Io a 11, das 9h às 17h, de quarta a domingo. SESC Interlagos

★ T O R N EIO S R E L Â M P A G O . Neste tipo de com petição, os participantes se inscrevem e conhecem seus parceiros som ente no m om ento dos jogos. D ia 3, às 10h, vôlei de praia. D ia 10, às 10h, futebol de cinco. D ia 17, às 10h, Street­ ball. D ia 24, às 10h, tênis em duplas. SE SC Itaquera

★ A Ç Ã O E SPO R T IV A . Segunda Fase da com petição poliesportiva que reune 1300 participantes nas m odalidades de futebol de salão, volei e Streetball. Dias 4, 11 e 18, a partir das 10h nas quadras externas e cam pos de areia. SESC Itaquera

★ A M IST O SO IN F A N T O -JU V E N IL E A D U L T O DE T Ê N IS. T eniSesc x Clube N ovo do Ibirapuera. Este en­ contro de tênis reunirá as duas equipes que estão representadas por dois ten is­ tas em cada categoria infanto-juvenil e cinco na categoria adulto. O tom eio tem categorias m asculino e fem inino. D ia 4, a partir das 14h. T E N ISE SC ★

★ TO R N E IO RELÂM PAGO DE FU TSA L. A berto para em presas do com ércio. Sextas, a partir das 19h. SESC Consolação ★ FESTIVAL DE INVERNO. O mais tradicional evento esportivo da Zona Sul,

H ETAPA DO CAM PEONATO PAU­ LISTA DE ULTIM ATE (FRISBEE). O ultimate é um esporte praticado com um ffisbee (disco). Dia 10, clínica, jogos demonstrativos e formação de novas equi­ pes para participar do campeonato, a par­ tir das 14h. Dia 11, etapa do Campeonato Paulista, a partir das 10h. Informações (APFRIS - tel: 588.1849). SESC Interlagos

9

Esportes FU T V Ô LE I. U tilizando a quadra de areia, este festival está aberto a todos os interessados. Inscrições no local. D ia 15, às 14h30. Grátis. SESC Ipiranga

★ M A ST ER DO SPO R T CLUBE C O ­ RIN TH IA NS PA ULIST A. Dentro do Program a de Cultura Esportiva, jogoexibição com a presença de craques alvinegros do passado: Zé M aria, Vaguinho, Adãozinho, Geraldão, Badeco e outros. O jo g o faz parte da abertura do T om eio Inter-Concessionárias de Veí­ culos da Zona Leste. D ia 15, às 1 lh. SE SC Itaquera

★ TO R N EIO IN T ER -C O N C ESSIO NÁRIAS DA ZONA LESTE. Tom eio de fu te b o l so ciety . A b e rtu ra d ia 15, a p a rtir das l l h , com jo g o -e x ib iç ã o da equipe de m aste rs do S p o rt-C lu b e C o rin th ia n s e festiv a l co m a p re s e n ­ ça de to d as as e q u ip es. D ias 18 e 25, às 14. SE SC Itaquera

* C L U B E DA C A P O E IR A . R eunião de p ratican tes e interessad o s p ara tro c a r in fo rm a ç õ e s e a p re n d e r os co n ceito s e técn icas do esporte, suas orig en s e seu d esen v o lv im en to . E ntre os assuntos, a ro d a de capoeira, o b a ­ tism o, a m ú sica e os cânticos. O C lu ­ be se reú n e um a vez p o r m ês e co n ta com a p a rticip a ç ão d a F ed eração P a u lista de C ap o eira. D ia 16, às 19h30. G rátis. SE SC São Caetano

★ A B ER T U R A DO FE STIV A L DE IN V E R N O . A tiv id ad es recreativas para os com erciários das em presas participantes. Vôlei em dupla (masc. e fern.), peteca (masc. e fern.), basquete 21 (masc. e fern.) e futebol de salão fe­ m inino. D ia 25, a partir das 10h. Ins­ crições antecipadas. SESC Interlagos


Ginástica Voluntária

Caminhadas

CAMINHA

EX TR EM A (M G ). Topo rochoso de rara beleza, de onde se avista o Pico Selado, em M onte Verde, a R epresa de Piracaia, Joanópolis e seus extensos vales. Ao final da trilha, um refrescan­ te banho de cachoeira. Dia 25, com saí­ da às 7h. Inscrições a partir do dia 6. SESC Ipiranga

VOLUNTÄI

1 CLUBE DA C A M INH ADA . O C lu­ be da C am inhada reúne sem analm ente um grupo de pessoas de todas as idades para a prática de atividade física saudá­ vel junto à natureza, além de m uita in­ form ação. M ais inform ações na unida­ de do Sesc m ais próxim a de você. SESC Interlagos. Todos os dom in­ gos, a partir das 9h30. Grátis. SESC Carm o. Cam inhada pelas tri­ lhas e bosques do Sesc Interlagos, m o­ nitorada pelos técnicos. Dia 10, às 8h. SESC Ipiranga. O Clube da Cam inha­ da do Ipiranga realiza um a média de 3 caminhadas por m ês e procura diversifi­ car seus roteiros, intercalando caminha­ das com níveis diferentes de dificuldade. SESC C onsolação. Pindam onhangaba a C am pos do Jordão via trem com cam inhada pelo H orto Florestal. D ia 25, com saída às 7h. Exclusivo para os alunos do Sesc C onsolação. SESC Pinheiros. Passeios urbanos e cam inhadas em trilhas. Dias 24 e 25. Inscrições antecipadas.

PA R Q U E DA IN D EPE N D Ê N C IA . Partindo do bosque atrás do M useu Paulista, o percurso percorre o Parque da Independência e algum as ruas pró­ ximas ao Sesc Ipiranga, totalizando aproxim adam ente 6 km. Dias 11 e 18, às 9h30. Grátis. SESC Ipiranga

N ovo m étodo m ais prazeroso e p arti­ cipativo de se fazer ginástica, de acor­ do com o ritm o e as condições físicas de cada um . A cada m ês, tem as d ife­ rentes sobre atividade física, saúde e bem -estar. Inform e-se na sua unidade do SESC sobre vagas e condições. SE SC Carm o. Turmas acim a de 16 anos. Segundas e quartas, às 8h, 12h, 17h, 18h 10 e 19hl0, e terças e quintas, às 8h, 12h, 17h, 1 8 h l0 e 19hl0. R $ 7 ,0 0 (com erciário m atric.) e R$ 14,00. SESC Consolação. Turmas de segunda a sábado, a p a rtir das 9 h l5 . R $ 11,00 (com erciário matric.) e R$ 22,00 por duas aulas semanais. R$ 8,25 (comerciário matric.) e R$ 16,50 por uma aula semanal. SE SC Interlagos. D ias 11 e 25, às 10h30. Grátis. SE SC Ipiranga. D e 16 a 44 anos. Terças e quintas, às 15h30, 16h30, 18h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 18h30, 19h30 e 20h30. R$ 11,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 22,00. Sába­ dos, à sl0 h 3 0 , 1 lh 3 0 e 14h30. R$ 8,25 (com erciário m atric.) e R$ 16,50. SESC Pinheiros. Segundas e quartas ou terças e quintas, das 7h às 20h30.

Ginástica Voluntária R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00 (usuário m atric.). Sextas, das 7h às 17h30, e sábados, às 8h30. R$ 8,25 (co m erciário m atric.) e R$ 16,50 (usuário m atric.). 15 vagas por horário. SESC Pom péia. Ginástica Voluntária I. Aulas com duração de 50 minutos, duas vezes por semana nos períodos da ma­ nhã, tarde e noite. A partir de 15 anos de idade. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00 (usuário).Ginástica Voluntária II. Aulas somente aos sábados, com 80 m inutos de duração. A partir de 15 anos. Às 9h30, 1 lh e 14h. R$ 8,25 (comerciá­ rio matric.) e R$ 16,50 (usuário). SE SC São C aetano. Duas aulas se­ m anais de 50 m inutos. Segundas e quartas, às 6h30, 7h30, 8h20, 16h30, 17h20, 18 h l0 , 19h e 19h50. Terças e quintas, às 6h30, 7h30, 9 h l0 , 14h, 14h50, 16h30, 17h20, 1 8 h l0 , 19h e 19h50. R$ 7,00 (com erciário m atric.), R$ 13,00 (usuário) e R$ 18,00. T E N ISE SC . A ulas duas vezes por se­ m ana e duração de 50 m inutos. Perío­ dos: m anhã, tarde e noite, às segundas e quartas ou terças e quintas. M atrícu­ la para alunos novos, dia 9 de cada m ês. R$ 11,00 (com erciário m atric.), R$ 22,00 (usuário m atric.) e R$ 25,40.

TEMAS DO MES A L IM E N T A Ç Ã O E O SE U C O R ­ PO . D ando continuidade ao tem a, se­ rão abordadas inform ações básicas so­ bre a alim entação e os seus efeitos so­ bre o corpo. A s aulas serão reforçadas por folhetos e painéis. SE SC C arm o.

C O N SC IÊ N C IA C O R P O R A L E O A P A R E L H O M Ú SC U L O -E SQ U E L É T IC O . Série de atividades abertas aos alunos de ginástica voluntária e ao público em geral, dando oportunidade de vivenciar e experim entar outras técnicas corporais e receber inform a­ ções. D ia 26, aula aberta de G.V. C or­ po e C onsciência Espacial. D ia 27, pa-


Ginástica Voluntária lestra Coluna: os cuidados com a sua postura. D ia 28, vivência corporal de B ioenergética. D ia 29, aula aberta de G.V. C orpo e C onsciência Tem poral. As atividades serão às 19h, de segun­ da à quinta. Grátis. TE N ISE SC

Recreação rão abordados os tópicos atividades aeróbicas, freqüência cardíaca e pressão. Sesc Pinheiros

Recreação 11, às 14h30. Festival de peteca, dia 18, às 14h30. B adm inton, dia 25, às 15h. Grátis. SESC Ipiranga

F E ST A JU N IN A — A F E ST A DO BO I. O B um ba-M eu-B oi será o tem a de um a grande festa, com barracas tí­ picas, quadrilhas, brincadeiras de rua, exposição com as indum entárias e ins­ trum entos da dança do boi, shows e anim ação m usical. D ias 3, 4, 10, 11, 15, 17 e 18. Das 13h às 20h. SE SC Interlagos

★ COORDENAÇÃO M OTORA. A bordando este tem a, as aulas de gi­ nástica darão enfoque aos m ovim en­ tos, gestos e posturas pessoais no coti­ diano dom éstico ou profissional. SE SC Interlagos

★ CO R PO E PE R C E PÇ Ã O . C om o tem a Corpo e Percepção, serão enfatiza­ dos os aspectos da percepção e cons­ ciência corporal, a relação com os sen­ tidos e a energia vital. SE SC Ipiranga

★ M ÚSC ULOS: R E FLEXO E AÇÃO . Nos próxim os três meses, o tem a Siste­ m a M uscular será desenvolvido, com aulas abertas, oficinas e aulas especiais. SE SC C onsolação ★ O C O R PO Q UE TR A B A L H A . A atuação corporal nas profissões e suas influências no bem -estar geral. Exer­ cícios de com pensação, ginástica na em presa e ergonom ia. A té dia 30. Consulte dias e horários na unidade. SESC Pom péia ★ CO RPO H U M A N O . Toda sem ana um tem a relacionado ao corpo hum a­ no: de 5 a 10, hem orragias. D e 12 a 17, insolação. D e 19 a 24, intoxicação. D e 26 a 30, posição de recuperação. SESC São Caetano

R E C R E A Ç Ã O . A recreação busca o desenvolvim ento espontâneo e agra­ dável do ser hum ano em seus m om en­ tos de lazer, satisfazendo necessidades fundam entais de socialização, expres­ são e renovação de energias. Participe do program a de recreação esportiva orientada em basquete, terças e quin­ tas, das 18h30 às 21h30. Sábados, do­ m ingos e feriados, das 9h30 às 13h30. Futsal, terças e quintas, das 18h30 às 21h30. Sábados, dom ingos e feriados, das 9h30 às 17h30. V ôlei, quartas e sextas, das 18h30 às 21h30. Sábados, dom ingos e feriados, das 13h30 às 17h30. É necessário apresentação da carteira Sesc atualizada. Grátis. SESC Pom péia.

A Q U A SE SC . Program a especial de h id ro g in ástica, e sp o rtes aqu ático s adaptados, h idroatividades rec re a ti­ vas, além da Rádio Borbulhas e da Hid roatividade M úsica e A legria em que, através de estím ulos m usicais de vá­ rios ritm os, o participante se expressa cantando e dançando m úsicas de todas as gerações. De quarta a dom ingo, a partir das 10h30. SESC Itaquera

★ VIVENDO E M OÇÕES. Prosseguindo com o tema iniciado no mês passado, se­

D O M IN G O DR O PS. Todo dom ingo um a prática diferente. Futebol de bo­ tão, dia 4, às 15h. A rco e flecha, dia

11

FE ST A JU N IN A . A cidade de Lem e, que com em ora o seu centenário, será hom enageada. D e 10 a 25. Program a­ ção junina: D ia 10, à s l8 h , abertura oficial, com a B anda da C idade de Le­ me; às 19h30, apresentação da Cidade de Lem e com participação dos M ascara­ dos e da Banda M antiqueira; às 20h30, apresentação da quadrilha dos alunos da Terceira Idade; às 21h, show de Sá e Guarabira. Dia 11, às 17h, animação; às 18h, arrasta-pé com a banda Los M etro­ politanos; às 19h30, apresentação da Ci­ dade de Lem e com a participação dos M ascarados, Catira e Dança de São Gonçalo; às 20h30, quadrilha de alunos do Sesc; às 21h, show ao vivo. Dia 15, às 17h, animação; às 18h, arrasta-pé com Rosam, Riomar e Faverinho; às 20h30, quadrilha de alunos do Sesc, às 21 h show ao vivo. Dia 16, às 19h, arrasta-pé com Rosam, Riomar e Faverinho; às 20h, quadrilha de alunos do Sesc; às 21h show de Beto Guedes. Dia 17, às 17h, animação; às 18h, arrasta-pé com as duplas Boris e Fábio e Luizinho e Zelinho; às 19h30, apresentação da Cidade de Lem e com a sua Folia de Reis; às 20h30, quadrilha de alunos do Sesc; às 21h, show de Jair Rodrigues. Dia 18, às 17h, animação; às 18h, arrasta-pé com Daniel M arinheiro e Gmpo; às 19h30, Folia de Reis; às 20h30, quadrilha de alunos do Sesc; às 21h, show de Zé Ge­ raldo. Dia 24, às 17h, animação; às 18h, arrasta-pé com Ferretti Jr. às 19h30, apresentação da Cidade de Lem e com o Desafio de Berrantes X Violeiros; às


Recreação 20h30, quadrilha de alunos do Sesc; às 21h, show ao vivo. Dia 25, às 17h, ani­ mação; às 18h, arrasta-pé Ferretti Jr.; às 19h30, Desafio de Berrantes x Violei­ ros; às 20h30, quadrilha de alunos do Sesc; às 21h, show de Eduardo Araújo. SESC Pom péia

PA SSAN DO O TE M PO NO IN ­ VERNO. Program ação de passatem ­ pos. A program ação acontece aos sá­ bados e dom ingos, a partir das 10h. Dias 3 e 4, festival de dam a e xadrez. Dias 10 e 11, torneio de dom inó. Dias 23 e 24, festival de palavras cruzadas. Dia 30, torneio de gamão. Grátis. T ENISESC

R E C R E A Ç Ã O A Q U Á T IC A . P is­ c ina grande. S egunda a sexta, das 9h 15 às 21h, e sábados e feriad o s, das 9 h l5 às 17h30. P iscin a pequena. T erças e q uartas, das 12h às 13h, te rç a s e q u in ta s , das 15h30 às 16h30, sextas, das 13h às 14h, sá b a ­ dos, das 13h30 às 17h30, e feriad o s, das 9 h l5 às 17h30. SESC Consolação

R E C R EA Ç Ã O ESPO R T IV A . Nas m odalidades de voleibol, basquete e tênis de mesa. Para participar do pro­ gram a de recreação, é necessário apre­ sentar o cartão de m atrícula e estar com trajes adequados. O m aterial é fornecido pelo Sesc. Vôlei e Basquete, de segunda a quinta, das 17h30 às 19h, sexta, das 17h30 às 21h30, e sábado, das 13h 15 às 17h30. Futsal, sábado, das 14h às 17h30. Tênis de M esa, sá­ bado, das 10h às 17h30. SESC Consolação

UM A N O ITE EM CUBA. Com o Trio La Isla. Ritm os caribenhos, salsa e bebidas típicas. D ia 2, às 20h30, no Espaço de Convivência. Grátis. C on­ vites antecipados. SESC São C aetano

Cursos & Oficinas

Cursos & Oficinas

C U R S O R

SESC Carm o. A partir de 15 anos. Terças e quintas, às 2 0 h l0 . R$ 10,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00. SE SC P o m p éia . C o o rd en ação do M estre V aldenor dos Santos. Ã partir de 15 anos. T erças e qu in tas, às 18h30. R$ 13,00 (com erciário m a­ tric.) e R$ 23,00 (usuário).

FIO N A S ATIVIDADES ESPORTIVAS

B A SQ U E T E E V O L E I. A p ren d iza­ do e ap erfeiço am en to dos fu n d am en ­ tos básicos, bem com o de técnicas e táticas elem en tares dos jo g o s. 30 v a­ gas por turm a. B asquete, segundas e quartas, às 19h, e vôlei, às 20h30. T er­ ças e quintas, vôlei, às 19h e 20h30, e sábados, às 10h e llh 3 0 . R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00 por duas aulas sem anais. R$ 8,25 (com er­ ciário m atric.) e R$ 16,50 por um a au­ la sem anal. SE SC Consolação

C A PO EIR A A N G O L A . A capoeira proporciona equilíbrio do corpo e da m ente, autoconhecim ento e desenvol­ vim ento da agilidade corporal. O cur­ so, sob a coordenação de M estre Gato, procura desenvolver, além do aprendi­ zado dos golpes de ataque e defesa, com ponentes históricos e culturais, atividades instrum entais e canto. .Ter­ ças e quintas às 20h30. R$ 11,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 22,00. Inscri­ ções abertas. SE SC Ipiranga

CA PO EIR A . Arte de origem sileira que desenvolve o auto mento, o dom ínio da mente, volvim ento físico e expressão

2

afro-braconheci­ o desen­ corporal.

SESC São C aetano. C oordenação do M estre Herm es. Sábados, às l l h , ter­ ças e quintas, às 20h40. R$ 15,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 20,00. SESC Pinheiros. Terças e quintas, às 17h e às 20h. R$ 17,80 (com erciário m atric.) e R$ 35,65 (usuário m atric.). Sábados, às 10h. R$ 15,10 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 30,10 (usuário m a­ tric.). 20 vagas por horário.

ESC A L A D A E SPO R TIV A . A pare­ de de escalada está aberta a quem qui­ ser aprender ou praticar. Terças e quin­ tas, das 19h às 21h30, e sábados e do­ mingos, das 14h às 17h30, para escaladores habilitados, m ediante inscrição prévia. D om ingos, das 15h às 17h, pa­ ra iniciantes e interessados em geral. SE SC Ipiranga

JU D Ô . Atividade que possibilita um trabalho integral, por meio de técnicas e táticas que estim ulam os movimentos. Coordenação de Douglas Vieira. 25 va­ gas por turma. Terças e quintas, às 20h30, e sábados, às 10h30. R$ 22,00 (com erciário m atric.) e R$ 35,00. SESC C onsolação

K A R A TÊ . Esta m ilenar arte m arcial desenvolve flexibilidade, força, velo­ cidade e concentração. Baseada na prática da não-violência. SE SC Pinheiros. Terças e quintas às 10h R$ 17,00 (com erciário m atric.) e R$ 34,00 (usuário). Sábados às 14h e 15h30 R$ 13,00 (com erciário m atric.) e R$ 26,00 (usuário). 25 vagas.


Cursos & Oficinas SESC São Caetano. Coordenação de J. Alves C arneiro e Diolino de Brito.Turm as m istas. Segundas e quartas, às 18h. R$ 7,00 (com erciário m atric.), R$ 13,00 (usuário) e R$ 18,00.

M ERGULH O. Curso básico de m er­ gulho, finalizando com o “batismo” no litoral norte de São Paulo. Coordenação de M ário M azzei, autor do livro Profis­ são M ergulho, e M arcelo M aschio. A u­ las teóricas terças e quintas, às 19h30, e aulas práticas quartas e sextas, às 20h. D e 13 de junho a Io de julho. R$ 200,00 (comerciário matric.) e R$ 300,00. SESC Ipiranga

NA TA Ç Ã O PARA A SM Á TIC O S. Curso dirigido aos portadores de defi­ ciências respiratórias e desenvolvido por m eio de exercícios de fortaleci­ m ento m uscular e postura. São 45 m i­ nutos de aula em sala e 30 m inutos na piscina. Terças e quintas, às 17h. Quar­ tas e sextas, às 7h30. R$ 11,00 (com er­ ciário m atric.) e R$ 22,00 (usuário). SESC Pom péia

NA TA Ç Ã O . Ensino básico dos esti­ los craw l e costas, com duração de até 6 m eses, estim ulando o aluno à prática autônom a do nado. SESC Pompéia. De 15 a 49 anos. Nos pe­ ríodos da manhã, tarde e noite. R$ 17,50 (com erciário m atric.) e R$ 35,00 (usuário). SESC Ipiranga. De 16 a 44 anos. Terças e quintas, às 18h30, 19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 18h30. Sá­ bados, às 9h30 e l l h . R$ 17,50 (co­ m erciário m atric.) e R$ 35,00. SESC São Caetano. M étodo espe­ cialm ente desenvolvido, denom inado Águasesc, onde o principal objetivo é o envolvim ento com a água, com no­ ções de saúde, higiene, alim entação, segurança e lazer; além de inform a­ ções ecológicas associadas a ativida­

Cursos & Oficinas des de m ergulho e salvam ento. Tur­ m as infantis, adulto e terceira idade, com a opção de duas aulas sem anais de 45 m inutos ou um a aula sem anal de 60 m inutos; nos m ódulos adaptação e aperfeiçoam ento em piscina de 12 m e­ tros, coberta e aquecida. Vários horá­ rios de segunda à sábado. De R$ 9,00 à R$ 22,00 (com erciário m atric.) e de R$ 12,50 à R$ 30,00. SE SC C on solação. N ados, craw l e costas, no N ível I (iniciação) e Nível II (aperfeiçoam ento), com duração de 1 a 4 m eses cada nível. 25 vagas por turm a no Nível I e 15 vagas por turm a no N ível II. Segundas e quartas, às 10h, 17h30, 19h30 e 20h30, ou terças e quintas, às 1 2 h l5 , 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Sextas, às 10h, 17h30, 18h30, 19h30 e 20h30, e sábados, às 9 h l5 , l l h l 5 e 12hl5. R$ 17,50 (co­ m erciário m atric.) e R$ 35,00 por duas aulas semanais, e R$ 13,25 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 26,50 p or um a aula semanal.

VÔLEI FEM ININO. Dirigido a mu­ lheres entre 40 e 55 anos. Quartas e sex­ tas, às 16h. R$ 11,00 (comerciário ma­ tric.) e R$ 22,00. SESC Ipiranga

Cursos & Oficinas t r ic .) e R $ 2 6 ,0 0 ( u s u á r io ) . SESC Pom péia

A L O N G A M E N T O . A tividade que busca harm onizar e relaxar o corpo de m odo a possibilitar m ovim entos m ais suaves e um fluxo de oxigênio e ener­ gia vital m ais abrangentes em relação a todo o organism o. SESC Pinheiros. A partir de 12 anos. Ter­ ças e quintas, às 12h30.12 vagas. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00. SESC Carm o. A partir de 16 anos. Segundas e quartas, às 16h, e terças e quintas, às 10h e 15h. R$ 5,00 (com er­ ciário m atric.) e R$ 10,00.

B IO E N E R G É T IC A . E xercícios de relaxam ento, co ncentração e sensibi­ lização que trab alh am a en erg ia do corpo, p ro cu ran d o a liv iar as tensões e d escarreg ar energia. C oordenação de C arm em N isticó e Ivanilde Sampaio Giraldi, psicólogas e psicoterapeutas corporais. 30 vagas. Sextas, às 18h RS 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00. SESC C onsolação SESC Ipiranga. Quaitas, às 14h30. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00.

VÔLEI. Iniciação à modalidade com desenvolvimento dos fundamentos bási­ cos, para atingir a dinâmica do jogo. De 15 a 49 anos. Terças e quintas, às 15h, e quartas e sextas, às 18h30. R$ 11,00 (co­ merciário matric.) e R$ 22,00 (usuário). SESC Pom péia

DANÇA & EXPRESSÃO CORPORAL ALONGAM ENTO E CO N S­ C IÊ N C IA C O R P O R A L . T ra b a ­ lh o c o m e x e rc íc io s d e c o o r d e n a ­ ç ã o m o to ra , re la x a m e n to e n o ­ ç õ e s b á s ic a s d e m a s s a g e m . C o o r ­ d e n a ç ã o d e E d u a rd o F ra g a . D e 15 a 4 9 a n o s . Q u a rta s e s e x ta s , às 8 h 3 0 . R $ 1 3 ,0 0 ( c o m e rc iá rio m a ­

SESC São Caetano. C oordenação de Carm em Nisticó e Ivanilde Sampaio. Segundas, às 7h30. R$ 13,00 (com er­ ciário m atric.) e R$ 15,00.

C O N S C IÊ N C IA C O R P O R A L . A partir de 16 anos. 12 vagas. Segundas e quartas, às 17h e 18h. R$ 11,00 (com erciários) e R$ 22,00. SESC Pinheiros

DA NÇ A FLA M EN C A . Um a form a de expressão que surgiu através da m escla de diferentes povos: árabes, ci­ ganos, judeus e andaluzes. SESC C onsolação. Coordenação de


Cursos & Oficinas G eorgia G ugliotta, do grupo Raies K om panhia de Teatro, D ança e Arte Flamenca. 30 vagas por turma. Segun­ das, às 17h30, quartas, às 12 h l 5, e sá­ bados, às 12h. R$ 15,00 (com erciário matric.) e R$ 30,00. SESC São Caetano. C oordenação de Luciana Lam akine, professora titular da cadeira de D ança da Faculdade de Educação Física de Santo André. Sá­ bados, às 13h. 20 vagas. R$ 15,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 20,00. TE NISE SC. C oordenação de G isele Asse. Quartas, às 19h30. R$30,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 40,00. SESC Pinheiros. Coordenação de Viviane Pascoal. Sábados, às 12h. R$ 17,00 (comerciá­ rio matric.) e R$ 34,00 (usuário). 25 vagas. SE SC Ip iran ga. S ábados, às 15h30. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00.

★ D A N Ç A A F R O -B R A SIL E IR A . A fusão de m úsica e gestos de duas cul­ turas. Coordenação de Juvenal Álvaro dos Santos. De 15 a 49 anos. Sábados, às 13h30. R$ 8,00 (com erciário m a­ tric.) e R$ 16,00 (usuário). SESC Pom péia SESC Carm o. A partir de 16 anos. Se­ gundas e quartas, às 19h30. R$ 10,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00. SESC São Caetano. Coordenação do bailarino Gilberto Marinho, ex-integrante do Balé Folclórico de São Paulo. Sába­ dos, das 9h30 às 1 lh. 30 vagas. R$ 15,00 (com erciário matric.) e R$ 20,00.

★ DANÇA DE SALÃO. Aprendizado e prática de ritmos de salão (mambo, tan­ go, lambada, bolero, valsa, salsa e rock). SESC Consolação. Coordenação de Si­ mone Suga Benites. Segundas, às 20h, e quartas, às 20h30. R$ 9,50 (comerciário matric.) e R$ 19,00. SESC Carm o. A partir de 16 anos.

Cursos & Oficinas

Cursos & Oficinas

Terças, às 19h, quartas às 19h30, ter­ ças e quintas, às 12h e 13h, sextas, às 18h e 19h30. R$ 10,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00.

15h30. R$ 11,00 (comerciário m atric.) e R$ 22,00.

T E N ISE SC . C oordenação da equipe do professor Roberto M endoza. Sex­ tas, às 19h30. R$ 28,00 (com erciário m atric.) e R$ 33,00.

D A N Ç A IN D IA N A . Linguagem m i­ lenar que, através do gestual, tem atuação positiva sobre o corpo. E x­ pressão artística que une conhecim en­ to m etafísico, poesia, dram a e mím ica. C oordenação de Julio Fernandes. Sex­ tas, às 20h. R$ 20,00 (com erciário m a­ tric.) e R$ 40,00 (usuário). 20 vagas. SE SC Pinheiros

SESC Pinheiros. C oordenação de Si­ m one. Sextas, às 20h, e sábados às 14h. R$ 17,00 (com erciário m atric.) e R$ 34,00 (usuário). 50 vagas. SESC Ipiranga. Terças e quintas, às 20h30, e sábados, às 14h e 15h30. R$ 11,00 (co­ m erciário matric.) e R$ 22,00. SE SC São C aetano. C o o rd en ação de N ico e Inésia. S ábados, às 14h30. R$ 2 0 ,0 0 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 25,00. 10% de desconto para casais.

★ D A N Ç A DO V E N T R E . A sedutora dança tem sua origem na antigüidade egípcia, em rituais sagrados de sauda­ ção aos ciclos da natureza. SESC Carm o. A partir de 16 anos. Sex­ tas, às 12h, 17h, 1 8 h l0 e 19H30. R$ 10,00 (comerciários matric.) e R$ 20,00. T E N ISE SC . C oordenação de Lygia P racch ia. Seg u n d as e q u artas, às 18h30, e terças, às 19h. R $25,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 35,00. SESC Consolação. Coordenação de Marize Piva. 30 vagas por turma. Sextas, às 19h30, e sábados, às 14h e 15H30. R$ 15,00 (comerciário matric.) e R$ 30,00. SESC São Caetano. Coordenação de Vanessa Del Rey. Sábados, às 8h, 9h30 e 1 lh. Segundas e quartas, às 14h. R$ 14,50 (com erciário m atric.) e R$ 16,50. SESC Pinheiros. Coordenação de Lucia­ na Lambert. Sábados, às 10h. R$ 20,00 (co m erciário m atric.) e R$ 4 0 ,0 0 (u su ário ). Seg u n d as e qu artas, às 20h30. R$ 30,00 (com erciário m atric.) e R$ 60,00 (usuário). 40 vagas. SESC Ipiranga. Sábados às 14h e

14

★

★ D A N Ç A IN T E G R A D A . C urso volta­ do para o desenvolvim ento das poten­ cialidades expressivas e m otoras, por m eio do em prego de técnicas de dança m oderna, balé clássico, jaz z e im provi­ sação. Coordenação de G eórgia Paraskevi Lengos. 25 vagas por turm a. Ter­ ças e quintas, às 18h, 19h e 20h, e sá­ bados, às 10h. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00 por duas aulas se­ manais. R$ 8,25 (com erciário m atric.) e R$ 16,50 por um a aula semanal. SE SC C onsolação

★ DA NÇA NEGRA CO NTEM PO R­ NEA. Possibilita, por meio de novas téc­ nicas, maior conhecimento sobre a cultu­ ra africana no Brasil. Aula com percus­ são ao vivo. Coordenação de Pitanga. Sextas, às 20h. R$ 17,00 (comerciário matric.) e R$ 34,00 (usuário). 25 vagas. SE SC Pinheiros ★ DA N Ç A . Trabalho Corporal que visa desenvolver a criatividade do indiví­ duo, além de aprim orar sua coordena­ ção rítm ica e m otora. Engloba diversas form as de dança, enfatizando o jazz. SESC Pinheiros. Segundas e quartas, às 16h30, e terças e quintas, às 17h e 19h30. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00 (usuário). 15 vagas por horário. SE SC Carm o. A partir de 15 anos. Terças e quintas, às 1 8 h l0 e 19h30.


Cursos & O ficinas R$ 10,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00. SESC Ipiranga. Acima de 16 anos. Ter­ ças e quintas, às 19H30, quartas e sextas, às 19h30,l e sábados, às 9h30. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00. SESC Pom péia. Terças e quintas, às 19h30. R$ 11,00 (c o m e rc iá rio ) e R$ 22,00 (usuário).

★ D A NÇ AS R E G IO N A IS B R A SIL EI­ RAS. O curso m ostra cam inhos para o conhecim ento do próprio coipo, resga­ tando os m ovim entos sim ples das dan­ ças regionais brasileiras, com o o coco, o maracatu, o jongo e o caroço. Coor­ denação de V itor da Trindade. Sába­ dos, às 14h. R$ 17,00 (com erciário m a­ tric.) e R$ 34,00 (usuário). 15 vagas. SE SC Pinheiros

C ursos & O ficinas G R U P O E X P E R IM E N T A L D E D A N Ç A . Experim entação do m ovi­ m ento e criação em dança. Sábados, às l l h . R$ 8,25 (com erciário m atric.) e R$ 16,50. SESC C onsolação

★ H ID R O G IN Á S T IC A . A tiv id ad e de m enor im pacto, que au m enta a resis­ tên cia m u scu lar e aeróbica.. T erças e quintas, às 15h30. Q uartas e sextas, às 15h30 e 19h30. S á b a d o s, às 14h30. R$ 17,50 (co m erciário m a­ tric.) e R$ 35,00. SE SC Ipiranga SESC Consolação. 25 vagas por tur­ ma. Terças e quintas, às 9 h l5 . Sextas, às 12hl5 e 16h30. R$ 17,50 (com erciá­ rio matric.) e R$ 35,00 por duas aulas semanais. R$ 13,25 (com erciário m a­ tric.) e R$ 26,50 por um a aula semanal.

★ EUTONIA. Esta técnica proporciona o reconhecimento das tensões e oferece re­ cursos ao praticante para equilibrai- suas tensões. Coordenação de Gabriela Bal. 25 vagas. Sextas, às 19h30. R$ 17,00 (com erciário matric.) e R$ 34,00. SE SC C onsolação

★ G IN Á ST IC A PA R A A C O LU NA . Trabalho corretivo e preventivo para problem as de lordose, escoliose, cifose e outros. Aulas na sala e na piscina. Coordenação de V alm a Valzaqui, pro­ fessora de Educação Física. Q uartas e sextas, às 18h e 20h. R$ 31,50 (com er­ ciário m atric.) e R$ 35,00. SESC São Caetano ★ G IN Á S T IC A P A R A G E S T A N ­ TE S. Exercícios que proporcionam bem -estar à gestante e a preparam pa­ ra o parto, incluindo palestras com a participação do marido. Coordenação de Valma Valzaqui. Terças e quintas, às 18h. R$ 47,70 (comerciário matric.) e R$ 53,00. SESC São C aetano

SESC Pom péia. D e 15 a 49 anos. De terça à sexta, nos períodos da m anhã, tarde e noite. R$ 17,50 (com erciário m atric.) e R$ 35,00 (usuário).

★ JA Z Z . D esenvolve o ritm o e caden­ cia os m ovim entos, favorecendo o au­ tocontrole físico, m otor e psicológico. SESC Pinheiros. Segundas e quartas, às 12h30, 17h30, 19h, 20h. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00. SESC São Caetano. Segundas e quar­ tas, às 20h40. R$ 7,00 (comerciário ma­ tric.), R$ 13,00 (usuário) e R$ 18,00. ★ K UNG EU. Arte m arcial chinesa que procura desenvolver força, velocida­ de, precisão e coordenação dos m ovi­ mentos. Tam bém pode ser usada com o defesa pessoal. A partir de 15 anos, quartas e sextas, às 20h. R$ 13,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 26,00 (usuá­ rio). De 7 a 49 anos, dom ingos, às 14h. R$ 1 0 ,0 0 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 20,00 (usuário). SESC Pom péia

Cursos & Oficinas M ASSAG EM PSÍQ UICA E QUIROPRATICA. Esta massagem procura o equilíbrio do corpo físico, mental e em o­ cional do indivíduo, por meio de uma expansão energética do campo vibracional do operador, em direção ao campo do indivíduo. Coordenação de Pier Campadello. Sábados, às 14h. R$ 17,00 (com erciário matric.) e R$ 34,00 ( usuário). 15 vagas por horário. SE SC Pinheiros ★ R E LA X A M E N TO A N TI-STR ESS. Visa a busca do equilíbrio, desenvol­ vendo e reconhecendo a relação corpom ente através de exercícios musicais, sensoriais, espaço-corporais, relaxa­ mento e m assagens para prevenir o stress. Duas turmas, às segundas, das 19h30 às 22h, e aos sábados, das 9h às 12h. 20 vagas por turma. R$ 25,00 (co­ m erciário matric.) e R$ 30,00. SESC São Caetano

★ SA M B A G AFIEIR A, SA M BA NO PE. É um ritm o brasileiro com origens africanas, que surgiu de evoluções e variações de ritm os afro com o o jongo, o lundu e o maracatu. Vagas para 20 casais. Sábados, às 1 lh30. R$ 12,00 (com erciário m atric.) e R$ 24,00. SESC C onsolação

★ TAEK W ON-DO. Segundas e quartas, às 10h e 12h30. Terças e quintas, às 16h e 18h30. Sábados, às 8h e llh . 2x/sem. Infantil - R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00 (usuário). 1x/sem. R$ 8,25 (comerciário matric.) e R$ 16,50 (usuá­ rio). Adulto e adolescente - 1x/sem. R$ 12,85 (com erciário matric.) e 25,70 (usuário matric.) e 2x/sem. R$ 17,80 (comerciário matric.) e R$ 35,65 (usuá­ rio matric.). 20 vagas por horário. SESC Pinheiros ★ TA I-C H I-C H U A N . Arte m arcial chi­ nesa que equilibra a respiração e a concentração.


Cursos & Oficinas S ESC P in h e iro s.T e rç as e quintas, às 7h30. Sextas, às 18h30. R$ 17,00 (com erciário m atric.) R$ 34,00 (usuário). 15 vagas por horário. SESC Ipiranga. Quartas e sextas, às 18h30 e 20h30. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00. SESC Pom péia. A cim a de 15 anos. T e rça s e q u in ta s, às 8h20, 18h20 e 19h30. R$ 13,00 (co m e rc iá rio m a ­ tric .) e R $ 26,00 (usuário). SESC Consolação. 30 vagas por tur­ ma. Terças e quintas, às 10h30 e 14h, e sábados, às 9h30. R$ 12,00 (com er­ ciário m atric.) e R$ 25,00. SESC São Caetano. Quartas e sextas, às 7h30, ou terças e quintas às 20h. R$ 18,00 (comerciário matric.) e R$ 20,00.

VIN G TSU N . R evolucionária arte m arcial da China, na qual a sim plici­ dade e eficiência são expressadas atra­ vés da harm onia dos m ovim entos. É ideal para pessoas que buscam um m é­ todo de defesa físico e psicológico. Terças e quintas, às 19h30. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00. SESC Ipiranga

YO G A. A tividade física que reúne exercícios respiratórios e relaxam ento, segundo filosofia oriental. SESC Carm o. A partir de 16 anos. Segundas e quartas, às 9h30 e l lh . Terças e quintas, às 9h. R$ 10,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 20,00. A partir de 50 anos. Segundas e quartas, às 9h30, 14h e 15h. Terças e quintas, às 10h e l lh . R$ 6,50 (com erciário m a­ tric.) e R$ 13,00. SESC São Caetano. C oordenação de M ário Stram be. Segundas, às 20h, e sextas, às 8h30. R$ 13,00 (com erciário m atric.) e R$ 15,00. T E N IS E S C . C o o rd en ação de M a rim á P ery A lves C am pos. T e r­

Cursos & Oficinas ças e q u in ta s, às 17h e 18h, e q u in ta s às 7h. R$ 15,00 (c o m e rc iá rio m a ­ tric .) e R$ 27,00. SESC Pompéia. Coordenação de Bea­ triz Esteves e Júlio Fernandes. Acim a de 15 anos. Terças e quintas, às 8h30,9h30, 10h30, 15h, 16h e 20h30. R$ 13,00 (co­ merciário) e R$ 26,00 (usuário). SESC Consolação. 30 vagas por turma. Segundas e quartas, às 17h30,18h30,19h30 e 20h30, e terças e quintas, às 9h. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00. SE SC Pinheiros. Segundas e quartas, às 17h30, 18h30 e 19h30. Terças e quintas, às 8h30. R$ 11,00 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 22,00 (usuário). 15 vagas por horário. SESC Ipiranga. Terças e quintas, às 14h30. Q uartas e sextas, às 14h30, 15h30 e 19h30. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00.

ARTES A R TE SO B R E T E C ID O S. Prática da estam paria m anual sobre tecidos, desenvolvendo ao m esm o tem po a li­ vre expressão e a percepção em rela­ ção às cores, texturas e grafism os. Terças, às 14h. Duração de 4 m eses. 20 vagas. R$ 30,00 (com erciário m a­ tric.) e R$ 35,00. SESC São C aetano

CERÂM ICA. Esmaltação. Técnica de esmaltação de baixa temperatura. Coor­ denação de Oey Eng Goan. Sextas, às 19h. 6 vagas. A partir de 14 anos. SE SC Pom péia

C E R Â M IC A . M odelagem em argila. Técnicas básicas, iniciação ao tom o, esm altação e escultura. Coordenação de Oey Eng Goan. Terças, quartas ou sextas, às 14h30. Terças e quartas, às 19h. 15 vagas. A partir de 14 anos. SESC Pom péia

C ursos & O ficinas CULTURA A F R O -B R A S IL E I ­ RA . M ú sica, dan ça, can to e teatro , bu scan d o e x tra ir dos p a rticip a n te s o m áx im o d a e x p re s s ã o a rtístic a . C o o rd en ação de D jan e B o rb a e G ru ­ po É v o ra. S áb ad o s, às 14h. 25 v a ­ gas. R$ 2 3 ,0 0 (co m e rc iá rio m atric.) e R $ 27,00. SESC São Caetano

D E SE N H O E H IST O R IA DA A R ­ TE . D esenvolvim ento da percepção visual, desenvoltura do traço e am plia­ ção do conhecim ento geral através da história da arte. C oordenação de M aria Isabel Cardoso. Q uartas, às 13h. SE SC Pom péia

D E SE N H O . B ásico e avançado. T éc­ nicas, m ate ria is, p ro ce d im e n to s e a p lic a çõ e s. C o o rd e n a ç ã o de W ilm ar G o m es. S eg u n d a s e q u a rta s, às 19h. R $ 2 0 ,0 0 (co m e rc iá rio m atric.) e R$ 25,00. SESC São C aetano

EN C A D E R N A Ç Ã O — IN T E N S I­ VO. Curso especial de encadernação de fascículos, revistas e jornais. Dias 18 e 25, das 13h às 18h. SESC Pom péia

E N C A D E R N A Ç Ã O . São abordados diferentes tipos de encadernação com destaque para a artística. Q uartas ou sextas, às 14h30 e 19h. 10 vagas. A partir de 15 anos. SESC Pom péia

G R A V U R A EM M ET A L. Introdu­ ção à técnica de gravação de chapas de metal, cobre, latão ou alum ínio, con­ trole de produção de m atrizes e cópias calcográficas m onocrom áticas P&B. Coordenação de Gian Shim ada Brotto. Sábados, às 10h. SESC Pom péia


Cursos & Oficinas H IS T Ó R IA E M Q U A D R IN H O S. Criação, roteiro, personagens, diálo­ gos e cenários. H um or, cartuns, char­ ges e tiras. Q uartas, às 19h, e sábados, às 10h. 20 vagas. A partir de 12 anos. SE SC Pom péia

★ LIT O G R A FIA . Introdução à técnica e ao controle da produção de m atrizes (pedra) e cópias litográficas m onocro­ m áticas (P&B). Q uintas, às 19h. SESC Pom péia

★ M A R C E N A R IA . C onhecim ento e utilização de m áquinas e ferram entas, tipos de m adeira, uso e possibilidades, noções básicas e execução de projetos individuais. Terças e quartas, às 18h e às 20h. Terças e quartas, às 13h e às 15h30. Quintas ou sextas, às 18h e às 20h. 10 vagas. A partir de 18 anos. SE SC Pom péia

★ M A R C H E T A R IA . D esenvolve os princípios da arte de incrustar peças em obras de m arcenaria, form ando de­ senhos com a utilização de folhas de m adeira de cores diferentes. Coordena­ ção de Sérgio M endes. Terças, às 16h e às 19h. 10 vagas. A partir de 15 anos. SESC Pom péia ★ M ÁSCARAS. Argila como base, pa­ pel, cola de farinha de trigo são m ate­ riais necessários para confeccionar máscaras, as mesmas que desde a déca­ da de 40 são tradicionais na Fazenda Cresciumal. Dias 11, 18 e 25, às 10h. Dias 17 e 24, às 14h. Duração de um mês. SESC Pom péia ★ M A T E R IA IS A R T E SA N A IS P A ­ RA D E SEN H O E PIN T U R A . C on­ fecção de m ateriais artísticos, com o tinta, lápis de cor, giz etc. Sábados, às 14h30. 15 vagas. A partir de 14 anos. SESC Pom péia

Cursos & Oficinas M O D E L A G E M A R T ÍST IC A . C o n ­ siste na p rep aração de m oldes com gesso a p artir de um a p eça original escu lp id a em argila ou outro m aterial. S ábados, às 9h30. 10 vagas. A p artir de 15 anos. SESC Pom péia

★ M O D EL A G EM EM TO RN O. Utili­ zação do tomo, aprendendo a centrali­ zar formas e confeccionar peças sim ­ ples. Acabamento, texturização e con­ fecção de peças mais complexas. Sába­ dos, às 14h30. Dom ingos, às 10h. 6 va­ gas. A partir de 15 anos. S E SC Pom péia

★ P A P E L A R T E S A N A L . C o n fecção de papel artesan al u tilizan d o fibras n atu rais e reciclag em , p ara d iferen tes usos a rtístico s. C o o rd en ação de L uiz B eltram e, a rtista plástico . T erças, às 19h. 15 vagas. A p a rtir de 15 anos. SE SC Pom péia

ir PA P E L R E C IC L A D O . C onfecção artesanal através da reciclagem de su­ catas de papel, proporciona a desco­ berta de novas cores e texturas. C oor­ denação de Luiz M asse, artista plásti­ co e papeleiro. Segundas e quartas, às 14h. 30 vagas. R$ 20,00 (com erciário m atric.) e R$ 25,00. SESC São Caetano

★ P IN T U R A E M A Q U A R E L A E Ó LEO SO B R E TE LA . Cursos bási­ cos. N o program a, as técnicas, m ate­ riais e procedim entos. Coordenação de W ilm ar Gom es, artista plástico. Sextas, às 14h. R$ 15,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00. SE SC São Caetano

★ PIN T U R A EM TECIDO . Criação de estam pas, m onotipia, conhecim ento de tintas, tecido em texturas, m olde vaza­

17

Cursos & Oficinas do, pintura com sal grosso, descolora­ ção e introdução ao batik. Quintas, às 14h30. 10 vagas. A partir de 15 anos. SESC Pom péia

ir PIN T U R A . A vançado. D esenvolvi­ m ento da linguagem individual em pintura técnica em óleo, acrílica ou m istas. Q uartas, às 16h. 15 vagas. A p artir de 14 anos. SE SC Pom péia

ir PIN T U R A . Básico. Noções práticas de pintura, conceitos de composição, pers­ pectiva, sombra, luz e outros elem entos básicos inerentes às artes visuais. Quin­ tas, às 15h. SE SC Pom péia

★ R E ST A U R A Ç Ã O D E M Ó V E IS DE M A D E IR A . Conhecim ento de peças m obiliárias, suas épocas, form as e téc­ nicas de restauração. Sextas, às 14h30. 10 vagas. A partir de 18 anos. SE SC Pom péia

ir SE R IG R A FIA . T écnica que possiblita a im pressão de grande quantidade de um m esm o m otivo, com variações de cores e em diversos tipos de m ate­ riais (tecido, papel, plástico, m adeira, etc). Sábados, às 14h30, e dom ingos, às 10h. 10 vagas. A partir de 15 anos. SE SC Pom péia ★ T A P E Ç A R IA . B ásico. A rm ação e m ontagem do tear, urdidura, tecela­ gem e acabam ento. Coordenação de A nabela Rodrigues dos Santos, tecelã, terças, quartas ou quintas, às 14h. Coordenação de A ntonio Luiz Theodósio, tecelão, sextas, à sl9 h . C oorde­ nação de Solange Tessari, tecelã, sá­ bados, às 14h30. C oordenação de Tiyoko Tom ikaw a, artista têxtil, terças, quartas ou quintas, às 19h. SE SC Pom péia


Cursos & Oficinas TA PEÇ A R IA . Avançado. Dirigido a pessoas com conhecim entos básicos em tecelagem . T apeçaria artística, ela­ boração de projetos individuais, diagram ação em tear de pedal, aperfei­ çoam ento de técnicas. Terças, quartas ou quintas, às 14h. Sextas, às 19h. Terças, quartas ou quintas, às 19h. 10 vagas. A partir de 14 anos. SE SC Pom péia ★ UM SÉCULO DE CINEM A. Curso sobre linguagem cinematográfica, abor­ dando, sob diferentes aspectos, trechos de filmes, compondo a história do cinema mundial. Ia semana: Os Comediantes e o Expressionismo Alemão-, 2a semana: Ci­ nema Soviético e os Nacionais-, 3a sema­ na: Os Americanos, Neo Realismo Italia­ no e Nouvelle Vague Francesa. 4a sema­ na: O Cinema Japonês e O Cinema p o r Ele M esmo. Coordenação de Luís Carlos Soares e Miguel Saad. Segundas e quar­ tas, às 19h30. 50 Vagas. R$ 25,00 (comerciário matric.) e R$50,00. Integrando o curso, será exibido, sempre às terças e quintas, às 19h30, um ciclo de vídeo, com filmes representativos de cada tema. SE SC P inheiros

MÚSICA C A N T O . Iniciação à prática de esco­ lher, interpretar e analisar canções in­ dividualm ente ou em grupo. Q uintas, às 19h. 25 vagas. A partir de 15 anos. SESC Pompéia

★ C A V A Q U IN H O . Teoria, prática e his­ tória do cavaquinho. O curso divide-se em três etapas: básico, interm ediário e avançado. Quartas, às 18h. 15 vagas. A partir de 15 anos. SE SC Pom péia

★ C O N ST R U Ç Ã O D E IN ST R U M E N ­ TO S M U SIC A IS. Construção de ins­ trum entos de corda e percussão com m atérias-prim as naturais (bam bu, ca­

Cursos & Oficinas baças, couro, m adeira e sucatas varia­ das). A pós a com provação do som, criação e execução de peças m usicais, o curso volta-se para o desenvolvim en­ to criativo e técnico da linguagem m u­ sical. D om ingos, às 9h30. 15 vagas. A partir de 18 anos. SE SC P om péia

★ FL A U T A D O CE . Iniciação m usical, incentivando a prática, o estudo e a criação em grupo. A partir de 16 anos. Quintas às 19h. R$ 8,00 (com erciário m atric.) e R$ 16,00. SE SC Carm o

★ FL A U T A D O C E . Prática do instru­ m ento, p ossibilitando o contato com a m úsica de diversos países e épocas. Aulas individuais p ara o aprendizado das técnicas, e coletivas para a prática de conjunto. C oordenação de Isam ara Carvalho. Sábados, às 9h. R$ 32,00 (com erciário m atric.) e R$ 40,00. SE SC São C aetano

Cursos & Oficinas O FIC IN A DA V O Z. T rabalho de percepção, sensibilização e autocon hecim ento através da voz, com téc­ nicas de reeducação do m odo de res­ pirar, da educação do “ouvido m u si­ cal” , de ativação e reequilíbrio das energias por m eio de exercícios vocais e corporais integrados e aperfeiçoa­ m ento da dicção. C oordenação de W il­ son Sá Brito. Sábados às 14h. R$ 17,00 (com erciário m atric.) R$ 34,00 (usuá­ rio). 20 vagas. SE SC P inheiros

★ VIOLÃO. Iniciação à técnica do instru­ mento através da música popular. Noções de teoria e prática de acompanhamento. SE SC P om péia. Coordenação de Flavio V ajm an, m úsico e instrum entista. Sábados, à s l4 h e às 16h. 20 vagas. A partir de 12 anos. SESC Carm o. Coordenação Alexandre M. Augusto Braga. A partir de 16 anos. Segundas às 18h30 e às 19h30. R$ 10,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00.

★

★

G AITA . N oções de teoria, recursos téc­ nicos, im proviso, repertório de músicas variadas, predom inando m úsicas tradi­ cionais norte-am ericanas, countries e blues. Quintas, às 19h. Dom ingos, às 16h. 25 vagas. A partir de 14 anos. SE SC Pom péia

VI VA V O Z . Através dos tem pos, o ho­ m em transform ou a voz no seu princi­ pal veículo de com unicação. D o grito prim itivo até as rebuscadas árias operísticas, a voz vem exprim indo toda a extensão da em oção hum ana. D iante da riqueza sonora desse instrum ento natural, o Centro Experim ental de M ú­ sica apresentará concertos, espetáculos e oficinas num m ês de trabalho vocal. Estão program adas as seguintes ofici­ nas: G rupo Vocal, V oz e Violão, Lo­ cução de Rádio, V oz em Estúdio, Esté­ tica da V oz Através dos Tem pos. D e 3 a 30/7. Inscrições e m aiores inform a­ ções de 19 a 30/6, das 13 às 22h. SE SC C onsolação

★ O C O N T R A B A IX O M O D E R N O N ovas técnicas e possibilidades. Ateliê m inistrado pelo contrabaixista francês Jean-Pierre Robert, professor no IRC A M -Instituto de Pesquisa e C oorde­ nação de Acústica e M úsica de Paris, solista do Ensem ble L ’itinéraire. O j o ­ vem solista apresentará aos participan­ tes todas as possibilidades sonoras re­ centem ente desenvolvidas para o ins­ trum ento. A atividade é dirigida a con­ trabaixistas, estudantes, com positores e instrum entistas de cordas em geral. Dias 26 e 27, às 14h. Grátis. SE SC C onsolação

FOTOGRAFIA BÁ SIC O . Introdução à linguagem fo­ tográfica e utilização de laboratório preto e branco. C oordenação de Ro-


C ursos & O ficinas berto D ’M ario. Quartas e sextas, às 19h. D uração de dois m eses. SE SC P om péia

F O TO G R A FIA . Teoria e prática das técnicas fotográficas, nos m ódulos bá­ sico, avançado I e II. N o program a a câ­ m era, a luz e a fotom etria, com posição, am pliação e revelação em preto e bran­ co. Coordenação de A ntônio A ugusto Coelho Neto, fotógrafo e publicitário. Terças e quintas, às 19, e sábados, às 9h30. Básico: R$ 55,00 (comerciário ma­ irie.) e R$ 70,00. Avançado: R$ 65,00 (com erciário m atric.) e R$ 80,00. SE SC São C aetano

IL U M IN A Ç Ã O F O T O G R Á F IC A . U tilização de técnicas onde o aluno a p renderá a tirar o m áxim o de pro v ei­ to da ilum inação natural e artificial. C onhecim ento do equipam ento de ilu ­ m inação, uso de rebatedores e suavizadores de luz, utilizando m ateriais de fácil acesso e baixo custo. M ontagem de tendas para ilum inar pequenos ob­ jeto s e estudo sobre luz, som bras e re ­ flex o s. C o o rd e n a çã o de S it K ong Sang. Terças, à s l9 h . Início dia 6. S E SC Pom péia

Cursos & Oficinas Brandão. A partir de 14 anos. É necessário co­ nhecimento básico de manuseio de câmera. Segundas e tenças, às lT h e à s 19. R$ 30,00 (comerciário matric.) e R$ 60,00. Novas turmas, início dia 12. S E SC C arm o

L IN G U A G E M F O T O G R Á F IC A . T em p o r o bjetivo d e sco n d icio n ar o o lh ar do aluno, e stim u lan d o -o a fazer fo to g rafias criativas. Será ab o rd ad a a h istó ria da fo to g rafia sob o ponto de v ista tem ático . C o o rd en ação E liz a ­ beth B arone. A p artir de 14 anos. É necessário c o n h ecim en to básico de m an u se io d e c â m e ra. S e g u n d a s e quartas, às 19h. R $ 30,00 (co m erciá­ rio m atric.) e R $ 60,00. N o v as turm as, início dia 14. SE SC C arm o

M A N U SE IO D E C A M E R A . M an u ­ seio e funcionam ento de câm eras e acessórios. C oordenação de E lizabeth Barone. A partir de 14 anos. É n eces­ sário p o ssu ir m áq u in a fo to g rá fic a. T erças e quintas, às 19h. R$ 30,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 60,00. N ovas turm as, início dia 20. SE SC C arm o

TEATRO IN IC IA Ç Ã O . O curso faz um a in ­ tro d ução à lin g u ag em fo to g rá fic a e ao fu n c io n a m e n to e o p e ra ç ã o do e q u ipam ento, com e x ercícios p rá ti­ cos e o rientação teórica. C o o rd e n a ­ ção de E lton R odrigues Pula, fo tó ­ g rafo, p ro d u to r de vídeo e p ro fe sso r d e fo to g ra fia e c inem a da U n iv e rsi­ d ade São Judas e C lau m ir B. R ufini, a rte-educador, fo tógrafo e p ro d u to r d e vídeo. Q uartas e sextas, às 19h. In ício dia 21. R$ 45,00 (com erciário m atric.) e R$ 60,00. SESC Ipiranga

LA BO RA TÓ RIO P& B. Preparo de químicas, revelação de filmes e ampliação de fotografias. Coordenação de Zaga

T E A T R O D E R U A . O ficin a qu e dá ao aluno a o p o rtu n id ad e de d e sen v o l­ ver sua cria tiv id ad e e sua ex p ressão , m istu ran d o várias técnicas: teatrais, circen ses e m usicais. C o o rd en ação de Pam ela D uncan, atriz e arte-ed u cad o ra. T erças, às 19h. 10 vagas. A p artir de 14 anos. SE SC Pom péia

T E A T R O . D esenvolvim ento das téc­ nicas fundam entais dentro do teatro: corpo, dicção, im p ro v isação , jo g o s dram áticos e interpretação. A partir de 15 anos. C oordenação de C am ilo T o s­ tes, ator e diretor. Sábados às 9h. 20

Cursos & Oficinas vagas. R $ 22,00 (com erciário m atric.) e R$ 27,00. SE SC São C aetano

DIA-A-DIA A P IC U L T U R A . D iversas aplicações terapêuticas do m el e outros produtos produzidos pelas abelhas, além da fo r­ m ação, funcionam ento e m anutenção das colm éias. C oordenação de L ídia M. R uv C. B arreto, da U niversidade de T aubaté. D ia 3, às 9h30. V agas L i­ m itadas. G rátis. SE SC Interlagos

D E C O R A Ç Ã O D E IN T E R IO ­ R E S . O c u rs o b u s c a a m p lia r o c o n c e ito e s té tic o e tra z e r n o v a s d ic a s e té c n ic a s p a ra a a m b ie n ta ç ã o d e e s p a ç o s . C o o r d e n a ç ã o de M a ry E s t e r S i lv a , d e c o r a d o r a . T e r ç a s e q u in ta s , às 19h. 2 0 v a g a s. R $ 2 2 ,0 0 (c o m e rc iá rio m a tr ic .) e R $ 2 6 ,0 0 . SE SC São C aetano

H O R T A M E D IC IN A L . Instalação de canteiros m edicinais, adaptáveis a diversas condições, m ostrando o p re­ paro do substrato, sem enteiras e m u ­ das, plantio, colheita e posterior acon­ dicionam ento das ervas. C oordenação de N adia C am argo, engenheira agrô­ nom a. D ia 10, às 10h. V agas lim ita­ das. G rátis. SE SC Interlagos

J A R D IN A G E M P A R A P E Q U E ­ N O S A M B IE N T E S . A lte rn a tiv a s p a ra o c u ltiv o de p lan tas em am b ie n ­ tes in tern o s, com in fo rm açõ es sobre as esp écies m ais adeq u ad as e a form a de cu id á-las. C o o rd en ação de C láu ­ dio E m m a, en g e n h eiro agrô n o m o . T erças e q u in tas, às 14h30. D e 6 a 29. R$ 20 ,0 0 (co m erciário m atric.) e R $ 30,00. SE SC Ipiranga


Cursos & Oficinas

Cursos & Oficinas

TA RÔ . A través da apresentação da linguagem pictórica e sim bólica do Tarô, os participantes poderão conhe­ cer um instrum ento prático na busca do autoconhecim ento. C oordenação de D enise M arsiglia, taróloga e astró­ loga. Dias 28 e 29/6 e 03 e 06/7, às 19. 30 vagas. R$ 7,50 (com erciário matric.) e R$ 9,00. SE SC São C aetano

p ó sio a c o n te c e rá n os d ias 27, 28 e 29, no a u d itó rio S esc P a u lista . In ­ fo rm a çõ e s p e lo te le fo n e 6 0 5 .9 1 2 1 , ram ais 217 ou 218, ou p e lo fax 6 0 7 .0 3 0 6 . In sc riç õ e s até d ia 23, à R u a do C arm o , 147, C e n tro , São P a u lo /S P . SE SC C arm o.

★

DA N Ç A D E SA L Ã O . A ulas Abertas. Segundas, às 19h30. SE SC Carm o

U SO D A S P L A N T A S M E D IC I­ NA IS — O FIC IN A S D E M A N IP U ­ L A Ç Ã O . M anipulação das ervas e suas indicações, oficinas de preparo de produtos fitoterápicos, com o xam pus, pom adas, desidratação de ervas e pre­ paro de chás e infusões, e cataplasm as. C oordenação de M arcos Furlan, da U nitau. D ia 4, às das 9h30. V agas L i­ m itadas. Grátis. SESC Interlagos

SIMPÓSIOS, WORKSHOPS, PALESTRAS E AULAS ABERTAS S IM P Ó S IO : O D E S A F IO S O ­ C IA L DA F O M E — A E M P R E S A N O C O M B A T E A O D E S P E R D ÍC O . Sob a c o o rd e n a ç ã o de e s p e c ia ­ lista s do B rasil e do ex te rio r, serão d e b a tid o s tem as com o p o lític a s de se g u ra n ç a a lim en ta r, siste m a s n o rtea m e ric a n o s de a d m in is tr a ç ã o de d e sp erd ício de g ê n e ro s, b e n e fíc io s leg ais e in ce n tiv o s fisc a is p a ra as e m p re sas q ue p a tro c in a m p ro g ra m as de co m b a te à fom e, e n tre outro s. S i­ m u lta n ea m e n te , serão rela ta d a s as se g u in te s e x p e riê n cia s: “ p ro d u çã o e d istrib u iç ão de alim en to s em fo rm a de p a rc e ria ” ; “p ro d u çã o de a lim e n ­ tos p rep a ra d o s e p e re c ív eis com a u tiliz a ç ã o de m ão -d e -o b ra de tra b a ­ lh ad o res d e se m p re g a d o s” ; “ ação das in d ú stria s c o n tra a fo m e ” ; “ a lte rn a ­ tiv as a lim en ta re s c o n tra a fo m e ” ; “ tec n o lo g ia s pa ra o p ro ce ssa m e n to , c o n serv a ç ã o e d istrib u iç ã o de a li­ m en to s” ; “ p erd as na c o lh e ita e pós c o lh e ita de p ro d u to s a g ríc o la s no E stad o de São P a u lo ” ; “ba n c o s de a lim en to s — as e x p e riê n cia s de São P aulo, A tlan ta e C h ic a g o ” . O S im ­

★

★ ESSES H O M EN S E ESSA S M U ­ LHERES AOS Q UARENTA E T A N T O S . O S esc Ip ira n g a o ferece, no p ro g ra m a A M u lh er e Sua Id ad e d este sem estre, a p o ssib ilid a d e de ho m en s e m u lh eres d isc u tire m q u e s­ tõ es p e rtin en te s a e sta faix a e tá ria e u su fru íre m das v an tag en s da m atu ri­ dade, com in fo rm açõ es so b re se x u a ­ lid ad e e saú d e e ain d a ativ id ad e s c o m p lem en tares. SE SC Ipiranga

★ M Ú SC U L O S. D entro do tem a M úscu­ los: Reflexo e Ação, esta aula enfoca a im agem visual referente às diferentes partes do corpo. São trabalhados desde os m úsculos cardíacos até os grandes grupos m usculares do corpo. O ritm o ju n in o estará presente em todos os seg­ m entos da aula, especialm ente na parte aeróbica, que contará com elem entos da quadrilha. D ias 20 e 21, às 19h. SE SC C on solação

ir P L A N T A S M E D IC IN A IS D A S M A T A S: M A N E J O E P R E S E R ­ V A Ç Ã O . D eb ate com a p a rticip ação de técn ico s do Ibam a, da U nesp de B otucatu, U nitau e O N G ’s que d e sen ­ volvem trab alh o s na A m azô n ia, na M ata A tlân tica e outros e co ssistem as. Este deb ate vai a p resen tar e c o n fro n ­ tar e x p eriên cias quan to a v antagens e d ificu ld ad es que cercam o cu ltiv o das

20

Cursos & Oficinas ervas sem a retirad a da v eg etação n a­ tiva. M ediador: M arcos Furlan (U n i­ tau). D ia 11, às 14h. G rátis. SE SC Interlagos

ir P R O X IM ID A D E S E D IST Â N C IA S NA C O M U N IC A Ç Ã O ENTRE B R A SIL E C U B A . A bertura oficial do Projeto V ia Cuba. Participação: D anilo Santos de M iranda (diretor re­ gional do Sesc no Estado de São Pau ­ lo), H ortensia C hong (V ice Presidente do IC R T - Instituto C ubano de R ádio e Televisão), A lberto S antana (cineasta, jo rn a lista e p ro fesso r cubano) e Irineu G uerrini Jú n io r (consultor cultural da F undação Padre A nchieta de R ádio e T elevisão C ultura). A uditório. D ia I o, às 19h30. G rátis. SE SC São C aetano

ir V IV Ê N C IA . M ostra de resultado do trabalho d esenvolvido no período de abril a ju n h o pelo grupo experim ental de dança, seguido p o r um a vivência aberta ao público, na qual será recria­ da a tra d icio n a l q u a d rilh a ju n in a . C o o rd en ação de G eo rg ia Paraskevi L engos. D ia 24, às 12h30. Grátis. SE SC C on solação

ir W O R K S H O P S L Ú D IC O S . V olta dos para educadores. Esportes com o Form a de L azer — U m R elato de E x ­ periência, p or Fabrício A vancini Silva e Patrícia D ini, técnicos do Sesc Pom péia. N o C entro de C onvivência Infan­ til, d urante este m ês, das 9h às 12h. SE SC P om péia

ir Y O G A . A ulas abertas. Segundas e quartas às 18h30. SE SC Carm o

ir O FIC IN A PA R A B O N E Q U E IR O S. Coordenação de C arlos A drian M arti­ nez, de B uenos A ires. O objetivo prin­


Cursos & Oficinas cipal desta oficina é proporcionar um a experiência crítica sobre seu próprio trabalho e trocar experiências. A lguns tem as a tratar: recursos do bonequeiro, obras, variação de um espetáculo, luz e som, crítica. Program ação da M ostra Internacional de T eatro de A nim ação. 30 vagas. D ias 2, 3 e 4, das 10h às 13h. Carga horária de 9h. SE SC Ipiranga

A O B R A D E JO S E M A R T I. U m a discussão acerca de seu trabalho e sua filosofia, no ano em que se c om em o­ ra o centenário de sua m orte. P a les­ trante: A lberto Santana (cineasta, jo r ­ nalista e pro fesso r cubano), p a rticip a ­ ção de D alila T eles V eras (escrito ra e poetisa) e D écio T adeu O rlandi (es­ critor, ganhador do prêm io C asa das A m éricas 93, em C uba). D ia 3, às 10h. G rátis. SE SC São C aetano

O TR ABALH O DO ATO R NO TE A T R O D E B O N E C O S. O ficina de interpretação. C oordenação de R e­ nato Perré, de Curitiba. N o program a, a preparação corporal do ator para o teatro de bonecos, o ator e o m aterial de construção dos personagens, o ator e o ritm o cênico de cada personagem , som /voz e a natureza plástica das per­ sonagens, partitura de ações, o ator e duas técnicas ancestrais de m anipula­ ção (vara e luva). Program ação da M ostra Internacional de Teatro de A nim ação. 20 vagas. D ia 5, das 10h às 18h. Dias 6 e 7, das 14h às 18h. C arga horária de 15h. SE SC Ipiranga

O F IC IN A D O T E A T R O D E S O M ­ B R A S. C oordenação de Jav ier P eraza e A usonia C onde, de M ontevidéu. T em as: história, técnica (construção de bonecos e elem entos, fontes de luz), m anipulação. C om o se conta um a h istó ria no T eatro de Som bras. Pro gram ação da M ostra In te rn a c io ­ na l de Teatro de A nim ação. 25 va­

Cursos & Oficinas gas. D ias 6, 7 e 8, das 10h às 13h. C arg a h o rária de 12h. SE SC Ipiran ga

G IN Á ST IC A V O L U N T Á R IA . A ula aberta. D ia 7, às 18h30. Grátis. SE SC Ipiran ga

TÉ C N IC A S C O RPO R AIS ANTISTRESS. Aulas abertas que ensinam a amenizar e a evitar o stress, por meio do controle da respiração e técnicas de auto— massagem. Coordenação de Julio Sérgio Dias Fernandes. Dias 7 e 18, às 14h. SE SC Itaq uera

Q U A L ID A D E DE VID A NA M E ­ TR Ó PO LE : N O V O PA R A D IG M A E D U C A C IO N A L. A im portância dos espaços verdes e com o o hom em se in­ sere nas cidades são os assuntos aborda­ dos neste forum que envolve educado­ res, em presários e representantes de en­ tidades ambientais. Palestrantes: Lucia M anzochi (bióloga, m estre em E cologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp), Regina V ater (artista plástica, leciona estética e vídeo na Austin Access Cable Television - Universidade do Texas). Dia 8, a partir das 10h. R $10,00 (com erciários matric. e estudantes) e R$20,00. SE SC Itaquera

Q U EM M A N IPU L A Q U EM ? Curso de introdução à m arionete de fio. Coor­ denação de Jordi Bertran e Z ilda Torres, Barcelona, Espanha. Confecção, aspec­ tos técnicos da m anipulação e a relação particular que se estabelece entre o m a­ nipulador e sua marionete. 20 vagas. Program ação da M ostra Internacional de Teatro de Anim ação. Dias 8 e 9, das 10h às 17h. C arga horária de 12h. SE SC Ipiranga \

G IN Á ST IC A V O L U N T Á R IA . A u ­ las abertas de G .V. relacio n ad as ao

Cursos & Oficinas tem a C o n sciên cia C orporal, en fo c a n ­ do o trab alh o de alo n g am en to e u tili­ zando m ateriais de apoio. D ias 10 e 24, às 10h. T E N ISE SC

H IP E R T E N S Ã O . P ro g ra m a de p re ­ v en ção d a h ip erten sã o arterial a tra ­ vés de ca m p a n h a in fo rm ativ a, com uso de fo lh e to s, aulas ab ertas e p a le s­ tra com o m éd ico do P ro g ram a de G i­ n á stic a V o lu n tária do S esc Itaq u era, dr. N e w to n A y res Ju n io r. D ias 10 e 11, às 14h. SE SC Itaq uera

TEATRO DE M AM U LEN G O S, SU A H IS T Ó R IA E E S T Ó R IA S . C oordenação do M estre V aldeck de G aranhuns, Pernam buco. O objetivo desta atividade é resgatar, p reservar e divulgar o T eatro de M am ulengos, um a das únicas form as de teatro p o p u ­ lar, na tentativa de livrá-lo da ex tin ­ ção, tom á-lo conhecido e integrá-lo am plam ente aos vários segm entos da sociedade. N o program a, a origem e a história, m am ulengueiros que já brin­ caram e ainda brincam , estrutura dra­ m ática e física do brinquedo, áreas de subsistência do brinquedo (m ral e ur­ bana), dificuldades encontradas na pre­ servação e divulgação do m am ulengo, o boneco com o elem ento plástico, o mestre: ator, artesão, cantador, dança­ dor, im itador, com positor, poeta e improvisador, o m am ulengo e os m eios de com unicação de m assas. D uração de duas horas. D ia 10, das 10h às 12h. SE SC Ipiranga

M A T A A T L A N T IC A: A V E N T U ­ RA E EC O L O G IA . Lançam ento do livro L u m ia r - Turismo, Ecologia e Qualidade de Vida, de Sergyo Lagoa e K eico Fugita. D ando ênfase aos aspec­ tos educativos da ecologia, a palestra m arca o lançam ento deste livro re­ cheado de aventura, suspense e hum or. D ia 21, às 19h30. Grátis. SE SC Ipiranga


Infantil M ÚSICA E EX PRE SSÃ O C O R PO ­ RAL NO ALÍVIO DAS TE NSÕ ES. A m úsica é usada com o terapia para a descontração e relaxam ento. Coorde­ nação de Zina Filler, psicóloga. Dias 24 e 25, às 14h. SESC Itaquera ★ CORPO E PERCEPÇÃ O . A palestra encerra o tem a desenvolvido no pro­ gram a de ginástica voluntária. Pales­ trante: Eduardo Shinyashiki, terapeuta corporal, professor de Educação Física e psicólogo. Dia 29, às 19h30. Grátis. SESC Ipiranga

Infantil reso lv eram rev italiza r esta form a de teatro p opular. O B o izin h o E n c a n ta ­ do n arra a h istó ria do d esejo de Catirin a p e lo n o v ilh o e n c an ta d o do A m o. B rin çan tes, p ú b lico e b o necos m istu ram -se na g ran d e ro d a e p a rti­ cipam de u m a h istó ria de am or, dor, brilho, som e co res, num e n tre la ç a ­ m ento de téc n ic as in te rp re tativ as, bem ao m odo do teatro p o p u lar do no rd este b rasile iro . C om o G rupo T ro u p e de E strad a Pan o de R oda, de São P aulo. E sp etácu lo da M o stra I n ­ tern a c io n a l de T eatro de A n im a çã o . D ia 3, às 1 lh e 16h. SESC Ipiranga ★

■INJ TEATRO

A C O R D A , A D E R B A L . O s atores e ncenam , em qu ad ro s ráp id o s, várias situ açõ es do co tid ian o , u tilizan d o -se de três tap ad eiras, um esp aço m ágico que tra n sp o rta o p ú b lico p ara um a n ova e x p eriên cia de v isu alização c ê ­ nica. O G rupo de T eatro A rm atrux, de B elo H o rizo n te, foi fu n d ad o em 1991, sob a direção de P au lin h o Polika. D esde o início de sua carreira, desen v o lv e u m a lin g u ag em v o ltad a p ara as várias ex p ressõ es do fazer teatral. E sp etácu lo da M o stra In te r ­ n a c io n a l de T eatro de A n im a çã o . D ia 4, às 1 lh e 16h. SE SC Ipiranga

★ A S M IL E U M A H IS T Ó R IA S . A p resentação tea tra liz a d a de c ontos da tradição oral e m itos clá ssic o s, O s M ú sico s de B rem m en, O R ei S a ­ po, dos Irm ã o s G rim m , O P a lácio d o s M acacos, conto ita lia n o ed itad o p o r íta lo Cal vino, e In stru ir-se e E d u car-se, conto da tra d içã o oral sib eriana. C om a P ato & C ia. D ia 3, às 1 lh . G rátis. SESC Consolação

★ O B O IZ IN H O E N C A N T A D O . O grupo é form ado por atores, p a lh a ­ ços, cantadores, m úsicos, contadores de estórias e bonequeiros que, p reo ­ cupados com a extinção da sua arte,

TE A T R O D E M A M U L E N G O DO M E ST R E SA Ú BA . H istórias de im ­ proviso baseadas na reação do públi­ co. D ia 4, às 14 h. SE SC Interlagos

★ TR ILH A E N C A N T A D A . G rupo F á­ brica de Idéias, Prom oções e Eventos. Espetáculo que perm ite a total intera­ tividade com as crianças utilizando jo ­ gos educativos, m usicalização, dram a­ tização e atelier de artes plásticas. A partir dessa dinâm ica as crianças ini­ ciam a trilha encantada, encenando personagens e histórias criadas por elas m esm as. D ia 4, às 13h. SESC Itaquera

Infantil O LHA O PA LH A Ç O NO M EIO DA RUA. Com édia circense. O coti­ diano, com sua banalidade costum eira, transform ado em poesia e riso. Com Farandola Troupe e Cooperativa Pau­ lista de Teatro. D ia 10, às 1 lh. Grátis. SE SC C onsolação

★ TEATRO DE M AM U LEN G O S. Teatro popularde bonecos da cultura nordestina, feito de im proviso, com m úsica ao vivo, cuja m aior caracterís­ tica é o riso. T am bém conduzido com as m ãos, na linha dos fantoches, m as com um a estrutura própria. A ssim co­ mo a C om m edia D el’Àrte, possui al­ guns personagens fixos. Com V aldeck de G aranhuns, Pernam buco. E spetá­ culo da M ostra Internacional de Tea­ tro de Anim ação. D ia 10, às 12h. SESC Ipiranga

★ BR IN C A N D O C O M B O N E C O S. Espetáculo de m am ulengo, contado e cantado por dois atores e m úsicos, que utilizam elem entos da literatura de cor­ del e dos antigos m enestréis, e estabe­ lecem um a relação de participação com o público, ora com jogos de magia, ora conversando com os bonecos. Com o G rupo M am ulengo Presepada Teatro sem Fronteiras, Brasília. Espetáculo da M ostra Internacional de Teatro de A n i­ mação. D ia 11, às 1 lh e 16h. SE SC Ipiranga

★ C IR A N D A . Com o G rupo C aboclo C iran d eiro . C o m p o sto basicam en te por m úsicos, o grupo apresenta um es­ petáculo no qual são cantadas m úsicas de cirandeiros populares, m ostrando as diversas linguagens que com põem a ciranda: poesia e m úsica das canti­ gas, a dança e o contato com os instru­ m entos m usicais. D ia 11, às 13h. SE SC Itaquera

★ UM C E R T O BO I B U M B Á . O va­ queiro M ateus, depois de m uitas peri-


Infantil pécias, consegue casar com C atirina, filha de seu patrão. A ssim , ele ganha de presente o boi de estim ação do so­ gro. A confusão com eça quando Catirina, grávida, tem o estranho desejo de com er a língua do boi. Texto de G ilberto G regolin. D ireção e pesqui­ sa de João Prata. C om L uciana F eli­ pe, R o m u ald o S arced o , R ic a rd o A raújo e R odrigo Polia. Dias 15 e 18, às 14h. G rátis. SESC Interlagos

★ PU XA V ID A . U m a abordagem diver­ tida do m undo, visto sobre a ótica das crianças, enfocando principalm ente as relações com pais, síndico, vizinhos e chefes. Com o G rupo Novesfora. D ia 17, às l l h . Grátis. SESC C onsolação

★ Z É R Ó I. E stré ia n acio n al do tex to de H ugo P o sso lo , seg u n d o p a sso de um a trilo g ia in iciad a com Sardanapa lo . U tilizando a linguagem c irc e n ­ se e m usical com o p arte in teg ran te da narrativa, o esp etácu lo c o n ta a histó ria de um ex -p ad re so licitado a reen co n trar a M orte, que foi seq u es­ trada.. V encedora do P rêm io E stí­ m ulo 94, a m ontagem reúne os gru­ pos P a rla p a tõ e s, P a tife s e P aspalhões e C ia C ênica N au de ícaros. D ias 17 e 18, às 15h30, no P arque da Independência. G rátis. SESC Ipiranga

★ B U Á ... B U Á ... O Q U E S E R Á ? T rês bu fõ es c o n ta d o re s de h istó ria s v iajam pe lo m undo até c h e g are m a um a c id ad e onde c ontam a e stó ria dos p ingos n a scid o s de um a g o ta de tin ta com as co res do a rc o -íris. U m jo g o lú d ic o com m úsica, d an ça e b onecos, b asead o no liv ro de M ary e E liard o F rança. D ireção de M a u rí­ c io V o g u e . C om Iv e te B o z a s k i, L auro B astid a e C ristin a M aresti. D ia 18, às 15h. R$ 1,50 (com erciário m atric.) e R$ 3,00. D e terç a a sá b ad o , d is trib u iç ã o g ra tu ita de

Infantil co n v ite s p a ra c ria n ç as até 12 anos. SESC Ipiranga

★ E A G O R A , IO IÔ ? A rlequim , Pierrô, C olom bina e os palhaços A rgem iro e Chocalho narram a história do garoto Ioiô e sua fam ília. A p eça aborda as­ suntos com o saúde, ecologia e lendas brasileiras. C om Jerem ias Santos e Carlos Godoy. D ia 18, às 13hs. SE SC Itaquera.

★ PR O C U R A N D O FIR M E . M usical baseado na obra de R uth R ocha, que m ostra a educação dada a um príncipe e aum a princesa: aula de postura, aula de berro, aula de crochê, aula de esgri­ ma. U m dia, a m enina se aborrece, põe a m ochila nas costas e vai correr o m undo, com o o irm ão. A daptação e direção de N eyde V eneziano. D ia 24, às l l h . Grátis. SE SC Consolação ★ CO N FU SÃ O , CO N FU SÃ O , CO NFUSÃO ! Com édia de situações para crianças. Concepção geral e direção de W agner Bello. Com A rm ando R. Filho, Sylvia M urachco, Tânia Castello e Leo­ nardo Alkmim. D ia 25, às 14h. Grátis. SE SC Interlagos

★ O L E Ã O E O R A TIN H O . A dapta­ ção teatral da conhecida fábula de La Fontaine, sobre o ratinho que salva o leão da rede de um caçador m alvado. M ontagem que utiliza m úsica, canto, dança e m áscaras. D ireção de A tílio Garret. C om a Cia. Teatral M atéria V ertente. D ia 25, às 15h. R$ 1,50 (com erciário m atric.) e R$ 3,00. D e terça a sábado, distribuição gratuita de con­ vites para crianças até 12 anos. SESC Ipiranga ★ PE DRO M A L A SA R T E S. Espetácu­ lo m usical que reúne cirandas, canti­

23

Infantil gas de roda e danças folclóricas, con­ tando as m ais divertidas histórias des­ se m enino m aroto, que faz parte da m em ória cultural brasileira. C om o G rupo Pó de G uaraná. D ireção de A yrton Salvanini. D ia 25, às 13h. SESC Itaquera

CIÊNCIAS & MEIO AMBIENTE V IV A O V E R D E. Program a de ativi­ dades que estim ulam a reflexão e o questionam ento dos problem as am ­ bientais nos grandes centros urbanos. Por m eio de um a nova visão ecológi­ ca, a E cologia Social, que busca tirar o hom em da posição de vilão em sua re­ lação com a natureza, o Viva o Verde tem por objetivo educar e sensibilizar estudantes da pré-escola ao segundo grau. A C asa do H om em - B rincando de M orar é o tem a desenvolvido du­ rante 95, e conta com instalações inte­ rativas que perm item às crianças o contato inform al com questões rela­ cionadas à ecologia urbana, além da participação em atividades que desen­ volvem a capacidade psicom otora e o raciocínio, traçando um a relação entre ecologia e sociedade. As atividades são orientadas por técnicos especiali­ zados. De quarta a sexta, das 9h às 17h. Inscrições e inform ações pelo fo­ ne 520-9911, ram al 203. SE SC Interlagos ★ C A R IM BO . Folhas recolhidas e sele­ cionadas do bosque do Sesc Itaquera são o m aterial utilizado para a confec­ ção de um catálogo de carim bos. Dias 10 e 11, às 1 0 h e 13h. SE SC Itaquera

★ C U L T IV O D E PL A N T A S. A tiv id a­ de vo ltad a p ara escolares que, a p ar­ tir de um a pesq u isa p rev iam en te co n ­ d uzida p or técnicos do Sesc Itaquera, p o ssib ilitará o cultivo de plantas in ­ d u s tria liz á v e is co m o so ja, a m e n ­ doim , alfazem a, algodão, entre o u ­ tra s. O p la n tio a c o n te c e rá nu m a


infan til grande festa, com a p articipação de todas as escolas envolvidas. D ia 29, a partir das 10h. SESC Itaquera

★ UM A B R A Ç O V E R D E . O D ia do M eio A m b ien te é co m e m o ra d o com a tiv id ad e s que reitera m a p re o c u p a ­ ção com a ed u c aç ã o a m b ie n ta l, e s ­ tim u la n d o os p a rtic ip a n te s ao c o n ­ v ív io e e x e rc ício da p re se rv a ç ã o da n a tu re z a. S erão re a liz a d a s v isita s m o n ito ra d a s aos p ó lo s a m b ie n ta is e à U sin a de C o m p o sta g e m da P re fe i­ tu ra. R o te iro p a ra e sc o la re s, p r o ­ fesso re s e d e m a is in te re s s a d o s . I n s ­ c riç õ e s na un id ad e. SESC Itaquera

CURSOS & OFICINAS C U R U M IM P E R M A N E N T E . A ti­ v id ades p a ra cria n ç as de 7 a 12 anos, en v o lv en d o os se g u in te s te ­ m as: m eio a m biente, teatro, artes p lásticas, jo g o s e b rin c a d e ira s a q u á ­ ticas. D e terç a à sexta, das 9 às 12h e das 14 às 17h. A os fin a is de se m a ­ na, das 14 às 17h. N o C en tro de C o n v iv ê n c ia Infantil. SE SC Pom péia

★ A R T E S P L Á ST IC A S. O curso de­ senvolve a percepção, estim ulando a participação e o sentido crítico, por m eio da in iciação às téc n ic as de pintura, desenho e gravura. As crian ­ ças poderão experim entar e pesquisar diferentes m ateriais. C oordenação de B erenice F arina da Rosa, arte-educadora. Terças ou quartas, às 14h30. De 10 a 14 anos. SESC Pom péia

★ B R IN Q U E D O S D E P A P E L Ã O . C o nstru in d o brin q u ed o s e o utros u tensílios, m anuseando e tra n sfo r­ m ando o papelão, as crianças desper­ tam sua criatividade e im aginação.

Infantil D ias 15,16 e 17, às 10h e 13h. SESC Itaquera

Infantil

★

turas a partir do uso de m ateriais deri­ vados de alum ínio (lata, aram e, tam ­ pas de garrafa). De 7 a 11, às 14h. SESC Itaquera

B R IN Q U E D O S PE D A G Ó G IC O S. C onstrução de brinquedos de m adeira com princípios pedagógicos, buscan­ do respeitar o crescim ento e o desen­ volvim ento da criança. O curso é d es­ tinado a arte-educadores, pedagogos e interessados em geral. Quintas, às 15h. SE SC Pom péia

EST A Ç Ã O C R IA N Ç A /M A D E IR A E B R IN C A D E IR A . A partir de restos de m adeira, as crianças podem desper­ tar a im aginação, criando brinquedos e outras peças. D ias 1, 2, 3 e 4, às 14h. SE SC Itaquera

★

★

★

C E R A M IC A . O curso busca desen­ volver o potencial criativo e m otor das crianças por m eio da iniciação às técni­ cas de m odelagem em argila. Técnicas de rolinhos, placas, escavados, m ode­ lagem , engobes, esm altação e pátinas. C oordenação de Rita Engi, arte-educadora e ceram ista. Q uintas, às 14h30. D e 10 a 14 anos. Duração de 1 ano. SE SC Pom péia

F L A U T A D O C E . Iniciação m usical por m eio da flauta doce, incentivando a prática, o estudo e a criação em gru­ po. C oordenação de V éronique O li­ veira Lim a, m usicista. Sábados, às 9h30. 10 vagas. A partir de 7 anos. SE SC Pom péia

★ DO BR A D U R A . U tilização da técnica para abordar assuntos com o a extinção dos animais. Dias 24 e 25, às 10h e 13h. SE SC Itaquera

★ E ST A Ç Ã O C R IA N Ç A /B R IN Q U E ­ D O S D E L A T A . Latas de alum ínio são reutilizadas em brincadeiras das crianças com o pé-de-lata, chocalhos, carrinhos, telefone-sem -fio etc. De 28 a 30, às 14h. SESC Itaquera

★ E ST A Ç Ã O C R IA N Ç A /B R IN Q U E ­ D O S DE PA PE L Ã O . O que é possí­ vel fazer tendo criatividade, hum or e papelão, criando brinquedos, bonecos e jogos. D e 14 a 18, às 14h. SE SC Itaquera

★ E S T A Ç Ã O C R IA N Ç A /E S C U L T U ­ RA D E SU C A T A . C riação de escul­

24

★ FO T O G R A F IA . O curso introduz os participantes na arte da fotografia, for­ necendo elem entos técnicos para seu desenvolvim ento. C onfecção de câ­ m era pim -hole. A ulas práticas, revela­ ção de film es e cópias. C oordenação de W alter Louzan, fotógrafo licencia­ do em Pedagogia. Quartas, às 14h30. D uração de 6 m eses. D e 10 a 15 anos. SESC P om péia

★ M A R C E N A R IA . Iniciação da crian­ ça ao universo técnico da arte em m a­ deira, perm itindo a exploração de m a­ teriais e instrum entos. Coordenação João G uilherm e Rolim , m arceneiro e arte-educador. Sábados, das 10h às 13h. D e 10 a 14 anos. SE SC Pom péia

ATIVIDADES FÍSICAS D A N Ç A C R IA T IV A . C urso voltado para o desenvolvim ento da criativida­ de da criança a partir de seu próprio corpo, aum entando sua possibilidades de m ovim ento e descobrindo seus li-


Infantil m ites através dos elem entos da d an­ ça, tem po, espaço e ritm o. P ara am ­ bos os sexos. 25 vagas por turm a. S e­ gundas e quartas, às 15h, e sábados, às 9h. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 2 2 ,0 0 p o r d uas a u la s s e m a ­ na is. R $ 8,25 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 16,50, por um a aula sem anal. SESC C onsolação

★ D A N Ç A . Sensibilização para o prazer do m ovim ento por m eio de diversos ti­ pos de dança folclórica, de salão, jaz z e outras. D e 7 a 11 anos. Terças e quintas, às 17h. R$ 10,00 (com erciários) e R$ 20,00. SE SC Carm o

★ ESPO R T E K ID S. Cursos de iniciação nas m odalidades voleibol e futebol de cam po, com o objetivo de despertar nas crianças o interesse e o conheci­ m ento pelas regras e fundam entos dos esportes. De 7 a 12 anos. Turm as m is­ tas. V agas lim itadas. Quartas e sextas, às 9h30 e às 14h. Grátis. SESC Interlagos

★ FU T SA L . A partir do conhecim ento dos fundam entos dó futsal, a garotada poderá aperfeiçoar a form a de jogo e o trabalho de equipe. C oordenação de W ilson Fernandes Jr. D e 7 a 9 anos. Sábados, às 9h30. R$ 11,00 (com er­ ciário m atric.) e R$ 22,00. SESC Ipiranga

★ IN IC IA Ç Ã O E SPO R T IV A . Curso que busca desenvolver o aprendizado dos fundam entos básicos, aperfeiçoa­ m ento e a prática do jogo. 30 vagas por turma. Basquete: segundas e quartas, às 8h, de 10 a 12 anos, às 9h, de 13 a 17 anos, às 14h30, de 12 a 17 anos. Terças e quintas, às 14h, de 12 a 17 anos. Vôlei: segundas e quartas, às 10hl5 e 15h45, de 12 a 17 anos. Ter­ ças e quintas, às 15hl5, de 12 a 17

Infantil anos. Futebol de Salão: segundas e quartas, às 9h, de 8 a 9 anos, às 10h e 14h, de 10 a 11 anos, às 15h, de 12 a 13 anos, às 14h, de 14 a 15 anos. Terças e quintas, às 9h, de 12 a 13 anos, às 10h, de 14 a 15 anos. Terças e quintas, às 14h, de 10 a 11 anos, às 15 h, de 12 a 13 anos, às 16h, de 14 a 15 anos. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00. SE SC C onsolação

★ JA Z Z . De 7 a 11 anos, segundas e quartas ou terças e quintas, às 15h. 20 vagas por turm a R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00. Clássico. De 7 a 11 anos, segundas e quartas 14h. 20 vagas. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00. SE SC Pinheiros

★ JU D Ô . A rte m arcial de origem ja p o ­ nesa que b usca o equilíbrio m ental e físico, em conjunto com a disciplina e o respeito. M anhã, tarde e noite, a partir de 6 anos de idade. R$ 11,00 ( c o m e rc iá rio m a tric .) e R $ 2 2 ,0 0 (u s u á rio ) p o r d u a s a u la s se m a n a is e R $ 5 ,5 0 (c o m e rc iá rio m a tric .) e R$ 1 1 ,00 ( u s u á rio ) ao s sá b a d o s p o r u m a a u la se m a n a l. SE SC Pom péia

★ K A R A T Ê DO . De 7 a 12 anos .Terças e quintas, às 9h. 15 vagas. R $17,00 (com erciário m atric.) e R$ 34,00. SE SC Pinheiros

★ K A R A T Ê . Iniciação e desen v o lv i­ m ento dos fundam entos da m odalida­ de para o equilíbrio e a defesa pessoal, buscando a autodisciplina, a agilidade e a concentração. SESC Carm o. A partir de 7 anos. Q uartas e sextas, às 2 0 h l0 . R$ 10,00 (com erciário m atric.) e R$ 20,00. SESC São C aetano. C oordenação de J. A lves Carneiro e D iolino de Brito.

Infantil Segundas e quartas, às 9 h l0 , e terças e quintas, às 15h40.

★ N A T A Ç Ã O . Este curso de iniciação busca a adaptação à agua e oferece co ­ nhecim entos básicos dos estilos craw l e costas. SE SC Ipiranga. D e 7 a 9 anos, terças e quintas, às 16h30, e quartas e sextas, às 16h30. D e 10 a 15 anos, terças e quintas, às 17h30, quartas e sextas, às 17h30, e sábados às 12h30. R$ 17,50 (com erciário m atric.) e R$ 35,00. SE SC C onsolação. Iniciação e aper­ feiçoamento básico dos nados crawl e costas, divididos em dois níveis. 25 va­ gas por turma no nível I e 15 vagas por turma no nível U. Segundas e quartas, às 9 h l5 , terças e quintas, 10hl5, 14h e 14h45, sextas, às 9 h l5 e sábados, às 10hl5. De 6 a 14 anos. R$ 17,50 (comer­ ciário matric.) e R$ 35,00 por duas aulas semanais. R$ 13,25 (comerciário ma­ tric.) e R$ 26,50 por um a aula semanal. SE SC Pom péia. Peixinho, de 4 a 6 anos. Golfinho, de 7 a 9 anos. T uba­ rão, de 10 a 14 anos. Períodos da m a­ nhã e tarde. R$ 17,50 (com erciário) e R$ 35,00 (usuário). ^

★ TA E K W O N -D O . A rte coreana de autodefesa. A m etodologia está basea­ da no perfil dos praticantes, sendo res­ peitada a individualidade e visando os desenvolvim entos cognitivo, afetivo e psicom otor. De 5 a 12 anos..Segundas e quartas, às 9h, terças e quintas às 15h. 20vagas por horário. R$ 11,00 (com erciário m atric.) e R$ 22,00. Sá­ bados, 9h30. 20 vagas. R$ 8,25 (co­ m erciário m atric.) e R$ 16,50. SE SC Pinheiros

★ V Ô LE I. C urso de iniciação à m odali­ dade que busca desenvolver habilida­ des e sp o rtiv as básicas atrav és da aprendizagem dos fundam entos do vo­ leibol e da dinâm ica do jogo, enfati­


Terceira Idade zando o espírito de equipe de form a lúdica e educativa. SESC Ipiranga. Turmas mistas de 12 a 14 anos. Terças e quintas, às 16h30. R$ 11,00 (comerciário matric.) e R$ 22,00. S E S C Pom péia. De 10 a 14 anos. Terças e quintas, às 13h30, e quartas e sextas, às 9h30. R$ 11,00 (com erciá­ rio) e R$ 22,00 (usuário).

RECREAÇÃO RE C R EA Ç Ã O . O C onjunto Esporti­ vo do Sesc Pom péia realiza program a orientado de recreação esportiva desti­ nado a crianças de 7 a 14 anos e aber­ to tam bém à participação dos pais. É um espaço dem ocrático, onde se pre­ tende estim ular a prática diversificada de m odalidades esportivas e recreati­ vas, resgatando jogos antigos e dando ênfase à criatividade e socialização. SESC Pom péia

R E C R EA Ç Ã O A Q U Á T IC A . Pisci­ na grande: segunda a sexta, das 9 h l5 às 21H30, sábados e feriados, das 9 h l5 às 17H30. Piscina pequena: segundas e quartas, das 12h às 13h, terças e quin­ tas, das 15h30 às 16h30, sextas, das 13h às 14h, sábados, das 13h30 às 17h30, e feriados, das 9 h l5 às 17h30. SESC C onsolação

C IR AN DA DE A T IV ID A D E S. A ti­ vidades recreativas para a diversão da criançada. São jogos, brincadeiras, ati­ vidades plásticas e m anuais e m uito mais. De 6 a 12 anos. Sábados, às 14H30. Grátis. SE SC Ipiranga

praticam . Som ente para os alunos dos cursos de Iniciação E sportiva do Sesc C onsolação. D ia 24, às 14h. SESC C onsolação

G IN C A N A JU N IN A . Reunindo os escolares em visita ao Sesc Itaquera e relem brando as brincadeiras populares e tradicionais neste m ês festivo, tere­ m os barracas de com idas típicas, festi­ val de quadrilhas, barracas de jo g o s (pescaria, b o ca de p alhaço, latas), com pondo o cenário ideal para um a gincana ju n in a com corrida de saco, costura do barbante, corrida da colher etc. D e 21 a 24, a partir das 13h. SESC Itaquera

R E C R E A Ç Ã O E SPO R T IV A . V ô­ lei, basquete, futsal e handebol. De terça a sexta, das 13h30 às 16h, e do­ m ingos, das 15h30 às 17h30. Grátis. SE SC Ipiranga

sentados do com ércio) e R$ 10,00. In­ form ações e inscrições na unidade. SE SC C arm o

C O O PER A TIV A D E SE R V IÇ O S. Ofereça suas habilidades profissionais para a com unidade. Q uartas, das 14h às 17h. SE SC Pom péia

A T IV ID A D E S E S PE C IA IS. Show s, festas, palestras, apresentações teatrais etc. Q uintas, a partir das 14h. SE SC C arm o

A U L A A B E R T A D E VO Z E A U D I­ ÇÃ O . B usca desenvolver as capacida­ des individuais e inform ar sobre o en ­ velhecim ento da voz, suas consequên­ cias e com o tirar m elhor proveito des­ te processo. C oordenação de M aria H elena A lves, fonoaudióloga. Dias I o, 8 e 22, às 9h20. G rátis. SE SC São C aetano

TÊ N IS D E M ESA . A cim a de110 anos. Sábados e feriados, das 9 h l5 às 17h30. SE SC C onsolação

ITERCEII

CA N T O C O R A L. Coordenação de Iracem a Ram pazzo. Dom ingos, às 14h. SE SC Pom péia.

CH A CO M PA L E ST R A . A m or e a Paixão na Terceira Idade, palestra de  ngelo M onesi. D ia 26, às 15h. SE SC P om péia

UB CURSOS & OFICINAS

FESTA JU N IN A DA IN IC IA Ç Ã O E SPO R TIV A . O evento terá a partici­ pação efetiva dos pais e a quadrilha será caracterizada tam bém pelos ges­ tos específicos das m odalidades que

Terceira Idade

E SC O LA A B ER TA DA T E R C E I­ RA ID A D E . Os cursos da Escola A berta estão com inscrições abertas. R$ 7,00 (com erciário m atric. e apo­

C O M U N IC A Ç Ã O E T E C N O L O ­ G IA N O C O T ID IA N O D O ID O ­ SO . E n c o n tro s só c io -c u ltu ra is que b u sc am a tu a liz a r, in fo rm a r e d isc u ­ tir os m eio s de co m u n ic a çã o atrav és d a tele v isã o , jo rn a l, rád io e tec n o lo ­ gia. P o r m eio de p a le stra s, film es e v isita s, a b o rd a re m o s os d iv erso s asp e c to s d o s tem as: D ia I o, à s 14h, A p u b lic id a d e na T V - M a n ip u la çã o , com E v eli A lc â n ta ra de Q u eiro z.


Terceira Idade D ia 22, às 14h, T elen o vela , com M auro W ilton de Souza. D ia 29, às 14h, reflexão com o grupo sobre os tem as abordados. E xclu siv o p ara os in scrito s no grupo da T e rce ira Id a ­ de. G rátis. SESC C onsolação

★ C U L IN Á R IA T ÍP IC A JU N IN A . Curso prático, que ensina a preparar vários dos deliciosos pratos típicos, doces e salgados, das festas juninas. Coordenação de Evelin Duarte Silva. D ia 21, às 14h. 40 vagas. R$ 3,00 (com erciário m atric.) e R$ 5,00. SESC São Caetano

★ D E SE N H O E PIN T U R A . Para descobrir o seu talento, aulas com a coordenação de E linete W anderley Paes. Terças, às 13h. SESC Pom péia

★ D E SE N V O L V IM E N T O V O C A L . O fic in a do C e n tro E x p e rim e n ta l d e M ú s ic a do S e sc , q u e p ro c u ra c o n s c ie n tiz a r o p a r tic ip a n te de se u p o te n c ia l v o c a l a tr a v é s de té c n ic a s , e x e rc íc io s e re c o n h e c i­ m e n to do s m e c a n ism o s de f u n c io ­ n a m e n to e e n v e lh e c im e n to d a v o z. C o o rd e n a ç ã o de C e c ília V ale n tim . S e x ta s , às 15h30. E x c lu s i­ v o p a ra in s c r ito s no G ru p o da T e r c e ira Id ad e . G rá tis. SESC Consolação

★ E S P A Ç O A B E R T O PA R A G R U ­ P O S D A T E R C E IR A ID A D E . U m esp aço p a ra os g ru p o s se e n ­ c o n tra re m , on d e o im p o rta n te é p a rtic ip a r das a tiv id a d e s . N e ste m ês, d e sta c a m o s F e ira de P la n ta s M e d ic in ais e F e ira do M el, o f ic i­ nas de m a n ip u laç ã o , p a le stra sobre a p ic u ltu ra , fe s ta ju n in a , a p re s e n ta ­ ç ão de q u a d rilh as dos gru p o s de te rc e ira id ad e do S esc, show s m u ­ sicais e a u las a bertas de frisb ee .

Terceira Idade D ia 10, a p a rtir d as 9h. G rá tis. SESC Interlagos

★ E X P R E S S Ã O E R IT M O T E A ­ T R A L . C o o rd e n a çã o de A u g u sto P ereira da R ocha. Q uartas e sextas, às 9h30. SESC Pom péia

★ F O T O G R A F IA . F orm ação de g ru ­ po p ara curso b ásico de dois m eses. Info rm açõ es de terça a sexta, das 10h às 16h. SESC Pom péia G RUPO A R TÍST IC O . O ficina que envolve jogral, canto e expressão cor­ poral. C oordenação de Celeste Z. Bertocco. Sextas, às 14h. SESC Pom péia

★ GRUPO M ASCULINO DE RE FLE­ XÃO SOBRE O ENVELH ECIM EN­ TO. Este grupo reflete sobre as caracte­ rísticas do envelhecimento masculino, sob o ponto de vista biológico, social e cultural. Terças, das 14h às 16h. SESC Carm o

★ G R U P O S D E IN T E R E SSE . R eu niões para fo rm ação de grupo. D is­ cu ssão de v ários tem as utilizan d o técnicas de din âm ica de grupo, v i­ sando so ciab ilização e co n vivência. D ias 5, 12, 19 e 26, às 14h30 e 6h, e dias 13 e 20, às 14h30. E x clu siv o p a ­ ra inscritos no G rupo da T erceira Idade. Grátis. SESC Consolação

★ IN T E R E SSA D O S EM M Ú SIC A . Atividade que busca estim ular as pes­ soas que desejam tocar, cantar ou de­ clam ar a participar de um grupo que possa pesquisar, ensaiar e elaborar um program a m ensal para ser m ostrado ao público. Dias 2, 9, 16 e 23, às 13h30.

27

Terceira Idade Exclusivo para os inscritos no Grupo da T erceira Idade. Grátis. SESC Consolação

it O FICINA LIT ER Á R IA . Para o de senvolvim ento da expressão através da escrita. C oordenação de Elizabeth M. Zianni. Terças, às 15h30. SESC Pom péia

it M A SSA G E M C O R PO R A L. C onta­ to m aior com o corpo através de to­ ques. B uscar com m ovim entos sua­ ves, aliviar os pontos de tensões loca­ lizadas. C oordenação de Rosângela D elgado. D ia 21, às 14h. Exclusivo para os inscritos no G rupo da Tercei­ ra Idade. Grátis. SE SC Consolação

★ O FIC IN A D E V O Z. O ficina do C en­ tro E xperim ental de M úsica do Sesc, que busca proporcionar um a atividade de lazer e acesso a conhecim entos téc­ nicos, práticos e teóricos, através do canto coral. Terças, às 15h30. C oor­ denação de Cecília V alentim . E xclu­ sivo para inscritos no G rupo da Ter­ ceira Idade. Grátis. SESC Consolação

★ PINTURA EM TECIDOS. Noções de pintura em tecido, a partir da aplicação de diferentes técnicas, com diversos materiais. Terças e quartas, das 13h às 15h e das 15h às 17h. SESC Carm o

it TEATRO . C oordenação de Roberto M arcondes. Terças e quintas, às 9h30. SESC Pom péia

★ TÉCNICAS TEATRAIS. Desenvolvi­ mento de técnicas de figurino, cenogra­ fia e interpretação. Coordenação de Car-


Terceira Idade los Lupinacci. Quartas e sextas, das 9h30 às 11 h30. Exclusivo para os inscri­ tos no Grupo da Terceira Idade. Grátis. SESC C onsolação

ATIVIDADES FÍSICAS CL UB E DA N A T A Ç Ã O . Com a fi­ nalidade de atender aos que já foram alunos dos cursos de natação, hidroginástica e outros, e sentem a necessida­ de de um espaço que ofereça seguran­ ça e estím ulo à prática da natação e à convivência com outras pessoas. Se­ gundas e quartas, às 15h. R$ 5,50. E x­ clusivo para inscritos no G rupo da T erceira Idade. SE SC C onsolação

Terceira Idade perm itindo ao grupo m aior integração. SE SC C onsolação. T erças e quintas, às 16h. 25 vagas. R$ 5,50 (com erciá­ rio m atric.) e R$ 11,00. SESC Pinheiros. Segundas e quartas, às 15h e 16h, e terças e quintas, às 16h R$ 5,50 (com erciário m atric.) R$ 11,00 (usuário). Sextas, às 14h. R$ 4,10 (co­ m erciário m atric.) e R$ 8,25 (usuário). 20 vagas por horário.

it D A N Ç A S F O L C L Ó R IC A S. Q u in ­ tas, às 13h, coordenação de Piroska Zednik. Sextas, às 13h, coordenação de M aria Fiorim . SE SC P om péia

★

it

D A N Ç A D E SA L Ã O . Curso dirigido àqueles que gostam de dançar ou aos que pretendem aprender novos ritm os.

E S PO R T E S A D A P T A D O S À T E R ­ C E IR A ID A D E . V ô lei, basq u ete, handball, boliche e m alha são algum as das m odalidades que têm suas regras adaptadas às condições físicas da ter­ ceira idade. Sextas, às 10H30. As aulas são m inistradas na quadra do Sindicato dos Bancários, rua T abatinguera, 192. SE SC Carm o

SE SC C onsolação. Sextas, às 14h30. 30 vagas por turm a. R$ 8,75 (com erciário m atric.) e R$ 17,50. SESC Pompéia. Coordenação de Carlos Trajano. Quartas e sextas, às 9h30 e 1 lh. SESC Pinheiros. Terças e quintas, às 15h. 15 vagas. R $5,50 (com erciário m atric.) e R$ 11,00.

it DA NÇ A-EX PRE SSÃO . O curso bus­ ca resgatar no indivíduo expressões cor­ porais e em ocionais até então bloquea­ das. Por meio da apreciação e estudo dos ritmos e estilos m usicais, de exercí­ cios teatrais e terapêuticos, o indivíduo passa a criar e assum ir form as não con­ vencionais de movim entos. Acim a de 40 anos. Quartas, às 14h. R$ 11,00 (co­ merciário matric.) e R$ 22,00. SESC Ipiranga

it D A N Ç A . E x p re ssã o po r m eio de m ovim entos que favoreçam a co o r­ denação, o ritm o e a descontração,

SE SC P o m p éia . C o o rd e n a çã o de Paulo B orba V accaro. Q uartas e sex­ tas, às 15h.

★ G IN Á ST IC A V O L U N T Á R IA . Desenvolvim ento de seqüências com v a­ riações de m ovim entos, exercícios de coordenação e flexibilidade, estim u ­ lando o equilíbrio global. SE SC Pom péia. De terça a sexta, m a­ nhã e tarde. R$ 5,50 (com erciário) e R$ 11,00 (usuário). SESC Consolação. Segundas e quartas, às 14h e 16h, e terças e quintas, às 10h 15 e 15h. 35 vagas por turma. R$ 5,50 (co­ m erciário m atric.) e R$ 11,00. SE SC Pinheiros. Segundas e quartas das 8 h l5 às 16h. Terças e quintas das 8h30 às 18h30. R$ 5,50 (com erciário

Terceira Idade m atric.) e R$ 11,00 (usuário). Sextas, às 9h e 10h30. R$ 4,10 (com erciário m atric.) e R$ 8,25 (usuário). 20 vagas por horário. SESC Ipiranga. Terças e quintas, às 15h30. Quartas e sextas, às 16h30. R$ 11,00 (co­ m erciário m atric.) e R$ 22,00. SESC Carmo. Turmas acima de 50 anos. Segundas e quartas, às 9h, 10h e 14h. Terças e quintas às 9h, 14h e 15h. R$ 7,00 (comerciário matric.) e R$ 14,00.

★ G IN Á ST IC A . A lém dos benefícios físico s e p sico ló g ico s, p ro p o rcio n a um a m elhor qualidade de vida e um a m aior sociabilização. C oordenação de Anselm o A lberto O gata e Patrícia de Cam pos. Segundas e quartas, às 15h, e terças e quintas, às 8h20. R$ 7,00. SE SC São C aetano

★ H ID R O G IN Á S T IC A . A tiv id a d e que b u sca m elh o rar o co n d ic io n a ­ m ento a eró b ico sem im p acto do m o ­ vim en to , au m en tan d o a resistê n c ia m uscular. SE SC C on solação. Segundas e q uar­ tas, às 1 4 h l5 , e sextas, às l l h . 25 v a­ gas p o r turm a. R$ 8,75 (com erciário m atric.) e R$ 17,50 por duas aulas se­ m anais. R$ 5,50 (com erciário m atric.) e R$ 11,00, p or um a aula sem anal. SE SC P om péia. D e terça a sexta, m a­ nhã e tarde. R$ 8,75 (com erciário) e R$ 17,50 (usuário).

★ JO G O S A D A P T A D O S. Vôlei, peteca, basquete, pelota de m ão e jogos cooperativos. Segundas e quartas, às 14h. 30 vagas. R$ 8,75 (com erciário m atric.) e R$ 17,50. SE SC C on solação

★ N A T A Ç Ã O . C u rso de in ic ia ç ã o , q u e b u sc a a a d a p ta ç ã o à á g u a e o fe ­


rec e c o n h e c im e n to s b á sic o s dos e s ­ tilo s craw l e c o stas. SE SC Ipiranga. Terças e quintas, às 13H30 e 14h30. R$ 17,50 (com erciário m atric.) e R$ 35,00. SESC C onsolação. Segundas e quar­ tas, às l l h , 12h e 13hl5, e terças e quintas, às 1 l h l5 e 13hl5. 25 vagas por turm a. R$ 8,75 (com erciário m a­ tric.) e R$ 17,50. SESC Pom péia. D e terça a sexta, m a­ nhã e tarde. R$ 8,75 (com erciário m a­ tric.) e R$ 17,50 (usuário).

★

10h30 e 14h. 30 vagas por turma. R$ 8,75 (com erciário m atric.) e R$ 17,50.

Y O G A . P a r tin d o de b a s e s e t é c n i­ c a s d o H a th a -Y o g a , o c u rs o p r o ­ m o v e a s a ú d e d o c o rp o e d a m e n ­ te, o e q u ilíb rio e m o c io n a l, h a rm o ­ n iz a ç ã o c o rp o r a l, e la s tic id a d e , a p r á tic a d a m e d ita ç ã o e do a u to c o n h e c im e n to . SE SC C onsolação. Segundas e q uar­ tas, às 9h, 10h, 13h e 15h, e terças e quintas, às 9h, 10h, 14h, 15h e 16h. 30 vagas por turm a. R$ 8,75 (com erciário m atric.) e R$ 17,50.

PR Á T IC A S C O R PO R A IS. Este cur­ so busca am pliar o universo das possi­ bilidades corporais, utilizando diver­ sas técnicas e vivências com o a dança, a consciência do corpo, o esporte e a recreação. A cim a de 40 anos. Sába­ dos, às 10h30. R$ 8,25 (com erciário m atric.) e R$ 16,50. SE SC Ipiranga

SE SC Pinheiros. Segundas e quartas, às 15h. Terças e quintas, às 9h e 10h30. R$ 5,50 (com erciário m atric.) e R$ 11,00 (usuário m atric.). 15 vagas por horário.

★

BA IL E JU N IN O E A P R E S E N T A ­ ÇÃ O DA Q U A D R IL H A . Quentão, com ida típica ju n in a, quadrilha e brin­ cadeiras. D ia 30, às 14h30. D istribui­ ção de convites dos dias 5 a 14. E xclu­ sivo para os inscritos no G rupo da T erceira Idade. SE SC Consolação

RE LA X A M E N TO PSIC O FÍSIC O . Trabalho corporal a partir da aplicação de diversas técnicas de relaxamento, pro­ movendo o bem-estar e integrando corpo e mente. Segundas e quartas, às 16h. SESC Carm o

E N SA IO S DA Q U A D R IL H A . D ias 19 e 26, às 16h. E xclusivo para os inscritos no G rupo da T erceira Idade. SE SC C onsolação

★ T A I-C H I-C H U A N . Exercícios respi­ ratórios, alongam ento, m editação, re­ laxam ento e autom assagem . S E S C P inheiros. T erças e quintas, às 13h30. R$ 5,50 (com erciário m a­ tric.) e R$ 11,00 (usuário). 15 vagas p or horário. SESC Consolação. Terças e quintas, às

VIV A SÃO JOÃO! Festa junina em que, além das atividades tradicionais desta data, como quadrilhas, barracas de jogos e comidas típicas, acontecerão tam bém caminhadas e esportes adapta­ dos. A festa é encerrada com um Baile Junino comandado pela artista Inezita Barrozo. Dia 22, a partir das 10h. SE SC Itaquera

TURISMO

RECREAÇAO

★ TAEKW ON-DO. Segundas e quartas, às 14h. R$ 5,50 (comerciário matric.) e R$ 11,00 (usuário). 20 vagas por horário. SE SC Pinheiros

VISITA M ON ITO R A D A À SADIA. Os visitantes terão a oportunidade de conhecer o processo tecnológico de um a grande empresa. D ia 28, às 13h. Informações e inscrições de 5 a 14, das 13h às 17h30. 42 vagas. Exclusivo para os inscritos no Grupo da Terceira Idade. S E SC Consolação

P R O S A E M Ú S IC A . A tiv id a d e q u e b u sc a e s tim u la r e d a r o p o rtu n i­ d ad e a p e sso a s in te ressa d a s em c a n ­ tar, d e c la m ar, in te rp re ta r e tam b ém d e stin a d a aos que d e seja m sim p le s ­ m en te a p re c ia r a m ú sic a e p o esia. D ia 27, às 15h, no T e a tro S esc A n ­ c h ieta. G rátis. SESC C onsolação

O p ro g ra m a co lo c a à d isp o siç ão dos c o m e rc iá rio s e seus d e p e n d en te s o a cesso ao tu rism o de b a ix o cu sto , com fac ilid a d e s de p ag am en to , v a ­ lo riz an d o os a sp ec to s só cio -cu ltu rais das reg iõ es v isita d a s e e stim u ­ lan d o a c ria tiv id ad e dos p a rtic ip a n ­ tes. R o te iro s ro d o v iá rio s, em ô n ibus p a d rã o tu rism o , e h o sp ed ag em em C en tro s de L a z e r e F érias do Sesc ou h o téis co n v en iad o s.

EXCURSÕES SA ID A S E M J U N H O . 14 a 18, N o ­ va F riburgo (RJ). 14 a 18, V itória (ES). 24, São R oque (SP), passeio de um dia. SESC São C aetano


Turismo BL UM EN AU (SC). V ale do Itajaí. Hospedagem na C olônia de Férias do Sesc de Blumenau. Passeios ao B al­ neário de Cam boriú, Pom erode e city tour. Pensão com pleta. De 14 a 18 de junho (saída noturna). SESC Paraíso

★ CABO FRIO (RJ). Praia. Hospedagem no Hotel Malibu Palace. Passeios a Búzios, Arraial do Cabo e city tour. Meia pensão. De 14 a 18 de junho (saída noturna). SESC Paraíso

★ C A LD AS NO V A S (G O ). E stância hidroterm al. H ospedagem no Hotel Hot Springs. Passeios no Jardim Japo­ nês, Lagoa de Pirapitinga e city tour. Pensão com pleta. De 14 a 18 de junho (saída notum a). SESC Paraíso

★ NO VA A L M EID A (ES). Praia. H os­ pedagem na Pousada dos Veleiros. Passeios a Vitória, Vila Velha, D om in­ gos M artins e city tour. M eia pensão. De 14 a 18 de junho (saída notum a). SESC Paraíso / SESC São José dos Cam pos / SESC Taubaté

★ V IT Ó R IA (ES). Praia. H ospedagem no Hotel SEN A C Ilha do Boi. Pas­ seios a Vila Velha, G uarapari e city tour. M eia pensão. De 14 a 18 de ju ­ nho (saída notum a). SESC Paraíso/SESC São Caetano do Sul

★ ITATIAIA (RJ). Serra. Hospedagem no Hotel Conora. Passeios a Penedo e city tour. Pensão completa. De 15 a 18 de junho. SESC Paraíso

★ SÃ O L O U R EN Ç O (M G ). Estância hidrom ineral. Hospedagem no Hotel

Turismo N egreiros. Passeios a C axam bu, Cam buquira, Lam bari e city tour. Pensão com pleta. D e 15 a 18 de junho. SE SC Paraíso

★ P O R T O S E G U R O (B A ). P raia. H o sp ed ag em no A d riático P o rto H o ­ tel, em P o rto Seguro, e na P o usada d os V e le iro s , em N o v a A lm eid a (ES). P asseio s a V itó ria e V ila V elha (E S ), C a b rá lia , T ra n co so , A rra ia l D ’A juda, C o ro a A lta, C o ro a V erm e­ lha, p raias de P orto Seg u ro e city to u r (B A ). M eia p ensão. D e 20 a 29 de ju n h o (saíd a noturna). SE SC Paraíso

Sem iços * p leta. T a rifa s atu ais: R$ 17,00 (com e rc iá rio s m a tric .) e R $ 3 4 ,0 0 (u su á rio s). Em ag o sto , p a ra tem p o ­ rad as de 01 a 0 7 /0 8 ; 08 a 14/08; 09 a 15/08; 14 a 2 0 /0 8 ; 15 a 22/0 8 ; 16 a 2 3 /0 8 ; 21 a 27 /0 8 e 23 a 3 0/08, as in sc riç õ e s serão e fe tu a d as de 01 a 16 de ju n h o (p ara a c a p ita l, p e sso a l­ m en te, e atra v é s de co rre io ou Fax n° (0 1 1 ) 8 8 5 -5 8 5 4 p a ra a u n id ad e). SE SC Paraíso

f : ir

■

F1

★ B A R R A BO N IT A (SP). Beira Rio. H o sp ed ag em no H o tel P an o ram a Park. Passeio de barco (Eclusa) e city tour. Pensão com pleta. D e 23 a 25 de junho, (saída notum a). SE SC P araíso

★ C A L D A S N O V A S (G O ). E stân c ia h id ro te rm a l. H o sp e d a g e m n a C o lô ­ n ia de F é ria s do S esc — Je ssé P in to F reire. P a sseio s no Ja rd im Ja p o n ês, L a g o a de P ira p itin g a e c ity tour. P e n sã o c o m p leta. D e 24 de ju n h o a 01 de ju lh o . SE SC Paraíso

TEMPORADA DE FÉRIAS B E R T IO G A (S P ). S itu a d o no lito ­ ral de São P au lo , a 110 k m da C a p i­ tal, o S esc B e rtio g a o fere c e p a rq u e a q u á tic o , g in ásio de e sp o rte s, ce n tro de rec re a çã o in fa n til, q u ad ras de tê ­ nis, c an ch as de b o ch a, salas de j o ­ g o s, b ib lio te c a , re sta u ra n te e la n ­ ch o n e te com p ista de d an ça. O Sesc B e rtio g a c o n ta com eq u ip e e s p e c ia ­ liz a d a na o rg an iz a çã o de sh o w s, fe s ­ tas, au las de g in á stic a e ativ id ad e s d e rec re a çã o p a ra os h ó sp ed es. E s ta ­ das de 7 a 10 d ias, fin ais de sem an a e feriad o s. D iá ria s com p e n são c o m ­

jjjy

j

BIBLIOTECA SE SC Ipiranga. N a Á rea de C onvi­ vência, você encontra revistas diver­ sas sobre os m ais variados assuntos (saúde, esportes, ecologia, m úsica, v í­ deo, cinem a, decoração, m oda), jo r­ nais diários, livros de arte, gibis, histó­ rias em quadrinhos para adolescentes e adultos. À disposição para consulta no local. D e terça a sexta, das 13h às 21h30. Sábado, dom ingos e feriados das 9h às 17h30. G rátis. SE SC C arm o. B iblioteca de Lazer. Doze m il títulos para em préstim os: ro­ m ance, ficção científica, clássicos da literatura. A biblioteca oferece ainda, local para p esquisas escolares, além de jo rn ais do dia e revistas para leitura. D e segunda a sexta, das lOh às 19h. SE SC Pom péia. Livros de arte, ro­ m ances, histórias em quadrinhos e ludoteca. Consultas no local ou em prés­ tim os. D e terça a sexta, das 10h às 20h30. Sábados, dom ingos e feriados, das 10h às 18h30.


Serviços

BRINQUEDOTECAS

SESC Carmo. A unidade está receben­ do visitas de escolas e entidades, que desenvolvam trabalhos com crianças para conhecer sua brinquedoteca. Quin­ tas das 15h às 17h e sextas das 9h30 às 1 lh30. Turmas de 25. Informações pelo telefone 605-9121, ramal 219. SESC Ipiranga. C entral de Jogos: se você adora brincar com seus amigos, com seus filhos, ou então, gosta de en­ frentar desafios, escolha sua m elhor diversão! Vários jogos ficam ao seu dispor na Á rea de Convivência: W ar, Situação Lim ite, D etetive Senha e Im agem & Ação, entre outros. Em ­ préstim os m ediante apresentação da carteira do Sesc ou do R G original. De terça a sexta das 13h30 às 21h30. Sá­ bados, dom ingos e feriados das 9h30 às 17h30. Grátis. SESC Pompéia. Ludoteca: acervo de brinquedos artesanais e industrializados abrangendo a faixa etária de um ano para cima. De terça a domingo das 9 às 19h.

ODONTOLOGIA O serviço de odontologia do SESC oferece tratam entos clínicos e cirúrgi­ cos em odontopediatria, m á-form ação, endodônticos e periodônticos, servi­ ços de prótese e rádio-diagnóstico. As ações na área de odontologia procu­ ram prevenir e evitar problem as de saúde, sendo com plem entadas tam ­ bém por trabalho educacional. SESC O dontologia, SESC C onsola­ ção, SESC Ipiranga.

CENTROS CAMPESTRES SESC Interlagos. Próxim o ao Autódrom o de Interlagos, ocupa área de 500 mil m2 às m argens da R epresa B il­

Serviços lings. P o ssib ilita cam inhadas entre p aisag en s naturais, com bosques de araucárias, p inheiros do brejo, fi­ g ueiras, jato b ás, M ata A tlân tica n a ti­ va, viveiro de plantas, recanto de p e ­ quenos anim ais e lagos com p ed ali­ nhos. Estão à d isp o sição dos v isitan ­ tes sete q uadras p o liesp o rtiv as, três de tênis, dois m in icam p o s de futebol, g in ásio coberto, co njunto aquático com p iscinas para adultos e crianças, qu io sq u es p ara ch urrasco e recanto infantil. N a sede social, sala de leitu ­ ra, ludoteca, terraço s ao ar livre, b er­ çário, restau ran te e lanchonete. A u ­ ditório, p ara ex ibição de v ídeos em telão e o p alco do lago, p ara show s e esp etácu lo s diversos, co m p letam os serviços desta unidade. D e qu arta a d om ingo, das 9h às 17h30. R$ 0,50 (c o m e rc iá rio s m atric .), R $ 1,10 (u su ário s m atric.) e R $ 3,50. D e s­ co n to de 50% p ara crian ças de 4 a 14 anos. E stacio n am en to no lo cal a R$ 1,65. Ô nibus urbanos com saídas da P latafo rm a F do M etrô Jab aq u ara (linha 675 - C entro Sesc) e do Largo São Fran cisco (linha 5317 - C entro C am p estre Sesc). S E S C Itaq uera. 63 m il m 2 de área construída, em 350 m il m 2 de área. O ferece variadas opções de lazer, in ­ cluindo atividades esportivas, artísti­ cas, culturais, recreativas, sociais e de contato com a natureza. Q uadras p o lie s p o rtiv a s , p ista s de co o p er, cam pos de m alha, futebol e bo ch a e p arq u e aquático com 8 toboáguas, além de locais p ara churrascos, fe s­ tas, feiras, show s, exposições, vídeo e leitura. P ara as crianças, o Parque L údico ap resenta os brinquedos O r­ q u estra M ágica, T renzinho C enográfico e B ichos d a M ata. D e qu arta a dom ingo e feriados, das 9h às 17h. O estacionam ento com p o rta 1100 car­ ros. R$ 0,55 (com erciário m atric.), R$ 1,10 (usuário m atric.), R$ 3,50 (v isitante), R$ 1,75 (visitante, sem p arq u e aquático), R$ 0,25 (com er­ c iá rio m atric. in fa n til), R$ 0,55 (usuário m atric. infantil), R$ 1,65 ( estacio n am en to ). Ô n ib u s urbanos

Matrícula com saída da E stação A rtur A lvim (L inha 3772, G leba do Pêssego) e T erm inal São M ateus (L inha 2523F, Jardim H elena).

O cartão de m atrícu la no Sesc é o seu p assap o rte p a ra particip ar, com van tag en s, das várias atividades o fe­ recid as e tam b ém d e sfru ta r das p is­ cinas, q u ad ras e o utros e q u ip am en ­ tos. P ara m atricu lar-se no Sesc são n ecessário s os seguintes d o cu m en ­ tos: C om erciário: c arteira p ro fissio ­ nal, ú ltim o ho llerith , 1 foto 2x2 ou 3x4. E v e n tu alm en te p o d erá ser so li­ citad a xerox d a G u ia de R eco lh i­ m ento G R PS do IN SS, caso não se­ j a p o ssív el id en tificar a ativ id ad e da em presa. P ara m atrícu la fam iliar, o titu la r dev erá ap resen tar os m esm os do cu m en to s e ainda certid ão de c a ­ sam ento, certid ão de n ascim en to dos filh o s m enores de 21 anos e um a fo ­ to de cad a d ep en d en te (esposa e m aio res de 7 anos). A tax a de m atrí­ cu la v aria de acordo com a faixa sa­ larial. A m atrícu la p o d erá ser feita em q u alq u er un id ad e do Sesc e tem valid ad e nacional de 12 m eses. C o ­ m erciário aposentado: carteira p ro ­ fissional, e recib o do banco com o últim o v alo r do b enefício pago pelo IN SS e 1 foto 2x2 ou 3x4. N ão co ­ m erciário s p odem inscrever-se no S esc ap resen tan d o d o cu m en to de id entidade (RG ) e 1 foto 2x2 ou 3x4. Inform e-se na u nidade de. seu in te­ resse sobre restrições e condições especiais d esse tipo de inscrição.


INTERLAGOS

Av. Manuel Alves Soares, 1100 - Tel. 520-9911

IPIRANGA

Rua Bom Pastor. 822 - Tel. 273-1633

ITAQUERA

Av. Projetada, 1000 - Tel. 944-7272

ODONTOLOGIA PAULISTA PINHEIROS

Rua Florencio de Abreu, 305 - Tel. 228-7633 Av. Paulista, 119 - Tel. 284-2111 Av. Rebouças, 2876 - Tel. 211-8474

POMPEIA

Rua Clélia, 93 - Tel. 864-8544

PARAÍSO

Rua Abílio Soares, 404 - Tel. 887-0016

SAO CAETANO

Rua Piauí, 554 - Tel. 453-8288

CINESESC

Rua Augusta, 2075 -Tel. 282-0213

CARMO

Rua do Carmo, 147 - Tel. 605-9121

CONSOLAÇAO TENISESC

Rua Dr. Vila Nova, 245 - Tel. 256-2322 Rua Lopes Neto, 89 - Tel. 820-6454


MCDONALD’S

FUTEBOL CLUBE Um a vez por ano, a rede de la n ch o n etes organ iza um grande cam peonato esp or­ tivo entre seus funcionários na G rande São Paulo. G a­ rantir o lazer e a união en ­ tre o pessoal que veste a ca­ misa do M cD onald’s é o prin­ c ip a l in tu ito do t o r n e io . N ão basta trabalhar. L a z e r e e s­ p o rte são fundam entais. Pensando a ssim , a c a d e ia de lan c h o n e te s M c D o n a ld ’s p rom ove a nualm ente um cam peonato entre suas lojas na G rande São Paulo. H ora de trocar o c o rre -c o rre do a te n d im e n to p elo c o rre-corre nas quadras. E m agosto, portanto, será aberto o 10° T orneio d e F utebol de Salão e V ôlei do M c D o n a ld ’s. O local tradicional dos jogos é o Sesc C onsolação, que se transform a a cada edição do torneio. Torcidas organizadas tom am conta do pedaço, cada um a tentando m ostrar-se m ais anim ada que a outra. A final, há tam ­ bém um prêm io para a m elhor torci­ da. N a luta pelo caneco, vale criar gritos de guerra, inventar coreogra­ fias e agitar os pom pons, no m elhor estilo das cheer leaders am ericanas. “O esporte é um grande agregador do trabalho em equipe” , diz Eduardo R ibeiro, gerente de treina­ m ento do M cD onald’s e organizador do torneio. “Os funcionários se sen­ tem unidos e isso acaba se refletindo no trabalho. O torneio faz com que eles não torçam pela equipe apenas durante os jogos. A o defender seu ti-

Junho/95

Ronald, o boneco símbolo do McDonald’s, também no esporte

m e, o pessoal p assa a v alo rizar o grupo de colegas tam b ém no dia-adia, d esenvolvendo assim m ais am or à lo ja em que trabalham . É um g ran ­ de im pulso à m o tiv ação .” C erca de 70 lo jas e 1.600 fu n ­ cio n ário s (todos a d o lescen tes em id ad e esco lar) são m o b ilizad o s pelo to rn e io , sem p re in au g u ra d o com u m a p a rtid a en tre a direto ria, o nde se co n fro n tam geren tes e co n su lto ­ res. N a ab ertu ra dos jo g o s h á tam ­ bém u m a g ran d e festa, com um a atração m u sical (no ano passad o , o p o p u lar g rupo R aça N eg ra foi o co n v id ad o esp ecial). O torneio dura três m eses e acon­ tece um a m édia de quatro jo g o s por dia no Sesc C onsolação. As partidas são m arcadas durante os horários de

m enor m ovim ento nas lojas da rede, antes das l l h o u -d ep o is das 15h. A m o dalidade m ais procurada, sem d ú ­ vida, é o futebol. O vôlei, o street b as­ ket e o h andebol fem in in o tam bém entram no torneio, m as não com o p ro ­ vas classificatórias. S o b re a p a rc e r ia e n tre o S e sc e o M c D o n a ld ’s n a o rg a n iz a ç ã o do to rn e io , E d u a rd o R ib e iro c o m e n ta : “E s c o lh e m o s o S e s c p o r v á ria s r a ­ z õ e s: a b o a in fr a -e s tr u tu ra , a b o a o rg a n iz a ç ã o , o a te n d im e n to e o c u s to . A lé m d iss o , o S e sc C o n s o ­ la ç ã o e s tá n u m a á re a c e n tra l, o q u e f a c ilita o a c e s s o d o s fu n c io n á rio s ao s jo g o s . C o m a e x p a n sã o da r e ­ d e , e n tr e ta n to , e s ta m o s p e n s a n d o e m re g io n a liz a r as e ta p a s c la s s if i­ c a tó ria s d o to rn e io , e fa z e r a fin a l n o C o n s o la ç ã o . M as c o n tin u a re ­ m o s c o n ta n d o co m o a p o io d as u n id a d e s d o S e s c .”

19


O DESAFIO

DA FOME

Com o as empresas podem contri­ buir no combate à fom e e ao desperdí­ cio de alim entos? Esta é a questão central do sim pósio O Desafio Social da Fome, que o Sesc de São Paulo rea­ liza nos dias 27, 28 e 29 de junho em sua sede, na avenida Paulista. Espe­ cialistas brasileiros e americanos e au­ toridades do governo estarão discutin­ do e trocando experiências sobre o pa­ pel das em presas na otim ização de re­ cursos e no aproveitam ento do desper­ dício, da colheita à distribuição de ali­ m entos pfeparados. O próprio Sesc já trabalha com um modelo de aproveitamento destes recur­ sos, servindo de intermediário entre empresas e instituições que lidam com a população carente. O projeto, batizado

Junho/95


Cena do filme “ Ilha das Flores”, do diretor Jorge Furtado

como M esa de São Paulo, está centrali­ zado no Sesc Carmo, próximo à Prãça da Sé. Efre Antonio Rizzo, gerente do Sesc Carmo e coordenador do projeto explica como funciona a Mesa. “O Sesc busca empresas interessadas em contribuir com sobras de alimentos que ainda este­ jam no prazo de validade ou mesmo com dinheiro (a doação é descontada no imposto de renda destas firmas)” . A co­ zinha do Sesc Carmo, então, prepara uma refeição básica de arroz, feijão e mais um prato de came e a distribui para as instituições. Estas, finalmente, são en­ carregadas de complementar a refeição com verduras e legumes.

Junho/95

Atualmente, são três as parcerias empresa-instituição fechadas pelo Sesc: HVA Promoções e Publicidade e Assis­ tência Santa Fé (que atende meninos de ma), Ultrabox e Jeam e (que também tra­ balha com crianças da praça da Sé) e Transportadora Cometa e Serviço à M u­ lher Marginalizada. “O Sesc já há algum tempo participa de ações para despertar a consciência da população sobre questões importantes como a preservação do meio ambiente, a defesa dos direitos humanos e agora o problema social da Aids, através do Projeto Contato”, diz Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo. “Quanto à fome, já havíamos fei­ to alguns projetos setorizados, como uma vigília no Sesc Interlagos, com centenas de artistas, durante a qual chegamos a co­

letar 100 toneladas de alimentos. A partir disso, começamos a vislumbrar algum ti­ po de atuação mais consequente, mais completa. E passamos a estudar as inicia­ tivas americanas como a Food Chain, que reúne centenas de organismos de captação e distribuição de alimentos nas mais diversas cidades, os food banks, que armazenam alimentos e os distri­ buem, o City Harvest, que ‘colhe’ ali­ mentos e os repassa para asilos e orfana­ tos. Então, lançamos o modelo M esa de São Paulo na cidade.” Segundo Danilo, o simpósio servirá como irradiador de idéias, principalmente a empresas interessadas em participar do movimento contra a fome e o desperdício e que ainda não saibam como colaborar. “Acredito que, se todas as cozinhas indus­ triais da cidade — em escolas, igrejas, res­ taurantes, quartéis, empresas — utilizas­ sem sua capacidade ociosa, minimizaría­ mos sensivelmente o problema da fome em São Paulo. Tudo isso pode ser feito de maneira profissional, com caráter tecnoló­ gico, científico, e inclusive gerando novos empregos”, diz. Vários aspectos do assunto serão abordados no sim pósio, da avaliação das perdas na colheita e pós-colheita no Estado de São Paulo a tecnologias de processam ento, conservação e distri­ buição de alim entos. Profissionais dos Estados Unidos tam bém estão sendo esperados, para m ostrar os m odelos de aproveitam ento de alim entos em seu país. A Central Kitchen, de W ashin­ gton, por exemplo, é um a instituição que prepara alim entos utilizando mãode-obra de desem pregados, e estará re­ presentada no simpósio. O Sesc pretende contar ainda com a presença da primeira-dama, Ruth Cardo­ so, e de Herbert de Souza, o Betinho, líder da Ação para a Cidadania, organização que vem há tempos fazendo uma grande campanha contra a fome no Brasil. Além disso, o simpósio terá a partici­ pação da Secretaria de Agricultura, da Fiesp, do Sesi, do Senai, do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (Ital), do Instituto Mauá de Tecnologia, do Bane o de Alimentos de São Paulo, do Núcleo de Pesquisas em Alimentação da Unicamp e do Sindicato das Centrais de Abastecimento de Alimentos no Estado de São Paulo, em co-promoção com o Senac e a Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

21


esde os anos oitenta, as empresas do Brasil desco­ briram as vantagens de se realizar o marketing es­ portivo. Times de vôlei, bas e futebol, entre outras modalida­ des, passaram a ser patrocinados >or grandes marcas. O resultado em sido um ótimo negócio para os dois lados: as equipes investem nos seus quadros, resultando em belos espetáculos, e os patronos obtémimenso retorno publicitário.

D {


“Alguns ídolos nacionais, a exemplo de milhões de crinças brasileiras, tiveram apenas duas opções: o esporte ou a marginalidade” OLEGÁRIO MACHADO NETO

U m país se faz com hom ens, livros e agora bolas!?! ... “D eus me deu perna com prida e m uita m alícia pra correr atrás da bola e fugir da polícia. U m dia ainda sou notícia” (Chico Buarque)

Eles são todos m uito fortes, des­ conhecem os lim ites do sonho, têm por vocação um irresistível sentido lúdico de ver e viver o m undo, c u lti­ vam os valores da raça e da cultura, am am o esporte. Jogam , dançam e lutam . Lutam de há m uito!

Junho/95

N o B ra sil o e no m u n d o . L u ta m às c la ra s, c o n tra o e scu ro . C o n tra a d isc rim in a ç ã o , o p re c o n c e ito e o rac ism o . A fa v o r d a lib e rd a d e , da d ig n id a d e , do e x e rc íc io p len o da c id a d a n ia . Entretanto, é no esporte e so b retu ­ do no futebol, que a nossa sociedade propõe ao negro e outras m inorias a sua principal, ou talvez, a única o p o r­ tunidade de ascensão social, e co n se­ qüentem ente, a possibilidade de u su­ fruir os bens e os serviços da socied a­ de de consum o. Todavia, essa concepção que enca­ m inha nossas populações m arginaliza­ das à loteria do esporte é, na m elhor das hipóteses, um a visão ingênua de discrim inação. O esporte, entendido com o um es­ petáculo de alta perform ance, integra­ do ao show -business” , é um assunto de talentos, de super-heróis, praticado na sua dim ensão olím pica e profissional, por um a m inoria de atletas com alto ní­ vel de aptidão. R om ário, Z equinha Barbosa, C ar­ m em de Oliveira, M arta, Viola, G ar­ rincha, só para ficarm os com alguns ídolos nacionais, a exem plo de m i­ lhões de crianças brasileiras, tiveram apenas duas opções: o esporte ou a m arginalidade. Felizm ente, alguns pela força irre­

sistível do seu talento, puderam optar pelo prim eiro. A co n q u ista do tetracam peonato de futebol e de inúm eras outras v itó ­ rias em d iferentes esportes, devem os em m uito a esses heróis que trazem ainda nas suas fisio n o m ias, em que pese o carro im portado e a roupa de grife, p osturas e sim p licid ad e de ati­ tudes, que valorizam ainda m ais seus feitos e vitórias, face à origem hu m il­ de de suas vidas. Se ao sul do equador não existe pe­ cado, possuím os chagas sociais e de­ safios m onum entais a enfrentar. C erca de 20% da população com m ais de 15 anos não sabe 1er nem escrever e ape­ nas dois em cada dez indivíduos dessa faixa etária conseguem concluir o en­ sino básico. Som ente 30% das crian­ ças nordestinas tem padrão de cresci­ m ento norm al segundo a O.M .S. Que “nação olím p ica” é essa que, na cida­ de m ais rica do país, São Paulo, 1/3 das crianças m atriculadas na rede ofi­ cial de ensino não têm aulas de Educa­ ção Física por falta de professores, in­ fra-estrutura e têm atestados m édicos de origem duvidosa? O esporte, antes de tudo, precisa ser entendido com o um a m anifesta­ ção cultural de especial significado para o conjunto da nossa população, seja ela rica ou pobre. E levada à cate­ goria de com ponente indispensável na

23


definição do nível de q u alidade de vida de um povo, p recisa ser e n c ara ­ da com o um dos quesitos básicos de um a p o lítica de saúde preventiva. M as não podem os e não devem os confundir os conceitos de prom oção social com a qual o esporte está alta­ m ente com prom etido, por suas carac­ terísticas — cooperação, sentido de equipe, vencer desafios, a ética nas disputas, o convívio em grupo enfim — , com o da ascensão social, dentro de um a sociedade que se pretenda ser ju sta e dem ocrática. D iante desse quadro, onde se d es­ taca ainda, por incrível que possa p a ­ recer, a forte p resença do “m ecenato” estatal e seus m om entos de in te rstí­ cios, qual o papel da iniciativa p riv a ­ da no apoio a clubes, federações, p ra ­ ticantes e com petições esportivas? Via de regra são distantes e às ve­ zes até antagônicos os valores institu­ cionais de organizações e entidades que desenvolvem o cham ado esporte educacional e o de lazer, com os inte­ resses m ercadológicos das empresas que patrocinam equipes, atletas ou eventos. Exem plos como o da Xerox — que no Rio de Janeiro m antém há anos um projeto esportivo de forte con­ teúdo social na favela da M angueira, e em São Paulo, num a ação integrada com a U SP realizando um program a de atendimento esportivo para crianças

24

carentes — são raros e partem de outra lógica em presarial, e não aquela da as­ sociação produto-prom oção esportiva. O s d e p artam en to s de m ark etin g da P arm alat, L eite M oça, T A M , C o ­ c a -C o la , M a rlb o ro , B ra h m a têm co m p ro m isso s com seus d ireto res e acio n istas e trav am v erd ad eira g u e r­ ra co m ercial p o r cada d íg ito de p a rti­ cip ação no m ercad o . T odos, e com razão , q u erem fazer ev en to s no P a r­ qu e do Ib irap u era e não no P arq u e do C arm o ou P iq u eri. E les p recisam v en d er seus p ro d u to s, e o p ú b lico p o ten cial alv o está o nde sem p re e s ­ teve. E a fu n ção social qu e d evem os ex ig ir d essas em p resas está d im e n ­ sio n ad a n a geração de em p reg o s, na pro d u ção de p ro d u to s e serv iço s com q u alid ad e e no p ag am en to de im p o s­ tos. N ão n ec essa ria m e n te no p a tro c í­ nio do esp o rte de alto nível. É inegável que a “Pátria de Chuteiras” hoje tam bém calça tênis para tor­ cer em disputas de “Play O f f ’, Ligas M undiais, Copas de Vôlei e de B as­ quete. Coloca bonés e corre em dispa­ rada para a frente da telinha, assistindo trepidam ente ao “G rand Prix” de Fór­ m ula U m e Form ula Indy. A indústria de calçados fabrica m ais de 120 m i­ lhões de pares de tênis por ano, fatu­ rando cerca de 1 bilhão de dólares. Há portanto um a parcela significati­ va de consumidores-praticantes, espec­

tadores e leitores, aos quais as empresas podem voltar suas estratégias com vis­ tas à ampliação dos seus negócios. M as a ação socioeducativa e cultu­ ral através do esporte deve ser garan­ tida pelo estado e por entidades que, p or questões legais ou vocacionais, assu m iram a resp o n sa b ilid ad e de atuarem na prom oção social e na m e­ lhoria da qualidade de vida da populaçãobrasileira, sobretudo daquelas par­ celas m enos favorecidas. Olegário Machado Neto, ex-jogador de futebol e professor de Educação Feisica, é técnico do Sesc

“O importante, para as empre­ sas, é ter visão de que o esporte não é só um investimento imediato”

LUIZ CELSO DE PIRATININGA “O marketing esportivo no Brasil está sendo conduzido de maneira gradualmente profissional, inspirando-se na experiência

Junho/95


dos americanos, que já estão bem maduros nesse sentido. Acho que não chegamos ao nível ideal, mas já passamos da publicidade estática, as placas nos estádios, para outras formas mais profissionais de marketing. É um setor de amplo desenvolvimento no país. O importante, para as empresas, é ter visão de que o esporte não é só um inves­ timento imediato. Não basta fazer dos jo ­ gadores out-doors ambulantes. Uma em ­ presa que apóia um clube deve estar preocupada com o desenvolvimento da juventude. O São Paulo Futebol Clube, por exemplo, tem um trabalho excelente com a sua escolinha de futebol, que está sendo ampliada por meio de franquias. Conheço ocasionalmente este trabalho, que funciona muito bem e oferece a uma porcentagem de garotos carentes, que mostrem um bom futebol, a possiblidade de desenvolverem sua técnica e toma­ rem-se profissionais. As empresas deve­ riam estar mais atentas a este tipo de ação. A iniciativa privada deve ir à raiz da questão, preocupando-se não só com a fixação da sua m arca mas também com a alimentação, a assistência médica e a educação de futuros atletas, que possam se transformar em personalidades fortes no esportes e, conseqüentemente, bons ‘produtos’ para o marketing. Mas, hoje em dia, no Brasil, não te­ mos grandes especialistas em marketing esportivo, apenas iniciativas ‘picadas’, pouco concentradas. Acredito, porém, que a tendência é de surgir gente interessada e especializada na formação de atletas pro­ fissionais. É uma questão de tempo.” Luiz Celso de Piratininga é presidente da ADAG e professor de Técnicas de Publicidade da USP

“Independente do lado técnico e competitivo, o esporte revelou-se como um grande espaço comercial, um grande vencedor” ROBERTO BENEVIDES “H oje, no m undo inteiro, e co n se ­ q ü e ntem ente no B rasil, o e sporte não tem com o sobreviver pro fissio n al­

Junho/95

m en te sem as em p resas. In d ep e n d e n ­ tem e n te do lad o técn ico e c o m p e titi­ vo, ele se rev e lo u c o m o u m g ran d e e sp aço c o m ercial, u m g ran d e v e n d e ­ dor, p o is está in trin se c a m e n te lig ad o à im a g e m de saúde, su cesso e ju v e n ­ tude. O e sp o rte ten d e a ser o m ais un iv ersal d os e sp etácu lo s. M ais do qu e a m ú sica, j á q u e esta tem seus so ­ taq u es reg io n a is. O esp o rte g lo b alizo u -se de tal m o d o q ue h o je u m c e a ­ ren se, u m ja p o n ê s e u m african o p o ­ d em e sta r a ssistin d o a u m m esm o j o ­ go de fu teb o l ou a u m a m esm a c o rri­ d a d e carros. C o m o su a o rig e m é s e m p re a m a ­ d o ra, a re s is tê n c ia d as e m p re s a s em in v e s tir e m e s p o rte e ra m u ito g ra n ­ de, m as fo i se n d o v e n c id a le n ta ­ m en te , d e u m a fo rm a n ã o o rg a n iz a ­ da. E h o je h á u m a e s p é c ie d e v a le tu d o . U m p ilo to d e F ó rm u la 1 u n i­ fo rm iz a d o , p o r e x e m p lo , c h e g a a se r rid íc u lo : te m lo g o tip o até n o c o ­ to v elo . Iss o c o rta a id e n tific a ç ã o c o m o to c e d o r, o c a ra v ira u m o u t­ d o o r. O s jo g a d o re s d e fu te b o l n ão d ã o m ais e n tre v is ta se m o b o n é d a e m p re s a q u e o p a tro c in a , n ã o h á m ais c a m is a d e fu te b o l se m a m a rc a do a n u n c ia n te . A c re d ito q u e e ssa b a n a lid a d e v á a c a b a r se n d o re v ista . A P a rm a la t n ã o p o d e ria re tira r seu lo g o tip o d a c a m is a d o P a lm e ira s ; é n e c e s s á ria e s sa re d u n d â n c ia ? E a S e v e n -U p , q u e m u d o u a c a m is a do B o ta fo g o ? O q u a n to iss o p ro d u z de b e n e fíc io a u m c lu b e ? O u tro a sp ec to c u rio so d o m a rk e ­ tin g e s p o rtiv o n o B ra sil é q u e a p ró ­ p ria o p e ra ç ã o d e m ark e tin g a c ab a se to rn a n d o lu cra tiv a . A p ro v e ita n d o -s e d a b a g u n ç a d o s d irig e n te s d o s c lu ­ bes, q u e m in v e ste n ão só c o lo c a d i­ n h e iro c o m o a c a b a to m a n d o d e c i­ sõ es q u e d e v e ria m c a b e r à d ire to ria . A P a rm a lat, p o r ex e m p lo , re ssa rc iu seu in v e stim e n to no P a lm e ira s v e n ­ d e n d o o p a sse d o s jo g a d o re s . T e r su a m a rc a a sso c ia d a a u m tim e d e ­ v e ria b a s ta r p a ra u m a e m p re sa, m as e la a c ab a ten d o os lu cro s q u e d e v e ­ ria m ser do c lu b e. O u tra c o isa qu e os c lu b e s têm d e e n te n d e r é q u e o u so d e su a c a m isa co m o esp aç o p a ra p ro p a g a n d a v ale m u ito m ais do qu e se co b ra. E m ais: e s sa q u an tia, no B rasil, é m iste rio sa . E m q u a lq u e r o u tro p aís se sab e q u a n to u m a e m ­ p re sa in v este n u m clu b e. A q u i no B ra sil é u m m isté rio , u m seg red o .

Bom , voltando ao m arketing em si, não acredito que todos os que estejam associando sua m arca ao esporte consi­ gam de fato passar sua m ensagem co­ mercial. Se eu fosse um gerente de mar­ keting, pensaria se o logotipo num a ca­ m isa ou num boné é a form a m ais efi­ ciente de se fazer propaganda. U m exem plo disso aconteceu na Copa. A Coca-Cola era a patrocinadora oficial da CBF, m as acredito que quem se deu me­ lhor foi a Brahm a, contratando boa par­ te da seleção para sua cam panha, mes­ m o sem ter a m arca na camisa, o que, aliás, é proibido nos jogos da Copa. E ssa in sistê n c ia n a cam isa, a m eu ver, é b u rra e c ô m o d a. A verdade é que, d ep o is d a resistê n c ia in icial, ho­ je to d o s q u e re m faz e r m ark e tin g e s­ p o rtiv o , m as sem n e n h u m a regra, sem n e n h u m p lan ejam en to . N ão há m u ita in te lig ê n c ia n a ação. E acaba to d o m u n d o fazen d o a m esm a c o isa .” Roberto Benevides, jornalista, é editor de esportes e colunista de 0 Estado de S. Paulo

“Há maneiras mais sutis, mais elegantes e mais sábias de se investir em esporte”

ROSE SALBIVA “E sp o rte é m u ito bom . V italiza, m o d ern iza e re ju v e n e sc e a im agem de u m a em p resa. M as o que os em ­ p resá rio s não sab em é in v estir. Q u e­ rem resu lta d o s im ed iato s. N ão fazem in v estim e n to . F azem ap licação . C o ­ m eçam a c h am ar o tim e com o nom e da em p resa, d eix an d o o to rc e d o r d e s­ no rtead o . Com o a filosofia de m arketing es­ portivo no Brasil é extrem am ente imediatista e a curto prazo, raram ente você vê um a em presa dando apoio total a um a equipe. É importante, por parte do investidor, entender que ele está apoiando um a equipe de competição, que pode ganhar ou perder. Se ela perde, o que geralm ente acontece é a em presa querer

25


cortar o patrocínio. O tim e de basquete da Hortência, por exemplo, eu já nem sei mais como se chama. O utra falh a que rec o n h e ç o no m arketing esportivo é a insistência do uso do logotipo no uniform e dos jo ­ gadores. V ocê vê o sujeito dando um a entrevista e ele está com o boné ou a cam iseta da em presa. O telespecta­ dor, o leitor e o torcedor não são o bri­ gados a ‘com prar’ aquela inform ação por tabela. Há m aneiras m ais sutis, m ais elegantes e m ais sábias de se in­ vestir em esporte. Os clubes e seus atletas, portanto, deixaram de ser um a instituição nacional para serem um a gôndola de superm ercado. O p atro ci­ nador de esporte não tem m edida de com unicação. De qualquer form a, acredito que investir em esporte e cultura seja fun­ damental. No caso da cultura, é preci­ so ter m ais cuidado ainda, para não as­ sociar seu nom e àquelas coisas que fi­ cam bregas m uito rápido, desde Chitãozinho e X ororó e toda essa caipirada a festa no Gallery. O esporte não. Por mais perna-de-pau que seja, sem ­ pre reúne um bom núm ero de pessoas interessadas. Mas o importante, por parte do em­ presário, é ele ter a consciência de que não está se transformando em diretor de um clube porque nele investe. E é o que mais acontece: o anunciante se sente

26

dono da equipe e usurpa o direito de ser patrocinador. É um jeito muito antigo de se anunciar, como na TV dos anos 50, quando o nome do program a levava o nome do produto, tipo Teatro Colgate.”

Rose Saldiva, publicitária, é diretora da Saldiva e Associados

“Como tudo em comunicação, tem que haver um aproveita­ mento total da estratégia assumida”

ÊNIO MAINARDI E=mc2. Que é isso? A fórm ula da relatividade de Einstein? Nessa, estou fora, não entendo patavina. M arketing esportivo? Se é o que a Parm alat faz, confesso igual ignorância. O pouqui­ nho que eu sei é que a Parm alat tem ex­ periência trazida de outros países, nes­ sas m anobras de com prar o passe de jo ­ gadores, em prestá-los ao Palm eiras,

prom over esses nom es, tornando-os ainda mais fam osos, bancar as despe­ sas, faturar a associação como nom e do tim e — e depois ainda se ressaciar ven­ dendo o passe dos antigos contratados. Isso não é atividade de agência de pro­ paganda. Aliás, nem me parece que um a jogada desse tam anho possa ser in­ term ediada sequer por um a em presa de prom oção de vendas independentes da empresa. Quando a Parmalat, o Leite M oça, o Banco do Brasil se decidem pelo m arketing esportivo, estão fazen­ do opção por um a determ inada estraté­ gia de guerra, que exige um general Rom mel — com seus seus tanques, sua logística, seu deserto. N ão é coisa para am adores. Nem nada que se possa fazer só um p ouqui­ nho. Em m inha opinião, vale pouco patrocinar um a cam isa de futebol — e não com prar a transm issão dos jogos pela TV. Igualm ente irrelevante botar um nom e num spoiler de Fórm ula 3 , e só. Com o tudo em com unicação, tem que haver um aproveitam ento to­ tal da estratégia assum ida, sem deci­ sões pela m etade. Se é fazer m arke­ ting esportivo, que se faça no lim ite, radicalm ente. Acho que tem , aliás, um a confusão engraçada entre anunciar em progra-

Junho/95


mas de esportes e assum ir o m arketing esportivo. No prim eiro caso, trata-se de um a decisão de m edia. No outro, um am plo conjunto de atividades, com o com prom etim ento, digam os, fi­ losófico da em presa — o presidente tem que cutar o pênalti sim. Se espera que produtos com o tênis, bolas, uni­ form es etc. façam m arketing esporti­ vo. M as, e um produto de consum o? Gatorade, por exem plo, está ju nto do esporte. E um chocolate, deveria es­ tar? Um iogurte? É um a questão de bom senso, e conhecim ento. Outro dia, falando com o M atinas Suzuki, diretor executivo da Folha, ele me explicou que havia de escrever nas outras editoras, para fazer colunism o esportivo. Isso porque as pesquisas ha­ viam detectado que os únicos grandes eventos, no mundo, hoje, são os espor­ tivos. Acabou o cinema. Acabou o rock. As bienais de artes plásticas. So­ braram os heróis do esporte. E ele quis se antecipar ao futuro, botando todas as fichas nessas perspec­ tiva de ebulição do esporte. E as gran­ des empresas, depois dos anos 80, pa­ rece que tam bém estão indo nessa dire­ ção. Pensando bem,acho que vou ter que aprender esse negócio de m arke­ ting esportivo. Senão vou virar um dinossauro . Se já não sou um.

Enio Associados

“Hoje o torcedor discute o patrocínio de seu time com a mesma paixão com que discute a escalação dos jogadores e a tática do técnico” ANDRÉ SENADOR “A união da B asf com o Corin­ thians, através da m arca Suvinil, co­ m eçou em janeiro deste ano, quando apoiam os a Copa São Paulo de Futebol

Junho/95

Júnior. Com o obtivem os bons resulta­ dos — p ara nossa sorte, o tim e foi cam ­ peão e alguns dos jogadores estão ago­ ra no tim e principal — decidim os es­ treitar nossas relações com o clube e fe­ char um contrato de patrocínio com o tim e de profissionais e aspirantes. A em presa já tem um a certa tradi­ ção em m arketing esportivo, interna­ cionalm ente e aqui no B rasil tam bém. Lá fora, patrocinam os os corredores M ichael A ndretti e Nigel M ansell, na Form ula Indy, e os tenistas Boris B ec­ ker e Steffi Graff, isso quando eles ain­ da eram desconhecidos. No Brasil, apoiam os um a equipe de ciclism o de M auá, no estado de São Paulo, que con­ seguiu projeção internacional. Tam bém patrocinam os o tim e de futebol do San­ tos durante um a tem porada. Percebem os que o m arketing espor­ tivo no B rasil cresceu m uito, e se tor­ nou um a ótim a ferram enta de publici­ dade, pela visibilidade que oferece à m arca. Além disso, hoje o torcedor dis­ cute o patrocínio de seu tim e com a m esm a paixão com que discute a esca­ lação dos jogadores e a tática do técni­ co. A opção pelo C orinthians, então, deu-se pela popularidade do tim e, que tem um a das m aiores torcidas do país. Estam os satisfeitos com o investi­ mento, que não é pequeno, m as tem da­ do m uito retom o. Ao patrocinar esporte, você fala com as m ultidões, e por isso escolhem os a Suvinil, um a m arca popu­ lar, top o f m ind no seu segmento, para associar à im agem do Corinthians. Já quando trabalham os com patrocínio cultural, usamos o conceito corporativo, porque a B asf é um conjunto de quase vinte diferentes divisões dé m ercados industriais. E, no caso da cultura, esta­ mos nos dirigindo a um público form a­ dor de opinião. Através do esporte, a em presa de com unica com a massa. A contece que, só de uns tem pos pa­ ra cá, as em presas brasileiras com eça­ ram a se interessar por este potencial popular do esporte. O m arketing espor­ tivo era um a atividade incipiente há um a década. E acredito que o interesse das grandes em presas em apoiar as equipes de alto nível tam bém acabará beneficiando o atleta amador, pois em ­ presas m enores, com m enos poder de investim ento, tam bém vão querer parti­ cipar deste m ovim ento. O m arketing esportivo, portanto, ca­ m inha a passos largos no Brasil. Mas ainda esbarramos em alguns obstáculos:

as em issoras de TV insistem na idéia de que m ostrar o boné ou a cam isa do atle­ ta com a m arca de um a em presa é m era publicidade gratuita. Quando o Viola, por exemplo, dá um a entrevista, a G lo­ bo não m ostra sua camisa. N esse sentido, os am ericanos estão bem m ais avançados; eles têm cons­ ciência de que o esporte patrocinado é um esporte forte, que vai atrair m ais es­ pectadores e vender m ais jornais e re­ vistas. O atleta, por sua vez, vai ser m e­ lhor rem um erado. É um ciclo onde to­ dos saem ganhando.” André Senador é gerente de comunicação social do Grupo Basf

“A visibilidade de uma marca nesses eventos é impressionante e, além do mais, a associam com uma imagem saudável”

ZEZITO MARQUES DA COSTA “O Brasil está se profissionalizando bastante no cam po do m arketing espor­ tivo. Hoje se vê que o retom o deste tipo de investim ento é um a barbaridade, mas serve m ais para divulgar um a m arca do que um conceito. D e qualquer forma, o esporte é um veículo que tem se m ostra­ do excelente, tanto o futebol como o vô­ lei e as corridas. A visibilidade de um a m arca nesses eventos é impressionante e, além do mais, a associa com um a im agem saudável e de paixão do torce­ dor pelo seu tim e ou seu ídolo. C om a chegada da TV a cabo, com novas m ídias eletrônicas, vários canais a serem explorados, acredito que as em presas tam bém passem a se interes­ sar em patrocinar novos program as es­ portivos, com custos m ais baixos que num a grande em issora. Esta seria um a ótim a alternativa para quem pretende investir em esporte. E isso tudo vai ser m uito bom para o esportista, para a em ­ presa e para o espectador.”

Zezito Marques da Costa é publicitário

27


S

e n s ib iliz a r a p o p u la ç ã o p a ra o p ro b le m a d a A id s é o p rin c ip a l in tu ito d o P r o je to C o n ta to , in a u g u ra d o n o d ia I o de ju n h o . P a ra tan to , n e n h u m a m e n s a ­ g e m a la rm is ta e s tá s e n d o d iv u lg a ­ da. T a m p o u c o o C o n ta to , e m su a p rim e ira fase , tem o p ro p ó sito de d o u trin a r o p ú b lic o . O o tim is m o , a so lid a rie d a d e e a lu ta c o n tra o p r e ­ c o n c e ito e m re la ç ã o aos so ro p o s itiv o s são as m arc a s f u n d a m e n ta is da cam panha. O p rim e iro p a sso foi d a d o no dia I o, qu a n d o a c id a d e de S ão P a u lo am a n h e c e u c o lo rid a p o r 100 o u t­ d o o rs (em e s p a ç o s c e d id o s p e la

28

C e n tra l d e O u td o o r), a ssin a d o s p o r 28 a rtista s p lástic o s, c o n v id a d o s p e ­ lo S e sc a c ria r u m a o b ra in é d ita s o ­ b re o tem a , u tiliz a n d o a té c n ic a b i­ d im e n s io n a l d e s u a p r e f e r ê n c ia . “P e d im o s p a ra q u e ele s e n c a ra s s e m o a ssu n to d e u m a fo rm a o tim ista, m as q u e c h a m a s s e m a te n ç ã o , fo s ­ sem p o lêm ico s. E q u e e n fa tiz a s s e m a id é ia d e q u e os v itim a d o s p e la d o e n ç a p rec isam te r c o n ta to c o m a s o c ie d a d e ” , d iz M ilto n S o a res de S o u za, g e re n te a d ju n to d o S esc C a r­ m o e c o o rd e n a d o r d o p ro je to . A lg u n s d o s a u to re s d o s o u t­ d o o rs são A ld e m ir M a rtin s , T o m ie O h ta k e , M a n a b u M a b e , A n to n io

H e n riq u e A m a ra l, S iro n F ra n c o , J o s é R o b e rto A g u ila r, Iv a ld G ra n a to , Ia n e lli, C a rm e la G ro s s , M a ria B o n o m i e C la ú d io T o z z i. T o d a s as o b ra s o rig in a is e s tã o e x p o s ta s n a g a le ria d o S e s c P a u lis ta a té 15 d e ju n h o . A lé m d iss o , e s ta s te la s f o ­ ram im p re ss a s e m c a m is e ta s e p o s ­ ta is , c u jo lu c ro d a s v e n d a s s e rá re ­ v e rtid o a g ru p o s d e p e s q u is a ou a p o io às v ítim a s d a A id s. O p a s so s e g u in te d o C o n ta to é o C e rim o n ia l N o m e s, q u e a c o n te c e n o d ia 4, a p a rtir d as l l h s , n o P a r­ q u e d a In d e p e n d ê n c ia , Ip ira n g a. Lá, s e rã o e x p o s to s a p ro x im a d a m e n te 1 .6 0 0 “ ta p e te s ” (p a in é is d e p a n o )

Junho/95


Obras de Manabu Mabe (no alto,à esquerda); Cláudi Tozzi, Ivald Granato (no alto à direita) e Emanuel Araujo: out-doors/na cidade

c ria d o s ao lo n g o d o m ês p a s sa d o em d iv e rs a s u n id a d e s do S e sc e p o r g e n te r e u n id a p o r c e rc a de v in te O N G s . E m c a d a “ t a p e te ” , u m a p e s so a r e v e re n c ia a m e m ó ria de u m a m ig o , p a re n te ou c o n h e c id o v itim a d o p e la A id s, c ria n d o um d e s e n h o , u m a p in tu ra , u m a c o la ­ g e m , e e s c re v e n d o o n o m e d o h o ­ m e n a g e a d o , c o m as d a ta s d e n a s c i­ m e n to e m o rte . C a d a o ito d e s te s ta ­

Junho/95

p e te s fo rm a m u m a c o lc h a d e 3 ,6 0 m p o r 3 ,6 0 m . E o s n o m e s d e c a d a u m d o s a id é tic o s s e rã o lid o s d u ­ r a n te o c e rim o n ia l. “C o m e ste ato sim b ó lico , p ro cu ­ ram o s c h a m a r a a ten ção d as au to ri­ dad es e d a so cied ad e c iv il p a ra o p ro ­ b lem a ” , e x p lica M ilto n , j á ad ia n ta n ­ do u m a se g u n d a fase do C ontato. O Sesc está crian d o u m a cen tral p a ra aten d im en to às em p resas. “V am o s tra b a lh a r co m o u m a e sp écie d e facilitad o r de in fo rm açõ es. A s em p resas in teressad as em p a le stra s so b re a A ids p a ra seus fu n cio n ário s p o d erão nos p ro cu rar. E nós in d icarem o s m é­ d icos ou p esso as e sp ecializad as p ara

fala r so b re o tem a. P a ra isso, criam o s u m fo lh e to básico , co m lin g u ag em b e m sim p les e co m tex to ap ro v ad o p e la S ecre ta ria E stad u a l d e Saúde, ex p lic a n d o c o m o se p e g a ou não o vírus. In felizm en te, m u ita g en te ain ­ d a p e n sa q ue p o d e ser c o n tam in ad a sen tan d o n o m esm o lu g ar o nde um so ro p o sitiv o sen to u .” A lé m d isso , e s p e ra -se q u e e sta p rim e ir a e x p e riê n c ia d o C o n ta to s irv a c o m o im p u lso e se m u ltip li­ q u e p o r v á ria s c id a d e s b ra sile ira s. “É im p o rta n tís s im o d e ix a r a p o p u ­ la ç ã o c o n s c ie n te ” , a firm a M ilto n . “H o je n ã o se v iv e sem te r d e p e n s a r n a A id s .”

29


CORNO DE FICCAO

L A U R O

eritíssimo juiz, senhoras e se­ nhores jurados: naquele dia, quando ele chegou até mim, já estava muito abatido, magro, cheirando a álcool, os olhos denunciando a tragédia iminente... — Você está péssimo, Edgar! — Só você pode me salvar. Ela está me traindo! — Quem?! — Minha mulher! — A Clara?! Não pode ser, você está en­ ganado... A Clara é a mulher mais íntegra que eu conheci em toda a minha vida! — Você tem lido os últimos livros dela? Entendi. Ele estava se sentindo expos­ to publicamente pelos últimos romances da Clara. A que nível chega a cabeça de um cara machista! — Machista, eu?! Eu sou um marido ultrajado, um desgraçado! Caí na gargalhada. Não resisti, caí na

30

C E S A R

gargalhada e logo me recompus porque o estado dele inspirava respeito. — Ela me trai, meu amigo! Ela me trai da maneira mais repugnante: joga na minha cara todos os detalhes da trai­ ção! Pior! Joga na cara do mundo que eu sou um corno! — Absurdo! — Veja o que ela fez comigo! Há vin­ te anos atrás eu era um vitorioso, um en­ genheiro bem-sucedido! O que eu sou ho­ je? Objeto de escárnio, de gozação por to­ da parte onde passo... Estou liquidado, ela me destruiu, sutilmente... primeiro um conto... depois uma novela, depois um ro­ mance... outro... outro... Nas empresas por onde eu passei, muitas vezes via os li­ vros dela nas mãos das secretárias... e sempre havia um risinho de mofa para meu lado. Isso foi minando minha digni­ dade, foi destruindo o respeito dos meus colegas, dos meus superiores... Enquanto o mundo ri de mim, aplaude a Clara! Dá-

M U N I Z

lhe prêmios, coloca-a na lista de best-sellers! Ela é a grande Clara D’Almada! E eu? Um engenheiro falido, burocrata de uma pequena empresa, avacalhado, hu­ milhado, exposto à galhofa! — Eu nunca associei Clara às suas personagens! — E os detalhes dos livros? — Ficção! Ficção pura! — Com aquele nível de detalhes, você vem me dizer que aquilo é ficção pura? — O grande ficcionista é assim... consegue fazer crer que tudo o que des­ creve é vida, é realidade! Ela é uma grande escritora, vai fundo na alma das personagens... principalmente das per­ sonagens femininas... — E de onde ela retira toda a expe­ riência? — Quando muito você pode falar em... em sublimação... O nível de detalhes não significa que ela tenha testado na pele ou no corpo a experiência de suas personagens.

Junho/95


— Durante anos eu pensei assim. E todos que me cercavam fingiam acreditar também nisso, por respeito a mim, por piedade... Mas no fundo, mesmo vocês, os intelectuais, relacionavam as aventuras das personagens com a vida secreta da minha mulher. — Você está doente, Edgar! Está exa­ gerando tudo. Os livros dela refletem seu nível agudo de observação, imaginação, não necessariamente sua vivência. Li to­ dos os seus livros e sempre achei que a fon­ te de inspiração dela é a literatura, o tea­ tro, o cinema... — Então você também pensou nisso! Na fonte de inspiração! — Que pode ser muito variada... pode ser até a eventual confissão de uma amiga... — Você não leu todos os livros. — Obras completas! Ela fala de mu­ lheres que amam intensamente, fala de paixões e frustrações amorosas, fala de... — Sexo! — Fala de sexo... — Com requintes de detalhes que não exerce comigo! Então exerce com quem?! — Não acho que os detalhes sejam as­ sim tão excepcionais... — Comigo ela faz sexo por obrigação, evita ao máximo se dar a mim. Quando eu consigo envolvê-la na cama, sabe como ela se comporta? Fecha os olhos e mantém-se imóvel, calada. A Clara na cama não tem nada a ver com suas personagens na ca­

Junho/95

ma! Onde então, diabo, ela vai buscar tan­ tos detalhes? — Não me lembro de nada tão arro­ jado assim nas cenas de sexo de seus ro­ mances. — E porque você não leu o último, este aqui que ela está escrevendo... Edgar tirou do bolso do paletó um ma­ ço de papéis muitas vezes manuseado. — O novo romance?! — Fiz uma cópia, de madrugada, en­ quanto ela dormia. Ela nunca me permi­ tiu 1er seus romances antes que chegasse ao fim. Aqui está, meu amigo, a prova do crime, a prova do adultério! A partir dis­ so eu posso denunciá-la! — Isso é censura, Edgar! Você não tem este direito! — Como não tenho este direito?! Sou o marido dela! Quando ela não era nin­ guém, eu ganhava sozinho o dinheiro do nosso sustento! Hoje ela ganha muito mais do que eu, praticamente sustenta a família ou, mesmo, me sustenta... mas no início, você deve se lembrar... Eu trabalhava co­ mo um louco para que ela pudesse se dedi­ car à sua literatura, às suas pesquisas, co­ lher “experiências”... — Ainda assim você não tem o direi­ to de impor a ela um código de compor­ tamento que amarre sua criatividade! — E minha filha...? O que vai pen­ sar o noivo da minha filha quando 1er este romance? — Deixa de ser burguês, Edgar!

— Burguês... o burguês que virou cha­ cota, que perdeu o rumo na profissão... O burguês que perdeu até o nome... o mari­ do de Clara D’Almada... Ele começou a chorar como uma criança... Como entender o que este ho­ mem estava vivendo? — Você precisa se tratar, Edgar. Vou te levar a um amigo meu, analista. — Analista? Você quer me levar a um terapeuta pra eu aceitar candidamente o meu corno? — Não é isso, Edgar! — É isso, sim! A terapia vai te aneste­ siando, te integrando na hipocrisia geral! Freud faliu como Marx! Daquela trinca de gênios, só restou Darwin... Antes da psica­ nálise, as coisas se resolviam de forma mais direta: os ofendidos lavavam sua honra num duelo, os cornos dignos resol­ viam o assunto com um tiro! — Um tiro?! — Leia isso, amigo, vê se ela não mere­ ce um tiro. Ele me entregou aquela papelada e eu comecei a 1er com certa voracidade no meio de uma página qualquer, no meio de um parágrafo que... que realmente impres­ sionava! Era um passo à frente na obra de Clara, uma guinada de estilo, uma lingua­ gem mais contundente, feroz! — Vê? Vê? É a história de uma mu­ lher apaixonada, que quer reconquistar o marido que anda procurando aventuras com mulheres mais jovens. E o que ela

31


CORNO DE FICCflO L A U R O

C E S A R

faz? Vai aprender com as prostitutas ou os garotos de programa as artes do amor, os requintes do sexo, feito de maneira total, sem limites... O que você está lendo, aí? Eu estava absolutamente tomado por aquele parágrafo! Comparado àquele tre­ cho, Henry Miller ficara tímido, compor­ tado! Com que riqueza de detalhes a per­ sonagem Manuela se relacionava com um japonês que contratara para lhe ensinar as técnicas mais refinadas do sexo em toda a sua dimensão... — Que trecho você está lendo? — A seqüência do japonês... — ... a língua de Manuela, no freio do pau do japa! Ele compara o freio de seu pau ao clitóris dela! Aquela linha de pu­ ro erotismo que sai do extremo da cabe­ ça do pau e desce até se desfazer na pe­ le... como a linha do grelo que se desfaz nos grandes lábios da xota. O prazer pro­ vocado pela suavidade da língua, corren­ do pela linha erótica com insistência e técnica apurada, inicialmente muito su­ til, quase o prazer infantil, depois num crescendo de movimentos, se elevando a níveis de êxtase incontrolável, até atingir uma explosão de gozo total!... Onde ela foi buscar essa subliteratura? Não era subliteratura! A Clara usava uma linguagem crua, direta, com requin­ tes inusitados de detalhes. Apesar de algu­ mas palavras vulgares, o contexto era pu­ ro envolvimento, que misturava poesia a um quase e inevitável apelo sensorial...

32

M U N I Z

Uma forma de descrição tão instigante que levava ao paroxismo! — Você está excitado! Continuei a 1er com avidez, sem conse­ guir me deter! Edgar me arrancou os pa­ péis da mão! — Você está excitado! — Eu ?! Eu não! — Você ficou excitado com a minha mulher! — Não ! Não ! Não é com a sua mulher! — Ficou excitado com o que ela escre­ veu! E todos os homens que lerem isso vão sentir o mesmo tesão que você sentiu! Eu sou ou não sou um corno?! — Não, não é! Isso aqui é ficção! — Corno de ficção não existe! Eu queria continuar a 1er aquela pági­ na. O Edgar bem poderia me emprestar... me emprestar a Clara... não, a Clara não!... quero dizer... a Manuela, o livro! A perso­ nagem era mesmo uma especialista em... — Vou matar a Clara. — Não é a Clara quem está na cama do japonês, é a Manuela. — Eu não posso matar a Manuela. Vou matar quem criou a Manuela. A me­ nos que você consiga convencer a Clara a destruir este romance! — Não! Isso eu não vou fazer! — Ela te ouve, você sempre foi o maior crítico da obra dela... — Isso é literatura da melhor qua­ lidade! — Dane-se a literatura! Mais vale a

minha dignidade! Ela vai morrer! Correu como um possesso para a por­ ta, eu corri para o telefone, onde está o nú­ mero da Clara? Droga! Eu devia saber de cór este número... Onde eu deixei a agen­ da? Meu Deus, eu preciso avisá-la... 564... não... disquei errado... 534... Está ocupa­ do, merda! Perdi muito tempo até fazer a ligação. — Alô, por favor, quero falar com a Clara. — Mamãe está na cozinha fazendo um bolo para o aniversário do papai... — Chame sua mãe... É urgente! — Alô! Meu querido! Quanto tempo! — Clara... saia já de casa! — Sair de casa ? Por quê? — Depois te explico... — Não estou entendendo. — Faça o que estou dizendo! — Tenho que terminar o bolo pro aniver­ sário do Edgar... O que está acontecendo? — O Edgar enlouqueceu! — O Edgar está chegando em casa, agora. Você quer falar com ele? Ouvi um tiro seco. — Meritíssimo juiz, senhores jurados. Vários trechos do romance de minha ami­ ga foram lidos neste tribunal como prova da defesa, provocando reações, escandali­ zando. Publicados nos jornais, fora do con­ texto da obra, vulgarizaram o talento de Clara D’Almada... No júri havia quatro mulheres e a elas di­ rigi meus olhos enquanto terminava meu de­ poimento, como testemunha: — Flaubert está de novo no banco dos réus, em pleno final do século vinte! Quem está sendo julgado aqui não é o réu, mas um livro. Absolver o réu significa conde­ nar uma obra-prima... — Dispensamos suas observações pes­ soais, interveio o juiz. Edgar foi absolvido por unanimidade do conselho de sentença. Reintegrou-se ao trabalho e está ganhando muito dinheiro como sócio de uma construtora. O editor es­ tá lutando para publicar o livro inacabado de Clara, mas a família não autoriza. Pelo pouco que li, tenho certeza de que o livro é um marco na obra de Clara. Quando vou poder ter este romance em mi­ nhas mãos? Dizem que a única cópia per­ tence a Edgar, que dorme todas as noites abraçado à papelada... ... ou com o livro entre as coxas...

Lauro César Muniz é dramaturgo, novelista de televisão e roteirista de cinema

Junho/95


wmmi N í B A L “Rir é a sensação mais gostosa do mundo”. “Rir é melhor do que chorar”. Rir é ... Quantas frases feitas povoam minha mente desde que o Miguel inven­ tou essa história de que eu deveria es­ crever algo engraçado para publicar. Contar é muito fácil. Escrever é que são elas. Não acho nada engraçado. Só pode ser autocensure ou bloqueio. Por dias fiquei com esse peso na cabeça. Não achava nada engraçado. Decidi desistir, ou adiar para uma próxi­ ma oportunidade. Tentei mas não deu. O Miguel estava irredutível. — Deixa de bobagem, disse ele, conta alguma coisa que aconteceu nas film agens que são sempre engraçadas ou então dos artistas, que são muito engraçados nas film agens. — Você já vivenciou tantas situa­ ções, com tantos comediantes, que pra você isso é mole. — Mole coisa nenhuma, eu estou sentindo a coisa mais dura . Dura até demais para o meu gosto. Ele bateu mais fundo. — Não tem a quela história e n g ra ­ çada da X uxa no film e A m o r e stranho Reagi de forma incisiva. — Deixa isso pra lá. Você quer bo­ tar lenha na fogueira, agora que somos amigos novamente. Mui amigos. Sem saída, começo a puxar pela memória, e disparo. — Tem uma de Adele Fátima no Histórias que nossas babás não conta­ vam com um anão que é demais. Miguel reage eufórico. — Então tá resolvido. — Não, pode pegar mal ... Tem es­ sa coisa de minoria. Ele não se dá por vencido e cutuca novamente. — Pode ser, então, aquela do último dia da filmagem de Mulher Objeto entre a Helena Ramos e o Uno Leal Maia. — Não é fácil. Tem que explicar to­ dos aqueles antecedentes. É melhor pensar em outra. — Poderia ser aquela que eu vi insi­

Junho/95

M A S S A I N I

nuada numa revista de fofoca entre Mo­ nique Evans e Tarcísio Meira nas film a­ gens do Eu que tinha aquele grupo de mulheres lindas, já em llhabela. — Não, você está louco! O Tarcísio, além de grande amigo é tam bém, meu padrinho. E a G lória é minha madrinha também. Vai dar confusão. Até explicar tintim por tintim. O silêncio tom a conta outra vez. Tí­ mido, começo a pensar em voz alta. — Tem aquela entre a Leila Diniz e o Maurício do Valle no Corisco, o D ia­ bo Loiro. — É, essa é legal, até dava. — Dava ? — É, dava. Pensando melhor, eles já não estão mais entre nós. É melhor brincar com quem tá vivo. Miguel procura me ajudar. — Não tem aquela do G rande Otelo atrás da Malu em plena Padre João Manuel? — Tem, mas a justificativa é a mesma. — Então aquela da Dercy puxando o cabo de aço da bolsa na Brigadeiro Luiz Antônio. Ela esta vivíssim a. — É por isso que não dá. Ela vai gastar todo o repertório dela em cim a de mim. Já pensou? Miguel insiste. — Eu já vi você contar aquela do Mazzaropi com o David Cardoso. Vai ser um riso só. — Não vai, porque como é que vou imitar os gestos e o sotaque do Mazza­ ropi e a cara do David Cardoso. Só ao vivo ou filmando. Miguel não me deixa escapar. — Então conta uma sua. É, aquela das film agens de Já não se faz am or com o antigamente. — Você está louco? Quer que eu apanhe outra vez? Tá todo mundo vivo aí. Vai ser bolsada por todos os lados.

N E T

Até hoje me lembro do galo na cabeça. — Então conta aquela da longa dis­ cussão com o chefe da censura que queria cortar o som de “quer ver o meu peru” do film e A super fêmea. — Essa foi inusitada. O homem queria cortar “quer ver o meu peru” de qualquer jeito. Mas vou escrever sobre a censura? Isso me irrita. Dá mais para chorar só de lembrar do que pra rir. Só se for pra rir de desgraça. Eu fui a loucura. Expliquei sobre es­ tarm os falando da ave e não do pinto, quer dizer, do pau e que eu não sabia como ele cham ava o membro dele ... Miguel da o xeque-mate. — Será que a autocensura não é pior? Tem gente que não consegue mais escrever por causa disso. Entendi onde ele queria chegar. — Deixa de provocação. Acho me­ lhor contar uma piada, como fez o Aldem ir Martins. Meus amigos, o Peir Luigi e o José Sá, têm um repertório enorme. E, é só escolher ou então xe­ rocar algum a coisa dos livros do Chico A nísio ou Casseta e Planeta ou então pegar algum a passagem citada no livro de Nicole Puzzi. Miguel não deu chance. — Não acho. Melhor ser uma coisa sua,que tem a ver com você . Uma coi­ sa original, brilhante. Sem saída, concordei timidamente. — Tá bom, vou te n ta r. — Tentar coisa n e n h u m a . Segunda feira pela manhã eu mando retirar, por­ que tem os que fechar a revista. Na m adrugada de segunda-feira M arineida invade meu escritório assus­ tada com o barulho que ouvia. —Que é isso? Enlouqueceu? Por que está batendo com a cabeça na parede? Desesperado, disfarcei. —Quero ver se ele pega no tranco. Rindo do meu desespero, ela fecha a porta suavemente e solta o veneno. —Conta aquela do papagaio. ANÍBAL MASSAINI NETO é

produtor de cinema

33


NOTAS No Sesc Pompéia, o teatro feito por grupos de terceira idade Na segunda quinzena de maio, no teatro do Sesc Pompéia, reuniram-se expressivos grupos de teatro formados exclusivamente por idosos, durante a Mostra de Teatro na Terceira Idade. A mostra abriu com a apre­ sentação de A Visita da Velha Senhora, le­ vada à cena pelo Grupo de Teatro da Ter­ ceira Idade do Sesc Pompéia, com a dire­ ção de Roberto Marcondes Machado. E te­ ve continuidade com espetáculos criados pelos grupos Tablado, do Rio de Janeiro, dirigido por Maria Clara Machado; ProteuUel, de Londrina, dirigido por Maria Fer­ nanda Coelho; Polvo, de São Sebastião, com a direção de Carlos Alberto dos San­ tos, e do Sesc Carmo e Consolação, dirigi­ dos respectivamente por Terezinha Bertolini e Carlos Lupinacci.

Seminário paulistano discutiu as relações entre cultura e comunidade O seminário Cultura e Comunidade, pro­ movido pela Secretaria M unicipal de Cul­ tura de São Paulo, baseou-se em três te­ mas.: A Democratização da Cultura — Estado e Comunidade, que debateu a re­ lação da comunidade com as agências go­ vernamentais de cultura; Cultura e Ação Comunitária — Os Fazedores, focali­ zando a própria comunidade através de seus “fazedores”, e encerrou com a mesa A s Parcerias na Produção e Gestão da Cultura, em que os palestrantes refletiram e debateram o papel das instituições nãogovemamentais. O Seminário foi coorde­ nado por Maria Lucia Montes, antropólo­ ga e cientista política da USP, e contou com a presença de Ruth Cardoso, presi­ dente do Conselho Consultivo do Progra­ ma Comunidade Solidária; Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc de São Paulo; Judas Tadeu de Souza, mem­ bro da Casa de Cultura da Favela M onte Azul; Manoel Ribeiro, representante da Casa da Paz de Vigário Geral e Antônio Augusto Arantes, da Unicamp.

34

Cena de A Visita da Velha Senhora, peça encenada pelo Grupo de Teatro da 3a Idade

solação em parceria com o Clube da Poe­ sia. Capas de livros, poemas, matérias jor­ nalísticas, fotos e ilustrações foram trans­ formados em painéis. A designer Emilie Cham ie assina o desafio de transformar li­ teratura em imagem. “A exposição está sendo apresentada em forma de revista, fugindo das formas tradicionais”, conta Emilie. A program ação inclui ainda um áudio-visual e poemas declamados pelo ator Luis Melo.

Turismo Social do Sesc agora conta com um manual técnico O turismo desenvolvido pelo Sesc tem ca­ racterísticas que determinam o seu diferen­ cial de qualidade em relação ao mercado. A integração entre os excursionistas, bem como o compromisso com a informação e a ampliação de conhecimento, são fatores primordiais. Para melhor servir o seu turis­ ta, os técnicos do programa de Turismo Social contribuíram para a realização do primeiro Cademo de Apoio Técnico, onde estão sistematizadas informações funda­ mentais sobre cada roteiro, com o objetivo de transformar o programa num efetivo instrumento de educação informal.

Geração

de

inaugura uma nova forma de exposição Os poetas e escritores da Geração 45, bem como a influência desse movimento nos últimos 50 anos da vida cultural brasilei­ ra, estarão traduzidos na exposição Gera­ ção 45 / 50 anos, montada no Sesc Con­

Projeto Pé de Moleque: sucesso absoluto entre a garotada

4

A ju lg ar pela abertura, o Projeto Pé de M oleque, dirigido aos dependentes de com erciários entre 9 e 12 anos de idade, será o m aior sucesso. M ais de 1000 pes­ soas participaram do evento em Santos, que contou com a anim ação do grupo As M arias da Graça, unido circo e teatro. As atividades de futebol de salão m ascu­ lino e fem inino, queim ada fem inina e m ista e recreação orientada começaram dia 27 últim o e prosseguem até dia 24 próxim o, quando serão realizadas as provas finais.

Junho/95


0 Museu Lasar Segall inaugurado em 1967, foi idealizado pela viúva Jenny Klabin Segall e fundado por seus filhos Maurício e Oscar. Hoje o Museu, unidade autônom a descentralizada do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Cultura, é aberto re­ gular e gratuitam ente a seu público com uma exposição de longa duração “ Lasar Segall — Constução e Poética de uma obra”, realizando assim antigo objetivo de expor parte significativa de seu acervo que conta com 2.666 trabalhos. Sua Divisão de Ação Educativo-Cultural promove programas para exposição através de visitas monitoradas além de difundir um programa de ensino de Artes Visuais para as escolas de 1o e 2o graus, tendo com o um de seus instrumentos a “ Videoteca-Arte na Escola”. Ao público ainda é oferecido Atividades Recreativas nas áreas de Redação, Fotografia, Canto Coral, Gravura, Biblioteca especializada em teatro, cinema, rádio e TV. Rua Berta, 111 - Vila Mariana - SP - CEP 04120-040 - fone: (011) 574.7322 - fax: (011) 572.3586


INTERLAGOS

Av. M anuel Alves Soares, 1100 - Tel. 520-9911

IPIRANGA

Rua Bom Pastor, 822 - Tel. 273-1633

ITAQUERA

Av. Projetada, 1000 - Tel. 944-7272

ODONTOLOGIA PAULISTA PINHEIROS

Rua Florêncio de Abreu, 305 - Tel. 228-7633 Av. Paulista, 119 - Tel. 284-2111 Av. Rebouças, 2876 - Tel. 211-8474

POMPEIA

Rua Clélia, 93 - Tel. 864-8544

PARAÍSO

Rua Abílio Soares, 404 - Tel. 887-0016

SÃO CAETANO

Rua Piauí, 554 - Tel. 453-8288

CINESESC

Rua Augusta, 2075 - Tel. 282-0213

CARMO

Rua do Carmo, 147 - Tel. 605-9121

CONSOLAÇAO TENISESC

Rua Dr. Vila Nova, 245 - Tel. 256-2322 Rua Lopes Neto, 89 - Tel. 820-6454

UNIDADES DQ-4NTERI0R: BAURU - BERTIOGA - CAMPINAS - CATANDUVA - PIRACICABA - RIBEIRÃO PRETO - SANTOS - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SÃO CARLOS - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - TAUB ATÉ


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook