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Edição 25 - 2014
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international dive Magazine Feita por quem mergulha !!
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JANEIRO DE 2014
cratena peregrina por Sergi Garcia
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_MG_0166.jpg por jordi benitez -Mikan
JANEIRO DE 2014
Scalefin anthia (13) por Paul Flandinette
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Model Soomee Halemba in a‌ por Cal Mero
Eat or be eaten!!!! por RĂŠunion Underwater Photography
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Caros leitores,
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Feita por quem mergulha !!
EDITOR KADU PINHEIRO
14. LEMBEH
43. Uruaú
CONTEÚDO
Edição de número 25, Fevereiro de 2014, a segunda edição do ano, com muito colorido e páginas quentes para começar a entrar no clima do Carnaval. A matéria principal dessa edição é do nosso querido Ulisses Turati em parceira com outro grande amigo e fotógrafo de mão cheia, que estréia nas páginas da revista: Maurício Algaba, os dois fotógrafos foram para Lembeh na Indonésia, o paraíso da fotografia macro mundial e nos brindaram com essa matéria especial feita a 4 mãos com as fotos mais alucinantes desse destino exótico e cheio de cores. Ainda nessa edição, nosso colaborador Ruver Bandeira, traz um relato dos mergulhos no canal de Uruaú no Ceará, Joe Botero explora novos pontos na divisa de Minas Gerais com São Paulo, em Estreito, e nos conta como foi a aventura e as descobertas. No portfolio deste mês temos o fotógrafo Álvaro Velloso, com seu portfolio singular, cheio de técnicas novas de iluminação, que fazem seu trabalho brilhar ainda mais.
Muito obrigado Águas claras e boa leitura.
14 :: Estreito de Lembeh >> Indonesia 43 :: Canal do Uruaú >> Ceará 53 :: Estreito >> Minas Gerais 58 :: Fotografia >> Equipamentos 60 :: Evento >> Festa da Sea Shepherd RJ 65 :: Especial Shark Finning >> Parte XIV 70 :: Sea Shepherd 75 :: Portfolio: Álvaro Veloso
Kadu Pinheiro >> Editor <<
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Conselho Editorial
EXPEDIENTE
international dive Magazine
Carolina Schrappe
PRESIDENTE: Flávio Lara flavio@divemag.org Redação
Cristian Dimitrius
Diretor de Produto E EDITOR: Kadu Pinheiro kadu@divemag.org JORNALISTA RESPONSÁVEL: Kadu Pinheiro Colaboraram nesta Edição: Ulisses Turati, Ruver Bandeira, Raquel Rossa, Maurício Algaba, Álvaro Velloso, Erika Beux, George Almeida, Joe Botero
Gabriel Ganme
REVISÃO FINAL: Carolina Fukuda Publicidade gerente: Reinaldo Alberti publicidade@divemag.org
Lawrence Wahba
Atendimento ao leitor SAC :: sac@divemag.org
ED.25
Reinaldo Alberti
DIVEMAG é uma publicação on-line mensal e gratuita da Editora Dive Ltda.
Fevereiro 2014
Fevereiro de 2014. Artigos assinados não representam necessariamente a opinião da revista.
Alexandre Vasconcelos
ATENDIMENTO
Foto capa: Ulisses Turati
O conselho editorial foi formado com o intuito de manter a revista alinhada com as melhores publicações de mergulho mundiais. Os membros do nosso conselho são referências junto ao mercado de mergulho, figuras publicamente conhecidas que representam nossa atividade perante a mídia e o trade.
sac@divemag.org
Estreito de Lembeh Texto: Ulisses Turati. Fotos: Ulisses Turati e Maurício Algaba
O melhor lugar do mundo para Macro-fotografia. O Estreito de Lembeh é um canal formado pela ilha de Lembeh e a ilha continente de Sulawesi, localizada no nordeste da Indonesia, tem um comprimento de aproximadamente 15 Km e cerca de 40 pontos catalogados de mergulho no Mar das Molucas. A Indonésia é um arquipélago situado entre os oceanos Índico e Pacífico. Tem um clima tropical, quente e úmido, com temperaturas mais moderadas nas terras mais altas. Sua capital é Jacarta e tem uma população de mais de 250 milhões de habitantes, a língua oficial é o Indonésio Bahasa e a moeda local é a Rúpia Indonésia. A religião dominante é a muçulmana.
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Foto: Maurício Algaba
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba Foto: Ulisses Turati
Conhecido mundialmente como o melhor lugar para a pratica do Mucky Diving, que não é literalmente mergulhar no lixo, mas sim o tipo de fundo que a região apresenta (apesar de se encontrar bastante lixo espalhado pela areia).
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Fotos: Ulisses Turati
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
A grande maioria dos mergulhos são realizados em declives e platôs de areia negra ou lodo; sedimentos vulcânicos onde vivem criaturas bizarras e multi-coloridas de tamanhos diminutos. Alguns pontos de mergulho como Angel window e California Dreaming são formados por platôs e paredes de corais com muitas esponjas, corais moles, gorgônias e peixes recifais, onde podemos realizar fotografias em grande angular. Mas é o Mucky diving que faz o mergulho em Lembeh ser tão singular. Aliado ao fato de que Sulawesi fica bem no meio do “triângulo de coral “, uma área que abrange as Filipinas, Indonésia e Papua-Nova Guiné, essa área abriga o maior número de espécies de peixes e invertebrados do mundo.
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba Foto: Maurício Algaba
Um mergulho típico começa por volta dos 20m a 25m de profundidade quando se inicia uma subida em multi-nível até o final do mergulho, onde o tempo de fundo depende exclusivamente do seu consumo de ar (fazíamos em média mergulhos de 70 a 75 minutos).
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e MaurĂcio Algaba Fotos: Ulisses Turati
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Foto: Raquel Rossa
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Fotos: Ulisses Turati
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba A maioria dos mergulhos são tranquilos, sem correntes ou com leve correnteza e a visibilidade pode variar de 4m a 20m. Nesta Trip estávamos em dois casais, número máximo de mergulhadores por guia (padrão dos resorts de Lembeh).
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Foto: Maurício Algaba
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Fotos: Ulisses Turati
DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba A temperatura durante a nossa estadia de 10 dias variou entre 28 graus e 29 graus, mesmo assim aconselho usar uma roupa longa de neoprene de no mínimo 3mm, tanto para não sentir frio devido ao longo tempo de fundo, quanto para sua própria proteção. Vale salientar que é proibido o uso de luvas durante os mergulhos.
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Fotos: Ulisses Turati
DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
Nesse mundo de areia negra, encontramos “manchas” dispersas de corais, gorgônias, esponjas ou anêmonas repletas de vida, tudo pode ser usado para abrigo dos animais, inclusive pneus, madeiras, garrafas e naufrágios de pequenos barcos. Muitos animais encontram-se enterrados na areia, onde os experientes guias são capazes de achá-los e identificá-los para que possamos ver e fotografar.
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Fotos: Ulisses Turati
DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
Os guias são muito dinâmicos, enquanto você fotografa um animal, ele já estará procurando por outro e assim sucessivamente. O Estreito de Lembeh oferece oportunidades fotográficas insuperáveis para algumas espécies muito raras de peixes, crustáceos e nudibrânquios.
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Fotos: MaurĂcio Algaba
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Fotos: Ulisses Turati
DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e MaurĂcio Algaba
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Um frágil eco-sistema O Estreito de Lembeh é um eco-sistema quase único, e como tal, merece toda a proteção que podemos dar. Os mergulhadores são orientados a não tocar nos animais e ter bom controle de flutuabilidade para evitar levantar suspensão e prejudicar a visibilidade.
Fotos: Maurício Algaba
Em todos os pontos de mergulhos que realizamos, o barco ou era amarrado em bóias ou pedras fora d’água ou ficava à deriva nos mergulhos em correnteza, nunca usando âncoras para se fixar. DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
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Quando ir Em Lembeh pode-se mergulhar o ano todo, sendo que de Dezembro à Fevereiro são os meses chuvosos, podendo alterar um pouco a visibilidade, mas sem dificuldade para a Macro-fotografia. Foto: Maurício Algaba
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e MaurĂcio Algaba Fotos: Ulisses Turati
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Fotos: Ulisses Turati
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Pontos de mergulhos Cada ponto de mergulho tem suas particularidades, como topografia, animais específicos (Mandarin fish, Eletric clan, Coconut octopus, Mimic octopus, Pigmy seahorse, Coleman shrimp, etc), com ou sem corais, etc. Alguns pontos são imperdíveis como Nudi falls, Nudi retreat, Police pier, TK3, Rojos, Hairball, Makawide e Bianca onde os mergulhos são realizados ao entardecer para observarmos o acasalamento dos peixes Mandarin.
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Vida marinha A quantidade e intensidade de vida visualizada durante os mergulhos são enormes, os guias não param de mostrar uma variedade de peixes, nudibrânquios, crustáceos, etc. É ‘pular’ de um lado para o outro para ver e fotografar uma infinidade de animais. Não vou ficar descrevendo tudo que vimos, pois seria uma lista muito grande, prefiro que vejam as fotos feitas por mim e pelo meu amigo Maurício A. Moya. Realizamos um total de 38 mergulhos, sendo 30 diurnos, 6 noturnos e 2 Mandarin Dive.
Fotos: Maurício Algaba
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O Resort Ficamos hospedados no NAD-Lembeh Resort, que fica na Ilha de Lembeh (Pulau Lembeh no idioma local), que oferece um ótimo custo/benefício. O Resort conta com 10 quartos e 4 bangalôs, todos de frente para o canal de Lembeh. Todos equipados com ar condicionado e banheiro privativo. São simples mas muito aconchegantes. Os bangalôs são um pouco maiores que os quartos, feitos com materiais locais e construídos por artesãos da região norte de Sulawesi. Os quartos em alvenaria ficam muito próximos ao restaurante e o pier, enquanto para chegar aos bangalôs devemos subir alguns degraus. Eu e minha esposa Maria ficamos em um dos bangalôs, mas gostei mais da facilidade dos quartos que são mais perto e práticos. O resort tem uma vista para o canal com o vulcão Gunung ao fundo.
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Apesar de estar localizado no meio da mata, não tivemos problemas com mosquitos ou pernilongos. Barulhos somente do vento e do mar (eventualmente alguns animais “passeavam” pelos telhados. A comida é variada mas muito apimentada para o gosto do brasileiro (solicitamos que nossa comida fosse preparada sem pimenta, que foi prontamente atendida). As mesas do restaurante são dispostas lado a lado formando uma longa mesa para que os hóspedes se confraternizem durante as refeições, uma verdadeira torre de Babel. Uma estante com alguns livros para ler e relaxar entre os mergulhos e livros de identificação de seres marinhos para tirar dúvidas. Sistema Wi-Fi nas áreas comuns, mas um pouco lenta. Nada de televisão ou rádio, sossego absoluto.
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e MaurĂcio Algaba Fotos: Ulisses Turati
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Fotos: Maurício Algaba
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A simpatia e a cordialidade dos funcionários é constante, sempre tentando ajudar. Os quatro barcos de mergulhos são grandes, rápidos e confortáveis, com toalhas, água, café ou chá, além de um tanque de água doce para as câmeras. Em nenhum dos dez dias de mergulhos ficamos em mais de oito hóspedes no barco, muito espaço para os equipamentos e as câmeras. Nesta trip com o casal de amigos Maurício e Lucia, conhecemos e mergulhamos juntos com um jovem casal de americanos - Joe e Nicole e uma francesa muito simpática - Zeineb.
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
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Fotos: Ulisses Turati
O staff do Dive Center, os guias e o pessoal de apoio do barco sempre solicitos e amigáveis. Quero agradecer nosso guia Aso, que ‘aguentou’ os dez dias de mergulhos e não me decepcionou ao devolver uma enorme lista de animais que fiz antes da viagem e entreguei em suas mãos (me devolveu a lista com os animais devidamente ‘ticados’ e com os “valores” ao lado de cada um e já com o total somado rsrsrs). É regra do Resort deixar o mesmo guia sempre com os mesmos mergulhadores na medida do possível, para que os mesmos animais não sejam mostrados repetidamente. O housereef está à disposição dos mergulhadores das 07:00hs às 18:00hs. O Resort é administrado pelo casal Simon e Zee que estão presentes 24hs por dia para resolução de qualquer problema.
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
Para os fotógrafos e cinegrafistas O Resort dispõe de duas salas para equipamentos de foto e video-sub, com bancadas para troca de lentes e cartões de memória, toalhas e tomadas para recarregar as baterias. Todo meu equipamento ficou dia e noite neste câmera room e não ocorreu nenhum problema. Só levava os cartões para o quarto no fim do dia para descarregar as fotos no computador. Mais de uma vez Simon nos ajudou a pequenos consertos de avaria em um dos braços da minha câmera e também na solução de um alagamento de outro hóspede.
Fotos: Ulisses Turati
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Fotos: Maurício Algaba
DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
Um dia típico no NAD-Lembeh 06:30 hs - café leve para quem quiser mergulhar no housereef 07:00 hs - café da manhã 08:00 hs - saída do barco para os mergulhos da manhã 08:30 hs - primeiro mergulho 09:45 hs - lanche e intervalo de superfície 10:45 hs - segundo mergulho 12:30 hs - almoço 14:30 hs - terceiro mergulho 16:30 hs - chá da tarde 17:00 hs - mergulho com Mandarin, ou 17:45 hs - mergulho noturno 19:30 hs ou 20:30 hs - jantar (depende do mergulho noturno)
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DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e MaurĂcio Algaba Foto: Ulisses Turati
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Fotos: Ulisses Turati
DESTINO | LEMBEH | Por: Ulisses Turati e Maurício Algaba
Como chegar lá? Você pode resolver tudo por conta própria ou procurar um Dive Center ou uma agência de viagens especializada em mergulhos para montar sua viagem. A partir de São Paulo existem várias rotas para chegar a Indonésia. A porta de entrada para Lembeh é pelo aeroporto de Manado, de lá você faz o transfer até o Resort. Para pequenos gastos você pode trocar Dólares ou Euros pela moeda local já no Aeroporto de Manado. O visto de entrada é adquirido na chegada ao desembarcar no valor de US$ 25 e ao sair da Indonésia, paga-se uma taxa de Rp$ 150.000 (equivalente a US$ 15). A estadia máxima permitida é de trinta dias. É necessário que o passaporte tenha validade mínima de seis meses. Boa viagem e bons mergulhos. PS: Agradecimento especial a Zee por todo o trabalho de troca de emails em rápidas respostas às inúmeras dúvidas.
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MERGULHO HARD NO CEARÁ: CANAL DO URUAÚ Foto: Ruver Bandeira
Por: Ruver Bandeira Situado a aproximadamente 29 milhas náuticas da Barra do Fortim está localizado o chamado de “Canal do Uruaú”, que é tido por muitos como o melhor local de mergulho do Ceará e ao mesmo tempo um dos mais difíceis e inacessíveis de nosso país. Talvez a maior dificuldade seja a enorme distância de navegação até o ponto, girando em aproximadamente 47 km a partir da Foz do rio Jaguaribe, o que daria em tempo cerca de 15 horas somando neste caso a navegação, o intervalo de superfície e possíveis dois mergulhos a uma profundidade média de 35 metros.
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Ceará | Canal do Uruaú| Por: Ruver Bandeira O município de Fortim tem origem destacada na história do Ceará. Foi fundado em 1603 por Pero Coelho de Souza e emancipou-se do município de Aracati em 1992. O rio Jaguaribe é o maior atrativo de Fortim e possui uma série de canais, ilhas e uma grande variedade de pássaros, peixes e vegetações que dá um toque especial à já majestosa natureza local.
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Foto: Ruver Bandeira
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Fotos: Pedro Luiz
Essa nossa aventura teve início ainda pela madrugada quando arrumamos todo o equipamento de mergulho, filmagem e foto-sub, para logo bem cedo, partirmos em um confortável barco totalmente adaptado ao mergulho, de sua base no município de Fortim, situado as margens do maior rio cearense, o Jaguaribe. Mergulhar neste ponto é raríssimo tendo em vista que há aproximadamente 15 anos não havia operações de mergulho para esse destino. As difíceis condições da navegação até o local, em função das condições naturais de nosso mar, quase sempre agitado, fazem do Canal do Uruaú um mergulho “Hard” exigindo bastante treinamento e experiência do mergulhador. O primeiro obstáculo e talvez o mais complicado em tese é a travessia pela barra do rio Jaguaribe, considerada por ribeirinhos e pescadores bastante difícil, pois em dias de maré agitada pode inclusive virar embarcações em função das grandes ondas geradas pelos fortes ventos quase sempre presentes na região. Porém a sorte estava ao nosso lado e a passagem pela barra se dá de forma bem tranquila, nos restando agora apenas esperar o longo tempo de navegação, e para isso batemos um papo descontraído, ouvimos músicas, pescamos, ou seja, fizemos o essencial para conter nossa ansiedade antes do mergulho.
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Ceará | Canal do Uruaú| Por: Ruver Bandeira
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Essa ansiedade existente no percurso ocorre também devido ao fato da maioria dos mergulhadores ficarem com enjôo durante a viagem, fato esse bem comum nos mergulhos aqui no Ceará. Após as 5 horas de navegação inicial o tão esperado momento chega, e depois de ouvir o “briefing” do instrutor Bricks, a equipe de mergulhadores vai um a um caindo na água.
Ceará | Canal do Uruaú| Por: Ruver Bandeira Foto: Erika Beux
Já na descida percebemos que a água estava muito limpa e com uma visibilidade horizontal variando entre 15 a 20 metros o que seria maravilhoso para todos nós, principalmente a equipe de filmagem e fotografia.
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Fotos: George Almeida
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Ceará | Canal do Uruaú| Por: Ruver Bandeira
Sobre a vida marinha no local podemos afirmar que é exuberante e que evidencia a riqueza da biodiversidade do mar cearense, principalmente no que se refere a cardumes de maior porte como Bijupirás, conhecido regionalmente como cação de escamas devido sua semelhança com os tubarões, grandes pampos ou sernambiguaras, xaréus, barracudas, guarajubas e muitos outros. Isso faz deste local um ponto muito procurado para pesca e referindo-se a isso e para nosso desgosto, fizemos uma triste constatação que foi o registro de inúmeras redes de pesca presas em meio às formações rochosas que além de provocarem danos ambientais, podem também ocasionar acidentes por enrosco aos mergulhadores, fato esse lastimável.
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Ceará | Canal do Uruaú| Por: Ruver Bandeira
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Logo de início no primeiro mergulho nos deparamos com um cardume disperso de barracudas a meia água e logo abaixo na pedra principal as cororocas predominavam em meio às esponjas dos mais variados tamanhos, formatos e cores, além de diversos corais multicoloridos, o que destaca não somente a riqueza da fauna, mas também da flora local.
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A geografia do ponto é bem interessante caracterizando-se pelos inúmeros cânions e canais com fundo arenoso que cortam toda a imensa pedra que forma o ponto, canais esses por onde normalmente passeiam imensas arraias do tipo manteiga e prego, além logicamente dos ilustres e majestosos bijupirás. Em outro mergulho realizado neste mesmo ponto no ano passado, um grupo de mergulhadores apneístas chegou a registrar mais de cinquenta arraias, algumas com mais de um metro e meio de envergadura, além de um pequeno cardume com quatro tubarões do tipo cabeça-chata patrulhando o local e que quase sempre só aparecem ou são atraídos quando há caçadores subaquáticos em atividade.
Foto: George Almeida Foto: Ruver Bandeira
O tempo de fundo estimado em até 30 minutos se esgotava e chegava o momento da difícil subida na embarcação em função das fortes correntes superficiais e das ondas que levantavam bastante à parte traseira do barco e onde se situava a escada por onde deveríamos subir. Embarcados, passamos cerca de duas horas no intervalo de superfície, momento este em que o almoço já começava a ser preparado.
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Foto: Ruver Bandeira
Foto: Ruver Bandeira
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Após um descanso trocamos os cilindros (todos com Nitrox) e caímos novamente na água, com a certeza de deveríamos aproveitar o máximo possível do lugar, pois mergulhar novamente nesse paraíso, só daqui a um ano, visto que a temporada de mergulho aqui no Ceará termina estourando nos fins de Junho. O segundo mergulho foi ainda melhor que o primeiro e como sempre os cardumes se fizeram novamente presente para a alegria dos cinegrafistas e fotógrafos subaquáticos, e entre os inúmeros peixes presentes, os denominados de “olho de boi” conhecidos regionalmente como “arabaiana” nos rodearam quando estávamos no cabo de segurança, estes bastante curiosos com a nossa presença.
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Ceará | Canal do Uruaú| Por: Ruver Bandeira
Acredito plenamente que nenhum de nós presentes nessa aventura jamais se esquecerá desse mergulho que por sua vez ainda não estava encerrado, nos presenteando o destino no fim com a ilustre presença de uma linda arraia chita desfilando, tanto pelo canal como pelo azul em contraluz, fechando de forma altamente positiva essa aventura que serviu para muitos como um teste de seus reais limites físicos, pois apesar de satisfeitos, estávamos todos exaustos pela longa jornada realizada. A bordo almoçamos uma típica peixada-cearense com pirão, e agora era só aguardar às sete horas de navegação para enfim, na noite, chegarmos a terra e enfrentarmos o duro cotidiano de uma cidade grande. A saudade e lembrança sempre permanecerão, e a maior certeza é de que no ano seguinte retornaremos aqui para admirar as belezas infinitas do mar do nosso Ceará, a beleza desse ponto selvagem que é o Canal do Uruaú.
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Ceará | Canal do Uruaú| Por: Ruver Bandeira
Dicas importantes: Como chegar ao local: Fortim está situado a 130 km de Fortaleza e para chegar lá você pode ir de carro saindo da capital, seguindo a CE-040 em direção a Aracati. Existem ônibus também partindo da rodoviária e vôos com destino a Aracati. Saindo de Fortaleza quando chegar a 15 km antes da cidade de Aracati, pegar a bifurcação à esquerda para Fortim. Temperatura da água e ambiente: A água tem temperatura sempre agradável em função do clima nordestino estando a mesma situada em 28° e o a temperatura do ar em 31°. É bom levar óculos escuro, roupas leves e claras e um bom protetor solar. Nível de experiência: Devidos as correntes superficiais sempre presentes e a grande profundidade do mergulho (35m) é exigido no mínimo certificação avançada com especialidades em mergulho embarcado e profundo e uso de Nitrox. O side mount é uma boa pedida para esse mergulho e está cada vez mais presente no estado. Temporada de mergulho: A temporada de mergulho no Ceará vai normalmente de Fevereiro a meados de Julho quando a água está bem limpa e o mar menos agitado. Foto: Ruver Bandeira Foto: George Almeida
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Foto: George Almeida
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Novos pontos descobertos NA REGIÃO DE ESTREITO Texto e fotos: Joe Botero
Em busca de novos pontos de mergulho, Joe Botero e Murilo Freitas resolveram desbravar ainda mais a região de Estreito, na divisa de São Paulo e Minas Gerais, e em 3 dias de trabalhos subaquáticos mapearam mais 6 pontos de mergulho na região.
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Claudio Dias saindo da água com seu Rebreather MK 6 Poseidon
Utilizando-se do Rebreather MKVI Poseidon realizaram mais de 400 minutos de imersões mapeando os seguintes pontos: Salão J&M 37 metros de profundidade Buraco de Joanna 33 metros de profundidade Pode Ser ? 18 metros de profundidade Cova de Poseidon 12 metros de profundidade Buraco da Nati 9 metros de profundidade Monza SL/E 6 metros de profundidade
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Minas Gerais / SP | Estreito| Por: Joe Botero
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Minas Gerais / SP | Estreito| Por: Joe Botero Os novos pontos foram demarcados com bóias e tiveram registrados os seus respectivos waypoints no GPS. Tudo já está pronto para as novas operações de mergulho que o Centro de Mergulho Amigos do Joe planejou para o ano de 2014. Na estréia destas operações, durante o curso de Open e Advanced Open Water Rebreather Diver PADI, realizado nos dias 18 e 19 de janeiro, Joe Botero e o aluno Claudio Dias descobriram novo Canyon. A entrada se dá através de uma fenda que está a 19 metros de profundiadde. Ao entrar abre-se um enorme salão com visibilidade inacreditável de 30 metros. O local é repleto de cardumes de Mandis e Tucunarés.
Comemorando o descobrimento do novo Canyon
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Minas Gerais / SP | Estreito| Por: Joe Botero Pacus, Corvinas e Bagres também são figurinhas carimbadas no local. Uma pedra com um furo bem ao centro, com aproximadamente 10 cm de diâmetro que permite a brincadeira de cada megulhador ficar de um lado da imensa parede e se darem aos mãos, foi também demarcado e recebeu o nome de Aperto de Mão. O novo Canyon, em homenagem ao local da formatura do mais novo mergulhador de Rebreather MK VI Poseidon do Brasil, foi batizado de MK6 – Dias. Agora temos mais 8 ótimos motivos para desvendar esta maravilha que é Estreito. O Centro de Mergulho Amigos do Joe está com saídas regulares para a região. Joe Botero e Murilo Freitas prometem mais trabalhos de pesquisa na região ainda este ano, para abertura de novos pontos que tragam novas emoções a todos os mergulhadores. Fiquem de olho !!!
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FOTOGRAFIA | lançamento | Redação
Aquatica entra definitivamente no mercado das micro 4/3 e lança nova caixa da OMD-em1 da olympus: AE-M1
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A Aquatica resolveu entrar de vez no mercado das cameras mirrorless com a caixa estanque para a Olympus OMD-EM1, isso revela muito sobre a qualidade dessa camera que vem ganhando destaque em todos os reviews especializados, a nova caixa obedece ao mesmo padrão de qualidade das irmãs maiores da Aquatica, contando com toda a robustez e qualidade da marca. A Aquatica divulgou ainda, que serão disponibilizados ports e domos para as lentes mais usadas no sistema Micro 4/3 desde a Panasonic 8mm até a Olympus 60mm dentre outras.
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FOTOGRAFIA | Lançamento | Redação
A Caixa conta com acesso total a todos os comandos da camera e vem com conectores de flash e um exclusivo sistema de verificação de estanqueidade da caixa, além de alarme de alagamento, itens que em outros modelos você tem que adquirir separadamente, a caixa é compatível com os viewfinders da marca e será lançada em meados de março com um preço estipulado em U$ 1699,00 dólares nos EUA. Mais informaçoes no site da Aquatica: http://www.aquatica.ca/index_en.html
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“UMA NOITE PELOS OCEANOS” COMEMORA 04 ANOS DE ATUAÇÃO DO INSTITUTO SEA SHEPHERD BRASIL NO RIO DE JANEIRO Por: Sea Shepherd RJ | Fotos: Raphael Jordão/ISSB
Suas sonhadas férias viram realidade em um lugar maravilhoso.
No dia 14 de dezembro, o Núcleo Carioca do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) comemorou os seus 04 (quatro) anos de atividades em prol dos oceanos. Cerca de 150 pessoas participaram da festa “Uma Noite Pelos Oceanos”, que foi realizada na JAZZ IN’ Champanheria, que apoiou o evento e doou parte do valor arrecadado para a instituição.
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A maior Barreira de Corais do Caribe, praias paradisíacas e um resort exótico. Centro PADI 5 Estrelas, centro de fotografia, câmara hiperbárica própria. Mergulhos com golfinhos, tubarões, tartarugas, naufrágios e milhares de peixes. Passeios a cavalo, caiaque, passeios pela selva, canopy ou simplesmente relaxar embaixo das palmeiras. No AKR, as aventuras Roatan • Bay Islands surgem naturalmente. Honduras
info@anthonyskey.com | anthonyskey.com/divemag | 954.929.0090
Evento | festa sea shepherd RJ | ISSB
Foram sorteados entre os participantes, vários brindes doados por empresas parceiras e apoiadores do trabalho realizado pelo ISSB, como um curso de mergulho pela Escola de Mergulho GMES, uma saída de mergulho para as Ilhas Cagarras pela Operadora de Mergulho Mar do Rio, camisas da Tiburón Dive Wear, kits para mergulho da FunDive e SeaSub, um skate da Fish Skateboarders, cookies da Homemade Cookies, livros de Lawrence Wahba, Dvd´s do Domingão Aventura com Cristian Dimitrius e uma sessão de fotografia pela Raphael Jordão Fotografia. A DJ Mariana “Mary Dee” Miranda animou a pista com muito Pop Rock e os participantes se divertiram muito, registrando sua presença com fotos caracterizadas com o tema “pirata”, em um espaço para sessão de fotos temáticas. A sensação da festa !
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Evento | festa sea shepherd RJ | ISSB
Os Embaixadores do Mar do ISSB, Lawrence Wahba, Cristian Dimitrius e Sofia Graça Aranha estiveram presentes prestigiando o evento. “A necessidade de proteção e preservação dos oceanos é urgente e juntar pessoas em torno desta causa foi muito importante. Precisamos contar cada vez mais com um número maior de pessoas sensibilizadas com esta questão e que estejam dispostas a nos ajudar. Esta festa celebrou o belo trabalho desenvolvido pelos voluntários cariocas da organização nestes quatro anos de atividades, aliando diversão e a ajuda para o Instituto Sea Shepherd Brasil. Não tinha dúvidas do sucesso !” – destacou Luiz André Albuquerque, Diretor Regional do Núcleo Rio de Janeiro. O Núcleo Rio de Janeiro do Instituto Sea Shepherd Brasil agradece a todos os voluntários e parceiros, durante estes 04 anos de atividades, bem como aos apoiadores que colaboraram com a realização deste evento. Desejamos um Feliz 2014 para os oceanos e a vida marinha !!!
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SHARK FINNING Parte XIV
Por: RAQUEL ROSSA
A MORATÓRIA DA PESCA DO TUBARÃO
Foto: Kadu Pinheiro
Muitas profissionais e organizações que atuam em defesa dos oceanos e dos ecossistemas marinhos defendem a moratória da pesca dos tubarões no Brasil. Lawrence Wahba defende a moratória tanto da pesca intencional como também do comércio por, no mínimo, 5 anos. Ele cita o caso do mero (Epinephelus itajara), espécie de peixe protegida sob moratória no Brasil. Entretanto, diz que as campanhas têm o foco errado: “o problema não é só o finning, é a pesca”. Ele diz que atacar apenas o finning faz com que cresça o interesse na pesca do tubarão. “Hoje tem pescador ganhando até R$ 12,00 pelo quilo do cação”, afirma Lawrence. Pinguim, da Divers for Sharks, é ainda mais restrito: “sou vegano, sou contra TODA e qualquer tipo de pesca, exploração ou aprisionamento de qualquer animal”. Ele declara que a organização está “numa luta para fazer valer a Instrução Normativa nº 5 do Ministério do Meio Ambiente, que impõe a criação e a implantação do plano de manejo de elasmobrânquios (tubarões e raias) no Brasil”. Esta instrução data de 2004 e foi ampliada em 2005 (Instrução Normativa nº 52). Quando questionado sobre a viabilidade da moratória da pesca do tubarão no Brasil ser aprovada, ele ressalta que “o estudo e o projeto de lei já existem, é tudo questão de colocar em prática, o que infelizmente vai contra interesses econômicos escusos na nossa capital federal. Refexo da corrupção que existe no país”. O Instituto Sea Shepherd Brasil vem tentando a aprovação da moratória total da pesca de tubarão junto às autoridades brasileiras. Segundo Wendell Estol, diretor da ONG, “em nome da preservação da vida não podemos mais permitir que se tolere a pesca desta ou daquela espécie de tubarão, uma vez que a legislação vigente se mostrou ineficaz em terminar com a matança indiscriminada de tubarões no Brasil”. Para o biólogo, o pedido da moratória se justifica já que mais de 60% das espécies ocorrentes na costa brasileira estão em risco, ameaçadas de extinção ou sobreexplotadas. Para ele, a moratória é viável, pois “a prática do finning não atende ao consumidor interno, já que o consumo de barbatanas é hábito da cultura asiática”. Carlos “Crow” acha que infelizmente “a moratória não passa junto ao Congresso Nacional”. Para Wendell Estol a “moratória não resultaria em problemas sociais. O verdadeiro problema social é a pesca industrial da forma predatória e irresponsável que é praticada em nosso país”. Entretanto, admite que “politicamente, seria ruim para o governo brasileiro”, isso devido às estreitas relações de pesca entre o Brasil e os países asiáticos. Por outro lado, para as comunidades costeiras que tinham o seu sustento na pesca artesanal de tubarão e se vêem obrigadas a buscar novas alternativas de trabalho ou então a se subjugar como “mão de obra semiescrava nas embarcações pesqueiras, a médio prazo seria um ganho enorme e economicamente mais rentável”.
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Shark Finning por: Raquel Rossa
Foto: Kadu Pinheiro
Dessa maneira, os “lucros que antes encheriam as contas bancárias de chineses, coreanos e japoneses, passariam a ser distribuídos entre uma parcela da sociedade brasileira que há muito sofre com a escassez dos recursos pesqueiros que sempre foram o seu sustento”, conclui. Paulo Guilherme, o Pinguim, é categórico ao dizer que, caso a moratória seja aprovada, a alternativa “para a indústria é simples: mudança de foco e deixarem de colocar o lucro acima de tudo. Para os pequenos pescadores, basta pensar no excelente trabalho que o TAMAR realizou: tirou toda uma população que vivia de matar e comercializar tartarugas e seus ovos e os reinseriu na indústria da informação, turismo e comércio”. Lawrence Wahba tem opinião semelhante: “basta ver os resultados positivos de projetos como o TAMAR”. “Quando eu era criança, não via tartarugas no litoral norte de SP”. Esse cenário, no entanto, mudou: “hoje constantemente os meus filhos vêem muitas tartarugas nesse mesmo litoral que eu frequentava”. “Defender os tubarões é, sobretudo, uma questão moral”, escreveu Lawrence Wahba em seu livro Dez Anos em Busca dos Grandes Tubarões. Há muito tempo essa necessidade deixou de ser uma questão ambiental. Normalmente, temos medo do que desconhecemos, e isso não é diferente no tocante aos tubarões. De vilão dos mares, marcado pelo blockbuster Tubarão, de Steven Spielberg, à animal a ser urgentemente protegido.
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Shark Finning por: Raquel Rossa
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Alex Cornelissen, diretor de operação do Sea Shepherd Galápagos, não tem dúvidas de que o finning é um problema global que está atingindo as populações de tubarão no mundo todo. “Os prognósticos são péssimos. Se os tubarões desaparecerem dos oceanos, esse sistema entrará em colapso”. Tubarões têm sido os principais predadores em mais de 400 milhões de anos. São animais de “pura perfeição e absolutamente necessários para manter os oceanos saudáveis”, declara Alex. Remover esses predadores do topo é uma situação sem precedentes. Conversando recentemente com Lawrence Wahba ele citou um sábio pensamento de um cacique de tribo norte-americano chamado Dan George, que explica muito bem a relação do ser humano com os animais e, principalmente, com os tubarões: “se você falar com os animais, eles falarão com você e vocês conhecerão um ao outro. Se não falar com eles, você não os conhecerá e o que você não conhece, você temerá. E aquilo que tememos, destruímos”. Na esperança que os homens passem a olhar um pouco mais nos olhos de um tubarão.
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ACQUAMAR: acquamar.com.br | BAHIA SCUBA: bahiascuba.com.br | BELLSUB: bellsub.com.br | DIVING COLLEGE: divingcollege.com.br | KEEP DIVING: keepdiving.com.br | LITORAL SUB: litoralsub.com.br | MAR A MAR: maramar.com.br | MARSUB: marsubsantos.com.br | OCEAN: ocean.com.br | POSEIDON MERGULHO: poseidonmergulho.com.br | SCAFO (S達o Paulo): scafo.com.br/sp/ | SCUBALAB: scubalab.com.br |
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OS GRANDES TUBARÕES E OS SURFISTAS
A melhor revista brasileira de mergulho, agora no seu tablet.
Por: Capitão Paul Watson Surfistas são durões, corajosos, apaixonados, únicos e atletas entusiasmados.
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Não há nenhum esporte mais desafiador e mais gratificante do que o surf. Não se trata apenas de uma atividade para recreação. O Surf tem seu Capitão Paul Watson e o surfista campeão Kelly Slater em Noosa, Austrália. lado espiritual e, o mais importante, ele constrói uma intimidade com o mar maior do que o mergulho ou a vela; algo próximo do que o mergulho livre proporciona.
Por: Instituto Sea Shepherd Brasil
Adoro surfar e admiro os surfistas. Tenho a honra de me referir a Kelly Slater como amigo e venho trabalhando com Laird Hamilton. Ajudei, na década de noventa, o esquiador profissional Peter Brown a produzir um filme relacionado ao surf e ao snow-board focando a parte ambiental, chamado “Blue Rage”. Também tive o grande prazer de trabalhar com o lendário surfista australiano Dave “Rasta” Rastovich em seu filme “Mind in the Waters”. Eu não tenho surfado muito nos últimos anos, mas eu era um fanático no meio dos anos sessenta. Nos anos setenta e oitenta estive em praias na África do Sul, no sul da Califórnia e no Havaí, e, embora eu nunca tenha surfado fora das “Twisted Ruins” em Venice Beach, Los Angeles, eu estava lá para assistir a alguns dos surfistas mais ousados deslizando sobre as ondas. No início dos anos Sessenta, Jeff Ho, Skip Engblom e Craig Stecyk montaram uma loja de surf chamada Jeff Ho e Zephyr Surfboard Productions. Uma das Z-Girls era Peggy Oki que atualmente é uma artista apaixonada em defender as baleias. Suas aventuras lendárias foram feitas para o filme Dog Town e Z-Boys narrado por Sean Penn. O surf exige disciplina e habilidade, mas o mais importante é que exige paixão e coragem. Infelizmente, nos últimos anos, o surf tem atraído uma raça menor de surfistas. Felizmente, essa raça menor é formada por poucas pessoas. Infelizmente, como um choro alto em qualquer lugar, você atrai a atenção de uma outra raça de oportunistas chamados de políticos impopulares. Coloque o choramingar de surfistas, juntamente com os políticos impopulares oportunistas e você consegue a histeria.
A revista DecoStop já está disponível no Android Market, e a partir de março na Apple Store. Esta ação faz com que o alcance da revista seja potencializado, atingindo leitores além de nosso alcance físico. A tecnologia digital permite que as edições da DecoStop sejam armazenadas, possibilitando acesso rápido as informações contidas na revista. A edição impressa continuará a ser produzida normalmente. Para download no Android Market acesse:
https://market.android.com/details?id=com.magtab.DecoStop
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Para assinar www.decostop.com.br Para anunciar rodrigo@decostop.com.br
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A DecoStop aumentou seu tempo de fundo.
OS GRANDES TUBARÕES E OS SURFISTAS
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E é isso que está acontecendo nas praias da Austrália e da Austrália Ocidental, especialmente. Isso também esta acontecendo na ilha de La Reunion no Oceano Índico, onde me deparei com os surfistas mais covardes do mundo. Realmente, que você pensa que é o atleta mais corajoso, um surfista ou um jogador de golfe? O surfista é claro, MAS existem surfistas que tem menos coragem do que a média dos jogadores de golfe. Por quê? Considere que o número médio de pessoas mortas por tubarões no planeta a cada ano é de cinco e, em seguida, considere que o número de jogadores de golfe mortos por raios só nos Estados Unidos, ano passado, foi oito. Onze pessoas também foram atingidas por raios, no ano passado, nos EUA, enquanto estavam deitadas ou caminhando na praia. O que significa, naturalmente, que golfe e banhos de sol são atividades mais perigosas do que surfar com tubarões.
Por: Instituto Sea Shepherd Brasil
Eu já nadei e surfei com os tubarões. Estive na água com Tubarões Martelo, grandes Brancos, Tigres, Cabeça-Chata, Lixa, Galha-Preta, Charutos e muito outros, e nunca fui atacado. Na verdade, eu achei a experiência emocionante. Veja, o fato é que quando você colocar a roupa de mergulho e deitar na prancha, você ficará idêntico a uma foca do ponto de vista do tubarão e, por vezes, mas muito raramente, um tubarão confunde o surfista com uma foca. O resultado de uma mordida exploratória é, com certa frequência, fatal. É extremamente raro ver um surfista ser comido por um tubarão. Avestruz, elefante, búfalos, hipopótamos, cavalos, cobras, cachorros e mosquitos matam mais pessoas que tubarões, mas não ouvimos o mesmo nível de histeria como o que fazemos sobre os tubarões. O motivo é a combinação de surfistas covardes histéricos com políticos oportunistas. Esse é o caso do Primeiro-Ministro Colin Barnett, Austrália Ocidental. Claro que Steven Spielberg não ajudou com best-seller sobre um tubarão assassino e com uma música de fundo aterrorizante. Colin Barnett, o primeiro ministro da Austrália Ocidental é o típico direitista, anti-ambientalista, negador das mudanças climáticas.
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Guiga Pirá. Foto: Carlos Crow
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OS GRANDES TUBARÕES E OS SURFISTAS
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Por: Instituto Sea Shepherd Brasil
No ano passado, ele tentou destruir as águas do berçário das baleias Jubarte e não tendo conseguido contribuir para a matança de baleias, ele mudou seu foco para os tubarões. O grande tubarão branco é uma espécie em extinção. Há mais Tigres de Bengala e Ursos Panda no mundo do que há grandes tubarões brancos e é ilegal mata-los. Eles são uma das espécies protegidas listadas no CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora). Dessa forma, Barnett está abusando de seus poderes como Primeiro-Ministro de forma descarada, e viola uma convenção internacional, portanto, direito internacional. A história está cheia de políticos que usam “mascaras” para reforçar sua popularidade em declínio e o Primeiro-Ministro Barnett é um desses mascarados clássicos. A Surfista Bethany Hamilton perdeu seu braço para um tubarão no Havaí, contudo, ela é uma defensora destes animais. Isso só aconteceu porque ela é uma surfista de verdade e entende que o surf é muito mais do que equilibrar-se em uma placa. Surfar é entender o mar e sentir as vibrações do oceano, e percebendo que essa onda é, literalmente, o pulso de um ecossistema que torna possível a existência de qualquer um de nós estar vivo. Qualquer surfista que não sinta o mar, não é um surfista e qualquer surfista que não respeita a diversidade viva do oceano também não é um surfista. Eles são apenas covardes e arrogantes que tentam se exibir. Alpinistas e esquiadores não param de escalar por causa da possibilidade de avalanche. Os marinheiros não param de velejar por causa de uma tempestade. Surfistas precisam erradicar tubarões para que eles possam surfar e se sentirem seguros? Quero dizer quem precisa se sentir bonito ou seguro na água? Eu com certeza não. Eu gosto do fato de que existem grandes predadores no mar. Isso me mantem humilde. Eu não temo tubarões, eu os respeito. Eu também aprecio o papel que desempenham na manutenção da diversidade ecológica de nossos oceanos. Por 450 milhões de anos, tubarões e outros predadores moldaram e tem moldado a evolução do mar. A velocidade, a camuflagem e o comportamento dos peixes é o resultado direto de adaptação a um mar cheio de tubarões.
Mas junto vêm os moradores da terra, os hominídeos, que com nossa tecnologia superior de anzóis arpões, redes e linhas que matamos o que não entendemos simplesmente por um medo irracional. Eu não temo tubarões. O que eu temo é um oceano sem tubarões, um oceano de caos, um oceano de diminuição de diversidade, um oceano que está morrendo. Se os tubarões morrerem, os oceanos morrem. E se os oceanos morrerem, a humanidade morre. Ao matar tubarões, estamos nos matando. A destruição dessas linhas letais seria um ato de autopreservação. Tradução: Igor Ramos, voluntário ISSB
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Mergulhe no fantástico mundo subaquático de Curaçao Curaçao é uma ilha formada originalmente por pedras vulcânicas onde os corais se formaram ao longo dos séculos. Isto pode ser visto imediatamente no primeiro mergulho. Na costa do lado direito da ilha os mergulhadores poderão observar belos recifes de corais. Essa é uma das razões que tornou Curaçao um dos destinos mais populares de mergulho do mundo. Fauna e flora subaquática de rara beleza formada ao longo de milhões de anos. INFORME PUBLICITÁRIO | DIVEMAG.org | Curaçao
• Destino top para mergulhadores – você não achará no mundo um local de tamanha beleza e variedades para prática de mergulho. • Seleção de três grandes áreas para mergulho – Curaçao é cercada por fantásticas áreas para mergulho. • Curaçao também é um fantástico destino para a prática de snorkel – até mesmo da superfície pode-se observar as belezas do mundo subaquático de Curação. • Um destino para todos – Além do fantástico mundo subaquático, Curaçao oferece muita diversidade para os que preferem ficar em terra – compras, lazer, esportes, praias, cultura e gastronomia.
www.curacao.com
Fotógrafo convidado: Álvaro Velloso Álvaro Velloso é Engenheiro Eletrônico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-graduado em Análise de Sistemas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ).
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Sócio-diretor da Amplex desde 1993, empresa especializada em tecnologias de gerenciamento de banco de imagens, implantou sistemas em diversas empresas de mídia, corporações privadas e governamentais.
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
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Fotógrafo amador, especialista em tecnologias de publicação na web e fluxos de fotografia, também desenvolve equipamentos de alta tecnologia para ajudá-lo em suas atividades subaquáticas.
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
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Álvaro é membro da CNFVS e acompanha o calendário de campeonatos de fotosub, e até já recebeu algumas premiações, como o bi-campeonato do GP Brasil de Fotosub e o bi-campeonato Estadual do Rio de Janeiro.
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
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Conseguiu também atingir o primeiro lugar no Ranking Nacional em 2013 e teve a honra de representar o Brasil no CMAS Campeonato Mundial de Fotosub na Turquia, juntamente com o atleta e amigo Ivan Cavas.
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
O seu dupla principal é o Sr. Carlos Tacides Saade, com quem sempre mergulha e o acompanha nas competições, assumindo as atividades de assistente e modelo.
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso Nascido em Salvador-Bahia, Álvaro cedo mudou-se para o Rio de Janeiro e começou a fotografar em 2002 quando ganhou uma câmera anfíbia Nikonus-V como pagamento de um serviço prestado para uma loja de equipamentos fotográficos.
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
A partir daí resolveu fazer os cursos de mergulho e fotografia submarina com os mestres Laércio Horta, Denise Greco e Luiz Fernando Cassino.
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Em 2005 se inscreveu no torneio da CEDSU e tirou o primeiro lugar na categoria para câmeras compactas. Em 2006 entrou para o circuito nacional da CNFVS, já fotografando com equipamento de nível profissional.
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
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Fotógrafo convidado | Álvaro Velloso
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Recentemente, Álvaro lançou o seu website de fotografia submarina ( http:/ / www. alvarovelloso. com/ ) onde compartilha fotos de suas viagens de mergulho e de campeonatos. Lá poderão ser encontradas fotos do Brasil, Caribe e Indonésia.
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Com a fotografia Álvaro fez grandes amigos, que sempre mergulham juntos, planejando viagens e futuras aventuras.
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O grupo tem como objetivo maior compartilhar as belezas submersas de nossas águas e, assim, de alguma forma, tentar sensibilizar as pessoas para a importância deste ecossistema, indispensável à vida no nosso planeta.
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INFORMATIVO MENSAL | DAN |
Estas Empresas são parceiras da DAN Brasil Rio de Janeiro
Bahia
Barracuda - Cabo Frio Deep Trip DiversTec GMES Litoral Sub Mar do Mundo Océan SandMar Nitrox X Divers
Apecatu Expedições Bahia Scuba Horizonte Aberto Shark Dive Underwater Bahia
Distrito Federal Off Way Scuba Du
Espírito Santo
São Paulo - Grande São Paulo
Acqua Sub Atlantes Guarapari Cia do Mergulho
Amigos do Joe Aqualander Mergulho Aquaventura Baritur Viagens Blue Shark Dive Dive Tech Diving College Mergulhando na Estrada Narwhal Mergulho Oxigenação Turismo Scafo - São Paulo Scuba Point Scubalab Sea Way Viajan
Minas Gerais County Divers DiveLife
Mato Grosso do Sul
Lagoa Misteriosa - Rio da Prata
Paraíba
Mergulho Ambiental
Pernambuco
Aquaticos Atlantis Divers
Paraná
Acquanauta Mergulho Scubasul
São Paulo - Interior
Acquacamp Captain Dive CNM Dive Jornada Sub Mergulho Koka Sub Mar & Ar Overdive Rota Sub Scubadodive Adventure Scubapura Subaquática
Rio Grande do Norte
Caju Divers Corais de Maracajau Portal Maracajau
Rio Grande do Sul Planeta Mergulho
Santa Catarina Mathaaus Adventure
Associe-se a DAN Brasil Mergulhadores ajudando mergulhadores
www.danbrasil.org.br
Você sabia que?
“Final de domingo, no final do terceiro mergulho apaguei ao chegar á superfície. A DAN foi acionada e recebemos ajuda até a minha ida a Câmara Hiperbárica. Eu me senti seguro e amparado no dia e nos tratamentos posteriores ao episódio. Recomendo fortemente a associação a DAN Brasil!”
O seu Plano de Saúde pode não cobrir os custos de um tratamento hiperbárico,
— Paulo Francisco da Silva (Big Paul)
E a maioria dos planos não cobre transporte aéreo*
Benefícios para Associados da DAN Brasil: • Remoção aérea inter-hospitalar* tanto para emergências de mergulho quanto para outras emergências; • Benefícios para despesas médicas com tratamento em Câmara Hiperbárica em todo o mundo; • DAN Hotline 24 horas, 7 dias por semana; • Informações sobre segurança no mergulho ; • E MUITO MAIS!
www.danbrasil.org.br
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19-3707-1569
A DAN Brasil é a única organização sem fins lucrativos dedicadas à segurança do mergulho e registrada no Ministério da Justiça como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP (reconhecida em 2012). *Todos os benefícios de transporte aéreo de emergência serão considerados somente entre instalações médicas ou de um aeroporto a outro, não estão inclusos salvamento marítimo ou onde não haja aprovaçãoSCHRAPPE da DAN. - # 1526322 GABRIEL GANME -aeroporto # 83730 ou instalações médicas no local. O benefício do transporte será considerado somente caso haja necessidade médica e com a préviaCAROLINA
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