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DIVEMAG | Edição 18 | International Dive Magazine

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Turismo

Fotografia

Mergulho Técnico

Edição 18 - 2013 EDITORA

DIVE paixão pelo mar

Naufrágios

Cavernas

Equipamentos

Meio Ambiente

Novidades

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International dive magazine Feita por quem mergulha !!

Bahamas: CAT Island

Ensaio Especial: Underwater Goddess

+

Sardenha

O naufrágio do KT-12

SHOOTOUT BRASIL CURAÇAO 2013 O evento que sacudiu o Caribe


Divirta-se Informe-se Vivencie Experimente

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Underwater shootout Brasil

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International dive magazine

WE DIVE !!


Venha mergulhar em Curaçao. Escolha um destes hotéis e experimente O melhor tratamento à brasileiros em todo o Caribe !!!

foto: Kadu Pinheiro

Operadora exclusiva de mergulho Ocean Encounters em todos os hotéis

Fotos: Kadu Pinheiro


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TOP 05

JUNHO DE 2013

Hard to digest... por Ellen Cuylaerts


JUNHO DE 2013 Scalefin anthia (13) por Paul Flandinette

TOP 05

hermit crab por Pi単atel

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DSC_7938 a low por Sergi Garcia


DSC_5132 por Sergi Garcia

TOP 05 JUNHO DE 2013

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A DIVEMAG está disponível para ser visualizada em qualquer tablet ou smartphone com capacidade de ler arquivos em PDF, iPad, Android e outros. É simples e grátis: baixe a revista no seu device, entre no site da DIVEMAG selecione a edição e faça o donwload, assim que terminar, a revista será exibida no seu navegador e você poderá optar por gravá-la em sua biblioteca de arquivos. Ex: iBooks ou similar dependendo da plataforma que você utiliza. Agora é só aproveitar a sua edição da revista, colecionar ou enviar para os amigos, e o melhor: sem custo e sem limites. Aproveite e baixe agora o seu exemplar:

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>> Nesta edição <<

SOCIAL

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Feita por quem mergulha !!

EDITOR KADU PINHEIRO

15. BAHAMAS

Povo que luta por um país melhor, que clama por justiça e tem garra de defender o que é certo. É devido a nossa garra e persistência, que conseguimos enfrentar tão bem as adversidades impostas no caminho do progresso, um povo que merece respeito dignidade e principalmente paz. Tantos anos em busca de melhores condições de vida e talvez agora temos um préludio de esperança de que a voz das últimas manifestações sejam ouvidas por nossos dirigentes! E vamos lá Brasil, por que nesse mês temos Cat Island, segunda parte da matéria do Gabriel Ganme e da Raquel Rossa sobre os mergulhos com tubarão nas Bahamas. Temos ainda uma Matéria de nosso mais novo colaborador: Francesco Pacienza, diretamente da Sardenha, nos contando sobre o naufrágio KT12.

32. SHOOTOUT Curaçao

Delicie-se e já se planeje para o próximo ano, com a cobertura total do evento de fotografia mais esperado do ano: Shootout Brasil Curaçao 2013, que sacudiu mais uma vez esse paraíso no Caribe com a presença de mais de 50 Brasucas. E para fechar, um portfólio diferente retratando o trabalho feito por mim em Curaçao, junto com Carolina Schrappe: Underwater Godness.

CONTEÚDO

14 :: Bahamas >> Cat Island 32 :: Underwater Shootout - Brasil Curaçao 2013 55 :: Novidades >> Equipamentos 57 :: Naufrágio: Sardenha >> KT-12 68 :: Medicina do mergulho 75 :: Especial Shark Finning >> Parte VII 79 :: Sea Shepherd 83 :: Ensaio especial: Underwater Godness 98 :: Certificadoras e mercado

Tudo isso e mais nessa edição. Bons mergulhos !

Águas claras e boa leitura.

Kadu Pinheiro >> Editor <<

Por um Brasil melhor

Caros leitores, nessa décima oitava edição, queria dedicar um pedaço desse editorial não só a todos os nossos leitores que apoiam e incentivam a exitência da DIVEMAG, mas também a todo povo brasileiro.


dIVEmaG

Conselho Editorial

EXPEDIENTE

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Carolina Schrappe

PRESIDENTE: Flávio Lara flavio@divemag.org Redação

Cristian Dimitrius

Diretor de Produto E EDITOR: Kadu Pinheiro kadu@divemag.org JORNALISTA RESPONSÁVEL: Kadu Pinheiro Colaboraram nesta Edição: Ulisses Turati, Raquel Rossa, Gabriel Ganme, Kadu Pinheiro, Dan Brasil, Reinaldo Alberti, Francesco Pacienza, Ana Brüning REVISÃO FINAL: Reinaldo Alberti TRADUÇÃO ESPANHOL: Hector Mañon TRADUÇÃO INGLÊS: José Truda Palazzo Publicidade gerente: ReinaldoAlberti publicidade@divemag.org Atendimento ao leitor SAC :: sac@divemag.org

Gabriel Ganme

Lawrence Wahba

Reinaldo Alberti

Julho 2013

DIVEMAG é uma publicação on-line mensal e gratuita da Editora Dive Ltda. Julho de 2013. Ar­ti­gos as­si­na­dos não re­pre­sen­tam ne­ces­sa­ri­a­men­te a opi­ni­ão da re­vis­ta.

ED.18

Rodrigo Figueiredo

ATENDIMENTO

Foto capa: Kadu Pinheiro

O conselho editorial foi formado com o intuito de manter a revista alinhada com as melhores publicações de mergulho mundiais. Os membros do nosso conselho são referências junto ao mercado de mergulho, figuras publicamente conhecidas que representam nossa atividade perante a mídia e o trade.

sac@divemag.org


CAT ISLAND

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SHARK EXPEDITIONS, GRAND BAHAMA Parte II | Texto: Raquel Rossa | Fotos: Gabriel Ganme

CAT ISLAND E OS GALHA BRANCA OCEÂNICOS Na segunda etapa desta Shark Expeditions, deixamos Grand Bahama rumo a Cat Island. Após dois voos de meia hora, de Freeport à Nassau e de lá para Cat, chegamos ao território dos elegantes, ameaçados e, muitas vezes temidos, tubarões galha branca oceânicos (Carcharhinus longimanus). Do aeroporto em New Bight até o hotel, a sudoeste da ilha, são cerca de 45 minutos.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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Chegamos então a Hawk’s Nest Resort & Marina, um lugar paradisíaco, meio bucólico e isolado do mundo. O silêncio é quebrado apenas pelo canto dos galos, que andam livremente de um lugar para outro, ou de um eventual pequeno avião que aterrissa na pista anexa. Fora isso, a companhia é do sol e dos ventos quentes caribenhos, do barulho do mar e do céu estrelado nas noites limpas.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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Cat Island tem pouco mais de 1500 habitantes, baixo fluxo turístico, então o mergulho com os galhas é exclusivo e seletivo. Apenas de abril a maio é possível mergulhar com esses tubarões de “mãos longas”, corpo rajado e com as inconfundíveis manchas brancas nas pontas das nadadeiras. No resto do ano, a marina de Hawk’s Nest recebe amantes da pesca vindos para os campeonatos de pesca esportiva, em busca dos grandes espadartes do Atlântico e dos dourados, os “mahi-mahi”.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

Hawk’s Nest é um hotel pequeno, de frente para o mar, cercado por palmeiras, hibiscus, piscina e espreguiçadeiras perfeitas para se curtir o ócio. O luxo aqui é a exclusividade e o silêncio, um bálsamo para a alma. O café da manhã é servido em buffet e, naquele momento, já são tomados os pedidos para o jantar. Assim como em West End, as operações de mergulho tomam quase o dia inteiro, então o almoço também é do tipo lunch box, com sanduíches e frutas servidos no barco, entre um mergulho e outro.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

OPERAÇÃO Stuart Cove tem um de seus barcos de 40 pés (12 metros) na marina de Hawk’s Nest, de onde saíamos às 8h30 da manhã, retornando por volta das 3 horas da tarde. Foram mais 3 dias de mergulhos incríveis, em Columbus Point e em Tartar Bank, a sudeste da ilha, distante cerca de uma hora da marina de Hawk’s Nest.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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Foto: Raquel Rossa

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Para a nossa grata surpresa, tivemos a companhia de Andy Casagrande. Premiado documentarista da National Geographic, Andy estava lá fazendo uma matéria junto com seu editor.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

Outro apaixonado por tubarões, principalmente pelos grandes brancos, até música contra o finning e pela preservação dos gigantes dos oceanos ele já fez: “If I was a great white shark, I won’t bite you” (“se eu fosse um grande tubarão branco, eu não morderia você”)!

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A tarefa de encontrar os galha brancas não é fácil. É preciso lembrar que estamos no meio do oceano, no azul, então é preciso atrai-los. Beto, o instrutor, começa a jogar engodo na água e, surpreendentemente, logo temos a companhia de dois galhas. Todo mundo para a água! A bóia na superfície garante a caixa de engodo a 5 metros de profundidade. Tubarões de águas mais profundas, os longimanus vêm do fundo, no azul, em um nado vertical, rápido e fantástico. Justamente por serem pelágicos, não têm disponibilidade constante de alimento, então aproximam-se dos barcos para uma boquinha fácil.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

O que é o pesadelo dos pescadores, é a festa dos mergulhadores! Quando me dei por conta, estávamos cercados por 9 tubarões galha branca, entre machos e fêmeas, dando um show com o seu balé sincronizado. Ainda tivemos a presença de 3 “silky sharks” (Carcharhinus falciformes), mas que pouca chance tiveram em abocanhar os pedaços de peixe. Delírio total.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

Desde julho de 2011 a pesca, o finning e o desembarque de tubarões está proibido em portos das ilhas que compõe o país. O governo também baniu o comércio e a exportação de produtos de tubarão. Para isso acontecer, a indústria do turismo e do mergulho de observação de tubarões foram decisivos na implementação da lei, que protege as mais de 40 espécies existentes no mar das Bahamas.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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Carcharhinus longimanus – Galha branca oceânico Espécie altamente ameaçada devido à exploração pesqueira intencional quanto não intencional, além de alimentar o milionário tráfico de barbatanas para o mercado asiático, o C. longimanus entrou para o Apêndice II da Convenção Internacional para o Comércio de Espécies da Fauna e da Flora Ameaçadas de Extinção (CITES), em março deste ano. No mesmo mês, teve a sua pesca proibida em águas brasileiras.

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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Serviço: Visto americano exigido para a conexão via Miami. Vacina internacional contra a febre amarela. Temperatura da água: de 23–25ºC, no inverno, a 2829ºC, no verão. www.sharkexpeditions.com.br www.stuartcove.com www.oldbahamabay.com www.hawks-nest.com

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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DESTINO | Bahamas parte II - CAT ISLAND | Texto Raquel Rossa, fotos: Gabriel Ganme

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GABRIEL GANME – “THE CAPITAIN”

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Apesar de mergulhar frequentemente com os tigres em Tiger Beach, foi a primeira vez que participei de uma Shark Expedition dessa figura chamada Gabriel Ganme. Embora nos conhecermos há pouco tempo, é de longa data que acompanho o seu trabalho com o mergulho e, sobretudo, com os tubarões. Não bastasse todas as contribuições feitas por ele ao desenvolvimento do negócio do mergulho no Brasil, este médico por formação, mas um apaixonado por tubarões, ao longo de mais de 30 anos foi compartilhando essa paixão com outros mergulhadores, liderando viagens em busca dos verdadeiros reis dos oceanos, e desmistificando os tubarões. Para mim, essa pessoa ímpar é o verdadeiro “shar man”.


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Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013

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Leia a definição geral do pessoal ao final do evento para ilustrar o quão rico e surpreendente foram os dias que estiveram em nossa companhia, na paradisíaca ilha de Curaçao: “Shootout Experience: Abrir um mundo de novas experiências e oportunidades, mostrar que é possível começar e ter resultados profissionais na fotografia submarina, com domínio de algumas técnicas, conceitos e muita prática”.

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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A segunda edição do evento SHOOTOUT BRASIL CURAÇAO contou com a participação de 50 pessoas, entre mergulhadores e fotógrafos que passaram a semana neste paraíso aperfeiçoando suas técnicas e buscando a melhor imagem. “Shootout” quer dizer “o melhor tiro”, e aplicado no caso da fotografia, trata de uma competição do “melhor registro”, muito diferente, e sem as regras mais rígidas dos campeonatos tradicionais de fotografia subaquática.


Kadu Pinheiro e Leticia Duran

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2 Barcos lotados

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Carol, Barbara e Francisco se divertindo

Cristina do Lions e Flรกvio Lara

Mineirinhos da Mar a Mar

Fernando, Dani, Claudio e Poul

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Essa imagem feita pelo Cristian Dimitriius retrata com perfeição o clima da viagem e alegria que contagiou a todos durante o evento.


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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Este ano mantivemos a idéia original com workshops e clínicas específicas durante os dias do evento, com a presença de grandes nomes da fotografia submarina e do mergulho, como Cristian Dimitrius, Ulisses Turati, Kadu Pinheiro e Carolina Schrappe.

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Carol, além de apresentar seu workshop, participou de vários ensaios de moda com o fotógrafo Kadu Pinheiro, em cenários inusitados e que envolveram uma grande logística e preparo, como o Naufrágio do Superior Producer, a mais de 30 metros de profundidade.

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Palestra Leticia Duran

Palestra Carolina Schrappe

Palestra Kadu Pinheiro

Palestra Ulisses Turati

Palestra Cristian Dimitrius

Equipamentos para a galera testar

EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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OS TEMAS DOS WORKSHOPS FORAM: Letícia Duran, fotógrafa e cinegrafista submarina brasileira residente em Curaçao: Falou sobre os pontos de mergulho da ilha e sua fauna e flora marinhas. Kadu Pinheiro, Editor da DIVEMAG: Composição fotográfica, com vários exemplos práticos e exercícios propostos para os alunos realizarem nos dias de mergulho. Cristian Dimitrius, Nat Geo, Globo: Filmagem profissional com câmeras DSLR e compactas, mostrando seu incrível trabalho como cinegrafista de natureza e dando várias dicas práticas para quem deseja se iniciar na arte das filmagens submarinas. Ulisses Turati, Fotógrafo Sub e Staff da DIVEMAG: Técnicas de fotografia Macro e dicas práticas. Carolina Schrappe, Recordista de Mergulho Livre e Modelo Sub: Como modelar embaixo d´água, com dicas de como o dupla deve se comportar e ajudar seu parceiro a captar belas imagens.

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A dinâmica consistiram em dois mergulhos embarcados pela manhã, mergulhos livres de praia à tarde, e dois dias de palestras no fim da tarde. Todos os mergulhos eram acompanhados pelos palestrantes, que ajudaram a galera a tirar o melhor proveito de suas câmeras durante o evento. Contando com o apoio da loja norte americana reefphoto.com, Cristian ainda levou dois kits completos de câmera e caixa estanque para que o pessoal pudesse testá-los durante o evento: uma Canon S100 e uma Sony RX-100, com caixas Nautican e flash Inon Z-2000. Claro, ele não voltou para casa com nenhuma das câmeras...

Cristian Dimitrius em momento fashion

EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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FLASH Nossa promoter mirim Barbara Proner

Asas a imaginação com Marcel Souza

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaรงao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Muita diversรฃo e bom humor em cima e em baixo da รกgua, sempre contando com o trabalho impecรกvel da equipe da Ocean Encounters de Curaรงao.

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Nesta página, um mix de imagens capturadas durante o evento, mostrando toda a diversidade e o colorido de Curaçao, definitivamente um “campo escola” para foto sub.

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Momentos de tensão na escolha das fotos

EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

Sacudimos esse paraíso caribenho por uma semana, contagiando a todos com a alegria e animação peculiares dos mergulhadores brasileiros.

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Party time

O Evento contou com a organização da Azul Profundo (Operadora de Turismo especializada em viagens de mergulho). E o pessoal de Curaçao, que foi a ilha caribenha escolhida para sediar a segunda edição desse evento, com total apoio da Ocean Encounters e do Lions Beach & Dive Resort, além da participação especial do CTB - Curaçao Tourism Bureau - que nos surpreendeu novamente com a maravilhosa festa de encerramento do evento.


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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

A intenção do Shootout é estimular e ensinar novos fotógrafos e pessoas interessadas em aperfeiçoar suas técnicas. Muitos mergulhadores passaram a fotografar embaixo d´água durante o próprio evento, iniciando-se ali, na arte de capturar imagens subaquáticas.

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Foto: Cristian Dimitrius

Participaram três Centros de Mergulho brasileiros: A Scuba Point, de São Paulo; a Mar A Mar, de Belo Horizonte; e a Acquanauta, de Curitiba. Os fotógrafos premiados ganharam equipamentos da Sea Sub, Aqualung Brasil e Fun Dive, além de diversos brindes fornecidos pela Ocean Encounters e Azul Profundo.

EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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RELAX dIVEmaG International dive magazine


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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Resultado 2013

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Confira os premiados Primeiro lugar: Fabio Uru Segundo lugar: Thais Araújo Terceiro lugar: Alex Takaoka Melhor vídeo: Carlos Teixeira

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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“COMO FIZ MINHAS FOTOS” Escolhi levar para esse evento apenas uma câmera compacta, deixando a minha DSLR em casa. A idéia principal era mostrar aos participantes o que se pode produzir usando um setup menos profissional, mas devidamente configurado e com os acessórios certos. Para isso escolhi a Sony RX-100 com caixa da Recsea, lentes GA e Macro da Blue Water/Dryon, e 2 flash YS-110 Alpha, disparados por cabos ópticos em manual ou TTL. Esse é um dos conjuntos mais poderosos entre as compactas atuais e já foi pauta de matéria anterior na DIVEMAG.

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

Fernando Regis Lopes de Freitas

Escola: Scuba Point Câmera (vídeo): GOPRO HERO 3 Silver “Shootout Curaçao 2013 foi uma oportunidade ímpar de unir a teoria, com excelentes palestras de profissionais respeitados e a prática, com mergulhos em um lugar paradisíaco, com águas cristalinas e azuis, com temperaturas que variam entre os 25 e os 27 graus e visibilidade que atinge 30 metros fácil !”

Daniela Franco Rossi

Escola: Acquanauta Curitiba – Centro de Mergulho Câmeras: Canon G11 e Canon S110 “A oportunidade que me permiti poder estar neste encontro, de gente profissa para caramba, foi um salto no meu aprendizado fotográfico. Dias mágicos, divertidos e de muita dedicação que marcou um novo olhar sub!”

Fabio Luis Uru

Escola: Scuba Point Câmera: Canon G10 - Caixa estanque Ikelite, dois flashes Ikelite DS-161 com cabo de sincronismo e lente close-up 2x Olympus PTMC-01 “Foi uma excelente viagem, muito bem organizada que além de poder aprender a arte da fotografia submarina com os melhores profissionais do país, houve uma grande troca de experiências entre os participantes. Parabéns, recomendo e pretendo participar de outros eventos similares.”

Ana Luiza Busarello Brüning

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DEPOIMENTOS de alguns participantes

Escola: Acquanauta Curitiba – Centro de Mergulho Câmera: Canon PowerShot D20 – Caixa estanque Canon WP-DC45 “O Shootout Curaçao 2013 foi uma experiência maravilhosa e memorável. Aprendi muito, não somente sobre fotografia sub, como também tive a oportunidade de ampliar meus conhecimentos de mergulho e comportamento animal. Obtive um grande crescimento pessoal nesta viagem, pois esta foi minha primeira experiência de mergulho no exterior. Todo o atendimento que recebi da Acquanauta foi muito importante e profissional, inclusive por meus voos terem sido diferenciados do restante do grupo.

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A equipe organizadora, incluindo os palestrantes, foi muito atenciosa com todos, tanto fora quanto dentro d’água, atendendo participantes de diversas idades e níveis de experiência, que se adaptaram perfeitamente às atividades oferecidas. A alta visibilidade e diversidade marinha do local torna este uma excelente escola para a aprendizagem de fotografia sub. O Shootout é com certeza um evento que ficará na memória de todos os apaixonados por fotografia, profissionais da área ou simplesmente daqueles que buscam passar uma semana inesquecível repleta de paisagens paradisíacas acompanhados de pessoas fascinantes e cheias de energia.”

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MENSSAGEM

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Confraternização, novas amizades, grande aprendizado, bons mergulhos e muita diversão, além de boas festas.

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Tudo isso e muito mais no Shootout Brasil 2013 em Curaçao. Evento realizado pelas equipes da DIVEMAG e Azul Profundo, os quais quero agradecer o convite para ministrar uma palestra sobre Macrofotografia. Passar um pouco da minha vivência em fotosub para novos fotógrafos foi gratificante e o retorno percebido na evolução das fotos realizadas, nos dias seguintes às palestras, foi evidente. Para quem não pode participar neste ano, aconselho conversar com sua escola de mergulho para não perder o próximo. Segue algumas fotos feitas nos dias passados em Curaçao durante o Shootout. Forte abraço a todos os participantes e espero vê-los novamente no ano que vem.

Ulisses Turati.

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 |

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Fotos: Ulisses Turati


Já estamos montando o próximo Shootout no Caribe, que será divulgado em breve!

Operação local:

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Lions Beach Resort Ocean Encounters CTB Curaçao Tourism Bureau

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EVENTO | Underwater Shootout Brasil - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Em poucas palavras:

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No shootout tive a grande oportunidade de deixar a câmera de lado e me dedicar a compartilhar experiências e aprender com todos. Foi muito bom ver tantos talentos juntos em uma viagem super alto astral! Espero que todos os presentes tenham levado consigo um pouco daquela energia e que continuem sempre buscando aprender mais, mergulhar mais e passar adiante a bandeira em prol da preservação dos oceanos! Tudo isso sempre com muita diversão!! Captain

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Cristian Dimitrius

EVENTO | Shootout Brasil - Curaçao | Fotos da página: Cristian Dimitrius

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MAKING OFF SPLASH !! 50

Foto: Daniela Rossi


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Animal Encounters

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NOVIDADES | Animal Encounters - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

O Sea Aquarium e a Ocean Encounters apresentam uma nova atração: o Animal Encounters. Trata-se de um ambiente de mergulho controlado onde o visitante pode alimentar e interagir com tubarões, tartarugas e arraias, além de diversas outras espécies de peixes. A experiência pode ser feita por pessoas de qualquer idade, usando equipamento scuba ou snorkeling, e não requer que o visitante seja certificado. Os mergulhos são muito rasos, não ultrapassando os 3 metros de profundidade e sempre acompanhados por guias experientes e dentro de um ambiente desenhado para isso no Sea Aquarium. Visitantes que não querem entrar na água também podem observar os animais de um “submarino”, na verdade, uma estrutura que permite a observação dos animais como em um aquário simulando a experiência de um submarino.

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NOVIDADES | Animal Encounters - Curaçao 2013 | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

Apesar de muita gente ser contra o cativeiro de animais, esse tipo de interação permite uma maior divulgação do ambiente marinho, principalmente para as crianças, que saem maravilhadas da experiência. O tanque é uma extensão do ambiente marinho sendo irrigado e abastecido diretamente pela água do mar, criando assim um ambiente saudável para as espécies que nele habitam. Mais Informações: http://www.oceanencounters.com/en/animal-encounters

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INFORME PUBLICITÁRIO | DIVEMAG.org | Atlantis Divers FOTOGRAFIA | EQUIPAMEnTOS | Redação

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Aquatica lança nova caixa estanque para a DSLR Nikon D600 Além da qualidade e robustez conhecidas da marca, o grande diferencial dessa caixa é o acesso aos botões FN, que podem ser customizados com diversas opções pelos usuários da Nikon. A caixa conta ainda com 3 portas externas para Bulkheads, monitores e sensores de pressão e alagamento, e todas as funções e facilidades que os usuários da marca estão acostumados. A caixa deve chegar nos EUA ao preço de: U$ 3.199,000. Mais informações e especificações técnicas no site: http://www.aquatica.ca

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A Sardenha é uma ilha de mil faces e mil tesouros para se descobrir e conhecer. A antiga cultura desta terra e seu povo têm suas raízes nas brumas do tempo. Você pode encontrar vestígios da história antiga em cada pequena cidade nesta região. E embaixo d´água não podia ser diferente !

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O NAUFRÁGIO DO KT-12

por Francesco Pacienza | Tradução Ana Brüning | Revisão Reinaldo Alberti

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza

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Orosei, localizada ao longo da costa norte, no Vale do Rio Cedrino, a uma distância de apenas 2,5 km do mar (Marina di Orosei), faz dela um destino de férias muito popular para mergulhadores. Ao longo de 15 km a costa alterna bonitas praias e falésias com vista para o mar do Golfo de Orosei. A alternância das florestas verdes de ciprestes com falésias cinza granito ou areia branca, combinam com o azul cobalto de suas águas, ricas em cores, devido a uma forte presença de flora e fauna típica do Mediterrâneo deste canto da Sardenha.

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza

Fui pra lá convidado por Franco Luche, proprietário do Orosei Diving Center, o qual conheci durante um concurso de fotografia subaquática em Palau. Franco me contou muito sobre um belo naufrágio, que está deitado no fundo de areia branca, no Parque Marinho de Orosei e Gennargentu, estabelecido em 1998, e que em breve será uma área marinha protegida do Golfo de Orosei.

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza Como um entusiasta de mergulhos em naufrágios, fiquei intrigado com as descrições de Franco sobre este local de mergulho, e acabamos planejando algumas imesões para explorar este belo naufrágio. O naufrágio é um navio cargueiro alemão do tipo KT-12, que foi torpedeado durante a Segunda Guerra Mundial pelo submarino Safari, que o afundou com um único torpedo na área da proa, fazendo o navio ir a pique já na sua primeira viagem. Foi um triste destino para este cargueiro, utilizado para o transporte de veículos, combustível e mantimentos para as tropas alemãs na África. Seu tempo de vida foi de apenas três semanas.

dIVEmaG Após torpedeado, a sua proa afundou imediatamente, enquanto o resto do navio foi tomado pelas chamas, devido ao incêndio do combustível transportado, afundando um pouco a frente de onde afundou a proa.

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza

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O naufrágio está em posição de navegação, sobre um fundo de areia, onde a profundidade máxima é de cerca de 33 metros. Já nos primeiros metros abaixo da superfície seu tamanho é claramente visível, e conforme você desce, do lado direito, olhando-se da popa para a proa, são claramente visíveis, a algumas dezenas de metros de distância, alguns guindastes e outras máquinas que estavam na ponte no momento do na frágio, e que caíram ao mar, com o impacto das explosões.

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Comecei o mergulho explorando a popa e o lado mais profundo, onde estão os hélices que surgem da areia, juntamente com a lâmina do leme. Subindo ao longo da popa a vista é espetacular: observamos um canhão que se destaca contra o azul com o cano apontado para a luz que vem da superfície. Sinais óbvios associados a explosão fizeram levantar, como se fosse uma passarela, uma plataforma na área de popa.

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As oportunidades fotográficas são muitas, e os destroços estão rodeados por cardumes de Sargos (Diplodus vulgaris), Castanhetas (Chromis chromis), Bogas (Boops boops) e Salpas (Sarpa salpa), além de sua infra-estrutura ser totalmente coberta por uma miríade de organismos multicoloridos, que contrastam com o azul das águas cristalina e o fundo de areia branca.

NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza

Observando buracos entre as placas, vemos lagostas-sapateiras (Scyllarides latus) tão grandes quanto uma nadadeira, juntamente com moréias (Murena helena) e enguias- -do-mar (Conger conger), além de garoupas e pargos, que encontram refúgio nas reentrâncias mais profundas dos porões. Entrando em seus porões são claramente visíveis alguns tambores de combustível e óleo que não explodiram quando o barco foi atingido pelo torpedo, enquanto em direção à proa, o buraco amplia para assemelhar-se a entrada de uma caverna com vista para o azul, com uma miríade de reflexos prateados que cintilam ao seu redor.

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza

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Suas sonhadas férias viram realidade em um lugar maravilhoso.

A maior Barreira de Corais do Caribe, praias paradisíacas e um resort exótico. Centro PADI 5 Estrelas, centro de fotografia, câmara hiperbárica própria. Mergulhos com golfinhos, tubarões, tartarugas, naufrágios e milhares de peixes. Passeios a cavalo, caiaque, passeios pela selva, canopy ou simplesmente relaxar embaixo das palmeiras. No AKR, as aventuras Roatan • Bay Islands surgem naturalmente. Honduras

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Depois de explorar o interior do navio, cujos espaços amplos e ausência de redes e outros objetos potencialmente perigosos, torna-o acessível a todo tipo de mergulhadores, continuei para a proa. Uma vez do lado de fora, decidi voltar pela esquerda do casco, onde os metais, retorcidos no impacto com o torpedo, formam uma escultura de mil tonalidades. Mesmo as chaminés, estão forradas de esponjas e organismos coloridos, tornando- se excelentes motivos fotográficos.

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza

Ao longo do costado são claramente visíveis muitos suportes e máquinas. Depois da popa, o elemento de maior interesse é o canhão, que está sempre rodeado por cardumes de peixes, com a ponta virada para a superfície em um ato final de defesa contra um ataque que acabou não vindo do céu, mas das profundezas do mar. A proa, não menos bonita, situa-se a uma profundidade de 24 metros, onde encerramos o mergulho e iniciamos a subida ao longo do cabo de amarração.

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NAUFRÁGIO | Sardenha KT-12 | Texto e fotos: Francesco Pacienza Em Orosei é possivel visitar a pitoresca cidade velha, que está em excelente estado e facilmente acessível. Durante o verão, o Centro Histórico torna-se o palco natural para a preparação de exposições de artesanato que ficam abertas até final da tarde. Operador de Mergulho local: “Orosei Diving Center”, localizado em Orosei (NU). Graças ao clima ameno no inverno e quente, embora com muitos ventos no verão, você pode mergulhar praticamente o ano todo. O Dive Center possui um bote de 7,50 metros, dois compressores, com recarga de Ar e Nitrox, dispõe de 20 conjuntos de equipamentos completos para aluguel e 50 cilindros. Saiba mais em http://www.oroseidivingcenter.it

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Medicina do Mergulho e do Exercício o que se fofoca por aí??

Fatos pitorescos da história do mergulho

NOTA DO EDITOR: Esta é uma seção totalmente fornecida pelo Gabriel Ganme, em sua página do Facebook MEDICINA DO MERGULHO E DO EXERCÍCIO. Textos, perguntas e respostas organizados aqui por Reinaldo Alberti. Neste mês, na nossa página no Facebook, os assuntos mais comentados foram alguns fatos pitorescos da história do mergulho. Leiam, é divertido e instrutivo. O Gabriel Ganme postou o título “Origem dos estudos da velocidade de subida”, assim: Caros, mais uma da história do mergulho. De onde saiu a velocidade de subida de 18 metros por minuto??? Também na época dos antigos e pesadíssimos escafandros supridos pela superfície, os mergulhadores queriam que o pessoal de apoio os subissem de volta muito rápido. O pessoal de apoio queria subí-los devagar, para não acabar com suas costas. Então chegaram a um acordo sindical e decidiram por 18 metros por minute. Isso desperteu alguns “likes” e comentários dentre eles: William Palma Spinetti Bom acordo! Mas a relação com evitar uma doença descompressiva é pura coincidência? Rs. O que o Gabriel Ganme respondeu ao William Palma Spinetti: Foi um belo chute, que funcionou com relativa segurança. Hoje, modelos mais modernos de descompressão propôem velocidades menores nos metros finais, mais próximo a superfície. Mas quanto isto melhorou a segurança??? Pelo menos impediu que pessoas acelerassem demais a subida nos metros finais, em função do ganho de flutuabilidade. Aliás, faz uns 20 anos, o antigo editor da revista Skin Diver (não existe mais), já cansado de tanto mergulhar e ver coisas legais, decidiu ficar olhando a que velocidade as pessoas subiam os metros finais, e percebeu que ninguem respeitava os 18 metros por minuto, quando próximos da superfície.

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medicina do mergulho | por gabriel ganme

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medicina do mergulho | por gabriel ganme Hoje basicamente todo computador de mergulho penaliza quem não faz a parada de segurança. Marcio Balestro questionou: Me fiz a mesma pergunta que o William... Não me parece fazer sentido não haver um estudo mais aprofundado no sentido de evitar uma DD. Ao que o Gabriel Ganme respondeu: Surgiram estudos bem posteriores, mas uma coisa é fato. Mesmo com os 18 metros por minuto, a incidência de DD já era muito baixa. Então é difícil imaginar melhorar a margem de segurança, no que concerne à significância estatística. Entretanto, tenho certeza que as paradas de segurança evitaram uma série de subidas aceleradas, que poderiam ter desencadeado problemas com bolhas. Eduardo Davidovich contribuiu com mais história do mergulho: Nos tempos pré Haldane (Pai) acreditava-se que a subida deveria se a mais rápida possível... Estes operadores de superficie devem ter salvado muitos escafandristas com este acordo… E completou: 18 metros por minuto é uma velocidade histórica, muitos estudos já foram realizados ao longo do tempo e de fato 18 metros por minuto é rápido demais para a subida final (10 metros para cima). É importante utilizar tabelas e/ou computadores e atentar para a velocidade de subida orientada... São diferentes dependendo do modelo matemático utilizado no cálculo. Roberto Luz completou: No caso específico do mergulho técnico existem recomendações para a etapa final após a completa descompressão, nos metros finais até a superfície, que deve ser lenta. Há algum tempo tive acesso a literatura sobre o assunto. Vou tentar encontra-la. Gabriel Ganme deu boas vindas ao Eduardo Davidovich e completou: A pergunta do Marcio Balestro acaba gerando um fato real. Quando os 18 metros por minuto começaram a ser questionados, o mergulho técnico basicamente se restringia aos malucos do cave diving na Flórida, fazendo uma série de coisas empíricas, “imitadas” do mergulho comercial e militar. Mesmo assim, no mergulho esportivo, a incidência de DD ainda era baixíssima. Aí veio Raymond Rogers com as tabelas do DSAT, e outras, no início dos anos 90, e os computadores, com velocidades diferentes. Mas uma coisa é verdade: qual a quantidade de mergulhos realmente estudados, no ambiente, e não em câmara hiperbárica??? Por isto, sempre dizia aos meus alunos, use todos os fatores de segurança a seu favor. Não brinque com limites.

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INFORME PUBLICITÁRIO | DIVEMAG.org | Curaçao

Mergulhe no fantástico mundo subaquático de Curaçao Curaçao é uma ilha formada originalmente por pedras vulcânicas onde os corais se formaram ao longo dos séculos. Isto pode ser visto imediatamente no primeiro mergulho. Na costa do lado direito da ilha os mergulhadores poderão observar belos recifes de corais. Essa é uma das razões que tornou Curaçao um dos destinos mais populares de mergulho do mundo. Fauna e flora subaquática de rara beleza formada ao longo de milhões de anos. • Destino top para mergulhadores – você não achará no mundo um local de tamanha beleza e variedades para prática de mergulho. • Seleção de três grandes áreas para mergulho – Curaçao é cercada por fantásticas áreas para mergulho. • Curaçao também é um fantástico destino para a prática de snorkel – até mesmo da superfície pode-se observar as belezas do mundo subaquático de Curação. • Um destino para todos – Além do fantástico mundo subaquático, Curaçao oferece muita diversidade para os que preferem ficar em terra – compras, lazer, esportes, praias, cultura e gastronomia.

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medicina do mergulho | por gabriel ganme Eduardo Davidovich ainda lembrou: Brincar com a segurança em termos de DD pode doer bastante… Gabriel Ganme, em viagem desta vez, informou mais sobre a história do mergulho: Caros, aqui de férias, visitando um ponto turístico, onde todos os mergulhadores deveriam parar e prestar atenção. A Brooklin Bridge em New York. Leiam o artigo http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15686275.

Os trabalhadores que trabalhavam nestas caixas pressurizadas (que visavam manter a água afastada, e permitir o trabalho a seco), no início do século 20, para fazer a fundação da ponte, apresentavam após a despressurização um quadro clínico que foi chamado “mal dos caixões”, na verdade nossa Doença Descompressiva”. Descrita por Paul Bert, um fisiologista francês muitos anos antes, o primeiro método de descompressão foi preconizado por John Scott Haldane, em 1907, baseado no conceito 2:1, ou seja, que o corpo aguentaria uma despressurização a metade da pressão que estava, sem formação de bolhas. Embora muito tenha se modificado, isto foi a base do desenho das tabelas de mergulho. Apenas tirando o pó dos livros… Paula Eichler emendou: Posso tirar ainda mais o pó? Adoro estas histórias, e fui pesquisar um pouco mais, afinal, não estou passeando de férias... A ponte terminou de ser construida em 1883 e o termo “mal dos caixões” foi empregado pela primeira vez 10 anos antes, pelo Dr. Andrew Smith, médico responsável, em 110 dos 600 trabalhadores. Paula se divertiu com a história do nome “bends”, também utilizado para sintomas do “mal dos caixões”, compartilhando um link na Wikipédia para os curiosos: Entre na Wikipedia... Na versão em inglês e leia “decompression sickness” na parte “history”. Para conclusões nesta edição Gabriel trouxe ainda mais um pouco: Caros, mais uma. Como disse em outro post, o Escocês John Scott Haldane publicou em 1907 o primeiro método de descompressão, gerando o tal conceito 2:1. Muitos anos depois, seu filho fez um tremendo trabalho entendendo melhor a fisiologia dos rebreathers militares (era o que existia). Filho de peixe, peixinho é. Caro László Mocsári me ajuda aí companheiro, pois estou de férias e sem acesso aos meus livros. O que foi que o Haldane Jr estudou???

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medicina do mergulho | por gabriel ganme

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Quem ajudou o Gabriel com o tema foi Andrei Puntel: Jack Haldane foi uma das mais divertidas figuras da ciência. O típico gênio doido, adorava explodir coisas e conduzia suas experiências principais nele mesmo “porque coelhos não falam e não gostam de colaborar”. Fisiologista e geneticista, se interessou pelo mergulho devido à um desastre com um submarino que matou dezenas de pessoas. Conduziu pesquisas em ambientes hiperbáricos sobre a narcose, misturas de hélio e oxigênio, técnicas de resgate e escape de submarinos, e chegou a sugerir a possibilidade de usar liquidos oxigenados como meio de respiração. Se eu tivesse que escolher um herói sub, mais do que Cousteau, seria ele. Completado por Andre Rpv Damasceno: Já o pai, John Haldane, além de ser o desenvolvedor das tabelas de mergulho e da teoria dos compartimentos, foi um dos fundadores, junto com Ronald Fisher e Sewall Wright, da “Genética Populacional”. Haldane também deu a idéia aceita até hoje sobre a origem da vida. Sim, sem conhecer o DNA, ele focou a teoria dele na genética. Para ele, os primeiros organismos seriam grandes moléculas orgânicas, capazes de crescer e se reproduzir. Isso aconteceria por interação induzida diretamente no meio ambiente, ou seja, o fundo dos oceanos. Ele chegou a esta conclusão porque nesta época (do surgimento da vida), a superfície da Terra era inóspita, bombardeada por meteoros e radiação UV do Sol, já que não existia a camada de ozônio, que só apareceria depois do surgimento das algas e plantas, que passariam a produzir oxigênio. Além disso, no seu tratado intitulado “Enzimas” sugeriu que as interações fracas que se estabelecem entre a enzima e o seu substrato poderiam ser usadas para distorcer a molécula do substrato e catalisar a reação. Esse é o ponto essencial até hoje, para a compreensão da catálise enzimática. Ou seja, o cara era “fera”!!! Comentários finais, mostraram que pai e filho foram grandes colaboradores para a segurança da atividade de mergulho, o que ninguém, nem nós da Divemag, discordam !

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NOVIDADES | por Editor

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CANCUN PLANEJA HOTEL SUSTENTÁVEL EM MEIO AO MAR O Grand Cancun é um projeto audacioso de um hotel construído no meio do mar. A ideia ganhou destaque ao se sagrar vencedora de um dos principais concursos mundiais de arquitetura para hotéis, o “Radical Innovation in Hospitality Awards”.

Mayan Princess Beach & Dive Resort reservations@mayanprincess.com Tel: (504) 2445 5050/52, 9486 0381 www.mayanprincess.com

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Além do design bastante inovador, o arquiteto responsável pelo projeto, Richard Moreta Castillo, apostou em alternativas sustentáveis para minimizar o impacto ambiental da construção e transformar o edifício em uma solução para alguns problemas enfrentados em áreas costeiras. O Grand Cancun será uma mega construção feita sobre palafitas em meio ao mar. Ele funcionará como hotel e também disponibilizará espaços para centros comerciais e de convenções, cinemas, entre outras coisas. A sua construção é considerada uma comemoração pelo aniversário de 50 anos da fundação da cidade caribenha. As técnicas de limpeza e tratamento da água residual e cuidado com o lixo impedirão que poluentes sejam descartados nos mares. O prédio deve ser autossuficiente em energia e ainda pretende ajudar a fornecer água potável e eletricidade limpa para a cidade. Para alcançar o objetivo de ser sustentável, o Grand Cancun terá a maior parte de sua superfície coberta por painéis solares. Os blocos terão suas próprias turbinas eólicas e abaixo do prédio estarão os sistemas de coleta de energia a partir das marés e das ondas. A água da chuva será coletada e reutilizada e a água residual passará por tratamento para uso em jardim. Um dos diferenciais da estrutura é a grande usina de dessalinização por osmose reversa, que fornecerá grande quantidade de água potável. Outro destaque do hotel é o cuidado tido com a limpeza do mar. Através de coletores, os resíduos sólidos flutuantes e os hidrocarbonetos serão coletados. Para finalizar, água ainda será alimentada e purificada para aumentar a biodiversidade marinha na região.

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SHARK FINNING Parte VII LEGISLAÇÃO INTERNACIONAL CONTRA O FINNING

Por: RAQUEL ROSSA Foto: Raquel Rossa

Países que proibiram a pesca de tubarão: Bahamas, Congo, Egito, Fiji, Polinésia Francesa, Honduras, Israel, Maldivas, Ilhas Marshall, Palau, Raja Ampat (Indonésia), Sabah (Malásia). Países que proibiram a comercialização de barbatanas e produtos derivados: Bahamas, Canadá, Califórnia (EUA), Ilhas Marianas, Egito, Fiji, Polinésia Francesa, Ilha de Guam, Havaí (EUA), Ilhas Marshall, Oregon (EUA), Sabah (Malásia), Washington (EUA). Brasil – A Portaria do IBAMA Nº 121-N, de 24 de Agosto de 1998, regula a pesca de tubarão em águas territoriais brasileiras. Fica proibido o transporte e desembarque de carcaças de tubarões sem as respectivas barbatanas. Caso as barbatanas sejam desembarcadas removidas do corpo do animal, não podem exceder a 5% do peso total do tubarão. Bahamas – Desde julho de 2011 é proibida a pesca, o finning e o desembarque de tubarão em portos das ilhas que compõem o país. O governo também baniu o comércio e a exportação de produtos de tubarão. A indústria do turismo e o mergulho de observação de tubarões foram decisivos na implementação da lei, que protege as mais de 40 espécies existentes no mar das Bahamas. Como, então, elas chegam aos restaurantes se não há barbatanas à venda no principal entreposto comercial paulistano? Na prática, as barbatanas comercializadas são ilegais, mas o problema é que a nossa lei só proibe o finning, não o consumo de barbatanas, seja da maneira que for. “É uma máfia que está correndo por fora do fisco”, diz ele. Quem faz o intermédio das barbatanas, na maioria das vezes, é o pescador. Trata-se de um ganha pão extra. “Esses sujeitos já foram brutalizados dentro da própria indústria. É uma caça ilegal”, conclui. Palau – Baniu desde setembro de 2009 toda a pesca de tubarão e o finning em águas da sua zona econômica exclusiva. O Arquipélago do Pacífico criou um santuário que tem aproximadamente 600 mil km2 – quase o tamanho da França. Maldivas – A exemplo da República de Palau, o Arquipélago do Índico baniu o finning e toda a importação e exportação de barbatanas, declarando suas água como um santuário de tubarões. Indonésia e Raja Ampat – Declarou as águas de Raja Ampat como reserva ambiental (2010).

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Ilhas Cocos (Costa Rica) – Desde 2011, o governo costarriquenho declarou parte das águas das Ilhas Cocos, um dos lugares de maior concentração de tubarão martelo no mundo (Sphyrna lewini), como parque marinho, o Seamounts Marine Management Area. A área é maior do que o parque de Yellowstone, nos EUA, e a pesca é proibida. Honduras – O pequeno país da América Central declarou a moratória à pesca do tubarão em 2010. O governo também anuncioua criação de um santuário para os tubarões em suas águas, que abrigam, entre outras espécies, o maior peixe do planeta, o tubarão baleia (Rhincodon typus). Estados Unidos – Está em vigor desde dezembro de 2010 uma legislação que exige que todos os tubarões capturados legalmente em águas norte-americanas devem ser desembarcados com as suas nadadeiras íntegras e no corpo do animal. Além disso, cada Estado possui autonomia na criação de uma legislação própria. Havaí – Proibiu a posse, venda, comércio e distribuição de barbatanas de tubarão desde o início de 2010. Calfórnia – Assim como o Estado do Havaí, desde 2011 proibiu a posse, venda, comércio e distribuição de barbatanas. Em 2012, baniu a venda de sopa de barbatanas nos restaurantes californianos.


MEIO AMBIENTE | SHARK FINNING | RAQUEL ROSSA Washington e Oregon – Proibiram a posse e a comercialização de barbatanas de tubarão (2011). Ilhas Marshall – Baniu o finning e o comércio de barbatanas desde 2011. Canadá – Toronto, em 2011, e Ottawa, em 2012, entre outras cidades, proibiram a comercialização de produtos derivados de barbatanas de tubarão em lojas e restaurantes. Desde 1994 a prática do finning já era proibida em águas canadenses. Escócia – Foi o primeiro país europeu a proibir a pesca de tubarões (março/2012). Austrália – Estados e territórios governam as sua águas (até 3 milhas náuticas) e alguns deles proibem o finning e protegem os tubarões, como é o caso da Reserva Marinha de Julian Rocks, em Byron Bay. Outros, entretanto, permitem que os tubarões sejam desembarcados com as suas nadadeiras íntegras. Legalmente, a indústria pesqueira pode capturar 600 toneladas de tubarão por ano da costa leste australiana, em Queensland, algo em torno de 100 mil tubarões. Cabe ao governo central regular sobre as águas federais (de 3 a 200 milhas náuticas). Cabe ao governo central regular as águas federais. Legalmente, a indústria pesqueira pode capturar 600 toneladas de tubarão por ano da costa leste australiana, algo em torno de 100 mil tubarões. União Européia – Desde 2009 proibiu o finning em águas européias e por navios de bandeira européia em águas internacionais. Em 2011, o Parlamento Europeu endossou uma resolução para banir o finning, propondo a proibição da remoção das nadadeiras dos tubarões à bordo das embarcações européias. Equador – É permitida a pesca de tubarão “bycatch” em águas continentais (não em Galápagos), quando o tubarão não é a espécie alvo da captura. Galápagos – Diferentemente do continente, no Arquipélago pertencente ao Equador, os tubarões são protegidos por lei. A Reserva Marinha de Galápagos é um território livre de pesca e de finning. África do Sul – Há uma legislação de 1998 que autoriza o desembarque, o transporte e a comercialização de tubarões capturados em águas sul-africanas desde que com as nadadeiras íntegras. No entanto, nadadeiras capturadas em águas internacionais podem vir separadas do corpo do animal em uma proporção de 8% para embarcações domésticas e 5% para internacionais. Polinésia Francesa – Em 2006, baniu a pesca e o comércio de tubarão, exceto do tubarão anequim (mako, Isurus oxyrinchus). Ilhas Fiji – Proibiu a pesca e o comércio de qualquer espécie de tubarão desde julho de 2011.

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REMANDO PELOS OCEANOS A Sea Shepherd Conservation Society está participando da Olamau 2013, a fórmula 1 do calendário de canoagem, no Havaí.

A melhor revista brasileira de mergulho, agora no seu tablet.

A competição que começou ontem e vai até amanhã, tem a participação das melhores equipas de canoagem de todo o mundo, que farão um percurso de 100 milhas cobrindo alguns dos mais agitados mares ao redor da costa norte da Ilha Grande do Havaí.

Por: Instituto Sea Shepherd Brasil

A forte equipe de remadores de Hong Kong participa da corrida este ano e querem ajudar a promover os esforços globais da Sea Shepherd para salvar nossos oceanos, divulgar a organização e também introduzir a Sea Shepherd Conservation Society na comunidade global de remo. Eles estão doando 50% de toda a sua angariação de fundos para a Sea Shepherd (os outros 50% servirão para cobrir as despesas das equipes no Havaí). A equipe internacional é composta pelos melhores remadores dos dois clubes mais competitivos de Hong Kong, Lantau Boat Club e o VRC Hong Kong Paddle Club. A equipe treinou forte em Hong Kong, O envolvimento da Sea Shepherd foi um esforço conjunto entre a Sea Shepherd Hong Kong e a recém-formada Sea Shepherd Havaí.

A revista DecoStop já está disponível no Android Market, e a partir de março na Apple Store.

A equipe vai ajudar a promover a mais recente campanha “Operação Defesa dos Recifes” lançado pela Diretora da Sea Shepherd Havaí, Deborah Bassett. Esta campanha tem como objetivo chamar a atenção mundial para a proteção de nossos recifes em relação a sobre-exploração e os danos humanos. Os aquários e comércios de peixes recifais está tendo um efeito sério sobre nossos recifes e em nenhum lugar isso é mais destacada do que no Havaí, onde o comércio de aquários está levando atualmente várias espécies para a extinção.

Esta ação faz com que o alcance da revista seja potencializado, atingindo leitores além de nosso alcance físico. A tecnologia digital permite que as edições da DecoStop sejam armazenadas, possibilitando acesso rápido as informações contidas na revista. A edição impressa continuará a ser produzida normalmente. Para download no Android Market acesse:

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A DecoStop aumentou seu tempo de fundo.


REMANDO PELOS OCEANOS Com a equipe tem sede em Hong Kong, outra campanha muito próxima da equipe é a questão de barbatana de tubarão. Hong Kong é o marco zero da indústria barbatana de tubarão, com mais de 50% do comércio de barbatana de tubarão do mundo, passando por esta cidade. A cada ano mais de 100 milhões de tubarões são mortos para abastecer os mercados asiáticos com barbatanas de tubarão para sopas em banquetas e casamentos em toda a região.

Por: Instituto Sea Shepherd Brasil

Go, Shepherds !

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Guiga Pirá. Foto: Carlos Crow

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Uma grata surpresa, e também um grande desafio! Assim posso definir minha participação no Shootout 2013 em Curaçao.

Ensaio especial Underwater Goddess Por Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

Como fui convidada para o Shootout em 2012, já sabia como poderia ser produtiva esta semana. Eu e o Kadu Pinheiro já tínhamos feito algumas fotos juntos em Bonaire e no Shootout passado, e fiquei muito tempo pensando em algumas fotos legais que poderíamos produzir.

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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O Kadu me enviou alguns sites de fotografia para termos uma idéia do que fazer. Estudei neles e foi então que lembrei de um enorme tecido que eu tinha em casa. Na hora liguei para a Adriana Brandão, também fotógrafa, para ver se ela me ajudava a transformar aquele tecido em um vestido longo.

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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Claro que ela topou na hora. Eu já tinha uma imagem na cabeça: aquele vestido em tons de azul... Na proa do Naufrágio Superior.. Ia ficar demais! Produzindo o vestido, tivemos muitas outras idéias e também muitos outros figurinos na mala.

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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O mais difícil, não é ficar em apnéia, e sim sem a máscara. A água entra no nariz e irrita muito os olhos, e nos intervalos tive que abusar do colírio para tirar a vermelhidão dos olhos.

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

Quando fizemos fotos no raso era mais simples, s贸 eu e o Kadu d谩vamos conta do recado, mas nas fotos em profundidade a coisa complicava um pouco.

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

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Evoluímos na maquiagem também, pois ano passado achei que o rosto ficava muito pálido nas fotos, e esse ano caprichamos um pouco mais de make up. O resultado foi muito bom, parabéns Kadu Pinheiro!

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

O trabalho desenvolvido na piscina em um ambiente controlado ĂŠ definitivamente muito mais tranquilo de se fazer.

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Ensaio especial | Underwater Goddess | Fotos: Kadu Pinheiro, modelo: Carolina Schrappe

MAKING OFF dIVEmaG International dive magazine

Agradecimento especial a Adriana Brandão que além de me ajudar me sugeriu muitas coisas. E um recado final para qualquer mergulhador fotógrafo, e para seu ou sua modelo: com um bom planejamento, uma boa idéia na cabeça e sem dúvida, um bom dupla, a foto vai sair! Um bom trabalho e bons mergulhos ! Carol Schrappe Foto: Letícia Duran

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INFORMATIVO MENSAL | NAUI |

INFORMATIVO MENSAL | IANTD |

COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE 2013

Essentials Diver Este nível intermediário de educação contínua é desenhado para permitir que mergulhadores certificados melhorem sua performance no mergulho, revisem e coloquem em prática o essencial aprendido em qualquer programa de mergulho da IANTD. As técnicas e conhecimentos adquiridos neste programa preparam o mergulhador para mergulhos mais avançados. O programa de Essentials Diver é recomendado para todos os mergulhadores que desejam melhorar a performance e competência durante seus mergulhos. Este programa não qualificará o mergulhador a mergulhar mais fundo do que é permitido pela sua certificação prévia.

Em comemoração ao dia mundial do meio ambiente, a NAUI promoveu mais uma vez a Limpeza do Rio Jundiaí Mirim. Dezenas de voluntários colocaram a “mão na massa” e retiraram muito lixo do leito do principal manacial que abastece a Cidade de Jundiaí : o Rio Jundiaí Mirim. Polícia ambiental, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Departamento de Águas e Esgotos estiveram presentes com o apoio institucional .Destaque especial para a cobertura dos órgãos de imprensa, através dos quais se difundem as informações e que contribuem de maneira significativa para avançarmos nas questões ambientais . Veja como foi:

Quem pode lecionar este programa? Um Advanced EANx Instructor ou de graduação maior e certificado como IANTD Essentials Diver É requerido um instrutor de rebreather para que um mergulhador seja certificado como rebreather diver neste nível.

Pré-requisitos: Certificação de Open Water (Nitrox) Diver ou equivalente Idade mínima de 15 anos com autorização dos pais ou responsáveis legais, ou um mínimo de 12 anos para qualificação de Junior Diver, ou 18 anos sem autorização prévia

Limites do programa: • Nenhum mergulho pode ser conduzido em profundidades maiores que a qualificação do aluno • Todos os mergulhos devem enfatizar o trabalho em equipe e a interação com o dupla

www.iantd.com.br

www.naui.com.br


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Ê C O V A I B SA

Cavalo Marinho: Um pequeno notável. A natureza em especial o mar está repleto de animais fascinantes que mostram diversas formas de vida. Um dos animais que fascinam a todos desde os tempos antigos é o cavalo marinho.

Apesar do formato de sua cabeça que lembra a de um cavalo (por isso o nome), ele é considerado um peixe e apresenta algumas características e hábitos um tanto curiosos. Ent elas podemos citar a semelhança com os camaleões quando o assunto é defesa. Entre Os cavalos marinhos mudam de cor para se camuflar e assim se esconder de seu predador. Outra tática de sobrevivência é a incrível capacidade de olhar para dois lugares diferentes ao mesmo tempo.

Em contra partida, sua locomoção é um dos seus pontos fracos, eles se movimentam

verticalmente o que os tornam lentos.

Já em sua alimentação, ele apresenta uma particularidade muito interessante; não vai alimento. O cavalo marinho prende-se com a ponta da cauda em plantas atrás do próprio a do fundo do mar e espera o alimento chegar até ele.

INFORMATIVO MENSAL | PADI |

Contudo, a curiosidade mais interessante está relacionada a reprodução.

O ritual de acasalamento dos cavalos marinhos, que acontece durante a primavera é bem divertido, os machos dão cambalhotas e mais cambalhotas junto com as fêmeas. A fêmea coloca diversos ovos, os quais é o macho que fertiliza e posteriormente guarda em uma bolsa na base da cauda. Ele é responsável por cuidar dos filhotes durante toda a “gestação”. Após dois meses, os ovos rompem-se e o macho faz violentas contorções para que os filhotes possam ser expelidos. Os filhotes assim que nascem são praticamente transparentes, medem pouco mais de um centímetro.

Lembrando que um cavalo marinho vive em média cinco anos.

Porém é triste informar que, esse belíssimo animal atualmente está ameaçado de extinção devido o alto volume de pesca descontrolada principalmente nos países asiáticos no qual ut utilizam eles na culinária por seu sabor exótico.

INFORMATIVO MENSAL | SSI |

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diçã

E 22ª


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A DIVEMAG e a Webventure tem o prazer de anunciar uma parceria, que vai trazer para você leitor, conteúdos exclusivos, mais informações sobre mergulho e muitas fotos exclusivas. Nosso editor Kadu Pinheiro está assumindo a coluna sobre mergulho no site da webventure, aguardem muitas novidades em breve !

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Você sabia que?

“Final de domingo, no final do terceiro mergulho apaguei ao chegar á superfície. A DAN foi acionada e recebemos ajuda até a minha ida a Câmara Hiperbárica. Eu me senti seguro e amparado no dia e nos tratamentos posteriores ao episódio. Recomendo fortemente a associação a DAN Brasil!”

O seu Plano de Saúde pode não cobrir os custos de um tratamento hiperbárico,

— Paulo Francisco da Silva (Big Paul)

E a maioria dos planos não cobre transporte aéreo*

Benefícios para Associados da DAN Brasil: • Remoção aérea inter-hospitalar* tanto para emergências de mergulho quanto para outras emergências; • Benefícios para despesas médicas com tratamento em Câmara Hiperbárica em todo o mundo; • DAN Hotline 24 horas, 7 dias por semana; • Informações sobre segurança no mergulho ; • E MUITO MAIS!

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A DAN Brasil é a única organização sem fins lucrativos dedicadas à segurança do mergulho e registrada no Ministério da Justiça como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP (reconhecida em 2012). *Todos os benefícios de transporte aéreo de emergência serão considerados somente entre instalações médicas ou de um aeroporto a outro, não estão inclusos salvamento marítimo ou onde não haja aprovaçãoSCHRAPPE da DAN. - # 1526322 GABRIEL GANME -aeroporto # 83730 ou instalações médicas no local. O benefício do transporte será considerado somente caso haja necessidade médica e com a préviaCAROLINA


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