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DISCOURS P R O N O N C É S

POUR LA DÉFENSE DES INTÉRÊTS D E LA M A R I N E , D U C O M M E R C E ET DES

COLONIES

DANS LA DISCUSSION DE LA LOI DES SUCRES

PAR

M. LE BARON CHARLES DUPIN P A I R

DE

F R A N C E .


CHAMBRE

DES

PAIRS

SESSION D E 1 8 4 3

DISCOURS PRONONCÉ

POUR

LA

DÉFENSE

DES INTÉRÊTS D E L A MARINE, D U ET DANS

L A DISCUSSION

COMMERCE

D E S COLONIES

GÉNÉRALE

DU

PROJET

D E

PAR M. LE BARON CHARLES PAIR

DE

LOI SLR LES

SUCRES

DUPIN

FRANCE.

Séance du 26 juin 1843.

Messieurs les Pairs, Il fut un temps assez rapproché des âges fabuleux, où les législateurs étaient des sages, et l'on en compta sept à la fois, c'était beaucoup ! Celui qui régla les destins du peuple de l'antiquité qui ressemblait le plus au peuple français, justifiait son œuvre en disant : J'ai proposé non pas les lois les meilleures que je pusse offrir à m e s concitoyens, mais les meilleures qu'ils pussent accepter. Celte pensée d'un h o m m e d'Étal qui cherche avant tout l'utilité réelle et le bien pratique, doit servir aujourd'hui de règle à notre conduite, et décider notre vote e n faveur d u projet de loi soumis à votre discussion. Pour moi, je le déclare, je viens appuyer ce projet ; non, certes, c o m m e offrant la meilleure loi qu'on puisse concevoir en faveur des colonies et de la France ; mais seulement c o m m e la loi la moins mauvaise que puisse accepter aujourd'hui l'opinion publique imparfaitement éclairée. Depuis la paix générale, cet événement i m m e n s e qui a changé la situation et les rapports des nations et de leurs


—4— colonies, u n e lutte incessante et p r e s q u e t o u j o u r s p a s s i o n n é e , s'est p e r p é t u é e d a n s les esprits, sur la b a l a n c e à tenir entre les intérêts c o n t i n e n t a u x , les intérêts m a r i t i m e s et les intérêts d'outre m e r . Il était inévitable q u e , d a n s les p r e m i e r s t e m p s a p r è s la p a i x , les esprits d e s p e u p l e s et d u G o u v e r n e m e n t fussent plus o u m o i n s i m p r é g n é s d e s souvenirs et d e s p r é j u g é s e n fantes p a r n o s m a l h e u r s , et p a r les pertes subies p e n d a n t u n e p é r i o d e s a n g l a n t e , q u i n'avait p a s d u r é m o i n s d ' u n q u a r t d e siècle. N o s colonies les p l u s vastes et les plus belles, n o u s les a v i o n s a b a n d o n n é e s p a r des traités, o u p e r d u e s , soit p a r la rébellion, soit p a r la c o n q u ê t e . N o u s rentrions e n possession d ' u n petit n o m b r e d'établissements q u i n e p o u v a i e n t n o u s c o n s o l e r d e n'avoir plus e n n o t r e possession la L o u i s i a n e , S a i n t - D o m i n g u e et l'île d e F r a n c e . L a m a r i n e militaire, a p r è s les funestes désastres d ' A b o u kir et d e T r a f a l g a r , n'avait p a s p u se relever. P e n d a n t la g u e r r e , d e s a v a n t a g e s brillants, m a i s partiels, d a n s les m e r s d ' E u r o p e et d e l'Inde, avaient suffi p o u r la gloire d ' u n petit n o m b r e d e capitaines. M a i s l ' e n s e m b l e d e la force était d é truit; l'expérience active et c o n s o m m é e avait d i s p a r u p o u r les m a r i n s prisonniers, c o m m e p o u r les m a r i n s b l o q u é s d a n s n o s ports p a r d e s e n n e m i s supérieurs e n n o m b r e . L a paix survint, et l'opinion p u b l i q u e , injuste e n v e r s le m a l h e u r , r e g a r d a c o m m e u n sacrifice inutile et regrettable, les indisp e n s a b l e s d é p e n s e s q u ' e x i g e a i e n t , à partir d e 1 8 1 6 , la g e s tion d ' u n e force a p p a u v r i e , et, si je puis ainsi parler, l'administration d e s a u v e t a g e , q u i s'appliquait a u x débris d e notre puissance navale. A cette é p o q u e , les écrivains é c o n o m i s t e s o u politiques les p l u s p o p u l a i r e s partageaient le p r é j u g é g é n é r a l c o n t r e la m a r i n e et c o n t r e les colonies. L a F r a n c e n'était p a s faite p o u r p r e n d r e r a n g p a r m i les p u i s s a n c e s m a r i t i m e s ; elle y serait t o u j o u r s très-secondaire, t o u j o u r s b a t t u e , t o u j o u r s c h a s sée ! L a F r a n c e aussi n'était p a s faite p o u r p o s s é d e r d e s colon i e s ; i g n o r a n t e , i n s o u c i a n t e , et surtout i n h a b i l e à coloniser, elle n e f o r m e r a i t j a m a i s q u e d e s établissements m e s q u i n s , o n é r e u x , s a n s consistance et s a n s avenir. V o i l à , m e s s i e u r s les pairs, toutes les incapacités d o n t gratifiaient la F r a n c e d e s écrivains q u i p r é t e n d a i e n t c o m p r e n d r e et r é g e n t e r la prospérité p u b l i q u e , la gloire n a t i o n a l e et les destins d e la patrie. E n t r e ces h o m m e s d e d i s c o u r s , et n o u s , h o m m e s d'action, la lutte s'est établie. D e p u i s d e u x m o i s , n o u s c o m m e n ç o n s la


— 5 — t r e n t i è m e a n n é e d ' u n conflit i n c e s s a n t , q u i , p o u r u n e d e s e s j o u r n é e s , et c e n e sera p a s la m o i n d r e , v a c o m p t e r la d i s c u s s i o n q u i s'élève d e v a n t v o u s : d i s c u s s i o n q u i m e t e n j e u le triple intérêt d e la m a r i n e militaire, d e la m a r i n e c o m m e r ciale et d e s c o l o n i e s . M e s u r e z les p a s q u e déjà n o u s a v o n s faits d a n s la carrière p o u r d é f e n d r e c e s trois intérêts indivisibles. O u voulait b i e n n o u s a c c o r d e r q u e n o s v a i s s e a u x , p a r la s c i e n c e et la p e r f e c t i o n d e s f o r m e s d e l e u r c a r è n e , l ' e m p o r taient s u r c e u x d e l'Angleterre. O n n o u s trouvait inférieurs p o u r tout le reste : c h a r p e n t e n a v a l e , m â t u r e , v o i l u r e , g r é e raent, a r r i m a g e , installation, a r m e m e n t , o n n o u s contestait t o u t . E h b i e n ! n o u s a v o n s tout p e r f e c t i o n n é ; n o u s a v o n s fait c e q u e faisait R o m e a v e c les p e u p l e s r i v a u x ; n o u s l e u r a v o n s e m p r u n t é les a r m e s , les i n s t r u m e n t s les p l u s p r o p r e s à d o n n e r la victoire. A v o n s - n o u s r é u s s i ? J'en a p p e l l e à l'expérience : à la b a i e d e N a v a r i n , o ù q u a t r e m a r i n e s s e t r o u v è r e n t e n p r é s e n c e ; à la p l a g e d ' A l g e r , o ù n o u s a v o n s d é b a r q u é 3 0 , 0 0 0 v a i n q u e u r s , s u r le m ê m e littoral o ù C h a r l e s Q u i n t perdit s a force navale ; à Saint-Jean-d'Ulloa, q u i rappela D u g u a y - T r o u i n t r i o m p h a n t à R i o - J a n e i r o , p a r sa v a l e u r et s o n g é n i e . V o i l à l'efficacité d e n o t r e m a r i n e militaire. E n f a v e u r d e s c o l o n i e s , q u e n ' a v i o n s - n o u s p a s à faire ! L e s Anglais n o u s rendaient n o s possessions, m a i s ruinées; d e s p o s s e s s i o n s o ù les cultures c o m m e r c i a l e s a v a i e n t été f o r c é m e n t a b a n d o n n é e s , a t t e n d u q u e leurs p r o d u i t s étaient traités c o m m e é t r a n g e r s s u r les m a r c h é s d e l'Angleterre, p a r d e s c o n q u é r a n t s o p p r e s s e u r s , et c o m m e A n g l a i s s u r les m a r c h é s d u vaste e m p i r e français et d e s e s alliés. L e G o u v e r n e m e n t a-t-il i m a g i n é q u e l q u e e n c o u r a g e m e n t e n f a v e u r d e c e s c u l t u r e s , à la M a r t i n i q u e , à la G u a d e l o u p e , à la G u y a n e ? A u c u n . S'est-il m o n t r é libéral e n v e r s leurs p r o d u c t i o n s ? N u l l e m e n t . D e s s u c r e s q u i p a y a i e n t 6 fr. le q u i n tal m é t r i q u e a v a n t la r é v o l u t i o n , il les a t a x é s à 4 9 fr. 5 0 centimes. C'est a c c a b l é p a r le p o i d s d ' u n tel f a r d e a u , si p r o p r e à ralentir la c o n s o m m a t i o n , q u ' o n t travaillé les c o l o n s f r a n ç a i s . Ici j e diffère b e a u c o u p a v e c m o n s a v a n t et c é l è b r e c o l l è g u e le b a r o n T h e n a r d . S e l o n lui c e s m ê m e s c o l o n s n ' a u r a i e n t fait a u c u n p r o g r è s , et seraient restés d a n s u n e a p a t h i e léthargiq u e p e n d a n t la restauration; j e vais p r o u v e r le c o n t r a i r e . A peine, e n 1 8 1 6 , n o s quatre colonies à sucre e n p r o d u i saient-elles 1 7 à 1 8 m i l l i o n s d e k i l o g r a m m e s . D è s 1 8 2 9 , elles e n produisaient 8 1 millions. Elles obtenaient c e m a g n i f i q u e résultat p a r d e s p e r f e c t i o n n e m e n t s r e m a r q u a b l e s d e c u l t u r e ;


— 6 — en adoptant le travail de la charrue; en variant, en perfectionnant l'usage des engrais, qu'on va chercher jusqu'en E u r o p e ; en ajoutant, pour les usines, aux forces de l'eau et des a n i m a u x , celles du vent et de la vapeur. Il m e suffira de vous dire que, dès 1835, cent quarante-quatre établissements faisaient usage de cette dernière force, symbole et puissance de l'industrie la plus perfectionnée. Pour vous d o n n e r une idée de la grandeur de ces résultats, permettez-moi de les comparer avec ceux qui rendirent si célèbre notre opulente colonie de Saint-Domingue, a u x plus beaux temps de sa splendeur. D e 1787 à 1789, lorsque allait c o m m e n c e r la révolution française, Saint-Domingue ne produisait, par année m o y e n n e , q u e G9 millions de kilogrammes de sucre (1). Par conséquent, dès 1829, nos quatre colonies à sucre en produisaient 12 millions de kilogrammes de plus q u e SaintDomingue; elles e n produisent aujourd'hui 20 millions de plus q u e celte île, je le répète, aux plus b e a u x temps de sa splendeur. E n quatorze années de restauration, les colons français venaient de résoudre u n grand p r o b l è m e , ils avaient quintuplé leurs produits ; ce magnifique résultat, ils l'avaient obtenu malgré la baisse progressive du prix des produits coloniaux. D a n s les premiers temps après la paix générale, le prix du sucre surpassait encore cent francs, le quintal métrique, sur le marché colonial ; dès 1829, le prix n'était plus q u e de 60 f. ; huit ans plus tard, et par les malheurs d'une concurrence désastreuse dont nous expliquerons les causes et les effets, il descendait au-dessous de 50 fr.; enfin, dans l'année 1839, il tombait jusqu'à 40, à 35, et m ê m e à 30 fr. le quintal métriq u e . C'étaient des prix de ruine Constatons d'abord u n fait d'une haute importance, c'est qu'une diminution é n o r m e dans les prix du sucre, aux colonies, s'est opérée par le seul progrès des cultures, et par la concurrence des sucres coloniaux entre eux. E n 1828, le sucre de betteraves, favorisé par des i m m u nités dont je vous montrerai dans u n m o m e n t l'étendue, ne pouvait alors exercer aucune influence sur les prix du marché métropolitain; puisque les fabriques en activité ne rendaient encore q u e 2,585,000 kilogrammes de sucre indigène ; quantité dont la c o n s o m m a t i o n passait inaperçue, en présence des 81 millions de sucre provenant de nos colonies. (1) Enquête de 1828, par le comte de Saint-Cricq, ministre du com merce.


—7— Mais dès 1828, les agriculteurs métropolitains apprenaient à se rendre compte des avantages d'une exemption d'impôts qui déjà représentait, par hectare produisant la betterave à sucre, six cents francs d'immunité.

Aussi voyez, messieurs les pairs, c o m m e , à partir de ce m o m e n t , grandit avec rapidité celte culture qui devait bientôt occasionner au trésor des pertes énormes, et précipiter nos colonies dans la ruine. D e 1828 à 1 8 3 1 , en trois ans, la production du sucre de betterave avait triplé; trois ans plus tard elle avait plus que sextuplé ; trois aus après elle était dix-sept fois plus grande qu'en 1828 !... Avant que le G o u v e r n e m e n t pût obtenir que le plus léger impôt vint atteindre u n produit qui se développait à prix d'or, passez m o i le m o t , par l'engrais extrait d u trésor public, nos finances avaient déjà perdu 91 millions de francs; et nos colonies étaient jetées dans la misère par l'effrayante iniquité qui frappait leurs produits d'un impôt é n o r m e , 5 0 fr. par quintal ! Depuis 1 8 3 7 , pendant six années, on a trois fois essayé de mettre en balance les conditions commerciales d u sucre colonial et du sucre indigène, sans obtenir d'autre résultat q u e de ruiner tour à tour u n grand n o m b r e d e producteurs, et dans nos colonies, et dans la métropole. J'ai souhaité, j'ai rêvé la prospérité simultanée des deux cultures, et des d e u x exploitations rivales ; j'ai cru longtemps qu'on l'obtiendrait e n s'èlevant vers l'égalité de l'impôt. Il a fallu qu'une expérience progressive et de plus en plus concluante, élevât sa voix cruelle, pour dissiper des illusions qui souriaient à m e s espérances. Quel que soit l'intérêt que je porte à la prospérité de nos cultures d'outre-mer, n e croyez pas, messieurs les pairs, qu'elles m'aient laissé jamais insensible aux malheurs d e leurs rivales au sein de la mère-patrie : ces malheurs, je m e suis fait u n devoir d'en étudier la cause, d'en observer les progrès et d'en chercher le r e m è d e . L'immunité m ê m e , supérieure à G00 fr. par hectare, dont a joui jusqu'en 1 8 3 8 le sucre de betterave, a permis q u e d'imprudents industriels établissent leurs exploitations e n des lieux choisis sans discernement, mais qui procuraient encore de légers bénéfices; tandis qu'il s'en faisait d'énormes dans les établissements créés à proximité des meilleurs terrains , dans les départements o ù l'agriculture est le plus avancée, o ù le combustible est à meilleur m a r c h é , o ù les m o y e n s d e transport sont le moins dispendieux.


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Qu'est-il résulté de cette extrême inégalité de conditions? C'est qu'à partir du moment où l'on a frappé la betterave d'un premier impôt, égal seulement au cinquième de celui qui pèse sur le sucre colonial, les sucreries indigènes les plus mal situées se sont trouvées en perte. Dès qu'elles ont dû subir l'impôt de 15 fr., la ruine est arrivée pour elles, et leurs imprévoyants propriétaires ont été contraints d'abandonner des entreprises mal conçues et mal calculées. A la fin de 1838, première année où l'impôt atteignait le sucre indigène, ce sucre était produit par 575 fabriques. A u 1 janvier 1840, on ne comptait plus que 420 fabriques; 155 avaient disparu dès le premier choc. Au commencement de l'année 1843 il ne restait plus en activité que 384 fabriques. Enfin, d'après les renseignements que j'ai pris, au commencement de la campagne prochaine, il ne restera plus guère que 340 fabriques en activité. En 1838, cinquante-six départements s'adonnaient à la production de la betterave. Au moment où je parle, trente-huit département s'adonnent encore à cette industrie, onéreuse au plus grand nombre. E n 1844, à peine comptera-t-on vingt départements qui continueront la lutte, et ce nombre diminuera par degrés rapides. La production se concentrera tout entière entre quatre à cinq départements du nord qui resteront les derniers, qui mettront à profit la ruine de tous les autres, et qui s'enrichiront d'une concurrence éteinte par la chute de leurs rivaux métropolitains, pour prolonger le combat avec les colonies jusqu'à l'extinction finale d'une des deux industries. Des infortunes du m ê m e ordre se sont produites dans nos colonies d'Amérique. De 1835 à 1840, dans le court espace de cinq ans, sur 1,065 exploitations sucrières qu'offraient la Martinique, la Guadeloupe et la Guyane, 125 ont disparu par la ruine de leurs propriétaires; mais la ruine de ceux-ci n'a pu tirer de la détresse les colons qui continuent la culture et l'exploitation de la canne à sucre. Depuis plus d'une année l'immense majorité des fabricants de sucre de betterave, se reconnaissant incapables de lutter, à conditions égales, non pas seulement contre l'industrie coloniale, mais contre l'industrie indigène de quelques localités privilégiées, ont publiquement déclaré qu'il n'existe plus pour eux qu'un seul moyen de salut : c'est l'abandon définitif de leur culture, moyennant équitable indemnité. er


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L a p e n s é e p r e m i è r e d e cette o p é r a t i o n h a r d i e , m a i s judi cieuse, appartient à M . le ministre d e s finances, q u i n'a p a s craint d e la m e t t r e a u j o u r , il y a plusieurs a n n é e s , et q u i d e p u i s l'a d é f e n d u e a v e c a u t a n t d e l u m i è r e s q u e d e c o n v i e lion et d e c o u r a g e . C'est s e u l e m e n t e n 1 8 4 1 , a p r è s u n e x a m e n a p p r o f o n d i d e la g u e r r e i m p l a c a b l e q u e se livraient les d e u x industries rivales, c'est alors s e u l e m e n t q u e j'ai r e c o n n u la solution p r o p o s é e par la p e r s o n n e é m i n e n t e q u e je viens d e citer, c o m m e la seule q u i p û t m e t t r e u n t e r m e à d ' i m m e n s e s m a l h e u r s , q u i p û t prévenir d e s faillites i m m i n e n t e s et n o m b r e u s e s , q u i p û t éviter à d e s tiers le c o n t r e - c o u p d e ces r u i n e s . D è s q u ' u n e fois je m e suis c o n v a i n c u q u e le b i e n p u b l i c était ici d'accord a v e c la voix d e l ' h u m a n i t é , je m e suis jeté plein d ' a r d e u r , d a n s la r o u t e q u i p o u v a i t c o n d u i r e a u b u t , à m e s y e u x , le p l u s utile et le p l u s h o n o r a b l e . J'ai r e c h e r c h é s o i g n e u s e m e n t t o u s les faits q u i p o u v a i e n t r é p a n d r e la l u m i è r e s u r les g r a v e s q u e s t i o n s qu'allait soulever u n e d é t e r m i n a t i o n d e si g r a n d e i m p o r t a n c e . J'ai fait valoir s u c c e s s i v e m e n t c e s raisons et c e s faits d e v a n t les c h a m b r e s d e c o m m e r c e d e tous les ports d u r o y a u m e , d e v a n t les conseils g é n é r a u x d e l'agriculture, d u c o m m e r c e et d e s m a n u f a c t u r e s , enfin d e v a n t le conseil s u p é r i e u r d u commerce. J'espérais, d è s la session d e r n i è r e , q u ' u n projet d e loi, d o n t le p r i n c i p e était a d m i s p a r le m i n i s t è r e , serait p r é s e n t é sans retard ; j e m e suis, a v e c t o u s m e s a m i s d e s ports, d e la m a r i n e et d e s colonies, i n d i g n é v i v e m e n t c o n t r e la lenteur et la c i r c o n s p e c t i o n d u G o u v e r n e m e n t p o u r a p p o r t e r r e m è d e à d e s m a u x d o n t il apercevait c o m m e n o u s la gravité croissante. J e r e c o n n a i s a u j o u r d ' h u i q u e j'avais tort d e le b l â m e r . Il n'était p a s e n c o r e t e m p s d e lutter a v e c c h a n c e d e r e m p o r ter la victoire. E n a t t e n d a n t , je n'ai p a s v o u l u p e r d r e u n j o u r , u n m o m e n t . J'ai r e n o u v e l é m e s d é m o n s t r a t i o n s , m e s p r i è r e s , m e s instances a u p r è s d e s d é p a r t e m e n t s m a r i t i m e s . C e r t a i n e s c h a m bres d e c o m m e r c e , e n d e s villes d u p r e m i e r o r d r e , q u i , j u s qu'à lors, avaient refusé d ' a d o p t e r la s u p p r e s s i o n d u s u c r e ind i g è n e e n y j o i g n a n t l'indemnité, éclairées à la fin sur les vrais intérêts d u trésor, d e la m a r i n e et d e s colonies , n o u s o n t prêté le c o n c o u r s d e leur i m p o s a n t e autorité. L e s e n v o y é s d e s ports s o n t arrivés d e tous les points d ' u n littoral d e 6 0 0 lieues, p o u r réunir e n faisceau les résultats d ' e x p é r i e n c e puisés d a n s leurs localités et leurs c o m m e r c e s respectifs. Ils


— 10 — o n t p u b l i é d e s m é m o i r e s p r é c i e u x , q u i m e t t e n t ces résultats en lumière. E n m ê m e t e m p s les c i n q s i x i è m e s d e s fabricants d e sucre i n d i g è n e , f r a n c h e m e n t ralliés à la p e n s é e d ' a b a n d o n n e r u n e industrie d e v e n u e p a r t r o p o n é r e u s e , faisaient, a v e c p l u s d'én e r g i e q u e j a m a i s , e n t e n d r e leur v o i x . M a i s il fallait lutter c o n t r e d e s p r é j u g é s e n r a c i n é s d e p u i s q u a r a n t e a n n é e s . L a fabrication d u s u c r e d e b e t t e r a v e devait ses p r e m i e r s p r o g r è s a u x e n c o u r a g e m e n t s d u g r a n d h o m m e q u i c o m m a n d e e n c o r e a u x i m a g i n a t i o n s , ainsi q u ' a u x b e a u x j o u r s d e ses c o n q u ê t e s , il c o m m a n d a i t à la victoire. C ' e n était assez p o u r q u ' o n r e g a r d â t c o m m e u n culte e n v e r s sa m é m o i r e , la protection, la d é f e n s e et la c o n s e r v a t i o n d e cette industrie, o n é r e u s e o u n o n . E n m ê m e t e m p s les propriétaires d e terrains p r o p r e s à cultiver la betterave à s u c r e , n e p o u v a i e n t r e n o n c e r à la p e n s é e d ' u n f e r m a g e é n o r m e , tiré d ' a b o r d s u r le p l u s clair d e s 6 0 0 f., et f i n a l e m e n t d e s 3 3 0 f. d ' i m m u n i t é . S a n s réfléchir à la ruine d ' u n n o m b r e effrayant d e f a b r i q u e s , ils v o u l a i e n t q u ' à tout prix o n c o n s e r v â t cette fabrication si d i s p e n d i e u s e m e n t privilégiée. E n v a i n leur d é m o n t r a i t - o n q u e , p o u r q u e l q u e s acc r o i s s e m e n t s d e f e r m a g e s u r u n petit n o m b r e d ' h e c t a r e s , le trésor p u b l i c avait p e r d u , d e p u i s la p a i x , 1 5 7 millions d e fr. : c'était p e u d e c h o s e à leurs y e u x . E t p o u r t a n t c e n'était p a s t o u t ! Il faut ajouter à c e capital i m m e n s e l'anéantissement d e 1 1 5 autres millions q u ' a u r a i e n t g a g n é s les m a r i n s , les a r m a t e u r s , les ouvriers et les capitalistes d e s ports, si la totalité d u s u c r e i n d i g è n e avait été r e m p l a c é e p a r d u s u c r e e x o t i q u e ; le c o n s o m m a t e u r , m a l g r é cet adm i r a b l e bénéfice d e s industries p r o p r e s à la m a r i n e française, n'aurait p a s p a y é plus c h e r c e p r o d u i t plus a v a n t a g e u x . V o i l à d e s pertes q u e n e voulaient n u l l e m e n t p r e n d r e e n c o n s i d é r a t i o n les propriétaires d e s terrains a f f e r m é s p o u r s e m e r la betterave à s u c r e . Ils appelaient à leur a i d e l ' a g r o n o m i e d e v e n u e sophiste ; ils i n v o q u a i e n t les l a m e n t a t i o n s p r o f o n d e s d e t o u t e s les sociétés d ' a g r i c u l t u r e , les c l a m e u r s p é r i o d i q u e s d e t o u s les j o u r n a u x agricoles, et les g é m i s s e m e n t s officiels d e t o u s les directeurs d e f e r m e s - m o d è l e s . C e n'était p a s s e u l e m e n t , croyez-le b i e n , p o u r u n intérêt circonscrit, é t r o i t , égoïste, se c r a m p o n n a n t c o m m e à sa proie s u r la d e u x mille six c e n t i è m e partie d u territoire; n o n ! c'était p o u r l ' e n s e m b l e d e l'agriculture n a t i o n a l e , p o u r les intérêts g é n é r a u x d u r o y a u m e et p o u r le b i e n - ê t r e universel d e la population française, q u ' o n affectait d e r é c l a m e r . . .


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Q u a n d j'ai v u tous les p r é j u g é s si savants à p r e n d r e le m a s q u e d e la patrie, il m ' a s e m b l é q u e j'accomplirais u n acte d e b o n c i t o y e n et d ' a m i d e la vérité, s i , dissipant c e s prestiges, et b r a v a n t les e r r e u r s accréditées , je m ' a d r e s s a i s a u x intérêts g é n é r a u x q u ' o n abusait sur e u x - m ê m e s , et si j'invoquais la faculté la p l u s p r é c i e u s e et la p l u s caractéristique d e l'esprit français; e n u n m o t , si j e faisais appel au bon sens d e m e s concitoyens. J'ai p r é s e n t é la vérité a v e c a u t a n t d e simplicité, d e clarté, d ' é v i d e n c e , q u ' a p r è s u n travail opiniâtre il m'était possible d e le faire. J'ai v o u l u parler, n o n p a s s e u l e m e n t à l'esprit, m a i s a u x y e u x ; et représenter s u r la carte d e la F r a n c e la petitesse, l'exiguité d e cette culture p h é n o m é n a l e , q u e la p r é s e n c e d e s intérêts particuliers prétendait grossir o u t r e m e s u r e . J'ai réussi, d u m o i n s s o u s c e p o i n t d e v u e . A u s s i l'on a cessé d e p r é c o n i s e r , c o m m e a r g u m e n t , les g r a n d e u r s d e cette cult u r e ; g r a n d e u r s exaltées, m a g n i f i é e s s a n s limites, j u s q u e d a n s la c h a m b r e d e s pairs, lorsqu'eut lieu la d e r n i è r e discussion s u r la loi d e 1 8 4 0 . C e n'était, a p r è s t o u t , q u ' u n faible a v a n t a g e o b t e n u ; c e qu'il fallait o p é r e r , c'était la c o n v i c t i o n d e très-grands intérêts agricoles, industriels et c o m m e r c i a u x , a b u s é s j u s q u ' à c e j o u r ; et p a r t i c u l i è r e m e n t l'intérêt d e la culture d e s v i g n o b l e s et d u c o m m e r c e d e s vins. P r o b a b l e m e n t c e s efforts incessants n'oDt p a s é t é s a n s q u e l q u e s fruits ; ils o n t c o m m e n c é d a n s b e a u c o u p d'esprits u n e c o n v e r s i o n g r a d u e l l e , et p r o d u i t s u r les p r é j u g é s c o n traires u n affaiblissement progressif. E h b i e n , m a l g r é c e s résultats, le t e m p s , si nécessaire p o u r c h a n g e r d e s idées p r é c o n ç u e s , et p o u r rectifier d e s erreurs e n r a c i n é e s d a n s les esprits, le t e m p s n o u s a m a n q u é . L e s p r é j u g é s , q u o i q u e affaiblis, s o n t e n c o r e restés les plus forts. L o r s q u e d a n s u n e autre e n c e i n t e , q u i r e p r é s e n t e a v e c fidélité l ' a v a n c e m e n t o u la s t a g n a t i o n d u p a y s , il a fallu d é c i d e r , u n e i m p o s a n t e m a j o r i t é s'est p r o n o n c é e p o u r u n s y s t è m e q u i r e c u l e , a u m o i n s p e n d a n t plusieurs a n n é e s , le t r i o m p h e c o m p l e t d e la culture coloniale ; c'est-à-dire d e la culture la p l u s a v a n t a g e u s e à l'égard d u trésor p u b l i c , d u c o m m e r c e m a r i t i m e et d e la force n a v a l e . L o i n d e m o i les s u b t e r f u g e s d ' u n e vanité blessée, q u i cherc h e à s e c o n s o l e r d e la défaite, a u x d é p e n s d e s d é f e n s e u r s . Il m e paraît i m p o s s i b l e d'être plus é l o q u e n t q u e d e u x o r a t e u r s illustres, lesquels, c h a c u n à s o n p o i n t d e v u e , o n t d é f e n d u la c a u s e q u i p o u r t a n t n'a pas t r i o m p h é . Il m e parait i m p o s -


— 12 — sible d'apporter d e s faits m i e u x recueillis et m i s e n valeur p a r u n e raison plus solide, u n e l o g i q u e p l u s n e r v e u s e , u n e autorité plus estimable q u e n'en o n t offert M M . les m i nistres d e s finances, d u c o m m e r c e , d e l'intérieur et d e la marine. T a n t d'efforts, je le répète, d i g n e s d ' u n s u c c è s c o m p l e t , n'ont abouti q u ' à c o n q u é r i r u n e m i n o r i t é c o m p o s é e d e s partisans réels d e l'opinion si p u i s s a m m e n t d é f e n d u e , et des a g r o n o m a n e s obstinés, q u i n e voulaient p a s m ê m e d'un m o y e n t e r m e , et repoussaient l'égalité d e s droits, d a n s l'espoir d e m a i n t e n i r l'inégalité la plus c h o q u a n t e et la plus fatale à l'agriculture coloniale. E n p r é s e n c e d e ces faits, je r e c o n n a i s et je déclare q u ' a u j o u r d ' h u i je n e crois p a s possible d'obtenir d a v a n t a g e d e celui d e s trois p o u v o i r s souverains d o n t le vote est p r é p o n d é rant et p r i m o r d i a l e n m a t i è r e d ' i m p ô t . J e vais plus loin. E n v o y a n t c o m b i e n , a p r è s dix a n s d'efforts s o u t e n u s , n o u s a v o n s fait p e u d e p r o g r è s vers la destruction des p r é j u g é s m a î t r e s d u terrain, je crois impossible a v a n t plusieurs a n n é e s , a v a n t les leçons sévères d ' u n e n o u velle et g r a n d e e x p é r i e n c e ; je crois i m p o s s i b l e , dis-je, d'opérer u n c h a n g e m e n t décisif d a n s l'opinion p u b l i q u e et d a n s l'esprit des législateurs électifs, q u i la personnifient d e plus près et le plus d i r e c t e m e n t . J e n'aurai d o n c p o i n t la folie, par le v a i n espoir d'un avenir incertain et p e u p r o c h a i n , d e rejeter u n e amélioration actuelle o u d u m o i n s voisine, lente à croître, il est vrai, m a i s croissante a v e c c e r t i t u d e , jusqu'à l'égalité d e s chiffres d e l'impôt sur les d e u x sucres. J e n'ignore p a s c o m b i e n le p r o l o n g e m e n t d u statu quo j u s q u ' a u 1 a o û t 1 8 4 4 v a laisser d'intérêts e n souffrance, et d a n s la m é t r o p o l e , et surtout d a n s les colonies. J e déplore les infortunes q u i se sont a c c r u e s e n c o r e p a r le t r e m b l e m e n t d e terre d e la M a r t i n i q u e e n 1 8 3 9 , et par celui d e la G u a d e l o u p e , a u m o m e n t m ê m e o ù la c o m m i s s i o n d e la c h a m b r e d e s d é p u t é s préparait s o n rapport sur la loi d e s sucres. Q u e l é t o n n a n t et p é n i b l e contraste offre ici le c œ u r h u m a i n ! aussitôt q u ' o n a p p r e n d ces i m m e n s e s m a l h e u r s , u n e a d m i r a b l e s y m p a t h i e se d é v e l o p p e a u f o n d d e s c œ u r s ; partout les s e c o u r s les plus g é n é r e u x sont p r o d i g u é s e n faveur des victimes. L e s F r a n ç a i s d e la m é t r o p o l e , d e v a n c é s p a r c e u x d e s îles é p a r g n é e s , v i e n n e n t , a v e c u n e g é n é r o s i t é sans b o r n e s , a u s e c o u r s d e s victimes d ' u n désastre s a n s e x e m p l e . L'étranger m ê m e rivalise a v e c n o s c o n c i t o y e n s d e la m é t r o pole et d e s colonies, d a n s tout l'archipel d e s Antilles : Espae r


— 13 — g n o l s , D a n o i s , S u é d o i s , A n g l a i s , tous e n v o i e n t à l'envi d e s s e c o u r s . Q u e l q u e s îles d é p e n d a n t e s d e la G r a n d e - B r e t a g n e o n t souffert a u s s i , m a i s i n c o m p a r a b l e m e n t m o i n s q u e la G u a d e l o u p e , p a r les s e c o u s s e s d u m ê m e t r e m b l e m e n t d e terre ; e h b i e n , les a s s e m b l é e s législatives d e s colonies anglaises o n t voté d e s s e c o u r s p l u s g r a n d s a u x victimes d e la G u a d e l o u p e q u ' à celles d e leurs p r o p r e s îles. A d m i r a b l e bienfais a n c e , q u i s'élève a u - d e s s u s d e s p r é j u g é s n a t i o n a u x et q u i fait p o u r le r a p p r o c h e m e n t d e s p e u p l e s p l u s e n c o r e q u e n e p o u r r a i e n t faire la m o d é r a t i o n et la sincérité d e s g o u v e r n e ments ! V o i l à q u e l l e est la b i e n f a i s a n c e d e s F r a n ç a i s m é t r o p o l i t a i n s et d e s é t r a n g e r s p o u r s o u l a g e r la m i s è r e d e c e u x q u ' a c c a b l e u n désastre g r a n d et visible. M a i s les m a l h e u r e u x p è r e s d e famille, q u i p a r les vices, p a r l'inégalité, je n e v e u x p a s ici dire l'iniquité d e la loi, v o i e n t leur f o r t u n e é c r a s é e s o u s les t r e m b l e m e n t s d ' u n e c o n c u r r e n c e q u e le législateur r e n d m o r t e l l e a u m o y e n d e ses funestes m e s u r e s , elles n ' é m e u v e n t p a s les c œ u r s ! l ' a p p a u v r i s s e m e n t , les dettes, la faillite, le d é s h o n n e u r pire q u e la m o r t , la p a u v r e t é fatale à l ' h o m m e h o n n ê t e et l a b o r i e u x , d o n t la f o r t u n e s'affaisse et périt s o u s l'inégalité d e s c h a r g e s , et sa famille d é p o u i l l é e q u i vivra d a n s le d é n û m e n t , t o u t cela n o u s laisse insensibles. O n votera p o m p e u s e m e n t , c o m m e u n retour à la justice, le g r a n d p r i n c i p e d e l'égalité d e s c h a r g e s ; m a i s e n laissant subsister u n e inégalité résultant d e s frais d e n a v i g a t i o n i m p r u d e m m e n t , i n d é c e m m e n t négligés ! C e qui produit n o n p a s l'égalité, m a i s u n e inégalité d e 5 6 p . 0/0, a u d é t r i m e n t d u p l a n t e u r colonial.... C e t t e égalité, toute illusoire, toute m e n s o n g è r e qu'elle est, o n la vote d è s a u j o u r d h u i ; m a i s , q u a n t à s o n dernier a c c o m p l i s s e m e n t , o n l'ajourne à c i n q a n s ! T r o i s a n n é e s d'attente et d e s o u f f r a n c e , n e serait-ce p a s a s s e z ? o n j u g e q u e c'est t r o p p e u ! O n v o t e r a la nécessité d ' u n p r e m i e r s o u l a g e m e n t à la détresse d e s c o l o n s ; m a i s , p o u r l'opérer a p r è s q u i n z e m o i s d e misères... h é l a s ! b i e n d e s i n f o r t u n é s a c h è v e r o n t d e s u c c o m b e r d a n s l'intervalle ; o n n e d a i g n e p a s m ê m e y réfléchir. S i j ' i n v o q u e ainsi la pitié s u r l'infortune d e s c o l o n s , je n e l'invoque p a s m o i n s s u r l'infortune d ' u n g r a n d n o m b r e d e m é t r o p o l i t a i n s q u e la loi n o u v e l l e fera s u c c o m b e r t o u r à t o u r . V o i l à p o u r q u o i , je le r é p è t e , j'aurais c e n t fois préféré l'indemnité m o y e n n a n t l ' a b a n d o n d e leur industrie r u i n e u s e , Je déteste la froide impassibilité d e ces théoriciens é c o n o m i s tes q u i disent, d e s f o r t u n e s privées, c e qu'il y a c i n q u a n t e a n s


— 14 — certains h o m m e s d'État disaient d e s colonies : Périssent les fortunes plutôt que

les principes. L e p r e m i e r p r i n c i p e , le

principe s u p é r i e u r à t o u s les autres, c'est celui d e l ' h u m a nité ; il entraîne à lui tout le r e s t e ; il f e r m e toutes les blessures, et ses bienfaits font circuler d a n s le c o r p s social u n e force réparatrice q u i r e n d a u c e n t u p l e la valeur d e s plus larges sacrifices. H é l a s ! a u j o u r d ' h u i les c œ u r s les plus g é n é r e u x d e la n o ble c h a m b r e se voient obligés d e r e n f e r m e r stérilement e n e u x - m ê m e s u n s e n t i m e n t si naturel a u x F r a n ç a i s . L'âpreté d e s intérêts e n conflit, l'opiniâtreté d e s p r é j u g é s s o u l e v é s , tout s ' o p p o s e a u t r i o m p h e d e la p e n s é e la p l u s g é n é r e u s e et d u parti q u i serait e n m ê m e t e m p s le plus politique. Celui d e s trois p o u v o i r s , q u i vient d e suivre u n e a u t r e voie, n e r e brousserait p a s s o u d a i n d a n s u n e triste carrière, p o u r d é j u g e r c e qu'il croit avoir é q u i t a b l e m e n t établi. A f i n d'arriver plus vite a u b u t q u e n o u s v o u l o n s atteindre, n o u s c o m p r o m e t trions le p e u d e b i e n q u i se c a c h e a u f o n d d e la loi telle q u ' o n n o u s la p r é s e n t e ; et d a n s l'espoir d e r e n d r e a u x colonies la c o m p l è t e prospérité, n o u s n e ferions e n réalité q u e p r o l o n g e r s a n s résultat leur a g o n i e . Il faut q u e la solution, imparfaite, insuffisante, q u i n o u s est p r o p o s é e , soit m i s e e n e x é c u t i o n ; j e f o r m e d e s v œ u x p o u r qu'elle n e r e n f e r m e p a s d e s c o n s é q u e n c e s aussi funestes q u e m o n e x p é r i e n c e les prévoit. O n v a souffrir, et d a n s les colonies, et d a n s les ports, et d a n s les d é p a r t e m e n t s o ù s'exploitent les sucreries i n d i g è n e s ; d e s f o r t u n e s v o n t s u c c o m b e r t o u r à tour. Q u e l q u e s h e u r e u x résisteront ; ils surviv r o n t , m a i s a v e c d e s bénéfices a p p a u v r i s d ' a n n é e e n a n n é e . D e q u e l côté p o u r r a - t o n p r o l o n g e r plus l o n g t e m p s cette c o u p a b l e lutte, o ù le législateur o r d o n n e , à d e s industries rivales et placées d a n s d e s c o n d i t i o n s p r o f o n d é m e n t différentes, d e c o m b a t t r e j u s q u ' à c e q u e l'une s u c c o m b e ; d e m ê m e q u ' a u m o y e n â g e , la féodalité recourait à c e s j u g e m e n t s p a r le c o m bat, q u e l ' h o m m e n e rougissait p a s d'appeler les j u g e m e n t s d e D i e u : tandis qu'ils n'étaient a u f o n d q u e les j u g e m e n t s d e notre barbarie ! P o u r m o i , j'assisterai c o m m e u n fidèle a m i celle d e s parties c o n t e n d a n t e s q u i m ' a choisi p o u r t é m o i n , et m e s conseils n e lui feront p a s d é f a u t p o u r r e m p o r t e r la victoire. D a n s la m é t r o p o l e , la s c i e n c e a déjà p r o d i g u é ses d é c o u vertes et s e s bienfaits afin d'obtenir, d e s p r o d u i t s d u sol, tout c e q u ' u n art i n g é n i e u x p e u t e n extraire. D a n s les colonies, d e c e c ô t é , tout est à faire, et le p r o g r è s est i m m e n s e . E n p e u d ' a n n é e s , s a n s a u g m e n t e r d ' u n seul


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h o m m e le n o m b r e des travailleurs, ni d ' u n seul hectare l'ét e n d u e des terrains cultivés, a u lieu d e 8 9 millions d e kilog r a m m e s d e s u c r e a c t u e l l e m e n t récoltés d a n s les meilleures a n n é e s , o n p e u t e n récolter plus d e 2 0 0 millions; c'est-à-dire trois fois a u t a n t q u e la F r a n c e e n récoltait à S a i n t - D o m i n g u e , lorsque les cultures d e cette g r a n d e île étaient l'admiration d e l'univers. E h bien, c e q u e la science d é m o n t r e c o m m e étant possible, n o s colonies l'accompliront. L e s capitaux m a n q u e n t à leur m i s è r e ; la m é t r o p o l e e n fournira. D è s à présent, d'habiles et g é n é r e u x citoyens f o r m e n t u n e g r a n d e association p o u r transporter a u x Antilles les appareils les plus p e r f e c t i o n n é s ; p o u r établir, a u m i l i e u d e s territoires les plus fertiles, d e s exploitations centrales, o ù le c o l o n n'aura plus qu'à porter ses r o s e a u x sucriers, et sera délivré d e s frais, si pesants a u j o u r d ' h u i , qu'il s u p p o r t e afin d e retirer m o i n s d e la m o i t i é d u sucre q u e la c a n n e r e n f e r m e . L a G u a d e l o u p e , en février dernier, a v u ses m o u l i n s , ses cylindres, ses appareils d e cuisson, bouleversés par le dernier t r e m b l e m e n t d e terre. D e s établissements perfectionnés, m o i n s n o m b r e u x , plus c o m p l e t s , plus vastes, plus productifs et plus é c o n o m i q u e s v o n t r e m p l a c e r les a n c i e n s ; et la richesse, d a n s u n p r o c h a i n avenir, sortira d e s débris d ' u n e i m m e n s e misère. Il f a u d r a b i e n q u e la M a r t i n i q u e , et G a y e n n e , et B o u r b o n , suivent l'exemple d e la G u a d e l o u p e , s o u s peine à leur tour d'être écrasés p a r la c o n c u r r e n c e d e cette île r é g é n é r é e d a n s sa principale industrie. Voilà le p r o g r è s q u e j ' a n n o n c e a v e c confiance; p r o g r è s q u e je hâterai d e tous m e s v œ u x et d e tous m e s conseils, si m a faible voix p e u t obtenir q u e l q u e crédit chez m e s amis d'outre-mer. L a m a r i n e française, q u ' e û t favorisée la loi telle q u e le G o u v e r n e m e n t la p r o p o s a i t , la m a r i n e finira p a r g a g n e r b e a u c o u p a u x p r o g r è s q u e je signale. A u lieu d'un transport d'aller et d e retour jusqu'ici p e u s u p é r i e u r à 2 0 0 , 0 0 0 tonn e a u x , e n q u e l q u e s a n n é e s , elle o b t i e n d r a , p o u r la navigation directe d e s colonies, u n transport d e 4 0 0 , 0 0 0 t o n n e a u x , d a n s u n e navigation p r o p r e à f o r m e r , a u x parties les plus difficiles d u m a t e l o t a g e , l'élite d e n o s g e n s d e m e r . J e n'abuserai p a s d e s m o m e n t s d e la c h a m b r e p o u r a b o n d e r d a n s le sens d e m e s p r o p r e s idées , e n e x p l i q u a n t , a v e c d e s p r e u v e s p é r e m p t o i r e s , les défauts n o m b r e u x d e la loi transitoire q u e n o u s s o m m e s contraints d'accepter. J e regrette v i v e m e n t la surtaxe é c h e l o n n é e q u i va croître p e n d a n t cinq a n n é e s , et q u ' o n m a i n t i e n t p o u r atteindre et frapper les


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p e r f e c t i o n n e m e n t s . J u s q u ' e n 1 8 3 3 , cette surtaxe n'existait p a s . T r o i s fois, d e p u i s lors, le G o u v e r n e m e n t a p r o p o s é d e l'abolir. J'ose espérer q u ' u n j o u r o n e n fera l ' a b a n d o n ; cela f o r m e r a la c o m p e n s a t i o n nécessaire d e l'abaissement d e s prix q u i suivra n é c e s s a i r e m e n t les p r o g r è s d e la p r o d u c t i o n d u s u c r e colonial, p a r l'adoption d e s p r o c é d é s p e r f e c t i o n n é s . L e G o u v e r n e m e n t t r o u v e r a , d a n s l'accroissement r a p i d e d e la c o n s o m m a t i o n q u i suit toujours le b o n m a r c h é , la c o m p e n s a tion la plus a m p l e à c e léger sacrifice. T e l est m o n espoir d e ce côté. Q u a n t à l'interdiction faite a u x c o l o n s d e s ' a d o n n e r à la raffinerie d u s u c r e , c'est u n d e s articles q u e je suis le plus e n c h a n t é d e voir d a n s la loi. J e suis ravi d e voir u n e p r é v o y a n c e jalouse interdire à n o s colonies, o ù l'intérêt d e s capitaux varie d e 1 2 à 1 8 p . 0/0, d e n'entrer p a s e n c o n c u r r e n c e , p o u r le raffinage, a v e c d e s capitaux q u ' o n t r o u v e d a n s la m é t r o p o l e à 4 , à 5 , à 6 a u plus. J e suis émerveillé d e voir la p r u d e n c e m é t r o p o l i t a i n e s'effrayer q u e les c o l o n s puissent a v e c s u c c è s a c h e t e r e n F r a n c e les appareils d e raffinage, les transporter à 2 , 0 0 0 , à 4 , 0 0 0 lieues; les établir à g r a n d s frais et si loin, d a n s l'espoir insensé d'y s o u t e n i r la c o n c u r r e n c e a v e c les raffineurs d e Marseille , d e Lille o u d u H a v r e , q u i t r o u v e n t à leur porte les fabricants d e m a c h i n e s , et disposent à vil prix d ' u n c o m b u s t i b l e indisp e n s a b l e et r u i n e u x a u x colonies. M a i s p a r - d e s s u s tout, je suis c h a r m é q u e les puritains é c o n o m i s t e s , les h o m m e s à g r a n d s principes, à théories distillées et v e r t u e u s e s , ces h o m m e s c o n s c i e n c i e u x q u i n ' a d m e t t e n t q u ' u n poids et q u ' u n e m e s u r e d a n s le sanctuaire d e s lois, q u i proclam e n t l'égalité c o m m e le principe sacré q u i doit régir les trav a u x d e tous les F r a n ç a i s , q u i déclarent é l o q u e m m e n t qu'inlerdire u n e industrie, c'est faire acte d e s a u v a g e s et d e b a r b a r e s ; je suis c h a r m é q u e les m ê m e s h o m m e s , d a n s la m ê m e loi, votent p o u r interdire a u x c o l o n s l'industrie q u i p r o d u i t le s u c r e raffiné ; tandis qu'ils refusent, la m a i n p o s é e sur leur v e r t u , d'interdire a u x métropolitains l'industrie q u i produit le s u c r e b r u t . P o u r m o i , q u i n ' a i m e pas tant d'étalage, et q u i chéris p e u l ' i n c o n s é q u e n c e , je vote a u j o u r d ' h u i p o u r interdire a u x c o lons l'industrie d u s u c r e raffiné; p a r c e q u e je serai prêt q u a n d o n v o u d r a , c o m m e o n v o u d r a , d è s qu'il e n sera b e soin, à voter l'interdiction d a n s la m é t r o p o l e d e l'industrie d u s u c r e b r u t ; l'interdiction d e la sucrerie betteraviste, c o n d a m n é e à l'infériorité p a r n o t r e c l i m a t ; c o n d a m n é e s u r t o u t , par les g r a n d s intérêts d u c o m m e r c e m a r i t i m e et d e la force n a -


— 17 — vale, à laisser le c h a m p libre à la p r o d u c t i o n naturelle et p l u s a v a n t a g e u s e , s o u s t o u s les r a p p o r t s , d u s u c r e p r o d u i t p a r n o s plantations intertropicales. V u l'état a v a n c é d e la s e s s i o n , a u c u n a m e n d e m e n t n'étant possible sans c o m p r o m e t t r e le sort d e la loi, je l'adopte m a l g r é ses n o m b r e u x et g r a v e s d é f a u t s . ( E n d e s c e n d a n t d e la t r i b u n e l'orateur reçoit les félicitations d ' u n g r a n d n o m b r e d e ses collègues.)

RÉPLIQUE AU

IMMÉDIATE

DISCOURS

DE M . L E COMTE D'ARGOUT Séance du 27 juin 1845

Messieurs les Pairs, C'est u n d e v o i r p o u r m o i d e r é p o n d r e e n p e u d e m o t s a u x a t t a q u e s si directes r e n f e r m é e s d a n s le d i s c o u r s d e M . le c o m t e d ' A r g o u t . L e n o b l e pair a p a s s é t o u r à t o u r e n r e v u e ses t r è s - h o n o r a b l e s et t r è s - n o m b r e u x a m i s , p o u r les c o n v a i n cre i n t i m e m e n t d ' i n c o n s é q u e n c e et d e c o n t r a d i c t i o n . A u p r e m i e r r a n g d e c e s r e s p e c t a b l e s a m i s , la F r a n c e e n tière se m o n t r e r a i t c o u p a b l e d e la p l u s m o n s t r u e u s e i n c o n s é q u e n c e , si, p a s s a n t a u j o u r d ' h u i d ' u n e p r o t e c t i o n très-partiale e n f a v e u r d u s u c r e i n d i g è n e , à d'autres règles d'équité, elle acceptait la p e n s é e d u projet primitif p r o p o s é p a r le G o u v e r n e m e n t , p o u r s u p p r i m e r c e qu'elle a t r o p l o n g t e m p s favorisé Telle est votre p e n s é e . L o r s q u ' o n a p r o d i g u é quarante-trois a n s d e f a v e u r s à l'égard d ' u n e industrie q u i n ' e n a p a s s u profiter, et q u i , loin d e g r a n dir assez p o u r vivre d e ses p r o p r e s forces, n'a fait q u e v é g é t e r


— 18 — à force d e soins artificiels, s e m b l e r a i t - o n b i e n versatile d e j u g e r qu'il faut enfin m e t t r e u n t e r m e à d'inutiles sacrifices?. .. E n 1 8 2 8 , les exploitants d u s u c r e i n d i g è n e p r o m e t taient q u ' a u b o u t d e dix a n s ils s u p p o r t e r a i e n t l'égalité des c h a r g e s a v e c l'industrie similaire d e s colonies. C e p e n d a n t ils s o n t v e n u s v o u s déclarer, d o u z e a n s plus tard, e n plein conseil s u p é r i e u r d u c o m m e r c e , d e v a n t les m i n i s t r e s , d e v a n t m o i , d e v a n t v o u s , m o n s i e u r le c o m t e d ' A r g o u t , qu'ils n e p o u vaient p a s , qu'ils n e p o u r r a i e n t j a m a i s s u p p o r t e r cette égalité, q u i serait leur m o r t ; qu'ils préféraient la s u p p r e s s i o n , sauf i n d e m n i t é . J e le d e m a n d e , est-ce le G o u v e r n e m e n t , et n o u s , et la F r a n c e q u ' o n p o u r r a i t a c c u s e r d e versatilité, si n o u s leur a c c o r d i o n s ce qu'ils d e m a n d e n t , a p r è s leurs prom e s s e s oubliées, éludées, d é m e n t i e s ! L o r s q u ' u n G o u v e r n e m e n t a la l o n g a n i m i t é d'attendre p r è s d ' u n d e m i - s i è c l e , et d'arriver à 1 5 7 millions d e sacrifices a v a n t d e dire c'est a s s e z , l'industrie insatiable qui d e m a n d e t o u j o u r s à vivre a u x frais d u trésor est-elle f o n d é e à taxer d e légèreté, d'inconsistance et d e versatilité, c e G o u v e r n e m e n t d o n t rien n a p u j u s q u a l'instant lasser la p a tience? Voilà m a r é p o n s e a u x p r e m i e r s r e p r o c h e s l a n c é s p a r le n o ble c o m t e contre les a u t e u r s d e |a loi. E n s u i t e est v e n u le tour d e s h o n o r a b l e s a m i s . N o t r e n o b l e c o l l è g u e a c r u d e v o i r c h e r c h e r p a r m i d e s écrits p u b l i é s il y a c i n q , six o u sept a n s , q u e l q u e s p a s s a g e s qu'il p û t taxer, c o m m e les p e r s o n n e s , d e contradiction et d e versatilité, e n les c o m p a r a n t a v e c n o s o p i n i o n s s o u t e n u e s d e v a n t cette c h a m b r e . V o u s allez voir s'il e n est ainsi. D ' h o n o r a b l e s r e p r é s e n t a n t s d e s colonies, e n 1 8 3 6 et 1 8 3 7 , o n t c r u d e v o i r d e m a n d e r e n faveur d e leurs c o m m e t t a n t s , q u e le s u c r e i n d i g è n e fût s o u m i s a u x m ê m e s c h a r g e s q u e le sucre c o l o n i a l ; ils o n t i n v o q u é la justice, le droit c o m m u n , l'égalité. J e suis a u n o m b r e d e c e u x q u i r é c l a m a i e n t d'après ces b a s e s , e n déclarant é g a u x e n droits les F r a n ç a i s d ' o u t r e - m e r et c e u x d e la m é t r o p o l e . E h b i e n , a u j o u r d ' h u i m ê m e , je n e d e m a n d e r a i s rien d e plus, rien d e m o i n s q u e l'égalité; m a i s l'égalité réelle, c o m plète et s a n s s u b t e r f u g e . J e fais b i e n plus : contraint q u e je suis p a r la fatalité des c i r c o n s t a n c e s , je v o t e , n o n p a s p o u r l'égalité, m a i s p o u r b e a u c o u p m o i n s ; je v o t e p o u r u n e inégalité d e c h a r g e s q u i fait p e s e r s u r les colonies, à c a u s e d e s frais d e n a v i g a t i o n , d ' e m -


— 19 — barquement, de débarquement, d'entrepôts et de port, 56 p. 0/0 de surcharge!!! En quoi donc mon honorable collègue trouve-t-il que moi aussi je cesse d'être patient, et m e montre versatile? Maintenant, vous-même, qui préférez, non pas l'interdiction et l'indemnité pour les sucreries indigènes, mais votre égalité chérie, comme principe inébranlable, réclamez donc avec moi celte égalité complète et vraie, ou je crains qu'à votre tour on ne vous trouve pécher contre la conséquence rigoureuse de vos propres théories. Quant à nous qui ne voulons la ruine de personne, aussitôt que les intéressés de la sucrerie indigène nous attestent que l'égalité, m ê m e apparente, va les ruiner, nous ne sommes pas impitoyables au point d'insister, en leur faveur, pour qu'ils succombent au nom d'un vain principe. Pour moi, que fais-je? Je tends à la sucrerie indigène une main amie dans toutes les hypothèses. Veut-on indemniser? J'y consens. Ne veut-on pour elle qu'une apparence d'égalité des charges? J'y consens encore. Je vais voter avec vous, et vous m'attaquez ! Que voulez-vous donc? Vous ne voulez pas convenir que, dans cette lutte avec la loi modifiée, l'exploitation du sucre indigène devra bientôt succomber. Qui donc a prédit sa chute? Est-ce moi? Nullement. Ce ne sont pas mes prévisions que vous puissiez ici révoquer en doute; c'est le dire d'un très-savant collègue, dont le nom seul, en ces matières, est d'une grande autorité.

M. LE BARON THENARD.

Je n'ai pas dit cela.

M. LE BARON DUPIN. Pardon; vous avez bien mieux fait que l'affirmer, vous l'avez démontré avec un talent qui ne m'a laissé rien à désirer. Sans doute, dans la première partie de votre discours, tout entier à l'illusion des espérances requises pour les conséquences toujours heureuses, toujours brillantes de l'égalité, de la liberté dans la concurrence, vous avez été rassurant pour tout le monde. Mais bientôt après, par des raisons démonstratives empruntées à la science, vous avez fait voir, d'un côté, la sucrerie indigène arrivée presque au terme de ses progrès pour les quantités, pour les qualités, pour l'économie ; de l'autre, la sucrerie coloniale ayant devant elle des progrès immenses, faciles, prochains, évidents, calculés : la quantité du sucre extractible, trois fois aussi grande que la quantité réellement extraite; la culture de la canne devant être séparée des travaux de fabrication du sucre, pour obtenir l'économie, la simplicité, la


— 20 — rapidité, la qualité p a r u n e h e u r e u s e division d u travail. V o tre m a i n s a v a n t e a décrit le sacrifice, elle e n a m a r q u é le t e r m e et la fatalité; m a i s votre délicatesse v o u s a fait éviter d e p r o n o n c e r c e m o t q u e les R o m a i n s n e p r o n o n ç a i e n t j a m a i s q u a n d ils voulaient dire la mort. L a c h a m b r e a c o m p r i s . E h b i e n , si ce q u e dit la science est la vérité; si les colonies d o i v e n t t r i o m p h e r , et la sucrerie i n d i g è n e s u c c o m b e r , je n'ai p a s d i s s i m u l é q u e cette c h u t e a p p l i q u é e à d e s familles h o n n ê t e s , actives, intelligentes, laborieuses, m'affligerait prof o n d é m e n t ; q u e je n e voulais la r u i n e d ' a u c u n e industrie, et s u r t o u t d ' a u c u n h o m m e ; q u e j a m a i s l ' a m o u r a v e u g l e d e la c o n c u r r e n c e n e m ' é g a r e r a i t a u point d e m e c o n s o l e r s u r la m o r t d ' u n e industrie rivale. P o u r obéir à c e s e n t i m e n t q u i m e s e m b l e si n a t u r e l , je consentais a u sacrifice d e l'indemnité, je l'ai d i t , je le dis e n c o r e ; et, loin d'en r o u g i r , je m ' e n h o n o r e , p o u r les c o l o n s et p o u r m o i q u i les d é f e n d s . M a i s n o s m a r i n s , n o s a r m a t e u r s , et les ouvriers et les n é g o c i a n t s d e n o s ports d e m e r , quelle situation leur a v e z - v o u s faite d e p u i s la p a i x g é n é r a l e ? Q u ' a v e z - v o u s tenté d a n s l'intention d e leur c o n s e r v e r u n e n a v i g a t i o n si d o u l o u r e u s e m e n t défavorisée p o u r servir u n e industrie intérieure d e la F r a n c e a u d é t r i m e n t d ' u n e industrie d ' o u t r e - m e r ? V o u s n'avez j a m a i s t e n u la b a l a n c e égale entre cette culture intérieure et la culture coloniale, française a u m ê m e titre. Q u a n d , p a r c e m o y e n , la prod u c t i o n factice et f o r c é e d u s u c r e d e b e t t e r a v e a p u s'élever j u s q u ' à 5 0 millions d e k i l o g r a m m e s , c'était 5 0 , 0 0 0 t o n n e a u x à la sortie et 5 0 , 0 0 0 t o n n e a u x à l'entrée d o n t v o u s priviez les ports d e m e r ; les ports étaient f o n d é s à se p l a i n d r e ; et certes, lorsqu'ils trouvaient q u e cette égalité, telle q u e v o u s la paitrissez, n e serait q u ' u n e égalité factice et m e n s o n g è r e qui laisserait s a n s c o n t r e p o i d s les c h a r g e s d e leur navigation, la vie d e leurs m a t e l o t s , le p a i n d e leurs ouvriers et les bénéfices d e leurs a r m a t e u r s , les ports avaient raison d'être i n d i g n é s . A u s s i , q u a n d o n leur a dit : Q u ' a i m e r i e z - v o u s m i e u x d'une égalité d e cette n a t u r e o u d e la s u p p r e s s i o n a v e c i n d e m n i t é d e l'industrie q u i v o u s fait é p r o u v e r u n é n o r m e d o m m a g e , les ports o n t fini p a r r é p o n d r e : N o u s p r é f é r o n s q u ' o n s u p p r i m e et q u ' o n i n d e m n i s e . G o m m e n t , objectera-t-on, les ports ont-ils été si tardifs à se r e n d r e à l'évidence, e n f a v e u r d e leur p r o p r e intérêt? Il faut b i e n l'avouer, m e s s i e u r s les pairs, il existe e n F r a n c e u n e faiblesse, u n e p e u r , q u i fait q u ' u n certain n o m b r e d e p e r s o n n e s n'osent p a s d é f e n d r e leurs p r o p r e s intérêts l o r s q u ' o n leur dit: v o u s a t t a q u e z les p r i n c i p e s , v o u s êtes illibéraux, v o u s offensez la théorie, et t o u s les g r a n d s m o t s e n u s a g e . E h ! b i e n ,


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p o u r les ports d e m e r , les c h a m b r e s d e c o m m e r c e n'osaient p a s r é c l a m e r , et c'est s e u l e m e n t à la fin, lorsqu'on est v e n u leur dire : le s u c r e i n d i g è n e d é c l a r e l u i - m ê m e qu'il n e p e u t p e u t p a s vivre à d e s c o n d i t i o n s d'égalité ; il d e m a n d e sa p r o p r e s u p p r e s s i o n , s a u f i n d e m n i t é , qu'ils o n t r é p o n d u : N o u s n e n o u s o p p o s e r o n s p a s a u bienfait q u e l u i - m ê m e r é c l a m e . V o i l à c o m m e n t les ports d e m e r s s o n t arrivés à cette c o n c e s s i o n , n o n p o i n t p o u r le plaisir puéril d e se c o n t r e d i r e , m a i s p o u s s é s à la fois p a r leurs plus c h e r s intérêts, et p a r les intérêts d e leurs a n t a g o n i s t e s . N e leur faites d o n c p a s u n c r i m e d'avoir été g é n é r e u x ; si c'est i n c o n s é q u e n c e d e paroles, c'est conséquence d e bonté p o u r d e nobles c œ u r s . J'avais b e s o i n d e dire ces m o t s afin d e p r o u v e r qu'ici p e r s o n n e n'est e n contradiction a v e c s o i - m ê m e , et justifier e n m ê m e t e m p s m e s d i g n e s a m i s d e s ports d e m e r . L e s objections d e notre h o n o r a b l e collègue o n t porté sur t o u tes les h y p o t h è s e s , et t o u j o u r s p o u r r e n d r e ses r é p o n s e s d é f a v o r a b l e s à la s u p p r e s s i o n d u s u c r e i n d i g è n e a v e c i n d e m n i t é . U n m o t d ' a b o r d s u r l'intérêt d u c o n s o m m a t e u r . Il est b i e n é v i d e n t q u e c e q u ' o n doit c r a i n d r e , c e n'est p a s le r e n c h é r i s s e m e n t d u s u c r e ; loin qu'il y ait e u j a m a i s r e n c h é r i s s e m e n t , la baisse n'a p a s été m o i n d r e d e 4 5 p . 0/0, d e p u i s la paix g é n é rale. T o u t c e q u e n o u s d e m a n d o n s , c'est q u ' o n cesse d ' i m p o s e r p a r l'inégalité, p a r les sévices d e la loi, la baisse f o r c é e , les prix d e r u i n e , les t a u x d e faillite d o n t est a c c a b l é le s u c r e c o lonial. E s t - c e être trop e x i g e a n t ? est-ce o p p r i m e r le c o n s o m m a t e u r si n o u s v o u s d e m a n d o n s , p o u r t o u t e g r â c e , q u e v o u s p e r m e t t i e z d e vivre à l'infortuné p r o d u c t e u r c o l o n ? V o i l à , q u a n t à p r é s e n t , tout l ' e n c o u r a g e m e n t q u e les c o l o nies d e m a n d e n t : c'est d e n e p a s m o u r i r d e f a i m . L ' h o n o r a b l e c o m t e d ' A r g o u t a fait e n t e n d r e , a u sujet d u s u c r e colonial, u n e singulière hérésie. 11 n'existe p a s , selon lui, d e prix nécessaire p o u r cette p r o d u c t i o n , p a r c e qu'il y a d e s terres fertiles, d e s terres m é d i o c r e s et d e s terres m a u v a i s e s d a n s les c o l o n i e s . J'en c o n v i e n s ; m a i s , a u m ê m e titre, il n'y aurait pas p o u r le blé d e prix nécessaire e n F r a n c e , o ù le blé est p r o d u i t aussi p a r d e s terres e x c e l l e n t e s , m é d i o c r e s o u m a u v a i s e s . O n n e p o u r r a i t d o n c p a s assigner a u prix d u b l é , la limite o ù l ' e n c o u r a g e m e n t à l'importation doit c e s s e r , o ù l ' e n c o u r a g e m e n t à l'exportation doit c o m m e n c e r . A travers les inégalités q u e b a l a n c e n t la valeur d e s terres et le t a u x d u f e r m a g e , il existe c e p e n d a n t p o u r n o s céréales u n prix m o y e n n é c e s s a i r e ; à tel point q u e si v o u s portiez u n e atteinte sensible à c e prix , v o u s ruineriez l'agriculture d e la m è r e - p a t r i e .


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J e v o u s ai fait c o n n a î t r e hier q u e le n e u v i è m e d e s exploitations coloniales a d i s p a r u d a n s le c o u r t e s p a c e d e c i n q a n s ; v o u s s a v e z aussi q u e l r e m è d e la s y m p a t h i e d e n o t r e collègue i m a g i n e à d e tels désastres. V o u s souffrez, dit-il a u x c o l o n s ; v o s dettes sont i m m e n s e s , v o s propriétés e n g a g é e s ; n o u s n'att e n d r o n s p a s le retour d e votre f o r t u n e ; n o u s allons v o u s gratifier d e l'expropriation forcée. L ' a m i q u e j'ai h e u r t é boite d ' u n e j a m b e : c o u p o n s - l a lui, p o u r l ' h o n n e u r d e la chirurgie, et n o u s lui d i r o n s : M a r c h e e n liberté; les g r a n d s principes d e la s c i e n c e a m p u t a t r i c e o n t le b o n h e u r d'être satisfaits ! M a i s cette m e s u r e g é n é r a l e , subite, radicale, a u fort d e la crise q u e p r o d u i t la d é p r e s s i o n é n o r m e d e s s u c r e s , c e serait l'expropriation d e s colonies tout e n t i è r e s ; et q u i les achèterait? et q u e d e v i e n d r a i e n t les familles q u i d e p u i s d e u x siècles les o n t défrichées et f é c o n d é e s ? V o u s les chasseriez d e la terre q u e leur c o u r a g e et leur industrie o n t fertilisée p o u r le bien-être et l ' h o n n e u r d e la m è r e - p a t r i e ! V o y e z si l'on a si bien senti qu'il fallait à tout prix sortir d e la crise e n f a n t é e p a r la c o n c u r r e n c e d e s d e u x s u c r e s avant d e p r o n o n c e r l'expropriation forcée. L ' a n n é e d e r n i è r e , la c h a m b r e d e s d é p u t é s , v o y a n t s u s p e n d u e la, q u e s t i o n d e s sucres, s'est refusée à voter la loi d ' e x p r o p r i a t i o n . J ' e x p r i m e ici m a vive r e c o n n a i s s a n c e p o u r cet acte d e justice, d e politique et d ' h u m a n i t é . O n a t t e n d r a d o n c la fin d ' u n e d é p l o r a b l e c o n c u r r e n c e q u e j'aurais v o u l u voir éviter p a r l'indemnité d u s u c r e i n d i g è n e s u p p r i m é ; o n attendra cet h e u r e u x t e r m e a v a n t d e risquer la m e s u r e i m p i t o y a b l e p a r laquelle n o t r e austère antagoniste voudrait c o m m e n c e r . . . Si n o t r e h o n o r a b l e c o l l è g u e se m o n t r e aussi p e u sensible s u r les désastres d e s fortunes coloniales, il n e m e parait pas b e a u c o u p plus sensible à la d é c a d e n c e relative d e n o s intérêts m a r i t i m e s et d e n o t r e n a v i g a t i o n nationale. P o u r m o t i ver la joie qu'il é p r o u v e e n c o n t e m p l a n t l'état actuel d e notre c o m m e r c e par m e r , il a b i e n v o u l u citer les chiffres q u e j'ai c o n s i g n é s d a n s m o n Troisième appel au bon sens des départements, et m ê m e d e s législateurs. J e c o n ç o i s qu'il m'ait acc o r d é la p r é f é r e n c e ; car, entre tous c e u x q u i d é f e n d e n t l'op i n i o n à laquelle j e suis a t t a c h é , je crois être resté d a n s les plus justes b o r n e s d e la vérité, s a n s affaiblir, m a i s aussi sans e x a g é r e r n o s p r o g r è s . L a c h a m b r e v a voir de combien peu se c o n t e n t e notre h o n o r a b l e c o l l è g u e , p o u r c e q u i revient à la France. P o u r q u e je sois satisfait, il n e m e suffit p a s q u e , d e p u i s d i x o u vingt a n s , le t o n n a g e d e s navires q u i f r é q u e n t e n t n o s


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ports offre un chiffre grossissant. Ce qu'il m e faut, c'est d'abord que l'accroissement du tonnage français dans nos ports ne soit pas plus faible que l'accroissement du tonnage étranger. Ce n'est pas assez : je veux qu'il soit le plus fort et le plus fort de beaucoup, comme en Angleterre et comme aux Etats-Unis. J'ai cette ambition pour mon pays. Voyez, à seize années d'intervalle, les progrès comparés du tonnage dans nos ports : Navires français Navires étrangers

454,872 tonneaux. 1,071,875

Il y a seize ans le tonnage étranger ne surpassait que d'un onzième le tonnage français; et maintenant il le surpasse de plus de moitié. Voilà notre rétrogradation relative! elle m'afllige, elle m'humilie, elle m'inspire le désir brûlant de renverser ce progrès et d'obtenir un million de tonneaux en accroissement, pour les navires français, dans le laps de temps que l'étranger accroîtra son tonnage de 400,000. La marine française s'honore d'avoir eu pour ministre notre noble collègue; je lui demande s'il ne partage pas ma pensée et mon désir ? Qu'il fasse donc tout pour conduire à ce but notre navigation. Notre honorable collègue a beaucoup parlé de coalitions ; j'y suis novice, surtout en fait de politique. Il a parlé des propriétaires de vignobles. Peut-il s'étonner que les propriétaires des vignes du midi se soient enfin aperçus qu'on leur nuisait en ruinant les colonies intertropicales, pour sacrifier le sucre de la zone torride à la betterave du nord? Eux qui vendent aux colonies la moitié du vin qu'ils vendent à l'univers, n'ontils pas raison de compter pour beaucoup un semblable marché ? C'est moi qui, du fond de mon cabinet, en jetant quelques teintes sur une carte, en réunissant quelques chiffres officiels, ai démontré la vérité bien simple ; les propriétaires de vigne l'ont aperçue, voilà tout. Ils se rappellent aussi notre dernière discussion sur les pétitions vinicoles, et de quel côté se trouvaient leurs amis et leurs défenseurs ; j'étais du nombre, et vous étiez contraire. Je n'aborderai pas une dernière et grave question, qui viendra plus tard, qu'il faudra traiter en elle-même avec la circonspection; je dirai plus, le respect qu'elle mérite; sur laquelle aussi nous devrons parler avec conscience et courage : c'est l'émancipation. Je ne crois pas qu'il convienne de mêler ce grand intérêt politique et moral à la discussion matérielle de l'impôt du sucre indigène ; je fais mes réserves à


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cet égard. Quand le moment sera venu, je ne craindrai pas d'exprimer toute ma pensée, dans le véritable intérêt de la société coloniale et de l'ensemble de ses classes, avec l'amour réel de la civilisation et de l'humanité. Mais eu même temps, fidèle à mes maximes, je consulterai l'expérience, l'avancement actuel de la classe laborieuse, l'avenir, passez-moi le mot, de sa laboriosité; son bonheur véritable, ses progrès moraux et religieux, étudiés, protégés avec sagesse; je ne craindrai pas, je le répète, de formuler mon opinion, dès que l'instant sera venu de le faire avec utilité. Je suis loin d'avoir parcouru le cercle infini de reproches et de mauvais présages adressés par noire honorable collègue aux défenseurs des intérêts de la marine et des colonies. Je crois en avoir assez réfuté pour qu'on soit convaincu, si je n'en réfute pas davantage, qu'il me manque seulement une chose ; c'est le temps. Si je parlais davantage, je craindrais de mettre à trop rude épreuve la patience de la chambre et celle de M. le chancelier. (Très-bien ! très-bien!)

EXTRAITS D U MONITEUR UNIVERSEL des 27 et 28 juin 1843.

Imprimerie

P A N C K O U C K E ,

rue des Poitevins, 6.

Discours prononcés pour la défense des intérêts de la marine  

Auteur : Charles Dupin / Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antilles...