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Guia de Boas Práticas nas Redes Sociais - Sociedade Brasileira de Dermatologia

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Guia de Boas Práticas nas Redes Sociais Sociedade Brasileira de Dermatologia

Edição Ampliada


Introdução As redes sociais são uma verdadeira revolução

profissional, respeitando

nas comunicações e na forma como as pessoas se

sempre as regras estabelecidas

relacionam. Vivemos em um mundo cada vez mais

pelo Conselho Federal de Medicina (CFM),

conectado e sem fronteiras.

que definem como deve ser o comportamento dos

Nelas, os médicos encontram uma excelente

médicos nesses ambientes virtuais.

oportunidade de estreitar o relacionamento e ampliar

O médico tem um nome a zelar e um código

a carteira de pacientes, atraindo novos interessados

de ética a ser respeitado. Foi pensando nisso

em suas especialidades.

que elaboramos esse “Guia de Boas Práticas nas

Por outro lado, o crescente número de denúncias de má conduta nas redes sociais e de histórias de profissionais que tiveram suas imagens arranhadas por deslizes no mundo virtual, acende um alerta para todos os profissionais de medicina. Diante desse cenário, é importante enfatizar que a SBD apoia o uso responsável das redes sociais. Elas podem e devem ser ocupadas pelos médicos

Redes Sociais”, que contém, além das principais recomendações e normas do CFM, um glossário de termos, dicas de como aproveitar as redes sociais, orientações para a criação e manutenção de perfis e direcionamento de denúncias. O documento pode e deve ser consultado em sua versão impressa e on-line e na visão ampliada, no ambiente logado do site da SBD.

dermatologistas. E, sem dúvida, a melhor maneira de fazer isso é com ética, cuidado e qualidade

Boa leitura!


Mensagem do

Presidente

eleito da SBD

Mensagem do

Presidente da SBD

Única instituição reconhecida oficialmente pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela

Desde a sua fundação, em 1912, a Sociedade Brasileira de Dermatologia

Associação Médica Brasileira (AMB) como representante dos dermatologistas no Brasil, a

(SBD) sempre buscou estar alinhada com o tempo. O compartilhamento de

SBD é uma das maiores sociedades médico-dermatológicas no mundo, contando hoje com

informações e conhecimentos sempre esteve na ordem do dia para a SBD.

mais de 9 mil associados.

É indiscutível, hoje, a presença da Internet e das redes sociais no cotidiano das

Estamos presentes em 23 estados brasileiros por intermédio de nossas Regionais e em

pessoas e, obviamente, dos dermatologistas. Com o lançamento deste Guia,

85 hospitais universitários credenciados à instituição. Continuamos crescendo, firmes em

seguimos com a tradição: estamos em dia com o mundo moderno.

nosso propósito de apoiar nossas Regionais e associados, residentes ou não no Brasil, e assim,

Foi assim quando lançou, em 1925, os Annaes Brasileiros de Dermatologia e

contribuir para o desenvolvimento da especialidade no país.

Syphilographia, Anais Brasileiros de Dermatologia & Cosmetic Dermayology,

Nesse contexto, usar novas plataformas e recursos de comunicação para alcançar nossos

uma das publicações mais prestigiadas e respeitadas em todo o meio

públicos é uma tática essencial. O Brasil é um dos maiores usuários de redes sociais do

científico nacional e internacional; quando fundou, em 1933, sua biblioteca

mundo. Mais de 62% da população está hoje conectada por meio das diversas plataformas

– considerada a maior e mais completa da América Latina; quando criou, em

sociais. E se o brasileiro gasta, diariamente, 9 horas e 14 minutos navegando na Internet,

1944, o Congresso Brasileiro de Dermatologia e quando lançou, em 2009, a

desse tempo, mais de 3 horas são utilizadas para acessar as redes sociais. Imaginem só o

Surgical & Cosmetic Dermatology, publicação médica destinada a difundir a

potencial de comunicação e distribuição de informações!

experiência brasileira nas áreas de cirurgia dermatológica e cosmiatria.

É nesse cenário que reforçamos o papel do médico dermatologista como educador e

Com o “Guia de Boas Práticas nas Redes Sociais” ocupamos um lugar de

provedor de conteúdo sobre a saúde da pele. Por isso, é importante não perder de vista que

orientação e esclarecimento sobre como a SBD acredita que seus associados

os conteúdos que compartilhamos, bem como nossa postura, acabam nos diferenciando

e Regionais devem conduzir suas trajetórias nas novas mídias, respeitando

qualitativamente. Nosso fundamento primordial é a relação médico-paciente e ela envolve

preceitos éticos, sem abrir mão de todos os benefícios que a conexão e a troca

confiança, ética e responsabilidade, algo que, de certa forma, resume o conteúdo deste

de informações podem trazer.

“Guia de Boas Práticas nas Redes Sociais”. Sérgio Luiz Lira Palma

José Antonio Sanches

Presidente eleito Sociedade Brasileira de Dermatologia Gestão 2019/2020

Presidente Sociedade Brasileira de Dermatologia Gestão 2017/2018


Redes sociais

Facebook

Relação estabelecida entre indivíduos com interesses em comum em um mesmo ambiente. Na Internet, as redes sociais são as comunidades on-line como Facebook, Instagram e YouTube, e servem para conectar pessoas ou grupo de pessoas por meio de um perfil e compartilhar conteúdos e interesses semelhantes.

Rede social gratuita que conecta pessoas do mundo todo e permite diversos tipos de postagens. É a rede social virtual mais utilizada mundialmente, com mais de 1 bilhão de usuários ativos.

Glossário Mídias sociais Conjunto de mídias que reúne, além das chamadas redes sociais, sites, blogs e serviços de compartilhamento de conteúdo.

You Tube É uma plataforma de compartilhamento de vídeos, no qual os usuários podem ver, postar e ainda compartilhar vídeos com pessoas do mundo todo. Estes vídeos podem ser qualificados e comentados por qualquer pessoa.

Twitter Rede social de microblogging que permite aos usuários a postagem instantânea de mensagens (Tweets) de até 280 caracteres, além de vídeos, imagens, gifs, enquetes etc.

LinkedIn É uma rede social voltada para o relacionamento profissional.

Blog Instagram É uma rede social de fotos. Trata-se de um aplicativo gratuito que pode ser baixado e, a partir dele, é possível tirar fotos com o celular, aplicar efeitos nas imagens e compartilhar com amigos. Pertence ao Facebook.

Site Página ou conjunto de páginas da Internet que disponibilizam informações sobre um serviço, uma organização, empresa ou pessoa etc.

WhatsApp Aplicativo para smartphones utilizado para troca de mensagens de texto, vídeos, fotos, áudios, além de ligações.

Diário publicado na Internet. É utilizado por usuários e empresas para o compartilhamento dos mais diversos temas e tipos de conteúdo.


Orientações e normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina As resoluções do CFM As regras para a comunicação, propaganda e marketing, bem como os parâmetros de conduta nas redes sociais foram estabelecidos por três resoluções do Conselho Federal de Medicina: Resolução 1.974/11, Resolução CFM 2.126/2015 e Resolução CFM 2.133/2015. ido É proibar que u n insi hos são aparel ia de garant do. resulta

Resolução CFM 1.974/11 Publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 19 de agosto de 2011, a Resolução 1.974/11 estabelece conceitos e define o que deve e o que não deve ser feito pelos médicos em matéria de propaganda e marketing. A norma foi estabelecida com o objetivo de impedir o sensacionalismo, a autopromoção, a mercantilização do ato médico, bem como abusos em publicidade que podem levar a processos ético-disciplinares. De acordo com a resolução, entende-se por anúncio, publicidade ou propaganda a comunicação ao público da atividade profissional, seja ela por iniciativa, participação ou anuência do médico. Os anúncios devem conter, obrigatoriamente, o nome do profissional, sua especialidade e/ou área de atuação, o número de inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) e o número de registro de qualificação de especialista (RQE), se o for. Opte p profi or perfis ssion ais para di seu tr vulgar abalh o.

Nos anúncios de clínicas, hospitais, casas de saúde, entidades de prestação de assistência médica e outras instituições de saúde deverão constar, sempre, o nome do diretor técnico médico e sua correspondente inscrição no Conselho Regional em cuja jurisdição se localize o estabelecimento de saúde. É proibido ao médico participar de anúncios de empresas comerciais ou de seus produtos, qualquer que seja sua natureza; fazer propaganda de método ou técnica não reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina como válido para a prática médica e expor a figura do paciente como forma de divulgar técnica, método ou resultado de tratamento, ainda que com autorização expressa do mesmo.


Orientações e normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina Resolução CFM 1.974/11 É permitido fazer referência aos aparelhos que a clínica dispõe, mas é proibido, entretanto, insinuar que o equipamento é a garantia de que determinado tratamento alcançará bom resultado ou que dê capacidade privilegiada à instituição ou ao profissional que o utiliza. Os aparelhos também devem possuir registro regularizado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É pro ib a figu ido expor ra do pacie nte, a inda que c om autor ização do m esmo .

É proibido, também, divulgar preços de procedimentos, modalidades aceitas de pagamento/parcelamento ou eventuais concessões de descontos como forma de estabelecer diferencial na qualidade dos serviços. O médico pode anunciar os títulos de especialista que registrar no CRM local. Porém, o Decreto-lei 4.113/42 o proíbe de fazer referência a mais de duas especialidades. Assim, o profissional deve anunciar, no máximo, duas especialidades, mesmo que possua número maior. Vale ressaltar que a resolução o impede associar títulos acadêmicos à sua especialidade médica quando não são da mesma área. Uma clínica pode distribuir material no qual apresenta seu corpo clínico e o currículo de cada profissional, no entanto, devem ser apresentadas apenas as informações relacionadas à especialidade de cada profissional. A participação em congressos e eventos científicos é permitida, porém o uso de fotos de pacientes nas aulas deve ocorrer apenas quando for imprescindível e deve ser autorizado previamente pelo mesmo. O aconselhado é não revelar a identidade do paciente.

pode Uma clínica u corpo apresentar se rrículo clínico e o cu sà relacionado e de especialidad ional. cada profiss

Não é permitido participar de anúncios que deem aval aos pacientes com produtos ou medicamentos. Esta proibição se estende a entidades sindicais e associativas médicas.

Não p do “ oste im ante agen s de p s roce e depoi s“ dim ento s.

A resolução não permite que o nome do médico seja incluído em concursos cuja finalidade seja escolher o “médico do ano“, “destaque“, “melhor médico” ou outras denominações de apelo promocional ou de propaganda. Por outro lado, ela permite que o médico participe de entrevistas e publique artigos sobre assuntos médicos com fins educativos.


Punições por má conduta nas Redes Sociais

Resolução CFM 2.126/2015 Publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 1o de outubro de 2015, a Resolução CFM 2.126/2015 amplia o texto da Resolução 1.974/11, define o comportamento adequado dos médicos e dos estabelecimentos assistenciais em Medicina nas redes sociais (sites, blogs e canais no Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, WhatsApp e similares). A norma proíbe a publicação, nas mídias sociais, de autoretrato (selfie), imagens e/ou áudios em situações de trabalho e de atendimento que exponham o paciente e a publicação de imagens do “antes e depois“ de procedimentos.

ar Não public áudios em e situações dde trabalho e to. atendimen

Também define que a publicação deste tipo de imagens ou de elogios a técnicas e resultados de procedimentos nas mídias sociais por pacientes ou terceiros, de modo reiterado e/ou sistemático, deve ser investigada pelos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs).

Resolução CFM 2.133/2015

Preços e de pag formas ament o NÃO d ev divulg em ser ados.

Publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 15 de dezembro de 2015, a Resolução CFM 2.133/2015 altera apenas o texto do Anexo I da Resolução CFM nº 1.974/11, que trata dos critérios para a relação dos médicos com a imprensa, o uso das redes sociais e a participação em eventos. O texto proíbe a divulgação do endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço na relação com a imprensa, na participação em eventos e em matérias jornalísticas nas redes sociais.

SUSPENSÃO

ADVERTÊNCIA

CASSAÇÃO do direito de exercer a profissão

Tenho dúvidas sobre a aplicação das regras. O que devo fazer? Você deve contatar a Codame de seu CRM. Uma das atribuições dessa comissão é responder a consultas relacionadas à publicidade.

Quais as penalidades possíveis a partir da má conduta nas redes sociais? As punições por má conduta nas redes sociais vão de advertência, censura confidencial ou pública, até a cassação do direito de exercer a profissão.

Os Conselhos de Medicina são autarquias federais dotadas de personalidade jurídica de direito público, criadas por Lei Federal para supervisão da ética profissional em todo o país e, ao mesmo tempo, para julgar e disciplinar a classe médica, cabendo-lhes zelar pelo desempenho ético da medicina.

Ao julgar um profissional médico, o Conselho Regional de Medicina poderá aplicar as penas previstas no artigo 22 da Lei nº. 3.268/57, sendo elas: A) Advertência confidencial em aviso reservado; B) Censura confidencial em aviso reservado; C) Censura pública em publicação oficial; D) Suspensão do exercício profissional até 30 (trinta) dias; E) Cassação do exercício profissional.


Dicas para aproveitar com bom-senso as redes sociais

A informação prestada nas redes sociais não substitui a consulta. De acordo com o Código de Ética Médica, é proibido realizar consultas, diagnósticos ou prescrever em Lugar de qualquer meio de comunicação de massa, atendimento é incluindo as redes sociais. A norma se aplica, no consultório inclusive, a consultas por Skype ou outras Em um perfil pessoal, você ferramentas de teleconferência. Por outro lado, interage com contatos pessoais, a prática da Telemedicina é regulamentada pela com a família e amigos. Em uma Resolução CFM nº 1.643/2002, que define e página profissional, o público é disciplina a mesma como o exercício da Medicina Perfil pessoal formado por seus pacientes e ou profissional? pessoas que buscam referências e através da utilização de metodologias interativas de comunicação audiovisual e de dados, com o objetivo informações sobre sua clínica ou de assistência, educação e pesquisa em saúde. sobre questões médicas. Não misturando assuntos pessoais e profissionais, você evita situações difíceis de controlar, como a perda da vida privada e a violação de limites profissionais. A relação entre médico e paciente nas redes sociais deve se restringir a esclarecimentos de dúvidas e orientações simples e educacionais. Lembrando que, nesse caso, não deve haver nenhum tipo de cobrança.

Confiança e respeito são as bases da relação médico-paciente O fundamento da ética médica é a relação médico-paciente. Ela envolve confiança e responsabilidade. Fique sempre atento a essa premissa.

Sobre o uso de imagem dos pacientes e terceiros

O Conselho Federal de Medicina (CFM) proíbe a exposição de pacientes nas redes sociais. Além disso, a privacidade e a intimidade dos pacientes são garantidas constitucionalmente. Evite, portanto, postar fotos de atendimentos, consultas, procedimentos ou até mesmo selfies com seus pacientes. Ainda que seja para discussão de casos com profissionais, você precisa ter a autorização deles.

Todo cuidado se for trocar informações profissionais usando mídias sociais

A troca de informações e de experiências é comum na área médica. No entanto, o ideal é que elas aconteçam por meio de mensagens endereçadas a grupos fechados ou redes profissionais específicas com a participação exclusiva de médicos. Ainda assim, feita com cautela, para garantir o sigilo, evitar boatos e mal-entendidos.

PODE Prestar pequenos esclarecimentos e tirar dúvidas simples.

NÃO PODE

Consultar, diagnosticar ou prescrever sem o exame clínico presencial.


Antes de compartilhar qualquer conteúdo, verifique a fonte

Notícias falsas de saúde ou sem comprovação científica são infelizmente compartilhadas com frequência nas redes sociais, levando muitas vezes a consequências ruins. Por isso, antes de compartilhar qualquer conteúdo, verifique a fonte e busque informações em sites confiáveis, como os de instituições de pesquisa e ensino. Além disso, é preciso estar atento aos direitos autorais, pois o compartilhamento de vídeo ou foto de terceiros pode violar os direitos do autor. Na dúvida, não publique.

Cuidado com o que você curte ou compartilha

Tenha sempre em mente que o conteúdo compartilhado pode ser interpretado de diversas maneiras e que você poderá responder como se fosse o autor da publicação. Não curta ou promova conteúdo impróprio e evite seguir comunidades ou perfis que violem ou que não respeitem, por exemplo, religiões e a diversidade. É falsa a impressão de que nas redes sociais é permitido falar de tudo, de todos e de qualquer maneira, sem haver consequências ou penalidades.

O paciente insiste em se consultar pelas redes sociais. Como responder? A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) reforça que estão proibidas as consultas médicas por Whatsapp, Facebook, Internet, entre outros aplicativos e redes sociais. Segundo as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM), a consulta presencial é insubstituível e fundamental ao bom diagnóstico e tratamento. Segundo o Conselho Federal de Medicina – CFM, os médicos estão proibidos de prestar consulta médica pelo telefone ou pela internet (em qualquer rede). Nada substitui a consulta presencial.

Cuidado com as discussões

O motivo mais comum do envolvimento em discussões nas redes sociais costuma ser a vontade de expor opiniões em relação a determinado assunto e, muitas vezes, isso passa dos limites. Expor ideias, por meio de debates saudáveis, não é algo errado, e até pode ser bastante produtivo para entender outros pontos de vista. Mas, a partir do momento que essas manifestações se tornam exacerbadas, o recomendável é encerrar o assunto. Quase sempre somos tomados pela emoção durante uma briga, perdendo o nosso senso crítico e a racionalidade para avaliar o que divulgamos ou falamos. Porém, cuidar da própria imagem também implica relevar conflitos.


Lembre-se sempre: tudo que é publicado e compartilhado nas redes sociais fica documentado e permanece acessível para milhões de pessoas. Isso vale também Depois de publicado para declarações e comentários feitos em é difícil ser apagado postagens de terceiros.

O comportamento nas redes sociais diz muito sobre seus usuários. Mostra como você é como pessoa. Justamente por isso, é preciso ser prudente e manter uma boa postura, não se expor demais e saber responder e reagir às críticas e comentários negativos.

Cuide da sua imagem com dedicação, ela também faz Além disso, verifique sempre as publicações em parte da sua vida que foi marcado e, caso elas estejam associadas profissional a conteúdos inapropriados ou com os quais você não concorda, solicite que o responsável pela publicação remova a marcação.

Número e tipos de denúncias decorrentes da má conduta nas redes sociais Nos últimos anos, o número de denúncias de má conduta nas redes sociais, encaminhadas aos Conselhos Regionais de Medicina, vem crescendo. As principais estão relacionadas ao mau uso da publicidade médica e à relação indevida entre médico e paciente. Entre elas estão:

A autopromoção e o sensacionalismo; A exibição de fotos pré e pós-operatórias (procedimentos); A divulgação indevida de vínculos e parcerias com farmácias, laboratórios e indústria farmacêutica; A divulgação de valores de procedimentos;

Cuidado, respeito e educação são fundamentais em qualquer relação. Use linguagem adequada e sempre reflita antes de fazer uma publicação. E, por último, Tenha certeza: tudo isso vai reforçar a sua o básico imagem e o seu reconhecimento profissional.

Praticar concorrência desleal com outro médico; Participação em meios de comunicação fora do caráter de esclarecimento e educação; Anúncio de títulos científicos que não possa comprovar ou de especialidade sem registro no CRM.


Representação de denúncias por estado em 2017 e 2018 A SBD, por meio de seu Departamento Jurídico, realiza um trabalho efetivo contra atos que impliquem o exercício ilegal da medicina, sobretudo aqueles praticados por outros profissionais da área da saúde. O objetivo é coibir, dessa forma, atos que impliquem em extrapolação do seu poder regulamentar, cujo conteúdo possui conexão direta com a prática de atos privativos de médico, em todo o território nacional. De 2017 até julho de 2018, os estados líderes no número de denúncias foram: São Paulo (149), seguido por Minas Gerais (65) e Santa Catarina (57). Acre (AC) Alagoas (AL) Amapá (AP) Amazonas (AM) Bahia (BA) Ceará (CE) Distrito Federal (DF) Espírito Santo (ES) Goiás (GO) Maranhão (MA) Mato Grosso (MT) Mato Grosso do Sul (MS) Minas Gerais (MG) Pará (PA)

0 8 0 3 24 8 10 35 39 5 15 7 65 17

Paraíba (PB) 4 Paraná (PR) 52 Pernambuco (PE) 13 Piauí (PI) 4 Rio de Janeiro (RJ) 55 Rio Grande do Norte (RN) 2 Rio Grande do Sul (RS) 34 Rondônia (RO) 3 Roraima (RR) 0 Santa Catarina (SC) 57 São Paulo (SP) 149 Sergipe (SE) 4 Tocantins (TO) 0

Vale ressaltar que é fundamental a participação do dermatologista, subsidiando a Instituição com informações por meio dos canais de comunicação:

defesa-juridico@sbd.org.br

WhatsApp (61) 99352-3061

O que o CFM considera um anúncio? De acordo com a Resolução 1.974/11 do CFM, entende-se por anúncio, publicidade ou propaganda a comunicação ao público da atividade profissional, seja ela por iniciativa, participação ou anuência do médico.

A importância do sigilo médico Um dos princípios mais respeitados da medicina, o sigilo médico, está regulamentado em diversos dispositivos da legislação brasileira. Importante documento complementar às resoluções CFM, o Código de Ética Médica, em seu capítulo IX, proíbe ao médico fornecer dados pessoais e qualquer informação relacionada aos pacientes, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente.

A confidencialidade das informações é um direito do paciente e um dever do médico.


Pequeno Manual para Criação de Perfil e Página Algumas dicas para você criar o seu canal e produzir conteúdo

– Na hora de a pess brir s oal, eu p l e m erfil temp bre-s o às e de c d o edica priva nfigu r raçõ cida e d s de e. Na amb iente Inter net, em q é po o ue o stado c o n e teúd públ receb o ico. P ido é r oteja dado semp seo re se aces publ us so às icaçõ suas es. – De fina seus a cria obje ção d tivos a red rede com e s coe . Esc o r ente l cont s com ha eúdo o tip que publ o de você icar, g osta ler e de com parti lhar.

nar ara se tor p u o d tu s cê e o um po que vo m te o e-se com d u e q s ifi e t lh n u e – Org isso. Id dos de e valorize os conteú ta te s n li e ia m c o e er o lhe e c um esp is para sab , comparti a D n a B c S s a o d s s em no associado se inspire e s a h n a mp nossas ca star. áceis ou não po m é v n simples, f o s c o d ú que e t n om com co xtensos, c or textos e p s re to p x m te e . Evite ário. – Opte s e objetivo om o usu c ro a la m c ti ja ín e .S ente e diretos excessivam e a d a c s u reb linguagem

al fission o r p l erfi re o p há a p e S – im não s s A . l soa oe do pes onteúd c e d ade ão ssibilid confus o p a o e há ais objetiv ação m c i n u s a com cliente a r a de um p seja s. nada, o i c amigo e r i e d s e r lia s a fami ou dua ou par a m u ia a er ferênc e r p ra pod ê a p –D s a ífic nte e espec is atua redes a m a ter e form s. Para o d gerir d a t l su te istar re portan m i é , conqu s , u fã licação ores o b d i u u p g e e s de d larida u g e e r ter nejado a l p o úd os conte ento d m a h s. an icaçõe l b acomp u p as ados d result

– Se você estiver parti cipando oficialmente e publica mente – Publique regularmen te. de algum even to, você pode Estabeleça uma rotina de compartilhar sua part icipação posts que seja e o conteúdo público que confortável cumprir. considerar relevante, de sde que – Interaja seguindo também as no rmas do constantemente com os CFM. Verifique se a SB D também usuários e seguidores. está publicando sobre o evento e Mas tenha cuidado ao utilize a mesma hashta g. se expressar. Evite que – Nunca utilize nos se us perfis a interpretação da sua imagens e vídeos qu e não opinião venha a ferir sejam próprios. O co nteúdo que sua imagem, a imagem está na Internet, mesm o público, da SBD e de seus possui direitos autorais. O correto profissionais associados. é compartilhar, fazer re post ou identificar a fonte.


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Fique ligado nas campanhas

Ao longo do ano, a SBD lidera uma série de campanhas educativas e de prevenção e cuidados com a saúde da pele. Nossos associados e toda a classe médica podem sempre lançar mão desses conteúdos para tornar seus canais nas redes sociais mais interessantes para os pacientes. São posts, cards, vídeos, jogos e muitos outros recursos para ajudar e educar a população e a sociedade.

#siga

#curta

#comente

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D I R E T O R I A D A S B D Gestão 2017-2018

JOSÉ ANTONIO SANCHES — Presidente SÉRGIO LUIZ LIRA PALMA — Vice-Presidente FLÁVIO BARBOSA LUZ — Secretário-Geral MARIA AUXILIADORA JEUNON SOUSA — Tesoureira HÉLIO AMANTE MIOT — 1º Secretário SÍLVIA MARIA SCHMIDT — 2ª Secretária

COMISSÃO DE ÉTICA E DEFESA PROFISSIONAL DA SBD ANA MARIA MÓSCA DE CERQUEIRA ANTÔNIO RENÊ DIÓGENES DE SOUSA CLÁUDIA PIRES AMARAL MAIA EDUARDO HENRIQUE JORGE LAGO JOSÉ RAMON VARELA BLANCO MARIA DO CARMO ARAÚJO PALMEIRA QUEIROZ SÉRGIO LUIZ LIRA PALMA

www.sbd.org.br Av. Rio Branco, 39 - 18o andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ (21) 2253-6747 - sbd@sbd.org.br

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