Título de Especialista em Clínica Médica: 2ª fase da prova será em Olinda (PE)
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Está chegando o 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica
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Mercado paralelo ameaça uso de canetas emagrecedoras
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Canabidiol na epilepsia refratária: o exemplo de Alagoas e o futuro da Medicina Clínica
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Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Está chegando o 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica
Estamos a poucos dias do 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica (CBCM), entre 8 e 11 de outubro, em Olinda (PE). A Sociedade Pernambucana de Clínica Médica está se empenhando para um evento de qualidade, conhecimento e organização. A expectativa é de mais de 5 mil participantes. Serão debatidas novas tecnologias e abordagens que tenham impacto na prática, além de temas de interesse para acadêmicos, médicos e profissionais da área da saúde, que atuam na Clínica Médica, bem como na Medicina de Urgência e Emergência, por meio de apresentações interativas e diversificadas. O CBCM cresceu muito ao longo dos anos, passando de 800 participantes na 1ª edição, realizada em Belém (PA) em 1991, a cerca de 5 mil acadêmicos, médicos e palestrantes, na última edição, em 2023, em Balneário Camboriú (SC).
Realizar o congresso em mais uma região enriquece as discussões. É uma oportunidade para integrar experiências de diferentes localidades, fortalecendo ainda mais a Clínica Médica como um todo. Vamos reciclar e aprender o que há de mais novo na especialidade. Os clínicos poderão se beneficiar muito do evento e, certamente, a população será mais bem atendida, uma vez que o nosso objetivo realmente é o doente.
O corpo docente do Congresso é altamente qualificado. São médicos que exercem a medicina, isso é muito importante para transmitir conhecimento de forma objetiva e com vivência em cada situação. Certamente, ficaremos muito mais fortes a cada evento que acontece. Durante o CBCM, será realizada a segunda etapa da Prova de Título de Especialista em Clínica Médica, de forma presencial. O Título de Especialista em Clínica Médica é concedido pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM) em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB). As provas são prestadas por médicos inscritos no Conselho Regional de Medicina (CRM) em pleno direito do exercício da profissão. Cada vez se torna mais necessário, no nosso meio, o médico ter o resguardo de possuir o título de especialista na clínica médica e outras especialidades. O documento, emitido pela AMB, identifica o profissional médico com formação acadêmico-científica adequada e apto a exercer a especialidade com ética, responsabilidade e competência.
A Clínica Médica é soberana. A avaliação clínica é importante para o diagnóstico e tratamento do paciente. Essa análise é fundamental na tomada de decisões médicas. O médico clínico é capaz de observar, ouvir e interpretar os sinais e sintomas do paciente. Apesar do avanço tecnológico e de exames complementares, a clínica não deve ser negligenciada.
Cabe também destacar a participação dos acadêmicos no Congresso. Desde sua fundação, a SBCM realiza importante trabalho em favor dos estudantes de Medicina, promovendo cursos, simpósios, congressos e incentivando a atuação das Ligas Acadêmicas de Clínica Médica. As Ligas estão presentes nos estados de Goiás, Tocantins, Pará, Bahia, Paraíba, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Estar ativo em uma Liga Acadêmica é dar um grande passo em direção à construção de valores importantes para o exercício da profissão ao lado dos mais experientes e se colocar à frente da responsabilidade do cuidado com o paciente.
Ao ingressar na Liga Acadêmica, os alunos têm a oportunidade de ocupar espaços nos eventos da SBCM e no CBCM, apresentando trabalhos e acumulando desde cedo uma experiência na vida associativa.
Por Prof. Dr. Antonio Carlos Lopes, presidente da SBCM
JORNAL DO CLÍNICO - Edição nº 138
Julho a Setembro de 2025
O Jornal do Clínico é uma publicação da Sociedade Brasileira de Clínica Médica
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Presidente: Antonio Carlos Lopes
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Diagramação: Augusto’s Produção Editorial e Gráfica
Jornalista: Daniela Quitanilha (MTB 3318/DF)
Conselho Editorial: Último Libânio da Costa, Carla Adriane Roballo, Klaus Peplau, Flavio Pacheco, Henaiana Solanne Lucien da Silva, José Mario Podanosque, Luiz Guilherme Camargo de Almeida, José Galvão Alves, Miguel Ângelo Peixoto de Lima, Paulo Ricardo Mottin Rosa, Rodrigo Paashaus, Tereza Cristina de Brito Azevedo, Tiago Bruno Carneiro de Farias, Ênio Teixeira Molina Filho, Viviane Peterle
Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da SBCM.
AGENDA
18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica e 8º Congresso Internacional de Medicina de Urgência e Emergência
Data: 8 a 11 de outubro de 2025
Local: Centro de Convenções de Pernambuco
Endereço: Av. Professor Andrade Bezerra, s/n. Salgadinho|Olinda-PE
Mais informações: www.clinicamedica2025.com.br
XXIV Congresso Brasileiro de Infectologia
Data: 16 a 19 de setembro de 2025
Local: Centro, Florianópolis – SC
Endereço: Av. Gov. Gustavo Richard, 850
Mais informações: https://www.infecto2025.com.br/
Parcerias de Cursos com benefícios aos sócios SBCM
Secad Artmed
Prourgem | Programa de Atualização em Medicina de Urgência e Emergência
Proclim | Programa de Atualização em Clínica Médica
Proterapêutica | Programa de Atualização em Terapêutica
Modalidade: Educação à Distância
Informações: www.secad.com.br
Med.IQ Academy
Atualização em Doença Obstrutivas Respiratórias – Asma
Atualização em Doença Obstrutivas Respiratórias – DPOC
Curso de Extensão em Qualidade em Pesquisa Clínica
Eletrocardiografia prática voltada para urgência e emergência
Capacitação em Escrita Científica
Curso de extensão Revisão Sistemática e Metanálise
Curso de Extensão em Bioestatística Aplicada
Capacitação em Pesquisa Clínica
Atualização em Clínica Médica
Aperfeiçoamento em Cardio-oncologia
Capacitação em Bioestatística Básico
Capacitação em Imagem Cardiovascular
Guidelines Academy em Cardiologia
Tratamento e Prevenção em AVC
Saúde da mulher - Pré-natal de alto risco
Capacitação em Leitura Científica
Título de Especialista em Clínica Médica: 2ª fase da prova será em Olinda (PE)
Prova teórico-prática será em 8 de outubro
Médicos de todo o território nacional vão fazer a segunda fase da Prova de Título de Especialista em Clínica Médica, no dia 8 de outubro, em Olinda (PE), durante o 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica (CBCM). A Demografia Médica no Brasil 2025 (DMB) mostra que, entre as 55 especialidades regulamentadas, sete concentram 50,6% do total de médicos especialistas. Clínica Médica lidera com 59.038 profissionais (12,4%), seguida por Pediatria, com 47.787 especialistas (10%), e Cirurgia Geral (37.208 médicos, 7,8%).
A maioria dos médicos clínicos está no Sudeste (51,2%), seguido do Nordeste (18,5%) e Sul (17,3%). Dos profissionais, 55,5% são mulheres. A DMB foi realizada pelo Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Associação Médica Brasileira (AMB), publicada em maio.
O Médico Clínico é capaz de atender grande parte das enfermidades e oferecer abordagem precisa, humanista e assertiva para os pacientes. O profissional é considerado o integrador da prática médica e desempenha papel fundamental no sistema de saúde no Brasil.
“Conquistar o Título de Especialista em Clínica Médica é mais que um reconhecimento, é a validação de seu compromisso com a excelência. Em um mundo cada vez mais competitivo, o título comprova sua formação, fortalece sua autoridade e transmite segurança a pacientes, instituições e colegas. Além disso, é requisito para concursos, cargos públicos e credenciamentos em operadoras”, afirma o presidente do 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica, Dr. Marcus Villander.
Em 16 de março, é comemorado o Dia Nacional do Médico Clínico, momento de reflexão sobre a importância da especialidade mais antiga e abrangente da Medicina. A data é celebrada desde a fundação da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM), em 1989.
“O Médico Clínico, em sua essência, atua diretamente no doente e não apenas na enfermidade. Ele avalia a raiz das causas das doenças e, em uma simples conversa com o paciente, pode entender e identificar as possíveis necessidades para um tratamento, evitando o desperdício de exames e exposição do enfermo para outros fins”, explica o presidente da SBCM, Prof. Dr. Antonio Carlos Lopes.
• Pré-requisito para seleção em Residência Médica Em julho, a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) aprovou a exigência do Registro de Qualificação de Especialista (RQE) como pré-requisito para participação em processos seletivos de Residência Médica para programas de especialidades clínicas ou cirúrgicas. A proposta foi apresentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) durante a 7ª Sessão Ordinária da CNRM.
A ideia é garantir que todos os candidatos que possuam qualificação reconhecida oficialmente, seja por meio de residência médica credenciada ou por título de especialista emitido por sociedade vinculada à Associação Médica Brasileira (AMB), consigam continuar a sua formação pela residência médica.
De acordo com o coordenador da Comissão de Ensino Médico do CFM, Dr. Alcindo Neto, a medida fortalece os critérios de qualificação dos candidatos e contribui para a valorização da formação médica no Brasil. “Assim a gente contribui para um maior número de especialistas no nosso país”, afirma.
SBCM no Congresso de Medicina Geral da AMB
Cerca de 3 mil participantes se reuniram em três dias de imersão
A presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica - Regional Pará, Dra. Tereza Cristina de Brito Azevedo, participou de um julgamento simulado no 3° Congresso de Medicina Geral (CMG) da Associação Médica Brasileira (AMB), em julho, em São Paulo. Cerca de 3 mil participantes se reuniram durante três dias de imersão no evento, realizado no Distrito Anhembi.
Foram 100 horas de conteúdo, com aulas, cursos hands-on e discussões de casos clínicos em 55 especialidades médicas. Mais de 300 palestrantes ofereceram uma experiência de aprendizado, focada em conteúdos aplicáveis ao dia a dia clínico. O 3º CMG foi uma oportunidade para o aprimoramento do atendimento médico mais eficaz e assistência de qualidade aos pacientes.
“O evento levou vários especialistas experientes que compartilharam o conhecimento e agregaram valores a todos os profissionais. Agradeço imensamente a oportunidade de participar deste maravilhoso evento dedicado à Medicina”, disse a Dra. Tereza Cristina de Brito Azevedo.
O médico Clínico e Cardiologista, Dr. Abrão Cury, foi palestrante do 3º CMG. Ele fez apresentações sobre os temas: Semiologia Médica e a Importância da Clínica Médica na Graduação.
“A Semiologia é a área da Medicina que estuda os sinais e sintomas das doenças. É a base de qualquer atendimento médico. A Semiologia contempla a anamnese, que é a tomada de informações do paciente a respeito dos sintomas apresentados, e o exame físico que deve ser realizado sempre pelo médico em qualquer situação”, explica Cury. De acordo com o médico, a Clínica Médica é a base de toda Medicina. “A Clínica Médica não é só a base do conhecimento médico, mas a especialidade que abriga profissionais, quando têm formação adequada, de visão e competência amplas. A Clínica Médica é mais do que a mãe de outras especialidades, é a base do atendimento em qualquer situação do paciente. A especialidade tem sua importância cada vez mais reconhecida nos grandes centros médicos do país e do mundo”, afirma.
Dr. Abrão destaca que o conhecimento básico do médico exige uma formação clínica adequada e a especialidade Clínica Médica demanda a realização de dois ou três anos de residência em instituição preparada para a prática.
A Semiologia é a área da Medicina que estuda os sinais e sintomas das doenças. É a base de qualquer atendimento médico
Presidentes das regionais da SBCM se reúnem em São Paulo (SP)
Valorização do Clínico e capacitação profissional foram pautas do encontro
Os presidentes das regionais da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM) estiveram reunidos nos dias 6 e 7 de junho, no Hotel Pullman, em São Paulo, para trocas de experiências e avanços da especialidade. Entre os assuntos debatidos, o compromisso com a saúde da população, funcionamento das regionais, valorização do Clínico e melhorias na capacitação profissional dos médicos associados.
Estiveram presentes o presidente da SBCM, Prof. Dr. Antonio Carlos Lopes, o diretor da SBCM, Dr. Pedro Barros, e os representantes das regionais: Dr. Último Libânio (MG); Dr. Rodrigo Paashaus (GO); Dra. Adriana Gibo (MT); Dr. Flávio Pacheco (PE); Dr. Fernando Oto (SC); Dr. Ênio Molina (PR); Dr. Paulo Mottin (RS); Dra. Carla Roballo (SP); Dr. Dilson Palhares (DF); Dr. Tiago Farias (PB) e Dr. Luiz Guilherme (AL).
“É impressionante o entusiasmo e o compromisso de todos com a Clínica Médica, de tal forma, que estamos cumprindo com o nosso objetivo, que é agregar, divulgar o conhecimento e estimular a
procura por regiões menos favorecidas, onde a medicina pode chegar de maneira mais eficiente. Agradeço a presença de todos os presidentes das regionais por estarem aqui trazendo essa contribuição muito importante”, disse o presidente da SBCM, Prof. Dr. Antonio Carlos Lopes.
A diferença entre o médico clínico e o médico generalista também foi tema de discussão. “Os pacientes sempre confundem clínica médica com clínica geral. É um processo difícil que temos que tirar da cabeça da sociedade”, afirmou a Dra. Adriana Gibo, de Mato Grosso.
Os preparativos para o 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica e 8º Congresso Internacional de Medicina de Urgência e Emergência, entre os dias 8 e 11 de outubro, em Olinda (PE), estiveram em pauta. “Já temos muitos inscritos, inclusive fora do eixo Nordeste. Esperamos todos lá”, disse Dr. Flávio Pacheco, presidente da SBCM de Pernambuco.
Mercado paralelo ameaça uso de canetas emagrecedoras
Canetas contrabandeadas têm o risco de não apresentarem na sua composição a medicação correta podendo causar danos severos ao paciente
A busca por canetas emagrecedoras segue em alta. Com ela, cresce também o mercado ilegal. Em redes sociais, criminosos vendem receitas falsificadas e aumenta a circulação de versões de canetas manipuladas ou vendidas sem controle sanitário.
“O uso das canetas emagrecedoras deve sempre ser feito sob supervisão médica. Há riscos de ocorrência de complicações como pancreatite, parotidite, sub oclusão intestinal e agravamento da doença do refluxo gástrico. Canetas contrabandeadas ainda têm o risco de não apresentarem na sua composição a medicação correta podendo causar danos severos ao paciente. O medicamento deve ser adquirido em farmácias regulares”, afirma o médico Cardiologista e Clínico, Dr. Abrão Cury.
Em junho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu tornar obrigatória a retenção de receita médica para a venda dos agonistas de GLP-1, nome técnico das canetas, como Ozempic, Saxenda e Wegovy. Os medicamentos são prescritos para pacientes com diabetes tipo 2 e usados por quem deseja perder peso.
As farmácias começaram a reter o receituário no momento da compra pelo consumidor. Antes, a venda era feita somente com a apresentação da receita. A Anvisa entendeu que a retenção é necessária para aumentar o controle do uso dos medicamentos emagrecedores e proteger a saúde da população.
As receitas precisam ter validade de 90 dias e duas vias. As farmácias devem registrar o receituário no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). De acordo com a agência, a restrição foi aprovada após alto registro de efeitos adversos relacionados ao uso indiscriminado das canetas emagrecedores, principalmente com objetivo estético e sem acompanhamento médico.
O uso de emagrecedores sem acompanhamento médico e com a dosagem inadequada pode provocar náuseas, distensão abdominal, constipação ou diarreia. O uso incorreto também pode agravar transtornos psicológicos e alimentares.
A empresa Lilly, responsável pelo Mounjaro, reconhece que a obrigatoriedade de retenção de receita é uma medida que busca maior controle, porém não responde ao crescimento do mercado paralelo de análogos de GLP1 manipulados em escala industrial. “A Lilly acredita que as medidas contra a manipulação irregular, em escala industrial, precisam ser adotadas simultaneamente às ações de retenção de receita”, afirma a companhia em nota.
A falsificação de medicamentos é crime. As ações de combate a este delito envolvem esforços de diferentes
autoridades como polícias, Ministério Público, vigilâncias sanitárias, Ministério da Justiça e a Anvisa, considerando a área de competência de cada um.
“A venda de medicamentos no Brasil pode ocorrer apenas em farmácias e drogarias regularizadas pelas vigilâncias sanitárias de cada localidade ou nos sites oficiais destes estabelecimentos. É sempre importante que o consumidor tome cuidado com propagandas que encaminham para a compra do produto em canais como whatsapp, Telegram e outras redes sociais”, alerta a Anvisa.
Sites em geral e marketplaces, influenciadores, vendedores ambulantes, carros de som ou outros estabelecimentos não podem comercializar medicamentos e, por isso, os produtos vendidos nestes locais têm procedência incerta, ou seja, não é possível saber a sua origem, podendo se tratar, inclusive, de produto falsificado.
O consumidor pode verificar a autenticidade de seu medicamento por meio do SAC da empresa fabricante, pois é quem tem condições de verificar se determinado produto pertence ou não a sua cadeia de fabricação.
Desde 2019, são proibidas pela resolução 3211 da Anvisa a comercialização e a propaganda de quaisquer medicamentos por meio das plataformas Facebook e Mercado Livre. “A falsificação de medicamento e o contrabando são crimes tipificados no Código Penal, assim pessoas envolvidas nesta prática podem ter que responder à justiça”, completa a Anvisa.
A orientação ao consumidor é que só compre medicamentos em farmácias e drogarias. Nenhum outro estabelecimento tem autorização para venda de medicamentos. A aquisição de medicamentos de outras fontes expõe as pessoas a produtos sem qualquer garantia de origem, conservação e autenticidade.
No site da Anvisa, é possível consultar as ações relativas à falsificação que chegaram à Agência e foram confirmadas, gerando a publicação de medida de recolhimento no Diário Oficial da União. Todas as ações referentes a medicamentos falsificados podem ser consultadas no link: https://consultas.anvisa.gov.br/#/dossie/
Enamed será aplicado pela primeira vez em 19 de outubro
A expectativa é de participação de cerca de 300 instituições e 42 mil formandos
O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) será aplicado, pela primeira vez, em 19 de outubro. O resultado servirá para avaliar a qualidade de cursos de formação médica e selecionar profissionais para a residência. A expectativa é de participação de cerca de 300 instituições e 42 mil formandos.
A prova é obrigatória para estudantes concluintes dos cursos de Medicina inscritos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). O teste será conduzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
O Enamed não reprova os candidatos. A avaliação tem como objetivos: medir o desempenho dos estudantes com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs); Verificar se os formandos adquiriram os conhecimentos, habilidades e competências necessários para atuar no Sistema Único de Saúde (SUS); Estabelecer um instrumento único de avaliação da formação médica; e Fornecer dados para a formulação de políticas públicas voltadas ao ensino médico.
A prova terá 100 questões objetivas de múltipla escolha. O conteúdo reflete os conhecimentos essenciais adquiridos ao longo da graduação, cobrindo áreas centrais da prática médica. Entre os temas abordados estão: Clínica Médica; Cirurgia Geral; Pediatria; Ginecologia e Obstetrícia; Medicina de Família e Comunidade; Saúde Mental e Saúde Coletiva.
Resultados do Enade, de 2023, mostram que, de 309 graduações avaliadas, 20% não atingiram resultados satisfatórios, uma piora de 7% em relação à avaliação anterior. Apenas 6 cursos de Medicina do país alcançaram a nota máxima. A oferta de cursos de Medicina passou de 181, em 2010, para 401, em 2023 – um aumento de 127% em 13 anos. Das faculdades de Medicina, 80% são privadas, movimentando R$ 26,4 bilhões anuais, cerca de 40% do mercado de ensino superior.
Exame Nacional de Proficiência em Medicina
Projeto pode ser sancionado em 2025
A Câmara dos Deputados aprovou, em julho, o regime de urgência para o projeto de lei que cria o Exame Nacional de Proficiência em Medicina. A proposta pode ser votada diretamente no plenário, sem passar pelas comissões temáticas. Após aprovado em plenário, o texto vai ao Senado antes de ser sancionado pela Presidência da República.
O projeto determina que o exame será obrigatório para a obtenção do registro profissional nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs). Mesmo após concluir a graduação, o médico só poderá exercer legalmente a profissão se for aprovado na prova. A ideia segue o modelo de exames de ordem, como o da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
De acordo com a proposta, o exame será elaborado e aplicado por uma instituição federal de ensino superior, designada pelo Ministério da Educação. O conteúdo deve avaliar os conhecimentos, competências e habilidades adquiridos ao longo da graduação, conforme as diretrizes curriculares nacionais do curso de medicina. A justificativa dos autores do projeto é elevar a qualidade dos serviços médicos no país, garantindo que os profissionais estejam de fato preparados para atuar. O texto também prevê que o exame seja periódico e unificado, aplicado em todo o território nacional.
Canabidiol na epilepsia refratária: o exemplo de Alagoas e o futuro da Medicina Clínica
Dr. Luiz Guilherme Camargo de Almeida
CRM/AL 6134 – RQE 221744 e 100607
Nefrologista e Clínico, Presidente da SBCM/AL e Conselheiro do CRM/AL
A medicina contemporânea vive um momento de transição, no qual novas evidências clínicas e mudanças sociais desafiam os paradigmas tradicionais. Um exemplo concreto dessa transformação vem do estado de Alagoas, que aprovou recentemente o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para uso de canabidiol (CBD) no tratamento de epilepsias refratárias no âmbito do SUS.
Com base na Lei Estadual nº 8.754/2022 e respaldado pela literatura científica, o protocolo regula o fornecimento e o uso de derivados da cannabis exclusivamente em três condições clínicas: Síndrome de Dravet (G40.5), Síndrome de Lennox-Gastaut (G40.4) e Complexo Esclerose Tuberosa (Q85.1).
• Quem são os beneficiários?
O PCDT alagoano contempla pacientes com epilepsia farmacorresistente, definida como a persistência de crises mesmo após o uso de dois ou mais fármacos antiepilépticos em doses e tempo adequados. A condição deve ser documentada, acompanhada por médico especialista (neurologista, neurocirurgião ou neuropediatra), e contar com o uso anterior das opções previstas no protocolo federal do Ministério da Saúde.
A indicação do canabidiol se dá como terapia adjuvante nas formas graves de epilepsia infantil, e a formulação utilizada deve conter até 0,2% de THC, como determinado pela RDC nº 327/2019 da Anvisa.
• Como é feita a prescrição e acompanhamento?
O esquema terapêutico começa com uma dose de 2,5 mg/kg/ dia, com escalonamento semanal até 20 mg/kg/dia (ou até 25 mg/kg/dia no caso da Esclerose Tuberosa). O protocolo inclui critérios bem definidos de inclusão, exclusão, monitoramento laboratorial e de resposta clínica, além de exigir que o paciente (ou responsável) assine um termo de consentimento esclarecido
Outro diferencial do modelo adotado em Alagoas é a ênfase no acompanhamento longitudinal com avaliação de função hepática, exames laboratoriais regulares e revisão
periódica da eficácia clínica — especialmente no tocante à redução ≥30% na frequência das crises.
• Por que isso é relevante para o clínico?
O clínico atua como porta de entrada e referência para pacientes com epilepsia e outras condições neurológicas crônicas. Com a institucionalização do uso de CBD no SUS, torna-se essencial que o *médico especialista em Clínica Médica* conheça os princípios farmacológicos do canabidiol, seus benefícios comprovados e suas limitações práticas — especialmente quanto a interações medicamentosas e potenciais efeitos adversos. Ainda que as indicações atuais estejam restritas, é inegável que o campo dos canabinoides está em plena expansão. Dominar essa abordagem terapêutica é, portanto, um dever ético e científico
• Uma janela para o futuro: além da epilepsia
Como clínico e nefrologista, não posso deixar de destacar que o sistema endocanabinoide influencia múltiplos eixos da homeostase humana: inflamação, pressão arterial, metabolismo, função renal e comportamento neurovegetativo. Por isso, acredito que em breve teremos dados mais robustos para considerar o CBD como ferramenta adjuvante em condições complexas, como a Síndrome Cardiovascular Renal Metabólica — um novo termo proposto pela AHA que reconhece a interconexão entre obesidade, resistência insulínica, disfunção endotelial, dano renal e risco cardiovascular.
O mesmo rigor metodológico que nos orienta hoje na epilepsia deve ser aplicado às futuras indicações — sempre com prudência, mas sem paralisia.
• Conclusão
O protocolo alagoano é um exemplo de como ciência, responsabilidade pública e sensibilidade social podem caminhar juntas. Para nós, clínicos, é um alerta e uma oportunidade: precisamos estar preparados para as novas terapias que já batem à nossa porta — com espírito crítico, mas também com mente aberta.
Saúde e o excesso do uso de telas
Das 9 horas diárias que o brasileiro passa diante das telas, pelo menos 4 horas são dedicadas à visualização de conteúdos de redes sociais
O brasileiro fica mais tempo na frente das telas do que dormindo. São 57% das horas acordadas e conectadas à dispositivos móveis. É a segunda população no mundo no uso excessivo do celular e outros aparelhos eletrônicos. Um estudo da plataforma Data Reportal, de 2023, mostra que cada brasileiro gasta 9 horas e 32 minutos por dia, em média, em frente às telas. O Brasil só perde para a África do Sul, onde a população passa, em média, 9 horas e 38 minutos conectados à internet no dia.
Os japoneses, que têm largo acesso à equipamentos tecnológicos avançados, ficam somente 3 horas e 45 minutos do dia ao celular, tablet ou computador. Ou seja, quase um terço do tempo dos brasileiros. O levantamento mostra que o tempo de conexão da população do Brasil é superior até mesmo ao das duas nações mais populosas do mundo. A Índia, por exemplo, com 1,428 bilhão de
CRIANÇAS ONLINE
habitantes, registrou um tempo médio de 6 horas e 23 minutos por indivíduo. Já na China, o tempo médio de tela dedicado por cada um dos 1,425 bilhão de habitantes é de 5 horas e 25 minutos. Nos Estados Unidos, com população de cerca de 340 milhões de habitantes, a média registrada por pessoa é de 6 horas e 59 minutos por dia.
A pesquisa também aponta que o Brasil é o segundo do ranking em uso de plataformas de mídias sociais, só ficando atrás da Índia. Por mês, cada brasileiro usa uma média de 8,4 plataformas, com WhatsApp, Instagram e Facebook sendo as favoritas. Os indianos usam 8,7 plataformas por mês das mais diversas, em média. Das 9 horas diárias que o brasileiro passa diante das telas, pelo menos 4 horas são dedicadas à visualização de conteúdos de redes sociais. E 64% dos usuários de celular assinam ao menos um serviço de streaming.
A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, que apresenta os principais resultados sobre o uso da internet por crianças e adolescentes no Brasil, mostra que 93% da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país, o que representa atualmente cerca de 25 milhões de pessoas. E aproximadamente 23% dos usuários de internet de 9 a 17 anos reportaram ter acessado a internet pela primeira vez até os 6 anos de idade. A proporção era de 11% em 2015. Diversos países reforçaram documentos de referência para serviços digitais em relação à proteção de direitos de crianças e adolescentes. Algumas recomendações são:
• Recomenda-se o não uso de telas para crianças com menos de 2 anos, salvo para contato com familiares por videochamada.
• Orienta-se que crianças (antes dos 12 anos) não tenham smartphone próprios.
• O acesso a redes sociais deve observar a classificação indicativa.
• O uso de dispositivos eletrônicos, aplicativos e redes sociais durante a adolescência (12 a 17 anos) deve se dar com acompanhamento familiar ou de educadores.
• Deve ser estimulado o uso de dispositivos digitais por crianças ou adolescentes com deficiência, independentemente de faixa etária, para fins de acessibilidade.
As recomendações dialogam com a Lei do Brasil nº 15.100/2025, que restringe a utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares, nos estabelecimentos públicos e privados de educação básica durante as aulas, recreios e intervalos. A medida visa proteger a saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes.
A nova legislação permite exceções apenas para fins pedagógicos ou didáticos, desde que acompanhadas por professores, ou para estudantes que necessitem de acessibilidade. O objetivo é garantir que os dispositivos móveis sejam utilizados de forma equilibrada e benéfica para o aprendizado dos estudantes, evitando os riscos associados ao uso indiscriminado.
Conscientização – A lei também determina que as redes de ensino e as escolas desenvolvam estratégias para abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos estudantes. Isso inclui alertar sobre os riscos do uso imoderado de aparelhos e do acesso a conteúdos impróprios, além de oferecer treinamentos, capacitação e espaços de escuta e acolhimento para detectar situações de sofrimento psíquico.
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
Dr. Último Libânio Costa
Graduado pela Faculdade de Medicina da UFMG em 1991. Residência em Clínica Médica pelo Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais. Presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica - Regional Minas Gerais. Preceptor da Residência de Clínica Médica da Santa Casa de Belo Horizonte. Médico Pesquisador da Unidade de Pesquisa Clínica do Centro de Terapias Avançadas e Inovadoras da Universidade Federal de Minas Gerais.
No outono e inverno, a circulação de vírus respiratórios causadores de infecções aumenta. Este ano, no Brasil, boletins InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostram que o número de casos de Síndrome Respiratória Grave (SRAG) atingiram níveis elevados na maior parte do país. A influenza A foi a principal causa de hospitalizações e óbitos por SRAG entre os idosos. O presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica – Regional Minas Gerais, Dr. Último Libânio Costa, explica o que é o problema e como tratar:
• O que é SRAG? Quais os sintomas?
A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é considerada uma complicação da Síndrome Gripal (SG) e requer tratamento em nível hospitalar. Em nosso país, o termo SRAG é utilizado para descrever insuficiência respiratória aguda grave independentemente do agente etiológico, mas no contexto internacional, refere-se especificamente à síndrome causada pelo SARS-CoV, que é o vírus causador da covid-19.
Definição de Síndrome Gripal (SG): Indivíduo com quadro respiratório agudo caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos
ou gustativos. Em crianças, deve-se considerar também a obstrução nasal. Em idosos, consideram-se também critérios específicos de agravamento como síncope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência. Na suspeita de covid-19, a febre pode estar ausente e sintomas gastrointestinais (diarreia) podem estar presentes.
Caso de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Indivíduo com síndrome gripal (SG) que apresenta dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU saturação de O2 menor ou igual a 94% em ar ambiente OU cianose.
No Brasil, a SRAG é uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja, em até 24 horas após a suspeita clínica.
• Quais as causas?
Durante o outono e inverno, a circulação de vírus respiratórios causadores de infecções aumenta. Os principais micro-organismos que provocam doenças agudas são os vírus da influenza, rinovírus, Sars-Cov-2, vírus sincicial respiratório, entre outros.
A transmissão ocorre principalmente de pessoa para pessoa, por meio de gotículas liberadas no ambiente quando o indivíduo infectado tosse, espirra ou fala. Mesmo que assintomáticas, pessoas contaminadas podem transmitir o vírus.
COMO EU TRATO
• Como diagnosticar?
É importante reconhecer quando um quadro se torna grave, exigindo cuidados adicionais. O ideal é que todos os casos de SRAG tenham amostras coletadas para realização do exame laboratorial de transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase (RT-PCR). Este teste é considerado o padrão-ouro para diagnóstico de vírus respiratórios. Os testes laboratoriais iniciarão a partir do RT-PCR para Influenza A, Influenza B, SARSCov-2 e Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Mesmo os casos previamente testados por teste rápido de antígeno (TR-Ag) devem realizar testagem por RT-PCR.
• Fatores de risco Infecções respiratórias virais em pessoas com um ou mais fatores de risco podem se apresentar de forma mais grave, com possibilidade de internação e até mesmo óbito.
• Presença de condições crônicas [asma, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), diabetes, doenças cardíacas, hemoglobinopatias, imunossupressão por doenças ou medicamentos, desnutrição, entre outras].
A infecção por vírus respiratórios pode descompensar as doenças crônicas, levando a complicações destas. Certas doenças estão relacionadas a alterações no sistema imune, aumentando a probabilidade de desenvolvimento de infecções respiratórias mais graves e complicações por outros agentes (por exemplo, pneumonia bacteriana).
• Crianças menores de 2 anos: o sistema imune e as vias aéreas mais imaturos predispõem ao agravamento de sintomas respiratórios causados pelas infecções virais de forma rápida, que podem se apresentar como chieira torácica, taquidispneia e cianose.
• Pessoas acima de 60 anos, em especial com idade avançada (acima de 85 anos): este grupo apresenta maior risco de complicações devido a idade avançada, fragilidade física, maior incidência de doenças crônicas, menor capacidade de recuperação e maior vulnerabilidade a infecções e impactos sistêmicos.
• Gestantes e puérperas: as infecções respiratórias virais implicam em maior risco de hospitalização, parto prematuro, abortamento e evolução para formas graves.
• Como tratar?
De forma geral, o tratamento das infecções virais respiratórias inclui: lavagem nasal com soro fisiológico, aspiração de secreções nasais, analgésicos e antitérmicos. É recomendada a hidratação constante e a alimentação adequada, além do repouso. Antivirais são indicados em algumas situações. Para casos de complicações, pode ser necessário o uso complementar de antibióticos, corticoides, uso de medicação broncodilatadora e administração de oxigênio (de forma invasiva ou não).
• GRIPE (INFLUENZA): O fosfato de oseltamivir é indicado para casos em que se desenvolve síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ou mesmo síndrome gripal (SG) com condições ou fatores de risco para complicações.
• COVID-19: O antiviral nirmetralvir/ritonavir é indicado para casos de síndrome gripal (SG) com confirmação laboratorial de covid-19 em pacientes com maior risco para complicações.
• Como prevenir?
• Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou utilize álcool em gel.
• Evite tocar os olhos, o nariz e a boca sem higienizar as mãos.
• Mantenha distância e evite contato com pessoas com sintomas gripais.
• Cubra o nariz e a boca quando for tossir ou espirrar. Utilize lenço descartável, sempre que possível.
• Não compartilhe objetos de uso pessoal.
• Evite lugares fechados ou com aglomerações.
• Evite sair de casa se tiver suspeita ou confirmação de infecção por vírus respiratórios. Caso necessário, utilize máscara.
• Atualize o cartão de vacina. Pessoas vacinadas apresentam quadros geralmente mais brandos. Isso diminui a possibilidade de complicações que possam evoluir para internação e até mesmo para o óbito.
• Referências Bibliográficas
• www.prefeitura.pbh.gov.br
• Plano de Contingência para Enfrentamento das Doenças Respiratórias Virais em Belo Horizonte: junho/2025.