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Revista Acir Abril Maio 2016

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Revista ACIR


Abril / Maio de 2016

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Palavra do Presidente

DESENVOLVA SEU SEGMENTO COM EMPREENDEDORISMO Ser empresário não é uma tarefa fácil. É preciso ser persistente, estar atento ao mercado, buscar informações, ter garra e vontade de crescer. Ser empresário nos dias de hoje é um desafio ainda maior. Crise política, instabilidade financeira, futuro econômico difícil de ser previsto, baixo potencial de compra do consumidor são fatores que dificultam ainda mais a sobrevivência das empresas. Para enfrentar esses e outros obstáculos, a ACIR iniciou os trabalhos do Projeto Empreender que visa fortalecer os segmentos do comércio por meio de núcleos, onde empresários de um mesmo setor se reúnem para, em conjunto, resolver problemas e encontrar oportunidades de mercado. Depois de quase dez anos inativo na cidade, nós assinamos convênio com a Confederação das Associações Comerciais do Brasil, a CACB e o Sebrae, encaminhamos um projeto e fomos selecionados dentre os municípios da região Centro Oeste para receber o Empreender. Poderão ser criados até dez núcleos, sendo que cada um deve ter no mínimo dez empresários interessados. Essa é uma oportunidade para aqueles que estão insatisfeitos com a realidade do mercado e querem torná-lo mais atrativo aos clientes, mais competitivo e também sustentável. Esse últi-

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mo fator, podemos dizer que é um dos mais importantes, pois trata da vida da empresa, uma forma de manter sua atividade “viva” por vários anos, encontrar um meio estável. Felizmente esse convênio foi firmado num momento em que a nossa classe mais precisa, especialmente para os micro e pequenos empreendedores que estão presentes no mercado em grande número e aumentam os índices de movimento do comércio. O projeto auxilia no incentivo a busca de novos mercados e tecnologias e sensibiliza os empresários para encarar os desafios atuais e futuros com posturas diferentes.

José Luiz Gonçales Ferreira Presidente da ACIR

O interessante é que os próprios participantes fazem as críticas em relação ao mercado e também pensam em possíveis soluções. O consultor do projeto atua apenas como moderador, orientando os integrantes como proceder. Outro aspecto interessante é que é desenvolvido um plano de negócio para cada empresa, com plano de ação e metas. O principal é que todo esse trabalho é oferecido gratuitamente para as empresas associadas à ACIR. Por isso, não perca essa oportunidade, reúna os empresários do seu ramo de atuação e venha empreender com a gente. Bom trabalho a todos.

Revista ACIR


SUMÁRIO

EXPEDIENTE DIRETORIA EXECUTIVA BIÊNIO 2015/2016

18 e 19 REVISTA ACIR Periódico completa dois anos no mercado

20 CERTIFICAÇÃO DIGITAL ACIR recebe prêmio nacional

PAINEL

ECONÔMICO

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PAINEL ECONÔMICO

CARGOS E SALÁRIOS

Indicadores

IPA faz levantamento da média em Rondonópolis

SEÇÕES

ARTIGOS

06 - Radar 45 - Dicas Culturais

16 - Vida Saudável

NESTA EDIÇÃO 9 - Saiba o que fazer se você perdeu o prazo da DIRPF 11 - BNDES prepara linha de crédito 12 - Entidades representativas se posicionam a favor do impeachment 34 - ACIR acompanha licitação dos equipamentos do aeroporto 38 - Município auxilia no fortalecimento dos micro e pequenos 44 - Como sua marca se apresenta na internet

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28 - Contabilidade Empresarial 30 - Lei e direito 32 - Gestão de pessoas 44 - Tributação e desenvolvimento 41 - Observatório Social de Rondonópolis 46 - Coaching

José Luiz Gonçales Ferreira - Presidente Armando Pereira Chaves - Vice-Presidente Wagner Shimozakai - Diretor-Secretário Sérgio José Pradela - Diretor Tesoureiro Galeno Tadeu Esteves - Diretor Social Luiz Fernando Homem de Carvalho - Dir. Executivo do Comércio Fabiano Marconi - Suplente Valdir Antônio Andreatto - Dir. Executivo de Comércio Bruno Dondoni - Suplente Letícia Fassina - Dir. Executiva de Indústria Flávio Ribeiro Rocha - Suplente Carlos Alberto Três - Dir. Executivo de Indústria do Dist.Ind. 1 Juarez Orsolin - Suplente Álvaro Luiz Bonesso Fruet - Dir. Executivo de Indústria do Dist. Ind. 2 Cláudio Bertoldo - Suplente Thiago Luiz Sperança - Dir. Executivo de Indústria do Dist.Ind. 3 Miguel Antônio Mendes - Suplente Airton Froeder - Dir. Executivo de Indústria do Dist. Ind. 4 Clademir Salmória - Suplente Marcelo Javier Carruesco - Dir. Executivo de Serviços Sydney Lemes - Suplente Cacilio Paula da Silva Junior - Dir. Executivo de Pecuária Aylon Gonçalo - Suplente Clari Agostinetto - Dir. Executivo de Agricultura Percival Queiroz - Suplente Helvio Moneda Alberto - Dir. Executivo de Cultura Cássio Julian Massignan - Suplente Gleyson Fuentes Hollatz - Diretor Executivo de Esportes Antônio de Souza Rocha Filho - Suplente CONSELHO FISCAL Nezir Ribeiro de Freitas, Lucienno Telles, Vicente Dalberto, Andreia Carla de Oliveira Basso, Jorge Luiz Roscete, Geovane dos Reis Sales, Leni de Freitas Cardoso, Renato Del Cistia, Paulo Roberto Teixeira Gomes, Manoel Flávio Pavoni da Silva, Elisa Viana Carneiro, Aluisio de Castro Lessa CONSELHO SUPERIOR Edson Robson Alves Ferreira, Antônio Eurípedes Cintra, José Orivaldo Orsi, Roberto Possato, Sergio Del Cistia, Hilberto Rogério dos Santos, Elias Khalil Zaher, Galeno Tadeu Esteves, Luiz Fernando Homem de Carvalho, Wellington Antônio Fagundes

Edição número 12 Abril / Maio de 2016/Circulação Dirigida

Tiragem: 1.500 exemplares Diretor Executivo: Rafael Vicentini Jornalista Responsável: Rafael Vicentini DRT MT 1950 Fotos: Ascom ACIR / Roger Andrade Fontes: Veja, Exame e Valor Econômico Colaborador: Leonardo Epifânio Diagramação: Jean Alves - publicitario@hotmail.com Comercialização: (66) 3439-8006

Endereço Sede: Rua Otávio Pitaluga, 692 - Centro CEP: 78700.170 - Rondonópolis, MT Fone/Fax: +55 (66) 3439.8000 e-mail: acir@acirmt.com.br www.acirmt.com.br

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RADAR ACIR

ECONOMIA O CONSUMO MUDA NA CRISE A prolongada crise econômica brasileira está transformando os hábitos dos consumidores. Acostumados, por anos seguidos, a melhorar o padrão dos produtos que levavam para casa, os brasileiros estão indo agora em sentido contrário. Segundo um levantamento das empresas de pesquisas Ipsos com 1200 entrevistados, 72% deles estão comprando produtos mais baratos e percebidos por eles mesmos como piores. O percentual é quase o mesmo nas classes AB, C e DE. De acordo com o estudo, 91% dos brasileiros afirmam que estão comprando mais produtos em promoção e 87% dizem estar deixando de lado marcas famosas. O levantamento destrincha também as mudanças no consumo por categoria de produto. Os consumidores estão diminuindo os gastos com produtos considerados supérfluos (89% dos entrevistados), roupas (85% deles), telefone celular (66%), e TV a cabo e internet (32%). Não é toa que, ainda de acordo com a pesquisa Ipsos, 94% dos brasileiros acha que o país está caminhando na direção errada. Revista Exame Ed. 1111

MONTADORAS A MATRIZ SEGURA AS PONTAS Numa crise sem precedentes, o setor automotivo brasileiro não está conseguindo andar com as próprias pernas – as subsidiárias das multinacionais instaladas aqui estão tendo de ser socorridas pela matriz. Em 2015, essas empresas receberam quase 10 bilhões de dólares em empréstimos e aportes de caixa das matrizes. A remessa de lucros foi de míseros 271 milhões de dólares. É uma reversão completa do fenômeno observado cinco anos atrás, quando as subsidiárias é que mandaram dinheiro para a matriz. Em 2011, a remessa de lucros somou 5,5 bilhões de dólares, e entraram no país pouco mais de 3 bilhões. Naquele ano, o dinheiro entrava para construir novas fábricas e modernizar as velhas. Hoje, dizem executivos do setor, os dólares da matriz estão pagando as contas do dia a dia e evitando que as empresas que dão prejuízo fiquem penduradas nos bancos. E não há indício de que a coisa vá melhorar tão cedo. Revista Exame Ed. 1111

BRASIL DE ESTRANGEIROS A LIQUIDAÇÃO ATRAI ESTRANGEIROS Na esteira do processo de impeachment da presidente Dilma, há investidores fazendo muito dinheiro – e os estrangeiros estão entre eles. Só em março, mais de 2 bilhões de dólares entraram no país para a compra de ações e papéis de renda fixa. Mas não é só o capital especulativo que tem atraído quem compra em moeda forte: a crise vem obrigando muitas companhias a desfazer-se de patrimônio, um chamariz para atrair estrangeiros. “A crise abre oportunidades de investimentos que não existiriam em outro cenário”, diz Patrice Etlin, diretor do Advent do Brasil, fundo especializado em compra e venda de empresas. Revista Veja Ed. 2474

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Revista ACIR


RADAR ACIR

CACB/CERTISIGN A Rede CACB/Certisign fechou o ano de 2015 com um resultado positivo: mais de 167.068 certificados digitais foram emitidos em todo o Brasil. Esse número representa um crescimento de 20%, em relação ao mesmo período de 2014, quando foram emitidos 139.471 certificados. A CACB acredita que o excelente resultado se deve ao momento do país. A certificação digital já se provou uma tecnologia capaz de reduzir custos, melhorar a eficiência operacional das empresas e ainda promover a sustentabilidade. Benefícios essenciais para o enfrentamento da crise em diversos setores. Sem contar que o certificado digital ainda garante a autenticidade e integridade das informações dos documentos eletrônicos. Revista Empresa Brasil Ed. 128

DESEMPREGO EM ALTA O Brasil teve a maior perda de vagas formais para meses de março em 25 anos, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. No mês passado, o país fechou 118.776 postos de trabalho com carteira assinada. Nos últimos 12 meses, já foram suprimidas 1.853.076 milhões de vagas formais. Os números levam em conta a diferença entre demissões e contratações. Quase todos os setores da economia demitiram mais do que contrataram. A exceção foi a administração pública, com 4,3 mil vagas a mais no mês. Agência Brasil

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CONSELHO DAS CIDADES

MUNICÍPIOS SE PREPARAM PARA REALIZAR A CONFERÊNCIA DAS CIDADES O ESPAÇO VAI ABRIR O DEBATE PARA AS QUESTÕES PRINCIPAIS QUE PRECISAM DE ATENÇÃO E INVESTIMENTOS DO PODER PÚBLICO. A ACIR É A REPRESENTANTE DA CLASSE EMPRESARIAL DE RONDONÓPOLIS NO CONSELHO. das para discussão e aprovação durante a Conferência Estadual. “A ACIR é a única entidade de classe que representa Rondonópolis no Conselho, ou seja, nós é que levamos as sugestões de melhorias e discutimos as prioridades para o município”, explicou Jeancarlo Ribeiro, assessor jurídico da Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR). O advogado, escolhido para representar a entidade nas reuniões, comentou que o Conselho é um espaço privilegiado onde a população tem voz e pode estar lado a lado com representantes do poder público.

Representantes de entidades de classe, da sociedade civil organizada e dos municípios matogrossenses iniciaram as primeiras tarefas para a realização da 6ª Conferência Municipal das Cidades. O evento é o primeiro ato coordenado pelo Conselho Estadual das Cidades que dá início à formação do documento geral que determina quais são as prioridades para o investimento de recursos públicos nas esferas muni-

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cipal e estadual. Apesar do envolvimento do Conselho Estadual, quem convoca a Conferência em cada cidade é o próprio município. Nela deverão ser debatidas propostas e soluções voltadas à realidade local a cerca do tema “Função social da cidade e da propriedade”. As sugestões e propostas de projetos que forem levantadas durante a Conferência serão envia-

Uma preocupação do Ministério das Cidades, órgão federal que encaminha recursos para os municípios é vencer o desafio de manter e ampliar os investimentos em infraestrutura, além de investir no planejamento urbano para que as cidades se desenvolvam de forma ordenada e sustentável. A data prévia para realização da Conferência Municipal está agendada para os dias 19 e 20 de maio, porém o local ainda não foi definido. Jeancarlo Ribeiro alerta que a população deve ficar atenta e participar da Conferência para reivindicar suas necessidades e dessa forma tentar garantir que seja ouvida pelas autoridades competentes.

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IMPOSTO DE RENDA

PERDEU O PRAZO E NÃO DECLAROU SEUS RENDIMENTOS PARA A RECEITA? SAIBA O QUE FAZER PARA SE REGULARIZAR A RECEITA FEDERAL EXIGE O ENVIO DA DECLARAÇÃO MESMO QUE FORA DO PRAZO PARA QUE O CONTRIBUINTE FIQUE COM O NOME “LIMPO”. COMO FAZER?

Todo início de ano, as pessoas mais organizadas, começam a separar seus documentos, comprovantes de renda e de despesas para prestar contas à Receita Federal. Apesar da maioria, essa realidade ainda é bastante diferente na vida de muitos brasileiros que deixam para depois e/ou acabam esquecendo de fazer a declaração. Se você se enquadra nesse perfil, não se desespere e fique atento: ainda é possível enviar o documento e ficar em dia com o fisco. O prejuízo maior do contribuinte que é obrigado a apresentar a declaração e não enviou no prazo previsto é sentindo literalmente no bolso, visto que fica sujeito ao pagamento de multa. Geralmente o valor mínimo cobrado é de R$ 165,74 sendo que pode variar existindo imposto devido, acrescendo até 20% Abril / Maio de 2016

desse valor. A multa passa a contar a partir do primeiro dia subsequente ao fixado para a entrega da declaração, no caso desse ano 29 de abril, e por termo final o mês da entrega ou, no caso de não apresentação, do lançamento de ofício. No caso do não pagamento da multa por atraso na entrega dentro do vencimento estabelecido na notificação de lançamento emitida pelo PGD ou pelos serviços “Declaração IRPF 2016 on-line” e “Fazer Declaração”, a multa, com os respectivos acréscimos legais decorrentes do não pagamento, será deduzida do valor do imposto a ser restituído para as declarações com direito a restituição.

O contribuinte que deixou de apresentar, no prazo previsto, a Declaração de Ajuste Anual, quando estava obrigado a fazê-lo, deverá fazer o download do programa relativo ao ano-calendário correspondente, no site da Receita Federal na Internet, e após preencher a declaração de acordo com as instruções vigentes para aquele ano, enviar o arquivo utilizando o programa de transmissão Receitanet. Caso não tenha habilidade com computador, orienta-se que o contribuinte procure um escritório de contabilidade ou um profissional de confiança e solicite que faça a declaração dentro das normativas. Depois é só enviar o arquivo para a Receita, conforme determina a legislação.

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NOVIDADE

REVISTA ESTREIA NOVA COLUNA ESPECIALIZADA EM DIREITO TRIBUTÁRIO A PUBLICAÇÃO REFORÇA A IMPORTÂNCIA E A RELEVÂNCIA QUE A TRIBUTAÇÃO TÊM PARA OS EMPRESÁRIOS. Discutir o ambiente institucional relevante aos empresários, considerando a relação jurídico-tributária como uma das condições de possibilidade ao desenvolvimento. Esse é o objetivo da coluna Tributação e Desenvolvimento que estreia nesta edição da Revista ACIR. Visto que a

questão dos tributos é um dos fatores que mais preocupam os empresários, a direção da Revista ACIR decidiu convidar um profissional especialista no assunto para colaborar com orientações pertinentes e informar as novidades para os empresários rondonopolitanos.

Graduado pela Universidade de São Paulo, Zaid Ahmad Haidar Arbid Filho, atua no mercado mato-grossense e de São Paulo. Com cerca de dez anos de experiência, o advogado especialista em direito tributário, vai escrever artigos que partirão dos conceitos do Direito e da Contabilidade. As informações que passarão a ser publicadas a partir desta edição serão embasadas na legislação tributária nacional, nas decisões administrativas e judiciais brasileiras, bem como no direito tributário internacional e seus reflexos jurídicos, contábeis, econômicos e negociais para os empresários brasileiros, mato-grossenses e rondonopolitanos.

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CAPITAL DE GIRO

BNDES PREPARA LINHA DE CRÉDITO PARA MICROEMPRESAS EM REUNIÃO NO SEBRAE COM BANCOS PÚBLICOS E ABDE, INSTITUIÇÃO APRESENTOU PROPOSTA EXCLUSIVA PARA EMPRESAS QUE FATURAM ATÉ R$ 360 MIL.

Em iniciativa inédita, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou na sede do Sebrae Nacional, em Brasília (DF), uma proposta de linha de crédito para capital de giro direcionada a empresas que faturam até R$ 360 mil por ano – estão nessa faixa 78% das microempresas brasileiras. O objetivo é que no final de fevereiro estejam disponíveis empréstimos com taxas de até 18% ao ano. Os empréstimos dessa linha teriam garantia de 80% dos fundos garantidores (FGI, FGO e Fampe) e teto anual de R$ 30 mil. Além disso, a linha terá a orientação de diminuir a burocracia, dispensando a apresentação de documentos por parte dos clientes. A apresentação foi feita em reunião com a presença de representantes da

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Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), Banco do Brasil e Caixa. No encontro, no entanto, não houve consenso sobre as taxas finais para os empreendedores. Os participantes se comprometeram a realizar novos cálculos e orientar os sistemas de tecnologia da informação das instituições financeiras para viabilizar o novo produto. No início de fevereiro o Banco de Desenvolvimento já havia anunciado que o prazo de amortização do Cartão BNDES será ampliado de 48 para 60 meses. Outros ajustes estão sendo acertados para aumentar a atratividade do cartão, sem onerar o cliente final, a exemplo do uso do Fundo de Aval da Micro e Pequena Empresa (FAMPE) como garantidor.

“QUEREMOS

UMA OPERAÇÃO AUTOSSUSTENTÁVEL COM FOCO NO PEQUENO. NÃO É SUBSÍDIO NEM ASSISTENCIALISMO ,

”

AFIRMOU O PRESIDENTE DO SEBRAE, GUILHERME AFIF DOMINGOS, À FRENTE DA MESA DE NEGOCIAÇÕES.

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POSICIONAMENTO

ENTIDADES DE MATO GROSSO ENTREGAM MANIFESTO A FAVOR DO IMPEACHMENT COM A APROVAÇÃO DA PROPOSTA NA CÂMARA, ESPERA-SE O ENVOLVIMENTO E VOTO FAVORÁVEL AO PROCESSO DOS SENADORES, PRINCIPALMENTE DOS TRÊS DE RONDONÓPOLIS.

O PRESIDENTE DA FACMAT, JONAS ALVES, TAMBÉM DECLAROU APOIO DA CLASSE EMPRESARIAL AO PROCESSO.

Entidades da sociedade civil que representam a agropecuária, indústria, comércio de bens, serviços e turismo de Mato Grosso elaboraram uma carta manifesto e entregaram aos deputados e senadores de Mato Grosso solicitando apoio na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O manifesto foi enviado para todos os oito parlamentares da Câmara Federal e os três senadores que representam Mato Grosso no Congresso Nacional. O documento foi encaminhado também para os deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Desde o dia 21 de março, lideranças estão se reunindo para discutir a grave crise política e suas implicações nos setores que movimentam a economia de Mato Grosso e as possíveis ações que podem ser feitas para fortalecer o movimento pró-impeachment da presidente

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Dilma Rousseff. O documento foi assinado por representantes das seguintes entidades: Facmat (Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso) a qual a ACIR é filiada, Famato (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso), Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso), Fiemt (Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso), FCDL (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Mato Grosso), Acomac (Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso), Sindcomac (Sindicato de Comércio Varejista de Material de Construção, Louças, Tintas, Vidraçaria, Ferragens, Elétricas e Hidráulicas de Mato Grosso), Acrismat (Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso), Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão), Aprosmat (Associação

dos Produtores de Sementes de Mato Grosso), Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso), Aquamat (Associação dos Aquicultores de Mato Grosso), Arefloresta (Associação de Reflorestadores de Mato Grosso), Assovale (Associação dos Fornecedores de Cana do Vale do Rio Paraguai), Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil seccional em Mato Grosso), OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras de Mato Grosso), Ovinomat (Associação Mato-grossense dos Criadores de Ovinos), Aproleite (Associação dos Produtores de Leite de Mato Grosso), Sindalcool (Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras de Mato Grosso) e os movimentos Muda Brasil, Avança Brasil, Vem pra Rua e Movimento pela Ordem.

EM RONDONÓPOLIS A Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR) também é membro de um grupo que está reforçando o pedido do impeachment da presidente Dilma. Juntamente com a subseção da OAB/MT em Rondonópolis, clubes de serviços como Rotary, Lojas Maçônicas e grupos da sociedade civil organizada, está realizando ações de mobilização contra a corrupção no Brasil. Esses representantes também estão elaborando um documento a favor dos trabalhos da Operação Lava Jato, desde que sejam executadas pela Justiça Federal assim como estava sob o comando do juiz Sérgio Moro.

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PME

AINDA NÃO CONHECE O PROJETO EMPREENDER? VOCÊ VAI SE SURPREENDER! AS ATIVIDADES VISAM O FORTALECIMENTO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA AO REUNIR EMPRESÁRIOS DE UM MESMO MUNICÍPIO. A sobrevivência das empresas, principalmente as de pequeno porte, em um mundo globalizado, onde maiores exigências são criadas a cada dia, é um fator de preocupação para o governo e para entidades financeiras e de apoio empresarial no Brasil, que entre outros fatores, precisam buscar alternativas efetivas para os empreendedores e profissionais que trabalham com esse setor da sociedade. Essa busca de alternativas, se torna ainda mais necessária quando se leva em conta pesquisa realizada pelo Sebrae, que mostra que um grande número de empresas, a maioria de pequeno porte, acabam por finalizar suas operações nos primeiros anos de existência. Conforme apontam os dados do Sebrae, a taxa de mortalidade empresarial no Brasil, apurada entre as empresas constituídas e registradas nas juntas comerciais dos estados brasileiros no ano de 2007, mostra que 24,4% das empresas encerraram as atividades com até 02 (dois) anos de existência. Na região Centro-Oeste o número é um pouquinho maior 26%. Assim, elevar a competitividade e, consequentemente, a sobrevivência das micro e pequenas empresas é o objetivo principal do Empreender, um programa que pretende incentivar a busca de novos mercados e tecnologias, sensibilizar

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os empresários para adoção de posturas frente aos desafios atuais e futuros e desenvolver lideranças empresariais. De iniciativa da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), em parceria com o Sebrae, o programa está presente em todas as unidades federativas e visa o fortalecimento da micro e pequena empresa ao reunir empresários de um mesmo município nos chamados núcleos setoriais. Os núcleos setoriais são grupos de empresários de um mesmo segmento que se reúnem periodicamente na Associação Comercial. Nos núcleos, os empresários, com o apoio de um consultor, cujo papel principal é o de moderar as reuniões, discutem problemas comuns e buscam soluções conjuntas. O diferencial de tantos outros programas é que no Empreender as soluções

vêm “de baixo para cima”, ou seja, são apontadas e executadas pelos próprios empresários. Para tanto, o consultor, como facilitador das reuniões, faz uso de uma metodologia específica para trabalho com grupos originada na Alemanha, denominada METAPLAN. A metodologia METAPLAN agrega a já conhecida tempestade de idéias em grupos (brainstorming) e a busca de metas e ações conjuntas. O que reflete com fidelidade o espírito do Programa é a forma de associativismo que ele propõe. Por ela, ninguém é obrigado a participar de um Núcleo Setorial. O convencimento vem pela nova visão de parceria, na qual o concorrente, longe de ser um competidor, é um cooperador de seu concorrente. E ainda com um diferencial: todos ganham.

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CUIDANDO DO NEGÓCIO

PALESTRA SOBRE SUSTENTABILIDADE DAS EMPRESAS ABRE TRABALHOS DO EMPREENDER EM RONDONÓPOLIS O FOCO DESSE ENCONTRO FOI MOSTRAR COMO OS EMPRESÁRIOS DEVEM AGIR PARA DAR SUSTENTABILIDADE AO SEU NEGÓCIO E PASSAR TRANQUILO PELAS DIFICULDADES DO PRIMEIRO ANO DAS ATIVIDADES COMERCIAIS. passo de vocês em participar do Empreender mostra o interesse e a atitude em querer melhorar”, afirmou Tezza.

EVENTO DE LANÇAMENTO ATRAIU EMPRESÁRIOS DE DIVERSOS SEGMENTOS NA ACIR.

Pesquisas mostram que, no Brasil, a maioria das empresas encerram as atividades nos primeiros dois anos de existência. Esse foi um dos fatores discutidos durante a palestra “Empreendedorismo que gera desenvolvimento sustentável” realizada pela Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR). O encontro marcou o início dos trabalhos do projeto Empreender, executado pela parceria da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e o Sebrae. Conforme foi explanado pelo consultor nacional do Empreender, Jaime Tezza, o projeto está aberto para os empresários que estão insatisfeitos com o setor em que atuam e com seus negócios. “Será essa insatisfação que vai levá-los a trabalhar em conjunto e para mudar essa realidade”, destacou. Tezza explicou a metodologia de como serão

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as reuniões dos núcleos que deverão ser compostos por pelos menos 10 empresários. Esses encontros serão mediados por um consultor contratado pelo programa que vai organizar as ideias e pautas e também cobrar dos participantes as ações que foram direcionadas para cada um realizar. A consultora de Rondonópolis, Sandra Vianna, explicou que as reuniões são rápidas, duram pouco mais de uma hora e o método – Metaplan – determina pouca fala, as ideias são postas em tarjetas e apresentadas anonimamente para facilitar a exposição ao grupo. O palestrante comentou que para ser um empreendedor de sucesso é preciso ter visão de futuro, estar sempre informado, enxergar as oportunidades, ser otimista e o principal, ter atitude. “Esse

Os núcleos do Empreender trabalham com uma visão associativista, onde todos juntos podem discutir os problemas e chegar a um resultado que possa ajudar a todos. O Empreender desenvolve o associativismo e o desenvolvimento empresarial através da organização das micro e pequenas empresas. O objetivo principal do projeto é aumentar a competitividade e estimular o desenvolvimento do município. O vice-presidente da ACIR, Armando Pereira Chaves, comentou que esta é uma oportunidade para os empresários expandirem os horizontes e aplicar novos conhecimentos em seus negócios. “Vocês devem enxergar as outras pessoas do núcleo não como concorrentes, mas sim como parceiros. Todos estão ali precisando de um tipo de apoio”, comentou Armando Chaves que foi nucleado do Empreender na outra edição em que o projeto foi realizado em Rondonópolis. Nesse primeiro encontro estiveram presentes cerca de 50 pessoas vindas de setores como padaria, açougue, distribuidora de gás, escritório de contabilidade, floricultura, entre outros. O empresário que tiver interesse em conhecer o projeto pode ir até a ACIR, a participação no Empreender é gratuita. Revista ACIR


DESENVOLVIMENTO

EMPREENDER FORMALIZA NOVO NÚCLEO COM ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE

PROFISSIONAIS E DONOS DE ESCRITÓRIOS INOVARAM E MONTARAM UM NÚCLEO PARA EMPREENDER JUNTOS.

Desde que o projeto Empreender retomou suas atividades em Rondonópolis, muitos empresários têm procurado a Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR) para conhecer e participar do projeto. Após algumas reuniões de mobilização, representantes de escritórios de contabilidade formalizaram um novo núcleo. Além desse, já estão em atividade os núcleos de floriculturas e mercados. O convênio firmado entre a ACIR, por meio da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e o Sebrae possibilita a formação de pelo menos cinco núcleos, compostos por no mínimo, 10 empresas. Como a Associação já teve experiências anteriores de sucesso com esse projeto, o presidente da ACIR, José Luiz Gonçales Ferreira, acredita que novos grupos serão formados, inclusive os que já existiram, poderão ser retomados normalmente. O projeto Empreender promove o desenvolvimento do setor reunido, oportuniza a troca de informações, experiências e realização de ações em conjunto que visam aprimorar o relacionamento entre os integrantes do núcleo e fortalecer o setor. A consultora do Empreender no município, Sandra Vianna, explica que será feito um planejamento estratégico para cada

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núcleo, aonde serão definidas as ações que serão desenvolvidas em conjunto. “Muitas ideias já estão surgindo dentro do núcleo de contadores, como grupo de estudo para assuntos específicos, cursos de capacitações para equipe de colaboradores, entre outros”, comentou Sandra. Essas ações conjuntas geram uma redução de custos, pois com o núcleo formado, facilita a busca de profissionais experientes para ministrar os cursos além da comodidade de participar das ações na própria cidade. No caso dos profissionais de contabilidade, núcleo formado recentemente, foi identificado a falta de conhecimento dos empresários pelo real papel e valor do profissional de contabilidade. Os membros do grupo comentam que “cuidar da contabilidade da empresa, para alguns é apenas gerar guias e como pagar impostos não agrada a ninguém muitos transferem o descontentamento nos contadores”.

ANUNCIO MEGA GRÁFICA

DOIS OU MAIS NÚCLEOS AINDA PODEM SER FORMADOS

“Este núcleo tem muitos desafios isto é bom, muito trabalho, muitos resultados estão por vir”, afirmou a consultora Sandra Vianna. Qualquer contador, ou proprietário de escritório de contabilidade, independente do tamanho, pode participar deste projeto que é gratuito. Para saber mais informações e como participar do núcleo, os interessados podem entrar em contato pelo telefone 3439-8021.

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COLUNA VIDA SAUDÁVEL

COMO SABER SE O ALIMENTO QUE COMPRAMOS É REALMENTE INTEGRAL? O consumo dos alimentos integrais vem sendo amplamente discutido e indicado, pois faz parte de uma alimentação saudável e traz uma série de benefícios nutricionais. Um alimento integral é aquele que não foi refinado e mantém a sua estrutura e integridade dos nutrientes, qualitativa e quantitativamente, preservando suas vitaminas, minerais e fibras, fundamentais para o bom funcionamento do organismo e para a prevenção de algumas patologias como o diabetes tipo 2, as dislipdemias e alguns tipos de canceres principalmente os do trato gastro intestinal.

são integrais de verdade?

Infelizmente, hoje em dia a comida integral não é consumida como antigamente, quando a indústria alimentícia não era o que é hoje e as pessoas sabiam o que fazer com os seus grãos, sementes e cereais. A verdade é que nos dias de hoje, até mesmo ser simples e natural se tornou complicado.

O ideal seria que se estabelecesse um projeto de lei, no qual para um alimento ser considerado integral, o mesmo terá que apresentar em sua composição mais de 51% de grãos integrais.

Encontramos hoje nos supermercados muitos alimentos que são rotulados como integrais, para atrair o público que deseja usar esses produtos para melhoria da saúde. Mas será mesmo que eles

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A simples presença da palavra “Integral” não significa que o alimento é 100% integral, ou que seja a nossa melhor escolha. O órgão responsável por essa fiscalização, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) não estabelece valores mínimos para alegar que o produto seja realmente integral. Portanto, se o fabricante quiser colocar qualquer quantidade de farinha integral, numa quantidade de 5 a 100% do total, já se é permitido considerar que o alimento seja integral.

Através dos rótulos dos produtos industrializados, nós podemos avaliar a quantidade dos ingredientes, se nele estiver indicando a presença da farinha de trigo integral, este sim é considerado um produto integral. Mas, se no rótulo apresentar os dois tipos de farinhas, integral e branca, ou farinha fortifica-

Valéria Neris é Nutricionista e atua na área de Nutrição Clínica, Obesidade e Doenças Associadas.

da com ferro e ácido fólico, observe qual delas vem primeiro na lista de ingredientes, pois os ingredientes que são listados primeiro estão presentes em maior quantidade, dessa forma você conseguirá definir o produto que contém melhor qualidade. Se você ainda não está acostumado a analisar o rótulo, vale a pena perder alguns minutos checando. Com o tempo, isso torna-se um hábito e você vai saber identificar qual produto é melhor para sua saúde. Uma alimentação ideal, precisa ser saborosa e saudável! E comida de verdade, é aquela feita com ingredientes naturais, saídos da terra ou que caem das arvores, com o mínimo possível de fertilizantes e agrotóxicos, sendo assim, melhor optarmos pelos alimentos feitos dentro da nossa casa, onde podemos escolher os ingredientes utilizados (como a quantidade de cereal integral e fibras colocados, o teor da gordura inserido) do que optar pelos atraentes industrializados que facilmente nos cercam.

Revista ACIR


FORÇA FEMININA

ACIR RESSALTA PAPEL DA MULHER DURANTE CAFÉ EMPRESARIAL O ENCONTRO REUNIU MULHERES EMPREENDEDORAS EM UM ESPAÇO ONDE ELAS FICARAM A VONTADE PARA TROCAR INFORMAÇÕES SOBRE NEGÓCIOS E TAMBÉM DE SUAS EXPERIÊNCIAS DE VIDA DIVIDINDO TAREFAS NO MEIO FAMILIAR E NO TRABALHO. Para comemorar a semana do Dia Internacional da Mulher, a Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR) realizou em março o Café da Manhã – Mulheres Empresárias. Esse é o segundo ano que a Associação reúne mulheres empreendedoras, empresárias e profissionais autônomas para partilhar suas experiências de vida, fazer contato de negócios e também falar sobre os desafios de desempenhar os papéis de mãe, esposa, empresária, dona de casa, entre outras funções.

marido – esposa – filho, cada um com suas responsabilidades.

Nesta segunda edição do Café da Manhã o tema escolhido para a discussão foi “Mulher do século XXI”, explanado pela psicóloga Érica Resende. A profissional utilizou uma passagem bíblica para dar início às discussões, onde continham as várias tarefas que a mulher normalmente desempenha quando está fixada dentro de um contexto familiar,

Érica lembrou como o papel do homem no âmbito familiar tem mudado e tem dividido as tarefas. “O homem que é inteligente sabe que a mulher não é uma máquina. Ela precisa ter um tempo de descanso. Quando ele se dispõe a dividir as tarefas de casa, a mulher pode até ter mais disposição para namorar”, comentou.

A psicóloga falou sobre a mudança do contato das mães com os filhos, no caso da mulher que sai para o trabalho pela manhã e só vai rever os filhos no final da tarde. Para ela, ferramentas como o telefone celular podem diminuir esta distância, mas não descarta um esforço dos pais em “perder” alguns minutos no trânsito, por exemplo, para buscar o filho na escola.

O presidente da ACIR, José Luiz Gonçales Ferreira, comentou que a mulher conquistou uma representatividade muito grande no mercado de trabalho e têm contribuído para a economia local com seus empreendimentos. O contador aproveitou o encontro com as empresárias e comentou sobre as conquistas que a classe tem obtido, a exemplo da suspensão do decreto 380, que aumentaria os valores de impostos como o ICMS, no Mato Grosso. O encontro das mulheres empreendedoras, que aconteceu no restaurante do Hotel Confort, foi realizado pelas diretoras da Associação Comercial que integram o Conselho da Mulher Empresária da ACIR. O evento foi encerrado com o sorteio de brindes como: cortes de cabelo masculino e feminino, procedimentos estéticos e aulas de pilates.

A PSICÓLOGA ÉRICA RESENDE FEZ UMA PALESTRA SOBRE OS DESAFIOS DA MULHER NO SÉCULO XXI.

Abril / Maio de 2016

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CONSOLIDAÇÃO

REVISTA ACIR COMPLETA DOIS ANOS E DESPONTA NO MERCADO EDITORIAL A ACIR comemorou em abril dois anos de circulação da Revista ACIR – a revista de negócios do Mato Grosso. Idealizado a partir da evolução de um jornal informativo interno, que circulava entre os associados, o periódico entrou para o mercado de revistas do estado e despontou como a única dirigida para empresários, comerciantes e empreendedores de Rondonópolis e da região Sul de Mato Grosso. Com uma linguagem clara e objetiva, a linha editorial traz um conceito informativo explicativo porque entende-se que a maioria dos empresários

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que iniciam suas atividades comerciais com pouca experiência no setor e as reportagens produzidas pela equipe desvendam alguns detalhes desse mundo competitivo e também indicam caminhos para dar agilidade e maior lucratividade para os negócios. Assuntos que vão impactar diretamente na rotina e no caixa das empresas são os destaques das edições, a exemplo das discussões em torno da publicação do decreto estadual 380 que trata da mudança do sistema tributário estadual o qual teria um impacto negativo e dito por muitos que

inviabilizaria vários negócios no estado. O presidente da ACIR, José Luiz Gonçales Ferreira, destaca a importância da divulgação dos atos da Associação e mais ainda o alerta para os empresários sobre muitos aspectos. “A informação é um fator primordial para quem está no mundo dos negócios. Receber gratuitamente uma revista com notícias e dados confiáveis é um privilégio para nossa classe. Nosso objetivo está sendo cumprido com esse veículo de comunicação”, destaca. Revista ACIR


SE COMUNICAR COM O ASSOCIADO E DIVULGAR INFORMAÇÕES PARA EMPRESÁRIOS E EMPREENDEDORES É O OBJETIVO PRINCIPAL DA REVISTA.

A revista é pautada também no conteúdo social do município, assuntos que precisam chegar ao conhecimento do maior número de pessoas. Muitas vezes essa publicidade das noticias auxilia também na conquista de melhorias, como no caso das condições precárias que os usuários do aeroporto municipal enfrentava e atualmente já encontra uma realidade diferente no local. Em meio ao vasto conteúdo extraído também das maiores publicações do ramo no Brasil como Valor Econômico, Folha de SP e Revista Exame, Abril / Maio de 2016

a Revista ACIR é também uma ferramenta de comunicação entre a entidade e seus associados. A cada edição são publicadas matérias sobre as atividades desenvolvidas por cada setor da Associação, os eventos realizados, novas parcerias e ainda as novidades de produtos e serviços disponíveis. A revista conta também com um time de colunistas especializados em assuntos de interesse dos empresários. Nas últimas edições foram tratados temas como direito, coaching, gestão de pessoas, contabilidade empresarial e gestão de pessoas. Além

desses, outros assuntos como marketing e sustentabilidade, também são parte integrante da revista, porém em publicações esporádicas. Notícias que alertavam os empresários para períodos de dificuldade e também novas oportunidades de negócios no mercado já foram impressas nas páginas da Revista ACIR durante esses dois anos de existência. A publicação vai continuar chegando para o associado e a comunidade repleta de informações relevantes, sempre com novidades do mundo dos negócios. >>

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DESTAQUE

ROBSON NEVES, GERENTE ADMINISTRATIVO DA ACIR, EMÍLIO PAROLINI DA CACB E ARMANDO CHAVES, VICE-PRESIDENTE DA ACIR RECEBENDO A PREMIAÇÃO.

ACIR RECEBE PRÊMIO NACIONAL DA CACB POR CERTIFICAÇÃO DIGITAL O MELHOR DESEMPENHO FOI AVALIADO ENTRE TODAS AS AUTORIDADES DE REGISTRO DO BRASIL QUE COMERCIALIZAM A MARCA CERTISIGN. Os representantes da Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR) que participaram do 10º Encontro Nacional dos Presidentes, Executivos, Comerciais e Gestores das Autoridades de Registro (ARs) da Rede AC CACB de Certificação Digital foram surpreendidos com a entrega do prêmio nacional da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB). A ACIR foi AR que mais emitiu certificados digitais em todo o Brasil. O título foi conquistado devido o grande número de documentos eletrônicos que foram comercializados e expedidos durante todo o ano de 2015. A unidade informou que realizou uma média de 400 emissões por mês. A

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certificação digital é um dos produtos que a ACIR oferece para o público em geral, e em condições especiais para os seus associados. Com apenas duas agentes de registro, a AR ACIR alcançou esse número devido a grande influência que a entidade tem na cidade e na região.

“A NECESSIDADE DO DOCUMENTO ELETRÔNICO, ALIADA AO BOM ATENDIMENTO E QUALIDADE DO NOSSO CERTIFICADO FEZ COM QUE A NOSSA A R CONQUISTASSE OS CLIENTES E FORTALECESSE O PRODUTO E A MARCA NA CIDADE”,

O vice-presidente da ACIR, Armando Pereira Chaves e o gerente administrativo, Robson Neves receberam a premiação durante o encontro que reuniu presidentes e executivos das associações comerciais de todo o Brasil, em Brasília. Para Neves, a segurança que a marca do certificado digital oferece conquistou a confiança dos clientes que utilizam e recomendam para outras pessoas.

COMENTOU O EMPRESÁRIO ARMANDO CHAVES.

A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), que possui 111 agentes de registro no estado, representa 40% das emissões brasileiras e foi a federação que mais emitiu os certificados em todo o Brasil.

Revista ACIR


OUTUBRO ROSA

PAINEL

ECONÔMICO Este espaço dedicado aos indicadores financeiros locais e nacionais. A produção desta coluna tem como fonte de pesquisa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os gráficos e tabelas aqui relacionados servem como base de informação sobre o cenário e as tendências da economia nacional, e podem ser utilizados como instrumento de pesquisa de dados, podendo assim melhorar a qualidade dos serviços prestados por suas empresas.

GLOSSÁRIO Entenda as siglas e termos utilizados na avaliação dos índices.

PME – Pesquisa Mensal de PMC

Emprego: produz indicadores mensais sobre a força de trabalho que permitem avaliar as flutuações e a tendência, a médio e a longo prazos, do mercado de trabalho

Abril / Maio de 2016

- Pesquisa Mensal de Comércio: produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

SINAPI – O Sistema Na-

cional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil: efetua a produção de custos e índices da construção civil, a partir do levantamento de preços de materiais e salários pagos na construção civil, para o setor habitação. O Sistema é produzido em convênio com a Caixa Econômica Federal - CAIXA. Para os dados sobre saneamento e infra-estrutura estão disponíveis somente os relativos a preços.

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PAINEL ECONÔMICO INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC apresentou variação de 0,44% em março e ficou abaixo do resultado de 0,95% de fevereiro em 0,51 p.p.. Desde 2012, com o INPC de 0,18%, não havia registro de resultado mais baixo nos meses de março. Considerando o primeiro trimestre do ano, o índice situa-se em 2,93%, percentual inferior aos 4,21% registrados em igual período - 12 - de 2015. Na ótica dos últimos doze meses, a taxa foi para 9,91% e ficou abaixo dos 11,08% relativos aos doze meses imediatamente anteriores. Em março de 2015 o INPC situou-se em 1,51%.

ANO

2016

MÊS

VARIAÇÃO(%) NO MÊS

3 MESES

6 MESES

NO ANO

12 MESES

JAN

1,51

3,56

5,15

1,51

11,31

FEV

0,95

3,40

5,89

2,47

11,08

MAR

0,44

2,93

5,81

2,93

9,91

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.

IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA do mês de março apresentou variação de 0,43%, menos da metade da taxa de 0,90% de fevereiro. Desde 2012, com o IPCA de 0,21%, não havia registro de resultado mais baixo nos meses de março. Considerando o primeiro trimestre do ano, o índice situa-se em 2,62%, percentual inferior aos 3,83% registrados em igual período de 2015. Na ótica dos últimos doze meses, a taxa desceu para 9,39%, abaixo dos 10,36% relativos aos doze meses imediatamente anteriores. Em março de 2015 o IPCA situou-se em 1,32%, a maior taxa desde fevereiro de 2003 (1,57%).

ANO

2016

MÊS

VARIAÇÃO(%) NO MÊS

3 MESES

6 MESES

NO ANO

12 MESES

JAN

1,27

3,27

4,91

1,27

10,71

FEV

0,90

3,16

5,63

2,18

10,36

MAR

0,43

2,62

5,51

2,62

9,39

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.

Vale ressaltar ainda que o grupo Alimentação e Bebidas que tem maior peso no orçamento das famílias, cerca de 25,52%, apresentou variação de 1,24% e dominou o IPCA do mês de Março, com impacto de 0,32 p.p., respondendo por 74% do índice.

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Revista ACIR


PAINEL ECONÔMICO PME - Pesquisa Mensal de Emprego Taxa (%) de desocupação no ano de 2015 - Total das 6 áreas A taxa de desocupação é a proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa. Conforme o gráfico abaixo a estimação em fevereiro de 2016, para o conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas, foi de 8,2%, registrando alta de 0,6 ponto percentual frente ao mês anterior. Em relação a fevereiro de 2015, a taxa subiu 2,4 pontos percentuais (passando de 5,8% para 8,2%) no período de um ano.

9,0 8,0 7,0 6,0 5,0

5,8

6,1

6,4

6,7

6,9

7,5

7,5

7,5

7,8

8,2 7,6

7,5 6,8

5,3

4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 jan/15

fev/15 mar/15 abr/15 mai/15 jun/15

jul/15 ago/15 set/15 out/15 nov/15 dez/15 jan/16 fev/16

FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Mensal de Emprego

Regionalmente, a análise mensal mostrou que a taxa de desocupação frente a janeiro último, subiu na Região Metropolitana de São Paulo (de 8,1% para 9,3%) e ficou estável nas demais regiões. Contudo, na comparação com fevereiro de 2015, houve crescimento da taxa em todas as regiões: em Recife, foi de 7,0% para 10,4% (3,4 pp); em São Paulo, de 6,1% para 9,3% (3,2 pp); em Belo Horizonte, de 4,9% para 7,2% (2,3 pp); em Salvador, a taxa passou de 10,8% para 12,6% (1,8 pp); em Porto Alegre, de 4,7% para 6,4% (1,7 pp) e no Rio de Janeiro, de 4,2% para 5,2% (1,0 pp).

Abril / Maio de 2016

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PAINEL ECONĂ&#x201D;MICO PMC - Pesquisa Mensal do ComĂŠrcio O avanço de 1,2% na passagem de janeiro para fevereiro de 2016 para o comĂŠrcio varejista foi acompanhado por quatro das oito atividades pesquisadas. No segundo mĂŞs do ano, o resultado positivo foi destacadamente influenciado por MĂłveis e eletrodomĂŠsticos (5,0%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentĂ­cios, bebidas e fumo (0,8%). Tecidos, vestuĂĄrio e calçados (-2,8%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,4); Equipamentos e material para escritĂłrio, informĂĄtica e comunicação (-1,3%) e Outros artigos de uso pessoal e domĂŠstico (-0,1%) registraram quedas nessa comparação. O comĂŠrcio varejista ampliado tambĂŠm mostrou aumento no volume de vendas entre janeiro e fevereiro de 2016 (1,8%), influenciado positivamente pelo desempenho de VeĂ­culos e motos, partes e peças, com aumento de 3,8%, e Material de construção, com avanço de 3,3%, como mostra a Tabela 3.

ATIVIDADES ComÊrcio varejista (***) 1. Combustíveis e lubri cantes 2. Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo 3. Tecidos, vest. e calçados 4. Móveis e eletrodomÊsticos

MĂ&#x160;S/MĂ&#x160;S ANTERIOR (*)

MĂ&#x160;S/IGUAL MĂ&#x160;S ANO ANTERIOR

Taxa de variação (%)

Taxa de variação (%)

ACUMULADO

DEZ

JAN

FEV

DEZ

JAN

-2,7 0,5

-1,9 -2,5

1,2 0,6

-7,1 -10

-10,6 -13,8

-4,2 -4,1

Taxa de variação (%) NO 12 ANO MESES -5,3 -7,6 -6,8 -9,2

-1

-0,8

0,8

-3,7

-5,8

-1,4

-3,7

-3,0

-2,1 -8,7

-0,1 -5,4

-2,8 5

-10,3 -17,7

-12,9 -24,7

-10,8 -10,9

-12 -18,7

-9,7 -16,0

FEV

5. Artigos farmacĂŞuticos, med. ortop, e de perfumaria 6. Livros, jornais, revistas e pap.

0,4

0,1

0,3

3,1

-0,2

6,2

2,8

2,9

-1,4

-0,1

-2,4

-14,9

-13

-16,3

-14,4

-12,3

7. Equip. e mat. para escritório informåtica e comunicação

-9,1

-0,8

-1,3

-15,4

-24,9

-17,3

-21,2

-7,5

8. Outros art. de uso pessoal de dom. ComÊrcio varejista Ampliado (***) 9. Veículos e motos, partes e peças 10. Material de construção

-3,6 -0,9 0,4 1,1

-3,2 -1,5 -2,2 -5,1

-0,1 1,8 3,8 3,3

-7,9 -11 -20 -13

-14,8 -14,1 -21,3 -18

-11,4 -5,6 -6,6 -11,1

-13,2 -10,1 -14,7 -14,8

-3,9 -9,1 -17,0 -9,5

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e ComÊrcio. (*) SÊries com ajuste sazonal. (**) O indicador do comÊrcio varejista Ê composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 8. (***) O indicador do comÊrcio varejista ampliado Ê composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 10

Na comparação com igual mês do ano anterior, considerando o volume de vendas, o comÊrcio varejista mostrou recuo de 4,2% em fevereiro de 2016, dÊcima primeira taxa negativa consecutiva, sendo essa queda a menos acentuada dos últimos seis meses. Vale citar que fevereiro de 2016 (19 dias) teve um dia útil a mais do que fevereiro do ano passado (18 dias). O resultado deste mês foi acompanhado por taxas negativas em sete das oito atividades investigadas.

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Revista ACIR


PAINEL ECONÔMICO PMS – Pesquisa Mensal de Serviços Conforme registra o gráfico abaixo, no mês de 2016, o setor de serviços apresentou queda de 4,0% no volume de serviços prestados no Brasil, na comparação com igual mês do ano anterior, observando-se tanto em janeiro de 2016 e quanto dezembro de 2015, queda de 5,0%. No que tange aos resultados por atividade, observam-se variações negativas em todos os segmentos, que foram as seguintes: Serviços prestados às famílias (-1,4%); Serviços de informação e comunicação (-5,3%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-4,3%), Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-2,0%) e Outros serviços (-6,1%).

3,0

2,3

2,0 1,0

fev/15

abr/15

mai/15

jun/15

jul/15

ago/15

set/15

out/15

nov/15

dez/15

jan/16

fev/16

0,0 mar/15

-1,0 -2,0 -3,0 -4,0

-2,9 -3,9

-2,2 -3,1 -4,2

-3,5

-5,0

-4,0 -4,8

-6,0

-5,0

-5,0

-5,8 -6,4

-7,0 FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio

A taxa acumulada no ano ficou em -4,5% e em 12 meses, -3,7%. O agregado especial das Atividades turísticas registrou crescimento pelo segundo mês seguido, isto é, 1,3% em fevereiro e 0,5% em janeiro, contra queda de 1,6% em dezembro.

Abril / Maio de 2016

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PAINEL ECONÔMICO SINAPI - Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil 1,4

1,26

1,2 1 0,8

0,73

0,6

0,84 0,69

0,7 0,55

0,5

0,4 0,21

0,2

0,18

0,82

0,26

0,23

0,27

0,28 0,06

0 jan/15

fev/15 mar/15 abr/15 mai/15 jun/15

jul/15 ago/15 set/15 out/15 nov/15 dez/15 jan/16 fev/16 mar/16

FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil

O Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI), calculado pelo IBGE, apresentou variação de 0,82% em março, ficando 0,02 ponto percentual abaixo da taxa de fevereiro (0,84%) conforme descrito no gráfico 02. Os últimos doze meses foram para 7,18%, resultado acima dos 6,55% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em março de 2015 o índice foi 0,23%. O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em fevereiro fechou em R$ 976,82, em março subiu para R$ 984,81, sendo R$ 525,38 relativos aos materiais e R$ 459,43 à mão de obra.

PIM - Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física - Brasil Entre as grandes categorias econômicas, todas permaneceram com o comportamento negativo nos períodos que se refere ao último trimestre de 2015 e a Janeiro/Fevereiro de 2016 como mostra o gráfico 03. Os bens de consumo duráveis (de -27,9% para -29,0%) e bens intermediários (de -9,7% para -10,1%) aceleraram o ritmo de perda, com o primeiro influenciado, principalmente, pela menor fabricação de eletrodomésticos (de -26,1% para -37,7%); e o segundo pressionado, em grande medida, pela redução vinda do setor extrativo (de -7,4% para -14,6%). Os segmentos de bens de capital (de -32,0% para -30,8%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (de -6,2% para -4,5%) mesmo reduzindo a intensidade do recuo entre os dois períodos, prosseguem com o comportamento negativo.

0,0

Bens de Capital

Bens de Consumo Duráveis

-10,0

-11,9

-20,0 -30,0 -40,0

Indústria Geral

-32,0

-30,8

-27,9

Bens Intermediários -9,7

-11,8

-10,1

Bens de Consumo Semi e Não Duráveis -6,2

-4,5

-29,0

4º Trimestre

Jan-Fev/2016

FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física

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Revista ACIR


PAINEL ECONÔMICO IPP - Índice de Preços ao Produtor Em fevereiro/2016, os preços da Indústria Geral (IG) variaram, em média, - 0,58% quando comparados a janeiro/2016, número inferior ao observado na comparação entre janeiro/2016 e dezembro/15 (0,68%).

3,50 2,99

3,00 2,50 1,86

2,00

1,77

1,50 1,00

0,72

0,50

0,72 0,22

0,00

0,96

0,68

0,47 0,00

-0,50

-0,42

-0,32

-1,00

-0,58

fev/15 mar/15 abr/15 mai/15 jun/15

jul/15 ago/15 set/15

out/15 nov/15 dez/15

jan/16 fev/16

FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria

Em fevereiro/2016, 10 das 24 atividades apresentaram variações positivas de preços, contra 18 do mês anterior. 7 As quatro maiores variações observadas em fevereiro/2016 se deram entre os produtos compreendidos nas seguintes atividades industriais: refino de petróleo e produtos de álcool (-3,06%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (2,05%), bebidas (-2,02%) e outros produtos químicos (-1,85%).

Abril / Maio de 2016

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CONTABILIDADE EMPRESARIAL

CONCORRÊNCIA VOCÊ ENFRENTA OU TEM MEDO? Para muitos empresários o mundo ideal é o sem concorrência, você também pensa assim? Todos têm medo de concorrência e isso é normal, porém quando a concorrência desperta em você raiva, insegurança e faz perder o sono, bem, então precisa realmente repensar suas estratégias, pois, alguém assim como você, esta lutando pelo mesmo mercado, entretanto com uma estratégia diferente. Mas, estamos em meio a uma crise, será que há espaço para concorrentes? A falta de competidores em alguns setores pode ser vista como algo positivo ou até mesmo um cenário de sonho. Mas, está longe de ser coisa boa. A falta de concorrência pode significar mercado fraco. São poucas – e ruins - as razões para um negócio não ter concorrência, vejamos: Sua empresa tem olhado o ambiente onde está inserida? Não deixe ser movido pela ansiedade de dar certo e ganhar dinheiro, nem queira se enganar e pintar um mundo mais fácil do que realmente é. Ter uma empresa de sucesso não é fácil e a concorrência vai tomar seu espaço se você deixar. Seu empreendimento é tão inovador frente o mercado? Bem, se esse

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é o motivo de sua despreocupação, com certeza não tardará para os primeiros concorrentes aparecerem. O empreendedor deve ficar atento, pois se fez um grande investimento para educar o seu mercado, quando os concorrentes começarem a vir, pegarão um mercado pronto e educado pelo pioneiro. Isso não parece justo a você e ninguém disse que seria fácil, certo? Se você acha que pelo mercado estar em crise não é hora de investir, nem melhorar seus processos, seus produtos e principalmente a maneira de gerir seu negocio, e continua achando que concorrência é ruim, vou dar uma dica. Se você não tem produtos que as pessoas procuram, está criando oportunidade para eles conhecerem seus concorrentes, mas mesmo assim acha que está no caminho certo? Que tal um mercado sem concorrência? Um exemplo clássico sobre competitividade no mundo a fora é: que tal montar uma churrascaria na Índia? Matéria prima abundante e barata e concorrência zero. Só não se esqueça que por lá poucos consomem carne bovina, animal tido como sagrado naquela parte do mundo.

Rodrigo Becher é contador, mestre em Gestão Empresarial pela UNIDERP Campo Grande, atua como professor universitário de pós-graduação e instrutor de treinamentos com atuação nacional.

CISA SER COMPETITIVO E PARA SER COMPETITIVO, PRECISA DE CONCORRÊNCIA com isso os empreendedores se mantém inovadores. A competição faz as pessoas pensarem de forma diferente sobre os mesmos problemas, o que é necessário para a manutenção e crescimento do negócio e das pessoas ligadas a ele. Pense nisso e não diga depois, se eu soubesse disso antes, teria feito, o momento é agora!

PARA SE MANTER VIVO, PRE-

Revista ACIR


AVALIAÇÃO DE VENDAS

PÁSCOA AGRADOU A 60% DOS EMPRESÁRIOS RONDONOPOLITANOS MESMO COM ESSE RESULTADO MUITOS COMERCIANTES DISSERAM QUE VENDERAM MENOS QUE NO ANO PASSADO E ACREDITAM QUE A REDUÇÃO DEVE SER REFLEXO DA INSTABILIDADE FINANCEIRA NACIONAL. As vendas de ovos de chocolate e outros presentes nesta Páscoa agradaram pouco mais da metade dos comerciantes entrevistados pelo Instituto de Pesquisa ACIR (IPA) que avaliou como foi o movimento do comércio nesse período. A maioria, representada por 56%, afirmou ter tido boas vendas. Somada aos 4% que disseram ter feito excelentes vendas, a pesquisa aponta que 60% dos comerciantes ficaram satisfeitos com o resultado dessa Páscoa. Porém, em volume de vendas, 44% afirmaram ter vendido menos que no mesmo período do ano passado. Os empresários que disseram ter vendido igual no ano passado somam 25,9%. A venda de ovos de chocolate e outros itens de presentes superou a expectativa de 22,2% dos entrevistados que venderam mais do que nesse período em 2015. Os tradicionais ovos e outras guloseimas feitas a base de chocolate continuam dominando as vendas que ficaram bem divididas: 19% optaram por ovos, 19% diversificaram ovos e outros produtos em cestas e 15% compraram chocolates diversos. As formas de pagamentos citadas na pesquisa comprovam que o consumidor não estava com dinheiro no bolso

Abril / Maio de 2016

APESAR DO BAIXO VOLUME, VENDAS AGRADARAM A MAIORIA DOS EMPRESÁRIOS ENTREVISTADOS.

na hora de fazer as compras. A maioria das vendas (44%) foram pagas com cartão de crédito parcelado. As vendas a vista representaram 22% e as feitas com cartão de débito 15%. Uma opção ainda utilizada por muitos clientes é o crediário, nessa Páscoa 19% das vendas foram realizadas com essa opção de pagamento. A coordenadora do IPA, Márcia Dótoli, comentou que a pesquisa mostrou o

reflexo da recessão econômica do país, queda nas vendas e consumidores utilizando cartão de crédito parcelado que demostra uma capacidade de pagamento reduzida. Outro dado apontado na pesquisa comprova que o rondonopolitano, assim como muitos brasileiros, deixou para comprar presentes de última hora. Os empresários disseram que 78% das vendas foram realizadas no dia 26 de março, último dia antes da Páscoa.

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COLUNA LEI E DIREITO

NEM WILLYS, NEM BOLSONARO No domingo (17/04/2016), confesso, assisti com um misto de perplexidade, vergonha e asco, o triste e recente episódio protagonizado pelos ilustres deputados federais quando votavam pela aprovação ou pela rejeição do relatório da comissão de impedimento. E não se trata de um posicionamento cegamente polarizado a favor ou contra o processo de impedimento. Não estou em cima do muro, particularmente sou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O que me entristeceu profundamente foi a percepção da absoluta falta de compromisso e de argumento (de conhecimento da causa) dos doutos parlamentares de ambos os polos, que transformaram o que deveria ser um momento histórico e da maior seriedade, num vergonhoso show de horrores transmitido ao vivo para o mundo todo. A caricatura da câmara dos deputados que me fez lembrar a famosa frase do conde Joseph-Marie de Maistre: Toute nation a le gouvernement qu’elle mérite. As dedicatórias no momento da manifestação do voto, o que foram aquilo?! No mínimo um despropósito. Ora glorificações ideológicas, ora apologias incabidas, ora referências amorosas aos familiares. Teve até deputado que levou o filho

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para votar (dizer o “sim”) em seu lugar. Não contentes com os arroubos impróprios dos seus pares, os deputados Jair Bolsonaro (PSC) e Jean Willys (PSOL-RJ) conseguiram algo ainda mais grotesco, mais indigno, mais bastão. O primeiro porque usou do microfone para, muito além do voto, manifestar desairoso saudosismo do regime ditatorial militar; o segundo, porque reagiu a uma suposta provocação homofóbica com uma cusparada no segundo. Intolerância combatida com intolerância. Ignorância por ignorância. Extremos políticos barulhentos e irrelevantes. Existiram alguns comentaristas, evidentemente parciais, que aqueles que votavam pelo sim, porque não podiam justificar a inexistência do crime de responsabilidade da presidente, de base jurídica para o impedimento, optavam pelas dedicatórias desatinadas, olvidando que eles próprios haviam dedicado em disparate. Ora, a denúncia que levou ao início do processo de impeachment foi elaborada por três juristas da mais alta competência e reconhecimento acadêmico, Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Paschoal, e teve o rito procedimental aprovados pelo Supremo Tribunal Federal. Posso presumir com confortável segurança que o que não falta à denúncia é

Jean Ribeiro

advogado em Rondonópolis desde 2002 e assessor jurídico da ACIR.

base jurídica (e da melhor qualidade técnica). Fato é que as dedicatórias e as justificativas, fossem o que foram, eram de todo dispensáveis, desnecessárias. Naquele momento a expectativa da Nação era apenas de que todos os parlamentares tivessem amplo, sério, detalhado e minudente conhecimento do relatório da comissão de impedimento e, por isso, convictos votassem SIM (pela aprovação) ou NÃO (pela rejeição), era o quanto bastava. O processo de impedimento foi aprovado, todos sabemos (367 votos favoráveis e 137 contrários) e seguiu para o Senado da República, onde os senadores decidirão pela admissibilidade (ou não) do processo de impeachment. Oremos! Revista ACIR


PESQUISA

RONDONÓPOLIS CONTA COM CENTRO DE TREINAMENTO DO IMAMT AMPA O ESPAÇO FOI CONSTRUÍDO PARA MELHORAR A QUALIDADE DOS PRODUTOS E DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ALGODÃO E OUTRAS CULTURAS DE MATO GROSSO. ESTRUTURA VAI ATENDER TREINAMENTOS E OFICINAS PARA CAPACITAR MÃO-DE-OBRA E DESENVOLVER TECNOLOGIA.

AUTORIDADES DURANTE A CERIMÔNIA DE INAUGURAÇÃO.

A região Sul de Mato Grosso, de forte tradição algodoeira, ganhou um Centro de Treinamento e Difusão Tecnológica que é parte de um projeto voltado para o futuro da cotonicultura e do sistema produtivo adotado no cerrado matogrossense. “Em meio a adversidades, Mato Grosso continua sendo um porto seguro e o agronegócio, do qual fazemos parte, tem dado inúmeras provas de sua solidez e de sua importância para o futuro do Brasil. Este Centro de Treinamento, assim como outros quatro que estão sendo implantados nos núcleos regionais de produção algodoeira, está integrado a um processo de melhoria contínua e de busca da produção com responsabilidade social e ambiental”, afirmou Gustavo Piccoli, presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt). Com uma área de aproximadamente 190 hectares (sendo mais de 5 mil

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metros quadrados de área construída), o Centro de Treinamento e Difusão Tecnológica do Núcleo Regional Sul tem estrutura para a realização de treinamentos e oficinas visando à qualificação de mão de obra e para a identificação e difusão de novas tecnologias. “Ser produtor em Mato Grosso é enfrentar uma série de desafios e, para vencê-los, é preciso ter visão do futuro. Com este empreendimento vamos garantir o futuro da cotonicultura por mais 100 anos e temos certeza de que ele será um centro de difusão de novos conceitos não só para o algodão como para outras culturas que vão garantir o desenvolvimento do estado”, afirmou o ex-governador de Mato Grosso, Rogério Salles, vice-prefeito de Rondonópolis. O produtor Sérgio De Marco, que atua na região Sul, destacou o empenho da equipe do IMAmt e disse que o Centro de Treinamento é resultado de um trabalho que os associados da Ampa vêm fazendo há muitos anos. “Foi um

trabalho duro e silencioso. O resultado é que está fazendo barulho”, comentou De Marco, ex-presidente da Ampa e da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), referindo-se às perspectivas abertas com a construção do CT de Rondonópolis e de outros quatro em implantação nas regiões de Sorriso, Campo Verde, Campo Novo do Parecis e Sapezal. O projeto de construção dos Centros de Treinamento e Difusão Tecnológica tem apoio financeiro do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). O presidente da Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR), José Luiz Gonçales Ferreira, participou da inauguração e comentou que a difusão do conhecimento faz melhorar a qualidade dos produtos e também deve movimentar o comércio do município. O vereador Jaílton do Pesque e Pague representou a Câmara Municipal na cerimônia Da Ampa com alterações

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COLUNA GESTÃO DE PESSOAS

VALE A PENA INVESTIR EM CLIMA ORGANIZACIONAL? O Clima Organizacional é uma das medidas mais comuns do comportamento organizacional aplicadas nas empresas, costuma fazer parte da rotina anual da área de Recursos Humanos e ainda embasar decisões das diretorias em relação aos investimentos que serão feitos em pessoas e no ambiente de trabalho. Quando falamos de Clima Organizacional, não necessariamente estamos falando da mesma “coisa”. Cada funcionário tem seu próprio “jeito” de olhar a organização e é exatamente a soma destes diferentes olhares que cria uma percepção compartilhada da empresa e de suas práticas, e a esse fenômeno damos o nome de Clima Organizacional. Na hora de medir o Clima, todos as opiniões, visões, frustrações e desejos, tanto de funcionários quanto de gestores, contam. Nesse processo as percepções são coletadas por meio de uma avaliação de dimensões chave para um bom clima organizacional, geralmente coletadas por meio de um questionário. Uma pesquisa de clima deve avaliar vários aspectos relacionados ao trabalho e a gestão da empresa, tais como: condições de trabalho, políticas e práticas de remuneração,

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promoção e reconhecimento, suporte gerencial, comunicação, coesão entre colegas, aspectos da cultura organizacional, entre outros. Medir o clima organizacional é só o começo de um processo de desenvolvimento contínuo, normalmente a medida é repetida anualmente para ser possível observar o impacto de mudanças executadas a partir de levantamentos anteriores. No entanto, ainda é comum que executivos e empresários questionem a relevância dos investimentos necessários para construção de um bom clima organizacional. Para amparar os profissionais que trabalham para melhorar o Clima, vários estudos apontam que um bom clima organizacional oferece o contexto necessário para que os funcionários sejam mais produtivos, aceitem melhor mudanças, contribuam mais com ideias e estejam dispostos a fazer sacrifícios em prol de um resultado coletivo, além disso, um bom clima organizacional diminui a intenção de rotatividade e é capaz de provocar nos funcionários “orgulho” por trabalharem naquela empresa ou fazer parte daquela equipe o que por sua vez, amplia os comentários positivos dos funcionários sobre a

Elisane Leão é psicóloga, especialista em processos de RH e consultoria em gestão de pessoas

empresa e acabam também afetando positivamente sua imagem na comunidade. Então, diante do que foi exposto até aqui vale a pena investir em Clima Organizacional? É possível melhorar os resultados organizacionais de uma empresa abraçando o desafio de melhorar o Clima continuamente?

Revista ACIR


MENOS OPORTUNIDADES

CNC PROJETA QUEDA DE 3,3% DO EMPREGO NO VAREJO ESTE ANO MATO GROSSO OCUPA A QUINTA POSIÇÃO COM MAIOR RETRAÇÃO NO PAÍS (-2,9%). Um dos últimos setores a iniciar demissões por conta da recessão, o número de trabalhadores formais empregados no varejo deverá encolher 3,3% até o fim do ano, de acordo com estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmada, a previsão corresponderia a um corte de 253,4 mil empregos celetistas ao longo de 2016, em todo o Brasil. As projeções da entidade foram baseadas no comportamento do emprego celetista do setor, a partir de dados mensais do Caged do Ministério do Trabalho e Previdência Social. “O ajuste tardio no quadro de funcionários do varejo, associado à intensificação da retração das vendas em 2016, deverá levar o varejo a registrar queda no número de trabalhadores pelo segundo ano seguido”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação. Em 2015, a atividade varejista registrou recuo de 2,3% em relação ao ano anterior com o fechamento líquido de 179,9 vagas, ritmo que se manteve nos acumulados dos últimos 12 meses encerrados em fevereiro. Para 2016, a CNC projeta recuo de 8,3% no volume de vendas do varejo. Apesar da nítida perda de ritmo de atividade, a redução do número de empregados no varejo em relação ao mesmo período do ano anterior se deu somente a partir de agosto de 2015, quando as vendas já acumulavam recuo de 5,2% no mesmo intervalo de 12 meses. Naquela ocasião, apenas 3 dos 25 subsetores da economia ainda registra-

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É PERCEPTÍVEL A REDUÇÃO DO NÚMERO DE PROFISSIONAIS NO VAREJO.

vam variações positivas no número de trabalhadores ocupados no intervalo de um ano, a saber: serviços de alojamento e alimentação (+0,1%), serviços médicos, odontológicos e veterinários (+3,7%) e atividades de ensino (+1,3%). Contabilizando todos os subsetores, o emprego celetista já acusava retração anual de 2,3% no mesmo período. Nesse período, o emprego nas lojas de artigos de uso pessoal e doméstico encolheu 15,2%. Esse segmento do varejo não especializado é formado, principalmente, por lojas de utilidades domésticas, eletroeletrônicos, brinquedos e joalherias. E, somado ao

comércio automotivo e às lojas de materiais de construção, o segmento deverá fechar 202,1 mil vagas (79,7% do total), segundo a entidade. Regionalmente, as maiores retrações do número de trabalhadores nos últimos 12 meses ocorreram no Amapá (-5,4%), Espírito Santo (-4,0%) e Distrito Federal (-3,4%). Nesses três casos, o volume de vendas nos últimos 12 meses encerrados em janeiro recuou mais (-15,5%, -18,3% e -12,7%, respectivamente) do que a média nacional (-9,3%). Mato Grosso ocupa a quinta posição de maior retração no país (-2,9%).

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PAPI RENAV

ACIR ACOMPANHA LICITAÇÃO DE COMPRA DOS EQUIPAMENTOS DO AEROPORTO VENCIDA MAIS ESSA ETAPA É PRECISO AGUARDAR AGORA A INSTALAÇÃO, CALIBRAGEM E POSTERIORMENTE A HOMOLOGAÇÃO DO SISTEMA PELA ANAC. A população de Rondonópolis, especialmente os usuários do aeroporto municipal Maestro Marinho Franco, recebeu uma notícia muito esperada: a prefeitura realizou a licitação e adquiriu os equipamentos que vão dar maior segurança nos procedimentos de pousos e decolagens em solo municipal, o sistema Papi e Rnav. A empresa vencedora foi a Braxton Sistemas e Serviços, do Rio de Janeiro, que receberá R$ 890 mil pela venda e instalação dos dois equipamentos, além da homologação do Papi. A Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR) é uma das entidades representativas que luta pela melhoria das condições do aeroporto. O presidente José Luiz Gonçales Ferreira, participou do processo licitatório e comemorou mais essa conquista para o município. No começo deste ano, a previsão da prefeitura era proceder a aquisição e instalação dos equipamentos em questão dentro de 90 dias, prazo que se encerrou em 15 de abril – e que não será possível cumprir. Conforme o secretário municipal de Transportes e Trânsito, Argemiro Ferreira, o prazo para recurso é de 24 horas após a licitação. Com a inexistência de recurso o contrato com a empresa foi assinado. O Papi são as luzes que se localizam ao lado da pista com o objetivo de identificar se a aeronave, na aproximação final,

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O PRESIDENTE JOSÉ LUIZ ACOMPANHA PESSOALMENTE O PROCESSO LICITATÓRIO.

está alta ou baixa no ângulo de descida. Normalmente são quatro “caixinhas” com espelhos que, conforme o ângulo, mostram uma cor branca ou cor vermelha. Então se a cor muda conforme o ângulo com o qual se olha para o sistema, assim o piloto, numa leitura direta das cores, sabe se está alto ou baixo na rampa. O secretário diz que a expectativa é que a implantação dos equipamentos inerentes ao Papi e Rnav seja feita, após essa assinatura, ainda no mês de maio. Quanto à homologação do Papi junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ele preferiu não estimar um prazo, mas negou que possa demorar até 6 meses. Afirmou ser um prazo menor. “Nós faremos todo empenho possível para que seja acelerado todo esse processo necessário”, garantiu. O Papi e o Rnav são uma grande cobrança da sociedade local ultimamente, pois minimizarão os problemas com cancelamento de voos ou aterrissagem quando de condições meteorológicas desfavoráveis.

“Foi algo bem transparente”, atesta o secretário. Argemiro ressaltou que o Papi e o Rnav (PBZPA IFR) são elementos que reforçam a segurança de voo no Aeroporto Municipal. Em relação ao resultado da licitação, observou que a empresa ganhadora possui vasta experiência em equipamentos aeroportuários. “Isso nos dá uma garantia integral daquilo que vai ser implantado!”, externou. Representante da empresa ganhadora da licitação anunciou ontem que pretende fazer uma explanação pública aos interessados da sociedade local sobre os equipamentos a serem instalados no Aeroporto Municipal, os prazos necessários para que estejam em funcionamento, bem como passando informações sobre a operação aeroportuária. Ainda para a atual gestão municipal, segundo Argemiro, está nos planos a aquisição de uma esteira para restituição de bagagens para o Aeroporto Municipal. Revista ACIR


AVALIAÇÃO

IPA VAI LEVANTAR CARGOS E SALÁRIOS DE RONDONÓPOLIS DESTA VEZ O ESTUDO SERÁ FEITO ONLINE. AS EMPRESAS PARTICIPANTES RESPONDERÃO QUESTIONÁRIO NA INTERNET GASTANDO MENOS TEMPO E COM MAIS FACILIDADE. A Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis, por meio do Instituto de Pesquisa ACIR (IPA), vai investir na realização de um levantamento que vai apresentar um quadro geral das remunerações e os cargos que são efetivados no comércio e indústria do município. A elaboração do projeto está em fase avançada e a pesquisa deve começar ainda no primeiro semestre desse ano. O objetivo da ACIR é identificar os valores que estão sendo pagos para os trabalhadores de Rondonópolis de acordo com a função desempenhada. Com o levantamento concluído, os resultados poderão servir como referência para os parâmetros de atração e retenção de colaboradores, sobretudo gerar uma referência na determinação de critérios salarias a serem praticados. Desta vez o IPA vai inovar e fazer a

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pesquisa de forma online. As empresas que quiserem participar receberão a pesquisa eletrônica por e-mail e poderão responder e enviar a resposta também pela internet, dando mais agilidade, veracidade e confiança nos resultados. Apesar de ser uma informação que normalmente as empresas não costumam divulgar, a coordenadora do IPA, Márcia Dótoli, garante que os dados são sigilosos e que não serão solicitados aos participantes nenhum dado pessoal – nome, endereço, etc – utilizando apenas as informações de atividade ou função na empresa e a remuneração paga para o trabalhador. “A participação das empresas é voluntária, nós fazemos o convite para participar da pesquisa e cada uma decide por si. Porém, o nosso desejo é que o maior número de em-

presas, de qualquer segmento, esteja no levantamento, assim teremos um resultado mais próximo da realidade”, comentou Márcia Dótoli. Uma questão que diferencia uma empresa de outras, na visão dos empregados, é o plano de cargos e salários. É nesse documento que o colaborador mais atento planeja o futuro e com isso melhora o desempenho e até mesmo investe na qualificação profissional, resultado que reflete também nos números de crescimento das empresas. A participação nesse levantamento é gratuita e as empresas que forem voluntárias, assim como as associadas à ACIR, receberão o resultado e o relatório final sem custo nenhum. Outras empresas poderão ter acesso às informações adquirindo a pesquisa no Instituto de Pesquisa ACIR.

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EXPERIÊNCIA JOVEM

PRÁTICA LEVA À ACERTADA ESCOLHA PROFISSIONAL ESTUDANTES E EMPRESÁRIOS TÊM ATENDIMENTO PRESENCIAL LOCAL, VISTO QUE A ACIR É UMA AGENTE INTEGRADORA DO PROE EM RONDONÓPOLIS. Quando cursava graduação, José Roberto Tiossi Júnior não pensava em atuar na área do Direito Administrativo, tampouco com licitações e contratos. Em muitas universidades, tais assuntos são só pincelados durante o curso. Tudo mudou depois do estágio, primeiro no departamento jurídico do Proe Estágios, que também é agente de integração ligado à ACIR que faz a ponte entre estudantes, empresas e instituições de ensino e mantém estagiários nas áreas jurídica, administrativa e financeira, depois no Observatório Social de Maringá e do Brasil. Foi assim que o acadêmico adentrou no universo do direito público, atualmente principal área de

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atuação do advogado, sócio de um escritório de advocacia e numa empresa de consultoria. “Se não fosse o estágio, dificilmente teria me interessado por esta área tão carente de profissionais e com amplo mercado de atuação. Sou apaixonado pelo que faço. Esta satisfação foi despertada pelo estágio”, afirma. 150 municípios Estudantes de mais de 150 municípios, dentre eles Rondonópolis, encontram no Proe Estágios o parceiro para conquistar uma vaga e aplicar o conhecimento adquirido em sala de aula. As chances são grandes, em todo o Brasil o programa é composto por mais de 17 mil empresas e 4,5 mil instituições.

Vinculado às Associações Comerciais, em Rondonópolis atende pela ACIR, de onde são administrados os termos de compromisso de estágios locais e nacionais. As empresas que precisarem de contratar estagiários podem procurar o Centro de Desenvolvimento Empresarial (CDE) da ACIR e solicitar os candidatos. A ACIR cadastra currículos diariamente de jovens estudantes interessados em uma vaga de estágio. Ficou interessado? Saiba mais entrando em contato pelo telefone 3439-8011 e se sua empresa já é associada à ACIR solicite atendimento pelo email carla@acirmt.com.br. Revista ACIR


COMPORTAMENTO

OS 7 PECADOS CAPITAIS DE UM ESTAGIÁRIO SE VOCÊ ESTÁ ENTRANDO NO MERCADO DE TRABALHO PRESTE ATENÇÃO NAS DICAS E PREPARE-SE PARA O FUTURO. A figura do estagiário nas empresas é cercada por um imenso folclore. Quem nunca ouviu a piada de que ele só cumpre funções como “tirar xerox” ou “trazer o cafezinho”? Ou de que a culpa por qualquer erro cometido pela equipe pode ser atribuída a ele? Essas são só algumas das tiradas humorísticas mais comuns sobre os jovens no ambiente de trabalho. Mas, para além das brincadeiras, o fato é que o estágio cumpre uma função muito valiosa para a carreira de qualquer pessoa. De acordo com Felipe Maluf, sócio da YCoach, empresa especializada em coaching para jovens, a experiência serve como um importante laboratório para a vida profissional.

“Você vai poder errar, até uma certa medida, por ser estagiário”, diz ele. “Ao mesmo tempo, terá a oportunidade de ver como funciona o mercado de trabalho e como se articulam as relações de poder numa organização”. Greta Munhoz, gerente da consultoria Companhia de Estágios, diz que um estágio bem aproveitado é aquele em que o estudante tem o máximo de contato possível com diferentes departamentos e projetos de uma empresa. Quanto maior essa exposição, continua ela, mais fácil será testar sua própria satisfação com sua escolha de curso universitário - e direcionar a sua carreira para a área com a qual você descobriu ter mais afinidade.

Desperdiçar o potencial de aprendizado dessa fase é, portanto, um erro grave. O problema é que, por causa da remuneração e da carga horária reduzidas, alguns estudantes acreditam que o estágio é um vínculo menos importante do que um emprego registrado. Assim, diz Greta, muitos demonstram falta de compromisso com a empresa. Esquivar-se de um problema com desculpas como “Eu sou só o estagiário” é um tiro no pé. “Você não pode agir como se estivesse fora do barco, a não ser que não queira continuar no barco, isto é, ser efetivado”, afirma a psicóloga. Exame.com

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DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

CAPACITAÇÃO E DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL SÃO ALGUMAS DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO DEPARTAMENTO DO FOMENTO DO MUNICÍPIO.

MUNICÍPIO CONCENTRA ESFORÇO NO FORTALECIMENTO DE MICROS E PEQUENOS EMPREENDEDORES Fortalecer micros e pequenos empreendedores com a formalização, o apoio de gestão e as ações inovadoras. Esta foi a tônica do trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Rondonópolis, em 2015. A secretária Stefânia Pasqualotto avalia que as ações integradas, neste sentido, ajudam a consolidar micros e pequenas empresas na cidade. A meta em 2016 é avançar no programa e colocar em prática também, o planejamento de desenvolvimento industrial. O relatório das ações desenvolvidas em 2015, divulgado pela secretária Stefânia, destaca as atividades do Departamento de Ciência, Tecnologia, Capacitação e Inovação que qualificou 131 pessoas com os cursos de costura industrial e informática, em parceria

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com instituições e entidades assistenciais, em diversos bairros da cidade. A parceria com a incubadora de empresas I-deia garantiu o acompanhamento de 19 empresas. O período de incubação é de dois anos. Toda comunidade foi beneficiada com a realização da 1ª Feira Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Rondonópolis. O evento recebeu 3.680 visitantes e contou com 104 projetos inscritos. Desse total, 60 foram aprovados para exposição e quatro foram convidados a participar. Aconteceram também clínicas tecnológicas e palestras. A organização e realização da Feira mobilizou 310 pessoas e o investimento de R$ 199.032,30. Stefânia Pasqualotto firmou parceria

com o Sebrae para desenvolver o projeto de encadeamento produtivo que acompanhou, qualificou e trabalhou para fortalecer 30 empresas de vários ramos de atividades. Estas prestam serviços a grandes empresas, denominadas de âncoras. Dentre elas estão a Cervejaria Petrópolis (Crystal) e TBM Têxtil. O município investiu R$ 50 mil no projeto de quase R$ 300 mil. Durante o ano, 124 micros e pequenos empreendedores foram beneficiados com o diagnóstico empresarial que é desenvolvido em parceria com professores e alunos do Curso de Administração da Unic. A equipe da Pasta de Desenvolvimento Econômico firmou parceria em outros eventos para melhorar as ações em prol do pequeno.

Revista ACIR


FOMENTO

FECITI MOVIMENTOU OS ESTUDANTES E INVENTORES LIGADOS À TECNOLOGIA NA CIDADE.

Outro departamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico que trabalhou em prol do micro e pequeno empreendedor durante o ano foi o de Fomento. Junto com o Centro de Atendimento Empresarial – CAE, o setor registrou 2.141 atendimentos, 349 formalizações de empreendedores, 26 alterações cadastrais, 22 baixas

STEFÂNIA PASQUALOTTO, SECRETÁRIA

de CNPJ, 274 declarações anuais de faturamento para microempreendedores, 670 emissões do documento de arrecadação simplificada do MEI e 800 atendimentos. Foram feitos também 94 cadastros de vendedores ambulantes e 4 capacitações para comerciantes ambulantes de alimentos, em parceria com o Senac, para boas práticas na manipulação de alimentos, além de 20 atendimentos a empresários interessados em políticas de fomento e linhas de créditos. Os microempreendedores foram beneficiados com palestras, cursos e oficinas realizadas em parceria com o Sebrae. Aconteceram também dois eventos de CAE Itinerante no Cras Iguaçu e Cras Luz Da’yara que resultaram em 46 atendimentos e formalizações. O Departamento trabalhou também em parceria com a Secretaria de Promoção e Assistência Social para

realizar palestras no Programa Mulheres Empreendedoras e levar informações sobre os benefícios da formalização. A equipe participou ainda da 7ª Semana do Microempreendedor, do evento Compre do Pequeno e do Seminário Alimentar do Sebrae. Stefânia Pasqualotto anuncia que em 2016 a secretaria trabalha para avançar nas ações de inovação tecnológica e no fortalecimento de micros e pequenos empreendedores; além de investir na atração de grandes empresas e implantação do parque tecnológico em Rondonópolis. Outra meta é conseguir desenvolver e colocar em prática o planejamento industrial da cidade. A secretária conta que vem atuando em parceria com a UFMT no diagnóstico necessário sobre as leis de incentivo já praticadas na esfera industrial. O resultado do estudo deve servir de base para o planejamento

DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

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COLUNA TRIBUTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

O NOVO DIREITO TRIBUTÁRIO BRASILEIRO – PARTE 2 As presentes considerações complementam as discussões iniciadas na edição anterior desta Revista ACIR sobre o Recurso Extraordinário nº 601.314 julgado pelo Supremo Tribunal Federal. O acórdão trata da dispensa de ordem judicial para que a Secretaria da Receita Federal do Brasil (SRFB) acesse dados bancários dos contribuintes, bastando-lhe, abertura de processo administrativo. Neste texto, serão desdobradas importantes consequências a partir do voto do ministro Gilmar Mendes, pela constitucionalidade da Lei Complementar no 105/2001, a autorizar quebra de sigilo independentemente de decisão judicial. Assumindo como ponto de partida a existência de um dever fundamental de pagar tributos (hipótese teórica sugerida pelo autor português Casalta Nabais), o ministro argumenta pelo poder da Receita Federal em dar efetividade a esse dever dos contribuintes. Por fim, conclui lembrando situação da vida cotidiana supostamente tão invasiva quanto a quebra de sigilo bancário, mas que seria, porém, aceita com naturalidade pelos contribuintes. Trata-se da revista de bagagens em aeroportos, considerada por Gilmar Mendes como apenas mais um instrumento

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de busca ao pagamento de tributos. Ao menos uma das inconsistências técnicas deve ser destacada: a fundamentação do voto não corresponde ao pedido do contribuinte. Veja-se. O Recurso Extraordinário 601.314 não versa sobre recusa do contribuinte em fornecer dados bancários. Ou seja, os contribuintes jamais se opuseram ao acesso aos dados pelas Receitas Federal, Estaduais e Municipais, mas tão somente pleitearam que a manifestação do judiciário fosse condição para a quebra do sigilo bancário. O ministro, porém, enfrentou a vedação ao acesso aos dados e, para decidir contrariamente aos contribuintes utilizou-se de argumentação finalística da busca pelo tributo devido. Ou seja, se a quebra do sigilo aumenta a capacidade do Estado de alcançar o tributo devido (finalidade), deve-se tratar concessivamente os meios utilizados para tanto. Esse tipo de argumentação impacta o ambiente institucional aos empresários, na medida em que gradativamente subtrai importância ao princípio constitucional da legalidade tributária em matéria de obrigação acessória. Isso significa que os órgãos fa-

Zaid A. H. Arbid Graduado e especialista em Direito Tributário pela Universidade de São Paulo

zendários acumulam sinais positivos da Corte Suprema brasileira no sentido de autorizar criação de obrigações tributárias acessórias, mesmo que elas desafiem princípios constitucionais. Evidente que o voto do ministro não se resume em um ginasial equívoco, mas representa o resultado de uma ponderação entre princípios constitucionais em colisão, no caso, moralidade tributária, de um lado e reserva de jurisdição, de outro. Por fim, a discussão sobre este tema nos coloca diante de uma questão que será tratada no texto seguinte: seria possível de alguma maneira o empresário prever que o ambiente institucional em matéria tributária contaria com essa aprovação pelo Supremo Tribunal Federal no sentido de que a Receita Federal poderia ter acesso aos dados sem ordem judicial?

Revista ACIR


COLUNA OBSERVATÓRIO SOCIAL

AS CONSEQUÊNCIAS DA OPERAÇÃO LAVA-JATO O Brasil tem dimensão continental e nos dá as melhores condições para nosso desenvolvimento. Nosso clima tropical favorece a agricultura, não temos vulcões, terremotos, nem mesmo outras catástrofes naturais que destroem e assustam a humanidade. Por que, então, há tantos problemas e dificuldades no nosso dia-a-dia? A resposta está na corrupção que está explícita e se tornou fortemente presente em razão dos resultados da operação lava-jato, que deixou a descober to uma série de crimes que não nos era possível imaginar a dimensão. O processo de impeachment é apenas par te do expurgo nacional, necessário para desper tar o combate firme e consciente deste grande mal. O momento é de reflexão para todos os cidadãos que devem buscar melhorar-se, pensando no próximo, agindo de forma honesta e resgatando a boa-fé que deve ser inerente a cada um. Muitas medidas já estão surgindo para implantar rotineiramente o combate à corrupção. As empresas devem adotar medidas de compliance para se precaverem contra atos de corrupção. Esta iniciativa de rígido controle interno inibe as práticas nocivas

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e dá maior credibilidade à empresa. A transparência na gestão empresarial também se traduz em um plus, trazendo ganhos à empresa que passa a gozar de maior credibilidade no mercado, fator este cada dia mais exigido e necessário ao estabelecimento dos negócios. A lei anticorrupção e as propostas do projeto de lei de iniciativa popular apresentado pelo Ministério Público Federal denominado “Dez medidas contra a corrupção” pretende trazer inovações legais que tornam o combate à corrupção mais efetivo, possibilitando recuperar o dinheiro desviado e punindo os corruptos de forma mais severa, dificultando essas práticas lesivas para, se não extirpá-las de vez, diminuir em muito a sua ocorrência. Precisamos, ainda, nos tornar cidadãos atuantes, primeiramente, escolhendo bem os candidatos que elegeremos e nos representarão. Não é possível votar em alguém para vereador e logo em seguida nem mesmo saber seu nome. Devemos escolher o representante a par tir de propostas concretas. Promessas abstratas como fazer melhorias na saúde e educação não qualificam o candidato. É necessário um programa de atuação que o cidadão entenda necessário para apoiar o candida-

to e exigir o seu cumprimento nos quatro anos de mandato. O mesmo se dá com o prefeito. A cidade será melhor e próspera com a par ticipação atuante de cada um, cobrando e fiscalizando. A história já deu mostras que não há um Salvador da Pátria e um belo discurso não traz as mudanças necessárias. A transparência é fundamental para o conhecimento e inibição das práticas de corrupção. Somente assim, poderemos amadurecer como povo. O Obser vatório Social se propõe a ser um espaço de fomento à cidadania, facilitando o acompanhamento do trabalho desenvolvido pelos vereadores e também pelo Prefeito. A par ticipação é fundamental. A operação lava-jato também abriu nossos olhos e nos fez perceber que chegou a hora de sair da comodidade de nossa poltrona. Tudo o que está acontecendo deve nos trazer à compreensão de que não podemos mais ficar em nossa espantosa inércia. A eleição para vereadores e prefeito se aproxima. É tempo de colocar em prática essa nova concepção de cidadão atuante a fim de pararmos de repetir os mesmos erros. Trocar apenas as pessoas e continuar com os mesmos atos não nos conduzirá a resultados diferentes.

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ENFRENTAMENTO

CACB PROPÕE PACTO PARA VENCER A CRISE

O DOCUMENTO FOI ASSINADO DURANTE A POSSE DO NOVO PRESIDENTE DA CACB.

O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil – CACB – George Pinheiro, propôs um “Pacto de Sintonia com o Crescimento”, reunindo todas as forças vivas do País, para ajudar o Brasil sair da crise. Para ele, que lançou a ideia nesta quarta-feira, no seu discurso de posse, em Brasíllia, o País não agüenta mais alimentar os privilégios da burocracia estatal e necessita com urgência de ajustes fiscais. Estabilidade política para mudar o cenário e um novo Pacto Federativo “para acabar com a guerra fiscal e garantir melhor divisão no bolo dos tributos a Estados e Municípios também foram defendidos”. O presidente da CACB garantiu ainda que a entidade está pronta para promover a mobilização nacional, aproveitando sua capilaridade nos 27 Estados do País, nas 2.300 Associações Empresariais, nos municípios e com seus mais de 2 milhões de filiados. A posse festiva da nova gestão na CACB (2016-2018) foi prestigiada pelo

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ministro das Cidades, Gilberto Kassab, representando a presidenta Dilma, por senadores, deputados e pelo presidente do Sebrae nacional, Afif Domingos, que valorizou a importância do empreendedorismo e da parceria do Sebrae com a CACB, em diversos projetos. Kassab falou sobre a importância do empreendedorismo jovem. “Identifico nas Associações Comerciais e Empresariais pontos fundamentais para o desenvolvimento e para a justiça social. Vejo nessas entidades o grande baluarte do Brasil.” No evento, compareceu também Fernando Teruó Yamada, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e da União Nacional das Entidades de Comércio e Serviços (Unecs), entidade da qual a CACB é integrante. George Pinheiro, do Acre, substitui o gaúcho José Paulo Dornelles Cairoli, na presidência da Confederação. No seu discurso de troca de comando, o atual vice-governador do Rio Grande do Sul, lembrou a importância da Confederação pelos seus 200 anos. Para Cairoli,

“foi uma honra presidir uma entidade herdeira de uma história que inaugurou, na América Latina, a representação empresarial organizando, pela primeira vez, os comerciantes, na Bahia, em torno das mesmas causas. Somos reconhecidos nacionalmente como os legítimos representantes do associativismo”, disse. Durante a cerimônia de posse, a CACB homenageou os ex-presidentes José Paulo Dornelles Cairoli (20092015), Alencar Burti (2005-2009), Joaquim Quintiliano da Fonseca Jr (1997-2001) e Guilherme Afif Domingos (1993-1997) com a Comenda VIII – Conde dos Arcos. A condecoração é dada àqueles que tenham contribuído de forma relevante para o desenvolvimento socioeconômico do país e do empresariado nacional. O termo de posse foi lido pela presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Celina Leão. A cerimônia contou com a presença de mais de 400 convidados no centro de eventos do hotel Royal Tulip. Revista ACIR


RECESSÃO

ATIVIDADE ECONÔMICA DO BRASIL CAI 0,29% EM FEVEREIRO, 14º MÊS NO VERMELHO NO MÊS DE FEVEREIRO, O VAREJO SURPREENDEU COM ALTA DE 1,2 POR CENTO.

A atividade econômica brasileira seguiu no vermelho em fevereiro, apresentando desempenho negativo pelo 14º mês consecutivo, segundo dados divulgados pelo Banco Central, que corroboram o cenário de profunda recessão. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), caiu 0,29 por cento em fevereiro na comparação com janeiro, em dados dessazonalizados. O índice teve desempenhos mensais negativos desde janeiro de 2015. O indicador caiu 0,68 por cento no primeiro mês do ano, em dado revisado pelo BC, comparado à queda de 0,61 por cento divulgada anteriormente. O desempenho de fevereiro foi melhor que o recuo de 0,56 por cento estimado Abril / Maio de 2016

por analistas em pesquisa Reuters. No mês de fevereiro, o varejo surpreendeu com alta de 1,2 por cento, leitura mais alta desde julho de 2013, embalado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos e de supermercados. Entretanto, a produção industrial teve retração de 2,5 por cento sobre janeiro, no pior resultado em pouco mais de dois anos, diante do quadro político e econômico conturbado. Contribuindo para o tombo da economia, o setor de serviços sofreu declínio de 4,0 por cento em fevereiro sobre um ano antes, afetado sobretudo pela atividade de informação e comunicação. Foi o dado mais fraco para o mês desde o início da série história do IBGE, em 2012. Segundo o BC, O IBC-Br caiu 6,52 por

cento sobre fevereiro de 2015 e acumulou queda de 4,75 por cento no acumulado em 12 meses, sempre em números dessazonalizados. Economistas vêm sucessivamente revisando para baixo suas projeções para o PIB neste ano. Na pesquisa Focus mais recente, realizada pelo BC com mais de uma centena de economistas, a estimativa era de queda de 3,8 por cento, com expansão de apenas 0,20 por cento em 2017. Se confirmado um tombo desta magnitude neste ano, esta será a pior recessão em dois anos desde que os registros começaram, em 1901. O IBC-Br incorpora projeções para a produção no setor de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos. >>

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MUNDO WEB

COMO A SUA MARCA SE APRESENTA NA INTERNET? OS SITES DOS CONCORRENTES SÃO BONITOS, AREJADOS, PRÁTICOS E FÁCEIS DE USAR? E O SEU COMO ESTÁ? Web design é a área responsável por criar, produzir e implantar tudo o que diz respeito à sua marca na internet. Por isso, é fundamental que você conheça um pouco mais sobre a atividade. Webdesign ou web design, tanto faz se junto ou separado: o importante é que você tenha ao menos ideia de que o web design é uma atividade central do universo digital, e que, ao entender um pouco mais do assunto, será possível controlar melhor a forma como a sua marca se apresenta à internet. O termo design se refere ao projeto visual e funcional de um produto; e implica a adaptação deste produto à necessidade dos seus usuários, cativando o uso através da estética e aplicando conceitos e usabilidade à sua forma.

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Porém, no caso de web design, o conceito se refere à criação e à produção de websites e de quaisquer documentos que estejam disponíveis na internet. Trata-se de uma atividade multidisciplinar, pois envolve uma série de atividades como direção de arte, arquitetura da informação, programação, usabilidade etc. Ou seja, o design para web é um fragmento do design, e que exige conhecimentos em diversas áreas. É o profissional responsável pelo web design quem cuida da presença da sua marca na internet. É este o profissional que articula todas essas atividades acima para proporcionar ao usuário uma boa experiência com seus sites, garantindo que ele encontre o que procura ali de forma rápida e eficiente. Sabe aquele aprofundado ben-

chmarking que você realizou, e que te mostrou que os sites dos concorrentes são bonitos, arejados, práticos e fáceis de usar? Então, isso ocorre graças a, entre outras coisas, um profissional de web design competente. No desenvolvimento de um website, além de conhecimento profundo de criação, o profissional deve ter algumas outras habilidades indispensáveis para que o projeto de fato forneça soluções eficientes em usabilidade, desempenho e comunicação. Como vimos, é um profissional polivalente, que deve se atentar a questões diversas para de fato responder às necessidades do público-alvo. E isso vai muito além de um trabalho apenas criativo, já que envolve planejamento e de pesquisa. Desenvolver um website inevitavelmente implica “pensar”. Endeavor Brasil

Revista ACIR


DICAS CULTURAIS

LIVROS A HISTÓRIA DO MUNDO PARA QUEM TEM PRESSA Emma Marriot Editora Valentina Ltda A História do Mundo para Quem Tem Pressa é na verdade um guia sintético, mas abrangente, para tudo o que precisamos saber sobre os acontecimentos mais importantes da história, desde as antigas civilizações até o final da Segunda Guerra Mundial e a criação da ONU. Conciso, agradável de ler e elegantemente simples, mas abalizado, a obra permite que o leitor compreenda a interconexão do tempo e dos acontecimentos. Finalmente, uma síntese da história que não deixa pedra sobre pedra e nos ensina como o mundo moderno se tornou o que é.

MODELO DE COMPETÊNCIAS E GESTÃO DOS TALENTOS Maria Rita Gramigna Editora Prenice Hall

O livro aborda o sucesso e a evolução de uma abordagem na área de gestão de pessoas que se firmou como mais que uma tendência ou moda dos anos 90, quando surgiu: a gestão por competências. Resultado do trabalho e da experiência da autora como consultora desde a década de 1980, a obra traz atualizado seu estudo e metodologia de implantação da gestão de competências, trazendo um capítulo referente à metodologia de mapeamento de competências, além de novos cases e instrumentos, apresentando conceitos e estratégias.

FILMES AO MESTRE COM CARINHO O filme se baseia no livro Homônimo de E.R. Braithwaite. É um filme britânico de 1967, estrelado por Sidney Poitier, que trata de problemáticas ainda atuais e traz uma boa referência de liderança, persistência e inovação. Apesar de tocar no tema bastante discutido e polêmico, a trama se concentra nos padrões da adolescência em uma comunidade pobre da Inglaterra. Mark Thackeray (Sidney Poitier) é um engenheiro desempregado, que no momento difícil de sua vida, resolve dar aulas em uma escola cheia de maus hábitos, no bairro operário de East End, em Londres. A turma, fora dos padrões normais de comportamentos, fará de tudo para que ele desista da sua missão, como fez com os professores anteriores.

PARA SEMPRE VENCEDOR

Abril / Maio de 2016

O filme conta a história de Rick Penning, um jovem metido e arrogante que é capitão de um time de Rugby, cujo treinador é seu pai, com quem tem evidente conflito. A obra se baseia em uma história real que conta a forma de treinamento de Larry Gelwix que levou o Highland Rugbi a marca de 361 vitórias e 9 derrotas. Como guerreiros indo à luta, jovens rapazes entoam gritos de guerra neo zelandês e chamando a energia dos ancestrais partem para o embate. Só que o treinador do time, não almeja só bom time, bons jogadores, mas antes de tudo, formar pessoas éticas, responsáveis e prontas o melhor que puderem para enfrentar a vida. >> 45


COLUNA COACHING

IMPORTÂNCIA DO LÍDER CONSCIENTE DE SUAS FUNÇÕES Podemos dizer que o desafio das pessoas que estão em cargos de liderança sempre foi manter o equilíbrio e ao mesmo tempo a flexibilização para gerir o dia a dia nas organizações. Ou isso só está acontecendo na atualidade?

para gerir pessoas, inserir no mercado, na sociedade, formar equipes, gerar harmonia e aspecto servidor, acompanhar indicadores de controle, delegar tarefas e monitorar resultados.

Será que ter bem desenvolvidas as competências de dimensionamento, regulação, interação e direção, pode fazer diferença para os líderes diante das mudanças atuais do mercado e a evolução da sociedade?

Estar bem dimensionado, regulado, interagindo e direcionado é o primeiro passo da estratégia, os próximos passos estão relacionados à sua execução e melhoria contínua que são visualizadas ao desenvolver as competências da realização, incorporação e transcendência.

Para ter estas competências funcionando com alto nível de entrega é preciso que o líder utilize com consciência os três aspectos do cérebro para ampliar seu horizonte de atuação:

Para isso, é imprescindível que o líder esteja consciente para colocar em prática o que foi planejado, utilizando os três aspectos:

Aspecto racional: ser capaz de olhar para fora da empresa, entender cada vez mais a cadeia de valor onde o negócio está inserido, saber se comportar no mercado frente aos seus produtos e/serviços, se posicionar com os fornecedores, concorrentes e parceiros, comunicar-se assertivamente com os seus stakeholders, desdobrar o planejamento estratégico e aplicar o modelo de gestão e decisão na organização. Aspecto intuitivo: declarar as intenções da presidência na identidade da empresa (missão, visão e valores), ser confiável, limitar o nível de desgaste ou estresse, desenvolver a escuta ativa, manter-se espiritualmente conectado, demonstrar cooperação nos relacionamentos, manter o respeito à diversidade, ativar a inteligência emocional, manter o clima organizacional positivo.

Aspecto racional: desenvolver primeiramente competências profissionais, tecnologias, processos, controles de qualidade, procedimentos, certificações e consequentemente elaborar novos projetos, pesquisas, a serem incorporados num novo modelo organizacional.

Veridiana Manchini Contadora, especialista em Controladoria e Gestão de Processos e Master Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR® “Instituto Holos de Qualidade”. A grande vantagem de estar num processo de coaching e/ou mentoring é que as lideranças podem se auto desenvolver assertivamente, conhecendo os aspectos do cérebro que são usados com menor frequência ou sub-utilizados, podendo ser melhor empregados. Desta forma poderão manter-se equilibrados na aplicação de boas práticas de gestão e flexíveis diante das adversidades, elevando seu auto conhecimento e consequentemente sua performance.

Aspecto Intuitivo: comprometer e gerar sentido no que está executando, estar aberto às mudanças, criar novo ambiente de trabalho, incentivar a criatividade e o entusiasmo. Aspecto operacional: compartilhar a gestão, acompanhar a produtividade e os resultados, reconhecer as realizações, promover a aprendizagem organizacional, incentivar a prática do coaching e mentoring na organização, apoiar as práticas de gestão do conhecimento e do capital intelectual, apresentar uma gestão inovadora e servidora com capacidade de reinvenção.

Aspecto operacional: aplicar estratégias

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DICAS CULTURAIS

Abril / Maio de 2016

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