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Ed. Setembro Outubro 2018

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Revista ACIR


AGUAPÉ SOLUÇÕES EM LIMPEZA DE EMPRESAS E DOMÉSTICA

Usar o produto certo, trazer os resultados esperados e garantir maior eficiência inclusive nas questões ambientais. Estas são as metas da Aguapé Soluções em Limpeza, empresa rondonopolitana que oferece uma nova loja no centro da cidade. A conquista do mercado já marca história da jovem empresa que preza pela qualidade e bom atendimento, além da oferta dos melhores produtos e instrumentos para limpeza de residências e de empresas. “Nós somos especialistas em tratamento de pisos e trabalhamos com marcas profissionais de alta concentração, mais recomendadas para empresas,

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com rendimento maior e custo bem mais em conta. Hoje nossos clientes contam com auxiliares de limpeza poderosos e eficientes, específicos para ambientes hospitalares, oficinas mecânicas, lojas de grande fluxo de pessoas e qualquer piso interno ou externo que precise de limpeza e manutenção. E, para otimização dos produtos, oferecemos consultoria, onde ensinamos a usar corretamente os produtos, resultando em maior eficiência, facilidade e economia do processo de limpeza dos ambientes”, explica Fabiano Rosa da Rocha, sócio e consultor técnico da Aguapé. Enquanto Fabiano se dedica mais ao apoio técnico, inclusive oferecendo cursos de uso e aproveitamento dos produ-

tos que a Aguapé oferece, o gerente do Banco do Brasil, aposentado, Evandro Bohrer, toma conta dos setores administrativo e financeiro. “Cuidamos da Loja e dos clientes, o que buscamos na Aguapé é a eficiência dos resultados, por meio da qualidade dos nossos produtos e pelos preços. Além da linha institucional, temos a linha doméstica, com produtos prontos e equipamentos que facilitam a vida da dona de casa e todos os produtos para limpeza e manutenção de piscinas”. A nova loja fica na Avenida Tiradentes, 1636, no centro e tem produtos e equipamentos com padrões Anvisa de qualidade. Solicite uma visita pelo (66) 3026 1200, ou conheça mais no site www.aguapelimpeza.com.br.

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Palavra do Presidente

O NOSSO PODER DE ESCOLHA Cruzamos a metade de 2018 e en-

afetam a nossa classe e reflete

tramos na reta final de mais um

também na comunidade. Exem-

ano cheio de percalços e, com eles,

plo disso são algumas ações que

de aprendizado.

já se concretizaram por conta dos nossos posicionamentos e estão

Sem dúvida o empresário brasilei-

reportadas nesta edição, como as

ro se torna cada vez mais expert

obras de manutenção e conser-

em enfrentar desafios e fazer das

vação do anel viário e a questão

crises, momentos de reflexão e de

do recurso da emenda impositiva

buscas por caminhos para fazer

para os distritos industriais.

Juarez Orsolin / Presidente da ACIR

muito com poucas – ou menos condições.

Pois bem, chega a nossa vez de escolher, mais uma vez, nossos re-

Não é a maneira mais adequada

presentantes. Como a ACIR é uma

para aprender, mas podemos apro-

entidade apartidária, esperamos

veitar a situação para buscar um

que nós, empresários conscientes,

cobrar, exigir resultados e direcio-

jeito diferente de trabalhar com

possamos pelo menos escolher,

nar nossos futuros representantes

resultados negativos, reflexos das

dentre tantos, os melhores.

tanto na esfera estadual como na

decisões políticas.

federal, a fazer algo pela categoVamos às urnas, vamos votar, va-

ria que não cansa de lutar para se

Desvio de dinheiro público, denún-

mos escolher e torcer para estar

manter no mercado.

cias, roubos do patrimônio público

fazendo o melhor da cidadania

e descasos que nós, promotores do

inerente ao nosso direito. E vamos

Estamos próximos de um grande

desenvolvimento, cansamos de le-

aprender de novo a cobrar, querer

momento: as Eleições 2018. Agora

var para nossas casas, em meio a

resultados, prestação de contas à

é a nossa vez e precisamos apro-

frustrações.

população e ao meio que faz esse

veitar.

Estado e esse País crescerem.

Pensemos no presente e no futuro

Como entidade representativa, a

de nossas empresas, da nossa ci-

Associação Comercial, Industrial e

Somos fortes, somos poderosos

dade, do nosso Mato Grosso e do

Empresarial de Rondonópolis tem

e somos únicos no topo da produ-

nosso País. Pensemos que este - o

cobrado a atuação do poder públi-

ção, da geração de emprego, renda

voto - é o nosso passaporte para o

co na solução de problemas que

e divisas. Por isso podemos sim

que buscamos.

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Revista ACIR


SUMÁRIO

EXPEDIENTE DIRETORIA EXECUTIVA BIÊNIO 2017/2018

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DIARISTAS

PLANOS DE SAÚDE

Acir alerta sobre contratação de diaristas em empresas

Empresas devem ter autorização do funcionário para descontar

PAINEL

ECONÔMICO

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21 PAINEL ECONÔMICO

ANEL VIÁRIO

Indicadores

Após cobrança da ACIR, Estado inicia manutenção na pista

NESTA EDIÇÃO 13 - Encontro reúne 25 Associações Comerciais mato-grossenses 26 - Projeto Empreender leva informações sobre

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mídias sociais para nucleados 27 - Núcleo de Imobiliárias realiza palestra sobre aumento de vendas 35 - Compliance tributário é apresentado para profissionais em Rondonópolis

MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS

Curso de boas práticas gera economia para empresas

39 - ACIR aproxima profissionais do mercado de trabalho 33 - Economista alerta sobre as possibilidades de crescimento no associativismo

SEÇÕES

ARTIGO

06 - Radar 07 - Novos Associados

34 - Lei e direito 42 - Coaching

Setembro / Outubro 2018

Juarez Orsolin - Presidente Adelino Bissoni - Vice-presidente Jorge Luiz Roscete - Diretor-Secretário Sérgio José Pradela - Diretor Tesoureiro Armando Pereira Chaves - Diretor Social Luiz Fernando Homem de Carvalho - Diretor Executivo de Comércio Marcelo Gavinho - Suplente Giovani Bertoldo - Diretor Executivo de Comércio Valdir Antônio Andreatto - Suplente João Antônio Fagundes - Diretor Executivo de Indústria Nelson Carvalho - Suplente Letícia Fassina Fachinetto Mendonça - Diretora Executiva de Indústria do Dist. Industrial 1 Jamílio Adozino de Souza - Suplente Cristiane Olga Rabaioli - Diretora Executiva de Indústria do Dist. Industrial 2 Miguel Antônio Mendes - Suplente Antônio Carlos Maronesi - Diretor Executivo de Indústria do Distrito 3 Clari Agostinetto - Suplente Renato Ricardi - Diretor Executivo de Indústria do Distrito Industrial 4 Fernando R. Miron - Suplente Denise de Freitas - Diretora Executiva de Serviços Julio Yukio Sato - Suplente Jorge de Marco - Diretor Executivo de Pecuária Norma Gatto - Suplente Miguel Weber - Diretor Executivo de Agricultura Cacilio Paula da Silva Junior - Suplente Marcelo Javier Carruesco - Diretor Executivo de Cultura Andrea Carla de Oliveira Basso - Suplente Gleyson Fuentes Hollatz - Diretor Executivo de Esportes Gelson Capelesso - Suplente CONSELHO FISCAL Vicente Dalberto, Wagner Shimosakai, Glaucia Akemi de Paula Kida, João Zuffo, Marcelo Ferreira, Marchiane Fritzen, Abidoral Ferreira de Moraes, Leni de Freitas Cardoso, Fabiano Marconi, Plinio Ferreira, Sidney Leme, João Batista e Marco Aurélio Fuentes Hollatz. CONSELHO SUPERIOR Galeno Tadeu Esteves, Roberto Possato, Sérgio Del Cistia, Hilberto Rogério dos Santos, Antônio Eurípedes Cintra, Edson Robson Alves Ferreira, José Orivaldo Orsi, Wellington Antônio Fagundes, Ali Khalil Zaher, Luiz Fernando Homen de Carvalho e José Luiz Gonçales Ferreira.

Edição número 25 Setembro / Outubro de 2018 / Circ. Dirigida

Tiragem: 1.500 exemplares Diretor Executivo: Rafael Vicentini Jornalista Responsável: Rafael Vicentini DRT MT 1950 Textos: Cláudia Bouviê, Facmat e CACB Fotos: Ascom ACIR Colaborador: Leonardo Epifânio Diagramação: Jean 66 9 9645-7866 Comercialização: 66 3439-8006

Endereço Sede: Rua Otávio Pitaluga, 692 - Centro CEP: 78700.170 - Rondonópolis, MT Fone/Fax: +55 (66) 3439.8000 e-mail: acir@acirmt.com.br www.acirmt.com.br

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RADAR ACIR

RONDON HAIR A ACIR, por meio do núcleo de representantes de cosméticos do projeto Empreender, realizou no início de setembro a 1ª Rondon Hair, feira de produtos de beleza e cosméticos. A estrutura montada no Centro de Eventos Millenium recebeu diversos expositores com produtos para o cliente final e também para profissionais. Ao centro foi montado um grande palco onde foram apresentadas técnicas inovadoras, principalmente sobre tendências de cortes, penteados e também sobre a aplicação de novos produtos com demonstrações ao vivo.

FEIRA DA MULHER EMPRESÁRIA

Foi um sucesso a 1ª Feira da Mulher Empresária realizada em setembro em Rondonópolis. Negócios de diversos setores abriram seus estandes para apresentar as novidades de produtos e serviços para todo tipo de público. A ideia foi valorizar o trabalho da mulher que já consolidou seu espaço no mundo dos negócios e está gerindo empresas de sucesso em Rondonópolis. As empreendedoras aproveitaram para lançar promoções exclusivas durante a Feira e movimentar o comércio na cidade.

CANDIDATOS A ACIR reconhece e sabe da importância que as decisões políticas têm e podem contribuir para o desenvolvimento da sociedade e a economia caminha junto. Desta forma abriu espaço para os candidatos ao governo do Estado de Mato Grosso apresentarem suas propostas e iniciar um diálogo desde já com a classe empresarial. Os candidatos Mauro Mendes, Pedro Taques e Wellington Fagundes estiveram em Rondonópolis e conversaram com representantes da ACIR, CDL, Sindicato Rural e do Sindicato do Comércio Varejista que entregaram para cada um deles uma carta propositiva com solicitações de atenção especial para pautas da infraestrutura, reforma tributária e segurança.

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Revista ACIR


NATAL DOS SONHOS Com o intuito de fortalecer ainda mais o comércio local e presentear os consumidores, a ACIR lança no mês de outubro, o NATAL DOS SONHOS. A campanha deve gerar novo ânimo para as pessoas realizarem as compras de final de ano, o melhor período para o comércio. O Natal dos Sonhos vai entregar cerca de R$ 90 mil em prêmios, entre um carro zero quilômetro, duas motocicletas e 70 vale compras no valor de R$ 500,00. As ‘seladinhas’ da sorte serão entregues pelos lojistas participantes da Campanha, no ato da compra acima de R$ 50,00. O consumidor poderá raspar e ganhar o prêmio na hora da compra. Quer ganhar? Compre nas lojas identificadas com a ESTRELA do Natal dos Sonhos e boa sorte!

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Setembro / Outubro 2018 E BALANÇAS • HELP INFORMÁTICA

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VAI CONTRATAR?

DIARISTA NAS EMPRESAS TAMBÉM É CONSIDERADO FUNCIONÁRIO A MELHOR OPÇÃO PARA EVITAR QUALQUER TIPO DE PREJUÍZO É FAZER O CONTRATO poderá por si só ser garantida a não caracterização.

Um trabalho que muitas vezes passa despercebido por quem circula em ambientes empresariais, mas que faz toda a diferença dentro de uma organização é o de limpeza. Um espaço limpo e organizado reflete a qualidade do trabalho e a preocupação da empresa em questões relacionadas à saúde e ao bem-estar dos funcionários. Mas engana-se quem pensa que pagar para uma diarista, quinzenalista ou mensalista para prestar serviços dentro de uma empresa não gera vínculo empregatício. É preciso estar atento a essas contratações para evitar problemas jurídicos futuros. Se o serviço é efetuado dentro das necessidades da empresa, com subordinação e dependência econômica, pouco importa se a

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sua prestação se dá em período alternado ou descontínuo.

Várias outras características e condições podem ser consideradas para distinguir um trabalho autônomo de um trabalho com vínculo empregatício, como por exemplo, a exclusividade ou não da prestação do serviço autônomo em relação ao seu contratante, a continuidade ou eventualidade dos serviços prestados a essencialidade ou não do trabalho a ser desenvolvido na empresa contratante em comparação com o tipo de serviço a ser prestado pelo autônomo contratado, etc.

A assessora jurídica da Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR), Dhandara Vilela, alertou que não há que se falar em diarista contratada para prestar serviços em empresa, visto que o texto previsto na lei do empregado doméstico impõe finalidade não lucrativa à pessoa ou família em âmbito residencial.

Tais características e condições dependerão de cada situação fática e estarão sujeitas a uma eventual análise da fiscalização trabalhista e previdenciária, competindo ao Poder Judiciário, quando acionado, a incumbência de declarar se o trabalho executado é em caráter autônomo ou com vínculo empregatício.

Assim, quando se tem a prestação de serviço de uma pessoa física para outra pessoa jurídica, desde que o serviço seja prestado sem subordinação, pessoalidade e de forma eventual, a hipótese de ser caracterizado o vínculo empregatício será menor, porém não

A advogada ressalta que os associados à ACIR que ainda tiverem dúvida em relação ao assunto, ou se pagam por serviço de diarista e não registraram o referido profissional, devem procurar a consultoria jurídica da ACIR para mais esclarecimentos. O atendimento é gratuito e exclusivo para associados.

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ATENÇÃO

EMPRESAS DEVEM TER AUTORIZAÇÃO PARA DESCONTO DE PLANO DE SAÚDE NO SALÁRIO UMA FORMA DE RESGUARDAR QUALQUER TIPO DE PROBLEMA FUTURO. A presença contínua dos funcionários dentro de uma empresa, além de demonstrar o comprometimento com o trabalho, pode dizer também sobre a saúde. E para garantir que a frequência seja regular, muitas empresas recorrem aos convênios de saúde e oferecem esse benefício que pode ser um atrativo para bons profissionais. Mas é preciso estar atento às regras de contratação desse tipo de serviço. A assessora jurídica da Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR), Dhandara Vilela, alertou que apesar de ser um tipo de serviço comum que as empresas contratam, é preciso ficar alerta a alguns detalhes que podem comprometer o negócio. A Súmula nº 342 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) diz que: “DesSetembro / Outubro de 2018 2018

contos salariais efetuados pelo empregador, com a autorização prévia e por escrito do empregado, para ser integrado em planos de assistência odontológica, médico-hospitalar, de seguro, de previdência privada, ou de entidade cooperativa, cultural ou recreativa associativa dos seus trabalhadores, em seu benefício e dos seus dependentes, não afrontam o disposto pelo art. 462 da CLT...”. O referido artigo celetista veda qualquer tipo de desconto nos salários dos empregados. No caso dos planos de saúde é imprescindível que a empresa recolha a autorização dos funcionários que optaram por ter o benefício. “Essa é uma forma da empresa se resguardar de qualquer problema futuro, caso algum funcionário alegue que não concorda com o desconto porque não queria pagar pelo serviço de saúde”, explicou

Dhandara Vilela A advogada orienta que é importante que a empresa entre em contato com o departamento jurídico ou ainda o contador para ter mais informações a respeito do assunto porque eles estão capacitados para avaliar as melhores opções para a empresa, inclusive em relação a porcentagens que podem ser cobradas dos funcionários. As empresas associadas à ACIR podem ter mais informações por meio da consultoria jurídica que atende gratuitamente na sede da entidade. Oferecer um plano de saúde não é obrigação da empresa, já que não há nada previsto na legislação trabalhista. No entanto, ele pode ser interessante para a manutenção da qualidade de vida do funcionário e a melhora de sua satisfação. >>

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MULHERES DE SUCESSO

NOVAS HISTÓRIAS, NOVOS EXEMPLOS CASES DE SUCESSO QUE SERVEM DE EXEMPLO PARA EMPRESÁRIAS

Ieda Medrado (Camila Aviamentos) com a família A terceira edição do Painel das Mulheres, lotou o auditório da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – Acir. O evento promovido pelo Núcleo das Mulheres Empresárias do projeto Acir/Empreender trouxe, dessa vez, duas empresárias ligadas ao comércio e uma ao agronegócio. Ieda Medrado se apresentou acompanhada da família e relatou a trajetória dela desde o início há 30 anos. “A Camila Aviamentos combina comigo desde que eu era jovem, porque sempre gostei da arte de costurar, então ficou mais fácil me identificar com a loja, apesar

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de na época não entender muito sobre vendas e negócios. Para fazer melhor o meu trabalho participei de todos os cursos e palestras que surgiram e acabei me especializando e puxando a família inteira para a Loja”. Dentro da loja, Ieda acabou por optar por diversificar as atividades e foi fácil envolver todo o tipo de artesanato. “Hoje temos nas duas lojas, no centro e na Vila Operária, os grupos de mulheres que vão para participar dos cursos, em busca de novidades e que enxergam no artesanato uma alternativa. Além de ensinar e aprender com elas, a gente se

diverte”, contou Ieda Medrado. Em uma atividade totalmente diferente, a empresária do agronegócio Norma Gatto, levou a conversa com as mulheres para um lugar dominado, até pouco tempo, pelos homens. “Na verdade, nunca pensei em botar o pé na terra para trabalhar. Sou filha de agricultor, casei com agricultor e cai na atividade sem querer. A situação veio após a trágica morte do meu marido. Eu não tinha muitas alternativas com os filhos ainda jovens ou eu assumia as fazendas, ou arrendava ou vendia. Acho Revista ACIR


que optei pelo mais trabalhoso e não me arrependo nem um pouco”, conta Norma, que administra, hoje com a ajuda dos filhos já formados, as fazendas da família. A empresária do agronegócio enfrentou vários desafios e disse que as dificuldades a fizeram crescer. “Para quem era mãe e dona de casa e repentinamente precisa virar empresária e comandar funcionários dentro de uma atividade até então misteriosa, acabei me dando bem. Isso eu atribuo aos meus funcionários, minha família e alguns amigos, que me ajudaram a entender o agronegócio. Hoje eu não consigo parar e falar em aposentadoria, chega ser um desaforo”. Outra história que manteve os participantes atentos, foi da Tânia Martins, sócia das Lojas Flamboyan. A paulistana veio para Rondonópolis quando tinha 13 anos de idade e em seguida começou a trabalhar na Loja. Três anos depois estava casada com um dos sócios e de funcionária passou a exercer a função de sócia. “Tive de aprender sobre tudo o que cerca os negócios e passei por todos os departamentos na Loja. Cresci profissionalmente bem apoiada pelo meu marido, que me mostrou os caminhos para manter a empresa em desenvolvimento. Hoje temos 21 lojas no Estado, de duas que ficamos com a divisão da sociedade ainda em 1990”, conta Tânia. A empresária, bem-humorada e com os pés no chão, disse ainda que a vida do casal não foi fácil. “Nossos filhos foram criados nos corredores e nos depósitos das lojas, no final da história foi bom porque hoje eles são nossos sucessores Setembro / Outubro 2018

Norma Gatto (Grupo Gatto) com o presidente da ACIR, Juarez Orsolin e estão mais que familiarizados com os negócios. Quanto a mim, acabei por me dedicar mais ao departamento financeiro, mas acabo passando por todas as

Lojas e fazendo visitas técnicas. Cuido de tudo e aprendi muito com formação profissional e com meu marido, que foi um grande professor”, finaliza Tânia.

Tânia Martins (Grupo Flamboyan) com a família

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MULHERES DE SUCESSO

O presidente da Acir, Juarez Orsolin, fez questão de salientar que a cada um dos Painéis de Mulheres Empresárias, as surpresas são muitas. “Vimos aqui na oportunidade, três histórias interessantes. Três mulheres de sucesso e que conciliam trabalho e família. Vimos também que essas empresas estão sendo preparadas para a próxima geração e isso faz a diferença também. Lembrando que as empresas familia-

res no Brasil são 90% do total e são as que mais geram emprego e renda. É muito bom ver o compromisso e o empenho dessas empresárias na construção da economia de Rondonópolis. Parabéns”. Reforçando a importância da sucessão das empresas familiares, o presidente da Acir lembrou ainda que na atualidade todo o processo é feito por

empresas especializadas. “É importante valorizar o trabalho de profissionais que fazem desse processo o menos estressante e mais técnico possível. Não podemos esquecer a importância das empresas familiares na participação do desenvolvimento do país. Por isso, mais um ponto positivo para as empresárias, sem dúvida ‘elas’ têm mais sensibilidade para acompanhar e fazer a sucessão dar certo”.

Integrantes do Núcleo da Mulher Empresária entregam fraldas geriátricas arrecadadas na inscrição do evento

ENTRADA SOLIDÁRIA A consultora do Empreender, Sandra Viana, agradeceu às participantes e ao público, que abrilhantaram a terceira edição do Painel das Mulheres e contribuíram com ingresso solidário. Os pacotes de fraldas geriátricas, que foram arrecadados no evento, foram entregues a Associação das Voluntárias de Rondonópolis de Combate ao Câncer – Avroc. A presidente da Associação, Rita

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Valéria da Silva, recebeu a doação e aproveitou para explanar sobre o trabalho da Avroc. “Somos uma entidade com 32 anos de atuação na cidade e ajudamos aos pacientes e familiares de pacientes com câncer que passam por dificuldades. Atendemos hoje cerca de 50 lares em Rondonópolis e além do auxílio com fraldas, levamos suplemento alimentar, cestas básicas e até medicamentos. São pessoas que precisam de ajuda e

essa parceria com a Acir certamente será de grande importância”, disse Rita Valéria. O trabalho das voluntárias da Avroc vai além de providenciar atendimento técnico. As integrantes da Associação disponibilizam atendimento psicológico, orientação para aposentadoria e encaminhamentos de assistência social que possam auxiliar as famílias dos pacientes.

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FACMAT

ENCONTRO DE ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS DE MT REÚNE 25 ENTIDADES NOVIDADES, SERVIÇOS E TROCA DE EXPERIÊNCIAS NO ENCONTRO DE PRESIDENTES E DIRETORIAS

Lideranças de diversas Associações participaram do Encontro Dentro da programação do Encontro dos presidentes, diretores e executivos das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso, que contou com

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a participação de 25 municípios do Estado, vários assuntos movimentaram os dois dias do evento promovido pela Federação das Associações Comerciais

de Mato Grosso – Facmat. O advogado Rafael Furman, do departamento jurídico da Facmat, apro-

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WORKSHOP

TIRANDO DÚVIDAS

O presidente da ACIR, Juarez Orsolin junto do presidente da Facmat, Jonas Alves

Paralelo à programação com diretores e presidentes, o evento também contemplou os funcionários das Associações, com palestras e encontros com os representantes dos produtos e serviços que são oferecidos pelas Associações Comerciais. A consultora Eliane Heller apresentou sistemas de administração e gestão estratégica que facilitam a administração das Entidades, com detalhes em departamentos financeiros e administrativos.

veitou para explicar aos participantes a importância da solução de conflitos por meio das mediações, normalmente realizadas nas ACEs que têm o serviço da Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial, CBMAE. “Lembramos que os empresários associados às ACEs podem ter a solução de conflitos extrajudicialmente com a participação de um assessor jurídico e conciliadores. As questões serão resolvidas com maior rapidez, eficiência e com menos estresse”, disse o advogado. O presidente da Associação Co-

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mercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – Acir, Juarez Orsolin, disse que a CBMAE funciona na Entidade. “Só no último mês a nossa CBMAE atendeu a quatro associados que buscaram a conciliação e evitaram a tradicional ‘briga’ judicial. Com certeza estamos mostrando aos empresários que a solução pode estar em uma conversa com a presença de um bom mediador e o fim do problema fica mais próximo da realidade. Acaba que as duas partes saem ganhando e os casos finalizam sem grandes e intermináveis ações na justiça”.

Outra oficina que chamou a atenção dos funcionários das Associações, foi a apresentação do novo portfólio de serviços para pessoa jurídica no sistema de consulta de crédito do SCPC/Boa Vista. “Temos um rol de serviços para os nossos associados que oferecem segurança nas informações, score de crédito dos clientes além das vantagens que o sistema oferece”, disse Cláudio Soares, consultor do Boa Vista em Mato Grosso. Marcia Balbino, responsável pelo departamento de consulta de crédito da Acir, afirma que muitas novidades vão servir para melhorar ainda mais o atendimento ao cliente da Entidade. “Nessa oportunidade conhecemos e aperfeiçoamos o sistema de análise de crédito, juntamente com as novas consultas de pessoa jurídica, para que o associado da Acir receba o nosso serviço com a garantia de informações mais seguras na hora da venda”.

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A ACIR também teve espaço para se apresentar durante o Encontro

criação de políticas de incentivos fiscais para evitar a invasão de empresas forasteiras; mais atenção e condições para a industrialização do Estado; parcerias público-privadas para facilitar a captação de recursos para incrementar o setor empresarial, entre outras de grande importância para que Mato Grosso retome o crescimento”, disse o presidente Jonas Alves. Dois pré-candidatos atenderam ao convite da Facmat, Mauro Mendes e Pedro Taques. Ouvidos e questionados separadamente, os candidatos apresentaram as intenções de criação de programas que possam atender aos empresários, citaram os maiores problemas estruturais e financeiros do Estado e se mostraram dispostos a atender, dentro do possível, as reivindicações da Facmat.

CANDIDATOS AO GOVERNO ATENDEM EMPRESÁRIOS Dentro da programação do encontro estadual das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso, outro momento aguardado pelos representantes das 25 Entidades representadas, foi a conversa com os candidatos ao governo do Estado. A Federação entregou a cada um dos candidatos, uma Carta Propositiva e o presidente Jonas Alves foi enfático ao afirmar que a Carta é um compilado de sugestões de alternativas que o pró-

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ximo governador pode adotar para que incremente as atividades empresariais de Mato Grosso. “Entre as propostas estão a criação de políticas governamentais que incrementem o desenvolvimento e ajudem na retomada da economia; segurança jurídica por meio de discussões antecipadas de propostas, decretos e leis que afetem o setor; conexão de todos os municípios com a internet; maior entrosamento entre Estado e Facmat;

Tanto Mauro Mendes como Pedro Taques entenderam a preocupação dos empresários representados pelas Associações de todas as regiões de Mato Grosso, e se colocaram à disposição dos municípios presentes ao Encontro de ACEs para ver de perto os problemas que afetam cada um desses municípios, com foco em obras e serviços que promovam o crescimento da economia do Estado. O presidente Juarez Orsolin, os diretores Armando Chaves, Jorge Roscete e Denise Freitas, também participaram dos debates e palestras da programação do Encontro de ACEs da Facmat, que reuniu presidentes, executivos e funcionários de 25 Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso.

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FONTE SEGURA

PERFIL ECONÔMICO O RAIO-X DA CIDADE SERÁ LANÇADO EM NOVEMBRO DADOS SEGUROS, INFORMAÇÕES IMPORTANTES E FONTE DE PESQUISA Foi praticamente um ano de um trabalho minucioso, de pesquisa nas ruas, entrevistas, busca de informações em órgãos especializados em níveis nacional, estadual e municipal, enfim, um ano na coleta de dados para então começar a montar o novo Perfil Econômico de Rondonópolis. A sétima edição do Perfil Econômico de Rondonópolis vai permitir

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que sejam feitos os comparativos das informações com os anos anteriores, tornando o documento rico para atender as necessidades dos diferentes públicos e segmentos, como possíveis investidores, empresários locais que utilizam dessas informações para a tomada de decisões sobre seus negócios e agentes ligados a universidades e escolas que desenvolvem trabalhos científicos sobre a cidade.

“Durante toda a execução do projeto, a metodologia de pesquisa utilizada para confecção do perfil é a metodologia de pesquisa descritiva onde a sistemática de trabalho consiste em reunir os dados e indicadores nas respectivas fontes oficiais como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Prefeitura Municipal de Rondonópolis; Junta Comercial do Estado de Mato Grosso; Ministérios federais, Tribunal Regional Elei-

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Fanciele Leonel – coordenadora do IPA

Leonardo Epifanio – supervisor de Pesquisas

toral, além de outras fontes locais, estaduais e nacionais para a coleta e análise de dados, que no Perfil são traduzidos de maneira que todos entendam facilmente o compilado de informações”, explica o coordenador do Departamento Financeiro da Acir, Leonardo Epifanio, que também supervisiona os trabalhos durante a confecção do Perfil Rondonópolis. “Este trabalho envolve muita gen-

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te para que possamos trazer para a cidade e seus cidadãos, o resultado das pesquisas que revelam o perfil do morador, do consumidor, do comerciante, do profissional liberal, das empresas, da renda, do emprego, da saúde, da educação. . . enfim, mostramos nesse livro a identidade da cidade. Sem dúvida, tudo o que se precisa de dados sobre a cidade está no Perfil Econômico de Rondonópolis”, diz a coordenadora do Instituto de Pesqui-

sa Acir – IPA, Franciele Leonel. Franciele explica que foram 1.500 moradores ouvidos pela equipe de pesquisadores do IPA. “Buscamos saber dos hábitos dessas pessoas, o que elas compram, onde trabalham, quanto ganham, o que estudaram e o que esperam da cidade onde nasceram ou escolheram para viver. Enfim, é realmente um diagnóstico da cidade e de seus cidadãos”.

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FONTE SEGURA Eduardo Ramos – jornalista

FONTE DE INFORMAÇÕES O jornalista Eduardo Ramos diz que o Perfil é fundamental para o bom funcionamento de vários setores. “Sofremos uma carência de dados e quando temos, essas informações são confrontantes. Uma mesma informação, muitas vezes, vem da esfera nacional de um jeito, da estadual de outro e da local diferente. Então acredito que o Perfil Econômico de Rondonópolis fecha esses conflitos e traz a informação correta e mais atualizada”. O coordenador de jornalismo da TV Rondon SBT fez outras observações a respeito da eficiência do Perfil, como fonte de pesquisa. “Nós, da comunicação, temos dificuldade em encontrar informações confiáveis, cientificamente apuradas. O Perfil vem para acabar com

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as dúvidas e coloca o jornalismo da cidade mais eficiente. Além disso a fonte serve também para o cidadão, que quer saber como está a movimentação do desenvolvimento da sua cidade. Conhecer melhor o lugar onde se vive fortalece o orgulho e o respeito pelo município e isso ajuda a fazer cidadãos mais conscientes e maiores colaboradores para o crescimento”. Outra vantagem que Rondonópolis pode ter com o aproveitamento das informações do Perfil é para promover o bem-estar da sociedade. “No Perfil, o administrador pode se basear para implantar políticas públicas, planejar o desenvolvimento e se integrar aos movimentos sociais a fim de promover o bem comum. Com os dados, quem

comanda a cidade tem o diagnóstico da sociedade e o apontamento das prioridades”, concluiu Eduardo. Para o coordenador de Mestrado e Gestão de Tecnologia Ambiental, Dr. Luís Otávio Bau Macedo, da Universidade Federal de Mato Grosso, a principal característica do Perfil Rondonópolis é a relevância das informações como mecanismo de divulgação e disponibilidade para toda a comunidade. “Os dados estão didaticamente expostos, o que facilita a todos o acesso e a compreensão. Além disso as fontes utilizadas dão a segurança da veracidade dos dados o que é fundamental para os estudantes em nível de graduação, pois no Perfil encontram dados seguros para uso em qualquer trabalho científico que verse

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sobre a realidade local, em suas mais diversas interfaces”. O professor Luís Otávio recomenda ainda a utilização do Perfil Econômico de Rondonópolis para os empresários como um instrumento de pesquisas para projetos de avaliação econômica e de divulgação e prospecção de oportunidades de investimentos na economia local. “Considero que o Perfil RondonópoLuis Otávio Bau Macedo – coordenador de mestrado da UFMT Setembro / Outubro 2018

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Márcio Sodré – jornalista

lis é, especialmente, uma iniciativa de parceria entre a comunidade empresarial- por meio da Acir, e os institutos e órgãos que fazem levantamento de dados, numa cooperação mútua para o fortalecimento na busca por soluções ao desenvolvimento local. Imprescindível também para quem pretende saber como investir em Rondonópolis”, finaliza Doutor Luís Otávio. Márcio Sodré dos Santos, jornalista e coordenador de Redação do Jornal A Tribuna MT, avalia o Perfil Econômico de Rondonópolis como peça fundamental para muitos trabalhos de pesquisas em vários setores. O Perfil veio preencher uma lacuna existente no mercado local em termos de indicadores socioeconômicos atualizados, bem como trazer mais conhecimento sobre a nossa realidade em vários setores. Atuo no Jornal A Tribuna há 15 anos e, desde o começo, com foco em reportagens de cunho econômico e social. Contudo, uma grande dificuldade era obter dados atualizados de diferentes

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setores do município de Rondonópolis. Até então nossa principal referência era o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas que apresentava dados muitas vezes bastante defasados ou incompletos. Por isso, entendo que a Associação Comercial foi de grande visão ao tomar para si essa responsabilidade de compilar dados estratégicos em uma publicação, a partir de 2005, servindo como fonte para tomada de decisões para empresários e investidores, assim como para pesquisa de estudantes e diversos profissionais”. Outro detalhe que o jornalista aponta é a realização de pesquisas para detectar, segundo a opinião dos consumidores, os segmentos que faltam na cidade, assim como sobre os hábitos de consumo dos rondonopolitanos. “Iniciativas como essas precisam ser apoiadas pelo poder público e cada vez mais aperfeiçoadas para atendimento das necessidades dessa pujante cidade”, finaliza Márcio Sodré.

Revista ACIR


PAINEL

ECONÔMICO

Este espaço é dedicado aos indicadores econômicos e dados agregados divulgados pelos principais órgãos e institutos de pesquisa do país e da região mato-grossense. A produção desta coluna é realizada pelo economista Leonardo Epifanio (Corecon/MT: 2060) e tem como fonte de pesquisa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto de Pesquisa ACIR (IPA), o Grupo de Estudos Avançados em Economia Aplicada do Sudeste de Mato Grosso (GEASMT), o Serviço Central de Proteção ao Crédito (Boa Vista SCPC) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Os gráficos e tabelas aqui relacionados servem como base de informação sobre o cenário e as tendências da economia nacional, regional e municipal. Eles podem ser utilizados como instrumento de pesquisa, podendo assim melhorar a qualidade dos serviços prestados por sua empresa.

PEIC – Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

ICF – Intenção de Consumo das Famílias A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

ICEC – Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. Setembro / Outubro 2018

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INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC apresentou variação de 0,25% em julho e ficou 1,18% abaixo da taxa de 1,43% de junho. O acumulado no ano ficou em 2,83%, acima do 1,30% registrado em igual período do ano passado. Na ótica dos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,61%, acima dos 3,53% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2017, a taxa atingiu 0,17%. Os produtos alimentícios tiveram queda de 0,20% em julho enquanto, no mês anterior, haviam registrado alta de 2,24%. O agrupamento dos não alimentícios ficou com variação de 0,44% enquanto, em junho, havia registrado 1,08%. Tabela 1: INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 28 de junho a 27 de julho de 2018 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de maio a 27 de junho de 2018 (base). O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA do mês de julho apresentou variação de 0,33%, bem abaixo da taxa de 1,26% registrada em junho. O acumulado no ano ficou em 2,94%, acima do 1,43% registrado em igual período do ano passado. Na ótica dos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,48%, acima dos 4,39% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2017, a taxa atingiu 0,24%. Tabela 2: IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 28 de junho a 27 de julho de 2018 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de maio a 27 de junho de 2018 (base). Conforme mostra a tabela a seguir, os grupos habitação (1,54%) e transportes (0,49%) mesmo com a desaceleração nos preços de junho para julho, foram os que mais contribuíram na composição do índice, além de apresentarem as maiores variações dentre os grupos de produtos e serviços pesquisados. Já V vestuário (-0,60%), alimentação e bebidas (-0,12%) e educação (-0,08%) vieram com deflação.

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Tabela 3: IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo | Dividido por grupos

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.

População Desocupada e Ocupada A taxa de desocupação foi estimada em 12,3% no trimestre móvel referente aos meses de maio a julho de 2018, registrando variação de -0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%). Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, maio a julho de 2017, quando a taxa foi estimada em 12,8%, o quadro foi de queda (-0,5 ponto percentual). No trimestre de maio a julho de 2018, havia aproximadamente 12,9 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente apresentou variação de -4,1%, ou seja, menos 545 mil pessoas, frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2018, ocasião em que a desocupação foi estimada em 13,4 milhões de pessoas. No confronto com igual trimestre do ano anterior, quando havia 13,3 milhões de pessoas desocupadas, esta estimativa apresentou variação de -3,4%, significando uma redução de 458 mil pessoas desocupadas na força de trabalho. Tabela 4: Estimativas dos trimestres

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínuo (PNAD). O contingente de pessoas ocupadas foi estimado em aproximadamente 91,7 milhões no trimestre de maio a julho de 2018. Essa estimativa apresentou aumento em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril de 2018) de 1,0%, ou seja, um adicional de 928 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (maio a julho de 2017) este indicador apresentou, também, variação positiva (1,1%), quando havia no Brasil 90,7 milhões de pessoas ocupadas. O nível da ocupação (indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 53,9% no trimestre de maio a julho de 2018, apresentando um incremento de 0,3 ponto percentual frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2018, 53,6%. Em relação a igual trimestre do ano anterior, este indicador não apresentou variação estatisticamente significativa.

ICEC – Índice de Confiança do Empresário no Comércio A percepção desfavorável quanto às condições correntes foi o principal responsável pela maior retração do ICEC desde agosto de 2015. Após novo recuo mensal (-8,8%), o subíndice que mede as avaliações das condições correntes segue no campo da insatisfação (abaixo dos 100 pontos) desde janeiro de 2014 (102,7 pontos). Na comparação com julho do ano passado, houve pequeno

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avanço de +4,1%. Mais especificamente, a percepção de que a atividade econômica vem perdendo fôlego pode ser evidenciada pelo maior grau de insatisfação com as condições correntes da economia. Esse componente registrou queda de 13,6% ante junho deste ano, já computados os efeitos sazonais. Na avaliação de 69,4% dos varejistas, a situação atual da economia está pior do que em relação ao mesmo período do ano passado.

Gráfico 1. Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC)

Fonte: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismos - CNC | Índice de Confiança do Empresário do Comércio

De acordo com o mais recente índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-BR), no trimestre encerrado em maio, a economia brasileira estagnou em relação ao mesmo período de 2017 (+0,1%) e recuou 1,5% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Movimentos semelhantes, embora menos intensos, foram observados nos demais componentes do subíndice relativo às condições correntes, uma vez que as condições econômicas atuais do setor e das empresas dos entrevistados também passaram a ser avaliadas de forma mais negativa em julho (quedas de 7,1% e 5,6%, respectivamente).

PEIC – PESQUISA NACIONAL DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR O percentual de famílias com dívidas aumentou em julho de 2018 ante o mês anterior, a primeira alta mensal de 2018. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve queda. O percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso ficou estável entre os meses de junho e julho de 2018, diminuindo em relação a junho do ano anterior. O percentual que relatou não ter condições de pagar suas contas em atraso também ficou estável na comparação mensal. Na comparação anual, houve queda. Tabela 04 – Endividamento e Inadimplência do Consumidor.

Fonte: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismos - CNC | Índice de Confiança do Empresário do Comércio

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O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 59,6% em julho de 2018, o que representa uma alta em relação ao patamar observado em junho de 2018 - a primeira alta mensal deste ano. Entretanto, houve redução em relação a julho de 2017, quando o indicador alcançou 60,2% do total de famílias. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso ficou estável em julho de 2018 na comparação com o mês imediatamente anterior, em 23,7% do total. Contudo, houve queda do percentual de famílias inadimplentes em relação a julho de 2017, que havia registrado 25,5% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes ficou estável em 9,4% entre junho e julho de 2018, apresentando queda em relação aos 9,9% de julho de 2017.

PERFIL DO ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS O resultado por faixa de renda do percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas em atraso, por sua vez, apresentou comportamentos semelhantes entre os grupos pesquisados, na comparação anual. Na faixa de maior renda, o indicador alcançou 3,0% em julho de 2018, ante 2,8% em junho de 2018 e 3,3% em julho de 2017. Para o grupo com renda até dez salários mínimos, o percentual de famílias sem condições de quitar seus débitos passou de 11,3% em junho de 2018 para 11,2% em julho de 2018. Em relação a julho de 2017, houve queda de 0,4 ponto percentual. Tabela 05 – Nível de Famílias Endividadas (% do total)

Fonte: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismos - CNC | Perfil de Endividamento das Famílias

A proporção das famílias que se declararam muito endividadas aumentou entre os meses de junho e julho de 2018 – de 13,0% para 13,2% do total de famílias. Na comparação anual, houve queda de 1,4 ponto percentual. Na comparação entre julho de 2017 e julho de 2018, a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 22,2% para 22,6%, e a parcela pouco endividada passou de 23,4% para 23,8% do total de famílias. Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 62,9 dias em julho de 2018 – abaixo dos 63,1 dias de julho de 2017. O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de 7,1 meses, sendo que 24,8% delas estão comprometidas com dívidas até três meses; e 32,5%, por mais de um ano. Ainda entre as famílias endividadas, a parcela média da renda comprometida com dívidas diminuiu na comparação anual, passando de 29,8% em julho de 2017 para 29,5% em julho de 2018, e 20,5% delas afirmaram ter mais da metade de sua renda mensal comprometida com pagamento de dívidas. Setembro / Outubro 2018

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INOVAÇÃO

ACIR LEVA CONHECIMENTO SOBRE MÍDIAS SOCIAIS POR MEIO DO PROJETO EMPREENDER A OBJETIVO FOI MOSTRAR O QUANTO É IMPORTANTE ESTAR NAS REDES E COM ISSO AUMENTAR AS VENDAS O auditório da Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis - Acir, ficou lotado de empresários, empreendedores e estudantes interessados em conhecer como as mídias sociais influenciam nas vendas. A palestra organizada pelo Núcleo de Jovens Empresários do projeto Empreender/Acir foi ministrada pelo administrador de empresas Márcio Ferreira. O público foi formado por pessoas que já utilizam as redes sociais como ferramenta de divulgação para sua empresa e também por aqueles que ainda não tinham conhecimento sobre o assunto. O palestrante fez uma abordagem geral sobre o que são as redes sociais e também como elas podem alavancar as vendas com pouco investimento. Uma das formas que está sendo mais utilizada é o ‘impulsionamento’ das publicações no Facebook que, segundo Márcio Ferreira é uma maneira muito simples, prática e eficaz de

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Empreendedores lotaram o auditório para assistir a palestra apresentar o produto e principalmente expandir a sua rede de clientes. “Como vender até quatro vezes mais e alavancar seus negócios usando as redes sociais” foi o tema da palestra cujo público participou atentamente no auditório da Acir. O palestrante apresentou o caso de uma empresa de materiais de construção de Rondonópolis que com ações simples e ajuda das redes sociais conseguiu aumentar as vendas.

“Após conversarmos sobre o negócio, definimos arriscar com ações simples, como fazer a promoção de um produto por semana e também impulsionar as postagens nas redes sociais, o que trouxe um resultado muito positivo para a empresa”, contou Márcio Ferreira que é pós-graduado em marketing digital. Ele acredita que com pequenas ações é possível alcançar um público muito maior, fidelizar o cliente e atrair novos consumidores para cada negócio. Revista ACIR


MITOS E SEGREDOS

VENDER É ARTE, CIÊNCIA, PERSISTÊNCIA E DESAFIO CONHECER O CLIENTE E VENDER DIRETAMENTE O QUE ELE QUER COMPRAR

ações contínuas e convincentes. “Para vocês que são do setor imobiliário as estratégias devem ser ainda mais trabalhadas. Vocês não vendem um produto de consumo rápido, vocês vendem sonhos, planos e vida nova para seus clientes. Por isso a abordagem deve ser perfeita, o treinamento e a persistência precisam andar juntos e, por fim, os desafios também são maiores e, portanto, somos vendedores de conceitos e de desafios”.

sobre um produto e o vendedor tem de mostrar mais um pouco; ele precisa conhecer profundamente o que está oferecendo. O nosso cliente não pode ter oportunidade de subestimar quem está a sua frente oferecendo um produto, serviço ou bem. Às vezes o comprador nem se atém tanto ao preço, mas sim ao ‘valor’ do que você está vendendo. Vendemos mais conceito do que produto, sem dúvida”. O palestrante lembrou ainda que a tecnologia ajuda, mas que o mercado ainda depende das questões humanizadas. “Tem coisinhas básicas que não podemos esquecer, como o ‘bom dia’, o tratamento diferenciado e personalizado, a conquista e a confiança constantes, a tecnologia a serviço da atualidade sem esquecer que o ser humano precisa ser tratado com carinho e atenção. Talvez concretizemos um grande negócio e fixamos uma marca com esse trabalho”, finalizou João Riva.

João Riva lembrou que as adversidades econômicas e políticas também interferem diretamente no mercado e para enfrentar as diferenças, o profissional de vendas precisa se atualizar, sempre. “Nos últimos 15 anos o País e o mundo passaram por transformações marcantes. Hoje a internet mostra tudo

O evento contou com a participação de profissionais do setor imobiliário e foi aberto pelo Diretor da Acir Vicente Dalberto, que também é da área. A consultora do Projeto Empreender da Acir, Sandra Vianna, coordenou os trabalhos da noite de palestra e novos conhecimentos.

O profissional de marketing João Riva trouxe as informações para o setor imobiliário Uma parceria entre o Grupo Sinop – empreendimentos imobiliários e o Núcleo de Imobiliárias do Projeto Empreender da Acir, trouxe para Rondonópolis o profissional de marketing João Riva, reconhecido nacionalmente por atender a grandes empresas. O palestrante definiu a arte de vender de várias maneiras e para cada produto, com sistemática e estratégia diferenciadas. “Quem trabalha com vendas precisa, em primeiro lugar, entender o seu cliente. Não se vende simplesmente produtos, vende-se ideias, sonhos, experiências, conceitos. Por isso o vendedor é um especialista em pessoas”, disse João Riva. O profissional de marketing insistiu em conceitos básicos de vendas, como Setembro / Outubro 2018

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DIA DO COMERCIANTE

ENCONTRO DE COMERCIANTES DA ACIR REÚNE MIL EMPRESÁRIOS DO FAMILIAR AO PROFISSIONAL, PENSAR E AGIR FORA DA CAIXA

O Dia do Comerciante foi comemorado em grande estilo em Rondonópolis. Cerca de mil pessoas lotaram o espaço Tulipas Castelo, na promoção da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – ACIR e Sebrae. Além da exposição e degustação de

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produtos fabricados na cidade, pequenos empresários aproveitaram as palestras feitas por analistas do Sebrae. A maior atração do 13º Encontro de Comerciantes de Rondonópolis foi o palestrante Rossandro Klinjey, psicólogo clínico, Doutor em Psicanálise escritor

e consultor do programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo. Os empresários e admiradores de Rossandro ouviram quase duas horas de palestra, onde o tema ‘Do negócio familiar ao profissional: pensar e agir fora da caixa’, envolveu a todos.

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A participação de Rossandro Klinjey foi o destaque da noite A sucessão familiar também foi destaque na noite dedicada aos empresários do comércio, que ouviram do palestrante que na atualidade o famoso ditado popular ‘pai rico, filho nobre e neto pobre’ ainda provoca medo e verdadeiros fracassos empresariais. “Hoje os casos são mais raros porque a sociedade brasileira também conta com empresas especializadas em fazer o trabalho de sucessão familiar de forma técnica e profissional. Isso contribui para a redução do estresse e a garante a perpetuação dos negócios familiares”, disse Rossandro Klinjey, reforçando que é importante profissionalizar o processo de sucessão para evitar prejuízos e até mesmo a falência de empresas sólidas, em função do desconhecimento das aptidões de cada um dos herdeiros. “Não adianta nada colocar um ‘expert’ em humana, para cuidar dos números, da contabilidade ou das contas da empresa. Saber valorizar talentos e reconhecer aptidões é fundamental para a concretização da sucessão sem trau-

mas ou riscos”. Sair fora da caixa, segundo o palestrante, é ter uma outra visão, uma outra perspectiva de trabalho, relacionamento e do modo de viver. Contextualizando o tema no mundo dos negócios, o psicólogo afirmou que cada um deve aprender com o outro, não ter um olhar de concorrente, mas de quem quer crescer junto. “Para que isso aconteça é preciso que haja mudança de comportamento, ser resiliente e ter humildade para mudar”, destacou.

O presidente da ACIR, Juarez Orsolin, avaliou o evento como excelente não só pela participação maciça, mas também pela qualidade da palestra. “O Encontro de Comerciantes desse ano vai deixar marcas e provocar mudanças no comportamento de empresários que certamente seguirão as dicas trazidas por Rossandro. Outro fator importante foi a concretização da parceria entre as Entidades que representam a classe empresarial de Rondonópolis. Isso é fundamental para o pleno desenvolvimento da categoria”. O diretor da CDL, Roberto Shimada, agradeceu a oportunidade de fazer parte do evento. “Acredito que a união de forças traz resultados tanto para as entidades quanto para os associados de cada uma delas. Fazer parte de um grupo que pensa os negócios como uma estratégia de crescer em conjunto com uma sociedade, é mais produtivo”.

O local ficou lotado de empresários e profissionais que foram assistir à palestra.

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O 13º Encontro de Comerciantes de Rondonópolis contou com a parceria Brasil Card, Gera Medicina, GM Card, Somed Família, TV e Rádio Centro América, Sicoob, Sindicato do Comércio Varejista e CDL.

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FORÇA POLÍTICA

O presidente Juarez Orsolin chamou atenção para o caso na tribuna da Câmara

ACIR PRESSIONA E GARANTE RECURSOS FEDERAIS PARA OS DISTRITOS INDUSTRIAIS MUNICÍPIO VOLTA ATRÁS E DECIDE INVESTIR NOS DISTRITOS O presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis- Acir, Juarez Orsolin, acompanhado de diretores da Entidade, participou de uma Sessão da Câmara de Vereadores afim de solicitar apoio dos

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parlamentares na defesa de recursos federais para serem aplicados na recuperação de Distritos Industriais. “Conseguimos garantir recursos de pouco mais de R$ 56 milhões pro-

venientes de emendas parlamentares dos senadores e deputados federais por Mato Grosso. Essa emenda impositiva só tem uma exigência, que todo o recurso seja aplicado em obras de recuperação da infraestrutura dos Distritos

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O REFORÇO DADO PELA IMPRENSA Após a visita e a solicitação de apoio feita aos vereadores pela Acir, a imprensa da cidade também se posicionou e divulgou o que de fato estaria acontecendo, lembrando que para perder os recursos estava bem fácil, já que os parlamentares já haviam se posicionado.

Alguns diretores também foram lutar pela garantia dos recursos Industriais de Rondonópolis. A questão é que recebemos informações de que esse total está sendo pulverizado para outros destinos, como obras de asfalto, sinalização e outros serviços em bairros de Rondonópolis. Se isso não for revertido corremos o risco de perder os recursos”, explicou Juarez Orsolin. Esse recurso está para ser destinado desde o início do ano e, inclusive, o assunto já rendeu várias reuniões. “Até o Ministério Público do Estado tentou interferir para que o recurso seja direcionado para os fins pré-determinados, mas estamos sentindo que tudo pode se perder se não for obedecido o critério acertado entre os parlamentares que decidiram beneficiar o setor empresarial com esses recursos”, lembrou o presidente da Acir. Juarez Orsolin usou a tribuna da Câmara para alertar aos vereadores de que se não for cumprido o que foi decidido pelos parlamentares, o recurso pode não vir para a cidade. “Não queremos só que a categoria seja beneficiada, os nossos representantes se sensibilizaram com a situação e decidiram direcionar o recurso por sentirem a necessidade de incrementar o setor que promove o desenvolvimento do Estado e a geração de emprego e renda”.

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O presidente lembrou ainda que a Acir protocolou a solicitação de uma audiência com o prefeito José Carlos do Pátio juntamente com os secretários de Infraestrutura – Nívia Calzolari, e de Desenvolvimento EconômicoMilton Mutum, no dia 06 de julho e até o fechamento dessa edição da Revista Acir, não obteve resposta do Poder Executivo. Os vereadores ouviram o presidente da Acir e alguns se comprometeram em provocar uma reunião com a administração municipal para que os recursos sejam garantidos em projetos para os Distritos Industriais, como ficou acertado anteriormente. O presidente da Câmara, Rodrigo da Zaeli, os vereadores Fábio Cardozo, Orestes Miraglia e Tenente Guinâncio se mostraram sensíveis à questão e se prontificaram a acompanhar diretores da Acir para uma conversa com representantes da prefeitura para que os projetos iniciais sejam executados. A comitiva da Acir foi representada pelo gerente Robson Neves, consultor Wanderlan Barreto e pelos diretores Renato Ricardi, Letícia Fassina Fachinetto, Miguel Mendes e o empresário associado Airton Froeder.

Antes mesmo de concretizar a reunião com o Poder Público Municipal, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Milton Mutum foi a público dizer que a prefeitura havia voltado atrás com a decisão a respeito da destinação dos recursos. “Não tínhamos o conhecimento da exigência de investir integralmente os recursos nos Distritos Industriais, mas vamos garantir sim a aplicação dos R$ 56 milhões nas obras de infraestrutura dos Distritos”, declarou Mutum à imprensa. A informação foi confirmada pelo prefeito Zé do Pátio, que salientou a necessidade de agregar ainda mais recursos para as obras. “Tem que deixar claro o seguinte: existem os distritos industriais e os bairros, mas um não vive sem o outro. Não adianta eu resolver o problema do distrito e o bairro que fica do lado do distrito não ser resolvido. A drenagem passa pelos bairros, então, uma coisa é ligada à outra. Eu quero aqui agradecer aos 11 deputados e senadores da nossa bancada federal que se uniram para nos ajudar nessa questão”, admitiu o prefeito. A decisão foi tomada após os parlamentares com base eleitoral em outras regiões do Estado ameaçarem retirar suas emendas, já que o acordo era que todo o dinheiro das emendas fosse investido nos distritos industriais de Rondonópolis.

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BURACOS NA RODOVIA

ACIR OFICIALIZA SOLICITAÇÃO DE OBRAS DE MANUTENÇÃO NO ANEL VIÁRIO INCÔMODO E RISCOS DE ACIDENTES NO TRECHO DE 10 QUILÔMETROS ABANDONADOS

Motoristas usam a via contrária para trafegar pela rodovia

No Requerimento Nº 10/2018, a Entidade pedia providências urgentes quanto a situação do Anel Viário, que liga a MT 130 – na altura do Bairro Jardim das Flores, à BR 364, saída para Cuiabá.

tem trechos intransitáveis. Consideramos que por ser um trajeto que serve de desvio de cargas pesados da área urbana de Rondonópolis, deveria ser bem conservado. Pelo local passam caminhões que vêm da região Leste do Estado, nos sentidos capital/interior e interior/capital. Sabemos da importância do Anel Viário e esperamos que o secretário Marcelo Duarte, da Sinfra, dê a devida atenção ao nosso pedido”, disse Juarez Orsolin.

“Visitamos o local por onde passam muitos caminhões e constatamos que

Em praticamente todo o trecho de 10 quilômetros do anel viário o aspecto

O presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis- ACIR, Juarez Orsolin, protocolou um documento na Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso – Sinfra, em Cuiabá.

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é de abandono, com lixo depositado nas laterais e a pista cheia de buracos que não deixam saída para os veículos, que em muitos pontos do Anel Viário circulam pelo acostamento de terra. Em poucos minutos de observação foi possível flagrar situações de perigo, com carros e caminhões disputando espaço na pista esburacada ou no acostamento empoeirado. “Não estamos preocupados somente com o trânsito de veículos pesados ou de passeio pelo anel viário, que acaba representando um risco também para Revista ACIR


UNIÃO os pedestres, mas existem bairros movimentados no entorno, como a Vila Mineira. Os moradores da região também usam o Anel Viário para ir ao trabalho ou à escola e precisamos dar condições de trafegabilidade nesse trecho”, afirma Orsolin. Depois de protocolar o documento na Sinfra, a Acir ficou no aguardo de um comunicado sobre a possibilidade de ocorrerem obras de manutenção do trecho de responsabilidade do governo do Estado. “Seria interessante que a Sinfra MT aproveitasse o período de estiagem para executar essas obras. O que não podemos admitir é essa situação de abandono desse trecho que é muito movimentado”, encerrou Juarez Orsolin.

A rodovia estava em péssimas condições

SINFRA ATENDE ACIR E OBRAS JÁ ESTÃO SENDO FEITAS Ainda no final do mês de agosto a Secretaria de Infraestrutura de Mato Grosso – Sinfra abriu a frente de trabalho no trecho do Anel Viário e as obras já estavam bem adiantadas. Uma empresa foi contratada pelo Estado e os serviços começaram pela remoção de toda a camada de asfalto que estava danificada.

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Com trânsito em meia pista, homens e máquinas no trecho, a solicitação protocolada pela Acir na sede da Sinfra em Cuiabá trouxe os resultados desejados. “Com a nossa decisão de levar o problema até o governo do Estado, por meio de um requerimento da Acir, solicitando atenção ao problema, vimos o resul-

tado. Hoje a categoria comprova que realmente tem espaço e abertura junto à administração pública. Isso tudo é uma conquista da classe empresarial, pela contribuição que sempre deu para o desenvolvimento de Mato Grosso. Mais uma vez provamos de ‘juntos somos mais”, disse Juarez Orsolin, presidente da Acir.

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COLUNA LEI E DIREITO

RONDONÓPOLIS, POR QUE NÃO PLANEJAR? Atenção! Estou escrevendo na primeira pessoa, é apenas a minha opinião, por isso não procure vinculação ou inspiração político-partidária, pois não há. Cheguei em Rondonópolis em agosto de 1991, então com 17 anos. Aqui fiz amigos valiosos, me formei profissionalmente, constitui minha família. Minha esposa e meus filhos são “filhos da terra”. E disso tenho um enorme orgulho, mas... ... me dói ver o descaso, o desprezo, a desatenção, o desmando governar a minha cidade (sim, é a minha cidade, porque quando me perguntam de onde sou, digo logo que sou de Rondonópolis). Não, não estou criticando o prefeito, nenhum secretário, nenhum vereador, nenhum servidor público em particular. Para mim o executivo e o legislativo são impessoais, e não devem em hipótese alguma ser pessoalizados, a pessoa “não é” prefeito ou vereador, “está” prefeito,“está” vereador, “está” secretário. Não devemos jamais confundir o cargo, a função pública, com a pessoa. Essas pessoas são agentes políticos, postos a serviço de todos. Pois bem. Terminada a eleição e apurados os votos, mesmo que não tenha sido o meu candidato, será o meu prefeito, o meu vereador. E ponto. Acabou a corrida. É com os eleitos que devo contar, é dos eleitos que devo cobrar, é dos eleitos que devo esperar o cuidado com a administração pública. Hoje, já há 26 anos por aqui, a impressão que tenho é a de que Rondonópolis chegou ao posto de 2ª maior economia do Estado e está entre as 100 maiores economias do país, apesar das quase sempre estéreis administrações. Aliás, por vezes, bravamente superou, a caríssimo custo, o esforço contrário de insensatos e

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inconsequentes administradores; não cuidaram ontem, descuidam hoje, e não parecem se preocupar com o futuro. Administrar, define Richard L. Daft, é atingir as metas organizacionais de modo eficiente e eficaz por meio do planejamento, organização, liderança e controle dos recursos organizacionais (Administração. São Paulo: Cengage Learning, 2010). Particularmente, talvez seja falha minha, desconheço um planejamento, uma prospecção para o futuro, projetos para explorar as nossas potencialidades a curto, a médio e a longo prazo; a união de esforços para o bem comum, para o interesse de todos. Também desconheço movimentos dentro da administração pública local para maximizar os ganhos e reduzir as perdas, para racionalizar a utilização dos recursos públicos. Ao contrário, a lentania repetida é “cobrar” do cidadão, ora um aumento do IPTU, ora uma taxa do lixo, ora uma coisa, ora outra coisa; simples assim, a solução está posta - cobrar do cidadão - e os nossos agentes políticos não precisam nem pensar em soluções que desoneram, em alternativas que incentivam a economia. E dou um rápido exemplo, a mobilidade urbana. O que temos? A resposta é muito fácil: não temos. Nem planejamento, nem estudo, nem projeto, nem interesse, nem disposição. É o caos total e absoluto, “cada um por si e que todos se virem”. Transporte público desprestigiado e deficiente, ponte “meio interditada” há semanas, pontes (todas) sem manutenção efetiva talvez há mais 15 anos, obras “surpresas” muito mal sinalizadas e sem a atuação orientadora dos agentes de trânsito para minorar os problemas de fluxo, parece que os órgãos da administração não “conversam entre si”, não se organizam em conjunto, serviços de reparo iniciados e não finalizados, recapeamentos asfálticos questionáveis (terminados há tempo, mas

Jeancarlo Ribeiro advogado em Rondonópolis desde 2002 e assessor jurídico da ACIR.

até o momento sem indicativo da sinalização gráfica horizontal, nem mesmo e minimamente das faixas de pedestres e dos cruzamentos). Outro ponto. O nosso município não conta com um programa permanente de monitoramento e de manutenções preditiva, preventiva e corretiva do patrimônio público. As nossas escolas, os nossos postos de saúde, as nossas pontes, as nossas vias públicas, as nossas redes de esgotos, enfim, vão se deteriorando, deteriorando, deteriorando até que ficam inseguros, impróprios, inutilizáveis. Desperdício injustificável… Todos nós sabemos que os contratos públicos demandam exigências formais e burocráticas, processos licitatórios (por vezes) caros e (quase sempre) demorados, mas um programa permanente de conservação do patrimônio público, além de permitir o planejamento orçamentário, ainda garante a funcionalidade continuada, a segurança, previne (e permite corrigir) a perda de desempenho, viabiliza as atualizações às necessidades dos usuários. Só há ganho! Por que não planejar?

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NOVA SISTEMÁTICA

ACIR E CRC ABORDAM O COMPLIANCE TRIBUTÁRIO PARA PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE ESSE É UM TRABALHO PREVENTIVO QUE DIMINUI INCONGRUÊNCIAS E AUMENTA CHANCES DE CONSEGUIR CRÉDITO projeto de gestão de compliance para qualquer cliente, seguindo as regras e fazendo o correto, que é o significado da palavra para o português.

Estudantes de administração e de contabilidade, empresários e profissionais autônomos estiveram na Câmara Municipal para aprimorar seus conhecimentos ou até mesmo conhecer sobre compliance tributário. O analista tributário e integrante da Câmara de Fiscalização e Ética do Conselho Regional de Contabilidade (CRC-MT), Raul Tulio foi quem explanou o assunto. O compliance tributário é uma sistemática nova no mercado que está entrando na contabilidade. “O Brasil tem um marco histórico que é a lei anticorrupção de 2013 e foi ela quem apresentou o termo compliance”, citou o analista. Uma das condições para implementação desse modelo, conforme o conteúdo da lei, é que os lançamentos

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contábeis e as análises financeiras têm que ser revistos periodicamente.

Esse conjunto de práticas estruturadas e realizadas de forma coerente, ética e honesta é que forma a base do compliance. O palestrante questionou o público: “Então você quer uma empresa ética, uma empresa honesta ou você quer ser um sonegador de impostos? O compliance vem pra isso, ajudar as empresas alcançarem os resultados esperados com ética”.

O palestrante apresentou uma visão geral do que é e como surgiu, e também para despertar nas pessoas o espírito de compliance que, segundo ele não é executado por partes, ou o gestor tem a consciência do que é o compliance ou não se consegue implementar, quer seja em uma empresa, na administração pública ou na vida.

Dentre as regras de práticas, métodos e procedimentos implementados dentro da empresa para o compliance, é preciso ter organizados banco de dados, informações fidedignas, comprometimento da diretoria, impostos pagos e informações remetidas ao fisco corretamente.

“Viemos trazer o despertar da classe contábil por ser a grande responsável pela gestão do compliance nas empresas, são eles quem implementam esse sistema nas organizações”, afirmou Raul Tulio. Atualmente o profissional da área contábil consegue entregar um

O benefício em implementar essa sistemática, segundo o analista tributário, é que a empresa pode mensurar isso na sua análise financeira, que vai resultar na facilidade de aquisição de capital e com isso poder investir mais no negócio.

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BOAS PRÁTICAS

ACIR GERA ECONOMIA PARA EMPRESAS QUE TRABALHAM COM ALIMENTOS CERCA DE R$3.000,00 FORAM ECONOMIZADOS POR EMPRESA QUE PARTICIPOU DO CURSO

Profissionais concluíram a segunda etapa do curso com certificado Comprar um produto de qualidade é o desejo de todos os consumidores e quando se trata de alimentos essa preocupação é ainda maior. Para garantir a qualidade e cumprir algumas determinações da Vigilância Sanitária, a Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR) se uniu à Secretaria Municipal de Saúde e está oferecendo gratuitamente o curso de boas práticas de manipulação de alimentos. Indicado para todos os profissionais que trabalham na cadeia produtiva do ramo alimentício, desde o produtor até o motoboy que fará a entrega do

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prato pronto, o curso contou, na sua primeira etapa, com a participação das fiscais da Vigilância, Janaina A. Castelhano e Edileuza Barbieri que falaram sobre legislações, manipulação de alimentos, higiene do local de trabalho e cuidados como armazenar e manipular os alimentos. “A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece as boas práticas de manipulação de alimentos para garantir condições seguras de produção e preparo de bebidas, carnes, vegetais, laticínios e produtos industrializados, o que reflete na aceitação e venda dos pro-

dutos”, afirmou a gerente da Vigilância Sanitária do município, Edilueza Barbieri. A ideia de realizar esse curso gratuitamente surgiu após a ACIR entrar em contato com a Visa e cobrar que os vendedores ambulantes também cumpram todas as exigências sanitárias na manutenção e produção de alimentos. A assessoria jurídica da ACIR, Dhandara Vilela, lembrou que esse curso é obrigatório para as empresas que são do ramo de alimentos, e teria um custo de um salário mínimo para cada empresa que fez o curso, oferecido gratuitamente. Revista ACIR


TRABALHO

ACIR ESTÁGIO E EMPREGO - A OPORTUNIDADE AO ALCANCE DE TODOS A MUDANÇA NA VIDA DE MUITOS A PARTIR DE UM CLIQUE Os avanços tecnológicos e a mudança nos conceitos de sustentabilidade acabam por exigir comportamentos diferenciados até na hora de contratar colaboradores – menor aprendiz, estagiário ou funcionário. A busca pelo profissional que se enquadra no perfil da empresa, que se adapta aos conceitos de Missão e Visão e que entra para promover maior agilidade e rendimento ao quadro funcional também provoca novidades. Desde 2013 o link Acir Estágio & Emprego tem sido o lugar para empresas associadas buscarem mão de obra específica, sem a necessidade de acumular os ‘velhos e ultrapassados’

currículos impressos. O então programa de estágio da Acir se moderniza e passa a oferecer currículos on line para contratações de profissionais também em regime de CLT. Mas a maior transformação ocorreu em abril de 2017, quando a Acir passa a utilizar o sistema Super RH, onde o cadastro é feito 100% on line. Traduzindo em números desde a criação do Estágio & Emprego da Acir, mais de 15 mil cadastros foram realizados; cerca de 3,3 mil pessoas foram colocadas no mercado de trabalho; só no programa de Estágio foram mais de 800 contratos. Só nos últimos quatro meses foram abertos 173 processos de contratação, com mais de 250 vagas

ofertadas e pouco mais de 100 efetivações por meio do banco de vagas da Acir. Tudo isso chamou a atenção dos empresários e, principalmente, dos estudantes universitários que buscam estágios e dos profissionais que correm atrás de uma vaga no mercado de trabalho. A Fertimig Fertilizantes é uma das associadas da Acir que faz bom proveito do serviço oferecido pelo site da Entidade e por meio do link ‘estágio & emprego’. Wederson Delgado, coordenador comercial da empresa, aprova o caminho na busca de bons profissionais no banco de dados da Acir.

Wederson Delgado, Fertimig

“Gosto de ver como essa juventude chega, cheia de garra, para se engajar ao perfil da empresa. Nossos colaboradores, no geral, são empreendedores e o estagiário quando chega aqui percebe que ele também tem espaço para crescer, inovar e se engajar à empresa. Aqui oportunizamos, inclusive, a criação de projetos pelos próprios estagiários. Não buscamos uma ‘economia’ com o trabalho dos estagiários, pelo contrário, investimos para que ele seja contratado e deixamos a liberdade para que cada um se encaixe no setor que melhor se assemelha ao seu perfil. Prova disso é que a cada 10 consultores comerciais, sete são oriundos do primeiro emprego (menor aprendiz ou estagiário). Todos adquiriram a ‘cara’ da empresa e acabaram sendo efetivados”, conta Wederson. Setembro / Outubro 2018

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TRABALHO

Kássia, Fertimig

Uma história interessante é a da Kássia M. Pereira Morais, hoje funcionária da Fertimig. “Vim pra empresa por meio do convênio da Acir com a minha universidade, quando eu cursava Gestão em Agronegócio e o estágio era obrigatório. Do terceiro semestre em diante me tornei estagiária e ao final do prazo previsto em lei, fui dispensada. Fiquei triste, mas reconheci que na ocasião (crise) a empresa não podia me contratar. Fiquei pouco mais de meio ano desempregada, formada e sem perspectiva, até que recebi o convite para voltar. Estou aqui até hoje e me sinto parte da empresa. A questão é fazer um estágio bem feito, mostrar as qualidades e a vontade de trabalhar na empresa”. Além de Kássia, o engenheiro agrônomo Luiz Carlos Generoso Silva Filho – Luizinho como é conhecido na empresa, também já tem o que contar. Ele entrou na empresa como estagiário, por meio do Estágio & Emprego da Acir em 2017. Hoje, recém-formado e com 22 anos de idade fala com orgulho que entre os 60 colegas de faculdade ele é um dos três que está empregado.

Luiz Carlos , Fertimig

“Sou enfático em afirmar que o estágio é o período de provação, tanto do universitário quanto da empresa. Os dois precisam encontrar o equilíbrio, a harmonia, o ‘namoro’, senão não encaixa. Eu me identifiquei com a Fertimig e hoje a empresa aposta no meu perfil comercial, nem eu conhecia esse dom, mas estão apostando em mim. O meu estágio abriu um leque de oportunidades dentro da empresa e eu não deixei passar. Estou aqui e me propus a ficar; para isso, acompanho o que vem de propostas e procuro atender as expectativas. Estamos bem encaixados, eu e o meu trabalho”, disse Luizinho.

FACILITANDO O TRABALHO DOS RHS E GARANTINDO QUALIDADE NOS SERVIÇOS O diretor da Cedirlab- Laboratório de Análises Clínicas, Jefferson Jamil, conta que a partir do momento em que os cadastros no site da Acir começaram a ser usados para a contratação de estagiários, a realidade nesses processos mudou radi-

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calmente. “Mudou e para melhor. Hoje nós temos facilidade em trazer para dentro da empresa gente boa, esforçada e muito competente. Nossa meta é realmente incorporar esses estagiários ao nosso quadro, porque eles acabam conhecendo tudo

aqui no trabalho e mostrando que estão prontos. Sinceramente, vale a pena”, disse o diretor Jefferson, ressaltando ainda que depois que o estagiário entra na empresa, ele mesmo se ‘desenha’ dentro do perfil em que mais se adapta.

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Jefferson, Cedirlab

Outra observação feita por Jefferson é que depois que a empresa passou a buscar os estagiários no Estágio & Emprego da Acir, reduziu consideravelmente o rodízio de funcionários. “Na verdade, a gente percebe que o estagiário se dedica, mostra o potencial e luta pela vaga. Se ele realmente é bom para a empresa, lógico que acabamos contratando em definitivo, porque esse vai ser um funcionário que dispensa qualquer treinamento, ele fica pronto depois do período de estágio”. A estudante de Administração de Empresas da UFMT, Milena Puerta de Oliveira, de 19 anos de idade, está num lugar sonhado por muitos profissionais da área. “Hoje eu sou coordenadora de faturamento na Cedirlab. Quem conquistaria um cargo de gestora com 19 anos e com mais dois semestres de faculdade pela frente? Só tenho a agradecer a oportunidade que a empresa me deu. Fiz minha parte também, me dediquei e recomendo a todos que façam o melhor durante o estágio, essa é a hora de mostrar que realmente temos valor e podemos agregar qualidade ao trabalho da equipe”, diz Milena.

Milena, Cedirlab

A ex-estagiária revelou ainda que a empresa dá oportunidade para que os ‘novatos’ se encaixem de acordo com as habilidades. “Nossas teorias de sala de aula entram para a empresa por nós e a confiança depositada em nossos projetos resultam em benefícios tanto para quem está mostrando o trabalho, como também para a empresa”. Já a coordenadora administrativa, Daniella Valeriano, vê mais o lado da empresa. “Nós só temos vantagens em efetivar os que se mostram bons durante o estágio. As contratações são mais certeiras, a produtividade é maior, o processo de seleção é bem mais fácil (já que o estagiário até mostrou suas aptidões), os talentos aparecem e nós aproveitamos para melhorar a prestação de serviços para nossos clientes/pacientes”, disse Daniella.

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COLUNA COACHING

QUEM ACREDITA QUE É POSSÍVEL? É comum ouvirmos profissionais experientes dizerem que algumas mudanças, alguns projetos, algumas melhorias são impossíveis num determinado cenário, ou que já foi tentado no passado, mas não deu certo, não acreditando no seu poder de realização. É menos frequente encontrar aqueles que acreditam nas possibilidades de fazer, de colocar em prática, ou seja, que encaram os desafios com garra.

principal objetivo do trabalho/projeto, deixando de lado as pequenas dificuldades e focando na grande razão de ser e realizar.

Essa diferença tem a ver com questões culturais, evoluções tecnológicas e intelectuais, avanço na comunicação, globalização da informação, enfim, na evolução da humanidade.

Empatia: desenvolvem a capacidade de ouvir os outros e compartilhar seus pensamentos, entendendo o que é aplicado para atender as necessidades de ambas as partes.

Cabem aqui algumas reflexões: o que realmente os diferencia? Qual o comportamento dos que acreditam nas possibilidades e fazem acontecer? Quais são as habilidades e atitudes destes profissionais? Certamente, os profissionais que acreditam nas inúmeras possibilidades e buscam com veemência a realização, possuem características exclusivas que geralmente são consideradas como resiliência, porém, podem ser entendidas de forma mais abrangente. Vejamos algumas delas: Pensamento Positivo: possuem uma visão do lado bom de todas as situações, entendem as dificuldades como forma de desafios e conquistas. Visualizam as crises como obstáculos a serem superados; Flexibilidade: reconhecem a importância de se adaptar às mudanças e de participar de novos cenários com maior facilidade. Em vez de tentarem conter as transformações, se misturam a elas. Persistência Inteligente: tentam mais de uma vez até atingir os objetivos de acordo com o foco determinado. Escolhem de forma correta onde empregar os esforços para alcançar cada etapa. Percepção de Futuro: pensam e preparam-se para o futuro, mudanças que podem ocorrer, possuem um segundo plano de acordo com o impacto das ações. Definição de Propósito: visualizam o

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Capacidade de Decisão: são proativos e autoconfiantes ao ponto de tomar decisão em prol do objetivo. Desconsideram o medo de errar e arriscam de forma prudente e calculada nas escolhas feitas.

Aprendizado constante: compreendem as falhas que podem ocorrer buscando o máximo de aprendizado com elas. Capacidade de realização: iniciam e concluem as tarefas ou projetos, entregando um produto/serviço final conforme o escopo combinado. Os profissionais que acreditam nas possibilidades têm uma característica muito relevante que é ter vontade, que no sentido literal significa ter ânimo firme, coragem, persuasão, empenho, interesse, certeza adquirida por demonstração ou por evidência. Outro diferencial está na capacidade de avaliação dos riscos inerentes à execução de determinadas ações ou na falta delas. Este profissional que acredita em inúmeras possibilidades tem a visão expandida ao ponto de avaliar os possíveis impactos de ser fazer ou não uma ação, mensurando o quanto a empresa se torna vulnerável ao mercado ou ambiente, concluindo com mais segurança a tomada de decisão. Interessante pensar que algumas destas características estiveram nítidas no comportamento de pessoas e profissionais que fizeram a diferença. Recordamos e observarmos através de alguns exemplos: Nelson Mandela – na luta pela igualdade e superação da discriminação da raça negra; Albert Einsten – cientista e Stephen Hawking – físico e cosmólogo, ambos estudaram a origem do universo; Mahatma Gandhi – lutou pela independência da Índia da colônia inglesa por meio de um projeto de não violência.

Veridiana Manchini Contadora, especialista em Controladoria e Gestão de Processos e Master Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR® “Instituto Holos de Qualidade”. E, o maior e melhor exemplo de vida a ser seguido, que acreditou nas possibilidades, no bem e na realização, que buscou com foco e resiliência na sua missão na terra, arrebatando milhares de seguidores, foi Jesus Cristo. Ele sabia do seu futuro, estava predestinado, e mesmo assim cumpriu o seu papel, foi até o fim, com coragem, garra, foco e determinação por um propósito maior. Que sejamos então sábios o suficiente para aprender o que de melhor estas e outras pessoas e profissionais, líderes exemplares, fizeram e buscaram em toda sua trajetória, trazendo um pouco para nossas vidas, que consequentemente teremos reflexos positivos nas nossas empresas e na sociedade como um todo. E para você que acaba de fazer esta leitura, fica uma reflexão sobre a frase abaixo, ela pode ajudá-lo a repensar as possibilidades e acreditar que há sempre algo a ser feito: “Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”, por Madre Teresa de Calcutá (missionária que dedicou sua vida em prol dos pobres e famintos). A dica é: Cuide das suas atitudes que formam o seu comportamento. Acredite! Você pode ser e fazer hoje melhor que foi ontem. A vida é agora. Paz e Bem a todos!

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PALESTRA

ACIR E FACMAT TRAZEM DICAS PARA FORTALECER OS NEGÓCIOS E VENDER CERTO AS MELHORES DICAS E OS BANCOS DE DADOS MAIS COMPLETOS

O presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – Acir, Juarez Orsolin, abriu a noite de palestras e atualizações para empresários e funcionários do departamento de liberação de crédito. “O melhor de vender é vender e receber sobre o produto ou serviço. Esta é a maneira de se manter no mercado e de garantir novos negócios. Buscar mais informações, mais garantias e correr menos riscos fazem parte da vida de quem trabalha com crédito. Hoje vamos conhecer melhor o que tem de mais moderno e eficiente em banco de dados para avaliação de crédito, o Boa Vista/ SCPC”, disse Juarez Orsolin, na abertura do encontro.

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Os participantes assistiram ao vídeo institucional da Acir para conhecer melhor a Entidade e a importância do associativismo. Na sequência o consultor de negócios da Federação das Associações Comerciais de Mato Grosso – Facmat, Pedro Ribeiro falou sobre as cinco maneiras para fortalecer os negócios. “Manter-se no mercado é um desafio diário, mas tem maneiras de fazer isso com maior profissionalismo e a primeira dica é conhecer o mercado, se manter atualizado, ler e pesquisar; ter um bom time também é importante e para isso os treinamentos e o engajamento de todos é fundamental; depois precisamos fazer gestão do nosso negócio,

comprar certo, vender certo e fazer bons negócios; precisamos também ser dinâmicos, manter os relacionamentos com os clientes e fornecedores a comunicação e o padrão de qualidade; por último e não menos importante, é preciso usar a força das Associações. Um grupo representativo tem mais força do que um empresário sozinho”, alertou o consultor da Facmat Pedro Ribeiro. Já o gerente de relacionamento do Boa Vista SCPC do Centro Oeste, Cláudio Soares, explanou sobre os diversos produtos auxiliares na concessão de crédito e apresentou as ferramentas que o empresário tem disponível para ter maior garantia de recebimento do resultado das vendas a prazo. >>

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“A importância de ter um bom sistema de análise de crédito é fundamental para manter-se no mercado. De nada adianta vender muito se a empresa não consegue receber pelo que vendeu”, alertou Cláudio, que mostrou porque o Boa Vista SCPC é o mais recomendado para fonte de informações sobre crédito hoje no país. “São 502 perguntas sobre o cliente que devem abastecer o empresário de todo o tipo de informação, suficientes para que ele possa analisar detalhadamente a possibilidade de estar fazendo um bom negócio – isso é, se irá receber a conta. Além disso, o Boa Vista SCPC tem o maior banco de dados do Brasil e hoje oferece fer-

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ramentas mais precisas para fechar negócios com mais segurança. Outro detalhe, o histórico do cliente, o score, é o que oferece mais informações, já que às vezes, ter o nome limpo ‘na praça’ não é suficiente para nortear o empresário”, argumentou Cláudio Soares. A Confederação das Associações Comerciais do Brasil – CACB, a Federação das Associações Comerciais de Mato Grosso – Facmat e a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – Acir, fazem parte do rol de clientes do Boa Vista SCPC, junto com outras grandes empresas comerciais e bancárias.

“Cada vez mais é preciso classificar os riscos de inadimplência e respeitar os dados e informações oferecidos por empresas especializadas. A segurança na hora de cobrar é a garantia do empresário, de nada adianta vender e aumentar os riscos na concessão de créditos. Para fechar o ciclo dos negócios é preciso também prestar atenção nas cobranças”, finalizou Juarez Orsolin, presidente da Acir. O serviço de consulta de crédito Boa Vista SCPC funciona por meio da Acir e o associado acessa o sistema Crediconsult pelo site www.acirmt. com.br. Maiores informações em horário comercial, na sede da Acir, na Rua Otávio Pitaluga, 692 – Centro.

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CORAÇÃO NOS NEGÓCIOS

BUSCA PELO CONHECIMENTO E SOLIDARIEDADE GARANTEM SUCESSO DE EVENTO DA ACIR PÚBLICO APRENDEU COMO PENSAR COMO PENSAR COM A MENTE DO CORAÇÃO.

O evento organizado pelo Núcleo da Mulher Empresária reuniu mais de 200 pessoas Aprendendo com a mente do coração foi o tema que levou mais de 200 pessoas à palestra do reconhecido Paul Anwandter. O evento realizado pelo Núcleo da Mulher Empresária do Projeto Empreender da Acir e Tulipas Buffet, atraiu famílias inteiras, profissionais das áreas da medicina e da psicologia, estudantes e empresários de todos os setores. O palestrante conquistou a atenção do público com a convicção de quem não dispensa os sentimentos mesmo nas transações comerciais e industriais. “Precisamos usar os sentimentos para que os negócios fluam. Não adianta ter uma empresa, ser um sucesso profissional somente tecnicamente, é preciso

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gostar do que faz e dos resultados dos negócios”, alertou o palestrante. O público, que praticamente lotou o espaço Millenium, doou como ingresso, leite longa vida. “Arrecadamos cerca de 250 litros de leite que foram doados à Casa do Adolescente. A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – Acir, tem como filosofia transformar eventos de conhecimento e aprimoramento profissional em ações solidárias. Este é o papel da nossa Entidade”, disse o gerente administrativo da ACIR, Robson Neves. Paul Anwandter atualmente é presidente da Associação Chilena de Coa-

ching e Mentoring e diretor da Sociedade Chilena de Hipnose e palestrante. Viaja a América do Sul levando conhecimentos para empresários e futuros profissionais, para que os negócios sejam tratados também com o coração. “O Núcleo da Mulher Empresária do Projeto Empreender da Acir, movimenta mensalmente as ações das filiadas e garante a atualização dessas mulheres de negócios, que aproveitam para proporcionar também a outros públicos encontros, palestras, oficinas e workshops que garantem conhecimento e sucesso empresarial e pessoal”, disse Sandra Vianna, consultora do Projeto Empreender da Acir.

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