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PORTAL Boletim

A

R e v i s t a

D o

C o n d o m í n i o

P o r t a l

d o s

Ba n d e i r a n t e s

Edição número 50 - Abril - 2011

Sustentabilidade

O que eu tenho a ver com isso?

A difícil tarefa de conviver Surto de conjuntivite em SP Metas de redução e reciclagem, de resíduos


Índice Expediente Diretor Comercial: Rodrigo Alonso Diretor Administrativo: Felipe Morales Publicidade: Fábio Roberto Direção de Arte: Vinicius Nogueira Conteúdo Informativo Geraldo Magalhães Raghi Para anunciar: (11) 2369-6787 / 7736-4944 fabio@houseofcom.com.br www.houseofcom.com.br

04 CAPA : Sustentabilidade: O que eu tenho a ver com isso? 06 BAIRRO: Justiça interdita lançamento de cemitério 07 PORTAL: A difícil tarefa de conviver 08 ACONTECE: Surto de conjuntivite em SP 09 ACONTECE: Dicas para comprar seu carro usado 10 CIDADANIA: Você se preocupa em economizar água 12 PORTAL: Atualização de cadastramento 14 CIDADANIA: A logística cruel do lico Boa leitura!

Criação e Design: House of Com A House of Com não se responsabiliza pelo conteúdo de matéria e anúncios. Colaboração: Claudio Araújo Sandra Vasarhelyi

Edição: nº 49 • Mensal • Março / 2011 Tiragem: 3.000 Exemplares Estrutura: 27 Edificações 2826 Apartamentos 14000 Moradores Síndico: Geraldo Magalhães Raghi Contato Administração: 11 3835-4587 Contabilidade: ana@cportaldosbandeirantes.com.br Gerência: sandra@cportaldosbandeirantes.com.br Departamento Pessoal: viviane@cportaldosbandeirantes.com.br Financeiro: eliana@cportaldosbandeirantes.com.br Cobrança: Keyla projeto.cobranca@superig.com.br Departamento Jurídico: ricardo@rcunhaadvogados.com.br rosane@rcunhaadvogados.com.br

Calendário de Missas e cultos 2011 Grupo adoração Cultos no bloco 15 Terças feira Abril - Dia 26 - 14h Maio - Dia 17 - 20h Junho - Dia 21 - 14h Missas Dia 03 10 17 24

Bloco 14 19 15 17

Grupo adoração Cultos no bloco 14 Terças feira Março - Dia 29 - 14h Abril - Dia 19 - 20h Maio - Dia 24 - 14h Junho Dia 14 - 20h


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CAPA

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Sustentabilidade. O que eu tenho a ver com isso? Diariamente vemos e ouvimos propagandas, anúncios, matérias, reportagens, entrevistas e diversas pessoas conversando sobre sustentabilidade. Os governos mundiais, ONG´s - Organizações Não Governamentais, espalhadas por todo o planeta e as empresas se reúnem, lançam desafios e metas, propõem mudanças e lançam novos produtos ecologicamente corretos. Por que ou para que isso? Ou melhor, o que eu tenho a ver com isso? Para responder esta pergunta, convido você há voltar um pouco no tempo, pensar em como as pessoas viviam no passado, pensar em como era o relacionamento da sociedade com as coisas e com as outras pessoas. A vida era vivida de forma diferente, consumíamos coisas diferentes. Os anos passaram e a revolução industrial, intelectual e tecnológica nos trouxeram um novo

horizonte, e isso é muito bom, porém não fomos capazes de harmonizar nossas conquistas com a capacidade de renovação que o nosso planeta precisa. Você já deve ter ouvido a seguinte expressão: “na natureza nada se cria, tudo se transforma”, ou seja, nossa nova necessidade esqueceu-se do princípio da renovação. Tudo o que temos hoje já existia no passado, mas de outra forma, vejamos, nossa mesa de refeição no passado era uma árvore, nossa geladeira uma pedra mineral, o vidro de nossas janelas era areia, o papel, a embalagem, as sacolas, as garrafas plástica, tudo já estava aqui, porém distribuído de forma diferente, normalmente em belas paisagens. É normal ouvirmos histórias de como nosso rio Tietê era despoluído e límpido, das pes-

soas aproveitando as suas margens para passeios e atividades físicas, porém nos esquecemos de continuar a cuidar dele, todos somos a favor de uma ação do governo para sua despoluição, mas não nos importamos de despejar o óleo de cozinha diretamente no esgoto, por quê? Um pensador do século primeiro disse, “Porque na natureza, toda espécie de feras, de aves, de répteis e de seres marinhos se doma e tem sido domada pelo gênero humano”. O homem tem a capacidade de dominar a natureza, tem a capacidade de destruir, mas também tem a inteligência para reconstruir. Sustentabilidade é uma ciência nova, é um alvo dinâmico, os pesquisadores não têm uma definição exata de todo o seu contexto. A ONU - Organização das Nações Unidas,


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em sabão ecológico, trazendo benefício ecológicos e financeiros. Você aceita este desafio? Vamos começar a mudar nosso comportamento? E convencidos de que poderemos contar individualmente com cada vizinho morador, funcionários, colaboradores, fornecedores e frequentadores do nosso Portal, que tomamos a iniciativa, submetemos previamente à Administração (Sindico Geral) e com apoio do mesmo nos propomos a lançar o PROJETO SUSTENTÁVEL PORTAL DOS BANDEIRANTES. Nossa intenção é de apresentar o Projeto o mais breve possível, entretanto é indispensável para nós conhecer sua opinião a respeito do tema, suas sugestões e contribuições prévias para que possamos já aproveitá-las no lançamento do desafio, afinal entendemos que somente juntos obteremos o êxito pretendido.

assim definiu sustentabilidade: “Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.” Relatório Brundtland, 1987, ONU (Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento - tema “Nosso Futuro Comum”). Definição simples, porém muito difícil de executar, porque altera principalmente nosso comportamento, nossa instinto de imediatismo, queremos as coisas hoje, sem a preocupação com o amanhã. Queremos água engarrafada, alimentos congelados, transporte rápido e confortável, tudo de preferência em excesso para guardarmos, fritarmos, consumirmos e descartarmos. Olhar o mundo de forma diferente, colocar os óculos do coração, a paixão por aquilo que recebemos da mãe terra e o entendimento de que devemos devolvê-lo aos próximos habitantes deste mundo azul. Damos graças a Deus pela tecnologia, pelas descobertas deste século, pelas facilidades de nossos dias, porém como queremos de-

volver à natureza e aos seus futuros inquilinos àquilo que estamos consumindo? Será que nossos filhos e netos verão somente a beleza da natureza em fotos digitais ou em documentários em 3D? Nosso legado para a humanidade será os maiores lixões e aterros sanitários?

SUSTENTABILIDADE É O RESPEITO À VIDA.

Respeitar a vida é respeitar as pessoas, sustentabilidade pessoal, acrescentando em nosso dia a dia a opção de fazer diferente, entender que para todas as nossas ações existe uma reação ao meio ambiente. O tempo do meu banho, os produtos que consumo, meu transporte e todas as coisas que descarto refletem no meio onde eu vivo. Voltemos à questão sobre o rio Tietê; não podemos sozinhos limpá-lo, mas podemos diminuir o impacto sobre sua poluição futura. Somos no Portal dos Bandeirantes, mais de 2.800 apartamentos, se cada apartamento consumir mensalmente 1 litro de óleo de cozinha, estamos descartando 2.800 litros de óleo por mês, ou seja, poluindo mais de 28.000.000 de litros de água. Se devidamente separado, poderíamos transformá-los

Abaixo para incentivar sua participação oferecemos uma prévia dos assuntos que abordaremos nas próximas edições da nossa Revista do Condomínio – PORTAL, ou se Deus permitir já através do futuro site onde será lançado o nosso PROJETO. TEMAS: • • • • • • • • • •

Óculos da sustentabilidade Aquecimento global Qualidade de vida Desenvolvimento sustentável Papel do consumo responsável Características do cotidiano sustentável Ciclo de vida dos produtos Consumir de forma sustentável Descarte de lixo Garantir recursos futuros para o bem estar nosso e da próxima geração

Antecipe sua participação contatando conosco através: e-mail: pinheiro@eu-eco.net, ou Bloco 24 – Apartamento 185 Carlos Alberto de Aquino Pinheiro Júnior Pós-Graduando em GESTÃO SÓCIOAMBIENTAL EM SUSTENTABILIDADE.


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BAIRRO

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O lançamento do cemitério em frente ao nosso condomínio foi interditada

Justiça impede novamente lançamento de cemitério na região

Fonte folha noroeste

Lutar contra a construção de grandes empreendimentos que podem causar danos à população não é uma tarefa fácil. Se essa obra tem políticos e pessoas influentes envolvidos, mais difícil é a disputa. Mas alguns fatos podem mudar essa lógica.

de discussão e não caberia uma derrubada da liminar que impede o início das atividades”, afirmou o Dr Luiz Roberto Proença, promotor do Ministério Público de São Paulo e autor da Ação Civil Pública contra o empreendimento.

No último dia 03 de março foi realizada uma sessão no Tribunal de Justiça de São Paulo, na Câmara Especial do Meio Ambiente. Ali foi julgado um agravo de instrumento do caso do Cemitério de Pirituba. Em análise estava a liminar que vetava o início do funcionamento e comercialização dos jazigos. O resultado foi a favor da população de Pirituba e região, contrariando os interesses dos construtores. Por unanimidade os desembargadores negaram a queda da liminar. Os empreendedores continuam impedidos de fazer uso da área para os fins do cemitério. A vitória ainda é extremamente preliminar, já que o processo propriamente dito sequer foi iniciado.

Para entender o caso

A partir dessa decisão por unanimidade do Tribunal de Justiça, criam-se condições para que o juiz da Vara da Fazenda Pública dê início ao processo de 4 mil páginas contra a construção do cemitério. “A decisão faz todo sentido. O processo está em início

Há 6 anos o então secretário do Verde e Meio Ambiente, Adriano Diogo, permitiu a devastação da área localizada em frente ao Portal dos Bandeirantes. O terreno foi vendido, o cemitério entrou nos planos de investidores e liminares que discutiam a legalidade da obra foram impetradas. Essa foi a tônica desse embate entre a sociedade civil organizada da região de Pirituba e os empreendedores. A Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital obteve na Justiça uma liminar que determinou a paralisação das obras de construção do cemitério. A liminar é fruto de uma ação civil pública ambiental ajuizada contra o governo estadual, a Prefeitura de São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o empresário Gazal Zarzur e o engenheiro Raphael Jafet. A ação foi movida em razão do dano ambiental causado pelo corte de mais


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de 33 mil árvores no terreno situado em zona de preservação ambiental, para implantação de um cemitério com mais de 30 mil jazigos. O corte das árvores, segundo o promotor de Justiça Luiz Roberto Proença, foi feito sem as necessárias licenças ou anuências do órgão federal (IBAMA) e dos órgãos estaduais ambientais (DEPRN, CETESB e DAIA). A ação, que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública, foi proposta em dezembro de 2009 e é resultado de um inquérito civil aberto em 2005, que apurou o desmatamento ocorrido no terreno de 99 mil m2, de propriedade de Gazal Zarzur e Raphael Jafet Jr. O terreno fi ca próximo ao cruzamento da Avenida Marginal do Rio Tietê com a Rodovia dos Bandeirantes. De acordo com o apurado no inquérito civil, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente concedeu autorização para o corte raso das mais de 33 mil árvores existentes no local, apesar de o imóvel estar localizado em área de preservação permanente e com vegetação arbórea também considerada de preservação permanente e patrimônio ambiental por normas federais, estaduais e municipais. A autorização, segundo o promotor, além de não ter prévia aprovação dos órgãos ambientais, contrariou pareceres técnicos dos servidores da própria Secretaria Municipal do Verde, bem como da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Mesmo assim, a Prefeitura expediu alvará de edificação nova no local, em meados de 2005, permitindo a construção do cemitério. A liminar, concedida pelo juiz Marcos de Lima Porta, proíbe a comercialização dos jazigos. O juiz afi rma em sua decisão que as obras de edifi cação corresponderão a cerca de 85% do imóvel, e que “o número de jazigos projetados é de 30.099, os quais serão dispostos lado a lado, abaixo do nível do solo, o que poderá implicar em extensa área de impermeabilização do terreno. Portanto, trata-se, decerto, de empreendimento de proporções consideráveis, propício a causar, além do impacto ambiental, impacto paisagístico e desestabilização geológica do terreno“.

Próximos passos Os futuros réus no processo chegaram a pedir a extinção da Ação Civil Pública do MP. Além de não ter o pedido aceito, os empreendedores tiveram uma derrota por unanimidade diante de 3 desembargadores do Tribunal de Justiça. Ainda caberá recurso na tentativa de derrubar a liminar que impede a liberação da área, venda de jazigos e sepultamentos. O recurso deverá ser levado ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Para a população e empresários da região que participaram do movimento contra a instalação do cemitério haverá a necessidade de acompanhamento do processo que ainda precisa ser instaurado. A partir de então os investidores passarão a ser verdadeiramente réus. A ação teve o envolvimento e apoio da Associação Comercial de São Paulo, Distrital Noroeste, do Jornal Folha Noroeste e fundamentalmente da Comissão do Meio Ambiente do Condomínio Portal dos Bandeirantes.

BAIRRO

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A difícil tarefa de conviver Por Claudio Araujo Uma das regras básicas para se conviver em harmonia é o respeito. Quando pensamos em respeito, as possibilidades de ações são inúmeras. Ele se dá de diferentes modos, em várias circunstâncias, e é possível afirmar que sem o respeito não existe convivência e muito menos a possibilidade de compartilhar um mesmo espaço. Um condomínio é formado por famílias, pessoas em geral, que possuem gostos, personalidades e atitudes diferentes, e é isso que define um apartamento do outro, tudo vai além do espaço físico, o meu vizinho é diferente de mim, assim como o vizinho do meu vizinho, também é diferente de mim. No entanto, é impossível pensar em cada um, em cada individualidade, mas com o objetivo de pensar em todos, e de fazer com que todos tenham um espaço cada vez melhor, é necessário haver regras de convivência. Essas regras não foram feitas para impor, e muito menos dizer o que cada um deve fazer, foram feitas pensando no coletivo. Ou seja, não deixar seu carro estacionado aleatoriamente, recolher o que o seu gato ou cachorro faz, não sujar as paredes, manter o som em volume baixo, ter um tom de voz adequado nos corredores, não jogar lixo ao chão, usar o elevador de maneira prudente e entre outras, é um dever de cada um, são regras feitas para todos, visando manter a ordem, e assim tornar o ambiente cada vez melhor. Um ambiente no qual os vizinhos possam utilizar o mesmo espaço pensando que o outro também vai utilizar. Todos os dias, em várias regiões do mundo, moradores entram em conflito, muitas vezes por motivos banais. Infelizmente brigas em geral acontecem, sabemos que a difícil tarefa de conviver com pessoas diferentes é algo complicado, que requer paciência, muita calma. Eu sei, entendo perfeitamente que é impossível manter um condomínio completamente calmo, sem brigas. Inevitavelmente discussões podem acontecer, é algo normal. No entanto, o que tenho a dizer sobre isso é que nesses casos o diálogo é a melhor solução, pois através do diálogo grandes problemas podem ser resolvidos, evitando uma maior dor de cabeça. Em resumo, volto a minha afirmação inicial: que o respeito é à base de tudo. A tarefa de fazer cada um a sua parte pode parecer algo chato, cansativo e entediante, mas é um dever de convivência, algo necessário. Por isso, seguir as regras que o condomínio determina é de extrema importância, assim o ambiente sempre será agradável, para que filhos, pais, mães, parentes e amigos possam utilizar.


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ACONTECE

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SP enfrenta surto de conjuntivite

CONSÓRCIO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Capital registra mais de mil casos por dia desde fevereiro Autor:, 18/03/2011

Com a liberação do uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) em consórcios de imóveis, a comercialização de novas cotas registrou um aumento de 18,1% no acumulado dos três primeiros meses de 2010, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Ao todo, até março deste ano, foram vendidas 56 mil, enquanto que no primeiro trimestre de 2009 foram comercializadas 47,4 mil. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). “Não pagar juros, parcelar integralmente o valor do bem e poder utilizar o FGTS na amortização, liquidação e pagamento de parte das prestações ou para ofertar lances têm sido as principais razões para o crescimento dos consórcios de imóveis, especialmente no primeiro trimestre de 2010,- afirma o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi. O número de contemplações também cresceu. Em março deste ano, o setor contabilizou 545 mil consorciados ativos no ramo de imóveis, 5,2% a mais do que os 518 mil daquele mês no ano passado. Além do aumento de adesões houve ainda um crescimento nas contemplações (momento em que o consorciado pode receber o imóvel). Só nos três primeiros meses deste ano foram 17,1 mil, 14% a mais do que as 15 mil do mesmo período de 2009.

O surto de conjuntivite viral não está mais restrito às cidades do litoral e da Grande São Paulo, segundo o Centro de Controle de Doenças (CCD) da Prefeitura. Desde fevereiro, a doença fez mais 3 mil vítimas por dia, totalizando 50.405 casos até o momento. Só no pronto-socorro oftalmológico da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) são atendidas 400 pessoas com conjuntivite por dia, contra 60 em dias normais. Já no Hospital das Clínicas, 300 novos casos são diagnosticados diariamente - três vezes mais do que o previsto. O aumento também foi identificado na Santa Casa, onde 70% dos pacientes estão com a doença, e no Hospital Beneficência Portuguesa, com 114 casos. A capital já está em alerta devido à epidemia, mas ainda não há uma campanha declarada contra a doença. O que para o oftalmol-

“Não há uma campanha de esclarecimento, especialmente nessa época do ano, para mostrar às pessoas que a conjuntivite é um problema sério e pode causar mais prejuízos, como diminuição da visão” , alerta o médico.

ogista do HC, Milton Ruiz Alves, é um erro.

É importante saber que a doença pode causar, além de desconforto, uma série de complicações aos olhos. Os sintomas mais comuns são vermelhidão, lacrimejamento, coceira e irritação, mas também pode haver pus. Neste caso, é necessário procurar o médico. “A doença pode complicar e causar inflamação na córnea”, afirma Arnaldo Gesuele, oftalmologista do hospital Beneficência Portuguesa.

Para usar os recursos do fundo, os consorciados devem seguir as mesmas regras de uso do FGTS que são válidas para quem está comprando via financiamento imobiliário. Além de o saldo só poder ser usado por trabalhadores com mínimo de três anos de contribuição, o mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do fundo no mesmo município. O consorciado deve respeitar ainda o limite de R$ 500 mil para a compra do imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso. Diferentemente do financiamento habitacional, no consórcio não há cobrança de juros. Mas, sobre as parcelas mensais, é adicionada uma taxa de administração que varia, de acordo com a administradora, entre 1% e 1,5% do valor do imóvel ao ano. Já o prazo oscila entre 80 e 240 meses.

Não existe apenas um tipo de conjuntivite. Temos a alérgica, provocada por reação alérgica, a bacteriana, caracterizada por vermelhidão e coceira, e a viral, cujos sintomas são vermelhidão, coceira e secreção aquosa. Uma vez infectado, o doente levará dez dias para se recuperar. Porém, em alguns casos, a cura pode demorar até três semanas. Por isso, é importantíssimo redobrar os cuidados com a higiene, lavando sempre as mãos, e evitar o contato direto com pessoas que tenham a doença.

Rossi ressalta que o consorciado precisa estar ciente de que poderá esperar alguns anos para obter a carta de crédito. “O consórcio é como uma poupança programada. Mas o consumidor precisa se assegurar de que não precisará do imóvel imediatamente. Ele pode comprar não apenas o seu imóvel, como uma casa de veraneio, um segundo apartamento, desde que esteja dentro das regras do fundo de garantia”, explica o presidente da Abac. Antes de fechar negócio, o interessado também deve observar se o consórcio está registrado no Banco Central, que regulamenta os consórcios imobiliários, e também ler todas as cláusulas do contrato. O especialista aconselha ainda que o consorciado participe de todas as assembleias e tire possíveis dúvidas com a administradora.

Dica: para diminuir o desconforto, o recomendado é colocar compressas de água fria na região dos olhos.

Com FGTS, consórcios de imóveis registram número recorde de participantes publicado em 14/05/2010 às 12:33 | Fonte: O Globo


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Para todos os gostos, 2011 começou lotado de shows e o Brasil cada vez mais se consolida no roteiro internacional de eventos. Somente neste primeiro trimestre tivemos artistas renomeados que tocaram para casa cheia, como a cantora Cindy Lauper, Mayhem, Seal e a banda Paramore que levou os jovens a loucura no Credicard Hall. A euforia e histeria da molecada deixaram bombeiros e seguranças em estado de alerta em todo decorrer do show, mas no fim tudo correu bem. Para este mês de Abril, o casting de atrações irá bombardear a carteira de qualquer cidadão: 01/04 – Air Supply (Via Funchal), 02/04 – Ozzy Osbourne (Anhembi), 03/04 – Avenged Sevenfold (Credicard Hall), 04/04 – Deftones & Cypress Hill (Credicard Hall), 05/04 – Elvis Costello (Credicard Hall), 06/04 – The Human League (Via Funchal), 07/04 – Slash (HSBC Brasil), 09, 10 e 13/04 – U2 (Estádio do Morumbi), 14 e 19/04 – Roxette (Credicard Hall), 24/04 - Doro Pesch (Carioca Club), 30/04 – Opera Multi Steel (Inferno Club). Nos espaços do SESC mais perto da gente temos uma programação bem refinada. O projeto “Jazz Com Petiscos”, na unidade Pinheiros, traz dias 02 e 24/04 - Fernando Correa Trio, 03 e23/04 - JP Trio, 09 e 17/04 - Everton Barba Trio, 10 e 30/04 - Original Paris Swing, 16 e 01/05 - Marcos Paiva Trio. Para os mais descolados tem Flávio Guimarães (Blues Etílicos) no dia 17/04 e Los Piratas c/ participação especial de André Abujamra, Marcelo Jeneci, B Negão e Curumin; no dia 27/04; também na unidade Pinheiros. Neste mês também acontece um dos maiores eventos sociais e culturais do país, a Virada Cultural 2011. Nos dias 16 e 17 serão um total de 170 atrações espalhadas por 07 parques, dezena de museus, espaços culturais e ruas da cidade de São Paulo. Durante a virada você confere shows de música, teatro, cinema, exposições e intervenções artísticas. Confira todos os detalhes em: www.viradacultural.org ou www.rocksp.com.br Em Março e Abril os lançamentos ficaram nostálgicos e grandes bandas apenas remasterizaram ou divulgaram trabalhos especiais de materiais antigos. Foi o caso do Pearl Jam que relançou parte de sua discografia digitalizada, as bandas Soundgarden e Green Day com álbuns ao vivo; “Live In ON I-5”e “Awesome As F***”. Os mais aguardados eram os novos trabalhos da banda Roxette e

ACONTECE

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do pessoal do Duran Duran, mas que infelizmente não foram bem aceitos pelos críticos. Já o surpreendente sucesso do filme nacional “Bruna Surfistinha” o lançamento de uma das melhores trilhas sonoras já vistas. No repertório, Radiohead é o grande destaque com a faixa “Fake Plastic Trees”, do álbum The Bends, lançado em 1995. Completa a trinca de canções internacionais, “Time Of The Season”, do aclamado Odessey and Oracle (1968), da banda britânica The Zombies; e “Who`s Out There?”, do álbum Songs From The Bar Room Floor (1996), do punk inglês The Flaming Stars. Entre os artistas nacionais, está a cantora Céu, que embala a faixa em inglês “Sunshine Girl”, gravada especialmente para o disco; Holger com Thoothless Turtles; a cantora e compositora BlueBell, com What IF…; Robinho da Prata com o funk Copo de Vinho, sucesso produzido por DJ Marlboro em 2007; e a Banda Ritmo Quente, com Te Quero Tanto. O álbum traz ainda composições originais assinadas por André Lucarelli, como They Don?t Make Mistakes, Keep Your Hands In, e Little Darling; e Rica Amabis, como Fevereiro 32 e Filme Triste. Por André A. V. Punski Fonte: ROCK SP – Ache o Rock, o seu Rock! www.rocksp.com.br

DICAS PARA COMPRAR CARRO USADO A venda de carros cresce a cada dia, tanto de carros 0km, como também de usados. Grande parte dos consumidores prefere comprar usados, pois os preços são mais baixos. Mas fique sabendo que há alguns critérios á serem levados em conta. Você deve verificar bem o carro antes de levar para casa. Então aqui vamos dar algumas dicas para você não ser passado para trás. Primeiramente veja as condições que se encontra o carro externamente e internamente. Veja se não há multas á serem pagas, problemas com a justiça, consulte também o IPVA, para saber se as contas estão em dia, veja o documento. Veja se o carro está no nome do vendedor, o número do chassi perto do motor, veja a data dos cintos de segurança se correspondem com a mesma data do motor. Verifique se não há fraude no hodrômetro, pois ele pode ter sido adulterado.C onfira o desgaste dos pneus, a quilometragem rodada para ver a comparação. Esses são os fatores básicos que o comprador deve verificar, pois por mais simples que pareçam, faz toda a diferença. Exija um bom carro, lembre-se que a sua segurança está em primeiro lugar. Lembre-se também de passar o quanto antes o carro para o seu nome. Compare os valores para ver se vale a pena. E consulte um mecânico de sua confiança para averiguar o carro antes da compra.


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CIDADANIA

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Você se preocupa em economizar água ? 74% das pessoas não se empenham muito em cuidar da água Quando o assunto é escassez e poluição das águas, uma pesquisa inédita realizada pelo Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (CBH-AT) mostra que as pessoas que moram na grande São Paulo têm muita dificuldade em mudar os hábitos que contribuem para degradar nossas águas. Dos entrevistados, 85% dizem que nossos hábitos de consumo ajudam a destruir rios, córregos e mananciais e 66% entendem que o maior desperdício ocorre nas residências. Porém, quando perguntados sobre o comprometimento para colaborar com a preservação das águas, 74% responderam que não se empenham muito. Um encontro para a discussão do tema “O Futuro das Águas na Grande São Paulo” foi realizado no auditório da Associação Comercial de São Paulo, apoiadora no evento. A palestra feita pelo jornalista Washington Novaes, especialista e pioneiro em jornalismo ambiental no Brasil, especialmente convidado para o evento, deixou transparente a indigência hídrica no Brasil e no planeta: 56% dos lares brasileiros não tem coleta de esgoto e 10% da população mundial, algo em torno de 600 milhões de pessoas, não desfruta de água potável - carência que produz uma grave e complexa cadeia de problemas de ordem sanitária e social. Segundo Marco Aurélio Bertaiolli, prefeito de Mogi das Cruzes e presidente do CBHAT que esteve no local, “O Brasil detém 13% da reserva mundial de água. Ainda paira no ar o mito de que a água é um bem infinito. Com a pesquisa foi detectado que a maioria dos cidadãos paulistanos tem consciência

desse privilégio; 94% deles inclusive se dizem preocupados com o mau uso da água. Mas o resultado indica que 70% ainda pensam que o vizinho é quem desperdiça água. Todo mundo sabe que demorar no banho ou deixar a torneira aberta ao escovar os dentes são exemplos de mau uso. A questão está em transformar a conscientização em ação”. Para Dilma Penna, presidente da Sabesp, “Melhores tecnologias são necessárias e bem-vindas para permitir a todos o acesso à água potável. Nesse sentido haverá, até 2019, investimento calculado em R$ 2,3 bilhões para tal fim. Porém, não haverá desenvolvimento econômico e social sem haver consumo consciente”, afirmou. Rogério Amato, presidente eleito da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), considera que encontros dessa natureza são essenciais para promover discussões que preparem o caminho para a busca de soluções. Dicas para economizar água Na cozinha • Antes de lavar pratos e panelas, remova bem os restos de comida e jogue-os no lixo • Mantenha a torneira fechada ao ensaboar as louças • Deixe de molho as louças com sujeira mais pesada • Só ligue a máquina da lavar louça quando estiver cheia No banheiro • Feche a torneira ao escovar os dentes e ao fazer a barba • Não tome banhos demorados • Mantenha a válvula de descarga do vaso sanitário sempre regulada e não use o vaso como lixeira ou cinzeiro • Conserte os vazamentos o quanto antes Na lavanderia • Não fique lavando aos poucos, deixe a roupa acumular e lave tudo de uma vez • Mantenha a torneira fechada ao ensaboar e esfregar as roupas • Deixe as roupas de molho para remover a sujeira mais pesada e utilize esta água para lavar o quintal • Só ligue a máquina de lavar roupa quando

estiver cheia No jardim, quintal e calçada • Evite lavar o carro durante a estiagem, se necessário use um balde e pano, nunca a mangueira. • Não use a mangueira para limpar a calçada, use uma vassoura. •Prefira o uso de regador ao da mangueira para regar as plantas. Nas torneiras • Não deixe a torneira pingando, sempre que necessário troque o “courinho”. A perda por vazamento em torneiras é muito grande.


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PORTAL

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Metas de redução e reciclagem de resíduos sólidos são adiadas para junho

CET deve substituir semáforos até 2012

Governo ainda não definiu como vão funcionar os sistemas de logística reversa no País Autor:, 18/01/2011

O novo aparelho utiliza lâmpadas do tipo LED, cuja eficiência óptica é superior às incandescentes. Além disso, de acordo com Universidade de São Paulo (USP), o sinalizador é até 90% mais econômico se comparado ao convencional, com lâmpadas de 100W.

A inovadora Política Nacional de Resíduos Sólidos sancionada pelo governo Lula para regulamentar o ciclo de vida dos produtos consumidos e fabricados no País ainda não superou o campo teórico. Por enquanto, nenhuma meta relacionada à logística reversa foi estabelecida pelo governo, cujo decreto mal esboçou como irá funcionar esse novo sistema de recolhimento e reciclagem de produtos. Ao que tudo indica, o plano nacional só deverá tomar forma em junho, com a definição do Ministério do Meio Ambiente. Cada setor terá seu próprio modelo de logística reversa, assim como metas de reciclagem e políticas voltadas à sustentabilidade. Tudo isso deverá ser acordado entre os setores envolvidos, como de embalagens, eletroeletrônicos e lâmpadas. Segundo a advogada especializada em direito ambiental do escritório Mattos Filhos, Lina Pimentel, a Política Nacional de Resíduos Sólidos ainda está muito vaga. “Deixou muitos itens

para serem resolvidos por meio de acordos setoriais”. Apesar disso, ela informa que muitos segmentos da indústria brasileira, como o de pneus, pilhas e baterias, já estão se organizando para definir como deve funcionar a nova logística. Além de responsabilizar os fabricantes pelo ciclo de vida de seus produtos, o programa atribui ao consumidor uma função importante dentro desse processo. De acordo com o texto, todos os cidadãos serão responsáveis pelo lixo doméstico, cabendo a eles separar devidamente os resíduos conforme as determinações da coleta seletiva. Porém, apenas os resíduos secos e úmidos serão separados por enquanto. A parte mais inovadora da lei trata justamente disso e impõe penalidades, no valor de R$50 a R$ 500, a quem desrespeitar a chamada logística inversa. As advertências também poderão ser convertidas em “serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente”. “O decreto deixa claro que o consumidor terá de separar e disponibilizar os resíduos. Só não ficou claro se ele terá de levar os resíduos a algum posto ou se eles serão recolhidos em casa”, ressalta a advogada. Outra meta é acabar com os lixões até agosto de 2014. Para isso, cada município brasileiro terá de implementar em sua região sistemas eficientes de coleta seletiva e construir novos aterros sanitários

E o que diz a lei? Itens considerados perigosos à saúde e ao meio ambiente, como pilhas de baterias; lâmpadas fluorescentes; óleos lubrificantes e produtos eletroeletrônicos, deverão ser descartados corretamente pelos consumidores, retornando assim aos respectivos fabricantes

Para evitar novas panes nos semáforos da cidade, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai substituir até janeiro de 2012 os atuais faróis por modelos mais modernos e resistentes à chuva. Ao menos um a cada seis semáforos serão substituídos até o ano que vem.

Sua vida útil também é maior, podendo permanecer acesso por mais de 50 mil horas. “O LED é um emissor que não apaga repentinamente. Ele vai degradando com o tempo e, depois de seis anos ligado, só perderá 25% da eficiência óptica inicial”, explica o coordenador do projeto Luís Fernando Bettio Galli. O estudo é resultado de uma parceria entre o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica do Instituto de Física da USP de São Carlos e a empresa DirectLight. Contudo, para alguns especialistas em trânsito e engenharia elétrica, a solução não é suficientemente capaz de resolver o problema dos apagões, cada vez mais frequentes. “Mas é uma saída”, afirma o presidente do sindicato dos agentes de trânsito (Sindiviários), Reno Ale. Só ontem, após a forte chuva que atingiu a cidade no domingo, cerca de 114 faróis estavam com defeito. Mas, por que isso acontece? As falhas se devem às variações de voltagem na rede, infiltrações de água e descargas elétricas. E, como todo aparelho eletrônico, os semáforos também sofrem apagões quando há cortes no fornecimento de energia. A CET pretende ainda instalar mil semáforos eletrônicos até 2012.

Atualização cadastral Visando sempre a melhoria do condomínio, e juntamente com ela a satisfação dos moradores, venho esclarecer alguns pontos importantes, sobre um assunto de interesse geral. A atualização do cadastro de cada morador, representando seus respectivos apartamentos, se faz necessária para que aja uma maior organização, ou seja, ao efetuar a troca de seu carro é necessário avisar, atualizar o seu cadastro e informar os dados em relação ao novo veículo. Tudo isso para que em casos urgentes, as devidas portarias possam entrar em contato com maior rapidez. Essa atualização tem como simples objetivo proporcionar uma maior segurança ao morador, em resumo, em casos como carros estacionados aleatoriamente, vidros abertos, assim com luz acessa no interior etc, a atualização cadastral possibilita o contato direto com o dono e assim, evita maiores danos Um forte abraço Cláudio Araújo


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CIDADANIA

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A logística perversa do lixo Fonte folha noroeste O que você faz com seu lixo mostra o quanto está preocupado com o futuro Autor:, 16/03/2011 Uma garrafa de plástico jogada no chão pode parecer inofensiva aos olhos de quem comete o delito. Diante dela, qualquer um diria que é uma bobagem, afinal pagamos impostos para que alguém mantenha as ruas limpas. Como cidadãos do mundo, sabemos muito bem que há duas opções: recolher espontaneamente o lixo ou ignorá-lo, assim como ignoramos tudo aquilo que não faz parte do nosso meio. Mas eis a questão: se ninguém em sã consciência viveria em meio à sujeira, por que não somos igualmente responsáveis para além do portão de casa? Ora, uma única garrafa não é capaz de provocar uma enxurrada, mas toneladas fazem muito estrago. A geração atual não só atira papéis pela janela do carro como também abandona veículos, móveis e eletrodomésticos em qualquer parte da cidade, em vez buscar alternativas menos prejudiciais ao meio ambiente. Na capital, por exemplo, há serviços especializados para garantir a destinação adequada dos detritos, como os ecopontos (para entrega voluntária de pequenos volumes de entulhos e objetos) e as operações Cata-bagulho, realizadas em diferentes regiões da cidade. Porém, tais iniciativas não surtem efeito devido ao descompromisso da população com a cidade. Afinal, para muitas pessoas, é mais fácil descartar aquilo que não lhe serve mais na frente de cas a ou no quintal do vizinho do que se dar ao trabalho de jogar o lixo no lixo. Feio, o costume não é nenhuma novidade em nossa trajetória como socie-

dade. Mesmo na época colonial, a aristocracia brasileira não hesitava em atirar seus pertences ao chão para que seus serviçais limpassem a sujeira. Até o rei Dom João VI fazia suas necessidades ao ar livre, assim como seu filho – Pedro I. De lá pra cá, o Estado encarregou-se de limpar a imundice alheia e o brasileiro, contrariando a imperativa ideia da sustentabilidade, permaneceu sem nenhum senso de dever sobre o espaço onde vive. Não à toa, ainda é necessário adverti-lo, em pleno século XXI, a não fazer xixi na rua. Foi a nossa educação a responsável pela formação de uma sociedade patrimonialista, habituada em delegar ao governo suas demandas. E se até hoje cuidar do lixo não é da nossa conta, é porque sempre houve alguém encarregado de recolher a sujeira. Falando em desserviço, não é preciso ir muito longe para encontrar péssimos exemplos de cidadania. No acesso da Rodovia Anhanguera à Marginal do Tietê, caminhões e carros de passeio despejam entulho no local e a Subprefeitura da Lapa, que deveria zelar pelo patrimônio público, pouco fez para impedir a ação criminosa. Lembrando que a infração rende uma multa de até R$ 12 mil para quem for flagrado jogando lixo em local proibido. Também não é incomum encontrar uma infinidade de materiais obsoletos abandonados pelas ruas da região, como sofás, colchões e entulho da construção civil. As pilhas de sujeira estão por toda parte, basta olhar a nossa volta para encontrar mostras de imprudência e falta de educação.

E eu com isso? A conveniência em questão é o que alimenta o nosso lixão a céu aberto. Diante de tanta sujeira, é perfeitamente aceitável cobrar do poder público mais qualidade de vida, longe da imundice e do mau-cheiro. Mas também cabe ao consumidor uma parcela de responsabilidade sobre o lixo que produz, assim como os fabricantes em relação ao ciclo de vida dos produtos, desde a produção até a reciclagem. E você, leitor, faz parte desse processo, como consumidor e cidadão. Pense nisso e não faça com seu bairro aquilo que não faria em sua própria casa.


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