Vivemos em um tempo acelerado, em que cuidar da saúde, da mente e do bem-estar se tornou cada vez mais essencial. E é justamente sobre essa nova forma de olhar para si mesmo que fala a Edição 177 da Vitti.
Nesta edição, trazemos o Especial Saúde & Bem-Estar, reunindo profissionais, empresas e conteúdos que fazem a diferença em nossa região.
Nossa matéria de capa traz a Profa. Dra. Sheila Cavalca Cortelli e o Prof. Fernando Togni Gonçalves, do Cavalca & Cortelli, em uma conversa sobre “A revolução dos peelings: inovação clínica com rigor científico redefinindo uma nova era”, mostrando como ciência, tecnologia e autoestima caminham juntas na busca por mais qualidade de vida.
A edição conta ainda com nossas tradicionais colunas sociais, registros de eventos, encontros e acontecimentos que movimentam a região, além de matérias especiais que inspiram equilíbrio, autocuidado e bem-estar.
Esperamos que cada página inspire informação, leveza e boas conexões.
Boa leitura!
Gestão | Barbara Gaudioso
Comercial | Marcela Vitti
Jornalismo | Murilo Baracho MTB 0076830-SP
Financeiro | Fernanda Silva
Criação e Diagramação | Luiz Gustavo Souza
DISTRIBUIÇÃO
Distribuidor: Rodrigo Melo. Gratuita e dirigida às cidades de Taubaté, Tremembé, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Guaratinguetá, São José dos Campos, Lorena, Aparecida, Santo Antônio do Pinhal e Ubatuba.
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Na edição anterior, algumas legendas da editoria “Vitti Acontece” foram publicadas de forma incorreta devido a um ajuste de diagramação.
As informações já foram devidamente corrigidas em nossa versão digital.
Seguimos sempre atentos aos detalhes para entregar o melhor conteúdo aos nossos leitores.
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por Murilo Baracho
Sheila Cavalca Cortelli & Fernando Togni Gonçalves
ARevista Vitti esteve no Centro de Pesquisa e Clínica Cavalca & Cortelli, em Taubaté, para conversar com a Profa. Dra. Sheila Cavalca Cortelli, cirurgiã-dentista e coordenadora do centro, e com o Prof. Fernando Togni Gonçalves, cirurgião-dentista e subinvestigador. Entre protocolos clínicos, ética, pesquisa regulada e uma leitura muito própria da estética orofacial, os dois defendem uma odontologia estética que não se rende ao improviso nem ao marketing vazio: uma odontologia que observa o paciente, respeita a diversidade fenotípica da população brasileira e só avança quando a ciência sustenta cada passo.
Vitti: O trabalho de vocês une pesquisa, clínica diária e formação profissional. Em que momento essa trajetória deixou de ser apenas uma atuação acadêmica e passou a ganhar uma dimensão mais ampla?
Sheila: Eu vejo esse caminho como um processo de amadurecimento. A ciência não pode ficar restrita ao ambiente acadêmico; ela precisa entregar resultado para a sociedade. Quando a pesquisa conversa com a clínica e com a indústria, e quando o que é testado chega de forma responsável ao paciente, a gente completa um ciclo muito virtuoso. Deixa de ser só artigo em revista científica e formação de recursos humanos, e passa a existir uma relação mais direta com a vida real das pessoas.
Vitti: Sheila, sua trajetória começa pela periodontia, mas hoje dialoga também com a estética. Como se deu essa virada?
Sheila: Foi uma aproximação muito natural. Eu sempre tive interesse por ensino e pesquisa, mas uma pesquisa que tivesse aplicabilidade. Aos poucos, fui me envolvendo com projetos, com orientação de alunos, e percebi que a
estética podia ser tratada com a mesma seriedade científica que valorizo. O que me encantou foi justamente isso: usar a pesquisa para refinar indicações, compreender limites e melhorar a prática clínica. A clínica fica mais precisa quando a ciência ajuda a dizer até onde ir, para quem indicar e o que esperar de cada tratamento.
Vitti: Fernando, no seu caso, o caminho até a estética orofacial também veio de uma inquietação clínica?
Fernando: Sim. Eu comecei na ortodontia e depois fui para a implantodontia, mas sempre me incomodava o fato de que a correção dentária nem sempre resolvia a desarmonia facial como um todo. Havia situações em que o osso e os dentes estavam bem posicionados, mas faltava harmonia externa. Depois, uma experiência pessoal na minha família também me aproximou de questões funcionais e faciais. Em 2013,
encontrei
Fotos: Lucas Nascimento
Ana Karina Soares Nascif | CRM 101827 - SP
Médica, Especialista, Mestre e Doutora em Ciências da Saúde.
Fernando Togni | CRO 95686 - SP Dentista, Especialista e Mestrando em Harmonização Orofacial
Sheila Cavalca Cortelli | CRO 58702 - SP Dentista, Especialista em Periodontia e Harmonização Orofacial, Mestre e Doutora.
José Roberto Cortelli | CRO 30612 - SP Dentista, Especialista em Periodontia, Implantodontia e Reabilitação oral, Mestre e Doutor.
um curso voltado para tratamentos funcionais e estéticos, e dali em diante fui me aprofundando até chegar ao mestrado e à pesquisa científica de alto nível.
Vitti: E como esse posicionamento se traduz no Centro de Pesquisa Clínica Cavalca & Cortelli?
Sheila: Nós atuamos dentro de regramentos internacionais muito rigorosos. Isso traduz um compromisso científico que vai além do que se observa com frequência. A estética e a harmonização orofacial ainda são áreas carentes de ciência, e por isso é tão importante trabalhar com profissionais comprometidos, com vocação investigativa, para entender melhor as necessidades do paciente e oferecer procedimentos mais seguros e personalizados.
Vitti: Quais são os principais diferenciais do Centro de Pesquisa e como a equipe contribui para esse posicionamento?
Sheila: Aqui na Clínica nós valorizamos muito a proximidade e a transparência com o paciente, independentemente de ele estar em um protocolo de pesquisa ou em atendimento clínico de rotina. Todos recebem o mesmo cuidado técnico e humano. E isso só é possível porque temos uma equipe extremamente sólida. O Prof. Titular José Roberto Cortelli, cirurgião-dentista e Investigador Principal do centro, é o responsável por toda a condução dos protocolos junto aos comitês de ética, ANVISA e às empresas parceiras nacionais e internacionais. Trata-se de um profissional com trajetória acadêmica exemplar, incluindo pós-doutorado no Instituto Forsyth, em Boston (Massachusetts), um dos principais centros de pesquisa odontológica e craniofacial do mundo, o que nos oferece segurança científica e rigor metodológico em todas as etapas. Ao lado dele, contamos também com a Dra. Ana Karina Soares Nascif, nossa Médica Responsável, Professora de Pediatria e Doutora em Ciências de Saúde, que amplia nosso olhar, especialmente na comunicação com o paciente e na compreensão das suas necessidades. Essa composição de perfis complementares é um dos grandes diferenciais do centro.
Vitti: A estética, hoje, ainda é muitas vezes tratada como moda. Como vocês respondem a essa leitura?
Fernando: É justamente aí que mora o problema. Muita coisa vira moda antes de virar ciência. O que nós fazemos aqui é o oposto: buscamos entender como o procedimento funciona, e não só o que o marketing vende. Não basta ouvir que algo “está em alta”. É preciso saber qual é a evidência, qual é a qualidade do estudo e se aquilo realmente se sustenta na prática.
Vitti: E o que um paciente deve observar antes de escolher uma clínica ou um profissional?
Fernando: Primeiro, currículo. Depois, conversar com pacientes que já fizeram o tratamento. Hoje, nas redes sociais, todo mundo pode parecer impecável. Mas o que está por trás da imagem é, de fato, o que importa. A indicação real, a experiência concreta de quem já foi atendido, continua sendo um dos caminhos mais seguros. E, para atuar nessa área, o profissional precisa ser perfeccionista e estudar de verdade. Não dá para trabalhar só com técnica solta; tem que haver ciência de base e leitura crítica. E é aqui que a formação acadêmica do clínico faz toda diferença.
Vitti: Quando falamos em estética, a busca por resultados naturais é cada
vez mais evidente. Como vocês trabalham esse equilíbrio na prática clínica?
Sheila: É fundamental considerar que o paciente brasileiro não pode ser analisado a partir de padrões importados. Há diferenças de clima, comportamento, cultura e constituição facial. O resultado natural é aquele que preserva a essência do paciente, e não o transforma em outra pessoa. Além disso, muitos tratamentos exigem tempo — não existe promessa séria de reverter anos de exposição solar, tabagismo ou envelhecimento em uma única intervenção. E tudo isso precisa estar sustentado por um princípio básico: a ética é inegociável. Qualquer avanço deve acontecer com segurança, respaldo científico e dentro de critérios rigorosos de pesquisa.
Fernando: E o perfil do brasileiro é muito particular. A miscigenação amplia a diversidade de resposta da pele. Por isso, copiar protocolos europeus ou asiáticos sem adaptação é um erro. A pesquisa feita em brasileiros, com produtos pensados para brasileiros, tende a ser mais eficaz. Quando a ciência respeita o perfil populacional, o tratamento ganha previsibilidade e segurança.
Fotos: Lucas Nascimento
Vitti: O protocolo desenvolvido por vocês à base de ATA (ácido tricloroacético) com óleo de cróton chama atenção justamente por propor uma alternativa brasileira e mais segura. O que diferencia essa formulação?
Sheila: Nós partimos de uma revisão ampla da literatura internacional — afinal, embora o peeling seja um procedimento consagrado, ainda apresenta grande variedade em termos de técnicas e evidências. Nesse contexto, foram analisados mais de 2 mil artigos científicos, ao longo de mais de um ano, por uma equipe de quatro pesquisadores, com foco exclusivo em estudos de maior robustez metodológica, excluindo, por exemplo, relatos de caso. A partir desse levantamento, identificamos uma lacuna importante: a escassez de dados consistentes no cenário brasileiro. Foi então que nos unimos a uma das maiores referências em peelings, o farmacêutico bioquímico, Nelson Maurício Jr., para o desenvolvimento de uma proposta própria, com análise mais criteriosa da formulação e acompanhamento clínico prolongado. O objetivo sempre foi aprofundar a compreensão sobre o produto, a resposta individual dos pacientes e os limites reais do tratamento.
Fernando: Um diferencial importante é a segurança. A formulação que desenvolvemos não apresenta absorção sistêmica relevante como a que se observa em outros contextos, e o procedimento foi desenhado para ser mais confortável ao paciente. Em vez de longas horas na clínica, com repetidas etapas e muito desgaste, buscamos um protocolo mais racional, com menos desconforto e sem necessidade de antibiótico sistêmico.
Vitti: E a clínica também atua na formação de profissionais. Como funcionam essas imersões?
Fernando: A proposta é treinar com responsabilidade. A imersão não é um curso para alguém sair aplicando no consultório na segunda-feira, sem preparo, o que viu rapidamente no fim de semana. Nós acompanhamos de perto, inclusive nos primeiros casos, com análise de fotos, diagnóstico, definição de protocolo e seguimento do pós. A ideia é dar segurança para que o procedimento seja introduzido no mercado por profissionais que realmente tenham maturidade para isso.
Sheila: E isso faz diferença porque não se trata apenas de um procedimento; oferecemos acompanhamento técnico-científico. O profissional não sai sozinho. Ele sai com suporte, com discussão de caso e com acesso a um raciocínio clínico que vai muito além de uma aula rápida.
É a partir desse mesmo olhar que o Revolution Peel foi criado, uma iniciativa inovadora fruto da parceria com o professor Nelson, cuja vasta experiência na área teve atuação decisiva no desenvolvimento e na validação das formulações estudadas. O projeto nasce com um propósito claro: estruturar a prática do peeling a partir de ciência, precisão e resultados clinicamente comprovados. Mais do que apresentar uma técnica, trata-se de formar profissionais capazes de interpretar evidências, compreender profundamente os protocolos e atuar com responsabilidade em uma área historicamente marcada por lacunas científicas.
Vitti: O Brasil pode se tornar referência em inovação na harmonização orofacial?
Sheila: Na harmonização como um todo, ainda importamos muitos dados, técnicas e produtos. Mas, quando falamos de peeling químico e de protocolos desenvolvidos aqui, já há um espaço importante de protagonismo. A nossa formulação nasce em território brasileiro, com metodologia de qualidade e possibilidade de reprodução. Isso abre caminho para uma contribuição real e exportável.
Fernando: O mais importante é que essa inovação respeite a diversidade. Nossa população é muito diferente dos padrões que, por muito tempo, serviram de referência quase exclusiva. Quando a ciência leva isso em conta, ela deixa de reproduzir modelos e passa a criar soluções mais adequadas à realidade de quem vive aqui. Porque o brasileiro merece uma ciência que o represente.
As fotos dos móveis, equipamentos e itens de decoração são meramente ilustrativas e não fazem parte da entrega do imóvel.
O Residencial Villa Mozart é desenvolvido no regime de obra a preço de custo, conforme previsto na Lei nº 4.591/64 (Lei de Incorporações Imobiliárias), de natureza mista residencial-comercial (condohotel). Constituído por unidades autônomas com matrícula individualizada, fração ideal própria e plena autonomia de uso, podendo ser utilizadas para uso próprio, residencial ou de lazer.
Queda de cabelo não é estética:
Dra. Mary Martins alerta sobre o que o
corpo está tentando dizer
Entre a estética e a saúde, existe um território pouco explorado — e profundamente revelador. É nele que a médica Dra. Mary Martins (CRM 176477/SP) constrói sua atuação em medicina aplicada à saúde do cabelo, com um olhar que vai além do espelho e alcança o organismo como um todo.
Existe algo de simbólico e também de extremamente clínico na forma como o cabelo reage às mudanças do corpo. Ele cai, afina, perde força. E, na maioria das vezes, não é por acaso. Para a Dra. Mary Martins, o erro começa justamente quando esses sinais são tratados como uma questão puramente estética. “Medicina capilar não trata cabelos doentes. Trata pessoas doentes”, afirma. Com atuação consolidada na área da saúde, ela conduz sua prática clínica a partir de um princípio claro: o cabelo é um reflexo direto do organismo, e ignorar isso pode atrasar diagnósticos importantes.
O que está por trás da queda?
A queda capilar pode ter diferentes origens, e identificá-las corretamente é o primeiro passo para um tratamento eficaz. Entre os quadros mais comuns estão:
• Calvície (alopecia), tanto masculina quanto feminina, com forte influência genética em ambos os casos, sendo que, nas mulheres, fatores hormonais também exercem um papel relevante;
• Eflúvios, caracterizados por quedas intensas, muitas vezes desencadeadas por gatilhos como doenças (Covid, dengue, influenza), estresse, cirurgias ou alterações metabólicas;
• Doenças cicatriciais, mais graves, frequentemente associadas a condições autoimunes, que podem levar à perda irreversível dos fios se não tratadas rapidamente.
“Se o cabelo não está bem, é porque o organismo não está saudável”, afirma a Dra. Mary. No caso das doenças cicatriciais, esse alerta se torna ainda mais crítico: são quadros que refletem processos inflamatórios mais profundos e podem evoluir rapidamente para perda irreversível dos fios se não tratados a tempo. Nesses casos, agilidade no diagnóstico faz toda a diferença.
Escuta clínica e personalização: o diferencial do cuidado
Em um cenário marcado por soluções padronizadas, a abordagem da Dra. Mary Martins se destaca pela escuta e pela personalização, que começam já na primeira consulta. Com duração média de uma hora e meia a duas horas, o atendimento investiga muito além do couro cabeludo: rotina, alimentação, sono, níveis de estresse, histórico de saúde
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e hábitos de vida entram na análise. “O paciente vai chegar aqui e vai ser ouvido. A minha intenção é mais ouvir do que falar.”
É dessa escuta que nasce um tratamento realmente individualizado. Inclusive na prescrição de medicamentos e tônicos, não existe fórmula única: cada organismo responde de uma forma, cada rotina pede ajustes específicos. Dosagens, horários e combinações são definidos de acordo com a realidade de cada paciente, o que contribui para um cuidado mais preciso e seguro. “Quando o paciente chega ao consultório, deve ser feita uma extensa avaliação, que tem como parte indispensável a tricoscopia— um exame dermatológico não invasivo, indolor e de alta precisão, realizado para avaliar detalhadamente o couro cabeludo e a estrutura dos fios.
Mais do que cabelo: autoestima, identidade e saúde
Ao longo de sua trajetória, a Dra. Mary Martins consolidou na medicina aplicada à saúde do cabelo um campo em que ciência e propósito caminham juntos. “Hoje eu me coloco nessa posição: eu ajudo pessoas”, afirma. Em sua prática, acompanha pacientes que relatam melhora não apenas na saúde capilar, mas também na autoestima, na confiança e no bem-estar, especialmente após períodos prolongados de desconforto físico e insegurança.
Jovens, adultos e crianças: não existe idade padrão
Se antes a busca por tratamento capilar era mais comum após os 35 anos, hoje esse cenário mudou. Jovens têm procurado acompanhamento cada vez mais cedo, principalmente quando há histórico familiar de calvície, permitindo uma atuação preventiva.
Ao mesmo tempo, cresce a incidência de casos em crianças, como a alopecia areata, frequentemente associada a gatilhos emocionais. “Não existe um perfil único. É quem chega, e cada caso precisa ser entendido dentro da sua realidade”, explica a médica.
Tratamento é compromisso — não promessa
Ao contrário do que muitos imaginam, o tratamento capilar não é imediato nem pontual. Ele exige continuidade. “É um casamento”, define a médica. Nos primeiros meses, o objetivo é estabilizar a queda; depois, o paciente entra em manutenção, com acompanhamento periódico.
Dentro das diretrizes éticas da medicina, um ponto é inegociável: não há promessas irreais. “Não é ético dizer que vou devolver o cabelo de quando você tinha 17 anos. O que eu ofereço é o melhor resultado possível dentro da realidade de cada organismo.”
Sintomas que não devem ser ignorados
Nem toda queda é motivo de alarme imediato, mas alguns sinais exigem atenção:
• queda intensa por mais de 30 a 60 dias;
• aumento progressivo da perda de fios;
• ausência de melhora espontânea;
• sintomas como coceira, ardência ou queimação no couro cabeludo.
Esses últimos, inclusive, podem indicar processos inflamatórios ou doenças mais complexas. “O cabelo vai me contar alguma coisa. Se existe um processo inflamatório no corpo, ele aparece ali, e esse é o nosso ponto de partida para uma investigação integral”, destaca.
Por onde começar?
Antes de buscar ajuda, a médica orienta um primeiro movimento: observar a própria rotina. Sono desregulado, alimentação inadequada e estresse elevado impactam diretamente a saúde capilar e, em alguns casos, ajustar esses fatores pode contribuir para a melhora do quadro. Mas, se a queda persiste ou se intensifica, o caminho é claro: procurar avaliação médica, “porque tratar o cabelo, no fim, é entender o corpo e cuidar dele de forma integral”, afirma a Dra. Mary Martins.
Contato: (12) 98316-8272
@dramaryemartins
Dra. Mary Martins
CRM 176477/SP
Médica Capilar
A dor precisa ser escutada — e tratada
Os avanços da medicina intervencionista da dor no controle das dores crônicas e na recuperação da qualidade de vida sob o olhar da Dra.
Ador crônica impacta diretamente a qualidade de vida, interferindo no sono, na mobilidade, no humor e até nas atividades mais simples da rotina. Apesar disso, muitos pacientes convivem por anos com dores persistentes acreditando que o desconforto faz parte da idade, do estresse ou da própria rotina. Hoje, no entanto, os avanços da medicina intervencionista da dor tem ampliado as possibilidades terapêuticas e a forma como diferentes quadros dolorosos são tratados, oferecendo alternativas modernas, individualizadas e minimamente invasivas.
Especialista em Dor e Medicina Intervencionista da Dor, a Dra. Mariana Aquino atua no tratamento de dores crônicas com uma abordagem centrada no acolhimento, na escuta ativa e na recuperação funcional do paciente. Formada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Mogi das Cruzes, possui especialização em Anestesiologia pelo Hospital Stella Maris, em Guarulhos, além de especialização e área de atuação em Dor. Atua no acompanhamento clínico e intervencionista de pacientes com dores persistentes.
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O QUE É MEDICINA INTERVENCIONISTA DA DOR?
A medicina intervencionista da dor reúne procedimentos minimamente invasivos voltados ao controle da dor e à melhora da funcionalidade. Entre os principais recursos utilizados estão:
⊕ Infiltrações guiadas
⊕ Bloqueios analgésicos
⊕ Tratamentos direcionados para nervos específicos
⊕ Procedimentos para dores articulares
⊕ Tratamentos para dores da coluna
Segundo a especialista, a busca pelo tratamento não se restringe ao alívio momentâneo. “A dor modifica o corpo, o sono e a forma como a pessoa vive. Quando corretamente investigada e tratada, pode contribuir para a recuperaração do movimento, da autonomia e qualidade de vida”, destaca.
MITOS E VERDADES SOBRE A DOR
Dor na coluna sempre significa cirurgia?
Mito. Grande parte dos casos pode ser tratada com recursos da medicina intervencionista da dor e acompanhamento multidisciplinar.
Fibromialgia é apenas emocional?
Mito. A fibromialgia é uma condição real, complexa e reconhecida pela medicina.
Enxaqueca possui tratamento além dos analgésicos?
Verdade. Atualmente existem tratamentos preventivos e bloqueios específicos que auxiliam no controle das crises.
Conviver com dor faz parte do envelhecimento?
Mito. Dor persistente deve ser investigada e tratada adequadamente.
Entre os casos mais frequentes atendidos estão dores na coluna, dores articulares, fibromialgia, dores neuropáticas e enxaquecas recorrentes. Em muitos pacientes, o acompanhamento especializado pode auxiliar na redução das limitações físicas e na retomada das atividades cotidianas.
Outro ponto importante, segundo a Dra. Mariana, é compreender que dor contínua não deve ser normalizada. Quando o desconforto persiste por mais de três meses, limita movimentos, prejudica o sono ou permanece mesmo após tratamentos convencionais, a investigação especializada torna-se fundamental.
“Cada paciente sente a dor de uma forma única, e a medicina intervencionista nos permite oferecer tratamentos mais precisos e seguros. Hoje, conseguimos não apenas aliviar sintomas, favorecer a retomada das atividades, bem-estar e qualidade de vida para muitas pessoas que conviviam com limitações diárias”.
– Dra. Mariana Aquino.
Buscar ajuda médica ao perceber dores persistentes pode fazer diferença não apenas no controle dos sintomas, mas também na preservação da qualidade de vida, da autonomia e do bem-estar. A dor não deve ser ignorada nem enfrentada em silêncio — ela merece atenção, investigação e tratamento adequado.
fotos
cedidas por Dara. Mariana
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A boca como reflexo silencioso da vida moderna
Ansiedade, excesso de telas, medicamentos modernos, canetas emagrecedoras, cigarros eletrônicos e noites mal dormidas já aparecem na boca antes mesmo de virarem sintomas clínicos evidentes. Para Luís Guilherme Scavone de Macedo (CRO-SP 66701), a odontologia deixou de tratar apenas dentes para interpretar comportamento, hábitos, saúde e longevidade.
Durante décadas, a odontologia foi associada à reparação: tratar cáries, gengivites, restaurar dentes e aliviar dores. Hoje, porém, muitos dos problemas observados na boca já não começam nela. Eles refletem hábitos, alimentação, deficiência vitamínica, uso de medicamentos, insônia, ansiedade e o ritmo acelerado da vida moderna.
Esse é o cenário observado pelo Reabilitador Oral Luís Guilherme Macedo, profissional com mais de 25 anos de atuação entre clínica, pesquisa científica e formação acadêmica. Para ele, os sinais bucais passaram a revelar desequilíbrios físicos, emocionais e comportamentais que vão além da odontologia. “Hoje vemos pacientes que cuidam da estética, praticam atividade física e mantêm hábitos de higiene, mas chegam ao consultório com desgastes severos, fraturas dentárias, insucessos em tratamentos e inflamações importantes”, explica.
Graduado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), especialista em Periodontia e Implantodontia, Macedo possui Mestrado em Implantodontia, Doutorado em Prótese e treinamento cirúrgico avançado pela University of California, Los Angeles (UCLA). Também atua como professor de pós-graduação na Faculdade São Leopoldo Mandic, participando da formação de especialistas, mestres e doutores em Implantodontia e Reabilitação Oral.
Segundo o especialista, fatores como ansiedade, privação de sono, hiperconectividade, alimentação ácida, desidratação e uso contínuo de determinados medicamentos passaram a impactar diretamente a saúde bucal. Bruxismo, retrações gengivais, erosão do esmalte, desgaste dentário e perda óssea estão entre os sinais mais frequentes observados nos consultórios.
Para Macedo, a pandemia acelerou esse processo.
“Temos pacientes emocionalmente sobrecarregados, metabolicamente comprometidos e hiperconectados. Ansiedade, excesso de telas, cigarros eletrônicos, medicamentos modernos e noites mal dormidas já deixam marcas na boca antes mesmo de se tornarem sintomas clínicos evidentes.”
Ele acredita que a odontologia deixou de tratar apenas dentes para interpretar comportamento, hábitos, saúde e longevidade. A qualidade de vida, segundo ele, passou a depender também da capacidade de manter equilíbrio físico e emocional em meio ao excesso de estímulos da rotina atual. Sendo assim, antes de indicar implantes, lentes de porcelana ou restaurações, o especialista busca compreender o contexto de vida do paciente: como dorme, se alimenta, quais medicamentos utiliza e quais níveis de estresse enfrenta. “Tratar apenas a consequência aumenta muito o risco de falha”, afirma.
Segundo Macedo, pacientes que fraturam dentes repetidamente, precisam de uma investigação sobre fatores como ansiedade, distúrbios do sono, refluxo gastroesofágico ou hábitos que desgastam lentamente o esmalte dentário enfraquecendo a estrutura dentária. “Muitos acreditam que o problema surgiu de repente, mas esse desgaste acontece há anos.”, garante.
Por isso, antes de iniciar uma reabilitação oral estética, com ou sem implantes, ele frequentemente considera o acompanhamento de outros profissionais, como psicólogos, fisioterapeutas, gastroenterologistas, neurologistas e médicos do sono. Isso redefine a maneira de se trabalhar em Odontologia.
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“Primeiro é preciso controlar a causa do desgaste para depois reconstruir a estrutura oral com estabilidade.”
Outro ponto destacado pelo especialista é a relação entre medicamentos modernos e saúde bucal. Antidepressivos, ansiolíticos, indutores do sono e canetas emagrecedoras já aparecem associados à boca seca, aumento da acidez oral e contrações musculares involuntárias que favorecem o bruxismo.
“Muitos pacientes acreditam que apenas uma placa resolverá o problema, mas isso está longe de acontecer.”
No caso das canetas emagrecedoras, o alerta vai além da estética corporal. Segundo Macedo, muitos pacientes desenvolvem redução importante do fluxo salivar, refluxo e episódios de náusea, criando um ambiente extremamente ácido que acelera a erosão dentária e compromete tratamentos restauradores.
A relação da juventude com telas e redes sociais também preocupa o especialista. Para ele, o excesso de estímulos digitais alterou padrões de sono, aumentou a ansiedade e favoreceu quadros precoces de bruxismo em adolescentes e jovens adultos.
“Muitos deles dormem mal, acordam tensionados e passam o dia apertando
os dentes sem perceber”.
O reflexo aparece cedo: desgastes dentários antes mais comuns em pessoas mais velhas agora surgem em pacientes jovens.
O mesmo ocorre com o aumento do uso de cigarros eletrônicos. Segundo o dentista, os dispositivos mantêm nicotina e agentes químicos em contato constante com a boca, reduzindo o fluxo salivar, alterando a vascularização dos tecidos e aumentando o risco de inflamações gengivais, perdas ósseas e doenças periodontais.
Ao mesmo tempo, o envelhecimento da população também transformou a odontologia. Hoje, pacientes acima dos 70 e 80 anos buscam manter função mastigatória, estética e qualidade de vida. Porém, muitos utilizam múltiplos medicamentos e apresentam condições sistêmicas que interferem diretamente na cicatrização e saúde bucal, exigindo integração com outras áreas da saúde.
Na visão de Luís Macedo, o maior desafio atual não é apenas técnico, mas educativo: conscientizar as pessoas de que saúde bucal não pode mais ser tratada de forma isolada.
“A boca reflete o estilo de vida do paciente”, resume. Mais do que tratar dentes, sua proposta é incentivar uma visão integrada de saúde, prevenção e qualidade de vida antes que o desgaste silencioso do corpo se transforme em um problema irreversível.
CRO-SP 66701
cirurgião-dentista e implantodontista @drluis.macedo foto cedida
Luís Guilherme Scavone de Macedo
INTERVENÇÃO
PRECOCE:
QUANDO O SINTOMA DA CRIANÇA FALA DOS PAIS
Desejos, inseguranças e a importância da escuta psicológica na relação entre pais e filhos por Renata de Castro
Vou iniciar o artigo com um exemplo que é bem comum na clínica infantil.
Uma mãe chega ao consultório preocupada porque seu filho de cinco anos não consegue se separar dela. Chora ao entrar na escola, recusa participar das atividades e pede sua presença o tempo todo. “Ele não consegue ficar sem mim”, ela diz — e, nessa fala, sua própria angústia já começa a aparecer.
Ela fala do filho com muito amor, mas também com uma preocupação intensa. “Ele é tudo para mim.” A frase surge de forma espontânea. Em seguida, conta que sempre sonhou em ser mãe.
Mas, aos poucos, enquanto fala de sua história, outras questões começam a aparecer: uma infância marcada por ausências, uma mãe emocionalmente distante, experiências difíceis que nunca foram realmente elaboradas. Nem sempre isso é dito de forma direta — muitas vezes aparece nas entrelinhas, nos silêncios e na maneira como a pessoa conta sua história.
É nesse momento que algo muda na escuta clínica. O que parecia ser apenas uma dificuldade da criança começa a revelar também questões emocionais presentes na relação familiar.
É aqui que a ideia de intervenção precoce ganha força. Não como uma tentativa de “corrigir rapidamente” o comportamento infantil, mas como uma oportunidade de compreender o que aquele sintoma está comunicando antes que ele se torne algo mais intenso e duradouro.
Porque, muitas vezes, o sintoma da criança expressa algo que vai além dela.
Na clínica infantil, existe algo que aparece com frequência: o sintoma não pertence apenas à criança. Ele também se relaciona com o ambiente emocional em que ela vive, com as relações familiares, expectativas, medos e histórias que fazem parte daquela dinâmica.
Por isso, escutar uma criança também significa escutar aqueles que estão ao seu redor.
Um ponto importante nesse processo é entender que existe diferença entre o desejo de ter um filho e a experiência emocional da maternidade e da paternidade. À primeira vista, isso pode parecer a mesma coisa, mas, na prática, nem sempre é.
O desejo de ter um filho costuma estar ligado aos sonhos, planos e expectativas conscientes. Já a vivência da maternidade ou da paternidade desperta emoções muito mais profundas, muitas vezes relacionadas à própria história de vida, às experiências da infância e às marcas emocionais que cada pessoa carrega.
Quando um filho chega, ele não ocupa um lugar neutro na vida dos pais. Mesmo sem perceber, muitos adultos acabam depositando nos filhos expectativas, medos, desejos e tentativas de reparar dores do passado.
No exemplo que abre este texto, a intensidade da ligação entre mãe e filho parece mostrar algo além do cuidado natural: existe também um medo profundo da perda, da distância e da separação.
Assim, um momento esperado do desenvolvimento infantil — como a entrada na escola ou a conquista de autonomia — pode se tornar extremamente difícil e angustiante.
É nesse contexto que surgem muitas inseguranças parentais. Aquilo que costuma ser chamado apenas de “falta de confiança” ou “dificuldade para educar” pode estar relacionado ao medo de repetir erros, ao receio de fazer o filho sofrer ou à tentativa constante de acertar sempre.
E, paradoxalmente, é justamente aí que algumas dificuldades acabam se repetindo.
Ao tentar evitar qualquer frustração, sofrimento ou limite, os pais buscam proteger a criança. Mas, sem perceber, também podem dificultar experiências importantes para o desenvolvimento emocional, como autonomia, tolerância às frustrações e segurança para se separar gradualmente.
A criança responde a tudo isso. Seu sintoma não é simplesmente um erro ou um problema isolado, mas uma forma de expressar aquilo que está acontecendo naquele vínculo familiar.
Quando a intervenção se volta apenas para o comportamento infantil, existe o risco de tentar “corrigir” a criança sem compreender o que sustenta aquele sofrimento. Por isso, a escuta dos pais não é apenas complementar — ela faz parte central do processo terapêutico.
Mas essa escuta nem sempre traz respostas imediatas. Muitas vezes, os pais chegam buscando soluções rápidas e encontram perguntas importantes sobre si mesmos, suas emoções e sua própria história.
Sustentar esse espaço exige tempo, acolhimento e cuidado. Ainda assim, é justamente nesse processo que transformações começam a acontecer.
Quando os pais conseguem falar não apenas sobre os filhos, mas também sobre suas próprias angústias e experiências, novas possibilidades surgem. A criança deixa de ocupar um lugar rígido dentro daquela dinâmica emocional, e a relação pode se tornar mais saudável e leve.
Nesse sentido, o conceito de “ambiente suficientemente bom”, desenvolvido pelo pediatra e psicanalista Donald Winnicott, ajuda a compreender que não existem pais
perfeitos. O mais importante não é acertar sempre, mas conseguir acolher, reparar falhas e permitir que a criança desenvolva autonomia ao longo do crescimento.
Pensar a intervenção precoce é justamente apostar nesse momento em que o sofrimento ainda pode ser compreendido e transformado antes de se tornar algo mais rígido e duradouro.
Talvez uma das maiores lições da clínica infantil seja entender que o sintoma da criança muitas vezes comunica algo que ainda não conseguiu ser dito de outra forma.
E, frequentemente, é a própria criança quem expressa aquilo que toda a família sente, mesmo sem perceber.
Incluir os pais nesse processo não significa aumentar o problema, mas ampliar as possibilidades de compreensão e transformação. Afinal, é nas relações que muitos sofrimentos se constroem — e é também nelas que mudanças podem acontecer.
A maternidade e a paternidade deixam de ser vistas apenas como um conjunto de
regras ou técnicas e passam a ser compreendidas como experiências profundamente emocionais, atravessadas por amor, inseguranças, expectativas e histórias pessoais.
Nesse contexto, a insegurança não deve ser enxergada apenas como uma falha. Muitas vezes, ela é um sinal de que algo importante merece atenção e escuta.
Pensar a intervenção precoce é acreditar que, quando existe acolhimento e cuidado no momento certo, novas possibilidades podem surgir para a criança e para toda a família.
Porque amar um filho não significa evitar toda dor, antecipar todas as respostas ou proteger de tudo. Amar também é permitir que a criança cresça, desenvolva autonomia e construa sua própria história.
E talvez um dos maiores desafios da parentalidade seja justamente esse: aceitar que os filhos não vieram ao mundo para ocupar exatamente o lugar que um dia imaginamos para eles, mas para se tornarem quem são.
Vivemos em uma sociedade que idolatra o imediatismo e corpos “perfeitos”. Nesse cenário, o uso de hormônios androgênicos para fins estéticos e ganho de rendimento esportivo tornou-se uma preocupação crescente de saúde pública. Como médicos, nosso papel é alertar: o corpo humano é um sistema de equilíbrio delicado, e o uso de hormônios sem uma deficiência clinicamente comprovada não é terapia, é risco.
A Decisão Médica e Ética
O Conselho Federal de Medicina (CFM), por meio da Resolução 2.333/23, ratificou o que a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) já defendia: é proibida a prescrição de esteroides androgênicos e anabolizantes para fins estéticos, ganho de massa muscular ou melhora da performance esportiva. Essa decisão baseia-se na ausência de evidências científicas que comprovem um benefício que supere os riscos graves à saúde.
O Impacto em Homens e Mulheres
O abuso dessas substâncias desregula o eixo hormonal de forma agressiva. Em homens, pode levar à atrofia testicular, infertilidade e
ginecomastia (crescimento de mamas). Em mulheres, os efeitos de virilização — como a queda de cabelo definitiva, engrossamento da voz e alterações na genitália — são frequentemente irreversíveis. Para ambos, o risco cardiovascular é um fantasma presente: há um aumento significativo na incidência de infartos, AVCs, alterações no colesterol e danos hepáticos severos.
Além do Espelho: A Saúde Invisível
Muitas vezes, a busca por um contorno muscular exuberante mascara danos internos silenciosos. Além dos riscos físicos, o impacto psicológico é profundo, com quadros de irritabilidade, ansiedade e até depressão. A medicina não reconhece o uso de hormônios para o chamado “anti-aging” ou rejuvenescimento, prática que a ANVISA e o CFM combatem rigorosamente por falta de segurança e eficácia.
Equilíbrio Real
Saúde metabólica se constrói com nutrição adequada, exercício físico persistente e sono reparador. O uso de hormônios é uma ferramenta médica poderosa para tratar doenças endócrinas específicas, mas nunca deve ser usado como um “atalho” estético. Respeitar a fisiologia do corpo é o primeiro passo para uma vida verdadeiramente saudável.
Guia de Segurança Endocrinológica
• Chip da Beleza: Termo comercial para implantes hormonais (como a gestrinona). A SBEM e o CFM condenam seu uso para fins estéticos devido aos graves efeitos colaterais de virilização.
• Mito das Doses Baixas: Não existe dose segura para o uso de esteroides com finalidade estética. O dano hepático e cardiovascular pode ocorrer independentemente da quantidade.
• Reposição vs. Abuso: A reposição hormonal é um tratamento legítimo para quem possui deficiência diagnosticada por critérios laboratoriais e clínicos. O uso em pessoas saudáveis é considerado abuso.
• Fiscalização e Rigor: A ANVISA proíbe a comercialização de substâncias hormonais sem prescrição médica fundamentada em patologia.
"O corpo humano não aceita atalhos. O uso de hormônios para fins estéticos não é medicina; é um risco severo ao equilíbrio metabólico e cardiovascular."
Dra. Sheila Martins Di Santis
CRM/SP 101.955 | RQE em Endocrinologia e Metabologia 98.198
RQE em Clínica Médica 73.302
Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e metabologia Contato: (12) 99744-3394 | (12) 3633-2695 @clinica.absoluta
Estética e Ciência:
O Valor do Refinamento e da Segurança
Na dermatologia contemporânea, o conceito de “menos é mais” traduz um compromisso inegociável com a segurança e a integridade do paciente. Em um cenário de ampla oferta de intervenções, o olhar médico ético prioriza tratamentos cujos mecanismos de ação sejam previsíveis e respeitem a anatomia humana. O objetivo central é o gerenciamento do envelhecimento por meio do cuidado com a vitalidade tecidual e a preservação da estrutura facial.
A Ciência da Renovação e do Suporte
Para a manutenção da integridade cutânea, os peelings químicos permanecem como padrão-ouro, promovendo renovação celular controlada sem o risco de fibroses desorganizadas. Quando há necessidade de restauração volumétrica, a prioridade recai sobre substâncias biocompatíveis, como o ácido hialurônico, ou o uso da gordura autóloga (do próprio paciente). Por ser um tecido vivo, a gordura oferece integração biológica superior para restaurar volumes estratégicos. Adicionalmente, a toxina botulínica é utilizada para modular a dinâmica muscular, suavizando marcas de tensão sem comprometer a expressividade.
Definição e Contorno: O Papel da Cirurgia Dermatológica
O refinamento facial é complementado pelas cirurgias estéticas dermatológicas, focadas na correção de excessos. Na blefaroplastia superior, remove-se o excedente de pele; na inferior, a conduta técnica prioriza, sempre
que possível, a preservação da pele, focando na correção ou reposicionamento das bolsas de gordura.
Para casos de flacidez estrutural, o lifting do terço médio e inferior permite o reposicionamento dos tecidos profundos. Complementarmente, a lipoaspiração de pequenos volumes em áreas como o submento e a linha mandibular remove acúmulos que pesam a face, devolvendo a definição dos contornos de forma precisa.
O Médico como Guardião da Pele
Embora tais intervenções ocorram sob anestesia local, o rigor técnico é imperativo. O dermatologista atua como o guardião da pele, e sua responsabilidade transcende a estética. Procedimentos que induzem fibrose descontrolada podem mascarar lesões ou dificultar o diagnóstico e o tratamento de um eventual câncer de pele na face. Preservar o tecido examinável e saudável é um imperativo ético da especialidade.
Ética e Continuidade do Cuidado
A estética é indissociável da saúde e do rigor normativo. O planejamento do envelhecimento exige domínio técnico para determinar a indicação precisa entre tratamentos tópicos, reposição de volume ou interven ção cirúrgica. A excelência médica reside na precisão: o melhor procedimento é aquele que preserva a identidade e a saúde ao longo dos anos, respeitando os limites da biologia humana e a segurança diagnóstica.
"O dermatologista é o guardião da pele: o refinamento estético nunca deve comprometer a saúde ou dificultar o diagnóstico precoce de doenças faciais."
Dr. Érico Pampado Di Santis
Guia do Refinamento Consciente
• Estrutura sobre Volume: Priorize o suporte anatômico. O uso de gordura autóloga ou ácido hialurônico deve restaurar a sustentação, não alterar as feições.
• Correção de Excessos: A cirurgia dermatológica (blefaroplastia e liftings) visa remover o excedente e reposicionar tecidos, mantendo a naturalidade.
• Rigor em Anestesia Local: A ausência de sedação não reduz a complexidade do ato cirúrgico, que exige ambiente estéril e profundo conhecimento anatômico.
• Prevenção Diagnóstica: Evite substâncias que causem fibroses profundas. O dermatologista precisa ter a pele livre de alterações cicatriciais para rastrear precocemente o câncer de pele.
• Gerenciamento Técnico: Resultados sustentáveis são fruto de um planejamento médico de longo prazo, unindo ciência, técnica e ética.
Quando a vida pede reconstrução, existe uma profissional preparada para te guiar
Luciana de Araujo é Terapeuta Ocupacional há mais de 25 anos. Ela conhece por dentro o que significa perder tudo — e sabe, na prática, o caminho de volta.
Você já se pegou sustentando tudo — a família, o trabalho, a rotina — enquanto, por dentro, sentia que estava ficando para trás de si mesma? Ou talvez seja seu filho, que o mundo insiste em encaixar numa caixa que não foi feita para ele. Ou um pai, uma mãe, que você vê perdendo autonomia dia após dia, sem saber como ajudar de verdade.
Se alguma dessas situações ressoa em você, existe um nome para o que falta: reorganização funcional. E existe uma profissional que faz exatamente isso — com método, escuta e uma profundidade que só vem de quem viveu o que trata.
“Eu não olho apenas para o diagnóstico. Eu olho para a vida daquela pessoa — para o que ela ainda é capaz de reconstruir.”
UMA FORMAÇÃO QUE
COMEÇA ANTES DA FACULDADE
Luciana de Araujo nasceu em Taubaté e cresceu dentro da APAE — não como visitante, mas como filha de Ofélia Eugênia Pereira de Araujo, pioneira no trabalho com pessoas com deficiência no Brasil.
Uma mulher que construiu caminhos onde antes só havia limitação, e que era mãe de muitos — que ensinou, pelo exemplo, que cuidar de verdade é sobre dignidade e pertencimento.
Do pai, Raimundo Ferreira de Araujo, herdou o senso de justiça e a organização que sustentam sua prática clínica até hoje.
A caçula de três irmãs — Eliana e Adriana — aprendeu cedo a equação que definiria sua vida: dividir, somar e multiplicar.
Formada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Pós Graduada em Terapia Ocupacional Dinâmica, especializou-se em Integração Sensorial de Ayres, Método Bobath, Gestão de Pessoas pela FGV.
Mãe da Marcela e da Malu — as duas filhas que são, ao mesmo tempo, sua maior responsabilidade e sua maior força.
“Com elas aprendi o verdadeiro significado do amor genuíno. Aquele que te dá forças para reescrever uma nova história.”
Entre a origem que a formou e as filhas que a movem, Luciana carrega uma clareza rara: sabe de onde veio, para onde vai e, principalmente, por que faz o que faz.
O LIMOEIRO: LUGAR DE COMIDA, BEBIDA E GENTE BOA
Em Ubatuba, Luciana fundou O Limoeiro — um gastrobar na Ilha
dos Pescadores que se tornou referência regional, reunindo gastronomia autoral, música ao vivo e produções ligadas ao streaming e ao longa-metragem.
Mais do que um negócio, O Limoeiro era um espaço de encontros, cultura e experiências — onde Luciana seguia fazendo o que sempre soube fazer: cuidar de gente.
O
QUE ELA PERDEU — E O QUE ISSO A ENSINOU
Em janeiro de 2023, O Limoeiro pegou fogo. Ela perdeu tudo. Dois meses depois, perdeu o pai. Na sequência, acompanhou o adoecimento e a partida da mãe — tudo isso enquanto vivia o fim de um casamento de 20 anos. Não foi uma crise. Foi uma ruptura de identidade.
“Por muitas noites chorei e rezei. Mas não permaneci ali. Cuidei da minha saúde mental, me reconectei com Deus e com a espiritualidade, reorganizei a vida e me levantei. Não sem dor — mas com decisão. Foi quando compreendi que precisava me tornar meu próprio porto.”
“Minha história não me endureceu. Ela me refinou. Me deu sensibilidade sem perder a firmeza — e estratégia sem perder a humanidade.”
O QUE LUCIANA FAZ
A Terapia Ocupacional que Luciana pratica não é protocolar. É individualizada, estratégica e profundamente humana. Seu olhar clínico integra corpo, comportamento, emoção e história — sempre
com foco em funcionalidade real e autonomia concreta. Ela não trata diagnósticos. Ela trata vidas.
Atende crianças, adolescentes e adultos com autismo, TDAH e atrasos no desenvolvimento, com método e acolhimento. Acompanha pacientes em processos de reabilitação neurológica e recuperação de funcionalidade. E atende um público que cresce silenciosamente: mulheres de alta performance e mães atípicas que sustentam tudo, mas se perderam de si
Ministra palestras e encontros sobre neurodivergência, inclusão, comunicação humanizada, desenvolvimento humano e saúde emocional, levando informação acessível, sensível e transformadora para famílias, profissionais, empresas e comunidade.
Supervisiona também terapeutas ocupacionais e profissionais da saúde que buscam aprimorar o olhar e o raciocínio clínico — porque o desenvolvimento de quem cuida também é parte do propósito.
O que a diferencia não é apenas o currículo — é a forma como enxerga cada pessoa. Sua pergunta nunca é só qual é o diagnóstico. É sempre: o que essa pessoa deixou de conseguir — e o que ainda é possível reconstruir? A resposta vira um plano. O plano vira mudança real. São crianças que se tornam mais funcionais e passam a participar da vida escolar. Mães que voltam a viver e a se reconhecer. Idosos que recuperam independência. Mulheres que param de sobreviver e começam a viver com direção.
Atende presencialmente em Taubaté e no Vale do Paraíba — e online para todo o Brasil e o exterior.
SILÊNCIO DENTRO
DO CAOS: A QUE VIM
Você funciona. Mas não vive.
Acorda cansada. Mente acelerada. Corpo somatizando. Você segura tudo — mas quem sustenta você? Isso tem nome: Sobrecarga Emocional e Ocupacional. Não é fraqueza. É o efeito de viver no modo sobrevivência.
Para esse lugar específico, Luciana criou o “Silêncio dentro do Caos: Mulheres Sobrecarregadas” — um programa de mentoria para mulheres que decidiram parar de viver reagindo ao mundo e começar a viver a partir de si mesmas. O programa trabalha regulação emocional, organização da rotina, construção de limites e reconexão com a própria essência.
Para mães de filhos atípicos, existe o “Silêncio dentro do Caos — Acolhendo Mães Atípicas”: acompanhamento individual, onde cada mãe aprende a lidar com as demandas da rotina na prática e, ao mesmo tempo, a se reorganizar sem se perder. Porque cuidar de tudo não pode custar quem você é.
O Silêncio aqui, não é ausência de som. É a presença de si.
A PAZ COMO PONTO DE PARTIDA
Há profissionais que tratam. Há outros que transformam. A diferença está em quem chegou até você carregando não apenas um currículo — mas uma história vivida, refinada e colocada inteiramente a serviço do outro. Luciana de Araujo reconstruiu a própria vida com as mesmas ferramentas que usa na clínica todos os dias.
Se existe algo que define sua trajetória, não é o que ela construiu — é tudo o que foi capaz de reconstruir.
“Você pode continuar funcionando no caos. Ou pode escolher o silêncio que organiza, sustenta e fortalece.”
Esse não é um custo. É um ponto de virada.
Luciana de Araujo
Terapeuta Ocupacional e Mentora de Mulheres · CREFITO 3 – 4759/TO
I · n Silencio dentro do Caos: Mulheres Sobrecarregadas
· Silêncio dentro do Caos: Acolhendo mães atípicas
· Supervisora Clínica
· Palestrante
· Atendimento Clínico
Taubaté / Vale do Paraíba
Online: Brasil e Exterior (12) 99633-7488
@lucianadearaujo.to
fotos cedidas por Luciana
EXCELÊNCIA EM TERAPIAS IMUNOBIOLÓGICAS
Os avanços da medicina nas últimas décadas transformaram significativamente o tratamento das doenças inflamatórias e autoimunes. Nesse cenário, os imunobiológicos assumem papel fundamental, oferecendo terapias modernas, altamente eficazes e capazes de modificar a evolução de doenças antes progressivas e incapacitantes.
Condições reumatológicas, como artrite reumatoide, espondiloartrites e lúpus; doenças neurológicas, como esclerose múltipla; além de doenças dermatológicas, respiratórias e inflamatórias intestinais, frequentemente necessitam de medicamentos de alta complexidade, muitos administrados por via intravenosa.
A Artrocenter conta com um Centro de Terapia Assistida em Imunobiológicos estruturado para oferecer segurança, precisão e excelência assistencial. Com atuação em Taubaté, Pindamonhangaba e São José dos Campos, a clínica se destaca pelo compromisso com o cuidado humanizado, ampliando o acesso a terapias de alta complexidade com qualidade e confiança.
O Centro de Terapia Assistida é um ambiente altamente especializado, onde todas as etapas — do preparo à administração das medicações — seguem protocolos rigorosos e individualizados, respeitando as particularidades de cada paciente e de cada imunobiológico.
Desde 2005, a Artrocenter acumula mais de 21 anos de experiência, consolidando-se como referência no cuidado de doenças reumatológicas e imunomediadas, sempre alinhada às melhores práticas e às inovações da medicina.
EQUIPE ESPECIALIZADA
A Artrocenter conta com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, preparada para oferecer um atendimento completo, seguro e eficiente, garantindo acompanhamento humanizado em todas as etapas do tratamento.
ATENDIMENTO DIFERENCIADO
Cuidado centrado no paciente, com atendimento acolhedor, seguro e alinhado aos mais rigorosos protocolos e normas internacionais.
MEDICINA DE EXCELÊNCIA
Atendimento individualizado, com foco em respeito, acolhimento e qualidade, proporcionando mais conforto e segurança durante todo o tratamento.
Mais do que um Centro de Terapia Assistida, a Artrocenter oferece cuidado integral, seguro e altamente especializado. Experiência, precisão e confiança no cuidado com a sua saúde.
QUANDO MENOS É MAIS:
a nova odontologia estética valoriza preservação e naturalidade
Em um cenário onde as redes sociais transformaram tratamentos odontológicos em tendências de consumo rápido, procedimentos como “lentes de resina”, facetas cerâmicas e “lentes de contato dental” passaram a ser vistos quase como acessórios estéticos descartáveis. Mas a odontologia séria está muito distante dessa lógica.
A excelência estética não está na quantidade de material aplicado, mas na preservação da estrutura dental. Existe um princípio fundamental na longevidade clínica: quanto mais conservadora for a abordagem, maior tende a ser a durabilidade do tratamento. Afinal, muito material também significa muita manutenção.
Por isso, a verdadeira harmonia estética não está em cobrir todos os dentes indiscriminadamente, mas em saber exatamente quando intervir — e principalmente quando não intervir. Muitas vezes, um clareamento associado a pequenos acréscimos estratégicos de resina já é suficiente para transformar completamente um sorriso de forma natural, elegante e duradoura.
Quando existe necessidade de grandes reconstruções ou múltiplos dentes já muito restaurados, outros materiais podem oferecer maior estabilidade a longo prazo. Mas o conceito continua o mesmo: preservar estrutura dental sempre será prioridade.
Resultados duradouros não nascem de modismos, mas de diagnóstico preciso, planejamento individualizado e execução técnica refinada. E é justamente aí que tecnologias como lupas demagnificação e microscópio operatório (principalmente) fazem uma grande diferença, permitindo níveis muito maiores de precisão e preservação durante os procedimentos.
A verdadeira odontologia estética não segue tendencias nem padroniza sorrisos. Moda é efêmera e passageira. A boa odontologia cria soluções personalizadas, naturais e funcionais, preservando dentes por muito mais tempo.
Referência em Longevidade na Odontologia Estética e Restauradora SBOE & IFED”.
Sociedade Brasileira de Odontologia Estética International Federation of Esthetic Dentistry
Dr. José Roberto Moura
CROSP 27109
Sócio Proprietário da Clínica Artis @JRMOURAJR
CLÍNICA ARTIS Telefone: (12) 99145-6078 @clinicaartis
Imagens
cedidas por Dr. José Roberto
Você pode estar fazendo tudo certo e, ainda assim, vivendo mal
por Alessandra Gabriel
Oque o Ayurveda explica sobre autorregulação, digestão emocional e o fracasso do bem-estar superficial. Nunca se falou tanto sobre saúde e ainda assim, nunca houve tanta gente cansada, ansiosa e desconectada.
A rotina parece perfeita, você come bem, se exercita, tenta dormir melhor, cuida de você. Tudo certo. Pelo menos na teoria.
Mas na prática… não está.
Porque a saúde virou um checklist.
E ninguém percebeu.
E o problema de um checklist é simples, ele não escuta.
Você pode estar fazendo tudo certo e mesmo assim vivendo mal.
O AYURVEDA QUE NINGUÉM EXPLICA
Hoje quando se fala em Ayurveda, muita gente pensa em alimentação ou no máximo em massagens.
E sim, é isso também.
Mas não só.
O Ayurveda não é uma lista de hábitos.
É um sistema de existência e compreensão do corpo e da forma como ele se equilibra.
E esse é o ponto que quase ninguém aprofunda, o corpo sabe se regular.
Mas não quando está sobrecarregado.
E não quando seus sinais são ignorados. Não é só o que você come que intoxica seu corpo.
Isso é algo que eu sempre trago e quem me acompanha já ouviu, mas precisa ser reforçado.
Alimentação não é só o que você coloca no prato.
É o que você vê.
O que você ouve.
O que você sente.
O que você vive.
O corpo está o tempo todo processando experiência.
E isso também precisa ser digerido. Nem tudo que você sente começa na mente.
Muitas vezes começa no que você não conseguiu digerir.
O corpo não separa.
A gente aprendeu a dividir: físico de um lado, emocional de outro, mente em outro lugar.
Mas o corpo não funciona assim.
Ansiedade por exemplo, nem sempre começa em um pensamento.
Ela pode nascer de um acúmulo...de um excesso.
De uma digestão ruim.
De algo que ficou ali, sem ser processado, nomeado ou reconhecido.
Seja alimento.
Seja emoção.
Seja vivência.
O corpo guarda tudo e precisa liberar.
Hoje a própria neurobiologia já confirma algo que o Ayurveda sempre trouxe.
O corpo guarda.
Guarda tensão.
Guarda memória.
Guarda história.
E tudo o que não é processado continua atuando.
Por isso, saúde não é só “fazer certo”.
É permitir que o corpo receba, integre e libere.
Sem corpo, não é Ayurveda
Aqui entra um ponto que muita gente distorce.
As terapias corporais não são um detalhe. São parte do tratamento.
As massagens existem porque ajudam o corpo a circular, reorganizar e liberar o que está acumulado.
Isso está descrito em textos clássicos como o Charaka Samhita, o Sushruta Samhita e o Ashtanga Hridaya.
Ou seja, não é opcional e fato.
Se não tem corpo, não tem Ayurveda.
ONDE ESTÁ O ERRO?
Hoje existe um estilo de vida “saudável” que funciona por fora, mas não sustenta por dentro.
A pessoa faz tudo certo… mas não se escuta... não tem presença real.
Segue rotina… mas não percebe o que sente.
E aí começa a tentativa de compensar com mais técnica, mais prática, mais controle, mais terapias.
Mas o corpo não responde a controle.
Ele responde a compreensão e digestão.
O PONTO QUE MUDA TUDO
Talvez o que esteja faltando não seja mais disciplina.
Talvez seja percepção, auto conhecimento.
Porque não é só sobre o que você faz.
É sobre o que você vive e não processa e não sustenta.
E isso fica: no corpo, na mente e na forma como você reage, sente e vive.
UM NOVO OLHAR SOBRE SAÚDE
O Ayurveda não traz mais regras.
Ele muda a forma de olhar.
Saúde deixa de ser performance e passa a ser relação:
Com o seu corpo.
Com o que você sente.
Com aquilo que você ainda não conseguiu digerir.
Porque no fim, talvez o problema não seja fazer mais. É que você não está entendendo o que está vivendo.
Terapeuta integrativa
Namastê!
Alessandra Gabriel Sabedoria, Cura e Transformação
Com mais de 30 anos de dedicação às práticas terapêuticas orientais, Alessandra Gabriel construiu uma trajetória que une tradição e inovação na busca pelo equilíbrio e bem-estar. Reiki Master pela UHB e fundadora do Spa Luz e Vida, em Tremembé, já realizou mais de 10 mil atendimentos, tornando-se referência em terapias holísticas e terapias integrativas.
Sua formação inclui vivências na Índia, Egito e Portugal, onde aprofundou conhecimentos em Ayurveda, Aromaterapia e Reiki, além de integrar a equipe de Cromoterapia Científica do renomado Dr. Serrano Neves.
Agora, toda essa bagagem se transforma em conhecimento acessível através de seus dois livros:
Além das Palavras – um convite para enxergar o corpo como oráculo de autoconhecimento e cura.
Alquimia da Alma – um guia prático com chás, óleos essenciais, cristais e afirmações para o equilíbrio do dia a dia.
Ambos já estão disponíveis para venda e representam a essência de sua jornada: despertar, transformar e conectar.
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Por que as doenças cardíacas aumentam no inverno?
Temperaturas mais baixas exigem mais do coração — e os riscos podem crescer silenciosamente
Com a chegada do frio, cresce também o número de complicações cardiovasculares. Infartos, AVCs e crises hipertensivas tendem a aumentar durante os meses de inverno, especialmente entre idosos e pessoas com fatores de risco.
Embora muita gente associe o frio apenas às doenças respiratórias, especialistas alertam que o coração também sofre impactos importantes nessa época do ano.
O QUE ACONTECE COM O CORPO NO FRIO?
As baixas temperaturas provocam contração dos vasos sanguíneos, fazendo com que o coração precise trabalhar mais para manter a circulação adequada.
Isso pode elevar a pressão arterial e aumentar o esforço cardiovascular, principalmente em pessoas que já possuem hipertensão, colesterol elevado, diabetes ou histórico cardíaco. Além da resposta fisiológica ao frio, o inverno também costuma alterar hábitos importantes da rotina.
MENOS MOVIMENTO, MAIS EXCESSOS
Durante os dias frios, é comum haver redução da atividade física, maior consumo de alimentos calóricos, aumento do álcool e piora na qualidade do sono.
Fotos: pexels.com
A combinação desses fatores cria um cenário que favorece inflamações, aumento da pressão e sobrecarga cardiovascular. Outro ponto importante é que muitas pessoas acabam negligenciando sintomas no inverno, associando cansaço, indisposição e falta de ar apenas ao clima frio.
O ESTRESSE TAMBÉM INFLUENCIA
O excesso de trabalho, a privação de sono e o estresse contínuo — tão comuns na vida moderna — potencializam ainda mais os riscos cardiovasculares. Hoje, a saúde do coração é vista de forma muito mais ampla, envolvendo não apenas exames e medicamentos, mas também qualidade de vida, equilíbrio emocional e hábitos diários.
PREVENÇÃO FAZ DIFERENÇA
A boa notícia é que pequenas atitudes ajudam significativamente na proteção cardiovascular:
• manter rotina ativa,
• cuidar do sono,
• controlar pressão e colesterol,
• manter alimentação equilibrada,
• evitar excesso de álcool e cigarro,
• realizar acompanhamento médico preventivo.
Três décadas transformando sorrisos!
Há 30 anos, dei um dos passos mais importantes da minha vida ao me formar em Odontologia. Ao olhar para trás, reconheço uma trajetória marcada por desafios, aprendizado e gratidão.
Nessas três décadas, exerci a profissão com dedicação e paixão, contribuindo para a saúde e qualidade de vida de muitas pessoas. Na Estomatologia, encontrei minha grande missão: olhar além dos dentes e identificar sinais capazes de transformar vidas, especialmente por meio do diagnóstico precoce do câncer bucal e de outras doenças.
Mais do que títulos ou conquistas, o que me motiva é saber que cada diagnóstico, orientação e cuidado representam esperança para alguém.
Também tive o privilégio de me tornar professor na Universidade de Taubaté, instituição onde me formei. Há 28 anos, participo da formação de profissionais da saúde, compartilhando conhecimento e retribuindo tudo o que a Universidade me proporcionou.
A Odontologia evoluiu e novas tecnologias surgiram, mas a essência do cuidado e do compromisso com a excelência permanece a mesma.
Ao celebrar esta data, agradeço a Deus, meus pais, familiares, professores, pacientes, alunos e colegas que fizeram parte dessa trajetória.
Sigo com o mesmo entusiasmo de 30 anos atrás, acreditando no papel essencial da Odontologia para a saúde integral das pessoas!
Cirurgião-dentista/ Mestre e Doutor em Estomatologia
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Praça General Júlio Marcondes Salgado, n°34, Loja 01 - Jd. das Nações
Telefone: (12) 98185-4889
Por que o tempo parece passar mais rápido com a idade?
Estudos mostram que a percepção do tempo muda conforme o cérebro registra menos experiências novas.
Existe uma sensação cada vez mais comum na vida adulta: a impressão de que os anos passam rápido demais. Semanas terminam rapidamente, meses parecem mais curtos e o tempo dá a sensação de acelerar conforme a idade avança.
Segundo pesquisadores da neurociência e da psicologia cognitiva, isso não acontece porque o relógio muda — mas porque o cérebro passa a processar a rotina de maneira diferente ao longo da vida.
Na infância, quase tudo é novidade. O cérebro recebe estímulos constantes, cria novas conexões e registra experiências com mais intensidade e riqueza de detalhes.
Ambientes, descobertas, pessoas, aprendizados e emoções inéditas fazem com que esse período fique mais “expandido” na memória.
Já na vida adulta, a repetição da rotina reduz a quantidade de informações consideradas novas pelo cérebro. Dias parecidos exigem menos atenção e acabam sendo armazenados de forma mais automática.
É justamente essa economia de processamento que pode alterar a percepção do tempo.
O cérebro entra no “modo automático”
Especialistas explicam que o cérebro tende a otimizar energia diante de padrões repetitivos. Quando uma rotina se torna previsível, menos informações precisam ser analisadas profundamente.
Na prática, isso significa que muitos dias passam sem criar memórias marcantes.
Ao olhar para trás, períodos com menos registros emocionais e experiências diferentes parecem menores na memória — o que gera a sensação de aceleração do tempo.
Novidade muda a percepção
Estudos sugerem que experiências novas ajudam a desacelerar subjetivamente essa sensação.
Viagens, aprendizados, mudanças de ambiente, novos hobbies e momentos emocionalmente relevantes aumentam o nível de atenção cerebral e tendem a gerar memórias mais detalhadas.
Por isso, períodos intensos ou diferentes costumam parecer mais longos quando lembrados depois.
Atenção e presença também influenciam
Outro fator importante é a atenção. A vida moderna, marcada por excesso de estímulos, telas, informações e multitarefas, faz com que muitas experiências sejam vividas de forma acelerada e pouco consciente.
Quanto menos atenção o cérebro dedica ao momento presente, menor tende a ser a percepção de duração daquele período.
Por isso, especialistas relacionam presença, pausas e experiências significativas a uma sensação maior de aproveitamento do tempo.
Mais do que relógio, percepção
A ciência ainda busca compreender completamente como o cérebro interpreta a passagem do tempo, mas uma das hipóteses mais aceitas atualmente é que nossa percepção está profundamente ligada à forma como vivemos, percebemos e registramos as experiências ao longo da vida.
Talvez o tempo não esteja realmente passando mais rápido — apenas deixando menos marcas na memória.
Varizes e Lipedema
TRATAMENTOS MODERNOS E MINIMAMENTE INVASIVOS
As varizes e o lipedema vão muito além de questões estéticas — são condições crônicas que impactam diretamente a saúde, o bem-estar e a autoestima de milhares de mulheres.
As varizes, parte da insuficiência venosa crônica, tendem a evoluir com o tempo, podendo causar manchas, inflamações e até complicações mais graves, como trombose venosa. Já o Lipedema se caracteriza pelo acúmulo desproporcional de gordura, frequentemente acompanhado de dor, inchaço e dificuldade de resposta ao exercício.
Felizmente, a medicina evoluiu. Hoje, tratamentos modernos e minimamente invasivos, como o laser transdérmico e o Endolaser, permitem tratar diferentes graus de varizes com conforto, segurança, com anestesia local e retorno rápido à rotina — sem a necessidade de cirurgia tradicional.
Todos os nossos pacientes são tratados em nossa clínica, sem necessidade de internação e volta imediata as suas atividades.
No caso do lipedema, o cuidado começa de dentro para fora: alimentação equilibrada, controle da inflamação, sono de qualidade e exercícios focados em ganho de massa muscular são fundamentais. Procedimentos complementares e minimamente invasivos, podem potencializar os resultados estéticos, promovendo mais firmeza e melhora do contorno corporal. Realizamos, com anestesia local, o endolaser para gordura localizada e o bioestimulador de colágeno associado a subincisão para flacidez e celulite, ainda mais no Lipedema, que é como se tivéssemos uma “celulite agravada”.
Mais do que buscar resultados imediatos, o segredo está na continuidade do cuidado. Afinal, quando se trata de saúde vascular e metabólica, o acompanhamento ao longo da vida é o verdadeiro aliado da saúde e beleza das suas pernas e controle das doenças.
BIOESTIMULADOR
Estimula colágeno, melhorando firmeza e textura da pele.
AGENDE SUA AVALIAÇÃO
R. Engenheiro Urbano Alves de Souza Pereira, 111 Jd Santa Clara, Taubaté/SP (12) 99719-6475
ENDOLASER
Trata varizes por dentro da veia com laser, com menos dor e recuperação rápida.
LASER TRANSDÉRMICO + ESCLEROTERAPIA
Eliminam vasinhos e microvarizes de forma eficaz e estética.
Cuidar da beleza também é cuidar da autoestima, da saúde emocional e da forma como nos enxergamos
Durante muito tempo, cuidados com cabelo, pele e beleza foram tratados como vaidade superficial. Hoje, especialistas defendem uma visão muito mais ampla: autocuidado também é saúde emocional.
Reservar um tempo para si mesma, desacelerar a rotina e investir em momentos de bem-estar pode impactar diretamente autoestima, confiança e até qualidade de vida.
E é justamente por isso que salões de beleza deixaram de ser apenas espaços estéticos para se tornarem ambientes de acolhimento, pausa e renovação.
Em meio à correria do dia a dia, muitas mulheres acumulam responsabilidades profissionais, familiares e emocionais, enquanto colocam suas próprias necessidades sempre em último plano. Pequenos rituais de cuidado acabam funcionando como momentos importantes de reconexão consigo mesma.
Cuidar do cabelo, fazer as unhas, investir em tratamentos faciais ou simplesmente reservar algumas horas para relaxar pode parecer algo simples — mas frequentemente representa muito mais: recuperar autoestima, elevar autoconfiança e resgatar a sensação de bem-estar.
Especialistas afirmam que autoestima saudável influencia inclusive a forma como as pessoas se relacionam, trabalham e enfrentam desafios da rotina.
A tendência do chamado “wellness beauty” cresce justamente nesse conceito: beleza associada ao equilíbrio, ao conforto e à valorização individual — sem padrões irreais ou cobranças excessivas.
Mais do que seguir tendências, o verdadeiro autocuidado está relacionado à sensação de se sentir bem consigo mesma.
Porque, no fim, beleza não é apenas aparência. É também a forma como alguém se sente ao se olhar no espelho.
“Autocuidado não é luxo. É uma forma de lembrar a si mesma que
você também merece atenção, tempo e carinho.”
Excelência em forma de experiência
Um espaço criado para cuidar de você com sofisticação, acolhimento e serviços de alto padrão.
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A nova obsessão do WELLNESS:
Os anéis inteligentes que monitoram sono, estresse e recuperação
Discretos e minimalistas, wearables como Oura e Ultrahuman ganham espaço entre quem busca saúde, performance e equilíbrio
Durante anos, os smartwatches dominaram o universo da tecnologia vestível. Agora, uma nova geração de dispositivos começa a ocupar espaço no mercado de wellness e longevidade: os anéis inteligentes.
Modelos como Oura Ring e Ultrahuman Ring, além da pulseira Whoop, foram desenvolvidos para monitoramento contínuo do corpo, acompanhando métricas como qualidade do sono, variabilidade cardíaca, temperatura corporal, recuperação física e níveis de estresse.
Diferente dos relógios tradicionais, esses dispositivos apostam em uma proposta mais discreta e menos ligada à hiperconectividade. O foco deixa de ser notificações e produtividade e passa a ser recuperação, descanso e equilíbrio fisiológico.
Especialistas apontam que sensores posicionados nos dedos conseguem captar determinados sinais cardiovasculares com menos interferência de movimento do que dispositivos usados no pulso, especialmente durante o sono.
Nos últimos anos, estudos independentes passaram a avaliar a precisão desses wearables em relação a equipamentos clínicos, principalmente na leitura de frequência cardíaca e variabilidade cardíaca durante a noite.
Apesar dos avanços, os dispositivos não substituem acompanhamento médico nem funcionam como ferramentas diagnósticas. O principal benefício está na observação de padrões individuais ao longo do tempo — como impacto do estresse, noites mal dormidas e recuperação insuficiente
Mais do que tecnologia, os anéis inteligentes refletem uma mudança de comportamento: a transformação do sono, do descanso e da recuperação em novos símbolos de wellness contemporâneo.
Voz e Deglutição: cuidados que salvam vidas
Entenda a importância das campanhas de conscientização sobre disfagia e saúde vocal no primeiro semestre
por Lucia Alckmin
Oprimeiro semestre marca duas datas de importantes campanhas na fonoaudiologia dentro das minhas especialidades VOZ E DISFAGIA.
Dia 20 de março é o Dia Nacional de Atenção a Disfagia, tema que precisa ser levado ao esclarecimento da comunidade e iremos abordar aqui e dia 16 de Abril é comemorado o Dia Mundial da Voz.
Qual a importância destas datas?
Primeiramente vamos abordar o Tema Disfagia. O que ele significa?
Disfagia é toda e qualquer alteração na biomecânica da deglutição, desde a colocação do alimento na cavidade oral até a sua chegada no estomago.
Ela pode ocorrer por um diagnóstico de base como as doenças neurológicas desde uma sequela de um AVC até uma Doença de Parkinson, Alzheimer, ELA ou após cirurgias de Cabeça e Pescoço, em que estruturas como os lábios, língua, mandíbula, dentes, faringe, laringe, palato podem ser impactadas pelo procedimento. Ela também pode ocorrer em idosos com sua saúde mais fragilizada por algum motivo como uma fratura, ou até um quadro infeccioso. Porém ela também pode se manifestar em idosos saudáveis através de uma modificação na fisiologia da deglutição, neste ultimo caso a chamamos de presbifagia e a sua recuperação é mais rápida do que na disfagia.
CLÍNICA VITALITÀ
Endereço:
A disfagia ela pode ocasionar infecções respiratórias de repetição como as pneumonias bronco-aspirativas, perda de peso, desnutrição, desidratação, sarcopenia que é a perda de massa magra e nos casos mais graves levar até a morte. Por isso falar sobre ela com a comunidade é importante. Engasgos também podem ocorrer por um quadro de disfagia não tratado, ou detectado.
Então quais os sinais da disfagia?
Perda de peso, demora para se alimentar, recusa por determinados alimentos, alimento parado na boca, sensação de alimento parado na garganta, engasgos e tosse durante as refeições, ou para tomar líquidos como água, dificuldade para engolir saliva e medicamentos, voz “molhada” após a alimentação, além de quadros de infecções respiratórias recorrentes.
O diagnóstico e tratamento das disfagias é multidisciplinar, porém o fonoaudiólogo é o profissional competente e especialista para avaliar e reabilitar a disfagia e seu tratamento requer esse olhar multidisciplinar que envolve médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas e fisioterapeutas na maioria das vezes.
Por isso se alguém que você conheça apresente alguns destes sinais de alerta oriente para procurar um especialista.
E o dia Mundial da Voz qual a sua importância?
Av. Itália, 1351 - Jd. das Nações - Taubaté SP
Telefone Clínica: (12) 3635-1262
Telefone Lucia Alckmin: (12) 99181-8727
www.fonoluciaalckmin.com.br
O dia mundial da voz celebra essa nossa ferramenta de conexão com o mundo, a nossa voz!! A voz que chora, a voz que sorri, a voz que comunica, a voz que ensina, a voz que aprende, a voz que canta, a voz que carrega nossas emoções e nossas palavras. A voz que conta a nossa história!
A voz ela nos acompanha ao longo da vida e se modifica também. Bem Estar Vocal é um conjunto de ações que nos permite conhecer nosso instrumento vocal, saber o que é benéfico a sua saúde e o que a prejudica.
Cuidar da voz também é um ato de autocuidado, de cuidado com a saúde e com a comunicação.
A rouquidão por mais de duas semanas deve ser investigada por um especialista. A fonoaudióloga especialista em voz e o medico otorrinolaringologista são os profissionais envolvidos no diagnóstico e tratamento dos problemas da voz.
Voz fraca, cansaço ao falar, rouquidão persistente, tosse crônica, esforço e tensão ao falar, dor, voz muito fina ou muito grossa, quebras da voz, são sinais de alerta para uma disfonia, que é uma alteração na produção da voz e pode ser causada por um “calinho” ou até um câncer de laringe, ou doenças neurológicas como Parkinson, por isso sintomas simples como a rouquidão devem sempre ser avaliados por um especialista.
LUCIA ALCKMIN
Fonoaudiologa CRFa 13711
@fonoluciaalckmin
O que o comportamento do pet pode revelar
Ansiedade, mudanças de rotina, excesso de estímulos e solidão também afetam os animais
Eles não falam, mas demonstram. Mudanças de comportamento, agitação, apatia, destruição de objetos, excesso de latidos ou alterações no sono podem ser sinais de que algo não vai bem emocionalmente com os pets.
Cada vez mais, médicos-veterinários e especialistas em comportamento animal observam como cães e gatos absorvem a rotina da casa, percebem emoções e respondem ao ambiente em que vivem.
Assim como os humanos, os animais também podem sofrer com ansiedade, estresse e excesso de estímulos.
QUANDO O COMPORTAMENTO MUDA
Muitas vezes, pequenos sinais passam despercebidos no dia a dia. Um pet que começa a dormir demais, perder interesse por brincadeiras, vocalizar em excesso ou ficar mais agressivo pode estar tentando demonstrar desconforto emocional.
Mudanças na rotina da família — como viagens, separações, chegada de um bebê, mudanças de casa ou longos períodos sozinho — costumam impactar diretamente o comportamento dos animais.
Os especialistas explicam que os pets são altamente sensíveis ao ambiente e aos hábitos das pessoas com quem convivem.
ANSIEDADE TAMBÉM É UMA REALIDADE PET
A ansiedade de separação é uma das queixas mais comuns atualmente. Muitos animais têm dificuldade em lidar com longos períodos sozinhos e manifestam isso através de comportamentos repetitivos, destruição de objetos, choros ou inquietação.
O excesso de estímulos também pode afetar os pets. Sons constantes, falta de descanso, excesso de telas, ambientes muito agitados e ausência de rotina podem gerar estresse silencioso.
Em alguns casos, alterações físicas também aparecem, como queda de pelos, lambedura excessiva, mudanças no apetite e problemas gastrointestinais.
A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE
O espaço onde o animal vive influencia diretamente sua qualidade de vida. Ambientes enriquecidos, com luz natu-
ral, ventilação, brinquedos, momentos de interação e áreas de descanso ajudam a reduzir ansiedade e melhorar o bem-estar.
Hoje, o cuidado com os pets vai muito além da alimentação e das consultas veterinárias. Existe um olhar crescente para saúde emocional, socialização e estímulos adequados.
PETS REFLETEM A ROTINA DA CASA
Muitos especialistas observam que os animais também respondem ao estado emocional dos tutores. Rotinas aceleradas, tensão constante e ausência de tempo de qualidade acabam sendo percebidas pelos pets.
Por isso, criar momentos de conexão, passeios, brincadeiras e presença ativa faz diferença não apenas para os animais, mas também para a relação construída com eles.
UM NOVO OLHAR SOBRE O CUIDADO
Nos últimos anos, os pets deixaram de ocupar apenas o espaço de companhia e passaram a ser vistos como parte essencial da família.
Com isso, cresce também a consciência de que bem-estar animal envolve equilíbrio emocional, rotina saudável e ambientes mais acolhedores.
Porque, no fim, cuidar de um pet também é aprender a perceber aquilo que ele tenta comunicar todos os dias.
—EXCELÊNCIA EM MANIPULAÇÃO
Precisão e cuidado personalizado
Desde agosto de 2025, a Biomagistral trouxe para Taubaté um novo conceito em farmácia de manipulação. Nossa abordagem vai além da bancada: entendemos que cada prescrição é um projeto único de saúde e, por isso, dedicamos atenção total à seleção criteriosa dos melhores ativos para o seu tratamento.
QUALIDADE:
Focamos na excelência técnica Escolhemos ativos de procedência certificada e trabalhamos com processos rigorosos de manipulação, garantindo que cada fórmula entregue mantenha a integridade e a eficácia terapêutica planejada.
CONFIANÇA:
Construímos parcerias baseadas em segurança. A precisão no preparo e o respeito às necessidades individuais de cada paciente são os pilares que sustentam a credibilidade da nossa unidade em Taubaté.
TRANSPARÊNCIA:
Atendimento consultivo é nosso diferencial. Estamos prontos para explicar cada etapa do seu tratamento, auxiliando na escolha dos ativos mais adequados e garantindo que você compreenda exatamente o que está sendo manipulado para a sua saúde.
Endereço: Rua Marechal Arthur da Costa e Silva, 677 Centro - Taubaté-SP
Seu cérebro nunca desliga
E ISSO ESTÁ ADOECENDO UMA GERAÇÃO INTEIRA
Vivemos conectados o tempo todo. Notificações, redes sociais, excesso de informação, cobranças e estímulos constantes transformaram o descanso em algo cada vez mais raro.
O resultado? Um cérebro permanentemente cansado.
Especialistas alertam que a hiperconectividade pode afetar diretamente a memória, a concentração, o humor e até a qualidade do sono. Mesmo sem esforço físico intenso, muitas pessoas convivem diariamente com sensação de esgotamento mental.
O problema é que o cérebro humano não foi projetado para lidar com tantos estímulos simultâneos durante tantas horas seguidas. A sobrecarga digital mantém o organismo em estado constante de alerta, elevando níveis de ansiedade e dificultando momentos reais de relaxamento.
Outro ponto preocupante é a perda da capacidade de atenção. Com conteúdos rápidos e estímulos imediatos, torna-se cada vez mais difícil manter foco profundo em leituras, conversas ou tarefas longas.
E o excesso de telas não afeta apenas adultos. Crianças e adolescentes também apresentam aumento nos índices de irritabilidade, dificuldade de concentração e alterações no sono.
SINAIS DE SOBRECARGA MENTAL
• cansaço constante;
• dificuldade de concentração;
• irritabilidade;
• sensação de ansiedade;
• insônia;
• memória falhando; necessidade constante de estímulo.
PEQUENAS MUDANÇAS PODEM AJUDAR:
• reduzir o uso do celular antes de dormir;
• criar pausas sem telas;
• desacelerar a rotina;
• priorizar momentos offline;
• voltar a fazer atividades sem estímulos digitais.
Descansar deixou de ser luxo. Tornou-se necessidade biológica.
Fotos: pexels.com
CUIDAR DA SAÚDE FINANCEIRA TAMBÉM É QUALIDADE DE VIDA
por Alexandre Caçador
Quando se fala em saúde e bem-estar, é comum pensar imediatamente em alimentação equilibrada, atividade física, exames em dia e saúde emocional. Mas existe um fator silencioso que impacta diretamente a qualidade de vida de muitos profissionais: a saúde financeira.
Para médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e outros profissionais da área da saúde, o cuidado com a gestão financeira e contábil do consultório ou da clínica é tão importante quanto o cuidado com os próprios pacientes.
Muitos profissionais dominam com excelência sua área de atuação, mas encontram dificuldades quando o assunto envolve planejamento tributário, fluxo de caixa, pró-labore, contratação de equipe e organização fiscal. E é justamente essa desorganização que, muitas vezes, gera ansiedade, insegurança e sobrecarga emocional.
Ter uma contabilidade estratégica vai muito além do cumprimento
de obrigações fiscais. Trata-se de construir previsibilidade, segurança e crescimento sustentável. Saber exatamente quanto entra, quanto sai e quais são os custos reais da operação permite decisões mais assertivas e evita surpresas que comprometem o negócio e a tranquilidade pessoal.
Outro ponto importante está no planejamento tributário. Muitos profissionais acabam pagando mais impostos do que deveriam por falta de orientação adequada. Escolher o regime tributário correto e manter uma estrutura financeira organizada pode representar uma diferença significativa na rentabilidade.
A separação entre pessoa física e jurídica também é um dos erros mais comuns. Misturar contas pessoais com despesas da empresa compromete o controle financeiro e dificulta o crescimento saudável do negócio.
Mais do que números, a organização contábil representa liberdade. Liberdade para investir, expandir, planejar o futuro e trabalhar com
mais segurança e menos estresse.
No fim, cuidar da saúde financeira também é uma forma de autocuidado. Porque não existe bem-estar completo quando a preocupação com impostos, dívidas ou desorganização financeira tira o sono e compromete a paz.
Assim como um bom diagnóstico faz toda a diferença na saúde do paciente, uma gestão contábil bem estruturada é essencial para a saúde e longevidade de qualquer consultório ou clínica. Afinal, prosperar também faz parte de viver bem.
Para dar o próximo passo nessa organização, vale contar com o apoio de especialistas. A Meta Assessoria Contábil oferece um diagnóstico tributário completo, auxiliando na estruturação, organização e escolha do regime de tributação mais adequado para cada realidade. O objetivo é claro: reduzir a carga tributária de forma legal, otimizar resultados e fazer com que sobre mais dinheiro no seu bolso — tudo isso com praticidade e atendimento online.
Alexandre Caçador
Vitaminas e suplementos
Para que servem e quando dever ser utilizadas
Ouso de vitaminas e suplementos se tornou cada vez mais comum, tanto entre praticantes de atividade física quanto entre pessoas que buscam melhorar disposição, imunidade, desempenho físico e qualidade de vida.
Mas, apesar da popularização, suplementação não deve ser feita de forma indiscriminada.
Vitaminas, minerais, proteínas e compostos específicos exercem funções importantes no organismo, porém o uso inadequado, excessivo ou sem acompanhamento profissional pode trazer efeitos adversos e desequilíbrios nutricionais.
A indicação ideal depende de fatores como alimentação, exames laboratoriais, rotina, idade, objetivos e condições clínicas individuais.
Confira alguns dos suplementos mais utilizados atualmente:
Vitamina D
Importante para saúde óssea, imunidade e função muscular.
— Deficiência pode causar:
* fraqueza muscular;
* cansaço;
* dores ósseas;
* baixa imunidade.
— Excesso pode causar:
* sobrecarga renal;
* aumento do cálcio no sangue;
* náuseas e alterações cardíacas.
Creatina
Auxilia na força muscular, desempenho físico e recuperação muscular. Estudos também avaliam benefícios cognitivos e no envelhecimento saudável.
— Uso inadequado pode causar:
* desconforto gastrointestinal;
* retenção hídrica;
* sobrecarga em pacientes com
* doenças renais pré-existentes.
Whey Protein
Fonte de proteína utilizada para recuperação muscular e complemento proteico da alimentação.
— Excesso pode causar:
* desconforto intestinal;
* aumento calórico;
* sobrecarga renal em pessoas predispostas.
Ômega 3
Relacionado à saúde cardiovascular, função cerebral e ação anti-inflamatória.
— Uso excessivo pode aumentar:
* risco de sangramentos;
* desconfortos gastrointestinais.
A deficiência é mais comum em vegetarianos, veganos e idosos.
Embora suplementos possam auxiliar em diferentes objetivos, eles não substituem alimentação equilibrada, hábitos saudáveis e acompanhamento profissional.
Cada organismo possui necessidades específicas, e a suplementação deve ser indicada de forma individualizada, com base em avaliação clínica, exames laboratoriais e orientação de profissionais especializados, como médicos e nutricionistas.
O uso consciente e acompanhado é fundamental para garantir segurança, eficácia e evitar excessos ou riscos desnecessários à saúde.
Magnésio
Participa da função muscular, sistema nervoso e qualidade do sono.
— Deficiência pode causar:
* cãibras;
* fadiga;
* fraqueza muscular.
— Excesso pode causar:
* diarreia;
* queda de pressão;
* alterações cardíacas em casos mais graves.
Colágeno
Muito utilizado para pele, cabelos, unhas e articulações.
Especialistas reforçam que os resultados podem variar conforme alimentação, estímulo de colágeno natural e associação com outros nutrientes.
Vitamina B12
Fundamental para sistema nervoso, produção de células sanguíneas e metabolismo energético.
— Deficiência pode causar:
* anemia;
* fadiga;
* alterações neurológicas;
* queda de concentração.
PROPORCIONANDO SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA.
Com 17 anos de experiência no mercado, Thiago Urtiga consolidou sua trajetória como profissional de educação física ( Personal), oferecendo muito mais do que treinos convencionais: entrega cuidado, atenção individualizada e um olhar humanizado para cada aluno.
À frente de dois estúdios especializados, seu trabalho é voltado especialmente para pessoas que necessitam de acompanhamento diferenciado na musculação, seja por limitações físicas, objetivos específicos, reabilitação, condicionamento ou busca por mais qualidade de vida. Diferente do modelo tradicional encontrado em muitas academias, seus espaços foram planejados para proporcionar atendimento personalizado, monitoramento constante e programas adaptados às necessidades individuais.
Com uma proposta que une conhecimento técnico, experiência prática e acolhimento, Thiago vem mudando o conceito de treinamento, mostrando que musculação vai além da estética: é ferramenta essencial para promoção da saúde, prevenção de doenças e bem-estar integral.
Hoje, seus dois espaços se destacam por oferecer estrutura, profissionalismo e uma metodologia focada em resultados consistentes, sempre respeitando os limites e objetivos de cada pessoa.
Mais do que treinar, a missão é cuidar da saúde de forma completa e personalizada.
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Contato: (12) 98816-6295
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Unidade 2
Rodovia Oswaldo Cruz, 1620. 2GO center
Contato: (12) 98816-6295
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V Corpo saudável, ALMA esquecida?
ivemos em um tempo em que o cuidado com o corpo ganhou disciplina, método e prioridade. Há horários definidos, metas traçadas, acompanhamento profissional, constância. A academia virou compromisso inadiável. E isso não é um problema, pois cuidar do corpo é, sim, um ato de responsabilidade. Mas, em meio a essa rotina bem organizada, surge uma pergunta que precisa ser feita com coragem: onde está o cuidado com a alma?
A alma também adoece. Silenciosamente. Sem dor física imediata, mas com sinais profundos: inquietação, vazio, ansiedade, falta de sentido. Quantas vezes seguimos o dia funcionando por fora, mas por dentro cansados de um cansaço que o descanso não resolve? E, ao contrário do corpo, a alma quase nunca recebe horário, prioridade ou atenção constante. Rezar, para muitos, tornou-se algo eventual — quando sobra tempo, quando a dor aperta, quando tudo já parece desmoronar.
É curioso perceber que conseguimos acordar cedo para treinar, enfrentar o cansaço, manter disciplina física… mas hesitamos em dedicar alguns minutos diários à oração. Não por falta de fé, mas por falta de decisão. A oração ainda é tratada como acessório, quando, na verdade, é fundamento.
Sueli Baracho é teóloga formada pela Faculdade Dehoniana, fundadora da Casa de Maria e missionária digital. Conheça seu trabalho em @SueliBarachoOficial nas redes sociais.
Há uma cena no Evangelho que ilumina essa reflexão. Marta está ocupada, servindo, organizando, fazendo tudo o que precisa ser feito. Maria, sua irmã, está sentada, em silêncio, apenas ouvindo Jesus. Incomodada, Marta questiona: por que ela não ajuda? E a resposta de Jesus atravessa os séculos com delicadeza e firmeza: Maria escolheu a melhor parte. Não porque servir seja errado, mas porque, antes de fazer, é preciso estar. Antes da ação, vem a presença. Antes da produtividade, o encontro.
Como mulher, como teóloga e como alguém que caminha ao lado de tantas histórias, afirmo: não existe vida equilibrada sem vida espiritual. A fé não é um detalhe bonito — é direção, é sustento, é encontro. Rezar não é repetir palavras, é criar vínculo. É permitir-se ser cuidado por Deus, mesmo quando tudo dentro de nós parece confuso.
Talvez não falte fé. Talvez falte organização da alma. Assim como agendamos compromissos importantes, é preciso assumir um compromisso com Deus. Não como obrigação pesada, mas como escolha consciente de quem deseja viver com mais sentido.
Corpo saudável é bênção. Mas alma esquecida é risco. E nenhuma aparência de equilíbrio sustenta uma vida que, por dentro, está desconectada daquilo que realmente a mantém de pé. Hoje, antes de encerrar o seu dia, faça um gesto simples: reserve alguns minutos, silencie o coração e fale com Deus. Não espere o momento ideal, porque ele não existe. Existe decisão.
Cuidar da alma é, antes de tudo, um ato de amor e também de coragem. E toda coragem começa com um primeiro passo: voltar-se para Aquele que nunca deixou de cuidar de você.
SueliBaracho
Estamos mais conectados
e mais sozinhos do que nunca
Aepidemia silenciosa da solidão nunca foi tão fácil conversar com alguém. E, paradoxalmente, nunca tantas pessoas relataram sentir-se sozinhas.
Vivemos na era da hiperconectividade: mensagens instantâneas, redes sociais, chamadas de vídeo e acesso constante à vida dos outros. Ainda assim, cresce silenciosamente uma sensação coletiva de vazio emocional, desconexão e solidão.
Especialistas afirmam que a solidão deixou de ser apenas um sentimento passageiro para se tornar uma questão importante de saúde pública. Estudos internacionais já relacionam o isolamento emocional ao aumento de ansiedade, depressão, insônia, estresse crônico e até doenças cardiovasculares.
O problema nem sempre está na ausência de pessoas — mas na ausência de vínculos profundos.
Muitas relações se tornaram rápidas, superficiais e excessivamente digitais. Conversa-se o tempo todo, mas conecta-se cada vez menos. Em meio à rotina acelerada, sobra pouco espaço para presença real, escuta genuína e convivência afetiva.
As redes sociais também criaram uma sensação constante de comparação. A impressão de que todos estão felizes, acompanhados e vivendo experiências extraordinárias pode aumentar sentimentos de inadequação e isolamento.
Outro fenômeno crescente é o esgotamento social. Depois de anos marcados por excesso de estímulos, pressão emocional e mudanças nas dinâmicas sociais, muitas pessoas passaram a sentir dificuldade até mesmo para manter interações presenciais.
A solidão atinge diferentes perfis:
• Idosos que vivem afastados da família;
• Jovens hiperconectados, mas emocionalmente isolados;
• Mulheres sobrecarregadas emocionalmente;
• Profissionais em burnout;
• Pessoas cercadas de contatos, mas carentes de vínculos reais.
E embora estar sozinho possa, em alguns momentos, ser saudável e necessário, a solidão prolongada pode impactar profundamente a saúde mental e física. Por isso, especialistas reforçam a importância de cultivar relações verdadeiras, fortalecer laços familiares, investir em convivência presencial e criar espaços de pertencimento.
Talvez o maior desafio da vida moderna não seja apenas estar conectado — mas sentir-se verdadeiramente visto, acolhido e emocionalmente próximo de alguém.
QUANDO A SOLIDÃO COMEÇA A PREOCUPAR?
• Sensação frequente de vazio;
• Isolamento constante;
• Perda de interesse social;
• Tristeza persistente;
• Cansaço emocional;
• Ansiedade social;
• Sensação de desconexão mesmo acompanhado.
O QUE AJUDA A REDUZIR A SOLIDÃO?
• Fortalecer amizades reais;
• Reduzir excesso de redes sociais;
• Participar de atividades presenciais;
• Buscar momentos de convivência;
• Investir em autocuidado emocional;
• Procurar ajuda profissional quando necessário.
Entre o prazer e o benefício
O que a ciência diz sobre o café
Presente na rotina de milhões de brasileiros, o café atravessa gerações como um dos hábitos mais tradicionais do dia a dia.
Seja no café da manhã, em uma pausa no trabalho ou em encontros entre amigos, a bebida carrega muito mais do que sabor: ela também está associada a conforto, energia e bem-estar.
Mas, além do prazer, o café vem conquistando cada vez mais espaço nas pesquisas científicas por seus possíveis benefícios à saúde.
Rico em antioxidantes e compostos bioativos, o café tem sido associado à melhora da concentração, do estado de alerta, da disposição e do desempenho cognitivo. Estudos também apontam que o consumo moderado pode contribuir para a proteção cardiovascular e estar relacionado à redução do risco de algumas doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer.
Outro ponto que chama atenção dos especialistas é a presença de substâncias antioxidantes capazes de auxiliar no combate aos radicais livres, ajudando na proteção das células do organismo.
Além da ciência, existe também o aspecto emocional e social do café. O simples ritual de prepa-
rar uma xícara pode representar um momento de pausa em meio à rotina acelerada, proporcionando sensação de conforto e conexão.
Nos últimos anos, o crescimento dos cafés especiais também transformou a relação das pessoas com a bebida. Aroma, origem, torra e métodos de preparo passaram a ser valorizados, tornando o café uma verdadeira experiência sensorial.
Claro que, como qualquer alimento ou bebida, o equilíbrio continua sendo importante. Especialistas recomendam atenção à quantidade consumida e aos excessos de açúcar e acompanhamentos ultraprocessados. Ainda assim, para a maioria das pessoas saudáveis, o consumo moderado costuma ser bem tolerado e pode fazer parte de um estilo de vida equilibrado.
Hoje, longe de ser visto apenas como um estimulante, o café ganha destaque como uma bebida que une sabor, tradição, experiência e benefícios que a ciência continua explorando cada vez mais.
A Marina Calçados promoveu um coquetel especial para o lançamento de sua nova coleção de inverno.
Brunete foi recebida no Hotel Toriba pelo secretário de Turismo de Campos do Jordão, Fábio Izar.
Alex Cunha celebrou seu aniversário em grande estilo durante uma viagem pela Alemanha com Iago Lanzilotti.
Na Escola Fego Camargo, Lúcia Alckmin e as professoras Patrícia Teixeira e Leda Monteiro celebraram o Dia Mundial da Voz.
Iaro, Daniela e o filho Antônio acompanharam de perto o Miami Open.
A despedida de solteira de Gabriela Sodré teve como cenário
O engenheiro Antônio Carlos participou da construção e da inauguração do monumento de
Dra. Ana Flávia Baldoni e o Dr. Thiago Lopes curtiram dias especiais em Paris.
Claudia Cruz aproveitou dias de descanso e belas paisagens em João Pessoa.
Nida e Anderson em clima de viagem pela charmosa Buenos Aires.
Caio César e Camila em cenário paradisíaco nas San Blas Islands, no Panamá.
a magia da Disney.
São Jorge, no Sport Club Corinthians Paulista.
A família Rechdan em registro especial diante do
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castelo da Disney, em Orlando.
Luciana prestigiou o aniversário de Maria Sophia Costa, filha do cantor Leonardo, acompanhada da filha Júlia Petroni.
A eleição da Rainha e Princesas da 37ª Festa da Colônia Italiana de Quiririm reuniu convidados em uma noite especial. Na primeira foto, Bárbara Gaudioso e Dheminho Canavezzi ao lado da rainha e das princesas eleitas; na segunda, Roberto Migotto, Maria Eugênia e Ricardo Minelli.
Francine Agostini celebrou a chegada dos 51 anos em clima de comemoração e alegria.
Lucas Pedrosa em registro pelas paisagens de San Pedro de Atacama, no Chile.
Laercio Costa Jr. e família prestigiaram jogo da Seleção Brasileira durante passagem por Orlando.
Entre paisagens deslumbrantes e o charme acolhedor da serra catarinense, Lucas Quintanilha aproveitou dias especiais em Urubici, SC.
Munike Munch conquistou lugar no pódio no Desafio das 28 Praias, em Ubatuba.
Flávia Guedes celebrou a chegada dos 33 anos com muita alegria e amor no Soul Gastrobar.
A cerimônia do jaleco da turma LXXII da Faculdade de Medicina de Taubaté reuniu três gerações da família Freitas: Dr. Manuel Freitas, Dra. Fabiana Freitas e Dudu, que inicia sua trajetória na medicina.
O prefeito de Taubaté, Sérgio Victor, recebeu o governador Tarcísio de Freitas em agenda na cidade.
Marcus Soliva celebrou o Dia das Mães em clima de carinho e união familiar, ao lado da esposa e das filhas.
Cris Biondi e Alfredo marcaram presença na Feira Internacional de Móveis de Milão, acompanhando as principais tendências do design e da arquitetura.
Virgínia Rodrigues celebrou seus 50 anos em grande estilo.
Sandra Corrêa e Célia Abud aproveitando dias inesquecíveis em Roma, na Itália.
A Dra. Natália Pasin e o Dr. Gustavo Baptista no hotel Rainha do Brasil em Aparecida em mais uma edição do evento vida, em uma manhã dedicada à yoga, nutrição e dermatologia.
Igor e Luzia Tschizik em momento marcante ao lado da família no Vaticano.
O prefeito Caê Campos visitou o empreendimento Fattoria, em Campos do Jordão, um destino voltado a experiências que reúne gastronomia, fábrica de chocolates, fábrica de licores e hospedagem.
Família Schmidt marcou presença no evento em comemoração aos 50 anos de história da Unimed Pindamonhangaba.
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Lucas Fantus e Bruna em dias de descanso pela charmosa cidade de Sintra.
Silvio Rios celebrou seus 67 anos ao lado da família.
Bárbara Consorte e Ricardo celebraram o primeiro aniversário de Arthur.
Sr. Massud celebrou seus 96 anos cercado pelo carinho dos filhos Denise e Ricardo.
A casa perfeita não é a mais bonita
É a que faz você se sentir bem
Durante muito tempo, arquitetura foi associada apenas à estética. Hoje, uma nova tendência ganha força: criar ambientes que promovam bem-estar emocional. Mais do que bonitas, as casas passaram a precisar acolher.
Iluminação natural, integração dos ambientes, ventilação, conforto acústico, contato com áreas verdes e escolhas afetivas na decoração fazem parte do conceito de “casas afetivas” — espaços pensados para despertar sensações de tranquilidade, pertencimento e aconchego.
A pandemia transformou profundamente a relação das pessoas com seus lares. A casa deixou de ser apenas local de passagem e passou a representar refúgio, equilíbrio e qualidade de vida.
Especialistas explicam que ambientes interferem diretamente no humor, produtividade e até nos níveis de estresse. Espaços muito escuros, barulhentos ou visualmente carregados podem aumentar sensação de ansiedade e desconforto.
Por outro lado, ambientes mais leves, iluminados e funcionais estimulam relaxamento e bem-estar.
A tendência também fortalece a chamada neuroarquitetura — área que une arquitetura, neurociência e comportamento humano para criar espaços mais saudáveis emocionalmente.
No fim, a casa perfeita talvez não seja aquela que impressiona nas redes sociais, mas a que faz alguém respirar fundo e sentir vontade de permanecer ali.
Elementos que ajudam a criar uma casa mais acolhedora
• Iluminação natural
• Plantas e áreas verde
• Tons suaves
• Ventilação adequada
• Ambientes integrados
• Materiais naturais
• Espaços de pausa e conforto
Lorival Anderson Éttori
trajetória marcada por atuação estratégica e reconhecimento
Nome conhecido no Vale do Paraíba, o empresário Lorival Anderson Éttori construiu sua trajetória com atuação voltada ao setor de Segurança e Defesa, área considerada estratégica para o desenvolvimento do país.
Ao longo dos anos, consolidou sua presença tanto no meio empresarial quanto em ambientes ligados às forças de segurança, sendo reconhecido por sua contribuição ao diálogo entre esses setores. Sua atuação está associada à valorização da integração entre indústria, conhecimento técnico e experiência operacional.
Especialista em Economia Brasileira para Negócios pela Universidade de São Paulo (USP), Éttori defende a aproximação entre empresas do segmento e
profissionais oriundos das Forças Armadas, das polícias e de órgãos de segurança pública — uma conexão que considera essencial para o fortalecimento do setor no Brasil.
Durante sua trajetória, participou de iniciativas e discussões relevantes junto a entidades como a FIESP, contribuindo com pautas relacionadas ao desenvolvimento da indústria nacional. Também esteve envolvido em debates ligados à estruturação do setor de defesa, incluindo temas contemplados na Lei nº 12.598 de 2012, que estabelece diretrizes para empresas e projetos estratégicos da área.
De acordo com informações fornecidas por seu perfil institucional, Éttori recebeu homenagens e distinções de
diferentes organizações ligadas à segurança e à defesa, entre elas os títulos de Amigo do Exército, Amigo da Marinha, Amigo da Aviação do Exército e Amigo da Polícia Militar, além de condecorações como a Ordem do Mérito Militar, Ordem do Mérito Aeronáutico, Ordem do Mérito Judiciário Militar, Ordem do Mérito do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Medalha do Exército, Ordem Pégasus e os títulos de Colaborador Emérito do Exército e da Aviação do Exército.
Mais do que os títulos, sua trajetória evidencia a importância da conexão entre iniciativa privada e setores estratégicos do país — um caminho que segue contribuindo para o fortalecimento da Segurança e Defesa no Brasil.
Maj. Brig. do Ar Luiz Cláudio Macedo Santos, Des. Mil. Silvio Hiroshi Oyama, Des. Fernando Antônio Torres Garcia, Sr. Lorival Anderson Ettori e Maj. Brig. do Ar Reginaldo Pontirolli.
Tenente brigadeiro do ar Medeiros e Éttori.
Fotos: Arquivo pessoal
MQ! Emporium
ais do que um restaurante ou uma loja especializada, o Q! Emporium se consolidou como uma referência em experiências gastronômicas no Vale do Paraíba. À frente da marca está Leonardo Simplício, sommelier e empreendedor apaixonado pelo universo do vinho, que transformou sua conexão com a gastronomia em um espaço pensado para receber pessoas de forma acolhedora e memorável.
Fundado há 21 anos por seu pai, Sr. Ademir Simplício e sua mãe, Sra. Célia Regina, o Q! Emporium nasceu de um sonho familiar construído com dedicação, trabalho e paixão pela boa mesa. Hoje, Leonardo dá continuidade a esse legado, preservando a essência acolhedora criada pelo pai enquanto imprime sua própria visão sobre vinho, gastronomia e experiências.
UMA PAIXÃO QUE COMEÇOU CEDO
O vinho entrou na vida de Leonardo ainda na infância — antes mesmo do empreendedorismo. Entre risos, ele relembra que, por volta dos 10 anos, já experimentava os vinhos servidos à mesa pelos pais. Foi nesse período que nasceu sua curiosidade sobre aromas, acidez, corpo e sensações.
Ao mesmo tempo, o espírito empreendedor também já dava sinais. Ainda na escola, começou a vender chocolates, chicletes e balas para os colegas. O dinheiro arrecadado acabou sendo investido anos depois em um símbolo importante da marca: o letreiro do Q! Emporium em São José dos Campos.
O VINHO QUE FICOU NA MEMÓRIA
Entre tantas experiências, um vinho permanece eternizado em sua lembrança: um Miolo Reserva Merlot 1999 encontrado por acaso na adega do sítio da família.
Leonardo recorda que a garrafa estava esquecida havia anos e que, ao abri-la, o vinho surpreendeu completamente. Aromas intensos, evolução elegan-
te e uma textura sedosa marcaram aquele momento em família.
Mais do que a qualidade da bebida em si, o que tornou a experiência inesquecível foi o contexto vivido naquela noite. Para ele, alguns vinhos permanecem para sempre justamente pelas memórias que criam.
QUANDO O Q! EMPORIUM DEIXOU DE SER APENAS UMA LOJA
Segundo Leonardo, a transformação do Q! Emporium aconteceu quando percebeu que uma loja de vinhos precisaria ir além da simples comercialização de garrafas.
Ao iniciar sua parceria profissional com o pai, em 2012, propôs uma visão mais ampla para o negócio: unir gastronomia, convivência e experiência em um único espaço.
Foi assim que nasceu a ideia de integrar restaurante e mercearia, criando um ambiente multidimensional, onde o vinho se conecta naturalmente à comida, às pessoas e aos momentos compartilhados.
Leonardo acredita que o equilíbrio entre a prudência administrativa do pai e seu perfil mais ousado foi essencial para construir a identidade atual da marca.
O FASCÍNIO CONSTANTE PELO UNIVERSO DO VINHO
Mesmo após tantos anos no mercado, Leonardo afirma que o vinho continua encantando justamente por sua capacidade de se reinventar.
Para ele, nenhuma safra é igual à outra. Novas gerações de produtores, consumidores e enólogos transformam constantemente o cenário do vinho, trazendo diferentes técnicas, estilos e experiências.
Existe ainda o elemento imprevisível: garrafas que aparentemente já perderam seu auge podem surpreender com complexidade, frescor e elegância. E é exatamente essa imprevisibilidade que mantém viva sua paixão pelo vinho.
Entre Vinhos, Memórias e Experiências
VINHOS PARA O INVERNO E ENCONTROS ESPECIAIS
Nos dias mais frios, Leonardo prefere tintos mais equilibrados e menos pesados. Segundo ele, vinhos extremamente encorpados podem cansar o paladar ao longo da noite, enquanto opções mais leves preservam melhor a experiência de degustação.
Quando o assunto é receber amigos em casa, os vinhos italianos aparecem entre seus favoritos. De perfil mais versátil e agradável, costumam harmonizar bem com diferentes pratos e agradar diversos paladares.
PARA QUEM DESEJA COMEÇAR NO MUNDO DO VINHO
Leonardo acredita que não existem regras rígidas para iniciar nesse universo. Para ele, o importante é começar.
Quem prefere vinhos suaves e adocicados não deve se preocupar com julgamentos. Com o tempo, o paladar naturalmente evolui para estilos mais secos e complexos.
Nesse processo, a orientação de um bom sommelier pode fazer toda a diferença — algo que, segundo ele, o Q! Emporium busca oferecer diariamente aos clientes.
O QUE AINDA FAZ SEUS OLHOS BRILHAREM
Apesar de toda a trajetória construída no mercado gastronômico e no universo dos vinhos, Leonardo afirma que o que mais o emociona é acompanhar o crescimento das pessoas que passaram pelo Q! Emporium.
Ver profissionais amadurecendo não apenas em suas carreiras, mas também como seres humanos, é motivo de grande orgulho.
Ele também destaca que nada disso seria possível sem a equipe que constrói o Q! Emporium todos os dias. Para Leonardo, o crescimento da marca passa diretamente pelas pessoas que vestem a camisa, acolhem os clientes e transformam cada experiência em algo único.
E, claro, ele admite com bom humor: encontrar um vinho surpreendentemente bom por um preço acessível continua sendo uma das melhores sensações da vida.
Fotos:
Estéfani
Lopes
No dia 15 de maio, Taubaté recebeu a 15ª edição do Q! Wine Tour, o mais tradicional evento de vinhos da região, no Q! Emporium, em Quiririm. A noite reuniu clientes, autoridades, parceiros e amantes do universo do vinho para uma experiência especial de degustação, gastronomia e conexão.
Com mais de 20 estandes, degustação de mais de 150 produtos e a presença de mais de 300 convidados, o evento proporcionou uma verdadeira imersão no universo da enogastronomia, em um ambiente cuidadosamente preparado para receber o público.
A Revista Vitti esteve presente acompanhando mais uma edição desse evento que já faz parte do calendário social e gastronômico do Vale do Paraíba.
Lançamento
Capa Admidea Painéis de LED e especial Mulheres que Inspiram
A Revista Vitti reuniu convidados, parceiros e anunciantes no Yex Taubaté para celebrar o lançamento da edição 176, que trouxe na capa a Admidea Locação e Venda de Painéis de LED e o especial “Mulheres que Inspiram”.
Uma noite marcada por encontros, networking e histórias que inspiram.
Confira alguns momentos.
Existe um motivo biologico real
para você amar tanto seu cachorro.
Quem tem um pet sabe: basta um olhar, um carinho ou aquela recepção animada na porta de casa para o dia melhorar instantaneamente. E a ciência explica por quê.
Estudos realizados por pesquisadores da Universidade de Azabu, no Japão, comprovaram que o contato visual entre humanos e cães aumenta a liberação de ocitocina — o chamado “hormônio do amor”, responsável também pelo vínculo afetivo entre mães e bebês.
Ou seja: o amor pelos pets não é apenas emocional. Ele também é biológico.
A pesquisa mostrou que, quanto mais tempo tutor e cachorro mantêm contato visual, maior tende a ser a produção desse hormônio em ambos. Esse mecanismo fortalece laços afetivos, gera sensação de segurança, conforto emocional e bem-estar.
Especialistas afirmam que a convivência com animais pode ajudar na redução da ansiedade, do estresse e até da sensação de solidão. Em muitos casos, os pets acabam se tornando verdadeiros membros da família — oferecendo companhia, rotina e acolhimento emocional.
Além dos benefícios psicológicos, estudos também associam a convivência com cães à redução da pressão arterial, estímulo à prática de atividades físicas e melhora da saúde cardiovascular.
Talvez seja por isso que, mesmo sem dizer uma única palavra, eles conseguem entender exatamente como nos sentimos.
Lançamento Feijoada Yex
A Revista Vitti promoveu o lançamento da Feijoada Yex, novidade que passa a acontecer aos sábados no Yex Taubaté.
O evento reuniu convidados em uma tarde marcada por boa gastronomia, música e encontros especiais, em um ambiente descontraído e sofisticado.
Confira alguns cliques.
Apoio
Angra dos Reis
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