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Revista Vitrola - 4ª Edição

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Revista

ANO 2 NÚMERO 04 | AGOSTO 2016 PUBLICAÇÃO QUADRIMESTRAL

CAPA

JACOB PETRY Nesta edição você confere tudo sobre o livro Poder & Manipulação, uma releitura de O Príncipe, de Maquiavel, que analisa a obsessão humana pelo poder e como nos valemos da manipulação para conquistá-lo. pág. 14


ISBN: 978-85-62409-68-4

C OMO O PRÍNC IPE, DE MAQUIAVEL, PODE TE AJUDAR A ENTENDER O MUNDO.

PODER & MANIPULAÇÃO

JACOB PETRY

WWW.FAROEDITORIAL.COM.BR (11) 4196-6699 2 Revista Vitrola 2016

www.all4type.com.br

16 x 23 cm 176 páginas


EDITORIAL |

Primeira palavra Estamos em festa, a edição número 4 da Revista Vitrola completa o primeiro ano desse projeto desafiador para a Vitrola. Estamos nos aventurando em um ramo milenar onde a tradição conta muito, contamos com uma equipe jovem e um projeto ariscado e ousado que tiveram resposta positiva e muito elogiosa já no exemplar número 1. Nosso objetivo é produzir exemplares tão bons que nossos leitores guardarão com o mesmo carinho com que guardam seus livros, vinis ou cds e dvds. Quem nos acompanha desde o primeiro exemplar pode conferir que estamos cumprindo tudo o que nos propusemos: levar cultura, informação

atualizada, opiniões equilibradas, música e entretenimento com um olhar emocionado mostrando que a literatura e a música são um espelho do ser humano. Queremos saudar a você leitor(a), a quem devemos nosso sucesso, conquistado ao longo deste um ano. Convidamos então você celebrar conosco, um brinde e muito obrigado!

Um forte abraço, Ramir M. Severiano Diretor da Vitrola

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Brainstorm Revista Vitrola Agosto/2016 Ano II, Edição 04 A Revista Vitrola esta destinada aos seus clientes e amigos, com vistas ao compartilhamento de opiniões, informações e novidades. O conteúdo dos anúncios e informação dos autores é de responsabilidade dos mesmos, não refletindo necessariamente a opinião da Vitrola Comercial Fonográfica LTDA. As fotos possuem crédito específico quando necessário e as demais são de divulgação. Periódico Gratuito Tiragem: 2500 exemplares Disponível também em Versão Digital Circulação Quadrimestral

Produção: Vitrola Comercial Fonográfica LTDA - Rua Alfredo Haubert, 762, Centro, Frederico Westphalen/RS (55) 37446878 E-mail de contato: ecommerce@vitrola.com.br Site: www.vitrola.com.br Edição: Francieli Ballen Revisão: Marcelo Ávila Marques Kuhn Projeto Gráfico: Agência Holy Colaboradores nesta edição: Gabriela Lieberknecht, Greta Oliveira, Mateus Menezes Quevedo, Victória Lieberknecht

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Sumário ....................... ........................................... ..

6. Cervejas Artesanais 9. Turnê ColdPlay 10. Fazendo História - Feiras de Livros 14. Capa - Jacob Petry 18. Maria Dolores 20. Sociedade Cultural Atena 22. Lançamento cd Datavenia 24. Flávia Flores 26. Resenha livro - Marcelo Elboni ....................... ........................................... ..

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| PALAVRA DE BURGOMESTRE

Beba cerveja com elegância e moderação

por Sady Homrich

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Natural de Porto Alegre, baterista da banda Nenhum de Nós e Engenheiro Químico, Sady Homrich, 52 anos, “o Foguinho” como seu avô materno costumava lhe chamar por conta dos cabelos ruivos é também mestre cervejeiro renomado e respeitado nacionalmente. Sua ligação muito forte com a cidade de Pelotas onde nasceram os pais, lhe influenciaram nas carreiras da música, cerveja e gastronomia. Como a cerveja artesanal surgiu na sua vida? Na minha família ela sempre acompanhou os melhores momentos. Aprendi a respeitá-la com meu tio-avô Ubaldo, que me passava o que aprendera com seu avô Adolpho Homrich. Contava que seus irmãos que vieram da Alemanha com ele abriram uma cervejaria no interior de Cachoeira do Sul, RS. Era a Cervejaria Rodolpho Homrich, da qual guardo um abridor personalizado como relíquia única dessa época. Minha formação em Engenharia Química também me levou a conhecer os detalhes técnicos da bebida. E uma sede incalculável me persegue todos os dias... O que é cerveja artesanal para você? Uma bebida saudável que acompanha a humanidade desde os tempos mais remotos. Manifestação cultural que leva a um comportamento gregário, ou seja, atrai amigos trazendo uma diversidade de aromas e sabores que funcionam como lubrificante social. Veja meus passos cervejeiros no twitter e instagram: @burgomestresady que descobrirá... Considerando sua experiência como mestre cervejeiro, conte-nos um pouco da história da cerveja artesanal no Brasil. Nas décadas de 1980 e 1990 foram absorvidas ou faliram as últimas pequenas cervejarias familiares no interior do país. A fusão das duas grandes, Brahma e Antárctica, mostrou que o mercado era briga de cachorro grande. As cervejas começaram a ficar iguais em sabor e aproximação ao grande público. O renascimento da cerveja artesanal no Brasil começou em 1995 com a criação da DaDo Bier em Porto Alegre. Foi o primeiro brewpub do país, com um sucesso estrondoso que a levou a abrir filiais em SP e RJ. A partir daí muitos investidores acharam possível seguir esses passos. Em Curitiba, Ribeirão Preto e Timbó abriram Bavarian Park, Colorado e Borck Bier, respectivamente. Começavam a aparecer os primeiros cervejeiros caseiros, hobby muito difundido após a popularização da internet. Muitos desses, hoje, têm as melhores micro-cervejarias do Brasil. Como você avalia o mercado cervejeiro no Brasil? Falta muito para explodirmos? O que mais nos diferencia do universo cervejeiro líder do mercado hoje? Estamos em plena explosão! Temos mais de 400 cervejarias artesanais em toda a nação, sendo mais de 130 só no RS. Os festivais se proliferam pelo país cada vez com maior público. Os bares estão trocando a exclusividade pela diversidade. A prova disso é que as grandes têm feito importantes investimentos em linhas de cervejas especiais e artesanais, desenvolvendo

produtos e adquirindo marcas consagradas. E o melhor é que ainda tem muito por crescer, pois a fatia de mercado ainda é inferior a 2% do global. Os EUA atingiram, depois de 35 anos, a marca de12% em volume, chegando em 16% do faturamento. Isso não é pouco! No universo cervejeiro tem alguma experiência que você viveu que seria interessante compartilhar? Desde que comecei a fazer cerveja em 1983 as experiências não pararam de acontecer. Ver o crescimento de um mercado inexistente àquela época às vezes parece um sonho. Quando recebi aquele abridor personalizado da Cervejaria Rodolpho Homrich & Irmão de um parente distante em um encontro dentro de um supermercado, sendo essa a única prova material remanescente da cervejaria, foi como se os deuses da cerveja estivessem abençoando essa trajetória. Depois, em um encontro de família, me foi revelada uma carta de próprio punho desse antepassado, datada de 1920, onde ele dizia estar abandonando a comercialização de sua cerveja. Iria produzir apenas para festas de parentes e amigos por não suportar mais a carga de impostos que lhe era cobrada. Muito pouco mudou e esse tem sido o maior problema do setor , é o motivo pelo alto valor da cerveja artesanal. Há um grupo lutando por uma tributação justa que permita o desenvolvimento do pequeno empresário. Vamos apoiar. Quais os estilos mais comercializados da cerveja artesanal? Qual deles mais agrada você? Desde a criação do estilo Pilsen, na República Tcheca em 1842, esse é o mais produzido, consumido e adulterado do planeta. No meio artesanal também. Em segundo lugar as cervejas de trigo – Weizen ou Weiss –, que foram as primeiras especiais introduzidas por aqui. Creio que em terceiro vem a IPA – India Pale Ale –, originárias da Inglaterra e popularizadas nos EUA com seus lúpulos cítricos. Agora a American Pale Ale (APA) tem sido as mais numerosas nos festivais que julgo. Gosto de cervejas com sabor, porém equilibradas. AS que mais tenho tomado são a APA e a Bohemian Pilsner. Você escreve para uma revista de cerveja, certo? Que outras atividades relacionadas à cerveja artesanal você executa hoje em paralelo aos shows do Nenhum de Nós? Tenho participado como mediador em debates cervejeiros, ministro palestras unindo gastronomia e cerveja, workshops dentro de cervejarias e consultoria em análise sensorial. Nas viagens com a banda sempre me atualizo nas novidades locais. Também faço parte do júri de diversos concursos nacionais e internacionais. Deixe um recado para os cervejeiros artesanais. Estamos vivendo um momento único, histórico. Não se deixe levar por modismos ou pela soberba. O bom cervejeiro precisa ter humildade para não perder a paixão que o levou a encarar essa estrada. Assim é possível aprender sempre. Não transforme a cerveja numa coisa chata e careta! Não perca tempo escutando música sem emoção, sem sentimento. Um grande abraço do Burgomestre SADY HOMRICH Que a fonte nuuunca seque! #QaFNS Apoiamos o VIDA URGENTE: www.vidaurgente.org.br/ Autor da matéria: Sady Homrich - baterista da banda Nenhum de Nós e Engenheiro Químico

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| ENTRE NÓS

7 anos de história Rudinara dos Santos e sua trajetória de sucesso na Vitrola

Rudinara dos Santos, hoje 39 anos, formada em Letras/Espanhol pela Universidade Regional Integrada do Auto Uruguai e das Missões – URI-FW, casada e mãe de Kanan, 17 anos – sua maior paixão, fala entusiasmada da sua evolução e crescimento na empresa Vitrola. “Trabalhei durante 9 anos na secretaria da Universidade Regional Integrada do Auto Uruguai e das Missões – URI-FW de onde saí para arriscar a sorte na cidade de Foz do Iguaçu. A saudade da família e dos amigos, e a dificuldade de adaptação me fizeram retornar para Frederico Westphalen no ano de 2009.Logo fiquei sabendo que a Vitrola estava ampliando suas instalações e mudando-se para o prédio novo mais amplo e sofisticado, então enviei meu currículo para empresa. Em seguida já fui chamada para fazer uma entrevista e a contratação se deu imediatamente. Em agosto de 2009 iniciei minhas atividades como colaboradora da Vitrola na distribuidora.” Em 2009 a distribuidora Vitrola estava em expansão na distribuição de livros como atacadista e Rudinara nos conta que no início fazia um pouco de tudo: vendas separação de produtos, faturamento e era de sua responsabilidade o controle geral das devoluções de mercadorias. Para ela que sempre foi apaixonada pela leitura, o trabalho sempre esteve aliado com prazer e satisfação, “trabalhar com livros não tem preço, desde o início foi sempre muito gratificante trabalhar cercada pelos livros”. Com o crescimento da empresa e aumento do volume de vendas a Vitrola precisou padronizar e setorizar melhor os processos, assim as tarefas foram divididas e os colaboradores passaram a ser responsáveis por determinadas atividades, para Rudinara coube o controle geral das vendas consignadas de mercadorias, devoluções

de produtos para Editoras e contas a pagar ampliando assim o contato direto com clientes e fornecedores e é com brilho nos olhos que Rudinara nos fala da satisfação de estar em contato com os clientes Vitrola: “lidar com pessoas é sempre um desafio, mas que agrega muita experiência, desde sempre aprendi muito com os clientes”. Rudinara nos conta ainda que, sua preocupação vai além de atender bem o cliente, ela quer emocionar já que é esse o maior propósito da Vitrola, assim desde sempre buscou conhecer o perfil dos clientes, levantar suas necessidades e de acordo com o perfil de vendas de cada um buscar indicar os livros que melhor se adequem ao universo do cliente o que permite que a relação seja próxima e de extrema confiança. Passados 7 anos, sem dúvidas a Vitrola passou ser sua segunda família. “Gosto muito do que faço, a Vitrola evoluiu e a equipe cresceu muito, o vínculo de amizade e carinho possibilita que os colegas sejam muito mais que parceiros de trabalho, tornando a atividade diária de vir trabalhar muito satisfatória e prazerosa”. A paixão pelo que faz permite que ela não perca o foco e, constantemente está buscando evolução e aprimoramento das suas atividades através de cursos presenciais, cursos online, workshops, palestras e claro, muita leitura. “A Vitrola, para mim, tem o potencial competitivo para ser a maior distribuidora de livros, CDs e DVDs do Rio Grande do Sul, já estamos a quase uma década levando emoção, cultura e entretenimento aos nossos clientes. Eu não tenho dúvidas que a Vitrola pode alcançar esse patamar e muito me orgulha contribuir para esse sucesso. Com certeza eu quero estar lá quando chegarmos no topo para brindar com toda a equipe.”

Gosto muito do que faço, a Vitrola evoluiu e a equipe cresceu muito...

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MÍDIA |

A head job full of dreams A jovem estudante Gabriela conta como assistiu o show do Coldplay sob outra perspectiva

Adorado no Brasil, o Coldplay não pensou duas vezes antes de incluir o país em sua mais recente turnê, intitulada como A Head Full of Dreams (no português, “uma cabeça cheia de sonhos”). Sempre trazendo inovação e mesclando diferentes manifestações culturais com tecnologia, a banda surpreendeu mais uma vez em apresentação no último mês de abril. Na entrada cada expectador recebeu uma pulseira de LEDs, transformando a multidão de fãs em um mar de luzes que piscava no compasso das músicas. A estudante de mestrado em Engenharia de Minas, da Universidade de São Paulo (USP), Gabriela Lieberknecht, 25, aprecia a banda desde o início da adolescência e não perdeu a oportunidade de estar presente no show da banda. Mas ao contrário da maioria dos fãs, a jovem não pagou e sim recebeu para estar presente no show: arranjou um emprego temporário com uma empresa terceirizada responsável por cuidar dos caixas do estádio. O trabalho temporário que inicialmente era apenas uma forma de fazer um dinheiro extra acabou se transformando em um canal realizador de diversos sonhos como fã de bandas. Além do show do Coldplay, Gabriela também pôde ganhar para prestigiar a apresentação do Iron Maiden, em São Paulo. Apesar de morar na capital de São Paulo, a estudante trabalhou no show do Rio de Janeiro. Segundo ela, viajou para a cidade maravilhosa uma equipe de funcionários que lotou três ônibus grandes. Entre o ínicio da viagem o começo do show no Maracanã o grupo ficou cerca de 12 horas envolvido no preparo do

ambiente para receber os fãs. Gabriela trabalhou no caixa responsável pelos comes e bebes durante o show. Para ela, esta é uma das melhores funções. “A partir do momento em que o show começa, quase ninguém pensa em comer ou beber, então o movimento é muito baixo e pudemos nos revezar entre os funcionários para assistir o espetáculo”, revela. Sendo uma estudante, a entrevistada conta que o orçamento é muito curto para poder pagar os ingressos de shows desse porte. “Vivendo em uma metrópole como São Paulo, os estudantes têm gastos muito altos e dificilmente conseguem prestigiar um show desses se não arranjarem alternativas como eu”, explica. Para ela, um dos destaques da apresentação foi quando o mar de luzes das pulseiras LED se acendeu. “A visão era maravilhosa. De arrepiar. Eu mandava vídeos o tempo inteiro para a minha família e amigos”, relembra. As pulseiras das quais Gabriela se refere se chamam Xylobands, que são controladas pela produção da banda por ondas de rádio, emitindo luzes coloridas em sincronia com as músicas. Elas são utilizadas elo Coldplay desde 2012, sendo distribuídas a cada um dos fãs. A ideia é transformar o espaço da apresentação em uma Via Láctea. O show contou também com o estouro de uma “bomba” de Holi, pó tradicional do Festa das Cores da índia, fazendo referência ao videoclipe “Hymn for the Weekend”, gravado com a Beyoncé para o álbum da turnê.

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| FAZENDO HISTÓRIA

Apoio às feiras do livro As feiras do livro são ótimas oportunidades de fazer bons negócios e prospectar clientes. A Vitrola oferece o suporte necessário a seus parceiros.

Apoiadora de tudo que envolve a valorização da cultura e a disseminação da leitura, a Vitrola desde muito tempo tem uma relação consolidada com feiras de livros. Em Frederico Westphalen, cidade sede da Distribuidora Vitrola, participamos há mais de 7 anos da feira municipal como expositores. Com experiência própria, passamos a dar suporte aos nossos clientes e parceiros que participam das feiras de outras cidades da região sul do país. Todo ano, são mais de 50 clientes que a Vitrola auxilia com o fornecimento de produtos para serem expostos em feiras do livro. Enviamos uma grande quantidade de mercadorias em consignação, dando prioridade aos títulos que estão em ‘alta’ no momento, lançamentos e mais vendidos, possibilitando ao cliente expor produtos dos mais variados segmentos e gêneros. O cliente recebe o que há de mais atual e comentado no mundo da literatura para oferecer ao seu consumidor final na feira. Muitos clientes da Distribuidora Vitrola participam, além das feiras de livros, de eventos promovidos por escolas, nesses, a Vitrola tem o comprometimento e o cuidado de disponibilizar produtos com preços acessíveis a toda comunidade escolar. Oferecemos maletas, livros de colorir, clássicos infantis, mangás e livros de literatura brasileira, que posteriormente podem ser aproveitados em sala de aula. A maior vantagem para o cliente que participa da feira é a forma de pagamento dos produtos: o acerto é feito somente após o término do evento e o cliente quita apenas o que foi vendido, podendo devolver os produtos que não foram comercializados, uma vez que todo os produtos enviados para feiras são enviados em forma de Consignação. Os clientes Vitrola tem a confiança de contar com uma equipe preparada e com o compromisso de disponibilizar todo o suporte e um acervo de produtos que contemple exatamente a necessidade do cliente considerando o seu público alvo. O cliente Vitrola tem a certeza de contar com a credibilidade e atenção da empresa para fazer bons negócios e tornar sua participação nas feiras de livros um sucesso. Parcerias que deram certo Deonir Martini, um “gringo”, natural de Coqueiro Baixo, colono da roça até os 17 anos, ini-

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ciou sua trajetória como repositor e auxiliar de padaria no Supermercado Zaffari, em Porto Alegre. Já foi garçom, churrasqueiro e dono de restaurante. Mas foi em 1982 que apareceu a oportunidade de exercer a profissão que pressentia ser sua vocação: vendedor. No dia 1º de julho de 1990, Deonir fundou a Martini Papelaria, a qual iniciou suas atividades em um pequeno depósito na cidade de Alegrete, venden-

do material de escritório. Hoje, Martini já conta com duas lojas, uma papelaria onde vende bazar, material escolar e de informática e livraria, e outra loja direcionada ao publico infantil com brinquedos e puericultura. Graças a muito trabalho e com colaboradores comprometidos em sempre fazer o melhor, as lojas são referência na opinião dos consumidores Alegretenses. Trabalho, persistência e comprometimento geram resultado.

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Trabalha há quanto tempo com livros? 15 anos Como surgiu a ideia de participar das feiras de livros? Pela percepção da importância do livro nas vendas no mix comercializado, além de expor e divulgar nossa empresa a comunidade em que atuamos. Empresa: Deonir Martini Martini Papelaria Cidade: Alegrete

diversos níveis culturais e econômicos. As feiras proporcionam esta oportunidade e muitas vezes o primeiro contato com a leitura.

O que você avalia como mais positivo em participar de feiras de livros? Fazer-nos presentes em eventos, divulgar a empresa e prospectar novos clientes.

Como você vê o crescimento na comercialização e procura por livros? Até surpreende pelo que a mídia vinha divulgando de que os livros iriam desaparecer e que seriam substituídos por livros virtuais, porém o mercado nos mostra grande contrariedade com relação a isso, apontando um aumento nas vendas de livros.

Qual sua opinião em relação ao quanto as feiras do livro incentivam a leitura das pessoas? Penso que são momentos ricos na divulgação e em experiências com o publico alvo, que são os leitores tradicionais, mas muito especialmente as visitas constantes de alunos dos mais

Como você avalia a relação com a Vitrola, no que diz respeito ao suporte oferecido pela empresa? Exemplo de empresa em atendimento, uma relação de excelência entre fornecedor e cliente. Parabenizamos a Vitrola, e os identificamos como verdadeiros profissionais da área.

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| CLIENTE AMIGO

Parcerias de sucesso Empresas que acreditam no potencial dos produtos Vitrola

Fundada em 1970, na cidade de Pato Branco – Paraná, por Nestor Lachman, que segue até os dias atuais como Diretor Geral, a primeira empresa do grupo iniciou suas atividades como um pequeno negócio denominado Empório Baixada. Com o passar dos anos edificou um supermercado com lanchonete, confecções, moveis e comercio de secos e molhados. O negócio prosperou e vieram as filias, atualmente são 3 supermercados – Center Norte, Center Baixada e Center Centro e a distribuidora local – Centrão Distribuidora. A família ainda atua na área Agrícola desde 1982 sendo esta a segunda principal atividade do Grupo, formado pelo Sr. Nestor – sócio fundador – e pelos filhos Fabrício e Vinicius Lachman. Em 2011 a Vitrola, orgulhosamente passou a contribuir para o sucesso das empresas do grupo estabelecendo uma relação de confiança, credibilidade e transparência. Como sua empresa vê e avalia a relação comercial com a Vitrola? A parceria começou meio tímida no inicio pois era uma novidade que não sabíamos se iria dar certo, mas logo os números positivos de venda apareceram, e nos tornamos referencia na cidade por sermos a única empresa a vender cds / dvds. A introdução domix de livros sempre atualizados

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foi outra novidade que proporcionou mais destaque para a marca Vitrola em nossas análises de venda. Temos uma ótima relação comercial. Contamos sempre com o profissionalismo dos representantes da vitrola que tem liberdade para sugerir os títulos que compõem os mix de produtos e gerir o estoque e área de vendas. A Vitrola tem cumprido seu papel muito bem pois tem uma equipe preparada, o que garante giro constante de estoque e a reposição de títulos sempre atualizados com lançamentos e títulos de relevância o que nos deixa muito satisfeitos com a parceria. A empresa cumpre o que prometeu e isso é muito importante. Quais as vantagens que sua empresa teve ao agregar produtos culturais como os livros, cds e dvds em seu mix de produtos? Como falei antes foi uma novidade que agradou muito nossos clientes, são um diferencial e são uma ótima sugestão para presentear, final de dia sábado a noite, domingo, o cliente precisa de um presente, uma lembrança para alguém especial nós oferecemos o livro, o cd, o dvd. Temos uma linha bem variada, a Vitrola nos auxilia sugerindo títulos para todos os gêneros e gostos. É uma facilidade para o nosso cliente quando quer, não só presentear, mas emocionar.


As vantagens são tantas que, em determinadas oportunidades oferecemos destaque e espaço para os produtos da Vitrola em nossos encartes promocionais porque sabemos que teremos um bom retorno. O que a Vitrola trouxe de mais positivo para sua empresa a partir da relação comercial estabelecida? A Vitrola nos deu a oportunidade de oferecer a nossos clientes produtos diferenciados que em nossa cidade só nós, no ramo de Supermercados temos, assim atingimos não só nossos clientes, mas clientes de outras lojas com a possibilidade de fideliza-los e agregar a venda de outros produtos. A possibilidade de disponibilizar um produto que leve cultura e entretenimento para nossos clientes é outra vantagem e também um dos diferencias que fortalecem nossa relação comercial com a Vitrola. Na avaliação de vocês quais dos produtos que a Vitrola disponibiliza que mais tem aceitação do seu público? Hoje trabalhamos com livros Cds e Dvds, a venda em valores é próxima, porém os Cds e Dvs tem um procura um pouco maior que os livros pelos nossos clientes. Muito embora os livros nos proporcionem uma margem melhor de lucratividade ambos os produtos tem grande aceitação e nos proporcionam bons resultados. Sem dúvidas, a parceria com a Vitrola é algo que deu certo e estamos muito satisfeitos.

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| CAPA

Brasil: Uma sociedade com traços Maquiavélicos O autor gaúcho Jacob Petry faz uma releitura de O Príncipe, de Maquiavel, em Poder & Manipulação e explica a obsessão humana pelo poder Por Victória Lieberknecht

Instigado em entender o comportamento social humano, o filósofo, jornalista e escritor gaúcho Jacob Petry, lançou neste ano seu quinto livro “Poder & Manipulação”. O autor, que é um brasileiro erradicado nos Estados Unidos, estuda a psicologia da cognição humana. Nesta última obra, aborda as 20 principais lições extraídas do livro O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, adaptando-as ao mundo moderno. Questionamentos relacionados às atitudes das pessoas, fazendo-as ser quistas ou desprezadas, como lidar com adversários e obter prestígio são respondidos na obra, em cujas páginas é possível compreender essas lições e, assim, aprender a se defender de pessoas manipuladoras. Baseado na obra do filósofo italiano Nicolas Maquiavel, o livro explora em capítulos curtos a obsessão humana pela busca de poder, apontando a manipulação como principal arma nessa busca.

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CAPA |

Petryé autor de outros livros como O Óbvio que Ignoramos, Ed. Leya - 2010, Ninguém Enriquece por Acaso. Ed. LeYa, 2011, A Lei do Sucesso, Ed. LeYa, 2012 e Singular – O Poder de Ser Diferente, Ed. LeYa, 2013, em co-autoria com Valdir R. Bündchen. E a partir de sua trajetória de pesquisa sobre o comportamento humano, participou de entrevista com a equipe da Vitrola: O que lhe motivou a escrever sobre o comportamento humano relacionado ao poder? A maior parte das pessoas não está satisfeita onde está. Elas querem mais do que possuem. E não há nada errado com isso. O ser humano é insatisfeito por natureza. Estamos num ponto mas queremos estar noutro, onde acreditamos que nos sentiremos mais felizes. Entre onde estamos e onde gostaríamos de estar, existe um vácuo enorme. A maioria de nós está atolado neste vácuo. Ele nos impede de seguir adiante porque não temos o poder pessoal necessário para sair dali e ir onde gostaríamos. O poder é a única coisa que pode nos tirar deste vácuo. Por isso, temos uma extrema necessidade de poder. Não há nada mais frustrante e desesperador, para qualquer um de nós, do que a impotência, ou seja: a falta de poder para satisfazer nossos desejos. Ninguém quer ser submisso, dominado, estar preso num vácuo. Primeiro, queremos ter poder sobre nós mesmos - que significa ter a liberdade de poder fazer aquilo que desejamos. Logo percebemos que fazer aquilo que gostaríamos raramente depende só de nós. Precisamos de outras pessoas. Ter poder sobre si mesmo, então, não é o suficiente, precisamos também ter certo poder sobre os outros. Queremos ser ouvidos, valorizados, respeitados e ter influência sobre nosso cônjuge, sobre nossos pais, filhos, amigos, colegas de trabalho. Ou seja: ter poder sobre elas. E assim como nós queremos ter poder sobre essas pessoas, elas querem ter poder sobre nós. Assim, nasce um jogo de poder e manipulação que estende sobre um vasto campo de formas e intensidades. É sobre esse jogo que escrevo em Poder & Manipulação.

tipo de comportamento humano novo em seu livro. Maquiavel apenas, assim como um pintor se posiciona diante de uma paisagem e a reproduz na tela, se posicionou diante da sociedade e retratou seus comportamentos. Só isso, nada mais. Contudo, há um apetite enorme em querer acreditar que Maquiavel inventou todos os impulsos negativos que existem na nossa natureza, como inveja, traição, falsidade, dissimulação e desejo de querer tirar vantagem em tudo. Esses comportamentos não são maquiavélicos, eles são humanos. Onde há registros da história, desde Adão e Eva, Abel e Caim, há registros dessa nossa natureza. Contudo, como também gostamos muito de nos iludir o tempo todo, o grande erro de Maquiavel, talvez, tenha sido o de ser honesto demais. A partir da sua concepção de resultados extraordinários, o que te moveu para escrever a última obra? E por quê? A maioria de nós gosta de ter uma visão romântica da vida. É mais fácil assim. Contudo, no final, quando o romantismo acaba e a realidade bate a porta, ela acaba sendo uma visão ingênua e equivocada que produz dor, frustração e todo tipo de miséria emocional. Para viver na nossa zona de genialidade, é preciso largar essa visão romântica e mergulhar fundo no conhecimento da natureza humana, para descobrir o que verdadeiramente nos motiva.

Como esse livro, que na maioria dos casos não serve de bom exemplo para a humanidade, pode ajudar pessoas com ambições a alcançá-las? Essa é uma das coisas que mais me intrigou desde que eu li O Príncipe pela primeira vez. Nunca entendi como esses estudiosos e críticos não percebem que Maquiavel não inventa nenhum

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4 - Na sua vida pessoal essas observações e conclusões tiradas em cima do estudo sobre o livro O Príncipe transformaram de alguma forma o teu cotidiano e sucesso profissional? Absolutamente. Li O Príncipe pela primeira vez aos 14 anos. Foi um choque. Mas, ao mesmo tempo, uma luz. Conta-se que quando Ptolomeu XII, o pai de Cleópatra, estava a um passo da morte, ele chamou Cleópatra, que na sua morte assumiria o trono do Egito, e a levou para um porão escuro cheio de serpentes venenosas, e ordenou que ela cruzasse o porão. A filha teria protestado, dizendo que o lugar estava cheio de cobras perigosas. Ptolomeu teria respondido à filha: assim é a vida pública. Ao assumir o trono, estarás cercada de serpentes o tempo todo. Sempre tenho a sensação de que escrever Poder & Manipulação foi como elaborar um mapa que pode nos auxiliar a cruzar esse porão da vida com mais segurança. 5 - De uma forma sucinta, explica como funciona a relação entre poder e impunidade dos governantes corruptos brasileiros? Maquiavel considera que, em geral, as pessoas são ingratas, volúveis, dissimuladas, insolentes e querem tirar vantagem em tudo por causa de suas ambições. E, para ele, a única coisa que pode detê-las é o temor do castigo, que vem da força física ou do rigor da lei. Isso era verdade nos tempos de Maquiavel e continua sendo verdade

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nos tempos atuais. Esses dois fatores - nossa necessidade natural de tirar vantagem de tudo e a falta de temor do castigo em virtude da impunidade -, na minha opinião, são a principal causa da corrupção e da manipulação que se revela diariamente nos mais altos escalões do poder no Brasil. De um lado, temos essa obsessão natural pela busca do poder e, de outra, a liberdade de manipular os meios que nos levam a realização dessa obsessão. Alguns dizem que o brasileiro é corrupto. Não creio nisso. Penso que a corrupção é exagerada no Brasil não por sermos um povo mais corrupto que o americano, por exemplo. Mas sim pela falta de uma legislação dura e pela ausência da força necessária para fazer cumprir essa legislação, o que elimina o medo da punição pelos atos corruptos que se comete.O desejo de corromper e manipular é Universal, porque ele é uma consequência da natureza humana, o que faz com que uma pessoa dê mais liberdade a essa natureza do que outra é a sua consciência de impunidade. 6 - Quais os próximos planos? Tens livros e pesquisas novas a caminho? Sim. Há anos estou trabalhando sobre o conceito de inteligência infinita. Uma abordagem diferente sobre a inteligência, fazendo um desmembramento da razão e avançando pelo viés da intuição. Pretendo concluir essa investigação ainda este ano e colocá-la no mercado em 2017.


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“

| TEM NA VITROLA

Sou “ perdidamente apaixonada pelo mundo das joias

Foto Flavia Wolf

Qualidade, design diferenciado e exclusivo, mistura inusitada de materiais e personalidade compõem as peças da estilista. O mundo que encanta as mulheres reunidos em seus acessórios, assim são as joias Maria Dolores.

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“Busco inspirações em tudo que vejo, sou um radar ambulante sempre atenta a tudo e a todos. A natureza é uma fonte riquíssima de inspiração e me fornece muita matéria prima. Amo formas bem geométricas e busco em cada coleção explorar esses formatos sempre buscando novos shapes para minhas peças, internet, livros de arte, viagens, há inspiração em tudo pra mim!” A coleção Precious lançada em maio de 2016 foi inspirada nas mulheres contemporâneas, multifacetadas, que mesmo com mil e uma tarefas para cumprir se mantém leves, fortes e brilhantes. As peças possuem traços finos, em sua maioria em formato de diamantes traduzem bem esse espírito da mulher moderna que corre atrás, dá conta do recado e se mantém iluminada como um brilhante precioso.

Em 2008, depois de retornar dos estudos na Itália onde cursou joalheria contemporânea em Florença, a curitibana Maria Dolores formada em Desenho Industrial pela UFPR, casada e mãe de dois filhos, colhe os frutos de sua marca. Hoje, aos 36 anos, Maria Dolores encanta as mulheres com suas peças maximalistas, a valorização das pedras brasileiras são o diferencial de cada coleção. A designer já contabiliza 9 lojas, todas com o mesmo padrão de produto, processo e layout e 70 revendedoras autorizadas no Brasil.Em maio de 2016 as portas do mercado internacional foram abertas, juntamente com a fraqueada Manuelli Mendes, Maria Dolores inaugurou sua primeira loja internacional, na CarrerdelConsell de Cent, ao lado do Paseo de Gracia, um dos pontos mais nobres de Barcelona, na Espanha.

As joias já possuem uma “assinatura” muito própria, mesmo com várias coleções na história da Marca é impossível não reconhecer as peças Maria Dolores. “Mesmo com um volume alto de desenvolvimento todas as minhas peças são montadas uma a uma”, nos conta orgulhosa Maria Dolores. Os anéis e os maxi brincos são os prediletos da designer, para Maria Dolores “um brincão top levanta qualquer visual”. Sua mais recente coleção, MD para Juliana Jabour, criada para o inverno 2016 retrata com perfeição essa paixão e conceito. Os acessórios, assinados nessa coleção tem um supermix de estampas de bandana, metais e resinas, tudo isso em máxi acessórios com formas inusitadas e cores vibrantes. Uma viagem pela Califórnia dos anos 70, com imersão no universo do surfe e do skate. Sucesso garantido na São Paulo Fashion Week 2016.

“Eu sempre estive envolvida com arte, desde criança sempre quis trabalhar com algo que tivesse a ver com criação. Na faculdade me apaixonei por moda, pela linha de acessórios, joalheria, então segui esse caminho.”

Fotos Divulgação

A Vitrola, tem muito orgulho de estar entre as 70 representantes da marca, sendo a representante exclusiva das joias Maria Dolores em Frederico Westphalen.

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Apaixonada por Adele, Joss Stone, Florence Welch E Amy Whinehouse, Maria Dolores nos conta que tem como referências para sua arte artistas como Frida Kahlo, Gustav Klimt e Pablo Picasso. O sucesso de suas peças certamente vem da combinação de elegância, design contemporâneo e original e a mistura altamente equilibrada de materiais como pedras nacionais, cordas e madeira.O DNA bem característico das peças é o diferencial que elevou o status da bijuteria e caiu no gosto das famosas e fashionistas como Rafa Brites, Fernanda Lima, Isabela Fiorentino, Deborah Secco, Marina Ruy Barbosa, Taila Ayala, Isis Valverde, Juliana Paes, Patrícia Bonaldi, Sabrina Sato, entre outras, mulheres com espírito jovem e personalidade. Mulheres que não gostam de passar despercebidas.

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À Atena

Uma conversa sobre a ONG que integra cultura filosófica e ação social

Fotos Andriéli Bertó e Bruna Bueno

| GENTE E SOCIEDADE

por Mateus Quevedo

Perceba que sempre há duas ações: a primeira se dá quando o homem o faz em seu pensamento, a assimilação de suas sensações; a segunda acontece quando se deixa de pensar só, para pensar compartilhado. Assim é a relação da filosofia e a cultura. Em uma dança das águas elas existem sem nunca deixarem de se encostar. Foi Atenas, a cidade grega, a primeira a ser centro cultural no Ocidente. Poetas, dramaturgos, filósofos, artistas se juntavam à cidade graças ao poderio comercial de Atenas, movimentação que chamava a atenção da elite grega e gerava maior circulação de pessoas. O nome Atenas é homônimo em referência à deusa grega da sabedoria, da guerra e da justiça, a deusa Atena. Uma homenagem feita a ela pela vitória em uma disputa com seu tio, o deus Poseidon. Os dois desejavam o posto de patrono da cidade. Enquanto Poseidon ofereceu um grande rio de água salgada, Atena ofereceu um ramo de oliveira. Venceu, pois seu presente fornecia óleo, madeira e alimento. É em homenagem à deusa, também, que a Associação Cultural Atena (ACA) em Frederico Westphalen usa seu rosto para levantar-se como uma Organização Não Governamental (ONG), tendo sua visão apontada à formação sociocultural de seus participantes. A ousadia de associar a Atena da Grécia Antiga com um município no sul do Brasil dos anos 2000 está na justificativa da globalização. E é uma noção mais ampla da vida e das coisas e da própria globalização, que o professor universitário e engenheiro mecânico Giancarlo Panosso, 43 anos, fundou em 2008, junto de mais 16 integrantes, a ACA. A fim de emergir o conhecimento filosófico e as práticas culturais é que a ONG se solidificou em uma sede, localizada no centro do município. Giancarlo avisa que a ACA tem raízes na Associação Nova Acrópole, organização presente em mais de 50 países, fundada em Buenos Aires, Argentina, pelo

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professor Jorge Àngel Livraga Rizzi. Assim como a Nova Acrópole, a ACA ancora-se em um caráter filosófico, cultural e social, tendo o voluntariado como mantra de existência. Giancarlo teve contato com a Nova Acrópole quando morou em Porto Alegre, a capital gaúcha, e ainda em Chapecó, cidade catarinense próxima de Frederico Westphalen.“Não consegui abrir uma escola da Nova Acrópole aqui, não tinha possibilidades, porque eu não tinha como ir à Porto Alegre a cada quinze dias e pelo menos uma vez por mês a São Paulo, devido à minha agenda como professor e engenheiro. Então iniciamos uma escola do zero, diferenciada e caracterizada por elementos totalmente locais. Fundamos a ACA com 17 pessoas, começando as atividades em uma garagem, e só em 2008 conseguimos uma sala própria. Mudamos para o atual endereço somente em 2013.” Gian avisa que a ideia é criar uma rede, para que a Associação alcance outras cidades. A ACA funciona com cursos de formação filosófica todas as segundas, terças e quartas-feiras. Na segunda-feira também há atividades de prática da meditação, algo como um ritual para começar bem a semana. Os conteúdos circulam de maneira transdisciplinar por diversas disciplinas do conhecimento humano. A ideia é que eles causem uma espécie de mutação interna aos atenien-


apresentações artísticas voltadas à música e à dança. Mais de 160 artistas subiram ao palco da Escola Cardeal Roncalli no dia 18 de julho. Mas o detetive que hora ou outra falava ao microfone, não somente era mediador das apresentações. Ele estava lá para uma investigação muito pertinente. “Estamos sentindo que todo o dinheiro dos cofres públicos destinado para o incentivo cultural não está chegando às artes nem a cultura. Então o detetive estava lá para levantar este questionamento: onde estão os investimentos à cultura?” avisou Giancarlo nos tempos em que a Operação Boca Livre flagra um desvio de aproximadamente 180 milhões de reais, ou quando, o Ministério da Cultura é extinto. “O detetive ficou muito triste porque nesta edição não conseguimos montar as galerias de artes, como nos outros anos”, apontou o organizador. Mas a diversidade se fez presente entre as apresentações, organizadas em dois segmentos: a apresentação livre e a de competição, que premiou as melhores apresentações em música e dança nas categorias Júnior e Sênior. Além da apresentação dos índios Kaingang, houve ainda apresentação da banda da escola que sediou o evento, além de danças que envolveram os estilos jazz, ballet clássico, germânico, capoeira, hip hop, tradicionais gaúchas e claro, apresentação dos mais diversos estilos musicais, do rock ao sertanejo. O manifesto apresentado por Giancarlo personificado como Holmes chamou-se Manifesto Arte Plena, e contou com o apoio de diversas personalidades artísticas da região. O evento também ofereceu oficinas da dança coreográfica, pilates e laboratório coral.

ses – como o próprio Giancarlo chama os participantes. Ele cita a formação humana do planeta como o principal objetivo da ONG. “Quando falamos de formação cultural, é impossível não encostar-se às artes, às ciências, na política, nas religiões e na própria filosofia”, explana Gian e continua, “a gente estudou tudo isto, considerando dois caminhos de prática dentro da ACA: o primeiro é a formação cultural e o segundo é a integração social”. E é como integração social que a Associação realizou dois grandes eventos no município e na região. A cidade de Seberi, localizada a aproximadamente 14 km de FW, recebeu, entre os dias 13 e 15 de maio, a 1ª Conferência Nacional de Teorias e Práticas Energéticas (CONATEPE). E no último mês, FW sediou a 6ª edição do Festival Atena.

A cura pela energia A 1ª Conferencia Nacional de Teorias e Práticas Energéticas recebeu caráter internacional devido aos seus palestrantes e a densidade dos assuntos abordados. Foram mais de 18 palestras. Entre os temas estavam a Cura Reconectiva, Saúde Quântica, Reiki, Medicina Chinesa, Teosofia, Meditação e outras opções que se encontravam disponíveis para quem participou, além de Práticas Energéticas e Vivências. “Foi um evento inédito no país. Buscamos terapias alternativas, que funcionam de maneira integrada às praticas da medicina tradicional”, concluiu Giancarlo. Quem participou transformou-se, e toda transformação ocorre somente por meio da reflexão. E como diz um famoso filósofo ateniense, daqueles que estão localizados no tempo antes de Cristo, “uma vida sem reflexão não vale a pena ser vivida”. Foi Sócrates quem disse...

Um detetive tupiniquim Giancarlo não foi ao Festival. Quem esteve em seu lugar foi uma versão brasileira da personagem britânica Sherlock Holmes. Giancarlo o fez, em forma de adaptação. A personagem trajava capa e chapéu, ambos de um xadrez cinzento e ostentava entre os dedos e ao canto entortado da boca um vigoroso cachimbo. O detetive estava lá para orquestrar as apresentações da edição deste ano do Festival Atena, conhecido como Festival de Inverno. A novidade desta sexta edição era a atenção às

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Metal Pesado O desafio de ser constelação por Mateus Quevedo

Há estrelas do heavy metal celestiais. Localizados na direção da constelação de Escorpião, um conglomerado de estrelas conhecido como NGC 6496, dizem por aí que passa dos 10,5 bilhões de anos de idade. Recebeu o apelido de estrelas do heavy metal devido ao seu elevado teor de metais – na verdade são formados por hidrogênio e hélio, considerados metálicos para a astronomia. Este aglomerado globular foi descoberto há 190 anos pelo astrônomo escocês James Dunlop. Mas deixemos que James descanse, falaremos de outras estrelas. Não são bem estrelas, mas são do metal pesado. E também não estão na via celeste, pertencem a um lugar bem mais underground. Não contentes em apenas ouvir Heavy Metal, os amigos: Guilherme Busatto Mello (guitarra e voz), Gabriel Quatrin (guitarra e backing vocal), Guilherme Argenta (baixo e backing vocal) e Eduardo Pegoraro (bateria), formam a banda frederiquense de heavy metal Datavenia. “Datavenia é um nome forte, quando ouvimos a palavra não sabíamos o que significava, a expressão latina Data Venia, que significa ‘com a sua licença’ é utilizada para se opor a opinião de outra pessoa, e

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achamos muito interessante, sendo que tocamos Heavy Metal no país do Samba.” A banda surgiu ainda quando estavam no ensino médio. “Muitas vezes a gente teve que dar festas por conta própria pra poder tocar, não tinham muitos pubs na cidade, em compensação teve muito festival. Inclusive, tinha um que nós mesmos fazíamos que era no ginásio do Cañelas, Rock’n’Roll High School, nos conta Guilherme Argenta, baixista. Foi a partir de 2007 que a Datavenia surgiu, misturando o rock alternativo com o heavy metal. A Datavenia já dividiu palco com bandas como Scelerata, Paul Di’anno, Tierramystica e Holiness, e já participou de grandes festivais no norte do Rio Grande do Sul. Recentemente a banda Datavenia vem dedicando-se a trabalhos autorais, possuindo três músicas próprias gravadas e mais algumas em andamento. No mês de agosto de 2013, realizou um show de abertura para a banda Angra, na turnê comemorativa dos seus 20 anos do álbum “AngelsCry”, na renomada casa de shows de Porto Alegre – RS, Bar Opinião. Na mesma oportunidade, a banda realizou a gravação ao Vivo do Programa Radar da TVE, também em Porto Alegre. Agora, estão na fase de divulgação do primeiro CD da


NOVOS SONS |

banda. Welcome to the Underground foi a música escolhida para ser o primeiro single do álbum. “Ela é uma síntese de todas as músicas do CD, é um resumo do nosso trabalho, encontra todos os elementos, a letra extremamente real das coisas, fala esta realidade de quem toca heavy metal no Brasil, é um desafio..” contou Eduardo, o baterista, em entrevista concedida para a revista Vitrola. O processo de composição e escolha das músicas para o álbum Welcome to the Underground iniciou ainda em 2015. O primeiro show da banda acontece no dia 20 de agosto, no Cine 568. E sobre o que o amante de hea-

vy metal pode esperar do trabalho da banda, Eduardo responde, “Algo não monótono, cada música é única, não são iguais, tem a mesma identidade e harmonia, mas cada musica é especifica.” Guilherme Argente dá uma interessante pista sobre a personalidade da banda, “a gente tenta não se balizar pra não ter restrições na hora de compor, é preciso ser divertido antes de tudo”. E sobre a personalidade da banda, um dos pontos de maior desafio para eles foi encontrar uma essência. Quando perguntados sobre qual seria a essência da Datavenia, eles em coro, respondem: “Só ouvindo”.

Resenha: Datavenia Welcome to the Underground por Carlos Garcia site: www.roadtometal.com.br

A Datavenia chega ao seu primeiro full lenght, já com uma maturidade lapidada por quase uma década de estrada, experiência essa refletida nas dez faixas de “Welcome to the Underground”, transpirando personalidade, peso, melodia e muitos riffs. Em primeiro lugar, o que chama muita atenção é a produção excelente (o álbum foi produzido pela banda e por Moris Drumm, no estúdio Drumm), mostrando essa maturidade que comentei no início, ou seja, a banda buscou registrar seu debut de maneira profissional e de qualidade. Segundo, as composições são bem acabadas, maduras e o álbum é muito bem balanceado, com peso, melodia e boas variações nas 10 faixas, e as músicas tem o principal, elas te prendem, e dá vontade de você ouvir de novo. Fazer boa música parece ser algo simples para alguns e tão complicado para outros, não é mesmo? Partindo para as músicas que compõem “Welcome to the Underground”, posso citar como referências o Metallica, principalmente ali entre o “And Justice..” e o “Black Album”, e também Pantera, Black Label Society e Iced Earth, resumindo, aquele Metal pesado, beirando o Thrash às vezes, mas sempre com melodia, com a cozinha pesadona e segura, muitos riffs, refrãos marcantes e os vocais rasgados de Guilherme Busatto, que lembram algo entre James Hetfield e John Bush, casando muito bem com a sonoridade da banda. Todo as músicas são interessantes e tem uma diversidade legal, mas podemos citar as faixas “Hate to the Bones” onde ressalte-se

os riffs e refrão marcante, além do peso da cozinha; “Metal God” tem aqueles riffs arrastados e abafados, tipo a “Walk” do Pantera, só pra citar uma referência. Outra música que segue essa boa dinâmica do álbum é “Bad Days” é um dos destaques, soando meio melancólica, com bases pesadas, cadenciadas, densas e melódicas, inclusive com os teclados novamente sendo bem colocados, deixando a canção com um ar épico. “Welcome to the Underground” deixa as melhores impressões, com produção profissional, trazendo 10 composições muito boas. Traz o que se espera de um álbum bom de Metal, ou seja, riffs e refrãos marcantes, cozinha pesada e bons solos, e o mais importante, aquilo que ressaltei no início, músicas que são marcantes, que dão vontade de ouvir de novo, que a melodia e o refrão grudam na mente.

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O pior dia da vida: o dia do Diagnรณstico!! A partir dai, iniciava-se a jornada de tratamento: cirurgia de mastectomia total, quimios, radios e hormonioterapia, tudo com muita graรงa e estilo.

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Flávia Flores, escritora e blogueira, ex-modelo e atuante em diversas áreas do mundo da moda, foi diagnosticada com câncer de mama aos 35 anos.

mento com hormonetarapia, continua falando com suas CATS do Brasil e exterior sobre as dificuldades e o lado positivo durante essa fase da VIDA.

No 1ª dia de quimioterapia decidiu criar uma fanpage para registrar seu dia a dia durante o tratamento com intuito de aproximar amigos e familiares, que haviam se afastado.

É palestrante, atividade em que descreve sua história de superação com muito humor, força e leveza. Já ministrou palestras em várias empresas, como na Brookfield Incorporadora, para 500 operários homens em canteiro de obras e foi um sucesso!

Buscou informações sobre beleza associada à quimioterapia para continuar se reconhecendo e mantendo sua autoestima, mas nada encontrou. Iniciou então na fanpage seus relatos com artifícios de beleza para se reconhecer no espelho e começou a ser seguida por milhares de mulheres, hoje já são mais de 100 mil seguidoras, criando uma rede de comunicação, de troca de experiências, de mensagens, de apoio e carinho. Chama suas seguidoras de “CATS”, pois quando ficam carecas ficam gatas! Comenta Flávia. Escreveu sua história quase como um diário no livro Quimioterapia e Beleza, lançado em Portugal e bestseller no Brasil, em que relata sua trajetória de vida e a fase de tratamento com dicas de moda, beleza, comportamento, sexo, saúde, ensaios fotográficos expondo as fases da nova aparência: aceitação, encantamento e curtição. O livro é ‘um manual básico para toda mulher passar com autoestima elevada por essa fase’, comenta Flávia. O #lookdaquimio, foi o maior sucesso da ex-modelo, o dia das seções era o dia que mais se produzia para ir ao Hospital tomar quimioterapia. A produção era completa, com cílios postiços, lenços e make arrasadora. Hoje superada a doença, em trata-

O Banco de Lenços Flávia Flores, fundado pela escritora e blogueira, recebe doações de lenços, novos e usados e entrega na forma de carinho, gratuitamente para todas as mulheres em tratamento, que solicitarem através do site www.bancodelencos.com.br. Flávia ainda participa da realização de Oficinas de automaquiagem em hospitais e clínicas, estimulando o autocuidado e resgatando o brilho pessoal, realiza workshops de amarrações de lenços para mulheres em tratamento e também em lojas e empresas. É embaixadora do Projeto de Bem com Você - A Beleza contra o Câncer do Instituto Abihpec e do ‘McDia Feliz’, campanha coordenada pelo Instituto Ronald McDonald. Flávia é idealista, otimista e apaixonada pela vida. Juntamente com sua equipe do recém constituído Instituto Quimioterapia e Beleza, não mede esforços na arrecadação de recursos para promover diálogo, informação e suporte. “Quero inspirar pessoas, seus amigos e familiares a percorrerem o caminho da adversidade com acolhimento e leveza, durante e após o tratamento do câncer. Acredito que, despertando a autoestima, é possível resgatar o brilho pessoal”. Como costuma dizer: “Nem todas as Princesas usam coroa, algumas usam lenços”.

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Ao ler este Livro você entrará num caleidoscópico de felicidade. Exatamente isso, Mesmo com o Título Quimioterapia E Beleza, tente não lembrar dessa primeira palavra. Lembre-se da última e aproveite nas páginas a vontade de viver da bela Flávia Flores, além de se divertir e ver que na pior das situações, sempre existe um lado bom. A obra reúne dicas de uma Ex-Modelo para superar o câncer e manter a Saúde, a Sensualidade e o Alto Astral. Flávia abre o coração e conta todos os percalços do tratamento quimioterápico para combater um Câncer de Mama, principalmente para uma Ex-Modelo jovem . O prefácio é do jornalista Gilberto Dimenstein.

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| RESENHA

Fred do “Sorriso” sentido em “Um Universo” que “Só a Gente Sabe” Autora: Greta Oliveira, Relações Públicas e Blogger

Frederico Stewers Elboni, tem 25 anos, Publicitário por formação e blogueiro por inspiração. Fred, como gosta de ser chamado, é um dos escritores/poetas da nova geração brasileira que surge na internet e produz obras literárias em seguida. O blog “Entenda os Homens” foi criado por ele no ano de 2011 para falar sobre assuntos que, como ele gosta de mencionar, não são banais na vida. Apesar do nome do blog, Fred trata sobre temas corriqueiros do dia a dia das mulheres e dos homens, de uma forma muito leve e sem extremismos. O blog conta com mais de 10 contribuições de outros profissionais, além de contabilizar 5 milhões de acessos mensais. Um poeta nato, suas crônicas saíram dos bits e aterrissaram nas prateleiras das livrarias em 2014, ano em que ele lançou seu livro “Um sorriso ou dois - Para mulheres que querem mais”. Este livro é um compilado das melhores crônicas do autor, algumas publicadas no blog, outras inéditas e muito melhores do que as que lemos na internet. Fred tem uma linguagem muito doce para falar dos momentos que passam despercebidos no nosso dia a dia. Quando criou um vlog no Youtube, quase ao mesmo tempo do blog, o seu jargão nos vídeos era “E que você tenha dado um sorriso ou dois”, o que se tornou marca registrada do blogueiro poeta. Seu primeiro livro fala diretamente sobre os relacionamentos, nas mais diversas fases da vida de uma pessoa, desde a “pegação” até quando considerarmos “achar a pessoa certa”. Também há contos no livro que contam histórias de relacionamentos e decepções amorosas. Fred também fala de sexo sem vulgaridade em seu livro, fala sobre inteligência emo-

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cional, fim de relacionamentos e fim de sofrimentos. Em 2015 o blogueiro poeta se desfia novamente e lança seu segundo livro intitulado “Meu Universo Particular”. Uma edição com formato totalmente diferente do primeiro e com temas ainda mais profundos que relacionamento. Fred assina um livro que dialoga com o leitor e trás a linguagem da web para o físico no momento da introdução, ao motivar o leitor a publicar em suas redes sociais as hashtags “#MeuUniverso” e “#NossoUniverso”. O livro é instigante e tem uma ilustração em cada página que retrata a frase do autor. Desta forma motiva os leitores a publicarem em suas redes sociais. Fred fala sobre tudo, sobre nascer, sonhar, chorar, refletir, dormir, fala sobre estar só, sobre a solidão, sobre amar a vida, sobre sentir a dor, fala sobre amor e sobre paixões. Tudo em frases pequenas, mas cheias de significados que, junto com as ilustrações, torna o livro uma perfeita caixa de pensamentos. Para que o leitor abra em qualquer dia, em qualquer página e se inspire para viver nesse mundo nada fácil. Neste ano de 2016, Fred lança o seu terceiro livro, intitulado “Só a gente sabe o que sente”, em que ele aprofunda sua criatividade e seu olhar ainda mais nas situações, um pouco dolorosas, da vida adulta. Acompanho Fred em todas as suas redes sociais, sou leitora do blog desde 2012 e penso que pessoas com um olhar como o dele só podiam ser escritoras. Pois ele consegue traduzir e nos fazer olhar para momentos que jamais pensamos terem tanta importância no nosso dia a dia. Se você ainda não conhece o Frederico, acessa o site da Vitrola e compra logo um exemplar dele, garanto boas risadas, muitas emoções simples e um gosto bom pela vida.


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