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Revista Literária Sunshine #2 - Encanto dos Livros

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Agosto / 2020

Distribuição Gratuita

SUNSHINE

N°2

ENCANTO DOS LIVROS DESTAQUE DESTA EDIÇÃO


Conteúdo

04 06

04 Encanto Dos Livros 06 Romances de Epóca 08 Literatura Nacional

08


Encanto dos Livros É simplesmente incrível a maneira como os livros conseguem nos deixar encantados e fascinados com sua belíssimas e extraodinárias histórias.

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O gênero lterário fantasia está em alta atualmente, na última década foram lançados livros maravilhosos . Castelos, dragões, fadas, poderes, bruxos: Qual é o seu ser fantástico favorito?


Uma História Surpreendente Coraline Jones é incrível Coraline e o Mundo Secreto, filme adpatado do livro de título Coraline - de Neil Gaiman é um filme que possuí um enredo extremamente cativante e original tanto o livro quanto o filme são encantadores, porém, o filme traz toda uma carga emocional de uma forma muito mais ampliada do que no livro, o livro está em uma noda edição belíssima pela intrínseca, com diversas ilustrações bem assustadores e triunfantes. Mas fica a dica, Coraline vale muito a pena ser lido e asistido.

Quando você tem medo e faz mesmo assim, isso é coragem. - Coraline e o Mundo Secreto.

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Romances de Epóca

Confesso que eu estava um pouco apreensivo em ler este livro. Eu nunca tinha lido nenhuma obra de romance de época anteriormente, mas este livro conseguiu me cativar de uma maneira que eu não esperava, foi uma experiência de leitura doce e apaixonante. Isabel é uma mulher totalmente diferente das outras mulheres de sua cidade. É nítido que o pai dela não se importava nenhum um pouco com ela ou com seu pequenino irmão James. Em meio a livros, estátuas, telhados, e cavalos nos deparamos com diversos elementos e personagens bem construídos que estão presentes nesta belíssima trama. Quando Nicholas chega na cidade, o destino já estava traçado. Lorde Nicholas que possui uma enorme generosidade e charme que me encantou com seu ótimo diálogo com os outros personagens. O livro é simplesmente muito cativante e encantador. Super recomendo a leitura.

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Sinopse - Isabel Townsend não é exatamente o que se espera da filha de um conde. Apesar de ter a pele delicada e de saber se portar como uma dama quando necessário, a jovem também monta a cavalo, conserta telhados, administra a propriedade e cria o irmão caçula desde que a mãe faleceu – tudo isso sem despertar a menor suspeita de que não há um homem sequer para cuidar de sua família. Para o pai dela, que só queria se divertir e gastar dinheiro em jogatinas, pouco importava o que ela fizesse. Porém, quando ele morre, Isabel se vê sem recursos e precisa defender os direitos do irmão, ameaçados pela chegada iminente de um tutor. Assim, não lhe resta saída senão vender sua coleção de estátuas de mármore, o único bem que herdou. Para sorte sua, um especialista em antiguidades acaba de chegar ao condado. Inteligente e sensual, lorde Nicholas St. John é um solteiro convicto que deixou Londres para se livrar das jovens que passaram a persegui-lo desde que foi eleito um dos melhores partidos da cidade. Em poucos dias, fica claro para Nick que Isabel é a mulher mais obstinada e misteriosa – além da mais interessante – que já cruzou seu caminho. Ao mesmo tempo, ao conhecê-lo melhor, a independente Isabel percebe que há homens em que vale a pena confiar. Enquanto eles põem de lado suas antigas convicções, seus corações se abrem para dar uma chance ao amor.


ENTREVISTA

Fale um pouco sobre você. De onde você é? Qual é a sua formação? Qual gênero escreve? Como Você desenvolveu o amor pela literatura? Nasci em João Pessoa na Paraíba, numa grande, alegre e abençoada família, onde a magia se faz presente em cada reunião, em cada festa, em cada carnaval.Aos 4 anos mudei, em companhia dos meus pais, para Maceió, Alagoas, cidade linda na qual fiz diversos amigos. Quando criança já demonstrava interesse pela literatura, foi só aprender a ler que devorei todos os livros da coleção Sítio do Pica-pauamarelo de Monteiro Lobato. Ainda menina, escrevia poesias e quando adolescente, registrava meu cotidiano em inúmeros diários. Na faculdade idealizei um jornal semanal no qual relatava, com humor, os acontecimentos sociais da época.Aos 24 anos casei e mudei para Ponta Grossa, Paraná, lugar que aprendi a amar e me recebeu de braços abertos.

De onde surgiu a ideia para seu livro mais recente? Sobre o que ele fala?

Lancei meu primeiro romance, Mademoiselle Sophie em 2018 pela editora Buqui, dando início a série “Grandes Amigos” que é composta por quatro livros.A ideia da série surgiu devagar, com intenção de homenagear os tantos amigos queridos que tenho.Essa sou eu e assim foi e está sendo minha trajetória.

Hoje, bacharel em administração de empresa, advogada e mestre em gestão ética pela universidade Fernando Pessoa, em Portugal, escrevo artigos científicos e crônicas inspiradas em minhas viagens.Tornei-me escritora de romance de época por vocação, escrevo porque gosto, porque leio, porque sou melhor com palavras escritas do que com palavras ditas. Escrevo porque uma palavra escrita pode ser corrigida, apagada, transformada, substituída e atenuada. Escrevo porque ao escrever nunca sou interrompida. Escrevo porque as histórias surgem, muitas vezes e quase sempre, sem a minha permissão. Escrevo porque sou feliz e para ser feliz. Porém, não há dúvidas de que peticionar, contestar e todas as outras atribuições advocatícias, favoreceram minha escrita, principalmente a necessidade de publicação de artigos científicos “exigidos” para o mestrado.

Cristiane Peixoto Queiroga Página 07


Sinopse O ordinรกrio contado sob o prisma da poesia: superlativos e devaneios costurados em parรกgrafos que aceitam rimas ou desesperos.Tudo que precisava ser contado. E lido.

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ENTREVISTA Sou natural do Rio de Janeiro. Tenho 35 anos, sou geógrafo por formação acadêmica. Fiz extensão em licenciatura e sou professor municipal do Rio de Janeiro desde 2012. Pós graduado em ensino de geografia. Escrevo amadoramente desde sempre, mas em 2017 conheci o autor Pedro Chagas Freitas em uma noite de autógrafos no Rio. Ele ministra cursos de escrita criativa e criou um campeonato de escrita criativa, em Portugal. Fiz o curso por quase um ano e participei de uma oficina de criação de obra literária: com objetivo de escrever um livro com a acompanhamento direto dele, uma vez por semana.Participei da 42° edição do Campeonato Nacional de Escrita Criativa de Portugal- CNEC e ganhei o direito de editar o livro que escrevi na oficina de criação de obra literária. Foram 10 crônicas escritas ao longo de 10 semanas. O livro Dane-se o Impossível foi editado pela Chiado Books de Portugal e vendido nos países lusófonos. A escrita sempre esteve presente na minha vida: adorava as aulas de produção textual ou compartilhar pensamento nas redes sociais. O trabalho como professor sempre alimentou esse lado: escrever no quadro, conversar com os alunos. Esse processo é altamente lúdico e criativo. Cada turma se comporta como um organismo: possui demandas específicas e traz questionamentos ímpares. Existem momentos que discutimos o valor da sociedade o lugar do indivíduo como ator dessas mudanças: a geografia é uma ciência ampla que permite essa discussão profunda e teoria- o que ajuda e muito no processo da escrita. Escrevi um segundo livro, ainda sob a supervisão do Pedro Chagas Freiras: um romance dessa vez. O suspense cheio de reviravoltas está na fase de revisão final e conta com quase 700 páginas. É uma honra gigante se lido e ver o texto ganhar vida em outras mentes. O livro é dividido em duas partes: a segunda é lida em formato de mangá. São 200 crônicas, 27 poemas e 22 frases.

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AMOR Três Torres é uma cidadezinha no interior do Rio Grande do Norte, sem nada de especial. E, como toda cidade pequena, ela tem algumas ruas de paralelepípedos, uma quantidade respeitável de igrejinhas, uma juventude em conflito e, é claro, uma bela cota de segredos a contar. Lice acaba de se mudar de São Paulo. Filha de um político corrupto e uma mãe nada exemplar, ela vai morar com a avó em uma das casas mais antigas de Três Torres, onde segredos são difíceis de manter. Ao conhecer Isabel e o que sua amiga Larissa chama de "o grupo queer mais cool da cidade", e encontrar o pai, que nunca conheceu, sua vida vira de cabeça para baixo: Lice não pode mais se esconder. Matheus é um católico fervoroso. Assíduo frequentador da Igreja de São Sebastião, nos limites da cidade, ele tenta equilibrar as missas com os encontros que mantém com Rafael no beco atrás da velha construção, sempre temendo que alguém os encontre, sem querer ser como o irmão mais velho e decepcionar a mãe. Mas, à medida em que a tensão em sua família e o peso em seu coração aumentam, ele sente que o tempo está acabando: Matheus não quer mais se sentir culpado. Giovanna tem um sonho. Vocalista da banda mais misturada dos arredores e estudante dedicada para o vestibular, ela precisa contar aos pais que pretende sair de casa para estudar música, e não medicina. Com a aproximação do fim do ensino médio, sua banda e suas amizades mais antigas começam a desmoronar, e ela sente que é o momento certo: Giovanna quer voar. E a cidade assiste, silenciosa, enquanto as histórias se desenrolam. Apesar de todos os defeitos, Três Torres guarda seus segredos. Página 10


ISABELA VIEIRA nasceu em abril de 2000 em Ilhéus, BA, mas cresceu na cidade Mossoró, interior do Rio Grande do Norte, lendo livros sobre todos os outros lugares do mundo. Atualmente, mora em João Pessoa, PB, onde cursa Línguas Estrangeiras Aplicadas às Negociações Internacionais, na UFPB. Tem dois textos publicados em antologias pela Andross Editora, um dos quais foi indicado ao Prêmio Strix em 2016. “Um Conto de Três Torres” é seu primeiro romance.

Fale um pouco sobre você. De onde você é? Qual é a sua formação? Qual gênero escreve? Eu nasci em Ilhéus-BA, mas fui criada em Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte. Atualmente, estou no quarto período do curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas às Negociações Internacionais na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Em geral, eu escrevo literatura LGBTQ+ voltada para o público infantojuvenil e jovem adulto. Meus gêneros preferidos são young adult e fantasia, mas, de vez em quando, me aventuro no terror. De onde surgiu a ideia para seu livro mais recente? Sobre o que ele fala? “Um Conto de Três Torres”, meu primeiro livro, conta a história de três adolescentes que vivem em Três Torres, uma cidadezinha fictícia no interior do Rio Grande do Norte: Lice, uma paulista extremamente tímida que acabou de se mudar para a casa da avó devido a problemas com a mãe, Matheus, um rapaz católico que não consegue conciliar sua religião com sua sexualidade e tem uma relação complicada com a mãe e o irmão, e Giovanna, uma menina que, no último ano da escola, precisa dizer aos pais que quer ser música e contrariar o desejo deles de que ela faça medicina.

É uma história sobre autodescoberta, primeiras paixões, e ter a coragem de ser você mesmo – e também é sobre crescer no interior do Nordeste brasileiro, uma realidade que a gente quase nunca vê na mídia, pelo menos não de uma forma realista, que fuja dos estereótipos de sempre. Esse foi um dos principais motivos pelos quais eu decidi escrever a história. Três Torres surgiu de uma tentativa de explicar como era morar na minha cidade e de todas as férias que eu passei na casa da minha avó na cidadezinha de Nova Cruz-RN, que foi a principal inspiração para a criação da cidade. Apesar de o livro ter sido escrito com os jovens nordestinos em mente, acho que todo mundo que cresceu no interior pode se identificar com essa relação de amor e ódio que a gente cria com uma cidade como Três Torres, a gratidão pela cidade que te criou competindo eternamente com a vontade de ir embora ver o mundo. É uma questão que fica ainda mais complicada quando se é LGBTQ+ - que é o caso de dois dos três protagonistas - porque você não tem aquele senso de comunidade que teria em uma capital; você só tem as fofocas, os boatos, o julgamento alheio, a sensação de que está sozinho e de que ninguém te entende. Eu senti muita falta de ler um livro assim durante a minha adolescência, já que todas as referências que eu tinha do que era ser LGBTQ+ eram escritas por homens americanos sobre meninos americanos, ou baseadas no eixo Rio-São Paulo, ou seja, eram experiências completamente diferentes daminha. Os personagens e seus problemas são um pouco de tudo: minha vida, as vidas dos meus amigos, as vidas dos meus parentes, as vidas de gente aleatória que eu acabei conhecendo por um motivo ou outro. Na verdade, falar sobre a inspiração para “Um Conto de Três Torres” é meio difícil, porque ele é a culminação de tudo que eu tinha vivenciado até o ponto em que comecei a escrevê-lo – o que, admito, não tinha sido muita coisa, porque eu escrevi o livro entre os 15 e os 17 anos de idade. Sempre me dá um receio falar isso, mas é verdade: é um livro para adolescentes do interior, escrito por uma adolescente do interior, e acho que isso não tira a credibilidade dele. Eu escrevi esse livro porque eu precisava dele. E decidi publicá-lo porque achei que talvez outros jovens como eu também precisassem.

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LANÇAMENTO

A CASA NO FIM DA ESTRADA Érika Kaoru Kanai

Sem Julian perceber, o processo de depuração se inicia para ele ao deixar o lar paterno, pressionado pelas constantes comparações ao irmão gêmeo, Allen, e críticas dos pais de ambos. Sua ideia de simplesmente vagar pelo mundo o leva a conhecer Mírian, uma jovem envolvida em mistérios e que vive sozinha no meio do bosque, onde Julian chegou ao desviar-se do caminho sem rumo que seguia. Enquanto convive com essa estranha moça, em um lugar tão ermo, lentamente Julian é levado a superar seus fantasmas do passado ao se fortalecer por meio do reencontro com Gage – um antigo colega de escola. Ao se reencontrarem, Gage passa por um período conturbado com o irmão caçula, os pais e o avô materno – devido a alta expectativa sobre ele. E vendoo nessa situação, Julian se comove e se dispõem em ajudar, em base do que passou dentro da própria casa e no meio do núcleo familiar, que deveria ter sido acolhedor.

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Existe algum ideial de escrita que você segue? Sim, bastante pessoal. Quando eu era mais jovem sofria bastante com ansiedade e era muito medrosa, embora nem eu saiba quais medos eram esses. E percebi que a leitura era um ótimo meio de me acalmar e tirar o excesso de atenção a algo que me deixava muito agitada. Por volta dos quinze anos optei por ser escritora e estou escrevendo desde então. Nesses treze anos de prática de redação passei por momentos difíceis de depressão, e a única coisa que me fazia reagir a esse estado paralisante era me dedicar a esse sonho de ser escritora. Inclusive salvou minha vida três vezes do suicídio. Agora, já adulta e com mais experiência, juntei o desejo de realizar meu sonho com uma utilidade de fundo pessoal: alcançar outras pessoas em sério risco de suicídio e fazêlas repensar sobre a ideia da morte voluntária. Porque pensei comigo, quando consegui superar essa fase crítica: se a leitura funcionou comigo, pode funcionar para outra pessoa. Se salvou a minha vida, pode salvar a de outra pessoa. Lost Dream é uma explicação do meu sonho, apesar de eu ter tido mais motivos para desistir do que encorajamento para torná-lo realidade. Foi difícil chegar até uma editora e publicar seu primeiro livro? Bastante. Antes de encontrar a editora Viseu, foram duas tentativas frustradas. Pensei seriamente em desistir. Existe alguma cobrança por parte dos seus leitores? Por enquanto não porque comecei recentemente a publicar minhas histórias e Lost Dream é meu cartão de apresentação, a partir do segundo livro é que começa o meu trabalho de verdade. Como foi o processo de criação e escrita do seu livro mais recente? Meu livro mais recente se chama A Casa no Fim da Estrada, e é o resultado de 13 anos de treinamento em redação e meu brainstorm. O processo desse livro foi o ponto de virada no meu modo de escrever. Quando peguei o manuscrito e reli, conclui que aquele texto não tinha condições de ser publicado em livro. A solução foi reecrever, bati meu próprio recorde de tempo para escrever um livro.

Lost Dream é um livro delicioso de ler! A história de Míriam é encantadora e emocionante ao mesmo tempo. - Revista Sunshine.

Isso me fez avaliar melhor minha técnica de redação e as minhas ideias. Antes, eu não pensava muito sobre o que escrever, apenas escrevia o que vinha na minha cabeça. Agora passei a escrever melhor e com mais consciência, a história se desenvolve praticamente sozinha, além de possibilitar a criação de obras correlacionadas. O livro A Casa no Fim da Estrada é o primeiro de uma série, que eu nem estava pensando em criar.

Que livro encantador! com uma narrativa simples e singela. Uma obra totalmente cativante e emocionante. - Revista Sunshine. Página 13


LEITURA DOS COLABORADORES Um pouco da opinião dos colaboradores sobre as leituras.

ALÉM DAS CORES Uma leitura cativante que mexe com os sentimentos de cada leitor e emociona. De uma forma muito peculiar a radiante.

CONTOS DE UM LOBO NA CIDADE Esse livro possui uma trama totalmente diferente e peculiar, todos os contos são trabalhados de uma forma muito interessante e cativante. O autor autor escreve de uma forma reflexiva sobre diversos assuntos.

A MÃO E O AÇOITE A Narrativa é simplesmente encantadora. Nos deparamos com personagens bem construídos e cativantes. O autor foi bem criativa em criar diversos cenários com um amplo diálogo que nos trazem belíssimas reflexões.

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LEITURA DOS COLABORADORES Um pouco da opinião dos colaboradores sobre as leituras.

EU PUS UM FEITIÇO EM VOCÊ Uma leitura curta e cativante. A história é surpreendente, o final é inesperado. A narrativa é muito cativante.

THE FIRST HOUSE Uma escolha faz tudo mudar. Diversos mistérios e acontecimentos vão tomando conta desta maravilhosa trama. Na finalização da obra é simplesmente inacreditável. Gostei muito de ter lido The First House, a obra é muito cativante.

LAGO Fiquei extremamente surpreendido com o desfecho da obra. Lago é uma obra encantadora repleta de mensagens muito importantes que nos fazem refletir sobre diversos temas. Gostei muito de ter lido Lago, a obra é muito cativante.

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INDICANDO NACIONAIS Pรกgina 16


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