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Outubro / 2021 N°13
ESCRITOR CÉSAR DABUS DESTAQUE DESTA EDIÇÃO
REVISTA Sunshine
4. Entrevista escritor César 8. Indicação de Kdrama 10. Entrevista escritor Evando Divulgue 12.
Entrevista com o escritor César Dabus
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Sou de São Paulo capital, sou formado em direito pela FMU e escrevo literatura fantástica. Atualmente trabalho com direito civil e tenho uma empresa de vídeo aulas. É indescritível como a advocacia contribuiu para o meu desenvolvimento literário. Eu acabei conhecendo dezenas de palavras que estão fora do alcance do dia a dia.
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Como você desenvolveu o amor pela literatura e pelos livros? Foi em 1998. Eu tinha seis anos. Mas foi um tanto estranho, pois as pessoas geralmente se tornam escritoras inspiradas por alguém, o que não foi o meu caso. Eu comecei a escrever por um “impulso no interior da minha alma”, como se alguém me chamasse “escreva, César”. Eu simplesmente “precisava escrever”. Naquela época, eu escrevia reflexões, críticas e desabafos do dia a dia em um caderninho, geralmente falando mal de alguma coisa ou de alguém. “Não gosto de fulano por causa disso, disso e daquilo...”, ou “tal situação me irritou de tal forma...” Era um tanto cômico vindo de uma criança de seis anos.
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De onde surgiu a ideia para seu livro mais recente? Sobre o que ele fala? A Liga dos Corações Puros é uma saga de onze volumes, baseada em espiritualidade, alquimia, chakras, meditação, despertar da consciência, autoconhecimento e rock’n’roll. E “A Chama”, o primeiro volume, conta todo o processo de iluminação espiritual de um garoto chamado Zakzor, que não queria se enquadrar no sistema social robotizante, para viver a sua “verdade interior”. Ouvindo o sussurro de sua alma, ele chega à Liga dos Corações Puros, onde é recebido por sete mestres, que o levam numa jornada interior para “transcender o Ego” e atingir a iluminação espiritual. E dentro de si, Zakzor vai lutar contra tudo o que há de ruim. E eis outro ponto interessante desta saga: as armas. Não são armas como machados, espadas, laser etc., mas “armas instrumentais”: os próprios instrumentos musicais atiram. As armas fazem analogia aos sete chakras (sete pontos de energia dentro do corpo humano). A bateria representa o chakra básico, pois assim como a bateria representa toda a base da música, o chakra básico representa toda a base energética da iluminação espiritual. O baixo representa o segundo chakra, a guitarra base representa o terceiro chakra – estes três representando a base da música e a base da iluminação espiritual. A guitarra solo reprenta o chakra cardíaco (o do coração); o microfone representa o quinto chakra, o laríngeo, (o chakra da garganta, da voz, da fala, por isso que ele é o microfone). O teclado representa o sexto chakra, chamado ajna (o terceiro olho). Assim como o teclado cria “visões” na música, ajna também expande a sua visão. E o violino representa o sétimo chakra, o chakra coronário (assim como este chakra capta energias mais sutis, mais elevadas, o violino atinge notas mais agudas, mais elevadas). E assim, há um conflito entre os roqueiros, que atiram “notas musicais”, versus os “ruidosos”, que atiram ruído, numa analogia entre “harmonia” versus “desarmonia” de consciência, com se fosse uma banda de chakras “alinhados” vs uma banda de chakras “desalinhados”. É literalmente Power Rangers do rock’n’roll, os “Rock Rangers”.
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Indicação de Kdrama!
Uma estudante esconde seu passado doloroso e aprende técnicas de maquiagem que a tornam popular.
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ESCRITOR EVANDO LOPEZ
INDICAÇÃO
ENTREVISTA EXCLUSIVA Como você desenvolveu o amor pela literatura e pelos livros? O amor pelos livros começou com quadrinhos. Eu era criança e queria ir ver o Rei Leão no cinema e não me levaram. Uma tia me deu como consolo uma Revista em quadrinhos do Rei Leão. Eu me apaixonei por aquilo. Tinha o filme inteiro em quadrinhos... Eu sabia mais do filme do que qualquer pessoa que havia ido assistir. Desde então, gosto de ler. A frequência de leitura caiu um pouco com a diminuição de tempo livre, mas continuo apaixonado pela leitura.
Página 10
SIGA-NOS EM
De onde surgiu a ideia para seu livro mais recente? Sobre o que ele fala? Bem, como havia dito antes, ele surgiu de uma HQ que fiz para uma amiga, o livro é uma releitura da mesma. Então a história do livro se passa na cidade dela Pederneiras – SP e na minha Fortaleza - CE. O livro retrata os perigos de se relacionar virtualmente com um desconhecido de maneira bastante leve, onde o desconhecido pode não ser aquele que aparentava ser quando visto pessoalmente e que pode esconder uma outra identidade. Escolhi três elementos para retratar os três heróis como sendo elementos vitais de uma planta, o vilão e guardião da natureza: Água, Sol e vida (coração). O herói da água é representado por um peixe e traz a mutação da água como característica, tendo duas faces de personalidade. A heroína do Sol, representada por um pássaro, é encantadora como Sol, mas tem a mesma veracidade do seu calor, podendo ser prazeroso ou insuportável. Nisso ela pode passear entre mocinha e vilã com muita facilidade. Para a heroína principal dei o elemento vida, representado por um gato, devido a sua filosofia de sete vidas. Ela representa a vida, o viver, a animação, a empolgação, o amor e medo. Mas o foco do livro está na luta de dois guardiões, onde heróis são criados a partir dos poderes de um deles ao ser derrotado. A ameaça de vingança deste, coloca uma regra para estes três heróis: jamais devem se encontrar ou colocarão toda a humanidade em risco.
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divulgue divulgue divulgue
seus serviços seu trabalho seu produto sua loja Página 13
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