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aros associados, há poucos meses o governo de Cuba determinou o retorno imediato de mais de 8.600 cubanos integrados ao programa Mais Médicos. Dias após o anúncio, o Ministério da Saúde do Brasil informou que 25 mil médicos com diplomas válidos no País apresentaram-se para substituí-los. Sabe-se que o Brasil conta com mais de 450 mil profissionais da Medicina em atividade e comprometidos com a saúde dos cidadãos e, portanto, essa reação era esperada.
A Associação Paulista de Medicina oferecerá informação técnico-científica e apoio à decisão clínica a todos os profissionais que assumiram esses cargos, contando para isso com suporte das sociedades de especialidades que compõem seus departamentos científicos. Os interessados devem contatar a APM pelo e-mail maismedicos@apm.org.br. Nos municípios do estado de São Paulo, os profissionais do Mais Médicos contarão com o apoio de seus colegas das 75 Regionais da Associação Paulista de Medicina, incluindo a nossa regional, de Mogi das Cruzes, que está com as portas abertas para auxiliar no que for preciso. Neste momento, que esperamos representar o início da reconstrução do sistema de saúde, os médicos encontram-se unidos e reiteram seu compromisso com a população que lhes confia sua saúde.
Expediente A Revista Plantão é uma publicação bimestral da Associação Paulista de Medicina – Regional Mogi das Cruzes, com circulação nas cidades de Mogi das Cruzes, Biritiba Mirim, Guararema e Salesópolis – tiragem 2.000 exemplares (distribuição gratuita) Edição e textos: Sabrina Pacca Design: Jotapê Andrade Diretoria APM – Mogi (Triênio 2017-2020) Presidente: Alex Sander José Migue Vice-presidente: Fabrício Mochiduky 1º Tesoureiro: Péricles Bauab 2º Tesoureiro: Carlos Eduardo Gennari 1º Secretário: Pwa Kiong Ping 2º Secretário: André Luiz Pupo Diretor da Sede Associativa: José Shiro Diretor Científico: Antonio Santos Taveira Filho Diretor Cultural: José Carlos Novaes Diretor de Comunicações: João Carlos Vaghetti Lauda Diretora Associativa: Pwa Tjioe K. Tjim Diretor de Defesa Profissional: Zeno Morrone Junior Delegado: Abdul Kader El Hayek Delegado: Said Mohamad Majzoub Conselho Fiscal
Alex Sander José Miguel
Presidente da APM Regional Mogi das Cruzes
1º Conselheiro: Flávio Isaias Rodrigues 2º Conselheiro: Alexandre Netto 3º Conselheiro: Carlos Alberto Gallo Suplentes: Júlio Batista Cota Pacheco, Anderson Wei Y Pwa e Carlos Eduardo Godoi Marins R. Luiz de Azevedo Rosa, 129 - Alto do Ipiranga - Mogi das Cruzes - SP Tel.: 2988-8017
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LUIZ HENRIQUE MANDETTA DEBATE IDEIAS novo ministro da Saúde, O Luiz Henrique Mandetta realizou encontro com os médi-
cos paulistas no último dia 13 de dezembro, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, para discutir ideias e posições para a pasta. “Quando aprendemos alguma coisa em uma reunião, isso ocorre nas primeiras palavras, e as suas foram impressionantes. Você disse ‘Não voltaremos atrás, temos uma Constituição a defender, que diz que a Saúde é um direito de todos e dever do Estado’. E nós o seguiremos. A segunda questão é que certamente nós divergiremos ao longo do tempo, mas eu não tenho a menor dúvida que será fácil superar qualquer divergência, porque também entre suas primeiras palavras você disse que nós trabalharemos sobre um trilho de princípios e valores. E nos princípios e valores que nós compartilhamos não há divergência. Tenha-nos sempre ao seu lado”, resumiu o presidente da Associação Paulista de Medicina, José Luiz Gomes do Amaral. “A Associação Paulista de Medicina merece um capítulo à parte. Agora na época de indicação pro Ministério da Saúde, sem eu pedir nem falar nada, a APM se posicionou em meu favor, o que foi fundamental para reestabelecer a ordem e garantir o apoio das sociedades de especialidades. A verdade ficou muito evidente no processo. Obrigado por sempre terem me ajudado”, declarou Mandetta. Além de Amaral, participaram do encontro alguns diretores da APM: Akira Ishida (vice-presi4
dente), Florisval Meinão (Administrativo), Álvaro Atallah (Científico), Marun David Cury e João Sobreira de Moura Neto (Defesa Profissional), Lacildes Rovella (Patrimônio e Finanças) e Antonio Carlos Endrigo (TI). PRIORIDADES DO MINISTÉRIO “A atenção básica será o nosso foco. Que de básica não tem nada, é muito mais complexo você interferir nos ciclos das determinantes sociais de saúde e das pessoas do que fazer uma cirurgia de três, quatro horas, mas que dependeu só do meu tratamento. Ela deveria ser atenção complexa e a outra deveria ser atenção básica. Vocês serão muito demandados, porque não
consigo entender o Ministério da Saúde sem dialogar com os setores, até concordo que não se pode fazer Saúde só com o médico, mas sem ele também não dá. Vocês todos aqui são conhecedores e têm muita capacidade”, disse Mandetta. DEFESA DO SUS “Eu vejo gente falando que não quer o Sistema Único de Saúde, que ele tem que acabar. Então, convoquem nova Assembleia Nacional Constituinte, mostrem outro caminho, convençam mais de 308 pares e escrevam na Constituição o que acham. Essa Constituição, que a gente jurou defender, vamos defender até a última
PARA O MINISTÉRIO DA SAÚDE COM APM com Mato Grosso, com Mato Grosso do Sul, então somando tudo, nós temos algo em torno de 100 a 120 mil brasileiros formados ou formandos, somente nesses dois países, Paraguai e Bolívia”.
gota. Eu vou lutar pelo SUS, vou ser o ministro da atenção básica. É inadmissível a sífilis estar no número que está; não dá para a gente achar que é legal fechar leito hospitalar; não dá para São Paulo reintroduzir a febre amarela, é horrível morrer gente, com a vacina aqui, nosso índice de vacinação caindo ano após ano. Alguém previu a epidemia de crack?”, completou. ABERTURA DE ESCOLAS MÉDICAS “Nós vamos formar, só no Brasil, 35 mil médicos por ano, 350 mil por década, e como a vida útil desse profissional é de quatro décadas, vamos estatizar em 1,5 milhão de médicos. Então,
se vocês considerarem a média de pedido de quatro exames por médico por consulta, preparemse para um sistema que vai ter que racionalizar ou vai entrar em colapso”, salientou. FACULDADES NAS FRONTEIRAS O ministro disse, ainda, que “na divisa de Ponta Porã (MS) com o Paraguai tem uma cidade que se chama Pedro Juan Caballero, que tem nove faculdades de Medicina, todas abertas nos últimos cinco anos. Se você for pra Foz do Iguaçu (PR), do outro lado da ponte tem Ciudad del Este, também no Paraguai, com 19 faculdades de Medicina. Nós temos algo na Bolívia na divisa com o Acre, na divisa com Rondônia, na divisa
MAIS MÉDICOS “Quando fizeram a lei do Mais Médicos, estabeleceram que primeiro iriam os brasileiros, com CRM daqui, depois os brasileiros formados no exterior - mas somente em países cuja relação médico por habitante fosse superior a 1.6 ou 1.8, porque com isso excluía os formados no Paraguai e na Bolívia -, e em terceiro os médicos estrangeiros, daí caía em Cuba. Mas agora não, com essa abertura absurda de faculdades de Medicina nas fronteiras, Paraguai e Bolívia já ultrapassam a marca e são elegíveis”, apontou Mandetta. “Não consigo imaginar que alguém considere que exista algum êxito num programa como o Mais Médicos. Teria sido um programa equivocado se não fosse mal-intencionado, criminoso. Ele desestruturou o ensino da Medicina e a Saúde. Neste sentido, a Associação Paulista de Medicina vai oferecer apoio técnico-científico a todos os profissionais do Mais Médicos, junto às sociedades de especialidades. Desta forma, esperamos contribuir com o vosso imenso trabalho de reconstruir a assistência à saúde no Brasil”, finalizou o presidente da APM.
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Por Dr. Julio B. Cota Pacheco
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FA é a mais comum arritmia sustentada encontrada na prática clínica e no idoso. Ela está associada com significativa morbidade, incluindo um aumento da suscetibilidade ao acidente vascular cerebral isquêmico (AVC i.). Estima-se em aproximadamente 4,5% o risco anual de AVC i. em pacientes com FA. Classificação: FA pode ser dividida em formas agudas ou crônicas: paroxística, persistente e permanente. Paroxística é quando ocorrem episódios recorrentes de FA com término espontâneo da arritmia. Persistente é quando a arritmia continua por mais de 48h ou até a realização da cardioversão. Permanente é quando a arritmia é refratária à tentativa de cardioversão. Prevalência: FA persistente tem uma prevalência de menos de 1% em pacientes abaixo de 60 anos e aproximadamente 10% após 80 anos. Alguns pacientes com FA são sintomáticos , outros permanecem assintomáticos, portanto, muitas vezes é difícil estimar o começo e a sua duração. Cerca de 30% dos pacientes com FA terão um quadro de embolia, e 75% destes terão AVC. Diagnóstico: anamnese, ECG, Holter 24hs, exames de imagem como ecocardiograma para avaliação da função ventricular e alterações estruturais do coração. O eco transesofagico tem como finalidade, avaliar trombos em átrios antes da cardioversão química ou elétrica. Tratamento: consiste sempre em finalizar rapidamente a arritmia e a redução da frequência da
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FIBRILAÇÃO ATRIAL (FA) EM PACIENTES IDOSOS sua recorrência, seja ela sintomática ou não, do risco de AVC i. e o risco de morte por insuficiência cardíaca e morte súbita. Portanto, busca-se a recuperação do ritmo sinusal e/ou o controle da freqüência cardíaca, assim como anticoagulação para prevenção de AVC i. Embora não existam dados prospectivos que confirmem o benefício da restauração do ritmo sinusal sobre o simples controle da frequência cardíaca, buscamos sempre possibilitar a manutenção do ritmo sinusal. Alguns estudos estão tentando definir a melhor estratégia em pacientes com FA persistente. Hoje, temos na cardiologia uma nova especialidade: a eletrofisiologia, que é exercida por cardiologistas que fazem o tratamento através do cateterismo cardíaco (ablação por cateter ), que consiste na eliminação da atividade de células que estão próximas às veias pulmonares, as quais dão origem a atividade elétrica caótica dos átrios. Este tipo de terapia tem obtido êxitos em pacientes previamente selecionados. Leva-se em conta a resposta ao tratamento com antiarrítmicos, avaliação clinica do paciente, suas comorbidades, a função ventricular, o remodelamento dos átrios e ventrículos decorrente da patologia de base, e do tempo decorrido entre o inicio da FA e do seu diagnostico. Mas, uma questão controversa continua sendo restaurar o ritmo sinusal através da ablação ou manter o tratamento com drogas (amiodarona, propafenona, sotalol ou betabloqueadores) em pacientes
com FA persistente por mais de 6 meses. Apesar de sua complexidade, e por ser a arritmia mais prevalente no idoso, devemos estar sempre atentos para o diagnóstico precoce. Quando há queixas, são inespecíficas, tais como: cansaço, adinamia, atividade cognitiva rebaixada ou mesmo depressão. Se for paroxística, às vezes o ECG é normal e o Holter 24hs sem detecta-la, porem, pode haver um aumento de átrio esquerdo no ecocardiograma com extrasistolia supra ventricular importante – que é considerado um quadro pré fibrilatório e uma situação encontrada no AVC i. criptogênico (termo utilizado para designar AVC i. sem causa detectada). Neste ultimo caso, deve-se pensar sempre em uma FA paroxística que não foi diagnosticada no momento, e o uso de anticoagulante pode ser indicado. Deve ser ressaltado também que, a FA paroxística tem melhores resultados com ablação.
Julio B. Cota Pacheco Especialista em cardiologia pela SBC Habilitado em ecocardiografia pelo DIC – SBC. Especialista em ultrassonografia pelo CBR. Responsável técnico pela clinica de Cardiologia Cota Pacheco
MÉDICOS DA APM MOGI PASSAM A TER INGLÊS PERSONALIZADO
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Associação Paulista de Medicina – Regional Mogi das Cruzes firmou uma parceria com a professora de inglês mogiana, Bianca Torelli, para oferecer, a seus associados, aulas do idioma personalizadas, com condições de pagamento especiais. O curso pode ser feito na casa do médico ou consultório, em horários flexíveis, individualmente ou em grupo. “Sou professora de Língua Inglesa há 23 anos e aplico, desde 2010, a personalização do ensino do idioma através da metodologia CLIL (Content and Language Integrated Learning). Após participar de um programa de intercâmbio em Londres, Inglaterra, em 2008, tenho buscado evolução constante na área, atualizando meus conhecimentos através de cursos e vivências em diferentes campos profissionais como tradução, interpretação, legendagem de filmes e tradução para dublagem”, explica Bianca. Com vasta experiência profissional, atua, ainda, há 9 anos, como professora de Inglês in company e, desde 2016, faz parte do corpo docente do Colégio São Marcos, tradicional instituição de ensino de Mogi das Cruzes. “Ensinar com amor, criatividade e instigando sempre a curiosidade do aluno, incentivando-o a criar também, através de aulas dinâmicas e interessantes, é meu objetivo. Aulas são criadas exclusivamente para cada um, como ser único, pensante e cheio de possibilidades. Essa é a proposta também para os médicos da APM Mogi”, salienta a educadora.
Individualidade As aulas são personalizadas não só de acordo com as necessidades técnicas do aluno, mas também com as áreas de interesse dele, para um melhor aproveitamento – no caso dos associados da APM Mogi, a Medicina. O método aplicado CLIL, em que a língua em sua concepção estrutural e gramatical é ensinada através desses conteúdos de interesse pessoal e profissional do aluno, facilita o aprendizado. “Ele acontece naturalmente de forma dinâmica, fascinante e prazerosa. Estudar inglês não pode ser aprender uma língua apenas. É mergulhar na cultura, nos sons, na linguagem corporal, nos gestos, nas discussões pertinentes, nas cores, enfim, na história das nações falantes de Inglês”, salienta Bianca. Ela destaca que as aulas podem ser individuais, em duplas ou grupos. Estes dois últimos modelos têm prévia avaliação de nivelamento para que os membros da dupla ou do grupo estejam todos no mesmo nível de Inglês. As aulas podem ser ministradas na casa ou no consultório do aluno, com grade de dias e horários fixa ou móvel, dependendo da disponibilidade do educando. “Personalizar o ensino de um idioma é um trabalho artístico executado a quatro mãos por professor e aluno. Uma arte em que o reconhecimento não vem de uma exposição bem-sucedida numa disputada galeria ou de um concerto com lotação esgotada. O reconhecimento acontece no in-
Bianca Torelli, professora
teresse do aluno em estudar todos os dias porque ele vai amar aquele tema, porque aquele tema é real e concreto na vida dele e vai ver que seus esforços rendem frutos maravilhosos. Vem de uma história naturalmente narrada em Língua Inglesa por alguém que foi levado a acreditar que “Inglês não era para ele”. No personal english, os resultados chegam de forma espontânea. Os temas individualizados e as aulas preparadas cuidadosa e criativamente têm um efeito impactante não apenas na construção de um aprendizado efetivo e permanente, mas na sensação (com razão de ser) de estar sendo assistido de maneira 100% exclusiva num mundo tão globalizado quanto impessoal. E personalizar num mundo impessoal é algo poderoso”, conclui. Interessados em fazer as aulas com a professora Bianca, através da parceria com a APM (há descontos de 10% para associados), devem entrar em contato diretamente com ela pelo telefone (011) 97407-6234 ou pelo WhatsApp.
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Por Marcello Delascio Cusatis
O SIS DE MOGI DAS CRUZES
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mplantado pela Prefeitura de Mogi das Cruzes em 2010, o SIS - Sistema Integrado de Saúde marcou uma nova fase da saúde pública na cidade. Foi pensado e elaborado para acabar com as filas de espera para marcação de consultas de Rede Básica, mas naturalmente avançou para a informatização e a integração dos dados de pacientes, dos atendimentos e das principais demandas da área. A porta de entrada é a Central de Agendamento de Consultas, que atende gratuitamente pelo telefone 160, pelo site da Prefeitura de Mogi das Cruzes ou por um dos totens físicos espalhados pela cidade. O paciente pode marcar horário com clínico geral, ginecologista ou pediatra e um único contato basta para a sistema criar um prontuário eletrônico do paciente, que pode ser acessado de qualquer unidade de saúde, garantindo maior eficiência no diagnóstico e tratamento.
Desde que entrou em operação, o SIS tem ganhado destaque entre gestores e profissionais de saúde pública de todo o país porque permite, por meio de uma moderna tecnologia, diversos facilitadores de gerenciamento e controle administrativo. Está contribuindo para melhorar a qualidade no atendimento e também para promover eficácia e eficiência, proporcionando aos profissionais a oportunidade de realizar pesquisas para oferecer auxílio no processo de planejamento de novas ações ou atendimentos pontuais de saúde.
Marcello Delascio Cusatis
Secretário Municipal de Saúde
plo, descobrimos demandas recentes e pontuais de cirurgias de vesícula e catarata.
O sistema de saúde público brasileiro ainda está distante de figurar entre os mais eficientes, mas é o único do mundo que tem um modelo de prestação de saúde universal e gratuito, completo e abrangente, no qual enfrenta alguns desafios, como a diversidade de tratamentos e Isso porque o SIS serve para geren- a escassez de recursos. ciar as informações que os profissionais de saúde necessitam para Mogi das Cruzes também está desempenhar suas atividades da longe da perfeição. Ao contrário, melhor maneira possível, sendo nosso trabalho é pela busca de ainda mais eficazes e eficientes em melhorias constantes, de novas suas tarefas. Contribui, ainda, para conquistas e empreendimentos, facilitar a comunicação, integrar as mas é preciso reconhecer que informações entre as equipes, for- os últimos anos registraram necer recursos e direcionar priori- avanços importantes e que não dades. Por meio do SIS, por exem- há como retroceder.
EVENTOS
O que são as varizes?
I Congresso Paulista de Dor
Quais são as causas principais do aparecimento das varizes?
Data: 29/03/2019 até 30/03/2019 Horário: 08:00 até 18:00 Local: APM - AV. BRIGADEIRO LUIZ ANTONIO, 278 - BELA VISTA Principais temas: Neurologia - Dor pós-cirúrgica Dor na Pediatria - Dor e Cuidados Paliativos - Dor na Mulher - Dor e Slow Medicine - Dor e endocrinologia - Dor e sono - Acupuntura e Dor - Dor e Ortopedia (dor no atleta) - Ondas de Choque - Interface entre Dor crônica e Psiquiatria - Interface entre Dor crônica e o Direito. Valor Associado: R$ 223,00 Valor Não associado: R$ 380,00
Reunião da Liga Acadêmica de Cirurgia Vascular – SBACV-SP Datas: 16/02 – 16/03 – 06/04 – 11/05 – 15/06 – 10/08 – 14/09 – 19/10 – 23/11 Horário: 08:30 até 12:00 Local: APM - AV. BRIGADEIRO LUIZ ANTONIO, 278 - BELA VISTA Salvem as datas das reuniões cientificas da Liga Acadêmica Paulista de Cirurgia Vascular 2019.
Varizes são veias permanentemente dilatadas, alongadas ou tortuosas que perderam a sua função.
As varizes são classificadas em primárias - aquelas que não sabemos a causa e acreditando em transmissão hereditária por uma alteração em uma substância chamada elastina e secundárias - aquelas que surgem por outro motivo como após uma trombose venosa profunda.
Há uma incidência maior em mulheres?
Sim na proporção de 5 mulheres para 1 homem. A medicina considera os chamados fatores agravantes: idade, raça, gravidez, uso de anticoncepcional, profissão que obriga a ficar muito sentado ou muito em pé parado, obesidade, constipação intestinal, salto alto diário acima de 7cm, musculação para modelagem física, etc.
Como podemos prevenir?
A prevenção se faz muitas vezes com mudança de hábitos de vida. Procurar manter uma vida saudável, praticando atividade física e tentando evitar os fatores agravantes já citados. Caso seja necessário fazer uso de meia elástica que, mesmo não sendo agradável, retarda o aparecimento de varizes em quem tem tendência.
Quando buscar tratamento?
Depende. Para a maioria das pessoas “varizes” é um problema estético. Por que foi colocado entre aspas? As que mais procuram são mulheres geralmente por estética e com microvasos que chamamos de teleangiectasias ou aranhas vasculares. Muitas pessoas sentem pernas cansadas, pesadas, que incham, que queimam, que dão cãibras. Nessas pessoas definimos o quadro como insuficiência venosa crônica e, não necessariamente tem varizes. O quadro clínico é provocado pelo mau funcionamento do retorno venoso. Já deveriam procurar tratamento.
DR. RESPONDE Acacio Francisco Neto
Graduação: 1973 -1ª Turma da Faculdade de Medicina da UMC. Residência: Cirurgia Geral - 2anos. Especialização: Cirurgia Vascular 1 ano. Mestre e Doutor em Cirurgia pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina. Professor Adjunto de Cirurgia Vascular - UMC.
Como é esse tratamento?
O tratamento inicial é clínico com o uso de medicamentos chamados flebotrópicos que vão melhorar o retorno venoso e o tônus da veia. Caso a/o paciente apresentem telengiectasias ou trajetos venosos discretos indicamos escleroterapia (aplicações para secar veias) e, caso seja varizes a indicação é cirúrgica.
Quais as consequências de varizes não tratadas?
Varizes não tratadas podem levar ao quadro citado de insuficiência venosa cônica que, além do desconforto, podem caminhar para o aparecimento de um amarronzado nas pernas (dermatite ocre); a um endurecimento debaixo da pele (dermatofibrose); avermelhados que queimam nessa região (celulite); coceira e descamação (eczema); úlcera varicosa. Durante a evolução desse quadro as varizes podem inflamar (tromboflebite); podem furar (varicorragia). A indicação médica não é estética.
Serão apresentados casos clínicos de diversas faculdades. Este ano com uma novidade: Será entregue certificados com carga horária de 04h30, mediante inscrição prévia pelo site www.apm.org. br/ligavascular inscrições@apm.org.br 11 3188-4281
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CONFRATERNIZAÇÃO DO DIA DO MÉDICO No último dia 20 de outubro, associados da APM - Mogi se reuniram na sede localizada no Alto do Ipiranga para comemorarem o Dia do Médico. Na ocasião, a entidade também fez o lançamento da Revista Plantão. Vejam algumas fotos:
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