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REVISTA APM #23

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ANO 02 03 N°08 N°23 FEVEREIRO\MARÇO AGOSTO/SETEMBRODE DE2020 2022

Diretoria APM-Mogi (Triênio 2020/2023) Presidente: Carlos Eduardo Godoi Marins Vice - Presidente: Alex Sander José Miguel 1º Tesoureiro: Zeno Morrone Junior 2º Tesoureiro: Thiago Veras Pinto Pires 1º Secretário: José Shiro Higashi 2º Secretário: André Luiz Pupo Diretora da Sede Associativa: Pwa Tjioe K. Tjim Diretor Científico: Antonio dos Santos Taveira Filho Diretor Cultural: José Carlos Melo Novaes Diretor de Comunicação: Guilherme Augusto Rodrigues do Prado Diretor Associativo: Pwa Kiong Ping Diretor Defesa Profissional: Carlos Eduardo Amaral Gennari Delegado: Abdul Kader El Hayek Delegado: Péricles Ramalho Bauab Conselho Fiscal 1º Conselheiro: Julio Batista Cota Pacheco 2º Conselheiro: Alexandre Netto 3º Conselheiro: Anderson Wei Y Pwa Suplentes: Flávio Isaías Rodrigues, Fabricio Issamu Mochiduky e Carlos Alberto Gallo

Todo conteúdo opinativo da revista Plantão é de responsabilidade de seus autores, devidamente identifi cados nos artigos. identificados

FEVEREIRO/MARÇO DE 2020

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BRASILEIROS SÃO MEDALHISTAS EM OLIMPÍADA INTERNACIONAL DE MEDICINA de História. Além disso, recebeu menção honrosa na Olimpíada Brasileira de Química Júnior e participou da Olimpíada Brasileira de Biologia, as duas no ano passado. EXPERIÊNCIA DESAFIADORA Paulo Henrique, também estudante do Elite e cursa a 1ª série Militar do ensino médio, diz que a experiência de participar da competição e conquistar a medalha de prata foi “desafiadora, cansativa, mas bem educativa”. CORREIO BRASILIENSE

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ois estudantes que representaram o Brasil na Olimpíada Internacional de Medicina venceram a categoria sênior regular, módulo que envolve alunos do ensino médio e cursos pré-vestibulares. Paulo Henrique Périco, 15 anos, e Maria Luísa Reis, 14, conquistaram, respectivamente, a prata e o bronze na competição. Nesta edição foram mais de 20 mil inscritos, 49% de escolas públicas, e 604 cidades participantes. O evento, que ocorreu no formato on-line, teve início em 24 de abril e o resultado foi anunciado em 20 de julho. Os temas abrangeram diversas áreas da medicina, englobando eletrocardiogramas, administração de remédios, neurociência e procedimentos cirúrgicos. A Olimpíada tem como propósito ampliar o nível de conhecimento sobre os caminhos de formação e de atuação nas áreas da saúde na educação básica e, também, fomentar o debate sobre tendências da medicina e competências necessárias para o sucesso na carreira.

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A estudante 1ª série do ensino médio da Elite Rede de Ensino, Maria Luísa, que sonha em ser médica, disse que a premiação reafirma sua vocação. “A medalha representa o resultado de muitas horas de estudo e de esforço nos últimos meses, além de demonstrar que estou no caminho certo para me tornar uma médica”, disse a estudante. Para ela, o diferencial de participar de uma olimpíada de conhecimento é que, “além de ajudar no desenvolvimento do aprendizado e das habilidades de prova, nos aproxima de conteúdos mais robustos, que muitas vezes não temos contato em salas de aula. O estudo me trouxe diversos aprendizados sobre a área da saúde, assim como em relação à sociedade no geral. Meu maior sonho, desde pequena, é ser médica e ajudar as pessoas”, disse. A adolescente coleciona medalhas de diferentes olimpíadas. Foi medalhista de ouro na Olimpíada Nacional de Ciências (2021), recebeu o ouro e bronze na Olimpíada Brasileira de Astronomia e de Astronáutica (2022), e, também, na Grande Olimpíada Acadêmica

“A olimpíada me ensinou bastante sobre persistência. Conquistar uma medalha de prata em âmbito internacional significa muito para mim, pois indica que estou na trilha certa para realizar meu sonho de ser médico. Sei que o caminho até a medicina é grande e tortuoso, mas tenho certeza de que, no final, tudo vai ter valido a pena, já que salvar vidas, de fato, não tem preço”, confessa Paulo. Mesmo com 15 anos, o estudante tem planos concretos para a profissão. Ele diz que pretende se especializar em cirurgia e cursar neurociência. “Ainda estou um pouco na dúvida sobre qual universidade devo focar, mas uma das que eu mais tenho em mente, pelo menos aqui no Brasil, é a Unicamp. Penso muito em estudar em alguma universidade no exterior, talvez não no curso de medicina, mas sim no de neurociência. MIT (nos Estados Unidos) ou Oxford (na Inglaterra) são algumas das opções que mais me atraem, embora saiba que o caminho até elas é difícil”, conta.


FÓRUM DA APM SOBRE SAÚDE SUPLEMENTAR ACONTECE ESSE MÊS SERÃO ABORDADOS OS TEMAS DISTORÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO PLANO DE SAÚDE, NOVOS MODELOS DE REMUNERAÇÃO E ROL DE PROCEDIMENTOS: INCORPORAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS, POR GRANDES ESPECIALISTAS DO SETOR

Associação Paulista de MediciA na realiza, no dia 29 de agosto, um Fórum sobre Sustentabilidade do Sistema de Saúde Suplementar. O evento ocorrerá na sede da entidade, das 8h30 às 13h30.

Serão abordados os temas Distorções de utilização do plano de saúde, Novos modelos de remuneração e Rol de procedimentos: incorporação de novas tecnologias, por grandes especialistas do setor.

Serão moderadores do evento o presidente da APM, José Luiz Gomes do Amaral, e os diretores de Defesa Profissional da entidade e da Associação Médica Brasileira, Marun David Cury e José Fernando Macedo, respectivamente. Entre os palestrantes estão o presidente da Unimed do Brasil, Omar Abujamra; o diretor de Customer Experience da SulAmérica, Alessandro Cogliatti; o presidente do Conselho Federal de Medicina, José Hiran Gallo; o presidente da AMB, César Eduardo Fernandes; o vice-presidente Executivo da Rede D’Or São Luiz, Maurício Lopes; o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli; e o delegado-chefe da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil do Distrito Federal (DRACO/PCDF), Adriano Valente. Mais detalhes sobre o Fórum serão divulgados em breve, bem como o link para inscrições on-line. Para mais informações, contate a Defesa Profissional da APM: 11 3188-4207 / defesa@apm.org.br.

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CAPA

GRAÇAS A MUTAÇÕES, VÍRUS DE VARÍOLA DOS

Um estudo alemão que analisou o genoma de 47 amostras do vírus de varíola dos macacos de casos recentes afirma ter encontrado evidências de que mutações estão conferindo vantagem ao patógeno atualmente em circulação. O trabalho pode mudar o cenário descrito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que até maio declarava que o vírus não havia sofrido mutação preocupante. O GLOBO que mutações estão conferindo vantagem ao patógeno atualmente em circulação. O trabalho pode mudar o cenário descrito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que até maio declarava que o vírus não havia sofrido mutação preocupante. m estudo revelou que a U preocuUm estudo alemão que analisou o genoma de 47

amostras do vírus de varíola dos macacos de casos recentes afirma ter encontrado evidências de 6

Segundo os pesquisadores, o tipo de alteração vista em algumas amostras coletadas sugere que o vírus já está em processo de evolução e adaptação a humanos. O grupo, liderado

pelo geneticista Terry Jones, do hospital Charité, da Universidade Livre de Berlim, identificou genes duplicados ou deletados no material genético do vírus encontrado em um dos pacientes. Além disso, achou seis genes com mutações que alteram estruturas de proteínas. “Rearranjos de genoma desta natureza em outros vírus da família dos orthopoxvirus conferem vantagens de de-


MACACOS SE ADAPTOU A SERES HUMANOS sempenho quando sob pressão da seleção natural”, escrevem Jones e colegas. O estudo oferece uma conclusão preliminar, porque ainda não foram concluídos experimentos que permitirão entender o que as mutações descritas até agora provocam efetivamente no vírus. Além disso, o trabalho dos alemães ainda não passou por revisão independente. Foi divulgado de forma preliminar no portal Biorxiv.

ACASO OU EVOLUÇÃO Se o vírus da varíola dos macacos está sofrendo alterações por pressão seletiva, dizem os pesquisadores, provavelmente isso está ocorrendo para que ele se torne mais bem adaptado a infectar humanos. O monkeypox tem como reservatório natural roedores e outros animais, e na maioria dos surtos passados o baixo número de casos foi insuficiente para que o patógeno se instalasse de vez entre humanos. Mas isso pode mudar.

isso sem um ‘intuito’, por assim dizer, apenas gerando variabilidade. Então, será que essas alterações estão mesmo surgindo apenas como variabilidade ou estão aumentando a capacidade de o vírus se transmitir de pessoa para pessoa? — questiona o cientista. O trabalho alemão divulgado nesta semana foi o segundo a levantar preocupação com a evolução genética do vírus da varíola de macacos neste ano. Um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (Insa), de Lisboa, publicou no mês passado um estudo na revista Nature Medicine. Se alguns geneticistas estão apontando sinais de preocupação com a evolução do vírus, infectologistas, que trabalham na frente clínica, estão cautelosos quanto a reconhecer que a epidemia atual de varíola dos macacos ganhou maior dimensão por causa de uma maior infecciosidade do vírus.

O geneticista Salmo Raskin, do laboratório Genetika, de Curitiba, comentou os resultados do estudo alemão para o GLOBO. Ele aponta que as duplicações e deleções de genes fazem o cromossomo aumentar e diminuir em diferentes trechos, como uma sanfona, favorecendo a frequência de mutações com alterações funcionais no DNA do vírus.

— A gente ainda não tem dados clínicos epidemiológicos ligados com dados genéticos. Ainda temos que esperar um pouco para entender o que cada mutação dessas pode representar. É impossível tirar qualquer conclusão sem os dados clínicos e, principalmente, sem os ensaios laboratoriais — afirma Júlio Croda, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.

— O que eles detectaram agora foi um exemplo desse efeito sanfona, mas a natureza pode fazer

Se as mutações genéticas não são consequência de uma maior transmissibilidade, porém, a cir-

culação mais ampla do vírus pode levar à maior ocorrência dessas alterações. — Quanto mais são os casos e maior é o ritmo de transmissão, maior é chance de mutações — diz o cientista.

DISSEMINAÇÃO Enquanto isso, dentistas e organizações buscam meios de frear o avanço do vírus. Um outro estudo, publicado na revista científica New England Journal of Medicine, constatou que 95% dos casos analisados são suspeitos de transmissão durante a relação sexual. Antes do surto atual, sabia se que o vírus era transmitido por contato prolongado de pele com pele, mas não havia registros de disseminação tão recorrente e em episódios associados ao sexo. O novo estudo. porém, encontrou o DNA do monkeypox no sêmen em 2 9 de 32 homens que tiveram a amostra analisada. Assim, a O M S recomendou que as pessoas reduzam o número de parceiros sexuais. — Isso significa fazer escolhas seguras. Para homens que fazem sexo com homens, inclui, no momento, reduzir o número de parceiros, reconsiderar o sexo com novos parceiros e trocar detalhes de contato — disse o diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebneyesus. 7


HIV: HOMEM DE 66 ANOS É O QUARTO CASO DE CURA MAIS UMA PESSOA ESTÁ SEM O VÍRUS DA AIDS DEPOIS DE SE SUBMETER A UM TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO PARA TRATAMENTO DE LEUCEMIA. O HOMEM DE 66 ANOS É O QUARTO PACIENTE DO MUNDO A SE BENEFICIAR DO PROCEDIMENTO, E O MAIS VELHO DELES.

sangue. Mas, teoricamente, seria possível utilizar as ferramentas de edição genética para induzir mutações semelhantes à que beneficiou os quatro pacientes até agora considerados curados do HIV. “É teoricamente possível injetar, no braço, uma enzima que entrará nas células e eliminará o CCR5 e o vírus. Mas isso é ficção científica por enquanto”, disse, à agência France -Presse de notícias (AFP), Sharon Lewin, presidente eleita da Sociedade Internacional de Aids. Com medicamento Na conferência de Montreal, pesquisadores do Hospital Universitário de Barcelona também apresentaram um caso de remissão após o uso de medicamentos. Porém, a paciente, uma mulher que convive com o micro-organismo há mais de 15 anos, ainda tem, no organismo, HIV capaz de fazer novas cópias viáveis dele mesmo. A carga viral, contudo, é indetectável no sangue, e ela não precisa mais tomar antirretrovirais.

CORREIO BRAZILIENSE

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ais uma pessoa está sem o vírus da Aids depois de se submeter a um transplante de células-tronco para tratamento de leucemia. O homem de 66 anos é o quarto paciente do mundo a se beneficiar do procedimento, e o mais velho deles. O caso foi anunciado por cientistas do Hospital City of Hope, dos Estados Unidos, na conferência Aids 2022, em Montreal, no Canadá. No evento, pesquisadores espanhóis também relataram que uma mulher está em remissão viral, com baixos níveis de HIV na corrente sanguínea, em decorrência de um tratamento medicamentoso experimental. O paciente do City of Hope foi diagnosticado em 1988, está em remissão viral há mais de 17 meses e não faz mais uso da terapia antirretroviral. Há três anos, o homem passou por um transplante de células-tronco para tratar uma leucemia mieloide aguda. Segundo Jana K. Dickter, professora da Divisão de Doenças Infecciosas da instituição, que apresentou o resultado em uma coletiva de imprensa, trata-se da pessoa mais velha com HIV e câncer a se submeter ao procedimento e alcançar remissão nas duas condições. O doador da medula óssea do paciente de 66 anos tem uma mutação genética rara, a CCR5 delta 32, que torna as pessoas resistentes à maioria das cepas do HIV. O CCR5 é um receptor presente nas células de defesa do organismo, e o vírus o utiliza para entrar

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e atacar o sistema imunológico. A rara variante, porém, bloqueia o caminho, impedindo a replicação do patógeno. Segundo o hematologista do City of Hope Ahmed Aribi, o paciente recebeu três terapias diferentes para entrar em remissão antes de receber o transplante. “Ele tinha um alto risco de recaída de leucemia mieloide aguda, tornando sua remissão ainda mais notável”, disse Aribi, em nota. De acordo com ele, desde a recuperação do procedimento, o homem não mostrou nenhuma evidência de ter o vírus HIV replicante no organismo, seja em amostras de sangue ou de tecidos. Ele parou de tomar os medicamentos antirretrovirais em 2021 e, desde então, tem sido monitorado de perto. Para Jana K. Dickte, a experiência abre novas possibilidades terapêuticas. “Como esse paciente viveu mais tempo com HIV antes de seu transplante e recebeu a terapia menos imunossupressora (do que os três que o antecederam), agora temos evidências de que, se o doador de células-tronco certo for encontrado para pacientes que vivem com HIV que desenvolvem câncer no sangue, podemos usar opções de regime de quimioterapia mais recentes e menos intensivas para tentar alcançar uma remissão dupla”, disse. “Isso pode abrir novas oportunidades para pacientes mais velhos que vivem com HIV e câncer no sangue.” Apesar de promissor, o tratamento não é indicado para pessoas que não têm cânceres no

“Os outros casos de cura estão associados ao transplante de medula óssea ou a pacientes excepcionais que apresentam vírus defeituosos ou fatores genéticos associados a uma potente resposta imune ao HIV”, destacou Josep M. Miró, principal autor do estudo, em nota. A paciente, porém, não tem qualquer fator genético associado ao controle do HIV. “Além disso, apresentava infecção grave em fase aguda”, disse o cientista. Em 2006, ela entrou em um ensaio clínico de inibição viral com quatro terapias, utilizadas por 11 meses. Essas drogas prepararam o corpo da paciente para que o próprio sistema imunológico lutasse com maior eficiência contra o vírus, contou Núria Climent, bióloga que apresentou o resultado no congresso. Há 15 anos, a mulher não toma antirretrovirais e está com a carga viral suprimida, disse Climent. “A grande novidade do estudo é que caracterizamos as células que conseguem o controle do vírus”, afirmou a pesquisadora. Os cientistas descobriram que dois tipos de linfócitos que fazem parte do sistema imune inato

foram estimulados, particularmente, pelo tratamento experimental.

Segundo Climent, o resultado “de cura funcional abre as portas para o desenvolvimento de novas estratégias potenciais de tratamento para aumentar a atividade das células envolvidas na resposta inata do paciente ao vírus”


MAPA DA ESTRADA: NOVAS OBRAS NO ACERVO DA PINACOTECA DE SÃO PAULO

EXPOSIÇÃO CELEBRA CENTENÁRIO DE ISAAC GRINBERG EM MOGI

De 14 de maio a 12 de setembro, a Pinacoteca de São Paulo promove a exposição Mapa da estrada: novas obras no acervo da Pinacoteca de São Paulo, que marca os 10 anos do programa de Patronos da Arte Contemporânea, estratégia pioneira entre os museus brasileiros para a formação de um fundo voltado a compra de novas obras para o acervo do museu.

exposição “Centenário A Isaac Grinberg” será exibida até o final de se-

seleção dos trabalhos para a exA posição contempla 32 obras, dentre elas algumas que foram doa-

das diretamente por pessoas ligadas ao programa. A programação é ainda mais especial, pois quase a totalidade dos trabalhos será exposta pelo museu pela primeira vez. Mapa da estrada: novas obras no acervo da Pinacoteca de São Paulo tem curadoria de Valéria Piccoli, curadora chefe da Pinacoteca de São Paulo.

tembro, no Museu Mogiano, localizado no Casarão do Carmo. O projeto é uma homenagem ao centenário de aniversário do historiador e jornalista Isaac Grinberg, nascido em 16 de junho de 1922, na cidade de Mogi das Cruzes. Ele deixou grande legado ao município ao pesquisar seu desenvolvimento social, econômico e estrutural ao longo dos séculos.

A organização expositiva está dividida em 3 salas no segundo andar do prédio Pina Luz. A curadoria reflete as políticas de aquisição que norteiam os objetivos do museu em ter um acervo de arte brasileira diverso e inclusivo, seja do ponto de vista de representações étnicas e de gênero ou até mesmo de artistas atuantes fora do eixo Rio-São Paulo.

O acervo que estará disponível para os visitantes é composto por itens pessoais deste ilustre mogiano, e conta com máquina de escrever, máquina fotográfica, além de raras fotos e manuscritos pessoais.

PREÇO: R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia entrada); e gratuito para crianças até 10 anos e pessoas acima de 60 anos | aos sábados, gratuito para todas as pessoas.

Isaac iniciou sua carreira como redator do jornal “O Liberal”, em Mogi das Cruzes, já na capital paulista trabalhou no jornal “O Dia”. Na cidade do Rio de Janeiro atuou na agência de notícias Asapress, “New Press” e no “Jornal O Globo”.

DATA: Até 12 Setembro. HORÁRIO: De quarta a segunda, das 10h às 18h ENDEREÇO: Pinacoteca de São Paulo Praça da Luz 2 - São Paulo - SP

“Isaac Grinberg foi uma figura ilustre e motivo de orgulho ao município de Mogi das Cruzes. Sempre trabalhou em prol da história e cultura mogiana, pesquisando e elevando o nome da cidade,” disse a secretária municipal de Cultura e Turismo, Kelen Chacon. O historiador faleceu no dia 13 de abril de 2000, e ao longo de toda vida foi casado com Bendita Grinberg. Desta união, o casal teve duas filhas, Thais e Tamara, que confirmaram presença para prestigiar a Exposição “Centenário Isaac Grinberg” e homenagear a memória do pai, que se mescla à memória da cidade. EXPOSIÇÃO DE 20 DE JUNHO A 30 DE SETEMBRO TERÇA A SÁBADO DAS 9H ÀS 16H CASARÃO DO CARMO MUSEU MOGIANO

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FÓRUM TEM COMO FOCO A IMPORTÂNCIA DA TOMADA DE DECISÕES NAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE NAS DIMENSÕES AMBIENTAL, SOCIAL E GOVERNANÇA DE OPERAÇÃO

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7º Fórum Latino-Americano de Qualidade e Segurança na Saúde, que acontece de 12 a 15 de setembro desse ano, buscará abordar a urgência do comprometimento com estes três pilares e do trabalho conjunto de governos, instituições, empresas e sociedade. A programação trará experiências reais para mostrar como as empresas de saúde podem impulsionar as boas práticas sociais e ambientais e buscar oportunidades de parcerias para ações de sustentabilidade que vão além de suas fronteiras. Trará ainda

experiências sobre como e melhoria contínua de processos favorece a excelência operacional, a redução de desperdícios e a gestão de riscos. Em 2015 surgiu a ideia do Fórum, uma parceria entre o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement. Já naquele ano, debatia-se a importância da busca da sustentabilidade no setor de saúde. Em 2022, o evento chega à sua sétima edição resgatando essa necessidade, mas de uma forma ainda mais ampla

e madura, tendo em foco a importância da tomada de decisões nas instituições de saúde de forma integrada nas dimensões ambiental, social e governança de operação. LOCAL: Novo centro de ensino e pesquisa Albert Einstein – Campus Cecília e Abram Szajman Rua comendador Elias Jafet, 755 Morumbi, São Paulo/SP Inscrições pelo site https://ihi.ensinoeinstein.com/

08H30 - 16H30 ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA - SÃO PAULO, SP

III JORNADA DE CANABINOIDES MEDICINAIS Venha participar desse debate com um time multidisciplinar e entender mais sobre a aplicação e utilização dos canabinoides para fins medicinais. Evento presencial /Aulas e discussões / Exclusivo para Médicos e Profissionais da Saúde. Coordenação - Dr. Romeu Fadul Evento oferecido por colegas e membros da FOC Inglesa de Médicos Prescritores de Canabinoides. Os benefícios do uso de Canabinoides Medicinais.

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VALORES DAS INSCRIÇÕES PRESENCIAL MÉDICO ASSOCIADOS APM R$ 100,00

PRESENCIAL ACADÊMICO ASSOCIADOS APM R$ 25,00

PRESENCIAL RESIDENTE ASSOCIADOS APM R$ 55,00

PRESENCIAL MÉDICO NÃO ASSOCIADOS APM R$ 120,00

PRESENCIAL ACADÊMICO NÃO ASSOCIADOS APM R$ 30,00 PRESENCIAL RESIDENTE NÃO ASSOCIADOS APM R$ 65,00 PRESENCIAL OUTROS PROFISSIONAIS R$ 65,00

PALESTRANTES . Dr. Romeu Fadul . Dra. Thania Rossi .Dra. Lívia Clemente . Dr. Wellington Briques . Dr. Gabriel Taricani Kubota


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