OUTUBRO/NOVEMBRO DE 2020
1
2
ANO 02 N°08 N°12 FEVEREIRO\MARÇO DE DE 2020 OUTUBRO/NOVEMBRO 2020
Todo conteúdo opinativo da revista Plantão é de responsabilidade de seus autores, devidamente identifi cados nos artigos. identificados
OUTUBRO/NOVEMBRO DE 2020 2020 FEVEREIRO/MARÇO DE
3
DRAPP DEMOCRATIZA O ACESSO À SAÚDE DE QUALIDADE COM TELECONSULTAS A PARTIR DE R$ 70
C
om o desejo de democratizar o acesso à saúde particular de qualidade durante a crise de Covid-19, o CEO da startup, José Maria Alves de Almeida Prado, investiu R$ 3 milhões e lançou o aplicativo DrApp, com o novo serviço de teleconsultas. A plataforma possibilita o agendamento de consultas presenciais, em consultórios particulares, e on-line com médicos da Associação Paulista de Medicina (APM), além da marcação de exames com redução de até 80% no valor em laboratórios parceiros, como a rede a+ Medicina Diagnóstica, do Grupo Fleury, em suas 38 unidades da Grande São Paulo. O DrApp se apresenta como uma alternativa para as pessoas que não possuem ou perderam o plano de saúde, não querem ou não podem depender do Sistema Único de Saúde (SUS) e conseguem pagar por uma consulta particular, desde que o preço seja acessível. Atualmente, 84% dos médicos cadastrados na plataforma cobram valor igual ou inferior a R$ 104,64 pelas consultas presenciais e 64% das teleconsultas custam entre R$ 70 e R$ 104,64. Não há cobrança de mensalidades nem carência, e o pagamento é feito
4
por cartão de crédito ou débito diretamente nas contas bancárias dos médicos. Desde 2015, os planos de saúde privados perderam 3,5 milhões de usuários. Só em março e abril deste ano, 300 mil pessoas ficaram sem cobertura privada. “Grandes crises sempre contribuíram para antecipar o futuro, seja em qual área for. Estamos investindo para democratizar o acesso à saúde de qualidade – por isso, nossa parceria com uma entidade como a APM. Avanços feitos nos últimos anos permitiram que a teleconsulta, hoje, seja uma realidade para quem não quer deixar seu acompanhamento médico de lado”, afirma José Maria, presidente fundador do DrApp. Os usuários da plataforma contam com 2.774 médicos, em 41 especialidades, disponíveis em 108 municípios do estado de São Paulo para as consultas presenciais. Entre eles, toda a Grande SP, Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Santos e Guarujá. Para as teleconsultas, os médicos são treinados e certificados especificamente para esse
tipo de atendimento, e não há limites no que diz respeito à localização dos pacientes – apenas a necessidade de conexão estável com a internet. No caso dos laboratórios, DrApp tem parceria com 190 unidades laboratoriais, que atendem cerca de 2 mil tipos de exames, em 68 das principais cidades do estado. A meta da startup em 2021 é expandir o atendimento presencial para outras capitais do país, começando pelo Rio de Janeiro.
SEGURANÇA O site e o aplicativo DrApp têm nível extremo de segurança, com protocolo SSL da Amazon, onde estão os servidores. A parceria com a Braspag, da Cielo, garante a segurança no pagamento. Hoje, as teleconsultas são feitas por WhatsApp, que garante a proteção dos usuários com criptografia de ponta a ponta. Mas a startup está fazendo as implementações necessárias para que as teleconsultas também possam ser realizadas na própria plataforma, pelo WEBEX, da CISCO, em salas protegidas.
A MULHER E A MEDICINA
Luciana Rodrigues Silva presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)
Além disso, relata o mesmo estudo, as mulheres sofrem duplamente: primeiro pela dificuldade de estar entre aqueles que ocupam o alto do ranking salarial; depois por estarem comprimidas, sobretudo, no grupo de profissionais que possuem as menores faixas salariais. A análise realizada conclui que em torno de 80% das médicas estão em categorias de renda de até R$ 12 mil ao mês. Mas as distorções de renda não são as únicas que afetam as mulheres na Medicina. Elas também ocupam poucos cargos de gestão nos serviços públicos e privados e na esfera de representação de classe – conselhos, associações e sociedades de especialidade – e ainda possuem, na sua maioria, um espaço discreto, se levado em consideração seu peso demográfico.
N
unca o Brasil teve tantas mulheres preparadas para o exercício da Medicina. O aumento significativo da participação feminina na profissão evidencia que elas, ao longo das últimas décadas, vêm assumindo cada vez mais espaço no universo da graduação e no mercado de trabalho. O volume de mulheres que se gradua em Medicina, no País, tem sido progressivamente superior ao de homens. O fenômeno se replica anualmente, desde 2009. É o que alguns estudiosos do tema chamam de “feminização” da profissão. Atualmente, as médicas já são cerca de 40% dos profissionais da Medicina que atendem a população brasileira. No ritmo acelerado registrado, em oito anos devem representar a mesma proporção dos homens nas estatísticas. Hoje, sem qualquer esforço extra, já respondem pela maioria entre os médicos com menos de 29 anos de idade e em 13 das 52 especialidades. Algumas dessas especialidades são as que concentram mais profissionais em
termos absolutos. É o caso da Pediatria, na qual cerca de 70% dos 43 mil pediatras são mulheres. Percentuais importantes de participação feminina também são percebidos na Medicina de Família e Comunidade (54,2%), Clínica Médica (54%) e Ginecologia e Obstetrícia (51,5%). Esse movimento de “feminização” da Medicina não é monopólio brasileiro. Levantamento realizado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revela que as mulheres passaram a ter maior representatividade na profissão em 30 países que integram esse bloco. Passaram de 28%, em 1990, para 38%, em 2005, do total de médicos. Contudo, essa pujança numérica ainda não encontrou reflexo na mesma proporção em outros campos da atividade médica. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em estudo publicado em 2019, mostram que um homem tem quatro vezes mais chances de estar no grupo dos profissionais melhor remunerados do que uma mulher.
As mulheres médicas ocupam, em média, pouco espaço em postos de comando de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos de saúde e, salvo raras exceções, estão nas presidências e diretorias das principais entidades que compõem o movimento médico. Entendo que é hora de mudar esse cenário e ver cada vez mais mulheres dando sua importante contribuição para a defesa dos interesses da Medicina, dos médicos, dos pacientes e da população. Assim, poderão influenciar com sua visão de mundo, forjada na experiência, na solidariedade e no compromisso com o próximo, debates e tomadas de decisões. Neste momento, eu, Luciana Rodrigues Silva, e um grupo de outras mulheres nos apresentamos para ocupar essa lacuna com responsabilidade, paixão e vontade de fazer a diferença, trazendo o olhar feminino como um diferencial. Por isso, pedimos a você, médica, e a você, médico, apoio na forma de um voto de confiança na esperança de um tempo melhor para todos nós.
OUTUBRO/NOVEMBRO DE 2020
5
CHAPA APM PARA MÉDICOS VENCEM ELEIÇÃO EM SÃO PAULO ne Curtolo e Alessandro Acayaba de Toledo. Houve ainda a participação, como observador convidado ao Processo Eleitoral da APM e da AMB, de Milton Terra, da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção São Paulo (OAB-SP).
A
Comissão Eleitoral da Associação Paulista de Medicina (APM), composta por Adagmar Andriolo, Carlos Alberto Herrerias de Campos e Sérgio Sarrubbo, realizou, no último dia 31 de agosto, logo após o encerramento da votação - apuração dos votos eletrônicos colhidos para a eleição da APM para os cargos de Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados Capital e também para a eleição da AMB no estado de São Paulo para os cargos de Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados. A apuração realizada na sede da APM foi acompanhada pelo secretário-geral da Associação, Antônio José Gonçalves, e pelo presidente e candidato à reeleição pela Chapa APM para os Médicos, José Luiz Gomes do Amaral - além da Auditoria Independente contratada pela APM, The Perfect Link, representada por Fernando de Pinho Barreira, e da Assessoria Jurídica da Associação, representada por Franci-
6
Os votos colhidos para os cargos de Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados da Associação Paulista de Medicina - APM, gestão 2020-2023, elegeram a Chapa APM para os Médicos, presidida por José Luiz Gomes do Amaral, com 6.031 votos, conforme relatório de votação eletrônica apresentado pela empresa IncorpTech, responsável pelo sistema de votação eletrônica da eleição da APM. MÉDICOS BRASILEIROS ELEGEM CÉSAR FERNANDES PRESIDENTE DA AMB Os votos colhidos na votação eletrônica da Associação Médica Brasileira no estado de São Paulo - conduzida pela APM, para os cargos de Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados da AMB pelo estado de São Paulo - totalizaram 4.300 para a Chapa 2 - Nova AMB, presidida por César Eduardo Fernandes e 1.421 votos para a Chapa 1 - Diogo Presidente - Juntos Podemos Mais, sendo a somatória de votos válidos no estado de São Paulo 6.703, conforme relatório da empresa Scytl, responsável pelo sistema de votação eletrônica da eleição da AMB no estado de SP. Conforme informado em reunião - também realizada no dia 31 de
agosto pela Comissão Eleitoral da AMB para recepcionar os votos colhidos para a eleição -, o Relatório de Votação Eletrônica (apresentado também pela empresa Scytl, para 25 unidades da Federação: AC, AL, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MT, MS, MG, PA, PB, PE, PI, RJ, RN, RS, RO, RR, SC, SE, TO) somou 2.470 votos para a Chapa 1 e 1.189 para a Chapa 2. Já o Relatório de Votação Eletrônica apresentado pelo Paraná registrou 96 votos para a Chapa 1 e 600 votos para a Chapa 2 e o Relatório de Votação Presencial do Paraná teve mais 2 votos para a Chapa 1 e 11 votos para a Chapa 2. Portanto, pelo cômputo geral dos votos em todo Brasil, a Chapa 2 - Nova AMB, presidida por César Eduardo Fernandes, obteve o total de 6.100 votos, sendo a vencedora na eleição da AMB para a gestão 2020-2023, cuja apuração geral do pleito, julgamento do processo eleitoral da AMB e proclamação dos eleitos ocorrerá em reunião do Conselho Deliberativo da AMB agendada para o dia 22 de outubro de 2020, devendo tal decisão ser submetida à aprovação da Assembleia de Delegados a ser realizada em 23 de outubro de 2020, segundo Calendário Eleitoral divulgado pela AMB. Por fim, com relação aos Delegados da AMB pelo estado de São Paulo, a Chapa 1 - APM para os Médicos, recebeu 52,63% dos votos válidos (2.973).
UROLOGISTA CARLOS EDUARDO GODOI MARINS É ELEITO PRESIDENTE DA APM – MOGI
A
Associação Paulista de Medicina – Regional Mogi das Cruzes realizou, no último dia 31 de agosto, as eleições para o triênio 2020/2023 para os cargos da diretoria, conselho fiscal e suplentes. A chapa “Novos Desafios” foi eleita vencedora, encabeçada pelo médico urologista Carlos Eduardo Godoi Marins, como presidente e pelo ginecologista e obstetra Alex Sander José Miguel - atual presidente - como vice (veja quadro completo da chapa nessa página). Somente puderam votar os associados que preencheram os seguintes requi-
sitos: ser associado efetivo filiado à APM, inscrito até a data de 30 de março do ano eleitoral respectivo (2020); estar em pleno gozo dos seus direitos estatutários e ter quitado os 06 (seis) primeiros meses da contribuição associativa anual respectiva da APM. As inscrições para as chapas terminaram no dia 13 de julho e apenas a “Novos Desafios” foi inscrita. A posse da nova diretoria ocorre na segunda quinzena de novembro deste ano.
OUTUBRO/NOVEMBRO DE 2020
7
OUTUBRO ROSA CONSCIENTIZA SOBRE O CÂNCER DE MAMA Fonte: INCA
O
câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor.
se devem a característica próprias de cada tumor. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.
Há vários tipos de câncer de mama. Por isso, a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos
Segundo dados do Inca, a estimativa para 2020 de novos casos ultrapassa os 66 mil. Em 2018, o Atlas de Mortalidade por Câncer apontou que o número de falecimentos por câncer de mama foi de 17.763
O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são:
FATORES AMBIENTAIS E COMPORTAMENTAIS
FATORES DA HISTÓRIA REPRODUTIVA E HORMONAL
FATORES GENÉTICOS E HEREDITÁRIOS*
Obesidade e sobrepeso após a menopausa;
Primeira menstruação antes de 12 anos;
História familiar de câncer de ovário;
Sedentarismo e inatividade física;
Não ter tido filhos;
Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos;
Consumo de bebida alcoólica;
Primeira gravidez após os 30 anos;
História familiar de câncer de mama em homens;
Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).
Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;
Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.
Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona); Ter feito reposição hormonal pósmenopausa, principalmente por mais de cinco anos.
8
pessoas, sendo 17.572 mulheres e 180 homens no Brasil.
diagnóstica. A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas é fundamental para a detecção precoce do câncer da mama. DIAGNÓSTICO PRECOCE O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxas de sucesso satisfatórias. Todas as mulheres, independentemente da idade, devem ser estimuladas a conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres. *A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama. O câncer de mama de caráter genético/hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença.Atenção: a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença. É importante ressaltar que não ter amamentado não é fator de risco para câncer de mama. Amamentar o máximo de tempo possível é um fator de proteção para o câncer. Então, o não aleitamento promove a perda de um fator de proteção, o que é diferente de significar fator de risco.Exposição a determinadas substâncias e ambientes, como agrotóxicos, benzeno, campos eletromagnéticos de baixa frequência, campos magnéticos, compostos orgânicos voláteis (componentes químicos presentes em diversos tipos de materiais sintéticos ou naturais, caracterizados por sua alta pressão de vapor sob condições normais, fazendo com que se transformem em gás ao entrar em contato com a atmosfera), hormônios e dioxinas (poluentes orgânicos persistentes altamente tóxicos ao ambiente. São normalmente subprodutos de processos industriais e de combustão) pode estar associada ao desenvolvimento da doença. Os profissionais que apresentam risco aumentado de desenvolvimento de câncer de mama são os cabeleireiros, operadores de rádio e telefone, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, comissários de bordo, trabalhadores noturnos.As atividades econômicas que mais se relacionam ao desenvolvimento da doença são
as da indústria da borracha e plástico, química e refinaria de petróleo. Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como praticar atividade física; alimentar-se de forma saudável; manter o peso corporal adequado; evitar o consumo de bebidas alcoólicas e evitar uso de hormônios sintéticos, como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal. O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio dos seguintes sinais e sintomas: 1 - Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher. Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja 2 - Alterações no bico do peito (mamilo) 3 - Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço 4 - Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados por um médico para que seja avaliado o risco de se tratar de câncer. É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias. Em caso de permanecerem as alterações, elas devem procurar logo os serviços de saúde para avaliação
Além disso, o Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rastreamento (exame realizado quando não há sinais nem sintomas suspeitos) seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. A recomendação brasileira segue a orientação da Organização Mundial da Saúde e de países que adotam o rastreamento mamográfico. Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas de câncer antes do surgimento dos sintomas, ou seja, antes que seja palpada qualquer alteração nas mamas. Mulheres com risco elevado de câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco e definição da conduta a ser adotada. AVANÇOS Muitos avanços vêm ocorrendo no tratamento do câncer de mama nas últimas décadas. Há hoje mais conhecimento sobre as variadas formas de apresentação da doença e diversas terapêuticas estão disponíveis. O tratamento do câncer de mama depende da fase em que a doença se encontra (estadiamento) e do tipo do tumor. Pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica (terapia alvo). Quando a doença é diagnosticada no início, o tratamento tem maior potencial curativo. No caso de a doença já possuir metástases (quando o câncer se espalhou para outros órgãos), o tratamento busca prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida.
OUTUBRO/NOVEMBRO DE 2020
9
SEDE DA APM E CLUBE DE CAMPO RETOMAM ATENDIMENTO PRESENCIAL
esde 8 de setembro, a AssoD ciação Paulista de Medicina retomou o atendimento pre-
sencial aos associados em sua sede social, na Capital, de segunda a sexta-feira das 10h30 às 14h30. Além do horário reduzido, estão sendo cumpridas todas as medidas e protocolos de segurança para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, como limitar o atendimento a 20% da capacidade. O atendimento a distância também está mantido, de segunda a
10
sexta-feira das 8h às 18h, pelos canais: e-mail central.relacionamento@apm.org.br / Fale conosco no site www.associacaopaulistamedicina.org.br) e telefone (11 3188-4200). Já o Clube de Campo da APM retomou suas atividades no dia 11 de agosto, também seguindo todas as recomendações das autoridades de Saúde e um protocolo específico. Para reservas ou esclarecimento de dúvidas, basta entrar em contato pelos telefones (11) 4899-3535/18 ou pelo e-mail: sedecampestre@apm.org.br.
EM MOGI
A sede regional de Mogi das Cruzes da APM também voltou a operar normalmente, das 8 às 17 horas, para atendimento ao público que deve comparecer, caso necessite, usando máscara e tomando todos os cuidados necessários, como a utilização de álcool em gel para a limpeza das mãos. A APM Mogi fica localizada na Rua Dr Luiz de Azevedo Rosa, 129, no Alto do Ipiranga.
OUTUBRO/NOVEMBRO DE 2020 11