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Revista Amar - Setembro 2017

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SETEMBRo

23 & 24

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FOTOGRAFIA: CARMO MONTEIRO & CARLOS MONTEIRO

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FOTOGRAFIA: CARMO MONTEIRO & CARLOS MONTEIRO

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PAULO PEREIRA

2017.07.02 I FOTOGALERIA

FOTOGRAFIA: CARMO MONTEIRO & CARLOS MONTEIRO

TEMI

TORONTO


KESHIA CHANTÉ ORGANIZAÇÃO: ACAPO & CAMÕES ENTERTAINMENT


Foto: i2.wp.com/descla.pt

Uma praça-jardim, com cerca de 900 m2, sombreada e com difusão de vapor de água, na “Praça de Viriato”, é outra das novidades deste ano, revelando-se um espaço de encontro, de eventos e de descanso. O investimento nas arquiteturas chegou também à gastronomia. A Feira apresenta este ano uma nova rua no seu recinto, com novos stands e esplanadas, dedicada à iguaria gastronómica mais antiga da feira: as enguias de conserva da Murtosa. A mudança do espaço fica ainda marcada pelo fim do recurso a WC portáteis, com a construção de quatro equipamentos (dois em 2016, dois em 2017) permanentes. No plano de cartaz musical, a Feira de São Mateus apostava forte. No Palco Santander Totta estreavam-se bandas e artistas como Seu Jorge e Paula Fernandes, Matias Damásio e Nélson Freitas, Áurea e HMB. Juntavam-se-lhes nomes consagrados como Resistência, Pedro Abrunhosa, Paulo de Carvalho ou José Cid. Mas este é um cartaz que até 17 de setembro ainda tem muito para oferecer ao público.

Depois de uma fase de quase desaparecimento, o artesanato regional reconquistou uma posição na “guardiã das feiras populares do país”. A organização do evento, destinou em 2017 uma área nobre para acolher artesanato autêntico da região e do país, com cerca de 24 artesãos a apresentarem exposições, ateliers e trabalhos ao vivo. Ainda na esfera das tradições de Viseu, a Feira destaca este ano mais de uma dezena de experiências e realizações, entre as quais o “Dia de Viriato”, o “Festival Internacional de Folclore de Viseu”, o concurso dos vestidos de chita (com participação aberta à comunidade), o Passeio Histórico de Automóveis Antigos (parceria com o Automóvel Clube de Viseu), o cinema ao ar livre e a “Banda Desenhada”.

Em “Ano Oficial para Visitar Viseu”, a guardiã das feiras populares do país vive, de novo, um tempo áureo, como sublinha na sua mensagem o Presidente da Câmara Municipal de Viseu. Em aniversário de data redonda, Almeida Henriques garante que todos os domingos serão bons para feirar em família e deixa o convite a todos os viseenses e amigos de Viseu a feirar, de 11 de agosto a 17 de setembro. E você, caro leitor, já aceitou o convite do autarca viseense?


As fotografias constantes deste artigo foram gentilmente cedidas por Lenine Cunha


À conversa com

LUISA ROCHA

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Há sempre uma carga emocional acrescida quando faço concertos para as comunidades portuguesas.

V

em a Toronto para partilhar o seu fado com o público, mas acima de tudo para homenagear um dos grandes nomes do fado português – Amália Rodrigues – “a minha professora da alma”, por quem se deixou encantar, como confessa. Luísa Rocha é um dos nomes seguros do fado em Portugal e encaixa que nem uma luva na Gala do Fado de homenagem a Amália, organizada pelo Clube Português de Mississauga, agendada para o próximo dia 7 de outubro. Mas nem só do universo Amaliano se fez o seu contacto e percurso no campo do Fado, ela que começou a cantarolar fado aos cinco anos de idade. “Nas minhas referências podemos encontrar uma grande diversidade de fadistas e músicos que contribuíram para o meu crescimento artístico”, sublinha a fadista portuguesa. Em 2002, após uma paragem de vários anos, motivada por um problema de saúde, recomeçou, no Museu do Fado, a ensaiar com o grande fadista António Rocha. A partir daí, a participação em concursos de fado e convites para participações em projetos musicais avolumam-se. Depois de uma pequena participação, em 2008, no filme Amália - O Filme, de Carlos Coelho da Silva, no papel da fadista Ercília Costa, onde é a única fadista a dar voz a um fado, Luísa Rocha lança em 2011 o CD Uma Noite de Amor. Quatro anos passados, em setembro, é lançado “Fado Veneno”, um disco produzido por Carlos Manuel Proença, que inclui poemas de Maria de Lourdes de Carvalho, José Carlos Malato, Gonçalo Salgueiro e Nuno Miguel Guedes, entre outros. Nesta sua viagem a este lado do Atlântico, a fadista portuguesa faz-se acompanhar por um grupo de profissionais que inclui o guitarrista Guilherme Banza e o apresentador de televisão e locutor de rádio português José Carlos Malato, autor da letra de “Fado Veneno”, o título que dá nome ao seu último álbum. No horizonte está já um novo trabalho, como revela a fadista: “Estamos a trabalhar no próximo álbum, um álbum ao vivo, gravado na minha zona de conforto, o “Fado em Si”, casa de fados onde canto em Lisboa”. Mostrando o seu profundo respeito e admiração pela diáspora portuguesa espalhada pelos quatro cantos do mundo – “Há sempre uma carga emocional acrescida quando faço concertos para as comunidades portuguesas” -, Luísa Rocha deixa o convite à comunidade portuguesa de Toronto (Canadá) para que venha assistir a um concerto que “será certamente muito emotivo, mas também cheio de alegrias e de grande partilha”. E garante: “Eu, o Guilherme Banza, Rogério Ferreira, Frederico Gato e o José Carlos Malato estamos a preparar um concerto cheios de surpresas. Não faltem!”


Revista Amar - No próximo dia 7 de outubro vai estar na área metropolitana de Toronto para atuar na Gala do Fado de homenagem a Amália, organizada pelo Centro Cultural Português de Mississauga. Como está a preparar esta vinda ao Canadá? Luísa Rocha – “Singularidade em cada concerto em cada atuação é uma das características que quero sempre preservar. Há um alinhamento definido que na maioria das vezes vou alterando durante o espetáculo. O fado é uma partilha com público e essa genuinidade não quero nunca perder independentemente de estar em palco ou nas típicas casas de fado, o conceito é diferente, mas o objetivo é sempre o mesmo, que o fado aconteça.”

“

RA - Esta é uma excelente oportunidade para homenagear um dos nomes do fado que mais a influenciaram, certo? LR – “Encantamento, é o que sinto por Amália Rodrigues. A minha professora da alma. A perfeição do seu canto, o timbre, a voz, o bom gosto, a inteligência são absolutamente arrebatadores, mas a forma como nos leva para outra dimensão é extraordinariamente única e divinal.” RA - Para além deste grande nome do fado, que outros os artistas/músicos a têm influenciado ao longo da sua carreira? LR – “Nas minhas referências podemos encontrar uma grande diversidade de fadistas e músicos que, muito contribuíram para o meu crescimento artístico. Vou apenas lembrar alguns porque a lista é imensa. Carlos Zél, Maria Teresa Noronha, Maria José da Guia, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Maria da Nazaré entre muitos outros.”

O fado é uma partilha com público e essa genuinidade não quero nunca perder independentemente de estar em palco ou nas típicas casas de fado, o conceito é diferente, mas o objetivo é sempre o mesmo, que o fado aconteça.

Foto © Martins Photography

RA - Ao que tudo indica, também virá José Carlos Malato, autor da letra de “Fado Veneno” ... LR – “Fado Veneno, o título que dá nome ao meu último álbum, escrito por José Carlos Malato de quem me farei acompanhar à semelhança de outros concertos. A sua presença, profissionalismo, amizade e cumplicidade é uma mais valia na nossa forma de apresentar este concerto. O balanço é extremamente positivo não só pela crítica como pela reação sempre carinhosa por parte do público.”

Foto Márcia Filipa Moura Foto ©© Márcia Filipa Moura

RA - Vem acompanhada por Guilherme Banza, um excelente guitarrista que tem acompanhado muitos outros fadistas. Ele esteve cá em janeiro a acompanhar o Gonçalo Salgueiro. Com ele em palco, o fado torna-se mais fácil? LR – “A cumplicidade entre os músicos e o fadista é fundamental. O Guilherme Banza, distingue-se pelo seu estilo muito próprio, característica dos grandes músicos, uma das maiores conquistas de qualquer artista, encontrar a sua própria identidade. Não se torna monótono cantar acompanhada pelo Guilherme Banza pela simples razão de ser um músico que não se limita à cópia certa e eficaz que cumpre sempre o objetivo, a que aparentemente resulta. Para além de um excelente executante ele é acompanhador, ou seja, estabelece através da forma como toca uma conversa musical dependendo da forma e do estado de espírito do canto de cada um. A verdade do fado está na capacidade de nos entregarmos tal como somos, despirmo-nos de preconceitos e darmos tudo o que há em nós a esta paixão pela música. Esta é uma das características que mais nos une musicalmente, a verdadeira entrega para que tudo seja o mais simples possível nesta verdadeira complexidade a que chamamos fado...”


RA - Quase dois anos depois do lançamento do disco Fado Veneno, em setembro, qual o balanço que faz da receção deste trabalho pela crítica e principalmente por parte do público? LR – “É muito gratificante termos reconhecimento, é um incentivo para dar continuação ao nosso trabalho. Internacionalmente tive a honra e o privilégio de ver o “Fado Veneno” ser lançado na íntegra pela prestigiada BBC que depois de ter conhecido e divulgado o meu primeiro álbum me fez esta magnífica proposta. Durante estes dois anos foram muitos os países onde levámos o nosso fado, sempre muito bem-recebidos, o que nos deixa muita vontade de continuar a trabalhar e de voltar.” RA - Há alguma novidade para breve? LR – “Estamos a trabalhar no próximo álbum, um álbum ao vivo, gravado na minha zona de conforto o “Fado em Si”, casa de fados onde canto em Lisboa. Vamos trazer novidades e vamos trazer também muitos dos temas celebrizados pelas minhas grandes referências, independentemente de hoje ter um repertório próprio estes temas fazem parte de mim também.” RA - Muitos procuram caracterizar o seu fado, mas nada melhor do que o próprio fadista para explicar o que o fado representa. Aceita fazê-lo? LR – “O fado representa a minha forma de estar na vida. Talvez quem me tente caracterizar através do meu canto o consiga fazer com mais exatidão. Muitas são as vezes em que tento ver-me de dentro para fora na tentativa de entender o meu fado, a minha paixão; não tenho essa capacidade, explicar o que é o fado será o mesmo que tentar explicar o que é uma paixão, há coisas que não se explicam, sentem-se!” RA - Chegou a dizer que se o fado atravessa um bom período, foi porque as gerações anteriores trabalharam e acreditaram que era possível. Podemos afirmar que tudo é agora mais fácil para esta nova geração de fadistas? LR – “Sim, afirmo e continuo a dizer que as gerações anteriores, trabalharam, persistiram e acreditaram na continuação do fado em tempos muito difíceis, difíceis em termos de respeito e reconhecimento pela canção que define grande parte da nossa cultura, foram eles que se fizeram ouvir. Nós temos a grande responsabilidade de dar continuidade ao trabalho por eles desenvolvido. Hoje é fácil sentir esse respeito pelo fado, porque eles o conseguiram. Agora as dificuldades no caminho de cada um, continuam...” RA - E o que mudou quando o Fado foi declarado pela UNESCO, Património Cultural Imaterial da Humanidade? LR - Houve sem dúvida uma grande mudança, um aumento de concertos, quer em Portugal, quer no estrangeiro; passaram a organizar-se festivais de fado em várias cidades do mundo; passou a ser possível visitar, em cidades como Paris, Madrid, Buenos Aires ou Seul, exposições temporárias ligadas ao fado, e passou a estar acessível em todo o mundo um roteiro virtual de fado a partir do site do Museu do Fado. Entre muitas outras iniciativas que trouxeram com elas uma aproximação do público em geral, mas principalmente dos portugueses.”


RA - Quando percebeu que o fado era o caminho artístico que queria seguir? LR – “A minha paixão pelo fado, surgiu quando ainda era muito menina, não consigo ter bem a noção exata se escolhi este caminho ou se foi o caminho que me escolheu a mim, de qualquer forma não quero outro...” RA - Já lá vão uns aninhos, mas quão especial foi para si a participação no filme Amália - O Filme? LR – “Foi uma experiência fantástica, é possível que se venha a repetir. Quem sabe desta, num filme com o nome da personagem que representei, Ercília Costa.”

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Há muita gente nova a cantar, talvez haja mais mulheres que homens, mas isso é irrelevante o fado não tem sexo, é como os anjos, apenas tem alma.

RA - O universo feminino que canta o fado parece estar em forte crescimento. O que atrai uma jovem rapariga a cantar fado e como ela encara a concorrência em Portugal? LR – “O fado é um género musical apaixonante, é muito fácil de nos identificarmos nas letras que ouvimos cantar, aliado à forma de canto e às melodias envolventes do fado. Há muita gente nova a cantar, talvez haja mais mulheres que homens, mas isso é irrelevante. O fado não tem sexo, é como os anjos, apenas tem alma. Sempre houve e vai continuar a haver fadistas que por um motivo ou outro, conseguem uma exposição pública ou uma carreira com mais visibilidade. Para mim não significa que se é melhor ou pior, visibilidade não é sinónimo de qualidade, há fadistas que, por opção até, não querem fazer carreiras internacionais, preferem a intimidade das casas de fado ou seja na minha modesta opinião não devemos viver na arte com ansiedade artista, a concorrência é saudável quando vivida no sentido da evolução e não da posição.”

Fotografias gentilmente cedidas por Luísa Rocha


RA - Assistimos a cada vez mais tentativas de modernizar, inovar ou dar uma roupagem diferente ao fado. Como analisa essa tendência e até que ponto pode prejudicar a “pureza” desta canção nacional? LR – “A evolução é um caminho natural, não me choca a inovação preservando e conhecendo a tradição. Amália Rodrigues foi a cantora mais experimentalista, sendo sempre o expoente máximo do fado.” RA - Quem é a Luísa Rocha fora do Fado? Sobra-lhe algum tempo para o lazer e para a vida familiar? LR – “Amo o fado, mas a minha grande prioridade é a família. Tento gerir o tempo de forma a nunca prejudicar a estabilidade emocional dos que amo.” RA - Para a comunidade portuguesa de Toronto que não conhece tão bem a fadista Luísa Rocha, como é que se apresenta? LR – “Há sempre uma carga emocional acrescida quando faço concertos para as comunidades portuguesas. Tenho por elas o mais profundo respeito e admiração. Espero que a comunidade portuguesa de Toronto se junte a nós para um concerto que será certamente muito emotivo, mas também cheio de alegrias e de grande partilha. Eu, o Guilherme Banza, Rogério Ferreira, Frederico Gato e o José Carlos Malato estamos a preparar um concerto cheios de surpresas. Não faltem!”

RA - Uma mensagem final que queira deixar antes do espetáculo em terras canadianas, no início do outono. LR – “Gostaria de salientar a importância das Comunidades Portuguesas para a projeção de Portugal no mundo. Agradecer o convite ao Clube Português de Mississauga, ao seu presidente António de Sousa e sua esposa Luísa de Sousa, não esquecendo o nosso querido amigo Eduardo de Barros por todo o empenho, atenção e carinho dedicado à divulgação do nosso fado. O Clube Português de Mississauga tem tido um papel indispensável na divulgação da nossa identidade e cultura. Até breve.”


O

que levou considerável número de ufólogos a se manter convicto na demorada e tortuosa busca acerca da existência de seres extraterrestres e naves espaciais? Por que tamanha resistência em lutar por uma causa que atraiu mais desvantagens pessoais do que benefícios - diagnósticos psiquiátricos foram estabelecidos a partir de tal tema, por exemplo - ao considerar o estigma tatuado em cada profissional que investiu na pesquisa e na formulação de hipóteses inerentes? O que pode explicar tamanha tenacidade investigativa? Analisando o esforço empregado durante décadas a fio e as recentes revelações por parte dos governos ao redor do mundo, é possível apontar uma causa tão antiga quão aliada do ser humano na sua jornada pela sobrevivência: encontrar a verdade! Doa a quem doer. Não obstante, há o espírito aventureiro, a curiosidade pessoal e a poderosa expectativa de se alcançar êxito incomum, haja vista uma descoberta ufológica trazer consigo, forçosamente, uma revisão profunda dos conceitos que se formaram até hoje sobre vida alienígena e convivência cósmica.

Imagem By Lonely @ Shutterstock

Evidências gerais e análise correspondente Se há 13,7 bilhões de anos, conforme é descrito pela Teoria do Big Bang, o universo iniciou-se e desde então continua a se expandir continuamente, e isso deu margem a constituição do planeta Terra há 4,5 bilhões de anos, e posteriormente sua adequada condição atmosférica e outras composições químicas propícias viabilizaram o surgimento e desenvolvimento evolutivo da biologia, culminando na imensa e atual diversidade de espécies, diversidade genética e diversidade de ecossistemas, pergunta-se (muitos já o fizeram): Por que haveria de existir vida somente aqui? Mais: de acordo com os achados paleoantropológicos (fósseis de hominídeos estudados cientificamente através de métodos como o C-14), o Homo sapiens (categoria a que pertencemos) surgiu e vem se desenvolvendo há 190.000 anos aproximadamente, cujo cérebro evoluiu a ponto de hoje podermos discutir a questão ufológica em pauta, é devido questionar se outros mundos existentes no Cosmos já não abrigam espécies mais inteligentes em razão de sua existência ter-se dado antes de nós, quem sabe há 500.000 anos, ou 1 milhão de anos, ou mais... Faria imensa diferença na escala evolutiva ao refletir, obrigatoriamente, a respeito das consequências orgânicas, tecnológicas, sociais e espirituais de tais possibilidades, não acha? Evidências específicas ufológicas Se antes os ufólogos passaram por dificuldades incalculáveis (os obstáculos ainda são significativos) para conseguir obter um indício, uma prova consistente acerca dos discos voadores, dos seres que habitam fora daqui, dos possíveis contatos já realizados com humanos etc, agora, todavia, tais profissionais podem contar com a volumosa quantidade de documentos despejados por alguns governos do globo. Relatórios militares com nomes dos entrevistados (e seus dados pessoais) que avistaram naves estranhas ou mantiveram contato com seres alienígenas, descrição do evento, acompanhados de fotos ou desenhos descritivos, além das observações complementares assinadas por pessoas idóneas e de destacada ocupação em um determinado cargo dentro do governo, traz credibilidade e abona o trabalho há muito empreendido pelos ufólogos. É claro que não resolve de vez a questão, mas é um salto qualitativo que se imprime a quantidade de energia, tempo e dinheiro gastos nas últimas décadas sem qualquer apoio além das próprias forças e da vigorosa tentativa de superar a impositiva limitação das evidências.


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Velas

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