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Maior projeto de transformação urbana da Zona Oeste de São Paulo inicia nova fase com o lançamento de mais dois condomínios residenciais: Garden Design e Nova Vivere





o longo de décadas dedicadas ao mercado imobiliário, aprendemos que incorporar significa, acima de tudo, gerar valor para as pessoas e para as cidades onde atuamos. Foi com esse propósito que a Helbor nasceu, em Mogi das Cruzes, cidade que guarda nossas origens e segue sendo a nossa casa, e que também possibilitou levar nossa marca a mais de 30 municípios pelo Brasil.
Nesta edição, temos muito a celebrar. Em nossa matéria de capa, trazemos o Garden Design e o Nova Vivere, situados na Vila Anastácio, em São Paulo, onde seguimos desenvolvendo empreendimentos que compõem o complexo imobiliário Caminhos da Lapa, em parceria com a Tegra. Em Panorama, apresentamos dois lançamentos em Mogi das Cruzes: o Helbor Parque Clube
Ipoema e o inovador Helbor Neo Concept, desenvolvido sobre o Mogi Shopping, centro comercial com 34 anos de história e que é um marco local. Lançar um projeto dessa magnitude na cidade onde tudo começou tem um significado especial para nós. E é ainda mais importante quando vemos que todas as suas unidades já foram vendidas na planta.
E registramos com orgulho nossas entregas recentes na Grande São Paulo: Helbor Patteo São Bernardo, Helbor New Patteo Osasco e Figueira Leopoldo, que agora fazem parte da trajetória de várias famílias.
Como sempre, reservamos espaço a temas que contribuem para o dia a dia nas editorias de Design, Turismo, Bem-Estar, Saúde, Esporte, Moda e Pets.
Aproveite cada página desta edição.

Henrique Borenstein, Presidente do Conselho de Administração da Helbor
Conselho Editorial
Henrique Borenstein | Fundador
Henry Borenstein | CEO
Fabiana Lex | Diretora de Marketing
Marcelo Bonanata | Diretor de Vendas
Luciana Barros | Marketing
Milena Faustino | Marketing
Laíla Kamegasawa | Comunicação
A Revista Helbor é uma publicação da RAC Mídia Editora.
Publisher
Rodrigo Cunha
Jornalista responsável
Tarcila Ferro (MTB 42110) tarcila@racmidia.com.br
Edição
Heloísa Cestari
Textos
Heloísa Cestari e Miriam Gimenes
Designer
Mariane Jayne
Revisão
Lourdes Maria Rivera
Imagem de capa Reprodução/ Helbor
RAC Mídia Editora Ltda - ME (tel.: 11 98145-7822). A RAC Mídia não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios veiculados. A editora se isenta de quaisquer danos diretos e/ou indiretos causados a terceiros, advindos da exibição dos anúncios em desacordo com as Leis Criminal, Civil e do Código Brasileiro de Defesa do Consumidor.
As imagens de perspectiva artística dos empreendimentos apresentadas nesta revista estão sujeitas a alterações.
Revista impressa em maio de 2026.
Confira as principais aberturas, celebrações e novidades ao redor do mundo.
8 DESIGN 1
Maximalismo ganha novos significados, propondo uma imersão sensorial
12 DESIGN 2
Plantas assumem o protagonismo na decoração e impactam o bem-estar


Caminhos da Lapa: maior projeto de transformação urbana da Zona Oeste de São Paulo lança mais dois condomínios residenciais
• Helbor Parque Clube Ipoema
• Helbor Neo Concept
• Figueira Leopoldo
• Helbor Patteo São Bernardo
• Helbor New Patteo Osasco

Uma jornada pelos cenários únicos da Rota das Emoções


Viaje pelas 16 cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 no México, Canadá e Estados Unidos
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A edição 2026 do Guia Michelin marca um capítulo histórico para o Brasil, consolidando o país no mapa da alta gastronomia mundial. Pela primeira vez, restaurantes brasileiros alcançaram a cobiçada classificação máxima de três estrelas, com Evvai e Tuju liderando esse feito inédito na América Latina. Logo abaixo aparecem os congratulados com duas: D.O.M, em São Paulo, e Oro e Lasai, no Rio de Janeiro. Ao todo, 24 estabelecimentos receberam estrelas, todos localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro, as duas cidades avaliadas pela publicação. Além do topo da premiação, o guia ampliou sua seleção com novas casas e reconhecimentos, incluindo estreias e a expansão da categoria Bib Gourmand, voltada ao melhor custo-benefício.

A Catalunha vive, em 2026, um ano de reverência à memória de Antoni Gaudí (1852-1926), cujo centenário de morte mobiliza uma ampla agenda cultural. Em Barcelona, ícones como a Sagrada Família, o Parque Güell e a Casa Batlló recebem exposições especiais, concertos e visitas guiadas temáticas que exploram o legado do arquiteto modernista. Instituições culturais também promovem debates, mostras imersivas e roteiros urbanos que revelam facetas menos conhecidas de sua obra e espiritualidade. A programação se estende por toda a região, reforçando o papel de Gaudí como símbolo da identidade catalã e atraindo visitantes de todo o mundo para redescobrir sua arquitetura singular, marcada por formas orgânicas, cores vibrantes e estruturas sustentáveis, em profunda conexão com a natureza.


Um ranking global da TheArtNewspaper revelou os 100 museus mais visitados do planeta em 2025. As três primeiras colocações são ocupadas pelos gigantes Louvre (França), Museus do Vaticano e British Museum (Reino Unido). O Brasil marcou presença com quatro representantes na lista: MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), os acervos do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte (MG) e a Pinacoteca de São Paulo.

Novas atrações nos parques da Flórida
Uma onda de novidades promete animar a temporada de verão nos parques temáticos da Flórida (EUA). Em Walt Disney World, o destaque é a abertura de novas áreas e atrações, como o The Magic of Disney Animation, além da retematização de clássicos como a montanha-russa Rock ‘n’ Roller Coaster, que agora ganha versão inspirada nos Muppets. O Legoland lançou a Lego Galaxy, cheio de experiências interativas para toda a família. Já no Universal Orlando Resort, o recente parque Epic Universe segue como principal motor de inovação, com espaços imersivos dedicados a franquias como Super Nintendo e Harry Potter. Outros complexos também terão novas experiências com personagens, eventos e ao menos duas dezenas de atrações inéditas ao longo do ano.
Cada estação revela uma atmosfera distinta na Suíça. Essa diversidade natural, aliada a uma infraestrutura de transporte altamente eficiente e a um conceito de luxo mais discreto, permite explorar montanhas, cidades e cultura de forma integrada e exclusiva. Nesse contexto, diversas aberturas e projetos deverão reforçar ainda mais a oferta turística. No Oberland Bernês, a conclusão do projeto Schilthornbahn 20XX reduzirá em cerca de 30 minutos o acesso ao Schilthorn, com conexões mais diretas e maior conforto. Já em Engelberg, o Monte Titlis acaba de ganhar uma torre panorâmica de arquitetura contemporânea, ampliando as experiências em altitude. Outro destaque é o Grande Tour de Trem, que agora conta com um aplicativo interativo, além da inauguração de grandes hotéis em vários cantões do país.



100 anos da Rota 66
Uma das estradas mais famosas do planeta ganhou um novo marco simbólico. A Rota 66, nos Estados Unidos, agora se inicia oficialmente no Navy Pier, em Chicago, às margens do Lago Michigan. A mudança faz parte das comemorações pelo centenário da lendária mother road, que impulsiona festivais, exposições e a revitalização de trechos históricos, com destaque para a restauração de letreiros, motéis vintage e diners icônicos. Ao longo do ano, museus e centros culturais apresentam mostras inéditas sobre o impacto da rodovia no estilo de vida norte-americano, enquanto eventos automobilísticos reúnem carros clássicos e entusiastas do mundo todo. O trajeto – que já inspirou diversos roteiros de cinema – tem 2.448 milhas (cerca de 3.940 km) e atravessa oito estados do país: Illinois, Missouri, Kansas, Oklahoma, Texas, Novo México, Arizona e Califórnia.







Entre cores, texturas e memórias, o maximalismo transforma a casa em um espaço de personalidade e experiências
Esqueça a ideia de que menos é sempre mais. Embora o clean extremo tenha dominado a decoração nos últimos anos – e continue forte, com paletas de cores neutras e móveis um tanto contidos –, o maximalismo tem ganhado cada vez mais espaço entre as opções de décor. Muito além da mistura de cores, essa tendência valoriza estampas, texturas e objetos que dão expressão e personalidade aos ambientes. Eles ficam, literalmente, cheios de vida.
A verdade, segundo o arquiteto Marcelo Salum, é que esse estilo sempre existiu, mas ganhou novos significados nos últimos anos. “Depois de eventos traumáticos, como a pandemia, por exemplo, as pessoas passaram a desejar mais vibração, mais informação, mais vida dentro de casa”, explica.
Já para a arquiteta Carol Vilela, a tendência de hoje não trata de excesso, mas de propósito. “O novo maximalismo não é
sair colocando tudo. É saber exatamente o porquê de cada elemento estar ali”, afirma a especialista.
Essa mudança de perspectiva redefine até mesmo o conceito do “mais é mais”. Se antes a ideia podia ser associada à quantidade, agora ela se aproxima muito mais da qualidade das sensações proporcionadas pelo visual. “Você pode ter poucos elementos e, ainda assim, criar um espaço extremamente rico. O ‘mais’ está no conforto, na textura, na luz certa, no acolhimento”, diz Carol.
A busca por ambientes mais sensoriais também reflete uma necessidade atual. Em meio ao excesso de estímulos do dia a dia – telas, barulho, pressa –, a casa assume um novo papel. “É o único lugar onde você consegue desacelerar de verdade. As pessoas querem sentir conforto, não só ver um ambiente bonito”, explica a arquiteta. Tapetes mais espessos,
TENDÊNCIA SEGUE FORTE NOS PROJETOS DE INTERIORES EM 2026, MAS RESSIGNIFICADA PARA ALÉM DA COR, PROPONDO UMA IMERSÃO SENSORIAL E ACONCHEGANTE



EM ESPAÇOS MENORES, VALE
PRIORIZAR
CORES MAIS
CLARAS NAS PAREDES E CONCENTRAR A OUSADIA EM MÓVEIS E
Em seus projetos, Salum combina elementos chamativos com contrapontos suaves, e recorre a princípios como proporção e simetria para garantir harmonia visual aos ambientes

tecidos macios, formas orgânicas e uma iluminação bem pensada ajudam a construir essa atmosfera de acolhimento.
Na prática, o maximalismo se traduz na mistura, sempre com intenção. Clássico e contemporâneo, móveis modernos dialogando com peças de antiquário, enquanto estampas, obras de arte e papéis de parede entram em cena para enriquecer o visual. Ainda assim, nada é aleatório. “Às vezes, o projeto nasce de um tecido. A partir dele, vou trazendo outros elementos, sempre pensando no conjunto”, conta Salum.
O equilíbrio, aliás, é essencial para que o resultado não se torne visualmente cansativo. “O segredo não é diminuir, é saber organizar melhor”, reforça Carol. Para tanto, definir uma paleta, repetir materiais e criar respiros visuais são estratégias importantes. Salum complementa: elementos chamativos pedem contrapontos mais suaves, e princípios como proporção
e simetria – sofá com encosto na mesma altura das poltronas, por exemplo – são fundamentais para garantir harmonia.
Outro ponto ressaltado nesta tendência é o protagonismo da individualidade. Assim como na moda, a casa deve refletir quem a pessoa é. “Se alguém gosta de misturar estampas ousadas e se sente bem com isso, está tudo certo”, afirma Salum. O décor,nesse sentido, é uma extensão da identidade.
Apesar do avanço do maximalismo, ainda há barreiras culturais, especialmente no Brasil. Segundo Salum, existe um certo receio no uso das cores, influenciado pela herança modernista, que primou por uma estética mais neutra. Em contrapartida, países latino-americanos como México, Peru e Bolívia exploram tons vibrantes com mais naturalidade, algo que tem sido visto em eventos do setor.

Também não há limitações quanto ao tipo de moradia: o maximalismo pode ser aplicado tanto em casas amplas quanto em apartamentos compactos. Nesses casos, a palavra-chave é estratégia. “Não é sobre colocar mais, é sobre escolher melhor”, orienta Carol. Trabalhar camadas por meio de texturas, investir em iluminação e apostar em poucos elementos, mas com presença, são boas alternativas. Salum reforça que, em espaços menores, vale priorizar cores claras nas paredes e concentrar a ousadia em móveis e objetos.
A funcionalidade também não pode ser deixada de lado. Peças robustas e marcantes ganham destaque, mas precisam fazer sentido no dia a dia. “Se não funciona, não entra. Senão, vira só um objeto bonito no caminho”, alerta Carol. Nesse processo, o olhar técnico é crucial para evitar que o maximalismo seja confundido com acúmulo. “Sem curadoria, vira bagunça. Com o projeto, parece natural”, completa. Para quem deseja aderir à tendência, o caminho pode e deve ser gradual. Uma parede colorida, um tecido marcante, objetos decorativos ou até um lavabo mais ousado podem ser pontos de partida. “É como provar uma comida nova: você vai aos poucos. No maximalismo é a mesma coisa”, conclui Salum.
Objetos decorativos ou até um lavabo mais ousado – como este, projetado por Carol Vilela –podem servir de ponto de partida para uma adoção gradual do maximalismo em casa
Plantas deixam de ser detalhe e passam a ocupar o centro dos ambientes, criando espaços mais vivos, acolhedores e cheios de significado
Dizem que quem coloca um vaso de planta em casa dificilmente para no primeiro. Em um piscar de olhos, tudo se transforma. O que era apenas um detalhe vira paixão e, em pouco tempo, o espaço ganha ares de “floresta”. Mais do que acumular espécies, no entanto, o segredo está em saber cultivá-las para que cresçam saudáveis e mostrem toda sua beleza.
Conhecida como urban jungle – na tradução, “selva urbana” –, essa tendência na decoração parte da ideia de que quanto mais plantas, melhor. “Ela surgiu como uma forma de suprir a falta de natureza nos espaços urbanos e no nosso dia a dia. Com o tempo, virou um estilo de vida”, afirma a arquiteta Vivian Munerato, ressaltando que o conceito está diretamente ligado ao autocuidado e ao bem-estar. “Além de contribuírem para a purificação
do ar, as plantas ajudam a regular o sono, estimulam a criatividade e promovem uma sensação de calma.”
Para os adeptos desse estilo de décor, o vínculo com o verde vai além do senso estético ou das sensações que desperta: é afeto genuíno. A arquiteta Silvia Aguiar é um exemplo disso. Sua relação com as plantas vem da infância, influenciada pela mãe. “Ela sempre teve muitas plantas e conversava com elas, coisa que eu também faço hoje. Dou beijo, elogio”, conta.
Silvia vive em um apartamento do tipo Garden no complexo Caminhos da Lapa, em São Paulo, e transformou o espaço em um refúgio natural. “Queria ter um quintal, muitas plantas, trazer os passarinhos. Outro dia vi um beija-flor e fiquei emocionada”, lembra. Para ela, o urban jungle não é só uma tendência, mas uma forma de conexão com a natureza no dia a dia.
AS PLANTAS IMPACTAM DIRETAMENTE O BEM-ESTAR




Mais do que uma escolha estética, a presença do verde dentro de casa está ligada ao conceito de biofilia: necessidade inata do ser humano de conviver com a natureza. “As plantas trazem personalidade e aconchego, mas também podemos trabalhar com elementos naturais, texturas, formas e iluminação que remetem ao ambiente externo”, explica Vivian.
Essa integração entre interior e exterior também orientou o projeto de Silvia: “A ideia era ampliar os limites do dentro e fora; fazer com que a casa invadisse o jardim e o jardim invadisse a casa, criando um universo particular”. O resultado é um lar mais sensorial e vivo, onde o morar se mistura com o sentir.
Assim, as plantas assumem um papel central na decoração. Além de conferir textura, profundidade e vida aos ambientes, elas impactam diretamente o bem-estar. No dia a dia, isso se traduz em pequenas experiências. “Abrir a porta e ver o verde me traz paz. Ouvir o som da irrigação lembra o quanto é bom estar perto da natureza”, diz Silvia.
Pensar o paisagismo dentro de casa pede que se observem fatores como incidência de luz, ventilação, umidade e até a rotina do morador. “É entender como a casa se comporta ao longo do dia e das estações. É quase como uma dança: precisamos estar alinhados com nosso parceiro para cada movimento sair sem um pisar no pé do outro”, compara a especialista.
É por isso que, mesmo apaixonada por plantas, Silvia optou por contar com ajuda profissional para estruturar seu espaço. “Gosto, mas sei das minhas limitações. Busquei um paisagista para escolher as espécies mais adequadas à insolação, e pedi um jardim com plantas da Mata Atlântica e frutas silvestres”, conta. Para ela, existe também uma diferença clara entre decorar com plantas e viver um urban jungle. “Decorar é tratar a planta como objeto. Viver é cuidar, criar vínculos. Quando você entende o que ela representa, não negligencia. Assim como existe mãe de pet, acredito que também existe mãe de planta”, conclui.
A escolha das espécies deve considerar não apenas o ambiente, mas também o estilo de vida de quem mora ali. “É preciso pensar na rotina, na disponibilidade para cuidados e na relação que a pessoa quer ter com as plantas”, explica Vivian. Para quem tem uma rotina mais corrida, algumas espécies são mais indicadas por sua resistência, como pacová, zamioculca e espada-de-são-jorge, que exigem pouca manutenção e toleram intervalos maiores entre as regas. Paisagista estruturou o quintal da arquiteta Silvia Aguiar, no condomínio Reserva Caminhos da Lapa, com espécies da Mata Atlântica adequadas ao sol pleno
Apesar do apelo visual, criar uma floresta urbana exige planejamento. Há uma diferença importante entre escolher plantas apenas pela aparência e desenvolver um projeto paisagístico completo para interiores. “Quando não conhecemos as espécies, acabamos escolhendo só pela estética, e nem sempre aquela planta é adequada para aquele espaço”, alerta Vivian.
Também é importante considerar em qual local da casa a planta será mantida. Ambientes úmidos, como banheiros, favorecem samambaias e avencas. Já salas e varandas bem iluminadas contam com mais opções. Vivian recomenda para estes espaços ficus, guaimbê, costela-de-adão e clúsia, que devem ser regadas de uma a duas vezes na semana.
Excesso de água e falta de ventilação são os erros mais comuns no cultivo. “Com sacadas fechadas e muita rega, o ambiente pode virar uma estufa, favorecendo fungos”, alerta Vivian. Por isso, observar o comportamento de cada planta em relação a fatores como luz, umidade e frequência de rega é essencial para que elas se mantenham vivas.
Esse cuidado contínuo, aliás, ajuda a explicar por que o urban jungle vai muito além de uma tendência estética, apontando diretamente para uma mudança na forma como nos relacionamos com o lar. “Ele vem crescendo há anos e ganhou ainda mais força depois da pandemia, quando as pessoas passaram a valorizar mais a natureza e o bem-estar dentro de casa”, analisa Vivian.
Para quem deseja começar, o conselho é simples: basta observar, ter paciência e respeitar o tempo das plantas. “É preciso aprender com elas”, aconselha Silvia. Quando esse vínculo se estabelece, a história costuma se repetir e essa paixão dificilmente termina no primeiro vaso.

Estilo contribui para a purificação do ar, ajuda a regular o sono, estimula a criatividade e promove uma sensação de calma dentro de casa


PROJETO PREVÊ A ENTREGA DE 11 CONDOMÍNIOS INDEPENDENTES, CONECTADOS POR 1,3 KM DE RUA-JARDIM

Depois de redefinir a Vila Anastácio em um dos maiores projetos de transformação urbana da Zona Oeste de São Paulo, o complexo
Caminhos da Lapa inicia nova fase com o lançamento de mais dois empreendimentos residenciais
Há dez anos, o complexo Caminhos da Lapa vem revolucionando o modo de viver na Zona Oeste de São Paulo com cinco condomínios independentes já entregues, soluções inovadoras, áreas de lazer, comércio e conveniência. Tudo conectado pela inédita rua-jardim: um boulevard pensado para todo o bairro, com 1,3 km lineares arborizados. Desenvolvido pela Helbor em parceria com a Tegra e a Toledo Ferrari, esse ecossistema único inicia agora uma nova etapa em sua história com o lançamento de mais dois empreendimentos residenciais: Garden Design e Nova Vivere. Implantado na antiga área fabril da Vila Anastácio, onde antes havia apenas galpões abandonados, o
complexo ocupa uma área total de 121,5 mil m² e foi estruturado em fases sucessivas, permitindo que a ocupação se desse de maneira progressiva. O resultado é uma nova centralidade urbana ao articular moradia, comércio e espaços públicos em uma lógica de bairro planejado – algo ainda raro na metrópole. Obras públicas de infraestrutura para melhoria da mobilidade também prometem incrementar o interesse na região.
Entre os primeiros marcos do complexo estão o Caminhos da Lapa Home Club e o Condomínio Jerivás, responsáveis por inaugurar o conceito de condomínio-clube associado à gentileza urbana.


Na sequência, o Elo Caminhos da Lapa e o Elo Duo Caminhos da Lapa consolidaram a vocação do projeto para unidades compactas e contemporâneas, acompanhando a transformação do perfil habitacional da região.
Já o Reserva Caminhos da Lapa – o mais recente empreendimento entregue no complexo – elevou o padrão do conjunto ao introduzir tipologias maiores e uma infraestrutura de lazer mais robusta, alinhada à crescente valorização imobiliária da Lapa.
A maturidade do projeto se evidencia com os últimos dois lançamentos – Garden Design e Nova Vivere –, que reforçam o seu caráter evolutivo, incorporando tendências contemporâneas como coliving, espaços híbridos de trabalho e maior
integração entre arquitetura e paisagismo. E o complexo mantém-se em constante desenvolvimento: a expectativa é de que 11 empreendimentos totalmente independentes sejam entregues até sua conclusão.
Nenhum elemento chama mais atenção, no entanto, do que a primeira rua-jardim de São Paulo, que transformou a Rua Fortunato Ferraz em um agradável boulevard com infraestrutura para pedestres, ciclistas e comércio (de restaurante a farmácia e lavanderia), introduzindo um novo paradigma urbano à região.
Essa espinha dorsal paisagística não apenas organiza o território, interligando os condomínios, como também redefine a
COMPLEXO CONSOLIDA
UMA NOVA
CENTRALIDADE
URBANA AO ARTICULAR MORADIA, COMÉRCIO E ESPAÇOS PÚBLICOS
EM UMA LÓGICA DE BAIRRO PLANEJADO

Elo Caminhos da Lapa reforçou a vocação do projeto para unidades compactas e contemporâneas, acompanhando a transformação do perfil habitacional da região
relação entre espaço privado e público, promovendo convivência e vitalidade urbana em meio a muito verde, praças, estações de exercícios, playgrounds e fachada ativa com opções de serviços e gastronomia aberta a todos: moradores e comunidade.
Para tanto, a via foi alargada e ganhou um canteiro central generoso, com palmeiras que dão monumentalidade ao projeto, além de espécies nativas, como os ipês amarelos, e plantas aromáticas. “A gente procurou trazer às calçadas muito sombreamento, ora rendilhado e delicado, ora denso, porque isso melhora a amplitude térmica, traz frescor, ventilação, amplia a qualidade ambiental e humana”, explica Benedito Abbud,
que assina o paisagismo de todo o empreendimento.
A rua também ganhou calçadas largas e piso intertravado, com diferenciação tátil, mobiliário urbano, iluminação de led, fiação subterrânea do lado esquerdo e uma nova sinalização viária. “Tudo junto para criar uma coisa que se chama beleza, que é uma função importante e faz parte do orgulho das pessoas de morar nesse lugar”, conclui o paisagista.
O resultado é uma intervenção urbanística icônica, concebida de acordo com as mais novas tendências do bem viver nas cidades e harmoniosamente integrada a um complexo de condomínios onde o morar, o trabalhar e o conviver se entrelaçam em escala humana.
CONCEBIDA DE ACORDO COM AS MAIS NOVAS TENDÊNCIAS
INTERNACIONAIS
DO BEM VIVER NAS CIDADES; É UMA
GENTILEZA
URBANA E, AO MESMO TEMPO, UM MODELO DE VIDA E DE CONVIVÊNCIA
PARA SÃO PAULO



Um refúgio privado onde o concreto se harmoniza à natureza, a rotina encontra o equilíbrio e o verde deixa de ser detalhe para assumir o papel de protagonista. Essa é a proposta do Garden Design Private Park Residence.
Para que o morador alcance o urbano sem abrir mão da vida ao ar livre, ressignificando sua relação com a metrópole e o próprio conceito de qualidade de vida, cada metro deste lançamento foi concebido com o intuito de unir o dinamismo da capital com a tranquilidade da natureza; o conforto do design contemporâneo com a leveza de um parque.
D esenvolvido por Benedito Abbud e Felipe Abbud, o paisagismo do Garden Design convida ao respiro
em um jardim feito para pausas, que alterna luz e sombra, aguça os sentidos e desperta as mais variadas sensações em espaços criados para estimular o convívio, o brincar e a autonomia em todos.
As áreas comuns concentram-se no térreo, que dispõe de infraestrutura para serviços (como delivery, sala de reuniões e bicicletário) e opções de lazer para todas as fases da vida. Para os mais novos, por exemplo, há desde espaço baby, playground, piscina infantil e brinquedoteca até jogos teen e um salão exclusivo para festas de adolescentes. Espaços gourmet e minimarket, praça externa, churrasqueira, sports bar, espaço pet e uma piscina com raia de 25 metros completam as instalações.



Com tanto verde ao redor, a sustentabilidade também se tornou uma premissa do projeto, que prevê infraestrutura para aquecimento solar e coleta seletiva de resíduos, ponto para carregador de carro elétrico, sensor de presença nos halls e um reservatório de reúso da água da chuva, entre outras soluções.
A metragem das 467 unidades varia de 61 m² a 78 m² (dois ou três dormitórios), todas com uma suíte, uma vaga na garagem e, claro, muito verde no entorno. Porque viver bem não é escolher entre cidade ou natureza. É integrar os dois.
TÊM AMBIENTES
INTEGRADOS, ACABAMENTO
NEUTRO E AMPLA
ENTRADA DE LUZ
NATURAL, ENQUANTO O PAISAGISMO CRIA
UMA NARRATIVA
VERDE QUE PERCORRE
TODAS AS ÁREAS
COMUNS E SUAVIZA A DENSIDADE TÍPICA DA METRÓPOLE
Também inserido no complexo Caminhos da Lapa, o Nova Vivere apresenta uma leitura contemporânea do morar paulistano ao articular arquitetura, paisagismo e bem-estar em um mesmo discurso projetual. Em fase de lançamento, o residencial reafirma a vocação da região como um polo de requalificação urbana que valoriza espaços abertos, mobilidade e qualidade de vida.
mais presente em projetos residenciais de alto padrão.
Internamente, as unidades seguem a lógica de plantas versáteis, com integração de ambientes, ampla entrada de luz natural e acabamentos neutros, que permitem personalização e diálogo com diferentes estilos de morar. Elas estão disponíveis em duas opções de tamanho: 72 m² (dois dormitórios, sendo uma suíte) e 105 m² (três dormitórios, com duas suítes). Em ambas, a relação com o exterior é valorizada por meio de aberturas generosas e varandas que ampliam a experiência espacial.


Perspectiva artística do delivery

A ideia do projeto é privilegiar a fluidez entre áreas construídas e livres, com um desenho que favorece a permeabilidade visual e a integração com o entorno. Desta forma, o paisagismo assume papel estruturante, criando uma narrativa verde que suaviza a densidade típica da metrópole. Espécies nativas e soluções de baixa manutenção foram adotadas não apenas como recurso estético, mas como estratégia ambiental, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.
Na arquitetura, o Nova Vivere aposta em linhas limpas e volumetria equilibrada, com fachadas que exploram variações de textura e ritmo. A composição evidencia uma busca por atemporalidade, evitando excessos formais em favor de uma elegância discreta.
Com opções de lazer que incluem fitness, pilates, piscina e quadra recreativa, as áreas comuns foram concebidas como extensões do espaço privado, com ambientes que estimulam convivência, contemplação e funcionalidade – uma tendência cada vez
Mais do que um empreendimento isolado, o Nova Vivere, assim como o “irmão” Garden Design, se insere em um contexto urbano planejado na Vila Anastácio, onde o desenho do bairro e a oferta de infraestrutura qualificam a vida cotidiana. Ao reunir arquitetura consistente, paisagismo sensível e soluções voltadas ao bem-estar, o projeto sintetiza uma visão contemporânea de habitar: mais conectada, mais verde e profundamente integrada à cidade para propor um novo jeito de viver.
É assim que, na confluência entre memória industrial e urbanismo contemporâneo, o Caminhos da Lapa emerge como um dos mais emblemáticos projetos de reconfiguração da Zona Oeste paulistana, combinando desenho urbano, diversidade tipológica e qualificação do espaço público de uma maneira única na região.



INSERIDA NO
DISTRITO DA LAPA, A VILA ANASTÁCIO TEM
SE CONSOLIDADO
COMO UM DOS
TERRITÓRIOS MAIS
PROMISSORES
PARA QUEM BUSCA
QUALIDADE DE VIDA
ALIADA À
MOBILIDADE URBANA
E AO DINAMISMO CULTURAL
A evolução do complexo Caminhos da Lapa acompanha as próprias transformações que têm redefinido a experiência urbana na Vila Anastácio. Nos últimos anos, a região tem passado por um momento singular de sua história: o encontro entre a memória industrial da Zona Oeste e uma nova vocação residencial, marcada por projetos contemporâneos, ruas arborizadas e uma crescente oferta de serviços, agora também respaldada por indicadores consistentes de valorização imobiliária.
Inserido no distrito da Lapa, o bairro tem se consolidado como um dos territórios mais promissores para quem busca qualidade de vida aliada à mobilidade urbana e ao dinamismo cultural. A
localização estratégica, com acesso facilitado à Marginal Tietê e às rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Castello Branco, posiciona a região como um eixo de conexão privilegiado dentro da metrópole, oferecendo acesso rápido tanto ao centro quanto ao interior paulista. Além disso, a presença da Estação Domingos de Moraes, da CPTM, permite deslocamentos mais fluidos no cotidiano.
Essa nova vocação se traduz em números. Levantamentos recentes do mercado indicam que o valor do metro quadrado na Vila Anastácio apresenta trajetória ascendente, com valorização de 8,7% nos últimos 12 meses. Dados que evidenciam o reposicionamento do bairro dentro do mapa imobiliário paulistano.
Mas os valores são apenas um indicativo no conjunto de fatores promissores. A paisagem da Vila Anastácio revela uma metamorfose consistente, onde a verticalização do skyline atrai um público que valoriza arquitetura, design e bem-estar, criando uma atmosfera que combina tradição (tem forte influência de imigrantes húngaros) com sofisticação emergente; e densidade controlada com ruas mais tranquilas – uma raridade em São Paulo.
Fotos com inserção dos empreendimentos do Caminhos da Lapa no endereço da Vila Anastácio



No dia a dia, a infraestrutura da Vila Anastácio atende com eficiência às demandas da vida moderna. A poucos minutos estão centros comerciais como o s shoppings Villa-Lobos, Bourbon e Tietê Plaza, que funcionam como extensões do morar contemporâneo, reunindo compras, gastronomia e lazer.
Para famílias, a oferta educacional é ampla, com instituições públicas e privadas nas proximidades, além de faculdades acessíveis em bairros vizinhos. Já na área da saúde, hospitais e clínicas especializadas garantem suporte e comodidade aos moradores, reforçando a sensação de autonomia em um bairro onde é possível resolver a vida a poucos minutos de casa. Outro ponto de destaque é o lazer. Perto da região residencial estão alguns dos mais emblemáticos
espaços verdes da cidade, como os parques Villa-Lobos, da Água Branca e Cidade de Toronto, que oferecem áreas para caminhadas, esportes e atividades culturais ao ar livre. Esses refúgios ampliam a sensação de equilíbrio entre vida urbana e natureza. Um privilégio cada vez mais raro em metrópoles densas e muito valorizado no atual mercado imobiliário.
A vida cultural também se faz presente no entorno. Equipamentos como o Tendal da Lapa e o Estação Ciência reforçam a vocação criativa da região, com programação que vai de exposições a oficinas e apresentações artísticas. A proximidade com a Lapa e a Vila Leopoldina amplia ainda mais o repertório, incluindo teatros e estúdios.
Esse conjunto – localização estratégica, infraestrutura consolidada, oferta cultural e valorização
consistente – ajuda a explicar por que a Vila Anastácio deixou de ser apenas um bairro de passagem para se tornar destino; um território onde a arquitetura contemporânea encontra terreno fértil para se desenvolver, e onde investir ou morar significa participar de uma transformação urbana em pleno curso.
A despeito de qualquer tendência, a valorização da Vila Anastácio reflete uma mudança de percepção: viver bem em São Paulo, hoje, passa pela escolha consciente de encontrar bairros que conciliem mobilidade, design, natureza e potencial de crescimento. E poucos lugares traduzem essa equação com tanta clareza quanto este enclave, onde a arquitetura contemporânea encontra espaço para florescer em meio a uma São Paulo em constante mutação.

Acesso facilitado à Marginal Tietê (ao lado) e a áreas verdes, como o Parque Villa-Lobos (abaixo), faz da região um eixo de conexão privilegiado dentro da metrópole

Perspectiva artística da piscina adulto


Perspectiva artística do espaço pet

Perspectiva artística da churrasqueira
Um novo capítulo na história do maior bairro planejado de Mogi das Cruzes, com ainda mais infraestrutura, mobilidade e bem-estar
Da origem ferroviária do distrito de Cezar de Souza à criação de um bairro planejado contemporâneo, a história do Ipoema reflete a própria evolução urbana de Mogi das Cruzes. Ao longo de diferentes fases – que resultaram na construção de casas, condomínios verticais e complexos residenciais integrados –, os empreendimentos da Helbor ajudaram a desenhar um novo território urbano nas últimas duas décadas, transformando a antiga área industrial em um dos bairros mais recentes e valorizados da cidade. Um lugar seguro, arquitetado com tempo e cuidado, que atraiu escolas, serviços e comércio; onde o bairro inteiro vira extensão de casa, com parque por perto e Comvem na porta. Agora, a expansão do complexo imobiliário chega à sua etapa final, no último terreno da incorporadora na região, com o lançamento do Helbor Parque Clube Ipoema, um residencial com 268 unidades, distribuídas em quatro torres, e lazer para toda a família.
Os apartamentos estão divididos em duas opções: 57 m² (com dois dormitórios e uma
vaga na garagem) ou 74 m² (três quartos, sendo uma suíte, e duas vagas). Além deles, todos os edifícios possuem algumas moradias do tipo Garden, mais espaçosas, com metragens que variam de 109 m² a 135 m² privativos.
Tudo em um terreno com mais de 15 mil m², onde as áreas comuns se integram harmoniosamente ao verde da região. O resultado é um estilo de vida oxigenado pela natureza, com ruas arborizadas que permitem pedalar, praticar cooper e várias outras atividades ao ar livre. “É um projeto com muito lazer e abraçado pela natureza, que reflete a tendência internacional do conceito de bem viver na cidade”, resume Benedito Abbud, responsável pelo projeto paisagístico do Helbor Parque Clube Ipoema.
Além de seguir as premissas da biofilia, que exalta a relação do homem com a natureza, e das soluções sustentáveis chanceladas pela certificação ambiental AQUA-HQE (2021), o empreendimento foi pensado para acolher todos da família, desde o cachorro até os avós. Crianças, por exemplo, dispõem de playgrounds diferentes para cada faixa de idade, incluindo vários equipamentos

pedagógicos, além de uma brinquedoteca. “Para as pequenas, de 5 ou 6 anos, fizemos um ambiente lúdico, com cores lindas, onde elas podem desenvolver atividades de concentração e deslocamento”, explica a arquiteta Sandra Pini, que desenvolveu o projeto de interiores das áreas comuns.
Também há locais de estar próprios para adolescentes, com atmosfera mais urbana e descolada, churrasqueira e um espaço gourmet para os adultos receberem seus convidados em grande estilo. “Para eventos, fizemos dois salões,
que podem ser usados separados ou unidos quando as portas de madeira são recolhidas para o canto. Ambos têm a mesma estética e se completam, com móveis em vários modelos que permitem flexibilidade e conforto. Usando tons neutros, o resultado fica elegante e generoso com as cores que o morador quiser acrescentar na sua festa”, diz Sandra.
Segundo Abbud, a ideia é que o empreendimento acompanhe o tempo das pessoas, porque o brasileiro costuma criar raízes no lugar. Para que todos esses tempos sejam

LANÇAMENTO NO
ÚLTIMO TERRENO
DA HELBOR NO
BAIRRO REÚNE
QUATRO TORRES
RESIDENCIAIS E LAZER PARA TODA
A FAMÍLIA


marcados por momentos e sensações memoráveis, a vegetação foi selecionada seguindo os fundamentos do paisagismo sensorial, que enaltece os sentidos humanos. “É um projeto que pensa na saúde do corpo e da alma”, afirma o paisagista.
Isso significa que, além de agraciar os olhos com a beleza de folhagens, em infinitos tons de verde, e florações em diferentes épocas do ano, o profissional teve o cuidado de incluir espécies que contemplem os demais sentidos do corpo humano.
“Temos plantas aromáticas, para instigar o olfato, e frutíferas, que não apenas aguçam o paladar, como
também atraem os pássaros, que vão brindar a audição com o seu canto, criando uma trilha sonora para o percurso. Além disso, a alternância entre sol e sombra desperta a sensação do tato em quem se desloca pelas áreas comuns.”
Para completar a atmosfera de bem-estar e lazer de clube, há piscinas (adulto e infantil) e um beauty care com cores suaves, sala reservada para massagens e equipamentos que garantem uma boa experiência de cuidados com a beleza. Já o pet place dispõe de ótimas instalações para banho e tosa, com revestimentos apropriados para a higiene
necessária, e um amplo gramado para os animais de estimação correrem à vontade. “Aqui, o clássico preto e branco trouxe muita personalidade ao ambiente”, diz Sandra. E quem não abre mão de um estilo de vida dinâmico, que priorize a prática de atividades físicas, ainda dispõe de quadra recreativa, fitness, bicicletário e até pista de skate. Características que elevam o conceito de segurança, praticidade e lazer em família a outro patamar no município, consolidando uma paisagem urbana que hoje simboliza a modernização imobiliária de Mogi das Cruzes.


Um mixed-use completo que abre espaço para novas perspectivas de vida, trabalho e investimento no coração de Mogi das Cruzes
Quem sobe a Serra do Itapeti, em Mogi das Cruzes, e avista o Jardim Armênia, mal consegue imaginar que, há pouco mais de uma década, este bairro tradicional da cidade, próximo do Centro Histórico e de antigas áreas industriais, era predominantemente residencial, dominado por casas térreas ou assobradadas e por ruas de tranquilidade quase absoluta. Hoje, o cenário é bem diferente. O desenvolvimento do Helbor Concept e de outros empreendimentos a partir de 2015 alterou o perfil do local, que se verticalizou com a construção de edifícios modernos, intensificando o tráfego de carros e o fluxo de pessoas. Em pouco tempo, o bairro calmo de outrora se transformou em um polo de moradias de alto padrão e serviços. Agora, outro lançamento de uso misto promete revolucionar ainda mais o modo de viver e trabalhar na região. Com a proposta de oferecer tudo ao redor, o Helbor Neo Concept reunirá studios, apartamentos, salas comerciais e lajes corporativas em um projeto arquitetônico contemporâneo, de torre única, marcado por respiros verdes, linhas elegantes e
ambientes minuciosamente pensados para a experiência urbana. Tudo acima do Mogi Shopping, o maior centro de compras do Alto Tietê, com mais de 200 lojas – incluindo grandes âncoras, como C&A, Renner e Riachuelo –, praça de alimentação e salas de cinema da rede Cinemark.
De acordo com Marcelo Bonanata, diretor de vendas da Helbor, os dois projetos (Concept e Neo Concept) se complementam e partem de uma localização privilegiada, pois compartilham o mesmo terreno do mais tradicional shopping do município, que já opera há 34 anos. “Para começar essa história, precisamos voltar um pouco no tempo e mencionar o que o Helbor Concept trouxe para Mogi: um conceito de multiúso, com lajes corporativas, offices e unidades residenciais, integrado ao centro de compras. Foi um projeto inovador, que contribuiu para a valorização da região. Agora, com o Neo Concept, não só continuamos investindo na cidade, onde fica nossa sede, como trazemos algo de relevância para o mercado imobiliário local: um projeto novamente diferenciado, com comercial, studios e apartamentos.”

Um dos destaques do lançamento é justamente o uso misto. Das 347 unidades do Helbor Neo Concept, distribuídas em 28 pavimentos, 99 são apartamentos de um ou dois dormitórios, com metragens que variam de 42 m² a 86 m² privativos. Para quem busca espaços mais compactos, também há 112 studios, de 25 m² a 35 m², devidamente planejados para proporcionar o máximo de conforto e praticidade. Todas as residências contam com uma vaga na garagem.
Outras 116 unidades são salas comerciais, de 27 m² a 79 m², pensadas para consultórios, escritórios e serviços. E para empresas que exigem mais espaço, visibilidade e presença institucional forte, há 20 lajes corporativas, de 105 m² a 159 m² privativos e até quatro vagas.
De acordo com Paulo Roberto dos Santos Barbosa, sócio-fundador da São Paulo Arquitetos, empresa responsável pela concepção do projeto,
a ideia de fazer uma torre mista, “praticamente um bairro vertical”, partiu da sua posição estratégica em relação à cidade e os equipamentos públicos do entorno. “Em função dessa localização, começamos a entender que outros usos poderiam ser incorporados para que essa diversidade de pessoas, de trabalhos e de moradias de diferentes tamanhos pudesse alimentar a expansão do shopping e vice-versa.”
A verticalização surge, portanto, como um desdobramento natural, capaz de agregar novos usos e intensificar a relação do conjunto com a região onde está inserido.
Para reforçar o sentido de comunidade e proporcionar uma sensação de bem-estar a quem morar ou trabalhar no edifício, grandes vãos livres esculpidos em quatro níveis da torre acabaram por definir a identidade do Helbor Neo Concept. Eles atuam como respiros verdes em meio ao concreto, ao mesmo tempo em que oferecem agradáveis
PROJETO PREVÊ A REDUÇÃO MÍNIMA DE 30% NO CONSUMO DE ENERGIA NAS ÁREAS
CORPORATIVAS E 20%
NAS RESIDENCIAIS, ENTRE OUTRAS
SOLUÇÕES QUE
FAZEM DA HELBOR
UMA REFERÊNCIA EM SUSTENTABILIDADE
áreas coletivas de contemplação, descanso e convivência. “Esses vazios se configuram como praças suspensas, jardins comunitários e pontos de encontro que recriam, em altura, a relação de proximidade que edifícios de menor porte estabelecem com o chão. É como se houvesse pequenos prédios empilhados onde eu sempre tenho um piso associado ao grupo de uso conectado a esse espaço”, explica o arquiteto.
O volume de vendas no primeiro fim de semana do lançamento –quando foram comercializadas 95% das unidades – mostra que a aposta em um empreendimento multiúso foi certeira. Um dos motivos para tamanho sucesso, segundo Bonanata, seria a escassez de salas comerciais na região. “Há muito tempo a cidade não tinha novos espaços corporativos. Ao percebermos essa demanda reprimida, aliada ao movimento do Mogi Shopping, que é de gestão dos mesmos donos da Helbor, vimos que
existia uma grande oportunidade ali. Além disso, o empreendimento passou a ser divulgado pelos próprios corretores em redes sociais muito antes de termos anunciado o lançamento. Isso foi gerando curiosidade e pessoas interessadas.”
Enquanto os vãos livres das praças de convivência se estendem verticalmente a partir de quatro pavimentos da torre, os espaços de lazer concentram-se especialmente nos 30º e 31º andares, e garantem opções para todos os perfis. A começar pelo rooftop, que dispõe de praça com lareira, piscina, solário com bangalôs, spa, sauna e uma bela vista para a Serra do Itapeti – o lugar ideal para relaxar entre uma pausa na hidromassagem e o pôr do sol no horizonte.
Nos demais pavimentos, jardins temáticos repletos de aromas, frutíferas, flores, plantas tropicais, temperos e até oliveiras colocam o verde em papel de destaque no paisagismo, assinado por Benedito Abbud, enquanto praças, livings gourmet, lounge e coworking transformam as áreas comuns em agradáveis pontos de encontro para amigos, familiares e reuniões de negócios.
Em todos esses espaços coletivos, o projeto de interiores traduz a elegância contemporânea que marca o trabalho da arquiteta Sandra Pini. Com curadoria precisa de materiais, iluminação acolhedora e mobiliário sofisticado, os ambientes promovem bem-estar e convivência. A proposta valoriza texturas naturais e tons neutros, criando uma atmosfera atemporal

UMA EXTENSA ALAMEDA URBANA, COM 145 METROS DE EXTENSÃO, REFORÇARÁ O PAPEL DO COMPLEXO COMO PONTO PULSANTE DE VIDA, NEGÓCIOS E CONVIVÊNCIA NA CIDADE
que dialoga com o estilo de vida urbano proposto pela Helbor. Salão de jogos, playground e brinquedoteca completam as instalações de lazer do empreendimento, que ainda oferece comodidades como lavanderia, bicicletário, delivery, fitness com terraço de apoio e diversas soluções que combinam inovação, eficiência e bem-estar. “É um edifício supercompleto, concebido para proporcionar tudo ao morador ou usuário, de forma que ele não precise sair da torre para ter algum lazer ou recorrer a determinados serviços”, observa Barbosa.
Outro grande diferencial do empreendimento é o acesso direto ao Mogi Shopping, que estará no térreo

Perspectiva artística do Jardim dos Aromas e Frutíferas, que instiga os sentidos no paisagismo assinado por Benedito Abbud

Perspectiva artística do solário e spa na cobertura
do Helbor Neo Concept, totalmente integrado à sua torre. Considerado referência na região desde a sua inauguração, em 1991, este centro de compras vive sua maior expansão em um projeto paralelo, desenvolvido pela HBR Realty, que prevê a abertura de 40 novas lojas e a construção de uma extensa alameda urbana no lado norte da quadra, atualmente ocupado em grande parte por estacionamentos, reforçando ainda mais o papel do empreendimento comercial como ponto pulsante de vida, negócios e convivência na cidade.
De acordo com Barbosa, essa ampla praça linear, com 13 m de largura e 145 m de comprimento, terá um caráter que extrapola a própria escala do shopping porque, de
um lado, oferece conexão direta à rua (Avenida Manuel Bezerra Lima Filho), com a estação Estudantes da CPTM (Linha 11-Coral) bem próxima, e do outro lado conduz para uma área externa que funcionará como um boulevard gastronômico, com bares, restaurantes e acesso aos cinemas.
Ao longo desse percurso, alternam-se ambientes descobertos, com áreas verdes, espaços com cobertura de vidro para garantir abundância de luz natural e outras zonas de iluminação controlada –contrapontos que criam atmosferas mais calmas e acolhedoras. Restaurantes, quiosques, lojas e áreas de convivência completam o conjunto, consolidando a ideia de uma grande rua de pedestres integrada ao shopping.
Já dentro do centro comercial, corredores serão ampliados para favorecer a conexão entre os dois ambientes. “Tão importante quanto agregar novas áreas é garantir que haja uma boa fruição do espaço que já existe em direção a elas”, observa o arquiteto.
Segundo Andrea Franco, superintendente do Mogi Shopping, o projeto de expansão do centro de compras vem sendo planejado há 10 anos e foi bastante influenciado pelo impacto positivo que a instalação do complexo Helbor Concept – Life, Office e Corporate exerceu sobre o movimento das lojas desde a sua entrega, em 2015. “A exemplo desse sucesso, pensou-se em fazer um projeto com a torre já incorporada ao shopping, para que essa sinergia se dê com ainda mais efetividade.”
A expectativa é de que o próprio edifício atue como âncora, com o shopping e a torre juntos, se beneficiando um do outro. “Tenho certeza de que o usuário do Neo Concept vai usar o shopping como extensão, seja do seu escritório, seja da sua residência, nos serviços e nas lojas, e vice-versa: o shopping será alimentado pelo fluxo da torre.”
Transformado em números, o plano de expansão do Mogi Shopping prevê a implantação de mais 7 mil m² de Área Bruta Locável (ABL), o que representa um incremento de 20% em relação à área atual, de 35 mil m².
Para Andrea, Helbor e Mogi Shopping se conectam pela força, seriedade e pelo comprometimento que têm em relação ao desenvolvimento da cidade. “Acho que parceria melhor não haveria para darmos mais esse passo
importante e inovador no imobiliário do município”, conclui.
A localização, no eixo mais valorizado de Mogi, também não poderia ser mais apropriada para quem procura mobilidade. A poucos metros da estação de trem e de vias estratégicas do município, o projeto está no epicentro de uma região famosa por sua infraestrutura e transformação urbana. Além disso, tem os campi da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e do Centro Universitário Braz Cubas bem próximos, a oeste, e a futura unidade do Sesc Mogi das Cruzes a leste.
Para Barbosa, a própria expansão do shopping, a ser realizada em até duas etapas, renova a linguagem original ao introduzir um eixo horizontal aberto, que rompe com a condição confinada das circulações tradicionais de um conjunto comercial. “Esse novo espaço assume a configuração de
uma alameda urbana, com escala semelhante à de uma grande rua de pedestres, que articula os espaços comerciais ao norte e ao sul e conecta o conjunto a esses importantes polos do entorno.”
Mais do que ampliar áreas construídas, os projetos de edificação do Helbor Neo Concept e de extensão do Mogi Shopping qualificam a experiência do espaço coletivo, reforçam vínculos com o entorno e estabelecem um conjunto arquitetônico que traz vitalidade urbana, diversidade de usos e identidade contemporânea a Mogi.
Além disso, segundo Barbosa, esses empreendimentos marcam o início de um plano que poderá ser bem maior. “A intenção é de que, daqui alguns anos, haja outra expansão horizontal para o lado leste e, eventualmente, outras torres irmãs, com características muito parecidas, também sejam construídas.
Mas essa ideia ainda precisa amadurecer. Quando a primeira fase for concluída e tudo já estiver operando, novas etapas provavelmente serão planejadas”, sinaliza o arquiteto.
Seja como for, a sustentabilidade sempre estará entre as premissas. Não por acaso, a Helbor obteve em 2024 o título de Empreendedor AQUA, que atesta o compromisso de certificar seus novos residenciais com o selo AQUA-HQE, seguindo diversos requisitos ambientais e de construção.
Soluções como uso racional da água, tratamento inteligente de resíduos e jardins que criam microclimas, por exemplo, fazem parte do lançamento, que ainda prevê a redução mínima de 30% no consumo de energia nas áreas corporativas e 20% nas residenciais. Características que fazem do Helbor Neo Concept um modelo inspirador de como ocupar a cidade com inteligência, equilíbrio e respeito ao meio ambiente.

Praças de convivência acabaram por definir a identidade do Helbor Neo Concept, recriando, em altura, a relação de proximidade que edifícios de menor porte costumam estabelecer com o chão









Sofisticação, privacidade e lazer incomparável no ponto mais desejado do Itaim
Imagine viver em uma espécie de “casa suspensa”, de 355 m² privativos, com muitos espaços ao ar livre, integrando a natureza à elegância da rua mais cobiçada para morar no Itaim Bibi, em São Paulo. Essa é a sensação de quem adquire um apartamento no Figueira Leopoldo, o mais novo empreendimento de alto padrão entregue no bairro pela Helbor em parceria com a MPD Engenharia.
Implantado em plena Rua Leopoldo Couto Magalhães Júnior – região onde o cotidiano pulsa entre a gastronomia, a cultura e os negócios –, o sofisticado projeto foi concebido para dialogar com o entorno sem abrir mão da exclusividade. A torre é única e com apenas uma unidade por andar, abrangendo quatro suítes e quatro vagas na garagem.
A proposta arquitetônica, desenvolvida pela Perkins&Will, surpreende com uma nova estética a cada ângulo: contemporaneidade e modernismo se unem em linhas elegantes e proporções equilibradas, criando uma presença discreta e, ao mesmo tempo, marcante no cenário do bairro.
O paisagismo, meticulosamente elaborado por Benedito Abbud, reforça a sensação de refúgio – contraponto necessário ao ritmo acelerado do Itaim Bibi. E os interiores das áreas comuns revelam o olhar apurado de Carlos Rossi para o
design contemporâneo. Acabamentos sofisticados, móveis assinados e uma paleta atemporal constroem ambientes que privilegiam conforto e funcionalidade.
A integração dos espaços, aliada à generosa entrada de luz natural, evidencia uma tendência crescente na arquitetura residencial de alto padrão: a busca por fluidez e bem-estar sensorial.
Outro destaque está na curadoria das áreas comuns, pensadas como extensões do morar. Espaços de convivência acolhedores incentivam experiências compartilhadas, enquanto áreas de relaxamento e bem-estar proporcionam momentos de pausa em meio ao agito da cidade.
Spa com sala de massagens, piscina, sauna, fitness, brinquedoteca, playground, salão de festas, espaço delivery e uma sala para motoristas completam a estrutura, onde cada detalhe foi planejado para atender a um público exigente, que valoriza tanto estética quanto praticidade.
Mais do que um endereço, o Figueira Leopoldo traduz um estilo de vida. Ao reunir design, localização privilegiada e soluções arquitetônicas contemporâneas, o empreendimento reafirma o protagonismo da Helbor no cenário imobiliário paulistano e aponta para um futuro em que morar bem é, acima de tudo, uma experiência sensível e cuidadosamente desenhada.
Localização privilegiada, conveniência e comodidades a poucos passos de casa
No cenário de constantes transformações urbanas do Grande ABC paulista, o Helbor Patteo
São Bernardo surge como um marco contemporâneo que combina arquitetura, convivência, dinamismo comercial e a mobilidade do bairro Planalto, que garante fácil acesso ao centro da cidade e à Rodovia Anchieta.
Pronto para morar, o empreendimento está inserido em um complexo que reúne lazer para toda a família, com segurança de condomínio fechado e toda a praticidade de viver ao lado de um futuro centro de conveniência completo, com lojas, serviços e alimentação. Suas 380 unidades estão distribuídas em três torres e disponíveis em versões de 59 m² a 139 m², com dois ou três dormitórios, sendo uma suíte. Um diferencial é que todas dispõem de depósito privativo.
O projeto arquitetônico alinha o estilo urbano ao conforto residencial, trazendo modernidade e sofisticação à região. “A fachada foi projetada com linhas contemporâneas e elegantes, utilizando materiais nobres e duráveis, que conferem uma estética imponente e atemporal”, explica o arquiteto responsável, Wilson Marchi.
Planos envidraçados favorecem a iluminação natural e estabelecem uma relação direta com o entorno, enquanto áreas de circulação amplas e bem resolvidas, com uma distribuição inteligente dos espaços, proporciona flexibilidade para diferentes perfis de moradores.
“As áreas comuns foram desenhadas para promover socialização e bem-estar, oferecendo opções de lazer como piscina e fitness em um ambiente acolhedor e dinâmico”, completa Marchi, lembrando que o projeto também incorpora soluções
EMPREENDIMENTO OFERECE LAZER E SEGURANÇA DE CONDOMÍNIO
FECHADO, COM FÁCIL ACESSO AO CENTRO E À






COMPLEXO NO PLANALTO CONTRIBUI PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA DINÂMICA
URBANA EM SÃO BERNARDO DO CAMPO

sustentáveis, com tecnologias que reduzem o impacto ambiental e melhoram a eficiência energética.
Já o paisagismo, assinado por Benedito Abbud, contribui para a criação de respiros verdes em meio à densidade urbana. Praças internas e áreas de convivência funcionam como extensões do espaço público, incentivando a permanência e o encontro. Essa abordagem dialoga com tendências contemporâneas do urbanismo, que valorizam a mistura de funções e a vitalidade das cidades ao longo do dia. “A melhor forma de minimizar o impacto de uma urbanização estressante é ter a natureza como elemento de
equilíbrio, restaurador. Então, sempre apostamos em uma vegetação densa para dar a sensação de estar abraçado pelo verde”, diz o paisagista.
Para tanto, Abbud concebeu um caminho agradável, com aromas forais, árvores frutíferas, paisagens e pontos focais que despertam os sentidos. É ao longo desse passeio que o morador acessa a quadra poliesportiva, o playground, próximo à brinquedoteca, e a piscina com deque molhado e raia de 25 metros (separada da piscina infantil), enquanto a área lindeira, permeável, revela uma vegetação exuberante, com texturas e sombras variadas, além de um pet place e de um local
para caminhadas. “É um lugar interessante em São Bernardo por ter todos os serviços próximos e várias escalas de lazer, desde as mais intimistas, intramuros, até o mall”, conclui.
Mais do que um conjunto imobiliário, o empreendimento se posiciona como um catalisador de transformações, contribuindo para a requalificação da região e para a construção de uma nova dinâmica urbana em São Bernardo do Campo. Trata-se de um projeto que reflete a evolução das cidades brasileiras, cada vez mais orientadas pela integração, pela experiência e pelo desenho consciente do espaço.


Lazer absoluto e todo tipo de conveniência em um dos bairros mais cobiçados da cidade
Conhecido pela tranquilidade, por suas ruas arborizadas e edifícios de alto padrão, o bairro Bela Vista é um dos mais desejados e com maior valorização em Osasco, na Grande São Paulo. Bares charmosos, praças, restaurantes, shoppings, escolas, faculdades e a facilidade de acesso ao centro e à Rodovia Castello Branco são alguns dos motivos. Agora, um novo empreendimento entregue na cidade promete elevar o modo de viver na região. Planejado com máxima atenção a cada detalhe, o Helbor New Patteo Osasco traz para o município o consagrado conceito residencial que já é sucesso em São Paulo, com lazer completo, um mall e vários serviços.
Funcional e elegante, o projeto combina o conforto e a exclusividade de um lar moderno com a conveniência de ter tudo o que se precisa ao alcance. Divididas em duas torres de 27 pavimentos (sendo 20 tipos), as 240 unidades, já prontas para morar, estão disponíveis em três metragens: 59, 61 e 73 m², com dois ou três dormitórios, todas com suíte.
Já as áreas comuns dispõem de espaços amplos, com muita iluminação natural e opções de lazer para toda a família, como um agradável solário com piscinas adulto e infantil, pool house, salão de jogos, fitness e praças de apoio.
Crianças também podem se divertir no playground, na brinquedoteca e no salão exclusivo para festas infantis, enquanto adultos dispõem de várias áreas de convívio perfeitas para reunir amigos e familiares, como praça central, espaço gourmet com apoio, lobby social e salão de festas.
Por fim, um coworking garante a infraestrutura ideal para trabalho, networking, reuniões e o melhor ambiente para um break, reduzindo os custos que profissionais freelancer normalmente têm com aluguel, internet, limpeza, entre outros.
Tudo conectado ao primeiro ComVem de Osasco, um mallcom loja de pets, academia, café, lavanderia, restaurante, barbearia e muito mais para a conveniência de quem sonha em morar neste bairro-símbolo do desenvolvimento de uma das cidades que mais cresce em São Paulo.







Lagoas de água doce e dunas a perder de vista marcam este trecho da costa nordestina, considerado um dos mais bonitos e autênticos de todo o litoral brasileiro

Uma travessia sensorial guiada por cenários de rara beleza, cultura autêntica e pelos bons ventos que sopram do litoral nordestino
Há itinerários que se limitam a ligar pontos no mapa. Outros, mais raros, conectam paisagens, culturas e estados de espírito. A Rota das Emoções, que atravessa Ceará, Piauí e Maranhão, é uma dessas experiências que transcendem o deslocamento e se transformam em jornada interior. Ao longo de cerca de 500 km, o viajante percorre um dos trechos mais singulares do litoral brasileiro, onde o vento não apenas sopra: ele desenha paisagens, dita o ritmo da vida e imprime movimento constante ao cenário.
O percurso exige entrega. Não se trata de uma viagem convencional: há travessias em veículos 4x4 por areias instáveis, percursos de barco por rios sinuosos e deslocamentos
que fogem da lógica linear das estradas asfaltadas. Mas é justamente essa dinâmica que torna a experiência tão intensa. A cada trecho, a paisagem se reinventa: dunas mudam de lugar, lagoas surgem e desaparecem com as chuvas, vilarejos preservam modos de vida ancestrais.
Mais do que uma rota turística, trata-se de um mosaico de ecossistemas magistralmente pincelado por praias selvagens, manguezais, deltas, lagoas e desertos tropicais. É também um mergulho na cultura nordestina, na hospitalidade simples e genuína, na culinária marcada por frutos do mar e ingredientes locais. Ao final, a sensação é de ter atravessado não apenas três estados, mas múltiplas dimensões de um Brasil ainda surpreendente.


Ajornada costuma começar em Fortaleza, porta de entrada vibrante, mas é ao se afastar da capital que o cenário começa a ganhar contornos mais selvagens. A estrada cede lugar a trilhas de areia, e o horizonte se abre para uma sequência de praias praticamente intocadas, pontuadas por vilarejos de pescadores.
Antes de chegar a Jericoacoara, uma parada estratégica é a Lagoa do Paraíso. Nessa região, o tempo parece desacelerar, convidando o visitante a também mudar seu ritmo e relaxar, sem pressa, em redes dentro da água azul-turquesa. Um cenário de descanso absoluto. Já para quem prefere um pouco mais de adrenalina, a Praia do Preá, 16 km adiante, desponta como um dos melhores destinos do mundo para a prática de kitesurf devido aos ventos constantes que sopram durante boa parte do ano e às longas faixas de areia que favorecem a prática do esporte. Mais tranquila e menos estruturada que a vizinha famosa, esta praia do município de Cruz também cativa o visitante com a combinação de pousadas charmosas, boa comida e um clima descontraído, que valoriza o contato direto com a natureza.
Pertinho dali, inserido em uma área de proteção ambiental, vislumbra-se o destino mais badalado no trecho cearense da Rota das Emoções: Jericoacoara. Apesar do intenso fluxo turístico, a vila equilibra rusticidade e sofisticação com rara harmonia, mantendo ruas de areia e uma iluminação suave, que cria uma atmosfera quase onírica.
Entre os rituais diários, destaca-se o poente visto da Duna do Pôr do Sol. Todos os fins de tarde, viajantes e moradores sobem a montanha de areia para assistir ao espetáculo do astro-rei desaparecendo na linha do oceano enquanto tinge o céu de tons rosa-alaranjados. O silêncio que antecede o aplauso coletivo revela a dimensão quase espiritual do momento.
Outro cartão-postal é a Pedra Furada, escultura natural moldada pelo vento e pelo mar ao longo de milênios. Caminhar até ela durante a maré baixa é uma experiência que alia esforço físico e contemplação, com o litoral se revelando em curvas e texturas a cada passo. Cumprido o tour por pontos obrigatórios de Jeri, é hora de voltar para a estrada. Uma boa parada é Camocim, que funciona como ponto de apoio para explorar ilhas formadas por braços de rio e

praias vizinhas, como a encantadora Tatajuba, famosa por suas dunas móveis, permeadas por belíssimas lagoas de água doce. Uma vez ali, aproveite para visitar sua vila simples, acessível por buggy ou 4x4, e arriscar um esquibunda na Duna do Funil.

JERICOACOARA EQUILIBRA RUSTICIDADE E SOFISTICAÇÃO, MANTENDO RUAS DE AREIA E UMA ILUMINAÇÃO
Seguindo pela costa, surge a preservada Barroquinha, onde o turismo de massa ainda não chegou e o cotidiano local, marcado pela pesca artesanal, se revela sem filtros. Por fim, já próximo à divisa com o Piauí, Chaval apresenta uma paisagem singular, caracterizada por gigantescas formações rochosas de granito que se impõem no horizonte, unindo praia e sertão em uma mesma moldura.


Foto: Heloísa

ENTRE OS MOMENTOS
MAIS MEMORÁVEIS
ESTÁ A REVOADA
DOS GUARÁS, QUANDO
ESSAS AVES DE PLUMAGEM
VERMELHA
INTENSA
RETORNAM AOS
SEUS NINHOS AO ENTARDECER, PINTANDO O CÉU COM CORES VIBRANTES
Ao cruzar a divisa com o Piauí, a paisagem muda de forma sutil, mas significativa. O litoral piauiense é o menor do Brasil, mas guarda uma das formações geográficas mais fascinantes do continente: o Delta do Parnaíba.
Com base em Parnaíba, o visitante adentra um labirinto natural composto por dezenas de ilhas, canais e igarapés. É o único delta em mar aberto das Américas, um ecossistema dinâmico onde o rio encontra o oceano em múltiplas ramificações. Navegar por esse cenário é como explorar um território em constante transformação.
Entre as portas de entrada para essa região está Ilha Grande, município que abriga parte importante do delta e serve como base para passeios de barco por seus braços mais sinuosos. A proximidade com a natureza é imediata, e a sensação de isolamento reforça o caráter selvagem do destino.
Os passeios pelo delta revelam manguezais densos, dunas isoladas e pequenas comunidades ribeirinhas. A biodiversidade é abundante: aves, crustáceos e peixes coexistem em um equilíbrio delicado. Entre os momentos mais memoráveis está a revoada dos guarás, quando essas
aves de plumagem vermelha intensa retornam aos seus ninhos ao entardecer, pintando o céu com cores vibrantes.
O ritmo aqui é outro. Mais silencioso, mais introspectivo. O turismo ainda é discreto, o que preserva a autenticidade da região. Conversas com moradores, refeições simples à base de peixe fresco e a observação da vida cotidiana tornam-se parte essencial da experiência.
Antes de chegar a este cartão-postal por excelência do Piauí, no entanto, o viajante se depara com outros cenários de rara beleza ao longo da costa do estado. A começar por Cajueiro da Praia, um dos pontos mais autênticos da região. O município abriga a tranquila Barra Grande, destino que vem ganhando notoriedade entre turistas em busca de sossego e bons ventos. Assim como no Ceará, o kitesurf encontra aqui condições ideais, mas em uma atmosfera ainda mais intimista e preservada.
Já Luís Correia concentra algumas das praias mais conhecidas de todo o litoral piauiense, com infraestrutura mais desenvolvida e fácil acesso. É ali que o mar aberto se revela em tons esverdeados, convidando a longas caminhadas à beira-mar e banhos tranquilos.


GEOGRÁFICAS MAIS FASCINANTES DO CONTINENTE: O DELTA DO PARNAÍBA





Aetapa final da Rota das Emoções reserva um dos cenários mais impressionantes do planeta: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Próximo a Barreirinhas, o parque abriga uma paisagem única, onde dunas de areia branca se estendem por quilômetros, intercaladas por lagoas de água doce formadas pelas chuvas.
Durante a temporada de cheia, entre junho e setembro, essas lagoas atingem seu auge. O contraste entre o branco das dunas e os tons azulados e esverdeados da água cria uma estética quase surreal. Caminhar pelos Lençóis é uma experiência sensorial completa: o calor da areia sob os pés, o vento constante e o alívio imediato ao mergulhar.
Cada lagoa é única, com profundidade, cor e temperatura distintas. Algumas são rasas e ideais para relaxar; outras convidam a mergulhos mais longos. O cenário muda a cada estação, reforçando o caráter efêmero e vivo da paisagem.
Além de Barreirinhas, destinos como Atins oferecem uma abordagem mais exclusiva e contemplativa. Ali, o encontro entre rio, mar e dunas cria uma atmosfera quase intocada, com pousadas charmosas e gastronomia autêntica.
Já Santo Amaro do Maranhão destaca-se pela proximidade com algumas das lagoas mais impressionantes do parque, muitas vezes acessíveis em caminhadas curtas,
o que intensifica a sensação de imersão na paisagem.
Ao longo do percurso, o viajante encontra não apenas paisagens deslumbrantes, mas também histórias. Comunidades que vivem da pesca, do artesanato e do turismo de base local compartilham saberes e tradições que enriquecem a experiência. A calorosa hospitalidade nordestina, marcada pela singeleza e generosidade, é um dos elementos mais memoráveis da jornada.
A culinária acompanha essa imersão cultural genuína com pratos que valorizam ingredientes frescos e regionais: peixes grelhados, camarões, caranguejos e frutas tropicais compõem refeições que são, ao mesmo tempo, simples e profundamente saborosas.
Ao final da travessia, fica a sensação de ter vivido algo que vai além do turismo convencional. A Rota das Emoções não é apenas um destino, mas um estado de espírito. É o vento no rosto, o silêncio das dunas, o mergulho inesperado em uma lagoa escondida. É a percepção de que algumas das experiências mais transformadoras acontecem quando se aceita sair do previsível. Afinal, as condições naturais – vento, marés, chuvas – influenciam diretamente o itinerário, tornando cada viagem única. Esse caráter mutável exige flexibilidade, mas também abre espaço para descobertas inesperadas, que revelam a essência do Nordeste brasileiro em sua forma mais bela e genuína.
Conheça as cidades que sediarão os jogos da Copa e se aventure em uma jornada que vai muito além dos gramados
ACopa do Mundo FIFA 2026 será histórica: pela primeira vez, três países – Estados Unidos, Canadá e México – compartilham a organização, e o torneio se expande para 48 seleções. Serão 16 cidades-sede, espalhadas por paisagens que vão de metrópoles futuristas a cenários costeiros e montanhosos, transformando a competição de futebol também em uma viagem cultural e turística pelo continente.
A jornada começa no icônico Estádio Azteca, na Cidade do México – palco da
abertura no dia 11 de junho e primeiro da história a sediar três mundiais – e termina em grande estilo no MetLife Stadium, na região de Nova York/Nova Jersey, onde acontece a final em 19 de julho. A Seleção Brasileira estreia justamente ali, e também joga em cidades como Miami e Filadélfia, espalhando sua torcida por diferentes metrópoles.
Confira a seguir os atrativos de cada destino que receberá a competição e trace um roteiro onde o futebol é apenas o ponto de partida para descobrir o melhor da América do Norte.
PELA PRIMEIRA VEZ, TRÊS PAÍSES SEDIARÃO O TORNEIO, REVELANDO CENÁRIOS QUE VÃO DE METRÓPOLES VIBRANTES A BELÍSSIMAS PAISAGENS NATURAIS DOS ESTADOS UNIDOS, CANADÁ E MÉXICO


Cosmopolita e vibrante, Toronto é o retrato do Canadá contemporâneo. Às margens do Lago Ontário, mistura arranha-céus com bairros multiculturais, onde sabores do mundo convivem em harmonia. A icônica CN Tower domina o horizonte, enquanto museus e galerias reforçam seu dinamismo cultural. Durante a Copa, a cidade promete uma atmosfera efervescente, com parques, cafés e vida urbana pulsante servindo de cenário para torcedores de todas as partes. Localizado no Exhibition Place, o Toronto Stadium receberá seis partidas, incluindo a histórica estreia da seleção canadense em 12 de junho.
Entre o Pacífico e as montanhas, Vancouver tem tudo para animar a estada dos fãs de futebol. A cidade canadense combina natureza exuberante com sofisticação urbana, oferecendo trilhas, praias e uma cena gastronômica refinada. O Stanley Park, com suas ciclovias e vistas cinematográficas, é um dos cartões-postais. Já o BC Place receberá partidas em um cenário onde vegetação e urbanidade coexistem. Durante o Mundial, o clima descontraído e algumas das paisagens mais impressionantes do torneio prometem proporcionar uma experiência única, em que a vida tende a rolar tão intensa quanto a Trionda (a bola oficial da Copa 2026) nos gramados.
Vista noturna do museu de ciências canadense Science World, em Vancouver
Praça Nathan Phillips, em Toronto, famosa pelo icônico letreiro luminoso da cidade

Uma das maiores metrópoles do mundo, a capital mexicana é intensa, histórica e profundamente cultural. Ruínas astecas convivem com arquitetura colonial, arte contemporânea e excelentes restaurantes. O Zócalo e o Museu Frida Kahlo são paradas obrigatórias. Com tradição no futebol, a cidade respira o esporte e deve sediar momentos emblemáticos do torneio no lendário Estadio Azteca, que receberá o jogo de abertura em uma atmosfera já conhecida internacionalmente por ser vibrante e apaixonada.
Berço do mariachi e da tequila, Guadalajara traduz a essência do México de forma autêntica e calorosa. Entre uma partida e outra no estádio Akron, o visitante poderá explorar o Centro Histórico, com sua imponente Catedral, perambular por praças coloniais, fazer compras em mercados cheios de vida, visitar o Hospicio Cabañas e mergulhar na cena gastronômica local. À noite, avenidas como Chapultepec reúnem torcedores do mundo inteiro em um clima festivo e multicultural.
Industrial e moderna, Monterrey surpreende com seu cenário montanhoso e espírito cosmopolita. Cercada pela Sierra Madre, esta cidade mexicana convida a explorar o Parque Fundidora e o animado Paseo Santa Lucía. Ao mesmo tempo, é um polo gastronômico e empresarial com infraestrutura eficiente, que equilibra bem o urbano e o selvagem. Durante o Mundial, o moderno estádio BBVA receberá partidas em um cenário dramático. Trilhas e parques naturais completam a experiência sofisticada.

Estádio BBVA, na mexicana Monterrey, surpreende os jogadores com seu design futurista imerso em um cenário montanhoso, onde modernidade urbana e natureza convivem em perfeito equilíbrio MÉXICO RECEBERÁ OS JOGOS EM TRÊS CIDADES FAMOSAS PELA CULTURA


Assim como o futebol, Atlanta é energia em movimento. Berço de movimentos culturais e históricos, a cidade mistura o legado afro-americano com música e inovação. Entre os jogos no eletrizante Mercedes-Benz Stadium, vale visitar pontos emblemáticos como o Martin Luther King Jr. National Historical Park, se encantar com o Georgia Aquarium e conhecer seus bairros criativos, onde música e gastronomia se encontram para refletir a diversidade que tão bem define a identidade da capital da Geórgia.

DOS ESTADOS
UNIDOS, QUE CELEBRAM
250 ANOS DE INDEPENDÊNCIA
EM JULHO, É REVISITADA
EM CIDADES
COMO BOSTON E ATLANTA

História, elegância e intelectualidade se encontram na capital de Massachusetts. Caminhar ao longo dos 4 km de trilha da Freedom Trail é revisitar a Independência norte-americana – que em julho completa 250 anos –, enquanto universidades renomadas como Harvard e MIT moldam seu presente e acenam para o futuro. Charmosa e compacta, a cidade ainda oferece cafés, museus, parques e arquitetura clássica, criando um cenário sofisticado para os jogos da Copa da Fifa no Gillette Stadium.

Com capacidade para 100 mil espectadores, telão gigante e infraestrutura de alto nível, o AT&T Stadium, em Arlington (região metropolitana de Dallas), sediará o maior número de jogos da Copa: nove, incluindo uma semifinal
Não por acaso, o AT&T Stadium será um dos principais palcos do torneio da FIFA. O espírito texano ganha escala monumental nesta metrópole, marcada por arranha-céus, centros culturais e uma cena artística crescente. O museu Sixth Floor, na Dealey Plaza, assinala o local do assassinato do Presidente John F. Kennedy, em 1963. Já o Dallas Museum of Art e o Crow Collection of Asian Art abrangem milhares de anos de arte. A culinária, marcada por churrascos e sabores intensos, é um atrativo à parte, que completa a experiência em estilo igualmente grandioso.
Cosmopolita, inovadora e com uma das gastronomias mais ricas dos Estados Unidos, Houston combina ciência e cultura em um mosaico cheio de nuanças, que reflete influências de diversas partes do mundo. Por isso, seja qual for a seleção, os torcedores se sentirão em casa assistindo aos jogos do Mundial no NRG Stadium e visitando alguns ícones do turismo na cidade, como o Centro Espacial da NASA e o Museum District. Um destino onde tecnologia, arte, hospitalidade e futebol se encontram.
Conhecida pelo jazz e pelo barbecue, Kansas City combina tradição musical com uma recepção calorosa. Menos óbvio, mas cheio de personalidade, o município promete surpreender as torcidas que visitarem seus pontos turísticos, antes ou após as disputas nos gramados do Arrowhead Stadium, com seu centro revitalizado, que abriga galerias, restaurantes e espaços culturais interessantes, como o National WWI Museum and Memorial e o animado distrito Power & Light. Tudo em uma atmosfera vibrante e acolhedora.




EMBORA DISTANTES
UMA DA OUTRA, HOUSTON E KANSAS CITY SE ASSEMELHAM NA PAIXÃO POR CHURRASCO E FUTEBOL
Palco do confronto entre Brasil e Escócia em 24 de junho, no Hard Rock Stadium, a solar Miami sempre faz o brasileiro se sentir em casa. Afinal, poucos destinos norte-americanos têm uma mistura tão completa de cultura latina, clima praiano, outlets e vida noturna intensa. Do art déco em South Beach à arte contemporânea em Wynwood, do Tex-Mex aos calientes sabores caribenhos, a cidade vibra em sintonia com a sua diversidade, e promete muita festa durante o Mundial, com futebol à beira-mar e uma fervorosa torcida verde-amarela.

Centro do mundo e palco de grandes momentos, a região é pulsante, inesgotável e também cheia de contrastes. Em Nova York, ícones como a Estátua da Liberdade, o Central Park e a Times Square simbolizam a cidade que nunca dorme. Já em Nova Jersey, balneários como Atlantic City Boardwalk e parques naturais oferecem charme litorâneo e tranquilidade a poucos quilômetros da metrópole. Não por acaso, o MetLife Stadium recebe o jogo de estreia do Brasil, contra o Marrocos, e também a grande final, fazendo deste o epicentro da Copa.
STADIUM, NA REGIÃO DE NOVA YORK / NOVA JERSEY, RECEBE O JOGO DE ESTREIA DO BRASIL EM 13 DE JUNHO, CONTRA O MARROCOS, E TAMBÉM A GRANDE
FINAL DA COPA DO MUNDO FIFA 2026, NO DIA 19 DE JULHO
A capital mundial do cinema já é um sonho por si só, e deverá ser um dos points mais glamorosos do Mundial da FIFA durante as partidas no SoFi Stadium, que fica na cidade vizinha de Inglewood, região metropolitana de Los Angeles. Perto do letreiro de Hollywood, é possível conhecer os bastidores das produções nos estúdios Paramount Pictures, Universal e Warner Bros. Também vale comprar mapas das casas dos artistas e ver de perto as marcas das celebridades na Calçada da Fama. Gastronomia, lifestyle descontraído e cenários literalmente cinematográficos completam a identidade desse destino-símbolo da sétima arte.

É o destino ideal para experimentar o autêntico estilo de vida californiano. Inovadora e cênica, a região da baía sediará algumas partidas da Copa no Levi’s Stadium. Entre um jogo e outro, o visitante poderá conhecer postais como a Golden Gate Bridge, a Ilha de Alcatraz e os bondes que circulam por bairros charmosos de San Francisco. Já Oakland e Berkeley oferecem vistas privilegiadas e excelentes restaurantes em uma região famosa por sua tecnologia criativa, natureza e cultura vibrante. Uma experiência inspiradora para qualquer viajante, apaixonado ou não por futebol.
Moderna e cercada por verde, a chamada Cidade Esmeralda combina florestas, montanhas e um skyline elegante. Para contemplá-los, o icônico Space Needle oferece belos panoramas, enquanto o Pike Place Market revela sabores locais e a tradição dos vendedores de arremessar peixes sobre o balcão. Já à beira d'água, o Seattle Waterfront convida a passeios com vista para a baía. Conhecida pela cena musical e pelo café, a terra do rock grunge tem uma vibe criativa, que se reflete no acervo do Museum of Pop Culture. Um misto de experiências e cenários memoráveis para quem assistir às partidas no Lumen Field.
Histórica e genuína, a Filadélfia combina herança colonial com espírito contemporâneo em meio a marcos da independência norte-americana que, em julho, servirão de palco a diversas celebrações em homenagem aos 250 anos da data. O Independence Hall e o Liberty Bell contam a história dos Estados Unidos, enquanto bairros criativos trazem modernidade e inspiração, a exemplo das galerias de arte de Old City e dos murais coloridos de South Street. Durante a Copa, será uma das cidades onde o Brasil atuará na fase de grupos, nos gramados do Lincoln Financial Field, dia 19 de junho, contra o Haiti.

Bondes circulam pelos bairros charmosos de San Francisco levando a pontos turísticos emblemáticos da região



Prática regular da meditação mindfulness ajuda a reduzir a ansiedade e aumenta a resiliência
Foi-se o tempo em que meditar se resumia a sentar em posição de lótus e esvaziar a mente, como fazem os mestres hindus há mais de 3.500 anos. Esse método ainda é muito bem-vindo, mas várias outras práticas meditativas têm despontado nas últimas décadas com metodologias e propósitos bastante distintos. É o caso do mindfulness, traduzido em português como “atenção plena”, que propõe focar o momento presente durante qualquer atividade do dia a dia. Apesar da inspiração zen-budista, essa técnica não envolve crenças religiosas e, por isso mesmo, virou a queridinha do meio científico, que já realizou cerca de 20 mil pesquisas comprovando seus benefícios no tratamento de diversos problemas de saúde, além de melhorar o desempenho profissional e até a forma de as pessoas se relacionarem.
A ideia é focar, de forma intencional, a experiência presente, sem julgá-la, criticá-la ou reagir a ela de maneira automática.
Com isso, mesmo em circunstâncias difíceis, abre-se espaço para que possamos fazer escolhas mais conscientes e funcionais, influenciando positivamente na forma como lidamos com os desafios do dia a dia.
Trata-se de uma técnica que pode ser exercitada em qualquer circunstância do cotidiano, despertando a consciência para as informações extraídas por meio dos cinco sentidos. “Ao lavar louça, por exemplo, você pode praticar a atenção plena sentindo o cheiro do sabão e a água escorrendo pelas mãos. Ou estar na praia e apreciar o pôr do sol, ver as cores, cheirar os aromas. Isto é estar presente em vez de estar fazendo algo enquanto a cabeça pensa em outras coisas”, explica Vitor Friary, psicólogo e diretor do Centro de Mindfulness e Redução de Estresse do Rio de Janeiro (RJ).
O resultado, vários estudos científicos já comprovam: quem pratica a atenção plena regularmente sente menos ansiedade, depressão, esgotamento profissional e,
TÉCNICA PROPÕE FOCAR O MOMENTO PRESENTE DURANTE QUALQUER ATIVIDADE
DO DIA A DIA, PARA FAZERMOS ESCOLHAS MAIS CONSCIENTES E FUNCIONAIS


consequentemente, tem mais qualidade de vida. Pesquisas realizadas na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, ainda apontam que a prática meditativa reduz o gasto energético das células em 17%, diminui a frequência cardíaca e os hormônios do estresse, ativa o sistema imunológico e até aumenta a espessura do córtex (a parte “pensante” do cérebro).
Esqueça aquele estereótipo de incenso e música calma para meditar. As técnicas são inúmeras. Pode-se praticar meditação de olhos abertos, observando imagens, usando algum mantra ou mesmo em silêncio. No caso do mindfulness, então, esse leque de opções é ainda maior, pois ele pode – e deve – ser
exercitado em qualquer situação do dia a dia, levando à consciência as informações extraídas por meio dos cinco sentidos. “Basta focar a mente na respiração e esvaziar a atenção ao redor. Em pouco tempo você será capaz de fazê-lo em casa, no escritório, no ônibus ou na praça”, explica o neurologista Martin Portner, mestre em neurociência pela Universidade de Oxford e especialista em Atenção Plena.
A professora de ioga do Colégio Marista Anjo da Guarda, Tatiana Nieweglowski, ressalta que, diferente da meditação, o mindfulness treina a mente por meio de exercícios de concentração e respiração. Bastam 15 minutos diários de prática constante para notar benefícios como maior consciência, autocompaixão e regulação do estresse.
PRÁTICA MEDITATIVA
REDUZ A FREQUÊNCIA
CARDÍACA E OS
HORMÔNIOS DO ESTRESSE, ATIVA O SISTEMA
IMUNOLÓGICO E ATÉ
AUMENTA A ESPESSURA DO CÓRTEX CEREBRAL
Atenção plena pode ser exercitada em qualquer circunstância do cotidiano, despertando a consciência para as informações extraídas por meio dos cinco sentidos
Uma de suas dicas é escolher um sentido (olfato, visão, paladar etc.) e focar apenas nele por cinco minutos. Pode ser uma vela acesa ou uma essência. Caminhadas de atenção plena também funcionam: basta concentrar-se nas sensações do corpo enquanto anda. E ainda é possível parar por alguns segundos, respirar profundamente e fazer minipráticas ao longo do dia, seja após uma reunião, durante a crise de choro do filho, na hora do banho ou enquanto decide por uma compra online. Esses momentos ajudam a se reconectar e identificar períodos de estresse.
Outra sugestão da docente é pisar na grama com os pés descalços ou pelo menos sentir o chão em contato com o tapete de casa. “Isso já faz com que os pensamentos
repetitivos diminuam por aquele instante.”
Também vale focar ações repetitivas, como lavar a louça ou as mãos, dirigir ou desligar as luzes da casa para dormir. O importante é sair do modo “piloto automático” e focar o agora. Afinal, como disse o Dalai Lama – líder do budismo tibetano e, não por acaso, Prêmio Nobel da Paz –, “só existem dois dias no ano em que você não pode fazer nada pela sua vida: o ontem e o amanhã”.


Reduz o estresse e a ansiedade
• Aumenta a satisfação e melhora o desempenho no ambiente de trabalho
• Dá menos insônia
• Ajuda a combater a depressão
• Aumenta as sensações de bem-estar e autoestima
Estimula a criatividade, inteligência e memória
• Fortalece os sistemas nervoso e imunológico
• Reduz a pressão arterial
• Atenua dores de cabeça
• Diminui o consumo do tabaco, do álcool e de drogas ilícitas.

Conheça os alimentos que reduzem a glicemia e estimulam a produção do hormônio da saciedade, imitando o efeito das canetas emagrecedoras no organismo
Nos últimos anos, o uso das chamadas “canetas emagrecedoras” virou febre mundial. A promessa de inibir a fome, proporcionando uma perda rápida de peso, levou muita gente a recorrer a medicamentos injetáveis à base de semaglutida ou tirzepatida, inicialmente desenvolvidos para o controle da diabete, como forma de combater a obesidade. Em geral, eles atuam mimetizando o hormônio GLP-1, responsável por regular a saciedade e a glicemia, e têm apresentado boa eficácia na perda rápida de peso. Mas, como toda droga, também têm seus riscos. Os efeitos colaterais mais comuns incluem náusea, vômito, diarreia, constipação intestinal e perda de massa magra. Estudos recentes também têm avaliado o aumento de casos de pancreatite entre os usuários, levantando um alerta sobre o uso indiscriminado desses fármacos e as possíveis consequências da aplicação constante no longo prazo. A boa notícia é que certos alimentos, quando incorporados à rotina alimentar, ajudam a prolongar a sensação de saciedade, estabilizar os níveis de açúcar no sangue e estimular a produção do GLP-1, imitando o efeito das canetas de forma natural e saudável.
De acordo com a nutricionista Cintya Bassi, destacam-se ingredientes ricos em fibras, triptofano, proteínas de alto valor biológico e gorduras saudáveis. Banana, abacate, feijão e aveia, por exemplo, são grandes
aliados. “Alimentos com baixo índice glicêmico (como batata-doce, cereais integrais e leguminosas) também ajudam a manter por mais tempo a saciedade, pois liberam o açúcar no sangue de forma lenta, prolongando a oferta de energia”, explica a especialista.
Em contrapartida, carboidratos simples, como doces, bolos, pães e biscoitos, podem estimular o apetite. Isso porque eles enviam açúcar de forma rápida para o sangue, que logo é absorvido, fazendo com que a sensação de falta de energia retorne e o organismo envie o recado de que precisa de mais alimento. “Também entram nessa lista itens ricos em gordura saturada e sódio, que bloqueiam os mecanismos fisiológicos responsáveis por dar a sensação de saciedade, como embutidos e frituras”, completa Cintya.
Já o consumo de alimentos funcionais –embora tenha um efeito menos potente em comparação com as canetas e não substitua medicamentos em casos clínicos específicos –, garante resultados duradouros no longo prazo, evitando o temido “efeito sanfona” e os eventuais riscos que o uso de fármacos pode acarretar ao organismo. Mais do que uma solução imediata, trata-se de uma abordagem sustentável, baseada em escolhas inteligentes e no respeito aos mecanismos naturais do corpo. Confira a seguir uma seleção de 10 aliados nutricionais que dialogam diretamente com esse novo olhar sobre emagrecimento e saúde.


















Além de proteína, fermentados como iogurte e kefir contêm probióticos que modulam a microbiota intestinal, fator diretamente relacionado à produção de GLP-1 e ao controle do apetite.
Rica em fibras solúveis, especialmente beta-glucana, a aveia forma um gel no trato digestivo que retarda o esvaziamento gástrico e a absorção de glicose. Esse processo contribui para maior saciedade e estimula a liberação de GLP-1.









Com gorduras monoinsaturadas e fibras, o abacate promove saciedade prolongada e melhora a resposta glicêmica. Seu perfil lipídico também contribui para a sinalização hormonal associada ao apetite.

Fonte de proteína de alta qualidade, os ovos são altamente saciantes. Estudos mostram que refeições proteicas estimulam a secreção de hormônios intestinais, incluindo o GLP-1, além de reduzir picos glicêmicos.













Clássico da mesa brasileira, o feijão combina fibras e proteínas vegetais. Seu baixo índice glicêmico favorece a estabilidade da glicose e estimula hormônios intestinais ligados à saciedade. O mesmo ocorre com a ingestão de lentilha e grão-de-bico.


Pequenas no tamanho e potentes na função, essas sementes absorvem água e formam um gel no intestino, rico em fibras solúveis, que retarda o esvaziamento gástrico. Isso aumenta a saciedade e reduz a velocidade de absorção dos carboidratos.
Os ácidos graxos ômega-3 presentes no salmão, na sardinha e no atum têm efeito anti-inflamatório e influenciam positivamente a liberação de hormônios intestinais, incluindo o GLP-1.
Castanhas, nozes, pistache e amêndoas combinam gorduras boas, fibras e proteínas. Esse trio nutricional desacelera a digestão e contribui para a saciedade duradoura.








































Ricos em fibras e antioxidanes, os vegetais crucíferos auxiliam no controle da glicemia e favorecem a saúde intestinal - ambiente essencial para a regulação hormonal e o aumento dos níveis de GLP-1.

























10. MAÇÃ
Rica em pectina, uma fibra solúvel, a maçã contribui para o controle glicêmico. Além disso, o vinagre de maçã, quando consumido antes das refeições, melhora a sensibilidade à insulina e potencializa a sensação de saciedade.


Oentusiasmo em torno da participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, na Itália, com a melhor campanha verde-amarela em 102 anos de história da competição, tem feito um número cada vez maior de viajantes voltarem seus olhares para um mapa menos óbvio, mas surpreendentemente completo, de destinos gelados na América do Sul. Entre picos andinos, estações bem estruturadas e centros urbanos que abraçam o frio como estilo de vida, o continente oferece um menu variado e bastante completo de destinos para quem deseja praticar esportes como esqui, snowboard, patinação no gelo e até curling sem precisar cruzar o hemisfério. Confira os principais:
O país desponta como protagonista natural na cena de points do inverno sul-americano. A poucos quilômetros de Santiago, estações como Valle Nevado, La Parva e El
Colorado oferecem infraestrutura comparável a destinos europeus, com pistas para todos os níveis, escolas especializadas e hotéis integrados. O Valle Nevado, em especial, tornou-se referência para brasileiros: além da altitude privilegiada, conta com excelente qualidade de neve e uma logística facilitada a partir da capital chilena. O snowboard também ganha destaque nessas montanhas, com áreas dedicadas e snowparks bem equipados.
Ao norte dali, no coração da Cordilheira dos Andes e às margens da lendária Laguna del Inca, Portillo combina paisagens alpinas dramáticas, neve de excelente qualidade e uma atmosfera acolhedora que atrai visitantes internacionais há mais de 70 anos.
O destino é conhecido por sua proposta de resort intimista, com número limitado de hóspedes por semana. Além da prática de esqui e snowboard, a alta temporada (de 20 de junho a 26 de setembro) contará com eventos enogastronômicos, experiências
CONTINENTE TEM DESTINOS PARA QUEM DESEJA PRATICAR ESQUI, SNOWBOARD, PATINAÇÃO NO GELO E ATÉ CURLING SEM PRECISAR CRUZAR O HEMISFÉRIO

sociais e uma programação variada de atividades. Para atletas experientes são oferecidos tours fora de pista e de heliski.
A região de Chillán, por sua vez, abriga a maior pista de esqui da América do Sul, com 13 km. Toda sua área é propícia à prática de diferentes modalidades, do esqui nórdico ao alpino; de um completo snowpark (com half pipe, quarter pipe, jump e fun box) a passeios de snowmobile e trenós. Para completar, desde a última temporada, em 2025, as pistas são reabertas das 18h às 22h, aos sábados, proporcionando uma experiência única de esqui noturno.
Também há excelentes opções de hospedagem na região, como Nevados de Chillán – eleito por sete anos o melhor ski resort do Chile pela World Ski Award – e o luxuoso Hotel
Termas de Chillán, famoso por ser ski-in-out e por abrigar o maior spa do Chile, com farto menu de massagens, piscinas aquecidas e vista para as montanhas.
Mais ao sul, Pucón combina aventura e paisagens dramáticas. No vulcão Villarrica, o esqui ganha contornos cinematográficos, com descidas que misturam neve e vistas de crateras fumegantes. É uma experiência menos convencional, ideal para quem busca algo além das pistas tradicionais.
Entre brasileiros, Bariloche segue como clássico absoluto do inverno argentino. Trata-se da maior estação de esqui da América do Sul, com mais de 100 km de pistas e estrutura robusta para iniciantes e avançados. A cidade, com seu
DESDE A ÚLTIMA
TEMPORADA, EM
2025, AS PISTAS DE CHILLÁN SÃO
REABERTAS DAS 18H ÀS 22H, AOS SÁBADOS, PARA PROPORCIONAR UMA EXPERIÊNCIA
ÚNICA DE ESQUI
NOTURNO
Chillán oferece diferentes modalidades, do esqui nórdico ao alpino; de um snowpark a passeios de snowmobile (ao lado) e trenó Foto:
charme alpino e forte vocação turística, oferece ainda opções de patinação no gelo em rinques indoor, além de experiências gastronômicas que transformam o frio em parte do ritual.
Outro destino argentino que vem ganhando projeção é Ushuaia, no extremo sul do continente. No Cerro Castor, a temporada costuma ser mais longa, beneficiada pelas temperaturas mais baixas da região. A qualidade da neve é frequentemente elogiada, e o cenário — cercado por florestas e pelo Canal de Beagle — adiciona uma dimensão quase intocada à prática esportiva. Sem falar que a região também abriga centros de esportes nórdicos, onde modalidades como o esqui cross-country e até o curling começam a ganhar espaço, ainda que de forma incipiente.
Embora o curling não tenha tradição consolidada na América do Sul, iniciativas pontuais surgem em centros esportivos indoor, especialmente nas capitais Buenos Aires e Santiago, onde pistas de gelo multiúso permitem o primeiro contato com a modalidade — muitas vezes impulsionado justamente pelo interesse gerado em anos olímpicos.
Para quem busca alternativas no Brasil, a ausência de neve natural não impede experiências geladas em centros indoor, ainda que em escala recreativa. Esses espaços
funcionam como porta de entrada para iniciantes e ajudam a popularizar práticas historicamente distantes da realidade tropical.
No Snowland, em Gramado (RS), por exemplo, é possível praticar esqui ou snowboard em neve “real”. Já em São Paulo, a Arena Ice Brasil tem a maior pista de gelo do país, com oferta de patinação artística, hóquei e o único local de curling da América Latina. Outras alternativas no estado são o Ski Mountain Park, em São Roque, e os simuladores de alta tecnologia da Slopes.
O fato é que, embalados pelo espírito olímpico e pela crescente
curiosidade do público brasileiro, os esportes de inverno encontram na América do Sul um território cada vez mais acessível a brasileiros, geográfica e culturalmente. Entre montanhas nevadas, cidades acolhedoras e uma infraestrutura em expansão, o continente prova que não é preciso irmos longe para sentir o frio na pele e a adrenalina na ponta dos esquis.
Às margens da Laguna del Inca, Portillo combina neve de qualidade com clima intimista

Conheça as peças-chave desse estilo que vem das quadras de tênis e já é apontado como a sofisticação máxima
Nas quadras de grama impecável de Wimbledon ou no imaginário cinematográfico recente, o tênis sempre carregou um certo glamour silencioso. Agora esse universo ultrapassa os limites do esporte e se consolida como a estética mais refinada do guarda-roupa contemporâneo. O tenniscore – tendência que traz o estilo das quadras para o cotidiano – desponta como a evolução natural do athleisure, que mistura roupas esportivas com peças casuais de lazer.
Impulsionado por produções como o filme Rivais (Challengers) e pelo burburinho em torno de títulos como Marty Supreme, o movimento ganha força ao combinar referências do tênis com códigos de luxo discreto. Mais do que vestir-se para o desempenho, trata-se de incorporar um estilo de vida onde elegância, bem-estar e status se encontram.
Se o athleisure tradicional priorizava conforto e funcionalidade, o tenniscore
adiciona uma camada de refinamento. A estética mistura o rigor clássico do country club com o minimalismo, resultando em silhuetas limpas, tecidos nobres e uma paleta que privilegia branco, off-white, verde e marinho.
Essa evolução conversa diretamente com o movimento do quiet luxury, no qual a sofisticação está nos detalhes, e não em logotipos evidentes. Não por acaso, marcas como Ralph Lauren, Miu Miu e Lacoste vêm reinterpretando uniformes de tênis como peças de desejo urbano. Em um momento em que bem-estar, longevidade e estética caminham juntos, vestir-se como quem acabou de sair de uma partida de tênis — ainda que nunca tenha segurado uma raquete — tornou-se um símbolo aspiracional.
Confira a seguir as peças-curinga deste estilo que entra em quadra para redefinir as regras no jogo da moda.
TENDÊNCIA PROPÕE UM ESTILO DE VIDA ONDE ELEGÂNCIA, BEM-ESTAR E STATUS SE ENCONTRAM



Vestidos evoluíram de uniforme funcional para peça-chave do guarda-roupa
É o ícone absoluto do tenniscore. Tradicionalmente curta e leve, ela surge agora em versões que exploram diferentes comprimentos e materiais, do poliéster técnico ao algodão estruturado. O detalhe essencial está no movimento: as pregas criam fluidez e dinamismo, enquanto modelos com shorts embutidos trazem funcionalidade. No styling urbano, funciona tanto com polos quanto com camisetas minimalistas ou até camisas de alfaiataria, criando um contraste elegante.
Clássicas nas quadras, as polos ganham protagonismo renovado. Em versões de tricô fino, algodão pima ou piqué premium, aparecem com cortes mais ajustados ou levemente oversized. Cores neutras dominam, mas listras discretas e golas contrastantes atualizam a peça. Quando combinadas com calças de alfaiataria ou saias mídi, transformam-se em um híbrido perfeito entre casual e refinado.
Práticos sem perder o apelo fashion, os vestidos de tênis evoluíram de uniforme funcional para peça-chave do guarda-roupa. Com modelagens ajustadas ao corpo ou levemente evasê, eles valorizam a silhueta sem comprometer o conforto. Tecidos tecnológicos, respiráveis e com elasticidade, garantem caimento impecável. Fora das quadras, ganham nova leitura com sobreposições, como blazers ou tricôs, e acessórios estruturados.
GRIFES COMO
RALPH LAUREN, MIU MIU E LACOSTE VÊM
REINTERPRETANDO
UNIFORMES DE TÊNIS COMO PEÇAS DE DESEJO URBANO

Se o tenniscore nasce no esporte, é o blazer que o ancora na cidade. Em cortes amplos e ombros marcados, ele adiciona uma camada de sofisticação imediata. Em tons neutros como bege, marinho ou cinza, funciona como peça de transição entre o look esportivo e o ambiente urbano. Usado sobre vestidos ou combinado a saias plissadas, cria um contraste interessante entre rigidez e leveza.
Amarrados nos ombros ou usados de forma tradicional, os tricôs remetem diretamente ao universo dos clubes de tênis. Materiais como algodão e cashmere reforçam a ideia de conforto com elegância. Padronagens discretas, como listras ou cable knit, adicionam textura sem pesar o visual. São ótimos para composições em camadas, especialmente em climas amenos.

Minimalistas e versáteis, os tênis brancos são o ponto de equilíbrio do tenniscore. Com design limpo e poucos elementos visuais, eles garantem coerência estética e praticidade. Modelos em couro ou materiais sofisticados elevam o visual, permitindo que o look transite facilmente entre o esportivo e o urbano.
As meias deixam de ser coadjuvantes para assumir papel de styling. Em versões cano médio ou alto, geralmente brancas, criam uma estética retrô que dialoga com o universo esportivo clássico. Quando combinadas com saias ou vestidos, ajudam a construir uma identidade visual mais marcante.
Esses acessórios, originalmente pensados para performance, ganham leitura fashion no tenniscore. As viseiras trazem um toque solar e elegante, enquanto as headbands, em tecidos tecnológicos ou algodão, reforçam o apelo esportivo. São detalhes que elevam o look sem esforço.
Para equilibrar o visual esportivo com um toque final de elegância, entram em cena bolsas de linhas limpas e acabamento sofisticado. Modelos médios, em couro ou materiais premium, reforçam o conceito de luxo discreto e tornam o look adequado para diferentes ocasiões.



Bolsas médias, em couro ou materiais premium, reforçam o conceito de luxo discreto

Planejamento e adaptação são fundamentais para uma viagem segura com cães e gatos
Viajar com animais de estimação deixou de ser exceção para se tornar um novo padrão de comportamento, que reflete a tendência de “humanização” dos pets e o desejo de incluí-los em todas as experiências da família. Para muitos tutores, a ideia de dividir o roteiro com cães e gatos é sempre bem-vinda, mas também exige planejamento rigoroso. Segurança, bem-estar e adaptação são quesitos fundamentais para evitar contratempos e garantir que a viagem deixe memórias positivas.
O primeiro passo começa antes de escolher o destino: a visita ao veterinário. Além de assegurar que vacinas e vermífugo estejam em dia, o profissional pode avaliar se o animal está apto para viajar, especialmente em trajetos longos ou de avião. Se ele não estiver em plenas condições físicas ou emocionais para encarar a jornada, há opções como pet-hotéis, orienta o médico-veterinário Bruno Alvarenga.
Neste caso, convém considerar o temperamento do companheiro de quatro
patas. Os mais agitados costumam ficar bem em estabelecimentos de hospedagem com atividades e brincadeiras. Os que têm doenças crônicas ou que demandam cuidados especiais, por sua vez, podem se beneficiar em clínicas veterinárias.
Outra possibilidade é deixá-lo na casa de conhecidos ou no próprio lar, sob o cuidado de parentes, amigos ou pet sitters. “O ambiente familiar, com o cheiro dos donos e suas marcações, oferece maior conforto”, explica o especialista, ressaltando que cães e gatos exigem cuidados diários e monitoramento. "Não é suficiente disponibilizar água e comida em quantidades suficientes para os dias de ausência do dono. Além do acúmulo de excretas, não há como garantir que os itens permanecerão viáveis durante todo o período", alerta.
Já se o animal estiver apto para viajar, o planejamento deve considerar aspectos como tempo de deslocamento, exigências sanitárias, documentação, entre outros. Confira algumas dicas.


Em trajetos de carro, o uso de caixas de transporte ou cintos de segurança específicos para pets é essencial para prevenir acidentes
Para viagens interestaduais ou internacionais, a documentação sanitária pode ser obrigatória – e ignorá-la pode acarretar desde multas até o impedimento do embarque.
O deslocamento, aliás, merece atenção especial. Em trajetos de carro, o uso de caixas de transporte ou cintos de segurança específicos para pets é essencial para prevenir acidentes. Animais soltos podem distrair o motorista ou sofrer lesões em freadas bruscas. “Se possível, faça paradas periódicas para oferecer água e permitir que os animais façam suas necessidades fisiológicas”, orienta o docente da CEUB.
Já em viagens aéreas, é fundamental conhecer as regras da companhia, pois questões como peso, tamanho da caixa e até a possibilidade de transporte na cabine variam bastante. Também convém reservar esse serviço com antecedência, já que o número de pets por voo costuma ser limitado, e providenciar a documentação necessária. “Todas as empresas exigem a carteira de vacinação com a antirrábica válida, uma caixa de transporte que permita que o animal gire 360º e atestado de saúde emitido por médico veterinário até 10 dias antes da viagem”, pontua Alvarenga.
Outro ponto muitas vezes negligenciado é o conforto emocional do animal. Mudanças de ambiente podem gerar estresse, especialmente em gatos, que são mais sensíveis a alterações de território. Levar objetos familiares – como brinquedos, mantas ou a própria
cama – ajuda a criar uma sensação de segurança.
A escolha da hospedagem também influencia diretamente na experiência. O conceito pet friendly vai além de aceitar animais: envolve estrutura adequada, áreas de circulação seguras e, em alguns casos, até serviços especializados. Confirmar previamente as regras do local evita surpresas desagradáveis, como restrições de porte ou taxas adicionais.
No caso de viagens internacionais, Alvarenga aconselha buscar informações sobre as normas sanitárias de entrada de animais no país de destino, que geralmente estão disponíveis nos sites das entidades responsáveis. “União Europeia e Estados Unidos, por exemplo, possuem normas diferentes, resumidas no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).”
Em geral, é necessário, primeiramente, inserir um microchip de identificação nos cães e gatos, vaciná-los contra a raiva e aguardar 30 dias para realizar um exame que permita obter o Certificado de Sorologia de Raiva, que pode levar até um mês para ser emitido.
Posteriormente, os tutores devem levar seus animais ao veterinário – no máximo, cinco dias antes da data do embarque – para obter atestado de saúde veterinária nacional e acessar o portal gov.br para emitir o Certificado Veterinário Internacional.
A União Europeia exige que os animais estejam vermifugados e medicados para controle de pulgas

e carrapatos. Já os Estados Unidos divulgaram novas regras recentemente que incluem microchipagem, vacina antirrábica, sorologia e entrada por aeroportos específicos com clínicas credenciadas (CDC Animal Care Facility). Antes da viagem, o tutor também deve preencher um formulário obrigatório do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças), agência federal norte-americana que regula a importação de animais para prevenir zoonoses.
No destino, o cuidado deve ser redobrado. Ambientes desconhecidos podem apresentar riscos invisíveis, como plantas tóxicas, frestas por onde o animal pode fugir ou contato com outros pets. Manter a identificação atualizada – com plaquinha e microchip, se possível – é uma precaução simples que pode fazer toda a diferença em caso de perda.
A alimentação também merece atenção. Mudanças bruscas na dieta podem causar desconfortos gastrointestinais. Por isso, o ideal é manter a ração habitual durante toda a viagem. Água fresca deve estar sempre disponível, especialmente em regiões de clima mais quente.
Por fim, reconheça os limites do próprio animal. Nem todos os pets se adaptam bem a viagens, e respeitar esse perfil é uma demonstração de cuidado. Em alguns casos, deixá-lo sob os cuidados de um profissional ou em um hotel especializado pode ser a opção mais segura. Viajar com cães e gatos é, acima de tudo, um exercício de responsabilidade. Quando bem planejada, a experiência amplia o vínculo entre tutor e animal, transformando cada destino em um espaço compartilhado de afeto, com segurança, leveza e, claro, muitas histórias para contar.
No caso de viagens internacionais, busque informações sobre as normas sanitárias de entrada de animais no país de destino, que geralmente estão disponíveis nos sites das entidades responsáveis
MANTER A IDENTIFICAÇÃO ATUALIZADA, COM PLAQUINHA E MICROCHIP, É UMA PRECAUÇÃO SIMPLES QUE PODE
FAZER TODA
A DIFERENÇA EM CASO DE PERDA

INGREDIENTES DA GELEIA
• 5 a 10 pimentas dedo-de-moça (depende do grau de ardência que deseja)
• 1 dente de alho pequeno
• 4 maçãs fuji
• 1 ½ xícara de açúcar
• ½ xícara de água
• ½ xícara de vinagre de maçã
• 1 pitada sal
MODO DE PREPARO
Corte as pimentas ao meio e retire todas as sementes e a parte branca. Faça isso com uma colher de chá, que é mais prático. Depois, corte em três ou quatro pedaços. Em um mixer ou liquidificador, coloque as pimentas, a maçã sem

casca e sem sementes cortada em pedaços, o alho e a água. Bata por alguns instantes só até que a pimenta esteja picada e a maçã, triturada. Coloque a mistura em uma panela, junte o açúcar, o vinagre e o sal. Misture e leve para fogo baixo.
Deixe cozinhar até chegar na consistência de geleia, mexendo às vezes.
Deve levar cerca de 20 minutos.
Para saber a consistência, é fácil. Retire uma colherzinha da geleia e coloque em uma superfície lisa e fria. Ela deve ficar cremosa ao entrar em contato com a superfície. Se ela
endurecer, passou do ponto – você pode adicionar mais água. Se ela ficar muito líquida, é porque ainda precisa cozinhar mais uns minutos.
INGREDIENTES DA MASSA
• 1 kg de farinha
• 300 g de farinha de sêmola
• 400 ml de gema
MODO DE PREPARO
Misture tudo, sove o quanto baste e abra a massa. Recheie com pedaços de queijo brie e feche em formato de ravióli. Para finalizar o prato, cozinhe os raviólis em água fervente, passe na frigideira com manteiga quente e jogue a geleia por cima para servir.
