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Revista Encontros - Edição 145

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Índice

Editorial www.revistaencontros.com

MUSEU NACIONAL UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA O esqueleto da preguiça gigante era uma das atrações para os visitantes

03 EDITORIAL 04 EXPEDIENTE 06 SEU DIREITO 07 ACONTECEU 08 ENCONTROS DA BOA COMIDA 10 INAUGURAÇÃO 12 CAPA 16 TE ENCONTREI

Eram mais de 20 milhões de itens e infelizmente - todos ou quase todos, sumiram no incêndio. Na noite do dia 02 de setembro, domingo, os cariocas e brasileiros, foram surpreendidos com a triste imagem do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, em chamas. Inicialmente, segundo os relatos, parecia que não era real, talvez uma piada de muito mal gosto, um fake news, um pesadelo. As imagens foram chegando pelo facebook, pelo whatsapp, nas TVs, enfim era real. Creio que até hoje ainda pensamos que tudo foi um pesadelo. Ainda é difícil acreditar como chegamos a esse ponto com a nossa história, nossa cultura, nossa preservação. Eu também tenho uma memória sentimental com o Museu, onde centenas de vezes fui desde criança passear

com minha mãe, meu irmão, minha filha, nos passeios de escola, enfim. Um patrimônio que perdemos ao qual nos foi confiado e que simplesmente não cuidamos. Me coloco também como responsável porque não cobramos os deveres daqueles que ajudamos a colocar como guardiões. Damos crédito, damos estatus, curvamos nossas cabeças e vivemos nosso dia a dia como se tudo fosse natural. Uma pena nossa falta de união. Mas vida que segue e agora é aproveitar o tempo para repensar nossas escolhas e prioridades. Que nossas autoridades também revejam suas prioridades e responsabilidades.

Bete Santos Presidente e editora

NOSSA CAPA

17 CLUB E 18 SILVA JARDIM

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Nossa capa deste mês de agosto traz uma representante de peso e prestígio no cenário da pesquisa e ciência. Trata-se da Doutora Leila Macêdo que recebeu neste mês o prêmio Norman Borlaug de sustentabilidade. Ela é moradora de Itaipuaçu, Maricá. Na foto: Segurando o primeiro material biológico produzido no Brasil, na época que eu era responsável pelo Departamento de Controle de Qualidade de vacinas na Fiocruz (1984). Até então o Brasil tinha q importar esses materiais de referência dos Estados Unidos pois o Brasil não tinha tecnologia para produzir. Encontros | Agosto de 2018

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Expediente www.revistaencontros.com OBITUÁRIO

PRESIDENTE E EDITORA

BETE SANTOS Jornalista Responsável (MTb18905-RJ)

DESIGNER GRÁFICO

BRUNO CAMPOS

FOTOGRAFIA

PEDRO MENEZES

FOTOGRAFIA

LAURECY MONTEIRO

BETE SANTOS (21) 98867-2568 (Oi) REDAÇÃO (21) 97164-5338 (WhatsApp) • (21) 9 7164-5331

Aretha Franklin, cantora norte-americana, dia 16/08. Nasceu em 1942.

Otávio Frias Filho, empresário e jornalista, dia 21/08. Nasceu em 1957.

Kofi Annan, exsecretário geral da ONU e diplomata ganês, dia 18/08. Nasceu em 1938.

Beatriz Segall (92anos), atriz, dia 05/09. Nasceu em 1926.

COMERCIAL revistaencontro@gmail.com ATENDIMENTO AO LEITOR

FOTÓGRAFO JUVENIL ADM. REDES SOCIAIS MICHELL SANTOS

DISTRIBUIÇÃO

LUIZ CARLOS

revistaencontro@gmail.com www. revistaencontros.com Revista Encontros IMPRESSÃO E ACABAMENTO Grupo Smart Printer A revista Encontros é uma edição mensal, com tiragem de 5 mil exemplares. Lembramos que é expressamente proibida a reprodução total ou parcial das artes sem prévia autorização da editora.

DIREITO

DRA. LUCIENE MOURÃO

CULTURA - SILVA JARDIM

LUIZ NICOLAU

* O conteúdo dos anúncios vinculados, bem como a prestação de serviços é de responsabilidade única e exclusiva dos anunciantes. Assim como os textos assinados também são de inteira responsabilidade dos seus autores.

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Aconteceu www.revistaencontros.com

1º ENCONTRO DE NOIVAS FABI LEMOS O encontro mostrou maquiagem à prova d’água, divulgou profissionais e fornecedores, promoveu descontos e sorteou brindes, em Maricá. Fabi Lemos é maquiadora profissional há 8 anos, formada pelo Senac. Especializada em noivas pelo Make Arte, possui no seu currículo inúmeros cursos renomados na área de maquiagem e penteado, como Priscila Lessa, Paulo Persil, Joyce Barbosa e na Argentina no Instituto Kryolan. Atuou como instrutora de maquiagem profissional do Instituto Embelleze e em alguns centros de beleza da cidade, atualmente tem seu próprio ateliê onde desenvolve diversos cursos: automaquiagem, maquiagem profissional, aperfeiçoamento para maquiadoras profissionais, penteados, entre outros, além de fazer as produções de noivas, debutantes, madrinhas e formandas. O encontro se deu através de um bate papo entre a profissional e as futuras noivas e debutantes interessadas no seu trabalho. “Apresentei as fotos de alguns trabalhos de maquiagem e penteado e na hora fiz um teste comprovando a maquiagem à prova d’água. Borrifei água no rosto da minha

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modelo para mostrar que a maquiagem não escorria e nem sairia da pele, isso foi comprovado e todas as convidadas ficaram impactadas com o resultado”, disse Fabi. O encontro foi um sucesso e contou com cobertura fotográfica da Granadeiro Photography, um super coffee break em parceria com Dias D Doce, FR Atelier de bolos e doces e Clara’s Festas, e o sorteio de uma cesta de produtos específicos para noivas em parceria com Lubi Papelaria, Moça Bonita, KV Moda Íntima e Angel Mix. Ao final, Fabi Lemos disponibilizou um super desconto em todos os seus pacotes e para um maior engajamento das convidadas, ela fechou parceria com os melhores fornecedores do ramo, de Maricá, que também disponibilizaram descontos a todos os presentes: Crystal Lounge Eventos, Guimarães Rosa Cerimonial, Flores & Ceia

Decorações, Wallace Agualuza Filmes, Maison Cler Noivas, Miriã Costa, Isabel Silva, Casa & Mar Resort, Thayce Designer, DJ Phillipe Ricardo, JPE Turismo, LF Drinks, Cabine Foto Show, FR Atelier de bolos e doces, Clara’s Festas, KV Moda Íntima e Angel Mix. Foram vários contratos fechados e a previsão é de que aconteça um Encontro de Noivas Fabi Lemos duas vezes ao ano, no primeiro e no segundo semestre, sempre com novidades. Para acompanhar esse trabalho siga-o nas redes sociais: Instagram @fabilemosdiadanoiva Facebook @fabilemosmake Youtube: /fabilemosmakeup Site: fabilemos.com

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Seu Direito www.revistaencontros.com

ALIENAÇÃO PARENTAL A síndrome de alienação parental (SAP) foi definida, na década de 1980, pelo psiquiatra norteamericano Richard Gardner, como um distúrbio infantil que acometeria crianças e adolescentes envolvidos em situações de disputa de guarda entre os pais. Mas o que é a Alienação Parental? Ela ocorre quando os pais não conseguem separar os conflitos conjugais das relações parentais e acabam inserindo os filhos no litígio que não lhes pertence, com isso, acabam programando o filho para odiar, sem motivos, o outro genitor. A alienação parental pode ser considerada face a comportamentos recorrentes dos genitores, que afetem a dinâmica familiar e venha a gerar prejuízos aos filhos, bem como aos demais familiares. Desta forma, o histórico de interferência nas relações familiares deve ser considerado para um diagnóstico preciso, tendo em vista as implicações das medidas judiciais cabíveis e das repercussões emocionais. De acordo com a Lei 12.318/2010, considera-se ato de Alienação Parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou o adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este. A alienação parental pode ser realizada

pelo pai, pela mãe, ou até mesmo pelos dois. Ou seja, o alienador é quem impede ou dificulta o contato do filho com outro genitor com o intuito de destruir ou de prejudicar o vínculo. No entanto, a alienação também pode ser praticada por avós, tios ou outras pessoas que convivem com a criança ou adolescente. As formas de alienação parental prevista em lei são: realizar campanha de desqualificação da conduta do genitor no exercício da paternidade ou maternidade,dificultar o exercício da autoridade parental, dificultar contato da criança ou adolescente com outro genitor, dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar, dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar, omitir deliberadamente a um dos genitores informações pessoais relevantes sobre a criança ou adolescente, falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente. É importante que os filhos convivam o maior tempo possível com ambos os pais para que possam construir suas referências!! Ao praticar atos de alienação parental, o alienador acaba retirando dos filhos a alegria de uma convivência harmônica com as pessoas que eles mais amam: os pais! Sendo assim, os danos causados por essas acusações podem ser irreparáveis!

Caso seja necessário ingressar com ação judicial objetivando o restabelecimento dos vínculos afetivos, nos casos de alienação parental, o Juiz, algumas vezes, determina que a visita do genitor alienado ao(s) seu(s) filhos ocorra sob a supervisão de profissional especializado, na maioria dos casos, de um psicólogo, em horário pré estabelecido, por determinado tempo, em unidade do Poder Judiciário, podendo ainda ocorrer as seguintes decisões judiciais: alteração de guarda para compartilhada; advertência; multa; determinar domicílio provisório da criança ou adolescente; inversão de guarda; suspensão da autoridade parental do genitor alienador; ampliação do regime de convivência familiar e Acompanhamento psicológico e/ou biopsicossocial.

DRA. LUCIENE MOURÃO DOMINGOS Advogada

DRA. LUCIENE MOURÃO DOMINGOS - ADVOGADA Rua Ribeiro de Almeida 146 sala 105 • lucienemouraodomingos@live.com Tel:(21)9 6485-7788 Luciene Mourao Domingos • Tel:(21)9 7159-2147 Marcella Grechi

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Reportagem www.revistaencontros.com

ENEL É CAMPEÃ DE RECLAMAÇÕES NO PRIMEIRO SEMESTRE NO PROCON MARICÁ

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Procon Maricá divulgou no dia 1º de agosto, o balanço de operações do primeiro semestre do ano, no período entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2018. Foram realizados 850 atendimentos, somados os preliminares e as aberturas de CIP, que são os processos abertos quando o atendimento preliminar não resolve de imediato. Entre as empresas mais reclamadas estão a concessionária de energia elétrica Enel (cerca de 40% dos atendimentos), seguida pelas concessionárias de telefonia, com aproximadamente 30% das reclamações. As instituições bancárias, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) e as redes de lojas completam a lista das mais reclamadas. Segundo a coordenadora Angélica Spindola (foto), a mudança de local e as campanhas educativas vem consolidando o trabalho. “Com a mudança para o novo prédio dos Sistemas Integrados Municipal (SIM) no Centro, ganhamos maior www.revistaencontros.com

destaque e a população tem nos procurado com maior intensidade para defende-la nas relações de consumo. Além disso, através do Procon Educa, temos realizado campanhas que orientam os consumidores de seus direitos. Isso faz com que o órgão fique em evidência e nosso fluxo de trabalho aumente”, afirmou. Nesses seis meses, o órgão atingiu um alto índice de resolução das ocorrências pela própria equipe, encaminhando para o Juizado Especial Civil apenas 10% da demanda. Na maioria dos casos, as CIP’s encaminhadas têm como reclamada a Enel. As cobranças indevidas, multas em decorrência de Termo de Ocorrência de Irregularidade (TOI) e instabilidade na rede são as principais reclamações. Para Alan Novais (foto), secretário de Desenvolvimento Econômico, Comércio e Petróleo, a aproximação que a secretaria vem promovendo com associações da cidade (Associação Comercial de Maricá – ACM, Câmara de Dirigentes Lojistas –

CDL Maricá e Associação Empresarial e de Serviços de Itaipuaçu e Inoã – Assessi) também contribui para que os empresários locais saibam da atuação do Procon Maricá e se adequem ao que rege o Código de Defesa do Consumidor (CDC). “Com essa aproximação, os nossos empreendedores estão vendo que o Procon Maricá não está na cidade para punir ninguém, e sim educar. Dessa forma, todos entendem a importância de cumprir o CDC e veem que o órgão é um parceiro de todos, já que todos somos consumidores”, afirmou. O consumidor que necessitar de orientação pode obtê-la através do telefone (21) 2634-1342, por WhatsApp através do número (21) 96831-0475, por mensagem na página www.facebook.com/proconmarica ou diretamente na sede, localizada no prédio dos Serviços Integrados Municipal (SIM), localizado na Rua Álvares de Castro, 2525 – Centro, das 8h às 17h. Encontros | Agosto de 2018

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Receita

BOLO BRIGADEIRO Ingredientes (Massa)

untada com manteiga e farinha, em forno préaquecido a 180°C, por aproximadamente 35 minutos. Brigadeiro Em uma panela coloque o leite condensado, a manteiga e o chocolate. Leve ao fogo até obter o ponto de brigadeiro. Desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Misture bem e reserve.

4 ovos 1 e ½ xícaras (chá) de açúcar 3 xícaras (chá) de farinha de trigo ½ xícara (chá) de óleo ½ xícara (chá) de água 1 xícara (chá) de chocolate em pó 1 colher (sopa) de fermento em pó Brigadeiro 2 latas de leite condensado 2 xícaras (chá) de chocolate em pó 1 colher (sopa) de manteiga 1 caixinha de creme de leite Chocolate granulado para cobrir

ENCONTROS DA BOA COMIDA

Bata os ovos com o açúcar na batedeira. Depois, acrescente o óleo, a água e o chocolate. Adicione a farinha de trigo. Ao final, misture o fermento em pó e leve a massa para assar em fôrma de aro removível

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LEGENDAS

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Montagem Corte o bolo ao meio, horizontalmente, com uma faca ou linha, e recheie com o brigadeiro. Depois, cubra todo o bolo com o brigadeiro. Enfeite com chocolate granulado. Observação Para deixar o bolo mais úmido, se necessário, despeje sobre a massa uma calda feita com 1 xícara de açúcar, 500 ml de água e 1 colher de chocolate em pó. Ferva tudo até dissolver e deixe esfriar. Bom Apetite !!

Comer e Beber

Ouvir Música

Apreciar a vista

Paquerar

Levar as crianças

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Inauguração www.revistaencontros.com

AGORA TEMOS A NOSSA CASA- A CASA Todo dia 20 de cada mês acontece o Encontro com os Aposentados. Neste café da manhã participativo cada Agora o espaço cresceu e é próprio.

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om a frase acima, voz embargada e lágrimas nos olhos, a médica Janete Celano Valladão, presidente do Instituto de Seguridade Social de Maricá – ISSM, iniciou seu discurso de inauguração da nova sede da entidade, dia 22 de agosto, quarta-feira, no bairro Centro. Aliás, a comemoração foi dupla pois nesse mesmo dia “há 27 anos nascia a entidade fundada durante o governo de Odenir Costa”, lembrou Janete. Atualmente o ISSM atende 3.315 segurados e cada um contribuiu para a construção da sede própria. Agora, além do conforto físico com espaço amplo para os atendimentos e reuniões, o Instituto terá uma substancial economia nos seus cofres. O aluguel representava uma despesa anual de R$60 mil reais. “Essa construção foi com recursos próprios, mas não posso deixar de agradecer ao prefeito Fabiano Horta que tem valorizado essa casa, ao Secretário de Governo e de Obras, Renato Machado e ao Secretário de Conservação, Adelso Pereira. Além de representantes do Conselho Superior de Administração, o Conselho Fiscal e, é claro, a todos os funcionários e Presidentes que por aqui passaram”, disse a Presidente do ISSM. Para o prefeito de Maricá, Fabiano Horta, a nova sede representa uma vitória para cada servidor do município e parabenizou a luta e a resiliência comandada por Janete Valladão. Falou ainda dos concursos públicos que irão acontecer no município e que irão recompor os quadros de funcionários.

O prefeito Fabiano Horta discursa para o público ladeado pela Dra.Janete Valladão e toda equipe do ISSM, autoridades e convidados.

Prefeito cumprimentando o servidor do ISSM Gilberto Trintim Alves.

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Inauguração www.revistaencontros.com

DO SERVIDOR PÚBLICO DE MARICÁ um traz o prato de sua preferência e assim trocamos receitas e histórias.

do Município de Maricá. “Essa é uma conquista para todos nós que compomos o quadro de funcionários do município”.

Foram muitos os que compareceram à inauguração e a reportagem da Encontros conversou com alguns deles. Vejamos: Cristina Maria da Silva Firmino, agente administrativo. “Fui trabalhar no ISSM em 1995 como contratada, em 2002 após prestar concurso público passei a compor o quadro efetivo no município”. Odemir Capistrano Silva, estatutário desde 2008. Iniciou na Comunicação da Prefeitura de Maricá, passou por outras Secretarias e desde 2017 compõe o quadro do ISSM. “Me aposentarei em setembro deste ano e portanto essa continuará a ser a minha casa” Dra.Simone Costa, estatutária desde 2001, a médica geriatra desde de 2017 é secretária de Saúde www.revistaencontros.com

Glória Maria Barreto Rosas, Inspetora de Alunos, aposentada esse ano. “Eu não podia deixar de comparecer a essa inauguração”. Gláucia Cartaxo, desde 1992 atua no município. Tem duas matrículas e em maio deste ano aposentou-se por uma e na outra continua na ativa como diretora do CAIC Elonir Silva, em São José do Imbassaí. “Estou muito feliz por todos”. Izabel Oliveira, desde 2002 é estatutária no quadro da educação, formou-se em jornalismo e há bastante tempo atua na Comunicação Social. “Tenho três filhos e portanto já utilizei muito os serviços do ISSM durante as minhas licenças e sei bem da importância do Instituto para nós”.

E pudemos ouvir alguns convidados que vieram de outros municípios: Reges Moisés dos Santos, presidente do Rio Previdência. “Somos parceiros dos Institutos e hoje vejo aqui uma conquista importante para a continuidade do bom desempenho do ISSM em um município que cresce e se preocupa com o seu funcionalismo público”. Sebastião Valério da Silva, que trabalhou no Hospital Conde Modesto Leal, que declarou: “Vim buscar o contra-cheque e acabei aproveitando para conhecer tudo no dia da inauguração”. Rosilane Brum Cler Cunha, presidente do Instituto Previdenciário de Silva Jardim e desde o ano passado é também presidente da Associação das Entidades de Previdencias Municipais e do Estado do Rio de Janeiro. “Ter um espaço próprio representa que o estatutário se sinta em casa, além do espaço físico para a realização de atividades recreativas e interativas e até mesmo atendimento psicológico em alguns casos”.

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C A PA

RECONHECIMENTO À PESQUISA BRASILEIRA A Dra.Leila Macêdo que há 10 anos mora em Itaipuaçu, Maricá, é a primeira pesquisadora brasileira a receber o Prêmio Norman Borlaug de sustentabilidade

No último dia 06 de agosto,durante o Congresso Brasileiro do Agronegócio, em São Paulo, a pesquisadora Leila Macedo recebeu o prêmio Norman Borlaug (prêmio Nobel da Paz de 1970 que foi considerado o pai da agricultura moderna). Leila é a primeira pesquisadora brasileira a receber esse prêmio. Para a diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Adriana Brondani, Leila trabalhou de forma incansável para que a ciência fosse contemplada e aplicada em nosso marco regulatório. “Assim, contribuiu de forma decisiva para levar a biotecnologia para a agricultura. Graças ao seu trabalho, nos tornamos grandes produtores de alimentos e pioneiros em aprovações de transgênicos, a exemplo do feijão resistente a vírus, do mosquito para controle da dengue, do eucalipto com crescimento mais rápido e da cana-deaçúcar transgênica resistente à broca”, lembra Adriana. Durante o evento, além dos grandes nomes do setor produtivo e empresarial,

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Sempre lutei muito pela educação e saúde, porque sei que educação é o grande transformador de uma nação”.

estiveram os jornalistas William Waack e Gerson Camarotti. E lá estava nossa cientista, pesquisadora, mulher, educadora, orgulho do nosso país e moradora em Itaipuaçu, Maricá. O nome de Leila está na seção A Cara da Ciência, da revista Cultivar junto com outras mulheres que também contribuiram para a biotecnologia: Barbara McClintock (1902-1992) - a norte-americana foi pioneira na citogenética. Ela recebeu o prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina; Rosalind Franklin (1920-1958) - a inglesa ficou conhecida como “a mulher que fotografou o DNA”. Johanna Döbereiner (1923-2000) a checoslováqua morou no Brasil. Ela iniciou um programa sobre FBN, fixação biológica de nitrogênio. Chegou a ser indicada ao Prêmio Nobel, em 1997.

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C A PA Quem é Leila: Leila dos Santos Macêdo é carioca, cientista, aposentada pela Fundação Oswaldo Cruz,onde trabalhou como pesquisadora titular durante 38 anos, mestre e Phd em microbiologia,tem pós doutorado em biotecnologia e avaliação de risco e biossegurança. Foi a primeira mulher a presidir a CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biosegurança, ligada ao Ministério da Ciencia e Tecnologia, foi representante nessa comissão até 2001. “Sempre lutei muito pela educação e saúde, porque sei que educação é o grande transformador de uma nação. Infelizmente a educação, como também a saúde só são usados e lembrados como bandeiras políticas, mas há muito que o Brasil já deixou de considerar a meritocracia como uma bandeira e a gente vê assim um reconhecimento das competências sem a valorização da meritocracia. Hoje nós temos os nossos cérebros saindo do Brasil, sendo evadidos porque aqui não existe prestígio, os grandes cérebros são colocados de lado em detrimento de questões político ideológicas. Eu mesma muitas vezes pensei em sair do País. Já sai algumas vezes do País para fazer e dar cursos, mas não quero sair do Brasil. Contudo, mesmo aposentada eu quero continuar a contribuir e eu tenho em Maricá, a cidade que eu escolhi viver depois da minha aposentadoria. Meus pais eram daqui e eu estou aqui há dez anos, quero continuar a contribuir, quero passar esse conhecimento a diante, por isso me envolvi muito com a ONG Rosa Choque, aqui de Maricá, que faz um trabalho social fantástico de educação, educação ambiental, educação para a saúde e fortalecimento da população maricaense com relação a conhecimento, é um trabalho não remunerado”.

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CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança é um órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, responsável por avaliar cada pedido de pesquisa ou comercialização de transgênicos no País, cujo produto só é liberado após testes de biossegurança.

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C A PA

Uma vida dedicada ao estudo da biotecnologia, podemos dizer assim. Teve papel fundamental na Lei de Biossegurança no País. Mas por que os transgênicos ainda são tão polêmicos? Para a cientista ainda é tudo muito complexo para a sociedade que não entende a relevância desses produtos na produção agrícola. Quanto ao uso da biotecnologia na indústria farmacêutica podemos citar como exemplo a insulina ou uma vacina. Nesse caso a sociedade não questiona porque quer a cura. Mas no caso dos transgênicos na agricultura as vantagens ainda não são tão claras, então tem que haver mais informação. “Por isso iniciei o trabalho nas Olimpíadas de Biologia onde posso divulgar o que é transgenia e quebrar um pouco essa resistência”, disse. A doutora Leila, foi também a primeira mulher a presidir a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CTNBio, de 1999 a 2001. “Na época eu pude colocar todo o conhecimento que eu tinha acumulado em biossegurança desde quando estive na FioCruz, foi daí que a biossegurança passou a ser o objeto da minha pesquisa, quando surgiu a lei e todo seu processo, do projeto à sua publicação, eu vi uma forma de

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contribuir com a sociedade. Eu vinha de uma trajetória, tanto na Europa, como nos EUA, que me permitiu a troca de conhecimentos dentro da CTNBio que é multidisciplinar”, lembrou. Mas apesar de tantos avanços nessa área, Leila não vê no País o aproveitamento ideal dos seus cientistas. “Nós vemos muito isso na Ásia, em países como Singapura e Japão. Lá eles investem muito em pessoas que usam o cérebro, que são pagas para pensar. Que se isolam em seus laboratórios e saem dali com projetos inovadores e soluções. Em Singapura me disseram: vocês exportam produtos, nós exportamos cérebros.” No entanto, Leila concorda que a vocação do Brasil na agricultura é muito importante, mas fica preocupada com os muitos cérebros que estão migrando para o exterior. “Eu gostaria muito de ver um Brasil que desse o tom da ciência mundial”. Quanto a sua trajetória como cientista lamenta não ter dado continuidade a projetos na área de saúde. Chegou inclusive a participar no desenvolvimento da vacina para doença de chagas. “Eu pensava como eu posso contribuir para o meu país? Acho que esse foi um sonho que não realizei”.

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Reportagem www.revistaencontros.com Outra constatação na matéria é que o encerramento das atividades do zoológico e a inauguração do Museu do Amanhã cooperaram com a queda de visitantes.

A História

MUSEU NACIONAL

O BRASIL ESTÁ DE LUTO

*O Museu Nacional é uma instituição autônoma, integrante do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, vinculada ao Ministério da Educação que em junho deste ano completou 200 anos.

N

o dia 02/09/18, domingo, o Museu Nacional passou por um incêndio de grandes proporções comprometendo todo o seu acervo ou quase todo. As investigações continuam e as promessas também, pois os R$ 10 milhões prometidos pelo Ministério da Educação para a recuperação emergencial de seu prédio histórico até o fechamento desta edição ainda não tinham sido liberados. Em Brasília, o presidente Michel Temer assinou duas medidas provisórias: a criação de uma agência para gestão de museus - Agência Brasileira de Museus que comandará a reconstrução do Museu Nacional e os fundos patrimoniais para estimular doações privadas para projetos de interesses públicos. “Agora só pelos livros”, lamenta o biógrafo da família imperial, Paulo Rezzutti. Em processo de escrita de um livro sobre Dom Pedro II, Rezzutti iria participar de uma palestra sobre a Imperatriz Leopoldina no Museu Nacional no feriado da Independência do Brasil, 07/09. “A decadência do prédio era gritante. Logo www.revistaencontros.com

na entrada você via que a construção não tinha um bom cuidado, pelo lado de fora mesmo, antes de entrar”, conta. Em maio deste ano o jornal Folha de São Paulo fez uma expressiva reportagem com o título Bicentenário Museu Nacional, o mais antigo do país, tem problemas de manutenção - Instituição faz vaquinha virtual para reabrir sala de dinossauro e espera verba pública para restauro. Já ali, numa entrevista com o diretor do Museu, o paleontólogo Alexander Kellner, o jornalista Marco Aurélio Canônico identificava a decadência do primeiro museu do país, onde eram visíveis as paredes descascadas, fios elétricos expostos e má conservação generalizada. E a matéria dizia: Menos de 1% do acervo estava exposto, entre os principais itens, o meteorito do Bendegó, o maior já encontrado no país e a coleção de múmias egípcias, a primeira das Américas. A queda do público, segundo a matéria, começou em 2013, chegando a menos 118 mil visitantes em 2016 quando por um período o museu chegou a fechar.

Criado por D. João VI, em 06 de junho de 1818 e inicialmente, sediado no Campo de Sant’Ana, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico do país. Como museu universitário, tinha perfil acadêmico e científico. Suas exposições resultavam da história da instituição e da excelência de suas atividades de pesquisa e ensino, cumpria a finalidade precípua que era a produção e disseminação do conhecimento nas áreas de ciências naturais e antropológicas. De seu acervo de mais de 20 milhões de itens, destacavam-se as que estavam em exposição: a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Dom Pedro I; a coleção de arte e artefatos greco-romanos da Imperatriz Teresa Cristina; as coleções de Paleontologia que incluiam o Maxakalisaurus topai, dinossauro proveniente de Minas Gerais; o mais antigo fóssil humano já encontrado no país, batizada de “Luzia”, poderia ser apreciado na coleção de Antropologia Biológica; nas coleções de Etnologia estavam expostos objetos que mostravam a riqueza da cultura indígena, cultura afro-brasileira, culturas do Pacífico e na Zoologia destacavam-se a coleção Conchas, Corais, Borboletas, que compreendiam o campo de invertebrados em geral e, em especial, dos insetos. Com mais de 90 docentes, 210 técnicos, variadas linhas de pesquisa e um acervo científico, bibliográfico e documental que extrapolava os 15 milhões de itens, a instituição não parava de crescer. Sua sede, o Paço de São Cristóvão, repleta de significado histórico por ter sido a residência da Família Real e Imperial e o local de realização da primeira Assembleia Constituinte da República, não comportava mais a diversidade de atividades realizadas no museu. A partir de 1970, novos prédios começaram a ser construídos ao redor do Horto Botânico do Museu Nacional, que hoje abrigam a histórica Biblioteca (mais de 530 mil volumes). Encontros | Agosto de 2018

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Te Encontrei www.revistaencontros.com

CASADOS ATÉ NO TRABALHO

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arabenizamos o casal Helder Gonçalves, corretor à frente da H.Atitude Imóveis, especialista em vendas de imóveis em todo Estado do Rio e Região dos Lagos e a cabeleireira e proprietária do Salão de Beleza, Marcia’s Coiffeur. Casados desde o final do ano passado, Helder e Márcia são exemplo de união e parceria profissional. “Não somos melhores, mas procuramos exercer o ministério do casamento que é - plantar e cuidar”, disse Márcia. Pode parecer que não tem haver, mas nesse caso, um indica o outro para seus clientes. “Assim funciona”, respondeu Gonçalves.

MARCIA’S COIFFEUR SALÃO DE BELEZA MATRIZ: ESTRADA DE PONTA NEGRA, LT.04,QD.02, VALE DA FIGUEIRA, MARICÁ. FILIAL: ESTRADA DE PONTA NEGRA,S/Nº, LTA1, BANANAL, PONTA NEGRA, MARICÁ. (21) 97173-0077/96744-1062 H.ATITUDE IMÓVEIS ESTRADA DE PONTA NEGRA, 10,LJ4, PONTA NEGRA (21) 99989-3692/2648-0125/4126-8400

ASSESSORIA JURÍDICA. PARA QUE SERVE? O Brasil é reconhecido internacionalmente pelo avanço e modernidade das suas leis. Entre as quais destacamos O Código de Defesa do Consumidor (CDC) e os dispositivos de Lei Ambiental. Por outro lado, existe um contrassenso: são incontáveis as edições de leis diárias que dificultam o acompanhamento, inclusive dos profissionais da área jurídica. São leis trabalhistas, tributárias, previdenciárias, ambientais, consumeristas,

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entre outras. Tudo isso acaba sendo um acréscimo no custo das empresas. Por todos esses motivos a Assessoria Jurídica nas empresas torna-se imprenscindível. “A cada dia mais e mais empresas têm evoluído quanto à aceitação da importância do suporte jurídico preventivo”, disse o advogado Raphael Andrade, sócio na Andrade Pereira Advogados.

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Comércio • Produtos • Serviços www.revistaencontros.com

Advocacia

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Aviamentos

Ótica

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Foto: Alex Hudson

Silva Jardim Jardim Silva LUIZ NICOLAU ENTREVISTA LEANDRO AMORIM LN: Como começou sua história em Silva Jardim, se não nasceu de parteira, veio de outra cidade, certo?

Coelho onde hoje leciono Teoria da música e prática de instrumentos de sopro. A música representa muito no meu dia dia, é a forma mais latente de me expressar. Sou apaixonado por choro e música clássica, LA: Nasci em Rio Bonito em novembro sem deixar, é claro, de apreciar vários oude 84, onde residi até meus 06 anos. Vindo tros estilos musicais. morar em Silva Jardim, fui estudar no Colégio Patinho Feio onde fui alfabetizado. LN: Sua representatividade com a Lembro muito das caronas que eu pegava na traseira do trem de carga de combustí- Cultura em Silva Jardim é bastante vel que por sorte passava no mesmo horá- atuante. Conte como estão esses rio de ir pra escola (CEPM). Lembro dos planos pro Município? carnavais com escolas de Samba da cidade, do Mineiro Pau com seus bois e boLA: Meu compromisso com a cultura necos gigantes que deixavam o Carnaval local começou na primeira conferência muito mais mágico. Tive a sorte de crescer Municipal de Cultura em 2013 onde fui livre numa cidade tranquila e cercado de eleito delegado pela sociedade Civil para pessoas que aprendi a ter afeto e respeito. representar a cidade na 3a Conferência Nacional de Cultura em Brasília . Desde então participei de inúmeras reuniões e fóLN: Como começou sua relação runs de Cultura no Estado representando com a música? a cidade e a região da baixada litorânea. LA: Estudei Música na Assembleia de Criei com amigos o grupo Cultural Feira Deus com Josias como Prof de teoria da Viva onde nasceu a Associarte (Associamúsica e Carlos Alberto (Beto) como pro- ção de Artesãos e Produtores Caseiros de fessor de prática de instrumento, onde co- Silva Jardim. Estamos lutando junto com nheci e comecei a estudar o clarinete. Pou- o Fórum Popular de Cultura pela impleco tempo depois comecei a participar da mentação do Sistema Municipal de CulSociedade Musical e Dramática Honório tura, ferramenta fundamental para a efe-

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Encontros | Agosto de 2018

tivação das políticas públicas de Cultura. O Plano Municipal de Cultura já foi aprovado como projeto de lei em 2018. Nosso próximo passo é criar o Conselho Municipal de Políticas Culturais para finalmente completar com a Lei e a regulamentação do Fundo Municipal de Cultura.

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