Edição Especial 30 anos RFCC-GASPAR - SC, OUTUBRO/ 2019
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Edição Especial 30 anos RFCC-GASPAR - SC, OUTUBRO/ 2019
Elevando a autoestima DAS MULHERES
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Revista do Vale SC mantém seu critério de abrir espaço para instituições que ocupam lugar de destaque pela relevância dos serviços prestados em benefício da sociedade catarinense. Nessa esteira de bons serviços prestados, vamos encontrar a Rede Feminina de Combate do Câncer de Gaspar que, neste ano, comemora 30 anos de atividades e contempla, notadamente, os municípios de Gaspar e Ilhota. A Rede Feminina, sabemos, tem projeção em todo o país pelo combate ao câncer de colo de útero e de mama. Notabiliza-se pelo empenho em divulgar medidas de prevenção e realizar exames preventivos. Além disso, oferece acolhimento, orientações e cuidados com a saúde, no sentido de minimizar os efeitos indesejáveis do tratamento, servindo de suporte e elevando a autoestima das mulheres. Em suas diferentes unidades espalhadas por todo o Brasil, a Rede desenvolve ações em comum. Todas mantêm o mesmo foco e os mesmos objetivos para os quais foram criadas. No entanto, cada unidade ou liga feminina atua de acordo com as características e necessidades regionais. Em Gaspar, a exemplo de outros municípios, a participação e o auxílio da comunidade estão aliados ao desempenho impecável de pelo menos 45 voluntárias. Assim é possível disponibilizar à população uma instituição forte, que tanto oferece conforto moral às pacien-
tes quanto presta diferentes tipos de serviços em sua estrutura física, sempre de acordo com as necessidades individuais. Em Gaspar, segundo a atual presidente Dilma Moser, o comportamento da instituição está voltado para o trabalho coletivo, envolvendo diferentes entidades e lideranças. Ainda segundo a presidente, o sucesso da Rede no município está calçado no tripé carinho, dedicação e transparência que reforça o propósito de ajudar o próximo – é isso que move voluntárias, funcionários e profissionais de saúde inseridos no processo. Ao comemorar 30 anos, a Rede de Gaspar continua determinada a fortalecer o compromisso social de proteger as mulheres. Hoje a Rede realiza 450 exames preventivos mensais. Nas páginas desta publicação, o leitor perceberá que a maior compensação das voluntárias é a certeza de fazer sempre o possível para minimizar o sofrimento das mulheres, erguendo-as apesar do temor diante do diagnóstico de câncer. Afinal, a voluntária é feliz pelo trabalho que realiza, à medida que se realiza justamente ao fazer o outro feliz. Os alicerces da Rede são as voluntárias com seu trabalho, empenho e dedicação aliados ao reconhecimento e à colaboração da comunidade.
Editora Ler Ltda ME – CNPJ: 28.881.653/0001-46- - Diretor: Gilberto da Silva - Departamento Financeiro: Andreia da Silva Gonçalves - Editor Chefe: Danilo Gomes – Revisão de textos e colaboração editorial: Dinaê dos Santos Gelhardt - Departamento comercial: Andreia da Silva Gonçalves / Valdemir Milton Reichrt- Auxiliar administrativo: Ariel Vitor Gonçalves da Silva - Designer Gráfico: Jefferson Luís Soares (48)99644-9080 – Impressão: Kasburg Gráfica e Editora - Fotos: Cine Foto Mary – Ricardo Lunge – Arquivo da Rede Feminina de combate ao câncer de Gaspar - Telefones: 47 – 3232:7642 – E-mail: revistadovalesc@hotmail.com – Rua: XV de Novembro 1336 - Edifício Brasília - Centro – Blumenau-SC - Tiragem 2.000 Exemplares.
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O INÍCIO
Histórico da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar − 2019
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udo começou quando um grupo de senhoras de Gaspar promoveu uma pequena reunião com o intuito de encontrar uma forma de unir forças para ajudar o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Depois disso, a ideia inicial da reunião se dissipou, mas uma tênue chama foi se formando, incentivada por um grupo de voluntárias da Rede feminina de Combate ao Câncer de Blumenau. Em 6 de julho de 1989 e após ampla divulgação, a doutora Margot Zukouski Reis proferiu a palestra “Importância da mulher e a sua saúde, no salão Cristo Rei, em Gaspar, cujo objetivo foi fazer uma campanha esclarecedora de prevenção do câncer ginecológico. Depois disso, sucedeu que a tênue chama daquele grupo de senhoras tornou-se mais forte, e os planos de fundação da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar começaram a tomar forma. Foram realizadas pequenas reuniões de estudos, palestras com médicos oncologistas, visitas e orientações das voluntárias de Blumenau e de Florianópolis, bem como da presidente es-
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tadual Senhora Ina Moelmann e da Senhora Sonia Mastella, sempre acompanhadas pela senhora Regina Heil, presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Blumenau. Vele ressaltar ainda o trabalho de Rosemary Monerat, grande batalhadora pela causa da valorização da mulher na família e na sociedade – daí, segundo ela, a importância da prevenção de doenças e da promoção da saúde da mulher. O anseio desse grupo se realizou. Em 28 de setembro de 1989, na sociedade Carijós, instalou-se oficialmente a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar. Estiveram presentes as seguintes autoridades: o prefeito municipal Sr. Francisco Hostins, o vigário da Paróquia Frei Joselino Rickmann, a presidente da Rede Feminina Estadual Senhora Ina Moelmann e a presidente da Rede Feminina de Blumenau Senhora Regina Heil. O Coral Santa Cecília entoou o Hino “Rosa do Amor” e abrilhantou a festividade com outros números musicais. A comunidade gasparense também esteve representada e prestigiou o evento.
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Dilma Moser renova o compromisso da Rede em Gaspar:
Manter a luta para prevenir o câncer de mama e colo de útero
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presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar Dilma Uliano Moser da Silva mostra, nesta edição, um diagnóstico completo das ações dessa exemplar instituição comunitária, uma das mais acreditadas Organizações Não Governamentais do país. Com atendimento humanizado nos serviços ofertados e aprovação total da comunidade onde atua, a Rede de Gaspar comemora 30 anos fiel à sua luta pela prevenção do câncer de mama e colo de útero, buscando melhorar a qualidade de vida das pacientes. A entrevista:
Revista do Vale: Na sua visão, qual a importância da Rede Feminina para a comunidade de Gaspar e região? Dilma Moser: A Rede em Gaspar tem como lema a prevenção do câncer de colo do útero e de mama, atividade que se completa com a divulgação da importância do autoexame das mamas e do exame preventivo. Desse modo, realizamos um trabalho de conscientização nas empresas, praças, igrejas e escolas, criando uma cultura de prevenção de doenças, para que o maior número possível de pessoas tenha acesso à informação e inicie o tratamento assim a enfermidade for diagnosticada.
RV: Como tem sido o apoio da comunidade gasparense? DM: Tanto a comunidade gasparense quanto a de Ilhota são muito solícitas quando se trata de apoiar a Rede. Sempre podemos contar com o apoio dessas comunidades como ocorre, por exemplo, no pedágio anual. Temos ainda outros
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Dilma Uliano Moser da Silva tradicionais eventos: feijoadas, café beneficente e canja de galinha. Em todos eles a comunidade sempre está presente nos prestigiando e ajudando financeiramente.
RV: Como a senhora vê o trabalho da Rede na questão do fortalecimento das mulheres? DM: A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar busca apoiar, com total gratuidade e disponibilidade, todas as mulheres que a procu-
ram. Ou seja, dignificamos a vida dessas mulheres que já chegam carentes e fragilizadas, porque podemos acolhê-las e ampará-las de forma mais rápida, garantindo o apoio humanizado em sua estada na Rede. Nossa atividade é fortalecida pela transparência do nosso trabalho, beneficiando um grande público feminino. Esses, a meu ver, são os principais motivos que fazem da Rede Feminina uma das ONGs mais acreditadas do Brasil.
RV: Além do caráter filantrópico, a Rede acumula conquistas graças a uma gestão competente. Qual o seu sistema de trabalho como gestora? DM: Bem, procuro nunca decidir nada sozinha, sempre em comum acordo com a diretoria e, quando possível, com todo o grupo da Rede de Gaspar. Gosto de delegar funções à equipe para que todas sintam-se valorizadas, pois, para que todas sintam se valorizadas. Em nossas reuniões mensais, todas as voluntárias têm acesso ao acerto de contas, para que fique bem claro onde e como foram empregados os recursos, mostrando o que adquirimos e o que pagamos, relatando as despesas mensais da entidade. Trabalhamos de forma correta, ou seja, com total transparência, porque seguimos um estatuto e devemos zelar pelo patrimônio social da entidade.
RV: De onde vêm os recursos para movimentar a instituição em Gaspar? DM: Nossa maior renda provém dos nossos eventos sociais: feijoada, pedágio, café beneficente, entre outros. Ocasionalmente, vendemos rifas promocionais com diversos prêmios. No mês do Outubro Rosa, ocorre a venda de camisetas alusivas ao evento e também contamos com um repasse anual da Prefeitura de Gaspar no valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), o que nos ajuda nas despesas de manutenção. Também cumprimos um contrato de prestação de serviços do SUS/Secretaria Municipal de Saúde da cidade com o teto de 500 atendimentos/mês, sendo que o SUS nos repassa R$ 6,97 por exame. Além disso, podemos contar com o repasse de duas grandes empresas de Gaspar que depositam em nossa conta R$ 1.100,00 (hum mil e cem reais) por mês. Somos muito gratas por essas parcerias.
Diretoria (Da esquerda para a direita) : Soraia Klabunde dos Santos Mondini - 1ª Secretária Maria das Graças Woltolini Aragão - Conselho Fiscal Erica da Silva - Conselho Consultivo Sirlei Bender - Segunda Tesoureira Gersnilde W. Spengler - Conselho Consultivo Maria Bernadete Isensee - Conselho Consultivo Dilsa Spengler - Conselho Consultivo Dilma Uliano Moser da Silva - Presidente Marlise da Cunha de Souza - Vice Presidente Maria de Lurdes Zimmermann Krauss - 1ª Tesoureira
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liar o próximo, na medida em que nós próprias estamos sendo ajudadas, o que resulta em uma corrente indescritível de gratidão mútua.
RV: Além das ações convencionais da Rede, houve outras promoções de sucesso? DM: Sim, neste ano outras ações nos beneficiaram financeiramente, a saber:
Voluntárias
RV: Fale sobre o trabalho das voluntárias. Como a Rede consegue motivá-las? DM: O trabalho das atuais 45 voluntárias é essencial para a Rede, até porque pouco adianta só uma diretoria se não tivermos o apoio de um grupo para fazer os plantões e ajudar nos eventos. Penso que essa atividade filantrópica comunitária é tão gratificante a ponto de despertar o sentimento natural de apoio das voluntárias. E todas nós somos conscientes da importância de auxi-
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• Ditran − mês Maio Amarelo − inscrições repassadas à Rede; • Campanha Troco Solidário Havan com arrecadação significativa destinada à Rede; • TV Gaspar e Litoral Eventos dividiram o valor arrecadado na 3ª Edição Café com Elas entre a Rede Feminina e a APAE; • Farmácia StyloFarma repassa à Rede um percentual sobre as vendas efetuadas em Gaspar; • Doadores anônimos. Somos gratas por todo esse apoio.
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RV: Fale um pouco da estrutura da Rede Feminina de Gaspar, fortalecida ao longo desses 30 anos de atividades. DM: É importante reiterar que o objetivo principal da Rede é amenizar o sofrimento e a angústia de mulheres com suspeita de câncer ou das portadoras da patologia. Em termos de estrutura, contamos com um ambulatório e um laboratório bem estruturado e ambos prestam excelentes serviços. A Rede trabalha fortemente tanto na prevenção do câncer como no auxílio às mulheres mastectomizadas, oferecendo a elas apoio moral, psicológico e fisioterápico. Vale ressaltar ainda o trabalho de profissionais qualificados nos vários setores da entidade, como é o caso do Ambulatório, onde se realiza o exame preventivo do colo uterino e o exame clínico de mama, a cargo de uma enfermeira e de um médico ginecologista responsável técnico pelo setor. Nosso laboratório é aprovado pelo Ministério da Saúde, seguindo o Padrão Ouro. Nele ocorre a liberação do laudo citológico pela farmacêutica bioquímica que confirma a qualidade do serviço prestado. Além disso, temos duas profissionais graduadas em fisioterapia e uma em psicologia que nos auxiliam no tratamento das pacientes oncológicas acometidas pelo CA de mama. Desse modo, podemos garantir atendimento e conforto a todas as pacientes que nos procuram, assegurando que a nossa estrutura física é equipada com tudo o que há de mais moderno na área da saúde.
RV: Sua gestão tem a responsabilidade de comemorar os 30 anos da Rede em Gaspar, o que é gratificante para todas as voluntárias. Como a senhora encara essa responsabilidade e quais ações merecem destaque? DM: Em primeiro lugar, quero parabenizar as ex-presidentes Dilza Spengler, como primeira presidente, Gersnilde Spengler, como segunda presidente, Érica da Silva, terceira presidente, Maria Bernadete Isensee, quarta presidente, e suas respectivas diretorias. Convém salientar ainda quanto tem sido essencial a dedicação das voluntárias e dos funcionários, todos muito atenciosos e
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prestativos. Destaco aqui o valoroso empenho da farmacêutica bioquímica, enfermeira, secretária, estagiária, bem como do profissional cedido pela prefeitura de Gaspar. Os nossos agradecimentos pela condução da Rede com competência, permitindo-nos alcançar os 30 anos.
E não posso deixar de agradecer à comunidade em geral, às empresas, aos órgãos públicos e aos que apoiaram a construção da nossa tão sonhada sede própria. Também devo agradecer ao Senhor Osvaldo Schneider a doação do recém-instalado elevador de passageiros, que muito nos auxiliará, principalmente no atendimento das pacientes oncológicas que utilizam o segundo andar da entidade nas sessões de fisioterapia. Especialmente, agradeço aos meus familiares. Para quem ainda não sabe, estou na Rede Feminina há 23 anos e, antes disso, fui beneficiária das ações da instituição. Nos últimos seis anos, atuei como tesoureira, o que meu deu uma bagagem muito boa para poder aceitar a incumbência de “estar” presidente. Enfim, estou muito feliz de “estar” presidente no ano de comemoração de 30 anos de fundação da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar.
Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar comemora 30 anos com desfile de peças de crochê
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etembro é o mês do aniversário da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar. Para celebrar a data e iniciar as ações relacionadas ao Outubro Rosa, a entidade contou com o apoio da Círculo S/A para promover atividades entre as pacientes e as voluntárias. A confecção de roupas e acessórios de crochê levou quatro meses. As peças produzidas foram apresentadas pelas próprias artesãs, em um desfile, no dia 24 de setembro, às 18h30, no Bunge Espaço Natureza, Rodovia Governador Jorge Lacerda, km 20, em Gaspar. O projeto iniciou em maio e contou com a experiência e o conhecimento da professora Bruna Szpisjak, do Time de Artesãos da Círculo S/A, que ensinou e acompanhou o grupo de oito integrantes da Rede Feminina de
Pacientes e voluntárias confeccionaram peças de vestuário e acessórios com fios doados pela Círculo S/A.
Combate ao Câncer. A voluntária e coordenadora do grupo das mastectomizadas Erica da Silva esclarece: “O trabalho artesanal funciona como meio de terapia, lazer e socialização. Semanalmente, o grupo se encontrava em nossa sede para se dedicar à produção de peças de crochê com o material fornecido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer por intermédio de doações. Por meio de artes manuais, buscamos resgatar a autoestima e o poder de realizar tarefas desafiadoras das mulheres que passam por tratamento de câncer de mama”. Além do fim terapêutico, o projeto pretendeu que cada participante produzisse uma peça de vestuário adaptada às necessidades ergonômicas do seu corpo. Bruna Szpisjak alinhou o seu conhecimento à técnica artesanal com um estudo aprofundado, orientando em workshops o grupo para garantir que cada participante pudesse concluir o projeto de acordo com a sua necessidade, criando peças confortáveis e, claro, com muito estilo. “Pudemos evoluir e aplicar boas ideias em cada encontro realizado. O crochê é uma atividade que funciona como relaxamento e resgate da autoconfiança e autoestima dessas mulheres. As participantes apresentaram seu modelo confeccionado para o desfile, quando se deu o encerramento desse projeto tão importante para elas e os envolvidos”, comenta Bruna. Para a ação de aniversário, a Círculo S/A doou cerca de 150 produtos, entre eles, novelos, agulhas e acessórios que foram transformados em 24 peças: saídas de praia, bolsas, coletes, blusas, biquínis e vestuário infantil.
O resultado do projeto será transformado em e-book, pode ser compartilhado com outras pessoas e reproduzido em outras Redes de Combate ao Câncer ou na comunidade como forma de incentivo, alerta e prevenção do câncer de mama. O propósito da iniciativa é melhorar a autoestima, oferecer mais autonomia, reconhecimento e acessibilidade às mulheres, num processo sensível de descoberta, aceitação, esperança e bons sentimentos.
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VOLUNTÁRIAS FUNDADORAS
A seguir, o rol das voluntárias presentes na instalação da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar: Claudia S. Schramm (in memoriam) Deisy S. Spengler Dilsa Spengler Erica da Silva Erna W. Becker (in memoriam) Gersnilde Wehmuth Spengler Inês Carmen Wieser Weigenant Iracema Moser Ivone Marina Persuhn Zanini Maria Amália Schramm Schmitt Maria de Lourdes Spengler Neusa Bridon dos Santos Garcia Tusnelda Soares Zenita Maria Simientcoski Regina Wehmuth Lory Beduschi Zenita Maria Simientecoski Selma Hostins Marlene Bley Soares Léa Zimmermann Koerich Alcina Linhares Laurentino Roseni Segatta Spengler Schirley Regina Schmitt Maria Margarete Salgas Maria Helena Spengler Roseli Mannrich Marlene Spengler Cleusa Pamplona Marise Heinig Lúcia da S. Mafra
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Margit M. Marafigo Norma Beduschi Lúcia Pamplona Schramm Alvina Maria G. Bertoldi Sonia Bertoldi Mara Ascoli Márcia H. M. Corrêa Mariângela Mass Zeli Spengler Ivoneti dos S. Cordeiro Rosemary Monnerat Zenilda Celina Schmitt
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arte das mulheres mencionadas ainda estão assiduamente cumprindo sua missão na Rede. Todas as voluntárias, as que já se foram e as que ainda estão doando seu trabalho, sua dedicação e seu amor, são motivo de orgulho da Rede Feminina de Gaspar. Elas imprimem sua marca na instituição seguindo os exemplos de vida de mulheres que se dedicaram à caridade e aos doentes − por isso lhes servem de inspiração − tais como, Madre Tereza de Calcutá, Santa Paulina e Santa Dulce dos Pobres.[ Nós, voluntárias, temos em mente que devemos sempre seguir sem contar os obstáculos, crer sem malícias, escutar/falar sem ferir, compreender sem exigir entendimento, respeitar sem reclamar e dar o melhor que pudermos sem cobrar reconhecimento. Nosso especial agradecimento a dona Dica. Sempre muito ativa e desde jovem envolvida em causas sociais, foi uma das voluntárias fundadoras de Rede Feminina de Gaspar, exercendo o cargo de 1º Presidente. Ela nos mostrou na prática que com amor, responsabilidade e dedicação jamais falharemos. • INSTALAÇÃO DO AMBULATÓRIO Por diversos motivos, somente em 29 de junho de 1990, instalou-se, oficialmente, o ambulatório da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar. Estiveram presentes autoridades do setor de saúde, voluntárias da RFCC de Blumenau e de Florianópolis, a presidente estadual, a presidente nacional Senhora Carmen Prudente e o prefeito Francisco Hostins. O ambulatório passou a funcionar no Posto de Saúde de Gaspar, onde foi construída uma sala anexa, sendo esse o motivo do atraso de sua instalação oficial. A partir daí, estabeleceram-se os horários de plantão das voluntárias para atendimento às pacientes, bem como os plantões dos médicos voluntários: Doutor Odilon Ascoli, Doutor João Geraldo Correa e Doutor Max Elói da Silva. • AS PRESIDENTES DA RFCC DE GASPAR Dilsa Spengler (Dona Dica) exerceu a função de presidente até o dia 1° de julho de 1991. Destacou-se pela instalação e organização do
ambulatório, assim como pelo funcionamento da agenda de pacientes e dos plantões de voluntárias. Deu muito enfoque às visitas a pacientes, relevando sempre amor e respeito a Deus. Em 7 de julho 1991, Dona Dica passou o cargo de presidente para Gersnilde Spengler (dona Zeli). Eleita por votação das voluntárias, convidou para vice-presidente Erica da Silva e para secretária Darlene S. Zimmermann. Em seu mandato, imprimiu generosidade, experiência de vida, seriedade e fé. Mostrou que tudo o que devemos dar deve ser o melhor e que o amor e a dedicação devem ser distribuídos igualmente. Em julho de 1993, Erica da Silva assumiu a presidência da RFCC de Gaspar. Sua vice-presidente foi Zenilda Werner da Costa, secretária Darlene J. Silva Zimmermann e tesoureira Silvana Deggau. Dessa data até 2012, Erica da Silva foi reeleita por aclamação das voluntárias presentes no ato das eleições da diretoria. Sempre se destacou por valorizar a capacidade que existe no ser humano. E quando percebeu que o ambulatório não comportava mais a demanda de pacientes, Erica começou a batalha pela nova sede. Durante muitos anos, ela se empenhou para manter a qualidade do trabalho das voluntárias e das funcionárias do ambulatório. Graças à confiança que a comunidade depositou em seu trabalho, hoje o ambulatório atende mais de 500 pacientes mensalmente. Em janeiro de 2012, Maria Bernadete Isensee assumiu a presidência da RFCC de Gaspar, tendo como sua vice-presidente Lilian Aparecida W. Schmitt, sua tesoureira Dilma Uliano Moser da Silva e sua Secretária Soraia K. dos Santos Mondini. Bernadete permaneceu na presidência por três mandatos consecutivos, sendo eleita por aprovação e aclamação das voluntárias presentes. Destacou-se pela competência, dedicação, seriedade e pelo compromisso de servir à causa da Rede Feminina. Em janeiro de 2019, Maria Bernadete Isensee passou o cargo para a atual presidente Dilma Uliano Moser da Silva, que tem como vice-presidente Marlise da Cunha de Souza, tesoureira Maria de Lurdes Zimmermann Krauss (Ude) e secretária Soraia K. dos Santos Mondini. Certamente, essa diretoria dará seguimento aos trabalhos já realizados na Rede com perseverança, dedicação e responsabilidade.
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• MUDANÇAS DE ENDEREÇO Após dez anos da Rede Feminina em Gaspar, verificou-se que o ambulatório já não correspondia às exigências da época em que vivíamos. Começou a batalha por um espaço mais amplo onde pudéssemos centralizar sala de recepção, sala de entrevistas, sala de digitação, sala de coleta do material para o exame de Papanicolau, laboratório e banheiro. Em 28 de marco de 2007, conforme ata registrada em cartório, transferimos nosso ambulatório para a rua São José, número 183, 1º andar. Todas as dependências necessárias foram organizadas, inclusive uma sala ampla de recepção onde nós também passamos a fazer as reuniões mensais. No dia 27 de setembro de 2012, foi inaugurada a nova sede. Enfim, tínhamos a tão sonhada sede própria da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar. Situada na rua Industrial José Beduschi, número 130, no Centro de Gaspar, ficou muito bem localizada, com um espaço amplo para melhor atender as nossas pacientes. A sede passou a disponibilizar à população atendimento no piso térreo e em mais dois andares, que comportam: laboratório, sala de coleta de exames, sala de entrevista, sala para os médicos, sala para a psicóloga, sala de fisioterapia, sala das mastectomizadas, sala de artesanatos, sala de reuniões, secretaria, espaço para Brechó, depósitos, lavação, banheiros masculino, feminino e para cadeirantes, além de uma ampla sala de recepção. • A CONQUISTA DA SEDE PRÓPRIA O TERRENO Houve muito empenho em busca do terreno para a construção da sede, porque ele precisava ser de fácil acesso. Em 22 de novembro de 2004, o então prefeito Pedro Celso Zuchi assinou um termo de permissão de uso de um
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terreno localizado ao lado do Posto de Saúde de Gaspar. Entretanto o termo de permissão de uso tornou-se inviável. No ano seguinte, o prefeito Adilson Schmitt enviou à Câmara Municipal um pedido de autorização para a doação de um terreno, em regime de urgência, com exposição de motivos. Em 12 de agosto de 2005, a doação foi autorizada. Localizado na rua Industrial José Beduschi, Centro, com 500m², o terreno doado proveio de desafetação do patrimônio público municipal para a ocupação exclusiva da sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar, visto que a entidade está ligada à saúde pública, notadamente na prevenção do câncer de colo uterino e de mama. A CONSTRUÇÃO A jornada iniciou com incessantes pedidos a autoridades estaduais, municipais, entidades empresariais e à comunidade em geral. Em 25 de marco de 2005, recebemos a visita de Eduardo Cherem, secretário da saúde do estado, quando entregamos a ele o pedido de auxílio para a construção da sede própria. Após a reunião mensal de maio de 2005, todas as voluntárias decidiram ir à luta para angariar recursos e iniciar a construção. Recebemos R$ 30.000,00 do governo do estado, realizamos a sondagem no terreno e o fundamento da futura sede. Em julho de 2005, recebemos um presente: mercadorias da Receita Federal para a realização de um bazar. Em 2 de agosto, houve a primeira reunião do comitê da construção. Foram apresentados três orçamentos, de três empresas diferentes, e o engenheiro/arquiteto Edson Schmitt analisou as propostas. A empresa Brasil Sul Engenharia e Construção Limitada, de propriedade do engenheiro Adalberto da Silva, ficou responsável pela construção, sendo que a parte inicial foi orçada em R$ 190.814,80. Os advogados Doutor Sérgio Hammes e Doutor Laércio Moritz analisaram o contrato. Em 27 de setembro de 2005, houve o lançamento da construção.
Antiga Sede
Terreno da nova Sede
anos sem pragas,
Pedra Fundamental
Nova Sede em construção
Um sonho sendo concretizado
como a vida deve ser.
Rua José Jesuíno Correia, 1300 | Bairro Industrial Zeferino Kuklinski 89108-000 | Massaranduba | SC | Brasil 0800 702 5152 | 47 3379 1342 |
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AS PRESIDENTES DA RFCC DE GASPAR
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ilsa Spengler (Dona Dica), exerceu a função de presidente até dia 01 de julho de 1991. Destacou-se na instalação do ambulatório e sua organização, no seu funcionamento na agenda de pacientes e plantões de voluntárias. Deu muito destaque às visitas a pacientes doentes, relevando sempre amor e respeito a Deus. No dia 07 de julho 1991, Dona Dica passa o cargo de presidente para Gersnilde Spengler (dona Zeli). Eleita sob votação das voluntárias, convidando para ser vice-presidente Erica da Silva e secretária Darlene S. Zimmermann. Imprimiu no seu mandato generosidade, experiência de vida, seriedade e fé. Mostrou que tudo que devemos dar, deve ser o melhor, que o amor e a dedicação devem ser distribuídos igualmente. Em julho de 1993, Erica da Silva assumiu a presidência da RFCC de Gaspar. Sua vice-presidente foi Zenilda Werner da Costa, secretária Darlene J. Silva Zimmermann e tesoureira Silvana Deggau. Desta data até o ano de 2012, Erica da Silva foi reeleita por aclamação pelas voluntárias presentes no ato das eleições da diretoria. Sempre se destacou em valorizar a capacidade que existe no ser humano. Erica, quando sentiu que nosso ambulatório não comportava mais a demanda de pacientes, começou a batalha pela nova sede. Durante muitos anos dona Erica se empenhou pela qualidade do trabalho das voluntárias e funcionárias do ambulatório. Graças à confiança adquirida na comunidade, hoje o ambulatório atende mais de 500 pacientes mensalmente. Em janeiro de 2012, Maria Bernadete Isensee assumiu a presidência da RFCC de Gaspar, tendo como sua vice-presidente Lilian Aparecida W. Schmitt, sua tesoureira Dilma Ulia-
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no Moser da Silva e sua Secretária Soraia K. dos Santos Mondini. Bernadete permaneceu na presidência por 3 mandatos consecutivos, sendo eleita por aprovação e aclamação das voluntárias presentes na eleição. Se destacou pela competência, dedicação, seriedade e compromisso em seu trabalho. Em janeiro de 2019, Maria Bernadete Isensee passou o cargo de presidente para a atual Presidente Dilma Uliano Moser da Silva, tendo como sua vice-presidente Marlise da Cunha de Souza, tesoureira Maria de Lurdes Zimmermann Krauss (Ude) e secretária Soraia K. dos santos Mondini. Essa diretoria vem dando continuidade aos trabalhos realizados na entidade com muita dedicação e responsabilidade.
Dilma Uliano Moser da Silva (Atual)
Maria Bernadete Isensee (2013-2018)
Erica da Silva (1993-2012)
Gersnilde Spengler (1991-1992)
Dilsa Spengler (1989-1990) Edição Especial 30 anos RFCC-GASPAR - SC, OUTUBRO/ 2019
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Sonho realizado Sede − Total da área construída: 494.49 m², com três (3) pavimentos, um (1) bloco e um (1) elevador de passageiros. Possuímos as seguintes instalações: ● Piso térreo: recepção com capacidade aproximada de 20 pacientes na sala de espera, banheiro masculino, banheiro adaptado para cadeirante, banheiro de uso compartilhado (feminino e masculino), consultório psicológico, sala de entrevista, sala de coleta, sala de entrega de resultado de exame, área de serviço, sala de utilidades, sala/espaço do brechó com provador amplo.
● Primeiro piso: secretaria, laboratório, auditório com capacidade aproximada de 60 pessoas, cozinha, depósito de materiais diversos, banheiro feminino adaptado para cadeirante, banheiro masculino.
•OS TRABALHOS REALIZADOS NA RFCC DE GASPAR Diariamente, são realizados atendimentos às pacientes que nos procuram para fazer exames preventivos do colo de útero, exames clínicos de mama, sessões de fisioterapia, apoio psicológico, entre outros. Na sala Santa Águeda, atendemos as mulheres mastectomizadas. Elas passam por fisioterapeutas, fazem uso de luva de compressão e consultam-se com a psicóloga. Também emprestamos perucas e lenços. As pacientes podem agendar aulas de ioga, dispor da sala de artesanatos e da nossa loja. Também efetuamos trabalhos de divulgação, conscientização e palestras em escolas, empresas, praças e igrejas. Estamos sempre presentes em eventos, especialmente nos congressos nacionais, estaduais e regionais da Rede Feminina. Durante o ano, programamos e levamos a efeito alguns eventos e ações para angariar fundos: a tradicional Feijoada, realizada no mês de junho, o Pedágio em agosto, o Lanche com desfile, no mês de setembro, para comemorar o aniversário da Rede Feminina, as rifas e as parcerias em eventos da
● Segundo piso: sala Santa Águeda com setor de atendimento fisioterápico/aparelhos limphapress, consultório de fisioterapia, sala de artesanato, sala de microscopia, banheiro de uso compartilhado (feminino e masculino) e banheiro feminino adaptado para cadeirante.
comunidade, por exemplo, Café com Elas, Moda e Champanhe, entre outros. Esse é o trabalho da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar (SC).
Voluntária : Nilma e paciente na recepção da entidade.
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Sala de entrevista da RFCC – Gaspar. Voluntária faz o cadastro da paciente no sistema wcare antes de ser efetuado o exame citopatológico (preventivo) e o exame clínico de mama na sala de coleta.
•FUNCIONAMENTO DO AMBULATÓRIO O LABORATÓRIO Há 24 anos, Sirlei Looch Lima de Carvalho faz a análise das lâminas no laboratório da RFCC de Gaspar. A farmacêutica bioquímica realiza com exatidão e competência uma média de 450 análises mensais de exames coletados na RFCC e em todas as Unidades de Saúde da rede pública municipal sob a supervisão do patologista Doutor Pedro Baggio. Nosso laboratório é conveniado com o SUS. A enfermeira Gisele Pereira realiza exames preventivos do colo do útero, exames clínicos de mama, solicita o exame de mamografia quando há necessidade e encaminha as pacientes com exames alterados aos médicos da saúde pública municipal. O responsável técnico do ambulatório é o doutor Max Elói da Silva.
Sala de coleta. Enfermeira Gizele Pereira aguarda a primeira paciente do horário da tarde para efetuar a coleta do exame citológico de colo uterino e o exame clínico de mamas/Consulta de Enfermagem. (3/6/2019-13h40)
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Pacientes aguardam atendimento para realização do exame citopatológico do colo uterino (Papanicolau), do exame clínico de mama e a retirada de requisição de mamografia. Mesa Ginecológica da Sala de Coleta do Ambulatório da RFCCGS.
Banheiro das pacientes da sala de coleta (para trocar de roupa e colocar o jaleco descartável para fazer o exame ginecológico)/ Consulta de Enfermagem.
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Sala de Espera da RFCC. Pacientes efetuam a retirada do laudo do exame preventivo de colo uterino (Papanicolau).
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SETOR FISIOTERÁPICO Sala de espera do Setor Santa Águeda – pacientes em tratamento fisioterápico do pós-operatório da mastectomia (que passaram pela retirada cirúrgica da mama) aguardando atendimento. (
Pacientes oncológicos em tratament na luva de compressão pneumática intermitente, processo projetado de acordo com os princípios da drenage linfática manual.
Pacientes na Sala Santa Águeda em sessão de fisioterapia.
Fisioterapeuta Vanessa Wanzuiten em seu consultório aguardando a paciente para sessão de fisioterapia individual de drenagem linfática manual.
Realização de drenagem linfática manual na paciente.
Psicóloga Marlene Pereira em sessão individual de apoio psicológico a uma paciente oncológica.
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AS VOLUNTÁRIAS Há 30 anos, a paisagem local se modificou, e os moradores começaram a notar algo diferente. Mulheres uniformizadas de guarda-pós cor-de-rosa se misturavam no vaivém das pessoas e, de modo sério e abnegado, ali principiaram a trabalhar pelos objetivos da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar. Durante esse tempo, a Rede conquistou a confiança da comunidade e obteve reconhecimento graças à divulgação da necessidade de prevenção e às múltiplas ações voltadas ao enfrentamento do câncer feminino. O trabalho da RFCC de Gaspar é a busca de soluções, porque prevenir e cuidar são os caminhos para a qualidade de vida. Hoje contamos com a colaboração de 45 voluntárias que se dedicam diariamente aos trabalhos em nossa entidade, a fim de proporcionar o melhor atendimento e o bem-estar às nossas pacientes.
Para reflexão O altruísmo gera o voluntariado, e o voluntariado nos coloca diante de grande responsabilidade social. Cidadãos conscientes podem atuar como voluntários, operar transformações em prol do bem comum, gerar mais solidariedade, trazer alívio aos que necessitam, melhorar as condições de vida (e de saúde) das pessoas, encarar grandes desafios e vencê-los. Pense nisso. Afinal, você já pensou em ser voluntário(a)?
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Instalação de elevador facilita a vida das pacientes da Rede
ntre as comemorações alusivas aos 30 anos, destaca-se a inauguração do moderno elevador instalado na sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar, no último dia 26 de setembro, marcada por muita emoção. As voluntárias e pacientes do município viveram um momento especial na entrega do equipamento, doado pelo ex-prefeito de Gaspar Osvaldo Schneider (Paca). Na oportunidade, a presidente Dilma Uliano Moser da Silva foi enfática no agradecimento pela melhoria. “Esse é um lindo momento para nós, da Rede, pois a utilização do elevador é necessária e importante. Com essa nova estrutura, poderemos ficar tranquilas e obter mais agilidade nos trabalhos. Obrigado, Paca! “, comemorou Dilma. Com o novo elevador, disse a presidente, completamos uma etapa importante e bem-sucedida dos benefícios oferecidos à população. Emocionado, o ex-prefeito Osvaldo Schneider lembrou o trabalho incansável realizado pela entidade: “Vocês
são verdadeiras guerreiras e sei do esforço para atender a comunidade, é café, é brechó, são várias ações para arrecadar recursos, vocês merecem”, finalizou. Além das voluntárias, pacientes e convidados, vereadores e outras autoridades participaram do ato.
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Depoimento da Presidente Estadual Sônia Rig Fischer
presidente estadual da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Sônia Rieg Fischer, em expediente encaminhado à presidente Dilma Uliano Moser da Silva, de Gaspar, manifestou seu reconhecimento e aplauso pelo trabalho da Rede em Gaspar. Segundo ela, o sucesso desse trabalho pode ser avaliado pela comemoração festiva dos 30 anos da instituição no município. Manifestou gratidão, “em especial às pessoas que contribuíram para o alicerce e a base desta rede fundada há 30 anos, que perdura e se mantém firme até hoje”. Segundo a presidente estadual, “pela dedicação e amor a esta nobre causa de salvar vidas, desde a presidente fundadora Sra. Rose Mary Monnerat, que idealizou e concretizou o sonho de fundar a Rede Feminina de
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Combate ao Câncer de Gaspar. Homenageamos as demais voluntárias fundadoras, bem como todas as presidentes e voluntárias que as sucederam ao longo dos anos com muitas conquistas, lembrando ainda daquelas que já se foram, todas queridas voluntárias que fizeram e fazem parte desta grande família cor de rosa. Sônia Rieg Fischer indaga: “o que são 30 anos de Rede? De trabalho voluntário? Quantas pessoas que foram atendidas por esta Rede? Quantas vidas foram resgatadas? Só a Rede que faz 30 anos pode dizer e comemorar. Portanto presidente Dilma Moser, sua diretoria e todas as voluntárias da Rede Feminina de Gaspar, parabéns por esta caminhada, desejo cada vez mais sucesso e me coloco a disposição para tudo que precisarem”. Com carinho, Sônia Rieg Fischer.
“Amor ao voluntariado e celebrando a vida, 30 anos de muitas Conquistas
Ser voluntária é doar seu tempo, trabalho, amor, sabedoria, conhecimento, humildade e talento para causas de interesse social e comunitário, com a finalidade de melhorar a qualidade de vida da comunidade. Iniciei meu voluntariado na Rede Feminina de Combate ao Câncer de Blumenau (SC), em 1987, dois anos antes da fundação da RFCC – Gaspar (SC), e assim continuo nessa entidade. Nas duas gestões como presidente da RFNCC Nacional, agradeço imensamente à então presidente Maria Bernadete Isensee da RFCC Gaspar (SC), gestão 2010/2016,
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atuando como vice-presidente da RFNCC Nacional, e à presidente Dilma Ulian Moser da Silva, tesoureira da RFNCC Nacional, parceiras incansáveis durante quatro anos de caminhada. Minha gratidão à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar (SC). Desejo sucesso sempre nessa linda jornada de carinho destinado às mulheres, nessa missão de perseverança em prol da saúde, fiel à nobre missão de ser parte do BATALHÃO COR DE ROSA − 30 ANOS DE MUITO AMOR. Abraços carinhosos.” Aglaê Nazário de Oliveira − Presidente Nacional RFCC − gestão 2012/2016.
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Evento de gala marcou gloriosos 30 anos da Rede Feminina de Gaspar
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Nossas ações são abençoadas por Deus e apoiadas pela comunidade. O amor ao próximo e o desejo de servir têm mantido a união e a dedicação das voluntárias da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar desde 1989.” A afirmação é da presidente Dilma Uliano Moser da Silva, que tem a responsabilidade de gerir os destinos da instituição no momento mais importante desde que foi criada. A noite do último dia 25 de setembro de 2019 foi memorável para a Rede Feminina de Gaspar. Verdadeiro evento de gala registrou a celebração dos seus 30 anos de atividades nas confortáveis dependências da Associação Bunge. “Fica sempre algum perfume nas mãos abençoadas que oferecem rosas. Que o perfume dessas rosas possa abençoar as nossas mãos (...)”. O trecho do hino oficial da Rede Feminina de Combate ao Câncer pode traduzir com fidelidade o espírito que domina e orienta as ações das voluntárias. Elas e suas convidadas mostraram mais uma vez, durante os eventos de comemoração dos 30 anos, que a união, o planejamento e a boa vontade formam um trinômio de sucesso capaz de alcançar bons resultados em todas as ações, seja em benefício da comunidade, seja para uma comemoração importante como a dos 30 anos. A noite festiva foi abrilhantada por um magnífico desfile de moda infantil e adulto, organizado pela Ki
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Loja. Como não poderia faltar, um tradicional café colonial com muitos doces e salgados celebrou a parceria das voluntárias com a comunidade. Diante da importância de comemorar três décadas de atividades, a presidente Dilma Uliano Moser da Silva reconheceu que a entidade tem um papel fundamental na cidade. Disse ela: “Essa é uma excelente oportunidade para agradecer a cada um que faz parte da história da Rede Feminina de Gaspar e que está comemorando esse momento conosco. Sintam-se todos abraçados”.
ATENDIMENTOS E RESULTADOS A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar mostra em números os resultados de suas ações. Segundo a presidente Dilma, a instituição efetua hoje, em média, 450 exames por mês, sendo que a maior demanda de Gaspar são os preventivos de colo de útero e de mama. A Rede conta com 45 voluntárias e três funcionárias. O atendimento acontece de segunda a quinta-feira, das 8h às 11h, e das 13h30 às 17h para coletas. A entrega dos resultados ocorre às sextas-feiras, nos mesmos horários.
Álbum de fotos do Evento de gala marcou gloriosos 30 anos da Rede Feminina de Gaspar.
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AF - ANÚNCIO MARCA GASPAR - OUTUBRO 2019 - 21 x 30.pdf
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