Edição nº 113 ano 11 | Novembro 2015 www.direcionalescolas.com.br
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Renovação à vista Em um passado não tão distante, costumávamos estabelecer alguns modelos para guiar nossa rotina, sendo ela pessoal ou profissional. Cercávamos, então, de manuais que nos diziam como proceder em cada situação, como por exemplo, minimizar um impacto, ou contornar um deslize, ou até mesmo redefinir questões e filosofias. Os efeitos da globalização, bem como a modernidade e reestruturação social, denotam reafirmações que ultrapassam os limites dos modelos tradicionais. A universalização, como processo intrínseco em ambientes notórios como a cultura, economia e sociedade, explicita a transformação como um dos pilares de nossa sociedade atual. O espaço educacional, então, ganha notoriedade através de sua reflexão, discussão e formação de cidadãos protagonistas de uma nova realidade. As mudanças educacionais começam a transmitir uma nova concepção em diversos planos já estabelecidos, como metodologia, ensino-aprendizagem, avaliação e conceitos. Estabelecer um caminho a ser traçado para garantir o desenvolvimento e a excelência não é tarefa fácil, já que estamos enraizados em modos tradicionais de ensino. E, com tantas mudanças distintas e significativas, como é possível administrar uma instituição escolar sem perder seu valor histórico, seu legado pedagógico e sua missão arraigada ao longo dos anos? O desenvolvimento plural e significativo está alicerçado no diagnóstico, na proposição de metas, identificação e planejamento de ações a serem utilizadas e na resolução.
Quando pensamos em gestão, principalmente no âmbito escolar, não conseguimos associar um método ou um modelo de gestão administrativo que possa garantir resultados relevantes em um curto período de tempo. As salas de aula, assim como os corredores, os pátios, as atividades e o convívio social entre alunos e funcionários são particulares e únicos de cada escola. E, dentro desse universo ímpar, certos aspectos podem gerar atrativos positivos – e outros não. Fato é que o advento tecnológico, as transformações metodológicas e as novas práticas pedagógicas, que começam a ganhar notoriedade no cotidiano escolar afetam, de certo modo, o olhar do gestor. As alterações constantes nos objetivos dos alunos constroem, em nossa realidade, uma perspectiva ampla – e diferente, em relação às formas tradicionais conhecidas. Proporcionar uma reformulação educacional, tanto na gestão como na didática, é uma maneira de acreditar e compreender os caminhos necessários para uma evolução latente. E ultrapassar os obstáculos e (re)aprender a se adaptar funcionam como incentivo pra o crescimento profissional particular e coletivo. E lembre-se: mudanças geram mudanças! Boa leitura,
Alex Santos & Paula De Pierro Diretores
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Nesta Edição: 10
Coluna - Christian Coelho Análise de desempenho do professor
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Coluna - Celso Antunes Um Professor... Apenas isso
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Coluna - Prof. Milton Ferreira
Dica: Saúde na Escola Prevenção Escolar
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Dica: Quadras Esportivas Manutenção e Segurança
Segurança...Somos responsáveis?
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Conversa com o Gestor
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Práticas que movimentam o cotidiano escolar
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Dica: Controles de Pragas Pragas: Cuidados Redobrados
Fique de Olho Uniformes e Artigos Esportivos
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COLUNA / CHRISTIAN COELHO Análise de desempenho do Professor
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ma das maiores dificuldades que os coordenadores e diretores encontram é mapear de forma concreta como está o nível do seu corpo docente, o que precisa ser aprendido e mensurar os resultados advindos das ações de treinamento. Vários indicadores, ao longo do ano, fornecem à coordenação subsídios para análise de seu corpo docente, como as avaliações, simulados, dificuldades dos alunos, conversas com as famílias etc. Dentre tantos, vale destacar os principais:
atitudes dentro do processo comportamental são muito maiores. Isso somente acontecerá se a coordenação assistir às aulas e, de preferência, utilizar um modelo de análise de desempenho. Esta estratégia funciona bem quando se trata de intervenções no que se refere à postura, relação interpessoal, disciplina, comunicabilidade e até certo ponto na didática, porém não supre a demanda de alguns professores que precisam de mais repertório (conjunto de conhecimentos).
* Os principais preceitos facilitadores da educação de adultos são: 1) Segurança - Quando monitorado, o adulto sente-se confiante em sua capacidade de experimentar ou adquirir um novo hábito, pois não está sozinho nesta empreitada. Ao seu lado existe uma pessoa com conhecimento e liderança para acompanhá-lo, ensiná-lo e apoiá-lo ao longo de uma nova experiência. 2) Autonomia - O adulto motiva-se quando participa da tomada de decisão.
Reuniões de autoaprendizagem Autoavaliação de desempenho Ninguém melhor que o próprio professor para saber quais são suas dificuldades, o que precisa melhorar e o que gostaria e tem interesse em aprender. Esta ferramenta deverá ser aplicada no início do ano, na semana de planejamento pedagógico e, se a escola achar necessário, na reunião de virada do semestre.
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Assistir às aulas Nenhuma atividade da coordenação é mais importante que o monitoramento em sala de aula, pois é nela que o ensino e a aprendizagem acontecem. A coordenação precisa assistir às aulas com constância e periodicidade para verificar se os professores ensinam corretamente e os alunos aprendem de verdade. Na reunião de monitoramento é onde ocorre a construção social do conhecimento e representa o principal momento que a coordenação tem para desenvolver suas equipes de trabalho através do feedback semanal ou quinzenal. Com o feedback diretivo, o professor sabe exatamente onde e o que está errado e recebe a orientação de como deve proceder. Desta forma, as chances de mudanças de
Reuniões com constância e periodicidade destinadas ao aumento de repertório, onde os conteúdos são aprofundados para que se forme uma base de conhecimento significativo e em constante evolução. O ideal é definir o conteúdo programático a cada bimestre ou trimestre, porque as dificuldades mudam conforme os conteúdos curriculares apresentados durante o ano letivo. Segundo os preceitos andragógicos*, os adultos aprendem com mais facilidade quando vivenciam os conceitos e quando têm autonomia e liberdade para aprender. Os professores promovem a autoaprendizagem com supervisão e orientação da coordenação através das sugestões:
Apresentação de seminários – para os próprios professores e de outros segmentos
3) Aprendizado experiencial - VIVENCIAR Análise das experiências externas e do seu próprio cotidiano. 4) Objetivos definidos - Saber aonde se quer chegar (objetivo), como conseguir (metas) e se o caminho está certo (análise de desempenho). 5) Autoestima e satisfação - Reconhecimento formal (elogios), ganhos por méritos (premiações) e divulgação dos trabalhos realizados (endomarketing). 6) Visão do todo - Visão holística do processo e ciência do planejamento estratégico. 7) Valorização da empresa - Motiva-se quando faz parte de uma equipe de ponta, que alcança seus objetivos e é reconhecida.
Apresentação de estudos de casos Grupos de estudos Oficina e apresentação de resultados Fórum de debates Psicodramas e peças de teatro
O Colunista Formando em comunicação, especialista em andragógia e neuropsicologia. Diretor do Grupo Rabbit Educação. www.rabbitmkt.com.br
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UM PROFESSOR... APENAS ISSO.
enhor diretor, bom dia! Acabei de passar pelo Departamento de Pessoal, regularizei a documentação e agora estou realmente contratado para ministrar aulas nesta escola. Vim agradecer... - Desculpe-me interrompe-lo, caro mestre. Mas, não me agradeça. Agradeça a você mesmo, pois sua contratação deveu-se a boa entrevista que tivemos e sua aprovação pelo nosso coordenador que examinou seu currículo e sua experiência. Agora, basta somente, conhecer os princípios que norteiam a nossa escola, adaptar-se a eles e integrar nossa equipe, por sinal, uma formidável equipe. - Obrigado, senhor diretor... O senhor poderia reafirmar esses princípios? Gostaria de conhecê-los em profundidade e, assim, somar a experiência que minha passagem por outras escolas consolidou. Então... - Que bom! Nesse sentido vou comentar alguns itens e sei que choverei no molhado. O mestre, com sua prática e sua experiência, deve conhecê-los bem. Assim... Começo pelo vocabulário do professor. Quem fala a alunos necessita de algo além de uma linguagem correta e precisa, mas sobretudo de um mágico poder de usar o vocabulário compreensível a cada idade. Um aluno de oitavo ano, naturalmente, conhece palavras, expressões, termos específicos que uma criança de quinto ano não conhece e, portanto, o bom professor é antes de um excelente transmissor de conteúdo, um arguto pesquisador do universo vocabular médio de cada uma das turmas às quais fala, fazendo-se assim, ilimitadamente compreendido. Um tradutor... - Tradutor? Como assim? - Estou usando essa palavra em sentido figurado. Não um tradutor em línguas, mas na mágica capacidade de “traduzir” os conteúdos dos textos conquistados pelo aluno nos livros e na internet para a “sua” linguagem pessoal, o seu falar de cada dia que aos poucos se aprimora e evolui. Enfim, se saber falar é essencial, em igual esca-
la se coloca o saber escutar, a paciente e persistente vontade de ouvir seus alunos em aula e fora dela, sentir suas dificuldades e anseios e colocar-se no caminho dessa procura que todo olhar de aluno sempre busca. Estou sendo claro? - Perfeitamente, senhor Diretor. Prometo que cuidarei muito desse detalhe e que saberei ouvir que é bem mais que escutar e falar que é um passo à frente de apenas dizer. O que mais? - Ajudar seus alunos a fazer do que aprendem uma ferramenta para sua leitura do mundo, para associar o que em sua disciplina descobrem com o que percebem nas notícias, observam na família, identificam em seus colegas. Nada mais que contextualizar o que aprendem, para progressivamente se transformarem e olhar os conteúdos não como saberes que se deve guardar, mas ferramentas que se apresentam em cada dia, em todos os lugares. - Interessante? - Mais ainda, caro colega, transformar-se progressivamente em um cuidadoso avaliador da aprendizagem e indo muito além de aplicar boas provas e corrigi-las, mas perceber a construção do raciocínio que a frieza singela de apenas uma resposta. Enfim, avaliar o desempenho do aluno também nas aulas, no relacionamento com os colegas, no seu empenho e sua dedicação. Mostrar-se otimista na busca de sua progressiva compreensão e privilegiar seu progresso e não apenas seus resultados. Um bom avaliador de aprendizagens é sempre o promotor de desafios, o libertador de amarras e limites culturais... - Devo confessar, senhor Diretor, que não havia nisso antes pensado, mas que procurarei crescer como avaliador. O que mais... - O mais importante, caro mestre, não é apenas saber o conteúdo que ministra, mas saber ensiná-lo. Nem sempre um magnífico matemático ou um grande cientista é um bom professor, porque deste se espera o domínio na arte de ensinar e assim transformar e libertar. Fazer-se amigo de seus
alunos, mas permanente árbitro em vê-lo crescer compreendendo regras, identificando limites, agindo de maneira solidária, resiliente, corajosa. Isso e ainda mais um pouco... - Um pouco? O que mais o mestre sugere? - Nada complicado, caro amigo. Todo professor é um ser programado para desenvolver virtudes que o desafia a cada dia e orienta seus alunos para o bem e para a evolução. Nesse sentido, o verdadeiro papel de quem ensina é, em cada aula, estimular a esperança, vontade, propósito, amor, fidelidade, o cuidado e a sabedoria... - Mas... O senhor deve convir que isto não é fácil. Afinal, somos apenas humanos. Estou errado? - Não. Não está. O verdadeiro professor ou professora é um ser humano, mas não um profissional comum. Se possui pés firmes no caminho, possui vontades que busca a cada momento transformá-las em ação. Quem assim pretende pensar, descobrirá que a vontade, tal como a força física, cresce com o uso e, assim, se fica mais forte quando mais força se busca fazer. - Senhor Diretor... Não esperava tão grande missão, mas vou tentar... - Isso, professor, me basta. Quem pensa sua missão como desafio, quem olha seus alunos e seus colegas com renovada esperança, com férrea vontade, fidelidade, cuidado e amor abriga em seu coração a síntese desses propósitos e o que, nesta escola, denominamos como síntese de sabedoria. Nem todos os seus colegas a alcançaram, mas sei que a buscam e isto me satisfaz... - Puxa... Acho que são grandes professores... - Não creio que assim se veem. Gostam de ser olhados somente como professores... Apenas isso.
O Colunista
Celso Antunes tem bacharelado e licenciatura em Geografia. É mestre em Ciências Humanas pela USP e é considerado um grande formador de opinião no mundo da educação.
foto cedida pelo colunista
COLUNA / Celso antunes
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m pesquisador europeu afirmou que buscamos por vários itens essenciais ao longo da vida e o único que se repete é a “segurança”, palavra com múltiplos significados na língua portuguesa. Quando o aluno é matriculado, acredita-se que a escola é segura e está preparada para atuar em emergências, afinal existem extintores pendurados nas paredes, caixa de primeiros socorros e algumas sinalizações de alerta. Não é bem assim.
É fato que o preconceito está presente e poucas ações são realizadas na área prevencionista. Uma simples queda no corredor interno de um conhecido estabelecimento de ensino em São Paulo, provocou uma parada cardiorespiratória, resultando no falecimento da aluna. Após o lamentável fato, foram adotadas ações corretivas e preventivas, além de indenização substancial aos pais que acreditaram que o local era seguro.
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A busca pela aplicação de medidas prevencionistas e protecionais possibilita uma ampliação das condições de segurança frente aos cenários de acidentes, lesões e incêndios, reduzindo sua incidência. O acidente existe sim e pode ser catastrófico, cabendo-nos a sua prevenção, o seu combate e a sua extinção. Quando estamos no conforto de uma escola ou em nosso lar, não imaginamos que nos encontramos no interior de uma enorme fogueira em potencial. Todos os materiais “quentes” que nos cercam, são basicamente combustíveis e utilizados na forma de mobiliário e acabamento. Na ocorrência de um incêndio são liberadas muitas substâncias tóxicas e asfixiantes. Nem sempre é possível evitar o uso dos materiais combustíveis (papel, plástico, borracha, pvc, madeira, papelão) nessas aplicações, mas pode ser reduzido ou substituído. Sabendo como se comportam quando queimados e o que será liberado, é fundamental para um projeto ou ampliação funcional ou
SEGURANÇA... somos responsáveis? estética do estabelecimento de ensino. A existência de uma nova legislação exigente e, principalmente o valor de suas infrações/ multas, são fatores determinantes para a aplicação da segurança contra incêndio e acidentes na área de ensino, porém só é atingido se realizam ações práticas. De nada adianta ter extintores se não existem pessoas treinadas na sua correta utilização. A nossa cultura equivocada começou historicamente pelos equipamentos de combate e primeiros socorros, obrigatórios até pouco tempo atrás, em todos veículos, envolvendo estojo de primeiros socorros e extintor veicular “apaga tudo” de classes A,B e C. Só faltou o treinamento de uso correto.
que a porta corta-fogo só existe no 35º pavimento e fica trancada (com chave). Descer do 42º ao 35º pavimento não é tarefa fácil, mesmo porque o prédio não possui o AVCB – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, como afirmou a reportagem do SP TV 1ª Edição, da TV Globo no próprio dia.
Sempre foi mais assertivo aplicar ações preventivas do que combater o incêndio. No dia 31 de julho de 2013, por volta de 10 horas, na rua Clark no bairro da Mooca, São Paulo, foram deslocadas 22 viaturas do Corpo de Bombeiros, com cerca de 80 bombeiros para combater o incêndio da Rede Armarinhos Fernando, recheada com 50 carretas de mercadorias entre artigos de papelaria, brinquedos e utilidades domésticas, ao lado do Colégio São Judas. Foram mais de 10 horas de incêndio, consumindo materiais, água, muita água e obrigando 300 moradores do edifício vizinho a abandonar seus lares.
Nossas construções se encontram defasadas quanto à sua segurança em mais de duas décadas, principalmente na aplicação de sistemas protecionais de segurança, identificação, sinalização, equipamentos e, infelizmente, treinamento dos equipamentos de combate.
O Colégio São Judas Tadeu realiza, há mais de uma década, o treinamento de abandono de área com seus professores e alunos, semestralmente, além de treinamento prático de combate a incêndios utilizando seus extintores “vencidos” em um centro profissional de aplicação com fogo de verdade. No dia 3 de outubro de 2015, sábado, um incêndio destruiu o Restaurante que fica no último andar do Terraço Itália, na Avenida Ipiranga, um dos endereços mais famosos da Capital. A sorte, se é que pode ser chamada de “sorte”, é que foi pela manhã e não houve necessidade de realizar o Programa de Abandono da Edificação. O interessante é
Quem frequenta um renomado restaurante acredita que está “seguro”, tanto quanto um pai ou uma mãe que matricula seu filho na renomada “escola”. Não somos capazes de perceber que vivemos dentro de uma enorme fogueira que está prestes a ser consumida? Somos responsáveis pelas nossas vidas e as vidinhas dos alunos?
Foram centenas de estudantes que tiveram suas vidas ceifadas em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, na Boate Kiss, pagando para entrar e morrer asfixiados, por espuma e outros materiais tóxicos. Os proprietários do estabelecimento eram responsáveis ou então o grupo musical que utilizou elementos pirofóricos, ou ainda a Documentação emitida pelos Órgãos Responsáveis... Responsáveis? Tirar a mão do bolso e por a mão na consciência é um ditado antigo, que ouvi pela primeira vez há mais de 50 anos. O ditado não envelheceu e continua cada vez mais atual.
O Colunista Formando na área de segurança e engenharia do trabalho, especialista em prevenção de acidentes e incêndios. Diretor da empresa Safety Brasil Engenharia e Comércio Ltda e Safety Treinamento e Consultoria de Segurança do Trabalho, atuando desde 1979 na área prevencionista.
foto cedida pelo colunista
COLUNA / PRof. Milton FERREIRA
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CONVERSA COM O GESTOR PRÁTICAS QUE MOVIMENTAM O COTIDIANO ESCOLAR
Texto por Rafael Pinheiro e fotos por divulgação
Francisco Antonio Serralvo, Diretor Executivo da Escola Germinare
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lanejar programas didáticos convidativos. Elaborar avaliações que, de fato, contribuam para o desenvolvimento do aluno e consiga diagnosticar suas ausências e limitações. Compreender o campo pedagógico como uma unidade heterogênea capaz de acompanhar (e acolher) as diversidades existentes e distribuídas em salas de aula. Estabelecer metas, caminhos, ideias, objetivos e assim, com todos unidos por uma única causa, enfrentar os diversos obstáculos que a rotina estudantil pode proporcionar.
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Ao observar a estrutura física de uma escola – criada especificamente para este fim ou adaptada para receber alunos de faixa etária distintas, pouco sabemos sobre o emaranhado de tarefas, obrigações, compromissos e ações que ultrapassam barreiras do nosso campo de visão e acomoda-se em um patamar superior, fomentan-
A Escola Germinare disponibiliza gratuitamente uniforme e todo o material didático
Compreender a educação como um mecanismo complexo, denso e repleto de métodos e ferramentas, é uma forma de alcançar resultados positivos – tanto na gestão como no universo peculiar inserido nas salas de aula.
do toda a complexa engrenagem do conhecimento. O avanço educacional e a pluralidade pedagógica que começa a surgir em meios específicos e em anseios coletivos, reforçam um discurso presente na contemporaneidade: a busca pela diferença e os caminhos para a formação dos cidadãos. Antigamente, havia um modelo escolar pré-estabelecido, que revestia toda e qualquer necessidade do aluno em sala de aula, bem como em seus momentos de descontração, em suas brincadeiras e também na socialização com os demais alunos. As transformações na sociedade e o surgimento de novas fontes de conteúdo, de diversas ferramentas de conhecimento, a democratização do aparato tecnológico e a entrada de uma nova geração de alunos nas escolas, dissolveu, aos poucos, os formatos e as relações entre aluno-professor; professor -aluno; aluno-gestor; professor-gestor.
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As transformações embarcaram nas instituições de ensino em todos os campos, tanto na área pedagógica como na gestão do ensino, fazendo com que cada escola olhasse para sua identidade singular e compreendesse as reais necessidades de seus novos alunos em formação, redefinindo o repertório de líderes educacionais, seu papel frente à administração, seu relacionamento e convivência com os professores e os caminhos escolhidos diante de problematizações. Todos os caminhos, de certa forma, culminam na gestão, intercalando propostas que ajustem todos os núcleos de uma comunidade escolar. Com tantas alterações no ciclo escolar e mudanças sociais, culturais e digitais, como prever uma excelência na gestão educacional? E, além disso, como instigar e envolver o aluno a participar cada vez mais do aprendizado diário? Oneida Toniol Fioriti, com uma ampla trajetória escolar de
O grande diferencial da Escola Germinare é o foco em administração de empresas
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Mural desenhado por ex-alunos da Escola Estadual Ministro Costa Manso
A Escola Costa Manso é destinada aos alunos do Ensino Médio e especializada em ensino integral. Nela, o aluno ingressa às 7h, permanece até 16h20 e recebe cinco refeições ao longo do dia. Seu objetivo é formar um jovem protagonista, autônomo, solidário e competente. A base desse modelo é ser um núcleo formador de jovens priorizando a formação acadêmica, formação ética, desenvolvimento da autonomia, do pensamento crítico e seu aprimoramento como pessoa humana. Para esse objetivo ser alcançado, a escola conta com um projeto intitulado “Projeto de Vida”, que guia todas as ações desenvolvidas no decorrer dos três anos do Ensino Médio. “O Projeto de Vida foi instaurado ano passado no colégio. A partir dele, o aluno descreve o que ele planeja para o seu futuro, seus ideais, seus sonhos, suas dificuldades e também seus interesses. Criamos, então, um sentido maior para a escola e o aluno sente toda a preocupação que os professores-tutores têm em relação ao seu desenvolvimento”, diz Oneida. Assim que o aluno ingressa no 1º ano do Ensino Médio, conta Oneida, mos-
tramos todo o nosso cronograma pedagógico, nossos princípios e a forma como trabalhamos o ensino integral. Através do “Projeto de Vida” – onde os alunos descobrem seus interesses, como atingir seus objetivos, suas habilidades, competências e o motivo pelo qual os estudos e os pilares da educação são relevantes para sua formação, “mencionamos a parte diversificada do currículo pedagógico. Trabalhamos, aqui, com um projeto de 10 eletivas em várias áreas do conhecimento e, de acordo com os anseios descritos no Projeto de Vida dos alunos, direcionamos, a cada semestre, para uma eletiva. Essas aulas diversificadas ocorrem todas as terças-feiras em duas aulas de 50 minutos e complementam de forma lúdica e descontraída o currículo pedagógico comum”, ressalta a diretora. O protagonismo juvenil, tido como premissa do Costa Manso, declara um modo de gestão ímpar, diminuindo, assim, as faltas, as saídas durante o período, além de fortalecer o estímulo de conhecimento dos alunos e a procura por uma excelência na formação educacional e pessoal de cada indivíduo. “Nossa escola está localizada na região oeste da cidade de São Paulo e tenho alunos aqui que moram em bairros extremos, distantes, mas que encontraram aqui um meio de evolução e transformação pessoal”, afirma Oneida. Ser autor do seu destino é valorizar a educação pela oferta de um ensino de qualidade, através da pedagogia da presença, da educação interdimensional e da corresponsabilidade.
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47 anos e diretora da Escola Estadual Ministro Costa Manso, situada no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, acredita que o fator humano move a escola, bem como a integração, o acolhimento e o cuidado com o aluno e “o desafio diário de planejar ações que surtam efeito, modelando, de certa forma, as necessidades dos nossos cidadãos em formação”.
18 JOVENS GESTORES O Instituto Germinare inaugurou, em fevereiro de 2010, a Escola Germinare, aprovada pelo MEC (Ministério da Educação) e reconhecida pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), com a missão de formar líderes e gestores em negócios preparados de maneira efetiva, com uma educação de alta qualidade, conectada com a realidade empresarial, voltada para o desenvolvimento de habilidades de liderança, orientação para resultados, capacidade de inovação, visão sistêmica e conduta ética. O Programa Jovem Gestor, projeto pedagógico de grande influência e destaque da instituição, foi implantado em 2013 e possui em sua estruturação três estágios no decorrer dos sete anos que o jovem estuda na escola. De acordo com o Diretor Executivo, Francisco Antonio Serralvo, no primeiro estágio, a Germinare desenvolve o Perfil do Gestor ao longo do 6º e 7º ano do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio, envolvendo três grupos de habilidades fundamentais, são elas: habilidades mentais superiores, habilidades sociais e habilidades humanas.
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O segundo estágio da formação do Jovem Gestor acontece no 8º ano do Ensino Fundamental II e serão desenvolvidos os conteúdos relacionados ao Processo Decisório, que envolve a Tomada de Decisão e Solução de Problemas. O terceiro estágio da Formação do Jovem Gestor envolve o 9º ano do Ensino Fundamental II e 1ª à 3ª série do Ensino Médio. Nesse estágio do aprendizado, os alunos trabalham com a empresa como um processo com início, meio e fim, no qual os insumos (entrada do processo) constituem-se nos recursos essenciais da organização (a saber: financeiros, humanos, materiais, tecnológicos e de informações). No contexto do processo, os insumos são transformados em produtos. Os principais meios de transformação de insumo em produtos na organização estão fundamentados nas atividades de contabilidade, estratégia e marke-
ting. Nesse sentido, os conteúdos centrais do processo organizacional são estudados sob o modelo da formação das competências gerenciais. O grande diferencial desse programa é o foco em administração de empresas. “Além das disciplinas regulares, os alunos têm aulas de gestão em negócios, como Marketing, Matemática Financeira, Gestão Estratégica, Finanças, Direito Empresarial, dentre outras, que são ministradas por professores universitários. Para transmitir estes conhecimentos sobre liderança, administração de empresas, visão sistêmica e inovação, a Escola oferece ampla preparação com conteúdos dirigidos ao desenvolvimento de habilidades profissionais e competências voltadas à gestão de negócios”, diz Francisco. Além do ensino gratuito, o aluno recebe 3 refeições diárias, uniforme e todo o material didático. O processo de seleção inclui provas de matemática e português, produção textual e entrevista. “A porta de entrada na Germinare é obrigatoriamente o 6º ano do Ensino Fundamental. Pois, é essencial, que o aluno ao ingressar na Germinare passe por todas as etapas do Programa Jovem Gestor para garantir o seu desenvolvimento pleno e completo no decorrer dos sete anos que estudar na escola”, finaliza.
SAIBA MAIS Colégio Bom Retiro contato@colegiobomretiro.com.br
Instituto Germinare instituto@germinare.org.br
EE Brasílio Machado atendimento@direcionalescolas.com.br
EE Ministro Costa Manso atendimento@direcionalescolas.com.br
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Ilustração: Studio5
saúde na escola
Prevenção Escolar
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ambiente escolar é, sem dúvida alguma, o espaço onde as crianças passam o maior tempo durante o dia. Promover, então, uma escola livre de incidentes graves são preocupações que tangem a segurança de toda a comunidade escolar – alunos, professores e funcionários. Adequar um ambiente para cada faixa etária é uma das medidas para manter uma escola segura. Calçadas, escadas, pátios, iluminação das salas, sinalizações de saída de emergência, além de verificar as traves de futebol; definir horários de intervalo das crianças e dos adolescentes; cercar piscinas e lagos; colocar portões nos acessos às cozinhas; implantar regras de circulação e adaptar os parquinhos de acordo com as normas de segurança da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas), são algumas dicas primorosas para o convívio diário. O especialista em segurança e saúde, Eric Amorim, responsável por uma empresa dedicada em analisar o perfil da saúde escolar, implementar programas de acompanhamento saudável para os alunos, além de palestras e treinamentos, ressalta “a importância da qualificação profissional, do conteúdo do treinamento e a forma como é transmitida as situações emergenciais para crianças e adolescentes”. Além da capacitação técnica, treinamentos ou simulações de riscos com os alunos, é necessário repensar e diagnosticar a gestão do cuidado (e da prevenção) em toda a comunidade escolar. A saú-
de na escola e a sua segurança, por exemplo, é um tema denso, que deve ser revisto e reforçado periodicamente, criando, assim, uma barreira saudável que contribua não só para os alunos, mas também para todos os funcionários que circulam diariamente no espaço físico. De acordo com o especialista, “o conceito de saudável vai além da saúde como normalmente pensamos, diz respeito ao ambiente, relacionamento, estrutura, processos de melhora, enfim, é como uma manutenção de alguma norma de qualidade ISO 9001, 14001, etc.”, destaca. Observar criteriosamente a higiene dos espaços, a forma como é produzido e manipulado o alimento para as crianças, as ações práticas de vistoria que são adotadas na adequação de pisos externos – para não ocorrer nenhum acidente, atentarse em relação às pragas que podem proliferar nos ambientes, o cuidado com a jardinagem, a manutenção física e precisa das instalações internas. A gestão percorre todos esses mecanismos, projetando, na escola, um programa diário e intenso pautado na saúde completa (física e social) de toda a instituição. Realizar manutenções preventivas, aprimoramento técnico e visitas especializadas durante as férias escolares para a checagem geral da estrutura, é de extrema relevância. “Uma escola saudável não diz que não ficará ‘doente’, mas que o risco e as consequências serão menores”, finaliza. (RP)
SAIBA MAIS Eric Amorim eric.amorim@impactosaude.com.br
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Ilustração: Studio5
quadras esportivas
Manutenção e Segurança
Nas quadras poliesportivas, por exemplo, são realizadas diversas atividades físicas, lúdicas, de entretenimento, sociabilização, desenvolvimento e, de acima de tudo, de pura energia e motivação. Para equipar uma quadra poliesportiva é necessário observar atentamente alguns critérios. A arquiteta Mara Cabral, especializada em áreas escolares, evidencia certos pontos, como: a segurança dos usuários, as modalidades esportivas pretendidas, a posição geográfica do terreno (de modo a evitar o sol no rosto dos jogadores), a capitação e escoamento da água pluvial da área de influência, equipamento desportivo, tipo de piso, necessidade ou não de absorção acústica de ruídos emitidas no local em uso e a manutenção e regras/cartazes para os usuários. Dentre esses pontos, ressaltamos a importância da manutenção da quadra, que está relacionada as inspeções diárias no local. “Na inspeção diária, por exemplo, verifica-se ações de vandalismo, limpeza (higiene e objetos esquecidos) e integridade estrutural do equipamento. Na inspeção funcional, verifica-se as instruções dos fabricantes dos equipamentos,
além da integridade estrutural e na inspeção anual, verifica-se o nível de segurança geral dos equipamentos, desgaste do piso, estrago por corrosão, e serviços de pintura”, diz Mara. A inspeção anual, de acordo com a especialista, é recomendada que seja realizada pelo próprio fabricante do equipamento ou por técnicos qualificados para a inspeção, pois requer desmontagem de certas partes. E, para o procedimento de manutenção das quadras, deve-se evitar os períodos de chuva e aguardar as férias dos estudantes para compor uma agenda de reparos e verificações completas. A ausência de manutenção nos equipamentos externos das quadras poliesportivas podem ocasionar acidentes em diversos níveis de gravidade. Para aumentar a segurança e o conforto dos alunos que frequentam e praticam esportes, “o responsável pela área de lazer pode estabelecer um procedimento de manutenção de rotina adequado, levando em consideração as instruções dos fabricantes e as condições locais que possam influenciar na frequência das inspeções necessárias. O procedimento deve incluir uma lista dos elementos cuja manutenção seja necessária, bem como conservar um registro de todas as ações empreendidas em relação à gestão de segurança e manutenção da quadra”, ressalta a arquiteta. (RP)
SAIBA MAIS Mara Cabral maracabral@haiah.com.br
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A
programação diária de uma escola compete, em vários níveis e diversas idades, uma listagem gigantesca de aulas teóricas e práticas, deixando, para os momentos de lazer, a recreação e prática de esportes um momento de descontração aguardado por todos os alunos.
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Ilustração: Studio5
CONTROLE DE PRAGAS
Pragas: Cuidados Redobrados
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O
espaço físico de uma instituição escolar – tanto interno como externo, representa uma dimensão densa e complexa que envolve, além das propostas pedagógicas, atenção e acompanhamento dos alunos, prevenção de acidentes, saúde de toda a comunidade escolar, higienização e prevenção de qualquer praga urbana que possa circular entre crianças, jovens e funcionários. Existem diversos meios para se controlar pragas urbanas e, para cada grupo, há métodos e produtos inseticidas apropriados, bem como procedimentos que amenizam, diminuem ou previnem seu aparecimento. “Manter o lixo em lugar adequado e recolhe-lo diariamente, manter alimentos em locais apropriados (dentro de caixas fechada, em armários, etc.), caixas d’água periodicamente deverão ser limpas e averiguadas (devidamente tampadas e/ou teladas), manter ralos e calhas limpas, manter áreas livres de entulhos (tijolos, madeiras, lixo de modo geral) no interior da escola e em seu entorno, dentre muitas outras, são atitudes positivas para o não surgimento de pragas”, destaca Francisco José Zorzenon, biólogo, pesquisador científico e diretor da Unidade Laboratorial de Referência em Pragas Urbanas do Estado de São Paulo. A preocupação com toda a estrutura escolar deve ser mantida diariamente, averiguando com cautela as plantas, o playground (principalmente em relação a roedores (urina e fezes), fezes de gatos e principalmente devido aos pombos), a estocagem de alimentos e mantendo a
limpeza em todas as salas, paredes, balcões e prateleiras. E, caso seja detectada alguma praga, o cuidado é redobrado, solicitando, assim, a intervenção de uma empresa especializada. “Para a contratação de serviços, verifique se a empresa possui boas referências no mercado, se não há entraves judiciais, registros de queixas no PROCON e, principalmente se a empresa é registrada, com alvará de funcionamento e dentro das normas da Vigilância Sanitária de sua cidade”, indica Francisco. O biólogo destaca algumas recomendações no ato da contratação de uma empresa que realiza o controle de pragas, como: Exija a presença de um profissional de nível superior supervisor no ato da vistoria ou do tratamento. Solicite o registro da empresa junto a Vigilância Sanitária, se necessário; Fuja de produtos inseticidas não registrados e sem aval técnico-científico comprovado; Normalmente, em tratamentos convencionais utilizando-se produtos químicos, a ausência dos moradores ou frequentadores do local tratado é obrigatória. O tempo de ausência variará dependendo do grau de sensibilidade de cada indivíduo e do tipo de desinfestação (aproximadamente 48 a 72 horas para controle de cupins, brocas e entre 8 a 12 horas para controle de baratas, mosquitos, etc.). (RP)
SAIBA MAIS Francisco José Zorzenon zorzenon@biologico.sp.gov.br
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FIQUE DE OLHO: Uniformes e Artigos Esportivos Qualidade, praticidade e durabilidade são pré-requisitos essenciais para a produção e comercialização de uniformes e artigos esportivos. Proporcionar peças confortáveis e resistentes para os alunos de diversas séries é de extrema importância, tanto para o desenvolvimento psicossocial das crianças como para a prática de esportes Garantindo praticidade, padronização e vestimenta confortável, os uniformes foram criados para simbolizar as cores, o nome e a tradição. Atualmente, os diversos modelos de uniformes são adotados por boa parte das instituições de ensino, tanto para as crianças, como para os adolescen-
tes. Além do desenvolvimento primoroso e a preocupação com o bem estar dos alunos, o uniforme e, principalmente, os artigos esportivos, devem priorizar materiais específicos, aviamentos, elásticos de boa qualidade, malhas resistentes e modelagens confortáveis. Nesta edição do Fique de Olho, des-
tacamos duas empresas que dispõem materiais, artigos esportivos, uniformes personalizados, equipamentos para montagem de espaços externos (como quadras, piscinas e vestiários) e um atendimento específico corporativo. Confira:
MERCADÃO DOS ESPORTES
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Fale com o Mercadão Dos Esportes: (11) 3322.0300 / (11) 3322.0309 mercadao@mercadao.com.br www.mercadao.com.br
Fundado em 1989 e com loja própria situada na Rua 25 de Março, região central de São Paulo, o objetivo do Mercadão Dos Esportes é atender a demanda de clientes que procuram artigos esportivos tanto em atacado quanto varejo, além de distribuir artigos para esportes das principais marcas esportivas. “Em 2010 criamos a marca AX Esportes, de forma a oferecer aos nossos clientes materiais esportivos que agregassem qualidade, preço baixo, pronta-entrega e garantia. Ficamos felizes em afirmar que temos sido bem sucedidos nesta missão”, diz Kalil Khouri, diretor da empresa. Para as escolas, a empresa “oferece uma vasta linha de artigos esportivos voltados para educação física escolar para jovens atletas, que vão desde bolas federadas para categorias mirim e juvenis, troféus e medalhas, como também equipamentos para montagens de quadras, piscinas e vestiários”, ressalta Kalil. Especialistas em atendimento corporativo - principalmente no atendimento a escolas particulares e públicas, o Mercadão dos Esportes, além de oferecer preços competitivos no varejo, disponibiliza descontos extras de 15% para as Escolas Cadastradas. E ainda mais 7% de desconto para pagamentos à vista.
UNIPRIMUS
Fale com a Uniprimus: (11) 3384.8064 spimentagrafica@ig.com.br
A Uniprimus, fundada em agosto de 2011, através do sonho de dois primos (Sérgio Pimenta e Rosemeire Gomes) em ter uma empresa de confecção, é especializada em confeccionar uniformes escolares e peças promocionais. “Além dos uniformes tradicionais, temos a linha do berçário até o Ensino Médio. Trabalhamos com tecidos de qualidade, como: malha, tactel, helanca, moletom, coton, etc. Um produto muito vendido em nossa empresa é o Kit Soninho, com um travesseiro e a coberta, prático para a lavagem, além do agasalho dupla face, que pode ser utilizado os dois lados tranquilamente”, destaca Sérgio Pimenta. O diferencial da Uniprimus é a qualidade “e a pontualidade, pois entregamos em 20 dias úteis”, reforça Sérgio.
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Alimentação, Bebedouros, Brindes, Copiadoras (sistemas de impressão), Fachadas Temáticas
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Engenharia e Medicina do Trabalho, Eventos e Exposições, Gráfica, Informática, L aboratórios
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INFORMĂ TICA (APLICATIVO), Pinturas Especiais, Pisos
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Playgrounds
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